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TMRocha

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  1. Aqui já é o contrário. Região metropolitana de BH não tem jeito. Só perde pra São Paulo em termos de engarrafamento. Sem contar que os motoristas aqui, tanto dos caminhões, quanto dos carros e os motoqueiros são tudo sem educação, costuram no trânsito e ainda são super nó cegos!
  2. @LeoRJ Muito legal. Já passei isso pra ele. O Nando faria sucesso aqui no Mochileiros, mas ele detesta escrever relatos. Aí acabou que eu estou tentando transcrever as viagens dele pra cá pro pessoal poder ver e se inspirar também! Sou doido com motos também, mas tenho um problema nas vistas, aí fica perigoso pra mim. Mesmo assim acho legal demais esse tipo de aventura sob 2 rodas.
  3. Enfim, chegamos a 25ª e última parte do meu relato sobre o intercâmbio que fiz no Uruguai. Nessa parte conto como foi o meu último dia no país, a despedida da família e também o que ocorreu durante todo o percurso de volta até chegar de novo na minha casa, no Brasil. E agora a continuação do relato... DIA 28 - Sábado [04 de Março de 2017] Acordei às 7:30h e percebi que eu com certeza dormi muito ansioso, pois deixei a cama nesse estado: Minha mala e algumas das minhas coisas também estavam espalhadas pelo quarto, por isso que dava essa impressão de tanta bagunça. Primeiro arrumei a minha cama e depois comecei a guardar as coisas na mala, mas não dei muita sorte porque ela estava voltando mais muito mais pesada do que há um mês atrás e sequer consegui colocar os souvenires dentro dela, pois eles tinham ficado em uma sacola com uma blusa enrolada nelas. Então preferi parar de mexer na mala e fui até a sala para tomar o meu café na mesa com o resto do pessoal. O Álvaro, o dono da casa tinha percebido que eu gostava de comer biscoitos e coisas doces e ele e sua esposa fizeram uma mesa bem especial de despedida pra mim, e eu, claro, não resisti e ataquei os pãezinhos! Aproveitei e até tirei uma foto junto ao pessoal que estava hospedado na casa deles ainda. Da esquerda para a direita: Álvaro, Eu, Kelsy e Stela. Após conversarmos um bocadinho eles pegaram um caderninho e perguntaram se eu não gostaria de escrever uma mensagem de despedida para eles. Abaixo estão as anotações do Míchel, pouco antes de ir embora. Eu não tinha percebido, mas até fotos nossas eles tinham tirado e já haviam deixado coladas no caderno: Como na foto não ficou nítido, então vou transcrever abaixo a mensagem que eu deixei para eles: BRASIL - THIAGO MARTINS ROCHA Montevideo, 04 de Marzo de 2017 ¡Hola! ¡Stela y Alvaro! Me gustó mucho ese mes que pasé acá en Montevideo, conoci buena parte de la ciudad, hice muchos paseos, conoci museos, parques, y decenas de lugares interesantes de la ciudad. También conoci Punta del Este, Colonia del Sacramento y Salto del Penitente, y aún tuve la oportunidad de "aprimorar" y "revisar" mi español acá en Uruguay. Fue una experiencia muy rica y increíble, me gustó mucho y su país será un hogar que siempre estará en mís memorias. Agradezco a todos por esa oportunidad. Buena suerte y que pases bién ¡Chau! Abrazos, Thiago --------------------------------------------------------------- Notas: Toda la experiencia que tuve acá estará en mi Blog [Blog Tudo Rocha] en la opción Montevideo. --------------------------------------------------------------- Para se ter uma ideia, já se hospedaram tantas pessoas na casa deles que o primeiro caderno tinha sido todo preenchido e esse já era o segundo caderno de anotações de despedidas. Assim que escrevi meu texto a Stela me ajudou com as coisas e arrumou tudo de um jeito que ela conseguiu "compactar" a maioria das coisas dentro da minha mala, pois do jeito que estava antes ela me disse que eu seria barrado no aeroporto e poderia perder todas as minhas lembrancinhas adquiridas nessa viagem. Com tudo organizado do jeito que precisava, às 10:00h saí para comprar biscoitos e passei pela Calle 18 de Julio, pela Plaza Independencia e pelos ambulantes da feirinha que estavam montando suas barracas próximo a praça da Academia Uruguay. Aqui aproveitei para ver o que estavam vendendo, pois haviam mais barraquinhas do que durante os dias de semana. Ao voltar entrei numa loja de conveniência, onde comprei os biscoitos, balas e até um alfajor para levar de presente para minha mãe a pra Luciana. Voltei tudo até próximo a Casa da Família, mas preferi passar direto e andar mais um pouco até chegar na costa, já que o apartamento deles não estava muito longe de lá. Dei uma última andada na Rambla e fiz todo o caminho de volta. Às 11:00h já estava na Casa da Família novamente! Fiquei mexendo um pouco no celular e às 12:00h almocei naquele restaurante da esquina. Pedi um Chibito al Plato, uma das comidas mais típicas do país. Veio super caprichado e estava excelente! Como a moza daqui foi a primeira que me atendeu e foi bem cordial comigo, mesmo quando eu ainda não sabia das regras e etiquetas dos restaurantes uruguaios [no caso, sequer imaginava que tinha que dar la propina quando fosse atendido em algum lugar] dei uma gorjeta bem generosa para ela, a agradeci pela atenção e informei que esse era seria o meu último dia nesse país. Ela ficou bem feliz e me agradeceu de volta. Voltei às 12:50h e fiquei esperando o carro que ia me buscar. Nesse meio tempo me despedi de vez do pessoal e entreguei para eles a chave do apartamento. Às 13:20h a Fernanda, a filha do casal chegou e nós finalmente partimos rumo ao aeroporto de Carrasco. Voltamos por todo o caminho, em sua maior parte pela Rambla, desde Montevideo até chegar no aeroporto e pelo caminho vi muitos dos lugares pelos quais eu já tinha passado antes, como o letreiro de Montevideo, o Castillo Pittamiglio, o Puerto de Buceo e por aí vai! Chegamos às 14:20h, me despedi da Fernanda e entrei no aeroporto para realizar os procedimentos de embarque, dali andei para o gate que eu precisava e comprei água [não percebi e acabei comprando água com gás por engano] e também um chocolate uruguaio em uma das lojas do aeroporto com o pouco dinheiro que ainda me restava. Ali fiquei mexendo no celular para passar o tempo. Às 17:25 meu avião partiu rumo a Guarulhos, em São Paulo. Pra passar o tempo lanchei e fique lendo uma das revistas oferecidas pela companhia aérea enquanto o avião seguia até o seu destino. Cheguei em São Paulo às 19:10h e andei rapidamente até o terminal onde a gente pega as nossas malas. Após esperar um bocado peguei minhas coisas e saí rumo ao Gate 244. Demorei um bocado para chegar até o local correto porque a sinalização estava bem confusa e quase que enfrentei a fila para o lugar errado. Após perceber meu erro segui para o lugar devido e às 20:50h cheguei no lugar onde eu realmente deveria estar. Mas tive de sair dali após pouco tempo, porque ouvi um aviso da rádio do aeroporto dizendo para irmos ao Gate 229, que estava próximo dali. Às 21:10h entramos no avião, que por algum motivo demorou para decolar e assim finalmente parti para Belo Horizonte. Como estava bem escuro, não deu nem pra tirar fotos pela janela do avião. Às 23:00h já estávamos pousando no Aeroporto de Confins. Ali segui rapidamente para a esteira para pegar a minha mala e fiquei na parte de fora do aeroporto, esperando o Filipe da Rumo certo que ia me buscar. Enquanto esperava o Filipe aproveitei para tirar uma foto do meu passaporte, que finalmente teve preenchido o seu primeiro destino internacional, com data de ida e de regresso! Às 23:54h o Filipe chegou e partirmos rumo a minha casa, em Contagem. DIA 29 (Extra) - Domingo [05 de Março de 2017] Após algum tempo embrenhando pelo caminho, às 00:50h cheguei no meu lar. Me despedi do Filipe e entrei na minha casa. Após cumprimentar meu pai e minha mãe comi uns pãezinhos que minha mãe tinha feito especialmente para mim. Como a viagem tinha sido bem longa e puxada e eu estava bem cansado, deitei em minha cama e dormi. Acordei umas 8:30h e comecei esvaziar as coisas da minha mochila. Guardei uma tonelada de papeis que tinha recebido enquanto estava passeando pelo Uruguai e esvaziei as coisas da minha mala. Também coloquei o que precisava para lavar e fui deixando as lembrancinhas e souvenires meus e também os que eu ia dar de presente para meus familiares em cima da mesa para fazer o meu "ritual" que sempre faço quando termino uma viagem. Às 10:30h tomei um banho e busquei a Lu, passeamos no Carrefour e depois voltamos para minha casa para guardarmos as coisas dela. Dali seguimos para um restaurante, onde almoçamos arroz com feijão [o dito cujo que eu já não comia há um mês] e outras delícias da culinária mineira. No caminho ainda pedimos picolé em uma sorveteria que estava pelo caminho. Ao voltarmos, após colocarmos o papo em dia a Lu, minha "arrumadora" organizou as coisas para mim e a foto oficial com boa parte dos presentes ficou assim: Aproveitamos e também tiramos a foto do meu diploma oficial desse intercâmbio que fiz no Uruguai. E por fim, as conquistas da viagem, que serão adicionadas à minha coleção: Se tiver gostado desse Relato e deseja conhecer outros, clique na Coleção abaixo e veja os que você achar mais interessantes: E para fechar com chave de ouro, minha coleção completa ficou assim: Agora sim, viagem finalizada!
  4. Chegamos a 24ª parte do relato do que fiz sobre meu intercâmbio no Uruguai. Nessa parte conto como foi a visita ao Museo Figari e ainda como foi a última atividade que realizei pela Academia Uruguay. E agora a continuação do relato... DIA 27 - Viernes, Sexta-feira [03 de Março de 2017] - Cont. Como dito, voltei para aquela rua movimentada e andei bastante, subindo tudo de volta até chegar próximo à Academia Uruguay. Para se ter uma ideia, essa era a distância que eu estava da escola: Circulado em azul: Museu do Carnaval / Circulado em Vermelho: Academia Uruguay. Então, fui andando, andando e andando mais... Passado pouco tempo eu já tinha voltado a praça da Academia, mas como ainda faltava algum tempo para começar a aula, por alguma ironia do destino olhei para alguma plaquinha enquanto passava por um prédio e descobri que eu tinha ouvido o nome desse cara durante a aula dessa manhã: Pedro Figari. No caso aqui encontrei o seu museu, de nome Museo Pedro Figari, que basicamente abrigava algumas das obras de Pedro Figari, um famoso artista uruguaio. Ele também detinha conhecimentos como artista plástico, advogado, jornalista, político, pedagogo, filósofo e escritor. Então comecei a perambular pelo local, que aliás, era gratuito. Em sua maioria reparei pinturas que pareciam mais com aquarelas, que focavam muito em danças e festividades da época. Em outra sala se destacava uma "obra" [não sei ao certo se isso era uma arte ou não] que utilizava uma grande quantidade de cordas. Mais coisas: Em algumas das paredes o museu fazia questão de frisar algum aspecto da vida desse artista ou de alguém ligado a ele, apresentando também alguns objetos e documentos utilizados por ele. E... o lugar era tão pequenininho que já tinha acabado. Dali subi as escadas e fui para o segundo andar para ver se existia mais alguma coisa interessante. Mas não encontrei nada lá, com exceção de uma parede com cores diferentes e uma sala escura com um vídeo esquisito. Então saí dali e voltei para a Academia Uruguay. Ali fique esperando dar a hora enquanto conversava com as poucas pessoas que estavam reunidas ali e em pouco tempo começou o nosso Taller de Cine, em que apresentaram para nós o filme El secreto de sus ojos. Assistimos a tudo em espanhol e sem legenda. O filme foi até bom, mas super estranho, o final então, nem se fala. Quem assistir a esse filme se surpreenderá bastante quando o filme terminar. Voltei a pé conversando com um brasileiro e até tive tempo de tirar uma foto em frente à estatua do General Artigas, na Plaza Independencia. Me despedi do colega e me embrenhei pelas ruelas de Montevideo, ali passei por alguma loja de conveniência e parei para comer uma tarta de pollo em uma loja de conveniência que estava pelo caminho. Cheguei na Casa da Família às 19:50h e fiquei mexendo no PC por mais algum tempo. Também comi um pouco de uma espécie de broa de chocolate, mas não estava muito gostosa. Pouco antes de dormir até pensei em fazer a mala, mas preferi deixar isso para ser feito na manhã do próximo dia. Amanhã seria meu último dia no Uruguai e também o dia de fazer todo o percurso de volta até a minha casa. Dia finalizado!
  5. Essa é a 23ª parte do relato do que fiz sobre meu intercâmbio no Uruguai. Nessa parte conto como foi o meu último dia de aula na Academia Uruguay e ainda como foram a visita ao Mercado del Puerto e o Museo del Carnaval. DIA 27 - Viernes, Sexta-feira [03 de Março de 2017] Acordei às 7:30h e lanchei pãezinhos dessa vez porque já estava enjoado de comer cereais pela manhã! Depois segui para a Academia Uruguay, onde teria a minha última classe do curso regular de Intercâmbio nesse país. Nesse ponto minha turma já estava bem diferente e do meu antigo grupo só restavam eu e aquela menina que ficaria um ano por aqui por conta de seu marido ser um militar do exército brasileiro a serviço em outro país. Em uma parte da aula a professora estava frisando sobre o "Lo", que muitas vezes é utilizado erroneamente pelas pessoas, e isso acontece principalmente por que elas costumam ver filmes americanos de baixa qualidade que zoam da cultura espanhola ou espano-americana e utilizam esse termo da forma errada. Por exemplo: Lo Hombre -> Incorreto - Correto = El Hombre; La Mujer. Vide mais alguns exemplos, agora em espanhol: Apesar do "Lo" também puder ser usado como um pronome, isso é um pouco mais avançado e até de difícil compreensão para quem não está habituado a estudar esse idioma, e falar errado desse jeito com os outros pode soar de forma bem pejorativa para os nativos da língua espanhola. Então é muito importante que seja evitado ao máximo possível. O "los" é utilizado para o plural do masculino: Pra quem já compreende um tiquinho de espanhol também vou deixar aqui como funcionam as regras para formar o plural das palavras nesse idioma: E como de praxe, a professora nunca esquecia de passar coisas da apostila [que era o que utilizávamos de base para seguir adiante com as matérias] e aqueles joguinhos tradicionais do Uruguai. Ao dar o intervalo entrei na Mio pela última vez e comprei um empanado, não resisti e já comecei a comer ele enquanto estava subindo as escadas da Academia mesmo. Ao dar uma bisolhada no mural percebi que ainda dava pra fazer uma atividade para esse dia, então anotei meu nome para a seguinte atividade: Taller cine-debate para às 16:30h. Ao voltar continuaram com aqueles joguinhos: e... tentaram enfiar goela abaixo mais um pouquinho da cultura uruguaia para nós! Isso era algo que eu não gostava muito por aqui. Talvez por ser um povo pouco conhecido pelo resto da América do Sul os uruguaios sentem uma vontade enorme de empurrar para a gente toda a cultura que eles possuem no menor tempo possível! O Míchel uma vez reclamou que em uma unidade mais avançada eles deixaram uma unidade inteira com foco somente sobre coisas do carnaval uruguaio e da história desse país. E claro, o que também não faltou nessa aula foram as musiquinhas. Eis aí uma bem interessante: Candomble para Figari, de Tabaré Ribero. E outra: Ocho letras, do mesmo autor. Ao acabar a aula me despedi da professora e dos colegas que restavam e segui em direção ao litoral, já que queria conhecer o Mercado del Puerto. Andei um bocado e pelo caminho encontrei um restaurante diferente para almoçar. Comi uma carne con ensalada, um prato que saiu bem em conta, já que o lugar era frequentado mais pelos nativos e não fazia parte do circuito turístico de Montevideo. Após isso segui para outra rua e continuei andando. Depois de andar mais um pouco, ao me informar com outras pessoas disseram que era melhor eu voltar para a rua que eu estava antes porque lá era mais movimentado e fácil de se localizar. Ao chegar numa praça perguntei a duas jovens bem bonitas que estavam sentadas próximas à um poste e perguntei para elas onde era o mercado do porto. Com poucas das minhas palavras elas me perguntaram se eu era brasileiro e confirmei que sim, as duas também falaram que eram do Brasil [não lembro de onde mais] e ficamos conversando por algum tempo. As duas brasileiras. Achei as duas bem educadas e receptivas e descobri que o mercado estava atrás de mim, então me despedi delas e entrei lá para ver o que esse mercado tinha por dentro. Do lado de dentro existia alguns restaurantes e também algumas lojinhas, que vendiam vestuário e lembranças para os turistas. Como eu já tinha almoçado e estava com pouco dinheiro, acabou que não comprei nada e apenas perambulei por pouco tempo dentro desse local. Como eu já estava bem perto da costa resolvi me aproximar mais do mar e por isso andei mais um pouquinho. Até tentei chegar perto, mas as ondas estavam muito fortes e ventava muito, por isso preferi sair dali e andei mais um pouco pela costa. E parei para observar uma construção avermelhada, que possuía um estilo bem diferente das outras construções uruguaias. Até que olhei para a janela e me dei conta que aqui era o Museo del Carnaval. Ao entrar dei de cara com uma lojinha, me limitei apenas a comprar um souvenir e a pagar a taxa de entrada. Ao atravessar a lojinha me dei de cara com um galpão enorme. Se por fora parecia que o lugar era todo fechadinho por dentro a gente via algo bem diferente. E comecei a explorar o lugar. O lugar contava um pouco da histórica do carnaval e das Murgas, um espetáculo típico uruguaio, também abrigava muitas das máscaras de carnaval e dos cabezudos [cabeçudos], um adorno feito de papel machê com formato de cabeça gigante, utilizado nas festividades carnavalescas de Montevideo. Em uma das áreas separadas para as exposições estavam algumas miniaturas de bonequinhos no tablado que achei bem legais. Outra sala, dessa vez com foco apenas nas fantasias carnavalescas. Apesar do galpão ser bem extenso, ele estava bem dividido e sinalizado e em cada espacinho era possível reparar alguma coisa diferente relacionada ao carnaval uruguaio. Após ver tudo isso cheguei na única divisão que existia nesse galpão, mas ao olhar de relance percebi que a área funcionava como um bar, por isso só entrei rapidamente e fiquei por pouco tempo nesse local. Na parte de trás desse galpão existia até um pequeno tablado de carnaval. Como faltava pouco tempo para às 16:00h, saí dali e andei todo o caminho de volta, até chegar a Academia Uruguay novamente, mas vou continuar o relato no próximo post, pois esse já está muito extenso e carregado.
  6. TMRocha

    Montevideo - Novembro

    @mayk.dougras Isso aí! Não deixe de postar a sua viagem aqui no Mochileiros quando você voltar.
  7. TMRocha

    Montevideo - Novembro

    @mayk.dougras Muita gente costuma levar um pouco de reais e depois trocar por pesos quando está lá. Existem muitas casas de Câmbio em Montevideo, aí você terá de analisar pela cotação mesmo. Caso tenha um pouco de dólares pode levar também, que o dólar vale ouro lá. Na época que eu estava lá cada dólar valia 39 pesos, enquanto cada real valia mais ou menos de uns 8 a 10 pesos. Agora já não sei mais como está a cotação por lá.
  8. TMRocha

    Montevideo - Novembro

    @mayk.dougras Eu trouxe a maior parte do dinheiro que levei numa doleira porque era a minha primeira viagem internacional e ainda não sabia como as coisas funcionavam e eu estava com muito medo de ter algum problema por lá. Na verdade é bem tranquilo, você só tem de tomar o cuidado de não panguar como eu. Na hora que seu dinheiro sair da máquina você já tem que retirar o cartão, porque se demora um pouco o cartão é sugado pela máquina. Leve um pouco de reais com você, ao menos para fazer os passeios porque assim o seu poder de compra aumentará bastante na hora de fechar algum passeio por lá. Quando você retira dinheiro do cartão se cobra uma taxa, não lembro ao certo quanto é, mas deve ser em torno de uns 20 ou 30 reais para cada saque. É só você sacar um valor maior na hora que não terá problema nenhum. Só não se esqueça de aqui no Brasil ainda ligar para o seu banco e pedir para liberar internacionalmente ao menos para o Uruguai pelo período que você quer ficar lá [e talvez para a Argentina também se você resolver dar uma passada por lá]. No meu caso eu usava o Santander, dê uma olhada se existem unidades do seu banco por lá. Enquanto estive no país não tive nenhum problema relacionado a assaltos ou coisa do tipo, na verdade achei tão seguro que até no centro da cidade eu andava com a minha mochila nas costas e via pessoas mexendo no celular na boa no meio das praças.
  9. TMRocha

    Montevideo - Novembro

    @mayk.dougras Eu fiz um guia completo sobre as dicas de roteiro para Montevideo. Dê uma conferida lá na minha assinatura depois. Se fosse você só evitava de olhar o meu relato sobre o que eu fiz por lá, porque aí perderia um pouco da graça das coisas. Pode ter certeza de uma coisa, conhecer o Uruguai será uma grata surpresa pra você.
  10. TMRocha

    Montevideo - Novembro

    @mayk.dougras Boa pergunta, de ônibus eu demorei uma hora e pouco, e olha que fui de bus turístico que saiu pegando todo mundo pela área central de Montevideo. Como você vai de um dia pro outro deve ficar bem tranquilo. Meu interesse por lá era apenas tirar a foto do monumento da mão, então nem andei muito pela cidade. Só fica de olho no valor da comida, separa o dobro que você separaria para comer nos outros lugares do Uruguai. A comida lá é bem cara.
  11. TMRocha

    Montevideo - Novembro

    @mayk.dougras Pode ficar tranquilo que mesmo sozinho lá é muito legal de se conhecer. Eu passei um mês sozinho por lá e gostei muito também. Só não deixe de visitar pelo menos Colonia del Sacramento e Punta del Este [ao menos pra tirar sua foto junto ao monumento Los Dedos]. Se estiver quente você pode aproveitar e fazer passeios tipo o do relato acima, para Cabo Polonio, e se estiver frio aproveita e tenta ao menos fazer os da Vinícola também. Leve um bocadinho de reais com você, se fizer isso o valor dos passeios ficará bem em conta. Caso goste de fazer passeios por agências de turismo, na Plaza Independencia tem uma agência muito boa. Se for de ônibus é bem tranquilo também.
  12. @LF Brasilia Isso aí! O mais importante é viajar! Vejo muito dos meus colegas só se embebedando, perdendo tempo e não fazendo nada. Acho que viajar é um ótimo remédio para a vida de qualquer pessoa!
  13. @LF Brasilia Eu fico feliz que comecei a viajar depois dos 20 e poucos. Ainda estou viajando pouco por conta de trabalho e estudos, mesmo assim acho que vai dar pra juntar um bocadinho de viagens até os 60 anos!
  14. Essa é a 22ª parte do relato do que fiz sobre meu intercâmbio no Uruguai. Nessa parte continuo contando como foram os nossos passeios curtos pela Ciudad Vieja, em Montevideo. Dessa vez conheceríamos o Museo de Artes Decorativas. E agora a continuação do relato... DIA 26 - Jueves, Quinta-feira [02 de Março de 2017] - Cont. Saímos do Museo Histórico Nacional e andamos pela rua, viramos na esquina, andamos mais um pouco e já chegamos ao Museo de Artes Decorativas Palacio Taranco. O Palacio Taranco é considerado a expressão mais representativa da arquitetura residencial do século XX em Montevidéu, tendo servido de moradia à família Ortiz de Taranco de 1910 a 1943, ano em que foi adquirido pelo Estado. Aualmente o Palacio Taranco abriga o Ministério da Educação e Cultura e sedia o Museu de Artes Decorativas de Montevidéu, criado em 1972, com acervo composto pelo mobiliário e pelas obras de artes da antiga residência, entre pinturas, esculturas, porcelanas e cristaleiras. Situado em frente à Plaza Zabala, em um quarteirão irregular, o museu dispõe de três pisos, sendo dois destinados à coleção permanente e o subsolo designado a abrigar itens arqueológicos, incluindo peças originais gregas, romanas e iranianas. Fonte Pesquisada: https://www.brasileirosnouruguai.com.br/pontos-turisticos-montevideu/museu-de-artes-decorativas-palacio-taranco/ E enfim, começamos o nosso passeio: Mal começamos no primeiro andar e as artes existentes na escadaria já prenderam a nossa atenção! Quando olhamos para trás aquela estátua do primeiro piso fica ainda mais imponente: Vista do lado de fora: Agora totalmente no segundo andar, começamos a explorar o casarão novamente para descobrir o que havia por aqui. Ao observar uma série de pinturas das antigas mulheres uruguaias cheguei até a comentar com a professora que achava as uruguaias de hoje em dia muito mais bonitas do que a daquela época! Apesar de existirem muitas obras pela casa, o maior foco estava no mobiliário da época colonial. A vista da parte de fora daqui de cima também era muito bonita. Voltando às acomodações... Os corredores também estavam repletos de pinturas. Em outra sala nem mesmo o chão escapou de abrigar uma obra de arte. As pinturas da parede dessa sala também ficaram legais! Outros cômodos... Como começamos pelo segundo andar, descemos as escadas e começamos a explorar o térreo. Agora a cozinha... E por fim a sala de visitas, que convenhamos, tinha pinturas magníficas! Dali fomos para o jardim que tínhamos avistado antes e entramos novamente na construção. Da mesma forma que antes, continuamos observando o mobiliário e as obras que enfeitavam esse enorme casarão. Mais pinturas... Agora faltava pouco para terminar de ver tudo. O povo de Montevideo era evoluído e mesmo no período colonial eles já tinham um sistema de se ter água fria ou quente em seus banheiros. E enfim, o último cômodo. Depois de rodar por todos os cômodos do casarão saímos dali e fomos para uma praça bem próxima de nós, a Plaza Zabala, para apreciar a arte de uma estátua. O monumento da praça era bem estiloso, mas o que mais chamava a atenção era que em cada um dos lados dele existia uma obra de arte própria ainda mais interessante. Dali seguimos até próximo da praça da Academia e nos despedimos. Do grupo que estava comigo só sobrou o alemão, que iria seguir comigo por parte do caminho, e assim que começamos a conversar um pouco tivemos um pequeno grande problema... Eu: ¡Hola! Allemão: Hallo! Allemão: Wohin gehst du? Eu: ¡Qué! ¡No te entiendo! Eu sabia falar em espanhol e entendia uma ou outra coisa de inglês [ao que parece passar esse mês quase todo por aqui falando em espanhol todos os dias já tinha feito com que o pouco que eu sabia da língua inglesa ficasse totalmente em 2º plano na minha mente. Na verdade eu já estava até começando a pensar um pouco em espanhol], já o alemão tinha chegado aqui a menos de três dias e não sabia nada de espanhol, então ele conseguia se comunicar apenas em alemão e inglês. E a gente não conseguia se entender, estava bem difícil de manter qualquer tipo de comunicação, até que tive uma ideia e disse algo mais ou menos assim para ele: - Speak in English because I understand something of English e también y voy a hablar con you en Espanish with una u otra word of English que yo supiera! E pimba! A comunicação entre nós que estava impossível de repente ficou bem simples. Apesar das frases saírem bem erradas já que eu misturava o espanhol com um pouco de inglês e ele o inglês com as poucas palavras de espanhol que ele compreendia, dava pra entender totalmente bem o que o outro queria dizer, e fomos conversando por todo o caminho até que atravessamos a Calle 18 de Julio e enfim cheguei na Calle Wilson Ferreira Aldunarte, onde nos separamos e segui para a Casa da Família. Cheguei lá às 17:20h e de cara resolvi comer um pacote de biscoitos recheados. Depois fiquei mexendo no PC e conversando com a Luciana em uma chamada de vídeo do Whatsapp. Às 20:00h saí do apartamento de novo e andei até a Bocatti, aquela lojinha que eu gostava de comer as empanadas. Pedi quatro, uma de cada sabor e gostei porque elas estavam muito gostosas. Após isso me banhei e descansei pelo resto do dia. Dia finalizado! Continua na próxima parte do relato!
  15. Essa é a 21ª parte do relato do que fiz sobre meu intercâmbio no Uruguai. Nessa parte conto como foi a minha visita ao Museo Histórico Nacional Casa de Lavalleja. E agora a continuação do relato... DIA 26 - Jueves, Quinta-feira [02 de Março de 2017] - Cont. Após reunirmos e esperarmos um pouco pra ver se chegava mais alguém começamos com o nosso passeio e seguimos a pé até o nosso objetivo, que era bem pertinho dali. Aqui conheceríamos o Museo Histórico Nacional Casa del Brigadier Gral Juan a. Lavalleja. Esse museu abriga uma casa colonial, construída em torno de 1783 e é a antiga residência da família Lavalleja. Possui ainda a biblioteca de Dr. Pablo Blanco Acevedo e a coleção de manuscritos do Museu Histórico Nacional. Estava estruturado em dois andares, em torno de dois pátios abertos. Em seu interior o museu ainda mantinha carpintarias, grelhas, pisos e revestimentos originais. E começamos a explorar o primeiro andar... A Dinora foi nos contando sobre o lugar e também algumas das coisas que aconteciam nessa época, e assim fomos observando de cômodo a cômodo desse museu. O lugar contava também com algumas estátuas e réplicas de canhões dessa época. Ao observar tudo que havia no primeiro andar subimos a escadaria e começamos a explorar o segundo piso. Dessa vez o foco maior estava nos objetos e nas pinturas de arte, e claro, em documentos oficiais da época colonial uruguaia. Pude observar até mesmo alguns símbolos bordados na bandeira do país bem estilosos. Continuando... E chegamos na última sala, que era uma espécie de "casa mobiliada ao estilo colonial da época". E fim! Achei o passeio tão rápido que até cheguei a perguntar para a professora se existia mais alguma coisa para se fazer por aqui. Ela me disse que eu poderia visitar o Mercado do Porto e também um casarão, mas como o casarão estava muito perto ela preferiu nos levar até lá pessoalmente. Como esse post ficou muito carregado estarei continuando com o relato na próxima parte.
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