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Cyndell Floresta

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Respostas postados por Cyndell Floresta


  1. Goulartinho,

    Gostei muito do seu relato. Me chamou atenção o perrengue que passou na trilha entre Martim e Cairuçu. Em janeiro de 2017, fiz essa trilha e começou a chover, tinhamos que atravessar dois rios seguidos, separados apenas por uma pequena faixa de terra, um pouco depois de atravessar o primeiro rio veio a tromba d'agua, eu e meu companheiro na época quase morremos. Não tinha como atravessar o próximo e nem voltar, ficamos um tempão esperando enquanto a água ia subindo com a gente naquela ilhotinha. Fiquei em total pânico, fomos subindo para a água não cobrir a gente, foi então que vimos uma árvore caída (foi muita coisa de filme, ou de Deus né!) que dava a chance de atravessar de volta para Cairuçu (estavamos sem bagagem, acampando em Martim), de barriga, agarrados no tronco, conseguimos voltar.

    Ás vezes subestimamos a natureza, além disso estamos falando de Mata Atlântica, muita umidade, fora que é a serra do mar, então a declividade é grande, a quantidade e a força da água vindo lá de cima é mto forte.

    Abraço!


  2. spacer.pngQueridos mochileiros, 

    Esse relato é da minha primeira travessia, já havia feito trilhas difíceis e longas, mas uma trilha de dias de duração, foi a primeira. No ano novo de 2012/2013 fui de Trindade até Ponta Negra, acampando na Praia do Sono. Foi então que, encantada com a paisagem selvagem da região inserida em uma Unidade de Conservação, em 2015 eu e mais duas amigas resolvemos ir de Trindade até Pouso da Cajaíba. Gostaria de aproveitar e agradecer os relatos que li aqui no fórum, nos ajudaram muito nessa travessia, posso garantir que não nos perdemos nenhuma vez. Obrigada a todos que colaboram nessa rede. 

    Saímos de São Paulo bem cedo no dia 26/12/2015  de ônibus, rumo a Paraty-RJ. Pedimos ao motorista para nos deixar na entrada da Vila de Trindade, lá esperamos o ônibus Municipal de Paraty para descer até a vila. 

     

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    Ponto de ônibus na beira da Rio-Santos, entrada da Vila de Trindade.

    Na foto da esquerda para a direita: Eu, ainda estudante na graduação de Engenharia Florestal, Angela, chilena, na de medicina e a Nara também na florestal.  

    Pegamos o ônibus e descemos no último ponto, a Vila do Oratório. É lá que inicia-se a trilha para a Praia do Sono. Um sol forte, mesmo já tendo passado das 14:00, nos deixou bastante ofegantes, mas a trilha é bem demarcada e fácil. Chegando lá, nos aconchegamos num camping mais ao fim da praia, a fim de ficarmos próximas da trilha para a Praia dos Antigos, seguiríamos bem cedo no dia seguinte

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    Nem começou e já deu uma canseira kkkk.

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    Na praia do Sono, depois de desarmar nosso camping.

    De manhã, como combinado, fomos rumo a Praia da Ponta Negra. A primeira parada foi na Praia dos Antigos, lá tem uma pequena queda d'água que desemboca na praia, ficamos lá um bom tempo, estava extremamente quente e o mar era um convite irrecusável nesse paraíso.

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    Subida íngrime entre a Praia do Sono e a Praia de Antigos, já de manhã o sol castigava nossas cabeças!

     

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    Como podem ver, a Angela resolveu levar seu violão para a viagem!

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    No cantinho com sombra na praia, passamos um bom tempo curtindo a Praia dos Antigos.

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    Paraíso, sem mais.

    Chegando a Praia de Ponta Negra, acampamos no Camping da Branca, resolvemos dormir cedo, pois no dia seguinte faríamos a trilha para a Cachoeira do Saco Bravo, a ideia era passar o dia lá e dormir novamente em Ponta Negra, para só então no outro dia seguir em frente na travessia para a Praia de Cairuçu das Pedras.

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    A caminho da Cachoeira do Saco Bravo

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    Ponta Negra vista de cima.

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    Vista linda da trilha.

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    Suando muito, mas tudo muito bem compensado com essa vista verde a perder-se no horizonte. É uma satisfação enorme ver a Mata Atlântica assim S2.

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    Minhas queridas!

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    Curtindo muito fazer a trilha sem o peso dos mochilões!

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    A cachoeira do Saco Bravo é incrível, fiquei realmente impressionada com o lugar. A cachoeira fica no costão rochoso, desaguando portanto no mar. A única forma de acesso é por trilha, não há como ir de barco.

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    Reparem na proporção, o tamanho da pessoa lá embaixo.

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    Mais uma desse pico incrível. 

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    Na volta da trilha, nos deparamos com flores lindas na mata.

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    Chegamos no fim da tarde em Ponta Negra, tomamos um banho, jantamos e fomos dar uma volta para se despedir do pico.

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    Bateu uma saudade essa foto! Vista linda da Praia da Ponta Negra.

    Partimos pela manhã para Cairuçu das Pedras, a trilha é longa, mas escolhemos ir devagar e parando para curtir a trilha, demoramos cerca de quase 5 horas, com toda certeza dá pra fazer em menos tempo. Porém paramos para comer, curtir algum curso d'água que estivesse pelo caminho e cantar muito com o violão!

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    Nessa foto, estamos ainda em Ponta Negra com mochilão e violão!

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    Flor extraterrestre.

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    Pelo caminho, só as belezas da Mata Atlântica. Reparem nessa bromélia!

    Chegamos em Cairuçu das Pedras ainda de dia. A praia é lindíssima e as águas límpidas. Acampamos no quintal dos caiçaras que nos receberam super bem, o camping fica no alto. De lá, a vista da praia com o céu estrelado é um show e serviu de palco para muitas canções com o violão na única noite que passamos por lá. 

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    Uma das fotos mais lindas da viagem!!

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    No deck em frente a Cairuçu.

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    Mais uma nessa praia maravilhosa.

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    Nos munimos de banana para seguir viagem, agora, rumo a Martim de Sá para passar a virada de ano!

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    Olhem a vista de Cairuçu!!!

    Bem cedinho, partimos para Martim de Sá, nosso objetivo era passar a virada de ano lá e também ficar alguns dias (mas acabamos estendendo até o dia 12 de janeiro). A trilha foi tranquila,  quando chegamos lá, nos deparamos com o camping bem lotado. Depois de dar várias voltas, conseguimos achar um cantinho legal para armarmos nosso acampamento. Martim de Sá tem uma vibe e energia únicas, é fácil fazer amizades e logo todo mundo vira uma grande família. Nossa estada lá foi i-nes-que-cí-vel, é um verdadeiro paraíso na Terra. 

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    Parada para refrescar a caminho de Martim de Sá.

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    Impossível não parar a trilha para curtir essa água doce transparente no meio da mata! A trilha também é atração principal, tanto quanto o destino final!

    Martim de Sá tem muita coisa pra fazer, não dá pra ficar entendiado! Tem o Encontro dos Rios, a cachoeiras, além de estar num local estratégico para ir até Cairuçu, Praia da Sumaca e Pouso da Cajaíba num tempo de trilha relativamente curto.

    O ano novo foi demais, foi feita uma fogueira na praia e todo mundo do camping se reuniu para celebrar a passagem do ano, vibe indescritível da galera, o céu "estralando" de estrelas, o clima perfeito!

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    Curtindo a praia de Martim de Sá antes da grande virada.

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    Um pouco do clima de Martim de Sá!

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    Goró na mão pra não passar em branco! kkkk

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    Feliz, feliz, feliz.....

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    É disso que to falando! S2!

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    Fogueira e música.

    Os dias transcorreram com muita alegria e aventura, como disse, acabamos ficando até o dia 12 de janeiro. Nesses dias fomos conhecer a Praia da Sumaca, voltamos a Cairuçu e íamos frequentemente para Pouso da Cajaíba para pegar mais comida e bebidas e dar um alô para nossa família. O camping, assim como em Cairuçu, é bem roots, o que pra mim não é problema algum, lá não tem energia elétrica e nem sinal de celular, é uma experiência única ficar REALMENTE desconectado do mundo moderno, posso afirmar que você curte sua viagem de maneira diferente e com certeza mais intensa. A conexão com a natureza nesse lugar é muito forte e logo começa a transparecer no nosso corpo físico. Eu me sentia extremamente bem lá, sempre disposta e com muita energia! Nosso mental/emocional fica muito ZEN e você se vê sendo gentil, amável e sociável com todas as pessoas. Lugar mágico!

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    Cachu em Martim de Sá.

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    Em dia de chuva em Martim, era comer e tocar violão.

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    Camping esvaziando após a virada de ano.

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    Um pouco mais do camping.

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    Sossego em Martim.

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    Eu no canto direito de Martim de Sá, por onde parte a trilha até o Encontro dos Rios.

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    Bica no meio da praia Martim de Sá.

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    Cachoeira do escorrega, mais conhecido como escorreguinha. 10 minutos de trilha.

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    A caminho da Sumaca.

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    Trilha para a Praia da Sumaca, já estávamos próximas.

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    Na descida para finalmente chegar a Praia da Sumaca

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    Morrendo de calor, mas estamos aí!FILE0117.thumb.JPG.7200703bf706a171877b83d4d3d56d7d.JPG

    Praia da Sumaca

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    A Praia da Sumaca é ma-ra-vi-lho-sa. Dá para acampar também. Assim como em Martim, mora apenas uma família caiçara no local que dispõe de uma área para camping, também sem energia elétrica e sinal de celular: Roots!

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    Eu e a praia da Sumaca S2

    Outra grande atração de Martim de Sá é o Encontro dos rios. Um grande curso d'água que deságua direto no mar, para chegar até lá, basta pegar uma trilha rápida no canto direito da praia.

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    Angela no Encontro dos Rios.

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    Pescaria.

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    Na dúvida de pular ou não!

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    Vai que vai!

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    Vários protelando o momento do salto!

    Com tantos dias em Martim, aproveitamos e retornamos num bate-volta até Cairuçu das Pedras com toda a turma do camping!

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    Turma reunida para a foto, que lembrança! 

    Após o bate volta para Cairuçu, começava a chegar a hora de partir de Martim de Sá. Aproveitamos nossos últimos dias no paraíso para então levantar acampamento até Pouso da Cajaíba, onde pegaríamos o barco para Paraty.

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    Eu e minha irmãzinha Nara aproveitando os últimos dias em Martim.

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    Hang Loose!

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    Angela, mandando bem nos malabares.

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    Abacaxi!

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    Em Pouso da Cajaíba, aguardando a saída do barco até Paraty.

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    Depois de muitos dias, tomando um guaraná geladíssimo!

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    Pouso é uma delícia também, na próxima, pretendo acampar um dia lá antes de ir para Martim de Sá.

    Chegando em Paraty descobrimos que só tinha passagem para dali 2 dias, então aproveitamos duas noites super agitadas na cidade. O bom é que a despedida foi gradual, seria muito abrupto sair daquele lugar tão isolado, rodeado pela natureza, e já ir direto para São Paulo!

    Espero que tenham gostado do relato dessa odisseia. Recomendo muito esta aventura, estou a disposição para tirar dúvidas! Aliás, foi ótimo relembrar a viagem através desse breve relato, é o meu primeiro, então pode não estar bem estruturado, mas tentei passar um pouco da minha experiência com as fotos e os textos breves!

    No inicio deste ano (2019), fiz uma viagem de uma semana para a Praia do Puruba em Ubatuba, lugar mágico! Em breve farei o relato dessa trip! 

    Abraços, mochileiros! 

     

     

     

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