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  1. Na terceira semana de Setembro, eu e meu namorado pegamos o carro e partimos rumo à Serra de Penedo e Visconde de Mauá. Escolhemos ficar hospedados mais dias em Penedo, pelo acesso ser mais fácil às outras áreas que gostaríamos de visitar. Saímos do Rio de Janeiro umas 9h da manhã e não pegamos trânsito. Passamos por apenas um pedágio (R$15,20) na subida da Serra das Araras e chegamos em Penedo pelas 11:20h. HOSPEDAGEM Em Penedo, escolhemos ficar no Hotel da Cachoeira, que fica bem pertinho do centro (1,5km), mas possui mais tranquilidade por estar em uma área de preservação ambiental. O hotel não é da cachoeira à toa, logo atrás há uma linda cachoeira passando, porém não é apenas de utilização dos hóspedes, então sugiro aproveitar pela manhã, onde fica vazia. São 32 chalés equipados com lareira, ar-condicionado, TV Sky, wi-fi, frigobar, telefone e alguns com banheira de hidromassagem. Nós ficamos no Chalé 30 (com banheira), na parte de cima do hotel (R$290 por diária). Na área de lazer, duas piscinas (uma menor - aquecida -, e outra maior), um bar com petiscos, drinks e cervejas, saunas seca e à vapor, espaço com jogos, varandão para descanso, muito verde ao redor, e claro, a cachoeira. O hotel também disponibiliza de serviços terapêuticos opcionais e a parte, como: Reike, aula de Yoga, aromaterapia, banhos e massagens diversas, com custo à parte, além de um restaurante à La carte com carta de vinhos selecionados. O café da manhã é um amor a parte: pães, frios, bolos, frutas, salgados e doces diversos (rabanada, mini-churros, croissant de chocolate, pão de queijo, salsicha). Para beber: suco de laranja, chás, café com leite e achocolatado. Também havia iogurte com toppings: granola, cereais, etc. Caso não queira se hospedar, você pode passar o dia no Hotel da Cachoeira, desfrutando de todas as áreas de lazer com o pacote Day Use. Valores: (Seg a Qui, exceto feriados) Adulto - R$25/Criança* - R$12,50. (Sex a Dom) Adulto - R$40/Criança* - R$20 ✨ *Crianças de 03 a 12 anos. *Crianças até 02 anos não pagam (limitado para uma criança por adulto pagante). - Os consumos no bar e restaurante não estão incluídos no valor e serão cobrados separadamente. - Consulte disponibilidade para grupos e/ou feriados e datas comemorativas. PRIMEIRO DIA (16/09 - segunda-feira): Nós resolvemos aproveitar as cachoeiras de Penedo neste primeiro dia. Então, assim que chegamos em Penedo, fomos direto para elas. Eu já havia feito muitas trilhas para conhecer cachoeiras em Capitólio e São Thomé das Letras (Minas), mas não vá esperando a mesma facilidade. Falando sobre o acesso, é super tranquilo, tanto de carro ou de ônibus. As cachoeiras são lindas e, pra quem gosta de água gelada, são uma ótima opção para um dia inteiro. As cachoeiras de Penedo não são as melhores da região, na minha opinião, mas pra conhecer é válido. Visitamos: Cachoeira de Deus: Para chegar nela, você vai ter que estacionar e caminhar um pouco pela mata, mas não muito. Pergunte a alguém no caminho como faz para chegar lá, pois não tem indicação na pequena trilha (geralmente vai ter um senhor vendendo alguma coisa). Mas é a mais bonita de todas, pois a queda d'água é maior. Ela tem um poço para banho e um pequeno tobogã natural na saída das águas. Três Bacias: Formada por três pequenas quedas formando, em cada uma delas, uma bacia. Poço das Esmeraldas: Localizada a cinquenta metros das Três Bacias, há o Poço das Esmeraldas, de águas verdes, excelente para nadar. Três cachoeiras: É a cachoeira de mais fácil acesso, e por isso mesmo, mais frequentada. As Três Cachoeiras são formadas por quedas d´água seguidas. Fomos então, finalmente conhecer um pouquinho do Centro de Penedo, começando pela Pequena Finlândia e depois, paramos para tomar um chopp no Bar do Fritz (super recomendo a régua de chopps por R$12,90, nem eu acreditei no valor). À noite, escolhemos o rodízio de fondue na pedra do Restaurante Querência. Ele custa R$65,90 por pessoa e sua degustação inicia pelos fondues de queijo - com acompanhamentos como pão, cenoura, batata e couve-flor - e de carne - com dois tipos bovinos, frango, lombo suíno e diversos molhos. Quando você acha que não cabe mais nada na barriguinha, o fondue de chocolate chega acompanhado de biscoitinhos champanhe, uva, morango, banana e abacaxi. E sim, você pode comer quantas vezes quiser, basta solicitar a reposição do item desejado. O restaurante funciona todos os dias de 11h as 23h (Fondue a partir das 18h) e fica bem no centrinho de Penedo. Ele possui estacionamento próprio e espaço infantil. Além do Fondue, também servem diversos pratos com bons preços e atendimento impecável. Não deixem de visitar! SEGUNDO DIA (17/09 - terça-feira): No segundo dia, acordamos cedinho, tomamos café e fomos até o Parque Nacional do Itatiaia. Um dos melhores, se não, o melhor passeio que fizemos. Nós pagamos R$17 por pessoa + R$16 pelo estacionamento (R$50) e foi muito tranquilo circular de carro por lá. O Parque, que fica na Serra da Mantiqueira, tem altitude que varia entre 700 e 2791 metros acima do nível do mar, sendo este ponto mais alto o Pico das Agulhas Negras. Ele tem mais de 30 mil hectares e faz parte dos estados do Rio de Janeiro (que possui a maior parte do Parque) e Minas Gerais, chegando até a divisa com São Paulo. Além disso, ele é divido em duas partes, a Parte Baixa e a Parte Alta. Nós só visitamos a parte baixa, a parte alta é mais para trilheiros e aventureiros. Fomos seguindo o mapinha que nos foi entregue na portaria e parando o carro em cada atrativo. O caminho é muito gostoso, com muito verde ao redor. O forte da parte baixa do parque são as cachoeiras. O mergulho não é fácil, as águas são muito geladas, então precisa ter disposição. Mas as caminhadas pelas trilhas são leves, geralmente com menos de 600m de distância e, num ritmo bem tranquilo, você chega aos principais atrativos. Resolvemos fazer o caminho de trás para frente, então fomos em direção à Ponte do Maromba. Estacionamos por ali (há sanitários no local) e descemos um lance de escadas que nos levaria até a Piscinal Natural do Maromba. Que cenário maravilhoso! Logo após, seguimos a pé para o outro lado da ponte, subimos alguns lances de escadas e achamos uma bifurcação: Cachoeira Itaporani e Cachoeira Véu de Noiva. Escolhemos primeiro a Itaporani por ser mais longa (520m) e depois fomos visitar a Véu de Noiva (260m). Depois, voltamos pro carro e fomos até o Centro de Visitantes. No local há exposições com acervos botânico, zoológico e petrológico, além de outras informações sobre o parque. Então, seguimos para o Lago Azul, um lindo poço com águas cristalinas. Para acessá-lo deve-se percorrer uma curta trilha à pé e descer uma escadaria com aproximadamente 120 degraus. Há uma segunda opção de trilha, mais longa e sem degraus, mas optamos pelas escadas. A última parada foi no Mirante do Último Adeus, que oferece uma vista panorâmica do parque, do Vale do rio Campo Belo e da Serra do Mar. Como fomos no mês de setembro e durante a semana, a água estava gelada e atraía pouquíssimas pessoas para um mergulho. No verão deve ficar bem mais movimentado. Em contrapartida, chove mais nessa época e é preciso tomar cuidado com as perigosas trombas d’água. Além das cachoeiras e demais atrações relatadas, você também pode visitar os Três Picos, que é uma trilha mais pesada, por ser íngreme em quase toda sua extensão de 6km, por isso você precisa de um guia e quase o dia inteiro para fazer esta trilha. À noite, resolvemos conhecer o Sr. Duíche. Chegando em Penedo eu vi o restaurante e achei o nome super criativo, além de ser uma hamburgueria artesanal, coisa que eu amo. Lá, os hambúrgueres são criados a partir de experiências culturais e gastronômicas: histórias, pessoas e lugares fazem parte das receitas inspiradas em pratos típicos de todas as regiões do Brasil. São mais de 20 receitas diferentes! Eu pedi o Sr. Costela (R$35,90) e o Felipe, o Sr. Churrasco (R$36,90), acompanhados de batata rústica e mandioca frita. Destaque para o catchup de goiaba delicioso. Para beber, tomamos uma cerveja artesanal. Além do sabor inconfundível, o Chef João Fernandes criou o canal no Youtube Viajando no Hamburguer, onde apresenta suas viagens pelo Brasil e as criações das receitas de hambúrgueres inspiradas na culinária típica de cada região. O restaurante abre de terça a domingo, de 18h as 23h. TERCEIRO DIA (18/09 - quarta-feira): Na quarta-feira, resolvemos fazer um bate-volta na Serrinha do Alambari. A partir do pórtico de Penedo, seguimos por aproximadamente 5km pela estrada que leva a Mauá até encontrar uma placa indicando a Serrinha. A partir dela, percorremos mais 5km e chegamos a uma praça. Nesse trajeto, o Google Maps nos ajudou. Então, vêm outros 2km até o Camping Club do Brasil (onde ficam a maior parte das cachoeiras). Vale ressaltar que o caminho até ao camping não é dos melhores: há muitos buracos, mas estávamos de Celta 1.0 e rolou. Quem não vai acampar pode pagar R$14 (baixa temporada) pelo day use do espaço, que inclui, além das cachoeiras, um espaço para fazer lanches, usar o banheiro e descansar. Dentre as cachoeiras, visitamos o Poço das Esmeraldas, Poço Dourado e Poço do Bananal. A cerca de 2,5km de estrada de terra toda esburacada novamente, está a propriedade onde ficam os poços do Céu e dos Dinossauros. Nós não visitamos! A entrada sai a R$35 no mínimo (pagamento em dinheiro apenas/peguei valor em um blog). À noite resolvemos sair um pouco do convencional e ir experimentar um rodízio de comida japonesa. O Kazoku fica bem pertinho da Pequena Finlândia, ao lado do Bar da Brahma e do Shopping do Papai Noel. Um super diferencial é o estacionamento próprio, o que em Penedo é coisa rara. Nós comemos entradinhas, temakis, makimonos, e claro, sobremesas. O ponto alto foram as peças exclusivas do Kazoku, como o Kazoku Hot, que você só encontra lá, e tem um toque todo especial do chef. Nós também provamos o Harumaki Kit Kat Kazoku, que não consta no rodízio, mas ficamos curiosos e o sabor foi incrível. O rodízio custa R$68.90 no dinheiro/transferência e R$74.90 no débito e crédito. QUARTO DIA (19/09 - quinta-feira): Hoje foi dia de fazer check out em nosso hotel em Penedo e subir a Serra de Visconde de Mauá. Saímos bem cedinho, lá pelas 10h e chegamos em Visconde de Mauá pelas 11h. Não fomos direto para nossa pousada, mas sim, aproveitar as cachoeiras de Maromba e Maringá, que são duas vilas pertencentes à Mauá. ATENÇÃO: Leve dinheiro trocado e esqueça seu sinal de celular por aqui! Primeiro fomos na Cachoeira de Santa Clara, uma das mais bonitas que visitei. Há indicação de placas e o GPS (quando já atualizado) chega lá. Mas lá não tem sinal algum, então fique atento. Dá pra parar o carro bem em cima e seguir uns passos, sem dificuldade. Mas, claro, resolvemos escolher o lado difícil, então erramos o caminho e fomos pelo outro lado. "Invadimos" uma propriedade particular sem querer e saímos do outro lado da cachoeira. A vista foi incrível, valeu a pena! Logo depois, voltamos ao carro e seguimos em direção à cachoeira Véu de Noiva. Você chega numa rua sem saída (ao lado de uma pousadinha), estaciona e segue a trilha bem fácil até ela. Havia um arco-íris na água, estava linda! Então, finalmente, fomos conhecer as duas mais famosas da região! Primeiro fomos na Cachoeira do Escorrega, que é o cartão postal de Visconde de Mauá. Ela fica 3km acima da vila da Maromba. Há um estacionamento pago, mas paramos um pouco antes para não precisar pagar. Para quem está hospedado nos arredores da Maromba, dá para ir na caminhada. A cachoeira é um tobogã natural que foi esculpido pela natureza após uma forte tempestade em 1966, permitindo um deslizamento perfeito que desemboca numa piscina natural profunda de águas limpas e geladas. É muito divertido, mas apenas para os corajosos! Depois de aproveitar tudo e mais um pouco da Cachoeira do Escorrega, paramos num dos poucos bares do local para tomar uma cerveja artesanal e fomos conhecer o Poção 7 metros. O poço tem sim sete metros de profundidade e uma pedra serve de trampolim natural para o mergulho - mas é preciso ficar atento à correnteza e à profundidade. É no caminho para a Cachoeira do Escorrega, então, mesmo se não for pular (como eu), vale a visita. Ainda tinha muita coisa pra gente aproveitar, mas como só reservamos uma diária na pousada, fomos aproveitá-la. Porém, indico mais dois passeios legais para fazer por aqui: o Parque Ecológico Cachoeiras do Santuário e o Vale do Alcantilado. No Parque Ecológico Cachoeiras do Santuário há várias cachoeiras, dentre elas, as dos Milagres, Água Santa, Poço dos Anjos, da Fada, Mina de Ouro, do Santuário, das Cortinas. Há uma cobrança para visitá-lo, mas não foi dessa vez que conseguimos. O Vale do Alcantilado fica em uma propriedade particular localizada dentro do Sítio Cachoeiras do Alcantilado. É preciso pagar uma taxa de entrada. São nove cachoeiras e há chalés e restaurante. Faremos com certeza na próxima visita! HOSPEDAGEM Em meio à deslumbrante natureza de Visconde de Mauá, a Pousada Recanto da Serra oferece chalés e suítes charmosos e aconchegantes (em média R$350 por diária), cada um com uma decoração diferente, conforme o nome de origem. Eu fiquei no chalé China e a decoração era muito legal! Todas as acomodações possuem TV a cabo, DVD, frigobar, lareira, wifi, secador de cabelo, ar-condicionado e lençol térmico (os dias podem ser quentes, mas as noites são bem frias). Há opções de chalés com hidromassagem, sauna e ofurô, de acordo com a acomodação. O China tem os 3! Situada em local tranquilo e reservado (você só ouvirá o canto dos pássaros) a apenas 200m do centro de Maringá, onde você conta com várias opções de restaurantes e lojas. O café da manhã é colonial, oferece mais de 20 especialidades e é servido diretamente no chalé (chega numa cesta muito fofa), em horário previamente combinado. A pousada possui estacionamento próprio e recebe crianças de todas as idades, além de ser petfriendly! Com avaliações 5 e 4,9 no TripAdvisor e Booking, respectivamente, a pousada com certeza é a sua melhor opção em Visconde de Mauá. Procure a Cátia e diga que eu indiquei, ela com certeza irá fazer a sua experiência ainda melhor. À noite, fomos conhecer o Cogumelo Bistrô. O restaurante fica bem pertinho da pousada, podendo ir andando se desejar. E claro, os cogumelos são introduzidos em todos os pratos. Há opções para vegetarianos e veganos também. A experiência começou com um ritual: provamos uma cerveja de cogumelo (R$28) e, logo após, nos foi servida uma cachaça infusionada com jambu (R$9 a dose), que deixou nossas línguas levemente dormentes, o que serve para abrir as papilas gustativas e aguçar o paladar. De entrada, saboreamos o cogumelo na pedra (R$36). Para o prato principal, o Felipe foi de filé ao Barringon (R$69) e eu escolhi o bobó de cogumelos (R$54), que estava extremamente gostoso. A farofinha que acompanhava era espetacular! Para finalizar o ritual, tomamos um chazinho de cogumelos delicioso (R$15). Foi uma verdadeira experiência gastronômica! Para quem curte gastronomia, não deixe de ir. QUINTO DIA (20/09 - sexta-feira): Se pudéssemos, ficaríamos até sábado para voltar a visitar as cachoeiras de ontem, pois gostamos bastante. Mas, não deu, né?! Fica para a próxima. Siga-me no instagram para ficar por dentro de todas as minhas viagens e dicas: https://www.instagram.com/nani.etc/
  2. Depois do Feriado de 7 de setembro, viajei a Gramado com meu namorado. Fomos no domingo, dia 08/09, leia-se BAIXA TEMPORADA. Saímos do Rio de Janeiro pela GOL, no vôo de 10:35h e chegamos em Porto Alegre 12:45h. Em Porto Alegre, pegamos um transfer com a Brocker Turismo, pois não queríamos alugar carro. Eles cobram R$112,50 por trecho, por pessoa. Saída do Rio: 10:35h Chegada em Gramado: +- 15:30h O micro-ônibus da Brocker foi eficiente, tinha tomadas para carregar o celular e um guia falando um pouco sobre os principais pontos da cidade (e aproveitando para vender os passeios da empresa). Nós fechamos o Bus Bier Tour, que detalharei mais pra frente. Nos deixaram bem em frente ao nosso Hotel e ajudaram com as malas. HOSPEDAGEM Nos hospedamos no Hotel Alpestre, que fica em uma área verde de 12mil m², localizado num bairro residencial (tranqüilo e silencioso). O hotel fica a 1km de distância do Lago Negro e principais vias da cidade. Suas instalações incluem 2 piscinas ao ar livre, 1 piscina coberta e quadra de tênis. Os quartos possuem ar-condicionado, sistema de aquecimento, TV LCD e banheiro privativo bem espaçoso com amenidades como secador, xampu, sabonetes e condicionador. Nós ficamos em um apartamento Super Luxo Vista Cidade, que acomoda 2 pessoas (+- R$300 por diária), mas eles possuem outras opções de quartos, incluindo para famílias. No Alpestre, o buffet de café da manhã é farto e servido a partir das 06:00h da manhã, com diversas opções: geleias, biscoitos, bolos, queijos, waffle com calda, pães, tortas salgadas, pão de queijo, ovos, salsicha, além de uma mesa especial com alimentos sem glúten e lactose e outra com alimentos próprios para as crianças. Além disso, o hotel também oferece serviço de transfer para os hóspedes com destino ao Centro de Gramado, wi-fi gratuito (inclusive nos quartos), espaço com computadores para utilização dos hóspedes, espaço Copa Baby para auxilio aos pais dos pequenos. Não é a à toa que ele foi eleito consecutivas vezes um dos melhores hotéis para família pelo Travelers Choices Tripadvisor. PRIMEIRO DIA (08/09 - domingo): Deixamos as malas no hotel e fomos dar um passeio pelas ruas de Gramado. O hotel fica bem perto de tudo, então fizemos praticamente TUDO à pé. Primeiro visitamos o Pórtico (500m do hotel), depois fomos ao Lago Joaquina Rita Bier, passamos pela estátua do Kikito, conhecemos a Rua Torta, o espaço Tô de Férias (espaço interativo para fazer fotos legais), a Igreja Matriz de São Pedro, logo ao lado, a Fonte do Amor Eterno... Ufa! Pelo tempo que tínhamos antes de escurecer, fizemos até bastante coisa. Depois, voltamos para o hotel para descansar um pouco e, à noite, fomos conhecer o Porto Cara de Mau. Pelo valor cobrado (R$119 por pessoa), achei que iria me arrepender, mas acredite: VALE CADA CENTAVO! A recepção é realizada de forma característica do Porto Cara de Mau: toda a equipe tem um sincronismo e buscam atender o cliente da melhor forma possível, tornando essa experiência única para cada um. Eles dão um show de alegria, simpatia, irreverência e atuação, fingindo serem piratas maus de verdade. Com relação aos sabores, muitos! Desde as mais tradicionais às mais gourmetizadas: minha preferida foi a de salmão com geleia de frutas vermelhas. Você se sente muito satisfeito! O conselho é chegar cedo (entre 18:30h e 19h), nós chegamos 19:30h e esperamos quase 1h na fila. Mas valeu a pena: você se sente tão bem atendido, bem servido, uma variedade enorme de pizzas salgadas e doces, calzones, drinks, o show com os piratas, você simplesmente não tem vontade de sair de lá. E claro, as filas vão crescendo, e infelizmente a gerência não têm como controlar isso. De forma alguma eles seriam deselegantes pedindo para a mesa encerrar o consumo ou finalizar a conta, para que outras pessoas possam entrar. Não é um rodízio de pizza que você tem a oportunidade de ir toda semana, então desfrute dessa experiência da melhor forma possível. SEGUNDO DIA (09/09 - segunda-feira): Tomamos café bem cedinho e aproveitamos um dia do Ticket Bus Tour. (R$69 por pessoa, por dia). O Bus Tour é um ônibus turístico daqueles de dois andares bem típicos de grandes centros como Barcelona, Paris, Londres, Curitiba… Ele é circular e tem mais de 30 paradas estrategicamente escolhidas, sempre próximo aos principais pontos das cidades. É possível subir e descer quantas vezes quiser durante o seu período de funcionamento. Mas aqui fica um parenteses: eu não curti muitooo! Por que? Porque demora bastante para ir de um ponto ao outro (pelo ônibus ser grande e lento). Não pegamos taxis em Gramado, mas os Ubers funcionam bem e são bem em conta (inclusive utilizamos ele várias vezes durante os dias e o valor mais caro que pagamos foi o de R$13,78 (Canela x Gramado). Então vai de gosto: Se você quiser conhecer a cidade em um ônibus de dois andares bem legal, ouvir um pouco da história dos pontos turísticos e não ter o trabalho de ter que chamar um carro: APOSTE! Agora, se você quiser mais rapidez, não se interessa em conhecer a cidade por um todo, quiser apenas seguir um roteiro pré-determinado: TENTE O UBER (obs.: sugiro simular as corridas antes para ver o valor que sairá no final). Mas vamos ao meu roteiro: Pegamos o Bus na parada 22 (em frente ao Hotel Alpestre) em direção à Canela. Passamos por praticamente todos os pontos turísticos de Gramado até chegar na Parada 01 (Catedral de Canela). Demoramos, juro, 1:15h apenas nesse trajeto do hotel para Canela (que de Uber faríamos em 15 minutos), mas como eu disse, deu pra conhecer a cidade de cima, relaxar sentadinhos e ouvir um pouco da história de cada ponto turístico. Tiramos fotos, apreciamos a Catedral de Pedra, que é muito linda, e, de lá, não quisemos esperar o ônibus passar novamente e pegamos um UBER até o Parque do Caracol, que eu super me arrependi (R$20 por pessoa apenas para ver um mirante). A escada que dá acesso à cascata estava interditada. Era melhor termos ido aos bondinhos aéreos, seriam as Paradas 06 e 07 respectivamente (não fomos aos bondinhos depois porque seriam mais R$40 por pessoa). Depois que eu me desestressei (risos), esperamos o bus tour e fomos até a Fábrica de Chocolate da Prawer (Parada 32), onde há uma pequena visitação da fábrica, os chocolates são carinhos, mas bem gostosos. Por fim, esperamos novamente o bus e fomos ao Mini Mundo (Parada 20), uma das atrações que mais gostei e vou detalhar um pouco mais. (OBS.: Não gostamos de Museus, e vimos relatos que os de Gramado são muito enganadores, então menos vontade tivemos de conhecer algum.) MINI MUNDO Era uma vez um pai e um avô, que resolveram presentear suas crianças com um pequeno mundo de fantasia. Construíram então, no jardim em frente ao Hotel Rita Hoppner, pertencente à família, uma casinha de bonecas e um conjunto de castelos, com trenzinhos em miniatura. Pensando em dividí-lo com os hóspedes, construíram também uma pequena cidade em miniatura, envolvendo os seus próprios sonhos, e dando vida aos mini-habitantes. O Mini Mundo é formado por réplicas fiéis de prédios de várias partes do mundo baseadas em seus projetos originais. Juntas, elas constituem uma cidade em miniatura, onde tudo é 24x menor do que a realidade. As reproduções são elaboradas pelo próprio parque. Algumas chegam a exigir meses de dedicação, testes e experiências. O parque abre diariamente de 9h as 17h e o ingresso custa R$42, com meia entrada para quem possui o benefício (menores de 2 anos são isentos), e conta também com local para alimentação, lojas temáticas e espaço infantil. Nossa visita ao Mini Mundo nos despertou a curiosidade de conhecer o Hotel Ritta Hoppner, que fica do outro lado da rua, e como já era fim de tarde, fomos provar o tradicional Chá da Tarde do hotel. E caiu muito bem depois de um dia intenso de atividades. 😉 A ''excelência'' é a palavra de ordem, tradição que começou como serviço de quarto e que há 13 anos tornou-se um ritual nos salões. O menu servido na ''torre'' varia a cada dia da semana, porém sempre combinando os sabores de tarteletes com a grande variedade de doces e salgados. Chás, cafés e chocolates acompanham o waffle, geleias e o tradicional apfelstrudel. Ah! Você pode repetir qualquer item quantas vezes quiser. O problema é se controlar... O chá acontece todos os dias, das 16h às 18h, no restaurante do hotel. Ele é oferecido gratuitamente para os hóspedes, mas também é servido ao público externo pelo valor de R$59 + taxa de serviço. Mas claro, quem me segue no instagram (@nani.etc) tem benefícios: basta dizer ao gerente Igor que é meu seguidor e o valor fica em R$50 + taxa. 😁 Depois do chá maravilhoso, voltamos à pé ao nosso hotel para desgastar tanta comilança, rs. E descansamos um pouco. À noite, mesmo sem muita fome, fomos conhecer o Hard Rock Café. Pedimos um prato com três tipos de aperitivos, um drink e um chopp. Achei mais do mesmo. TERCEIRO DIA (10/09 - terça-feira): Acordamos bem cedinho para tomar aquele café da manhã bem gostoso e pedimos um UBER para o Snowland. Mesmo sendo de neve artificial, o Snowland é muito procurado e fica muito lotado, o que pode estragar o seu passeio. Recomendo que você evite, se possível, feriados, sábados e domingos. E chegue pela manhã, para evitar filas. O ingresso não é barato (R$135 por pessoa). Todos querem fazer de tudo. Se você não chegar cedo, perderá horas nas filas para entrar (pois é necessário preencher um termo de responsabilidade e colocar a pulseira que dará acesso às atrações), para pegar a roupa de neve, para patinar, para entrar no ambiente da montanha de neve e haverá mais gente para fazer tubing. Nós chegamos antes das 10h (hora que abre) e já havia uma pequena filinha por lá. O ingresso padrão do Snowland Gramado dá direito à botas, calça, casaco, capacete e luvas para acessar a Montanha de Neve. Não são suficientes. Leve luvas, meias grossas, manta e uma blusa térmica extras. Lembre-se, você estará dentro de um freezer! Conseguimos nos divertir muito, mas acredito que muita gente não deve gostar por não ter um bom custo-benefício! Saímos correndo de lá, pois havíamos agendado o Bus Bier Tour (R$149 por pessoa) com a Brocker Turismo. O Bus Bier Tour é daqueles passeios pra amantes de cerveja e curiosos sobre o processo de fabricação. O ônibus parte do centro da cidade, em frente ao escritório da agência Brocker e faz um percurso de cerca de 3h30. A bordo do Bus Bier, que é uma atração a parte, visitamos as Cervejarias GramBier e Rasen Bier que se localizam em Gramado, e a Cervejaria do Farol em Canela, onde não somente a cerveja de alta qualidade chama a atenção, mas também por possuir uma réplica de um farol com 32m de altura, de onde é possível avistar municípios como Gramado, Caxias do Sul e São Francisco de Paula. Nós compramos o passeio com a degustação e ganhamos uma caneca de Chopp personalizada do Bus Bier. Pra quem tem curiosidade do assunto, esse tour pelas cervejarias de Gramado é indispensável. Dá até pra beber bastante, mas o foco principal não é um passeio “open bar” ou uma festa no ônibus, mas o processo de fabricação e degustação de cervejas artesanais. Até há concorrentes que fazem o passeio em Kombis e com chopp "open bar", mas também há um contra: vi muita gente fazendo parte do passeio à pé, andando e bebendo atrás das kombis! (Pra quem curte beber mais do que apreciar, pode ser válida a troca.) Terminamos nossa terça-feira indo conhecer um dos Cafés Coloniais de Gramado. Pedimos ao motorista do Bus Bier para nos deixar próximo ao Café Colonial Bela Vista e assim foi feito. Quando 80 tipos de comida vêm à sua mesa, é complicado decidir o que comer primeiro. O Bella Vista é o Café Colonial pioneiro do Brasil e também o maior de Gramado. Já pensou em misturar comida de café da manhã, almoço, lanche e jantar numa refeição só? Pois é! 👌 Entre os salgados, eles oferecem croquete de frango e rissoles de presunto e queijo. Para quem não quer ter muito peso na consciência, dá para investir nas proteínas: lombo de porco, linguiça e filé de frango grelhado. Claro que numa região típica alemã e italiana não pode faltar também polenta frita, pepino em conserva e porquinho à milanesa! Suco de uva, vinho, café, chocolate quente e frio e chás fazem parte das bebidas. Com exceção das sobremesas, tudo é servido na mesa (como dá pra ver na foto). Se desejar, você pode pedir para repor, sem custo extra. Depois é só atacar os doces nas geladeiras do salão. Eu provei mousse, pudim e sorvetes! O valor é de R$82 por pessoa (os meses de Agosto e Setembro tiveram desconto: R$70). Crianças de 5 a 9 anos pagam metade do valor e menores de 5 anos não pagam. QUARTO DIA (11/09 - quarta-feira): Hoje foi dia de conhecer o Parque Terra Mágica Florybal, idealizado pelo proprietário da Florybal Chocolates, um das principais marcas de chocolate artesanal de Gramado/Canela. Muita gente acredita que seja muito infantil, mas eu e meu namorado adoramos! Todo o percurso do parque é muito bonito e cheio de esculturas gigantes, ambientadas em cenários. Os bonecos e personagens fantásticos do parque são criados artesanalmente em um pavilhão da Florybal. As trilhas conduzem o passeio monitorado por fascinantes caminhos por histórias do mundo, como espaço dos primatas, aldeia dos índios, lago das deusas, floresta mágica, mas a área dos dinossauros, na minha opinião, é a que rouba a cena. A aventura e adrenalina é garantida com Tobogãs, passeio com o Dino Móvel, o Voo do Pterodáctilo e ainda o Cinema 7D, com filmes para viver emoções e sensações em sete dimensões. O Parque ainda possui dois espaços para o visitante fazer um lanche ou almoçar durante o passeio. No território dos dinossauros, o Dino Lanches tem lanches deliciosos para você saborear com uma decoração toda em pedra. Já o Castelo Medieval Temático chama a atenção pelos detalhes e características arquitetônicas. O local dispõe de praça de alimentação e um restaurante completo com pratos destaques da Serra Gaúcha, além de playground com brinquedos eletrônicos, loja com artigos produzidos na região e souvenirs. O parque funciona diariamente das 9h às 17:30h, inclusive nos finais de semana e feriados. Ele oferece transfer gratuito: estando hospedado em Gramado e Canela, basta você ligar para e marcar a hora que eles vem te buscar. O ingresso custa R$70, e tem meia entrada para crianças, estudantes e idosos. Algumas atrações, como o cinema 7D, são pagas a parte. Saímos do Parque e fomos fazer um lanche em Canela mesmo. Escolhemos o Skillo Lanches, o qual haviam falado bem para a gente. Comemos dois sanduíches (bem grandes por sinal), o meu vinha com batata-frita por dentro. Após, pegamos um Uber e fomos ao Lago Negro, fizemos um passeio bem gostoso e, com certeza, se não tivéssemos comido por Canela, comeríamos no restaurante do Parque. Fica a dica! Como fomos durante o Festival de Cultura e Gastronomia de Gramado, onde diversos restaurantes da cidade, criam um prato especial e exclusivo para o evento, a um valor único, nas bancas de comida e bebidas na rua Pedro Benetti, resolvemos passar por lá com mais calma. Tomamos um chopp artesanal apenas. À noite, fomos jantar Fondue no Restaurante Malbec. Eles também oferecem transfer ida e volta gratuito para quem estiver hospedados nos hotéis da cidade. A sequência custa R$96 por pessoa. O preço pode assustar, mas paga-se pela experiência. O restaurante é um dos mais bonitos da cidade, conta com três ambientes (térreo, superior e deck), os garçons bem atenciosos e a comida, excelente. Ficamos no deck e iniciamos a sequência com o tradicional fondue de queijo, acompanhado por pão adormecido, brócolis, linguiça calabresa, batata e goiabada. Em seguida o fondue de carne na pedra, o La Pierrat, cortes nobres de carne bovina, suína e frango, guarnecido por 12 variedades de molhos e farofa. Para finalizar a série, o fondue de chocolate traz os sabores das frutas da estação. Chegamos no restaurante com o tempo limpo e uma temperatura agradável. Do nada, uma enorme neblina tomou conta da rua atrás de nós. A temperatura caiu, óbvio. E o garçom nos ofereceu mantas para nos aquecer ainda mais. QUINTO DIA (12/09 - quinta-feira): Dia de nos despedir de Gramado. Nosso transfer com a Brocker estava marcado para 9:55h. Só deu tempo de nos lamentar por comer pela última vez o café da manhã do Alpestre. Acho que deu pra perceber que não pegamos nenhum dia de frio ou chuva na cidade, o que não sei se foi bom ou ruim, já que não sou fã de frio. Mas logo no último, o dia amanheceu chovendo, pareceu triste por estarmos indo embora, rs. Mesmo comendo bastante, sentimos fome durante a espera no aeroporto de POA. Motivo: nenhum restaurante estava funcionando. E uma das duas lanchonetes que ainda restaram queria cobrar mais de R$50 reais por um salgado, dois sucos e um bauru. Nosso vôo era às 15:15. Chegamos no Rio 17:20h, mortos de fome! Siga-me no instagram para ficar por dentro de todas as minhas viagens e dicas: https://www.instagram.com/nani.etc/
  3. @[email protected] Olá, lá no instagram são só os stories com vídeos e fotos da viagem. Aqui está todo o relato completo, qualquer dúvida me envie um e-mail: [email protected]
  4. @Leonardo Alves se precisar de mais dicas, me manda no insta @nani.etc Tenho uns destaques nos stories também pra cada um dos destinos! Ah! Se for a pizzaria Paollo ou a Cabana La Plage, diga que a Nani do instagram que indicou. Não irá se arrepender. Aproveite!
  5. Na semana anterior à Páscoa, fui com meu namorado conhecer Capitólio e São Thomé das Letras de carro. Neste post vou contar APENAS SOBRE SÃO THOMÉ DAS LETRAS. Para ler o post de Capitólio clique aqui. Saímos de Capitólio no domingo de manhã e levamos mais ou menos 4h (+ paradas para abastecer e fazer xixi). Vou detalhar tudo para vocês. Saída de Capitólio: +- 10h da manhã Chegada em São Thomé das Letras: +- 14h São Thomé das Letras Sabe quando vivenciamos momentos que nos faltam palavras para descrever? Assim foi a minha hospedagem na Pousada Viva, em São Thomé das Letras. Ficamos hospedados do dia 14 a 17 de abril na Pousada Viva, pousada nova, construída há menos de 1 ano, e se está buscando paz nessa cidadezinha com muitas histórias místicas, céu estrelado, cachoeiras, grutas e um pôr do sol incrível, esse é o lugar certo. A Pousada não fica no Centro, fica na área rural de São Thomé das Letras, porém é facilmente acessível a partir da rodovia. Basta você colocar o endereço no GPS "Pousada Viva São Thomé das Letras" que não tem erro. Ela fica perto da Cachoeira Vale das Borboletas. Além disso, por ser na área rural, o contato com a natureza é maior e você ainda consegue ter uma vista linda da cidade. Fui recepcionada pelo Paulo, que é o proprietário e também mora lá. Ele me levou para conhecer a pousada e falou um monte de coisas sobre a cidade (o que fazer, onde comer etc). Também tive contato com a filha dele, o que trouxe uma sensação de confiança e amizade. O bom de ficar em uma pousada pequena é isso, essa sensação de cuidado, de que você não é somente mais um hóspede e foi isso que eu senti lá. Ficamos em um dos 4 chalés de madeira da pousada (cada um com capacidade para acomodar até 6 pessoas do mesmo grupo), que além de serem extremamente confortáveis, possuem decoração voltada para a região (filtro de sonhos, bruxinhas, gnomos, pedras, cristais, etc). Ao entrar, vemos a sala de conceito aberto juntamente com balcão americano onde atrás, dispõe de uma mini cozinha. Gente, eu achei a decoração linda! O Paulo realmente investiu tempo e dinheiro pensando em tudo para deixar seus hóspedes mais confortáveis! Acredita que, na varandinha na porta de entrada, tem uma sombrinha que os hóspedes podem usar nos dias de chuva? Olha que cuidado! A pousada possui TV com canais fechados (nem acreditei quando vi que tinha HBO e pude assistir ao 1º episódio da última temporada de GOT), caixa de som bluetooth, sofá-cama casal (onde dormimos todas as noites, pois era muito confortável e ficávamos vendo TV até tarde, ou seja, dormíamos), ventilador, extintor de incêndio, frigobar (com itens para consumo dentro), microondas, pia, utensílios (pratos, talheres, copos, panos, potes), taças para vinho (abridor de vinho), sensor de fumaça, secador de cabelo (daqueles bons), chuveiro a gás com ducha super gostosa (com controladores de água quente/fria), amenites (shampoo, condicionador, hidratante corporal, sabonete e touca para cabelo), toalhas de banho, além de 1 cama de casal Queen e 2 camas de solteiro, no andar de cima, onde também possui uma varanda com 2 poltronas para apreciar a vista linda da montanha ou até o céu estrelado nas noites de São Thomé. OBS.: A arquitetura dos chalés é estilo Suíço, com escadas que dão acesso ao quarto, mas como disse, não há necessidade de subir (caso haja pessoas com baixa mobilidade) pois o sofá-cama, cozinha e banheiros são no andar de baixo. O café da manhã é bem variado e gostoso! Quando eu fui tinha café, leite, suco natural de laranja preparado na hora, pão francês, pão de queijo, bolos diversos, sucrilhos, granola, iogurte, mamão, morango, queijo minas, muçarela e peito de peru. No último dia teve até salada de frutas! Lá também tem uma estrutura bacana para receber eventos, como casamentos por exemplo. Eles fizeram até uma mini boate. Tem um mirante para ver a vista linda e um “altar”. Além disso tudo, o ponto alto da Pousada Viva é a Pirâmide de Vidro, onde você pode meditar. Eu acabei dormindo com tanta paz! risos. Em frente a pirâmide tem uma fogueira para curtir as noites mais frias. Tudo muito místico e de muito bom gosto! PS.: Toda a água utilizada na pousada é potável! Tendo sua origem em poço artesiano e duplamente filtrada antes de receber seu tratamento energético embaixo da pirâmide. Ou seja, dá pra beber a água da torneira, galere! \o/ QUARTO DIA (14/04 - domingo): Chegamos e adivinha? Chovendo! Aff... Pois é. Enfrentamos alguns episódios de chuva em São Thomé, mas não deixamos ela estragar nossos diazinhos. Depois de conhecer a Pousada, ficamos na dúvida se íamos em alguma cachoeira ou apenas na cidade. Optamos por visitar a cidade para ver a neblina, uma verdadeira névoa que cobria TODAS AS RUAS, parecia que estávamos caminhando nas nuvens. rs Pois bem, não tínhamos vista de nada, então decidimos tomar um chopp, assistir à um Vasco x Flamengo que estava passando (sim, achamos uma TV passando clássico do Rio em Minas) e depois, por recomendação do Paulo, fomos experimentar o rodízio de pizza na pedra do Restaurante Ser Criativo. Demos sorte, porque esse rodízio só tem no domingo de 18h as 21h. Achamos muito bom e barato (R$24,90 por pessoa). Bebi uma limonada, mas eles possuem carta de vinhos nacionais e importados. Total da nossa conta: R$64. Os atendentes são jovens e muito muito muito atenciosos. Ficamos surpreendidos! Os sabores, provamos desde o convencional 4 queijos, até pizza de brócolis (eu amo ♥). Fomos os segundos a chegar (18:20h), mas mais tarde a pizzaria estava lotada, então cuidado para não enfrentar fila. Depois fomos assistir GOT na pousada (hahaha)! QUINTO DIA (15/04 - segunda-feira): No segundo dia acordamos com o tempo ainda feio, aproveitamos o café da manhã e fomos tentar fazer o nosso roteiro pré-definido. Ao lado da entrada para a Pousada, fica a entrada para o Vale das Borboletas, Poço dos Duendes e Cachoeira São Thomé. Conseguimos pegar todos muito vazios e aproveitar um pouco! O Vale das Borboletas é lindo e mesmo com o tempo feio vimos uma linda borboleta azul sobrevoando. O Poço dos Duendes fica bem perto e tem águas muito calmas e bem geladas. Na cachoeira São Thomé não conseguimos aproveitar, pois como havia chovido, as águas estavam turvas e bem corridas, parecendo uma tromba d'água, nem foto tirei. risos Logo depois, adivinha? Voltou a chover! Como estávamos em um carro baixo (que já tava tendo dificuldades para passar por lama), ficamos com medo de seguir o restante do nosso roteiro. Pois sim, São Thomé das Letras não possui asfalto, gente! Ou é chão de pedra ou de terra. Aproveitamos para ir almoçar na cidade. Caiu uma tempestade DAQUELAS que nos obrigou a ficar meia hora dentro do carro. HAHAHA Depois, fomos num self-service chamado Restaurante da Sinhá, e optei pelo sistema de peso (deu R$14 meu prato), mas eles também disponibilizam o famoso "coma a vontade" por X (não lembro quanto era). Comidas mineiras diversas, bem gostosas! Dois pratos cheios com uma cerveja de 600ml deu no total R$36,08. Quando saímos do restaurante, adivinha? SOL! Mesmo assim, optamos por dar uma passada na pousada e voltar para conhecer a Ladeira do Amendoim (onde os carros sobem a ladeira sozinhos) e a Pedra Furada, além de ver o pôr do sol no Cruzeiro/Pirâmide. Melhor escolha que fizemos, pois foi o único dia que o astro rei deu show! À noite, resolvemos conhecer o Alcázar Rock Bar. A entrada do local é muito bacana e vale a pena conhecer pela arquitetura do espaço, parece um castelo pequeno. Fomos bem recepcionados pelos funcionários, mas não havia nenhuma atração artística, apenas música ambiente (#chateada). O local possui uma mesa de pebolim, alguns jogos de mesa para grupos de amigos e sinuca. O cardápio é bem variado, e apesar do ponto forte da casa ser comida árabe, pedimos um filé especial da casa, com arroz e fritas (R$82) e duas cervejas (R$15 cada). O bife veio bem servido e delicioso, mas achei pouca batata por ser um prato pra dois. Os valores são bem acima dos restaurantes e bares da cidade, mas aí fica a gosto de cada um. SEXTO DIA (16/04 - terça-feira) Nessa viagem, o último dia foi sempre o mais aproveitado! Pelo medo de circular com o carro baixo pelas estradas de terra, que estavam encharcadas com a chuva, optamos por fechar um passeio turístico numa picape. Fechamos na Pousada da Matriz, bem na pracinha da cidade, e, me desculpem, eu esqueci o nome do Guia, mas eu tenho o telefone dele: (35) 9108-2068. Optamos pelo roteiro de Sobradinho + Cachoeira da Lua (R$130 o casal, aceita cartão) e nós amamos! ♥ Fomos juntos com um casal de São Paulo. A primeira parada foi a Gruta do Sobradinho. A entrada é paga (R$25 por pessoa), dá direito a uma galocha e o capacete. O lugar tem uma estrutura muito boa, restaurante, lojinha e uma piscina de água natural, bem como redes em volta (a estrutura é inclusa no valor). Nos juntamos a outro casal (de MG) e mais uns 100 metros de caminhada e chegamos a uma das entradas (ou saídas) da Gruta de Sobradinho. Ela possui uma formação moldada pelo trabalho da natureza durante milênios. A trilha da caverna é bem bacana: possui 110m de extensão, 6m de altura e 3m de largura, variando no seu interior, onde existem pequenos lagos. Bom e fácil acesso, uma brincadeira e um atrativo para tornar a chegada à cachoeira mais legal. A pequena queda d’água forma algumas piscinas em tom verde esmeralda. O primeiro poço tem um limite final feito pelo tronco de uma árvore, o que da a impressão de ter uma borda infinita. A primeira piscina é pequena e não é funda, da pé. A segunda é um pouco maior e boa parte da pé. A parte mais funda fica perto da pedra onde tem uma cascata. Mas não é perigosa. A caminhada, mesmo pequena, pode ser bem emocionante para pessoas que ainda não tenham tido esta experiência. O local tem uma ótima energia e o guia JJ, tem brilho nos olhos pelo que faz. Depois de aproveitarmos (e muito) os poços, ficamos um pouquinho na piscina de águas naturais, um charme só! Dica: Em um momento, no interior da gruta, nosso guia pediu para todos apagarem suas lanternas. Deu medo, mas foi de uma enorme paz! Ao final da travessia, saímos numa pequena cachoeira com grandes piscinões de águas transparentes. Recomendações: Não espante-se com os morcegos durante a travessia, leve roupa de banho para curtir a cachoeira e a piscina, depois do passeio. A segunda parada foi na Cachoeira da Lua. Essa cachoeira não é paga, ela é pequena em extensão, mas na profundidade pode ter até 7 metros. A água estava gelada, mas nada demais. Possui uma corda que dá pra balançar e se atirar na àgua, bem divertido para os corajosos, eu só posei pra foto mesmo, rs! Do outro lado da pista tem um restaurante a banheiros. Tínhamos que voltar para a cidade com o guia, e ficamos na dúvida se íamos com nosso carro ou não para as outras cachoeiras que era por ali perto. Como já tínhamos conhecido inúmeras cachoeiras em Capitólio, o medo de atolarmos venceu e resolvemos almoçar na Cantina O Alquimista. Adivinha? O casal de SP já estava por lá. Comemos um filé à parmegiana muito bem servido com arroz e batata (R$60 para dois) e dividimos algumas cervejas de 600ml (R$14 cada). Como tínhamos feito um grupo com os dois casais para repassarmos as fotos, acabamos convidando o casal de MG para se juntar à nós. Virou festa! Bebemos mais umas 30 cervejas (juro) e rimos MUITO MUITO MUITO. Acho que o garçom, que apelidamos de Príncipe, só não expulsou a gente, porque nossa conta era muito gorda, rs. Enquanto estávamos dentro do Alquimista, a chuva ia e voltava. Ainda bem que optamos por não ir às cachoeiras. Ficou o sentimento de querer voltar logo para conhecê-las! SÉTIMO DIA (17/04 - quarta-feira) Hora de ir embora! #triste Como íamos passar a Páscoa em Taubaté-SP, tivemos a ideia de passar um dia e meio em Campos do Jordão. E, logo pela manhã mesmo, após o café, partimos para lá.
  6. Na semana anterior à Páscoa, fui com meu namorado conhecer Capitólio e São Thomé das Letras de carro. Neste post vou contar APENAS SOBRE CAPITÓLIO. O link para São Thomé está no fim dele. Saímos do Rio de Janeiro na quinta-feira de madrugada e levamos mais ou menos 8h e meia de carro (+ paradas para abastecer e fazer xixi). Vou detalhar tudo para vocês. Saída do Rio: +- 5h da manhã Chegada em Capitólio: +- 14:30h Capitólio Em Capitólio ficamos hospedados do dia 11 a 14 de abril no Balneário do Lago Hotel, e particularmente o resort é para quem curte conforto, bem-estar e boa localização. É uma experiência de hospedagem completa e ótima opção para famílias e casais. Ele é situado em frente ao Lago de Furnas e oferece piscinas ao ar livre e cobertas (aquecidas), sauna, academia, quadras de tênis e de futebol, espaço kids, além de um Parque Aquático (Lake Parque) que é uma atração a parte! Ficamos numa Suíte Master, que era equipada com frigobar, televisão LCD (sem TV a cabo), ar condicionado, banheiro espaçoso e uma banheira de ofurô. O café da manhã oferece opções como queijos da localidade, frutas, pães, bolos, além de gostosuras como pamonha e churros. Um outro diferencial do hotel é que eles oferecem o serviço de meia pensão, com o café da manhã e jantar. Sendo ideal para quem não quer sair das instalações à noite. Aproveitamos TODOS os dias para nos deliciar com comidas tipicamente mineiras (feijão tropeiro, frango caipira, tilápia, etc). Para quem não curte o sistema, também pode desfrutar de petiscos ou refeições à la carte à noite. O bar à beira da piscina também é ideal para relaxar com petiscos, cerveja e drinks. O Parque Aquático foi o grande diferencial e conquistou meu coração! Depois de dias inteiros de trilhas e aventura, eu e o Felipe curtíamos todos os brinquedos e toboágua, além de comer churrasquinhos com cerveja para forrar a barriga e esperar o jantar. Funciona de 11h às 18h. PRIMEIRO DIA (11/04 - quinta-feira): Ir a Capitólio e não tirar uma foto no famoso Mirante dos Canyons é praticamente um pecado! Chegamos pela tarde e fomos direto para lá. O local agora é pago (R$20 por pessoa), tendo um controle de visitação e mais segurança. Como chegamos numa quinta de tarde, o local estava completamente vazio, mas aos fins de semana costuma ter fila (sim, fila) para fazer fotos e até para entrar. A trilha para chegar ao mirante é pequena e fácil, cerca de 100 metros. O visual é incrível e compensa esperar (não foi meu caso). Demoramos mais ou menos 30 minutos no local. Eles te dão uma pulseira e você pode entrar e sair durante o horário de funcionamento. Ah! A pulseira te dá acesso à dois locais (mirantes) e mais uma cachoeira (os três locais são por entradas diferentes). Saímos de lá e do outro lado da rua (literalmente) fomos visitar a Cachoeira Diquadinha (R$10 por pessoa). Pelo dia da semana e horário também estava super vazia. Há três trilhas para aproveitar essa cachoeira, dispensamos a primeira por ser o final e fomos direto para a queda, onde é mais fundo e deu pra nada e mergulhar. A primeira foto é na segunda queda, onde dá a sensação de borda infinita. Depois fomos para o hotel aproveitar o Parque Aquático! No bar do parque, comemos 4 churrasquinhos com molho e farofa e bebemos 4 cervejas de 600ml (R$54 tudo). SEGUNDO DIA (12/04 - sexta-feira): No segundo dia fechamos o famoso passeio de lancha pelos Canyons de Furnas (R$90 reais por pessoa em média, fechamos por R$80 no dinheiro). O ponto de encontro para o passeio de lancha em Capitólio se dá antes da ponte sobre o Rio Turvo. Também há opção de embarcar para o passeio de lancha no Balneário do Lago (empresa terceirizada), passeio mais longo, mas que visita os mesmos lugares (fechamos fora porque não sabíamos os valores, mas compensaria por não sairmos de carro do hotel). A primeira parada da lancha é na Cachoeira Lagoa Azul. A lancha deixa os passageiros em um bar flutuante que fica junto desse enorme e delicioso lago. A parte de cima da Lagoa Azul está dentro de uma propriedade particular, o que justifica a cobrança de uma taxa no valor de R$10 por pessoa para conhecer o local (não fomos lá). O espetáculo do passeio são as cachoeiras dos Canyons! Paramos mais ou menos uma meia hora para aproveitar as águas límpidas e o bar flutuante. Nessa parte dos Canyons param muitas lanchas particulares, o que pode acabar lotando e prejudicando um pouco a paisagem. Por outro lado, as embarcações maiores não conseguem chegar até aqui. Por ser uma sexta-feira, não peguei tumulto e deu pra fazer fotos lindas, vejam! Depois visitamos a Cachoeira Cascatinha, mas apenas para apreciação. O Vale dos Tucanos não tem cachoeira, mas sua beleza se encontra nas paredes com diversas plataformas de pedras. Paramos também num outro bar flutuante para provar o famoso Chopp Scarpas! Depois fomos para o hotel aproveitar o Parque Aquático e comemos a mesma coisa do dia anterior. TERCEIRO DIA (13/04 - sábado) TRILHA DO SOL No sábado o dia rendeu! Fizemos dois passeios em um só dia. Saímos bem cedinho, às 8:30h e fomos conhecer a Trilha do Sol. Primeiros a entrar, o local conta com um quiosque com restaurante onde está a recepção e a Pousada Trilha do Sol. O local é uma propriedade particular da pousada e o valor para percorrer a trilha é de R$40 por pessoa. Para percorrer a trilha não há necessidade do acompanhamento de um guia, mas é bom prestar atenção na explicação do monitor no receptivo, olhar bem as placas de indicação, já que a trilha não é um caminho contínuo e possui ramificações. A partir da recepção são 4 km de trilhas para visitar as 3 cachoeiras e os belos cenários entre paredes de pedra e poços de águas transparentes. Três horas são suficientes para percorrer a trilha e curtir cada cachoeira. O roteiro indicado pelo guia é visitar a Cachoeira no Limite primeiro, depois a do Grito e por último o Poço Dourado, mas preferimos fazer o contrário (risos), e pegamos tudo sempre vazio! Para ir à Cachoeira do Grito, seguimos à direita da bifurcação (há placa indicativa), seguimos por uma parte mais elevada e descemos por uma longa escadaria de pedras que leva até o topo da cachoeira. Já na parte de baixo há um belo poço de águas cristalinas com um paredão do lado onde tomamos aquele banho gostoso de água gelada. Da Cachoeira do Grito ao Poço Dourado são mais 500 metros sendo necessário subir o morro e descer novamente por outro caminho. Para chegar ao Poço Dourado o caminho é por dentro de um riacho cercado por paredes nos dois lados, e quando o sol bate, as pedras no fundo deixam a água dourada (por isso o nome). Os turistas que visitam o lugar costumam fazer pequenas pilhas de pedras nas laterais do riacho e cada uma significa um pedido. É mágico! Depois fomos ao Mirante No Limite, o local rende belas fotos. Todos os locais estavam completamente vazios, demos muita sorte, pois quando saímos da primeira cachoeira (que seria a segunda parada indicada), chegou uma excursão com umas 50 pessoas. Ainda bem que não seguimos o indicado! PARAÍSO PERDIDO Depois saímos de lá direto para o Paraíso Perdido, um dos complexos de cachoeiras e trilhas mais conhecidos de Capitólio. Possui 18 piscinas naturais e 8 quedas de águas límpidas e cristalinas. Além disso conta com restaurante, banheiros e área de camping. Tudo em meio a natureza. O Paraíso Perdido foi uma das trilhas que mais gostamos de Capitólio. A verdade era que eu não sabia o que esperar daquele lugar, achava que seria um pouco “mais do mesmo” mas estava completamente errada. Custa R$50 por pessoa. Diferentemente dos outros lugares que visitamos, a trilha é feita completamente por pedras e água. Durante o caminho você encontra pequenas pegadas em vermelho que te indicam o melhor trajeto a ser seguido. Dica do instrutor: O ideal é que você procure pisar nas pedras brancas, e não nas escuras, que estão úmidas e podem escorregar. Quanto mais avançávamos, mais e mais belezas íamos encontrando. Cenários perfeitos para contato pleno com a natureza e pra tirar aquela foto maravilhosa. Não esqueça de visitar o outro lado da trilha! Dicas para cachoeiras: Leve somente o básico em uma mochila de costas. Água, algum lanche, roupa de banho por baixo, protetor solar. Nós fizemos todas as trilhas de chinelo ou descalço e com roupas bem leves. Cansados, porém não mortos, aproveitamos o último dia de Parque Aquático no hotel. QUARTO DIA (14/04 - domingo) No outro dia, pela manhã mesmo, partimos para São Thomé das Letras! Se quiser ler o post, clique aqui.
  7. Na primeira semana de outubro, fui com um amigo conhecer Arraial d'Ajuda e cidadezinhas próximas: Trancoso e Caraíva. Fomos do Rio de Janeiro de GOL (vôo com escala em Brasília), chegamos em Porto Seguro às 11:20h. Não alugamos carro, fizemos tudo por conta própria. Vou detalhar tudo para vocês. Fiquei hospedada em 2 hotéis da Rede Porto Firme: Saint Tropez e Arraial Bangalô. Do dia 02 a 04 no primeiro, e do dia 04 a 07 no segundo. Ambos são MARAVILHOSOS! O Saint Tropez tem um ar de sofisticação e o atendimento foi perfeito, a praia do Parracho, que fica em frente, é tranquila e muito bonita. Andando 800m para a direita, praia da Pitinga, e 800m para a esquerda, praia do Mucugê. Fiz ambos os trajetos andando pela areia. Tranquilo! A localização é um pouco afastada do centro, mas taxis levam e trazem por R$20 o trecho. Fui em dupla, então, R$10 pra cada (as vans custam R$3,50). OBS.: Para ir ao centro, o hotel oferece uma van às 18h para os hóspedes. Super recomendo para quem gosta de glamour, sofisticação, sossego e pé na areia! O Arraial Bangalô é todo cercado de árvores e pé na areia mesmo (cadeiras de sol na areia dentro do hotel). A praia em frente é a Apaga Fogo, que possui em algumas épocas do ano, desova de tartarugas bem em frente ao hotel. Quando a maré está baixa se formam algumas piscinas naturais em frente ao hotel. E por possuir muitos recifes de corais e pedras em frente (com ouriços e peixinhos), basta andar 30 metros para direita ou esquerda, para conseguir entrar no mar. A praia é deserta, muito tranquila! Ponto positivo: O hotel fica muito perto da balsa que leva a Porto Seguro e mais perto do centro. Vans passam a todo instante e rodam a noite toda. R$3,50 é o preço. PRIMEIRO DIA (02/10 - terça-feira): Chegamos em Porto Seguro pela GOL às 11:20h. Do aeroporto pegamos um táxi até a balsa de Porto - Arraial d"Ajuda (R$30 reais). Atravessamos de balsa (R$4,50) e do outro lado pegamos uma van que fica parada logo ao lado da balsa (R$6,00). Encheu, saiu. A van nos deixou em frente ao nosso hotel (Saint Tropez). Fizemos nosso check in e fomos almoçar na Cabana Uikí, que fica ao lado do hotel (melhor acesso pela areia). Tinha uma banda ao vivo, muito animada. Pedimos uma moqueca de frutos do mar para dois (R$119), que servia três. Muito saborosa. Aproveitamos o resto do dia no hotel, tomando nosso drink de boas vindas e tirando fotos da paisagem e atrativos. A Praia do Parracho é bem tranquila e bonita. À noite, pegamos a van do hotel (exatamente às 18h eles disponibilizam para os hóspedes uma van para levar ao centro) e fomos conhecer a Rua Mucugê e o Beco das Cores. Depois, fomos à Pizzaria Paolo, localizada próximo à Rua Mucugê, no coração de Arraial D'Ajuda. O restaurante é muito aconchegante e acolhedor, com mesas em volta de uma gigantesca árvore. As opções de pizza são inúmeras. Pizza de massa feita NA HORA e bem fina, assada em forno à lenha, muito saborosa. Você vê sendo feita, um charme a parte! Uma pizza grande serve tranquilamente 4 pessoas e tem preço justo! No sabor, há opções para todos os gostos, inclusive combinações de ingredientes, com toque especial do Chef Paolo, uma figura muito simpática e acolhedora. Escolhemos metade Portuguesa Especial e metade Caprese (com mussarela de búfala, rúcula e tomate cereja), uma delícia. Pedimos cerveja para acompanhar. Uma das melhores pizzas que já comi! Super recomendo o restaurante pelo ambiente (que é uma graça), pela comida e pelo excelente atendimento. SEGUNDO DIA (03/10 - quarta-feira): Tentamos fechar um passeio para Trancoso + Praia de Taípe, mas não haveria saída na quarta. Então, resolvemos conhecer Trancoso por conta própria. Pegamos um táxi para o centro (R$20), e esperamos a van para Trancoso (R$12). Uma hora depois, chegamos à Praia dos Coqueiros. Lá, ficamos na Cabana Enseada Beach Trancoso. Tomamos uma Original 600ml (R$20) e só. Achamos os valores bem altos. O espaço tem chuveirão e banheiro. Além de rede para descanso junto ao restaurante. Andamos um pouco até a Praia dos Nativos (tem que atravessar o rio) e voltamos para conhecer o Quadrado. O vilarejo é muito tranquilo e traduz a paz. Lá tomamos um açaí de 500ml na Açaiteria Trancoso. Delicioso! Pegamos a van de volta à Arraial d"Ajuda às 14:30h (R$12), visitamos o Centro Histórico (igreja, mirante das fitas e lojinhas para comprar lembrancinhas) e depois paramos na Rua Mucugê para um "almojanta" PF de respeito (no Varanda Mucugê) e depois aproveitamos o finzinho de tarde no hotel. TERCEIRO DIA (04/10 - quinta-feira): Este dia foi um pouco corrido, já que precisaríamos fazer check out e check in no hotel novo. Acordamos cedo e fomos conhecer a Praia da Pitinga. Praia linda com falésias e mar calmo. Voltamos umas 10h, arrumamos nossas coisas e fizemos check out no Saint Tropez. Deixamos a mala na recepção e fomos almoçar na Cabana La Plage, na Praia de Mucugê (800m do hotel pela areia). O ambiente é lindo e acolhedor, tem espreguiçadeiras, redes e lounges para uso dos clientes, um excelente lugar para passar o dia e tirar muitas fotos lindas. Pedi uma cerveja assim que cheguei, e já agendei meu almoço. Fiquei relaxando no lounge, curtindo a música e olhando o mar. O almoço é servido em mesas dentro do ambiente. Sem problemas deixar os pertences longe. Mesmo para uma Carioca acostumada com a violência, confiei e me surpreendi. Almocei uma moqueca de camarão para dois (que serviu duas pessoas duas vezes, rs), bem temperada e muito saborosa, e, para acompanhar, uma cerveja, que estava super gelada. O preço é abaixo de outras cabanas que conheci. Voltaria, com certeza e indiquei para todos os amigos! Destaque para o DJ pelas ótimas escolhas musicais, tocou de rock à eletrônico. Dancei e cantei junto. Parabéns ao dono, Laurent, pela administração do local, e aos seus funcionários pela simpatia e cordialidade! Quando vier, não deixe de passar por aqui. Voltamos para pegar nossas malas e pedimos um táxi até o Arraial Bangalô (R$35). Fizemos check in e passamos o resto da tarde aproveitando a piscina do hotel tomando um drink de morango delicioso. À noite, novamente, fomos à Rua Mucugê e comemos um hambúrguer artesanal na Hamburgueria Mucugê. Super recomendo! O pão se assemelha com o do Madero e paguei apenas R$18 num hambúrguer artesanal e muito gostoso. Pedimos meia porção de fritas e um refrigerante para acompanhar. Neste dia, queríamos ir à Quintaneja do Morocha Club, mas começava as 23h e tínhamos passeio no dia seguinte. Voltamos! QUARTO DIA (05/10 - sexta-feira): Fechamos o passeio para a Praia do Espelho com a Portal Turismo (R$60 no dinheiro) e eles passaram pra pegar a gente às 8:10h. O guia Fernando e o motorista baiano que me fugiu o nome agora, são muito atenciosos e divertidos. Nota 10 para o serviço! No caminho passamos por uma aldeia indígena, a Aldeia de Imbiriba. Descemos para tirar fotos e comprar utensílios. Dica: as crianças deixam você tirar foto com as aves, dois reais e elas ficam felizes da vida. Entre para ver os preços das peças e se surpreenda positivamente. Chegamos na Praia do Espelho às 10:30h e lá ficamos no Bar e Restaurante Aconchego do Espelho. Não nos cobraram consumação mínima porque eles são parceiros da Agência, mas consumimos uma carne de sol com mandioca (R$60) e uma Brahma 600ml (R$12). Voltamos no horário combinado (15:30h) e passamos para dar outra volta em Trancoso (40min). Tomamos um sorvete na Sorveteria Mucugê, no Quadrado. A loja tem uma árvore imensa dentro, saindo pelo seu telhado. Incrível! Chegamos às 18h no hotel. Cansados! rs Pedimos um hamburguer do hotel e dormimos cedo, amanhã tem mais passeio! QUINTO DIA (06/10 - sábado): Queríamos conhecer Caraíva, mas ficamos com receio de ir por conta própria, mas depois vimos que seria tranquilo, porém mais demorado. Então fechamos um passeio com a Cacau Tour (já que a Portal não tinha fechado grupo) - (R$70 no dinheiro). Passaram pra buscar a gente também às 8:10h. O motorista Nando é um amor! Às 10h chegamos para atravessar o rio. Ao chegar em Caraíva há estacionamento "do lado de cá" do rio (não sei o valor). Dali é só cruzar de canoa (R$5) e em menos de cinco minutos você já estará na vila, onde não circulam carros. A Vila é toda de areia fofa. Fomos direto para a praia e nos largamos no bar da Casa da Praia, que possui puffs da Corona muito confortáveis e colchões com almofadas coloridas. É pra relaxar MESMO! Conhecemos a praia e tomamos banho no rio ao lado esquerdo no final e depois voltamos para petiscar uma batata-frita (R$29). O atendente Junior é super atencioso. Infelizmente (ou não), em Caraíva não tem fácil acesso a internet. Fiquei o dia inteiro sem redes sociais! rs Às 16:30h atravessamos de volta (R$5) e esperamos o Nando para voltar para Arraial d'Ajuda. Chegamos no hotel ainda com sol e degustamos um espumante para já ir nos despedindo do paraíso! À noite fomos jantar no Cantinho Mineiro (na Brodway). Comi um contra-filé acebolado (R$24) e uma Brahma 600ml. Muito gostoso! SEXTO DIA (07/10 - domingo): Nosso vôo era cedo, infelizmente. Tomamos café da manhã e fomos para a balsa de van (R$3,50), atravessamos o rio (a volta é de graça) e pegamos um táxi até o aeroporto (R$30). Escala em Confins. Chegamos no RJ às 14:50h. DICAS: • Se tiverem mais tempo, conheçam Taípe e Araçaípe. • Sempre perguntem se as cabanas e bares das praias possuem consumação mínima. • Não tenham medo de andar de transporte púbico.
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