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_Julia

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Sobre _Julia

  • Data de Nascimento 23-01-1998

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  1. De todos, um dos eventos mais impressionantes que presenciei durante minha estadia em Israel foi o show das luzes. Não estou falando do show que acontece durante à noite na Torre de David, o Night Spectacular, mas de um que toma a Cidade Velha INTEIRA. O Festival das Luzes acontece durante as noites de verão, em junho e julho, e é simplesmente imperdível se você estiver em Israel na época. São montadas árvores e flores gigantes no lado de fora das muralhas e, nelas, são exibidas imagens que se movimentam. Dentro dos portões, músicos tocam harpas e, nas ruas de dentro, tocam seus instrumentos vestidos com coletes que lembram vagalumes. Em cada parede, um tema diferente é projetado: de líderes de Israel à águas-vivas coloridas penduradas em sua parte mais alta. Para você não se perder na cidade já escura, iluminada apenas pelas atrações, mapas com as principais atrações são distribuídas em hebraico, árabe e inglês. O melhor de tudo é que o evento é totalmente de graça e aberto ao público! De acordo com o site do evento, ele acontece entre 20h e 23h nos dias normais e entre 21h e 00h no shabat (sábado). Site do evento: https://www.lightinjerusalem.com/ Vídeo promocional: Portão de Damasco na edição de 2014: obs.: perdão pelas fotos... a qualidade da câmera e a paciência da fotógrafa não era das melhores... no youtube e no site do evento dá para ter uma noção melhor do quão incrível o festival é.
  2. Janeiro de 2019 - altíssima temporada: estava com férias para tirar no estágio e com vontade de viajar. Há meses estava pensando em fazer um mochilão pela Itália com uma amiga, que logo pôs meus pés no chão por conta do preço das passagens. No dia 20 recebi senhora promoção noticiada pelo Passagens Imperdíveis com os trechos SP x FCO x LIN x FCO x SP. Eu e meu pai compramos elas pelo Almundo e deu super certo! A promoção apareceu na página apenas quatro dias antes do embarque, deixando pouquíssimo tempo para nos programarmos. 24/01/2019 (dia 00) Viagem Rio de Janeiro - São Paulo (Gol) São Paulo - Roma (Alitalia) Saímos do Santos Dumont de manhã e chegamos no Guarulhos a tarde. O voo atrasou um pouco, mas não tinha problema, já que a viagem para Roma seria só a noite. 25/01/2019 (dia 01) Roma Nós pegamos o trem Leonardo Express (14 euros) do aeroporto internacional Leonardo da Vinci - Fiumicino de Roma até a Termini. Compramos o ticket em uma maquininha logo na área de desembarque já depois de pagar as bagagens e, na verdade, a única vantagem dele é a velocidade e o tempo menor de viagem. Fora isso... descobrimos que o ônibus é mais barato. São algumas companhias com guichês que ficam no lado de fora do terminal, vendendo os tickets por 5 ou 6 euros. Um exemplo de companhia é a Terravision. Desembarcamos na Termini e fomos direto para o hotel fazer o check in. Ele ficava à alguns quarteirões da Termini em uma área cheia de barraquinhas de souvenir e etc., mas não muito bem frequentada durante a noite. O hotel ficava em um prédio residencial e era bem antigo, mas limpo e aconchegante. O dono, um senhor bastante atencioso, nos deu um mapa da cidade e circulou as principais atrações turísticas. Ele inclusive nos indicou um supermercado subterrâneo nas redondezas com um preço mais em conta. 26/01/2019 (dia 02) Roma Acordamos bem cedo, tomamos café da manhã na Termini e descemos para o metrô. Compramos o ticket diário de transporte por 7 euros e embarcamos sentido Florentina, mas tínhamos como destino final a estação Coloseo. Já tínhamos lido sobre a imensa fila de turistas na bilheteria do Coliseu e a dica de entrarmos na do Palatino. Deu mega certo! Só haviam 3 pessoas na nossa frente e o ticket era o mesmo: Coliseu + Fórum romano + Palatino por 14 euros com validade de 2 dias. Visitamos primeiro o Coliseu e almoçamos (no Carrefour Express que fica pertinho) antes de irmos para os outros dois. Saímos do complexo no meio da tarde e demos de cara com uma avenida com estátuas de imperadores romanos, como Júlio Cesar. Ela dá na Piazza Venezia, chegando ao lado do monumento à Vittorio Emanuele, o primeiro rei da Itália unificada. Fomos andando até a Piazza Navona, local de um dos pontos do Caminho da Iluminação de Dan Brown: a do elemento água. Lá também é onde fica a embaixada brasileira na Itália - ouvi dizer que há passeios guiados às quintas (ou terças) pelo palácio. Caminhamos até o Panteão e fomos até a Campo dei Fiori e depois entremos no primeiro metrô que vimos para a Piazza del Popolo. Localizada logo em sua entrada, a igreja Santa Maria del Popolo é outro ponto do Caminho da Iluminação: terra, localizada na Capela Chigi. A última atração visitada foi a L O T A D A Fontana di Trevi (SÉRIO, CUIDADO COM OS PICK POCKETS!). Ela é bem longe da estação e rende uma boa caminhada. Já tinha anoitecido. 27/01/2019 (dia 03) Vaticano e Roma Precisávamos trocar de hotel que agora seria do outro lado da Termini, em uma região melhor localizada. Era um airbnb também em um prédio residencial, mais moderno e limpo, com snacks e chás disponíveis para os hóspedes. Como era o último domingo do mês, algumas atrações estavam gratuitas, então resolvemos usar essa oportunidade para visitarmos o Museu do Vaticano. A fila estava gigantesca, mas andou bem rápido e o museu é imperdível. Depois de sairmos, cruzamos a fronteira entre a Itália e o Vaticano e fomos na Praça São Pedro, ver o ponto do elemento ar. Seguimos até o Castel Sant'Angelo, que custou 15 euros e, na verdade, apesar de toda sua história, arquitetura e etc., fiquei um pouco decepcionada com a falta de semelhança com oque foi apresentado no filme Anjos e Demônios. Saímos de lá já a noite e fomos jantar pizza no Panteão. 28/01/2019 (dia 04) Vaticano e Roma Voltamos ao Vaticano e gastamos a manhã toda na Basílica de São Pedro - após pegar uma chuva bizarra de granizo. Assim como todas as igrejas de Roma, ela é gratuita. Saímos dela e passamos o dia visitando cada canto do Vaticano, que é bem interessante! Lanchamos em uma padaria subterrânea perto da estação de metrô Ottaviano antes de embarcamos para a Piazza di Spagna. Chamamos lá e PÁ, mas uma chuva gelada que depois se transformou em uma de granizo. Por causa do frio beirando ao insuportável, voltamos ao Vaticano e ficamos por lá o restante o dia. 30/01/2019 (dia 05) Roma Recebemos a indicação de visitar a Trastevere, mas ficamos bem decepcionados. Pode ser devido a hora e tal. O que compensou a ida foi o Gueto judaico. Milhares de judeus ficaram confinados nele e posteriormente enviados para campos de concentração ao leste. 31/01/2019 (dia 06) Roma (Fiumicino) - Milão (Linate) Desta vez nos acertamos e pegamos o ônibus até o aeroporto! A viagem foi supertranquila! Chegamos bem cedo no Fiumicino e, para nossa supresa, a Alitalia permitiu o despacho de bagagens com mais de 5h de antecedência. Todos os procedimentos de segurança foram tranquilos e rápidos e nós almoçamos em um restaurante de saladas por lá. Chegamos em Milão pelo aeroporto de Linate, mais próximo da cidade e bem menor que o de Malpensa. Demos a sorte de pegar o último ônibus para a estação central. Fizemos o check in no hotel. Foi engraçado e bastante esquisito: o check in foi feito em uma loja de rua, atendida por uns garotos na faixa dos 20 anos de idade, e o hotel ficava um pouco mais a diante, no outro lado da rua, em um prédio comercial. Era equipado com microondas, chaleira, máquina de café, torradinhas, geleias e cápsulas de café. Nós fomos achar um lugar para jantar, mas tudo nas redondezas já estava fechado. 01/01/2019 (dia 07) Milão Acordamos com neve e saímos cedo e descemos para o metrô, no outro lado da rua do hotel. Fomos para o Duomo de Milão (a estação se chama Duomo), ainda fechado. O frio estava intenso e estávamos com muita fome. Como tinha um Mc Donalds por perto decidimos que seria ali mesmo. Na verdade, acabou valendo super a pena! O croissant custava 1 euro e o chocolate quente também tinha um preço bem acessível. Tinham alguns combos de café da manhã bem bons e em conta. Terminamos de comer e fomos na Galeria Vittorio Emanuele e, uma das saídas dela, dá direto no Teatro Scala e em uma estátua do Leonardo da Vinci. Tínhamos lido sobre a Panzerotti di Luini, famosíssima e decidimos experimentar. Só que ela abre um pouco tarde, então precisávamos fazer hora. Voltamos para a área do Duomo e entramos na La Rinascente, uma loja de departamentos bem chique, mas com uma loja de várias coisas bem legais no subsolo - de canetas à decoração de cômodos. Enfim fomos comer na Panzerotti di Luini - eu pedi de Margherita e meu pai de Pistachio - e voltamos para o Duomo, já lotado e, devido ao frio, decidimos não encarar a fila. Fomos almoçar pizza na estação central e embarcamos no metrô até o Castelo de Szforzesco. Eu diria que ele é imperdível. Suas coleções são incriveis e o castelo em si é um espetáculo. O problema era o frio e o gelo no solo no lado de fora dele. Jantamos em uma cafeteria perto da estação central risoto a milanesa e frango a milanesa. Acho que um dia em Milão foi mais que o suficiente. 02/02/2019 (dia 08) Viagem interna Embarcamos para Veneza pela Italo umas 11h. A viagem foi mega tranquila e descobrimos que poderíamos descer na Mestre ao invés do nosso destino original, que era a Santa Lucia. Chegamos em Mestre e fomos fazer o check in no hotel. Tinhamos reservado após a cancela do anterior já quase no portão de embarque do Guarulhos e a sorte que tivemos logo se tornou evidente. Ok, ele estava em obras, mas nos transferiram para um "hotel irmão" dele, localizado na Corso del Popolo, a rua principal e rota do ônibus que liga Mestre a Veneza que conhecemos. Perto do hotel também tinha um Mc Donalds, lanchonetes, supermercado PAM e outra rede ainda maior e mais barata. 03/02/2019 (dia 09) Veneza Compramos o ticket diário na recepção do hotel e fomos de ônibus até a ilha, passando pela Via della Libertá, o único modo terrestre de chegar até lá. Chegamos na Piazzale Roma e subimos que estranha (rs) ponte de vidro que enfim dá acesso à ilha. Fomos andando pelas ruas e demos de cara com elas alagadas. Logo me toquei que estávamos presenciando a Acqua Alta! É um fenômeno que ocorre no inverno com a subida do nível do mar, alagando partes da cidade durante algumas horas do dia. Mas tudo é preparado para isso: são montadas passarelas nos pontos afetados e camelôs vendem "botas" de plástico para proteger os sapatos. Ainda era bem cedo e as lojas estavam fechadas. Seguimos o trajeto e chegamos na Ponte di Rialto e seguimos até a Piazza San Marco, com poças d'água. Um lugar interessante que fomos é o Theatro Italia, que fica no lado da Piazzale Roma de Veneza. É um supermercado dentro de um teatro desativado, que manteve sua arquitetura, pinturas e etc. É muito lindo! 04/03/2019 (dia 10) Veneza Fomos no triste Gueto judaico - que na verdade são dois! O vecchio e o novo. 05/03/2019 (dia 11) Veneza Enfim: SOL!!!! O dia amanheceu ensolarado e o cenário mudou totalmente! San Marco (Palácio do Dodge por fora, Ponte dos Suspiros e vista da Lagoa) Basílica de San Marco Riva degli Schiavon La Biennale Dorsoduro Accademia Museo della Musica Santa Croce 05/03/2019 (dia 11) Lagoa de Veneza (7 euros o ticket diário do Vaporetto) Murano Burano Torcello Lido Anoitecer em Veneza Vaporetto pelo Grande Canal 06/03/2019 (dia 12) Veneza Museu Naval 07/03/2019 (dia 13) Veneza Mestre - Milão (Italo) Estação central de Milão - Linate (ônibus, 6 euros) 08/03/2019 (dia 14) Linate - Fiumicino (Alitalia) Roma - São Paulo (Alitalia) 09/03/2019 (dia 15) São Paulo - Rio de Janeiro (Gol) ((((( em construção )))))
  3. Oi, Kamaral! Olha, o único problema dele é a paciência para enfrentar a fila para fazê-lo na estação. Se você tiver a paciência, andar bastante de transporte público em Jerusalém e pretender visitar outras cidades pelo país, vale a pena sim! Por exemplo, se for ao Mar Morto com a Egged, pode pedir para o condutor o "Od Chazor", ou seja, ida e volta, podendo ganhar desconto na passagem. Outra vantagem é não precisar se preocupar em ficar comprando passagem o tempo todo e poder pagá-la nos totens do "VLT".
  4. Olá! Meu primeiro relato de viagem vai ser sobre Jerusalém, cidade onde morei por alguns meses. Como não sou uma pessoa religiosa, antes de ir, e até mesmo lá, fiquei caçando dicas do que fazer na cidade, e vi que a maioria era de turismo religioso. Acredito que muita gente também não tenha essa prioridade no roteiro, então resolvi fazer algo com um foco novo. Então, como dizemos em hebraico: YALLA! Como estava no bairro de Ramot, o meu ponto de partida basicamente era a Tachaná HaMerkazit, literalmente Estação Central. Nela, você pode comprar chip de celular na loja Bug (o símbolo é uma joaninha), comer, fazer seu Rav Kav (o RioCard da cia de ônibus Egged) e viajar para várias cidades dentro do país. Site da Egged: http://www.egged.co.il/HomePage.aspx No lado de fora da estação, no outro lado da rua, tem um prático VLT, que viaja para dois sentidos: Har Herzl (Mount Herzl) ou Heil HaVir. Dividi os pontos de interesse de acordo com cada um deles. . Mount Herzl: São dois os principais pontos turísticos: o cemitério homônimo e o Yad VaShem, o Museu do Holocausto. Um fica literalmente ao lado do outro e dá para visitar gratuitamente os dois no mesmo dia. O cemitério do Mount Herzl é o cemitério nacional de Israel. Nele, estão enterrados personalidades como a maioria dos chefes de Estado e governo do país, o pai fundador do sionismo - o próprio Herzl -, vítimas do terrorismo, soldados mortos durante as guerras e até os que perderam suas vidas lutando pelos exércitos britânico e soviético durante a Segunda Guerra Mundial. O lugar é lindo, silencioso, calmo e cheio de monumentos. Túmulo de Theodor Herzl. O Yad VaShem dispensa explicações. Apesar de pesado, acredito que deve ser uma visita obrigatória. O complexo é bem grande, contendo não apenas o "museu principal", mas o lindo e triste memorial das crianças, a avenida dos Justos Entre as Nações, monumentos às comunidades judaicas europeias, à resistência e o hall onde fica a chama eterna, cercada pelos nomes dos campos de extermínio cravados no chão em hebraico e em inglês. Heil HaVir: são muitos rsrsrs Se quiser andar mais um pouco e explorar a cidade, desça na Machané Yehuda, o shuk. É simplesmente incrível a quantidade de produtos frescos, restaurantes, aromas e cores. Quinta e sexta ela fica LOTADA e fica fechada durante o shabat. Doces árabes no Machané Yehuda. Siga andando pela Reehov Yaffo, ou a Jaffa Street. Há várias lojas, pedestres e ruas interessantes. Uma das mais famosas é a clássica Ben Yehuda. Aproveite para almoçar na rua de cima, a King George. No outro lado da calçada, tem um podrão chamado HaMelech Falafel ve Schawarma, literalmente O Rei do Falafel e do Schwarma. É barato e gostoso. Se quiser uma opção mais turística - e cara - coma no Moshiko que fica bem na Ben Yehuda. Continue pela Yaffo e passe pela prefeitura, atravesse a rua e pronto: você chegou no portão de Jaffa. Ele dá acesso aos bairros muçulmano (siga em frente) e ao armênio (à direita) e você de quebra dá de cara com a Torre de David (de preferência vá a noite nela! Tem um show de luzes lindo que conta a história da cidade https://www.tod.org.il/en/the-night-spectacular/). Ambos os bairros são incríveis, mas a calmaria e o artesanato dos armênios me conquistou de primeira. O muçulmano é mais caótico e você se torna mais passível de assédio comercial por parte dos vendedores das lojas de artefatos e souvenirs, algo que enche mais o saco. Ele é consideravelmente mais movimentado também. Siga as placas - ou o fluxo - e chegue ou no Muro das Lamentações, acessível pelos dois bairros mencionados, ou ao Santo Sepulcro. A entrada de ambos é gratuita e os dois são lotados, mas lindos e obrigatórios. Ainda sobre os bairros, há o católico e o judaico, que também são bons para bater perna e admirar. Mapa da Cidade Velha Esplanada das Mesquitas: só consegui ir uma vez, e de forma rápida. Sugiro que vá vestidx adequadamente (mulheres cobrindo os ombros, a cabeça e as pernas - e isso vale para o Muro das Lamentações tb) e verifique os horários (cuidado com o Ramadã e as preces). Outro lugar interessante é a Ir/Cidade de David: fica no lado de fora da cidade velha murada e onde tem cisternas subterrâneas acessíveis para o público. Recomendo bastante! Menos para os claustrofóbicos. Também do lado de fora da cidade murada é Mamila: fica no lado de fora do portão de Jaffa. É um shopping com marcas de grife a céu aberto, bem lindo. Há lugares acessíveis de ônibus que são incríveis também: o Museu de Israel, o Knesset (Parlamento) - precisa agendar horário para visitas internas - e até o zoológico bíblico. Desses, eu acho o Museu de Israel o mais incrível. O acervo é gigante, principalmente se tratando das comunidades judaicas ao redor do mundo: do Suriname à Índia há até sinagogas replicadas. site: https://www.imj.org.il/en verifique nele os dias de gratuidade. Se não me engano, é as quintas. Sobre comidas: Israel é um país CARO, mas há opções mais em conta. COFIX, OU COFIZZ: qualquer uma das duas vende quase tudo por 6 NIS. A comida é boa, é servida rápida e take off. Ou seja, um café da manhã com um ice (o tradicional e febre é o ice coffee, mas tem de morango, chocolate, maracujá, baunilha…) e uma focaccia sai por 12 NIS. É barato, bom e alimenta. Lá vende também refeições prontas. Falafel & Shawarma: não passa dos 30 NIS e a maioria vem com um refrigerante. Vende por todo o país, principalmente nos shuks. É literalmente a marca registrada de Israel. Um clássico shawarma Outros lugares bons, mas nem tão baratos: as sorveterias Aldo e Ketsefet (essa fica na Ben Yehuda e vende outros doces, como crepe), o Aroma, a hamburgueria Burgers Bar e a padaria sensacional com uma inconfundível fachada vinho Maafe Neeman (מאפה נאמן). Sobre casa de câmbio: ou eu sacava nos vários ATM disponíveis na Machané Yehuda, ou trocava os euros (sempre dou preferência aos euros por causa das escalas na Europa) nas casas de câmbio perto da Ben Yehuda.
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