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João_M

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  1. @Gabriel Tenório Compramos tudo pelo Mercado Livre. A marca do baú é Pro Tork (pagamos 100,00) e dos alforges foi sem marca mesmo (pagamos 90,00 o par). O afastador, como é caro para algumas motos (nossa, no caso), a gente mesmo mandou fazer. Compramos 2 chapas e uma barra de ferro e a oficina cobrou apenas 5,00 de mão de obra kkk. Qualquer dúvida, só perguntar✌️
  2. Oi Victor e Bruna. Que bom que vocês vão fazer uma viagem dessas. Compensa muito. Vou adicionar vocês no Whats hoje ainda.
  3. Obrigado Romero. Vale muito a pena uma viagem dessas. No Brasil, traçamos a rota com base no caminho mais perto pelo Google Maps, mas nos arrependemos um pouco, pois em alguns trechos o asfalto era precário. Se a gente fosse novamente, escolheríamos um caminho um pouco mais longo mas com estradas melhores (Passando por cidades mais conhecidas). Já na Argentina e Uruguai como as estradas são boas, compensa ir pelo mais perto mesmo. Levamos dinheiro e trocamos uma pequena parte nas fronteiras (100 reias) para imprevistos. O restante trocamos em casas de câmbio em Montevidéu e Buenos Aires. Usamos cartão mais nos locais em que tinham desconto de IVA no Uruguai (Hotel e restaurante) e também para combustível em toda a viagem. Como nossa moto não foi feita para viagens longas, foi um pouco cansativo sim kkk. No primeiro dia de viagem é tranquilo, mas nos outros a gente parava a cada 1 hora e meia para descansar. Se você for para Argentina, uma dica é tentar viajar o menos possível no Brasil, pois a viagem aqui rende bem menos por causa das estradas. Espero ter ajudado. Qualquer dúvida, é só pedir :)
  4. Com um pouco de insegurança e muita disposição, eu (João) e a Manu subimos em cima da moto e descemos a América do Sul rumo à capital da Argentina. Com um pouco de planejamento e duas semanas de tempo livre, a intenção era passar o Natal em Montevidéu e o fim de ano em Buenos Aires. Como a moto é pequena, tivemos que improvisar algumas coisas para ficarmos mais confortáveis. Para conseguir viajar por mais tempo, fizemos almofadas com espuma e tecido e prendemos no assento. Já para diminuir a vibração nos pés, que acontecia após algum tempo de viagem, costuramos espumas na sola das botas. E não poderia faltar os equipamentos padrão como a balaclava, luvas, calças e jaquetas com proteção para queda. Para a moto, levamos algumas ferramentas e vacinamos os pneus com aquele líquido selante de furos. Também levamos óleo para motor. Felizmente, não precisamos usar nada disso! 1º dia. De Guarapuava – PR até São Sepé – RS: Saímos bem cedo, lá pelas 5:00 e só paramos para tomar café, almoçar e algumas vezes para conferir no GPS do celular se estávamos no caminho certo. Mesmo assim, pegamos uma saída errada e tivemos que rodar 20km em estrada de chão com muito barro. Como a moto é uma Naked e tem pneus lisos, perdemos uma hora e com muita dificuldade chegamos ao asfalto de novo. Depois disso, começamos a prestar mais atenção nas placas. Logo após o almoço já pegamos chuva. No começo foi só garoa, mas depois foi forte e até o hotel. Pensamos em parar, mas já estávamos muito molhados mesmo usando os forros impermeáveis da roupa, então seguimos viagem para chegar no destino com o dia claro. Pousamos num hotel de beira de estrada. 740 Km percorridos. 2º dia. De São Sepé – RS até Montevidéu: Saímos de madrugada de novo pois queríamos chegar no destino o quanto antes. As roupas estavam todas molhadas e passamos muito frio com o vento. Só depois de 3 horas elas começaram a secar. Decidimos passar pela fronteira em Aceguá – RS, mesmo sem achar muitos relatos do pessoal que passa por lá. A entrada no Uruguai foi bem tranquila. Trocamos dinheiro com um rapaz na rua mesmo pois era Domingo e estava tudo fechado. As estradas do país vizinho são muito boas, porém tem poucos postos de combustível e pontos de parada. Chegamos na capital e achamos o Hostel bem fácil. Ficamos lá por 3 dias e seguimos para Buenos Aires. 693 Km percorridos. 3º dia. De Montevidéu até Buenos Aires: A intenção era subir até a fronteira dos dois países em Fray Bentos, mas a previsão era de temporal, então no dia anterior compramos as passagens de Ferry Boat pela empresa Colonia Express. Rodamos até Colonia del Sacramento de moto e de lá pegamos Ferry. Chegando em Buenos Aires queríamos passar pela avenida mais larga do mundo com a moto e ver o Obelisco, mas como o trânsito de BsAs é um pouco caótico e lento e a moto começou a esquentar muito, pois rodávamos umas 3 quadras por minuto, desistimos. Decidimos então mudar a rota e sair daquele trânsito rumo à casa que alugamos pelo AirBnb. Passamos 6 dias conhecendo a cidade, que na minha opinião foi pouco tempo. 181 Km percorridos. 4º dia. De Buenos Aires até São Borja – Rs: Estradas ótimas, todas duplicadas e com limite de velocidade de 120 Km/h e às vezes até 130Km/h. Foi o dia que mais rodamos. Na fronteira demoramos um pouco. Tivemos azar de uns ônibus chegarem na nossa frente na hora de fazer a imigração. Chegamos em São Borja lá pelas 17:00 e fomos até o centro da cidade para achar um hotel. 860 Km percorridos. 5º dia. De São Borja – RS até Passo Fundo – RS: Aproveitamos para dormir até mais tarde e descansar. Rodamos pouco nesse dia, pois tínhamos parentes em Passo Fundo e decidimos fazer uma visita e acabamos posando por lá. 380 Km percorridos. 6º dia. De Passo Fundo – RS até Guarapuava – PR: Viagem tranquila. Como a quilometragem foi pequena, não cansamos muito. 460 Km percorridos. Rodamos 3500Km no total. Felizmente com poucos imprevistos. A moto se comportou bem, fazendo uma média de 32Km/litro. A gasolina (Nafta) do Uruguai e Argentina não tem álcool e isso provavelmente contribuiu para a média alta, visto que estávamos em 2 pessoas, 2 alforges (23L cada) e um baú de 45L. Rodamos em torno de 100Km/h. Essa foi nossa primeira viagem longa de moto e, sinceramente, foi muito legal. Mesmo com o cansaço, chuva e dificuldades, o que sobra são ótimas histórias.
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