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guskow

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Sobre guskow

  • Data de Nascimento 08-04-1985

Outras informações

  • Lugares que já visitei
    50 países
  • Próximo Destino
    Jalapão
  • Ocupação
    Egenheiro
  • Localização
    Rua Guararapes, São Paulo, São Paulo, 04561000, Brasil

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  1. Acho que no verão até daria sim, mas só vi caminhonetes 4x4 no caminho, além de uns três caminhões. O trecho Chileno é asfaltado (exceto no acesso às Lagunas, que seria um desvio), mas o trecho Argentino é aquele piso ruim, cheio de pedras soltas, cotovelos e penhascos. Nós conduzimos com 4x4 acionado boa parte do caminho para ter maior estabilidade nessas condições. Em carro pequeno maior risco de danificar os pneus nas pedras. Lembrando que quase não encontramos nenhum outro veículo neste dia, definitivamente nenhum carro de passeio. Abraços
  2. Obrigado! Fizemos este trecho e acho que não estava todo asfaltado, mas não chegou a ser um trecho ruim não. Abraços!
  3. EXPEDIÇÃO 4x4 - Curitiba a Uyuni e Atacama via Jujuy e Paso Sico (15 dias em Novembro de 2018) Após ir de São Paulo a Fortaleza via Jalapão e Lençóis (relato aqui), foi vez de se inspirar neste blog e se aventurar de Toyota Bandeirante rumo a Bolivia, Chile e Argentina. Principais pontos: Argentina: Jujuy (Tilcara, Purmamarca, Humahuaca) e Cafayate. Bolívia: Salar do Uyuni e Chiguana, Deserto de Siloli, Reserva Eduardo Avaroa, Lagunas, Geiser Sol de la Mañana. Chile: San Pedro de Atacama e atrações Duração: 15 dias e 6.854 km, 700 L de diesel Veículo: Toyota Bandeirante 4x4 jipe curto, ano 2001, motor diesel 14B com Turbo (K16) e intercooler, pneus AT 32", jumelos conforto, A/C e DH, guincho Equipamentos: Pá, macaco hi-lift, esteira de desatolagem, 45L diesel adicionais em galões, bomba encher pneus, extenso kit de ferramentas e peças sobressalentes Viajantes: Gustavo e seus pais Eli e Joel (idades: 33, 60 e 62 anos, respectivamente) Navegação: Aplicativo “maps.me” com mapas offline e bookmarks previamente marcados Hospedagem: pousadas via booking.com, porém estávamos preparados para dormir no carro e de fato o fizemos 1 noite Fronteiras: Dionísio Cerqueira-SC (BRA) - Bernardo de Irigoyen (ARG); La Quicaca(ARG) - Villazón(BOL); Hito Cajon (BOL-CHI); Paso Sico (CHI-ARG) Obs: Viagem para 4x4 apenas, e requer pneus resistentes devido ao terreno e pedras. Usamos bastante creme labial e hidratante, protetor solar, e quantidade absurda de ÁGUA. Parte A – Curitiba a Jujuy (2.128 km em dois dias) Dois dias de bastante estrada. Saímos cedo para cruzar o Paraná e pegar a fronteira de Dionísio Cerqueira-SC, que é menos movimentada que a de Foz, além de encurtar caminho para nós. Os procedimentos foram rápidos e feitos de dentro do carro. Carta Verde foi solicitada duas vezes no processo, acho que mudou uma regra e não rola mais fazer o seguro após cruzar para a Argentina. Após entrar, pediram para estacionarmos o carro e irmos fazer mais um trâmite em outro prédio, foi tranquilo. Saímos com carimbo em uns pequenos papéis (boletas) que depois nos pediram várias vezes em hotéis e fronteira. Já na Argentina, sacamos uns pesos em um caixa automático e avançamos até Posadas onde dormimos em um lugar excepcional chamado Irová Apart Hotel. Cruzamos o retão do Chaco em uma pegada de 1.200km que surpreendentemente não foi tediosa. Pelo contrário, achamos a paisagem agradável e o dia foi gostoso, acumulamos centenas de insetos no parabrisa e encontramos dois passarinhos atropelados: preso um na grade dianteira, e outro no guincho. Passamos por dezenas de barreiras policiais. Quase todas as vezes nos perguntavam origem e destino, e frequentemente nos paravam para pedir documentos e olhar o carro. Porém correu tudo bem. Vimos uma cobra grande morta na estrada, e outra viva que fez menção de “morder” nosso pneu. Vimos um tucano, muitas maritacas, e infinitos passarinhos. Estrada é ótima (com exceção de pequeno trecho no fim) e pouco movimentada. Dormimos em um apartamento em San Salvador de Jujuy, que é bastante urbana, desviando Salta pois nosso objetivo era avançar rumo a Bolívia. Parte B – Jujuy (ARG) e passagem para Bolívia Fomos a Purmamarca logo cedo. Além de simpaticíssima, a cidade é cercada por morros coloridos que propiciam vistas incríveis. Essa foto abaixo requer subir um mirante a pé por uns 20 minutos, valeu a pena. Há uma praça central com artesanato, e bastante fluxo de turistas. De lá fomos a Tilcara, onde almoçamos no centrinho na companhia de cães sarnentos e uma geladíssima cerveja – uma das poucas da viagem. Conhecemos as ruínas de Pucará de Tilcara que foram medianamente interessantes. Seguimos para Humahuaca, onde dormimos, e fomos conhecer a serra de Hornocal onde está o mirante das 14 cores. Esta estrada é bem íngreme e leva a 4.350m, nos propiciando os primeiros episódios de Soroche – mal da altitude. Nós sentimos basicamente perda de fôlego, que era facilmente resolvida com pausa + respiração profunda. A Toyota sobreaqueceu na subida da serra, exigindo que parássemos duas vezes. Na segunda parada, percebemos que o sistema de arrefecimento estava bem vazio e com pouco aditivo, o que assustou bastante pois havíamos completado o radiador com água pela manhã do mesmo dia. Na volta, o posto YPF tinha os aditivos (refrigerantes) que precisávamos para o radiador já que eu só carregava um litro no carro. Acordamos no dia 4 e encaramos 481km até a cidade de Uyuni, parando apenas na Duna Huancar (lagoa e duna interessante para visitar) e na fronteira em La Quiaca / Villazón onde a burocracia foi rápida, apesar da confusão com as diversas “janelinhas” onde deveríamos passar (inclusive acho que pulamos uma). Aqui tem o detalhe de pegar a declaração juradae tratar como um filho. Fizemos fotocópias dela e tiramos fotos de todos os celulares. Já saindo da imigração, um policial parou e ficou fazendo firula, aí pediu o equivalente a uns 20 reais por um carimbo... fui embora fingindo que nem escutei. Trocamos uns dólares e seguimos para a cidade de Uyuni, que é bastante seca e sem graça porém é o último lugar (semi-)civilizado pelos próximos 3 dias da viagem. Visitamos o cemitério de trens (sem graça) e ficamos em um baita hotel legal (Cristales Joyas de Sal) – nosso parceiro durante as crises noturnas de Soroche. Falando nisso, compramos uma garrafinha de oxigênio e umas pílulas aqui, que acabamos não usando. Enchemos o tanque naquele preço bacana para estrangeiros (8,8 versus 3,4 para locais) e ficamos prontos com 65+20+25 litros de diesel (isso é muito importante pois não há mais infra até San Pedro de Atacama, e maioria dos carros locais é a gasolina então precisa mesmo se garantir. Parte C – Salar do Uyuni e Chiguana Se ir pra Bolívia sem muito planejamento nem experiência já era uma baita cag*ada, partir para o Salar do Uyuni em um jipe antigo próprio, sem guia nenhum, levando os pais sexagenários para passar 3 dias isolados, sem infra e incomunicáveis era realmente o ápice da irresponsabilidade! Tínhamos lido na internet o suficiente para saber que muita coisa poderia dar errado. Os relatos de perrengues homéricos e fatalidades são abundantes. Mas bah, o dia clareou e adentramos no Salar sem pensr muito, só com o frio na barriga. A euforia foi grande ao ser engolido por aquela imensidão branca! Chegamos nos monumentos (Dakar, Bandeiras, Palácio de Sal) cedo e já quebramos a regrinha de 10 fotos por dia que queríamos tentar respeitar como máximo. O solo estava bastante rígido como uma highway, e o track do GPS coincidia com marcações de pneus pelo trajeto. Paramos pra tirar fotos e vimos apenas um ou dois carros no horizonte durante toda a manhã. Dirigimos uns 65km rumo a ilha de Incahuasi (cactos gigantes), com a curiosidade de que a pequena ilha já era visível desde uns 25 km antes como se estivéssemos chegando! Visitar a ilha foi bem bacana, tanto pela infraestrutura impecável como pelo visual show do Salar, das demais ilhas, e dos antigos cactos gigantes. Muitas agências turísticas somente vem até aqui e retornam a Uyuni, porém nós seguiríamos por mais duas noites sem muita clareza do caminho então pegamos logo “a estrada” com a Toyotona, desta vez rumo extremo sul do Salar do Uyuni. Ao avistar “terra firme”, sentimos grande alívio de que a tenebrosa e incerta fase da viagem estava prestes a ser vencida. Chegamos a dizer que o Salar não era tão macabro e que “dá pra vir de fusca tranquilamente”... mas é claro que mordemos a língua e os últimos 200 metros tinham atoleiros profundos que freavam a Toyota muito melhor que seu próprio freio e exigiram alguma perícia no 4x4 para sairmos ilesos do outro lado. Agora sim, em terreno firme, achamos uma sombrinha de pedra e cozinhamos um strogonoff pra comemorar! Próxima parada seria a noite para dormir no alojamento da Laguna Hedionda, para onde íamos seguindo um track do Wikiloc que passava por dentro um outro extenso Salar (de Chiguana), paralelamente a um trilho de trem. De fato, precisávamos cruzar o trilho mas ele estava em um morro muito alto, até que achamos um ponto onde os locais ajeitaram o morro para poder passar de carro. Cruzamos o trilho e voltamos pro track do Wikiloc, porém o terreno já não estava tão rígido e a Toyota ia dando o melhor de si de atoleiro em atoleiro, até que entramos em um trecho onde o sal simplesmente quebrava e dava lugar a um lodo super mole que foi freando, freando, freando até que freou completamente nossa pesada Bandeirante. Atolamos! Bom, nem deu tempo de lembrar daqueles relatos macabros de viajantes que passaram 3 dias atolados e isolados, morrendo de frio nas noites do deserto... pegamos a pá e começamos a tirar os toletes de barro que bloqueavam nossos diferenciais, jumelos, sapatas, etc. Coletamos uns pedaços rígidos de areia e fomos colocando junto aos pneus, além de pequenas tábuas que carregávamos conosco. Tudo parecia ok, “vamos tentar sair?” mas o jipe apenas patinava as 4 rodas de uma vez sem se mexer sequer 1 cm. Já passava das 17hs e logo cairia a gélida noite. Não havia a menor possibilidade de encontrar alguém por ali, e a cidade mais próxima estava a dezenas de quilômetros, então o jeito era continuar trabalhando sem dar menor atenção ao Soroche que provavelmente nos tentava assolar. Enquanto Seu Joel retirava meia tonelada de barro de baixo da Band, Dona Eli rodou o perímetro a pé e encontrou uma carcaça de pneu estourado que serviria para calçar uma das rodas traseiras. Na outra roda, usaríamos nossa esteira de desatolagem. Para levantar a traseira e desenterrar o diferencial, usamos o macaco Hi-lift. Baixamos o macaco e a situação parecia melhor: com as rodas traseiras agora apoiadas, havia menos coisas presas no barro. O terreno a frente já começava a ficar mais rígido, então bastava vencer uns 2 metros de atoleiro. Porém pouco conseguimos avançar, ainda patinavam as 4 rodas repletas de barro. Repetimos a operação. O pouco progresso, no entanto, já permitia andar um pouco de ré para pegar embalo, avançando uns centímetros a cada iteração. O incansável trabalho com a pá continuava abrindo espaço para o jipe se movimentar para frente, até que as 18 hs nós conseguimos sair do buraco! Gritei um milhão de palavrões e xinguei muito “Cochabamba” (não sei da onde me surgiu essa palavra na hora) pra comemorar. Decidimos voltar para o outro lado do trilho e seguir no caminho mais seguro (e longo) que levaria a uma cidadezinha chamada Avaroa, e de lá iríamos no dia seguinte para as Lagunas. Ainda dirigimos pela parte traiçoeira novamente no caminho de volta, quaaaase atolando. Já que não dava mais pra chegar no alojamento em prazo razoável, pesquisei no maps.me e vi 4 hotéis perto de Alvaroa com boa avaliação. Chegamos lá as 19h15 e encontramos uma baita placa de "ADUANA": a bendita cidade com 4 hotéis ficava no Chile, aquilo era - inesperadamente - uma fronteira! Estávamos em um vilarejo Boliviano que basicamente só tinha os containers da imigração e aduana, mais nada. Era desolador pensar em passar a noite ali, resolvemos tentar a todo custo atravessar a fronteira apenas para dormir bem do outro lado e voltar na manhã seguinte. Bati no container e um oficial boliviano me confirmou que já estava tudo fechado. Chorei um pouco alegando que não tinha onde dormir, que ia fazer muito frio a noite, e que eu sabia que do outro lado haveria hotéis, e o oficial simpaticamente fez uma exceção e nos recebeu. Após cancelar nossa declaração juradae cancelar os papéis que ganhamos na fronteira de La Quiaca, ele carimbou os passaportes saindo da Bolivia e mandou seguir. Sucesso!! Quer dizer, mais ou menos. Andamos 3 km e nos deparamos com a imigração Chilena fechada. Bem fechada, aliás, pois lá já eram 20h30 no horário deles. Encontrei um moço da Interpol e outro chileno que disseram que não havia a menor possibilidade de entrarmos na cidade para dormir e que seríamos presos imediatamente se não retornássemos. Ou seja, ficamos largados entre os dois países em um verdadeiro limbo, no meio de uma noite que já estava esfriando muito rápido. Me arrependi profundamente de ter tentando cruzar para o Chile, pois agora estava sem declaração juradae ia ter que me explicar mil vezes pra conseguir retornar oficialmente para a Bolívia no outro dia, sendo que poderia simplesmente ter estacionado em qualquer lugar e dormido sem nada dessa loucura. Como não tinha nada a perder, voltei para os containers bolivianos tentar fazer imigração novamente no meio da noite. Me informaram que eu só ia poder voltar pra Bolívia depois de entrar no Chile, pois já tinha dado baixa da Bolívia. Só que no dia seguinte já não me adiantava nada entrar no Chile, pois o caminho continuava pela Bolívia. Sei lá qual foi o chororô que funcionou, mas o pessoal começou gentilmente a me ajudar... refizeram a declaração juradapra eu entrar de novo, mas só iam me dar quando eu apresentasse carimbo de entrada no passaporte. Isso era no outro container onde ninguém me atendia. Já estava muito frio e tarde, e algum dos caras da aduana foi gentil ao ponto de ir buscar o oficial de imigração no alojamento dele no meio da noite e convencer ele a fazer nossa papelada. Esse cara apareceu fora de controle querendo me matar, batendo na mesa e gritando loucamente comigo... mas acalmaram ele, – como num passe de mágica – desfizemos toda a cagada e voltamos a estaca zero! Eram umas 21hs quando voltei pro lado Boliviano, parei o carro atrás de uma mureta (pra parcialmente abrigar dos fortes ventos), e dormimos o três dentro da Toyota como se fosse o melhor hotel do mundo – e, naquela situação, era!!! Parte D – Lagunas, Deserto de Siloli, Reserva Andina Eduardo Avaroa Acordamos enrolados em todas nossas roupas, saco de dormir e cobertor de emergência. Temperatura era negativa, mas por alguma razão nós dávamos muita risada e fazíamos piada da situação. Bora seguir caminho, pois este dia era talvez o mais lindo da viagem: primeiro, as lindíssimas Lagunas Cañapa, Hedionda, Chiar Kkota, Honda. Então cruzar o deserto de Siloli por um trajeto espetacular, seguindo uns fios de água (as vezes congelados) com vistas de tirar o fôlego (ou seriam os 4.950 metros que atingimos nesse dia?), e chegar na esplêndida Laguna Colorada. Na Colorada, fizemos nosso almoço com uma vista indescritível e nos ajeitamos no pobríssimo alojamento. Para o banho, tínhamos que ficar pelados primeiro, aí gritar “listoooooo”para que o antipático senhor abrisse a água. Só o cup noodlesque cozinhamos no fogareiro salvou do frio que senti depois do banho gelado que o véio me concedeu!! Dia seguinte acordamos sem pressa e fomos conhecer os Geiser Sol de la Mañana, uma cena realmente de outro planeta: Toda água mineral que levamos para os 3 dias fora da civilização tinham acabado e estávamos usando pastilhas de Clorin para purificar o que íamos beber. Na rota para San Pedro de Atacama, ainda tomamos banho em piscina termal (Thermes de Polques) na laguna Chilviri e passamos pelas belas lagunas Blanca e Verde. Chegando a fronteira com o Chile, nova supresa: “a aduana boliviana foi embora naquela Hilux senhor, eles não voltam mais hoje. Você precisará ir a Pachaca a 70km (ou 170, não lembro) fazer documentação de saída do seu veículo então retornar aqui”. Esse foi o anti-climax total.. eram 13hs, já tínhamos usado nosso galão reserva de 25L, e aquelas estradas péssimas iam comer horas e horas. Decidimos ignorar o conselho e seguir para o próximo checkpoint boliviano, onde encontramos um casebre de imigração fechado para almoço. Como mágica, seu Joel enfiou a cara numa janela e viu alguém lá dentro que, muito gentilmente, nos atendeu e carimbou os passaportes. Partimos sem o processo aduaneiro, agora em rodovia extremamente bem asfaltada e sinalizada assim que o território virou chileno. No Chile, fomos tratados com muito profissionalismo nos procedimentos e verificaram bem o conteúdo das nossas bagagens (por segurança alimentar/agrícola). Pegamos então a descida incrível que vai do Hito Cajon até San Pedro do Atacama. Parte E – San Pedro de Atacama, Paso Sico, Cafayate-ARG Foi muito bom chegar em San Pedro do Atacama e comer uma boa refeição, tomar um bom banho, dormir em uma boa cama. Passamos 4 dias excelentes em SPA fazendo os passeios tradicionais que nem vou detalhar pois são bem documentados no site, mas reforço que gostamos muito das Lagunas Escondidas de Baltinache e achamos caríssimo o Geiser del Tatio (15000 pesos por pessoa). Por sina, preços no Atacama foram bem maiores que no restante da viagem. Nosso retorno para Argentina foi pelo Paso Sico onde as paisagens são absolutamente incríveis! No caminho, estão as lagunas Miñique e Miscanti, de tirar o fôlego. O trâmite aduaneiro costumava ser feito em SPA antes de pegar estrada, porém informaram que agora se faz tudo no próprio Paso Sico. Aduana integrada (CHI/ARG) onde fomos bem tratados. Falaram que só passam uns 4 carros por dia ali. Estrada no lado argentino estava muito pior porém igualmente linda e interessante. Chegamos em San Antonio de los Cobres para dormir (cidade de pior custo benefício da viagem), e no dia seguinte pegamos a Ruta 40 rumo a Cafayate para passar uns dias de qualidade relaxando por lá. A Ruta 40 neste trecho é inteirinha de costelas de vaca e despenhadeiros. Paisagens surpreendentes que nos faziam parar fotografar de 10 em 10 minutos, mas ao final do dia os 380km de costela de vaca já tinham acabado com nosso humor (e quebrado um amortecedor dianteiro). Demos carona para 3 locais no pouco espaço que tínhamos, foi divertido! Fizemos uma feijoada Vapsa em uma sombra de árvore, vimos senhoras locais pastoreando ovelhas, chegamos a maior altitude da viagem (4.992m) e começamos a ver paisagens verdes após muito tempo de secura. Por fim, chegamos em Cafayate que foi um oásis de conforto perfeito por duas noites para concluir esta aventura. Preços excelente de acomodação e alimentação, pratos deliciosos, vinícolas abundantes, e um estilo muito charmoso. . Visitamos a quebrada e ainda pegamos uma bela cena por cima das nuvens no caminho para Tafi del Vale. Fizemos a volta em três pernas: Cafayate – Resistência – Pato Branco – Curitiba. Fechamento Não tivemos nenhum problema de saúde nem mecânico, embora as condições do ambiente e da estrada sejam extremas, e por isso muito gratos. Mais fotos no instagram @botija4x4. Agradeço aos viajantes que deixam relatos inspiradores, em particular ao toyoteiro Guilherme Adolf cujas histórias foram o embrião dessas nossas expedições. Resumo dia-a-dia Origem Destino Kms Dia 1 Curitiba Posadas 923 Dia 2 Posadas San Salvador de Jujuy 1205 Dia 3 San Salvador de Jujuy Humahuaca 195 Dia 4 Humahuaca Uyuni 481 Dia 5 Uyuni Avaroa (não há alojamento) 272 Dia 6 Avaroa Laguna Colorada 165 Dia 7 Laguna Colorada San Pedro de Atacama 166 Dia 8 San Pedro de Atacama SPA 146 Dia 9 SPA SPA 212 Dia 10 SPA Santo Antônio de lós Cobres 381 Dia 11 Santo Antônio de lós Cobres Cafayate 312 Dia 12 Cafayate Cafayate 130 Dia 13 Cafayate Resistência 991 Dia 14 Resistência Pato Branco-PR 801 Dia 15 Pato Branco-PR Curitiba 475 Total 6854
  4. EXPEDIÇÃO 4x4 - São Paulo a Fortaleza via Jalapão, Lençóis, Jeri (23 dias em Julho/Agosto de 2018) Pontos: Caldas Novas/GO, Jalapão/TO, Chapada das Mesas em Carolina/MA, Lençóis Maranhenses (Santo Amaro do Maranhão, Barreirinhas, Atins), Barra Grande/PI, Jericoacoara/CE (via Camocim), Icaraízinho de Amontada, Flecheiras e Fortaleza/CE Duração: 23 dias e 5.700 km (somente ida, voltamos de avião/cegonha), e meia tonelada de diesel Veículo: Toyota Bandeirante 4x4 jipe curto, ano 2001, motor diesel 14B com Turbo (K16) e intercooler, pneus AT 32", jumelos conforto, A/C e DH Viajantes: Gustavo e seus pais Eli e Joel (idades: 33, 60 e 62 anos, respectivamente) Navegação: Aplicativo “maps.me” com mapas offline e bookmarks previamente anotados. Hospedagem: pousadas via booking.com, exceto 2 ou 3 noites em casa de amigos e 1 em camping Segue a narrativa escrita pela minha mãe, Eli: Dias 1 e 2: Gustavo saiu cedo da zona sul de São Paulo-SP e chegou às 18h40min em Caldas Novas, onde pernoitou em hotel tipo "termas". Estradas ótimas. De Caldas Novas a Goiânia foram duas horas, no dia seguinte. 3º. dia: 20/07/2018 – Sexta-feira (Goiânia ao Jalapão) Tendo chegado de avião Curitiba para encontrar Gustavo em Goiânia, saímos do hotel 8h15min e partimos rumo ao Parque Estadual do Jalapão, via Anápolis e Corumbá, parando no Mirante para ver o belo Salto de Corumbá. Seguimos pela BR 080 e, a partir das 12h, entramos na Belém-Brasília. Almoço na Churrascaria Matinha – R$ 65,00 para nós três. Entramos na GO 241, região de Formosa/GO e percorremos 80 km pela GO 142 – Montevidiu do Norte. Às 15h50min entramos na TO 498 – Novo Horizonte e Jaú do Tocantins. Compramos um Toddy de caixinha, uma coca e um pedaço de bolo de mandioca deliciosos na Panificadora Fruto do Trigo pelo valor de R$ 5,50. Num mercado local, compramos água e gelo. As 17h atingimos a TO 373 e 15 minutos depois a BR 242. Abastecemos o carro na localidade São Valério. Seguimos por mais 68km e chegamos às 19h, a Natividade/TO, no Vereda’s Hotel, - diária de R$ 183,00 para nós três em quarto triplo. Comemos pizza no Casarão Restaurante. 4º. dia: 21/07/2018 – Sábado Saímos de Natividade para Ponte Alta do Tocantins, via Almas/TO. Em Almas compramos pães, queijo, presunto e bebidas para encarar os programas do dia. Nesta cidade, nos encontramos com nossos companheiros de viagem, o casal trolleiro de Brasília Cacau e Mirtes. Paramos na Cachoeira da Fumaça, que é um presente para os olhos, numa cachoeira menor sem nome e comemos junto a Cachoeira do Soninho,esta já em Ponte Alta. Em seguida, paramos num balneário e depois fomos conhecer Pedra Furada, Estrada de areia. Retornando, com a Band e o Troller, desatolamos dois carros (um Golf e um Pálio), fazendo-os desistir do intento de conhecer este famoso ponto turístico usando carros de plástico... Pernoitamos na Pousada Águas do Jalapão, onde limpamos tudo no carro. Jantamos na própria pousada (R$ 35,00 por pessoa) 5º. dia: 22/07/2018 – Domingo Saímos da pousada antes das 8h da manhã, rumo a Ponte Alta. Abastecemos o carro e compramos carne, pães, carvão, água, pois o dia de hoje será bastante corrido. Passamos na Gruta de Sussuarana, muito bonita e diferente, e Cachoeira do Lajeado. Seguimos até a linda Cachoeira da Velha, com degraus de pedra. O ar condicionado do carro apresentou problemas e passamos a andar com janelas abertas. Na trilha, estranhamente vimos dois carros batidos: um particular e um de operadora de turismo. Descemos a escadaria que leva até a belíssima Prainha do Rio Novo. Tentamos ir a pé por trilha, mas não foi possível e Joel, Eli e Mirtes fizeram uma longa caminhada sob sol escaldante. Retornando, paramos num dos poucos locais com uma pequena estrutura para turistas: mesa, pia, banheiros. Ali comemos nossos apetitosos “X” pão com sardinha. Conhecemos a casa que, reza a lenda, abrigou Pablo Escobar. Seguimos às 15h40min pela trilha pesada, com muitas costelas de vaca e areião, e demos um gás para chegar em tempo nas Dunas. Chegamos no portão de entrada às17h35min e fomos proibidos de entrar porque o horário havia encerrado 5 minutos antes... No trajeto, o carro só chegava a 1000 rotações e quase morria. Próximo das 19h, chegamos a Mateiros/TO, Pousada Santa Helena (dois pernoites em ap. triplo a R$ 340,00 cada uma). Hoje percorremos 248km em estradas muito off road, com trechos de areião, muitos buracos e costelas de vaca. Na pousada havia rede para descanso. Fizemos churrasco à beira da piscina. O pessoal da pousada foi muito gentil e nos permitiu acesso à cozinha. Tomamos emprestados pratos, copos, talheres. Esqueci de dizer que o casal “Troller” tinha de tudo dentro daquele carro: churrasqueirinha, fogareiro com gás, panela de pressão, pratos, talheres, copos, comidas diversas, temperos, barraca, cobertores, etc. etc. etc. Quem está com Cacau e Mirtes está com Deus. Com as características da estrada, caiu um farol do carro e foi recolocado na pousada. 6º. dia: 23/07/2018 – Segunda-feira No café da manhã na Pousada havia araras, papagaios e outros pássaros, que circulavam pelas mesas. Fomos em três mercadinhos locais (o último era o Santa Maria) e foi uma dificuldade encontrar coisas básicas. Conseguimos pratos, copos e garfos de plástico. Abastecemos. Visitamos o Fervedouro Buriti (após banho de cachoeira. A taxa de permanência foi de R$ 15,00 por pessoa. Nele há uma parte, próximo a borda, que se percebe a “fervura”. Permanecemos por 20 minutos. Depois chegamos ao Fervedouro do Sono, que gostamos muito porque os pontos de “fervura” eram muitos e tivemos tempo ilimitado para permanecer nele, pois éramos os últimos visitantes do dia. Taxa de entrada R$ 15,00. Havia almoço no local, mas tinha acabado. Então, utilizamos o fogareiro, panela de pressão e insumos do casal Troller, e preparamos nosso almoço: massa com frutos do mar. Os invejosos vão dizer que era macarrão com sardinha... Mas estava muito bom, pois tinha tempero de alho, azeitonas, milho verde e creme de leite. Um luxo... Tentamos ir até a Praia do Salto, porém a ponte estava interrompida. Saimos 17h30min rumo a pousada e jantamos no Restaurante Dona Rosa (R$ 35,00 por pessoa). D. Rosa deu dicas de onde comprar carne e o horário: bem cedo, antes que acabe. 7º. dia: 24/07/2018 – Terça-feira Acordamos 3h45min e partirmos às 4h para escalar o Morro do Espírito Santo e ver o nascer do sol. Maior escuridão. Com lanternas, subimos os 800m bem íngremes em 45 minutos e a descida foi em 25 minutos e Gustavo 15 minutos. Tomamos café na Pousada Santa Helena enquanto Cacau e Mirtes providenciaram a carne. Visitamos o Fervedouro do Ceiça(ingresso ao custo de R$ 20,00), cuja “fervura” ocorre em uma área grande no centro dele. Passamos pelo Povoado Mumbuco, na esperança de comprar artigos de capim dourado a preços acessíveis, mas não fomos bem sucedidos. Em seguida, fomos ao local chamado Encontro das Águas, onde as águas quentes do Rio do Sono se encontram com as águas frias do Rio Formiga. O acesso se dá pela travessia, a pé, do Rio do Sono, apoiando-se numa corda. Banho delicioso. Dispensamos a visita ao Fervedouro Encontro das Águas, pois havia muita fila. Seguimos para a Cachoeira do Formiga, muito linda, incrível mesmo. Ingresso para acampar: R$ 30,00 por carro e só visita R$ 20,00. Montamos as barracas, evidenciando-se as diferenças sociais em nosso país: Casal Troller em sua ampla residencia e nós na humilde moradia do projeto “Minha casa minha vida”. Beneficiando-nos dos equipamentos do Casal Troller, fizemos churrasco à luz da lua. 8º. dia: 25/07/2018 – Quarta-feira Café da manhã ao custo de R$ 15,00 por pessoa no camping da Cachoeira do Formiga, com tapioca, cuscuz, ovos mexidos, bolo e café + leite. Tivemos dificuldade de encontrar café sem açúcar, como gostamos. Em geral já vem generosamente adoçado. Demos um mergulho sensacional na cachoeira (sem qualquer outro visitante), e às 10h saímos por trilha rumo ao Fervedouro Bela Vista, o maior de todos, com 75m de profundidade. Nas bordas a areia enterra seus pés e você é projetado para o meio e fica boiando. Ingresso R$ 15,00 para permanecer apenas 15 minutos. No caminho vimos um inseto que parecia um beija-flor. Parece que era um gafanhoto, A demora para entrarmos seria de uma hora. Almoçamos ali ao custo de R$ 35,00 por pessoa, comida muito boa. Tomamos banho de rio e voltamos uma hora depois e ainda faltava uma hora para entrarmos... Por certo, foram priorizados grupos de turistas das companhias locais. Tomamos sorvete de buriti. Saimos do Fervedouro e passamos em São Felix, onde Cacau abasteceu. Gustavo ligou para mecânico de São Paulo. No caminho de Novo Acordo, fotografamos a Serra da Catedral e Ponte sobre o Rio do Sono. Chegamos em Novo Acordo/TO às 19h30min e conseguimos hospedagem na Pousada Vitória(Av.Sete de Setembro, s/número- fones (63) 99968-9527 e 99968-2981). Não confundir com Hotel Vitória, que é bem derrubado. A hospedagem custou R$ 50,00 por pessoa. Comemos pastel numa lanchonete. A Lucimar, proprietária da pouada, é muito atenciosa e permitiu que eu lavasse roupas no tanque e até utilizasse a máquina de lavar, a um custo de R$ 10,00. Quarto limpo, com ar condicionado, café da manhã top, com bolinho de queijo frito pães de queijo, etc. Foi-nos permitido ficar além do horário do check out sem cobrança adicional. Nosso jargão era: “Jalapão é bruto!”, durante os percursos difíceis que cumprimos. Mas sua brutalidade perdeu espaço para as belezas naturais que nos encantaram a cada atrativo. 9º. dia: 26/07/2018 – Quinta-feira O carro foi lavado e consertado (tanque foi removido e limpado a um custo de R$ 150,00), pelo Rogério Bahia. O casal Cacau e Mirtes seguiu antes para Palmas/TO, onde tem parentes. Almoço na pousada Vitória por apenas R$ 15,00 por pessoa e a comida era muito boa. Foi ótimo. Nós saímos de Novo Acordo perto das 14h rumo a Palmas/TO. Paramos direto na empresa “Aguiar Diesel - Bombas Injetoras” para trocar o filtro de combustível (R$ 80,00) e corrigir os respiros do tanque e, em seguida, no Rei do Ar Condicionado, para os reparos necessários na parte elétrica (R$ 150,00). Eu, Eli, às 18h fui de uber ao Mac Hotel e os homens chegaram uma hora e pouco depois. Após banhos, fomos de uber nos encontrar com Cacau e Mirtes e seus familiares Rita, Pedro, Ianara e mais duas primas, na Praia da Graciosa. Jantamos tucunaré frito na Choupana do Lago. Tiramos foto e perdi a chave do hotel. 10º. dia: 27/07/2018 – Sexta-feira (Palmas-TO para Carolina-MA) Após discussão no checkout do Mac Hotel, acerca do preço da chave perdida (de R$ 70,00 ficou por R$ 30,00), seguimos para a Chapada das Mesas (Carolina/MA). Pela Rodovia Belém-Brasília, por Colinas. Passamos poe Lajeado, Miracema do Tocantins, Miranorte, Guaraí, Presidente Kennedy, Colinas do Tocantins, Araguaína. Infelizmente, a estrada está em estado deplorável, com muitos buracos (crateras), que põem em risco a segurança das pessoas.Paramos na estrada na Turbo Diesel para conserto do tubo de admissão do bico injetor que havia afrouxado causando vazamento de diesel que emporcalhou até o parabrisa do Troller do Cacau que vinha atrás. Almoçamos na Minas Churrascaria, anexa ao Posto de Gasolina e Hotel, R$ 50,00/kg. Tivemos ainda mais uma parada rápida por perda de força do carro, causada por sujeira no tanque. Antes de atravessar a Balsa Pipes para a cidade de Carolina/MA, curtimos a Prainha, do lado da cidade de Filadélfia/MA. Gustavo usou colchão de inflar para boiar . Tomamos 13 cervejas e comemos caranha frito, ao custo de R$ 89,00 (para 5 pessoas) na Banca do Wilson Fragoso, indicada pela moça do Posto de Gasolina próximo. Passamos duas noites na casa do primo da Mirtes, recepcionados pelo neto do dono da casa: Vinícius, um rapaz de 15 anos. 11º. dia: 28/07/2018 – Sábado Saímos de casa 8h com o Vinícius, e fomos tomar um café bem ruim em Riachão-MA. O destino era Poço Azul, mas não paramos porque tinha muitos carros e ônibus. Fomos adiante, até o Encanto Azul. Lugar maravilhoso. Pena que logo encheu de gente. Retornando, almoçamos no Restaurante Lajes, de um casal de primos da Mirtes (Sr. Queiroz e D. Maria). Caminho off road pesado por 60 km até a Cachoeira São Romão (Chapada das Mesas). Pelas dificuldades da trilha, chegamos muito tarde. Tomamos um banho rapidamente e retornamos. Na trilha, vimos um rapaz que havia caído da moto e oferecemos ajuda, mas as pessoas que o acompanhavam sequer nos responderam. Voltamos na escuridão. Muitas corujas que dormiam na areia quente levantavam vôo com a aproximação do carro. Chegamos de volta em Carolina depois das 20h. Neste dia os deslocamentos somaram 440 km. Abastecemos. 12º. dia: 29/07/2018 – Domingo Saimos de casa e tomamos café na excelente Panificadora Q-Delícia, próxima. Comemos cuscuz de arroz. Às 8h20min, seguimos para os Lencóis Maranhenses. O casal que nos acompanhou nesta feliz trajetória, desde o 4º. dia da Expedição, iniciou neste momento sua viagem de volta a Brasília, pois tinha compromisso em sua cidade, o que não permitiu seguirem conosco. Foram excelente companhia e sentimos a falta deles na continuidade da viagem. Andamos 340 km pela BR 226 (Lajeado Novo) e vimos na estrada transporte de pessoas em carroceiras, em lombo de jegues... Às 11h50mim fizemos um abastecimento do carro em Grajaú e passamos por fila de carros, pois a estrada estava sofrendo reparos e só havia trânsito em um sentido de cada vez. Passamos por muitas aldeias, vimos pedintes estendendo faixas na estrada, muitas bancas de venda de produtos indígenas. Às 15h chegamos em Presidente Dutra. Não conseguimos local para almoço. Seguimos pela estrada e fomos surpreedidos pelo Restaurante São Pedro (cidade Dom Pedro), que nos serviu almoço às 16h: galinhada, carne seca, farofa, salada de alface e tomate e arroz/feijão. R$ 78,00 para nós três. Comida muito boa. Abastecemos em Dom Pedro/MA. Passamos por várias cidadezinhas e vimos filas enormes nas lotéricas, possivelmente era para receber o bolsa-família. também vimos o siate atendendo um acidente na ponte, perto da igreja de Coroatá. Difícil dirigir a noite numa estrada estreira, correndo o risco de encontrar animais atravessando a rua a qualquer momento. Optamos por pernoitar na cidade de Vargem Grande, onde chegamos às 20h.Ficamos na pousada Yuri, em dois quartos (R$ 120 um e R$ 140 os dois). Lugar ruim, proprietária grosseira. Janela do banheiro muito suja. Caixa de descarga sem tampa e, pior, sem água. Vieram consertar no nosso quarto, mas gustavo já estava dormindo. 13º. dia: 30/07/2018 – Segunda-feira Saímos 8h30min da pousada, após café da manhã com vitamina de abacate e abastecemos no Posto Keylla. Traídos pelo aplicativo “maps.me”, que nos mandou por trilha bem pesada, em vez de asfalto, demoramos 5h15min para cumprir trajeto de 200 km até Santo Amaro/MA. Na MA 224, passamos po várias cidades e chamou-nos a atenção a intimidade da Prefeitura de São Benedito do Rio Preto, que simplifica para “São Benê” o nome da cidade. Bonitinho! A MA 225 era de chão e bem difícil e nela demoramos 4 horas e meia para percorrer 60km. Cruzamos vários rios, areião, muitas dificuldades. Passamos pelo Recanto dos Mirins e Lagoa do Cassó, mas não entramos. Vimos muitas casas de capim (carnaúba) e até uma luxuosa de dois andares, desse material. Às13h saimos no asfalto na altura da divisa de Santo Amaro do Maranhão e Primeira Cruz. Passamos por vários Povoados e atingimos a estrada para Santo Amaro. São 36 km asfaltados recentemente. A entrada em Santo Amaro do Maranhão dá-se pela travessia de um rio. Abastecemos e depois almoçamos no Restaurante Sol Amaro, onde comemos arroz de cuchá e peixe por R$ 128,00 para nós três. Nesta cidade não é permitida a entrada de veículos particulares nas dunas e lagoas, uma das quais era a Tinoca. Então, pelo adiantado da hora, preferimos seguir a pé até as primeiras lagoas, sendo que nos banhamos em duas delas. Seria muito caro pagar R$ 250,00 a uma operadora de turismo. Próximo de 18h entramos na Pousada Paraíso (R$ 255,00). 14º. dia: 31/07/2018 – Terça-feira Saímos cedo da pousada em veículo cadastrado pelo Instituto Chico Mendes – Ministério do Meio Ambiente (ICM BIOS): uma Hillux da Operadora de Turismo, dirigida pelo Carlos e tendo como guia o Junior. Entramos no Parque Nacional dos Lencóis Maranhenses. Conosco foram dois caisaizinhos de namorados e uma moça de Fortaleza – Jemina. A paisagem enche os olhos: dunas de até 25 m de altura e as muitas e muitas lagoas que se formam entre elas, com águas cristalinas ou azuis, ou verdes. Destaque para Lagoa das Pedras, Lagoa da Barragem e uma Lagoa sem nome, onde brincamos de drone de pobre jogando a Go Pro para o alto. Cruzamos de barco o Rio Betânia, Comunidade Betânia, que, do lado de Santo Amaro, chama-se Rio Alegre. Almoço o Restaurante Novo Horizonte, da Lindalva: bode, frango, feijão, arroz, macarrão, farinha amarela granulada, cocadas de sobremesa, água de codo e duas cervejas mais R$ 5,00 por pessoa de travessia (barco), nos custou um total de R$ 130,00. Descansamos na rede e fotografamos porcos. Saindo do barco, na volta, subimos por uma e duna e caminhamos até a Lagoa Betânia, que é espetacular! Subimos duna bem alta e muito íngreme,ao redor da lagoa. Depois sentamos ao lado do carro da operadora, aguardando o pôr do sol. Às 18h42min saímos de Santo Amaro do Maranhão rumo a Barreirinhas. Já estava escuro e desconhecíamos o local do rio que permitia a travessia do carro. Não apareceu nenhum carro local para seguirmos... Enfim, perguntamos a uma pedestre e a dica foi certeira. Depois, trechinho bem off road na saída. Enchemos os pneus do carro e seguimos por 91km até Barreirinhas, em baixa velocidade, pois fomos alertados que podem aparecer jegues na pista. De fato, vimos muitos no acostamento ou próximo dele. Por volta de 20h40min fomos petiscar no “O Jacaré”, às margens do Rio Preguiças. Lugar muito top. Depois, chegamos a Pousada Paraíso dos Guarás. Muito boa! Foram dois pernoites a R$ 220,00 cada noite 15º. dia: 01/08/2018 – Quarta-feira Saímos 8h da Pousada no carro da operadora São Paulo Ecotur e fizemos um passeio de barco (voadeira) a Vassouras, Mandacaru e Caburé. R$ 80,00 por pessoa, Muito bom! Em Vassouras, primeira parada, há macacos-prego que se aproximam dos visitantes em busca de comida. Vimos um deles ecalar uma mulher, outro quase tirar a bermuda de um rapaz até encontrar algo comestível em seu bolso e um que tirou um pacote de salgadinho da bolsa de uma moça... Muito divertido! O segredo é não tocar nos macacos. Assim, eles não causarão nenhum dano. Ali tem dunas e lagoas também, que se acessa a pé, A segunda parada foi no Povoado São Domingos, Mandacaru, onde subimos os 160 degraus do Forte da Marinha Brasileira para, e lá, avistar os Grandes Lencóis Maranhenses. Confesso que não vi nada muito interesante lá de cima... Ao descer, tomamos sorvetes de buriti, bacuri e graviola. A terceira parada foi em Caburé. Almoçamos na Cabana do Peixe por R$ 132,00. Descansamos em redes e depois andamos de quadriciclo à beira-mar, até o encontro do rio Preguiças com o mar. Retornamos à pousada às 16h30min. Enquanto eu e Joel tomamos banho, Gustavo levou a Band para banho no Pet. Ahahah... Comprou farol novo. Comemos pizza de carne seca e provolone com tomate seco e uma porção de macaxera frita no “Casarão”, rente ao Rio Preguiças, ao custo de R$ 105,00. 16º. dia: 02/08/2018 – Quinta-feira Fechamos a conta no Hotel Paraíso dos Guarás às 10h30min e um senhor que estava hospedado e trabalha na região deu-nos dicas de passeios. Escolhemos ir para a Cardosa e fazer flutuação. Abastecemos antes. Descemos o Rio Formiga com o guia Elimar, em bóia-cross por 1h e 10min. Uma delícia. Antes, deixamos encomendado nosso almoço: tilápia grelhada. Gastamos R$ 76,00 entre taxa do boia-cross, aluguel das bóias e almoço. Em seguida, Balsa Cruzeiro para cruzar o Rio Preguiças (R$ 30,00, incluindo a volta) e acessar Atins. Off road bruto e zero indicações de caminho. Costumeiramente, as pessoas contratam guias. Nós fomos na raça, com nosso mapinha. Com muita trilha pesada, muitos rios, dunas, e dificuldades, chegamos a Atins/MA. A Pousada Cunca tinha quarto vago, mas ficava longe de tudo. A Pousada Melo tinha quartos vagos, mas já estavam reservados. Restou-nos ficar na “Casa da Praia Atins”, um hostel. R$ 223,00. Quarto com dois beliches sem fechadura na porta, banheiro interno sem possibilidade de travar a porta, banhos no banheiro externo: paredes de capim, chuveiro bom, chão de areia. O piso da área comum/restaurante também era areia. Estavam hospedados um casal de italianos e uma médica neurologista francesa, que trabalha na Guiana Francesa com crianças com deficiências motoras. Jantamos no hostel, a um custo de R$ 60,00 por dois pratos que dividimos entre nós três. 17º. dia: 03/08/2018 – Sexta-feira Saímos de Atins 9h30min e por off road pesado chegamos até a maravilhosa Lagoa Tropical. Transitamos pelas dunas em busca da Lagoa Capivara, cruzamos várias lagoas e tivemos vista do mar, de cima das dunas. Seguimos em busca da Lagoa Sete Mulheres, onde equeci meu chinelo. Almoçamos no Restaurante da Luzia, no Canto de Atins: camarão frito (da casa) e cremoso. Dois pratos para nós três ao custo de R$ 104,50, incluindo bebidas. A comida era boa, mas porções pequenas e caras. Retornando a Barreirinhas, fomos direto a São Paulo Ecoturismo e fizemos passeio, que custou R$ 240,00, para a Lagoa Bonita. Poderíamos ter dispensado este passeio, mas não tinha como saber antes. É muito bonito, mas tínhamos visto paisagens similares (e até mais exuberantes) em Santo Amaro. À noite, comemos pastéis de caranguejo e pizza de frango e peperoni no Restaurante A Canoa, às margens do Rio Preguiça, com música ao vivo (forró) – R$ 108,57. Abastecemos e seguimos para a Pousada da Bell (Leda e Anderson). Bell era uma Golden de 3 anos). Banhos e repouso. 18º. dia: 04/08/2018 – Sábado Gustavo saiu 6h45min e levou Band para arrumar cabo do acelerador, trocar lâmpada de farol que novamente queimou com as travessias de rios, limpeza geral e arrumar aterramento do ar condicionado. Nós conversamos com um rapaz de São Paulo que estava com a filha e trabalha com arranjos florais. Anderson, da Pousada, saiu de moto entregar uma carteira esquecida por um hóspede que tinha saído há pouco. Mas a carteira era minha... Eu havia deixado na mesa porque ali não havia sinal de internet. Fui na sala do café para obter sinal e fazer o pagamento por transferência bancária. Saimos da pousada e voltamos já em seguida buscar meu óculos de sol, que eu tinha esquecido na cozinha. No Caminho da cidade de Paulino Neves, tivemos vista maravilhosa dos Pequenos Lençóis Maranhenses, na beira da estrada. E, achávemos que era só um simples caminho, uma simples passagem... Almoçamos na cidade de Tutóia, no Cantinho da Vovó, da Dona Rosa. Eram quase 14h, horário de encerrar as atividades no restaurante, mas fomos muito bem atendidos. Pedimos um prato de carne de sol e dois de camarão, com os acompahamentos. Comida deliciosa, caprichada, farta, com uma cola de 1,5l, a um custo de R$ 58,00 para nós três. Ainda ganhamos café e docinho de leite. O banheiro tinha o vaso sanitáro e um latão com água e um plástico para coletar água e jogar no vaso. Não tinha torneira. Mas no restaurante havia uma pia com água. Passamos pela Praia de Tutóia e seguimos para o Piaui. Vimos um cavalo morto na beira da estrada. Estrada boa, pista sem acostamento. Vários povoados. Vimos um acidente de moto com uma moça sentada e o rosto ferido e um homem deitado com cabeça bem ferida. Tiramos foto na ponte sobre o Rio Parnaíba. Vimos lagarto na BR 402 e galinhas d’Angola na PI 301, bem como porcos cruzando o asfalto. Perto das 18h chegamos em Barra Grande/PI, uma praia linda, com muitos praticantes de kite surf. Muitos franceses. A praia é linda: calma, sem ondas. Hospedagem no Chalé da Ora a um custo de R$ 225,00. Fomos atendidos pela Joyce. 19º. dia: 05/08/2018 – Domingo O café da manhã da Pousada da Ora era em outro lugar: no “Trabalha Brasil”. Partimos às 9h45min, rumo a Jericoacoara, via Camocim/CE,pela BR 402. Às 10h20min entramos no Estado do Ceará. Muitos buracos enormes na estrada.Abastecemos em Barroquinha/CE e cruzamos a balsa para apenas dois carros, a um custo de R$ 30,00. Muito bonita a vista da cidade de Camocim entre palmeiras. Seguimos de carro por trilhas, dunas, à beira-mar. Caminho fantástico. A água do mar é deu um verde bem clarinho. Paramos paa fotografar a Lagoa de Tatajuba. Almoçamos no Restaurante (Barraca) Raízes do Mangue. Camarões bem grandes. Custo: R$ 83,60. Saimos 14h15min. Estávamos a 12 km de Jericoacoara e a uma balsa de um único carro por vez, a um custo de R$ 25,00. Fotografamos a praia, repleta de kite surf. Chegamos em Jericoacoarae seguimos conhecer o Camping do Tião e Lagoa Paraíso. Estava muito cheio. Voltamos a Jeri. Pagamos R$ 40,00 por dois dias de estacionamento e R$ 10,00 pela nossa permanência. Pousada Villa Guarani, apartamento muito bom, com mini copa (forno e chaleira elétricos, mesinha e banquetas, louças e talheres). Sacada com varal, mesinha e cadeiras. Fomos ver o pôr do sol da Duna Pôr do Sol. Bonito demais!!! Muita gente. Caminhamos pelo centro e tomamos uma caipirinha de cajá num dos muitos carrinhos que preparam. Voltamos à pousada tão cansados que capotamos sem jantar. 20º. dia: 06/08/2018 – Segunda-feira Café da manhã da Pousada Villa Guarani era na Pousada Villa Medina, ao lado, e muito bom. Após ligeiro stress sobre o custo, acertamos R$ 450,00 da hospedagem das duas noites. Caminhamos até a Pedra Furada, onde havia fila grande para tiragem de fotos. Ida e volta quase 6 km. Descanso na pousada e almoço delicioso (peixe com molho de camarão e pirão) no Restaurante Jeri Ju por R$ 117,00. Tomamos banho no mar de Jeri. Água leve, pouco salgada, fundo do mar bem compactado e raso até muito longe. Vimos o pôr do sol, da praia, tomando cerveja e capirinha de cajá. Na Pousada, consumimos o vinho comprado no Jalapão e muito chacoalhado nas trilhas e queijo comprado no mercado local. 21º. dia: 07/08/2018 – Terça-feira Passamos na Igreja de Jeri, feita de pedras e muito bonita. Guardas em um Troller nos pararam para alertar que entramos na contra-mão para entregar o comprovante de pagamento da taxa ao porteiro. Retornamos ao Camping do Tião e curtimos muito a Lagoa Paraíso toda para nós. Petiscamos macaxera e iscas de peixe. Tiramos muitas fotos em um banco de madeira ano meio da lagoa e nas redes. Passamos pelo centro da cidade de Jijoca de Jericoacoara, enchemos os pneu, trocamos o farol queimado e seguimos pela CE 085. Vimos muitos túmulos na beira da estrada. Estrada começou boa, mas logo apareceram as crateras... vimos muitas Hillux. Cruzamos vários municípios e fotografamos parque eólico. Chegamos a Icaraizinho de Amontadada, na Pousada Brisa del Mar, às 16h. Fomos recebidos pela Raquel, com um cafezinho feito na hora. É chefe de cozinha. Morou em Nova York por quase 20 anos. Sua irmã Ana Paula, chegou nos acolher em seguida. Morou em Barcelona. Ambas retornaram depois da morte da avó e padrasto para apoiar a mãe que ficou muito abalada com tais perdas. Eram do Rio de Janeiro. Arrendaram duas pousadas e estão operando num restaurante de quarta a domingo. Fomos ver o pôr do sol na praia e tiramos muitas fotos pois as cores do céu ficaram extraordinariamente belas. Andamos pela praia e depois pelo centro. Na praça, havia novena e quermesse. Voltamos tomar banho e jantamos no Restaurante Villa Mango, na Pousada Villa Mango Beach Bangallows. Duas mesas com franceses. Pedimos camarão de aperitivo, tomamos mojito e no lugar da moqueca de arraia veio peixada, que estava deliciosa e era mais cara, mas pagamos o preço da moqueca. Na volta, ficamos na rede e cadeiras na sacada da pousada por um longo tempo. Chegaram mais hóspedes para a prática do kite surf. Um carioca e um de Brasília. O de Brasília curtiu muito a Toyora Bandeirante. O custo do pernoite foi R$ 195,00. 22º. dia: 08/08/2018 – Quarta-feira Tomamos café da manhã com pães feitos por um padeiro suíco da cidade, trocando ideias com o hóspede carioca sobre a Band e depois com os dois em nossa mesa falamos sobre o esporte deles. Compramos água e partimos para Flecheiras pela beira-mar. Vimos cemitério grande na beira do mar e uma grande concentração de jegues, um jegue center. Tomamos banho de mar em Mundaú, onde atravessamos de balsa que comporta um único carro, ao custo de R$ 25,00. Na saída da balsa, o carro cavou bem na areia e exigiu manobras para sair. Vimos parques eólicos próximo do mar. Por volta de 11h15min chegamos à Praia de Flecheiras, muito bonita e tranquila. Na Barraca Maré Alta petiscamos lula a milanesa e almoçamos trio grelhado (peixe, camarão e lagosta) + 3 cervejas, a um custo de R$ 150,15. Tomamos banhos de mar. Pousada Triplex, da Selma, por R$ 130,00. Descansamos. Visitei a localidade: Praça, Igreja, mercado. Voltamos à praia (banhos e caminhada). Na pousada, banhos e arrumação de malas. Saimos comer no Crepre ao Mar, anexo à Pousada do Paiva. Achamos caro. Pedimos dois para nós três e custou R$ 78,65. Retornando, concluimos arrumação de malas. Na pousada não tem café da manhã. À noite rolou briga de casal em um dos quartos da pousada, com direito a mulher agredir o marido... 23º. dia: 09/08/2018 – Quinta-feira Saímos às 8h rumo a Fortaleza e fizemos grande parte do percursos pela areia, passamos entre pedras, totalizando 20km até Lagoinha. Desviamos por asfalto 30km e comemos duas tapiocas de queijo e presunto e uma de carne seca, mais dois Toddy, gastando o montante de R$ 11,50 nesse café da manhã em Paraipaba. Em Paracuru, voltamos a transitar pela beira da praia, depois um pequeno trecho de asfalto ladeado por dunas, em Pedra Rachada. Vimos mais jumentos e muitos praticantes de kite surf numa Lagoa. Voltamos ao asfalto em Taíba,circulando por ruas dentro da cidade até retormar a beira-mar, chegando a Pecém. Chegamos próximos do Porto de Pecém e saímos para a cidade. Seguimos pela CE 085, que tem pista dupla somente nos últimos 29km. Abastecemos 8 km antes de chegar em Fortaleza. Almoço no Restaurante Serigado Contry, da Barão, já em Fortaleza, para lembrar os bons tempos do Joel na LUBNOR. Arroz c/ camarão e 500g de serigado (badejo) grelhado. Muito bom, mas cobraram até o café, que nem era expresso. A conta totalizozu R$ 186,89. Gustavo nos deixou no aeroporto às 13h40min e despachamos as malas gratuitamente. Chegamos em casa 22h30min. Gustavo permaneceu na capital do Ceará mais dois dias e assim que nos deixou no aeroporto, levou o carro para lavar na Lava Jato Damas (esquina da Desembargador Praxedes com a Júlio César), onde tomou até banho. À noite encontrou-se com o grupo de toyoteiros de Fortaleza para resenhar sobre a viagem e agradecer pessoalmente o apoio de pessoas incríveis como o Jojó. Sexta-feira, dia 11, acertou o envio do carro por cegonha a um custo de R$1100 reais. Sábado, voou a São Paulo. Só temos a agradecer a Deus, que nos concedeu a graça de realizarmos esta viagem maravilhosa com sucesso abusoluto, com saúde para curtir cada momento. Tudo deu muito certo. Os pequenos percalços não resultaram comprometimento de qualquer natureza. Valeu!!! Para o sucesso da viagem, é importante distribuir funções: Gustavo: Planejador, Motorista, Navegador, Zequinha, DJ, Guia, Operador de Rádio, Salva-vidas, Chato de Galocha... Joel:Arrumador de malas no carro, churrasqueiro, garçom, Operador de Durepoxi, Especialista em supermercados, Fotógrafo, Abridor de porteiras, Cagador de Regras II... Eli:Puxadora de Orações, Relações Públicas, Gestora de Resíduos, Intrometida Júnior... Resumo: Origem Destino Km do dia Dia 1 SP Caldas Novas 880 Dia 2 Caldas Novas Goiania 178 Dia 3 Goiania Natividade 745 Dia 4 Natividade Ponte Alta 257 Dia 5 Ponte Alta Mateiros 229 Dia 6 Mateiros Mateiros 103 Dia 7 Mateiros Formiga 58 Dia 8 Formiga Novo Acordo 219 Dia 9 Novo Acordo Palmas 131 Dia 10 Palmas Carolina 460 Dia 11 Carolina Carolina 449 Dia 12 Carolina Vargem Grande 737 Dia 13 Vargem Grande Santo Amaro 227 Dia 14 Santo Amaro Barreirinhas 111 Dia 15 Barreirinhas Barreirinhas 0 Dia 16 Barreirinhas Atins 100 Dia 17 Atins Barreirinhas 101 Dia 18 Barreirinhas Barra Grande 251 Dia 19 Barra Grande Jericoacoara 158 Dia 20 Jericoacoara Jericoacoara 18 Dia 21 Jericoacoara Icaraizinho 155 Dia 22 Icaraizinho Fleicheiras 55 Dia 23 Fleicheiras Fortaleza 197 Total 5819
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