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Fábio Guzzo

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Tudo que Fábio Guzzo postou

  1. Fiz o trekking no período em que a trilha está mais cheia: neste REVEILLON A estimativa era que havia 400 clientes nas rotas. Como o staff para cada cliente é de quatro pessoas, éramos cerca de 2000 pessoas nas trilhas para atacar o cume do Kili no dia 1° de janeiro. Por conta desta superlotação, os banheiros estavam impossíveis. Era preferível ir pro meio do mato de tão sujo que estavam os toaletes. Amigos, o principal desafio desta caminhada é a capacidade respiratória/cardíaca. Portanto, caprichem na academia no treinamento cárdiovascular. Fui com a Tanzania Experience (www.tanzania-experience.com). Nada a reclamar, nem a elogiar. Parece que não haver grandes diferenças entre as agências. Quanto ao medo de passar frio à noite: meus três equipamentos mencionados no começo do post deram conta do recado. Em tempo: se possível, tenha uns dias extras para fazer safári no Parque Serengeti. Vale à pena!
  2. Muito obrigado pelas informações, @Gustavo X No começo de janeiro, me hospedarei por três dias em em Vic Falls (Corner Parkway and West Drive). É pertinho das Cataratas. Minha dúvida é se compro o visto simples ou o de múltiplas entradas?... Vc saberia me dizer se os principais passeios estão concentrados no lado zimbabuano ou zambiano? Qual será a opção mais econômica pra viabilizar estes tours: visto simples ou múltiplo??
  3. Muitíssimo obrigado pelas informações, grande Luka! 🤗😉 Vou tentar descobrir o que a agência tá preparando pra mim: barraca ou refúgio. E brigadão pelo relato anterior detalhado, parceiro! Me ofereceu uma boa idéia de como será a trip. Abraçaço e bons ventos!
  4. Rapaz, agora vc me deixou intrigado... Agências brasileiras que levam ao Kilimanjaro colocam a barraca dentre seus equipamentos obrigatórios. Por exemplo: https://pisa.tur.br/pacote/tanzania-trekking-ao-topo-do-kilimanjaro http://www.gentedemontanha.com/expedicoes/kilimanjaro https://www.venturas.com.br/roteiro/viagens-internacionais/africa/kilimanjaro/kilimanjaro-com-guia-brasileiro-trekking-ao-topo-da-africa-11-dia(s) Entretanto, vc escreveu que "Não existem barracas na escalada ao Kilimanjaro"... Então, por que diacho as agências brasucas afirmam que os pernoites são em barracas??
  5. Que vídeo iraro, @Luka Izzo ! Ver a bandeira do Mochileiros tremulando no Teto da África foi demais!! Parabéns pela conquista! Vamos atacar o cume agora no reveillon, pela Rota Machame. Quer dizer que os pernoites são sempre em lodges?! Tava achando que seria na barraca, ao ar livre. Se for assim, sucesso total. Valeu pela dica, parceiro! Ah, tô procurando teu relato sobre o trekk ao Kili, mas não achei... Vc pode me enviar o link, por favor? Um forte abraço
  6. Que belo relato, @heloslduarte ! Como estou me preparando para passar o reveillon no Kilimanjaro (também pela rota Machame), fiquei ainda mais entusiasmado com sua conquista. Deixa eu aproveitar e tirar uma dúvida com vcs, que já estiveram por lá. Para passar a noite no Teto da África, tenho os seguintes equipamentos: Saco de dormir Deuter Orbit -5° Liner Premium Fleece Mummy da Sea To Summit Isolante Térmico da Sea to Summit Comfort Light Insulated (R value 4.2) Será que estes três equipamentos conjugados (isolante + liner + saco de dormir) dão conta do frio do Kilimanjaro? Parece que no pernoite de maior altitude pode fazer entre -15°C a -27°C do lado de fora da barraca... Em caso negativo, o que vc me sugere??
  7. Olá, amigo(a)s! Vou ao Kilimanjaro em breve (rota Machame). E para passar a noite no Teto da África, tenho os seguintes equipamentos: Saco de dormir Deuter Orbit -5° Liner Premium Fleece Mummy da Sea To Summit Isolante Térmico da Sea to Summit Comfort Light Insulated (valor R 4.2) Será que estes três equipamentos conjugados (isolante + liner + saco de dormir) dão conta do frio do Kilimanjaro? Parece que no pernoite de maior altitude pode fazer entre -15°C a -27°C do lado de fora da barraca... Em caso negativo, o que vcs me sugerem, parceiros??
  8. Fui na sugestão do vendedor: Maximum Protection McKinley https://www.opticus.com/product-page/mckinley E quanto a você, Rodrigo? Qual o seu grau? Quais suas estratégias para conciliar miopia e montanhas?
  9. Diante das limitações de nossas óticas brasileiras, não tive muita saída, Rodrigão. Também não tive muita possibilidade de escolha, pois apenas dois modelos suportam a montagem de minha alta dioptria: Altice Venture e Altice Eclipse. Confiei na reputação da Opticus, na seriedade do site e no atendimento da venda. De qualquer modo, pagando via PayPal, acredito que haja certa margem de negociação em caso de incongruências/imprevistos. Mas há sim possibilidade de experimentar ("Test Drive Program"): https://www.opticus.com/faq-s-1 Vamos ver o que chegará pra mim... Fiquemos na torcida!
  10. Com meros 3,5 de miopia, aí dá jogo @_Umpdy Talvez, nem precise de clip óptico e vc consiga pôr grau na própria lente (provavelmente, com o laboratório da Zeiss). Pra mim, não rola porque as armações da Julbo – e assemelhadas – são muito curvadas, impossibilitando a montagem com minha alta dioptria. O mesmo ocorre com o clip da Julbo, que não suporta meus 9,75 de miopia. Nas últimas semanas, rodei várias óticas físicas e cheguei à conclusão de que os frames da Altice são os mais adequados pro meu caso: www.opticus.com/julbo-altice Fechei o pedido com a Opticus! Aproveitei e encomendei o pacote completo: armação + lentes. Não ficou tão caro quanto eu imaginava. O problema será o prazo de entrega (pois envolve desembaraço aduaneiro) e o possível pagamento de imposto de importação.
  11. Pessoal, algumas pistas acerca do tema: https://www.youtube.com/watch?v=JFYoDCXw14g&t=13s https://www.youtube.com/watch?v=37AIHJ63v2I https://www.opticus.com/
  12. Se julgarem melhor investir em um óculos de alta montanha, estou em dúvida em as marcas Julbo e Opticus. Pelo que entendi, a JULBO só comercializa o clip óptico, que, como escreveu o Rodrigo, talvez não suporte meu alto grau de miopia. (Outra dúvida: este clip óptico encaixa em qualquer óculos da Julbo? Como saber o modelo?) Já a OPTICUS parece que fabrica óculos de sol com grau, sob medida. Mas acho que vai ficar uma fortuna, pois estão sediados nos USA... Não há ótica brasileira que produza óculos de montanha com grau? Vcs aconselham alguma outra marca? Entre estas, qual preferem/indicam?
  13. Caros Rodrigo e Juliana, e demais mochileiros, Entrei em contato com algumas agências que fazem Kilimanjaro e Base Camp. Elas argumentam que não há muita neve nestes trekkings, e que bastariam os óculos convencionais que uso no Brasil (com proteção UV). O que vcs acham, amigos??
  14. Muitíssimo obrigado pelas indicações, @rodrigo-whisky Então, meu óculos de sol convencional está descartado (que já tem grau, mas não é muito escuro)?? Quanto às lentes de contato, infelizmente, não será possível, pois meu olho rejeita-as. Vou avaliar com calma as opções apresentadas por ti, como clip óptico e confecção no exterior (Opticus?!). @Juliana Champi, sabia que os que temos altos graus de miopia têm maior probabilidade de ter descolamento de retina. Entretanto, desconhecia que estas chances aumentam em altas montanhas... Vou conversar com meu oftalmologista a respeito. Muito obrigado pela dica!
  15. De acordo com o site do fabricante, o Sea to Summit tem duas modalidades de infláveis: o ultralight (5,0cm) e o comfort (6,3cm). Escolhi o segundo modelo. Na real, estava de olho no sleeping pad da NatureHike, de 9cm. Entretanto, não o achava em nenhum site pra comprar, e queria fazer o trekking no Corpus Christi já com um inflável. Nas trilhas anteriores, não contava com um inflável. Como durmo de lado (um pouco na posição fetal), ao usar o tradicional de EVA, sentia desconforto nas costelas em contato com o chão. Por isso resolvi investir neste da Sea to Summit. Entretanto, ao invés de ter uma noite de sono completa, acordava várias vezes com uma dor intensa em toda a estrutura do joelho. O curioso é que, ao virar para o outro lado, deixava de doer após alguns instantes. Mas o ciclo recomeçava com o outro joelho que passava a ficar em contato com o isolante. Isso se repetiu durante os quatro dias da travessia... Minha impressão é que o peso do tronco torna a parte debaixo do isolante mais rígida, tensionando a perna e refletindo no joelho. Enfim, vou colocar em prática estas tuas dicas em meu próximo camping. E atualizarei meu relato por aqui. Mais uma vez, super obrigado pelas respostas e orientações. Um forte abraço
  16. Perfeito, Rodrigo! Muito obrigado pelas dicas. Em minha próxima travessia, vou pô-las em prática! Abração
  17. Amigo(a)s, Sempre estou de olho em alguns trekkings em altas montanhas, como Kilimanjaro e Campo Base do Everest. Entretanto, tenho receio com minha visão. Sites destacam a importância de se usar óculos de montanha por conta da radiação proveniente da neve: http://altamontanha.com/protegendo-a-sua-visao-na-montanha/ Ocorre que tenho um alto grau de miopia, que me obriga a sempre estar com meus óculos de grau. Lentes de contato, que poderiam ser uma alternativa, sinto desconforto ao usá-las... Então, como fazer Base Camp e Kilimanjaro com quase dez graus de miopia? É possível? Como??
  18. Caro(a)s, Recentemente, comprei o isolante inflável Sea to Summit Comfort Light Insulated. Neste último feriado, utilizei-o pela primeira vez durante um leve trekking. Entretanto, ele apresentou incômodo no joelho... Ao dormir de lado (um pouco na posição fetal), acordava com dor no joelho que estava em contato com o isolante inflável. Ao virar ao outro lado, o joelho deixava de doer após alguns instantes, e voltava a pegar no sono. Por sua vez, o joelho oposto, em contato com o isolante, passava a apresentar a mesma dor após algum tempo. Isso ocorreu durante todas as noites da suave trilha. Qual será o problema? Alguém já passou por algo similar? Alguma dica para enfrentar este desagradável incômodo??
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