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Carlão Barbudo

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Sobre Carlão Barbudo

  • Data de Nascimento 01-06-1976

Outras informações

  1. Showwwww Me senti viajando com seu relato, e já esta nos meus planos conhecer o local. Parabens pela determinação e força.
  2. Review Alforges Alto Estilo Boa Noite Pessoal Conforme prometido segue as minhas impressões sobre o Alforge da Alto Estilo. Devido ao trajeto ser bem montanhoso, não utilizei a capacidade máxima do alforge, mesmo assim sendo um pedal de 3 Dias e pensando em conforto nas pousadas e socorro mecânico eu abusei um pouco do peso....kkkk Levei 2 conjuntos de Roupa de Ciclismo, 3 conjuntos de roupas para usar nos locais, Ferramentas diversas (alicate, canivete, chave de raio) 2 camarade ar, chinelos, blusa, 2 caramanholas reserva, Manitmentos, material eletronico e material de higiene pessoal, além de outras coisas... Bem tudo coube perfeitamente sem aperto, tudo devidamente separado entre os compartimentos. O alforge tem uma fixação fácil e rápida, o que facilitou a retirada completa do mesmo nos locais que fiz pernoite, não cheguei a utilizar as capas de chuva e nem os cintos reservas para acondicionar mais objetos na parte superior. No geral ele aguentou muito bem o caminho e solavancos das pedras, valetas e buracos, sem nenhuma deformação, falha de costura e etc. Minha avaliação de 1 a 10 é 10...excelente equipamento, otimo acabamento, espaço interno e compartimentos perfeitos. Recomendo aos Cicloturistas iniciantes e aos mais experientes....;) http://altoestilo.com/loja/ http://altoestilo.com/loja/index.php/bike/alforje-para-bicicleta-60-lt.html Alforje para Bicicleta - 60 lt. Alforje para ciclo-turismo e mobilidade urbana. O Alforje Alto Estilo é construído sobre uma base de Vinil 1000D um material impermeável e muito resistente, os bolsos são unidos o que torna o alforje muito mais resistente e prático. O sistema de fixação com tridentes e fitas possibilita um ajuste fácil e versátil em diferentes tipos de bagageiros. Informações técnicas O costado é de tecido Cordura Vinílica com estrutura semi rígida e barras de alumínio impedem que o alforje toque a roda. • Refletivos”olho de gato” nas laterais aumentam a visibilidade noturna. Fitas de compressão auxiliares para fixação de carga extra. • Duplo bolso nas laterais para organizar pequenos objetos bem á mão.Tampa ajustável com fitas de compressão e bolso interno. • Zipers YKK 08 maior durabilidade, conforto e segurança
  3. Cicloturismo Mogi X Paraty-RJ 3º Capítulo Ae galera chegou o 3º e último capítulo da minha cicloviagem junto com minha esposa Andreia para Paraty-RJ Obrigado a todos que curtiram.... Lagoinha X Cunha X Paraty 3º e último capítulo Bem continuando na Cidade de Lagoinha tratamos logo de almoçar, paramos em um restaurante a Kilo almoçamos e logo já para sair pedimos mais umas informações do caminho para o dono do restaurante, ele como já de costume...kk...perguntou de onde estávamos indo e pra onde iríamos, e com nossa resposta novamente a famosa cara de espanto.....rimos juntos e ele começou a explicar o caminho com uma riqueza de detalhes, pois ele disse ser dono de uma fazendinha no mesmo caminho, uma das orientações primordiais como já visto em relatos anteriores foi a de seguirmos a rede elétrica (uma fiação mais grossa com 4 fios unidos por isoladores), ele também nos deu uma dica que descobrimos ser maravilhosa....pois bem no final de uma reta onde o caminho se dividia em 2 e teoricamente deveríamos nos manter a direita ele orientou a assim que avistássemos uma pé de manga bem no meio da bifurcação virássemos a esquerda, disse que escaparíamos de uma subida muito grande e de uma certa forma ainda andaríamos só em planos.....dito e feito....achamos a bifurcação, viramos a esquerda e logo adiante chegamos a rodovia de acesso a Cunha. Pinheirinho é easy perto dessas subidas....kkk...viemos lá debaixo Paramos um pouco pra descansar nessa ÚNICA sombra...ainda tem subida...kkk Agradecimento a árvore pela sombra Na Rodovia pegamos algumas subidas leves, não muito íngremes o que facilitou a pedalada, mesmo assim devido a distância acabamos chegando em Cunha já com o Sol se pondo já no finalzinho da tarde....fomos logo para o centro e já comecei a me decepcionar, pois a cidade é toda em subidas, tudo era subindo, Igreja, Restaurante e etc....já não aguentava mais pedalar, o jeito foi empurrar as bikes morro acima...bem agora começa a história....kkkk Chegamos....kkk Portal de Cunha Agora só falta um trecho...kkkk Entaum acontece que a cidade estava em Festa, cheia de visitantes e carros por toda parte, como não tínhamos reservado nenhuma pousada (1º erro fatal) começamos a perguntar para as pessoas e nas pousadas.....aí o que aconteceu.....TUDO LOTADO....SEM VAGAS...TUDO RESERVADO...já com um friozinho na barriga, pois o pior que poderia acontecer e termos que dormir na praça, que por mim tudo bem, mais tinha preocupação com minha esposa, andamos mais um pouco... Chegamos á uma pousada (https://www.facebook.com/EstalagemPrimavera?ref=ts&fref=ts) perguntamos a uma moça sobre vagas e ela pediu para entrarmos, fomos até uma área externa muito aconchegante até que aparece a Dona com uma cara meio de espanto e preocupação, ela olha pra gente e diz: “__ Casal eu não tenho vagas, tá tudo reservado, e não tem vaga em nenhum lugar na cidade, tá tudo lotado mesmo...” Sabe aquela hora que só um palavrão descreve o sentimento??....Entã[email protected]#%....kkk A moça era muito simpática e disse que ia tentar dar um jeito, começou a fazer umas ligações para ver se teria alguma desistência...nessa hora apareceu o marido dela, tbm muito gente fina, disse que na pior das hipóteses nós dormiríamos na sala dele....vê se pode...kkk....nos ofereceu seu banheiro, disse que sabia que estávamos cansados e poderíamos ficar a vontade, pois bem, ferrado...ferrado e meio, pegamos nossas coisas, tomamos aquela ducha e por orientação do próprio casal saímos pra jantar....enquanto isso a gentil moça estava gastando seu telefone e esquentando a cabeça pra conseguir uma vaga pra gente.... Trocamos de roupa e subimos as ladeiras de Cunha até o Centro da cidade, aí realmente vímos que a cidades estava cheia, até os restaurantes estavam reservados (fechados para grupos), achamos um lugarzinho aconchegante Jantamos e pra fazer a digestão fomos dar uma volta e paramos em um Cyber Café...pra darmos informações pra família também, assim fazíamos uma horinha na rua e nos preparávamos para dormir na sala da dona da pousada.....sensação estranha...kkk... Festa do Divido Relógio Solar....gostei Depois de algum tempo, já passando das 21hs voltamos pra Estalagem....a Dona veio correndo nos avisar de uma desistência em uma pousada....agradecemos a eles que não quiseram receber nenhum centavo pelo banho e pelo serviço de telefonia...kkkk...ainda pediram mil desculpas por não ter podido nos acolher, era nítido realmente no rosto deles a decepção de não poder ter nos atendido melhor....guardamos as melhores lembranças do casal...podem acreditar ainda existe gente boa nesse mundo... Juntamos as coisa meio de qualquer jeito, subimos nas magrelas e fomos em direção a pousada, imagina a cena e a dificuldade de pedalar uma bike em descida de chinelo com pedal SPD...kkk....chegamos no local, nos acomodamos, demos muita risada da situação e fomos dormir.....pois no outro dia seria mais tranquilo (2º engano...erro fatal...kkk). Acordamos tranquilos, tomamos café tranquilos, sem pressa, pegamos nossas coisas, montamos as magrelas, amarramos as bagagens, compramos água e uma caixa de BIS e outras coisinhas....tudo sussa. Nesse ponto já que o caminho era um só nem lembrei de consultar os mapas que havia levado, pegamos o caminho da roça, aí começou o verdadeiro sofrimento, pois descobrimos que na realidade este seria um dos piores trajetos que iriamos fazer, foram 55kms de subidas + subidas + subidas e + subidas....pense numa cara bravo....meu humor foi pra casa do chapéu, já não aguentávamos mais escalar, alguns poucos lugares tínhamos umas descidas par descansar, chegamos ao ponto de deitar em uma das subidas pra descansar e quase dormimos de cansados....quase no final das estrada de terra, paramos e fizemos um lanche com as poucas coisas que levamos, já estávamos enjoados de comer frutas secas(no começo é bom, depois enjoa só de sentir o cheiro), saímos no asfalto e de novo subimos...aliás só subimos...kkk Essa estrada antigamente era toda de terra com poucos pontos de asfalto, agora estava toda revitalizada, mais infelizmente perigosa, pois em quase em toda sua extensão não existe acostamento...fomos seguindo os totens e conversando para esquecer o cansaço... Próximo a entrada da rua de acesso a Pedra da Marcela (só descobri depois que passamos), minha esposa chegou ao seu limite...estava muito cansada, com fome e sede, já não tinha forças pra empurrar e muito menos pedalar sua bike, em uma curva sentamos na guia e eu quase que obriguei ela a comer uns chocolates “BIS” que restavam na mala...e dividimos o último restinho de água das caramanholas...a situação tava crítica, liguei o GPS e ví que estávamos a quase 25kms de um comercio local...imagina a cena...kkk...hoje rimos disso, mais condesso que na hora bateu um desespero, eu já estava empurrando as 2 bikes há algum tempo, os braços já estavam meio dormentes, mais tirei forças não sei de onde e continuei, pedi para a Andreia ir caminhando devagar e parasse se fosse preciso, assim eu ia na frente mais devagar.... Agora começa a parte estranha da história, logo depois daquela parada avistamos uma cachoeira bem próximo a uma curva, e como aparentava estar meio barrenta pela cor da água, passamos direto, nem paramos pra uma foto, pois também não estávamos bem humorados para isso....logo que passamos saiu um rapaz daquela cachoeira, ele rapidamente nos alcançou e puxou conversa, ele era negro, usava calças de moleton, blusa de lã, tênis do tipo jogador de basquete, observei que levara no bagageiro de sua Barraforte Vermelha com freio contra pedal uma caixa do tipo de feira com um cobertor enrolado, umas roupas, e umas ferramentas, na costa uma bolsa do tipo capa de violão que não deu pra identificar o que carregava, mais não era violão com toda certeza.... Bem ele puxou conversa, perguntou de onde estávamos vindo e com nossa resposta logo disse que estava vindo de Curitiba...na mesma hora eu olhei para a Andreia e ela pra mim, neste momento a Andreia pediu pra levar a sua bike que eu estava empurrando, e continuamos a conversar com o rapaz, ele contou um pouquinho da sua viagem e disse que há alguns quilômetros atrás tinha parado pra pedir água em uma casa de família e acabou almoçando com eles...confesso que tive um pouco de inveja na hora, pois estava com muita fome, nesse momento ele perguntou se conhecíamos a estrada, falamos que era a 1ª vez que passávamos por alí e ele também disse que era a primeira vez dele...fomos subindo empurrando os 3, pois a subida era bem íngreme e conversando, naquele momento parece que todo o cansaço havia passado, ou pelo menos esquecemos dele...logo depois de algumas curvas o rapaz olhou para gente e disse, eu vou indo, aqui já dá pra pedalar, fiquem tranquilos pois logo depois desse morro é só descida até chegar em Paraty, mais prestem atenção nos freios porque o caminho é perigoso, pois é só descida mesmo tomem muito cuidado, subiu na sua bike e se foi....naquele momento eu e a Andreia também subimos na bike e começamos a pedalar, o rapaz sumiu de vista, aí começamos a analisar...como ele sabe que é só descida se ele disse a pouco que nunca tinha vindo pra cá...como ele sabia que o caminho era perigoso??? Só sei que depois daquela última subida chegamos ao começo da descida de Serra da Bocaina, como estava toda cheia de lama e muito molhada, ainda ví um rastilho de marcas de pneu do rapaz...mais por pouco tempo, pois depois de alguns metros não existia mais rastro nenhum, não vímos mais um sinal do rapaz....agora me respondam, descer uma serra toda elameada, bem íngreme, com freio contra pedal em uma barra forte que muitos não teriam coragem nem de subir pelo estado de conservação, pneus totalmente lisos....onde eu e a Andreia estávamos sofrendo para descer com pneus cravados???...Sei lá quem explica, sei que toda a situação foi muito estranha, ainda nos questionamos até agora sobre aquele rapaz que apareceu do nada, nos deu um animo com sua conversa, nos incentivou com sua história de superação e do mesmo jeito que apareceu sumiu....???...Quem entende??? Paramos um pouquinho pra um descanso e começamos a descer a serra, caminho todo esburacado, cheio de lama, pedras escondidas, valetas, ribanceiras e etc...pra quem curte local perfeito para um belo DH...ai mais uma pra coleção de apuros, logo que comecei a descer acabou meu freio dianteiro, as pastilhas zeraram, ficaram no aço, tive que descer usando só o freio traseiro que em alguns momentos chegava a ficar azul de tão quente, e minha esposa falava lá atrás que estava sentindo o cheiro de queimado...kkk....eu parava esperava esfriar o disco e continuava, quase no final da serra logo depois de um pneu furado da bike da Andreia a mulher resolveu soltar os freios e foi embora...kkk...sumiu na minha frente, e como eu não podia embalar por causa do freio, minha descida foi tensa,,,não passava nem agulha...kkk...em vários pontos eu jogava a bike nas entradas onde era subida pra poder parar e em outros pontos mais íngremes cheguei até a colocar o pé no pneu....sim daquele mesmo jeito que fazíamos quando eramos crianças...pelo menos eu fazia...kkk....aí pude ver que a sapatilha era muito boa..... Nesta parte não tiramos muitas fotos....tava osso...kkk Bem era para vermos Paraty desse mirante....inicio da Serra da bocaina....kkkk Era pra ser um ponto de descanso e alimentação SQN...kkk...Fechado Bora descer mais um pouco... Depois desse ponto foi onde a Andreia soltou os freios.... No finalzinho da serra onde voltei a encontrar a Andreia, meio pálido ainda pela descida insana, paramos em um barzinho, comemos um salgado e pegamos mais informações, inclusive a indicação de uma pousada “Pousada Coco Verde”, do irmão da dona de uma lojinha do lado do barzinho.....ótima indicação, pois ficamos a 200mts do centro histórico de Paraty, pagamos barato e ainda tínhamos o café servido do quarto....chic heim...kkk Em Paraty ficamos 2 dias, curtimos, nos divertimos, conhecemos a cidade e enfim achamos o Totem marco inicial da Estrada Real....o nº ZERO.... Fotinhos de Paraty-RJ Lugar maravilhoso.... Pra variar...Festa em Paraty Café da Manhã SELFIE Passamos umas 5 vezes por este totem....vimos só quase indo embora...kkk Marco ZERO Tudo placa de São Paulo....com certeza não sabiam que a maré sobe muito...kkkk... Prejuízo Bikes embaladas para a volta pra casa Resumo da TRIP Nunca mais esqueceremos desse primeiro Cicloturismo....ficará guardado para sempre na memória, e nesses relatos confesso que em alguns pontos cheguei a ficar emocionado, pois são sensações únicas, que só que já viveu pode explicar....Obrigado galera por viverem um pouquinho dessa nossa história, até breve.
  4. Cicloviagem Mogi das Cruzes-SP X Paraty-RJ 2ª Parte Ae galera vamos começar a segunda parte do relato da Cicloviagem...desta vez pra começar mais umas fotinhos feitas entre Salé/Paraibuna e Redenção da Serra....kkkk....Saudades Final da descida chegando ao Alambique Canabella Alambique Canabella Paradinha pra esticar a costa....kkkk Cansadaaaa...e ainda com lembranças de uma Pizza de Calabreza. Fazendinha.....kkk Lugares que só a BIKE pode nos levar Bem vamos continuar ....... O caminho de Paraibuna até redenção não foi o dos mais fáceis, pois mesmo começando com um asfalto lisinho e muito bem feito (logo após atravesarvos a ponte do Rio Paraíba), o caminho torna-se pesado, com muitas subidas bem íngremes e intermináveis e pra quem está com a bike carregada isso é um tormento, bem tirando grande parte do trajeto foi feito rodeando as margens da represa, visual que inspira qualquer cicloturista...pois a cada subida interminável recebíamos de recompensa uma grande e maravilhosa paisagem....imagens que vão ficar eternamente gravadas na memória. Em uma bifurcação que devamos ter virado a esquerda e não a direita....1º erro de rota...kkk...uns 3kms....acabamos por sair num barzinho típico de beira de represa, onde tomamos uma Geladíssima Tubaína e pegamos mais informações de onde deveríamos ter virado e voltamos pro nosso caminho.... E vamos escalar di novoooo...kkk Visão depois da escalada Olha só a placa....será que subimos muito??? Acabou o asfalto...bora pro chão de terra... 1º Erro....Primeira Tubaína.....kkkk Ao final de tanta labuta, pois em alguns trechos por causa da vegetação densa e fechada as estrada apresentava-se úmida e muito escorregadia, tivemos que descer e empurrar por várias e várias vezes....não tínhamos aderência nenhuma....eram duas pedaladas pra frente e segurar no freio pra não voltar 100mts pra traz.... Nesse dia minha esposa já estava muito melhor, todo o mau estar já tinha passado e ela estava vencendo todas as subidas sem muito sofrimento e agora também já estávamos mais acostumados com o peso das bikes e seus alforges. Ao chegarmos no final da estrada de terra e já no portal de Redenção da Serra paramos em um “BOTECO” pra pegarmos mais informações e tomar uma Tubaína e um salgado, um rapaz que nos atendeu nos deu orientações e deu a sugestão de seguirmos a esquerda pelo asfalto, disse que o caminho era mais tranqüilo e seguro....comemos nos despedimos e vambora por esse estradão.... Parei pra tirar uma foto e ela foi embora...dale decida.... Sobeeeee..... Sobeeeee..... Sobeeee..... Vista da Cidade de Redenção da Serra 2ª Tubaína no buteco na entrada de Redenção da Serra Placa de entrada da cidade de Redenção da Serra....visita só na próxima vez....kkk Nos despedimos do rapaz pegamos as guerreiras e pra variar já de cara uma bela subida e pior quase sem acostamento “Tenso”.....conforme orientação depois de uns 5 kms tínhamos que entrar a direita em uma estrada de terra....alí foi o segundo erro de caminho...kkk...entrei na 1ª rua a direita depois da ponte como orientado e dale pedaladas...subimos, subimos, subimos e começamos a achar o caminho muito estranho...a Andréia com seu 6º sentido infalível parou e disse...” Tá errado Carlos, erramos o caminho”, eu subi mais um pouco e quando vi que realmente ela estava corretíssima voltei e fomos em frente....kkkk...errar é humano né. Voltamos pra Rodovia e pedalamos mais ou menos 1,5km, ai surgiu uma placa a direita indicando o caminho....entramos numa estradinha confortável com muita sombra e sem tanta subida...bem diferente da estrada que tinha pegado antes....seguimos em frente sem muita pressa...no caminho encontrávamos moradores que olhavam pra gente espantados e quando perguntávamos se estávamos no caminho certo para São Luiz do Paraitinga a indagação era uma só: “ Meu Deus...mais ta muiiitooo longe...longe demais...de onde vcs estão vindo???” Quando respondíamos que éramos de Mogi e que estávamos indo para Paraty eles ficavam mais assustados ainda....só risos....fomos assim pedalando, conversando e curtindo a Natureza nesse ponto eu esqueci um pouco de tirar fotos, não sei se por cansaço ou por admiração do caminho mesmo...kkkk. A chegada a São Luiz foi no mínimo engraçada....pois depois de rodarmos uns kms por terra chegamos a Rodovia e pra variar já de cara com uma bela subida...kkk....como só tínhamos acostamento pela contramão, fomos para o outro lado da pista e dale subida, e super atentos a estrada pois os carros usavam o acostamento pra fazer as curvas...pode isso...atenção total, bem continuando logo que acabou a subidinha chegamos á uma placa muito bonita e grande com o nome da cidade, alí foi só alegria, paramos para uma fotinho e tomar uma água e já pensando...vamos chegar cedo...que bom...ENGANO... Sobeeeee.....kkkk Placa mentirosa.....falta muito ainda...kkkk Visão do vale, feita no local da placa enganosa Após aquela placa enfrentamos uma descida bem longa do tipo “Deus me ajude” e que o "freio segure"...foram mais ou menos mais uns 14kms até chegarmos a São Luiz, que digo de passagem, se não fosse uma placa com o nome da cidade de novo eu tinha passado direto, pois a entrada é uma rotatória pequena e sem muita sinalização, chegamos a cidade e já fomos direto procurar um local para passarmos a noite pois já passava das 18:00hs, quase por instinto e/ou falta de opção atravessamos uma ponte e já saímos numa das ruas principais, seguimos em frente sem olhar muito o local em busca de uma Pousada, passamos por uma que quando parei para perguntar se aceitavam cicloturistas o rapaz com uma cara de sono me disse que ir ver se tinha um lugar que eu pudesse deixar a bike, não senti muita firmeza e seguimos um pouco mais adiante, viramos a direita e avistei a Pousada Nativas, parei perguntei a senhora que atendia e ela toda simpática disse que atendia a ciclistas, que estava acostumada, falei com minha esposa e resolvemos ficar por alí mesmo, assim que decidimos a Dona da pousada já nos apontou um local para guardarmos as guerreiras e apontou a escada de madeira de acesso aos quartos toda marcada e riscada, ai fomos descobrir que a pousada dela era e é usada para acomodar ciclistas que vão a cidade para o BIG BIKER, local simpático e acolhedor. Subimos, tomamos aquela ducha e saímos pra jantar, andamos pouco e já voltamos, decidimos que ficaríamos mais um dia em São Luiz, para conhecer o local e descansar, já que os relatos diziam que a próxima empreitada seria a mais difícil. No dia seguinte passeamos pela cidade, tiramos fotos, conhecemos o mirante e nos divertimos...as fotos a seguir mostram um pouquinho do lugar. A seguir fotos de São Luiz do Paraitinga...sem legendas as imagens dizem tudo.... No outro dia já com ótimas orientações da Dona da Pousada paramos num mercadinho, compramos água e umas frutas e seguimos viagem bem cedo, atravessando toda a cidade e seguindo as margens do Rio Paraíba, paisagens as vezes bucólicas e outras cheia de vida e natureza, um local muito simpático de pedalar sempre rodeados de grandes árvores e sombras maravilhosas, conforme as informações da Dona da Pousada (não lembro o nome dela), após uns 17kms de pedal chegamos a famosa Cachoeira Grande, lugar espetacular, a cachoeira é maravilhosa, comemos umas frutas em um quiosque do local, descansamos um pouco e voltamos a estrada...pois queríamos seguir para Lagoinha e logo após Cunha e ainda tinha muito chão pela frente....seguimos por estradas de terra novamente com muiiiittasssubidas....mais sempre por um lugar agradável, o que achávamos que seria um caminho terrível estava se tornando cada vez mais bonito e fácil de pedalar, passamos por uma espécie de Capela Vermelha e Branca onde tinha escrito na placa que o local guardava uma vértebra com uma bala encravada de um soldado da época passada...tirei uma fotinho e fomos embora...mais tarde através de outro relato do amigo Rafael Dias fui descobrir que naquele lugar em uma chácara ao lado, tbm tinha uma imagem de um lobisomem...pena que naum ví...seria uma foto interessante, um dia volto lá procurar...kkkk Bem continuando...chegamos a Rodovia que dava acesso a Lagoinha, e pra variar tome subida...ja tinha virado rotina isso...kkk...na entrada de Lagoinha vimos o nosso primeiro Totem da Estrada Real....os olhos da minha esposa brilharam, pois pela 1ª vez estávamos de frente ao famoso totem que só víamos por fotos na internet....só alegria, fotos e contemplação da paisagem que alí era linda....fomos em frente até o centro da cidade pra podermos almoçar, como estávamos em meio a “JORNADA MUNDIAL DA JUVENTUDE” com a visita do Papa ao Brasil, a cidade de Lagoinha estava em festa, cheia de “Gringos”e toda enfeitada....legal ver o pessoal todo junto ali tirando fotos de tudo...paramos no primeiro restaurante que vimos e almoçamos, foi engraçado, pois ao entramos um casal abordou minha esposa e perguntou se eramos os mesmos que estavam na Cachoeira Grande....quando respondemos que sim eles disseram... “Vocês são doidos, subiram toda a Rodovia pedalando??? Vão até aonde??”, novamente quando dissemos que estávamos vinde de Mogi com destino a Paraty eram só caras e bocas de espanto” Após Lagoinha a aventura é outra....que vai ficar para o 3º e último capítulo....esse ficou pra história....kkkk Até mais pessoal.
  5. Cicloviagem Mogi das Cruzes - SP X Paraty - RJ Ae galera segue meu 1º Relato de uma Ciclo viagem....espero que gostem....kkkk OBS: Como eu falo muito e tbm escrevo muito...vou dividir o relato em algumas partes....Valeu Tudo começou com a ideia de eu e minha esposa fazermos uma viagem de Bike e conhecer novos lugares.... Pensamos entaum em uma Ciclo Viagem, começamos a procurar postagens em redes sociais e blogs do tipo...daí surge alguns relatos de pedais feitos por amigos e de um tal RDIAS (Rafael Dias) que me chamou a atenção, o mesmo havia feito uma rota que começara em Mogi e ia até Paraty-RJ, lí o relato e fiquei muito interessado, apresentei a ideia a minha esposa que no começo adorou a ideia, mais mesmo assim se apresentou meio resistente por ter começado a pedalar de MTB a apenas 5 meses. Neste dia resolvi começar a procurar mais informações sobre a tão sonhada rota, por acesso a redes sociais comecei a pesquisar entre as pessoas que já tinham se aventurado nesta TRIP, aí eu acho o próprio dono do relato...kkk....o famoso RDIAS, comecei a encher ele de perguntas e solicitar dicas, as quais foram respondidas prontamente com muita clareza e orientação, me envio rotas alternativas, mapas, fotos e etc, até onde eu poderia me hospedar.....sabe tudo o piá.....kkkk.... Tive tbm a colaboração do amigo de pedal Fabio Hossaki (Tanque) que tbm conhecia a rota e já havia enfrentado algumas vezes... Vamos lá....durante quase um mês fizemos a preparação, revisão nas bikes, adaptação de bagageiros, compra de peças de reposição e etc. Pois como nunca tinha feito algo do tipo o medo de ficarmos na rua por falaha do equipamento era grande era grande, fiz até simulações de carga , peso e teste nas "Guerreiras" pra ver como se comportavam....kkk Teste de Carga nas Guerreiras Após os testes feitos era só definir o dia e começar a “Loucura”...kkkk..... No dia marcado (Inicio das minhas férias), acordamos bem cedo pois as bikes já estavam arrumadas de véspera e pegamos literalmente o caminho da roça, ansiedade, medo, alegria, todas as sensações possíveis misturadas naquele momento, bem tentando esquecer o famoso friozinho na barriga bora cair nesse mundão de Deus...kkk Como estávamos com um pouco de pressa e minha esposa estava com um mau estar, no começo não tiramos muitas fotos etbm porque a rota já era conhecida saímos de Mogi com destino a Biritiba Mirim pela Rodovia Mogi Salesópolis, caminho tranqüilo todo com acostamento sem subidas e fácil de pedalar....bom para nós que estávamos nos acostumando com o peso extra nas bikes...parecia que ela ficava literalmente rebolando...estranho....... Parada em Biritiba Mirim para a primeira foto...kkk Não paramos muito tempo, apenas o suficiente pra jogar um cafezinho com leite pra dentro e seguir caminho, voltamos novamente pra pista desta vez com destino a Salesópolis onde pretendíamos almoçar, descansar um pouco e seguir viagem, desta vez já saímos de Biritiba com as primeiras subidas da TRIP, nada muito desesperador, mais perfeitas para continuarmos a se adaptar com as bikes carregadas. Paradinha para hidratação próximo a Entrada da Represa de Ponte Nova Na estrada de Salesópolis os pontos de ônibus são diferenciados em um estilo todo próprio oferece proteção aos usuários e tbm a nós ciclistas, esse começo foi muito difícil para minha esposa, pois ela ainda estava passando mau por conta de uma PIZZA de Calabresa, sendo assim tivemos muitas paradas e seguimos em um ritmo leve, afinal eu tava de férias e não tinha pressa nenhuma....kkkk Após esta parada seguimos forte até Salesópolis, estávamos com o horário meio apertado e sabíamos que a idéia principal era chegarmos em Paraibuna antes do anoitecer.....seguimos pela rodovia que quem a conhece sabe que é linda com acostamento limpo e de facil rodagem, fomos conversando sobre quase tudo, apreciando as paisagens, plantações, e curtindo o visual maravilhoso, assim eu também conseguia distraí-la um pouco e fazia com que ela esquecesse um pouco o mau estar que afringia.....gente não é fácil pedalar com náuseas e dor de cabeça.....chegamos então a uma das partes onde minha esposa relatou ser uma visão que nunca mais ia esquecer, onde sentiu a verdadeira sensação de liberdade e que realmente ela estava viva e desfrutando de tudo que era mais simples e perfeito....falo da visão espetacular da Represa que margeia a Rodovia já chegando em Salesópolis, com o sol começando a ficar mais forte era um excelente estímulo a continuar pedalando... Inicio da represa de Salé Foto Oficial no Portal de Salesópolis Em Salesópolis fizemos uma rápida parada para almoçarmos e seguir em frente, por indicação procuramos o famoso Restaurante do Dunga, que por infelicidade estava fechado (não sei o motivo), acabamos por encarar um prato feito em um outro restaurante no centro de Salé, que por sinal estava muito bom e barato tbm....kkkk Agora começava literalmente a aventura, pois até a entrada da estrada de terra de acesso a Paraibuna eu já conhecia, agora tudo seria novo, não tinha a mínima idéia do que iríamos enfrentar, sabia apenas que teríamos que enfrentar mais ou menos uns 40kms de estadas de terra com cascalho, barro e etc; como previsto e informado pelos amigos logo de cara enfrentamos uma subida que hoje eu sei que tem aproximadamente 1.4km e que diria de passagem...muuuiiiitooo inclinada, ali foi a superação do mau estar da minha esposa, pois com o peso das bikes e o calor que começava a aparecer foi uma verdadeira prova de resistência....mais ela venceu com todos os méritos e continuamos nossa viagem, logo após esta subida ficamos contentes, pois pegamos uma seqüência de descidas muito boas até a entrada do Alambique Canabella......pra quem for fazer esta rota prestem atenção, pois as descidas são fortes, se soltar o freio fatalmente irá cair, passei por um aperto, quase comi mato ...... em uma curva mais fechada de pedras soltas não consegui fazer a curva da maneira adequada, a bike foi jogando pro lado de fora da curva e passei a centímetros do barranco.....a adrenalina é boa, mais a sensação de falta de controle da bike é horrível, como diria um amigo meu...”não passava nem agulha”......kkkkk Chegamos em Paraibuna por volta das 17:30hs, após 92kms pedalados desde Mogi das Cruzes, procuramos o Hotel Santino indicado pelo amigo Rafael Dias, lugar limpinho e atraente com diária de R$ 120,00 para o Casal com Café da manhã incluso, nos acomodamos, tomamos aquele merecido banho e saímos para dar uma olhada na redondeza e procurar algo pra comer....a cidade é pequena mais aconchegante, e como estava escurecendo e já tarde, tratamos de jantar e voltar para o Hotel descansar e nos preparar para o dia seguinte.... No dia seguinte acordamos cedo, colhemos algumas orientações com a recepcionista do Hotel que nos ofereceu um mapa da região e nos deu orientações precisas de como sair da cidade com destino a Redenção da Serra... Começamos bem o pedal, saindo pela rodovia contrária a que chegamos em Paraibuna atravessamos o Rio Paraiba e seguimos viagem, no começo tudo plano e tranqüilo por estrada asfaltada e calma..o que se revelou o contrário depois de alguns kms.....bora escalar de novo...o que seguiu até Redenção da Serra.....subidas e descidas íngremes e pesadas, em muitos pontos em torno da Represa de Paraibuna, essa parte nos paramos pouco e pedalamos muito, esta parte que as fotos mostram toda a beleza do caminho.... Logo mais a 2ª Parte....
  6. Putz cadê o fósforo? - Por Carlos Donizeti Putz cadê o fósforo? - Por Carlos Donizeti Local da história: Salesópolis / SP Data da história: novembro de 1996 Bem tudo começou como sempre no planejamento de: O que fazer no feriadão prolongado? Eu e meu primo Sandro pensamos em fazer um acampamento seguido de uma boa pescaria na represa de Ponte Nova na cidade de Salesópolis, pois teríamos mais uma vez um feriadão e ficar em casa sem fazer nada não era nosso plano, na quinta-feira logo pela manhã(véspera do feriado), começamos a fazer o check-list do material para o acampamento, com muito cuidado para não “esquecermos nada”, conferimos tudo o que já tínhamos em casa e saímos pra comprar o que faltava, como todo bom aventureiro sabe, a euforia era tanta que não parávamos de pensar e falar da trip e de como seria, inclusive porque iriamos de bicicleta e como a pedalada seria longa e com muitas malas, tudo tinha que ser bem planejado. No final do dia já tínhamos conferido os equipamentos, montado as mochilas, preparado as bikes e tentando relaxar e diminuir a adrenalina para dormirmos bem e sair pro pedal as 05:00hs da manhã como combinado, pra variar não conseguimos dormir nada e quando o despertador tocou eu e meu primo simplesmente levantamos da cama.....bem mochilas nas costas, subimos nas bikes e fomos a luta, uma pedalada muito tranquila, mais ainda do que planejamos, pois o clima estava bom com uma leve serração, por isso resolvemos ir direto sem nenhuma parada. Depois de exaustivos 45km por asfalto, rua de chão batido e uma single track muito louca chegamos ao tão esperado local de acampamento, como estávamos muito cansados logo fomos armando as barracas, preparando as tralhas de pesca e preparando um local para relaxarmos nossas pernas, como o cansaço era grande nem comemos nada, depois de uma sonequinha fomos direto pra pescaria, ai conversa vai, conversa vem, o tempo passou, pegamos alguns peixinhos e enfim escureceu. Decidimos então por preparar o nosso jantar, saímos a procura de galhos e gravetos para fazer nossa fogueira, preparamos a área, fizemos todos os preparativos, já separamos as panelas e até já tínhamos temperado os peixes capturados, aí chega a hora da verdade...começamos a procurar e nada de fósforos, reviramos toda a mochila e nada de fósforos, levamos álcool pra facilitar, velas, lampiões, papel e nada de fósforos...de cara foi cômico, mais começou a ficar mais escuro e não achávamos uma solução, já tínhamos tentado de tudo, esfregar gravetos, bater pedras uma na outra, e até esquentas arames e facas nos aros das bicicleta...um girava o pedal com toda força com a bicicleta de ponta cabeça, enquanto o outro esquentava o metal pra tentar acender o fogo. Bem começou então o desespero, pois estávamos totalmente no breu, só com as luzes do celulares e morrendo de fome e frio, neste momento meu primo teve uma idéia doida, porém naquela situação eu já estava aceitando qualquer coisa...saímos os dois tateando o chão de alguns outros locais que já tinham sido usados para fogueiras na esperança de acharmos algum isqueiro ou fósforo, imagine dois caras de quatro segurando com uma mão o celular e a outra revirando fuligens de carvão e restos de fogueira, sem contar quando achávamos outros montes que necessariamente não eram carvão...depois de uma incessante busca de aproximadamente uma hora meu primo dá um grito no meio da escuridão “ACHEI”, nunca imaginei que algo tão simples me traria tanta alegria, pois ele conseguiu uma caixa de fósforos com 5 palitos que utilizamos para acender a tão esperada fogueira para nos aquecermos e preparar nosso tão esperado e sofrido jantar. Este foi um acampamento que nunca mais vou esquecer, e que sempre que nos reunimos a história vem a roda de conversa...moral da história: se conferiu o equipamento, confira mais uma vez, mais uma vez, mais uma vez e no final peça pra outra pessoa conferir, pois na euforia a gente sempre esquece de algo. Obrigado galera...aí foi mais uma história de Pedal e Camping...
  7. Porque pedalar?? Porque Cicloviajar?? Porque não competir?? Que grande paixão e vício é este pela “Bicicleta”... Pois é, constantemente sou questionando do porque gosto tanto de Bicicleta e de assuntos relacionados ao Ciclismo de uma forma geral, na maioria das vezes por colegas de trabalho e amigos. Bem sempre gostei de pedalar, fui criado em meio a primos e parentes que usavam a bicicleta como meio de diverso e transporte, dessa forma minha primeira bicicleta foi uma “Berlineta” aro 16’ que ganhei quando eu tinha meus 05 anos de idade, e acreditem me lembro dela como se fosse hoje....kkkkk....acho que a paixão começou ai...;) Foto retirada da Internet. Minha vida sempre foi rodeada por bicicletas, já tive várias de modelos diversos e até diferentes, quem ai lembra da Caloi Fórmula? Pois é tive o prazer de ter uma também, com aquele “Maravilhoso” sistema de mudança de marchas em forma de alavanca o meio do quadro e a incrível engenhoca que mudava a “relação” dentro do eixo traseiro.....na época aquilo era o que havia de mais TOP pra gente...kkkkkk...Hoje sistema muito parecido com o NEXUS da Shimano. Foto retirada da Internet Dessa forma o tempo foi passando e a Paixão sempre aumentando, andei muito com as pernas por dentro do quadro em bicicletas dos meus tios e primos, já que era pequeno pra elas, usei muito o “Freio Chinelão” (só que usou sabe), já tive motos barulhentas com os benditos copos de danone e etc. por idas e vindas depois já de algum tempo já namorando e após casando, acabei por ficar muito tempo sem pedalar, voltei a comprar uma ou outra bicicleta, mais nada como era antes, não sei precisar o tempo, mais foram bem mais que uns 10 anos parado sem pedalar. Mais em meados de Fevereiro de 2012, surgiu aquela “coceirinha” de comprar uma bike novamente e voltar a pedalar sério (rotineiramente), e ai já viu né...kkkk....voltou o vício, pois uma vez Ciclista, sempre ciclista....começei por uma bike mais simples, comecei a dar os famosos UPs na guerreira, no começo me assustei muito com a quantidade de novidades das relações e etc, e também com os preços....como é caro mecher com bikes.....kkkk Assim fui começando, treinando, ganhando novamente a resistência física perdida, emagrecendo uns quilinhos e assim me aprofundando no “Mundo” das bikes novamente, mais não ficou só nisso....pois é....dessa vez a idéia era outra, sim eu já lia muito sobre o tão famoso e pouco falado “Cicloturismo”, assim fui baixando rotas, estudando lugares, pousadas, gastos diversos pra uma viagem de bike....e isso me rendeu uma das maiores alegrias da minha vida, Minha fiel companheira, esposa, mulher, amiga Andreia Correa, sabendo dos meus planos de viagens (a primeira para Paraty-RJ) em uma de nossas conversa me olha e diz: “Você vai mesmo pra Paraty de bike né..??” ...eu disse que sim, já estava decidido...”Eu vou com você”, na hora nem pensei muito e já respondi, tudo bem amanha começamos a treinar. Exatamente 4 meses depois eu e ela depois de um treino intenso e muito cansativo para ela (reclama até hoje...kkkk), pois ela não ia nem até a esquina de bike, iniciamos a nossa 1ª viagem de Bike saindo de Mogi das Cruzes-SP até Paraty-RJ, essa viagem foi muito especial para nós dois, pois a experiência de conhecer novos lugares, paisagens maravilhosas e o próprio desafio pessoal de cumprir vários Kms em um dia, dormir e continuar no outro dia foi muito bom e até hoje as vezes paramos pra relembrar as diversas situações vivídas sobre duas rodas. Já fizemos várias outras viagens, e sempre que acaba uma, já planejamos outra...sim o vício é inerente a nossa vontade, a sensação de liberdade é magnifica, o prazer conquistar aquela “Pirambeira” e de lá poder admirar uma bela paisagem nos inebria, traz sensações que causam euforia, nos emociona, traz a tona a verdadeira sensação do estar VIVO. Ai respondendo as perguntas iniciais dessa postagem....... Sim eu treino o corpo para poder desfrutar de Cicloviagens cada dia mais desafiadoras, mais longas, e dessa forma mais desafiantes e emocionantes, não gosto de competições “explosivas” onde se paga as vezes muito caro por um “Pedal” de 30kms, prefiro usar a mesma grana pra financiar uma viajem por lugares que ainda não fui, ou até mesmo repetir um roteiro, por mais simples que seja, que fique claro, não sou contra competições e etc. eu apenas não curto, se for pra pagar por uma “Prova”, que seja uma de longa distância no estilo BRM/AUDAX onde o desafio é pessoal e não ganha que chega 1º. Espero que tenham gostado do post, segue abaixo os links dos relatos da primeira Cicloviagem com minha esposa conforme mencionei acima...;) http://forcanopedalmogi.blogspot.com.br/2014/06/cicloviagem-mogi-das-cruzes-sp-x-paraty.html http://forcanopedalmogi.blogspot.com.br/2014/06/cicloviagem-mogi-das-cruzes-sp-x-paraty_10.html http://forcanopedalmogi.blogspot.com.br/2014/06/cicloturismo-mogi-x-paraty-rj-3-capitulo.html “Acredito que quanto mais pessoas aderirem ao hábito saudável de pedalar e utilizar-se desse meio para ir trabalhar, viajar e etc. , mais pessoas felizes existiram no mundo...” Grande Abraço e até a próxima
  8. Sempre viver "Um dia de cada vez" 

     

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