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  1. Isto é um orçamento bem apertado para que quer fazer festa e curtir a noite. Entre hostel, alimentação, metrô, e um ou outro passeio que você faça durante o dia você deve gastar entre 50 e 60 Euros por dia. Sendo otimista, Multiplicando 28 dias x 50 Euros daria 1.400 Euros, ou então sendo conservador, multiplicando 60 Euros x 28 dias daria 1680 Euros só para "viver" lá. Fora os custos das passagens entre as cidades que podem lhe custar facilmente uns 100 Euros no total. E nem falamos da vida noturna! dependendo onde você for, você paga 20 ou 30 Euros só para entrar, uma long neck ou água custa 10 Euros, você pode ter que pagar táxi de 10 ou 20 para ir para casa de madrugada, etc... Fácil, fácil você gasta 50 ou 100 Euros a cada noite que você sair nestas cidades, e mesmo que você sair a noite uma vez a cada 3 dias, os seus gastos com vida noturna facilmente ficariam entre 500 ou 1.000 Euros. Ou seja, na minha opinião é um orçamento completamente fora da realidade para que quer curtir a vida noturna! Você vai gastar muito mais que isto! Até seria um orçamento viável para quem não vai querer ficar indo a baladas e festas, que tome no máximo uma ou duas cervejinhas num barzinho no final da tarde, mas não para quem quer ficar indo em baladas quase todos os dias.
  2. Você está ciente que será inverno por lá, vai ter pouco turista, provavelmente vai estar um frio insuportável de madrugada, provavelmente vai estar nevando, e que as baladas e festas podem não estar tão animadas quanto você talvez esteja imaginando, por que o pessoal fica meio intimidado pelo frio para sair? Mesmo focando em baladas, 9 ou 10 dias em Praga e Budapeste parece meio exagerado, em compensação, Berlin que é mundialmente conhecida pela sua vida noturna, você está colocando só 4 dias... Pessoalmente eu redistribuiria um pouco melhor estes dias, passando alguns dias de Budapeste e Praga para Berlin, tirar 1 dia de cada e passar para Berlin não faria falta em Praga e Budapeste.
  3. Você fala inglês? Compre numa loja de telefonia, lá a maioria dos atendentes fala inglês e pode lhe ajudar na ativação. Pelo que eu lembro, você precisa do passaporte e de um endereço para registrar o celular, pode ser o endereço do hotel.
  4. melhorei a explicação sobre a taxa de saída.
  5. Você misturou tudo e entendeu tudo errado!! IVA: IVA é o equivalente Boliviano ao ICMS e ISS, que são impostos cobrados sobre o consumo de mercadorias e serviços, ou seja, toda vez que você compra alguma coisa no supermercado, numa loja, paga diária de hotel, paga refeição num restaurante, etc, você está pagando IVA. Estrangeiros são isentos de IVA em alguns serviços, em alguns países as diárias de hotéis são isentas de IVA para estrangeiros. Mas o hotel tem que estar legalizado, com toda documentação e impostos em dia e estar credenciado pelo governo a conceder este desconto, muitos hotéis tem pendência com o governo e não conseguem se habilitar a conceder o desconto. Eu não conheço os detalhes específicos da Bolívia, mas em todos os países onde este tipo de desconto existe, basta você apresentar o seu passaporte ou documento provando que é estrangeiro no momento do check-in no hotel e solicitar o desconto do IVA, que eles já abatem o valor do IVA das diárias a ser pago. Taxa de Saída: A "Taxa de saída" existe mas é cobrada de estrangeiros que ficaram mais de 3 meses na Bolívia, ou não renovaram a estadia a cada 30 dias, uma vez que a permanência máxima como turista é de 30 dias, podendo ser renovada 2 vezes. Ou seja é uma multa para quem ficou ilegal no país. Taxa de Entrada: Existe sim é uma Taxa de Entrada na Bolívia por via aérea, que todos os estrangeiros que entram por via aérea tem que pagar desde o ano passado, e que a partir de 2019 também será cobrada dos estrangeiros que entrarem por via terrestre. Esta taxa é de 100 Bolivianos ou uns 50 Reais para quem entra via aérea, e se não me engano, já está embutido no preço da passagem aérea. Para quem entrar via terrestre, a taxa será bem menor, acho que uns 15 ou 30 Bolivianos, e será cobrada direto na fronteira.
  6. Sempre existe este risco, eu diria que as chaces estar tudo encoberto são meio-a-meio.
  7. Viajar com criança sempre é complicado, pois os pequenos se entediam fácil, e se eles estão entediados, eles conseguem acabar com a sua paciência fácil, fácil, rsss. Qual a idade das crianças? São meninos, meninas? Já que a ideia é ir para aqueles lados, um programa que pode agradar as crianças é o Prater Park em Viena. Por um motivo que eu desconheço, as meninas costumam ser apaixonadas por cavalos, e para elas a apresentação da Escola Espanhola de Equitação em Viena pode ser o ponto alto da viagem.
  8. Não precisa de visto, a autorização para entrar é concedida ou não lá no primeiro aeroporto europeu que você passar. Você só precisa apresentar passagens de volta compradas e marcadas, reservas de hospedagem, seguro saúde com validade no Espaço Schengen e cobertura de 30 mil Euros, dinheiro suficiente e condizente com o que um turista costuma fazer, e saber explicar o que você fazer lá. Ou seja, nada de complicado e caro de se conseguir. Tem várias seguradoras que você pode contratar online, você pode contratar no seu banco, corretor de seguros, agência de viagens, casa de câmbio, etc... eu gosto da www.mondial.com.br e de www.allianz.com.br Os preços não variam muito, o que varia é a cobertura maior ou menor e os serviços extras inclusos na apólice. Mas vale a pena se cadastrar no site e ler os e-mail deles, quase toda semana eu recebo um e-mails com códigos promocionais que dão algum tipo de desconto. os mais comuns são descontos de 10% ou 15%, mas também já apareceu desconto de 40% ou 2 por 1... Não é necessário comprar seguro muito antecipado, um dia antes da viagem é suficiente se você não tiver comprado ainda antes disto. isto varia muito do que você escolher. Você pode pegar um hotel bem vagabundo com diária de 40 Euros o casal, um meia-boca com diária de 60 ou 70 Euros, ou um de luxo, com diária de 300 Euros... Na hora de comer, uma refeição simples + algo para beber custa 15 a 20 Euros por pessoa, mas você pode pedir algo especial ou ir num local mais refinado e gastar 100 Euros por pessoa num jantar. Você pode ficar lá do lado de fora das atrações passando vontade e não entrar em nada e não fazer nenhum passeio e não gatar nada com ingresso, ou pode ser daquele tipo afobado, que quer fazer tudo e todos os passeios e gastar 50 euros só de ingressos e passeios todo dia. E assim por diante. Mas uma média é separar uns 20 Euros por dia para uma refeição decente por dia num restaurante simples, mais uns 10 Euros para lanches de rua ou supermercado para as demais refeições, 10 a 15 euros para passeios e ingressos, e 5 Euros para metrô. Somando tudo, daria uns 45 euros por dia para cada pessoa fora as hospedagens e passagens entre as cidades. Não é um orçamento folgado, mas também não é um orçamento apertado, onde você tenha que escolher entre o almoço e um passeio legal. hospedagem varia muito, tem diária desde 30 Euros até 300 Euros, mas um local aceitável, com quarto privativo, deve lhe custar uns 50 a 60 Euros por noite, variando um pouco para mais em algumas cidades e para menos em outras. Mas entre no www.booking.com e dê uma pesquisada nos valores para ter uma ideia, locais com nota acima de 7 no Booking.com costumam ser bons, notas abaixo de 7 já costumam ter algum problema que pode ou não lhe afetar, e locais com nota abaixo de 6, seria bom evitar.... Passagens entre cidades variam muito, mas se comprar 90 ou 120 dias antes, você consegue comprar passagem de trem de Roma a Pisa por uns 20 ou 25 Euros por pessoa, Trem de Pisa a La Spezia custa uns 12 Euros por pessoa, trem lá em cinque terre uns 2 ou 3 euros cada trecho, trem até Milão uns 20 a 30 Euros, e voo de Pisa ou Milão a Paris deve lhes custar uns 50 Euros por pessoa. Mas passagens aéreas variam muito de preço, um dia pode estar por 15 Euros, e no dia seguinte por 90 Euros... Deslocamento entre os aeroportos e centro custa entre 4 e 20 Euros por pessoal
  9. isto depende muito dos seus interesses e do que você quer ver e fazer em cada uma destas cidades. Mas se eu fosse fazer um roteiro para mim, eu ficaria 2 dias em Sevilha, 2 em Granada, 2 ou 3 em Madrid e 3 ou 4 em Barcelona, e o resto para gastar nos deslocamentos entre as cidades.
  10. O ideal é você pegar um voo de Lisboa para Barcelona, depois você vai de trem de Barcelona até Madrid, de Madrid você vai de ônibus até Granada, de Granada você vai de ônibus até Sevilha, e finalmente de Sevilha você pega um ônibus ou avião para Lisboa, dê uma olhada nos voos de Sevilha a Lisboa, as vezes o voo é mais barato que o ônibus, e você não precisa enfrentar 9 horas de ônibus com uma possível troca de ônibus em Faro. Também dá para fazer ao contrário, começando por Sevilha e terminando em Barcelona, de onde você pega o voo de volta a Lisboa ou para outro destino qualquer que você for depois.
  11. Faça valer o dinheiro gasto nas passagens até a Europa e vá para Paris. Paris não é das cidades mais baratas da Europa, mas é uma das melhores para se visitar, e cabe perfeitamente em 4 ou 5 dias. E se você se planejar bem, você consegue aproveitar Paris bem sem gastar uma fortuna. E tem uma oferta relativamente boa de voos low-cost direto de Pisa para Paris com preços acessíveis. (www.skyscanner.com.br), e também geralmente fica mais fácil e barato para voltar ao Brasil a partir de Paris. E como Cinque terre fica perto de Pisa, é mais fácil você voltar a Pisa para pegar o voo para Paris, ou então ir a Milão, e pegar o voo lá para Paris. Só tente evitar pegar aqueles horários de madrugada, as 06:00 da manhã, eles são baratos, mas você gasta um monte de dinheiro com táxi para ir ao aeroporto as 04:00 da madrugada, horário que não tem ônibus...
  12. Que horário o seu voo chega em Frankfurt? Pessoalmente eu não teria ânimo para encarrar mais 8 horas de ônibus noturno depois de já ter passado uma noite em claro no avião até Frankfurt, e de provavelmente já não ter dormido direito na noite anterior a viagem devido a ansiedade. Você vai ter 3 noites seguidas sem dormir ou dormindo muito pouco e muito mal, e quando você chegar em Berlin, você estar totalmente acabada, se arrastando por ai igual a um zumbi, sem conseguir aproveitar nada dos 2 primeiros dias em Berlin por que você simplesmente estará cansada demais, e o jetlag só pior as coisas, pois em Berlin vai ser meia noite, mas o seu corpo ainda acha que é 6 da tarde... Ou seja, é tal do barato que sai caro, você economiza 10 euros, mas estraga os dois primeiros dias de viagem. Comprando antecipado, você consegue comprar uma passagem de trem direto do aeroporto para Berlin por 19 Euros, chegando em Berlin em 4 horas, antes das 23:00, ai se você colocar mais 20 Euros em cima para um hostel, totaliza 40 Euros, só 10 euros mais caro que o ônibus e você terá uma noite de sono confortável, e irá conseguir acordar cedo e descansada para um dia cheio de atividades em Berlin, sem ficar andando por lá feito um zumbi e perder os dois primeiros dias devido o cansaço.
  13. Isto depende dos interesses de cada pessoa, depende do que vocês queiram ver e fazer lá... Tem pessoas que se contentam em tirar uma foto e já correr para o próximo local, estas dirão que 1 dia é mais que suficiente, outras querem sentar lá por horas e curtir a paisagem, estas dirão que precisa de uma semana. Mas 2 dias seria o mínimo para fazer as coisas com alguma calma e relaxar.
  14. Exato, cada empresa ou mesmo ônibus da mesma empresa mas de horários diferente param em lugares diferentes da cidade, algumas param no estacionamento em frente a Hauptbahnhof (Estação central), outros param num estacionamento na lateral da Hbf e outros ainda param na nova rodoviária que está em reforma e por sua vez também teve várias linhas realocadas para locais próximos. Então deixe bastante folga para você ter tempo de caçar o ponto do seu ônibus, pessoalmente eu não compraria um ônibus com menos de 4 horas de folga entre o horário de chegada do seu voo e a partida do ônibus. E preste atenção as instruções que aparecem no momento da compra, para ver onde pegar o ônibus. E preste atenção na duração da viagem, ela pode levar 6 horas nos horários diretos, ou então levar 13 horas nos horários que param em cada cidade pelo caminho. Detalhes de onde pegar os ônibus da Flixbus tanto no centro, como direto no aeroporto: https://www.flixbus.pt/horarios-paragens-autocarros/frankfurt-am-main?wt_eid=2153417588014082764&wt_t=1534266109671&_ga=2.64684655.1945203234.1534264817-1929413712.1534175881 Outro detalhe, 20 de Dezembro costuma ser bem frio, e geralmente tem neve, e não tem rodoviária ou local abrigado da chuva, vento e neve para você esperar e pegar o ônibus, é no meio da rua mesmo, no máximo tem uma cobertura igual ponto de ônibus, o que pode ser um problema para quem vai pegar ônibus tarde da noite no inverno, debaixo de chuva ou neve... Este ai é a foto do ponto onde você pega o ônibus
  15. Moeda em espécie sempre é um pouco mais cara, pois precisa de cofre para guardar o dinheiro, precisa contratar seguranças, precisa pagar frete e carro forte para levar e trazer o dinheiro, tem que fazer seguro do dinheiro por causa dos assaltos e roubos de carros-fortes, volta e meia aparece uma nota falsa no meio do dinheiro, etc... Já dinheiro no cartão não tem nenhum destes custos, é tudo "virtual", precisa de no máximo um computador e um funcionário para atender os clientes. Em média, moeda em espécie é uns 2% a 3% mais caro do que a mesma moeda comprada no cartão. Mas levar Euro/Dólar/Libra em espécie acaba ficando mais barato no custo final, pois comprando em espécie o imposto IOF é de somente 1.1%, no cartão o imposto é de 6.38%. Esta diferença de imposto acaba deixando o Euro no cartão um pouco mais caro depois de somar os impostos. Um exemplo, baseados em valores que eu vi agora no site da https://www.avscambio.com.br/ Venda Euro espécie: R$ 4.63, somando 1.1% de IOF, dá R$ 4.62 + R$ 0,05 = R$ 4.67 de custo final Venda Euro no cartão R$ 4.54, somando 6.38% de IOF, dá R$ 4.57 + R$ 0,29 = R$ 4.83 de custo final Ou seja, o Euro no cartão estava R$ 0,09 mais barato, mas como tem imposto maior, o custo final fica maior. Esta é uma coisa que você tem que ficar bem atento, pois se você não perguntar especificamente, muitas casas de câmbio te falam o valor do Euro no cartão que é mais barato e você acaba escolhendo ela por que era 0,03 centavos mais barato que outra casa de câmbio que te falou o preço do euro em espécie, mas ao chegar lá, descobre que aquele valor era só no cartão, e que em espécie é 0,08 mais caro, e acaba sendo mais caro do que aquela que você preteriu... Lembrando que isto é só um exemplo com os valores de agora, daqui a meia-hora os valores podem estar bem diferentes. Mas repetindo o que falei acima, apesar de ser barato levar em espécie, tem o risco dos furtos, se te furtarem a carteira com todo dinheiro dentro, você está na merda... Muita gente também não se sente confortável andando por ai com o bolso cheio de dinheiro, as pessoas acabam ficando meio paranoicas com a segurança, achando que a todo momento podem ser furtadas, etc... Pessoalmente eu levo no máximo 500 Euros em espécie comigo, é um valor que eu me sinto confortável, e que não vai me deixar em apuros se eu perder eles para um batedor de carteira. Já furtaram minha carteira no metrô de Paris, sorte era final do dia e tinha sobrado só 30 Euros e um cartão dentro dela. Eu tinha deixado o passaporte, o resto do dinheiro e outro cartão escondido dentro da mala no hotel, ai foi só voltar ao hotel e cancelar o cartão furtado, a perda se resumiu só a carteira, carteira de motorista e os 30 euros que estavam na carteira. Mas se você só tem 500 Euros, e não tem de onde tirar mais dinheiro, é bom redobrar os cuidados nos locais públicos muito movimentados e no metrô/ônibus, pois se perder os 50 ou 100 euros que estavam na sua carteira, eles podem lhe deixar em sérios apuros no final da viagem se você não tiver de onde tirar mais dinheiro.
  16. A Flybondi é uma empresa bem nova no mercado argentino, ela começou a operar somente em janeiro de 2018, a empresa tem menos de 8 meses de vida, então como é algo muito novo, dificilmente vai haver informações na internet alem das oficiais divulgadas pela própria empresa. Mas o conceito da empresa é operar voos ultra low-cost, ou seja, assentos apertados, nenhum serviço de bordo, sem bagagem despachada, cobrança para marcação de assento, operar em aeroportos secundários e longe do centro, etc... Bem ao estilo das várias low-cost (Ryanair, easyJet, Wizzair, Southwest, etc) que são bem populares na Europa e EUA. Ou seja, é um voo sem luxos e "frescuras", o objetivo é levar você da cidade A até a cidade B de forma rápida e segura, cobrando pouco. Como é uma empresa bem nova, nos primeiros meses houve bastante cancelamentos e atrasos, típicos de uma empresa que está começando do zero e onde muito coisa aina precisa ser ajustada, mas depois dos primeiros meses problemáticos, parece que agora a coisa engrenou, e aparentemente não tem mais acontecido atrasos e cancelamentos frequentes como nos primeiros meses. Outro detalhe, em Buenos Aires a Flybondi opera no aeroporto de El Palomar, que fica meio longe do centro, e é um aeroporto com um terminal de passageiros minusculo e sem muita infraestrutura, dizem parecer uma rodoviária do interior, alem de ter acesso meio complicado ao centro de Buenos Aires, dependendo muitas vezes de táxi. Novamente bem ao estilo das low-cost americanas e Europeias, que também em aeroportos secundários e muitas vezes com estrutura mínima para os passageiros, mas que ninguém reclama, pois o preço da passagem é mais barato do que nas empresas que operam nos grandes aeroportos.
  17. Euro em espécie é um pouco mais caro que no cartão, mas tem IOF menor, o que acaba compensando. Mas tem o risco de você ser furtado e perder tudo. Roma, Pisa, Amsterdam, Paris, Barcelona, Lisboa, Londres, Praga, etc são infestadas de batedores de carteira. Cartão de débito, pré-pago ou de crédito tem IOF maior, mas é mais seguro, se você perder o cartão, basta bloquear o cartão, e você não perde todo o seu dinheiro. Então é mais uma questão de preferência pessoal, cada pessoa acaba escolhendo aquela em que ela se sente mais confortável e segura. Mas independente da opção que você escolher, nunca coloque todos os ovos numa cesta só, pois se você perder a carteira ou cartão, estará na merda! Sempre tenha 2 ou 3 opções de pagamento, mesmo que concentre os gastos em uma delas, tenha outra opção, para usar caso dê alguma merda. Pode começar hoje mesmo, para ter uma ideia dos valores. Mas se possível, evite comprar cedo demais, com mais de 6 meses de antecedência, pois se depois você mudar de ideia, por qualquer motivo que seja, doença, mudança de emprego, gravidez, etc, vai custar uma fortuna cancelar ou mudar as passagens. Também não deixe para comprar muito em cima da hora, pois faltando menos de 90 dias, os preços só costumam aumentar. Para pesquisar passagens aéreas use o www.decolar.com, www.skyscanner.com.br e Google Flights, mas sempre compre direto da companhia aérea. Para pesquisar deslocamentos terrestres, use o www.rome2rio.com Compre um sim card pré-pago (pay as you go) numa loja de celular do primeiro país você visitar e contrate um bom pacote de internet, e depois pode usar sem fazer roaming nos demais países europeus. Use o seu sim card brasileiro só em caso de emergência, pois é absurdamente caro, Cada um tem seus prós e contras, você tem avaliar o que é melhor para vocês. Hostel pode ser barato, mas é privacidade zero. Hotel tem privacidade, mas pode set caro. Airbnb pode ter localização ruim, ou horário bem reduzidos para check-in, tipo você não conseguir pegar a chave se chegar as 10 da noite na cidade. Mas se você tiver um mínimo de consciência social, não reserve pelo Airbnb, eles estão destruindo e acabando com as cidades, expulsando moradores locais, para colocar no lugar turistas pagando o triplo, turistas que por sua vez sujam a cidade, sobrecarregam os meios de transporte, e não pagam um centavo de imposto para as cidades limparem a sujeirada que os turistas fazem nas cidades, em muitas cidades a vizinhança é meio hostil com os hóspedes de Airbnb...
  18. Sempre que possível tente chegar por uma cidade e voltar por outra, para isto use a opção "Varias Cidades" que todas as companhias aéreas tem em seus sites. Se chegar e voltar pela mesma cidade, não se esqueça que você tem que voltar a cidade de chegada só para pegar o voo, e que isto pode lhe custar facilmente uns 80 a 100 Euros em passagens e deslocamentos até os aeroportos. Você também não deve voltar em cima da hora, pois ai qualquer atraso ou trem/voo cancelado faz você perder o voo para o Brasil, e ai sim você está ferrado, remarcar a passagem lá na hora para outro dia custa facilmente 3 ou 4 mil reais alem daquilo que você já pagou. Então é recomendável voltar a cidade da volta no dia anterior, e isto tem outros custos, como uma diária de hotel, alimentação, metrô/ônibus, etc... Que podem facilmente somar outros 50 a 100 Euros por pessoa, sem contar que você perde um dia de viagem do seu já pouco tempo... Então ir e voltar pela mesma cidade tem que ser pelo menos uns R$ 1.000 mais barato do que ir e voltar por cidades diferentes para compensar este custo extra e tempo perdido que você vai ter voltando a cidade de chegada. A mesma lógica se aplica a comprar passagem baratas para algum outro país qualquer que não seja o seu interesse, o custo tem que ser realmente muito mais barato, coisa de R$ 1.500 a R$ 2.000 mais barato para compensar os custos adicionais e tempo perdido que você vai ter indo até os locais que realmente lhe interessam. Stop over de 3 ou 4 dias é uma ótica coisa, mas na prática, dificilmente você consegue encaixar os voos em dias que as passagens não fique muito mais caras. Ou seja, é algo que vale a pena olhar, mas que você tem que ter muito cuidado para não virar um tiro no pé, e acabe custando muito mais caro.
  19. Você não está levando em conta a variação do câmbio até Junho de 2019, ninguém sabe como vai estar daqui a um ano, a cotação pode tanto cair para R$ 4.00 e você se dar bem, ou ela subir a R$ 5.30 e você se ferrar. Então para o planejamento de uma viagem com tanta antecedência assim, quase 1 ano, é muito recomendável você ter uma folga de pelo menos uns 15% ou 20% no seu orçamento, para não chegar 3 meses antes da viagem e você descobrir que o Euro subiu para R$ 5.30 e agora você não tem mais dinheiro suficiente. Ou seja, se hoje você tem 10 Mil Reais, desconte 15% e faça as contas como se fossem somente 8.5 Mil reais, assim você já tem uma folga mínima para acomodar as flutuações do câmbio.
  20. Perto da Itália tem a Suíça e Áustria, mas são locais bem caros, e como vocês estão preocupados com os custos, talvez não fossem os locais mais indicados. Tem o sul da França também, mas também é um local meio caro. Como os locais próximos são caros, eu chutaria o balde e iria para mais longe da Itália, comprando uns 90 ou 60 dias antes, você acha voos relativamente baratos de Milão, Pisa, Florença ou Roma para Barcelona, Paris, Lisboa, Madrid, Berlin, Budapeste, Praga, etc... Todos locais que encaixariam perfeitamente em 4 ou 5 dias. Com um pouco de sorte, você acha passagem de avião numa low-cost de Roma a Barcelona mais barato do que trem de Roma a Pisa.
  21. Tem um problema nesta conta, como a maioria dos voos sai no meio da tarde ou começo da noite do Brasil, você tem que considerar que o primeiro dia de viagem você vai gastar no Brasil, finalizando os detalhes da mala, indo para o aeroporto, chegando umas 3 horas antes do voo para check-in, passar no Raio-x, Policial Federal, etc, ou seja, o primeiro dia de viagem geralmente é um dia meio perdido, onde você não consegue trabalhar e nem aproveitar nada dele. A maioria dos voos chega na Europa depois do meio-dia, até você desembarcar, passar na imigração, ir até o centro que é super longe, achar o seu hotel, fazer check-in, se acomodar no quarto, tomar m banho, geralmente já é final da tarde ou começo da noite, e o dia 02 também geralmente é um dia meio perdido, onde você não consegue fazer quase nada. Só conte com o dia 02, caso consiga comprar um dos poucos voos que chegam antes das 08:00 da manhã no destino, mas mesmo assim, até você resolver tudo e estar livre para sair, geralmente já é meio dia, e você estará cansado e com sono depois de uma noite em claro no avião, isto provavelmente já não tendo dormido direito na noite anterior ao voo devido a ansiedade. E na hora de voltar para casa, os voos mais baratos costumam sair de manhã da Europa, ou então no meio da tarde se for um voo de conexão, e novamente, dependendo do horário do voo que vocês comprarem, o dia da volta também pode ser um dia meio inútil, pois 4 horas antes do voo você tem que largar o que estava fazendo e começar a se mexer para ir ao aeroporto, o que dependendo do horário do voo, pode ser outro dia meio inútil, onde não se consegue fazer quase nada. Ou seja, os seus 15 dias, podem na verdade acabar virando somente 12 dias realmente úteis e aproveitáveis lá na Europa. Sem contar que para ter 15 dias, você teria que sair do Brasil num sábado e voltar num domingo, geralmente os dias mais caros. Muitas vezes saindo 1 ou 2 dias depois do Brasil, num domingo, segunda ou terça-feira, a passagem é R$ 1.500 mais barata. Então para quem tem orçamento apertado, evite insistir cegamente em uma viagem de 15 dias, as vezes reduzir ela para uns 14 ou 13 dias resulta numa economia enorme de dinheiro, podendo render quase metade de uma nova passagem no ano que vem. Você também não aperta um botão e num instante se materializa na cidade seguinte, toda vez que você troca de cidade você perde na melhor das hipóteses metade de um dia contando desde o momento em que começa a fazer as malas na cidade A, até o momento em que larga elas no quarto de hotel da cidade B. Isto se os meios de transporte disponíveis ajudarem, se não ajudarem muito, facilmente você perde praticamente um dia inteiro em função de ir de uma cidade a outra. 3 dias em Roma é o minimo do mínimo recomendável, só a vista ao Vaticano consome praticamente um dia inteiro, visitar o Coliseu, Fórum, Basílica de Laterano e Altare de la Patria, consome quase o segundo dia inteiro, e sobra Castel de Sant'Angelo, Fontana de Trevi, Piazza Navona, Panteão, Piazza Spagna, Trastever, etc para o terceiro dia... Então garanta que você tenha pelo menos 3 dias inteiros livres em Roma, sem considerar o dia de chegada, que geralmente é um dia meio perdido como citei acima. Pisa fica meio fora de mão para quem vem de Roma, se for pegar o trem num horário "decente" (em que você não precise acordar as 05:00 da manhã), você vai chegar em Pisa depois do almoço, e terá só a tarde livre lá, pois na manhã seguinte já teria que acordar cedinho para ir a La Spezia... Fora a Torre, em Pisa não tem tanta coisa de interessante para você visitar, então uma tarde lá estaria Ok para ir ver a Torre, mas é quase um pecado você passar pela Toscana sem parar pelo menos dia em Florença. 1 dia na Costa Amalfitana ou Cinque Terre é muito muito pouco tempo, lá é tudo longe e os meios de transporte meio demorados, você tem que reservar pelo menos uns 3 dias para ir até lá, explorar a região, e outro dia para ir embora de lá. um detalhe, se escolher Costa Amalfitana, esqueça de Pisa! Pois ficam em direções opostas, e a logística de transporte ficaria muito complicada e uma correria só mesmo com você alocando 3 dias para Costa Amalfitana. Nada é perto ou fácil da Costa Amalfitana, e nem de Cinque Terre. Se estiver na Costa Amalfitana, você terá que voltar a Roma ou Nápoles para pegar um voo para outro país, e isto vai lhe consumir um dia inteiro. Se estiver em Cinque Terre, você terá que ir a Milão ou voltar a Florença para pegar um voo ou trem para outro país, e isto também lá consumirá um dia inteiro. Ou seja, Roma + Pisa + Cinque Terre consomem 8 dias só elas (3 dias em Roma, 1 dia em Pisa, 1 dia para ir até Cinque Terre, 1 dia lá em Cinque Terre e 1 dia para ir embora de lá). Roma + Nápoles/Pompeia + Costa Amalfitana também consomem uns 8 dias(3 dias em Roma, 1 dia para ir até Sorento parando em Nápoles ou Pompeia, 2 dias na Costa Amalfitana e 1 dia para voltar a Nápoles ou Roma) E nem falei ainda de Veneza, é quase outro pecado ir a Itália e não ir a Veneza.... rsss Só a parte italiana do seu roteiro consumiria uns 9 ou 10 dias de viagem contando os 2 dias perdidos até chegar em Roma e os 8 dias gastos lá na Itália, lhe sobrando somente 4 ou 5 dias para o resto, não esqueça de descontar o dia da volta, que geralmente é um dia perdido. Ou seja, se você quer visitar tudo isto na Itália, não sobra tempo para incluir mais outros 2 países, dá para incluir no máximo somente 1 outro país. Se vocês fazem questão de visitar 3 países em 15 dias, não tem jeito, tem que cortar algo da parte italiana, ficando só com Roma e outras 2 capitais.
  22. Se você for num dia ensolarado, as paisagens serão bonitas, independente do frio. Mas para acertar um dia ensolarado, você teria que deixar para decidir lá na hora o melhor dia para ir, mas é um bate-volta maio caro, 70 ou 80 euros só de passagens para ir e voltar e mais o que você gastar com comida lá, só para ver as paisagens...
  23. Viajar no inverno sempre tem os seus riscos, você sempre pode pegar 3 ou 4 dias seguidos de mau tempo, com frio, vento e chuva intermitente, o que é horrível para os passeios. Ou se tiver sorte, você também pode pegar 7 dias de céu azul, sem uma nuvem no céu, mas muito frio de manhã cedo. Então viajando nesta época do ano, é recomendável você focar o seu roteiro mais em atividades indoor, como museus, castelos, palácios, igrejas, galerias de arte, etc... Pois com o frio e vento gelado, depois de 30 minutos na rua ou ao ar livre, você já vai estar meio desesperado para entrar num lugar quentinho abrigado no frio. Não tenho crianças, mas uma coisa que eu sempre vejo o pessoal aqui usar é aquelas capas de chuva para carrinho de bebe, alem de proteger a criança da chuva, ela também corta o vento, tem dezenas de modelos diferentes a venda na internet.
  24. Isto depende da lotação do voo. Se o voo estiver meio vazio, eles fazem "vista grossa" e deixam passar algumas mesmo estando claramente acima do limite, se o voo quase lotado, é no olhômetro, eles escolhem algumas e colocam no medidor, mas se o voo estiver lotado, ai é praticamente todo mundo que tem que colocar as malas no medidor. Mas como não tem como você saber se o voo está lotado, é melhor não arriscar. Eles não contaram neste site quanto tempo ficaram em Bruges, se não foi só 2 ou 3 horas, ou se eles não tiveram que acordar as 05:00 da manhã para pegar o trem das 06:30 e voltaram a Paris depois das 23:00 Se você estiver disposta a acordar as 05:00 da manhã para ir pegar trem, e chegar depois das 23:00 em Amsterdam, já fica mais viável, mas se não estiver disposta a estes sacrifícios, pessoalmente eu acho que é muito dinheiro e empenho para pouco proveito. Se você tem vontade de conhecer Bruges, eu sugeria dar uma ajustada no roteiro, e liberar 2 dias para você você ficar em Bruxelas. Por exemplo, você vai ficar 7 dias no total em Barcelona, cada pessoa tem os seus gostos e preferências pessoais, mas pessoalmente eu já acho isto um pouco exagerado, mesmo indo a Girona por 2 dias, daria para você tirar 1 dia de Barcelona sem prejudicar Barcelona. Se não quiser tirar de barcelona, também daria para tirar um dia de Pisa ou Basel sem prejudicar muito se você for pegar um voo ou ônibus noturno, ai somando com aquele 1 dia de Paris que você já tinha reservado a Bruges, já dá para ficar 2 dias em Bruxelas. Você pega o trem a noitinha em Paris e dorme já em Bruxelas para não perder tempo, no primeiro dia, se o clima estiver bom, você faz o bate-volta a Bruges sem preocupação com o horário, e no segundo dia, você deixa as malas na recepção do seu hotel ou no guarda-volumes da estação de trem de manhã cedo, visita Bruxelas e no final da tarde, retira as malas e pega o trem para Amsterdam. Ou se no primeiro dia o clima estiver ruim em Bruxelas/Bruges,o que é comum nesta época, você confere a previsão do tempo e inverte lá na hora, fica em Bruxelas no primeiro dia, e faz o bate-volta a Bruges no segundo dia, voltando a tempo de pegar o trem para Amsterdam.
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