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michele.caetano

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michele.caetano venceu a última vez em Abril 1

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  1. Olá @D FABIANO, dá pra falar em inglês com tranquilidade nesses países do Leste europeu que visitei. A maioria das pessoas, especialmente jovens e pessoas que lidam frequentemente com turistas, falam inglês fluentemente. É claro que há uma dificuldade em ler placas, nomes das estações, essas coisas, mas nada que prejudicasse a viagem. É só pesquisar no maps como faz pra se descolar e ver os nomes das estações. Pra comer isso pode atrapalhar um pouco mais, mas muitos lugares tem cardápios traduzidos em inglês. E uma coisa que ajuda bastante, é pesquisar antes pratos que gostaria de comer nesses lugares e anotar os nomes na língua nativa.
  2. Budapeste Deslocamento Viena-Budapeste: Houve uma pequena-grande confusão. Compramos uma passagem de trem pela empresa MAV pela internet, com antecedência (como fizemos com todas as outras). Porém, para passagens internacionais, a companhia não deixava imprimir o ticket de casa; era necessário imprimir em uma de suas máquinas na estação de trem. E esse foi o grande problema: não havia nenhuma máquina dessa empresa na estação de trem de Viena! A MAV só tem máquinas na estação de trem de Budapeste, que era justamente aonde queríamos chegar. Ou seja, só pode comprar passagens de trem por essa companhia quem estiver em Budapeste pra conseguir imprimir os tickets na estação. Só que essa informação não havia no site, ao menos de forma clara. Entramos em contato com a empresa, mas tudo o que ofereceram foi um voucher pra usar depois, o que não teve nenhuma utilidade pra nós obviamente. Ficamos no prejuízo de €28 (€14 por pessoa). O jeito então, era acharmos outra alternativa pra irmos de Viena à Budapeste. O melhor custo-benefício foi irmos de ônibus, pois não tinha muita diferença em termos de tempo de viagem e conforto, comparado com o trem, e o preço era bem melhor (€12,80 por pessoa). porque a passagem de trem no dia já estava bem mais cara. Pesquisamos os horários na internet e compramos as passagens na rodoviária um pouco antes da viagem. Bem fácil e prático. Tinha água, TV em cada assento, fone de ouvido. A viagem foi super confortável e tranquila. Chegando em Budapeste: Tivemos mais uma emoção. O local onde desembarcamos não era uma rodoviária, era tipo um terminal numa área bem esquisita e deserta. Tinha uma estação de tram do lado e uma lojinha onde vendia tickets do tram. Só que chegamos em Budapeste somente com euros, como fizemos em Praga também. A gente imaginava desembarcar numa rodoviária, onde certamente teria casa de câmbio. Só que neste terminal não havia nenhuma casa de câmbio e a lojinha só aceitava moeda local. Tentamos pedir um Uber, mas não havia nenhum carro disponível na região (péssimo sinal, né?!). Começamos a ficar realmente tensos com a situação. Resultado: demos o primeiro e único calote na nossa Eurotrip. Entramos no tram, sentamos e torcemos pra não aparecer nenhum fiscal no caminho. Ficamos o trajeto inteiro tentando mostrar naturalidade, mas morrendo de medo de passar uma bela vergonha e tomar um esculacho em húngaro. Mas no fim deu tudo certo: chegamos rápido e a salvo na hospedagem que reservamos. DICA: Pesquisem bem sobre o ponto de desembarque. Ali onde descemos, não era o ponto final, que certamente devia ser na rodoviária. Mas quando pesquisamos vimos que ali seria um ponto mais próximo da nossa hospedagem. Só que não problematizamos como seria descer num local que a gente não conhece e deu ruim. Outra coisa, se não tiver certeza que vai chegar no aeroporto, estação de trem ou rodoviária, troque um pouco de dinheiro na moeda local antes de chegar na cidade. Isso teria nos evitado muito stress. Câmbio: A moeda oficial de Budapeste é o florim húngaro (HUF). Na rua do apartamento onde ficamos tinha uma casa de câmbio, chamada Money Exchange, que tinha uma ótima cotação, mas sempre tinha bastante fila lá. Ao lado dela havia um banco que tinha uma cotação competitiva e não tinha fila quase que nenhuma. Então optamos por trocar no banco mesmo, porque tempo também é dinheiro! Na época pegamos a cotação de €1 = 314 HUF. Hospedagem: A cidade é dividida em dois lados: Buda, que é a parte montanhosa e Pest, que é a parte plana da cidade. Ficamos hospedados no lado de Pest, onde tem a maior parte dos pontos turísticos e mais opções de bares e restaurantes também. Alugamos um apartamento excelente (Holly Cow Budapest Center Apartment) pelo airbnb. Super aconchegante, limpo, confortável, bem equipado, silencioso à noite e uma localização maravilhosa. Fizemos muita coisa à pé e tinha estação de metrô e ônibus super perto. Também havia comércio farto no entorno, mercado, restaurantes. Recomendo bastante essa região. Valor da diária: €50 casal. Infelizmente, acho que o apto não está mais disponível, porque tentei procurar o link no site e não consegui encontrá-lo. Transporte na cidade: Compramos um ticket de 72h no metrô, por 4150 HUF (= €13), que vale pra todos os transportes públicos: tram, metrô e ônibus. O tram foi o transporte que mais usamos; corta bem a área turística da cidade, então foi bem tranquilo. Além disso, ali na região onde ficamos tinha estação de metrô e várias opções de ônibus. OBS: Esse ticket só não inclui a passagem de ônibus para o aeroporto. Gastos casal - 3 dias: Hospedagem: €150 Alimentação: €193 (60.500 HUF) - média €64/dia (ou 20.200HUF/dia), incluindo itens do mercado pro café-da-manhã que não tínhamos na nossa hospedagem. Atrações turísticas: €321 (100.700 HUF) - média de €160/dia (33.600 HUF/dia) Transporte: €32 (10.100 HUF) Compras: €33 (10.300 HUF) DIA 11 (1º dia em Budapeste) Depois do perrengue da chegada à cidade, chegamos no apartamento (que aliás era super aconchegante) e deixamos nossas bagagens. A primeira missão foi trocar dinheiro (🙏)! Depois compramos o passe do transporte e fomos comer alguma coisa, porque já passava da hora do almoço e estávamos famintos. Comemos uma pizza ali perto para não perdermos tempo. Era um dia frio e chuvoso então, decidimos ir até o Parlamento Húngaro para tentar fazer o tour guiado (para ficarmos num lugar fechado e quentinho). Mas adivinhem? Muita gente teve a mesma ideia! Estava lotado e não havia mais ingressos pro dia. Se quiser pular essa parte da fila e da possibilidade de não ter mais ingressos quando chegar a sua vez, é possível comprar antecipadamente pela internet. Na bilheteria do local isso não é possível. Foi o que fizemos, para garantirmos a visita e nos pouparmos de ter que madrugar na bilheteria em outro dia. "Nosso" apartamento aconchegante. Dali partimos pro Mercado Central de Budapeste, mas chegando lá descobrimos que ele fecha mais cedo às segundas, às 17h (nos outros dias fecha às 18h; mas no fim de semana tem outro horário específico. É bom consultarem antes). Como já estava perto das 17h, várias barracas já estavam fechadas e os restaurantes também. Só restavam algumas barraquinhas de comida abertas, no andar de cima, e algumas com produtos locais, suveniers, artesanato, essas coisas. Compramos uma comida típica com repolho (esqueci o nome desse prato), que eu particularmente não gostei (mas não sou fã de repolho) e compramos umas coisinhas de lembrança. Adoro comprar artesanatos/produtos locais! Entrada do Mercado Central de Budapeste Perto do horário de fechar, vazio e com várias barracas fechadas. Comida típica com repolho Caminhamos pelo entorno do bairro onde estávamos (centro turístico de Pest, como falei antes), até que chegamos à Sinagoga. Apesar do preço ser bem salgado, decidimos entrar. Tem tour guiado incluso, disponível em várias línguas e havia acabado de começar um quando entramos. Inicialmente, nos juntamos ao grupo do inglês, mas como achamos o guia meio devagar, mudamos para o grupo do espanhol. E o guia estava mais devagar ainda (rs), ele claramente ainda estava aprendendo a falar a língua e se enrolava no vocabulário. Por fim, decidimos fazer a visita por nossa conta mesmo. Sinagoga Sinagoga À noite fomos em um bar de jazz (mais um presente de casamento que ganhamos), o Budapest Jazz Bar. Jantamos, tomamos uma boa cerveja e assistimos o show de jazz por um telão do restaurante. Pra entrar na área do show era uma pequena fortuna e não poderíamos comer. Então juntamos a fome com a vontade de economizar e ficamos do lado de fora mesmo. O ambiente era legal de todo modo. Pra comer, pedimos comidas húngaras clássicas: frango com páprica e sopa de goulash. Estava tudo bem gostoso. Frango com páprica - Budapest Jazz Bar Sopa de Goulash - Budapest Jazz Bar Gastos do dia: Tickets metrô 72h: 4.150 HUF p/ pessoa Pizza: 1.020 HUF Compras mercado municipal: 10.300 HUF Comida mercado municipal: 2.640 HUF Entrada Sinagoga: 4.500 HUF p/ pessoa Jantar no Budapest Jazz Bar: 8.670 HUF (casal) DIA 12 Começamos o dia com uma das principais atrações de Budapeste: o Castelo de Buda. Para isso, pegamos um tram até o lado de Buda e descemos numa praçinha, próxima à ponte das Correntes. O Castelo fica no alto de uma colina, à beira do rio Danúbio, o que nos proporciona uma vista incrível da cidade. A região é chamada de distrito do Castelo, que começou a ser construída desde o período medieval, sofrendo várias destruições e reconstruções ao longo do tempo. Atualmente, o Castelo de Buda é Patrimônio da Humanidade pela UNESCO e abriga dois museus: o Museu da História de Budapeste e a Galeria Nacional da Hungria. Essas atrações são pagas, mas conhecer o distrito e andar por toda a área externa do complexo do Castelo (pátio, jardins, esculturas) é totalmente gratuita e aberta ao público a qualquer hora. Para subir até a colina do Castelo existem várias opções: de furnicular, à pé pela ladeira que fica ao lado do furnicular, subindo pela escadaria ao lado da Ponte das Correntes ou de shuttle turístico, um mini-ônibus (na verdade me lembra mais um carrinho de golfe) que circula pelo distrito. Como o furnicular estava com uma fila enorme (afinal, finalmente não chovia na cidade) e como mais tarde iríamos subir outra colina (e eu precisava poupar meu quadril porque estava com dores), decidimos pegar o shuttle. Tem algumas empresas que prestam o serviço; elas ficam bem na praça em frente à subida para o Castelo. Nós compramos com a Official Budapest Castle Bus. Na hora, fiquei com total impressão de que era algo do estilo "pega turistas", mas era o que me restava de alternativa. Mas, de verdade, achei que valeu a pena. Funciona como um 'hop-on, hop-off', com várias paradas por todo o distrito. Passava regularmente, a cada cerca de 5 minutos, e assim, conseguimos percorrer por todo os distrito do Castelo com tranquilidade. Assim que subimos, caminhamos direto para a área do Castelo e nos deparamos com um mirante com uma vista de tirar o fôlego. Essa cidade é encantadoramente linda. Aliás, são vários mirantes, ângulos e monumentos. Reserve Ao menos um turno inteiro do seu dia pra poder explorar bem o local. Decidimos não entrar nos museus porque há dias não tínhamos um dia menos frio e sem chuva. Queríamos mesmo era aproveitar as áreas abertas. Fomos então percorrer pelo distrito, por entre suas ruas e construções charmosas. Chegamos até a Igreja Matias, que leva esse nome por ter sido reformada no reinado de Matias Corvinos, no fim dos anos 1400, e por ter sido o local de seus dois casamentos. E por fim, o Bastião do Pescador, um dos cartões postais de Budapeste. Você pode comprar um ticket pra entrar na Igreja e no Bastião. Mas programe-se pra fazer isso cedo, porque a fila pra comprar os ingressos é enorme. É sem dúvida o lugar mais cheio de turistas de todo o distrito do Castelo. Admiramos ambos só por fora mesmo, o que já foi maravilhoso. A vista de Peste ali do Bastião do Pescador é linda (minha preferida!), além da própria construção ser incrivelmente imponente. No pátio externo do Bastião, a fome apertando, sentimos um cheirinho delicioso, era o famoso Kürtőskalács (não faço ideia da pronúncia disso) ou em inglês, Chimney (igual ao Trdelnik de Praga). Comemos um tradicional, bem fresquinho e quentinho. Uma delícia! Dali pegamos novamente o shuttle para a última parada: os jardins do Castelo. Contemplamos um tanto o lugar e paramos pra almoçar por ali. Escolhemos um restaurante chamado Marvelosa, ainda no lado de Buda, perto da ponte das Correntes. Além do ambiente bem aconchegante, a comida estava deliciosa, com destaque para o pato que meu marido pediu. Divino! Atravessamos a ponte das Correntes até Peste, só pela experiência mesmo, e depois pegamos um tram até a Citadella. A Citadella é uma antiga fortaleza húngara, que fica no alto da colina de Gellért, no lado de Buda. É possível subir à pé ou de carro. Obviamente, ficamos com a primeira opção. Subimos pelo lado das Termas de Gellért, mas parece que tem um caminho mais curto próximo à ponte Elizabeth (não sabíamos desse detalhe). Vale a pena ir com calma e disposição porque tem várias trilhas e mirantes. No ponto mais alto da colina, no mirante principal, fica a Estátua da Liberdade, um monumento em homenagem aos soldados mortos na época da libertação e independência da Hungria. Além disso, tem uma vista panorâmica da cidade belíssima. Uma opção interessante é subir próximo da hora do pôr-do-sol, quando a cidade começa a se iluminar. Nosso pôr-do-sol não foi no alto da colina, mas também foi num lugar privilegiado: num passeio de barco no rio Danúbio: super recomendo! Esse foi um presente de casamento especial que ganhamos da minha mãe. O jantar estava incluído no passeio, com direito a uma garrafa de espumante. Comida boa, buffet livre, com bastante variedade. Apos o jantar, compramos mais uma garrafa de espumante e ficamos na parte de trás do barco, na areaexterna, curtindo esse anoitecer lindo. Também tinha um quarteto tocando ao vivo no barco, deixando ambiente ainda mais gostoso. Pegamos o tram de volta e caminhando até o apartamento, passamos pela Basílica de São Estevão também iluminada. Ela fica ao final de uma rua basicamente de pedestres (passa carro somente em alguns horários do dia), onde tem vários restaurantes/bares. OBS.: Compramos o passeio de barco no cartão de crédito (não queríamos correr o risco de não conseguir fazê-lo no horário do pôr-do-sol). Nesse dia, fomos retirar os tickets na bilheteria. A princípio o passeio seria somente no dia seguinte, mas na hora nos ofereceram antecipar para embarcar naquele momento, pois havia sobrado vaga. Não pensamos duas vezes e aceitamos. Foi ótimo, porque além do dia estar lindo, no dia seguinte, ficamos mais livres pra fazermos outras coisas. Gastos do dia: Café-da-manhã: 4.380 HUF (casal) Ônibus castelo de Buda: 2.400 HUF p/ pessoa Mercado: 1.730 HUF Almoço: 9.650 HUF (casal) Chimney castelo: 1.500 HUF Cruzeiro com jantar: 40.300 HUF (casal, jantar, mais uma garrafa de espumante) DIA 13 Visita guiada pelo Parlamento Húngaro, essa foi a nossa primeira atração do dia. São vários grupos guiados com opções de línguas variadas. Nós escolhemos fazer o tour em espanhol. O Parlamento é tão imponente por dentro quanto o é por fora. Escadarias, tapetes vermelhos, pinturas, esculturas e ouro (muito ouro), são as principais características do lugar, que até parece um palácio. Essa é a casa da Assembléia Nacional da Hungria há bastante tempo. É lá que fica também a Coroa Sagrada Húngara, guardada a sete chaves no Hall do Domo e com direito a uma troca de guardas só pra ela. Outro ponto de destaque da visita é o Old Upper House Hall, que era a antiga sede das plenárias da Assembléia Nacional, mas hoje é usada apenas para reuniões pelos parlamentares. Apesar do preço salgado, a visita vale a pena pra conhecer além do local, um pouco da história da Hungria. No final da visita, ainda tem uma pequena exposição sobre a história do Parlamento. Nós nem pensamos duas vezes, porque ganhamos esse passeio de presente de casamento. Escadarias centrais do Parlamento A coroa e seus guardas Antessala Old Upper House Teto da Old Upper House Próxima parada: Basílica de São Estevão. A princípio essa visita na lista de presentes virtual do casamento, mas estava no nosso roteiro. Como minha tia nos deu de presente a entrada pra Catedral de Notre Dame e, infelizmente estava fechada por conta do incêndio, "remanejamos" esse presente pra visita dessa Basílica ;=). A Basílica leva o nome do primeiro rei da Hungria e fundador do país, que virou santo após sua morte. O interior da Basílica é bem bonito e sua visita é gratuita. Mas para subir na torre é preciso pagar uma entrada. Lá de cima tem-se uma vista panorâmica da cidade e agora do lado de Peste, é possível ver Buda de cima. Saindo de lá estávamos morrendo de fome e finalmente fomos usar mais um de nossos presentes: provar comidas típicas no mercado municipal. Dessa vez, fomos na hora certa pro Mercado Central. Vejam a diferença no movimento do lugar. Sentamos num restaurante que havíamos pesquisado, o Fakanál, que fica no segundo andar do Mercado. Você pode sentar na parte interna, fechada ou na parte externa do mesanino, com vista pro primeiro andar. A gente sempre prefere os lugares abertos. O restaurante funciona no estilo bandejão. Tem várias opções de comidas típicas, você escolhe o que quer e o garçom vai colocando no seu prato. É uma ótima maneira de experimentar as comidas locais. Preço razoável e comida gostosa. Saindo do restaurante providenciamos uma sobremesa em uma das barraquinhas do Mercado. Afinal, ainda faltava experimentar uma comida bem típica de Budapeste: o lángos. É uma massa frita que tem na versão salgada ou doce, a depender da cobertura que escolhe. Como estávamos na hora da sobremesa, pedi um com cobertura de morango com nutella. Delicinha. De barriga cheia, tiramos a tarde pra relaxar em grande estilo em uma das Termas de Budapeste. Essa definitavemente é uma atração imperdível na cidade. Nós escolhemos as Termas de Szechenyi depois de muita pesquisa e não nos arrependemos nem um pouco. Só não posso fazer nenhuma comparação porque não visitamos outras. Tem várias opções de entradas. Nós escolhemos a que incluía apenas um armário pra guardar nossas coisas e nos atendeu perfeitamente. Esse armários ficam em vestiários coletivos e são trancados e abertos com a pulseira que recebe na entrada. Pra quem prefere mais privacidade, existe uma entrada (mais cara) que inclui um vestiário individual. Também existe diferença no preço dependendo do horário que você vai. Nos primeiros horários da manhã é mais barato um pouco. Mas tem a desvantagem do spa de cerveja ainda não estar aberto (que aliás também indico). Logo que entramos alugamos um par de toalhas (eles oferecem roupões também, mas não achamos necessário). Apesar de à tarde a Terma ficar mais cheia de gente (talvez no verão seja insuportavelmente cheia, mas não foi o nosso caso), é maravilhoso ir relaxar nessas águas quentinhas depois de um dia cheio de passeios. Foi muito revigorante e relaxante, ainda mais depois da semana anterior que passamos dias de muito frio. Existem várias piscinas nas Termas, com temperaturas variadas. Algumas parece até que não vai conseguir entrar de tão quente, mas depois que o corpo acostuma é só alegria. Começamos primeiro pela piscina da área externa e depois entramos pra explorar a parte interna. São muitas as opções! Tentamos experimentar todas (não lembro se conseguimos), mas as que tinham águas mais frias (eram raras), não ficávamos muito tempo não, rs. Caminhando pela parte interna descobrimos o tal Spa de cerveja. À primeira vista, nos pareceu besteira, e uma ostentação desnecessária. Mas pouco tempo depois, decidimos nos dar esse presente, afinal, era lua-de-mel, licença poética total pra algumas extravagâncias nesse mochilão. E olha, amamos! Valeu cada centavo. Esse spa é basicamente uma banheira pra duas pessoas cheia de componentes da cerveja na água (explicaram o efeito benéfico para a pele e cabelos de cada um, mas confesso que não prestei tanta atenção) e o principal, uma torneira de chopp ao lado pra você degustar à vontade, o máximo que conseguir em 45 minutos. Bebemos o mais rápido que conseguimos e no final já estávamos pra lá de alegres. Depois do spa voltamos pra piscina princiapal pra curtir o sol se pondo lá fora. Só teve um detalhe, sair da piscina depois o sol caiu foi sofrido. Um frio desgraçado. Saímos correndo (literalmente) pro vestiário. Aliás, lá tem chuveiros disponíveis e também tipo um secador de roupa pra tirar o excesso de água e uns saquinhos plásticos pra não molhar tudo na sua mochila depois. Foi bem útil. Eu inclusive aproveitei pra secar um pouco o cabelo também, rs. Itens pra lembrar de levar pras Termas: chinelos, shampoo /creme de cabelo, pente (eu esqueci todos esses itens do cabelo e ficou imaginem como ele ficou maravilhoso), toalhas (se quiser economizar espaço na mochila pode alugar lá), roupas íntimas limpas (sempre bom, né?!). Acho que o essencial é isso. DICA: Aconselho reservar uma tarde inteira para conseguir aproveitar as Termas com a calma que elas merecem. Não deixe nada planejado com horário marcado pra depois, porque certamente você vai querer ficar mais tempo do que planejou e das duas uma: ou vai chegar atrasado ou vai ficar com gostinho de quero mais. Para fechar o dia, fomos conhecer um ruin pub, uma recente tendência da cidade. Eles transformam ruínas em bares. Conhecemos o pioneiro, o Szimpla Kert. Lugar bem legal, com cara de alternativo, apesar de ser bem pop especialmente entre os turistas. É bem grande, com vários ambientes com decorações inusitadas e interessantímas; música no ambiente, vários pontos de bares espalhados e alguns que serviam comida. Paramos num desses porque estávamos com fome e pedimos um hamburguer com fritas e uma cerveja pra acompanhar. Não conseguimos ficar por lá muito tempo porque estávamos beeem cansados já. A ideia na verdade era chegar no happy hour, mas nos empolgamos bastante lá nas Termas e ficamos bem mais do que tínhamos planejado. Mas valeu a pena. Um dos melhores dias da viagem, sem dúvidas. Jardim suspenso dentro do Pub Gastos do dia: Tour Parlamento: 64800 HUF p/ pessoa Café Parlamento: 1.540 HUF Tickets Basílica: 1.000 HUF p/ pessoa Almoço Mercado: 8.820 HUF Langos no mercado: 1.200 HUF Entrada Termas Szechenyi: 5.500 HUF p/ pessoa (c/ armário no vestiário coletivo) Aluguel de toalhas: 2.000 HUF cada Beer Spa: 16.000 HUF p/ duas pessoas + 800 HUF de gorjeta Ruin pub: 5.800 HUF DIA 14 Nos despedimos de Budapeste tomando um belo café-da-manhã num café histórico da cidade, o Gerbeaud, que ficava bem perto do apt que estávamos. Afinal, ainda tínhamos mais esse presente para fazer jus. Fomos literalmente de mala e cuia, rs. Como estava cedo, não pegamos fila pra entrar. Pedimos um café completo para dois. Estava tudo uma delícia, com destaque para os ovos mexidos. E ainda pedimos uma tortinha depois, que foi bem decepcionante. O olho grande não valeu a pena nesse caso. Saindo de lá, caminhamos para o ponto de onde saía o ônibus para o aeroporto. Descobrimos na hora de embarcar que nosso ticket de transporte público não cobria esse trajeto. Lá no ponto mesmo tem uma máquina que vende o bilhete. Só teve um problema, não tínhamos florins suficientes pra isso. Precisamos trocar dinheiro na hora (no mesmo banco que fizemos câmbio das outras vezes, que ficava em frente ao ponto) o que nos custou alguns bons minutos. Apesar de termos nos atraso um pouco, deu tudo certo e conseguimos embarcar rumo à Itália =). NÁPOLES Incluímos Nápoles no nosso roteiro pra servir de base pra nossa ida à Costa Amalfitana. Nós precisávamos reduzir a quantidade de malas pra irmos pra Costa porque iríamos alugar um carro minúsculo por lá e também seria muito perrengue transitar por toda a costa cheios de malas. Além disso, Nápoles é um ponto de partida estratégico pra ir à Costa, com saída de trens regulares pra lá. Reservamos então uma diária em um hostel, o Hostel os the Sun. Adoramos a curta estadia lá. Os staf era muito simpáticos e prestativos. Nosso quarto era de casal com banheiro privado; bem limpo e cama confortável. A localização era ótima, perto de uma estação de metrô, sendo fácil o deslocamento até a estação de trem. O café-da-manhã era simples, mas bom e bem servido. O plano inicial era pagar um locker na estação de trem em Nápoles pra deixar as malas, mas não precisamos, pois o hostel nos ofereceu deixar nossas coisas no 'luggage room' deles sem nenhum custo. Maravilhoso!! Única coisa estranha é que o hostel ficava dentro de um prédio comercial e esse prédio cobrava €0,10 pra usar o elevador. Sim, é verdade esse bilhete. Pra subir a gente pagava porque o hostel ficava num andar alto, mas pra descer eu me recusava. Ah, se essa moda pega aqui no Brasil... Link do hostel: https://www.booking.com/hotel/it/hostelofthesunapoli.pt-br.html?aid=376377;label=booking-name-pt-row-bwMffLz*fdB8PTKNsC9tlgS267778091917%3Apl%3Ata%3Ap1%3Ap22.562.000%3Aac%3Aap%3Aneg%3Afi%3Atikwd-65526620%3Alp1001655%3Ali%3Adec%3Adm%3Appccp%3DUmFuZG9tSVYkc2RlIyh9YXwxhKG0pUU-3JdcXtALQMg;sid=c80245bbfd0a8fe8df256cd803a3cbfe Valor da diária: €75 Depois das cidades que visitamos, não tem como negar que a chegada à Nápoles foi impactante. A cidade é meio confusa e o trânsito muito caótico. Saímos do aeroporto de ônibus, mas havia tanto trânsito que decidimos descer ali perto da estação de trem pra pegar o metrô que fica ali do lado. Essa região é bem esquisita, me lembrou um pouco aquela área da uruguaiana no centro do Rio: ruas sujas, camelôs espalhados, moradores de rua. Mas chegando no hostel, já no fim da tarde no hostel, vimos que nem toda a cidade era assim. Exceto, pelo trânisto que era caótico em qualquer canto. Aliás pra atravessar as ruas sem semáforos, você precisa sinalizar que está atravessando, colocando o pé na faixa, senão ninguém pára. É um ritmo bem diferente das outras cidades que visitamos. A gente já não contava muito que daria tempo de visitar alguma atração em Nápoles. E como a chegada ao hostel foi bem mais demorada do que prevíamos, realmente não conseguimos fazer nada. Apenas uma coisa estava certa no nosso roteiro: comer uma legítima pizza napolitana! Aquela que todos falam que é a melhor do mundo. Bom, eu não conheço o mundo todo, mas é sem dúvida a melhor pizza que eu já comi na vida, de longe! E de verdade, não acredito que vou encontrar alguma melhor. A fama é totalmente justa; sabor indescritível. Estou com água na boca neste momento que estou escrevendo, rs. Seguimos então pra nossa missão principal (que também foi um presente de casamento). No caminho passamos por umas lojas de roupas com uns preços ótimos. Aproveitei pra compar umas camisas sociais de presente pro papai (baratíssimas) e o marido ainda compro um casaco por um preço ótimo também. Não conseguimos ver muita coisa porque a fome tava apertando. Escolhemos experimentar a pizza napolitana num dos lugares mais famoso da cidade, a Pizzeria da Michele, que foi cenário no filme "Comer, rezar e amar". Não poderia deixar de experimentar essa pizza num lugar muito bem avaliado e que ainda por cima tem o meu nome, né?. A gente sabia que essa pizzaria era bem concorrida, então tínhamos um plano B (uma outra pizzaria ali perto que também era bem avaliada). Mas chegamos sem querer, num horário super estratégico. Era perto das 18h e, por isso, o lugar não estava muito cheio. Pelo o que percebi, os piores horários são perto do almoço ou a partir das 19h. Ainda assim pegamos uma fila do lado de fora, mas que deve ter sido só uns 15 minutos de espera. Bem tranquilo. O lugar não tem nenhum luxo. É uma cantina bem simples e pequena, com mesas bem próximas umas das outras. Eles também vendem pizza pra levar. Então é uma alternativa caso não queira esperar uma mesa pra sentar. Mas não se engane, também vai pegar fila, mas com certeza será mais rápida. A cozinha fica totalmente à amostra, com um belo forna à lenha e o cheiro no lugar, você já deve imaginar, é delicioso; abre o apetite de qualquer um (e o desespero pra quem já está com fome). E se pensam que a pizza é cara porque o lugar ficou famoso, estão enganados. Pagamos 5 euros em cada pizza! Uma pizza individual grande, bem diferente das nossas (é como se fosse uma equivalente à pizza média aqui do Rio). Lá eles só servem a pizza napolitada, não tem nenhum outro sabor. A única opção é pedir com ou sem queijo. Pedimos a tradicional que nada mais é que molho de tomate, muzzarela de búfalo e basílico (similar ao nosso manjericão, mas não é igual). Acho que foi a refeição de melhor custo-benefício da viagem, rs. Ah, além disso, os garçons eram bem simpáticos, apesar da loucura de trabalhar lá. O lugar não pára um minuto, tá cheio de gente para atender o tempo topo. Super indico! Depois dessa experiência gastronômica, decidimos ir caminhando até o hostel pra conhecermos um pouco a cidade e queimar algumas calorias. Acho que foram uns 30-40 minutos de caminhada. Caminhamos pela via Toledo, que liga o centro histórico até a praça do Plebiscito. Essa rua é cheia de lojinhas interessantes, mas já estava tudo fechado. No caminho, esbarramos com uma gelateria. E quem resiste a um sorteve italiano? O primeiro de muitos na viagem! Passamos também pela Galeria Umberto I, é uma galeria pública que tem várias lojas, cafeterias, restaurantes. É um monumento enorme e bem impressionante, construído no século XIX. As lojas estavam fechadas, mas a galeria é aberta, não tem portas. Seguimos até a praça do Plebiscito, mas estava tão escuro que não conseguimos tirar fotos (câmera de celular tem essas limitações, pelo menos a do meu). Logo ali fica o Castelo do Ovo, sinal de que já estávamos perto do hostel. Esse era um lugar que pretendíamos visitar se tivéssemos cegado cedo na cidade. Mas estávamos satisfeitos com a pizza e bastante animados pra nossa viagem à Costa Amalfitana. Castelo do Ovo Gastos do dia: Budapeste Combo café da manha + torta no Gerbeaud: 12.340 HUF (casal) Ônibus aeroporto: 900 HUF p/ pessoa Nápoles Ônibus aeroporto: €10 Tickets metrô: €2,20 Compras: €25 Pizzeria da Michele: €22+3 de gorjeta
  3. Viena Deslocamento Praga-Viena: trem pela empresa OBB (https://tickets.oebb.at/en/ticket) - o trecho saiu por €14 p/ pessoa. Dica importante: Se na hora da compra você não optar por reservar assento, você só poderá sentar nos lugares que não foram reservados. Como saber isso? Acima do acento tem um painel que, quando o assento está reservado, fica acesso e descreve a estação de partida e de chegada para qual a reserva foi feita. Então, se o painel estiver apagado e sem nada escrito você pode sentar sem medo! E também pode sentar nos outros no trecho em que não estão reservados (mas aí vai ter que ficar atento pra levantar quando chegar a estação da reserva). No nosso caso fomos expulsos do assento que escolhemos (aleatoriamente) pra sentar (rs). Precisei pesquisar no google no meio do trajeto, em pé, até descobrir esse pequeno detalhe. Passar vergonha faz parte da experiência, né?! Outra coisa: se for em alta temporada e não reservar assento, corre o risco de ir em pé durante toda a viagem. Vale pesar o custo-benefício disso pra cada perfil de viajante. Nós arriscamos porque início de maio ainda é baixa temporada. Saindo da estação de trem: Chegamos na estação Wien Hauptbahnhof. A staff nos deu as informações necessárias pra chegarmos ao apto. Da própria estação pegamos o metrô e um ônibus pra chegar até o ponto Westbahnhof. De lá foram 5 minutinhos de caminhada até o apt. Foi bem tranquilo. Câmbio: A moeda oficial em Viena é euro, então, não precisamos fazer câmbio Hospedagem: Ficamos em um ótimo apartamento, bem equipado, com aquecedor (importantíssimo por conta do frio que passamos lá), bem limpo, cama confortável, staff bastante solícita e atenciosa. O único inconveniente é que o apto ficava há uns 10 minutos caminhando da estação de metrô. Isso só foi um problema pra nós, porque nos 2 dias que passamos lá estava muito frio e chovendo quase o dia todo. Se não fosse por isso, seria muito tranquila a caminhada. No entorno tem um bom mercado e ponto de ônibus também. Valor da diária: €76,50 casal Transporte na cidade: Compramos um passe de 48h para nos deslocar pela cidade e andamos basicamente de metrô. Gastos casal - 2 dias: Hospedagem: €153 Alimentação: €221 - média €110/dia, incluindo café-da-manhã que não tínhamos na nossa hospedagem. Atrações turísticas: €102 - média de €51/dia Transporte: €28 - passe de 48h p/ 2 pessoas Compras: €4 - apenas um souvinier mesmo, rs Viena faz jus à fama: é uma cidade cara! Gastamos mais com comida lá porque, como já citei anteriormente, fomos recebidos com bastante chuva e frio. Então, a saída foi se enfiar nas mais variadas confeitarias/cafés que a cidade possui e desfrutar das famosas tortas. Confesso que saímos de lá um pouco frustrados, mas de fato o tempo não nos permitiu experimentar o potencial da cidade e isso influenciou muito na experiência. DIA 9 (1º dia em Viena) Assim que chegamos na cidade passamos rapidinho no mercado para comprar coisas pra comer de café-da-manhã, porque a anfitriã nos avisou que aos domingos os mercados não abriam e já era sábado pela tarde quando chegamos. Aliás, para os fãs de iogurt como nós, amamos um que compramos por acaso nesse mercado. Que delícia! Logo depois fomos para o ponto de encontro do walking tour que havíamos reservado. O tour foi pelo centro, nos principais pontos da cidade. Sempre recomendo fazer um tour desse tipo no primeiro dia em cada cidade. Dá pra ter uma noção da cidade e ver quais os pontos que mais te despertam interesse. Além disso, o principal aspecto pra mim é conhecer um pouco da história da cidade logo de cara. Isso muda a nossa perspectiva conforme vamos explorando mais a cidade. Mas confesso que esse walking tour, especificamente, não foi dos melhores. O guia não era muito empolgante no contar da história, ficou um pouco no estilo de sala de aula, sabe? Além disso, o frio e alguns momentos de chuva também não ajudaram no passeio a pé pela cidade. A fome apertou e seguimos pra mais um dos presentes de casamento que canhamos. Comer cachorro-quente com champagne em um "podrão"de Viena. Na verdade o podrão se chama Bitzinger Würstelstand. É um quiosque no meio da rua, na Albertinaplatz, que vende cachorro-quente de linguiça e umas garrafinhas pequenas de champagne. A linguiça é simplesmente maravilhosa! A melhor que já comi na vida, com certeza! Yem um recheio de queijo por dentro, enfim, recomendo fortemente experimentarem. Mas oc champagne deixamos passar porque era absurdamente caro. Então, ficamos na cerveja mesmo. Ah, sempre tem fila no quiosque, mas vale cada minuto de espera! Em seguida, aproveitamos pra conhecer um dos principais cafés de Viena, Café Sacher, e experimentar a torta mais famosa que leva o mesmo nome. A torta Sacher é realmente deliciosa, mas o preço é bem puxadinho. Mas enfim, tá na chuva é pra se molhar, né?! No caso, nessa cidade literalmente nos molhamos diversas vezes., rs. Mas vão preparados porque sempre tem fila na porta do café. Pegamos uma bela fila e aguardando nossa vez num frio de rachar. O que turista não faz nessa vida, né? Fizemos uma parada estratégica no apartamento, pra dar aquela descongelada e à noite fomos na roda gigante mais antiga do mundo, chamada Wiener Riesenrad, mesmo com o tempo ruim. Porque afinal, foi um presente que ganhamos de um dos nossos padrinhos e não teríamos outra oportunidade para irmos. A chuva atrapalhou um pouco a visão, mas ainda assim foi legal. Num dia com tempo bom, especialmente no pôr-do-sol, deve ser bem bonito. Iogurte delicioso comprado no mercado Bitzinger Würstelstand Torta Sacher Roda Gigante Wiener Riesenrad Gastos do dia: Mercado: €24 Walking tour: €10 (casal) Bitzinger Würstelstand: €16,30 (2 hot dogs, porção de batata frita e cerveja) Cafe Sacher: €17 (casal) Roda gigante: €12 p/ pessoa DIA 10 Compramos o Sisi Ticket que dá acesso ao Palácio de Schonbrunn, ao Palácio de Hofburg, incluindo o museu Sisi e à coleção de mobília imperial. O valor sai mais barato do que comprar o ticket para os dois palácios separado e ainda dá entrada preferencial em todas essas atrações, ou seja, é um ótimo "fura-filas" na alta temporada. Comprando pela internet você economiza o tempo na fila da bilheteria. Nós decidimos comprar o ticket na bilheteria do Palácio de Schonbrunn porque além de ainda não ser alta temporada, a previsão do tempo era ruim, então preferimos poupar o cartão de crédito nesse momento. Escolhemos o Palácio de Schonbrunn para ser nossa primeira atração do dia, porque este é o mais disputado. Era domingo, o dia que o palácio recebe mais turistas, mas como o tempo estava bem ruim optamos por não madrugar (até porque estava muito frio!) porque sabíamos que iam ter poucos turistas se aventurando por lá. Nós não tínhamos a opção de adiar a visita porque era nosso último dia em Viena. Então, resolvemos encarar. O Palácio e seus jardins são lindos, quase no nível do de Versalhes. Mas olha, foi muito perrengue caminhar pelos jardins no frio que estava fazendo nesse dia. Era frio, vento e aquela chuva fininha. Sem dúvida, foi o dia mais frio da viagem. Fez uns 4 graus, mas com sensação térmica de sei lá quanto. Pra uma carioca isso é frio pra caramba! Mas enfim, vale muito o passeio. Tem uns labirintos pela parte externa que desembocam em umas construções muito antigas, belíssimas. Tem umas escadarias pra subir no final do jardim (foi até bom pra dar uma esquentada) e lá de cima tem uma vista panorâmica incrível do Palácio. Aconselho reservarem um turno inteiro pra conseguirem explorar toda a área. Nós exploramos boa parte, mas chegou uma hora que não aguentávamos mais o frio. Esqueci de um detalhe, antes de começarmos a visita pelo Palácio, aproveitamos pra ir num café que tem na entrada, Café Residenz. Além da gente querer tomar algo pra dar aquela aquecida antes de encarar a área externa, meu objetivo era provar um Apple Strudel, uma sobremesa muito famosa também na cidade. Eu li num relato que nesse café tinha um dos melhores apple strudel de Viena. Não posso dizer se é o melhor porque não provei outros, mas é muito bom! Nós optamos por ir no café antes do passeio pra aproveitar que o lugar estava vazio. Como estava muito frio, era óbvio que as pessoas iam se refugiar por lá e ele ia ficar cheio em breve. Não deu outra, quando estávamos saindo do café já tinha fila na porta (do lado de fora, no frio congelante). Apple Strudel Palácio Schonbrunn Paramos pra almoçar em uma outra confeitaria também muito conhecida, a Demel, que também é um restaurante. Pedimos um sanduiche e um schinitzel (lombo à milanesa) e, claro, uma torta. Tinham várias opções o que dificulta bastante a hora de escolher (rs). Dessa vez optei por uma torta de chocolate com creme de avelã (Torta Ana). Gostosa, mas a preferida da viagem foi a Torta Sacher original (do Café Sacher). A confeitaria é linda e histórica, foi fundada no século XVIII. Como é bem badalada tem que ir preparado pra esperar se quiser sentar em uma mesa. Ao menos, da fila foi possível ver a cozinha que é toda de vidro e observar os doces sendo preparados. Se quiser apenas provar as tortas, tem um balcão na entrada que você pode comprar e levar pra viagem. Aliás, na saída parei no balcão pra comprar mais uma tortinha pra comer no apartamento mais tarde 😉. Vista da cozinha da Demel Schnitzel e sanduiche Torta Ana Seguimos para visitar as outras atrações do ticket: Palácio de Hofburg e o museu Sisi. Não tenho nenhuma foto do complexo do Palácio. Por conta do tempo, não tiramos nenhuma foto da parte externa e na parte interna do museu não era permitido. O complexo fica no centro da cidade, perto da confeitaria Demel (por isso escolhemos almoçar lá). O Palácio era a residência de inverno da família imperial, enquanto que o de Schonbrunn era a de verão. A visita pelo palácio é bem interessante e conta com um audioguia que você pega bem na entrada. O destaque é para o museu Sisi, que é por onde a visita começa. Ele conta a história da vida da Imperatriz Isabel (Sisi), que foi uma defensora do povo húngaro e importante articuladora política. Depois a visita seguiu para os apartamentos imperiais e por último, para a coleção de porcelanas e pratarias. E pra fechar nossa estadia em Viena, fomos jantar num lugar bem quentinho, no restaurante 7 Stern Braeu, e apreciar mais uma linguiça, um schintzel (eu estava viciada nisso, rs) e uma bela costela de porco, e claro, uma boa cerveja. Como já disse antes, nossa experiência em Viena não foi exatamente como planejamos. As ruas da cidade estavam desertas. Com certeza foi um momento atípico durante a primavera vianense. Uma das atrações mais famosas em Viena é assistir uma ópera, de preferência na Ópera de Viena ou, ao menos, fazer um tour guiado. Como os ingressos para as óperas estavam muito caros deixamos pra comprar os tickets promocionais que vendem um pouco antes do espetáculo começar. Mas como as filas eram enormes e frio também, desistimos dessa missão. O mesmo aconteceu com o tour guiado. Mas a dica é: compre o ingresso pra ópera com bastante antecedência que consegue um bom preço! Pra gente, isso vai ficar pra próxima. Aliás, agora só volto pra Viena no verão! haha Restaurante 7 Stern Braeu Ruas desertas no centro da cidade de Viena. Gastos do dia: Palácio Schonbrunn + Palácio Hofburg + museu Sisi: €34 p/ pessoa Cafe Residenz: €23.80 (casal) Almoço: €57 (casal) Tortas: €8,20 Mercado: €17 Jantar no 7 Stern Braeu: €50 VIRA A PÁGINA PARA CONTINUAR LENDO O RELATO -->
  4. Praga (continuação) Se comunicando em Praga: respondendo a uma pergunta que recebi por aqui, se comunicar na cidade é tranquilo pra quem se vira no inglês porque praticamente toda a população de lá fala inglês fluente. Agora, ler placas, esquece! Rs. Ler cardápio também é um desafio. A dica pra não ficar preso em restaurantes que possuem cardápio em inglês é pesquisar antes os práticos típicos que gostaria de experimentar e anotar os nomes em tcheco. Foi basicamente o que fizemos. Comidas típicas em Praga: no geral, as comidas de Praga se parecem bastante com as de seus países vizinhos, Alemanha, Áustria e Hungria. Alguns pratos que provamos foram o goulash (carne vermelha servida com um molho bem temperado e Knedlíky - um pão cozido no vapor), Schnitzel (carne de porco ou vitela empanada, super crocante e sequinha), joelho de porco (comemos um muito bom que mais a frente falarei o restaurante), e o famoso doce Trdelník, uma massa assada em forma de rolo, passada no açúcar e canela que tem em todo canto da cidade, em lojas e barraquinhas. Uma delícia. A dica é comprar em um lugar que esteja saindo fresquinho na hora. Também tem a opção de rechear com Nutella, sorvete etc. DIA 6 (1º dia em Praga) Assim que chegamos na cidade paramos rapidinho numa barraquinha pra comer um hot dos com refrigerante (210ck) e fomos pro Walking Free Tour que já tínhamos reservado (vou tentar achar o nome). Vale muito a pena começar a conhecer Praga pelo tour porque depois você já olha pra cidade pensando na história dela. Escolher fazer o tour com um guia que falava espanhol e foi bem tranquilo de entender. Ele era ótimo, daqueles que demonstram paixão em contar a história da cidade. Teve uma paradinha no meio num restaurante pra quem queria comer ou beber alguma coisa. Aproveitamos pra degustar nossa primeira (de muitas) cerveja em Praga. Logo de cara experimentei a Kozel, uma cerveja escura maravilhosa (e eu nem curto cerveja escura). Foi sem dúvida, umas das preferidas. Walking Free Tour Almoço (para quem estava com fome e pressa): McDonald's - 280ck Tomamos um banho merecido e voltamos a caminhar pela cidade. Subimos a Torre da Pólvora, bebemos cervejas num terraço com vista pra cidade (presente de lua-de-mel que ganhamos) no T-Anker, passeamos pela praça da Cidade Velha, vimos o Relógio Astronômico tocar (toca sempre nas horas cheias) e no finzinho da tarde caminhamos pela famosa Ponte Carlos e ficamos lá até anoitecer e ver tudo iluminado. Torre da Pólvora Vista da Torre da Pólvora Rooftop T-Anker Praça da cidade velha Praça da cidade velha Relógio Astronômico Entrada Ponte Carlos Ponte Carlos Gastos do dia: Hot dog: 210ck p/ 2 pessoas Parada walking tour: 2 cervejas 161,70ck (caro para o padrão em Praga, mas ainda não sabíamos disso) Gorjeta walking tour: 10 euros o casal (é opcional e o valor é livre) Almoço Mc Donalds: 280ck p/ 2 pessoas Entrada Torre da Pólvora: 100ck p/ pessoa Rooftop T-Anker: 157ck (2 pints de cerveja) Mercado: 90ck DIA 7 Tomamos um café-da-manhã delicioso no Home Kitchen, um lugar aconchegante, ingredientes frescos, tudo preparado na hora, no estilo feito em casa mesmo. O preço é salgado, mas pra gente valeu cada centavo. Amei o iogurte natural caseiro! Também servem brunch lá. Alíás pra quem é vegano ou vegetariano, tem boas opções no cardápio (não é o nosso caso, mas amamos tudo). Seguimos pro complexo do Castelo de Vyšehrad, um lugar pra fugir um pouco das multidões de turistas de Praga e conhecer uma outra perspectiva do rio Vltava. E o melhor, totalmente de graça! Vale reservar umas duas horas de caminhada pelo complexo. O Castelo infelizmente não existe mais, mas ainda tem as muralhas, a Basílica de São Pedro e São Paulo e um parque delicioso, além de vistas incríveis da cidade. PS: Fizemos uma paradinha estratégica antes de entrarmos no complexo. Compramos umas cervejas geladas (na medida do possível pra uma cidade européia, rs) num mercadinho ali do lado e fomos caminhando e apreciando o lugar acompanhados de uma bela cerveja tcheca =; Muralhas de Vyšehrad Basílica de São Pedro e São Paulo Parque de Vyšehrad Rio Vltava Saímos do complexo por essa escadaria que vai em direção à beira do rio Vltava e que tem esea vista incrível. Assim que descemos vimos uma estação de bike da rekola (https://www.rekola.cz/). Baixamos o app na hora e alugamos as bikes pra andarmos pela beira do rio. É bem gostoso caminhar por ali, seja a pé ou de bike. Como queríamos ir até o final da orla, preferimos dar uma otimizada nas pernas e no tempo. No caminho passamos pelo 'Dancing House' e mais a frente resolvemos parar num "barco-bar" que nos chamou atenção (não lembro o nome). Mas nessa época do ano ou no verão acho que é comum terem barcos desse estilo nessa região. O ambiente é todo aberto, com vista pro rio. Aproveitamos pra descansar um pouco e experimentar mais uma cerveja local (2 cervejas 500mL = 36ck = 2 euros). Dancing House "Barco-bar" Depois de almoçarmos (não lembro o lugar!) e comprarmos umas coisinhas no mercado, seguimos pra Colina de Petrin. É um ótimo lugar pra passar o fim de tarde, ver o pôr-do-sol e até fazer um piquenique. Não tivemos muita sorte com o tempo que estava nublado, mas ainda assim valeu a visita. Optamos por subir de furnicular até o topo da colina porque já estávamos bem cansados. Mas quem tiver gás acho válido encarar a subida à pé. Lá no topo tem a Torre de Petrin que lembra a Torre Eiffel em miniatura (rs). Lá de cima é possível dar uma volta de 360º pela cidade. Praga é tão linda que valeu o dinheiro e os 300 degraus de subida mesmo cansados. À noite, tínhamos mais uns presentes de casamento pra fazer valer. Esse era um dos mais legais que ganhamos: um tour pelas cervejarias/bares de Praga. Começamos pela cervejaria U Fleku que existe, pasmem, antes mesmo do Brasil ter sido invadido pelos portugueses, desde 1499! Lá a cerveja da casa é escura. Foi o lugar que mais gostei. Ambiente bem legal, mais descolado, muita gente jovem, com um quintal bem grande cheio de mesas e bancos compridos e muitas árvores em volta. As mesas são coletivas, então facilita a interação entre as pessoas. Aproveitamos pra comer alguma coisa porque a noite ia ser longa e a gente não queria cair antes da hora. Seguimos pra próxima parada, a cervejaria U Medvidku. Essa ainda é um pouco mais velhinha, inaugurada em 1466. Fizemos nossa degustação e já fomos pro próximo. Ela tinha uma cara mais de restaurante e estava vazia. Não achamos muito animado, mas a cerveja era boa. Andamos sem destino e encontramos um Jazz bar que nos chamou atenção pela música que estava bem legal. Sentamos, bebemos nossa cerveja e logo em seguida encerrou o show, rs. Já era mais tarde a essa altura. Como já era tarde e vários bares já estavam fechados, decidimos então encontrar um lugar que fosse ficar aberto até de madrugada e encontramos um Irish pub com música ao vivo. A banda era bem divertida e animada e rolou até um Michel Teló no meio do repertório, rs. Nessa hora chegou até bater uma fome, mas a cozinha já estava fechada =\ Enfim, voltamos caminhando pro nosso ap (um tanto quanto alegres, rs) pela praça Venceslau, que aliás fica bélissima na madrugada, vazia e iluminada. E cerveja boa é cerveja boa, né, mores?! Nada de ressaca no dia seguinte. Dica: Como nosso dia foi bem cheio começamos o bartour mais tarde do que tínhamos imaginado. E daí, no meio do caminho, vários lugares já tinham fechado. Então, aos interessados, recomendo que começem mais cedo, lá pelas 18h, pra poderem aproveitar mais e terem mais opção. Gastos do dia: Café-da-manhã no Home Kitchen: 566ck p/ 2 pessoas 4 Tickets de tram: 96ck Almoço: 450ck p/ 2 pessoas Total de banheiros pagos ao longo do dia: 43ck Furnicular Petrin: 24ck p/ pessoa Torre Petrin: 100ck p/ pessoa Cervejaria U Fleku: 2 cervejas+comida - 300ck Cervejaria U Medvidku: 2 cervejas - 200ck (pq erramos o troco! Sim, fizemos isso! Não lembro o valor real) Jazz bar: 2 cervejas - 120ck Irish pub: 210ck (nesse aí, parei de contar as cervejas, rs) DIA 8 Nosso último dia em Praga e nossa primeira missão era lavar roupa! Já estávamos há 1 semana viajando então não tinha mais como adiarmos esse momento. Antes, é claro, tomamos um bom café-da-manha, dessa vez, no IF Cafe. Muito bom, com muitas opções, mas achei meio caro. Aproveitamos pra caminhar um pouco pelo bairro que estávamos hospedados e achamos uma praça gracinha que, claro, tinha uma igreja com uma bela arquitetura e um monte tulipas espalhadas pelo jardim 😍. Antes de seguirmos pra cidade velha aproveitamos pra almoçar num restaurante que o anfitrião havia nos indicado. E olha, foi a melhor que fomos em Praga: Restaurante Demínka. Pedimos uma costela de porco acompanhada de fritas e molhos, que estava divinamente deliciosa e inclusive servia 2 pessoas (mas a gente não sabia desse detalhe). Acabei pedindo outro prato pra mim e não conseguimos comer tudo. Um detalhe, esse restaurante aceitava pagamento em euro e tinha cardápio traduzido p/ inglês. Seguimos pro centro histórico pra subirmos a torre onde fica o relógio astronômico, que era antiga sede da Prefeitura. Sem dúvida, é a melhor vista da praça da Cidade Velha e a vista geral da cidade também é lindíssima! Uma das atrações "obrigatórias" da cidade. Ficamos ali pelo centro um tempo ainda, comprando umas coisinhas, comendo um trdelnik e depois fomos pra uma outra atração imperdível de Praga: visita ao Castelo de Praga. Optamos em visitar apenas a área gratuita e num horário alternativo, com o Castelo quase vazio. É uma ótima opção pra quem quer economizar e fugir das filas e multidões. Era exatamente o que a gente queria! Uma dica é ir no final do dia pra pegar além do dia, a noite com o Castelo iluminado. É muito lindo! Nós fomos por voltas das 19h. Vale ressaltar que não é possível entrar em nenhum lugar nesse esquema, só mesmo andar pelas áreas externas e apreciar a arquitetura e a vista, além de tirar várias fotos sozinho (o que é impossível durante o dia!). Pra fechar nossa estadia em Praga, fomos nos despedir da cerveja tcheca e aproveitamos pra jantar (hehe). Ficamos, definitivamente, com gostinho de quero mais. Recomendo ficar pelo menos 5 dias em Praga pra apreciar com mais calma as belezas dessa cidade apaixonante! ❤️ Gastos do dia: Café-da-manhã no IF Cafe: 800ck p/ 2 pessoas Lavanderia: 335ck Almoço no Deminka: 36 euros p/ 2 pessoas Torre da Prefeitura: 250ck p/ pessoa Trdelnik: 60ck cada um Comprinhas: 487ck Mercado: 225ck Jantar: 510ck
  5. Praga Deslocamento Paris-Praga: avião (AirFrance) - €49 p/ pessoa Saindo do aeroporto: Pegamos um ônibus (32 CK p/ pessoa) até um local onde tinha uma estação de metrô (se não me engano foi em Petriny) - no centro de informações do aeroporto você consegue se informar tranquilamente. De lá pegamos a linha A do metrô e descemos na estação Museu que ficava há 5 minutos da nossa hospedagem. Câmbio: Trocamos €50 no aeroporto numa cotação ruim: 1€ = 18 CK. Troquem o menos possível lá! Na cidade a cotação foi bem melhor: 1€ = 25 CK. Vou tentar lembrar a casa de câmbio que troquei (indicação dos staffs) e coloco aqui. Hospedagem: Ficamos no Vallentina Apartments, pelo Booking. Quarto c/ suíte bem espaçoso e confortável. Tinha também uma cozinha compartilhada bem equipada. Os staffs, Valentina e Andrew, foram super simpáticos e atenciosos. Nos deram um mapa da cidade e várias dicas sobre o que fazer e onde comer com bom custo-benefício e ainda nos deram umas cervejas tchecas de boas-vindas! 😃. A localização era ótima, perto da estação do metrô Museu, ou seja, fica bem próximo do Museu Nacional de Praga e da praça Venceslau. O apt é perto, mas fora da zona turística. Então tem boas opções de restaurantes com comidas locais boas e preços justos, além de ser uma área bem residencial e silenciosa. Dar pra ir caminhando tranquilamente até o centro histórico (10 min), inclusive à noite (é uma cidade bem movimentada e segura). Valor da diária c/ taxas: €75 (quarto casal). Link: https://www.booking.com/hotel/cz/valentina-apartments.pt-br.html?aid=397600;label=gog235jc-1DCAEoggI46AdILVgDaCCIAQGYAS24AQbIAQzYAQPoAQH4AQKIAgGoAgO4ArGA_OkFwAIB;sid=246fddde2beff73d6ac1423c5ee987d1 Transporte na cidade: O melhor é andar à pé em Praga, mas a cidade é bem coberta com metrô e tram. Então quando as pernas já não aguentarem mais, é possível se deslocar bem pela cidade usando esses transportes. Gastos casal - 3 dias: Hospedagem: €220 Alimentação: €188 - média €63/dia, incluindo café-da-manhã que não tínhamos na nossa hospedagem. Cervejas/bares (Praga merece um tópico só disso!): €47 - média de €16/dia, graças, eu ouso dizer, ao melhor preço de cerveja da Europa! Atrações turísticas: €50 Transporte: €11 - andamos mais à pé porque estávamos bem localizados e porque é incrível caminhar pelas ruas de Praga! Sem dúvida, essa foi a cidade mais barata do nosso roteiro! Comemos bem e bebemos maravilhosamente bem. As cervejas são incríveis e o preço mais ainda: €2-2.50 o pint (500mL)! Fujam dos lugares pega-turista, porque lá vocês não vão pagar esse preço camarada.
  6. Paris Dia 5 Estávamos na dúvida se íamos no Palácio de Versailles ou não, mas como era a primeira vez do meu marido na França, eu achei um pecado ele não conhecer. O problema é que era uma terça-feira e como ele não abre às segundas esse costuma ser um dia bastante cheio por lá. E estava mesmo! Não conseguimos chegar cedo como havíamos planejado (o cansaço já estava batendo nessa altura), então pegamos uma fila gigantesca de mais de 3h pra entrar no palácio. Dica importante: caso tenha muita fila pra entrar no palácio vá direto pros jardins, curta o ambiente e mais tarde volte quando a fila já estiver menor. Como perdemos muito tempo na fila não curtimos o quanto gostaríamos tanto a visita no palácio quanto nos jardins. De todo modo é um passeio imperdível, e por isso mesmo vale um planejamento pra aproveitar melhor. Os jardins são incríveis e passar a tarde lá foi uma delícia. Como estávamos famintos comemos num restaurante que tinha lá pelos jardins. Não foi muito barato, mas era o que tínhamos. Uma possibilidade é comer um lanche no Mac Donald's que tem perto da estação de trem, antes de entrar no Palácio. Vi muita gente na fila fazendo isso. Passagem trem p/ Versailles - ida e volta: €7,40 p/ pessoa Entrada Versailles (palácio + jardins): €27 p/ pessoa Almoço nos jadins: €45 casal Voltando pra Paris passei na Citypharma, uma loja de cosméticos que tem preços super atrativos. A dica é já fazer uma pesquisa antes do que gostaria de comprar porque chegando lá é muita informação! Eu não sou muito de usar cosméticos então fiquei meio perdida, confesso. Mas consegui comprar algumas coisinhas que valeram a pela. Gastei em torno de €40 comprando: sabonete esfoliante facial, água termal, creme antioxidante p/ rosto e lenços demaquilantes. Pra encerrar nossa estada em Paris, bebemos a garrafa de espumante que ganhamos de cortesia na sacada do ap, curtindo a vista pra Torre Eiffel, que de hora em hora cintilava e ficava ainda mais bonita. Ahh que saudade que bateu! 😍 No dia seguinte, saímos bem cedo (mas super atrasados!) pro aeroporto, rumo ao próximo destino. Depois de muita adrenalina por quase perdermos o vôo, só sobrou espaço pra ansiedade de chegar logo nesse pedacinho do mundo tão encantador e maravilhoso, chamado Praga! ❤️ Uber Montmartre-Aeroporto: €40
  7. Paris Dia 4 Como não tinha previsão de chuva pra esse dia, aproveitamos pra ir na principal atração da cidade: subir a Torre Eiffel. Como não queríamos perder muito tempo em fila e pretendíamos subir na torre de elevador, acordamos bem cedo e chegamos antes mesmo da bilheteria abrir (por volta de 8:30). Já tinha uma fila, mas nada comparado ao horário de pico! Demoramos cerca de 30 min pra subirmos depois que a bilheteria abriu. A vista lá de cima é incrível! Uma dica: aproveite pra já subir até o topo da torre, porque conforme vai ficando mais tarde vai formando uma fila pro elevador. Nós fizemos isso e foi ótimo, porque além de não pegarmos nenhuma fila pra subir, ainda estava bem vazio lá em cima. Depois descemos de volta ao segundo andar e aproveitamos a vista e, claro, tiramos várias fotos. De fato, é uma atração única, com uma vista incrível da cidade. Vale muito a pena! Pra quem quer economizar ou chegou tarde e não está afim de perder horas na fila e tem uma boa dose de disposição, tem a opção de subir a pé até o andar principal. O preço é bem mais em conta (uns 10 euros mais barato). Neste ingresso também está incluída a subida até o topo da Torre de elevador. Da outra vez que fui à Paris subi de escadas por conta da fila, mas tinha lá meus 20 e poucos anos. Depois dos 30, subir 1.500 degraus fica um pouco mais puxado, rs. Entrada: €25,50 Saindo da Torre fomos num mercado (Carrefour) ali perto pra comprar comidinhas e vinho pra fazermos um piquenique no parque Champ de Mars, mais um dos presentes de ganhamos. Solzinho gostoso pra esquentar e uma vista privilegiada da Torre Eiffel, sucesso garantido! Ah, não esqueçam de levar uma canga ou toalha. Gasto mercado: €22,4 (compramos tudo que está na foto, incluindo abridor de vinho que esquecemos, patê de frois gras e creme de avelã =p ). Nesse dia experimentamos andar de patinete pela cidade. Foi super prático e divertido. Apesar do metrô de Paris ser excelente, perde-se tempo com o deslocamento a depender da distância e da necessidade de trocar de linha. Conseguimos otimizar bastante nosso tempo com o patinete. Só tem que ficar atento no app pra não perder a noção de quanto tá gastando em cada corrida, porque não é muito baratinho não. Primeiro fomos até o Hôtel des Invalides, depois na Ponte Alexandre III e na Galeries Lafayete, com o objetivo de comer alguns doces típicos franceses que sabia que tinham por lá e beber um drink no rooftop (mais um presente de casamento que ganhamos). Infelizmente o terraço estava fechado, mas consegui experimentar o L'éclair e macarrons! Deliciosos, mas preço salgado. L' éclair de Génie: €6 unidade Macarron Pierre Hermé: €3 unidade Hôtel des Invalides Hôtel des Invalides Ponte Alexandre III Pra encerrar o dia com chave de ouro, fizemos um passeio de barco pelo rio Sena pela empresa Bateaux Mouche (€14 p/ pessoa), no horário do pôr-do-sol. Levamos uma garrafa de vinho pra bebermos durante o passeio (já que não tínhamos grana pra fazer o passeio com jantar - uma pequena fortuna!). O passeio foi uma delícia! Curtimos bastante e o horário foi perfeito porque passeamos pelo rio no fim da tarde, ainda claro, e também à noite, com tudo iluminado, inclusive a Torre Eiffel. Gasto patinete pra 5 deslocamentos, desde o Champ de Mars até o Trocadero, onde pegamos o metrô: €17,15 (veio no cartão de crédito).
  8. Paris Dia 2 Pra quem for ficar em apartamento ou que não tenha café-da-manhã incluído na hospedagem, a dica é comprar croissant e baguete fresquinhos em uma Boulangerie (padaria). Nós comprávamos todos os dias em uma que ficava bem na esquina da rua do nosso ap (2 croissants e 1 baguete = €3,20) Como o tempo não estava muito legal e tinha previsão de chuva pela manhã, aproveitamos pra ir ao Museu do Louvre. Reserve pelo menos um turno de 4h do dia pra visitá-lo. É importante também já dar uma pesquisada antes pra definir o que é prioridade na sua visita e otimizar seu tempo lá, porque pra ver tudo é preciso mais de um dia! Vale a pena também pegar um audioguia pra entender melhor as obras. Entrada Louvre: €17 p/ pessoa; Audioguia: €5 Museu do Louvre Gastamos mais tempo do que imaginávamos no Louvre e quando saímos já eram quase 15h. Nos deparamos com um pequeno problema: boa parte dos restaurantes fecham nesse horário e retornam umas 2-3h depois. O jeito foi fazer um lanche pelo caminho. Tivemos mais 2 tentativas frustradas em seguida (rs): fomos ao Pantheon, mas já estava fechado (encerra 45min antes do horário de fechamento, que varia de acordo com a estação) e depois fomos ao Jardim de Luxemburgo e adivinhem?! Também estava fechado! Ocasionalmente neste dia. Não sei por que motivo, pois ainda estava dentro do horário de funcionamento. Pelo menos nesse meio tempo paramos pra comer um sorvete bem gostoso na Amorino =P Sorveteria Amorino De lá fomos tentar ver de perto a Catedral Notre Dame. Infelizmente ela pegou fogo 1 semana antes da nossa viagem 😪. Eu já tinha ido anos atrás, mas meu marido não teve a mesma sorte. A área estava cercada e só dava pra vê-la de longe. Tomara que consigam restaurá-la e que seja breve. Era um ponto alto da cidade, sem dúvida! T Jantar: The Brooklyn Pizzeria no bairro Marais. Não foi a melhor pizza da viagem (falo mais quando chegar em Nápoles, rs), mas as pizzas estavam uma delícia, especialmente a de marguerita ! O ambiente é legal e o lugar é disputado numa sexta à noite. Pegamos uma fila de uns 30 minutos. Achei o preço salgadinho, mas como estávamos com frio e fome naquele momento, não estávamos com muito critério: €50 - 2 pizzas, vinho e sobremesa. Dia 3 Começamos o dia com uma pequena ostentação: tomar café-da-manhã no Cafe des 2 Moulins, aquele do filme Amelie Poulin. Como foi um dos presentes de casamento que ganhamos resolvemos ir lá apesar do preço salgado. Pedimos um café-da-manhã pra dois e mais 2 croissants (essa parte foi olho grande!). Saiu tudo por €28, mas ao menos foi bem servido. Partimos pro Jardin des Tuileries aproveitando que a chuva estava prometida pra um pouco mais tarde. Fica em frente ao museu do Louvre e a entrada é livre. É um lugar bem gostoso pra relaxar ou fazer um piquenique num dia de calor e sol, o que não foi o nosso caso! Estava bastante frio e a chuva já anunciava sua chegada. Seguimos pro Museu D'orsay e ainda na fila a chuva já começou a cair e o frio a apertar. Umas 3h foram suficientes pra visitação. O prédio é lindo, uma antiga estação de trem, e o museu tem um belo acervo de pinturas impressionistas e pós-impressionistas. Tem dois relógios enormes e lindos. Um deles fica restrito aos clientes de um café/restaurante que tem por lá e o outro é livre. Aproveitamos pra fazer uma pausa pra uma torta neste café. Entrada Museu D'orsay: €14 Audioguia: €5 Café: €10,70 Almoço: Bistrot Victoires - fica perto do museu do Louvre e tem um bom preço. Aconchegante, bom atendimento e ótima comida. Pedimos 2 pratos principais (steak tartare), vinho da casa e um combo de mini sobremesas francesas (uma delícia) - €39,70. Queria voltar lá pra provar o pato e o profiteroles que também estavam bem avaliados nos comentários que li. Nossa próxima parada foi o Pantheon. Dessa vez chegamos a tempo! O grande barato desse lugar é o Pêndulo de Focault, que demonstra a rotação da terra dentro do seu próprio eixo. O mais intrigante (e ousado) foi terem colocado uma experiência científica dentro de um templo religioso, em pleno século XIX! Entrada: €9 p/ pessoa. De lá fomos caminhando para os Jardins de Luxemburgo, fica pertinho. A entrada é gratuita. Voltando à Montmartre comemos um crepe de rua maravilhoso de banana c/ nutella (€4,50). Com certeza, um dos melhores que comemos. É tipo um quiosque que fica em frente a estação de metrô Abbesses. Fizemos umas comprinhas de souveniers ali em Montmartre que é mais barato e subimos novamente pra Sacre Coeur pra vê-la à noite. Vale a pena! É bem lindo e o clima lá em cima ao anoitecer é bem gostoso. Várias pessoas sentadas na escadaria, bebendo sua garrafa de vinho com algum músico de rua tocando ao fundo. Pena que estávamos desprevenidos! Resolvemos então sentar num bar pra beber uma cerveja e escolhemos um que o happy hour ainda estava rolando (beber cerveja em Paris é muito caro!). No happy hour pagamos €5 em um pint (500mL).
  9. Utilizo há anos esse site para pesquisar roteiros de viagens, dicas, custos e, finalmente, venho aqui dar minha contribuição. Trata-se de um relato de uma viagem de um jovem casal apaixonado, em lua de mel, que teve de enfrentar uma cotação de R$ 4,50 a R$ 5,00. Que fase! Com muito planejamento e foco conseguimos fazer uma bela viagem de 23 dias na primavera européia ❤️. Fizemos uma lista virtual de presentes, então boa parte dos passeios que fizemos ganhamos de presente dos nossos queridos amigos e familiares 🥰. Roteiro: Paris - 5 dias (26/04 - 01/05) Praga - 3 dias (01 - 04/05) Viena - 2 dias (04 - 06/05) Budapeste - 3 dias (06 - 09/05) Nápoles - 1 dia (09 - 10/05) Sorrento - 2 dias (10 - 12/05) Ilha de Capri - 1 dia (12 - 13/05) Maiori - 1 dia (13 - 14/05) Roma - 5 dias (14 - 19/05) Primeira dica: Sempre que pensar no número de dias que quer ficar num lugar acrescente mais 1, porque o dia que você chega e sai da cidade fica bastante comprometido com os deslocamentos. E às vezes algum imprevisto também pode "atrasar" seu roteiro, como um dia inteiro de chuva no dia que tinha planejado várias coisas ao ar livre. Nesse roteiro recomendaria acrescentar pelo menos mais 1 dia em Paris, Praga e Budapeste. E mais 1 em Capri se você estiver com dinheiro sobrando ou pegar um câmbio melhor, rs. Segunda dica: A primavera européia nada tem a ver com a nossa! Pegamos bastante frio, especialmente em Paris e no Leste Europeu. Importante colocar na mala uma blusa e calça térmicas e um casaco mais quentinho. Nesse lugares eu saía normalmente com uma camisa de manga curta, blusa térmica (manga comprida), uma blusa mais grossa de manga comprida, casaco e cachecol. Ah, e calça térmica por baixo da calça jeans. Paris Hospedagem: Ficamos num apartamento ótimo em Montmartre pelo Airbnb, bem equipado, com uma vista incrível da Torre Eiffel e metrô em frente (estação Pigalle). Apesar de ouvir muita gente dizer que este é um bairro mais perigoso em Paris, tenho que discordar. Havia bastante movimento nessa rua até tarde, bem iluminado, farto comércio e restaurantes na região. Nos sentimos super seguros lá, inclusive à noite. Adorei! Valor da diária c/ taxas: € 114 (casal). Link: https://www.airbnb.com.br/rooms/882192?guests=1&adults=1&sl_alternate_dates_exclusion=true&source_impression_id=p3_1559085549_zGi%2BIA2ncnTDvdEE&check_in=&check_out=&children=0&infants=0 Saindo do aeroporto Charles de Gaulle: Pegamos um trem (€ 10,30 p/ pessoa) até a estação Gare du Nord e de lá pegamos o metrô até a estação Pigalle. Transporte: Compramos o combo de 10 tickets de metrô por R$ 14,90. Vale a pena porque paga mais barato no valor unitário da passagem. No total compramos 30 tickets para os 5 dias. Gastos casal - 5 dias: Hospedagem: €572 Alimentação: €425 - média de €85/dia (contando mercado, restaurante, lanches etc) Atrações turísticas: €233 - média de €47/dia Transporte: €147 - média de €30/dia Paris é uma cidade bem cara. A gente comia no máximo 1 vez por dia em restaurante, almoço ou janta, e ainda assim gastamos bastante com alimentação. Pra economizar, vale a pena ir ao mercado caso tenha cozinha no seu ap. Queijos e vinhos são uma boa pedida. Compramos um ótimo vinho por menos de €5! Dia 1 Chegamos antes do horário de check-in. Então, deixamos as malas no apartamento e fomos explorar as principais atrações do bairro: Muro Je t'aime, Sacré-Coeur e Place du Tertre Muro J t'aime Sacre Croeur Vista da Sacre Croeur Almoço: Na verdade foi um lanche. Comemos baguetes num quiosque que tinha no caminho pra Sacre Croeur: 2 baguetes e 1 coca - €12,30 Seguimos para o Trocadero pra aproveitar que o dia ainda estava claro e bonito e ver a torre mais de pertinho. Lá comemos nosso primeiro crepe de rua parisiense (eu amo!) - €3,50 cada. Depois de curtirmos um pouco, caminhamos beirando o rio Sena e fomos até a Champs-Élysées e o Arco do Triunfo. Depois dessa bela caminhada voltamos pro ap pra tomar um banho quentinho e sairmos para o nosso primeiro jantar romântico da viagem. Tracadero Trocadero Champs-Élysées Arco do Triunfo Jantar romântico (um dos presentes de casamento): Restaurante Bouillon pigalle - foi um achado porque jantar em Paris sem gastar uma fortuna é uma missão difícil e o restaurante ficava praticamente do lado do nosso apartamento. 2 entradas, 2 pratos principais, 1 sobremesa e uma jarra de vinho da casa saíram por 50 euros, incluindo uma pequena gorjeta. E não é um menu não, você escolhe seus pratos individualmente. Foi um ótimo custo-benefício! Recomendo a sopa de cebola de entrada e o profiterole de sobremesa. Os pratos principais estavam bons, mas nada que chamasse a atenção. Os parisienses também curtem o local, então é bom chegar cedo porque já começa a ter fila antes das 20h e eles não fazem reserva. E pra finalizar uma foto da sacada do nosso apartamento com uma bela vista da Torre Eiffel. Era incrível acordar e dormir com essa vista!
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