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poiuy

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  1. Um link pequeno, meio escondido lá no final da página, não ajuda muito em deixar as coisas transparentes para quem está lendo e não sabe como as coisas funcionam...
  2. Em outras palavras, o que eu quiz dizer, é que quando tem um intermediador no meio já fica mais complicada, por que depende de várias partes para resolver o problema, mas as companhias aéreas ainda fazem algum esforço para resolver a situação. Mas quando o intermediador é um MaxMilhas, 123 Milhas ou similar, é praticamente caso perdido, pois as companhias aéreas vão fazer zero esforço para resolver, na verdade até vão criar empecilhos para resolver o problema, pois as companhias não concordam com o tipo de negócio que estes sites praticam.
  3. O objetivo do fórum é tratar sobre turismo, e não sobre questões imigratórias e legais. Sugiro procurar um advogado especializado em questões imigratórias, ele poderá lhe aconselhar melhor sobre os procedimentos que você deve seguir para não ficar ilegal.
  4. Repetindo o que falei lá o outro tópico, esta cotação de 1 real para 22 ou 25 pesos da WU é uma distorção momentânea do mercado de cambio, causada pela crise econômica argentina e pela falta de moeda estrangeira causada pelo fechamento das fronteiras. Quando as fronteiras forem reabertas e os turistas voltarem para a Argentina com os seus dólares e reais, esta distorção tende a desparecer, e a cotação da WU voltar a ficar próxima a cotação oficial. Ou seja, lá em 2021, quando a sua viagem for ocorrer, esta distorção muito provavelmente já terá desaparecido, e a cotação da WU estará próxima da cotação oficial.
  5. Olá, seja bem vinda. Você precisa ser um pouco mais clara e específica nas suas postagens, pois tenho certeza de que 99,99% das pessoas que frequentam o fórum não tem a menor ideia do que seria "Spot ou InReach".
  6. Maxmilhas é afins, praticam um negocio meio complicado e controverso. Tecnicamente não é ilegal, mas as companhias aéreas emissoras das milhas e com quem você vai gastar elas, não concordam muito com o tipo de comercio de milhas que sites como Maxmilhas e similares praticam. As companhias aéreas aéreas não podem impedir este tipo de comércio, mas também não fazem nada para ajudar, na verdade até ficam modificando as regras dos programas de milhagem para dificultar este tipo de comércio. Então toda vez que alguém compra passagens em sites como Maxmilhas, deveria saber onde está se enfiando, saber que se tiver qualquer problema com a passagem, terá bastante problemas para conseguir resolver. Pessoalmente já comprei passagens algumas vezes no maxMilhas ou similares, mas eu estava bem ciente de onde estava me enfiando, e a diferença de preço era bem grande, então valia a pena no risco, mas se a diferença de preço for pequena, pessoalmente acho que o risco não vale a pena.
  7. Primeiro uma explicação: Cambio paralelo, é o cambio praticado pela WU, casas de cambio, bancos quando vendem ao consumidor final, etc, é tudo legalizado e fiscalizado, já o cambio blue é o cambio ilegal, informal, sem registro e sem fiscalização, praticado por sabe lá quem nas ruas, tem muitas pessoas honestas que só estão tentando ganhar o seu dinheiro comprando e vendendo dólares e reais no mercado informal da rua, mas o cambio blue muitas vezes está ligado a crime e lavagem de dinheiro oriundo do crime. A WU, bancos e casas de cambio ganham dinheiro comprando Reais e dólares de você e vendendo mais caro para os argentinos, por exemplo, eles compram os seus reais por 25 pesos, e depois vendem eles para os argentinos por 28, é nisto que todos ganham dinheiro. No mundo todo, o normal é um ágio de 5% a 20% entre a cotação oficial e cotação no mercado paralelo (casas de cambio, WU, Blue, etc), um ágio de 100% sobre a cotação oficial como estão praticando hoje na argentina, é algo muito fora do normal, e que só costuma ocorrer em momentos de graves crises financeiras e de escassez de moeda estrangeira (dólares). E a Argentina está vivendo justamente os dois neste momento, está em crise financeira e com o fechamento das fronteiras, os dólares e reais dos turistas praticamente sumiram e eles fazem muita falta para os argentinos, como a procura por dólares e reais pelos argentinos continua alta e a oferta muito baixa, eles compram dolares e reais para se proteger da inflação, isto faz o preço no mercado paralelo subir muito acima da cotação oficial. Mas quando os turistas começarem a voltar para a argentina com os seus dólares e reais, a oferta de dólares e reais no mercado argentino vai aumentar, o que vai fazer o ágio diminuir e voltar para faixa normal de 10 a 20% acima do cambio oficial, é a velha lei da oferta e procura, se algo está escasso no mercado, o preço sobe, mas se tem bastante oferta, o preço diminui, e tende a se aproximar mais da cotação oficial. O que quero dizer, é que esta cotação muito boa de hoje no paralelo, com ágio de 100%, muito provavelmente não vai mais existir daqui a 6 meses ou 1 ano, quando os turistas tiverem voltado, vai voltar a ser algo mais perto da normalidade e da cotação oficial. Quando estive em Buenos Aires começo de janeiro deste ano, a cotação do peso oficial estava em 14,50, eu tenho a aplicativo WU instalado e lembro que eles estavam trocando com uma taxa de 15,50, mas nas casas de cambio de Buenos Aires, estavam trocando por 16,50, ou seja era mais vantajoso trocar nas casas de cambio, pois a cotação da WU era pior. O problema das casas de cambio eram as filas e demora para ser atendido, nisto a WU ganhava, pois podia sacar o dinheiro em vários outros locais com menos demora e filas.
  8. A cotação que você vê no google, é o cambio oficial ou "comercial", que é usado somente em transações entre governos e grandes empresas e bancos. A cotação que você turista vai pagar na rua, casas de cambio, bancos, western union, etc é a cotação do dólar ou Peso Turismo que sempre é maior que a cotação comercial. Por exemplo, hoje pela cotação oficial do "Peso Comercial" 1 Real = 13,60 Pesos, mas se for trocar reais numa casa de cambio legalizada lá em Buenos Aires a cotação que você vai receber é 1 Real = 12,21 Pesos. Cotação que você recebe/paga lá em Buenos Aires nas casas de cambio: http://www.montevideocambio.com.ar/ Mas a Western Union e mercado paralelo e informal pagando 1 Real = 22,26 pesos, está bom demais, dá até para desconfiar de que tem algo errado, por que está muito bom, mas muito fora do normal, que seria algo próximo a 1 Real = 13 Pesos. A cotação que a Western Union cobra/paga sempre foi um pouco pior que o valor praticado nas casas de cambio, eles cobravam mais caro pela comodidade de fazer tudo pelo aplicativo e poder sacar em vários locais. Então esta cotação muito boa que a WU e o marcado paralelo está praticando hoje, acredito que seja algo muito pontual, reflexo da epidemia de Covid que praticamente cortou a zero os negócios de câmbio e a WU Argentina deve estar precisando desesperadamente de Reais e Dólares, e por causa disto estar pagando um valor muito acima do normal. Ou seja, lei da oferta e procura, os argentinos dependem muito dos dólares e reais dos turistas brasileiros, e com muitos argentinos querendo comprar dólares ou Reais para se proteger da inflação alta da argentina, mas poucas pessoas querendo vender dólares ou Reais, e isto faz a cotação do Real e dólar subir muito. Mas não espere que estes preços muito acima do normal da WU e do mercado paralelo permaneçam por muito tempo, quando o fluxo de turistas e dólares/Reais começar a voltar ao normal depois do fim da epidemia, a cotação da WU e mercado paralelo tendem a voltar ao normal, mais próximo cotação comercial/oficial e ser um pouco pior do que nas casas de cambio de rua.
  9. Quanto que você está ganhando de comissão por cada pessoa que reservar pelos seus link? Nada contra ganhar comissão ou ganhar dinheiro divulgando sites ou serviços, mas é de bom tom ser ético e falar que você está ganhando comissão, e que o seu artigo pode não ser totalmente imparcial, mas sim motivado por interesses comercias, e as pessoas saberem que trata-se de um comercial e que não estão sendo enganadas por um artigo tendencioso.
  10. Nas lojas oficiais, é tudo caro, as vezes até mais caro do que no Brasil, a vantagem é que tem mais variedade e opções que você não encontra facilmente no Brasil. Nos poucos outlets que existem na Europa, em alguns você até acha algumas coisas baratas, mas não dá para comparar com a quantidade de ofertas e os preços dos outlets dos EUA. Se tiver tempo sobrando, até dá para passar nos outlets e dar uma olhada, mas sem grandes expectativas. Mas a questão mesmo é ter tempo sobrando, a maioria do pessoal aqui já tem roteiros bem apertados e corridos, com poucos dias em cada cidade, e os outlets geralmente ficam em locais bem afastados do centro, onde facilmente você gasta 2 horas para chegar lá, e outras 2 horas para voltar de lá, e se você passar mais 2 ou 3 horas no outlet, você gastou um dia inteiro, ou seja, geralmente tem que reservar um dia inteiro para ir aos outlets, não costuma ser algo que você consiga fazer numa manhã ou tarde de folga que tiver no roteiro. O enderço do Designer Outlet Berlin é: Alter Spandauer Weg 1, Wustermark Endereço no Google maps https://goo.gl/maps/ab2MxBLqYhHnSpYe6 Detalhes de como chegar lá: https://www.mcarthurglen.com/outlets/en/de/designer-outlet-berlin/plan-your-visit/ Fica bem fora da cidade, na verdade fica na cidade de Wustermark, separe pelo menos umas 2 horas para chegar lá, e outras duas horas para voltar. O pessoal até faz piada com o endereço super afastado e fora de mão deste outlet, em alemão "wuste" significa deserto, e "mark" pode ser traduzido como "fronteira", e acaba virando, lá na pqp, lá na "fronteira do deserto"...
  11. Comprar Pesos Argentinos no Brasil não costuma valer a pena, pois a cotação costuma ser muito ruim. Então o ideal é levar Dólares ou Reais e trocar por pesos lá na Argentina mesmo. Dólares dá para trocar facilmente em qualquer lugar, já trocar Reais pode ser um pouco mais complicado, fora dos destinos turísticos em locais que não recebem tantos turistas brasileiros como Buenos Aires, e em uma região onde a procura de Reais por Reais brasileiros é menor, por causa disto a cotação do Real também pode ser bem pior lá em Salta do que se comparado com Buenos Aires. É basicamente uma questão de procura e oferta, se há bastante pessoas vendendo e comprando Reais, as cotações são boas, mas se há poucas pessoas comprando e vendendo Reais, a cotação é ruim. Em Buenos Aires tem muito turista brasileiros vendendo Reais e muitos argentinos comprando Reais para vir ao Brasil, mas lá em Salta a procura por Reais é menor e a cotação do Real costuma ser pior, e não sei se ainda vale a pena em relação ao dólar... Mas tem um outra questão, que pode ser até mais importante, que é a segurança de ficar andando por ai com um monte de dinheiro em espécie no bolso ou doleira, você se sentiria confortável com vários mil reais no bolso? Sabendo que pode ser furtado ou assaltado a qualquer momento e perder tudo? Se for uma viagem curta, de uma ou duas semanas, a quantidade de dinheiro que você precisa é menor, e até dá para arriscar levar tudo em Reais ou dólares em espécie e trocar lá, mas se for uma viagem mais longa, de vários meses de duração, a quantidade de dinheiro necessária é bem maior, e ai já começa a ser arriscado demais levar tudo em espécie, e neste caso a melhor solução costuma ser usar o cartão de débito para fazer saques de Pesos Argentinos direto da sua conta corrente brasileira em qualquer caixa automático, tem taxas e impostos, mas costuma ter o melhor custo benefício e segurança. Mas não são todos os bancos e cartões de débito que permitem realizar saques no exterior usando a função débito, se for usar, confira se o seu banco permite esta opção. E por fim, sempre tenha duas opções, se for levar em espécie, tenha um cartão para usar em caso de imprevisto ou emergência, se for usar cartão, tenha um segundo cartão para o caso do primeiro cartão dar problema ou perder ele...
  12. Concordo com você que se a pessoa tiver experiência e criatividade pode conseguir arrumar dinheiro na "estrada" e ir conseguindo sobreviver. Mas temos que ser responsáveis e não incentivar atitudes completamente irresponsáveis, e tentar passar a realidade para o pessoal inexperiente que chega aqui com ideia de cair na estrada sem um tostão furado no bolso e sem saber fazer absolutamente nada. Toda semana aparecem várias pessoas aqui com a ideia de largar tudo e cair na estrada sem um tostão furado, mas quando você vai ver melhor, a pessoa não tem experiência nenhuma, não sabe fazer nada, nunca trabalhou para conseguir o seu dinheiro, e muitas vezes não ficou nem 2 dias dias sozinho longe da mamãe que faz tudo por ela... Provavelmente não seja o seu caso, mas tem muito mochileiro que fica por aí pregando cair na estrada gastando pouco,sem um tostão furado no bolso e sem reserva para imprevistos, falando que tudo sempre vai dar certo, mas o que eles não contam, é que sempre que a coisa aperta eles ligam para o papai mandar dinheiro, ou então que vivem de renda de imoveis alugados ou de mesada do papai... Se a pessoa tiver esta pessoa onde se apoiar nas horas difíceis em que estiver sem dinheiro, sem local para dormir e sem o que comer, perfeito, mas nem todo mundo tem este pai rico que pode ficar mandando dinheiro sempre que a coisa ficar feia, e terá que se virar sozinha quando a coisa apertar, e neste caso é preciso de experiência ou de uma reserva de emergência, coisa que um mochileiro de 18 anos, que sempre dependeu completamente da mamãe e que nunca fez nada na vida alem de comer e dormir, geralmente não tem.
  13. Olá. Despachar a sua moto de barco até Manaus não resolve nada, na verdade acho que pode até complicar as coisas. Não há estradas entre a Colômbia e Panamá, nesta região fica o famoso Darien Gap, uma faixa de floresta, sem estradas e dominada por guerrilhas e narcotraficantes. Então para você que está no Pará, acho que a melhor opção seja despachar a moto de navio cargueiro ou avião cargueiro direto de Belem ou Manaus até o Panamá e viajar de avião até a Cidade do Panamá, onde você pega a sua moto e começa a viagem rumo ao Alasca. A imensa maioria do pessoal que faz viagem de carro ou moto da América do Sul até o Alasca quando chega na Colombia, despacha o carro num conteiner via navio ou num avião no caso das motos, até o Panama, viaja de avião até o Panamá, e continua a viagem a partir de lá. Tem um pessoal que se aventura em cruzar o Darien Gap de moto ou carro, mas dê uma olhada nas imagens abaixo para ter uma ideia do que se trata.
  14. Numa pesquisa rápida eu não achei muita informação sobre como irá funcionar na prática no Uruguai, mas se eles forem seguir o que está sendo feito no resto do mundo, você tem que fazer o teste no Brasil no máximo 72 horas antes de viajar, se chegar lá na fronteira com o Uruguai ou se chegar no aeroporto para embarcar rumo ao Uruguai sem o teste do COVID, você não entra e tem que dar meia-volta, e no caso do avião, nem embarca. Nos demais países, somente pessoas com cidadania daquele país tem a opção de fazer o teste assim que chegarem lá, pois por serem cidadãos do país, ninguém pode impedir eles de entrar no próprio país, mas nestes casos, eles costumam coletar o material para o teste lá na hora, e você tem que ficar de quarentena até o resultado sair, e paga pelo teste um valor bem mais caro do que se fosse fazer por conta própria antes de viajar. Mesmo que fosse possível fazer o teste assim que chegasse lá, o resultado costuma levar 2 dias para sair, e você teria que ficar isolado de quarentena durante este tempo, e onde que você faria a quarentena estando viajando pelo exterior? Trancado num quarto privativo de hotel gastando um monte de dinheiro com diárias e serviço de quarto? Pois teria que ficar pelo menos dois ou 3 dias isolado de quarentena sem poder sair esperando o resultado do teste sair... Ou seja, se eles seguirem o padrão que está sendo adotado no resto do mundo, estrangeiros tem que fazer o teste antes de viajar, não pode fazer assim que chegar lá.
  15. Já foi bem melhor, com muito mais opções de horários e destinos, mas ainda continua aceitável. Você consegue chegar em todas as cidades do estado usando transporte coletivo intermunicipal, mas pode precisar fazer baldeação em algum momento, e em algumas cidades vai haver só um ou dois horários por dia. No interiorzação do Brasil, longe das rotas entre as cidades maiores, o transporte coletivo intermunicipal vai de mal a pior, e em SC não é diferente, há cada vez menos passageiros nas rotas pelas cidades pequenas, e por causa disto há cada vez menos horários por dia e os ônibus estão cada vez menores, sendo substituídos por micro-ônibus e vans.
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