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Jonas Silva ForadaTribo

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Sobre Jonas Silva ForadaTribo

  • Data de Nascimento 14-07-1990

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    Técnico em Segurança do Trabalho

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  1. @hv.daniel Olá. Vai mesmo nessa data? Tenho espaço de calendário no início de setembro
  2. Bom dia. Vc já fez alguma travessia? Vamos sim, ela é bem difícil mas da de encarar. Estou esperando melhorar a sistuação da pandemia para definir as datas.
  3. Olá. Sou de Campo Mourão no Paraná. Quanto a dormir, devemos levar barracas, saco de dormir... A alimentação também é preciso carregar, assim como grande parte da água a ser consumida. Bom precisamos carregar mochilão com peso, e caminhar durante 10 dias talvez. Lá é deserto sim, uma travessia e tanto. Tem empresas que dão apoio, mas pretendo ir sem nenhum. Já temos um grupo de 5 pessoas para a empreitada, se ninguém largar o barco. Você já fez alguma travessia? Carregou mochilão por alguns dias?
  4. Boa tarde. Demorei voltar aqui, hshs. Mas, blz. Vamos lá. A ideia é seguir no sentido Sul. Preparativos para 9 dias, sem guias, ou seja temos de preparar e carregar tudo. Estou reunindo alguns contatos e info. Se tudo correr bem, e essa pandemia não preocupar vamos preferencialmente entre novembro e abril/21. Por hora, tenho uma pessoa para acompanhar nessa jornada. Vc é de onde?
  5. Nos últimos dias de 2019 tive o prazer de fazer um dos trechos da Travessia Entre Ilhas, que é mais conhecido como Lagamar. O trecho entre Cananéia/SP e Paranaguá/PR. Na verdade Lagamar é o nome do estuário menos degradado e mais produtivo do mundo situado na região que compreende os estuários do Rio Ribeira, Iguapê e o Estuário de Paranaguá. É uma região de manguesal que abriga uma grande diversidade da flora e principalmente fauna terrestre e marinha. O Lagamar está num trecho de preservação da Mata Atlântica que, explica e chama ainda mais atenção pela sua riqueza. Apesar da preparação em grupo acabei fazendo o percurso no estilo "solo". Quando chegamos em Cananéia do grupo que já era reduzido, uma das pessoas não compareceu, e a outra preferiu ficar na cidadezinha. Como aquecimento, depois de passar boas horas na espera em Registro/SP, aguardando um ônibus para a Ilha, chegamos em Cananéia. Logo tratamos de fazer um tour pela pacata cidade histórica que se orgulha de brigar (ser) considerada a primeira "cidade" brasileira. Fato é que em 1531 Martin Afonso de Souza aportou na Ilha de Cananéia, segundo documentos históricos. Visitamos o museu municipal que também guarda uma preciosidade: o maior tubarão branco em exposição, embalsamado, do mundo. A fêmea, capturada em águas brasileiras da região têm 5,5 m de comprimento e nada menos que 3,5 toneladas. Como aquecimento da jornada eminente, subimos (na verdade subi) o Morro São João Batista para conferir a vista do Mar Pequeno e tem uma pequena ideia da dimensão do projeto. Nessa ascensão que acabei ficando sozinho, minha parceria desistiu, melhor que foi ali e não em meio à praia deserta. No geral Cananéia é uma daquelas cidades que faz voltarmos no tempo e fazer uma reflexão sobre nós homens, nossa sociedade e nosso progresso. As ruas foram projetadas para o Séc. XVI ou XVII e hoje precisam conviver com carros do séc. XXI, isso não é um problema, quando a população e o fluxo não é muito grande. As marinas e mercados de peixe estão por todo lugar, a pesca é a principal atividade da cidade. Pra quem gosta de curtir um final de tarde num barzinho, vai encontrar na Ilha algumas opções bem aconchegantes, e diversificadas. A sensação de segurança também traz um certo conforto. PRIMEIRO DIA DE TRAVESSIA (NA VERDADE PREPARAÇÃO) Neste dia acordei às 06:00 na esperança de chegar à Praia do Cambriú antes das 09:00. Na realidade como estava sozinho, mesmo tendo esperado até às 09:30 no pier não consegui nenhuma voadeira rumo ao Cambriú. Para garantir fui para o Marujá, depois faria o trecho de 12 km até o Cambriú caminhando. O trajeto até a Comunidade Marujá já foi emocionante, cruzamos com golfinhos, guarás vermelhos e nossa voadeira deu uma pane ficando uns 40 min à deriva no meio do canal. Do Marujá até o Cambriú a viagem foi angustiante: cruzar a Praia da Lage se revelou o principal teste emocional da viagem. São cerca de 6 km apenas, mas o fato de conseguirmos enxergar a outra ponta torna essa praia deserta um "inferno". Parece não ter mais fim, some-se o fato de ser o início da travessia, então eu queria olhar o relógio a todo instante para saber do meu desempenho, ilusão, nada mudaria. Levei mais que 1h e 30min de caminhada, tive de fazer algumas paradas e lutar constantemente com os pensamentos negativos. Alguns urubus sobrevoavam meu esqueleto trambaleante fazendo troça. Com muita luta cheguei no outro lado e depois na Praia do Fole, alcançando o Cambriú já depois das 15:00. Assustado, e preocupado devido à experiencia na Laje, resolvi dormir por ali mesmo. No finalzinho da tarde, conversando com moradores descobri que o seu Toninho (barqueiro) fez duas travessias de barco vindo de Cananeia naquele mesmo dia. No final eu tinha chegado também. SEGUNDO DIA - MAR IMPLACÁVEL ESPERA INFINDÁVEL Madruguei. Às 06:15 já me punha a caminhar, na esperança de ver o sol nascendo na Praia do Fole, de frente para a Ilha do Cambriú, nada mais que expectativa. O Astro só apareceu já alto umas 06:50 devido a quantidade de nuvens. Transpor a pequena Praia de Fole Pequeno é simples, a Praia do Fole também foi fácil, ou a ansiedade de chegar na aterradora Praia da Laje novamente fez com que as duas ficassem mais fáceis. De peito aberto me pus a caminhar e em menos de 1h cruzei aquela vastidão de areia liza. É curioso como ela parecia ainda maior, apesar de psicologicamente ter sido bem mais fácil. A faixa de areia estava com mais de 50 m de largura, a maré tinha recuado bastante. No trecho de pedras entre a Laje e o Marujá, fiz uma pausa para comer e beber água na bica que tem por ali. Logo que começa o costão um visual deslumbrante, a Praia do Marujá sumindo no horizonte como um traço reto entre a água azul e a mata verde. Depois de sair no Marujá e caminhar uns 2 km encontrei as primeiras pessoas desse trecho. Era um pequeno grupo, aproximadamente 15 pessoas tomando banho de mar. Pelos demais 14 km daquele dia não vi mais ninguém, apesar de ter encontrado até uma placa indicando um restaurante. Caminhei, caminhei, até tentei parar para descansar, mas além de não me sentir cansado, o sol de rachar e a falta de qualquer sombra desencorajam a pausa. Incrível que nesse dia, apesar de a praia ser bem mais extensa, quando me dei conta estava na antiga Vila da Baleia e já eram 12:00. A Vila, agora destruída, mostra o quão implacável as águas podem ser. Hoje nenhuma residência permanece no local. O mar cortou um braço de uns 500m por ali, e continua avançando. As pessoas saíram deixando tudo para trás. Inclusive muito lixo (roupas, plástico, fios, canos, etc.) que provavelmente vai acabar no Atlântico, que diga-se de passagem já tem muito lixo. Uma vergonha. Ainda mais sabendo que se trata de uma comunidade que vive do Mar. A parte boa é que no canal que se forma atrás da antiga Vila as águas além de limpas são muito calmas. Não resisti, tirei a roupa e dei alguns mergulhos. Arrumei minhas coisas como um travesseiro e tirei um bom cochilo, imaginando a pernada de volta até a nova Vila da Baleia ou Marujá pra conseguir um barco que me deixasse em Ararapira. Acordei com o ruído de um barco parando ali pertinho, fui logo perguntar sobre chegar do outro lado. O barqueiro, Pedro, se ofereceu me deixar na agora Vila da Baleia, aceitei. Na Vila consegui um transporte para o final da tarde. Precisei ficar 4h esperando, sentado ao pé de uma árvore, sendo paparicado por uma cachorra que apareceu ali. Cheguei em Ararapira quase noite. Lá fui informado que se tivesse parado na Pontal do Sul/SP poderia também chegar no Superagui caminhando: o antigo canal não existe mais, está todo assoreado pela areia e fica exposto, exceto em maré cheia. TERCEIRO DIA - A PÉ OU DE CAVALO Comecei cedo, e como não podia ser diferente larguei a tralha na ponta do Superagui e fui até o meio do antigo canal, marcar a divisa dos estados. Caminhando no Paraná, logo avistei o improvável; no meio do nada um cavalo branco observando o Oceano, cheguei pensar que fosse loucura da solidão na minha cabeça. No entanto, pude confirmar era um cavalo mesmo. Resisti a tentação de cavalgar até a Vila de Superagui. Caminhei, passei por alguns riachos, boias, quando encontrei gente, fui saber que já estava chegando na Vila. Eram 11:00 e meus planos de wild camping ficariam para outra oportunidade. Pleno, cheguei na Vila de Superagui. No entanto, um erro crasso me deixou preocupado, e não era o cansaço dos 20km e tanto. Em um dos riacho eu optei por não tirar a bota, resultado foi que era mais fundo que o planejado e entrou água nela, caminhei o resto do trecho, uns 10km, com o pé encharcado. Rendeu muita dor na sola do pé e o medo de aparecerem bolhas me obrigando a desistir no último trecho. Achei um camping, muito da hora, e fiz uma coisa improvável que tive vontade lá pelas 09:00 da manhã, comprei uma coca-cola. Pensa num refrigerante gostoso. O marido da dona do camping, ao conversarmos se dispôs a me deixar na Ilha das Peças no outro dia. Fiquei algumas horas sentado no píer da Vila esperando o pôr do Sol, durante esse tempo vários grupos de botos desfilaram a poucos metros de mim. QUARTO DIA - UMA TRAPAÇA, MUITA ESPERA Desarmei acampamento antes de o Sol nascer, mas tive de esperar o barqueiro, kkkk. À 06:40 me deixava na Ilha das Peças, e não quis me cobrar nada ainda. Nesse dia foi muito tranquilo, aquela sensação de tempo e espaço relativa, devido nas Peças eu saber que seriam apenas 16km para completar a trilha tornou tudo psicologicamente muito leve. A areia firme, a companhia da Ilha do Mel a poucos metros tudo preparado para um final incrível. Depois do antigo farol, hoje caído, avistei a Vila das Peças. Inocente, mesmo percebendo um trecho que aparentava "mangue" resolvi cruzar por ali mesmo, próximo do mar, para não contornar pela margem da várzea. Foi o trecho mais cansativo, e olha que desisti logo do meio e fui para a margem da mata. A cada pisada o pé afundava alguns centímetros na areia fina, acabando com minha panturrilha (lembrei dos tempos de treino na areia para disputar campeonatos de futebol). Chegando na Vila, 10:00, fui procurar alguém que me deixasse em Paranaguá. Não fui bem tratado pelos barqueiros, foram meio rudes - mochileiro acho que eles pensam que nós mendigamos carona. Fiquei chateado, mas paciência. Para piorar um do puto ainda me trapaceou, me disse que eu teria que esperar a escuna regular as 16h, mas se quisesse, por 70 reais me levaria às 15h, já que ele ia buscar mais gente em Paranaguá. Achei um camping, armei a barraca para terminar de secar e dormi um sono. Eram 14:30 quando desmontei tudo e fui encontrar o indivíduo. O pilantra apareceu umas 15:20, eu com cara de bobo, fui no barco. A única coisa que o @#$& me disse é que ia para Supergui e não podia me levar (sacanagem, devido ao nosso combinado nem fui atrás de outros barcos). Resumindo fiquei torrando no píer até às 16:30 quando a escuna me levou para Paranaguá. Foi um travessia incrível, que e ensinou muito. O fato de eu estar sozinho proporcionou perspectivas únicas. Saí de lá mais experiente, e agora que venha o Cassino.
  6. Alguém aí firme para parceria no final de 2020 pela maior Praia do mundo (Cassino)?
  7. Uau! Quero ver se consigo encarar a Serra Fina esse ano. Vai com equipe de turismo? Ou grupo independente?
  8. Bom dia. Então a sensação térmica é um pouco relativa, contudo, pra mim foi super tranquilo - 3 nem precisei de sobreposição de roupa. Para ter uma ideia no Caratuva nem camisa térmica usei (entre 0º e -4º) já nos Castelos do Açú eu usei camisa térmica, mas acabei passando calor kkkk, lá tava entre 1º e 0º. Pra falar a verdade só vai pegar temperatura abaixo de zero em dias muito específicos e durante a madrugada, no Brasil (montanhas) em média as temperatura ficam muito próximas de 0º. Atingir o - 7º então, é raríssimo, acho que só no ano passado, 2019, tivemos algo tipo -8º em Urupema. Recomendo que além do saco de dormir tenha uma camisa, calça térmicas e blusa eventuais imprevistos. Todas as minhas considerações acima foram usando o Antartik dentro de uma barraca bem fechada, se for bivak aí já não posso considerar.
  9. Preparação Mais uma vez começamos um planejamento para uma trip em grupo, e acabamos terminando em dois só, kkkk. Levantamos muita informação, dados, e dicas. Não é segredo algum que minhas viagens geralmente não contam com guia contratado, eu mesmo navego e planejo tudo. De posse das informações, havíamos levado dois meses aprendendo sobre a Serra dos Órgãos, talvez por isso as pessoas desistiram. Tiveram tempo de pensar no que fariam. Encarar uma grande aventura exige mesmo espírito livre. A Grande Jornada Em 19/07/19 saímos de Campo Mourão às 00:00, foram 1.100 km de estrada, cerca de 17h de viagem. Ainda bem que um dos passageiros que me acompanhou (BlaBlaBla Car) se dispôs a dirigir entre São Paulo e o Nova Iguaçú. Foi um dia todo na estrada. Chegamos em Terezópolis já se passavam das 17:50; o primeiro furo da viagem. Eu havia estimado chegar em Tere dia 20/07 antes das 17h e conseguir viajar até Petrópolis no mesmo dia ainda, dormindo próximo da portaria lá. Doce ilusão, já era noite e tive de procurar um camping ainda, mas tudo certo os Óreas (deuses da montanha) sempre fazem certo. Paciência ... tenha paciência. Levantamos acampamento ás 06:00, que é a hora que abre (deveria abrir) o Parque em Tere. Chegamos na portaria para guardar o carro e lá estava um aglomero de gente, logo fiquei sabendo que a recepcionista não tinha chegado. Foram 45min de espera, enquanto isso ia aumentando a fila. Quando a mulher chegou já armou-se um fuzuê danado, o povo queria brigar ao invés de me deixar fazer checkin. Com muito trabalho consegui fazer o meu checkin e deixei o povo lá batendo boca. Com o carro estacionado voltei para a portaria na esperança de um Uber me levar a Petro. Outra trabalheira danada, uns cinco motoristas recusaram a viagem, chegaram a pedir dinheiro por fora pra fazer o carreto, mó sacanagem. Mas o sexto Uber não hesitou e nos levou ao destino. Dia 1, subida, subida, s u b i d a . . . Às 10:15 começamos a trilha, foram 7h de subidas sem fim, mas com um visual de tirar o fôlego, até o desgaste físico passa desapercebido diante da exuberância da mão verde. Quase todo o dia foi por dentro do Vale do Bomfin subindo suas encostas. Quase no fim do dia chegamos a Isabeloca de onde já podemos avistar a Baía de Guanabara e os Castelos do Açú, nossa parada para dormir. No final da tarde, o pôr do Sol visto do Morro do Açú foi apaixonante. Leia mais aqui. Dia 2, sobe e desce, sobe e desce... O segundo dia é o mais intenso de toda a travessia, e provavelmente um dos mais belos dias que você pode passar na vida. Toda a cadeia da montanhas da Pedra do Sino ficam de frente para nós. A navegação também é mais complicada, presenciamos alguns grupos perdidos (geralmente pessoas sem experiencia ou fanfarrões). A cada descida uma subida maior esperava do outro lado, mas tinha-mos a certeza que o visual depois da ascensão e durante a próxima descida seriam ainda mais incríveis. Foram cerca de 8 km, caminhamos por 6 morros (Morro do Açú, Morro do Marco, Morro da Luva, Morro do Dinossauro, Pedra da Baleia e Pedra do Sino), é nesse trecho também que ficam os obstáculos mais difíceis (Elevador, Lajão, Grotão e Cavalinho). Eu particularmente me apaixonei pela pedra conhecida como Garrafão, talvez seja a lembrança que ela me traz que tenha me conquistado. Foi um dia realmente incrível e às 17h novamente chegamos no Abrigo. Ainda tive tempo de tomar um banho frio numa tarde de 4º C. Leia mais aqui Dia 3, uma corridinha para encerrar a travessia.🏃‍♂️ Levantei com o escuro e subi novamente na Pedra do Sino contemplar a sinfonia de Apolo ao empurrar seu Astro sobre as montanhas. Saímos do abrigo às 07:15, a partir daí só descida praticamente uma trilha bem relax, com a oportunidade de avistar Teresópolis de cima, o Morro da Caledônia e os Três Picos no horizonte. De brinde uma vista por entre as montanhas da Granja Comari, onde um dia já treinou uma seleção de dar medo. Chegamos na barragem às 11:00 fizemos a trilha suspensa e conhecemos o encanto (Cachoeira Peri e Ceci) onde nasceu uma obra prima nacional: "O Guarani". Deixei a tralha no carro e tomei a trilha para o mirante do cartão postal, logo na entrada li que tinha 1.200 m, e eu com pressa; ainda tinha 1.110 km de rodovia até a casa. Não deixei me abalar, liguei a Go Pro e saí em disparada, em 15 min estava de frente para a formação que encantou os portugueses. Mais 15 min estava novamente no carro, exausto agora. Reuni tudo, dei uma parada para repor as calorias e às 14:00 rumava novamente para o Paraná, dessa vez tive de dirigir sozinho por 16h. 06:30 do dia 24 de julho eu deligava o carro com aquela sensação de euforia, sinônimo de missão cumprida, só no aguardo da próxima. Leia o relato completo aqui.
  10. Olá. Acredito que tem preços para todos os gostos nas duas. Eu me hospedei em camping, pesquisei alguns hostel, mas acabei escolhendo camping mesmo. Se vc quiser ostentação (luxo) também vai encontrar, depende do que é caro pra vc. Quanto a melhor local para ficar, em tratando de aproveitar o ecoturismo, em Teresópolis vai encontrar bem mais alternativas, o próprio parque PARNASO tem mais opções em TERE. Se for fazer a travessia, é conveniente dormir próximo do local de largada, no sentido que vc vai seguir, as caminhadas até os camping de montanha são bem extensas, e se vc não tiver acostumado provavelmente levará boa parte do dia para fazê-las. Só não deixe para fazer reservas de última hora, dessa forma vai ter de aceitar as opções que sobra e vai por mim não são baratas, e nem boas.
  11. Eu costumo fazer viagens sem roteiro, apenas com algumas anotações de possíveis lugares onde chegar e passar, também faço viagens bem organizadas, e não tem regra para acampar, não precisa ter um lugar específico, conquanto que você não ligue para o fato de não ter estrutura (banheiro, energia elétrica, geladeira). De forma geral eu diria que é só chegar em algum lugar que você curta e acampar, se for uma propriedade particular conversa com o proprietário e se identifica fala sobre o que vai fazer ali, muitos aceitam de boa. Só não montar barraca em lugar privado sem avisar os moradores próximos, por que podem sentir-se ameaçados e chamarem a polícia, kkkkk, o soltarem os cães, kkkkkk. Vai-la, não se apegue muito a regras e credos, siga os instintos.
  12. Olá. Cara eu uso o Artartik nas montanhas brasileiras e recomendaria com certeza. Nossa região não costuma fazer frios extremos, as menores temperaturas estão entorno de - 8 ºC três a sete madrugadas por temporada. Eu já encarei -3 ºC no Pico Caratuva em 2019 e foi tranquilo, depois dentro da barraca a temperatura é menor que no exterior. Além do saco saber se vestir para dormir é muito importante, ou passará calor/frio de qualquer forma. Além do mais o Antartik tem um ótimo custo benefício.
  13. Curitiba tem muita coisa bacana, museus (com exposições incríveis de arte, história), tem a parte histórica da cidade tem igrejas importantes, tem a propriedade Leão Junior, a comunidade ucraniana; parques como Jardim botânico, Parque do Japão, Parque Tinguá, Parque Barigui, entre outros. Tem o turismo gastronômico noturno com bares tradicionais, e/ou temáticos, indicaria Bar do Alemão no Largo da Ordem, no mesmo Largo além da história todo fim de semana tem uma feira imensa de artesanato e antiguidades. Na parte gastronômica não noturna, tem restaurantes que oferecem experiências muito legais, como Velho Madalosso em Santa Felicidade, o Nova Polska (tradução polonesa na fazenda) esse fica na região metropolitana em Campo Magro (18Km). Também tem a descida da serra de trem saindo do terminal rodoviário e indo até a histórica Antonina, super recomendo. Bom esse foi só um pitaco do que dá para fazer na capital paranaense é uma viagem que vale muito a pena. Só recomendo um bom planejamento antes de ir para aproveitar o máximo da cidade, e de preferência mais que 3 dias, hshshs.
  14. Como o @lobosolitario falou não há um modelo específico já que a maioria deles oferece boas opções. É claro vai depender um pouco dos seu gosto, outro aspecto importante é o uso que você vai dar pra ele. Se souber um pouco sobre fotografia qualquer smartphone com uma boa resolução e opção de comandos manuais vai lhe atende. Eu uso desde 2015 os smarts da ASUS, linha Selfie. Hoje especificamente tenho Zenfone 5, é excelente a fidelidade de cores, os comandos manuais, tem também câmera dupla para ângulos abertos (que na verdade não sei se é tão interessante assim, já que perde bastante a qualidade). Eu uso um Moto g5 no trabalho, é muito ruim um delay que tem entre as fotos perde muitos cliques. Minha esposa tem Samsung J7 que é muito bom quando operado manualmente, porém a qualidade no automático é bem precária. Pra mim a diferença do Asus é que aguenta pancada e muitos tombos, kkkk, nos dias atuais.
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