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renanlouzada

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  1. Senhores, bom dia. Estou procurando um hostel que tenha um bom custo-beneficio em San Andres.. mas estou achando alguns muito ruins. Alguem que ja tenha ido e se hospedado em um, poderia sugerir? Preferencialmente com quarto individual para duas pessoas (duas camas de solteiro). Estou indo na segunda quinzena de agosto. Valeu.
  2. To indo na segunda quinzena de agosto. Se alguem tiver por lá, manda um alô! 19 a 21 em cartagena, 21 a 25 em San Andres, depois Peru. 😃
  3. estou procurando informações sobre o periodo. Estou querendo ir dia 14, fazendo Bogotá, Medellin, Cartagena e San Andres. Sobre chuva, alguem tem noção?
  4. Estou querendo ir tambem, porém vou antes, dia 14. Me disseram que é época de chuvas em San Andres.. será que é tão ruim assim? Li que chove pouco.. li que chove muito. Alguem que ja tenha ido sabe me informar ocm segurança?
  5. 23/02 Infelizmente, hora de voltar pra casa. Acordamos bem cedo, pagamos o hotel e tomamos um último café da manhã na cidade, tomando um transfer em seguida para o aeroporto de Ushuaia. No caminho, ainda paramos para umas fotos. Quanto ao Hostel, nao achei muita coisa barata lá (busquei quarto individual com banheiro privativo). O Rio Ona foi um dos mais em conta. Num primeiro momento achei o proprietário um pouco ignorante, mas vi que era o jeito do cara mesmo.. nos demais ele foi bem prestativo em tudo que precisei, mas sempre bem quieto. Não era de falar muito. Aqui fica uma dica preciosa: SE PRETENDE COMPRAR ALGO EM AEROPORTO, AQUI É SEU LUGAR. Eu já havia comprado algumas coisas no freeshop Atlantico Sur, no centro de Ushuaia, mas te falo que muitas das coisas que comprei estavam mais baratas no Aeroporto. Eis que tive a brilhante ideia de pensar que, se ali estava mais barato, em Buenos aires estaria mais ainda. Erro meu. Muitas coisas estavam ate menos que a metade do preço no Aeroporto de Ushuaia quando comparado ao Aeroparque. Vacilei nesse ponto. Portanto, sugiro que, se forem às compras em freeshop, aproveite Ushuaia. Depois de quase 04 horas de voo, conexão em Buenos Aires e um almoço no restaurante DON JULIO. Caro, mas também sensacional a comida. Sem muito relato.. aqui foi só o almoço e a lamentação por não ter comprado as coisas no freeshop de Ushuaia. Depois, embarcamos para São Paulo. Na chegada em São Paulo tivemos uma infeliz notícia de que a bolsa havia sido danificada. Fizeram a “gentileza” de nos pagar R$ 100,00 pelo dano.. chegamos por volta das 21h e só conseguimos resolver isso umas 23h30min. Não queria arrumar problema ao término dessa viagem, tudo tinha sido quase perfeito. Nos hospedamos num hotel/motel chamado Guess Hotel/Motel. Também “próximo” do aeroporto, foi só desgosto. Cheguei lá, minha reserva feita há meses atrás não havia sido processada. Eu tinha o comprovante, o funcionário via o comprovante em seu sistema, mas não havia quarto disponível. Depois de uns 40 minutos de espera – já passavam de 0h50min, conseguiram um quarto para nós. Até que era novo, bem organizado, mas era nítida a carência de acabamento e atenção de quem projetou o ambiente. Mas, ignorei isso e fui dormir. Por fim, no dia 24/02, conseguimos embarcar de volta pra Vitória. E assim finalizou o tour pela Patagônia. Acredito que tenha ficado um pouco extenso, mas tentei ser o mais explicativo possível. Vou deixar também a minha planilha de gastos. Há muita coisa que poderia ser evitada, mas é pessoal. Então usem como parâmetro aquilo que seria comum (hospedagens, passeios, etc). Quando busquei informações, não encontrei, então espero que, se tenham dúvidas, estas sejam sanadas aqui. Um abraço a todos e boa viagem para quem estiver se planejando!
  6. 22/02 Mais um teste pro pé torcido e joelho bichado. Trekking à Laguna Esmeralda. Acordamos cedo e tomamos café no hostel e, por volta das 08h30min, o transporte nos buscou. Chegamos na base umas 09h30min, fizemos uma rápida reunião e, 15 minutos depois, começamos a caminhada rumo à Laguna. Menos subidas que Torres del Paine e, basicamente, metade da distância. Porém, o trajeto era um tanto quanto dificultoso. Lama, buracos, subidas, descidas e muita paciência. Mas tudo isso, preciso nem dizer que valeu a pena, ne? Havia um grupo de idosos dinamarqueses que faziam o trajeto como se fosse a coisa mais normal do mundo. Disposição demais de todos eles. FOTOS TRAJETO LAGUNA ESMERALD Apareceram do nada "treinando". São os mesmos do Vale de Lobo do dia anterior. Depois de umas horas de caminhada, neve, sol, chuva, lama, chegamos. A caminhada vale a pena. São vistas que, pelo menos por aqui, eu jamais teria a oportunidade. Ao chegarmos, achamos um lugar próximo à Laguna e comemos uns sanduiches e biscoitos, que foram nosso almoço. Ficamos cerca de 1h30min lá em cima e depois retornamos, tendo as mesmas dificuldades (só que muito mais cansado e sem ânimo pra ir embora haha) para descer. Tivemos que parar em alguns momentos por conta do joelho, mas conseguimos chegar todos inteiros na base. Dali, embarcamos na van e fomos embora pro hotel. Chegamos no hotel, exautos, mas ainda era “cedo”. Marcava por volta das 18h30min. Tomamos um banho e decidimos dar mais uma ultima volta na cidade. Fomos então ao Museu do Presidio. Tivemos pouquíssimo tempo.. cerca de 40 minutos apenas. Mas não tínhamos ido ainda e iriamos embora no dia seguinte, então aproveitamos pra ir assim mesmo. Deu pra conhecer um pouco da história do local, de como funcionou, etc. Sugiro um pouco mais de tempo no local. O museu não fala apenas do presídio em si. Conta histórias diversas de Ushuaia e de sua população, bem como da fauna, etc. Dali, não nos restava mais nada a não ser jantarmos. Fomos então ao restaurante “Christopher Grill & Cerveza”. Jesus, que comida! Pedi um bife que nem me recordo o nome e um filé de merluza negra. Ouvi histórias de que a verdadeira merluza negra não era encontrada ali.. se era a verdadeira, eu não sei, mas que tava deliciosa, putz.. E o atendimento foi excelente. Por fim, retornamos ao hostel para nossa ultima noite no fim do mundo.
  7. 21/02 Nesse segundo dia do pacote, em Ushuaia, pegamos o transporte e fomos para o os lagos escondido e Fagnago. É um passeio 4x4, é até animado, mas uma hora cansa kkk. Mas tem almoço (asado) incluído, rola um café da manhã também em uma das paradas. O visual é muito bonito, vale a pena o passeio. Finalizamos o mesmo em um centro de treinamento de cães puxadores de trenó, chamado “Valle de Lobos”. Fiquei impressionado com o “treinamento” deles: alguns correm até 50km POR DIA. E eu, morrendo pra fazer 5km.. hehe. Em ordem cronológica, primeiro fizemos uma rápida parada no Valle de Lobos, sem explicação alguma e sem ver os cães. Estava nevando, em pleno verão. Depois, fomos para o Mirador Paso Garibaldi, com uma linda vista do Lago Escondido. A felicidade de quem mora num lugar onde a temperatura não baixa de 20º e encontra neve no verão Dali, fomos descendo ao Lago Escondido, por um caminho coberto de gelo, cachoeiras e arvores na estrada.. algumas paradas com uma motosserra para tira-las do local e prosseguimos. Primeira parada foi no Lago Escondido.. passamos rapidamente e fomos depois para o lago Fagnago. Gigantesco. Lá, fizemos uma parada e tomamos um café da manhã. Calafate Depois, retornamos ao trajeto inicial e paramos, novamente, no Valle de Lobos. Almoçamos por lá (o famoso asado) e, depois, tivemos uma grande explicação de como são treinados os cães, como vivem, etc. Permanecemos la até por volta das 16h, retornando posteriormente para a cidade, tendo o transporte nos deixado na porta do hotel. Já no hotel, como ainda estava de dia, fomos até a praça Islas Malvinas novamente, com tempo aberto, para umas fotos melhores na placa USHUAIA hehe. Algumas fotos aleatórias no local e, finalizando a noite no restaurante EL VIEJO MARINO. Existem varias opções para se comer a tradicional CENTOLLA (King Krab), mas esse pequeno restaurante era o único (que eu vi) que tinha preço fixo pelo crustáceo. Custou cerca de 1200 pesos, salvo engano (tá na planilha ao final). Conseguimos comer em dois e ficamos satisfeitos. Obviamente: não sabia comer isso. Veio aquele bicho gigante com duas tesouras. Disfarcei, olhei nas mesas ao lado e não tinha ninguém comendo. Ou já tinha acabado ou ainda tava esperando. Por sorte, o dono estava na mesa do lado e, gentilmente, se ofereceu pra nos ensinar. Kkkk. E, assim, com sua ajuda, conseguimos comer. Vale a pena pela experiência: é até um pouco caro, mas você não vai achar isso no Brasil e, se achar, não custará menos de R$ 250,00. Eu paguei o equivalente a R$ 130,00 +- (no Chile também era bem mais caro). Fora que serviu a duas pessoas tranquilamente. Por fim, retornamos ao hotel e repousamos, já que o ultimo dia seria “mais puxado” fisicamente.
  8. 20/02 Para os três dias seguintes, optei por contratar um pacote de viagens com a empresa “Info de Ushuaia”. Paguei cerca de R$ 1000,00, individual, pelos três dias full de passeios. Nesse primeiro dia, logo pela manhã fomos até ao Parque do Fim do Mundo, com passeio pelo Trem do Fim do Mundo. Não desembolsamos mais nada, se não me falhe a memória. Renderam algumas fotos.. o passeio é monótono também. Cansa, mas a vista compensa. Depois, rodamos no ônibus em outros pontos turísticos. Fui sozinho, pois a chuva deu uma apertada. Prejudicou até o uso da câmera.. molhava a lente e era horrível pra limpar depois. Ai tirei umas pelo celular. Fomos até a Bahia Lapataia, ao lago Acigami e, por ultimo, na “agencia” dos correios do fim do mundo – aqui, vários brasileiros de moto chegando no local. Finalizamos pela manhã o passeio e fizemos uma rápida refeição no local chamado “MARCOPOLLO FREE LIFE”. Local barato, de comida leve. Depois, começaríamos talvez o passeio que mais me chamaria a atenção, porém o tempo não deu a devida colaboração. Por volta das 15h, entramos num catamarã rumo as Islas Lobo, Pajaro e Tierra del Fuego, além do farol do fim do mundo. Durou umas 04 horas de passeio e, mesmo com chuva, foi sensacional. Um frio de rasgar, ventando muito, mas o contato com a natureza daquele lugar foi top. Leões marinhos, aves nativas da região, pinguins e até uma baleia que deu o ar da graça bem próximo à orla, navegando lentamente há menos de 100 metros da embarcação. Mesmo com o mau tempo, iria de novo sem problema. Apreciamos tudo que pudemos. Ao desembarcarmos, fomos até a lanchonete MARCOPOLLO novamente. Preço bom, comida boa.. melhor alternativa hehe. Fizemos a janta por lá mesmo, e depois fomos para o hotel por volta das 21h30min. Pinguins de Madagascar? Intruso Kattegat ao fundo.
  9. 19/02 Primeiro dia em Ushuaia. Nesse dia ficamos livres pra fazermos o que quisermos. Então, rodamos a cidade, conhecemos alguns pontos dela. Há um free shop bem na rua principal. “Atlantico Sur Free Shop”. Vá por mim: VALE A PENA. E, dependendo, você encontra ainda mais barato no free shop do aeroporto. Só pra comparar: uma garrafa de absolut no Free Shop do Aeroparque, em Buenos Aires, e em Guarulhos, custava cerca de R$ 70 reais quando convertidos. No aeroporto de Ushuaia custava o equivalente a R$ 30,00. Dentre varias outras bebidas, comidas, perfumes, roupas, etc. Pela manhã, rodamos alguns pontos. Procuramos a famosa placa de Ushuaia – Fin del Mundo, e depois almoçamos no restaurante chamado “La Casa de Los Mariscos”. Observei que os preços por aqui eram bem mais em conta do que nas cidades Chilenas. A comida era boa, tomamos um sorvete de Calafate, bem gostoso também. Em determinado momento a cidade toda ficou sem energia, então almoçamos “à luz de velas.” Sorvete de Calafate Depois do almoço, fizemos um passeio de 1h num trem/ônibus que roda pela cidade, contando um pouco sua história. Monótono, mas já estávamos lá mesmo.. então fomos. Começou a chover assim que acabamos o passeio.. então retornamos pro Hotel, já era quase 18h. Estávamos bem cansados.
  10. 18/02 Uma das partes mais sofríveis da viagem. Ir a Ushuaia de avião, certamente, é a melhor opção. Mas, a agilidade é proporcional ao custo. Então, optei por enfrentar um ônibus por quase 12 horas. O problema: não sai de madrugada.. O ônibus saiu as 08h de Punta Arenas. Com cerca de 2h ou menos de viagem, realizamos a travessia em ferry boat do estreito de Magalhães. Uma bela vista durante todo trajeto. O “mar” azulzinho. Durou cerca de uns 30 minutos a travessia. Realizamos mais duas paradas nas fronteiras para verificação de documentação e bagagem, e depois de 12 sofridas horas, estávamos chegando em Ushuaia. O resultado é um dia perdido, porém MUITOS REAIS economizados. A passagem ficou em cerca de R$ 200 cada, quando de avião seria uns 1200 heheh. Mas também, há um porém: achar empresa de ônibus que faça o trajeto é muito difícil. Pesquise bem e compre, sem medo, com antecedência. Li uns dois ou três relatos de pessoas que orientam a comprar na hora. Vai por mim: se deixasse pra comprar na hora, estaria até agora em Punta Arenas. Não tinha ônibus. A empresa foi a mesma que vim de Puerto Natales a Punta Arenas: BUS SUR. Não são os melhores ônibus, mas nada a reclamar. Usem, como sugestão, o aplicativo/site BUS BUD para verificar algumas passagens. Agora, sim.. a cereja do bolo. Aqui passaria os últimos cinco dias da minha viagem. Chegamos na “rodoviária”, bem ao centro, por volta das 19h. Bem claro, por sinal: como toda a patagônia, o sol só ia embora por volta das 22h. Corremos até o Hostal (Hostal Rio Ona), fizemos checkin e deixamos as bagagens. Retornamos às ruas e deu tempo de ir até a Plaza Islas Malvinas, conhecer um pouco da historia e tirar uma foto na placa de Ushuaia (não ficou boa, voltamos outro dia). Depois, fomos procurar um lugar pra comer. Achei um restaurante que já havia visto um em El Calafate: CASIMIRO BIGUÁ. Caro, porém muito gostoso. Um garçom falava português fluentemente, conhecia até o Espirito Santo (“quem tira o mar de Minas Gerais”). Depois percebi que eles “filtram” os clientes por garçom: uns falam português, inglês, espanhol (!!), francês, etc.. Esse cordeiro patagônico... nossa mãe! Alimentados, voltamos pro hostal pra um descanso merecido.
  11. 17/02 Acordamos nesse dia com o intuito de ir ate o museu NAU VICTORIA, onde tem os navios réplicas 1:1 de Fernao de Magalhães e Charles Darwin. Visita interessante, um dos pontos “turísticos” da cidade. No caminho, passei pela base naval do chile e tirei umas fotos. Depois embarcamos em um uber e fomos pro centro da cidade de novo, esticando até o “Cerro de La Cruz”. Algumas fotos, pra despedir da cidade, e depois, retorno à casa. Ps.: Lugar que também vale a visita. Tem uma bela vista da cidade. Poupei dinheiro: a janta foi em casa. Pão com presunto e queijo. Rs
  12. 16/02 A missão do dia era ir até a zona franca e procurar por uma lente, pois não tinha menor possibilidade de passar o restante da viagem somente com a lente de distância. Fui feliz e encontrei uma 18-105 por aproximadamente R$ 800,00 já convertidos (no BR não seria menos de 1200, após rapida consulta em sites de buscas). E digo mais: comprem na zona franca. Os preços valiam muito a pena. Mas caso ainda tenham Ushuaia como próximo destino, esperem pra comprar por lá. Aproveitei pra almoçar la na zona franca mesmo. Nesse dia, comi no DOGGIS. Um fast food de cachorro quente. Tamanho aceitável, vem um pastelzinho muito bom e um sorvete. Deu pra satisfazer o almoço tranquilamente. Depois de dar uma rodada na Zona Franca, resolvemos dar uma volta pela cidade por conta própria. Fomos até o cemitério (apesar de ser um cemitério, é um cartão postal da cidade). Bem bonita a construção e as arvores existentes. Passamos pelo Monumento Al Ovejero e por alguns bosques, e muitos cachorros. Não há cachorro pequeno na patagônia. Todos são gigantescos. Fomos também ao Santuário Maria Auxiliadora. Uma bonita igreja que tinha ali no centro. Depois, uma volta na orla, com uma foto na placa de PUNTA ARENAS e alguns outros pontos e, por fim, casa. Dessa vez, em Punta Arenas aluguei pelo AIRBNB. Saiu mais em conta e não me faltou nada. Não consegui fotografar pois nao esperava ver, mas haviam muitos golfinhos na orla. Ninguém tinha me falado dessa possibilidade. hahaha. Ps.: sem paciência pra por marca d'agua em todas as fotos. Se por acaso alguém quiser usar alguma foto, apenas faça referência ao autor. Posso encaminhar as demais sem marca d'água.
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