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rogdias

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Sobre rogdias

  • Data de Nascimento 09-08-1950

Bio

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    Estudante de Psicologia
  1. Maria Emília, Parabéns pelo relato tão minucioso! Você tem uma memória prodigiosa ou vai anotando tudo ao longo do caminho? Vou visitar o Paraguai no final do mês entrando por CDE, e espero utilizar algumas de suas observações. Saudações do Rio, Rogerio
  2. Não me cobraram nada. Só pergunte se a bagagem despachada vai direto ou tem que ficar contigo.
  3. Estive agora por lá em conexão do dia seguinte, e o problema é que a imigração e a aduana de lá (Tocumen) têm filas enormes. Gasta-se mais de hora para passar por elas. E a cidade é bem longe do aeroporto. Pousei 17:30 e cheguei no hotel às 20h. O transporte do aeroporto é em táxi e custa US$ 30. Mas há hotéis que dão transfer e são baratos - vide Florencia Viagens. Contudo a volta para o aeroporto só sai em horários determinados e pode-se ter que chegar bem antes do voo.
  4. 19 a 28 de setembro de 2016, aproveitando oferta da Copa em voo recentemente inaugurado para Chiclayo, via Panamá. A oferta foi irrecusável, saiu por R$ 600 com taxas! Quem tinha um motivo para ir ao norte do Peru correu para aproveitar. Um grupo de BH foi para surfar numa onda considerada perfeita numa praia por ali. Eu fui para visitar os tesouros arqueológicos das civilizações Moche, Sicán e outras. A oferta exigia conexão na Cidade do Panamá com pernoite, na ida, e, opcionalmente, na volta. Optei por pernoitar também na volta, imaginando aproveitar para conhecer um pouco do Panamá. Já fiz uma opção destas com muito sucesso, pernoitando em Riga num voo entre Frankfurt e Instanbul. Dessa vez não foi uma tão boa opção. Explicando: a imigração e aduana no aeroporto de Tocumen são horríveis, perde-se bem mais de uma hora em filas, tomam digitais das mãos inteiras de todos, e toda a bagagem é radiografada. Assim o tempo útil já é diminuído, e o cansaço aumenta. Ademais, o aeroporto é longe e o transporte é caro (US$ 30). Isso é minimizado pela escolha de hotéis que oferecem transfer gratuito. A Viagens Florencia oferece alguns, relativamente baratos. Como meu voo na ida para o Peru seria pela manhã, optei por um hotel perto do aeroporto Express Inn, e não fiz nada além de dormir, ou seja, nada de Panamá. Na volta, como o voo seria à tarde, optei por um hotel no centro, pensando em passear na cidade. Desembarquei às 18h mas só cheguei ao hotel às 20h. Daria para ir jantar e visitar um pouco o Casco Viejo, mas estava cansado e só dei uma volta de metrô e fui até a enorme rodoviária Albrook, e fui dormir. Meu voo no dia seguinte era às 15h mas o transfer saía às 11h, então fiquei com pouco tempo pela manhã. Saí antes da 7h do hotel e passeei 3h no Casco Viejo, razoavelmente interessante. Mas, em geral não achei recomendável esse stopover curto. Bem, passemos à viagem peruana. Em Chiclayo hospedei-me num AirBnb, Casa Cima, de um casal inglês/peruana, mas ela estava viajando pela Europa. O inglês, John, é muito legal, foi me pegar no aeroporto, e fez com que eu me sentisse em casa, parecia que estava visitando um primo. Mora com a enteada de 10 anos, encantadora, e com uma jovem e simpática sobrinha. Além disso, como ele dá aulas de inglês, tem sempre um movimento na casa, bem descontraído. Ele fala mais inglês e as jovens castelhano e um pouco de inglês. O local é próximo do centro, residencial, seguro, só tem que o ap é no quinto andar sem elevador. Eu andava quase sempre a pé, porque gosto de observar, mas tem táxi a menos de 4 soles para ir à Plaza de Armas. A pé se vai também ao Paseo Yortuque, lugar muito interessante com estátuas representando os deuses mochicas e outros da região. Em Chiclayo fiz 2 tours para conhecer as atrações usuais (Sipán, museus de Lambayeque, Sicán, Túcume, Pómac) que podem ser feitas por conta própria (e o John indica como) mas acho que se perde muita informação que o guia repassa, e como não achei caros (40 ou 50 soles, só transporte e guia), achei proveitoso fazer os tours, sem contar que há uma agradável interação com os outros participantes. Fiz também um terceiro tour, que foi difícil de conseguir, e mais caro, 130 soles, para uma reserva ecológica, Chaparrí, porque gosto muito de Natureza. Chiclayo tem praias por perto, mas não tive tempo de visitá-las. Recomendo a empresa Colonial (procurar a Yaqui), que fica numa galeria na Plaza de Armas (há outras por lá). Há também a Moche Tours que considero recomendável. Sipán Tours é apenas agente, então faz preços maiores. Para trocar dólares há uma casa de câmbio na av Balta, perto dos bancos, ao lado de uma garagem, e em meio a uma multidão de cambistas de rua. Sacar dinheiro nos caixas não é recomendável pois cobram uma taxa de cerca de 15 soles por retirada, e só o BCP não limita a quantidade a uns 500 soles. Após 3 dias lá iria a Trujillo para ver outros sítios arqueológicos, mas resolvi mudar e ir para as montanhas em Chachapoyas. Há um ônibus que viaja noite adentro para lá. Duas empresas fazem isso, Movil Tours e Excluciva. Optei pela última porque tem poltrona leito 180° que me permite dormir (80 soles) e tem jantar, mas estava horrivel, na volta comi antes. É uma viagem tranquila e inclusive te economiza diárias na ida e na volta. Tem que ter roupas de frio em Chachapoyas, Eu não tinha mas John me emprestou um casaco, e eu comprei uma bota no Ripley, grande loja de departamentos em Chiclayo. Deixei bagagem com John e pude ficar na casa dele na volta até meu voo à tarde. Em Chachapoyas fiquei no Chachapoyas Backpackers Hostel, que recomendo, muito bom atendimento, embora tenha ficado em quarto individual (US$ 11), e não em dormitório (US$ 6!). Chegando às 7hs me foi dado logo um quarto disponível. Fiz dois bons tours contratados ali mesmo. Um para Fortaleza de Kuélap, a Machu Picchu de lá. Valeu muito ter um guia. Outro para a Catarata de Gocta, onde não precia de guia, mas o transporte é meio complicado e caro se se vai sozinho. O outro passeio fiz por conta própria, para Huancas, onde se vai de van (dica do hostel, 3 soles) e tem um mirante para o Cañon del Sonche, 3 soles, uma pequena caminhada. Há quem fique meia hora lá, mas eu fiz uma trilha seguindo o cânion e fiquei 4 horas deslumbrantes. Em Chachapoyas comi num café chinfroso que fica no lado oposto à catedral e também num 'italiano' mas que serve comida típica local e barata na rua que sobe continuando a catedral. As fotos de minha viagem estão em https://www.facebook.com/rogdias em álbuns públicos, não precisa ser meu amigo para vê-los, só precisa ter Facebook.
  5. Boa notícia: a estrada entre Barreirinhas e Paulino Neves já está em condições de tráfego para carros normais. Entrada no posto Ypiranga após o portal, para quem está indo para Barreirinhas. Fomos em um Palio nessa estrada que está terraplanada em piçarra e pronta para asfaltar. E de Paulino Neves a Tutóia a estrada já era asfaltada. Como a estrada passa pelos Pequenos Lençóis a vista é deslumbrante, e pode-se visitá-los a partir dela. Tutóia é uma porta de entrada para o Delta do Parnaíba, e como a maior parte desse Delta fica mesmo é no Maranhão, é, segundo alguns, a melhor porta de acesso. Fizemos lá um passeio ótimo de barco, de dia inteiro. Visitamos várias ilhas, almoçamos na ilha de Coroatá num restaurante muito agradável e único. O passeio foi feito pela empresa de Junior, a Salinas Turismo, tel/zap 0989909-2945. Recomendo. Ficamos na Pousada Vila Tutóia tel/zap 098 9963-9207, bem montada, tudo novinho, R$ 212 apartamento para 3. Fica no Centro. Há uma pousada melhor localizada, na praia, Jacatá, mas bem mais cara e estava cheia. A cidade é bem modesta, sem movimento, poucas opções de restaurantes. Mas a região oferece muitas opções de alojamento e passeios nas ilhas. Vide http://www.maramazon.com/pontos_turisticos.php?ptu_id=38 Pretendo um dia ficar mais tempo por lá e me hospedar em uma das ilhas.
  6. Até agosto deste ano, o único hostel que havia era aquele que relatei, o Ganga Zumba. Aliás ótima pedida, o Angelo é gente finíssima.
  7. Tem uma pousada espetacular, algo como Butterfly qquer coisa. Mas existem outras que não cheguei a conhecer.
  8. Não vi caixa eletrônico, acho que não existem, mas alguns comerciantes aceitam cartões.
  9. rogdias

    Barra Grande

    Acabo de chegar de Barra Grande e fiz um relato aqui: http://www.mochileiros.com/barra-grande-setembro-2014-t101598.html
  10. Viajei sozinho para passar algums dias por lá. Cheguei a Ilhéus de avião por volta de 13hs (Azul). Peguei um táxi no aeroporto para a rodoviária (R$ 27). O motorista me disse que é comum pessoas se juntarem no aeroporto e alugarem um táxi direto para Barra Grande, que sai a cerca de R$ 250. Disse também que eu provavelmente não conseguiria lugar no ônibus das 14hs, para camamu, e que deveria ter comprado pela Internet com antecedência. O ônibus tinha lugar. É da Águia Branca, que vem de Itabuna para Bom Despacho. Custa uns 20 reais. E entra em Itacaré antes de ir a Camamu. Cheguei a Camamu perto das 17hs e parece que é o último horário da lancha rápida. Existe um barco lento, que leva umas 2 horas, mas só sai uma vez por dia, se não me engano às 12h. É mais barato e pode ser uma curtição. Mas já no desembarque havia uns caras nos conduzindo para a lancha. E depois soube o porque: representam o serviço de uma associação local, mas me cobraram 30 reais, quando pela Camamu Adventure, uma empresa mais confiável é 25 reais. A viagem é rápida (meia hora) e bonita. Como prefiro ficar em hostel encontrei o único que lá tem, aberto há dois meses. Ganga Zumba (procurem no Face, Booking ou Hostelworld). Gostei muito, é rústico, e parece que se está na casa de um parente. O dono, Angelo, é muito gente boa, te trata como um amigo, e conhece tudo por lá. O preço no dormitório é 30 reais. Uma suite para casal é 80 reais. Mas isso é preço de baixa temporada, sem café da manhã. Mas como tem cozinha aberta e mercado junto, não é problema. Fica bem perto da praia mas a uns 500m do centrinho, também não vem a ser um problema. O problema nessa minha viagem é que fechou o tempo. Todo o período em que estive o sol aparecia pouco e era a toda hora substituído por chuva. Pior é que o vento sul acabou com a visibilidade na maior atração da região, as piscinas naturais de Taipu de Fora. Mas a região é tão bonita que mesmo assim valeu muito a pena. Recomendações: - andar pelas praias; Taipu de Fora é bem longe, mas se pode ir lá por jardineiras (10 reais); à esquerda do pier anda-se até a embocadura do rio Carapitanga, com bares na beira da praia; estava muito deserto e assim se podia tomar banho pelado (uma delícia, quem nunca experimentou devia fazê-lo); à direita do pier vai-se à ponta do Mutá e depois Três Coqueiros e Bombaça; - comida: Gravatá, muito saudável, saladas, 32 reais o quilo; Fonte dos Frades (Badaró), PF bem servido a 20 reais se peixe, mais barato se carne ou frango; Cravo e Canela, bufê a 15 reais, no dia em que fui só tinha feijoada, mas foi bem recomendado, quando é dia de movimento tem mais variedade e peixe a 20 reais; Acarajé da Maria, muito bom, a 5 reais; - toma-se excelentes sucos (de cacau é uma delícia) a preços incríveis, tipo 5 reais a jarra; - passeio nas ilhas: pega-se um barco, a 30 reais e vale bem a pena; o nosso parou na ilha do Sapinho para almoço e comi um casquinho de aratu excelente (10 reais) e agulhinhas fritas (fracas); - alugar um quadriciclo: para ir mais longe; fui a Taipu de Fora, Lagoa do Cassange e Farol, um belo passeio; custa 80 reais pelo dia todo; só tem um problema, pela condição dos caminhos, pula mais que cabrito... Na volta eu tinha um voo para Salvador às 14:45. Descobri depois que não há ônibus de Camamu para Ilhéus pela manhã. E o de tarde chegaria depois de meu vôo. Assim abandonei esse vôo e voltei no ônibus da 10h para Bom Despacho e tomar o ferryboat para Salvador. Problema, o ônibus - sempre Águia Branca - devia chegar às 13:45 a tempo de pegar o ferry das 14h. Mas, qual, o ônibus chegou após as 15h! Tive que pegar o ferry das 16h, chegando a Salvador às 17h, já começando a hora do rush... Mas a viagem de ônibus - que é semi-leito e custa 30 reais - é muito agradável, mesmo durando mais de 5 horas. Espero voltar lá em outra época, passado o período de chuvas, que se encerra por agora. Atenção que no verão os preços sobem muito. O quadriciclo pode chegar a 250 reais! Em suma, é uma região paradisíaca, que vale muito a pena.
  11. rogdias

    Boipeba

    Quando o barco chega em Mar Grande costuma ter uma van saindo para Valença.
  12. rogdias

    Boipeba

    valeu pelas dicas! q dia da semana era? eu ouvi q no sabado é pior, pois os moradores d MSP e Boipeba vao p/ Valença fazer compras... Foi justamente sábado. Ouvi dizer que as pousadas podem fazer a reserva para quem vai se hospedar nela.
  13. rogdias

    Boipeba

    Para quem vai para Morro de São Paulo ou Boipeba e pega a lancha rápida em Valença, deve considerar não encontrar passagem imediata para lá, às vezes falta lugar na lancha. Eu p. ex. tentei pegar a lancha de 12h para Boipeba e só consegui lugar para as 16h, e olha que não havia nenhum turista embarcando. Na alta temporada colocam mais horários. Para matar o tempo atravesse o rio e vá ao restaurante MegaChic, comida a quilo farta e honesta (tem até japonês). E ainda tem um bom wifi gratuito para ficar fazendo hora e postando essas bobagens no Face e Mochileiros. — em Restaurante MegaChic, av. Maçônica 11, Valença, BA
  14. Ronilduarte, parabéns pelo relato. Estou indo agora em agosto e, como tenho 20 dias por lá, espero cumprir teu roteiro e mais um pouco... Um abraço e obrigado. Rogerio Rio-RJ
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