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Marcos Nakayama

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  1. RELATO TEXTÃO da minha travessia pelos lençóis maranhenses, com o grande "tchan" de ser a ideal para sedentários (que tenham disposição, claro)! (Mais fotos e outras viagens no Insta: @marcos.nak ) Você é do tipo que fica esbaforido ao subir uma duna? Eu sou, quase todo mundo é. Mas, se ao chegar ao topo e ver as lagoas, seu cansaço se transforma em encantamento e vontade de fazer de novo, então você consegue fazer este trekking! Todos os relatos que eu havia encontrado mostravam uma travessia longa de 3 dias de duração, saindo de Atins, mas eu tinha receio de ficar muito cansativo e acabar perdendo o objetivo, que era curtir, e não "sofrer"! Então, dado que eu só tinha 2 dias e estava em Santo Amaro, e depois de conversar com o guia, decidi fazer como ele indicou. Não me arrependo de jeito nenhum! Ficou assim: . 1) Fomos de Santo Amaro até a lagoa de Emendadas de quadriciclo, e lá vimos o sol nascer (14 km). A cena foi linda, e a escolha da lagoa se deu pela duna imensa, de onde se tem a vista mais panorâmica. É sério, debaixo da duna você já fica maravilhado, pela imponência. Lá de cima, não fosse o vento muito forte, poderia passar horas. Depois do belo nascer do sol, começamos a caminhada. 2) Andamos até Betânia, passando pela incrível lagoa do Junco (18 km). Eu sei, falar em andar 18 km na areia, subindo e descendo, sem sombra, parece loucura, mas eu fiz numa boa e não sei explicar por quê. É um misto de encantamento e empolgação que faz a caminhada ser fácil. Além disso, cara, cansou? É só deitar na areia e rolar, que logo vc cai numa lagoa ! A lagoa do Junco só é acessível a pé, e por isso a maior beleza do parque está exclusiva aos poucos corajosos que encaram a caminhada. No caso, eu tive ela e infinitas outras só pra mim! No caminho, encontramos ninhos de gaivotas e rastros de vários animais. Um fato interessante é que a lagoa do Junco é nova. Eu havia lido vários relatos de que a lagoa das cabras era a mais linda de todas, e o guia prometeu me levar até ela. Aí, num momento em que cruzávamos uma areia molhada com plantas, ele disse: "Você está em cima de onde já houve a lagoa das cabras!" QUIK_20180913_181331[1].mp4 3) No horário do almoço, chegamos a Betânia, onde passei a tarde e a noite. Na verdade eu nem conheci o vilarejo de Betânia, pois fiquei hospedado num restaurante isolado entre uma mata e um rio. É o mesmo restaurante onde os turistas do passeio a Betânia almoçam. Chegamos e já almoçamos. O guia disse que eu teria a tarde livre para descansar na rede e curtir o rio, mas eu não quis saber, pedi pra ir pra alguma lagoa (como se eu já não tivesse tomado muito banho de lagoa hehe). Aí (ele tinha um acordo de pegar caiaque gratuitamente no restaurante), atravessamos o rio de caiaque e ele me deixou numa lagoa incrível, onde uns turistas inconvenientes faziam algazarra . Aproveitei pra fazer uma caminhada pelas dunas ao redor, e assim que eles partiram eu tive a lagoa inteira só pra mim, onde fiquei horas curtindo, até o sol começar a descer. Foi delicioso! O guia chegou para me acompanhar no pôr do sol, subimos uma duna e ficamos até escurecer, e passamos um tempão apreciando o céu mais estrelado que já vi na vida! Ele tem um celular foda e é um excelente fotógrafo, e tirou fotos incríveis e me mostrou os planetas e as constelações num aplicativo que vc aponta pro céu e reconhece as estrelas. Depois, voltamos de caiaque pelo rio, num breu quase absoluto, pois a lua também havia se posto. Paramos um pouco de remar pra curtir o silêncio e o céu, e foi sensacional. Ao chegarmos ao restaurante, acredite!, havia uma belga e uma alemã (muçulmana, todo coberta), que também estavam em travessia e passariam a noite lá. Nosso "quarto" era uma palhoça com redes onde os clientes descansam após o almoço. Não tem paredes, o que fez as gringas passarem trezentos tipos de repelentes, mas a dona garantiu que, sabe-se lá por quê, não há pernilongos ali, e de fato nenhum inseto nos incomodou. Foi muito engraçado quando a belga subiu na rede e descobriu que a rede balança. Logo ela e a alemã estavam tomando impulso e se chocando uma na outra! É claro que eu filmei e coloquei no vídeo! QUIK_20180913_203058[1].mp4 QUIK_20180913_203058[1].mp4 4) De manhã, passeamos pela região (8 km) Depois de uma noite mal dormida na rede (não tenho costume e sou fresco pra dormir), acordei às 4h para ver o sol nascer. Mais uma vez atravessamos o rio a caiaque e subimos uma duna para apreciar o espetáculo, que infelizmente mais uma vez foi prejudicado pelas nuvens. Percebi que o dia amanhece meio nublado e as nuvens se dissipam durante a manhã. Outra coisa impressionante é a variação térmica da água, que amanhece gelada e anoitece morninha. Depois de clareado o dia, andamos 8 km pela região curtindo novas lagoas. Voltamos à hora do almoço (caiaque) e dei uma relaxada na rede e curti um pouco o rio. 5) Voltamos a Santo Amaro (9 km) Partimos às 15h30. A volta foi bem tranquila, mas como meu pé começava a reclamar, eu preferi fazer mais paradas e ficar menos tempo em cada lagoa (não se assuste, é só um pequeno cansaço). O guia me levou a uma duna alta já no fim da tarde, para curtirmos o pôr do sol. Depois que escureceu e curtimos um pouco o céu estrelado, caminhamos alguns minutos no breu total e chegou um amigo dele pra nos dar carona até a cidade. QUIK_20180913_180443[1].mp4 QUIK_20180913_180443[1].mp4 Foi uma experiência inesquecível. Cada parte teve uma importância imensa pra mim: o dia, a noite, o cansaço, o descanso, a companhia das meninas e do guia, os momentos a sós (confesso que temi sentir solidão, levei vários ebooks e filmes no celular, e nem encostei nele. Simplesmente eu consegui amar ficar horas sem pensar em nada nem ninguém, só curtindo o momento). . Os lençóis maranhenses são uma beleza única no MUNDO e mesmo assim poucos conhecem. E o que mais impressiona é a abundância de belezas, por isso quando me peguei pensando: "Ah, a lagoa X eu não gostei muito!" eu lembrei: "Isso porque são infinitas lagoas pra eu poder escolher minha favorita. Se fosse só areia e houvesse só essa lagoa X, eu diria que é incrível! Aliás, se fosse só o rio que eu pouco aproveitei já valia o passeio!" . O melhor de fazer a travessia em vez dos passeios coletivos é poder ter o contato exclusivo com a natureza, seja a areia, as lagoas, o céu, o rio, o sol... tudo está lá pra você, e sem pressa de ir embora como nos coletivos porque "temos um monte de lugar pra ir e tirar foto e aquele turista inconveniente do grupo tem que voltar mais cedo pra não perder a van"... Sabe?
  2. Marcos Nakayama

    Casa de câmbio do aeroporto Cidade do México

    Galera que conhece o México e nosso guru @michradu, Com o dólar nas alturas, vou levar reais mesmo e trocar na casa de câmbio do aeroporto, famosa pela boa cotação. Mas eu preciso me certificar de que vai estar aberta no feriado, dia 2/11. Alguém sabe como obtenho essa informação? Obrigado!
  3. Marcos Nakayama

    Feriado em Rosario

    @mcm Obrigado pelo relato! Eu vou chegar a Rosário no mesmo horário porém de um sábado. Já vi que as casas de câmbio estarão fechadas... Tem alguma no aeroporto? A compra paralela acontece onde? Obrigado!
  4. Marcos Nakayama

    O que fazer em 11 dias no México?

    @michradu valeu! Então Xochimilco não tem festividades? Pena...
  5. Marcos Nakayama

    O que fazer em 11 dias no México?

    @peresosk e @michradu me sinto honrado de receber ajuda de vocês, duas autoridades aqui no fórum! Valeu! Vou fazer como vocês sugeriram, e com isso surgiram novas questões: 1. Chego à DF no dia 2/11 de manhã, portanto terei uma tarde de festividade do dia dos mortos. Qual o melhor lugar na capital para curtir a festividade? Ir a Xochimilco é uma boa? Assim eu já mataria duas atrações do roteiro. 2. Qual(is) cenote(s) vocês elegeriam o(s) mais bonito(s) na região de Yucatan, para eu priorizar? 3. Qual(is) praia(s) de PDC e Cancún é(são) imperdível(is)? 4. Algum parque é imperdível na opinião de vocês? Esse é mais ou menos o roteiro até agora. Muito obrigado!
  6. Marcos Nakayama

    Saco do Mamanguá e Pico do Pão de Açúcar

    @dcorrea Opa, blz? Bacana seu relato! Como é a temperatura da água lá? É gelada? Valeu
  7. Marcos Nakayama

    7 dias na Suíça (o que deu certo e o que não deu!)

    @ekundera Obrigado! Olha, eu acho que os Alpes são o que a Suíça tem de melhor. Mesmo assim, os Alpes em outros países não devem ficar atrás. Conheci os Dolomiti, na Itália, e foi incrível também. Abraços.
  8. Marcos Nakayama

    Como inserir tags nos tópicos

    @Silnei Deu certo, obrigado!
  9. Marcos Nakayama

    Como inserir tags nos tópicos

    @Silnei Olá, não consegui inserir tag de relato em: https://www.mochileiros.com/topic/76640-7-dias-na-suíça-o-que-deu-certo-e-o-que-não-deu/ Obrigado
  10. Marcos Nakayama

    Lençóis Maranhenses 11/09 a 14/09

    @Taynara Asoares Como meu voo de volta é no dia 13, então eu tenho que fazer a caminhada (que dura três dias) de 10 a 12... Abcs.
  11. Marcos Nakayama

    7 dias na Suíça (o que deu certo e o que não deu!)

    Olá, povo! Da última viagem à Europa, fui a Londres, percorri a Escócia, passei por Munique e terminei com 7 dias na Suíça. Eu gosto de relatos com opinião e que mostrem o que não deu certo, acho isso importante, mas tenham em mente que gosto é bastante pessoal. Bem, teve várias informações que eu busquei por aí e não encontrei em lugar algum, por isso vou focar nelas, e vou começar com a principal. Mas antes, o roteiro: 16/04/2018 – Zurique 18/04/2018 – Lucerna 19 – 20/04/2018 – Interlaken 21 – 22/04/2018 – Zermatt Total de gastos: Contado hospedagem, transportes internos e todos os outros gastos menores, nós dois gastamos nesses 7 dias R$3494 cada um. Os dois pontos negativos: Vamos lá, direto ao maior contratempo: eu não fui à Suíça pra caminhar pelas cidades, isso eu faço em outros países pagando menos. O meu foco eram os Alpes, e a grande maioria dos programas de montanha que eu incluí no roteiro eu simplesmente não consegui fazer, porque as montanhas estavam com MUITA neve. Eu pesquisei muito sobre as estações do ano, mas tudo o que eu encontrava era: “no verão, dá pra fazer isso.... Já no inverno, dá pra fazer aquilo....”, Nenhum site falava das estações intermediárias, e eu descobri o porquê: não tem como prever como as montanhas estarão nessas épocas. Em Interlaken e Zermatt, eu pesquisei várias trilhas e passeios, e chegando lá estava tudo fechado e só me restaram os passeios de gôndola e funicular. Outro ponto negativo é que, apesar de gostar de neve, ver a montanha inteiramente branca não tem o mesmo charme do que apenas parcialmente. A nossa imensa sorte é que durante nossa estada nos Alpes não havia nenhuma nuvem no céu! Isso é muito raro por lá. Quanto ao transporte: eu fiz as contas e vi que não compensava comprar o Travel Pass. Comprei as passagens com antecedência pelo SuperSaver, e no final acabou dando certo porque tinha poucas opções de passeio. Mas se não fosse pela neve, eu iria acabar gastando muito mais para me locomover, pois, acredite, as passagens internas são muito caras! Então se vc pretende ficar livre para ir a outras cidades, conhecer mais lugares, recomendo adquirir o Travel Pass (ou cogitar alugar carro). Agora o relato: Zurique – 1 dia Passamos em Zurique o dia do festival de primavera. Foi um desfile divertido, diferente e gratuito. Como só ficamos 1 dia, só deu tempo de ver o desfile, andar pelo centro e subir até a Universidade. Esse último não acho indispensável, nós deveríamos ter subido ao mirante de Lindenhof, mas neste só fomos já de noite. Um dia é suficiente para quem quer apenas conhecer a cidade. Ficamos no City Backpacker Biber, bem localizado, quarto pequeno, mas tudo OK. Nossa alimentação nesse e em vários dias da viagem foi comida pronta de mercado (Coop) ou pão com atum e queijo que levávamos na mochila. O chocolate da Coop é uma delícia e muito barato! rsrs Fotos do Festival de Zurique Vídeo do Festival Fotos de Zurique Lucerna – 1 dia Logo cedo partimos a Lucerna onde passamos o dia. Fizemos o roteiro básico a pé: torres da muralha, leão de pedra (Löwendenkmal) e pontes. Tudo muito bonito e charmoso. Adoramos nos perder nas vielas na região da Reussbrücke. Um toque: vimos um chinês ser furtado na praça do leão de pedra. Eu já havia desconfiado dos ladrões quando um deles se aproximou da minha mochila no segundo em que a deixei sozinha no banco. Depois, eles ajudaram o chinês a tirar foto e quando saíram, o cara notou que havia perdido algo. Mas nem eu que observei a cena consegui vê-los pegando o objeto. É surreal. Hospedagem em Lucerna é muito cara! Por sorte, pegamos um quarto de Airbnb barato e muito bonito, confortável e limpo. Parecia não ser tão perto do centro, mas era sim, e a caminhada até a casa era um passeio! Os anfitriões são Rachel & Luca. Fotos em Lucerna Interlaken – 2 dias Ficamos no Happy Inn Lodge, muito bem localizado, limpo e organizado. Foi aqui que eu vi o que é de fato a pontualidade suíça: No ponto de ônibus tinha um cartaz com o horário 10h32, e o ônibus passou nesse exato MINUTO! Foi aqui também que fui bancar o espertão e não deu em nada: é que ao chegar na cidade você ganha um cartão que dá gratuidade para andar na região urbana. Nós queríamos ir a Grindelwald para subir a montanha First. Eu pensei: “em vez de pagar uma passagem do centro até lá, eu ando de graça até a última estação gratuita e lá eu compro a passagem, pois o trajeto será menor e pagarei menos”. O raciocínio foi correto, mas depois descobri que eu pagaria o mesmo em qualquer estação, pois ao apresentar o cartão você ganha o desconto da área urbana. Nesse primeiro dia, fomos a Grindelwald e subimos ao First de teleférico. A vista lá de cima é linda, e tem o famoso Cliff Walk, um corredor na lateral da montanha. Até então era meu sonho fazer essa caminhada, mas depois eu acabei gostando mais do Schilthorn - Piz Gloria, mais novo, e por isso menos famoso nos relatos e roteiros. No segundo dia, fomos até Lauterbrunnen de trem, e de lá fomos andando até a estação do Schilthorn. Foi a caminhada mais linda de toda a viagem. São quase 5 quilômetros de terreno plano, uma reta entre dois penhascos imensos cheios de cachoeiras. Ao chegar ao teleférico em Stechelherg, você sobe de teleférico por vários vilarejos até chegar ao Piz Glória (eu peguei um panfleto de desconto em algum lugar em Zurique, e guardei até esse momento. Mesmo com a validade vencida o panfleto foi aceito). Eu tentei usufruir mais do passeio parando nos vilarejos pra ver o que tinha, mas não valeu tanto a pena. E lá em cima você fica muito mais tempo do que planeja (se o tempo ajudar, claro. No nosso caso, nenhuma nuvem no céu). Lá tem uma base de vidro (não se empolgue muito, além de ser pequena, o vidro é pontilhado) e um caminho na lateral do abismo. Na volta, fizemos a pé o trajeto de Murren até Grutschalp e com isso economizamos alguns francos (já compramos sem esse trecho prevendo a caminhada) e apreciamos o momento (a paisagem deixa um pouco a desejar devido aos pinheiros que cercam toda a caminhada (esta é feita segundo a linha do trem). No terceiro dia, fizemos o único passeio aberto que ainda não havíamos feito: subir o Harder Kulm (ah, nós nem cogitamos o top of europe porque havíamos escolhido o Gornergrat). O cartão de gratuidade de transporte dava direito a um desconto nesse passeio. Eu pessoalmente não acho imperdível, principalmente porque já havíamos pagado muito caro pra subir o First e o Piz Gloria, mas era o que tinha. Na bilheteria, tem um espaço onde vivem algumas cabras montesas, pra quem quiser ver gratuitamente. Na cidade de Interlaken, adoramos passar um tempo à margem do rio Aar (tem uns banquinhos logo acima da primeira barragem no lado West). E passamos algumas horas no vilarejo de Iseltwald (que só tem um píer e nada mais, mas era de graça pra chegar rs). Fotos e vídeos no First (Grindelwald) Fotos e vídeos no Piz Gloria Fotos e vídeos em Lauterbrunnen Fotos e vídeos no Harder Kulm Zermatt – 2 dias Eu brinco que escolher hospedagem na Suíça é muito fácil, e Zermatt foi o mais exemplar: eu entrei na internet, coloquei no filtro o preço máximo que eu estava disposto a pagar e reservei na única opção que apareceu rsrs O Zermatt Youth Hostel superatendeu, mas acabou saindo bem mais caro porque eles fizeram a cobrança no cartão de crédito no dia em que eu chegaria. Aí além do IOF e a cotação estratosférica do Santander, eu fiquei com esses francos sobrando, e acabaram voltando pro Brasil. Teríamos apenas um dia inteiro, que usamos para ir até Gornergrat. O lugar deve ser lindo... sem tanta neve! Todas as trilhas da região estavam bloqueadas, e na única caminhada possível, só vimos branco! O famoso lago Riffelsee estava embaixo de neve. Apesar de muito bonito, já não havia o fator “uau” porque era a terceira vez que subíamos pra acabar vendo só neve. Então, a não ser que esteja indo no verão, recomendo escolher um passeio (pessoalmente eu gostei mais do Piz Gloria). A grande dica que posso dar sobre Zermatt além do que se encontra por aí são os três pontos que encontrei para ver o pôr do sol. O primeiro é uma curva da rua Riedweg, um pouco acima do Hotel Bella Vista Zermatt (joga no Maps). O segundo, de onde tiramos a foto, é acima do Hotel Alpenroyal. Você continua a Riedweg até chegar na curva, antes do Cervo Restaurante. Lá tem uma rampa pelo mato com uma corda servindo de corrimão. Tem um terceiro ponto que vi no Maps, mas eu não consegui chegar porque a neve impedia (!), que é na Rua Murini. Dos três o melhor parece ser o que eu fui. No último dia, vimos o sol nascer e partimos pra Genebra, de onde sairia nosso voo ao Brasil. Pôr do sol em Zermatt Fotos em Gornergrat Nascer do sol em Zermatt
  12. Marcos Nakayama

    Dicas de Belém Pará

    @Pipas Abreu Beleza? Cara, Tanto Belém quanto Marajó não têm muita diversidade de roteiros. Eu fui para lá recentemente e o que fiz de diferente dos roteiros que você vai ler é: na ilha do Combu, eu combinei com o barqueiro de fazermos um passeio pelo igarapé, pagamos 100 reais e ele ficou 1h30 rodando, mostrou a casa dele, a escola do Combu, a Assembleia de Deus (rsrs). Já em Marajó o grande dilema é qual fazenda visitar. Eu escolhi a Bom jesus por ser mais barata, mas os locais (principalmente mototaxistas) ficam tentando te convencer a fazer essa ou aquela, e vc fica perdido. Não sei de nenhuma trilha na região. Eu tinha dois dias, e o guia que me levou faz um pacote pro dia seguinte incluindo igarapés, a vila do céu (que é somente caminhar entre as casas) e a praia do pesqueiro. Como vc tem mais tempo, pode aproveitar mais as praias Barra velha e Pesqueiro. São deliciosas pra banho. Caso tenha interesse me add no insta pra ver minhas fotos. Tem um vídeo tb resumindo minha estada em Marajó: @marcos.nak Abcs
  13. Marcos Nakayama

    O que fazer em 11 dias no México?

    Oi povo! Eu sei que 11 dias é pouco, mas como somos assalariados, temos que moldar nossos sonhos às nossas limitações. Comprei um voo chegando pela CDMX e partindo por Cancún. São 11 dias inteiros (13 contando dia de chegada e partida), de 2 a 14/11. Pra compensar o pouco tempo, vou evitar perder tempo com trajetos longos (comprando passagens aéreas internas) e alugar carro quando for viável. Como a maioria dos roteiros que encontrei é pra mais dias, venho pedir ajuda para montar o meu. As minhas dúvidas por enquanto são: 1) É possível/vale a pena incluir a região interiorana no roteiro: Oaxaca e Chiapas? 2) Se não posso me dar o luxo de ver todas as principais ruínas, quais devem ser priorizadas? 3) Eu sou um viajante mais Jeri do que Porto de Galinhas, prefiro beleza natural selvagem a infraestrutura. Qual(is) praia(s) priorizar na região de Cancún? 4) Qual é viabilidade (custo de tempo/benefício) de conhecer o Nevado de Toluca, o Parque Popocatépetl-Iztaccíhuatl, Isla Contoy e Holbox? 5) Fazer passeios por conta própria (ao Chichen Itzá, por exemplo), me faz ganhar tempo e aproveitar melhor o lugar? Agradeço imensamente a quem puder contribuir a alguma dessas questões! Obrigado!
  14. @alexandresfcpg Cara, que relato massa! Valeu! Uma dúvida: a água do mar é morna ou gelada nesses lugares?
  15. Marcos Nakayama

    MÉXICO 2018 - FESTA DOS MORTOS - OUTUBRO/NOVEMBRO

    @BiraQueiroz e @MarceloAdriano-Udi , estamos indo mais ou menos na mesma época. Acabei de comprar as passagens e agora vou ver roteiro. Bora trocar informações?
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