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Jonas Silva ForadaTribo

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Sobre Jonas Silva ForadaTribo

  • Data de Nascimento 14-07-1990

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    Técnico em Segurança do Trabalho

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  1. Olá. Realmente fazer trekking em montanha no verão não é seguro, eu que sempre quis romper com os paradigmas em 2018 quase passei por uma catástrofe em uma pequena montanha paranaense. No inverno é show de bola, esse ano fizemos Petro x Tere em julho, pode ler aqui, foi incrível até as nuvens estavam escassas.
  2. Preparação Mais uma vez começamos um planejamento para uma trip em grupo, e acabamos terminando em dois só, kkkk. Levantamos muita informação, dados, e dicas. Não é segredo algum que minhas viagens geralmente não contam com guia contratado, eu mesmo navego e planejo tudo. De posse das informações, havíamos levado dois meses aprendendo sobre a Serra dos Órgãos, talvez por isso as pessoas desistiram. Tiveram tempo de pensar no que fariam. Encarar uma grande aventura exige mesmo espírito livre. A Grande Jornada Em 19/07/19 saímos de Campo Mourão às 00:00, foram 1.100 km de estrada, cerca de 17h de viagem. Ainda bem que um dos passageiros que me acompanhou (BlaBlaBla Car) se dispôs a dirigir entre São Paulo e o Nova Iguaçú. Foi um dia todo na estrada. Chegamos em Terezópolis já se passavam das 17:50; o primeiro furo da viagem. Eu havia estimado chegar em Tere dia 20/07 antes das 17h e conseguir viajar até Petrópolis no mesmo dia ainda, dormindo próximo da portaria lá. Doce ilusão, já era noite e tive de procurar um camping ainda, mas tudo certo os Óreas (deuses da montanha) sempre fazem certo. Paciência ... tenha paciência. Levantamos acampamento ás 06:00, que é a hora que abre (deveria abrir) o Parque em Tere. Chegamos na portaria para guardar o carro e lá estava um aglomero de gente, logo fiquei sabendo que a recepcionista não tinha chegado. Foram 45min de espera, enquanto isso ia aumentando a fila. Quando a mulher chegou já armou-se um fuzuê danado, o povo queria brigar ao invés de me deixar fazer checkin. Com muito trabalho consegui fazer o meu checkin e deixei o povo lá batendo boca. Com o carro estacionado voltei para a portaria na esperança de um Uber me levar a Petro. Outra trabalheira danada, uns cinco motoristas recusaram a viagem, chegaram a pedir dinheiro por fora pra fazer o carreto, mó sacanagem. Mas o sexto Uber não hesitou e nos levou ao destino. Dia 1, subida, subida, s u b i d a . . . Às 10:15 começamos a trilha, foram 7h de subidas sem fim, mas com um visual de tirar o fôlego, até o desgaste físico passa desapercebido diante da exuberância da mão verde. Quase todo o dia foi por dentro do Vale do Bomfin subindo suas encostas. Quase no fim do dia chegamos a Isabeloca de onde já podemos avistar a Baía de Guanabara e os Castelos do Açú, nossa parada para dormir. No final da tarde, o pôr do Sol visto do Morro do Açú foi apaixonante. Leia mais aqui. Dia 2, sobe e desce, sobe e desce... O segundo dia é o mais intenso de toda a travessia, e provavelmente um dos mais belos dias que você pode passar na vida. Toda a cadeia da montanhas da Pedra do Sino ficam de frente para nós. A navegação também é mais complicada, presenciamos alguns grupos perdidos (geralmente pessoas sem experiencia ou fanfarrões). A cada descida uma subida maior esperava do outro lado, mas tinha-mos a certeza que o visual depois da ascensão e durante a próxima descida seriam ainda mais incríveis. Foram cerca de 8 km, caminhamos por 6 morros (Morro do Açú, Morro do Marco, Morro da Luva, Morro do Dinossauro, Pedra da Baleia e Pedra do Sino), é nesse trecho também que ficam os obstáculos mais difíceis (Elevador, Lajão, Grotão e Cavalinho). Eu particularmente me apaixonei pela pedra conhecida como Garrafão, talvez seja a lembrança que ela me traz que tenha me conquistado. Foi um dia realmente incrível e às 17h novamente chegamos no Abrigo. Ainda tive tempo de tomar um banho frio numa tarde de 4º C. Leia mais aqui Dia 3, uma corridinha para encerrar a travessia.🏃‍♂️ Levantei com o escuro e subi novamente na Pedra do Sino contemplar a sinfonia de Apolo ao empurrar seu Astro sobre as montanhas. Saímos do abrigo às 07:15, a partir daí só descida praticamente uma trilha bem relax, com a oportunidade de avistar Teresópolis de cima, o Morro da Caledônia e os Três Picos no horizonte. De brinde uma vista por entre as montanhas da Granja Comari, onde um dia já treinou uma seleção de dar medo. Chegamos na barragem às 11:00 fizemos a trilha suspensa e conhecemos o encanto (Cachoeira Peri e Ceci) onde nasceu uma obra prima nacional: "O Guarani". Deixei a tralha no carro e tomei a trilha para o mirante do cartão postal, logo na entrada li que tinha 1.200 m, e eu com pressa; ainda tinha 1.110 km de rodovia até a casa. Não deixei me abalar, liguei a Go Pro e saí em disparada, em 15 min estava de frente para a formação que encantou os portugueses. Mais 15 min estava novamente no carro, exausto agora. Reuni tudo, dei uma parada para repor as calorias e às 14:00 rumava novamente para o Paraná, dessa vez tive de dirigir sozinho por 16h. 06:30 do dia 24 de julho eu deligava o carro com aquela sensação de euforia, sinônimo de missão cumprida, só no aguardo da próxima. Leia o relato completo aqui.
  3. Olá. Acredito que tem preços para todos os gostos nas duas. Eu me hospedei em camping, pesquisei alguns hostel, mas acabei escolhendo camping mesmo. Se vc quiser ostentação (luxo) também vai encontrar, depende do que é caro pra vc. Quanto a melhor local para ficar, em tratando de aproveitar o ecoturismo, em Teresópolis vai encontrar bem mais alternativas, o próprio parque PARNASO tem mais opções em TERE. Se for fazer a travessia, é conveniente dormir próximo do local de largada, no sentido que vc vai seguir, as caminhadas até os camping de montanha são bem extensas, e se vc não tiver acostumado provavelmente levará boa parte do dia para fazê-las. Só não deixe para fazer reservas de última hora, dessa forma vai ter de aceitar as opções que sobra e vai por mim não são baratas, e nem boas.
  4. Eu costumo fazer viagens sem roteiro, apenas com algumas anotações de possíveis lugares onde chegar e passar, também faço viagens bem organizadas, e não tem regra para acampar, não precisa ter um lugar específico, conquanto que você não ligue para o fato de não ter estrutura (banheiro, energia elétrica, geladeira). De forma geral eu diria que é só chegar em algum lugar que você curta e acampar, se for uma propriedade particular conversa com o proprietário e se identifica fala sobre o que vai fazer ali, muitos aceitam de boa. Só não montar barraca em lugar privado sem avisar os moradores próximos, por que podem sentir-se ameaçados e chamarem a polícia, kkkkk, o soltarem os cães, kkkkkk. Vai-la, não se apegue muito a regras e credos, siga os instintos.
  5. Olá. Cara eu uso o Artartik nas montanhas brasileiras e recomendaria com certeza. Nossa região não costuma fazer frios extremos, as menores temperaturas estão entorno de - 8 ºC três a sete madrugadas por temporada. Eu já encarei -3 ºC no Pico Caratuva em 2019 e foi tranquilo, depois dentro da barraca a temperatura é menor que no exterior. Além do saco saber se vestir para dormir é muito importante, ou passará calor/frio de qualquer forma. Além do mais o Antartik tem um ótimo custo benefício.
  6. Curitiba tem muita coisa bacana, museus (com exposições incríveis de arte, história), tem a parte histórica da cidade tem igrejas importantes, tem a propriedade Leão Junior, a comunidade ucraniana; parques como Jardim botânico, Parque do Japão, Parque Tinguá, Parque Barigui, entre outros. Tem o turismo gastronômico noturno com bares tradicionais, e/ou temáticos, indicaria Bar do Alemão no Largo da Ordem, no mesmo Largo além da história todo fim de semana tem uma feira imensa de artesanato e antiguidades. Na parte gastronômica não noturna, tem restaurantes que oferecem experiências muito legais, como Velho Madalosso em Santa Felicidade, o Nova Polska (tradução polonesa na fazenda) esse fica na região metropolitana em Campo Magro (18Km). Também tem a descida da serra de trem saindo do terminal rodoviário e indo até a histórica Antonina, super recomendo. Bom esse foi só um pitaco do que dá para fazer na capital paranaense é uma viagem que vale muito a pena. Só recomendo um bom planejamento antes de ir para aproveitar o máximo da cidade, e de preferência mais que 3 dias, hshshs.
  7. Como o @lobosolitario falou não há um modelo específico já que a maioria deles oferece boas opções. É claro vai depender um pouco dos seu gosto, outro aspecto importante é o uso que você vai dar pra ele. Se souber um pouco sobre fotografia qualquer smartphone com uma boa resolução e opção de comandos manuais vai lhe atende. Eu uso desde 2015 os smarts da ASUS, linha Selfie. Hoje especificamente tenho Zenfone 5, é excelente a fidelidade de cores, os comandos manuais, tem também câmera dupla para ângulos abertos (que na verdade não sei se é tão interessante assim, já que perde bastante a qualidade). Eu uso um Moto g5 no trabalho, é muito ruim um delay que tem entre as fotos perde muitos cliques. Minha esposa tem Samsung J7 que é muito bom quando operado manualmente, porém a qualidade no automático é bem precária. Pra mim a diferença do Asus é que aguenta pancada e muitos tombos, kkkk, nos dias atuais.
  8. Fala ai, blz. Voltei de PetroxTere a um mês, hshsh. Mas vamos fazer uns trekking sim. Pico da Bandeira está nas minhas anotações aqui. Estou com planos de fazer o Lagamar entre novembro e dezembro, não defini as datas ainda. Partiu?!
  9. Olá. Partiu Travessia Lagamar em Novembro/Dezembro! De Cananéia até Ilha das Peças e depois Paranaguá. Quem tiver afim, ajustamos as datas e partiu, 4 dias!
  10. Boa noite. Eu fugiria de barraca que não seja autoportante, principalmente que vc disse que pretende acampar em montanha, será difícil pará-la em pé. Tenho acompanhado nessa temporada de montanha brasileira muita gente usando a Naturehike iglu, inclusive parceiros meus, me parece ser uma boa barraca, e bem leve também. Por essas circunstâncias acredito ser uma ótima barraca autoportante de custo benefício legal Eu adquiri uma Quick Hiker 2 por um excelente preço, e é excelente: autoportante, super confortável, bem construída, só que com 700 g mais que a Naturehike, para caminhadas muito longas isso pode ser relevante.
  11. Olá. Tenho uma Forclaz 70+10 e te garanto que é uma excelente mochila, parruda e aguenta o tranco. Claro que se estiver a fim de gastar a North está aí, tem as Deuter também que são bem caras. Eu usaria o R$ 770,00 em outra coisa, quem sabe mais uma viagem por aí.
  12. Olá. Existe uma rota chamada Caminho do Sol, com 241 saindo de Santana da Parnaíba e terminando em Águas de São Pedro. Foi criado com fins comerciais, mas é bem frequentado. Eu não caminhei por ele ainda, mas um conhecido me falou que atualmente está bem explorativo em valores. Nesse site, específico tem algumas informações. >>http://www.caminhodosol.org.br/default.aspx<< No mais, vais encontrar várias rotas se comparando com o Caminho de Compostela, pois esta é uma rota mundialmente conhecida. No entanto cada um tem sua própria história, eu particularmente tenho estudado os Caminhos de Peabiru como possível roteiro futuro para mim.
  13. Olá. Voltei de lá há 15 dias, fiz a travessia completa. Não exigiram guia, mas que assina o termo se compromete em saber se orientar em montanha e ter responsabilidade na trilha. Se vc já fez trilhas autoguiadas, e conhece de montanha, sem problemas. Do contrário melhor contratar um guia ou ir com quem já conhece. Inclusive vi dois grupos perdidos nas trilhas, menos mal que naquele dia o tempo estava perfeito, e eles se reencontraram.
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