Ir para conteúdo
  • Cadastre-se

roarti

Membros
  • Total de itens

    21
  • Registro em

  • Última visita

Reputação

6 Neutra

Últimos Visitantes

O bloco dos últimos visitantes está desativado e não está sendo visualizado por outros usuários.

  1. roarti

    Parque lauca ate uyuni

    Bom dia pessoal. Estou em Arequipa e desço amanha pra Tacna tambem no peru. Depois Arica no chile. Quero ficar uns dias em Parinacota e depois seguir a uyuni. Sabem se rolam onibus de parinacota ou regiao para uyini ou devo ir a la paz? Obs: nao quero ir por Calama-san pedro pois essa sera minha volta do uyuni. valeu
  2. roarti

    Arica e Parque Nacional Lauca

    fala brow. Gostei da sua rota. Estoy em arequipa e desço amanha pra Tacna e depois Arica. quero ficar uns dias em estrada de terra até o pueblo de Parinacota e depois seguir a uyuni. sabe se rola bus de parinacota ou regiao para uyini ou devo regressar a la paz? nao quero ir por san pedro pois essa sera minha volta do uyuni. valeu
  3. roarti

    Brasil & Peru Amazonia e Machu Picchu

    ola amigo. Estou fazendo essa rota nesse momento. Comecei de Belém, e atualmente estou em iquitos. Foram 45 dias até agora. Tudo em barco regional. Pra fazer em 30 dias, creio que Seia melhor de avião pois do contrário ficaria muito corrido. A devido daqui até pucallpa ainda vão alguns dias. E subir até o acre também. Infelizmente as cidades satelites da Amazônia como manaus, Letícia e iquitos, sao muito turisticas e cobram muito caro. Aconselho procurar sempre lugares menos populares. como novo Airão, tefe, terapoto, etc. A Amazônia do Pará e Amapá também vale uma boa visita. A região da ilha do Marajó, cabo orange, monte alegre e Santarém, valem muito.
  4. Fabiano, concordo contigo quando diz que nao devemos.acreditar em.tudo que vemos na internet ou tv, porem a verdade éo que sim, a situação na venezuela é muito crítica. falo isso, pois presencio isso nesse monte aqui pelo norte do brasil (Para, amazonas e roraima). Todos os venezuelanos que eu tive contato, reclamam da politica socialista implantada la. As pessoas morrem.de fome, enquanto o governo come fartura. Sou absolutamente a favor de uma sociedade igual e contra o capitalismo. Mas o que acontece la esta longe de ser uma sociedade igualitaria.
  5. O acre esta de boa por enquanto. Existem venezuelanos ate no Pará. Questão de tempo pra entrarem ate o sul, se a situação do pais continuar assim.
  6. Estou no norte.do Brasil a quase 1 mes. Vi bem de perto a situação da venezuela atraves dos milhares de imigrantes que vieram pra ca. Todos, sem exceção, estão passando por dificuldades sim. Um deles relatou que existem assaltos e saques a todo instante, porque as pessoas entraram em.desespero total. Fiquei como voluntário num abrigo de pessoas necessitadas aqui em manaus, e so o que tinha na casa eram venezuelanos. Todos de Valência. Tenho tour pro monte roraima agendado pra abril. Espero não ter problemas. Talvez em.regiões turísticas , a situação é mais tranquila.
  7. to devendo ne? rs Pois é, decidi colocar os relatos no fim da viagem. Mas se precisar de alguma.dica, pode me.pedir. abraço
  8. Oi Marcia, você vai pro monte de 14 a 21/04? Ja tem um guia?
  9. acho que nao pra entrar na Colômbia, usando o rio negro. Só tem floresta. Ja pelo Solimões, tu vais até tabatinga e de la.cruza.pra.Letícia na Colômbia
  10. Esse é um trocadilho que explica o mochilão que decidi encarar por 65 dias. O norte do Brasil, com direito a passagens por Guiana Francesa, Colômbia, Peru e Venezuela. Foram menos de um mês pra organizar o roteiro. Na verdade minha intensão foi planejar pouco e deixar mais minha intuição trabalhar. Minha vida andava complicada. Haviam quase seis meses que tinha me desligado do meu antigo trabalho. A idéia era começar um processo de transição de vida, já que aquela não vinha me satisfazendo.por inteiro. Minha parceira e eu, já não estávamos bem. Então, a soma disso tudo, culminou nesta viagem. Sai de São Paulo no dia 28/02/2018 num vôo da Latam com sentido a Belem do Pará. Ainda no aeroporto, enquanto eu aguardava o embarque que seria as 6:35 da manhã, tomava um café do lado de fora. Um caminhoneiro, de talvez 60 anos, veio me contar que estava ali em congonhas tentando vender tudo que tinha de valor, para comprar uma passagem de emergência para Porto Velho. A emergência era seu filho que acabará de ser atropelado. Notícia essa que o caminhoneiro recebera há alguns kms de Sao Paulo na noite anterior, após ja ter viajado por mais de 50 horas. Bom, dei a grana que eu podia, e não quis o que ele estava me vendendo. Acho que toda história, somada ao fato dele ter vindo do Norte e eu indo, me fez fazer esse relato. Voltando ao vôo. Eram nada menos que duas escalas até chegar a capital paraense. São Paulo para Confins, Confins Brasília e Brasília Belém. E depois de 8:30 de viagem, cheguei a Belém!!! Belém. Uma cidade linda, suja e exótica. A hospedagem: Cheguei em Belém e fui direto para ocupar meu sofá. Sim, me cadastrei dias antes no couchsurfing para conseguir parceiros de viagem e ate quem sabe uma acomodação free. O Sr Dantas e seus filhos, Isa, Bia e Augusto, me receberam muito bem. Me fizeram café da manhã, me levaram pra conhecer a cidade de dia e claro, de noite. Eramos eu, e a Inez, uma polonesa que estava começando sua viagem pelo Brasil. A casa era bem simples pra comportar todo mundo. Não havia sofá pra mim. Na verdade, não havia sofá na casa. Então em vez de couch foi hammock surfing. Mas fomos muitíssimos bem tratados, e dormir na rede foi uma delícia. Belém é uma cidade fantástica. A culinária paraense é muito exótica. Pratos como tacacá, peixe com açaí, arroz com jambu e tucupi, são os carros chefes. Existe também a Manisoba, feijoada paraense wue no lugar do feijão preto, eles usam uma farinha chamada maniva. A maniva é extraída de uma especie de mandioca (lá é macaxeira) não comestível num primeiro momento. Ela fica de molho por sete dias, para que suas substâncias tóxicas, saem por completo. Eu não provei a manisoba porque não achei vegetariana, mas me contaram que é uma iguaria. Além dos pratos exóticos, tem peixes que não se acha no resto do Brasil. O Pirarucu e o filhote, além do dourado, foram os peixes que eu provei. Sim, abri uma exceção para os peixes na minha dieta sem carne. Achei que seria difícil manter o no meat numa viagem tão longa, por lugares onde a carne ainda é a honra no prato. Ah, claro. O famosíssimo choop ou chopp oi chupe. O nosso geladinho. Mas não de ki-suco. La é suco de verdade. No ver-o-peso, um tipo de mercadão só que parcialmente a céu aberto, você encontra absolutamente de tudo. Roupa, alimentos exóticos, artesanato, peixes, frangos, patos e muito, mas muito açaí. Açaí na porra toda, menos o açaí na tigela que tem em sampa. Pelo menos eu não vi. Na noite, fomos provar a cerveja local, Tijuca (antiga cerpa) e a cachaça de jambu. Bicho, esse jambu deixa sua boca dormente, muito dormente. A cachaça é muito saborosa e paulada na nuca mesmo. Lá você não encontra facilmente cervejas como Heineken, Original, Cerra Malte e etc. A única das nossas conhecidas de São Paulo, é a Brahma. Aliás as únicas coisas que você vê em tudo que é lugar. Brahma, Bradesco e igreja universal. Égua viu!!! (égua é o caramba paraense) Rolou até uma baladinha com guitarrada, estilo musical paraense. Sensacional. O Pará parece, de verdade, outro país dentro do Brasil. Eu já viajei pra lugares muito mais distantes de casa, porém eu não tinha me sentido tão estrangeiro quanto lá. E o som alto? Ah, isso sim tem e muito em São Paulo. Com certeza alguns moradores de São Paulo, copiaram essa ideia de som alto dos paraenses. Só que eles, tem som alto o tempo todo. Todo estabelecimento, se bobear ate farmácias, tem um baita de um aparelho de som no ultimo volume. O que toca? De tudo amigo. Os paraenses são muito ecléticos. De Belém, você pode conhecer varias praias e ilhas. Eu visitei a ilha de cotijuba. Chegando no porto vi um batalhão de mototaxistas gritando "Vai quem qué, vai quem qué". Eu só fui entender, depois que eu já tava na garupa. O nome da praia é vai quem quer. Uma praia linda de água doce que nem paçoca. Uma das poucas praias que visitei no Pará que não tem risco de água viva ou arraia. Além de cotijuba, existe a ilha do algodoal a 300 km de Belém, a ilha do Mosqueiro, a 100 km e a exótica ilha do Marajó. Essa última eu estive, e faz parte da segunda parte do rolê. Quanto custou meu primeiro trecho da viagem? Vamos lá: Noites: 3 Hospedagem: R$ 0,00 Alimentação: R$ 100,00 Transporte: R$ 133,34 (contando transporte público, taxi, barco e as taxas da passagem de avião de São Paulo que resgatei com pontos Laser: R$ 137,35 Outros: R$ 48,00 (incluí não da pra comprar tudo num mochilão, mas eu preciso carregar duas garrafinhas de tucupi pra levar pra São Paulo haha. Além disso, comprei minha rede, parceira pro resto da.viagem) TOTAL: R$ 418,69
  11. fala amigo. estou indo pra amazonia, mas antes gostaria de passar no jalapao e chapada das mesas. Depois iria para santarem, manaus, boa vista e monte roraima. Vou iniciar agora no fim de fevereiro e ficar ate o fim de abril. alguem disponivel? meu whastapp +5511968402505
  12. fala amigo. estou indo pra amazonia, mas antes gostaria de passar no jalapao e chapada das mesas. Depois iria para santarem, manaus, boa vista e monte roraima. Vou iniciar agora no fim de fevereiro e ficar ate o fim de abril. alguem disponivel? meu whastapp +5511968402505
  13. fala galera. estou indo pra amazonia, mas antes gostaria de passar no jalapao e chapada das mesas. Depois iria para santarem, manaus, boa vista e monte roraima. Vou iniciar agora no fim de fevereiro e ficar ate o fim de abril. alguem disponivel? meu whastapp +5511968402505
  14. roarti

    Jalapão - Março 2018

    fala galera. estou indo pra amazonia, mas antes gostaria de passar no jalapao e chapada das mesas. Depois iria para santarem, manaus, boa vista e monte roraima. Vou iniciar agora no fim de fevereiro e ficar ate o fim de abril. alguem disponivel? meu whastapp +5511968402505
×