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Pâmella Dalvesco

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  1. Pâmella Dalvesco

    SALAR DE UYUNI: uma viagem simples e inesquecível!

    Não, Ikeiko! É por pessoa!
  2. Pâmella Dalvesco

    SALAR DE UYUNI: uma viagem simples e inesquecível!

    É verdade! Também li a respeito da obrigatoriedade de um guia no Peru. Aí acaba saindo caro né! Bom, se vc vai ficar por lá, em La Paz também tem escalada na montanha Huayna Potosi e tem trilha na montanha Chacaltaya. Dá pra aproveitar também!
  3. Pâmella Dalvesco

    SALAR DE UYUNI: uma viagem simples e inesquecível!

    Eu não achei caro não! Fui pro Chile em 2015, fiz bem menos coisas e gastei o dobro!!! Mande notícias quando for, viu! Pretendo ir de novo e quem sabe você descobre coisas novas por lá pra passar pra gente!
  4. Pâmella Dalvesco

    SALAR DE UYUNI: uma viagem simples e inesquecível!

    @Yaqueline Benedita Ah sobre o seu roteiro, ficou bacana! Você vai fazer sentido contrário ao que fizemos!! Legal ter parentes lá! Ajuda muito! Eu tenho uma tia em Santa Cruz. Ficamos na casa deles na volta. La Paz tem mesmo muitos passeios! Ah e a flota de La Paz a Cusco é só 160 bols 😍 Só não fui porque nao tinha mais dias! Hahahahaha Mas aproveita pra ir! Muito barato!
  5. Pâmella Dalvesco

    SALAR DE UYUNI: uma viagem simples e inesquecível!

    @Yaqueline Benedita Oi, Yaqueline!! Conterrânea! Hahahhaha Somos de Dourados! O passeio no Salar com a Salty Desert ficou em 900 bolivianos, três dias e duas noites, incluso alimentação e hospedagem. Tem mais uma taxa de 150 bols que vc paga num postinho policial, pra entrar na reserva ambiental. Pra tomar banho no primeiro hotel, 15 bols. O passeio de bike na Adventur on Wheels ficou 450 bols. Tem mais caros e mais baratos. Mas eu gostei muito do atendimento deles e o equipamento era bom! Então acho que compensa! E as fotos que o guia tira estão inclusas! Se te deixarem escolher os guias, pede o Mauricio e o Ôli! São muito legais!!
  6. Pâmella Dalvesco

    SALAR DE UYUNI: uma viagem simples e inesquecível!

    @João Paulo Falanque Oi, João Paulo! Tudo bem? A viagem toda, total final com passagens, hospedagens, passeios e alimentação (nessa não somos de economizar muito kkkkk) ficou R$2.870,00 cada um. Foram 11 dias de viagem!
  7. Pâmella Dalvesco

    Mochilão em JULHO para Bolivia, Chile e Peru

    Aqui está! Espero que goste!
  8. Pâmella Dalvesco

    Mochilão em JULHO para Bolivia, Chile e Peru

    Sei como é! Eu também só consigo sair em julho e em janeiro, as épocas mais caras!!! Mas eu gostei mais de ir pegando na hora. Claro, a gente tinha um roteiro bem traçado e sabia bem o que poderíamos fazer! Mas muitas coisas mudaram no caminho. Por exemplo, planejávamos dormir em Sucre e na hora mudamos de ideia. Se tivesse reservado hotel e passagens antes, ficaria mais difícil mudar! Eu postei sobre nossa viagem pra Bolívia, se quiser dar uma olhada! Talvez aproveite algumas dicas! 😊
  9. Pâmella Dalvesco

    Mochilão em JULHO para Bolivia, Chile e Peru

    Cloris, eu não tenho muita experiência, mas fui para o Chile em 2015 e para a Bolívia agora em janeiro. Na primeira, fui com tudo comprado antecipado e gastei o dobro do que gastei agora, que fui comprando na hora. Mas tem o agravante que o Chile é mesmo mais caro e peso chileno vale mais que o boliviano. É bom pegar outras opiniões. Mas assim, eu gostei muito de ter ido comprando na hora agora. Me senti com mais liberdade pra decidir, pois na hora acabamos mudando de ideia, de humor né... E achei bem tranquilo! E também na hora tem bem mais opções de empresas que não aparecem na Internet!
  10. Muita gente tem nos perguntado a respeito da nossa viagem para a Bolívia; como fizemos, por que fizemos, por onde fomos. Então, vamos lá! Nós queríamos uma viagem que não onerasse muito e que fosse diferente do que já fizemos. Pesquisando alguns destinos, descobrimos o Salar de Uyuni, o maior deserto de sal do mundo. A partir daí, traçamos um roteiro para fazer por terra, tendo como destino principal o Salar, indo por um trajeto e voltando por outro, para conhecer as cidades do caminho. Nosso roteiro: ● Saída Dourados > Corumbá / Carro 🚗 Fomos até Corumbá de carro, pois tínhamos onde deixá-lo, na casa de um amigo, e seria mais em conta do que ir até lá de Ônibus. * Em Corumbá: só ficamos um dia, então visitamos apenas o Cristo, lugar de onde se pode observar toda a cidade. ● Corumbá > Puerto Quijarro (fronteira) / táxi/a pé 🏃 Pegamos um táxi até a fronteira e o próprio taxista nos orientou como funcionava para atravessar. Você vai precisar passar primeiro na PF, ainda no lado brasileiro, para registrar sua saída do país. Depois, é só atravessar a pé até a polícia boliviana e registrar sua entrada lá. Não estava tão cheio, mas ainda assim demoramos cerca de 1h20min para atravessar. Nós usamos o passaporte como documento, mas você pode usar o RG mesmo (Atenção, CNH não é aceita)! *Em Puerto Quijarro: Passeamos pelo centrinho da cidade, onde tem muitas lojinhas de tudo que você imaginar e um feirão de roupas bem interessante! Como gostamos muito da Casa China de Pedro Juan/ PY, quisemos conhecer a de lá, apesar de as pessoas de lá nos avisarem que não era boa. Realmente, não recomendo! É muito pequena, sem muitas opções de produtos e é longe do centro. Então, fique no feirão! ●Puerto Quijarro > Santa Cruz / Ônibus 🚌 A vantagem de se viajar de Ônibus lá é que você consegue, com facilidade e por um preço muito bom, ônibus leitos e eles saem sempre à noite. Então, além de você não perder seu dia, ainda economiza uma noite de hotel. Pegamos com a empresa Baruc; carro novo, bem limpinho e atendimento excelente. * Em Santa Cruz: chegamos na cidade no dia 31, então passamos o réveillon lá. Ficamos em um hotel próximo à praça da cidade. Eu achei a cidade muito bonita e bem desenvolvida! Tem seu lado feio e seu lado bonito, como toda cidade grande. Mas, particularmente, achei um lugar muito agradável! Passeamos ali pelas redondezas durante o dia e também visitamos o shopping. Para o nosso réveillon, jantamos e tomamos em um restaurante americano no shopping e, antes da virada, voltamos para o hotel, pois estava tendo uma festa no terraço, de onde pudemos assistir à queima de fogos na praça. Na tarde seguinte, pegamos um vôo para Sucre. ●Santa Cruz > Sucre / Avião ✈ Este foi o único trajeto que optamos por não fazer por terra, pois a estrada entre essas duas cidades é extremamente perigosa e são 14 horas de viagem. Então, pegamos um vôo com Amaszonas. Confesso que passei um medinho bem tenso nesse pedaço da viagem! O avião era pequeno e um pouco velho, o que acabou me dando um certo pânico quando embarquei. Mas foi um vôo rápido, de apenas 35 minutos e o atendimento foi ótimo, então ainda acredito que compense mais que as 14 horas de estradas com precipícios! *Em Sucre: chegamos de tarde e tínhamos a intenção de dormir uma noite lá. Muitos não sabem, mas Sucre é a capital constitucional da Bolívia. É conhecida como a "cidade branca", devido à cor dos imóveis. Mas ao chegar e conversar com o taxista que nos levou do aeroporto até a rodoviária, decidimos seguir viagem até Potosi, de táxi, pois era realmente muito barato e compensaria mais do que dormir ali. ●Sucre > Potosi / Táxi 🚕 O táxi nos cobrou apenas 50 bolivianos, o que equivale a, aproximadamente, 25 reais para nos levar, num carro compartilhado com um casal boliviano, numa viagem de duas horas e meia. A estrada é muito bonita e achamos que valeu a pena ter ido de táxi para aproveitar a paisagem. *Em Potosi: não estava nos planos dormir ali, dependeria da hora em que conseguiríamos um ônibus para Uyuni. Quando chegamos na rodoviária já havia um ônibus saindo em 15 minutos, então decidimos seguir viagem. ●Potosi > Uyuni / Ônibus 🚌 O ônibus que pegamos na sorte ali já saindo era muito bom! Limpinho e confortável. Viajamos à noite e chegamos em Uyuni à meia noite. Reservamos um hostel pelo Booking, bem simples, mas confortável, limpo e com chuveiro quente. Oasis Blanco, recomendo. Antes de sair para o passeio no Salar, combinamos com o atendente de, na volta, poder tomar um banho ali, pois seguiríamos viagem direto. *Na cidade de Uyuni: é uma cidade pequena, mas muito graciosa, uma típica cidade de turismo. Não passeamos muito por lá, apenas andamos um pouco até encontrar as agências de passeio, que ficam todas próximas umas das outras. Há muitas agências e já havíamos pesquisado antes de ir. Conseguimos fechar com a Salty Desert Aventours, que era mesmo a que queríamos pegar. Recomendo muito! Há agências mais caras e mais baratas. Mas como você ficará três dias no deserto, sem comunicação, sugiro que não pegue qualquer empresa. A Salty tem um preço bom e o atendimento é de ótima qualidade! Nosso guia, Antonio, era muito paciente, simpático, atencioso e divertido. Durante o passeio, ouvimos outras pessoas elogiando os seus guias da Salty, então acredito que o bom atendimento seja critério da empresa. Os passeios iniciam às 10h30 da manhã, saindo da agência e voltam ao final do terceiro dia. São três dias e duas noites de passeio. Está incluso no valor a hospedagem e alimentação, que é preparada pelo próprio guia. Tudo muito simples, mas feito com muito capricho. (No caso da Salty Desert! Se pegar outra empresa, é bom pesquisar antes.) ●O PASSEIO Bem, aqui chegamos ao destino da nossa viagem: o passeio no Salar de Uyuni. Não são os três dias exatamente no deserto de sal, é um roteiro que passa por vários lugares na região (todos desérticos) e, ao final, você pode escolher entre atravessar para o Chile ou voltar para Uyuni. Nós optamos por voltar. > 1° Dia: Cemitério de trens - primeira parada parada pra fotos, nos trens que foram abandonados ali. Vila Colchani - uma vila onde você poderá comprar souvenirs, artesanato local e de sal e tomar a única cerveja gelada do passeio. Almoço no hotel de sal/ monumento Dakar - Parada para almoçar e tirar foto no monumento do Rally Dakar, feito de sal. Salar de Uyuni - Após o almoço, cada guia se dirige pra um ponto do deserto de sal com seus turistas. O Salar era uma lagoa de água salgada que, por um movimento das placas tectônicas se modificou e cujas águas, aos poucos foi sendo eliminada. Sobrou então o sal, que formou um enorme deserto. Aqui é possível ver a imensidão branca do Salar. Em época de chuvas, o sal úmido forma um espelho que reflete o céu. Não tivemos a sorte de ver esse fenômeno, pois não havia chovido nos últimos dias. Nesse ponto, o guia faz as famosas fotos de perspectiva, típicas do passeio. Ilha de Cactos - A ilha era uma formação de corais, no fundo da lagoa, que emergiu com a eliminação da água e hoje se tornou uma ilha. Com o tempo, nasceram cactos por cima dos corais. Pôr do sol - Esse é um dos momentos famosos do passeio, pois é realmente muito lindo. Mas é muito frio! Quando o sol começa a baixar, o vento fica muito forte, o que faz a temperarura baixar bastante. Mas o espetáculo do sol vale o esforço! Salar de Chiguana - É um salar que ainda está em formação e que fazia parte da mesma lagoa do Salar de Uyuni, que ficou separada após a movimentação das placas tectônicas. Hotel de sal - A hospedagem da primeira noite é num Hotel de Sal, bem simples mas muito bem arrumadinho. Aqui, você pagará 10 bolivianos para tomar o único banho do passeio. > 2° Dia: Vulcões e Lagoas - No segundo dia, já saímos do Salar e passamos a conhecer uma paisagem desértica, com lagoas e vulcões. Em grande parte das lagoas, é possível observar flamingos, que se alimentam das algas. Laguna colorada - Uma das lagoas mais famosas. O nome se dá devido à cor avermelhada da água, fenômeno que acontece por causa de algas presentes na lagoa. Árvore de Pedra - No meio do deserto, há algumas formações rochosas provenientes das erupções vulcânicas . A árvore de pedra é a mais famosa delas. Montanha das sete cores - Uma montanha tão maravilhosa que não conseguimos demonstrar nas fotos. Mirante Vulcão Ollagüe - Vulcão que faz divisa entre Bolívia e Chile e é ativo. Do mirante, se pode ver a fumarola dele. Gêiseres Sol de la mañana - Esse acabou sendo o ponto alto do nosso passeio, por um presente da natureza. Quando chegamos aos gêiseres, estava nevando! Foi muito rápido, questão de minutos, mas pra quem nunca presenciou e não esperava por isso, foi emocionante! Hotel e Lagoa termal - O hotel da segunda noite não é de sal, é um hotel comum, fica nas montanhas, perto de uma lagoa de água termal. Fomos tomar banho na lagoa à noite, um céu tão estrelado que não consigo descrever, estava muito frio e a água estava a 38°C. O guia nos instruiu a não levar câmeras e celulares por segurança, pois havia outras pessoas que não eram do grupo. Por isso, esse é um momento que você terá que experimentar por conta própria, ficou apenas nas nossas memórias. Mas garanto que é inesquecível! > 3° Dia: Laguna verde - Que não estava verde. Quando se visita a natureza, dependemos dela. A famosa Laguna Verde não estava verde, pois não estava ventando. Suas águas ficam verdes devido à presença de certos minerais na água. Quando não venta, os minerais se depositam no fundo da lagoa, não sendo possível ver a sua cor. Mas mesmo assim, a lagoa estava linda! Vulcão Licancabur (fronteira com Chile) - Do lado de cá, Deserto de Dalí. Do lado de lá, deserto do Atacama. Baía de rocas - Outra formação rochosa, proveniente das erupções. Se você for criativo, diz-se que é possível enxergar figuras nas formações. Volta à Uyuni - Como não optamos por atravessar para o Chile, nosso passeio terminou aqui e voltamos para a cidade de Uyuni. Segundo o guia, este era o dia mais cansativo do passeio e concordei com ele. Todos estávamos cansados, havíamos nos sentido mal no dia anterior, devido à altitude e não havia mais muito o que visitar. Chegando em Uyuni, passamos no hostel para tomar um banho, como havíamos combinado com o atendente, e seguimos viagem. ● Uyuni > La Paz / Ônibus 🚌 Como estávamos cansados, dormimos a viagem toda e chegamos à La Paz pela manhã. * Em La Paz: Fizemos o passeio nos teleféricos da cidade. 🚡 Os teleféricos são uma obra do governo e não tem como intenção principal o turismo. É como se fossem o metrô. Há cinco linhas, para diferentes lugares da cidade, com várias paradas, e é utilizado pela população para ir trabalhar. É possível atravessar a cidade em poucos minutos. O trânsito da cidade é um caos! Por isso, acredito que o teleférico resolva um grande problema para a população! Não havíamos planejado fazer nenhum passeio em La Paz. Mas, como já estávamos lá, não podíamos deixar de fazer o passeio de bike pela estrada da morte. A Death Road, hoje, está desativada e é utilizada apenas para turismo. Mas, por muito tempo, foi utilizada e tem em sua história um número altíssimo de acidentes e mortes. Reza a lenda que, em um ponto dela, em um único dia, morrreram duzentas pessoas, vítimas de um grande acidente entre caminhões de trabalhadores. Mas não se assuste! É um passeio tranquilo e que vale muito a pena. Fechamos com a empresa Adventur on Wheels. Não é a mais barata e nem a mais famosa, mas recomendo! O equipamento é bom e eles te dão toda assistência necessária. Nosso motorista, Ôli, e nosso guia, Maurício, foram extremamente atenciosos e divertidos. O guia sempre vai no seu ritmo, não te força a correr e deixa claro que não é uma competição. O motorista está sempre atrás do grupo. Então, se você se cansar ou estiver com medo e quiser parar, a qualquer momento, ele coloca sua bike na van e você segue com ele. Ao final do passeio, eles te levam até um hotel com piscina, te dão toalhas e xampu. Ali almoçamos e tomamos um bom banho! A van nos deixou direto na rodoviária e de lá seguimos viagem. ● La Paz > Santa Cruz / Ônibus 🚌 Esse foi o único ônibus ruim que pegamos. Empresa El Dorado. Não recomendo mesmo! O ônibus mesmo leito não era bom, estava com o banheiro estragado e os motoristas eram muito estúpidos! Chegamos em Santa Cruz perto das 13h. Ficamos em Santa Cruz mais dois dias, na casa dos meus tios. ● Santa Cruz > Puerto Quijarro / Ônibus 🚌 A Bolívia vem passando por alguns conflitos políticos e, por isso, nesses dias, estavam acontecendo algumas manifestações e bloqueios de estradas. Por isso, não conseguimos concluir nossa viagem com a volta de trem, como havíamos planejado. O trem estava lotado até o final da semana, pois era o único meio que não havia sido bloqueado pelos manifestantes. Fomos de Ônibus, novamente com a empresa Baruc, assim que desbloquearam a estrada. Foi tudo tranqüilo, ônibus bom, atendimento bom; realmente recomendo a Baruc. ● Puerto Quijarro > Corumbá (Fronteira)🏃 Atravessamos a fronteira a pé novamente. Mas, dessa vez, acredito que pelo fato de a fronteira ter sido bloqueada nos dias anteriores, demoramos a manhã inteira para atravessar! A fila estava gigantesca dos dois lados! Em Corumbá, pegamos o carro e voltamos pra casa. Foi uma viagem realmente incrível! Um pouco cansativa, pois passamos mais noites na estrada do que em hotel e foi um passeio atrás do outro. Mas valeu muito a pena. É uma realidade muito diferente da qual estamos acostumados. A paisagem é fascinante! A altitude judia um pouco. No Brasil, o ponto mais alto, o pico da neblina, tem cerca de 2.900m de altitude e eu nunca estive lá! Dourados está a 437m de altitude e o máximo que já estive de altitude foram as serras do sul do país. Nós chegamos a 4.980m, no passeio dos gêiseres!! Nesse ponto, eu passei mal, mesmo tomando o comprimido que eles vendem lá, as Sorojchi Pills. É um composto que ameniza os efeitos da altitude. Tomei durante toda a viagem, mas sucumbi aos quase 5mil metros. O que me salvou foi um chá de coca que o guia fez pra mim no hotel. Sei que a Bolívia é um destino que poucas pessoas pensam em visitar. Mas te garanto, é uma viagem que ficará nas suas lembranças pra sempre! Se quiser saber mais detalhes, pode falar conosco! Eu acredito que você deva fazer, pelo menos uma vez na vida, essa viagem! Se precisar, conte com nossas dicas!!
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