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mrlaalm

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Sobre mrlaalm

  • Data de Nascimento 25-03-1993

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  1. Oii Augusto! Que bom que gostou do relato. Sobre os dias em Ao Nang, eu teria ficado 1 dia a mais. Isso porque para ir a Railay eu cancelei o tour de Hong Islands que dizem que é muito lindo. Então teria ficado para faze-lo em Phuket realmente 1 noite é pouco. Se tens tempo de ficar mais acho que vale a pena, pelo o que li em outros relatos! abraços e aproveite mto sua viagem!!
  2. Relato Tailândia e Filipinas (16 dias) E-mail para dúvidas: [email protected] Ou no instagram: @mrlaalm / @luizion__ Olá! Do dia 20/12/19 a 05/01/20, eu e meu noivo fizemos uma viagem pela Tailândia e Filipinas. Antes de detalhar, vou resumir em tópicos algumas informações que julgo importantes de início: GASTOS A maioria vou passar em dólar e moeda local (THB e Peso Filipino), exceto as passagens principais de ida e volta (saindo de SP), essas passarei em real. Nosso estilo de viagem não é low cost, mas também não temos luxo. Então já adianto que pode ser uma viagem mais barata ou muito mais cara do que fizemos. Outra coisa é que gostamos de fazer passeios com mais calma, tirando dias ou períodos de descanso. Mesmo que isso nos custe abrir mão de alguns locais, preferimos ver menos e aproveitar onde estamos. Total gasto para 2 pessoas (contando com lembrancinhas e demais gastos que não serão relevantes para todo mundo): US$ 2050,00 (hospedagem, alimentação , transportes, passeios, presentes, lavanderia, gorjetas...) R$ 9000,00 (SP-BANGKOK / MANILA-SP) com bagagem e taxas R$ 631,70 (JOINVILLE / SP) ida e volta com 1 bagagem despachada R$ 342,00 (seguro viagem pela AssistMed) US$ 1126 (passagens internas) itinerário e empresas serão detalhados Aproximadamente R$ 11.600 por adulto (contando dólar a 4,20) Trocamos dólares no Brasil, pois a maioria dos estabelecimentos nos dois destinos não aceitam cartão. Pegamos a alta da moeda, nossa média foi R$4,34. As passagens para transitar pelo Sudeste Asiático compramos no site 12goasia.com pelo cartão de crédito. DOCUMENTAÇÃO Além do passaporte, brasileiros precisam apenas do Certificado Internacional de Vacinação contra febre amarela (lembrar de tomar a vacina pelo menos 10 dias antes da viagem). Emitimos na hora num posto de saúde de nossa cidade, mas tem como imprimi-lo pelo site. Mais informações sobre: http://portal.anvisa.gov.br/certificado-internacional-de-vacinacao-ou-profilaxia É a única exigida, mas é bom estar com tudo em dia e ter conhecimento que nas Filipinas há muitos casos de sarampo também. OUTRAS DICAS Leve um bom repelente contra mosquitos da malária, febre amarela/dengue... Compramos o Exposis Extreme gastando uns 50 reais. Usamos todos os dias nos horários mais críticos e ainda sobrou 1/3. Levamos remédios básicos para estômago, intestino, rinite...não há dificuldades em compra-los, mas se precisar com certa urgência ou se está mais acostumado com algum específico, é melhor já te-lo. Se usar algum remédio controlado, tem algumas regras quanto a tradução de receita e armazenamento. É bom pesquisar sobre. A comida na Tailândia é MUITO apimentada. Então uma boa palavra para se aprender é MAI PHED. Ainda terá pimenta hehe, mas beeem menos. Muito importante ter a sapatilha de mergulho! Quase todas as praias tem muitas pedras. As agências dos passeios oferecem o aluguel, mas se tiver que pagar todo dia não compensa, é melhor comprar. Outra coisa que vai precisar é de uma dry bag para levar tuas coisas nos passeios de praia. Dependendo da hora do dia ou da velocidade do barco, molha bastante. Além de que, na maior parte das vezes, o barco ancora bem antes da areia e você tem que nadar ou andar com água na cintura até chegar na praia. Compramos duas la e pagamos algo em torno de US$10 a US$15 cada. Em todos os lugares que ficamos na Tailândia tinha 7Eleven. É uma rede de mercados onde você encontra muitas opções de comida, bebida, produtos de higiene e beleza. É uma ótima opção pra comprar snacks ou até mesmo pra uma refeição mais econômica e rápida. Enquanto estávamos na Tailandia, 3 dias antes de embarcar para Manila, o segundo tufão de dezembro se formou no mar de lá. Isso é bastante comum ali, então o melhor jeito de se informar sobre é acompanhando a meteorologia oficial pelo site http://www.pagasa.dost.gov.ph VOO DE IDA Embarcamos em Guarulhos a 1 da manhã do dia 20/12 pela Ethiopian Airlines. Foram 11h até Addis Ababa com conexão de pouco mais de 3h lá, e depois mais 8h de voo para Bangkok. Na Etiópia a diferença de fuso para o Brasil são de +6h e na Tailândia +10h. Portanto, chegamos dia 21/12 as 13:30 horário de Bangkok. Durante o planejamento lemos comentários ruins sobre o Aeroporto de Addis Ababa, mas sinceramente, achei um aeroporto comum, bem sinalizado com placas e limpo. A comida lá é cara por ter só 1 grande restaurante. Mas se você está afim de gastar no Dutyfree, lá é o lugar rs. Diferença bem grande de preço se comparado com demais aeroportos que passamos. DIA 1 (21/12) – Bangkok Hospedagem: Chingcha Hotel - US$ 99,40 por 3 noites Pouco antes da descida, é entregue no avião o Arrival Card para preencher com dados pessoais, renda anual, motivo da viagem, etc. Ele é frente e verso e deve ser entregue junto com seu passaporte na Imigração. Antes disso, ao chegar no Aeroporto Internacional de Suvarnabhumi, você precisa seguir as placas até o Health Control. Pegue um formulário no balcão, preencha frente e verso (aqui é importante ter sua própria caneta) e entre na fila. Aqui serão conferidos passaporte, certificado de vacinação e esse formulário. Só depois você segue para a Imigração. Lá precisa entregar seu passaporte e aquele Arrival Card preenchido no avião. Há uma lateral destacável desse cartão que eles devolverão a você. Guarde-o porque quando sair da Tailândia precisa entrega-lo. A perda do mesmo tem multa. Para ajudar no preenchimento, deem uma lida nesse blog: https://www.eduardo-monica.com/new-blog/aeroporto-bangkok-imigracao Aqui os detalhes estão bem explicados! Na área de desembarque há um grande painel onde você pode procurar seu voo e descobrir em qual esteira retirar sua bagagem despachada. Saímos do desembarque e descemos 2 andares para trocar dinheiro na SuperRich, onde tinha a melhor cotação (US$1 = 30 baht). Depois só voltamos 1 andar para comprar o chip. Escolhemos a AIS com 9GB de internet + 100baht para ligações por US$10. Eles configuram tudo pra você já sair usando. Como nosso hotel ficava próximo a Khao San Road, pegamos o ShuttleBus S1 a US$2 por pessoa. Você tem acesso à ele saindo do aeroporto pelo mesmo andar das casas de câmbio. Fica junto com taxis e demais ônibus/vans. No terraço do hotel funciona um bar a noite (de manhã o café é servido lá também). Como já era final do dia e estávamos muitos cansados, só subimos para jantar e tomar uma cerveja por US$15,60 DIA 2 (22/12) – Bangkok De manhã fomos ao Grand Palace. Compramos o ticket na hora mesmo, mas você pode comprar antecipadamente pelo site. Pagamos 1000 baht (US$33) e, apesar de MUITO cheio, não ficamos nem 5 minutos na fila. Não é uma atração baratinha, mas te dá direito aos templos, uma exibição teatral e acesso a um museu interno. Reserve no mínimo 2:30 para a visitação só dos templos, pois o local é grande. Atenção para um “golpe” bem comum e que tentaram conosco. Algumas pessoas te abordam nas ruas ao redor do Grand Palace dizendo que o mesmo está fechado, que é melhor você pegar um tuk tuk e ir até outro templo, etc. Assim ganham uma grana com a corrida ou com a venda de algum produto no caminho. A questão é que o Grand Palace fecha em pouquíssimos dias no ano (talvez uns 3), e você pode se informar no calendário oficial deles no site. Mesmo sabendo que essas pessoas não te farão mal, é uma enganação e é importante estar atento para não perder tempo e dinheiro indo em lugares que não queria ou não tinha planejado. No quarteirão seguinte ao nosso hotel, tinha um restaurante de esquina muito frequentado por locais: Kope Hya Tai Kee. E foi lá que almoçamos para experimentar pratos mais tradicionais. Você faz o pedido, pagamento e também a retirada dos pratos no balcão. Na mesa eles só te servem o Menu. Nossos pratos com bebida deu 318 baht (US$10,60) Final do dia fomos conhecer a famosa Khao San Road! E que loucura é aquela rua; uma mistura de cheiros, barulhos, pessoas...muito legal! Não estávamos com muita fome, então só sentamos num dos barzinhos com mesa na calçada, tomamos duas cervejas e comemos uma porção de bruschettas com espinafre, queijo e um molho agridoce. Depois experimentamos escorpião, larva e grilo. Tudo deu US$18. DIA 3 (23/12) – Ayutthaya Quando chegamos no hotel, fechamos com uma agência que eles recomendavam o passeio até Ayutthaya (capital do antigo Reino de Sião). O tour custou para nós 1500 baht (US$50), saindo as 7h e voltando as 15h (1hora o trajeto de van). Incluía a visitação dos principais templos, com guia em inglês e almoço. Existe a possibilidade de fazer por conta, pegar um trem, se hospedar lá, fazer o trajeto de bicicleta, enfim, muitas opções. O que importa é conhecer o lugar! Vale muito a pena e é algo essencial no roteiro. DIA 4 (24/12) – Ao Nang Passagens Bangkok – Krabi pela Thai Lion Air: 1995,00 baht ou US$66,50 (aproximadamente). Com 1 bagagem despachada Hospedagem: Rooms Republic Hotel – US$ 127 por 3 noites Tour 7 islands com empresa Lucky (encaminhado pela Franci do blogvoa): 2600 baht (US$ 86,60) - incluso transfer, taxas ambientais, frutas, água, jantar, snorkel e colete salva-vidas. As taxas variam de 200 a 400 baht por pessoa (tabelado). Como nosso voo era muito cedo para Krabi, pegamos ainda de madrugada um GRAB do hotel em Bangkok até o Aeroporto Don Mueang. O trajeto levou uns 35 minutos (sem trânsito) e custou 355 baht. Foi o único momento que usamos o app de transporte, porque fizemos tudo a pé na cidade, mas é bom já ir com ele instalado no celular caso precise. Ao chegar em Krabi, logo que sai do desembarque tem opções de shuttle para várias regiões. Como nos hospedamos em Ao Nang, pegamos uma van coletiva que custou US$10 para os dois. Eles organizam as saídas por hotel, então te deixam na porta. Como chegamos muito cedo, ainda não tinham um quarto livre. Mas pudemos deixar nossas bagagens lá e sair pra tomar um café da manhã no S&D Restaurant. Tínhamos o tour 7 Islands agendado para o mesmo dia. Esse agendamento foi feito com a Franci do @blogvoa. Ela é brasileira e oferece passeios coletivos e privados, além de serviços como transfer aeroporto/hotel. Ela tem uma parceria com o PhiphiBrazuca, outra empresa de brasileiros, mas que atende quem se hospeda em Phi Phi. No caso dos passeios saindo de Ao Nang, você faz com pessoas de diversas nacionalidades, o que eu acho até mais interessante. Fechamos dois passeios com ela, mas direcionados à duas empresas diferentes. Para esse dia, a empresa Lucky foi nos buscar no hotel e levar até o pier de onde saía o longtail. De início houve bastante confusão, tinha mais gente do que o possível. Nosso longtail tinha 26 pessoas! Conclusão: mal saía do lugar, o motor tinha fumaça demais deixando todos meio preocupados. É uma prática até comum num lugar TÃO turístico, mas já adianto que depende exclusivamente da empresa. Vimos vários longtails em nossas paradas com menos gente, com o número correto de pessoas. No decorrer do passeio (la pela terceira parada), redistribuíram algumas pessoas com outro barco e ficou melhor (e mais seguro). Sobre o passeio: vale muito a pena, pois para em lugares lindos! É das 14h as 20h e as paradas são: Poda Island Chicken island Tup Mor Ma Phra Nang Ponto para nado com plânctons (a noite) DIA 5 (25/12) – Railay Beach O dia anterior foi bastante cansativo, então tivemos uma programação mais light. Após o café da manhã pegamos um longtail para Railay Beach. Você pode adquirir o ticket de ida e volta na Cooperativa de Serviços e Barcos (mapa). Custou 400 baht para nós dois e o último horário pra volta é 17h. Porém, há quem fique até mais tarde pra ver o por do sol de lá, mas pra isso é melhor já deixar combinado com algum barqueiro (custa um pouco mais, só não sei informar o quanto). A praia é mesmo linda! Bastante sombra natural e, pela manhã, fica melhor de nadar (e de observar) pois ao meio-dia a maré é baixa, ficando com muitas pedras a mostra e mudando bastante o cenário. O centrinho é muito legal, com muitas opções de bares, restaurantes e lojas. Se tivéssemos mais tempo disponível pra viagem, teríamos nos hospedado pelo menos 1 noite por lá. Almoçamos no Flame Tree Restaurant pad thai e cerveja, custando 480 baht (US$16). A noite, já de volta às proximidades do hotel, jantamos no King Kitchen. É um restaurante que serve tanto comida tailandesa quanto indiana. Existem cardápios separados. Ficamos na thai food mesmo e, nossos pratos com cerveja deram 390 baht (US$13). A cerveja que tomávamos era a Chang. Experimentamos a Leo também, mas não curtimos muito. Para os brasileiros é importante saber que não tomará cerveja trincando de gelada como aqui, rs. DIA 6 (26/12) – Ao Nang Passeio Phi Phi Islands com empresa Nang An (encaminhado pela Franci): 3600 baht (US$120) - incluso transfer, taxas ambientais, frutas, água, jantar, snorkel e colete salva-vidas. Para realizar esse passeio saindo de Ao Nang, é preciso ser de speedboat por causa da distância. A empresa foi nos buscar no hotel e nos levou até um pier deles mesmo. Foi o passeio mais organizado e lindo que fizemos! Durou um pouco mais de 6 horas e as paradas foram: Maya Bay (ainda está fechada e a informação que tivemos lá é que permanecerá assim pelo menos nos próximos 2 anos). Loh Samah Bay Pileh Lagoon (paramos para nadar) Monkey Bay (não descemos do barco. Não entendi se a empresa não compactuava com o contato direto com os macacos, ou se recentemente foi proibido descer) Viking Cave Phi Phi Don (parada para almoço) Bamboo Island (1 hora) Não recomendamos fazer esses passeios (principalmente em grupo) no dia que você tem um deslocamento para outra cidade em seguida, porque sempre há atrasos. Não comentei antes mas, por todos os lugares que passamos conseguimos lavar roupas em lavanderias. Todas elas tinham a opção de pegar no dia seguinte ou express (mesmo dia). Não pedíamos para passar (custo adicional), então o valor da lavagem/secagem variava entre 40 e 70 baht/kg. Nos hoteis é um pouco mais, algo em torno de 100 baht. Estávamos bastante enjoados da comida e até das opções salgadas da 7Eleven, ai fomos procurar um lanche, uma massa...as opções em Ao Nang para comida italiana, por exemplo, são muito caras. Mas fast food lá também é! Gastamos neste dia US$20 em dois combos do Burger King. DIA 7 (27/12) – Phuket Transfer particular de Ao Nang p/ Phuket: 2700 baht (US$90 – pela empresa KrabiShuttle) Visita ao Santuário de Elefantes: 5000 baht (US$166 – Elephant Jungle Sanctuary) – doação, transfer e almoço inclusos. Hospedagem: Baan Sailom Hotel – 2935 baht ou US$97 por 1 noite Esse foi o dia que mais gastamos, de fato. Queríamos muito ir nesse santuário de elefantes por ser um dos primeiros no país (é o mesmo que muitos vão em Chang Mai). Como só teríamos a tarde do dia 27 antes de ir para Filipinas e os ferrys saindo de Ao Nang não chegariam a tempo, decidimos contratar um transfer particular até nosso hotel que ficava na praia de Karon. Fizemos isso pelo próprio site da empresa https://krabishuttle.com Saímos 6:30 de Ao Nang e fizemos a viagem de 3h. O hotel já tinha quarto disponível, então conseguimos dar entrada. Como o transfer para o santuário seria entre 11:30 e 12h, apenas comemos um croissant com chá gelado (cada) no Doi Chaang Coffee. Custou US$11. O trajeto até o santuário (contando com o tempo de pegar as demais pessoas) durou uns 40 minutos. Ao chegar, nos reunimos para receber explicações sobre a história do lugar, do compromisso deles para com os elefantes, como funciona o dia-a-dia e quais eram as regras sobre como, onde e a frequência que poderíamos tocar nos animais. Acho que isso durou cerca de 1 hora. A primeira atividade foi alimenta-los com melancia e bananas, mas antes, é preciso lavar as mãos para não ter resíduos de protetor solar, senão eles não comem por causa do cheiro. Obs: levamos a GoPro para registros nossos, mas eles tem um fotógrafo que publica no facebook deles as fotos do dia. aí fomos para a lama com eles! As vezes um cansava no meio do caminho e resolvia ficar deitado por lá mesmo haha mas depois podíamos lava-los com água limpa (e nos limpar também). Mesmo depois dessa etapa, fomos tomar uma ducha, então é bom levar sua toalha e uma troca de roupa (além da de banho). Eles nos mostraram o trabalho que fazem com as fibras expelidas nas fezes dos elefantes; elas são tratadas e prensadas a ponto de virarem papel. E há lojas que compram deles envelopes feitos lá mesmo! Final do dia, todo mundo com fome, e enquanto nossa comida não ficava pronta, tivemos uma breve aula de culinária: ensinaram a fazer a papaya salad e o pad thai! Nossa interação com eles foi rápida, menos demorada do que as demais atividades e conversas sobre o local. Por um lado achei isso muito interessante, pois ao longo do dia, não interferimos tanto na rotina deles (existem dois horários de visitação). Afinal, o objetivo ali não é estressar o elefante. Achei que valeu muito a pena. Nossa curiosidade sobre esses animais com os quais não temos muito contato é natural, mas ela tem que ser suprida de forma saudável. Há uma forte conscientização ali sobre não fazer passeios de montaria ou que você veja que o animal claramente foi treinado para fazer determinada coisa. Para que isso aconteça eles apanham e sofrem muito! Voltamos a tempo de ver o pôr-do-sol em Karon Beach. A praia é muito bonita, com muitas opções de bares, restaurantes e lojinhas em volta. Nossa janta foi 1 burger, 1 Chang 600ml e 1 porção de batata fritas por US$11 no Paradise The Espresso Bar. Ali há opções para todos os gostos e bolsos, mas mais uma vez estávamos enjoados de thai food e cansados demais para procurar outras opções. DIA 8 (28/12) – em trânsito Passagens Phuket – Bangkok pela Bangkok Airways: US$ 95,20. Taxi para aeroporto de Phuket: 900 baht (US$30). OBS: é muito longe! Conseguimos o taxi do hotel pelo mesmo valor do GRAB. Passagens Bangkok – Manila (Filipinas) pela AirAsia: 10.860 baht (US$362) Nosso voo para Phuket era as 14h, então pudemos dormir bem, arrumar tudo no dia e aproveitar o café da manhã do hotel. O trajeto para o aeroporto é longo: levamos 1h de taxi. Há um ônibus publico que faz o trajeto, porém, ele leva de 2 a 2:15h. Então se for pegá-lo é bom se planejar com antecedência. Esse voo chegava pelo aeroporto Suvarnabhumi em Bangkok, mas o que pegaríamos para Manila saía do Don Mueang. O transporte entre aeroportos é gratuito, você só precisa ir à saída 3 (a mesma onde ficam os taxis e vans), apresentar sua passagem no guichê de nome ShuttleBus e eles já te colocam no ônibus. Ele sai a cada meia hora, e o trajeto leva 1h (dependendo do trânsito pode levar mais). Fomos para Manila as 21:30 e a viagem tem duração de 3:30h. O Aeroporto de Manila possui 4 terminais. Nós desembarcamos no 3 e precisávamos ir até o 4 para o voo de El Nido. Mas antes: trocar dinheiro, comprar chip de dados, etc. Tudo estava funcionando no terminal quando chegamos, apenas os bancos estavam fechados (caixas eletrônicos funcionam normalmente). A cotação que conseguimos era US$1 = 50,30 pesos. Como tínhamos informação de que nas cidades a cotação era mais baixa, e como no aeroporto de El Nido não tem casa de câmbio, resolvemos trocar grande quantidade (o que planejávamos para os próximos dias) lá mesmo. E depois vimos que foi a melhor coisa que fizemos (falarei mais na parte de Coron). O chip compramos da empresa smart philippines e pagamos US$10. A internet era ruinzinha, meio lenta e tinham pontos das cidades que não pegava (diferente do que foi na Tailândia). Tem a empresa Globe também, não sei se ela é melhor ou se o problema é geral. Voltando ao transfer entre terminais, ele é feito gratuitamente também, porém, de madrugada não há. Ele volta a funcionar as 6h e vai até 23h ou meia-noite, não me recordo. Os terminais não são tão perto e não há ligação direta entre eles, por isso precisamos pegar um taxi. Essa alternativa é cara para um percurso de 10 minutos: 640 pesos (US$12,70). O terminal 4 é só de voos domésticos e por isso bem menor. DIA 9 (29/12) – El Nido Passagens Manila – El Nido pela AirSwift: 12.332,00 pesos (a compra só pode ser feita diretamente pelo site da companhia) Hospedagem: Rosanna’s Pension – 10.677 pesos por 3 noites (pagos 1 semana antes no cartão de crédito; política do hotel) Bom, nosso voo para El Nido saiu na hora prevista, as 5:15, com duração de 1:20h. A aeronave é bem pequena, não há serviço de bordo, mas foi um voo confortável. O aeroporto de El Nido é bem simples e pequeno. As malas são entregues pessoalmente (não há esteira) e também não há casa de câmbio. Muitos hotéis disponibilizam o serviço de transfer, mas nós preferimos ir de triciclo, o que nos custou 300 pesos (US$6). Eles ficam parados lá na frente e tinha um rapaz organizando uma pequena fila. Como era muito cedo e não tinha quarto vago, apenas deixamos as malas no hotel e fomos tomar café da manhã no Giovanz. Pedimos café, suco, pork silog (arroz, carne de porco em cubos e ovo frito) e omelete de legumes com torradas. Tudo saiu por 515 pesos (US$10,25). Fomos caminhar, conhecer as lojinhas, restaurantes e pesquisar preço dos tours. É tudo tabelado na verdade. Em El Nido você paga 200 pesos de taxa ambiental no primeiro passeio que fizer e não precisa pagar mais enquanto estiver lá. É só guardar o papel e apresentar nos tours dos outros dias. Fechamos o tour A pela agência Emma’s para fazer no dia seguinte (30/12 – falarei mais sobre o tour em seguida). Voltamos para dar entrada no hotel e tiramos esse dia pra descansar. A partir das 17h muitos lugares tem o happy hour (50% de desconto nos drinks ou dois do mesmo). Escolhemos sentar na área externa do Sava, que tem uma vista bem legal da praia. Tomamos 4 drinks (pagando 2) e 1 cerveja por 900 pesos (US$17,90). Para jantar preferimos sair dali e procurar algo no caminho do hotel. Confesso que não anotei o nome do lugar que paramos e nem o achei no google maps, mas era um lugar pequeno, só com dois balcões pra sentar e você faz/retira seu pedido no caixa. Perto do SAVA. Há um vidro na cozinha onde você consegue acompanhar o preparo. Comemos 1 burger, 1 burrito e um refrigerante por 300 pesos (US$6). Valeu muito a pena, tava tudo uma delícia.Pra quem gosta de cerveja, tem o The Pub. Eles servem artesanais feitas lá mesmo e tem um cardápio de lanches e porções. O lugar é bem legal e cada IPA saiu por 185 pesos (US$ 3,50). DIA 10 (30/12) – El Nido Tour A: 3.170 pesos (com taxa de 200/cada inclusa). Tomamos café da manhã no hotel e fomos até a agência. De lá eles te levam até o ponto de encontro na praia, onde estará a equipe e os demais turistas. Por isso pedem para chegar uns 15 minutos antes da saída (que geralmente marcam para as 9h em passeios em grupo). Para encontrar o barco você tem que entrar na água, então já esteja com a roupa de banho e a drybag para não molhar o que for importante (água na cintura, geralmente). Os pontos de parada foram: Big Lagoon Small Lagoon Secret Lagoon 7 commandos beach Importante dizer que, apesar dos preços serem tabelados, pode haver pequena variação entre uma agência e outra devido as paradas. Por exemplo, pode ter uma praia ou ilha que eles trocam por outra que pode ser mais interessante (isso nos aconteceu no tour C e em Coron também). Na Big Lagoon alugamos um caiaque por 250 pesos (US$5), mas você também pode ir nadando, se preferir. Ao chegar na Secret Lagoon você vai nadando até a passagem pela rocha. A passagem em si é rasa, mas tem fila! Do outro lado você anda até uma praia, que eu acho que vale bem mais a pena do que ficar na fila, pois lá dentro não é muito bonito e a água é meio estranha. Já tínhamos lido isso antes, mesmo assim fomos rs. Mas também deu tempo de irmos até a praia. Na 7 Commandos beach há banheiro, venda de bebidas, local para jogar basquete e vôlei, além de muita sombra feita pelos coqueiros. O mar lá é bem gostoso para nadar. Ao voltar para El Nido, escolhemos jantar na Altrové. Já tínhamos ouvido falar de lá (tem em Coron também) e ficamos curiosos. Sempre tem fila! Principalmente após as 18h que é quando o pessoal que fez tour o dia todo começa a sair para comer. Mas a fila é bem rápida, ficamos esperando uns 10 minutos só. A especialidade é culinária italiana, e a pizza, apesar de ser individual, é bem grande. Naquele dia optamos por dividir uma de pepperoni. Pizza, suco, refrigerante e uma San Miguel beer saíram por 600 pesos (US$11,90). DIA 11 (31/12) – El Nido Tour C: 2800 pesos (US$ 55,60) Fechamos o tour C também na agência Emma’s. Mesmo esquema e horário de saída do dia anterior. As paradas foram: Helicopter Island Hidden beach Talisay beach Snorkeling spot (pertinho de Talisay) Secret beach A Helicopter foi a primeira. A praia tem muitas pedras tanto na areia quanto na água. É um lugar que você aproveita mais para sentar e observar do que para nadar, mesmo assim há um ponto legal para snorkeling. Para esse passeio nosso grupo foi menor, o que tornou a experiência muito legal! Pelo o que soubemos, Talisay beach não é uma parada muito comum nesse tour, e é maravilhosa!! Quando chegamos na praia estávamos só nós e pudemos ficar mais tempo nela. Em Hidden beach o barco também para um pouco mais longe, por isso tem que ir nadando até a praia. Conforme fica raso, torna-se difícil caminhar por causa das pedras e corais. Aqui a melhor alternativa é ir de colete pra garantir que consegue boiar, senão fica fácil machucar as pernas. Nossa última parada foi na Secret Beach. Novamente você tem que ir nadando, mas aqui ao invés de ir direto pra areia, você vai até um buraco que existe na própria rocha e passa nadando por ele. Só lá dentro é possível ficar num lugar raso. Como no horário que fomos o mar já estava bastante agitado e mais difícil de nadar, optamos por não levar nada, nem a GoPro. Por isso não há fotos dela, mas garantimos que vale muito a pena! Na volta tivemos um pequeno perrengue: um hélice do motor do barco quebrou! Ficamos parados um bom tempo até fazerem uma gambiarra rs. Andamos um pouco e logo parou novamente, até que da segunda vez deu certo e conseguimos chegar numa boa. Por ser réveillon, muitos restaurantes iriam fechar mais cedo e outro fariam festas da virada (ai você pagava também um valor a mais). Como nosso quarto do hotel tinha sacada direto pra praia onde teria a queima de fogos, preferimos apenas garantir a janta e ver de lá mesmo. Fomos novamente no Altrové rs. Dessa vez pedimos 1 pizza, 1 fettuccine de camarão, taça de vinho, refrigerante e 1 cerveja; tudo por 1000 pesos. Obs.: não há pagamento de 10% pelo atendimento, então a gorjeta (ou tips) fica por conta do cliente. Nas Filipinas procurávamos sempre deixar 100 pesos. Inclusive nos passeios. Depois dos fogos já fomos dormir pois as 6h sairia nosso ferry boat. DIA 12 (01/01) – Coron Ferry boat para Coron pela empresa Montenegro: 3520 pesos (US$70) pagos pelo cartão de crédito no site da 12goasia + taxa de 20 pesos por pessoa paga no embarque. Hospedagem: Aquilah Homestay – 10.160 pesos (US$202) por 4 noites. O café da manhã é pago a parte e por dia (reserva um dia antes), 150 pesos por pessoa. Para ir ao pier, pegamos um triciclo por 50 pesos. Ao chegar lá você tem que trocar teu voucher pelo ticket (tem uma fila pra isso na área externa). Depois você entra na fila para pagar a taxa de embarque e receber um comprovante. Após isso nossas malas foram deixadas numa parede para que um cão farejasse. Só assim você entrega o que pretende despachar. Mochilas pequenas pode ir contigo (o espaço entre sua poltrona e a da frente é bom). No voucher e no e-mail de confirmação vem o aviso de que dentro do ferry é bem gelado. Então o ideal é levar uma coberta ou já ir de calça e casaco, pois são 4h de viagem. Ao chegar em Coron tem vários triciclos disponíveis, então já pegamos um até nosso hotel (por 100 pesos ou US$2). A hospedagem foi perfeita desde o início: a família nos recebeu muito bem, o hotel é todo novo, limpo, tranquilo e confortável. Já aproveitamos o momento do check-in para darmos uma olhada nos tours que eles indicavam (tinham panfletos de algumas agências com as quais eles mesmos combinavam). Tínhamos visto que até 5000 pesos por um tour privado era aceitável (baseado em outros relatos). Fechamos o Ultimate por esse valor, mas para o dia seguinte, então falarei mais sobre ele depois. Escolhemos tomar um café da manhã mais reforçado que valesse pelo almoço, então fomos no Tea and Shake. O lugar tem poucas mesas, você faz o pedido no balcão e já paga por lá mesmo; depois eles te servem na mesa. Importante dizer que no 1º dia do ano muitas coisas estavam fechadas lá, mas você encontrava alguns mercados e cafés abertos; à noite a cidade ganhou um pouco mais de vida. Pedimos 2 American breakfast por 400 pesos (US$8). Voltamos ao hotel para descansar durante a tarde já que não dormimos muito na noite passada. A noite saímos pra dar uma volta e jantar no Blue Moon. Os pratos lá são individuais, mas beeem servidos. Pedimos um fish and chips, um burger, Mai Tai (drink) e 2 cervejas. Tudo por 1100 pesos. DIA 13 (02/01) – Coron Tour Ultimate – PRIVADO: 5000 pesos (US$99,40) – transfer, taxas, almoço, snorkel, água e frutas inclusos. O transfer que veio nos buscar era uma van com outras pessoas que fariam outros tour da mesma agência (desculpem, eu não anotei o nome dela). Nos levaram as 8h até o pier e nos indicaram qual seria nosso barco. Em Coron você não vai pela água como em El Nido, mas sim passando barco por barco (sempre tem alguém pra te ajudar). Além do guia, foram mais 3 rapazes para cozinhar, navegar e auxiliar nas atividades. As paradas foram: kayangan lake Twin lagoon Green lagoon Coral garden Cyc beach Siete pecados (para snorkeling) Primeira parada foi no Coral Garden, que é um ponto no mar para snorkeling. É mais fundo e os corais são enormes, é muito lindo! O guia mergulhou conosco e nos acompanhou. Em seguida, fizemos mais uma parada (não muito longe dali) para outro snorkeling lindo, em Siete Pecados. A visibilidade ali foi melhor ainda e com muita diversidade de corais e peixes. Em seguida ficamos um tempo na Cyc beach. É uma praia de areia bem branca, com muita sombra natural. Alguns barcos param ali para preparar o almoço, mas tinha pouca gente. Aliás, todos as paradas foram muito tranquilas, demoramos pra sair de Coron (depois das 9:30) e acho que foi uma boa tática. Nosso almoço foi na Green Lagoon. Pra mim, o lugar mais lindo! Comemos com calma, descansamos um pouco e nadamos. De lá entramos na Twin Lagoon. O lugar é muito lindo, mas mesmo de colete eu fiquei com um pouco de medo hehe, talvez por não curtir muito águas tão profundas. Mas aproveitamos o lugar, vale a pena por ser maravilhoso, mesmo já tendo mais gente que as demais paradas. Nos despedimos do passeio na Kayangan Lake. Depois de um tempo subindo, tem uma entrada à esquerda para o mirante. Vale muito a pena parar ali para admirar e tirar fotos. Na ida só tinha mais um casal ali, mas quando voltamos do lago tinha uma baita fila para a foto! Depois você volta para a escadaria de onde veio e continua o caminho, agora descendo para de fato ver e nadar no lago Kayangan. Tem uma passarela de madeira por onde pode andar, ou sentar parar observar. Para entrar é obrigatório o uso do colete salva-vidas (tem várias placas já na entrada, para você não correr o risco de chegar lá sem o seu e não poder entrar). Tem alguns peixinhos lá, o que mais vimos foi o peixe-agulha; e o lugar é maravilhoso! A noite, quando retornamos à Coron, saímos para jantar no Rosa’s Cantina. É um restaurante de comida mexicana e tem happy hour a partir das 17h (metade do preço nos drinks e em algumas cervejas). Pedimos tacos e quesadillas (são pratos separados, mas o tanto de comida que veio daria para 3 pessoas, tranquilamente), um drink e uma cerveja. A conta deu 1380 pesos (US$ 27,50). Nessa noite precisávamos trocar mais um pouco de dinheiro para garantir os outros dias que tínhamos pela frente com tour, alimentação, etc. Achamos 3 casas de cambio, todas na rua do Blue Moon (onde jantamos na primeira noite), mas somente 1 tinha dinheiro. Fizemos bem em trocar quase tudo o que planejamos no aeroporto, porque se precisássemos de mais dinheiro em El Nido ou em Coron , ficaríamos na mão ou pegaríamos uma cotação ruim. Eu não me recordo o nome do lugar, na verdade era uma pequena venda com placa de EXCHANGE MONEY na frente (lá é assim, você faz cambio em mercados, farmácias e hoteis com o aviso). Para cada dólar conseguimos 48 pesos, lembrando que no aeroporto pegamos por 50,30. DIA 14 (03/01) – Coron Tour D (em grupo): 3400 pesos (US$67,60) – transfer, taxas, almoço, snorkel, água e frutas inclusos. Fechamos no hotel pela agência Calamian. Antes de fechar, percebemos ao ver os panfletos que o tour D muda de empresa para empresa. Como a Malcapuya beach é a principal parada e é longe da cidade, eles compensam com mais 2 paradas em ilhas próximas. Nós escolhemos o seguinte itinerário: Bulog dos Island Banana island Malcapuya beach A primeira praia foi a Bulog dos island. Ela tem um “mirante” que é em cima de uma rocha, onde você sobe uma escadinha e tem uma vista linda, com algumas redes para deitar. Também tem uma segunda parte da praia que vale a pena visitar se quiser fazer snorkeling. E também porque é um lado mais sossegado. De toda forma, o tour D não me pareceu muito procurado, pois todas as nossas paradas estavam tranquilas. E vale muito a pena, pois as 3 praias que vimos são uma mais linda que a outra! O segundo local foi já para nosso almoço, Banana island (ficamos entre 1 e 2 horas em cada praia). Essa acho que foi uma das praias mais “good vibes” que ficamos: cheia de coqueiros com rede, só tinha o pessoal do nosso barco, um cachorro bem lindo que era do dono do quiosque e AQUELE mar. Todo mundo aproveitou para tirar um cochilo ali hehe E a última parada foi na famosa Malcapuya beach. Ali já tinha mais gente, mas como a praia é bem extensa, não fica a sensação de cheia. Tínhamos lido que é uma das praias mais lindas de Coron. Eu sinceramente não consegui, até agora, classificar alguma como tal. É uma decisão difícil haha. O mar ali tinha mais ondas do que as demais praias, mas não com aquela arrebentação; ainda assim era um mar tranquilo pra curtir. De volta para Coron, fomos conhecer o Altrové de lá hahah sim, o lugar é bom. Mas lugar bom é o que não falta para comer em Coron, eu garanto. Pizza, fettuccine, vinho e cerveja: 1200 pesos (US$ 24). De sobremesa comemos um gelato cada no Pedro’s: 2 sabores por 160 pesos. DIA 15 (04/01) – Coron Esse foi nosso último dia inteiro lá e, como sabíamos que a volta ao Brasil seria trash, resolvemos não fazer nenhum tour. Fomos andar melhor pela cidade, comprar lembrancinhas e descansar no hotel (a média da temperatura naqueles dias estava em 35 graus). Como tomamos café da manhã mais tarde, só “almoçamos” um gelato hehe. Andamos bastante, compramos o que queríamos e voltamos ao hotel. Saimos de novo no final do dia. Tomamos um drink cada no Coco bar. Nossa ideia era jantar por lá, mas quando pedimos o menu fomos informados que “talvez tivesse comida mais tardel”. Vai entender hehe. Uma pena, porque o lugar era bem legal, aconchegante e tocava reggae. Pagamos os 560 pesos (US$11,20) e saímos. Na esquina daquela mesma rua tem o Get Real. Um lugar bem legal também com muitas opções de comida: burgers, comida filipina, mexicana, porções... pedimos um trio de mini burger (vinham 3), uma margarita de tamarindo, cerveja e porção de nachos com chilli. Tudo por 1000 pesos (US$ 20). DIA 16 (05/01) Passagens Coron – Manila pela Cebu Pacific: 225 euros (compramos também no cartão pelo site da 12goasia, mas por algum motivo foi a única cobrada em euro). A despedida Como nosso voo era as 14:40 e sabíamos que o aeroporto não era muito perto, pedimos um transfer em nosso hotel (agendamos na noite anterior). Saiu por 300 pesos (US$6) e uma van foi nos buscar. Tinham outras pessoas junto, de outros hoteis. Saímos 12:15 e deu tempo tranquilo, até porque nosso voo atrasou em 1 hora. O aeroporto é bem pequeno, não tem muito o que explicar e nem como se perder. Tem 2 lugares dentro do embarque com opções de comida e bebida. Comemos 2 burgers, um refri e chocolate por 550 pesos (US$11). A vista é linda la de cima, é um lugar que você curte até o fim mesmo. Dessa vez chegamos no aeroporto de Manila num horário que tinha transfer gratuito entre os terminais. Depois que desembarcamos e pegamos nossa bagagem, nos dirigimos a uma salinha com a placa TERMINAL TRANSFER. Lá você apresenta sua passagem, fala o terminal que precisa ir e aguarda. Esperamos uns 45 minutos (mas pode levar até 1hora ou um pouco mais). Vieram nos chamar quando o ônibus chegou e nos acompanharam até ele lá fora: mas já adianto que é um loucura! Hehe encontramos o ônibus literalmente no meio de uma avenida, entre os carros. Nossa sorte era que só tínhamos mochilas nas costas. Mesmo os terminais não sendo muito distantes, há muito trânsito na cidade. Ainda mais final do dia. Então o mesmo trajeto que o taxi levou 10 minutos de madrugada, aqui levamos pelo menos meia hora. Por isso veja bem se tem todo esse tempo até seu próximo voo, pois nem estou contabilizando aqui o tempão que ficamos na fila do check-in e despache seguinte. O aeroporto lá costuma ser bem cheio sempre, principalmente os terminais internacionais. Se estiver com o tempo apertado, melhor opção ainda é o taxi. Nosso voo estava marcado para 20:55 e além da conexão na Etiópia, tivemos uma escala de 1hora em Hong Kong. Chegamos na Etiópia de manhã e com fome, pois não conseguimos comer no horário que foi servida a comida do avião. Agora lembram que no início do relato eu disse que só tem 1 restaurante (dividido em 2 ambientes, por isso parece dois, mas é o mesmo) e ele é caro? Pois bem, nesse dia descobrimos o QUÃO CARO. Vou resumir: 1 American breakfast com suco + um omelete com torradas e suco = 35 DÓLARES sim! Em nossa conversão pagamos cerca de 150 reais num fucking café da manhã. Podíamos ter comprado chocolate no duty free pra economizar? Sim, mas estávamos famintos e não vimos outra saída por lá, tínhamos uma longa jornada com comida de avião que já estava nos enjoando É isso! Obrigada pela paciência de quem leu até o fim, espero ter ajudado em algo. Seja pelo o que fizemos ou pelo o que poderíamos ter feito diferente. Uma coisa é certa: valeu a pena cada segundo e temos muita vontade em voltar! Dúvidas, podem nos procurar pelos contatos que deixei no início. Ou pelos comentários aqui também!
  3. @Getulio Zborowski ola! Sim, até o cicaplast é melhor...coisas que descobrimos depois de sofrer kkkk No segundo dia em San Pedro, encontramos duas irmãs que estavam voltando do Uyuni e foram buscar suas malas no Hostal Montepardo,. Elas nos falaram de um gel que você coloca dentro do nariz e lá ele forma uma camda protetora de umidade. Gente, não lembro o nome. Mas se alguém for pra la, deem uma pesquisada nisso porque elas garantiram que ajudou muito abraços!!
  4. @Elder Walker Olá! Desculpe a demora pra ler seu comentário e obrigada por faze-lo! Sobre o desvio, fizemos por dois motivos: primeiro para conhecer outro caminho e segundo pela divisão do tempo. Como percebeu no relato, levamos mais dias na ida do que na volta e como quisemos sempre viajar de dia, optamos por fazer um trajeto que desse para parar em cidades mais estruturadas, com opções de hoteis, bons postos, etc. Abraço!
  5. Olá mochileiros(as)! Vim relatar uma roadtrip que eu e meu noivo, Luís, fizemos em dezembro de 2017. Saímos de Jaraguá do Sul/SC de carro (Vectra GT 2.0) e fomos até San Pedro de Atacama. Sei que há bastante relato sobre esse destino, porém, nada mais justo do que colaborarmos com nossa experiência depois de tanto utilizar o site Começarei com alguns tópicos antes de descrever o dia-a-dia, pois as vezes pode ser a dúvida de alguém. DOCUMENTAÇÃO Não temos passaporte, por isso fomos somente com o RG e CNH. O carro é financiado, porém o documento está em meu nome. Mesmo assim, escolhemos pedir ao Banco onde o financiamento foi feito a Autorização para Viagem ao Exterior para garantir. Depois fui ao Cartório para fazer o Apostilamento da Convenção de Haia (válido para os 2 países que passamos, Argentina e Chile). Fizemos Carta Verde pela SulAmérica através de uma seguradora daqui de Jaraguá. Pagamos R$151,38 por 12 dias. Tem a opção de fazer na fronteira, porém, como estávamos com horários apertados, não quisemos correr o risco. E foi ótimo, pois quando passamos de manhã para a Argentina, ainda estava tudo fechado. O SOAPEX, válido para o Chile, nós fizemos pelo site da HDI Seguros https://www.hdi.cl e pagamos $10,13 (dólares) no cartão de crédito. Fizemos também, para cada um, o seguro viagem. É o tipo de coisa que pagamos torcendo para não usar, mas é muito importante tê-lo. Contratamos pela Real Seguro Viagem. Custou R$66,24 cada, válido por 10 dias. A CNH de meu noivo, condutor por toda viagem, não foi pedida. Os policiais estavam mais interessados em saber sobre mim, a proprietária do veículo. Mas não deixa de ser um doc. obrigatório. Confesso que em nenhum momento nos pediram a autorização do carro e seu apostilamento. Mas tê-los em mãos foi uma tranquilidade pra minha cabeça durante a viagem rs. Outra questão foi a propina para policiais. Lemos que isso ocorre muito, e também ouvimos de pessoas próximas. Conosco não aconteceu isso. Na verdade, fomos parados apenas 1 vez na Argentina – na ida – além das fronteiras. E o policial que nos parou foi muito gentil,só pediu documento do carro e meu RG e nos lembrou de manter os faróis acesos lá mesmo durante o dia. Levamos cambão, kit primeiros socorros e os 2 triângulos exigidos, mas que também não foram pedidos. DINHEIRO Não foi nossa primeira viagem na América do Sul. Porém, cometemos um grave erro que não tínhamos feito ainda... Eu troquei na cidade onde moro uma grande quantia em pesos argentinos, o que seria suficiente para ida e volta (gasolina, hotéis, comida). A minha ideia era que só passaríamos por essas cidades, ou seja, não teríamos tempo de percorre-las atrás de casas de câmbio, então essa alternativa seria um ganho de tempo. E foi, mas perdi dinheiro. E muito. Pegamos uma cotação horrível, e cada centavo encarece demais uma conta a pagar na viagem. É muito mais vantajoso trocar na cidade. Se quiser levar alguma quantia na moeda do país, aconselho levar pouco. Resumindo: levamos 400 dólares, 3700 reais, 60.000 pesos chilenos e 9400 pesos argentinos. Também levamos cartão de crédito internacional. Em real, reservamos para tudo isso 8 mil. Mas por causa do “erro” da cotação podemos considerar que perdemos mais de 500 reais do total Os pesos chilenos eram só pra entrar no país, o restante para os dias que ficamos em San Pedro trocamos na rua Toconao, onde tem muitas opções. Os dólares foram o melhor negócio! Quando compramos, pagamos o equivalente a 3,30 reais por dólar. Lá vendemos por 3,42! ROUPAS Fomos no verão, mas por causa da altitude em alguns passeios, sabíamos que pegaríamos muito frio (chegamos a 10 graus negativos!). Por isso levamos casacos, gorro, calça, shorts, vestido, regatas... Mas sobre a temperatura falarei melhor em cada dia. DIA 1 – 23/12/17 (JARAGUÁ DO SUL – SÃO JOSÉ DO CEDRO) Optamos por não andar muito na ida para não cansar demais, e também porque quisemos fazer alguns caminhos de dia por causa da paisagem. Saímos logo após o almoço e percorremos 585km. Fomos sentido Mafra, Porto União, Palmas...Não pegamos pedágio nesse trecho. Nos hospedamos no Hotel Cedro Palace que fica perto da rodovia e pagamos R$110,00 pelo quarto duplo. A entrada da cidade tem o asfalto muito ruim, por isso cuidem com os buracos! Tudo no hotel é novo e bem confortável. O café da manhã estava incluso e era bem servido, com muitas opções! OBS: todas nossas reservas eram feitas pelo Booking e os nosso filtros eram: estacionamento gratuito, wifi e café da manhã incluso. Reservamos cada hotel 1 dia antes de ir para a cidade. Exceto o hotel em San Pedro de Atacama por causa da concorrência da data e dos preços que aumentam no final de ano. DIA 2 – 24/12/17 (SÃO JOSÉ DO CEDRO – RESISTÊNCIA) Após o café, saímos em direção a Dionísio Cerqueira para passar pela fronteira com a Argentina. Foi tudo bem rápido. Passamos por um primeiro guichê (sem sair do carro), onde o rapaz pediu nossos documentos, o do carro e a carta verde. Também tivemos que abaixar os vidros para enxergar que éramos só em 2 e abrir o porta malas. Depois estacionamos mais a frente para fazer a Migração. Descemos até o estabelecimento para entregar os mesmos documentos e dizer para onde estávamos indo. A moça preencheu tudo com nossos dados, nos entregou o papel e pediu para que guardássemos ele para a saída do país. Ali em Bernardo de Irigoyen abastecemos no YPF. No caminho todo abastacemos lá e no Shell. Em ambos os postos pedimos a Nafta Super (equivalente a nossa gasolina aditivada). O litro custava entre 24,99 e 26,36 pesos argentinos. DICA: Já adianto que a conveniência do YPF é mais cara. Chegamos a pagar 430 pesos para comer um lanche lá. A do Shell tem um preço beeem melhor e até mais opções. Pena que não são em todos os trechos que encontramos ele. Cuidado com uma coisa que em vários lugares fazem: não colocam preço nas mercadorias. Eles decidem no caixa o quanto querem te cobrar. Chegamos a pagar o equivalente a 13 reais por 1,5L de água. Se tiverem a oportunidade de entrar nas cidades para comprar essas coisas, aproveitem. Pois sentimos bastante diferença no bolso. No trecho desse dia, pagamos 3 pedágios: dois de 20 pesos cada e um de 15 pesos. No geral as estradas te um bom pavimento e o limite de velocidade chega a 110km/h. Dá pra andar bem por causa das retas, mas tem que cuidar muito com os animais na pista. Desviamos e até tivemos que parar o carro por causa de cachorros, bois, cabras e cavalos. Usamos o app Maps.me para vermos nos mapas off-line onde tinham postos, restaurantes, pedágios e radares no caminho. Foi muito útil para programarmos quando parar para abastecer, principalmente, pois em alguns trechos demora pra encontrar um posto e as vezes ele é sem bandeira ou simplesmente está fechado. No restante do caminho, usávamos os mapas baixados do Google Maps. Em Resistência ficamos no Hotel Del Pomar. Pelas opções do booking, achamos as hospedagens disponíveis pro dia muito caras. Esse estava em “oferta” e saiu por $52 (dólares). É um hotel diferente do que estamos acostumados. Podíamos ter rodado a cidade para procurar outros que não estivessem no booking, mas sempre chegávamos muito cansados e o tempo estava curto. Nos programamos muito mal para passar o dia 24 na estrada. Os estabelecimentos fecham cedo, claro (no máximo até as 18h). Então nossa ceia foi um pacote de batata Lays e 2 cervejas. DIA 3 – 25/12/17 (RESISTÊNCIA – TILCARA) Tivemos que pagar um pedágio no Chaco. Custou 30 pesos – o mais caro que encontramos tanto na ida quanto na volta, mas nada comparado aos pedágios que pagamos nas estradas brasileiras. E outro pedágio perto de Salta. Esse saiu por 5 pesos (o mais barato). Em Monte Quemado, passando a rotatória da entrada, paramos num posto que tinha restaurante, do lado esquerdo da rodovia. Cada um comeu uma milanesa grande (frango) com salada e suco (eles estavam sem batatas, principal acompanhamento dos pratos de lá). Tudo saiu por 270 pesos. A estrada fica muito ruim por uns 30km após passar esse lugar. Muitos buracos, dava até medo pelo carro. Mas assim que passa o posto policial, tudo mudou e voltou a ter uma ótima pista. Foram 932km até chegar em Tilcara. E que cidade linda! Nos apaixonamos pela simplicidade das ruas, das pessoas...e estava bem cheia! Conforme nos aproximamos, a paisagem nos presenteia com lindas montanhas como podem ver nas fotos: Demos entrada no Hostal Antigua Tilcara. Pagamos $99 (dólares) por 2 diárias para casal. O lugar é muito aconchegante, nos sentimos em casa. Algumas coisas poderiam ser melhores: sair mais água no chuveiro e ter opções de salgado no café (um presunto e queijo estaria perfeito!). A internet não é muito boa, oscila bastante, mas deve ser por causa da localização. Descemos a rua do Hostal para dar uma volta a pé e depois jantar. Paramos no restaurante A La Playa para jantar. Dividimos uma cerveja local tipo stout chamada Tilcara. Eu comi Lomo de Lhama com creme de curry e batatas, e meu namorado pediu uma Milanesa com batatas. Tudo saiu por 440 pesos incluindo os 15 pesos da entrada (torradas com uma pasta de berinjela temperada). ALTITUDE: Tilcara encontra-se a 2465m de altitude. Já adianto que nem lá e nem no Paso de Jama (a 4200m) passamos mal. Estávamos preparados para vomitar, ter dores de cabeça, etc. Mas nosso organismo deu uma mãozinha e talvez ter feito o caminho de carro subindo aos poucos deve ter ajudado. O maior problema que enfrentamos foi o tempo seco. Nariz sangrando, olhos ardendo e boca rachada. Mesmo usando soro fisiológico, colírio e manteiga de cacau, foi difícil. De manhã e a noite é friozinho, pegamos 11 graus nesse período. Mas a tarde é quente apesar de ventar bastante. Acho que chegou a 30 graus. DIA 4 – 26/12/17 (PASSEIOS EM TILCARA) Após o café da manhã no Hostal, fomos de carro até Pucará de Tilcara e o Jardim Botânico de Altura (ficam no mesmo lugar). Estrangeiros pagam 100 pesos para entrar e ganhar um folheto/mapa explicativo como guia da visita. Neste dia as refeições foram mais econômicas, almoçamos no próprio Hostal, pois serviam combos individuais. Cada um pediu 4 empanadas + 1 Quilmes long neck, tudo por 100 pesos. A tarde fomos até Purmamarca visitar o famoso Cerro de los Siete Colores. Logo na entrada da cidade tem como estacionar o carro na rua e seguir a pé por 1 ou 2 quarteirões. Para você subir num morro de frente para o Cerro e observá-lo melhor, precisa pagar 5 pesos. É jogo rápido. A montanha é linda, claro, tem que visitar. Mas não precisa separar muito tempo para isso. Quando voltamos a Tilcara fomos passear na Plaza Alvarez Prado, a principal e onde muitos artesãos vendem suas criações. Passamos numa vendinha para comprar aquelas sopas de saquinho e um pouco de pão haha essa foi nossa janta. Aproveitamos que o Hostal tem cozinha compartilhada para dar uma economizada. DIA 5 – 27/12/17 (TILCARA – SAN PEDRO DE ATACAMA) Tchau Tilcara, tchau Argentina. Após o café, abastecemos o carro na saída da cidade (tem um YPF lá) e partimos rumo ao Paso de Jama que nos levaria ao destino principal: San Pedro de Atacama. Passamos por muuitas curvas na RN52, logo após Purmamarca. Dá medinho, mas o caminho é lindo demais! O asfalto está muito bom, o que dá mais segurança para dirigir por lá. O último posto de gasolina antes de subir o Paso de Jama fica na saída de Susques (na rodovia mesmo). Lá completamos o tanque e cada um comeu um lanche e o refri foi dividido. O “almoço” deu 170 pesos. Passamos pelas Salinas Grandes no caminho. Vale muito a pena parar para apreciar. A aduana chilena fica um pouco antes da fronteira em si. No primeiro guichê nos entregaram um papel que seria o controle dos carimbos. Estacionamos o carro e entramos. Lá dentro são 6 tramites, entra na fila do primeiro e conforme vão carimbando, eles te liberam para o próximo. Até o 4º pedem identidades ou passaporte e documento do carro. No 5º cada pessoa preenche a Migração, lá contém seus dados e se você declara estar levando mais de 10 mil dólares (ou o equivalente em outra moeda), produtos de origem animal ou vegetal ou animais de estimação. Depois de entregar a declaração eles perguntam se temos certeza do que declaramos e o último tramite é a revista do carro e das malas. Após a revista é dado o último carimbo e pode prosseguir. Todo o processo é demorado, acho que ficamos 1h lá. Já quaaaase chegando tem a Laguna Pujsa que dá uma prévia das coisas lindas que veríamos nos dias seguintes. Tínhamos reservado 4 noites no Hostal Montepardo 3 meses antes da viagem. Porém, como precisamos antecipar em 1 dia, não conseguimos entrar antes lá, já estavam cheios. Por isso a primeira noite em San Pedro dormimos no Hostal Atacama North. Foram pagos $64,26 (dólares) por um quarto com 2 camas de solteiro e banheiro compartilhado. Achei caro em vista do que estávamos pagando no caminho e do que estavam nos oferecendo. No mais, tudo bem organizado e limpo. Depois de fazer o check-in fomos a Rua Caracoles e suas transversais para fechar os passeios, trocar dinheiro, comprar água e jantar. A rua é demais! Tudo gira em torno dela: restaurantes, mercados, lojas, agências, câmbio... Pesquisamos em 4 agências e fechamos os passeios na Sun Travel (ou Yalcana) Pagamos 130.000 pesos chilenos em 3 tours para 2 pessoas: - Geysers del Tatio (4:30 as 12h com café da manhã) – incluindo Vado de Putana e o povoado Machuca - Piedras Rojas e Lagunas Altiplanicas (7h as 18:30 com café e almoço) – incluindo Salar de Atacama, Laguna Chaxa, Toconao, Socaire, Trópico de Capricórnio. - Laguna Cejar e Tebinquiche (16:30 as 20:30 com snacks e Pisco Sour) – inclui flutuação na Laguna Piedras e uma vista linda do pôr-do-sol na Tebinquiche com Pisco Sour. As entradas nos parques são a parte, nenhuma agência inclui esses valores nos passeios porque o pagamento é individual. Passarei os valores no relato de cada tour. Lá é muito comum o Menú. Geralmente ele compõe uma entrada, um prato principal (fondo ou principale) e as vezes vem bebida ou sobremesa (postre). No restaurante Paatcha (Caracoles, 140) o menu vinha acrescido de taça de vinho. Além disso pedimos 1 cerveja artesanal do tipo IPA e tudo saiu por 20.000 pesos (com 10% de atendimento chamado lá de propina ou “tips” e é opcional). A moça que nos atendeu era brasileira e nos explicou que toda noite lá você escolhe se quer 10% de desconto ou 1 Pisco Sour. Ficamos com a 1ª opção. Água lá preferimos comprar galão de 6 litros e encher nosso cantil. Pagamos 2500 pesos mas encontramos por até 1750 em alguns lugares. Convertendo, isso dá o mesmo do que pagávamos o de 1,5L na Argentina... DIA 6 – 28/12/17 (GEYSERS DEL TATIO / VADO DE PUTANA / MACHUCA) Nosso combinado no Hostal Atacama North foi: deixar paga a diária, deixar o carro estacionado na frente e as malas arrumadas dentro do quarto com a chave em cima. Assim a recepcionista poderia deixar na sala dela até voltarmos do tour e liberar o quarto para outros hóspedes, pois o check-out era 11:30 e só chegaríamos depois das 12h. Ela foi muito atenciosa em nos oferecer um lanche para levar de madrugada, já que não tomaríamos café lá. Mas recusamos, pois sabíamos que essa refeição estava inclusa no passeio também. E nos foi o suficiente. 4h da manhã acordamos, pois entre 4:30 e 5h a van da Sun Travel passaria para nos buscar rumo ao primeiro tour. É muito comum um determinado passeio não fechar número de pessoas o suficiente na agência. Quando isso ocorre, eles realocam as pessoas para ir com outra agência. Foi o que nos aconteceu no primeiro dia. Entrada por pessoa: 10.000 pesos. As 7h descemos do micro ônibus já nos Geysers e estavam deliciosos -10 graus! Fomos bem preparados com casacos, gorros, etc, pois quando fechamos o pacote o Alejandro (vendedor e guia da Sun Travel) nos alertou sobre a temperatura. O lugar é maravilhoso, e todos são avisados das regras que devem ser seguidas, pois já houve casos de pessoas que morreram no local por desatenção e desrespeito a essas regras. O guia Cristobán era muuuito animado e fez todos acordarem e se interessarem pelas explicações que ele dava. Até o momento que nem frio mais sentíamos <3 Ali mesmo, ao lado do micro, foi montada uma mesa com café, chás, pães, frios, bolos e bolachas e todos conversaram um pouco, comeram e apreciaram a vista. Em nosso tour tinham franceses, chilenos, alemães, brasileiros... Voltamos a estrada e paramos no Vado de Putana. Putana é o nome do vulcão que se vê ao fundo na próxima foto e nesse local se encontra uma ave que faz um barulho parecido com uma risada. Mais a frente, paramos no povoado Machuca, onde pudemos ficar 30 minutos livres, sem guia. Comemos um espetinho de lhama e andamos até uma igreja que tem no alto. Ao voltar para San Pedro, fomos almoçar no Sol Inti (Tocopilla, 130). O menu desse dia incluía entrada, prato principal e sobremesa. Além disso, cada um pediu uma cerveja Austral. Tudo saiu por 17.000 pesos. Buscamos nossas malas e o carro no hostal e fomos fazer o check-in no Hostal Montepardo, onde ficamos até o último dia. Eu amei lá! É muito familiar, a decoração é maravilhosa, tem 3 gatos lindos e o quarto é muito confortável. O Rodrigo nos recepcionou e nos apresentou tudo. Também se ofereceu para explicar sobre a região e ajudar nos tours. Tiramos a tarde para descansar, pois eu estava me sentindo um pouco mal. Acredito que por causa da diferença de temperatura da manhã para a tarde. E também porque vacilei em tomar pouca água só porque estava frio. Fim do dia fomos conhecer o La Frachuteria. É uma casa de croissants e pães comandada por um francês. Vale muito a pena tomar um café lá. Não é barato, mas eu mesma adoro esse tipo de comida e nunca tinha experimentado um tão bom! Cada um comeu um croissant salgado e dividimos um doce (de framboesa com chocolate branco). Eu tomei um café preto pequeno, e o Luís um com leite grande. Tudo saiu por 11.200 pesos. Eu já fui com a ideia de comprar umas lembrancinhas simples para familiares e para a gente também. Gostamos de ter em casa objetos que nos lembre constantemente da viagem. Então fomos até a Feira Artesanal ao lado da Iglesia San Pedro de Atacama. Acredito que os artesãos tem um acordo sobre os preços para não geral muita concorrência. Por exemplo, havia os mesmos objetos em todas as barraquinhas pelo mesmo valor. Uma ou outra se destacava por vender algo diferente. Roupas, decoração, acessórios, ervas, etc. Artesanato não é algo barato e acho que nem deve ser. Achei os preços bem justos. Compramos (quase) tudo o que queríamos para nós e para os outros e gastamos o equivalente a R$80,00 Para esta noite eu tinha reservado há meses o tour astronômico. Era o passeio mais esperado por mim. Ao chegar na agência SpaceObs para pagar, fui informada que estavam cancelando devido a quantidade de nuvens e a Lua cheia. Apesar de ficar muito chateada, eu entendi que é um lugar muito sério. Eles não queriam receber por um passeio do qual eu não desfrutaria completamente. Para quem não sabe, a luminosidade da Lua atrapalha a observação do céu, como o que ocorre com a luminosidade artificial que temos nas cidades. Fica para uma próxima DIA 7 – 29/12/17 (LAGUNAS ALTIPANICAS, PIEDRAS ROJAS E SALAR) De novo não conseguimos tomar café no hostal, mas o Rodrigo deixou preparado um lanche de queijo e peito de peru com uma banana e suco de maçã para cada <3 7:30 a van nos buscou. Foi um tour bem menor, com 8 pessoas. As explicações foram dadas pelo Alejandro em espanhol e inglês. Só nós 2 éramos brasileiros, a maioria eram coreanas e havia 1 italiano. Primeiro paramos no povoado de Toconao, onde observamos a igreja principal da cidade e ouvimos sobre os costumes religiosos e como a colonização espanhola influenciou neles. No caminho até a próxima parada, passamos pela marcação do Trópico de Capricórnio. Lá foi explicado como se reconhece onde está o Norte, Sul, Leste e Oeste. Depois viajamos até Socaire. Lá há um restaurante onde muitas excursões param para tomar café e/ou almoçar. Tinha café, chás, ovos mexidos, manteiga, marmelada e pães. De barriga cheia, fomos a pé até uma outra igreja. Ao voltar, seguimos até as Lagunas Altiplanicas (Mistanti e Miñiques). Ali é paga a primeira entrada do dia: 3000 pesos por pessoa. Há delimitações feitas com pedras no chão para não chegar muito perto. Já voltando sentido San Pedro, paramos para almoçar no mesmo local que tomamos café, isso já era 15:30. Estava inclusa a limonada, a entrada e o prato principal. Como em todos os lugares que servem menu do dia, você tem 2 opções de entrada para escolher e de 3 a 5 opções de prato principal. Piedras Rojas acredito ter sido o lugar que mais gostamos de visitar. A paisagem é maravilhosa e o contraste da água clara com as pedras avermelhadas é demais. Nossa última parada foi o Salar de Atacama. Para entrar lá, cada pessoa paga 2500 pesos. Observamos mais de perto os Flamingos Andinos (existem 3 espécies na região e eles explicam como as diferenciar pelas cores) e soubemos um pouco mais sobre a Artemia salina, crustáceo que é o principal alimento para os flamingos manterem sua cor. Chegamos em San Pedro por volta das 18:30. Fomos até o hotel tomar um banho e sair para jantar. Nesta noite comemos no Barros Cafe (Tocopilla, 418). Ali não tinha opção de menu completo, então fomos direto ao prato principal: o meu era um quiche de queijo gouda com cebolas caramelizadas e acompanhava salada. Do Luís era um lanche bem grande, mas não me recordo tudo o que vinha nele. Dividimos uma Pisco Sour com Rica Rica (é uma planta de gosto mentolado) e tudo saiu por 15400 pesos sempre com os 10% incluso. DIA 8 – 30/12/17 (LAGUNA CEJAR, PIEDRAS E TEBINQUICHE) Chegou nosso último dia na cidade Tomamos um café maravilhoso no Montepardo e fomos alugar uma bicicleta. Não me recordo o nome do lugar, mas fica no início da Caracoles (se vc começa-la pela rua Ignacio Carrera Pinto). Se for nesse sentido será o primeiro lugar escrito Rent a Bike a esquerda que verá. Pagamos 8000 pesos para usar as 2 bikes por 6 horas (mas ficamos bem menos que isso). Está incluso o capacete, colete verde de segurança, kit remendo de pneu, bombinha e cadeado. No dia anterior eu machuquei minha perna esquerda e estava com dor muscular. Por isso usamos a bike para ir só até Pucará de Quitor (dá uns 6km ida e volta). A entrada lá custa 3000 pesos e leva 2h aproximadamente para percorrer tudo. Devolvemos as bicicletas e finalmente conseguimos sentar no ChelaCabur (Caracoles, 212). É um pub que só toca rock e vende várias cervejas nacionais muito boas. Sempre que passávamos lá estava muuuito cheio. Acho que só pegamos mesa porque devia ter aberto há poucos minutos. A partir das 12:30 você pode pedir pizza. Eles encomendam da Pizzeria El Charrua e vc come na embalagem mesmo com guardanapos. Lá sai barato pedir garrafa tipo litrão. Tem de 3 marcas e sai por 2500 pesos cada! Mas como queríamos experimentar outras do cardápio, fomos pedindo em tamanhos menores. Tomamos umas 5 (algumas de 500ml e outras de 330ml) e pedimos pizza de mussarela. Tudo saiu por 30100 pesos. Nos empolgamos, mas pelo menos o que sobrou da pizza foi nossa janta para compensar o gasto. Voltamos para hotel para descansar e trocar de roupa, já que as 15:50 tínhamos que estar na agência para visitar a Laguna Cejar e Tebinquiche. Entrada na Cejar: 17000 pesos. É a entrada mais cara e lá nos explicaram o porque. Uma das atrações é você entrar na Laguna Piedras para flutuar, pois ela tem 9x mais sal que o mar. Como estamos sempre com protetor solar e também levamos sujeira do corpo à laguna, o tratamento daquela água sai caro para o Parque. Lá nos perguntamos: mas não era na Cejar que se entra para boiar? Pois é, entramos na Piedras. Há uma proteção em volta da Cejar, um deck de madeira com proteção de ferro para delimitar até onde podemos ir. Eu sinceramente não entendi se nunca pôde entrar lá ou se isso é recente e transferiram o “mergulho” para a Piedras, pois todas as informações e relatos que lemos antes da viagem se referiam a Cejar. Como saímos cheios de sal da laguna, pudemos tomar uma ducha (proibido usar sabonete ou shampoo) e nos trocar antes de seguir até os Ojos del Salar. Lá, em um dos “ojos”, da para mergulhar, mas precisa saber nadar (sua profundidade não é totalmente conhecida, mas estima-se ter mais de 20 metros). Então por este motivo não entramos Por último, chegamos a Tebinquiche e tínhamos uns 15 minutos para percorrer o limite em volta dela até a mesa estar posta. Enquanto apreciávamos o pôr-do-sol, comemos uns snacks (amendoins, bolachas e batatas) e tomamos a famosa Pisco Sour (tinha opção de suco para quem não bebe). De volta para San Pedro levamos esse fim de tarde maravilhoso na memória como uma despedida do dia e de lá. Queremos voltar, não deu pra ver tudo o que queríamos e o legal – ao meu ver, claro - é você realmente aproveitar a cidade. O bom de ficar mais dias seria ter pausas entre os passeios para não se esgotar muito. O sol e a secura do tempo nos deixou mais cansados do que o normal, apesar de não sentirmos os males da altitude. No relato da volta serei mais sucinta, pois as novidades já se foram. DIA 9 – 31/12/17 (ATACAMA – SANTIAGO DEL ESTERO) Antes de partir, abastecemos no posto COPEC que fica na Toconao. No Chile usamos a gasolina 93 que equivale a nossa comum aqui, enquanto a 95 seria uma aditivada (tem a 93, 95 e 97). Saímos as 8:30 e começamos a voltar. Fizemos um caminho um pouco diferente da ida e dormimos em Santiago del Estero. Nesse trecho teve apenas 1 pedágio de 5 pesos. Nos hospedamos no Hotel Ciudad que fica bem no centro. A diária saiu por $61,71 (dólares) com café e estacionamento. Após o check-in e um banho, saímos a pé para procurar um lugar aberto para comer. Quase tudo fechado e os que estavam abertos eram muito longe do hotel – não queríamos entrar no carro de novo – ou só com reserva para a ceia e festa. Até que no quarteirão de cima do hotel encontramos o Alma. É um restaurante muuuito pequeno, uma portinha na verdade com 1 mesa na calçada que faz comida árabe. Pedimos 6 esfihas, 4 blakavas de sobremesa e uma coca e pagamos 150 pesos. Deixamos 50 pesos de gorjeta para o dono, que é Sírio na verdade. E apesar de ser uma prática muito comum na Argentina, ele não queria aceitar. Insistimos e ele ficou bastante feliz. Deu um beijo e abraço em nós 2 e nos acompanhou até a calçada. Não vimos os fogos, na verdade acordamos com eles hehe DIA 10 - 01/01/18 (SANTIAGO DEL ESTERO – POSADAS) Após o café da manhã com muitas meias-luas, seguimos por mais 948km até Posadas. Tivemos 3 pedágios para pagar: dois de 30 pesos e um de 15 pesos. Dormimos no Hotel Maryland, opção mais barata que o booking nos deu para aquele dia ($52). O hotel é bem simples, até por isso achei um pouco caro pelo o que oferecia e pelo o que encontramos nos dias anteriores. Mas era confortável e era só isso que precisávamos, na verdade. De novo começamos a saga de procurar algo para comer. Tudo fechado e não queríamos comer salgado no posto. Rodamos um monte com o carro até acharmos uma pizzaria e lanchonete que nos custou apenas 80 pesos por 2 lanches e 1 coca-cola! DIA 11 - 02/01/18 (POSADAS – JARAGUÁ DO SUL) Tínhamos a opção de passar pela fronteira de Porto Xavier, de balsa. Mas resolvemos subir até Dionísio Cerqueira (mesmo lugar que entramos na Argentina) e de lá voltar pela mesma estrada até Jaraguá do Sul/SC. Tivemos só 1 pedágio de 20 pesos. Foi uma viagem tranquila apesar da chuvinha, da neblina e do trânsito que encontramos no Brasil, totalmente diferente das estradas desertas que já estávamos acostumados. Resumindo: Nosso gasto total foi de 3500 reais por pessoa para 11 dias. Podíamos ter cozinhado mais para não comer tanto fora, dormir em hostel com quarto e banheiro compartilhado, não comprar lembrancinhas, ir com mais pessoas no carro. Enfim, dá pra fazer essa viagem com menos grana ainda! Valeu demais a experiência, com certeza o que vivemos brevemente lá nos deu muitas lições sobre pessoas, valores e prioridades. Desculpem o tamanho do relato e por ter esquecido o nome de alguns lugares. Postamos mais fotos no instagram @mrlaalm e @luizion_ e se quiserem perguntar algo por aqui, ficarei feliz em poder ajudar. Beijos e até um próximo relato!
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