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Tony10

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  1. Tenho uma Azimute, foi a que me salvou na Chapada Diamantina quando o lixo da North Face se desintegrou nos meus pés. A Azimute tenho até hoje vou usa-la na Patagonia agora no final do ano, é uma bota simples de couro costurada mas muito mais confiável que as coladas, não é impermeável, mas na região que faço trilhas no verão patagônico chove muito pouco. Tem que considerar também que bota impermeável, é basicamente pra quem vai andar na chuva apenas, pois não se atravessa rio de bota, pois a agua vai entrar por cima, pra andar na neve por pouco tempo qualquer bota serve, pra excursão longa na neve tem que ser bota plástica com polaina. A bota impermeável faz os pés transpirarem mais, pois a membrana não é essas maravilhas para eliminar o suor, além de ser mais demorada para secar. Hoje prefiro uma bota costurada que uma impermeável. As da Kallucci são costuradas e semi-impermeaveis. Quando a minha Azimute se acabar vou comprar uma Kallucci.
  2. A minha esposa comprou uma MH100 mas só vai usar fim do ano na Patagonia. Por incrível que pareça comprei duas botas de neve da Decathlon para meus filhos e foram as únicas que não descolaram mesmo guardadas por muito tempo.
  3. @rodrigo-whisky Concordo com você. A sua experiencia já mostra outra visão da atividade.
  4. Olá Gabriela! Não é pra desanimar ninguém, mas, tenha em mente que as botas coladas, segundo relatos de um fabricante, aqui no forum, se você deixar guardada ela vai se desmontar toda, tem também um relato meu ai, vale pra qualquer marca. Depois de tantos problemas considerei esse tipo de produto descartável, imagina uma bota militar que descola??? um pelotão inteiro descalço em uma guerra???, estranho né???. Hoje uso botas costuradas tipo Kallucci, se precisar atravessar um rio tiro a bota, se molhar em uma chuva seca com pedra (o Cavallini ensina no Youtube) não faço corrida de aventura somente trekking, e trekking é na manha. Inventaram esse negocio de performance em trekking pra vender produtos caros. A vibe do trekking não é só o destino é o caminho também, então sempre vou "despacito". É como dizem na Patagonia "quem vem pra cá com pressa, perde tempo". Enfim, essa é a minha opinião, tem outras pessoas aqui com experiencias e opiniões de respeito, analise pese tudo e decida. Boas trilhas!!
  5. Depois de anos de aventuras desde Aconcagua, Chapada Diamantina até o calor dos Lençóis Maranhenses, o que eu percebi é que qualquer mochila com armação interna rígida e uma barrigueira estruturada vai transferir adequadamente o peso para a cintura (se bem regulada). Hoje o que importa, pra mim, em uma mochila é a robustez e a facilidade de acesso ao interior, por isso acho Trek 900 Forclaz a melhor mochila do mercado, custo beneficio, parruda, detalhes bem pensados pra trekking e viagem, e a abertura frontal total que deixa as demais parecerem mochilas do século passado. Como estou cagndo pra griffes e marcas, é a minha escolha sem pestanejar.
  6. Teste na água de uma bota costurada semi-impermeável
  7. Quando eu vejo uma loja da North Face, eu passo bem longe. Tive péssima experiencia com essa marca, os produtos são de qualidade duvidosa, não valem 10% do preço. Não sei se pro mercado americano é bom, mas a loja do Brasil só vende lixo. É só olhar no Reclame Aqui.
  8. Experiencia com botas: Eu amo trekking, tenho anos de experiencia, mas por motivos de trabalho faço apenas uma vez por ano em média (infelizmente), nesse tempo minha bota fica guardada. Vou deixar aqui minhas experiencias em relação a calçados.. Ainda não tive a Vento mas não tenho coragem de comprar vendo os relatos do Reclame Aqui, alias, nem nenhuma outra marca. Eu sei que hoje tem a desculpa que considero esfarrapada, que tem a hidrolise e outras olises da vida, mas com toda a “tecnologia” atual, será que ainda não foi possível contornar esse problema?, ou seja se você não usar as botas elas ficam descartáveis??. Mas as explicações não importam quando já estragou o seu passeio. Bem, vamos aos relatos: -Snake Gartelá - A única das botas que eu tive que não descolou(esfarelou) foi da primeira produção na inauguração da fabrica, está intacta até hoje tem mais de 20 anos, pena que meu pé cresceu e apertou -Snake - antiga Trilogia, eu e minha esposa tivemos, no primeiro uso, as duas descoladas no Plata na Argentina, fomos salvos por fitas Silvertape, senão estaríamos descalços a 4500m no El Salto. -Snake Agreste (acho) Solado rachou(vibram) e descolou toda, silvertape nela. -Hi-Tec (não lembro o modelo) – Esfarelou internamente ficou a palmilha em cima do solado la na Plaza Francia no Aconcagua, felizmente não descolou. -La Sportiva (não lembro o modelo) – Depois de ficar guardada, desintegrou (nem silvertape deu jeito). -Salomon (não lembro o modelo) – Depois de ficar guardada, desintegrou (nem silvertape deu jeito). -The North Face (não lembro o modelo) – Depois de ficar guardada, desintegrou (nem silvertape deu jeito) na Chapada Diamantina, fiquei descalço, já estava pensando em fazer trilha de Havaianas parecia mais sensato, melhor sandália que descalço. Foi quando o vendedor da loja Dois Irmãos falou a frase mágica, “TECNOLOGIA NÃO SERVE PRA NADA SE NÃO ESTIVER NOS SEUS PÉS” me indicou uma bota simples de couro com solado monobloco costurado no cabedal, “ESSA VOCÊ PODE GUARDAR A VONTADE, E QUANDO VOCÊ PRECISAR DELA ELA VAI ESTAR LÁ, COMO UM CÃO FIEL” realmente já fazem cinco anos, e ela continua fiel, selei as costuras da lateral do solado com parafina e um secador de cabelo, não é uma bota técnica, mas é muito confortável, ando quilômetros com ela, e mais importante, tenho certeza que vou e volto calçado, pois o cabedal não vai se separar do solado, a melhor que tive até hoje, custou 145 reais. Muito mais confortável que a Guartelá. De nada adianta uma bota impermeável com solado descolado. Os fabricantes tem que pensar nisso, de nada adianta consertar, trocar por uma nova, devolver o dinheiro, dar explicações técnicas, o que importa é que já estragou toda a viagem. E o transtorno, o risco, isso não conta???. Eu só posso fazer a atividade que mais gosto uma vez por ano, fico me planejando por um ano, gasto com pesquisas, passagens, albergues etc....quando um equipamento falha estraga tudo, e o que era pra ser divertido se transforma em pesadelo. E não tenho mais como voltar no tempo. Tenho vontade de voltar a comprar uma bota mais técnica, mas desde inventaram sapatos que não podem ficar guardados fico com a minha simplesinha costuradinha. Frequentemente vejo por ai as lindas e caras botas “técnicas” descolando, enquanto a minha vira-latas está lá firme e forte. Infelizmente a “tecnologia” não está sendo usada a nosso favor, mas, apenas para embasar as desculpas dos fabricantes.
  9. Experiencia com botas: Eu amo trekking, tenho anos de experiencia, mas por motivos de trabalho faço apenas uma vez por ano em média (infelizmente), nesse tempo minha bota fica guardada. Vou deixar aqui minhas experiencias em relação a calçados.. Ainda não tive a Vento mas não tenho coragem de comprar vendo os relatos do Reclame Aqui, alias, nem nenhuma outra marca. Eu sei que hoje tem a desculpa que considero esfarrapada, que tem a hidrolise e outras olises da vida, mas com toda a “tecnologia” atual, será que ainda não foi possível contornar esse problema?, ou seja se você não usar as botas elas ficam descartáveis??. Mas as explicações não importam quando já estragou o seu passeio. Bem, vamos aos relatos: -Snake Gartelá - A única das botas que eu tive que não descolou(esfarelou) foi da primeira produção na inauguração da fabrica, está intacta até hoje tem mais de 20 anos, pena que meu pé cresceu e apertou -Snake - antiga Trilogia, eu e minha esposa tivemos, no primeiro uso, as duas descoladas no Plata na Argentina, fomos salvos por fitas Silvertape, senão estaríamos descalços a 4500m no El Salto. -Snake Agreste (acho) Solado rachou(vibram) e descolou toda, silvertape nela. -Hi-Tec (não lembro o modelo) – Esfarelou internamente ficou a palmilha em cima do solado la na Plaza Francia no Aconcagua, felizmente não descolou. -La Sportiva (não lembro o modelo) – Depois de ficar guardada, desintegrou (nem silvertape deu jeito). -Salomon (não lembro o modelo) – Depois de ficar guardada, desintegrou (nem silvertape deu jeito). -The North Face (não lembro o modelo) – Depois de ficar guardada, desintegrou (nem silvertape deu jeito) na Chapada Diamantina, fiquei descalço, já estava pensando em fazer trilha de Havaianas parecia mais sensato, melhor sandália que descalço. Foi quando o vendedor da loja Dois Irmãos falou a frase mágica, “TECNOLOGIA NÃO SERVE PRA NADA SE NÃO ESTIVER NOS SEUS PÉS” me indicou uma bota simples de couro com solado monobloco costurado no cabedal, “ESSA VOCÊ PODE GUARDAR A VONTADE, E QUANDO VOCÊ PRECISAR DELA ELA VAI ESTAR LÁ, COMO UM CÃO FIEL” realmente já fazem cinco anos, e ela continua fiel, selei as costuras da lateral do solado com parafina e um secador de cabelo, não é uma bota técnica, mas é muito confortável, ando quilômetros com ela, e mais importante, tenho certeza que vou e volto calçado, pois o cabedal não vai se separar do solado, a melhor que tive até hoje, custou 145 reais. Muito mais confortável que a Guartelá. De nada adianta uma bota impermeável com solado descolado. Os fabricantes tem que pensar nisso, de nada adianta consertar, trocar por uma nova, devolver o dinheiro, dar explicações técnicas, o que importa é que já estragou toda a viagem. E o transtorno, o risco, isso não conta???. Eu só posso fazer a atividade que mais gosto uma vez por ano, fico me planejando por um ano, gasto com pesquisas, passagens, albergues etc....quando um equipamento falha estraga tudo, e o que era pra ser divertido se transforma em pesadelo. E não tenho mais como voltar no tempo. Tenho vontade de voltar a comprar uma bota mais técnica, mas desde inventaram sapatos que não podem ficar guardados fico com a minha simplesinha costuradinha. Frequentemente vejo por ai as lindas e caras botas “técnicas” descolando, enquanto a minha vira-latas está lá firme e forte. Infelizmente a “tecnologia” não está sendo usada a nosso favor, mas, apenas para embasar as desculpas dos fabricantes.
  10. Experiencia com botas: Eu amo trekking, tenho anos de experiencia, mas por motivos de trabalho faço apenas uma vez por ano em média (infelizmente), nesse tempo minha bota fica guardada. Vou deixar aqui minhas experiencias em relação a calçados.. Ainda não tive a Vento mas não tenho coragem de comprar vendo os relatos do Reclame Aqui, alias, nem nenhuma outra marca. Eu sei que hoje tem a desculpa que considero esfarrapada, que tem a hidrolise e outras olises da vida, mas com toda a “tecnologia” atual, será que ainda não foi possível contornar esse problema?, ou seja se você não usar as botas elas ficam descartáveis??. Mas as explicações não importam quando já estragou o seu passeio. Bem, vamos aos relatos: -Snake Gartelá - A única das botas que eu tive que não descolou(esfarelou) foi da primeira produção na inauguração da fabrica, está intacta até hoje tem mais de 20 anos, pena que meu pé cresceu e apertou -Snake - antiga Trilogia, eu e minha esposa tivemos, no primeiro uso, as duas descoladas no Plata na Argentina, fomos salvos por fitas Silvertape, senão estaríamos descalços a 4500m no El Salto. -Snake Agreste (acho) Solado rachou(vibram) e descolou toda, silvertape nela. -Hi-Tec (não lembro o modelo) – Esfarelou internamente ficou a palmilha em cima do solado la na Plaza Francia no Aconcagua, felizmente não descolou. -La Sportiva (não lembro o modelo) – Depois de ficar guardada, desintegrou (nem silvertape deu jeito). -Salomon (não lembro o modelo) – Depois de ficar guardada, desintegrou (nem silvertape deu jeito). -The North Face (não lembro o modelo) – Depois de ficar guardada, desintegrou (nem silvertape deu jeito) na Chapada Diamantina, fiquei descalço, já estava pensando em fazer trilha de Havaianas parecia mais sensato, melhor sandália que descalço. Foi quando o vendedor da loja Dois Irmãos falou a frase mágica, “TECNOLOGIA NÃO SERVE PRA NADA SE NÃO ESTIVER NOS SEUS PÉS” me indicou uma bota simples de couro com solado monobloco costurado no cabedal, “ESSA VOCÊ PODE GUARDAR A VONTADE, E QUANDO VOCÊ PRECISAR DELA ELA VAI ESTAR LÁ, COMO UM CÃO FIEL” realmente já fazem cinco anos, e ela continua fiel, selei as costuras da lateral do solado com parafina e um secador de cabelo, não é uma bota técnica, mas é muito confortável, ando quilômetros com ela, e mais importante, tenho certeza que vou e volto calçado, pois o cabedal não vai se separar do solado, a melhor que tive até hoje, custou 145 reais. Muito mais confortável que a Guartelá. De nada adianta uma bota impermeável com solado descolado. Os fabricantes tem que pensar nisso, de nada adianta consertar, trocar por uma nova, devolver o dinheiro, dar explicações técnicas, o que importa é que já estragou toda a viagem. E o transtorno, o risco, isso não conta???. Eu só posso fazer a atividade que mais gosto uma vez por ano, fico me planejando por um ano, gasto com pesquisas, passagens, albergues etc....quando um equipamento falha estraga tudo, e o que era pra ser divertido se transforma em pesadelo. E não tenho mais como voltar no tempo. Tenho vontade de voltar a comprar uma bota mais técnica, mas desde inventaram sapatos que não podem ficar guardados fico com a minha simplesinha costuradinha. Frequentemente vejo por ai as lindas e caras botas “técnicas” descolando, enquanto a minha vira-latas está lá firme e forte. Infelizmente a “tecnologia” não está sendo usada a nosso favor, mas, apenas para embasar as desculpas dos fabricantes.
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