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Fernando Paiotti

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  1. Olá pessoal! O que irei compartilhar com vocês foi uma compilação bastante abrangente de informações sobre todos os pontos turísticos da cidade de Toronto, que reuni para montar minha viagem. As informações foram extraídas aqui do site e também de muitos blogs. Aproveitem! TORONTO Principais pontos turísticos: CN Tower Casa Loma Yonge Dundas Square Queen Street Royal Ontario Museum Art Gallery of Ontario Queen’s Park High Park Universidade de Toronto Toronto Islands Distillery District Old City Hall & Nathan Phillips Square Scotiabank Arena St. Lawrence Market China Town Niagara Falls CN Tower O observatório abre às 9h e dá para conhecê-lo em 1-2h. Com 553 metros de altura, é o edifício mais alto do Canadá e propõe uma vista incrível da cidade e dos arredores. O mirante principal fica a 342m. Chega-se lá pelo elevador panorâmico, que sobe numa velocidade de 22 km/h. A vista do Observation Deck, 360º, abrange o Lago Ontário, o centro financeiro, o estádio Rogers Centre, as ilhas e outros pontos. · Preço do ingresso para o mirante principal: 38 CAD adultos, 34 CAD idosos e 28 CAD crianças até 12 anos. Entenda os tipos de ingressos e compre pelo site oficial. · Todos os detalhes sobre a visita, atividades possíveis nas minhas dicas sobre a CN Tower. · O passeio pode ser feito de 3 formas: LookOut, SkyPod e EdgeWalk. O primeiro é o ticket básico, que te dá direito a subir até o andar de janelas de vidro, aos 346m de altura. Se você quer explorar alturas mais extremas, a segunda opção é o ideal, que permite a visita a 100m acima, por uma taxa extra. E se você busca mesmo aventura, você pode fazer o EdgeWalk, que é a visita no nível mais alto da torre, mas do lado de fora! Se você tem coragem de fazer a última opção, é necessário verificar disponibilidade on-line antes (no inverno não é oferecida). Casa Loma A Casa Loma (termo espanhol que significa Casa na Colina), antiga residência do financista Sir Henry Mill Pellatte, construída entre 1911-14, é um castelo, em estilo medieval, com 98 cômodos e 20 mil m² de jardins, tendo sido considerada a maior residência da América do Norte, entretanto, ela nunca foi terminada, pois o ricaço entrou em falência, tendo todos os seus bens foram confiscados, incluindo o castelo. O local hoje é um museu onde estão expostas relíquias de época, como móveis, aparelhos eletrônicos antigos, louças, tapeçaria e objetos de decoração. · Preço do ingresso: 32 CAD para adultos, 27 CAD para idosos e adolescentes e 22 CAD para crianças (site oficial). · Tempo estimado: 1 hora e meia. · A atração fecha às 17h. Yonge-Dundas Square A Yonge-Dundas Square é práticamente a Times Square de Toronto. Além de ser um ótimo centro de compras, é onde está localizado o Toronto Eaton Centre, o principal shopping da cidade. Queen Street A Queen St Wé uma das ruas mais agitadas de Toronto e muito próxima da Yonge-Dundas Square. Ela é muito extensa, então cabe a você medir o quanto você deseja andar e o quão longe quer explorar. A rua tem muitas lojas legais, galerias de arte e paredes grafitadas, então aproveite para fazer compras, passear e tirar fotos sem pressa. Lá, você encontra fast fashions, como Zara, H&M e Urban Outfitters, assim como marcas locais e brechós. Uma opção é jantar no restaurante Richmond Station, que é próximo, pois fica localizado na 1 Richmond St W, e ir para uma balada depois, como a Cube, na Queen St. Também há outras opções de restaurantes e baladas para encerrar o dia, clique aqui e aqui para conferir. É nesta rua que está o Graffiti Alley, um beco colorido cheio de arte de rua. · Restaurantes: As opções são inúmeras e incluem o The Burger Priest (considerada uma das melhores hamburgerias de Toronto), o Alo Restaurant (bistrô francês que possui ótimos reviews), Cacao 70 (se o que você quer é chocolate) ou Bistro Jules (outro francês que está fazendo sucesso). Royal Ontario Museum (ROM) O maior museu de culturas mundiais e história natural do Canadá e um dos dez maiores do mundo. Com mais de 100 anos de idade e um misto de arquitetura clássica e futurista, por si só esse museu já é uma atração turística. Não é um museu apenas de arte. Lá estão mais de 6 mil objetos relacionados a temas como cultura universal e história natural. Entre meteoritos, esqueletos e réplicas de dinossauros, é possível passar horas a fio admirando seu acervo. · Preço do ingresso: 23 CAD para adultos, 18 para estudantes (site oficial) · Aberto diariamente 10 às 17:30h, exceto às segundas-feiras. · Dica esperta: o ingresso fura fila é o mesmo preço pelo site GetYourGuide Art Gallery of Ontario (AGO) A mais antiga galeria de arte do Canadá, e uma das maiores da América do Norte, possui mais de 90 mil obras de arte e 40 mil fotografias em exposição de nomes como Monet, Picasso, Andy Warhol e muitos outros gênios. Dependendo do dia, o museu funciona até às 21h (quarta e sexta-feira), já nas terças e quintas-feiras somente até às 17h, ao finais de semana até às 17:30h e nas segundas-feiras o museu não abre. · Preço do ingresso: 25 CAD para adultos, 18 para estudantes (site oficial). Gratuito às quartas-feiras. · Funcionamento: terças e quintas-feiras das 10 às 17h; quartas e sextas-feiras das 10:30 às 21h; sábados e domingos das 10:30 às 17h. Fecha às segundas-feiras. · Localizado na 317 Dundas St W. Queen’s Park e arredores Ainda na região, é bacana conhecer o Queen’s Park e suas atrações ao redor, como uma das construções mais bonitas da cidade, que é o Ontario’s Legislative Building (onde é possível fazer um tour gratuito). Não deixe de conferir a Bloor St, principalmente quando ela se encontra com a Yonge St, que é um ponto bem bacana (e bem caro) para compras. High Park No High Park dá para fazer trilhas, andar de bicicleta, praticar esportes ou simplesmente relaxar em um dos lugares mais bonitos da cidade. Ainda em clima de natureza, você pode voltar para estação Spadina do metrô e almoçar em um restaurante super banaca da cidade, que é o Harvest Kitchen, localizado dois quarteirões da Spadina, na 124 Harbord St. Universidade de Toronto Os prédios distribuídos ao longo do campus apresentam uma arquitetura histórica e impecavelmente conservada. É possível encontrar alguns food trucks ao longo da sua caminhada e aproveitar para almoçar no local. Ilhas de Toronto A cerca de 20 minutos de balsa do centro de Toronto, o pequeno arquipélago de Toronto Islands tem diferentes atrações: é possível fazer caminhadas, exercícios físicos, ou simplesmente explorar a ilha que também proporciona uma vista incrível da cidade. É possível levar um lanche e fazer um piquinique no almoço ou também comprar algo e fazer a refeição por lá. Lá estão o parque de diversões Centreville Amusement Park, o histórico e mal-assombrado Farol de Gibraltar, algumas praias, jardins e uma loja de aluguel de bicicletas. E um dos jeitos mais legais de explorar o máximo das ilhas, é justamente pedalando. Sem falar que de lá se tem a melhor vista de Toronto. · Preço da passagem: para chegar lá, o jeito mais barato é pegar a balsa no Jack Layton Ferry Terminal, por 8 CAD ida e volta. · Cruzeiro rápido: é possível fazer um passeio de barco com apenas 1 hora de duração, com guia explicando o básico sobre a região. · São três ilhas: a Centre, Hanlan’s e Ward’s Island. O barco para na ilha principal, Centre, e de lá, é possível andar para as outras duas ilhas em um agradável passeio. Não há uma estimativa exata de quanto tempo você deve passar no arquipélago. · A primeira embarcação sai às 6:35 da manhã e demora, em média, 15 minutos para chegar lá link. Distillery District Uma antiga destilaria de 1823. Depois de 153 anos produzindo bebidas alcoólicas (entre as quais uísque e rum), o empreendimento deixou de funcionar. Ele ocupava o maior conjunto de edifícios em estilo vitoriano na América do Norte e deu lugar a uma das mais interessantes áreas comerciais e gastronômicas de Toronto. O local concentra lojas, cervejarias, cafés e restaurantes. Caminhe pelo local com calma, bata muitas fotos e jante por lá. Entre os locais eu tenho posts aqui no blog dos que já visitei estão El Catrin, Archeo, Balzac’s Coffee e Cacao 70. Fica a menos de 3 km de distância do centro. Old City Hall e a Praça Nathan Phillips Square Essa clássica torre da foto, que lembra o Big Ben de Londres, está no prédio da antiga prefeitura de Toronto. Está ali desde 1899 e atualmente abriga o poder judiciário local. Em frente a ele está a praça com o letreiro de Toronto, na Nathan Phillips Square. No prédio vizinho, fica o Osgoode Hall escondido por uma cerca e muitas árvores, vale uma passadinha para ver a fachada e se conseguir entrar para ver a biblioteca “Law Library of Osgoode Hall“, eu recomendo! Ela é linda, mas não pode tirar foto Scotiabank Arena - Estádio de Hóquei Assistir a um jogo de hóquei em Toronto é uma das coisas mais legais por lá. Um programa totalmente diferente do que estamos acostumados. Por si só, o estádio não é um ponto turístico, por isso recomendo checar a agenda de jogos e incluir uma partida na sua viagem. Fica ao lado da Union Station, principal estação de metrô de Toronto, então é muito fácil chegar lá. O preço do ingresso varia de acordo com o jogo. O meu foi 30 CAD. St Lawrence Market Pra quem gosta de comer bem e sem gastar muito, não há lugar melhor para visitar em Toronto. O St Lawrence Market é o mais turístico dos mercados públicos da cidade e guarda relíquias da culinária canadense. Fica em localização estratégica no centro e combina com vários outros atrativos pelo caminho. Recomendo comer o Peamel Bacon, uma das melhores comidas típicas do Canadá, na lanchonete Carousel Bakery. Preço: 6,45 CAD. É possível tomar café da manhã neste mercado, podendo começar o roteiro por aqui, dada a proximidade da estação de trem do aeroporto. A região ao redor do mercado é linda e super antiga e não deixe de visitar a nova fonte dos cachorros do Berczy Park, atrás do Flatiron Building de Toronto. Ali pertinho também fica a Union Station (estação central da cidade), o Hockey Hall of Fame (museu do Hockey) e o Brookfield Place (lindo edifício). E vale falar que embaixo da maior parte desta região fica o The Path, a parte subterrânea da cidade (que merece uma visita mesmo no verão). Obs: o mercado está fechado nas segundas-feiras. Chinatown Região ótima para comprar bugigangas e coisas baratas. Cataratas do Niágara · Está a 130 km de distância de Toronto · É a queda d’água mais volumosa da América do Norte, na divisa entre Estados Unidos e Canadá · Voo de helicóptero nas cataratas · Roda gigante das cataratas · Passeio de barco nas cataratas · Apesar de a viagem de carro ou ônibus ser teoricamente mais rápida, com cerca de 1h30 de duração em horários de menor fluxo de veículos, recomendo ir de trem para evitar o trânsito pesado e garantir que chegará lá em menos de 3 horas. · Fazer umas comprinhas no Outlet Collection at Niagara · As opções de passeio na catarata são muitas, dentre elas: Journey Behind the Falls e o passeio de barco Hornblower, que te deixam muito próximo das quedas d’água. Locais interessantes para comer: Nom Nom Nom Poutine Blaze Pizza Steam Whistle Brewing Tim Hortons Old School Toronto (panquecas) Tim Hortons O café é muito famoso no Canadá, sendo o maior estabelecimento que oferece comidas rápidas do país. Na Yonge-Dundas Square tem pelo menos um. O destaque e o verdadeiro vício de seus clientes é o Timbits, um bolinho super molhadinho de vários sabores, que deixa qualquer um com vontade de comer mais. O cardápio também conta com donuts, muffins, cookies, além de sanduíches quente e frios, e muitas outras opções. Blaze Pizza Pizzaria onde você escolhe os ingredientes na fila, tipo um subway. Muito boa e com preço abaixo da média da cidade. Pubs! A apenas 500m do Ripley’s Aquarium of Canada está localizado o Real Sports Bar & Grill, um pub super famoso em Toronto em um ambiente bem descontraído. A apenas 650m do aquário está localizado o OverDraught Irish Pub, que conta com uma ótima variedade de cervejas. Esses são alguns exemplos que recomendamos. Além disso, vale andar pelo bairro para conhecer o Entertainment district. Mills Street: um dos melhores pubs para beber cerveja em Toronto. Madison: na 14 Madison Ave, está um dos pubs mais famosos de Toronto. Ele é super bacana (o dia mais cheio é às quintas-feiras, porque a cerveja é mais barata) e, ao anoitecer abrem a pista para a balada. Poutini’s House of Poutine lanchonete simples de comida pesada, o tradicional Poutine Canadense, uma espécie de batata frita com tudo em cima. Porção de poutine para duas pessoas. Preço: 12,70 CAD Graffiti Alley, um beco todo grafitado. COMPRAS: Dollarama Loja que vende tudo por até 4CAD. São várias unidades na cidade e sempre vale dar uma espiadinha, pois os produtos podem ser diferentes. Leia: Dollarama | A loja que vende tudo por até 4 dólares no Canadá. SAINDO DO AEROPORTO E CHEGANDO EM TORONTO 1. QUANTO TEMPO DEMORA O TRÂMITE DE IMIGRAÇÃO EM TORONTO Se tudo correr sem problemas, geralmente esse trâmite demora cerca de 45 – 60 minutos. Há alguns fatores a serem levados em conta ao decidir se você terá tempo suficiente para deixar o aeroporto durante uma conexão. A decisão de sair ou não do aeroporto, precisa ser pesquisada antes mesmo de sair do Brasil, verifique: com a companhia aérea se o seu bilhete permite que você saia da área de trânsito do aeroporto. se sua bagagem vai direto para o destino final ou se você precisa recolher na esteira ao desembarcar em Toronto. Se tiver que pegar as malas na esteira, verifique se você já poderá despachá-las logo depois que passar a alfândega ou se terá que permanecer com as malas e refazer o check-in em Toronto. Se tiver que ficar com as malas, no Pearson Airport tem lugar para guarda-las na area de check-in nos dois terminais (T1 e T3) – veja aqui as instruções de como proceder para guardas as malas no aeroporto. 2. VALE A PENA SAIR DO AEROPORTO? Você vai demorar cerca de 20-30 minutos para guardar a mala e/ou refazer o check-in. O trem que liga o aeroporto ao centro de Toronto (UP Express) demora 25 minutos, e ele sai a cada 15 minutos (tanto saindo do aeroporto para cidade e vice-versa). Dessa forma são 10 minutos para chegar do lobby do aeroporto a estação do trem + 15 minutos de espera entre um trem e outro + 25 minutos de trajeto de trem = 50 minutos (pensando nisso ida e volta são praticamente 2 horas “perdidas” de transfer). Reserve um tempo extra para se perder e para não entrar em pânico por causa disso (se você já conhece Toronto e todo esse procedimento do trem, desconsidere essa parte). Se você precisar fazer câmbio para pegar alguns dolares canadenses, reserve um tempo para isso também (tem casa de câmbio nos dois terminais na aérea de retirada de bagagem dos voos internacionais e na área do lobby de desembarque (T1 e T3). Terminal 1: International Currency Exchange (ICE) – Ph: +1 (416) 776-1311 Terminal 3: ICE services – Ph: +1 (416) 776-2497 Saindo da imigração e sabendo o que fazer com as malas (despachar direto após a alfândega, guardar na bagagem no maleiro do aeroporto ou já refazer o check-in), aí sim, do tempo que sobra eu reservaria 4 horas para os trâmites de transfer e check-in (2 horas de trânsito, 1 hora para ir a Toronto e outra para retornar ao aeroporto, mais 2 horas do check-in e trâmites do aeroporto) e o resto será o quanto você terá para passear em Toronto. Total: 6 horas. 3. Como ir do aeroporto até o centro de Toronto? Para começo de conversa, é preciso saber que Toronto tem 2 aeroportos, mas os que recebem os voos internacionais de longa distância, como os que chegam do Brasil, é o Toronto Pearson International Airport. Uma vez lá, você pode chegar à região central da cidade de: · Táxi – é a maneira mais rápida e em média custa entre C$65 a C$75, mas ao valor final deve se acrescentar uma gorjeta de 10% a 15%. · Ônibus – nos terminais 1 e 3 passa o ônibus 192, que te deixará na estação Kipling do metrô (linha verde). De lá, você continua no sentido Kennedy até a estação que for melhor no seu caso. Custo de C$3,25, válido para ônibus+metrô. O valor será pago ao motorista (atenção, ele não dá troco!). · UP Express (trem de superfície) 4. COMO CHEGAR EM TORONTO COM O UP EXPRESS O trem de superfície que liga o aeroporto de Toronto (Pearson Airport) a Union Station (estação central) é chamado de UP Express e sai do T1. Quem desembarcar no T3, basta pegar o Link Train (gratuito) até o T1 e logo ao lado fica a estação do UP Express. O trem demora apenas 25 minutos para percorrer o trajeto do aeroporto a cidade (e vice-versa). Além do ponto final, há também duas paradas extras para atender principalmente aos residentes, são elas: Weston e Bloor. O que você precisa saber antes de embarcar: Horário de Funcionamento: 7 dias por semana das 5h30 a 1h. A cada 15 minutos um trem sai em direção a cidade e vice-versa. Preços para adultos (há descontos para crianças e terceira idade, ver aqui😞 $12,35 (ida) / $24,40 (retorno) Se usar o ticket de retorno em menos de 7 horas, só precisa comprar o ticket chamado Long Layover Return, que custa somente o preço de uma jornada, $12,35 Os tickets podem ser comprados online, smart phone, máquinas de vendas ou atendentes nas estações do UP Express. É possível comprar a passagem diretamente no trem somente com cartão de crédito e há um acréscimo de $2 pelo serviço. 5. Como se locomover pela cidade e quanto custa o transporte urbano? Toronto é uma cidade basicamente plana e que convida para longas caminhadas, o que, para a gente, é a melhor maneira de conhecer qualquer lugar. Mas, claro, tem horas que usar o transporte público é necessário. No caso de Toronto, além de táxi ou Uber (usamos muito), você poderá usar metrô, ônibus ou bonde (streetcar), e, nesse caso, uma boa opção é comprar o Metropass, que serve para usar nos três. O Day Pass, para uso ilimitado durante um dia, custa C$ 12, por exemplo. Já uma passagem individual custa C$ 3,25. Faça as contas para saber o que será mais vantajoso para você. Bilhete de 48H para o Ônibus Hop-On Hop-Off.
  2. Obrigado Karine! Essa viagem tem 2 anos e na época não tomei notas. Lembro que gastava na faixa de 8-12 pounds para almoço/jantar e uns 4 pro desjejum. oi juliana. é que eu faço roteiros não muito engessados, pensando nos locais que estarei no dia. Não necessariamente irei visitá-los, mas acabo reunindo informações de tudo para poder escolher o que fazer (discutir com a pessoa que está comigo, oferecendo opções). Partindo do seu exemplo, o museu de história natural não fui. Visitei apenas o british e o fiz em meia tarde, vendo coisas que eu tinha muito interesse.
  3. @karinerribeiro Obrigado Karine! Essa viagem tem 2 anos e na época não tomei notas. Lembro que gastava na faixa de 8-12 pounds para almoço/jantar e uns 4 pro desjejum. @Juliana Champi oi juliana. é que eu faço roteiros não muito engessados, pensando nos locais que estarei no dia. Não necessariamente irei visitá-los, mas acabo reunindo informações de tudo para poder escolher o que fazer (discutir com a pessoa que está comigo, oferecendo opções). Partindo do seu exemplo, o museu de história natural não fui. Visitei apenas o british e o fiz em meia tarde, vendo coisas que eu tinha muito interesse.
  4. Olá pessoal! O que irei compartilhar com vocês foi uma compilação bastante abrangente de informações sobre todos os pontos turísticos das cidades que visitei no Chile . As informações foram extraídas aqui do site e também de muitos blogs. Aproveitem! GUIA SANTIAGO PODEMOS COMEÇAR POR AQUI: subindo ao Cerro San Cristóbal, de onde se tem a vista mais bonita para a parte moderna de Santiago (com as montanhas ao fundo) e o rio Mapocho. O funicular funciona de 3ª a domingo das 10h às 20h; 2ª das 13h às 20h. Pegue o funicular para chegar até a Terraza Bellavista, 1600 pesos (US$ 3,20). Onde todos os ciclistas que subiram o morro pela estrada se reúnem para desfrutar do visual em 360º de Santiago e tomar um mote con huesillos, custam 1 dollar – 600 pesos. (Se você for com crianças, desça uma estação antes do funicular para o Zoológico, simplesinho, mas que agrada os pequenos). Tenho dúvidas de como acessar a casa do Neruda caso façamos isto: Fique ali curtindo o astral dessa tribo esportista, e depois suba a pé um curto caminho até o Santuario Inmaculada Concepción, bem no topo da colina, onde está a estátua da santa e uma capela concorrida. Desça pelo outro lado do monte com o teleférico e depois a pé, passando pelo Jardin Botánico Mapulemu e o Jardin Japonés, até a saída pela rua Pedro de Valdívia Norte, já em Providencia (a caminhada é longuinha; vá de tênis). OU POR AQUI: Na descida visitaria La Chascona, “A DESCABELADA”, uma das três casas-museu do poeta Pablo Neruda. Abre de 3ª a domingo das 10h às 18h; fecha 2ª. É imperativo fazer reserva: [email protected] Entrada 3500 pesos, 1500 pesos estudante. Metrô: Baquedano, linha 1-vermelha ou 5-verde. Parada Turistik: Parque Metropolitano. De lá continuaria ao centro antigo; passaria no incontornável Mercado Central, senão para almoçar, pelo menos para testemunhar o inacreditável assédio dos garçons (a minha tática: entrar no primeiro restaurantinho que não vier te caçar no corredor). Tomar cuidado com o GRANDE ASSÉDIO dos garçons. É desagradável. Os frutos do mar são excepcionais; mas não espere pagar barato pela centolla (caranguejo chileno gigante). Abre de segunda a domingo, das 7h às 15h. Metrô: Puente Cal y Canto, linha 2-amarela. Parada Turistik: Mercado Central. _____________________________________________________________________________ Do Mercado dá para ir a pé até o coração da cidade velha, a Plaza de Armas, (o marco zero onde Santiago del Nuevo Extremo foi fundada em 1541 pelo espanhol Pedro de Valdívia e sua trupe.). Onde está o elegante prédio dos correios, a Catedral Metropolitana e o Museu Histórico Nacional (o museu abre de 3ª a domingo das 10h às 17h30 e custa 600 pesos ou 1,50 dollar, grátis aos domingos). Uma quadra a leste fica a Casa Colorada, a residência particular colonial mais preservada da cidade. A continuação natural do passeio seria o museu mais imperdível da cidade, o Museu de Arte Pré-Colombiana — mas infelizmente o prédio está em reformas e só reabre no final de 2013. (na saída desse museu, fica o tal café com piernas). O jeito é prosseguir, sempre a pé. Dobre à direita na rua La Moneda, passe pelo charmoso prédio da Bolsa de Valores até chegar ao: Palacio de la Moneda, sede da presidência chilena, que foi bombardeado em 1973 pelas forças golpistas de Pinochet. Para mim o grande apelo da praça está na estátua ao presidente deposto Salvador Allende, bem ali, ao lado do palácio em que se suicidou. Mas para os guias o tchans do lugar é a troca da guarda, que ocorre dia sim, dia não, às 10h da manhã — ou seja, impossível para os passageiros desse meu tour. (Se você faz questão de ver, anote aí: a troca acontece nos dias pares nos meses de janeiro, abril, maio, agosto, novembro e dezembro; e nos dias ímpares nos meses de fevereiro, março, junho, julho, setembro e outubro.) Se não for dia dela, entre pela porta da frente de uma das poucas sedes de governo no mundo abertas à visitação pública, e aprecie os pátios internos enquanto lembra dos dramáticos bombardeios de 1973, quando Augusto Pinochet deu o golpe militar que levou ao suicídio o presidente socialista Salvador Allende. Na saída pelo lado oposto, não perca o novo Centro Cultural La Moneda, no subsolo do palácio. Tem exposições super bem cuidadas, um público bacana, um café e uma loja lindona da Fundación de Artesanías do Chile (dá ótimas compras). Volte à superfície e caminhe algumas quadras pela principal avenida que corta Santiago de leste a oeste, a Libertador Bernardo O’Higgins, muito mais conhecida por Alameda. No sentido leste, tarda pouco até aparecer a construção mais antiga da cidade, a Iglesia de San Francisco, de 1586. Do lado tem o Museo de San Francisco, bem bonitinho – mas não obrigatório. No sábado, fim da tarde, é possível ver hermosas noivas aproveitando aquele cenário insólito em uma das maiores metrópoles da América Latina. Metrô: Universidad de Chile. Há um importante museu de arte sacra ao lado. Atrás deles fica o fofo Barrio Paris-Londres, um pedaço da Europa no meio de Santiago, com ruas de paralelepípedos e mansões dos anos 1920 — hoje região de albergues e mochileiros. (Do palácio descemos até o “barrio” Paris-Londres. Pelo que entendi, “barrio” tem um significado diferente em chileno; estaria mais para “vila” em brazuquês. O Paris-Londres são apenas duas ruas (a Londres e a Paris) que se cruzam; os paralelepípedos são lindos, e há alguns hotéis antigos que se tornaram albergues). Santiaguinos não almoçam cedo, portanto, agüente um pouco mais a fome. Caminhando pela Alameda mais duas quadras chega-se ao imponente prédio da Universidad de Chile, à direita, e pouco mais à frente, ao da Biblioteca Nacional, à esquerda. Ao lado da biblioteca fica o Cerro Santa Lucia, a menor das duas colinas isoladas que despontam no meio da cidade e que viraram parques. Suba pela pomposa Escalinata Monumental, passe a fonte de Netuno e continue escalando caminhos tortuosos e degraus de pedra até o topo do pequeno castelo. Do cume tem-se uma idéia de como Santiago fica cercada de montanhas por quase todos os lados, e da distribuição dos bairros em relação ao centro. Cerro Santa Lucía, um parque de onde se tem uma visão complementar da cidade (mas não tão alta quanto a do San Cristóbal). O Cerro Santa Lucía, um morrinho baixo que se tornou um pequeno parque no coração da cidade. Infelizmente, a escadaria e o mirante estão interditados ao público, por “daños” (efeitos do terremoto). Por enquanto, só dá para passear pelos jardins externos; o portão está trancado. VERIFICAR SE AINDA ESTA´!!! Desça do Santa Lucia por trás, na saída norte, e você já está na porta do bairro Lastarria y Bellas Artes, um naco do centro que concentra os museus e o público ligado à arte, os cafés mais bacanas e lojas de estilistas alternativos. Dica no bairro: Celtika, um bar irlandes com excelente culinária e mais de 50 espécies de cerveja; Aos sábados, vários dos restaurantes dali só abrem de noite, mas o Patagônia Resto Bar serve desde o brunch da manhã: sente-se nas mesas da calçada de esquina, se for verão, ou no salão entre paredes inteiras forradas de vinhos, se estiver frio, e mande pra dentro uma parrillada de carnes de caça. O TRECHO A SEGUIR DEVE SER SEGUIDO COM CUIDADO POIS PESQUISEI EM VÁRIAS FONTES E NÃO SEI A ORDEM CORRETA A SE SEGUIR: “Aproveite que você está ao lado do bairro Florestal/Bellas Artes, visite o Museu Nacional de Belas Artes (aberto de 3ª a domingo das 10h às 18h50), Entrada a 1000 pesos (US$ 2,00), grátis aos domingos. Metrô: Bellas Artes ou Universidad Católica. e/ou o Centro Cultural Gabriela Mistral (salas de exposição abertas de 3ª a sábado das 10h às 20h, domingo das 11h às 20h). Depois, passe em revista a calle Lastarria para escolher um restaurante para jantar em alguma noite da sua estada. De 5ª a sábado há uma feirinha de antigüidades das 10h às 20h. Depois caminhe até a Plaza Mulato Gil de Castro, o coração do bairro, e dê uma olhada na tradicional feirinha de antigüidades e livros, bem pequenina, em frente ao pátio do Museo de Artes Visuales, o MAVI. Então entre para ver o acervo de arte contemporânea lindamente organizado no prédio de arquitetura moderna: passeio rápido e muito bom. Depois vá conferir as lojas bacanas em frente ao museu e as da Calle Merced – são vários endereços que concentram roupas e acessórios dos novos estilistas do país, ainda sem lojas próprias. Na ONA fica uma das melhores seleções de artesanato de todo o Chile, a preços acessíveis. Não perca o aconchegante ONA Café, quase na esquina da Rosal com a V. Subercauseaux. Finalize o passeio tomando os sorvetes do Emporio La Rosa, com sabores que combinam, por exemplo, chocolate com manjericão. De preferência, tome-o caminhando pelo Parque Forestal, em frente, um dos mais queridos da cidade e onde se pode descansar à sombra das árvores, em bancos ou mesmo esparramando-se aos pés dos troncos. FIM DO TRECHO. Se você está fazendo o circuito da Turistik, continue o passeio subindo na parada Santa Lucía em direção ao lado mais moderno da cidade; o tour completo vai lhe dar uma ótima noção da cidade e proporcionar oportunidades de compras. Paradas que valem a pena: Providencia (comércio de rua); El Golf – Isadora Goyenechea (a “Paulista” de Santiago); Parque Arauco (shopping mais tradicional) e Alonso de Córdova (a “Oscar Freire” de Santiago). NOITES – opções de passeios: Há três programações possíveis. Quem estiver viajando a dois e quiser entrar com tudo no romantismo, rume para o bairro Concha Y Toro, um cantinho de casarões históricos e totalmente europeus do Barrio Brasil. Ali fica o restaurante Zully (Conha Y Toro, 34, 56-2-696-3999). Pétalas de rosas forram as escadarias de entrada e pode-se sentar em salinhas privativas ou com vista para a praça mais charmosa da cidade. Para esticar a noite na agitada vizinhança — e tomar os primeiros pisco sours do fim de semana — o bar Boulevard Lavaud dá um banho de autenticidade: divide uma mansão de esquina com a Peluqueria Francesa, uma barbearia que tem mais de cem anos, e usa como decoração pias de cabeleireiro e demais móveis de salão de beleza em meio a peças de antigüidade que estão à venda. Já quem veio com os amigos e quer entrar de cabeça no bairro boêmio por excelência, Bellavista é o destino. Entre os novos restaurantes bacanas, o Santería tem decoração retrô e com interessante cardápio fusion de culinárias latino americanas — peça o primeiro dos vários ceviches que te esperam. Quem está na chuva é pra se molhar, então, continue a noitada no Ky, o resto-bar mais cool de Bellavista, na ambientação e nos freqüentadores, ou ouça o melhor do jazz e do blues nos shows do pequeno El Perseguidor — se der sorte pode ouvir o ótimo Angel Parra Trio, banda do neto de Violeta Parra, a compositora mais querida do Chile. (Se for um aficionado por jazz, confira antes a programação do Club de Jazz – no bairro de Ñuñoa, o templo do ritmo na cidade.) Programación VALORES: Corporación Cultural de La Reina: Entrada General $3.000 Tercera Edad y Estudiantes $2.000 *: Corporación cultural de La Reina está ubicado en Santa Rita 1153 esquina Echeñique. Sábado é quando os santiaguinos jantam mais tarde, mas em alguns restaurantes mais elegantes é bom não exagerar no horário (e reservar sempre). Um dos melhores cardápios da cidade fica em Providencia, no peruano fusion Astrid y Gastón. Os peixes, massas e carnes têm receitas inovadoras e são preparados impecavelmente, assim como as delicadas sobremesas que precisam ser pedidas junto com os pratos — são feitas na hora. Se quiser gastar um pouco menos, o bistrô Del Cocinero é a pedida: despretensioso e delicioso. Depois dele estique a noite no bar mais imperdível da cidade, ali perto, o Ligúria, na avenida Providencia, perto do metrô Manuel Montt, com decoração irreverente, gente de todo tipo e carta de vinhos e drinques imensa. Não abre mão de um programa de alto nível e quer conferir as novidades dos bairros classe A? Então comece a noite em Vitacura, o playground da elite. O jantar mais quente do momento é o do Mestizo (ao menos, era, no início de 2008), onde a moçada produzida se senta nas mesas ou no balcão para comer, beber e curtir o visual do Parque Bicentenario, em frente, todo iluminado. Ali pode-se esticar até tarde ou fazer escala em um bar antes de realmente sair para dançar: o pub Dublin é o lugar para quem curte música dos anos 80 e cerveja; o Esquina é um dos bares xodó da galera de 20 e poucos anos. Casais e grupos mais exigentes com relação à comida fazem bem em jantar no Nolita, um dos melhores italianos da cidade, no meio da elegante avenida Isidora Goyenechea, em Las Condes. E esticar no sexy Lamu Lounge, bar do complexo gastronômico de Vitacura Borderío. Quem gosta mesmo é de uma noite bem democrática e nem um pingo menos fervida pode jantar em Bellavista, no Etniko, que tem comida japonesa e asiática e DJs mandando um chil-lout. Mas se seu ideal de sábado à noite é economizar no rango para torrar tudo em bebida mais tarde, o Galindo é o restaurante-boteco mais amado de Bellavista — peça um pastel de choclo, umas empanadas ou qualquer prato típico com uma cerveja Kunstmann enquanto espera o horário de cair na farra — a lotação ali vai até alta madrugada, não se preocupe. Duas da manhã é horário para chegar em qualquer bom carrete (balada) da cidade. Quem ficou por Vitacura pode conferir o Las Urracas, boate imensa com duas pistas, house, tecno e reggaeton, que enche de mauricinhos e de todo o tipo de gente – eu achei breguíssima, mas de fato estava bombando. Em Bellavista, o Club La Feria é o templo da música eletrônica e do energético, e as salsotecas são onde se pode dançar música latina a dois. Quem gosta de hip hop, soul, funk, música dos anos 70 e algo dos 80, e dispensa ambiente e público arrumadinho, o El Tunel, em Bellas Artes, é o lugar: impossível não dançar a noite inteira. VALPARAÍSO Foi declarada Patrimônio da Humanidade pela Unesco, em 2003, graças à sua arquitetura, um labirinto gigante de ruas e escadas, que mistura as famosas casas coloridas de fachadas de zinco a mansões. Ônibus da TurBus e da Pullman saem a cada 10 ou 15 minutos do Terminal Alameda (em frente à estação Universidad de Santiago do metrô, linha 1-vermelha) para Valparaíso e Viña. A ida e volta custa desde 4.000 pesos (menos de 9 dólares). A viagem leva 1h30. Os 10 quilômetros entre os centros de Valparaíso e Viña podem ser percorridos pelo Merval, o metrô de superfície que vai pela orla e funciona até as 22h. A 140 km do centro de Santiago (120 km do aeroporto), estas duas cidades geminadas não poderiam ser mais diferentes entre si. Valparaíso é o porto pitoresco e boêmio; Viña del Mar, o balneário clássico. Valparaíso está para Santiago assim como o bairro de La Boca está para Buenos Aires — a diferença é que continua um lugar descolado; pense no Cerro Alegre como uma Santa Teresa/Olinda chilena. Já Viña del Mar é como um Guarujá dos bons tempos, ou uma Punta del Este menos badalada e mais família. Comece por Valparaíso. Suba de funicular ao Cerro Concepción e admire a arquitetura pitoresca das casas de zinco colorido (um Caminito habitado!). Não deixe de visitar La Sebastiana, a casa-museu de Pablo Neruda na cidade (aberta de 3ª a domingo das 10h10 às 18h; é recomendável reservar — use este formulário). Almoce num dos restaurantes do Cerro Alegre (leia mais aqui). Pertinho, tem o MUSEO A CIELO ABIERTO, com 20 painéis de rua, pintados por artistas plásticos chilenos. Aliás, a arte marca presença nos muros de toda a cidade, com pinturas, grafites e poesias de Neruda. ____________________________________________________________________________ Valparaíso é uma cidade linda, admire o porto, as construções em geral, o monumento aos que lutaram na Guerra do Pacífico e não deixe de visitar também o mirante de Valparaíso, que venta bastante e tem uma visão de abrir os olhos do Oceano Pacífico. A cidade tem personalidade própria e seus habitantes se chamam porteños, como em Buenos Aires. Que era um pólo gastronômico importante, berço de chefs em ascensão. Que estava experimentando uma espécie de renascimento, com uma vida noturna movimentada nos fins de semana. O trânsito de pedestres entre a cidade baixa (”El Plan”) e os morros se dá por elevadores (”ascensores”). O mais antigo é o Ascensor Concepción, que liga a calle Esmeralda, coração financeiro da cidade, ao Paseo Gervasoni, o mais elegante dos terraços dos morros. Descemos até El Plan, demos uma voltinha, mas subimos correndo de volta. Valeu para ver a arquitetura, que lembra a rua XV de Novembro do centrão de São Paulo, mas lá em cima é bem mais tranqüilo, bonito e gostoso. Lá em cima dá pra fazer tudo a pé. Tirando uma ou outra quadra com aclive mais acentuado, as ladeiras são facilmente encaráveis. Muitos dos restaurantes, cafés e galerias ficam na calle Almirante Montt (que é Almirante Alexandrino/Rua do Amparo do Cerro Alegre). COMIDAS: Café Vinilo estava aberto. O lugar é um charme, e totalmente multiuso: você pode passar lá para tomar um café, um trago, comer um sanduba. De entrada, pedimos um pebre (vinagrete com coentro e alga, servido com tortilhas) e uma ’salada chilena’ (tomate assado com recheio de legumes). Pratos principais: um enrolado de porco divino com purê, e uma carne de panela com risoto de quinoa. (A sobremesa é que foi assim-assim: um sorvete de abacate que o Rochinha faz melhor.) Filou de Montpellier, instalado por ali desde antes do renascimento do bairro. Sopa de cebola, quiche, couscous — tudo muito francês, muito bom e bem barato no almoço (12 dólares o menu completo, sem bebidas). Da próxima vez vou reservar um jantar no Pasta & Vino, da chef Verónica Alfageme, que recentemente abriu uma filial num hotel-boutique de Bellavista, em Santiago (ao pé do cerro San Cristóbal), o The Aubrey. ________________________________________________________________________________ A vida noturna porteña é agitada, cheia de bares históricos com música latina ao vivo e muita dança. Um dia desses, consegui conhecer um deles, o charmoso LA PIEDRA FELIZ. O legal é pegar um dos quinze ASCENSORES antigos (bondinhos) e subir os morros. Os melhores são: Cerro Alegre e concepcion. É difícil sugerir um roteiro, pois, estranhamente, tudo fica meio espalhado, mas arrisco algumas dicas: - Os PASEOS: com linda vista da baía e barraquinhas de artesãos locais. Tem o GERVASONI, no Cerro Concepción, onde chega o ascensor mais antigo, e onde tem também a casa mirador do cartunista Lukas, com seus divertidos personagens na porta. O Paseo ATKINSON, também no Concepción, onde fica o lindo hotel Atkinson, e o YUGOSLAVO, no Cerro Alegre (ascensor El Peral), com o Museo de Bellas Artes. - As lojinhas imperdíveis no Cerro Concepción: BAZAR LA PASIÓN tem moda alternativa bem bacana, em ambiente lindo demais! KIPU oferece artesanato de alto estilo: tapetes, cerâmica e roupinhas de tricô e crochê para crianças lindas (confira aqui). TRIO DISEÑO, cheia de coisinhas bacanas de feltro, bijuterias, lindos colares de malha e fofas roupinhas para bebês 'alternativos'. COMO CHEGAR LA SEBASTIANA, CASA PABLO NERUDA Ferrari, 692 - Cerro Florida BAZAR LA PASIÓN Almirante Jorge Montt, 1 - Cerro Concepción TRIO DISEÑO Calle Papudo, 514 - Cerro Concepción KIPU Paseo Gervasoni, 408 - Cerro Concepción VINÃ DEL MAR As maiores atrações de Viña del Mar estão interditadas: seus famosos palacetes-museus ficaram bastante danificados pelo terremoto de 2010 e ainda estão sendo restaurados. As cidades litorâneas guardam sem dúvida um charme que alia sua beleza ao grandioso Oceano Pacífico. Em viña del mar não deixe de visitar o Museo Fonck, onde existe uma das três estátuas genuínas retiradas da ilha de páscoa, além de uma obra de Augusto Rodin... Após, ainda em Viña del Mar, siga para a playa Reñaca, passando pelo Balneário las Salinas. Pare na orla e admire os dois flancos da praia, sua excelente estrutura, as construções a beira-mar, molhe seus pés nas águas do Oceano Pacífico e almoce em um belo restaurante. Opte por frutos do mar, que fazem parte da especialidade chilena. Depois de ter degustado um belo prato de frutos do mar, ou não, retorne pela orla de Viña del Mar que é explendida, admirando-a no sentido de Valparaíso, passando ainda, pelo Hotel Sheraton Viña de Mar que é muito bonito, e ainda, pelo Relogio de Viña de Mar, que foi construído para a Copa do Mundo realizada no Chile em 1962. ___________________________________________________________________________ Comece com um PASSEIO DE CHARRETE ou victória, por aqui. É uma boa oportunidade de ter uma visão geral da cidade, ver os lindos jardins floridos da Ciudad Jardín e passar pelos principais pontos turísticos. As meninas se sentem as próprias Cinderelas, aliás, Cenicienta, em espanhol. O passeio dura cerca meia hora e pode sair da Plaza Colombia (em frente à praia), do lado Cassino Municipal ou da Plaza Jose Francisco Vergara (Centro). Este não é barato, custa $20.000 pesos (cerca de R$80), mas vale muito a pena! Termine o passeio na PLAZA COLOMBIA, ao lado do Cassino, onde o lindo parquinho colorido, carrinhos, quadriciclos e pôneis garantem a diversão. Legal também é visitar o relógio das flores, cartão postal da cidade, que fica em frente à Praia de Caleta Abarca. Dizem que se vc tirar um foto em frente a ele, vc voltará acidade. Caminhando em frente, pela orla, tem mais diversão: a própria PRAIA (tem barraquinhas que vendem baldinhos e pás, se for preciso), os PARQUINHOS, TEATRO DE MARIONETES DE RUA, a CIUDADELA INFANTIL e a FEIRINHA DE ARTESANATO, na altura da rua 14 Norte. PÔR-DO-SOL COM SORVETE Bravíssimo: se vocês gostam de caminhar, continuem subindo pela orla e vão tropeçar em outros parquinhos coloridos, o museu de canhões a céu aberto, e a sorveteria Bravíssimo. A Bravíssimo também é uma opção para almoço: saladas, hamburguer, sanduíches e pratos básicos a um bom preço, com uma linda vista! Outra opção divertida para seguir este roteiro é alugar um quadriciclo na Plaza Colombia. PASSEIO POR UMA VINÍCOLA Não é preciso ir longe para visitar vinícolas. Três delas estão nos arredores da cidade e podem ser visitadas em passeios de uma manhã ou uma tarde. - A Concha y Toro oferece visitas guiadas todos os dias, exceto feriados, das 10h às 17h. O tour standard custa 8.000 pesos (17 dólares); o tour com degustação conduzida por sommelier custa 17.000 pesos (36 dólares). Para garantir horário e idioma do tour, é recomendável reservar (use este formulário). Para ir por conta própria, vá de metrô (linha 4-azul) até a estação Las Mercedes; lá tome o ônibus MB 72 ou um táxi (10 minutos). Estando de carro, siga estas instruções. Conte em levar 1h30 de transporte público ou 1h de carro desde o centro Santiago. - Na Cousiño Macul há visitas guiadas de 2ª a 6ª às 11h, 12h, 15h e 16h; sábados às 11h e 12h; não abre em domingos nem feriados. Custa 8.000 pesos (17 dólares) por pessoa, com direito a uma taça na degustação. Faça sua reserva por este formulário. Para ir por conta própria, vá de metrô (linha 4 – azul) até a estação Quilín; de lá tome um táxi. Conte em levar uma hora no transporte público. CURIOSIDADES E INFORMAÇÕES 1. Cerro Santa Lucía A colina onde Santiago foi fundada abriga uma fonte em estilo neoclássico Você não precisa escalar as Cordilheiras dos Andes para ver Santiago lá de cima. Do alto das colinas, se tem uma vista panorâmica da cidade. Para chegar ao topo é preciso encarar quase 300 degraus. Mas o esforço compensa: as gigantescas montanhas parecem estar bem pertinho. Do alto se vê os antigos prédios históricos disputando espaço com arranha-céus espelhados. Pelo caminho, estátuas, chafarizes e canhões, já que foi aqui que o conquistador espanhol Pedro de Valdivia fundou Santiago, em 1541. Não deixe de fazer um pedido e jogar uma moedinha na fonte em estilo neoclássico, que lembra a romana Fontana di Trevi. Cerro Santa Lucia Endereço: Avenida Bernardo O'Higgins 499 Telefone: 56-02-6644220 Horário: Diariamente, das 9 às 19h Entrada: gratuita 2. Palácio La Moneda Troca de guardas em frente ao Palácio de La Moneda Com bela arquitetura neoclássica, o palácio é parada obrigatória aos turistas. Mas a melhor hora para visita-lo é às 10 horas da manhã, onde dia sim, dia não, ocorre a troca dos guardas na Plaza de la Constitución, em frente à porta principal do palácio. Durante meia hora, uma banda militar acompanha os movimentos rígidos e passadas largas dos “carabineros”, elegantemente vestidos. O palácio começou a ser construído em 1786 para abrigar a fábrica de moedas do país, daí o nome. Em 1846, se tornou a sede do governo chileno. O prédio ainda guarda resquícios do golpe militar de 1973, que causou a morte do presidente Salvador Allende. Nos seus subterrâneos abriga um centro cultural que merece uma visita. 3. La Chascona Terceira casa do escritor Pablo Neruda abriga fotos, anotações e o Nobel de Literatura O escritor Pablo Neruda era apaixonado pelo mar, embora morresse de medo das águas salgadas. Com muita criatividade, ele construiu uma casa que lembra um barco, mas em terra firme. Aqui viveu com sua terceira esposa, Matilde Urriaga. Os cômodos arredondados, de teto baixo e grandes janelas, foram decorados com móveis de antigos navios. O lugar é cheio de passagens secretas por onde Neruda gostava de surpreender seus convidados. Nos jardins corria até um pequeno riacho, que hoje é canalizado. A casa foi saqueada durante a ditadura militar, mas se transformou em um museu com um rico acervo. Há livros e anotações do poeta, além de fotos com escritores brasileiros como Jorge Amado e Vinícius de Moraes. No quadro do artista mexicano Diego Rivera, repare no perfil do poeta, inscrito nos cabelos revoltos de Matilde. O maior tesouro, porém, é o prêmio Nobel de Literatura, recebido em 1971 e em exposição permanente na casa. La Chascona Endereço: Fernando Márquez de la Plata 192, Bellavista Telefone: 56-02-777-8741 Horário: terça a domingo, das 10 às 19h Entrada: 2.500 pesos para visitas guiadas em espanhol (cerca de R$ 8,50) 4. Mercado Central Nos restaurantes, prove o congrio, peixe do Oceano Pacífico O Mercado Central pode ser um bom ponto de partida para provar a culinária chilena – e também fazer algumas comprinhas. Nas barracas de frutas, o colorido de cerejas, uvas e pomelos. Mas o forte são os peixes e frutos do mar. E a variedade é imensa: salmões, ostras, machas, ouriços, mexilhões e centollas, um gigantesco caranguejo das águas geladas Pacífico. Enquanto caminha pelos corredores, com certeza você será abordado por algum garçom dos restaurantes, que vai querer puxar papo em português e insistentemente levá-lo até uma mesa. Um dos mais tradicionais é o Donde Augusto. Peça o congrio, típico peixe chileno, servido frito ou grelhado. Mercado Central Endereço: San Pablo, 967 Telefone: 56-02-696-8327 Horário: Diariamente, das 8 às 19h 5. Cerro San Cristóbal Do alto dos mirantes, vistas panorâmicas de Santiago Depois de uma subida bem inclinada no velho funicular, se tem a vista panorâmica mais espetacular de Santiago. Ou melhor, vistas, porque o topo abriga dez mirantes. Fique ali contemplando a cidade, com as Cordilheiras ao fundo. Por causa da poluição, às vezes se vê apenas a silhueta das imponentes montanhas. Mais alguns degraus acima e uma enorme estátua da Virgem da Imaculada Conceição, de 14 metros de altura, lembrando o nosso Cristo Redentor. A área pertence ao Parque Metropolitano de Santiago, o maior da cidade, e abriga piscinas, parque infantil, zoológico, centro cultural, jardim japonês e espaços para piqueniques. Parque Metropolitano de Santiago Endereço: Calle Pio Nono, 450, Bellavista Horário: segunda, das 13 às 20h; terça a domingo, incluindo feriados, das 10 às 20h Telefone: 56-02-730-1300 Preço: O ticket de ida e volta custa 1.800 (R$ 6,20) pesos chilenos para adultos e 1.100 (R$ 3,80) para crianças até 13 anos 6. Mote con huesillos A bebida com graõs de trigo e pêssego é tomada gelada e com colher Diz um ditado que não existe nada mais chileno que o mote con huesillos. A refrescante bebida é um tipo de chá com grãos de trigo cozidos (mote), pêssegos desidratados (mote) e um aroma de canela . É servida gelada e com uma colher – para comer o trigo e os pêssegos. No verão, as ruas de Santiago ficam lotadas de carrinhos que se intitulam “El rey del mote”. E como nenhuma viagem é completa sem experimentar as típicas comidinhas de rua, vale a pena pedir um copo. Ainda mais no calorão. 7. Museu de Arte Precolombino Acervo reúne mais de três mil peças arqueológicas Bem antes dos colonizadores desembarcarem nestas bandas, os povos do continente americano eram exímios artistas na escultura. O rico acervo reúne mais de três mil peças arqueológicas de um período histórico que compreende cerca de 10 mil anos. São máscaras, vasos e até instrumentos musicais de sopro e percussão de povos maias, astecas e mapuches, entre outros. Estátuas da deusa terra Pachamama eram enterradas no solo para garantir a fertilidade das lavouras. Os espanhóis ficaram de boca aberta com a tapeçaria inca, usada até como uma espécie de censo, para quantificar a população. Museu de Arte Precolombino Endereço: Bandera 361 Telefone: 56-02-688-7348 Entrada: 3 mil pesos (R$ 10,40). Visitas guiadas são gratuitas Horário: terça a domingo, das 10 às 18h 8. Café con piernas Moças bonitonas usando vestidos e minissaias servem os clientes Uma atração única em Santiago são os “cafés com piernas”. São cafeterias elegantes onde as garçonetes, jovens e bonitas, usam vestidos curtíssimos e bem justos, ou minissaias. Em alguns, o expresso vem com um agrado: um beijinho no rosto do cliente, ao receber o café. Os balcões são abertos, justamente para permitir aquele olhar mais voyeur. Além disso, elas geralmente ficam em cima de tablados, o que alonga as pernas. E é claro que a maioria da clientela é masculina. Há dezenas de cafés com piernas no centro da cidade, como a rede Haiti, uma das mais tradicionais. 9. Concha y Toro O tour na maior vinícola chilena inclui visita às adegas e degustações de vinho Vale a pena dar uma esticadinha até Pirque, a uma hora e meia do centro de Santiago, para conhecer a mais famosa vinícola chilena. No tour guiado, o visitante percorre a imensa propriedade, com o belo casarão amarelo onde viveu Don Melchor Concha y Toro, fundador da empresa em 1883, cercado por belos lagos. Os vinhedos se esparramam a perder de vista, até a base da Cordilheira dos Andes. Depois, hora de conhecer as adegas, onde o vinho descansa em barris de carvalho por meses, na quase total escuridão. A adega mais curiosa é a Casillero del Diablo, onde Don Melchor armazenava as melhores garrafas. Percebendo que elas desapareciam misteriosamente, o astuto proprietário inventou a história de que um diabo morava ali para assustar os funcionários. O tour inclui duas degustações e o visitante leva sua taça de lembrança. Concha y Toro Endereço: Avenida Virginia Subercaseaux, 210, Pirque Telefone: 56-02-476-5269 Entrada: 7 mil pesos chilenos (cerca de R$ 24). É necessário fazer a reserva da visita no site. Horário: Diariamente, das 10 às 17h 10. Viña del Mar Conhecida como Cidade Jardim, as flores estão por todos os cantinhos do balneário. Até o relógio, feito de florzinhas coloridas, se tornou o cartão postal da encantadora cidadezinha. A 120 quilômetros da capital chilena, Viña del Mar é o principal destino de verão dos santiaguinos. A extensa praia de Reñaca, point de gente bonita e bronzeada, é a mais conhecida. Repare nos prédios modernos na orla, em forma de escadas. Em alguns dias, a temperatura pode chegar perto dos 30°C, o que pede um mergulho no mar, certo? Mas se prepare, porque as ondas são fortes e as águas do Pacífico, geladíssimas. À noite, a pedida é apostar alguns pesos nas roletas do elegante cassino. Na última semana de fevereiro, a cidade fica apinhada de gente por conta do seu festival internacional de música. 11. Valparaíso As charmosas casinhas coloridas dão um toque ainda mais especial à Valparaíso, considerada patrimônio da humanidade pela Unesco. Espremida por 45 morros, os chamados cerros, a dica é pegar um elevador para conferir o visual lá de cima. Pegue um funicular para subir até o Cerro Concepción, que abriga antigas casas e igrejas construídas por imigrantes ingleses e alemães. Lá de cima se tem uma espetacular vista da baía. E dá para entender por que nem o poeta Pablo Neruda resistiu aos encantos de Valpo, como é carinhosamente chamada. Foi na casa tridimensional de cinco andares, com amplas janelas para a baía, que ele viveu com sua segunda esposa, Delia del Carril. Tudo em La Sebastiana lembra sua paixão pelos mares: mapas, estátuas e piratas. A casa também foi saqueada na ditadura, mas depois de restaurada, se transformou em um imperdível museu. La Sebastiana Endereço: Ferrari, 692, Cerro Florida Telefone: 56-32-225-6606 Horário: Em fevereiro, de terça a domingo das 10h30 às 18h50 3 mil pesos (R$ 10,40) PASEO AHUMADA E PASEO ESTADO A feirinha de domingo é uma delícia para um passeio sem compromisso. (Foto: Raul Mattar) O Paseo Ahumada é um calçadão comercial, onde você vai encontrar de tudo, desde casas de câmbio, supermercados, os tradicionais cafés com piernas (garçonetes usam microvestidos) e grandes lojas de departamentos como a Falabela – o El Corte Inglés deles. No domingo, o Paseo Estado (uma rua paralela ao Paseo Ahumada) tem uma feirinha que começa lá pelas 11h da manhã e vai até às 20h. Vai ser o melhor (e mais barato) lugar para comprar souvenirs e artesanato típico. Metrô: Universidad de Chile ou Plaza de Armas. BARRIO BRASIL O que eu li por aí: está cheio de mansões, com fachadas que vão do neoclássico à art dèco. Ruas de paralelepípedos e um casario antigo iluminado por arandelas de luz amarela. No quarteirão Concha y Toro, aqui no Barrio Brasil, viveu o irmão de Don Melchor, o fundador da famosa vinícola. Para passear sem rumo. Metrô: La República. Que moeda eu levo para o Chile? Vale a pena comprar pesos chilenos no Brasil? Não é comum haver pesos chilenos à venda no Brasil, mas as maiores corretoras podem arranjar para você. É difícil, porém, que a cotação seja vantajosa. Informe-se sobre o câmbio usado e compare com a cotação informada em sites como Oanda. Vale a pena levar reais para o Chile? Nas casas de câmbio do Centro e de bairros importantes de Santiago você consegue uma boa cotação pelos seus reais. Note que normalmente o câmbio fica menos vantajoso fora do horário bancário e nos fins de semana. A principal rede de casas de câmbio do Chile é a Afex. Algumas sucursais que abrem todos os dias: na calle Catedral 1063, Centro (2a. a 6a. das 9h às 19h; sábado, domingo e feriados das 10h às 19h); na Estação Central (2a. a 6a. das 9h às 20h, sábado das 10h às 19h, domingo e feriados das 11h às 18h) e no shopping Parque Arauco (2a. a sábado das 10h às 20h30; domingo e feriados das 11h às 20h30). Na zona hoteleira de Providencia há a sucursal da Pedro de Valdivia 012 (2a. a sexta das 9h às 18h; sábado das 10h às 14h; fechada domingo e feriados). Eu pessoalmente acho que o uso de casas de câmbio é coisa do século passado, antes da automação bancária. Carregar dinheiro vivo traz insegurança, e ter que procurar uma casa de câmbio interfere na sua viagem. Leia mais abaixo como fazer saques em moeda local com o cartão do seu banco e cartão de débito internacional. Vale a pena levar dólares para o Chile? Se você já tem os dólares na mão e quer gastar na viagem, leve. Dólares garantem boa cotação em casas de câmbio de todo o país (menos nos aeroportos, onde a cotação sempre é baixa). Além disso, podem ser usados para pagar conta de hospedagem — no Chile, quando o estrangeiro paga hotel em moeda forte (dólar, euro ou cartão de crédito/débito internacional) ganha isenção do IVA, o ICMS local. Leia no tópico acima sobre as casas de câmbio que abrem todos os dias. Mas aceita um conselho? Se você junta dólares para viajar, considere começar a acumular essas reservas num cartão de débito internacional para reduzir a insegurança de viajar com dinheiro vivo e os perrengues de precisar achar uma casa de câmbio aberta. Vale a pena comprar dólares para levar para o Chile? Não. Como os reais encontram boa cotação nas casas de câmbio, é bobagem fazer duas operações de câmbio — uma no Brasil, para comprar dólares, e outra no Chile, para vender as verdinhas. A cada câmbio você perde um pouco na forma de comissão. Só valeria a pena comprar dólares com o objetivo específico de pagar hospedagem, já que estrangeiros conseguem isenção do IVA (o ICMS local) quando pagam com moeda forte. Mas é mais seguro usar cartão de crédito ou cartão de débito internacional. Vale a pena fazer saques em moeda local nos caixas eletrônicos? Esta é a minha recomendação para conseguir o dinheiro para os gastos do dia a dia. A primeira alternativa para fazer isso é habilitar o seu cartão de banco para saques internacionais. Não é preciso que haja um caixa do seu banco para realizar os saques; normalmente todos os cartões funcionam em todos os caixas. A cotação costuma ser boa, o IOF é de apenas 0,38% e se você fizer retiradas do equivalente a 200 dólares (no Chile, algo como 100.000 pesos), as taxas fixas não assustam. Outra possibilidade de saque em moeda local é usando um cartão de débito internacional (tipo Visa Travel Money, MasterCard Cash Passport ou American Express Global Travel card). A cotação de venda é a mesma de papel-moeda (dólar turismo), o IOF é de apenas 0,38% e você pode fazer recargas à distância (normalmente, de segunda a sexta; o dinheiro entra na conta no dia útil seguinte à transferência bancária). Este tipo de cartão é, no mínimo, um plano B perfeito para o caso de haver problemas com o seu cartão de banco. O melhor de sacar dinheiro em caixa eletrônico é que sempre existem caixas no seu caminho, abertos 24 horas por dia, 7 dias por semana, oferecendo a mesma cotação em todos os horários. Vale a pena fazer gastos com cartão de débito no Chile? Vale muito a pena, porque o IOF é de apenas 0,38% para esse tipo de operação. Você pode usar o seu cartão de banco (desde que esteja habilitado para isso; verifique também o seu limite diário/semanal/mensal) ou um cartão de débito internacional tipo Visa Travel Money, MasterCard Cash Passport ou American Express Global Travel Card. TRANSPORTE CHEGANDO NO AEROPORTO Não há por que se estressar. Ao desembarcar, você naturalmente vai passar pelo guichê do Táxi Oficial, que por 15.000 pesos (mais ou menos US$ 30) te deixa no hotel em Santiago. Não precisa dinheiro: eles aceitam cartão de crédito. (Mas se você quiser já tirar dinheiro, é só passar no caixa automático e fazer um saque em moeda local.) Quer gastar menos? Pois não. As vans da Transvip levam ao centro de Santiago por 5.500 pesos (US$ 11), a Providencia por 6.000 (US$ 12) e a Las Condes por 6.700 (US$ 13). Quer gastar ainda menos? Então pegue o ônibus da Tur-Bus (1.700 pesos, US$ 3,50) ou da Centropuerto (1.400 pesos, US$ 2,80, menos confortáveis que os da TurBus) e continue de metrô (desça em Pajaritos, linha 1) ou faça o trechinho final de táxi (desça no fim de linha). Táxis e vans estão disponíveis 24 horas. O primeiro ônibus da Tur-Bus sai às 6h15; o último, à meia-noite. TÁXI Os táxis não são abundantes como em Buenos Aires, mas são tão baratos quanto. Funcionam pelo taxímetro. Espere pagar menos do equivalente a R$ 10 por corridas entre Bellavista-Providencia-El Golf, e cerca de R$ 15 até a área de shoppings de Las Condes. Os hotéis costumam ter táxis especiais, não-marcados, fazendo ponto. Esses não usam o taxímetro e custam um pouco mais caro do que os táxis comuns. Pergunte sempre o preço da corrida antes. Existem muitas companhias de radiotáxi. Quando sair à noite para jantar, ao pedir a conta, peça também para charamarem um táxi. Você também vai ver nas ruas um táxi que é peculiar ao Chile: o táxi colectivo, táxi aparentemente comum que funciona como lotação, cumprindo rotas fixas. Custa baratinho (desde 500 pesos, US$ 1) e sempre traz a rota resumida no luminoso. METRÔ É o meio mais conveniente para se locomover no eixo Centro – Lastarria – Bellavista – Providencia – El Golf. Fora do centrão, as estações costumam ser espaçadas — você sempre vai ter que caminhar um pouco. O horário de funcionamento é das 6h às 23h30 (as bilheterias fecham às 23h). O preço do bilhete varia conforme o horário — pode ser “punta”, “valle” ou “bajo” — e vai de 480 a 580 pesos (cerca de US$ 1). Os santiaguinos andam sempre com cartões magnéticos pré-carregados, então as bilheterias nunca têm fila grande. Você vai usar sobretudo a linha 1, vermelha. Estações-chave: Universidad de Santiago (rodoviária para Valparaíso e Viña del Mar), Universidad Católica (noite do barrio Lastarria), Baquedano (noite de Bellavista), Manuel Montt e Pedro de Valdivia (Providencia), El Golf (noite da av. Isidora Goyenechea) e Los Dominicos (feirinha de artesanato permanente). Para turistar no centro, faça baldeação em Baquedano para a linha 5, verde, e desça na estação Plaza de Armas. Veja o mapa aqui. Use o simulador de itinerário aqui. Não há metrô para a zona chique de restaurantes de Vitacura ou a zona de shoppings de Las Condes. Para os shoppings você pode descer na estação Escuela Militar (também na linha 1) e com o mesmo bilhete continuar com os ônibus C11 ou C20 ao Parque Arauco, ou com o C15 ao Alto Las Condes. ÔNIBUS Há poucos anos o sistema de ônibus de Santiago foi inteiramente reformulado à maneira de Curitiba, com linhas-tronco que trafegam por corredores desimpedidos e linhas alimentadoras até estações de transbordo. Não cheguei a usar, mas não deve ser difícil de entender não. É preciso subir no ônibus com a passagem já comprada (seja o bilhete-integração do metrô, seja um cartão recarregável). Saiba mais aqui. CARRO ALUGADO O trânsito em Santiago é bem complicado, e vem com pegadinhas: avenidas que invertem o sentido de acordo com o horário, vias expressas com pedágio… Os estacionamentos costumam ser pagos (a maioria funciona em subterrâneos; outros são controlados por flanelinhas oficiais com maquininhas). Se for dirigir, alugue (ou leve) um GPS! A VALPARAÍSO E VIÑA DEL MAR Há ônibus das empresas Tur-Bus e Pullman que saem a cada 10 ou 15 minutos do Terminal Alameda, uma rodoviária que fica pegada à estação Universidad de Santiago do metrô. A passagem de ida custa entre 2.500 e 4.000 pesos (US$ 5 a US$ 8). Entre Valparaíso e Viña existe um metrô de superfície, o Merval, que funciona até às 10 da noite. Quando fui, aluguei um carro no aeroporto (que já está no caminho do litoral), mas para o tipo de viagem que fiz (uma noite em Valparaíso, com um passeiozinho por Viña antes de voltar) não valeu a pena, não. Demorei horrores pra achar o meu hotel no Cerro Alegre (se viesse de táxi direto da rodoviária de Valpo não teria passado perrengue) e então ele ficou parado até a minha saída (no alto do morro você faz tudo a pé, dá uma descidinha de teleférico, e pronto). Recomendo carro só para quem quer se estender pelo litoral — indo pros lados Reñaca, ao norte (mas te pergunto: você faz mesmo questão de ir à praia no Chile???) ou até Isla Negra, ao sul (onde fica a terceira casa-museu de Neruda). Quanto ao vale de Casablanca, como em todo tour de degustação de vinhos, o melhor é pegar um passeio organizado ou fretar um carro com motorista para o dia. A VALLE NEVADO E FARELLONES Para que arriscar com as curvas e, na temporada, com o gelo, se não falta quem leve à montanha? Você tem duas opções: pegar um passeio guiado, como os da TurisTour, a 29.000 pesos/58 dólares por pessoa (veja relato aqui), ou contratar apenas o transporte com empresas como a Skitotal, a 10.000 pesos/20 dólares por pessoa, saindo do shopping Omni na av. Apoquindo, ou 20.000 pesos/40 dólares por pessoa, saindo do seu hotel. A PORTILLO O caracol final até o topo dos Andes é um deslumbre, mas tem certeza de que você precisa fazer ida e volta dirigindo? Novamente, há passeios organizados (o da TurisTour custa 59.000 pesos/118 dólares por pessoa) e também trânsfers ida/volta (o da SkiTotal sai 20.000 pesos/40 dólares por pessoa, saindo do shopping Omni na av. Apoquindo às quartas e sábados na temporada). Querendo um serviço mais exclusivo, parando pelo caminho quando e onde você decidir, então negocie um passeio com operadores de trânsfer como a Transvip.
  5. Olá pessoal! O que irei compartilhar com vocês foi uma compilação bastante abrangente de informações sobre todos os pontos turísticos das cidades que visitei no Japão em pouco mais de 2 semanas: Hiroshima, Miyajima, Himeji, Kyoto, Nara, Osaka, Kamakura, Enoshima, Tokyo, Nikko, Yokohama . As informações foram extraídas aqui do site e também de muitos blogs. Aproveitem! Hiroshima Como chegar a Hiroshima de trem Bala? Tempo de viagem (trem do tipo Hikari):Tóquio – Hiroshima: 5 horas (com troca de trem em Shin-Osaka). Chegando na estação de Hiroshima, pegue seu mapinha grátis no centro de informações ao turista. Como chegar ao memorial da paz? De bondinho elétrico “Dentetsu” /Hiroden (sentido MiyajimaGuchi ou Eba ) desça em Genbakudomu-mae. · Passagem: 260 yens · Frequência dos trens: 9 minutos · Duração da viagem: 22 minutos O que fazer em Hiroshima: Visitar o Parque da Paz: Construído sobre as ruínas do antigo centro comercial e político de Hiroshima, o parque da paz é uma área verde bem gostosa repleta de monumentos cheios de significado. A dica é dar uma volta despretensiosa pelo parque e em seguida visitar o museu. Aí vão algumas das principais paradas: GenbakuDomu: O GenbakuDomu ou atomicBomb Dome, a sede da antiga prefeitura de Hiroshima, um dos poucos edifícios que sobreviveram a explosão da bomba e foi a única estrutura preservada em memória do ocorrido. O domo cinzento destoa bastante do verde ao seu redor e se tornou um dos cartões postais da cidade. Para os curiosos de plantão: O GenbakuDomu está a 160 metros do epicentro da explosão. The BombCenotaph: O parque da Paz de Hiroshima tem alguns monumentos em homenagem as vítimas bomba atômica, um desses monumentos é o Mausoléu (The BombCenotaph), uma bonita escultura de formas arredondadas, lá estão os nomes de cada uma das pessoas que faleceram durante a tragédia. Chamas da Paz e Memorial das crianças: Ali pertinho estão as Chamas da paz, uma tocha que permanecerá acessa até que todas as armas nucleares do planeta sejam destruídas, e o Memorial das crianças uma homenagem aos pequenos que foram mobilizados para destruir as casas de madeira e assim reduzir a propagação dos incêndios. Muitas dessas crianças acabaram mortas durante os bombardeios. Sino da Paz: O Parque da Paz de Hiroshima tem 3 sinos, o mais conhecido deles fica pertinho do monumento as crianças e tem o desenho de um mapa mundo com o símbolo atômico no meio. Os visitantes são incentivados a tocar esse sino – que pode ser ouvido de bem, longe – e assim propagar a lição de paz. Childrens Peace Memorial (Memorial da paz infantil): inspirado na triste história da menina Sadako, que foi exposta a radiação nuclear da bomba quando tinha apenas dois anos de idade, e desenvolveu leucemia aos 10 ano.Sadako acreditava que se dobrasse 1000 passarinhos japoneses – os Tsurus – que são símbolo da felicidade e longevidade, ela ficaria curada. Pouco tempo depois e cerca de 600 passarinhos dobrados, a criança faleceu. Seus amigos de classe continuaram a dobrar os passarinhos e comoveram diversas escolas ao redor do Japão e de mais 9 países a doar fundos para a construção de um memorial em homenagem a Sadako e a todas as crianças que faleceram por causa da bomba. O monumento tem três crianças, uma no topo segurando um enorme tsuru e ao lado um menino e uma menina parecem dançar em volta da cápsula: lindo, triste e tocante.E como o costume de dobrar Tsurus pela paz mundial pegou, ao lado do monumento há uma espécie de exposição com milhares de passarinhos de origami que são trazidos ou enviados a Hiroshima por crianças e adultos do mundo todo. Quem quiser pode levar a sua doação de passarinhos dobrados deixando seu nome, país e quantidade de passarinhos dobrados. Visitar o Museu da Bomba Atômica ( Hiroshima Peace Memorial Museum): Depois de passear pelo parque da paz, prepare-se para uma parte mais profunda do passeio: a visita ao Museu e memorial da paz de Hiroshima (Hiroshima Peace Memorial Museum) que é imperdível.A entrada dá direito a um áudio guia em português e a narração é excelente. A visita conta Tim tim por tim tim a história de Hiroshima antes durante e depois da bomba deixando um bonita mensagem de paz mundial no final. Uma visita bem tocante e que vai sem dúvida nenhuma mexer com seus sentimentos. O museu não tem tantas cenas fortes, pois o único fotografo contratado para fotografar os desastres ficou tão impressionado com o que viu que só conseguiu bater três fotos, porém tem muitos objetos que sobreviveram a explosão e que estão ali a mostrando um pouquinho do impacto da bomba.O museu também traça um panorama de onde estão as armas nucleares existentes no mundo e quais os perigos dessas armas. É uma visita densa, mas muito real e que te faz parar e pensar muito na vida, nas pessoas e nas guerras. Recomendo muito. · Horários de funcionamento: todos os dias 8:30 às 18:00. Bilheteria fecha 30 minutos antes · Passeio audio guiado em português · Ingresso: 200 Yens Conhecer o Castelo de Hiroshima: é uma réplica do Castelo destruído pela bomba atômica, ele se diferencia de outros castelos do Japão por estar construído no plano e não no alto de uma montanha. O castelo de 5 andares e vistas lindas da cidade.fica há 15 minutos de caminhada do parque da Paz. O Caminho é super gostoso e passa por esculturas interessantes.Se você já visitou outros castelos japoneses como Himeji ou Hikone, eu diria que não. Achei as vistas interessantes, mas o interior é bem sem graça. Agora se é sua única chance de visitar um castelo no Japão, talvez valha a pena sim. · Horários de funcionamento: o 9:00to 18:00 de março a novembro · Ingresso: 370 Yens (a entrada da parte exterior do castelo é grátis) Passear pelos jardins dos Shukkeien Garden: Para quem curte jardins japoneses, uma parada bacana é o Shukkeingarden, um jardim japonês bem tradicional com canteiros que representam montanhas, vales e florestas. O Jardim original data de 1620, mas o atual é uma reconstrução pós bomba atômica. · Horários de funcionamento: o 9:00to 18:00 de abril a setembro · Ingresso: 260 Yens (a entrada da parte exterior do castelo é grátis) O Museu da Mazda: foi fundada em Hiroshima em 1920, e a sede da companhia conta com um museu (aberto para visitas apenas com reservas antecipadas) bem interessante para quem curte carros e que mostra a história da marca, componentes de um carro, detalhes de uma linha de montagem e uma exibição com alguns dos carros mais legais da companhia. Os tour em inglês começam às 10:00am e duram uma hora. O que comer em Hiroshima Okonomiyaki: é uma espécie de uma panqueca bem recheada. O okonomiyake de Hiroshima geralmente vem com porções generosas de repolho e noodles por cima dos recheios que podem ser carne de porco, lula e até mesmo ostras ,cobertos por uma cama de vegetais, molho agridoce e lascas de bonito. Você pode provar um Okonomiyaki local nos restaurantes da estação de trem de Hiroshima no bairro de Okomimura (centro da cidade). Tsukemen: Noodles gelados com molho bem apimentado (você geralmente pode escolher a pimenta do nível 1-5). Os noodles são servidos com carne fatiada, ovos, alho poró e repolho. Miyajima Há pouco menos de 1 hora de Hiroshima, a ilha de Miyajima tem um dos templos mais lindos e mais fotografados do Japão (o ItsukushimaShrine), bambis que circulam livremente pela ilha, um distrito histórico repleto de lojinhas charmosas e restaurantes e o monte Misen com vistas lindas de toda a região. Mas para ver a ilha no auge da sua beleza a dica é ir durante a maré alta. Na noite anterior ao passeio vale consultar no google ou neste site o regime das marés e programar seu dia em função dee. Como chegar emMiyajima: Saindo da estação central de Hiroshima há duas maneiras de chegar em Miyajima: A) Bondinho (Dendetsu, chamado de Hiroden): Pegue um bonde da estação central de Hiroshima até o terminal de ferrys Miyajimaguchi (sentido MiyajimaGuchi ) · Passagem: 260 yens · Duração da viagem: 69 minutos · Frequência dos trens: 9 minutos b) Trem da linha JR: Ideal para quem tem o JR pass Pegue o trem JR – Linha: Sanyo Line sentido Iwakuni até a estação Miyajimaguchi . Para quem tem o JapanRailPass o JR vale mais a pena, pois além de ser mais rápido é grátis, a desvantagem é ter apenas um ou dois trens por hora :(. · Passagem: 410 yens | grátis com o JR Pass · Duração da viagem: 27 minutos · Frequência dos trens: 2 ou 3 por hora: dica – ao reservar seu lugar no trem bala para Hiroshima consulte e já case os horários com o JR. Chegando no terminal MiyajimaGuchi Chegando emMiyajimaGuchi há duas ou três empresas diferentes que operam serviços de Ferry entre Hiroshima e a ilha de Miyamija, uma dessas empresas faz parte do grupo JR e essa é grátis para quem tem o JR Pass. · Passagem: 180 yens | Crianças 90 Yens | Grátis com o JR Pass · Duração da viagem: 10 minutos · Frequência dos Ferrys: 10 minutos O que fazer em Miyajima – sugestão de roteiro Tirar fotos ainda do ferry: O passeio começa no Ferry quando o lindo tori flutuante vermelho é avistado. Começa então o festival de fotos. Interagir e fotografar os veados: Chegando na ilha, mais uma grata surpresa bambis e mais bambis livres, leves e soltos complementam o cenário. Um show! Visitar Itsuku-shimaJinja: A primeira parada do dia é o Itsuku-shimaJinja, o templo que deu nome a ilha. Construído no ano de 1168 e é uma espécie de um deck que passa mais de metade do ano cercado por água formando um bonito contraste entre água, templo e a floresta nos fundos.A primeira parte da visita é feita por terra firme e conta com a companhia de muitas lindas lanternas de pedra, a segunda parte é a visita interna. o templo é todo vermelho e decorado com bonitas lanternas. Um belo convite aos fotógrafos de plantão.Caminhando pelo deck, você chegará ao local com a melhor vista do grande portal que você já avistou do mar, um verdadeiro charme. Passear pelas ruas estreitas e lojinhas fofas do centrinho de Miyajima: Saindo do templo, é hora de caminhar pelas ruazinhas estreitas e visitar as mil lojinhas fofas que vendem lembrancinhas, comidinhas e enfim… Aproveitar um pouco o clima super especial do lugar.De uma volta pela ilha passando por outros templos como o Senjo-Kaku, facilmente reconhecido por sua enorme torre vermelha a Goju – no – topagoda construída em 1407 em uma mistura de arquitetura chinesa e Japonesa. Para quem quer interagir um pouco com os bambis, há um tipo de sembei (biscoito) especial para bambi que é vendido por lá. Os bambis são meio gulosos e reconhecem o biscoito de longe, portanto a dica é não se apavorar e evitar aqueles de chifre grande. E caso você tenha papeis ou mapas na mão, deixe isso bem longe do Bambi ou ele também comerá.Para quem tem mais tempo, um passeio ao monte Misen, um prato cheio para quem gosta de andar e ser recompensado com um bela vista no final. E para os que compartilham da teoria que subida é duro, mas descida todo santo ajuda, suba de teleférico e volte a pé.Quem tiver a chance de subir além de mais bambis encontrará alguns macacos e em um templo lá no alto, umas das relíquias do budismo: O pote gigante, usado pelo santo Budista Kobo-Daishi entre 774 AC e 835 AC. HIMEJI Himeji é uma pacata cidade ao sul do Japão que poderia passar em branco se não fosse o imponente Castelo de Himeji. Ele é formado por um complexo de 82 prédios de madeira maravilhosamente pintados de branco que se destacam no alto de uma colina. Sua beleza é indescritível e sua importância histórica maior ainda. Considerado como um Tesouro Nacional do Japão, ele é o castelo mais visitado do país. Foi classificado pela UNESCO, em 1993, como Patrimônio Mundial da Humanidade. O castelo foi construído em 1333, durante a Era Nanboku-cho do Período Muromachi com uma arquitetura com características de defesa. Ao longo de séculos foi sendo modificado, conforme mudava de mãos. Em 1580, ToyotomiHideyoshi passou a controlar o castelo que estava quase abandonado. Em 1601, passou para as mãos de Ikeda Terumasa. Ele iniciou um projeto de expansão que deu ao castelo as formas que apresenta atualmente. Tem 21 portões, altas fundações de pedra, muralhas de proteção, janelas muito estreitas, passagens labirínticas até a entrada principal do castelo e buracos nas paredes para posicionar armas. Em 1868, o governo do Japão sob as ordens dos descendentes de Ikeda Teramusa expulsou os ocupantes e tomou posse. Mas, alguns anos depois o complexo foi abandonado. Durante a Segunda Guerra Mundial quando a cidade foi bombardeada, o castelo milagrosamente sobreviveu sem grandes danos e logo começou a ser restaurado. Sorte a nossa que agora podemos visitar essa obra histórica tão bem preservada. O castelo é belíssimo. Já serviu como cenário para James Bond no filme protagonizado por Sean Connery “Você só vive duas vezes”; em dois filmes de Akira Kurosawa, “Ran” e “Kagemusha” e mais recentemente em “O último Samurai” protagonizado por Tom Cruise.De trem-bala Shinkansen, de Hiroshima até Himeji se chega em pouco mais de uma hora. Das outras cidades, a distância é menor. De Osaka ou Kobe são apenas 30 minutos. De Kyoto são 50 minutos. Quando o trem para na pequenina cidade, basta dar alguns passos até a alameda principal que é pontilhada por pequenas estátuas e lá no fundo, o castelo pode ser avistado. Dá para ir andando em 15 minutos.Ao lado da estação de trem fica o Shopping Piole. Ele tem um Starbucks com janelões de vidro no 3o andar que dão um super visual da alameda principal com o castelo ao fundo. O castelo pode ser visitado em duas ou três horas, depois vá até o jardim Koko-en que fica ao lado e aproveite para almoçar nas redondezas. O ingresso combinado castelo + jardim custa 1.040 iens. Só castelo custa 1.000 iens. Kyoto · Dia 1: FushiminiInari + Higashiyama (Kyomizudera e arredores) · Dia 2: De Shijo ao Ginkakuji · Dia 3: Norte de Kyoto: Kinkakuji (templo de ouro) e Arashiyama · Dia 4: Nara e Osaka Chegada em Kioto:Estação de Quioto: a moderna estação da cidade é onde chegam os shinkansens (trens bala), trens locais, metrô, é o ponto de partida de diversas linhas de ônibus, tem muitas opções de restaurantes e lojas (uma Isetan imensa ocupa vários andares) piso dos restaurantes, conhecer o incrível supermercado japonês (que fica dentro da loja de departamento Isetan) e percorrer a skywalk. Ao redor, muitos hotéis, pousadas, mais comércio. Ainda na estação, vale a pena passar pelo centro de informações turísticas e pegar um mapinha da cidade e um jornalzinho – em inglês – que indica os principais eventos e acontecimentos do período. Dia 1: Kyomizu dera e arredores | Explorando Higashiyama · Fushimi-Inari · Kyomizu Dera · Templos e vielinhas de Higashiyama · Jardins Maruyama · Templo Yasaka · Chio-in · Shoren-in · Noite no Gyon FushimiInari: um mundo de toris vermelhos: (JR InariStation)Começaremos o dia no templo Fushimi- Inari, um conjunto de mais de 2000 Toris vermelhos que sobe as montanhas de Fushimi. A volta ao templo completo leva cerca de 2 horas mas com uns 30 minutos de caminhada já dá para ter uma visão bem interessante. O FushimiInari é um templo dedicado ao Deus Inari, o Deus Shintoista do arroz, e as raposas que você verá no passeio são as mensageiras desse Deus. Quem se animar, pode subir até o topo ou somente até a intersecção Yotsutsuji para ver uma vista do skyline de Quioto, Cuidado: a parte alta do templo é um loop, se você não prestar atenção, passará horas caminhando em círculo. temploKyomizu Dera: Terminado o passeio, pegue a linha de trem Keihan e desça na estação KiomizuGojo. Pra quem estiver perto da Estação Kyoto, os ônibus 100 ou 206 também são boas alternativas.De lá, caminhe ladeira acima rumo ao templo Kiomizu Dera (aberto das 6:00 às 18:00 | Entrada 300 Yens). Existem duas possibilidades de caminho: seguir pela rua principal experimentando docinhos tradicionais (pouco doces para o paladar Brasileiro, mas bem diferentes) e visitando as lojinhas fofas repletas de lembrancinhas típicas, ou brincar de se perder pelas ruas paralelas (bem mais vazias). Numa dessas paralelas, há templos menores, e um grande cemitério. Ambos os caminhos são interessantes e bem bonitos. Terminada a subida, repare nos dois leões sorridentes na entrada do templo, que depois dessa última escadaria, é tudo reto! REFORMA: Atualmente a entrada principal e alguns prédios laterais do Kyomizu estão em reforma, prejudica um pouco a visita! O Kyomizu Dera é uma estrutura de mais de 400 anos de idade, construída sem usar um único prego. O templo ganhou esse nome em homenagem a cachoeira que corria nesse local. E falando em água sagrada, você ainda pode beber um golinho dela direto da fonte do templo que fica na parte de baixo. A pequena cachoeira Otowa tem três tipos de água e cada uma te dá um benefício diferente: Vida longa, Sucesso na escola ou trabalho e uma vida amorosa de sucesso. Atenção, só não vale beber das três águas porque o efeito pode ser revesso. Os japoneses bebem uma ou no máximo duas águas diferentes. Para beber a água, fique na fila e pegue emprestado um pauzinho com caneca de metal (devidamente esterilizada após cada uso) ou compre uma das carequinhas de plástico com o nome do templo vendidas no local. De volta ao templo principal, O Kyomizu combina uma estrutura de madeira MUITO linda com algumas vistas super especiais de Kyoto. O templo é bonito o ano todo, mas fica ainda mais especial na primavera, decorado pelas flores de cerejeira, e no Outono, quando as árvores ganham tons vermelhos e amarelados e tudo fica muito especial. No inverno, prepare-se para um frio do cão e árvores peladas, e no verão leve seu leque para disfarçar o calor e a umidade. As árvores estarão verdinhas. JishuShrine: o templo do amor: Outro pedacinho do Kyomizu que faz mais sucesso é o JishuShrine, um templo dedicado a divindade do amor. O templo é bem fofo e tem duas pedras no chão, a graça é percorrer o caminho entre as duas de olhos vendados dizem que quem consegue realizar essa façanha encontrará o amor da sua vida em breve! Arredores do Kyomizu Dera: Terminada a visita ao templo, desça pela entrada principal e um pouquinho antes da bifurcação, vire numa pequena escadinha, a Sannenzaka, de costas para o templo, do lado direito (essa escadinha tem uma vista para a torre de madeira de um templo menorzinho).Esse é um pedacinho SUPER especial de Kyoto, e a graça é se perder pelas pequenas vielas, descobrir jardins escondidos, pequenos templos, lojas fofísimas – e se o budget permitir, faça um passeio de Risha (que é super tradicional e bem especial). Não farei um roteiro para esse pedaço, porque a graça é exatamente não saber bem por onde ir, mas te deixo alguns dicas especiais: Visite o RyōzenKannon, um memorial de guerra que tem o formato de um grande Buda sentado, um lugar super bonito e que rende fotos bem especiais. Outro templo que vale a parada é o Kodai-ji um templo super lindo que tem desenhos em pedrinhas impressionantes e um pequeno bosque de Bamboo super fotogênico. O Kodai-ji não é tão famoso entre os estrangeiros e por isso é mais vazio que os templos principais de Kioto. O Templo Yasaka e os Jardins Maruyama: Depois de visitar os templos e passear pelas ruas lindas de um dos pedaços mais interessantes de Kyoto, siga até o Maruyama Park, esse parque marca a divisa entre Higashiyama (o bairro que você acabou de visitar) e o Gyon (bairro bôemio de Kyoto, e famoso por suas Gueishas e Maikos) o parque é um dos lugares mais lindos para ver a floração das cerejeiras. A maior árvore de todas, uma cerejeira gigante conhecida como (shidarezakura) fica no centro do parque e ganha iluminação especial durante a floração das cerejeiras.Adjacente ao Maruyama Park, há um templo chamado de Yasaka Jinga, é aqui que as Gueishas do Gyon vem fazer suas orações. O Yasaka fica particularmente cheio em meados de julho quando sedia o maior e mais famoso festival de Kyoto: O GyonMatsuri. [A caminhada total é de 2 Km] - Parque Maruyama(ônibus 100 ou 206 até a parada Gion): é o parque mais popular de Quioto (leia-se mais cheio) para ver as cerejeiras em flor, fica cheio de stands de comida e gente fazendo os picnics embaixo das árvores floridas (hanami). A árvore símbolo do parque é essa da foto, uma cerejeira-chorona, que fica iluminada a noite. É bonito, mas realmente estava superlotado. Grátis. O parque Maruyama fica lindo (e cheio!) na época da floração das cerejeiras - Templo Yasaka(ônibus 100 ou 206 até a parada Gion): também conhecido como templo Gion, é um dos mais visitados da cidade e tem o festival (matsuri) mais conhecido do país, em julho (tem atividades durante o mês inteiro, mas no dia 17 de julho tem a procissão mais importante, veja mais informações sobre o festival aqui). Foi fundado em 656, e no Ano Novo milhares de pessoas vem até o templo pedir saúde no ano que se inicia. Bem no meio do complexo fica um palco cheio de lanternas onde acontecem apresentações de dança e música (nós assistimos a algumas). Grátis.tem apresentações de música e dança em certos dias (fomos num domingo) Saindo do Kiyomizu-dera, o objetivo é chegar no Santuário Yasaka-jinja, e para isso, recomendo ir bem devagar e aproveitando cada pedacinho da ruazinha San-nen-zaka e suas adjacentes. Não busque por um roteiro estático, siga sem rumo, indo e voltando, conforme o instinto mandar, pra mim, esse caminho foi um dos pontos altos de Quioto… há vários templos, casas tradicionais (restaurantes), restaurantes e lojinhas nessa parte do passeio. Chio-in: o templo do filme ” O último Samurai”: Cruze o parque todo, visite o YasakaJinja, e saia pelo outro lado. Você estará na frente do templo Chio-in foi nessa escadaria linda que um trechinho do filme “O último Samurai foi filmado. O templo é super bonito, mas como o principal prédio está completamente fechado para reforma até 2019, não recomendo a visita. Mas, fica seu critério. Lá em cima há um conjunto de jardins bonitos (entrada paga), um sino gigantesco e alguns prédios interessantes. esse é o principal templo do Budismo Jodo, que é um dos mais populares no Japão. Shoren-in: um dos jardins mais lindos de Kyoto: Ao lado do Chio-in há um templo pequenino, porém muito especial, o Shoren-in (entrada 500 yens). Esse templo faz parte de um tipo de budismo chamado Tendai, e é um dos poucos monzekis de Kyoto, ou seja, templos cujo celebrante principal é membro da família real. A entrada modesta do templo, esconde um dos jardins mais bonitos de Kyoto, e que poderá ser admirado do próprio templo quando as portas de papel estiverem abertas. A graça porém, é percorrer cada cantinho do jardim, do lago ao pequeno bosque de bambu. Tudo muito lindo. Noite no Gion: sua chance de ver uma gueixa de verdade: Termine o dia explorando as vielinhas do Gion, um dos bairros mais tradicionais de Kyoto, e que merece ser visitado tanto de dia quanto de noite. De dia, a graça é caminhar pelas vielinhas e fotografar prédios históricos. A noite, o bairro fica todo iluminado e sua chance de encontrar gueixas caminhando entre uma casa de chá e outra, é bem grande. Os lugares mais fofos do Gyon são o canal Shirakawa e as ruas Hanami-koji. Com sorte você encontrará uma gueixa passeando com um cliente ou andando entre uma casa de chá e outra. Jante por ali mesmo, ou vá para a deliciosa Pontocho-dori, a antiga “rua da luz vermelha em Quioto” e que hoje, está cheia de restaurantes e bares para o deleite dos turistas. Gion (ônibus 46, 201, 203 ou 207 para Gion): entre o rio Kamo e Higahiyama, é o distrito das gueixas de Quioto, cheio de casas de chá, pousadas, restaurantes, teatro, karaokê, a maioria muito chique e privada, onde os turistas não tem vez. Na área nordeste de Gion estão os bares e karaokês mais turísticos e baratos. Vale a pena andar por Gion, principalmente lá pelas 18h, quando as gueixas estão chegando para trabalhar nas ochayas (que são as casas de chá exclusivas, onde só se entra por indicação e os clientes tem contas mensais). Dia 2: Mercado Nishiki, HeianJingu, Nanzenji e região do Ginkaku-ji: · Mercado Nishiki · Ponte de Sanjo · HeianJingu · NanzenJi · Caminho do Filósofo · Ginkaku-Ji · Noite em Pontocho Mercado Nishiki: Começaremos o nosso dia no mercado Nishiki, a estação de Keihan mais próxima é a “Gion-Shijo”. Comece cruzando o rio Kamo, um rio de águas rasas e transparentes que é um dos símbolos da cidade. O Kamokawa já foi eternizado em vários romances e canções e é um dos queridinhos dos habitantes de Kioto. A ponte de Shijo é a quarta ponte do rio, não tão famosa quanto a “Sanjo” que cruzaremos na saída do mercado, mas rende belas fotos. Aqui você verá várias lojinhas de vegetais, peixes e até comidinhas prontas como sushis. Algumas bancas vão te dar amostras das comidas para provar. O mercado é colorido, apertado e bem legal para fotografar. Paralelo ao mercado de comida há uma série de outras ruas cobertas – os japoneses chamam essas ruas de “shopping street” – que vendem produtos diversos, lembrancinhas, produtos típicos e muito mais. Vale a pena brincar de ser perder um pouco pela região seguindo na direção de Sanjo. Passadinha rápida por Pontocho: outro distrito de gueixas: Cruzando a ponte você verá uma rua bem estreita, essa é Pontocho, o segundo distrito de Gueixas mais famoso de Kioto, um lugar com vários restaurantes e barzinhos especialmente gostosos durante o verão, minha dica é reservar lugar em uma dessas varandas com vista para o rio e passar a noite ali. Se quiser dê uma voltinha por Pontocho (que rende fotos interessantes) mas volte para a rua principal. A ponte de Sanjo e o teatro de Kabuki: Das pontes do Rio Kamo, Sanjo é a mais famosa, ela conecta os dois distritos de gueixas mais famosos de KiotoGion e Pontocho. Ao cruzar a ponte você provavelmente verá uma movimentação interessante de estudantes com uniformes, monges rezando e muita gente jovem. Do outro lado do rio está o teatro de Kabuki de Kioto, e caso seja temporada, ele estará enfeitado e coberto de plaquinhas de madeira. (Note que a rua Sanjo termina no templo Yanaka, que visitamos no roteiro de ontem) HeianJingu: Templo Heian (ônibus 5 ou 100 para Kyoto KaikanBijutsukan-mae): Siga caminhando pelas margens do Rio Kamo até a próxima ponte “Nijo”, vire a direita e siga caminhando até o Tori gigante que marca a entrada do HeianJingu. Este é o maior “portal” (ou Tori) de Kyoto e rende fotos lindas. Note que nesta região está o centro de Crafts de Kioto (uma loja legal para comprar coisa típicas, porém cara) Um dos templos mais novos da cidade, tendo sido construído em 1895, na ocasião do 1100o aniversário de Quioto. O jardim na parte de trás do templo é lindo: tem cerejeiras choronas muito bonitas, lagos com caminhos de pedra por dentro d’água e uma ponte coberta chinesa. Na entrada do templo, o rio tem as suas margens tomadas por cerejeiras dos dois lados. A entrada no templo é grátis, mas o jardim é pago, custa 600 ienes por pessoa. O Templo ShintoistaHeiané uma homenagem ao primeiro e ao último imperador que reinaram o Japão desde a cidade de Kioto, o imperador Kammu (737-806) e o Imperador Komei (1831-1867). Heian é o antigo nome de Kioto e o templo é uma miniatura – em escala reduzida – do que um dia foi o palácio imperial de Kioto.Diferente da maior parte dos templos da cidade, o HeianJingu é um templo colorido, com detalhes vermelho intenso e telhadinhos fotogênicos verdes. A entrada no templo é grátis mas o jardim é pago. O Heian tem um pátio enorme com duas fontes que eu adoro, uma em formato de tigre e outra em formato de dragão.O jardim tem uma espécie de cerejeira que costuma florescer um pouco depois das cerejeiras de Kioto, ou seja, pra quem chegar na cidade atrasado, taí a chance de ver algo florido (lembre-se que o auge da floração dura pouco mais de uma semana). Além das cerejeiras o jardim tem muitas flores bonitas e um lago japonês. Nanzenji: Dali caminharemos até o complexo de templos Nanzenji, o espaço é lindo e por mais que você já esteja um pouco cansado de templos vale passear por lá.O Nanzenji foi construído pelo imperador Kameyama para ser uma vila de aposentadoria e anos depois foi convertido em escola de budismo e um dos templos Zen mais importantes do Japão. Esse é um lugar legal para embarcar num passeio de Richshaw (carrinho típico japonês – o passeio de 30 minutos custa por volta de 40 dólares por pessoa e é uma experiência que eu amo e recomendo, tanto pelas fotos quanto pela experiência de andar num treco hiper tradicional. Repare como os motoristas puxam os carrinhos correndo!) e para passear pelos jardins (repare que lindo o aqueduto que antigamente trazia águas do Biwako em Shiga até Kyoto).Caso você queira entrar nos templos, tenho duas recomendações: A) Sanmon Gate: o principal portão do templo está aberto a visitas e a graça aqui é poder subir (coisa rara nesses portões antigões) e ter uma visão panorâmica de todo o complexo. · Aberto das 8:40to 17:00 · Entrada: 500 Yens B) Hojo: Principal edifício do complexo. Tem paredes de papel com pinturas antigas lindas de tigre e um jardim de pedras HIPER fotogênico. (Reza a lenda que as pedras tem um formato que lembra um tigre mãe com seus filhotes. Eu não consegui achar nem tigre e nem filhotes.) Vale falar que este jardim tem o MESMO estilo do Ryoanji no norte de Kioto só que é bem menos popular, e portanto menos lotado. Ótima alternativa para a alta temporada. · Aberto das 8:40to 17:00 · Entrada: 500 Yens Caminho do Filósofo: (Tetsugaku-no-michi) (do templo Ginkaku-ji até o templo Eikando): um caminho de pedra às margens de um rio, margeado por centenas de cerejeiras, lojas, cafés e restaurantes, e entradas para templos menores. O caminho completo tem 2km. Eu andaria só um trecho e pegaria algum outro transporte até o templo Heian, ou então, até o Parque Maruyama. Esse caminho fica absolutamente MARAVILHOSO durante a floração das cerejeiras, mas durante o resto do ano, é apenas outro trechinho fofo de Kioto.Reza a lenda que o caminho ganhou este nome por inspirar um grupo de pensadores que ganhou um prêmio Nobel. São cerca de 2 Km de caminhada pelo canal até a entrada o Gikaku-ji, também conhecido como pavilhão de prata. No caminho você passará por lojinhas, restaurantes e alguns outros templos, o mais famoso deles é o Eikando, um dos melhores lugares de Quioto para ver as cores do outono. começando pelo templo Nanzen-ji. Se resolver chegar a pé, prefira fugir das ruas principais e siga pela rua jingu-michi, passando ao lado dos templos Chi on-in e Shore-in, por exemplo… do contrário, é possível chegar de metro pela linha Tozai, parada Kaege. E o caminho termina no aconchegante Templo Ginkaku-ji, Não esqueça que o horário de visita termina 17hs, dessa forma se programe para chegar lá antes disso. Dica: A Quioto que queremos encontrar, geralmente está nas ruas pequenas, paralelas e bem longe das avenidas principais que perderam caracter. Templo Chion-in (ônibus 206 até Chionin-mae): é o templo-sede de um dos sectos de Budismo mais populares do Japão, e tem o maior portal de madeira do país, com 50 metros de comprimento e 24 metros de altura. Foi construído nos idos de 1600. Grátis. Tem um jardim tradicional e a casa do religioso que você pode visitar por 500 ienes. O templo Chion-in, o mais importante templo Budista japonês de Quioto, fica perto do parque Maruyama Ginkaku-Ji Templo Ginkaku-ji (ônibus 5, 17 ou 100 para Ginkakuji-mae): o templo Zen Budista que teria uma cobetura de prata, similar a cobertura de ouro do Kinkaku-ji, ficou inacabado por conta de uma guerra, mas ganhou esse nome por nas noites de lua cheia ganhar tonalidades prateadas.. O templo é famoso pelos seus jardins (incluindo um jardim de areia e um jardim de musgo), e também pelo papel que teve no desenvolvimento da cerimônia do chá, arranjos florais, caligrafia e teatro Noh. A entrada custa 500 ienes por pessoa. O templo tem um jardim de areias impecável e hiper diferente, e uma coleção de musgos diversos. Não deixe de subir até a parte mais alta do jardim para ter uma visão completa do espaço.Apesar de hiper turístico – esse é um dos 5 templos mais visitados da cidade. · Horários de abertura: 8:30 – 17:00 · Entrada: 500 Yens Distrito Higashiyama(ônibus 100 ou 206 na direção do templo Kiyomizudera): um distrito histórico de ruazinhas estreitas que vai do templo Yasaka até os arredores do templo Kyomizu-dera, cheio de lojas, restaurantes e cafés. O distrito Higashiyama e a pagodaYasaka, no caminho para o templo Kyomizu-dera Templo Kiyomizu-dera (ônibus 100 ou 206 para Kiyomizu-michi): é o templo mais importante e famoso de Quioto, de pé por mais de mil anos, e atrai gente de todas as religiões que bebem a água da sua fonte sagrada (o nome significa Templo da Água Pura). A varanda do templo principal (e alguns dos templos menores adjacentes) é toda de madeira usando apenas encaixes, sem pregos. O complexo tem ainda outros templos menores, pagodas, e é um ótimo lugar para ver cerejeiras em flor e as cores de outono. Imperdível. Se você só tem 1 dia em Quioto, veja os templos Kyomizu-dera e o Kinkaku-ji. A entrada custa 300 ienes por pessoa. Comece o dia cedinho e siga para o templo Kiyomizu-dera, mas prefira o caminho alternativo, que passa pelo cemitério, que além da vista da cidade e da montanha, ela é mais tranquila e sem tumulto.Dentro da parte paga do templo, além da caminhada para ver a vista de Quioto, para aqueles que curtem uma historinha de amor, não deixe de visitar o Santuário Jishu, dedicado ao deus Ōkuninushi, o tal “cupido japones”. O “ritual das pedras” foi o mais engraçado e funciona assim, é preciso andar de uma pedra a outra com os olhos vendados (mais ou menos 50 metros), objetivo: garantir um amor! Noite em Pontocho: Minha sugestão para a noite de hoje é retornar para Shijo (ou Sanjo) e curtir a noite num dos restaurantes de frente para o rio Kamo em Pontocho. Ao caminhar pelas ruazinhas pode ser que você encontre uma gueixa trocando de casa de chá. Uma coisa engraçada de Pontocho é que algumas ruas adiante há um Red Light District(a prostituição é regulamentada e bem descarada no Japão), não é uma região perigosa, mas os homens serão abordados e convidados a entrar nos “bares” de forma pouco delicada. Acho que vale a pena dar um volta no distrito e ver de longe um pouquinho desse lado “menos belo do Japão. (Tóquio, Osaka e outras cidades maiores tem distritos de prostituição maiores que Kioto). Dia 3: Palácio Imperial & Norte de Kyoto · Palácio Imperial de Kyoto · Kinkaku-ji: o templo de ouro · Ryoanji: o jardim das pedras · Ninnaji: um dos meus templos preferidos · Arashiayama Palácio Imperial de Kyoto(Gosho): Para chegar lá pegue a linha de metrô Karasuma e desça na estação: Imadegawa. Atenção: Os tours no Palácio são controlados pela agência da casa imperial do Japão. Para visitá-lo, você precisa se inscrever com até três meses de antecedência nesse site (em inglês) – Quanto antes, maiores as suas chances de conseguir uma data bacana. Também dá para tentar na hora, no escritório de turismo pertinho do Palácio, mas é mais difícil. Os tours acontecem de segunda à sábado e são guiados em inglês ou japonês.A parte interna do Palácio é aberta ao público apenas 5 dias por ano. Nesses dias, não precisa de reserva é só aparecer. O palácio imperial e Kyoto é bonitinho e bem cuidado por fora, mas o legal mesmo é caminhar pela parte interna. Os jardins são lindos e os aposentos imperiais que até 1868 era usados pelos imperadores do Japão são bem especiais. O tour dura uma hora, e dá uma boa passada pela parte de fora dos prédios, o que já vale BEM a pena.Se você não teve tempo/ não conseguiu reservar, siga direto para o Norte de Kyoto. A parte de fora do jardim imperial de Kioto é bem menos interessante que Tóquio e sem o tour, eu não perderia meu precioso tempo na cidade alí não. Rumo ao norte de Kyoto Para chegar ao templo de ouro, nossa próxima parada do dia, você precisa pegar o ônibus 59 (veja direitinho aqui no mapa). Pros Kamikazes de plantão, dá para fazer o trecho a pé. É uma pernada boa de 4 Km. Sugiro que você veja esses 4 primeiros templos no mesmo dia, porque são relativamente perto uns dos outros (na ordem: Daitoku-ji, Kinkaku-ji, Ryoan-ji e Ninna-ji): Templo Daitoku-ji (ônibus 101, 205 ou 206, parando em Daitokuji-mae): um complexo de templos Zen Budistas bem grande, fundado em 1325, que ficou famoso pelas suas cerimônias do chá e jardins de pedra. 4 dos subtemplos tem jardins de pedra celebrados: o Daisen-in (que nós visitamos), o Koto-in, o Zuiho-in e o Ryogen-in. Vocês já devem ter visto aqueles jardins de pedra (ou areia) de mesa, que você fica criando desenhos e ondulações com um ancinho? São as mini-versões desses jardins em tamanho real. Achei bonitos os jardins de pedra do Daisen-in, são 4 jardins diferentes ao redor do templo. A entrada para o Daisen-in custa 400 ienes por pessoa. Pra cada um dos subtemplos você paga um preço separado. O complexo de templos Zen BudistasDaitoku-ji fica bem perto do Kinkaku-ji Templo Kinkaku-ji (o templo de ouro) (ônibus 101 ou 205, parando em Kinkaku-ji-michi): é um dos templos mais famosos de Quioto, até hoje me lembro da primeira vez que vi uma foto dele, em 1995, quando um conhecido voltou de uma viagem ao Japão e trouxe um postal com a foto do Kinkaku-ji. Achei maravilhoso o templo e o lugar, então quando estávamos planejando a nossa primeira viagem pro Japão ele era o primeiro templo da minha lista. É realmente lindo, o jardim ao redor idem, imperdível. Provei um tradicional matcha na casa de chá do jardim do templo, mas não gostei não (e olha que eu adoro chá verde). A entrada custa 400 ienes por pessoa. Kinkaku-ji: o templo de ouro(entrada 500 Yens), também conhecido como pavilhão dourado, ou templo de ouro, é um dos templos mais famosos de Kyoto. Ele serviu de vila para a aposentadoria do ShogunAshikaga Yoshimitsu, até 1408, e depois disso tornou-se um templo zen do tipo de Budismo Rinzai, e para nós turistas, é um dos principais pontos de Quioto. Os locais não são muito chegados ao Kinkaku-ji, eles acham o templo cheio de mais, mas assim que a primeira neve do ano caí, todo mundo voa para lá para tirar fotos caprichados do templo dourado (a parte de cima é toda coberta por folhas de ouro). A visita (sem pressa) pelo Kinkaku-ji e seus jardins leva em torno de 1:30 – 2:00. Se a fome apertar, procure um lugar na parte de fora do templo. Ryoan-ji: um dos jardins de pedra mais lindos do Japão(ônibus 59, parando em Ryoan-ji-mae ou JRBus, pra quem tem o JRPass): Nossa próxima parada é o Ryoan-ji, um dos jardins de pedra mais lindos do Japão (antes de visitá-lo dê uma olhadinha nas fotos e veja o que acha, então para não se frustrar, pesquisar). Antes de virar templo o Ryoan-ji era a Villa particular de algum cidadão rico, e desde 1450 passou a ser um templo do Budismo Rinzai.A entrada custa 500 ienes por pessoa.O jardim consiste de 15 pedras espalhadas, e da maneira que foi desenhada, permite que de qualquer ponto, o admirador consiga ver somente 14 pedras delas, diz a lenda, que somente os iluminadosconseguem ver as 15… Duas coisas que intrigam japoneses e visitantes há muitos anos são: Não se sabe ao certo quem e nem quando o jardim foi construído. Também pouco se sabe sob o que é o jardim de verdade, enquanto uns dizem que as pedras representam pequenas ilhas no oceano, outros acham que é um conceito abstrato ou o tradicional tigre carregando o filhote (algo bem comum no Japão). Enfim, deixo para você observar as 13 pedras do jardim (separem que a cada ângulos as pedras se escondem ou ganham um novo formato) e tirar sua própria conclusão. Ninna-ji: templo lindo e jardim perfeitinho (para chegar lá é preciso caminhar cerca de dez minutos ou pegar o ônibus 59) um templo que combina um jardim japa impecável, com uma pagoda de madeira linda com prédios interconectados – construídos no estilo colonial – e decorados com portas de papel pintadas super bonitas. Isso sem falar na sensação de paz. (OmuroStation ou uma caminhada de 10 minutos a partir do templo Ryoan-ki): um complexo de templos budistas primeiramente construído em 888 mas nenhuma das construções daquela época está de pé, as mais antigas atualmente são de 1600. O Goten, que era a residência do religioso em comando é a maior atração, e tem lindos jardins, incluindo um jardim de pedras e um lago. As cerejeiras nesse jardim são de uma variedade que floresce depois de todas as outras, então se você estiver visitando no final da época da floração, é um bom lugar pra ver as flores. Custa 500 ienes por pessoa para entrar nos templos, os jardins são gratuitos exceto na temporada das cerejeiras, quando a entrada nos jardins custa 500 ienes. Templo Shimogamo e Kamigamo (ônibus 46 ou 47 para Kamigano-jinga-mae e ônibus 4 ou 205 para Shimogano-jinga-mae): dois dos templos xintoístas mais antigos e importantes de Quioto, os templos Kamo foram fundados antes mesmo da cidade. A corte imperial usava os templos durante os muitos séculos em que Quioto foi a capital. No dia 15 de maio todos os anos acontece o AoiMatsuri, que é um festival com procissão que vai do Palácio Imperial até os templos, e tem ainda corridas de cavalo e competições de arco-e-flecha. Atenção: a distância entre os dois templos é de 3.5km! A entrada é gratuita. Templo Kozan-ji (JRBus para Takao, parando em Toganoo ou ônibus 8, parando em Takao): este templo na cidade de Takao, 50 minutos de ônibus de Quioto, foi construído pela primeira vez em 774 e tem o que é considerado o primeiro mangá japonês, uma sátira a vida dos nobres na corte do período Heian. É também o primeiro lugar onde foram cultivadas folhas de chá no Japão, e o local da plantação foi recentemente restaurado para visitação. É considerado um ótimo local para ver as folhas mudando de cor no outono. Pra visitar os jardins do templo, a entrada é grátis a não ser no outono, que custa 500 ienes por pessoa. Para ver o primeiro mangá, eles cobram 600 ienes por pessoa. O ônibus JR está incluído pra quem tem o JRPass. O ônibus 8 custa 500 ienes (cada trecho, ou seja, ida e volta: 1000 ienes). O caminho sugerido: começando pelo Ginkaku-ji, Caminho do Filósofo, templo Heian, Chion-in, parque Maruyama, templo Yasaka, caminhar pelo Higashiyama até o templo Kyomizu-dera. Se tiver tempo, faça os três primeiros em um dia, e comece pelo Chion-in e vá até o Kyomizu no dia seguinte. Para chegar emArashiyama pegue o trem “Kifuko Dentsu” na estação Omuro-NinnajiStation. Cerca de 7 minutos de caminhada até a estacão. Arashiyama: é uma cidade pequenina ao norte de Kyoto, um destino turístico particularmente popular durante a floração das cerejeiras e durante a mudança de cores do outono. A cidade é cortada pelo Rio Hozugawa e atravessa pela ponte de madeira Togetsukyo (um dos cartões postais de Kioto). A rua principal de Arashiyama está repleta de lojinhas fofas, cafés, e pequenos restaurantes. Em Arashiyama, vale a pena visitar o templo Tenryu-ji (8:30 – 17:00 | 500 Yens), a floresta de Bambus (que é hiper fotogênica), o parque do macacos “Monkey Park Iwatayama” (cerca de 10 minutos de caminhada da ponte, vistas bonitas da cidade | 9:00 – 17:00 | 550 Yens) e se quiser ir um pouco mais longe para ver uma rua antiga bem típica, rua “Saga-Toriimoto” é uma boa pedida. Descemos na estação JR de Arashiyama e seguimos andando até o Tempo Tenryuji, o mais importante da região, datado de 1339 e atualmente protegido pela UNESCO. Apesar do templo em si ter sido destruído várias vezes por fogo e guerras, o jardim continua o mesmo há mais de séculos quando foi desenhado por MusoSoseki. Saindo pelo lado norte do templo, você praticamente cairá no caminho dos bambuzais, apesar de não estar lotado, é quase impossível ter esse lugar só pra você. Nos perdendo um pouco pelo bairro, caimos nas margens do rio Hozu e ao longe vimos a famosa Ponte Togetsukyo, as montanhas e os barcos de pescadores, um tanto quanto bucólico o cenário. Foi nesse lugar que tive a melhor interação com locais da viagem, um grupo de crianças estavam dispostos a conversar e nos mostrar todo conhecimento de inglês que eles tinham; nos divertindo perguntando o nome de cada um, ouvindo nossos nomes sei lá quantas vezes e falando “how are you?”para pelo menos 30 estudantes (risos), todos eles entre 7 ou 8 anos…Você pode jantar em Arashiyama mesmo, ou se ainda não conheceu a estação de Kyoto, jantar por lá. Jantar na estação de Kyoto Se você ainda não conheceu a estação de Kyoto , tai a oportunidade de andar pelos prédios modernos, subir até o topo e ver a vista da cidade (que é bem pior que a da torre que fica em frente a estação, mas já tá valendo, não?!) e passear pelo Sky Walk, passarelas de vidro que cortam toda a estação. Para comer você poderá escolher entre os restaurantes mais pops que ficam no sétimo andar da loja de departamentos Isetan. Tem uma casa de Tempuras feitos na hora maravilhosos e uma casa de sushi caprichados para quem quiser provar algo diferente. Os restaurantes com melhor custo benefício ficam no subsolo da estação (tem MUITA coisa gostosa e bem acessível, e é só olhar para os pratinhos de mentira do lado de fora da vitrine para escolher algo que você goste), e para quem quer algo BEM barato e bem gostoso, minha dica é a praça de alimentação que fica no segundo (ou no terceiro subsolo) da Isetan. (Aproveite que você já está lá para visitar o supermercado japonês. Dicas para quem tem mais dias em Quioto e quer fugir do comum Castelo Nijo (ônibus 9, 50 ou 101): o castelo Nijo foi construído em 1603 como residência do shogunTokugawaIeyasu, e tem pinturas e trabalhos em madeira e ouro que não eram comuns aos castelos japoneses. O piso de madeira do castelo é chamado de “piso rouxinol”, e foi especialmente construído pra fazer barulho como se fosse um pássaro quando alguém caminha por ele, para assegurar a segurança do shogun (nada de assassinos andando silenciosamente pelo castelo!). São dos prédios principais, Ninomaru e Honmaru, e o Ninomaru é o que está sempre aberto para tours. O castelo é todo circundado por muralhas e fossos, os jardins ao redor do prédio são muito bonitos, tradicionais com lagos, pedras, e muitas cerejeiras, claro. Na época da floração eles abrem à noite com uma iluminação especial, espetacular. Não deixe de visitar o castelo em qualquer época. A entrada custa 600 ienes e tem audio-tours em inglês por mais 500 ienes. Pra ver o castelo a noite, você tem que sair quando ele fecha no horário diurno e pagar novamente a entrada quando ele reabrir no horário noturno. Visitamos o Castelo Nijo de dia e de noite, para ver as cerejeiras iluminadas, espetacular Templos Hongan-ji (Caminhada de 10-15 minutos a partir da Estação de Quioto): NishiHonganji e Higashi Honganji são dois templos budistas japoneses enormes perto do centro. NishiHoganji foi construído em 1591 e é atualmente Patrimônio da Humanidade por sua importância arquitetônica, objetos históricos, muitos trabalhos intrincados em madeira, um pavilhão de chá, um portal chinês decorado, entre outros pontos de interesse. Entrada grátis. Restaurantes em Quioto Fica aqui 4 sugestões de restaurantes testados e aprovados em Quioto; dois na região mais bacaninha para passear a noite, Pontocho, um na Kiyamachi Dori que durante o dia é muito linda e a noite vira o centro das boates (paralela a Pontocho) e um restaurante bem tradicional próximo ao Palácio Imperial. Ponto-choKappa Sushi 先斗町 [SUSHI] Ambiente moderno e com preço razoável (quando se leva em consideração a localização), tem opção de serviço a la carte (geralmente com menu fixo) na varanda a beira o rio Kamo ou no sushi bar. Nós preferimos o ambiente mais descontraído dos balcões, para ter a liberdade de pedir o que quiséssemos e termos a oportunidade de ver nosso chef fazendo tudo na nossa frente. O Kiko até arriscou um “chef surprise” e acabou pela primeira vez comendo camarão cru, quase mechendo (risos), pois o sushiman pescou no aquario e ali mesmo preparou o prato… eu não arrisquei, pois era muito fresco ! Foi bem bacana e tinha menu em inglês! Não tem taxa de serviço como é comum em alguns restaurantes no Japão, porém eles podem servir entradinhas com “taxa extra” e você pode recusar se preferir [PONTOCHO] 160 Matsumotocho, Nakagyo-ku, Kyoto, Kyoto Prefecture 604-0982, Japan | Aberto somente para jantar | Localizado bem no meio do Ponto-cho, se estiver caminhando para o norte, fica antes da pracinha. | Fone +81 075-213-4777 HonkeOwariya[SOBA & UDON – MACARRAO JAPONES] Quando descobri que existia um restaurante com mais de 530 anos de história e que vários imperadores já se deliciaram com ele, não consegui resistir! Sei que parece um tanto quanto turístico, mas decidimos experimentar. Como adoro as sopas de macarrão japones com camarão e vegetais de tempura, não foi nenhum sacrificio e o almoço foi aprovadíssimo. Meu tipo favorito de macarrão (noodle) é o Udon, feito com farinha branca e de consistência mais molinha que o spaguetti, e a outra opção é o Soba, feito de trigo-sarraceno (não me pergunte o que é isso, ok? Em inglês chama-se buckwheatflour). Lembre-se que os noodles podem ser quentes ou frios, dessa forma leia direitinho qual você vai pedir… e não deixe de comer as bolachinhas que eles servem de entrada, são deliciosas e se quiser pode comprar mais na saida pra levar de souvenir. Há três restaurantes na cidade, mas tem que ir no original para entrar no clima, não é mesmo? Você pode sentar nas mesas tradicionais no primeiro andar, ou pedir mesas com cadeiras não menos charmosas, porém mais confortáveis para nossas bundinhas ocidentais. [Estação KARASUMA-OIKE] 322 Kurumayacho-Nijyo, Nakagyo-ku, Kyoto, 604-0841 (5 minutos andando ao sul do palácio imperial, siga o mapa do website para não se perder e encontrar o restaurante facilmente; “mainrestaurant” – clique aqui) | Fone +81 075-231-3446 | Aberto até as 19h IssianPontocho[ISHIYAKI]: Eles servem Ishiyaki, carnes e legumes feitos na chapa de pedra, e no caso desse restaurante, o cozimento acontece na sua própria mesa. Esse restaurante está no topo da lista de recomendações do tripadvisor e diante disso, nós resolvemos experimentar. A comida é gostosa e de qualidade, o ambiente é aconchegante (apesar dos fumantes infernais), os garçons e o chef falam bem inglês e o preço é bem apimentado (risos). O grande diferencial, é o atendimento, que será igual e melhor daquilo que estamos acostumados nos EUA/Camadá e exatamente por esse motivo, deixa de ser autêntico e passa a ser um lugar confortável, sem stress com a lingua e fácil de gostar para os padrões ocidentais de viajante. Depois de alguns dias no Japão nos divertindo com a comunicação nos restaurantes, confesso que não reclamei e a experiência foi muito positiva (especialmente depois de alguns copos de sake), mas para quem tiver somente uma noite em Quioto, eu aconselho algo mais com cara de Japão. Nós não conseguimos sentar no balcão em frente ao chef Ken, mas as mesas individuais também foram bacanas. [PONTOCHO] 178-3-1 zaimokucho, nakagyo-ku,, Kyoto-shi, Kyoto, Japan 604-8017 | Ph: +81 75-254-8568 | Website | Quando fomos, o endereço que aparece no google estava errado, para te ajudar, o restaurante fica numa das ruelas ao norte da Pontocho, um pouco pra cima do parquinho – guarde esse símbolo ao lado para lembrar do logo do restaurante) Chiba NikuNabe: não tenho a menor ideia do nome desse restaurante que paramos na nossa primeira noite em Kyoto – Graças ao nosso amigo Fernando, residente de Toquio, conseguimos o nome do restaurante que nos atraiu pela foto da vaquinha com coração (veja a foto da entrada do restaurante abaixo). Praticamente não tem menu e nem garçon que fala inglês, a gente tentou se comunicar e no final, olhando o prato dos outros decidimos o nosso (risos). E foi assim que pedimos um pote com uma especie de sopa temperada (como uma sopa miso ou um sukiyaki) e depois cozinhamos lá dentro vários tipos de carne e legumes (que também escolhemos). Pelo que entendi esse é o prato principal do restaurante e nós gostamos bastante! [KIYAMACHI DORI] A localização é em uma das esquinas da Kiyamachidori, a rua do canal paralela a Pontocho. O nome do bairro é o Zaimoku-cho, ali do lado dos outros restaurantes que citei acima na Pontocho. A ruela que ele dá esquina, não tem nome do google Nara Comece sua visita pelo templo KasugaTaishaque fica no parque de Nara (Nara Koen). Caso seja primavera você será recebido pelo rosa das cerejeiras, no outono o show fica por conta do vermelho das folhas de mapple (momiji) e do amarelo do Icho. No inverno e no verão os milhares de bambis espalhados pelo parque farão com que a visita seja no minimo curiosa ou divertida. KasugaTaisha é um templo shintoista, cujo Deus é um Deus protetor dos Bambis e por isso eles estão espalhados por todo o parque de Nara onde são cuidados e protegidos. O templo data do ano 768 e é um show. Um templo vermelho e imponente decorado com laternas – uma diferente da outra e uma mais linda que a outra – ornamentado com um Cedro Milenar. Caso você tenha um pouco de sorte, poderá acompanhar uma cerimonia de casamento Shintoista, algo muito diferente do que estamos acostumados e muito especial.Não deixe de visitar a parte de trás do templo onde muitas lanternas ficam acesas em um quartinho escuro. Perca alguns minutos para descobrir os diferentes desenhos das laternas.E na saída, não deixe de observar as plaquinhas de coração: centenas de Japonesas vão até ali pedir por um amor…Saindo do templo, caminhe por dentro do parque, uma trilha muito bem sinalizada e muito bonita de aproximadamente 1 km te levará ao templo mais famoso de Nara, o Todaiji.Mas no caminho um pequeno santuario dos bambis, e muita, mais muita cor… Ao ser aproximar do templo, o verde do parque dará um pouco de espaço a uma vila antiga transformada em lojinhas de doces e presentes, muitos turistas e muitos Bambis também vão estar por ali. Caso queira interagir com os Bambis, compre um pacotinho deSembei(biscoitinho de Bambi).Os bichos são espertos, tão espertos que assim que a vendedora te entregar o pacote, muitos deles virão até você com uma velocidade um pouco maior do que você gostaria e farão de tudo para que você entregue rapidamente a maior quantidade de biscoitos no menor tempo possível. Pode até ser que você tome uma mini mordida de algum Bambi mais guloso, mas relaxa que dá mais medo do que dói. O truque é manter a calma e fazer com que os Bambis levantem e abaixem a cabeça pedindo o biscoito educadamente e aí sim entregar o prêmio.A experiência de acompanhar outras pessoas dando biscoito para o Bambi é mega divertida, muitas risadas estão garantidas! Quando cansar da brincadeira, é hora de entrar no templo. Repare que tudo ali dentro é gigantesco, desde as portas externas as colunas. O templo é a maior estrutura de madeira do planeta.Lá dentro você terá a chance de conhecer o maior Buda do Japão, enorme, feito de bronze e sentado numa flor de Lotus. O Buda Vairocana tem 14.98m de altura com olhos de um metro de largura. Ao lado dele há mais dois budas grandes, um de cada lado e dois guardiões que pisam nos monstros inimigos. Para os mais magrinhos, há um furo em uma das colunas (atras do Buda), dizem que dá muita sorte passar por ali, por isso provavelmente haverá uma fila de gente tentando e muita gente tirando fotos. Saindo de lá, dê uma xeretada nas lojinhas ao redor. Artigos em formato de Bambi são divertidos e numerosos. Depois disso, quem quer visitar mais um templo na mesma área pode conhecer o Kofuku-ji, que fica ali pertinho ainda dentro do parque de Nara. O Kofuku-ji tem uma pagoda (torre) de madeira bem bonita. Para quem curte história e gosta de apreciar objetos antigos, o museu de Nara é outra boa pedida. Agora, minha opção preferida fica um pouco mais longe, e se chama Yakushi-ji. Um templo colorido que os Japoneses visitam em busca de cura de doenças ou cura espiritual.O templo tem dois grandes pavilhões e duas torres de madeira. A mais antiga das torres (a que não é colorida) foi a única parte que restou de um incêndio que devastou o templo do ano 698, o resto foi todo reconstruído e é relativamente novo para os padrões orientais. A torre está sendo restaurada, a restauração deve levar mais 7 anos.Gosto muito das cores do Yakushi-ji e da doçura dos Budas expostos no pavilhão. Para quem quer fechar o dia com um jantar mais caprichado, o restaurante do Yakushiji é excelente e tem comida para todos os gostos, de carne a lagosta. Localize-se: KasugaTaisha das 09:00 as 16:30 Todai-ji Das 08:00 as 16:30 | Entrada: 500 Yens Yakushi-ji das 08:30 as 17:00 | Ingresso : 600 Yens OSAKA Templo NambaYasakaShrine, com sua curiosa arquitetura em forma de dragão. O templo é simples, “pequeno” e em uma ruazinha escondida, mas fiquei apaixonada por aquela cabeça de dragão super bem feita!De lá, fui andando até o Dotombori, a rua de compras e restaurantes super famosa em Osaka. Ela nem estava no meu roteiro de 2 dias em Osaka inicialmente, mas como vi que era tão pertinho decidi dar uma passada, e comprei várias coisas. Observatório Flutuante do prédio Umeda Sky Building: fica no terraço, e depois de subir em um elevador mega rápido, o último andar você vai nas escadas rolantes com vista panorâmica.Outra coisa que curti muito à noite foi a fonte colorida que fica na frente do prédio. Andar na Rua Dotonbori: É um lugar extremamente turístico, com vários restaurantes, algumas lojas convencionais e muitas outras que vendem lembranças e coisinhas típicas! Se Osaka fosse como o corpo humano, para mim lá estaria o coração Observar os neons: uma das coisas mais famosas na cidade é o neon da Glico, que se tornou praticamente um cartão postal e provavelmente é o cenário mais utilizado para fotos em Osaka… Todo mundo que vai pra lá tira uma fotinho com o Glico-man de fundo. Existem muitos neons nessa região mais central de Namba! aproveitar o anoitecer para passear por lá e curtir o lugar, só observando todas as luzes ao redor. Comer takoyakis: Osaka é a capital mundial dos takoyakis! Na verdade Osaka é a capital da comida em geral e existe até uma expressão em japonês que define a região da Dotonbori e seus muitos restaurantes incríveis como um lugar para se esbaldar, Conhecer o castelo: muito lindo por fora, com um museu interessante (e moderno) por dentro, sendo que tudo isso fica em um jardim muito grande e muito bonito! Na ocasião eu me decepcionei um pouco com o interior do castelo, mas depois de ir em alguns outros, hoje dou mais valor à esse primeiro que fui, porque ele é mais bonito que a maioria e o museu é realmente maneiro. 600 yens. Abre as 9:00. Comer no DotonboriNikuGekijou: (de preferência às 16h pra não pegar fila). O endereço é meio confuso como todos do JP, Passear pela estação central: Tem muitos shoppings e lojas maneiras anexas ao prédio da estação e de lá saem trens para muitos lugares, então é um lugar legal para tirar fotos e observar o Japão sendo Japão. Foi a primeira estação realmente grande que conheci por lá e tenho um carinho muito grande por aquele lugar, que tem a escada rolante mais louca que eu já vi na vida. Ir ao Pokémon Center Desbravar Namba: bairro é incrível e cheio das coisas mais legais da cidade, mas ao mesmo tempo suas ruas principais são bem lotadas e isso pode cansar algumas pessoas. Então a dica é andar pelas ruas que ninguém anda e ir conhecendo as coisas que ninguém conhece, a não ser as pessoas que moram por lá. São dois planetas bem distintos e ambos são muito legais! Comprar no Shinsaibashi-suji: não dá pra fazer uma lista inteira sem inserir algumas comprinhas, né?? E pra quem procura um pouco de tudo esse shopping que parece uma galeria é muito legal, já que lá tem muitas lojas japonesas que eu amo, mas também várias marcas internacionais que todo mundo adora! Outra dica de compra que não é nessa galeria, mas é perto e indispensável é a Flying Tiger que fica pertinho da Apple Store. Kamakura Site: http://www.city.kamakura.kanagawa.jp/ População: 170.000 hab Distância de outras cidades: Tóquio 50 km, Yokohama 20 km Kamakura localiza-se na área sudeste do município de Kanagawa. É conhecido como o local de nascimento do Xogunado Kamakura onde, pela primeira vez no Japão, os samurais derrubaram o poder político da área. Localizada a pouco menos de uma hora de Tóquio, Kamakura é uma cidade tradicional do Japão, na província de Kanagawa, cheia de templos budistas e xintoístas centenários. Carrega muita história e edifícios históricos fascinantes. As principais atrações de Kamakura estão concentradas em três regiões: ao redor da Kita-Kamakura Station, da Kamakura Station e da Hase Station. Por ser relativamente pequena, quem tiver tempo suficiente pode explorar toda a cidade à pé ou alugando bicicletas. Com a subida ao poder do temido clã Minamoto, Kamakura foi a capital de fato do Japão de 1185 até 1333. Isso explica em grande parte a quantidade de templos budistas (65 templos) e santuários xintoístas (19 ao todo) lá existentes. Cercada por montanhas e pelo mar, a cidade era facilmente defendida contra os muitos inimigos da primeira família de xoguns, que detinham o poder político e militar real sobre o país, usando os imperadores de Kyoto apenas como símbolos. Neste período de florescimento cultural e econômico, a cidade expandiu-se e ergueu templos budistas e santuários xintoístas de grande importância cultural e histórica. A cidade espalha-se por uma vasta área e os principais templos não estão muito próximos uns dos outros. COMO CHEGAR De Tóquio ou Yokohama, pegue a linha ferroviária JR Yokosuka (pouco menos de uma hora de Tóquio, meia hora de Yokohama). A cidade é servida por duas estações, Kita Kamakura, ao norte, ideal para explorar templos zen como Engakuji e Kechoji e o santuário Tsurugaoka Hachimangu, e Kamakura, onde se concentra o comércio. Daqui também partem ônibus e a linha de trem Eno-den, que vão até Hase, onde está o Grande Buda. Se possível, evite os fins de semana, a não ser que você não se assuste com multidões. – Na estação Shinjuku nós pegamos um trem da linha JR Shonan Shinjuku até a estação de Kamakura. Apenas trens em direção à Zushi (cerca de duas partidas por hora), fazem conexão direta para a Kamakura Station. Caso contrário, uma transferência de trens é necessária na estação Ofuna. A viagem de ida, sem transferência de trem, dura cerca de uma hora. – Se você estiver próximo à Tokyo Station pode pegar um trem da linha JR Yokosuka que vai direto à estação de Kamakura. A viagem de ida leva pouco menos de uma hora. Ao longo do caminho, o trem também para em Shinagawa Station, Yokohama Station, Kita-Kamakura Station, entre outros. – A maneira mais barata de visitar Kamakura é comprando o Enoshima Kamakura Free Pass da empresa Odakyu Railways, que inclui a viagem de ida e volta de Shinjuku até Fujisawa e uso ilimitado do trem Enoden (Enoshima Electric Railway). Porém, utilizando este passe, a viagem para Kamakura leva pelo menos 90 minutos, versus cerca de uma hora por JR. Veja mais detalhes do passe aqui. – Se você tiver o JR Pass pode comprar o Kamakura Enoshima Pass, que fornece o uso gratuito de trens JR em torno de Kamakura, da Enoden Line e do Shonan Monorail, válido para um dia. O transporte de/para Tóquio não está incluso, já que você utilizará o JR Pass. Este passe só vale a pena se você visitar mais do que apenas a Kamakura central, por exemplo, se você visitar a ilha Enoshima também. Uma desvantagem deste passe é que ele não pode ser comprado em Tóquio, o que significa que os usuários têm que descer na estação Ofuna para comprá-lo e aproveitar ao máximo. Ele também é vendido nas estações seguintes: Kita-Kamakura e Kamakura. COMO CIRCULAR A linha Eno-den é muito agradável para explorar o litoral até a super turística ilhota de Enoshima e apreciar as paisagens junto ao mar. É também o modo mais prático para ir do centro da cidade até a estátua do Daibutsu. Alternativamente, há algumas linhas de ônibus que fazem a ligação da estação JR Kamakura a alguns templos mais distantes. Se tiver tempo e bom preparo físico, a melhor forma mesmo para circular pela região é alugando uma bicicleta e se perder pelas ruas e montes da região. As principais atrações de Kamakura estão concentradas em três áreas: – Em torno da estação Kita-Kamakura: encontram-se o Engaku-ji e Kencho-ji, os principais templos Zen da cidade. – Estação Kamakura: Santuário Hachimangu. – Estação Hase na Linha Enoden: Grande Buda no Templo Kotoku-in e Templo Hasedera. O eléctrico Enoshima viaja ao longo da costa, de Kamakura a Fujisawa, e o monocarril Shonan vai de Ofuna a Enoshima. O acesso a Kamakura é conveniente de comboio. Situa-se a 30 minutos de comboio da estação de Yokohama no centro do município de Kanagawa. ROTEIRO 1.WAKAMIYA OJI STREET É outra dica interessante ao turista, pois dali chega-se até a praia de Yuigahama. 2. TEMPLO HASEDERA Fundado em 736, o templo Hasedera, da seita budista Jodo, é uma preciosidade que fica no meio de uma colina super arborizada. Seus jardins lindos e bem cuidados são a porta de entrada para os visitantes. Poucos degraus acima encontramos a famosa estátua de Kannon, a deusa da misericórdia, uma das maiores esculturas de madeira do Japão, com 9,18 metros de altura. A estátua fica no prédio principal do templo, o Kannon-do Hall, e não pode ser fotografada! Segundo a lenda, em 721 d.C. o monge Tokudo Shonin descobriu uma grande árvore de cânfora nas florestas próximo à aldeia de Hase, na região de Nara. Ele notou que o tronco da árvore era tão grande que forneceria material suficiente para esculpir duas estátuas de Kannon. A estátua que ele encomendou para ser esculpida na parte inferior do tronco foi consagrada no Templo Hasedera, perto de Nara, e lá se encontra até hoje. Já a estátua da metade superior do tronco foi lançada no mar com uma oração que ela reapareceria para salvar o povo. Quinze anos mais tarde, na noite de 18 de junho, ela apareceu na praia de Nagai, não muito longe de Kamakura, emitindo raios de luz. A estátua foi então levada à Kamakura e um templo foi construído em sua homenagem. Algo muito impressionante são as centenas de estátuas do bodhisattva Jizo, guardião dos viajantes, das crianças e da maternidade. Essas estátuas são colocadas no templo por pais de pequeninos que já se foram, para que Jizo ajude suas almas a encontrarem o paraíso. Além dos belíssimos jardins, templos e centenas de estátuas de Jizo, o Hasedera brinda seus visitantes com uma pacata vista para a praia de Kamakura. A orla pode ser vista da área de descanso do mirante ou de um ponto um pouco mais alto, acessível por uma pequena trilha de escadas. Depois de subir, é hora de descer e visitar a pequena caverna do templo, também superpovoada por estatuas de todos os tipos e tamanhos, onde precisamos andar abaixados por alguns trechos. Ao lado, encontra-se o Amida-do Hall que guarda a estátua de Yakuyoke, que protege contra os maus espíritos. Este é o Shoro Belfry, o campanário que abriga um grande sino de bronze. Seguindo a tradição budista, o sino é tocado 108 vezes começando próximo à meia noite de 31 de dezembro (a última badalada é à zero hora do Ano Novo). Estas 108 badaladas representam os 108 pecados ou desejos mundanos do homem. O sino é tocado para afastar estes desejos, para que possamos entrar purificados no ano que se inicia. O ritual é chamado joya no kane. Museu (Homotsu-kan). O pequeno museu exibe alguns artefatos arqueológicos encontrados na época da reconstrução do templo, além de estátuas budistas e outros artigos relacionados. Nos terrenos do templo também visitamos a pequena Caverna Benten-kutsu, em homenagem a Benzaiten. Ela é a deusa do mar e das águas e a única mulher entre os Sete Deuses da Sorte do Japão. Seus templos e santuários estão sempre localizados próximos à água (mar, rios ou lagos). Ela é a padroeira das gueixas, dançarinos e músicos. Próximo à caverna encontramos o Shoin Hall, um local para realizar o Shakyo, que significa “copiar o Sutra”. Este ato é considerado um mérito no budismo, pois o esforço é uma expressão de piedade e reconhecido como uma prática devocional, uma vez que compreende o culto, a literatura e a caligrafia. Horários: 8:00 às 17:30. Entrada permitida até 30 minutos antes de fechar. Aberto todos os dias Taxa de entrada: 300 yen Kannon Museum (Homotsu-kan) Horários: 9:00 às 16:30 (entrada até às 16:00) Geralmente está aberto todos os dias, são raros os dias fechados. Taxa de entrada: 300 yen 3. TEMPLO KOTOKU-IN E O BUDA GIGANTE A atração principal do templo Kotoku-in é o Daibutsu (Grande Buda), uma imponente estátua de bronze do Buda Amida, no templo Kotoku. O Buda foi construído em 1252 e levou 10 anos para concluir a obra. Foi destruído duas vezes pelo vento e reconstruído em 1334 e 1369. Possui 13m de altura. Antes ele ficava dentro de um templo, que foi destruído em terremoto. Hoje só há a estátua, na qual se pode entrar pagando 20 yens. A entrada no templo custa 200 yens. Depois de contemplá-la por fora, experimente visitar essa gigantesca imagem através de uma pequena escada em seu interior que o leva até a altura do ombro da imagem. Na saída, se quiser levar um suvenir do local, há uma barraca vendendo os mais variados tipos de artigos: de mini-estátuas do Buda, a chaveiros e até amuletos. O ímpeto para esta grande obra remonta aos primeiros anos do século XIII, quando a dama de corte Inadano-Tsubone (uma assistente do Shogun Yoritomo) desejou ter uma imagem de Buda como expressão de sua fé e devoção. Quando Yoritomo morreu, ela passou seus anos restantes procurando fundos para tal projeto. Sua busca ganhou o apoio do grande sacerdote Joko, um nativo da província de Totomi, que a ajudou viajando por todo o país em busca de fundos. Ele conseguiram uma quantidade suficiente para que, em 1238, o trabalho pudesse começar. A primeira imagem de Buda levou cinco anos para ser concluída, era de madeira e de dimensões desconhecidas, provavelmente algo comparável à imagem atual. Um enorme salão de madeira foi construído em torno dele em 1243. Cinco anos depois, uma tempestade danificou a imagem, então Idanono-Tsubone e Joko propuseram fazê-la em bronze. Embora isso fosse mais caro, ambos conseguiram levantar os fundos necessários. 4. TEMPLO ENGAKU-JI Este é o maior templo Zen de Kamakura. visitar o seu interior é permitido somente no Ano Novo. 5. TEMPLO KENCHO-JI Este é o mais antigo mosteiro de instrução Zen do Japão. O caminho está devidamente sinalizado por placas. Entre a estação do comboio e este templo existem mais cinco templos. Fundado pelo governante regente Hojo Tokiyori em 1253 durante a Era Kencho, parcialmente destruído pelo fogo em 1415, consiste em um grande número de edifícios que se estende até as colinas cobertas de florestas. Após passar pelo portão principal de Sanmon, os visitantes podem ver o sino (Bonsho), designado um tesouro nacional; o primeiro salão (Butsuden – Salão do Buda) que exibe uma estátua do Bodhisattva Jizo; e o Hatto (Dharma Hall), o maior prédio de templo de madeira no leste do Japão, que abriga uma estátua de Kannon e tem um dragão pintado no teto. Já o salão principal de Kenchoji é o Hojo, que originalmente serviu como residência do sacerdote principal, com um lindo jardim ao fundo, projetado pelo mestre Zen Muso Kokushi. 6. TEMPLO TSURUGAOKA HASHMANGU Na praça principal está o templo, o mais antigo e importante da região, fundado em 1063 por Minamoto Yoriyoshi, primeiro shogun do governo Kamakura. O santuário é dedicado a Hachiman, o deus patrono da família Minamoto e dos samurais em geral. Os santuários Hachiman normalmente cultuam três divindades: Imperador Ojin, que foi identificado como Hachiman, sua mãe, a Imperatriz Jingo, e a deusa Hime-gami. Tsurugaoka Hachiman incorporou tanto crenças budistas como xintoístas e, até a Restauração Meiji, era conhecido como Santuário e Templo Tsurugaoka Hachiman. O salão principal (Hongu ou Jogu) está localizado em um terraço no alto de uma escadaria. Nele encontra-se um pequeno museu, que exibe vários tesouros de propriedade do santuário, como espadas, máscaras e documentos. Na encontram-se duas lagoas, criados em 1182 sob a ordem da esposa de Yoritomo. A lagoa Genji, à direita, possui lótus de flores brancas, em homenagem ao clã Minamoto, enquanto a lagoa Heike, à esquerda, possui lótus de flores vermelhas, a cor do clã Taira. Os clãs Minamoto e Taira eram rivais e travaram algumas batalhas (chamadas Guerras Genpei) que tiveram como resultado a vitória do clã Minamoto. A melhor época para vê-las neste santuário compreende os meses de julho e agosto, quando estão em plena floração. A lagoa Genji tem três ilhas que representam a prosperidade, enquanto a lagoa Heike tem quatro ilhas que representam a morte e a destruição. Próximo à lagoa Genji, encontra-se o santuário abaixo, conhecido como Hata-age Benzaiten. “Hata-age” significa “levantar a bandeira”. Foi construído em comemoração ao dia em que Yorimoto levantou a bandeira branca de seu clã quando declarou guerra ao clã de Taira. Toda a cidade se desenvolveu partindo de seu entorno e é por lá onde acontecem todos os principais eventos culturais e tradicionais de Kamakura. Na sua entrada observamos um Temizuya, onde se realiza um ritual típico do xintoísmo: o temizu, um ato de purificação da alma e da mente, que consiste em lavar a mão esquerda, depois a direita e, em seguida, com a mão direita, lavar a boca. Na parte de dentro do templo, várias plaquinhas dos deuses locais são vendidas por 100 yens. As pessoas compram, escrevem um pedido atrás e as penduram no templo para que se seus desejos sejam atendidos. O mesmo acontece com os papeizinhos da sorte que são escolhidos em uma urna e depois amarrados em locais específicos do templo. Tsurugaoka Hachimangu pode ser acessado a partir da estação Kamakura através da movimentada rua comercial Komachi-dori ou por um caminho para pedestres chamado Dankazura, no centro da Wakamiya Oji Street, o qual possui centenas de cerejeiras ao redor. Via qualquer rota, a caminhada da estação de Kamakura para o santuário leva cerca de 10-15 minutos. Horários: 5:00 às 21:00. Entrada até 30 minutos antes de fechar. Aberto todos os dias Taxa de entrada: gratuito | museu: 200 yen 7. TEMPLO HOKOKUJI O templo Hokokuji, construído em 1334, é bem pequeno, mas super bonito e conservado. Sua principal atração é uma pequena – e belíssima – floresta de bambu e uma charmosa casa de chá com varanda de frente para a floresta onde, mediante uma taxa, você pode sentar e desfrutar de uma xícara de matcha (um tipo de chá verde forte e amargo), enquanto aprecia a vista para o bosque de bambu.. O acesso ao templo é gratuito, mas para entrar na floresta de bambu é preciso pagar 200 yens. Bamboo Garden do Templo Hokokuji (li que não é permitido entrar no templo) Horários: 9:00 às 16:00 Taxa de entrada: 200 yen (o serviço de chá custa 500 yen) Como chegar: na estação de Kamakura pegar um ônibus número 鎌23, 鎌24 ou 鎌36 e descer na parada Jomyoji (a viagem leva cerca de 12 min). Do ponto de ônibus até o templo é uma curta caminhada. À pé da estação de Kamakura leva-se em torno de 30 a 40 minutos. 8. KOMACHI STREET A Komachi Street é uma rua de pedestres muito frequentada por turistas. A via concentra várias lojas, restaurantes e pessoas vendendo as ótimas cervejas locais ao ar livre. Elas nunca estão muito geladas, tampouco baratas, mas são excelentes! As comidas de rua também são o forte da Komachi. Caminhamos até a estação de Kamakura e de lá pegamos o trem elétrico Enoshima Line até a estação Hase, que fica a poucos minutos a pé dos templos Kotoku-in e Hasedera. Pelo caminho, explore as lojas de artesanato local e gastronomia. É o local ideal para almoçar e fazer compras, especialmente na parte pedonal. Pode explorar também as ruelas que divergem da rua principal pois encontrará locais excelentes para comer. Há muitos restaurantes e lojas pela rua e os visitantes podem experimentar as taças de arroz de marisco, pelas quais a área é famosa. Ao sair da rua Komachi vê-se o santuário Tsuruoka Hachimangu. Se tiver sorte pode conseguir ver um casamento tradicional japonês a decorrer. CENTRO DE KAMAKURA Onde se concentram as principais atrações da cidade. Na entrada da praça principal há um grande Torii vermelho, sinalizando que há um templo xintoísta bem próximo. Logo após a entrada está uma ponte de jardim japonês, com uma arvorezinha debruçada sobre ela. ENOSHIMA A linha de trem Enoden saindo da estação de Fujisawa (você pode entrar e sair do trem em qualquer uma das estações onde ele para com o ticket de desconto, na qual você paga 580ienes/adultos, 290ienes/crianças) para tanto na estação Enoshima quanto na Kamakura. Então você pode também escolher em qual ir primeiro. Esse trem passa pelas ruas e entre as casas e dá para ver as paisagens da praia de Enoshima. Pitoresca, ela se estende por quatro quilômetros de circunferência e sua principal atração é o Santuário que leva o próprio nome da ilhota. Nos tempos antigos, pescadores costumavam rezar e pedir proteção aos deuses para que prosseguissem com segurança suas viagens. O pequeno porto de Enoshima vale uma boa paisagem para fotos devido à presença de vários iates. Nas ruas indo até esses templos você encontrará muitas lojinhas vendendo desde croquetes de batata-doce roxa até uma espécie de papel de polvo ou água viva, que é prensada na sua frente, por 300 ienes. Se perder a oportunidade de comprá-los em Kamakura, não se preocupe, Enoshima também oferecerá essa opção. Muitos vão até essa ilha procurando comer o famoso Shirasudon, uma espécie de arroz com pequenos peixes crus em cima. Enoshima é conectada com a praia por uma ponte, e por ser consideravelmente alta também fornece para seus visitantes a vista do Monte Fuji, além de uma visão muito bonita do pôr do sol. Subindo ao topo da ilha existe uma torre onde por alguns ienes você pode desfrutar de uma visão ainda mais incrível, porém mesmo não a subindo a vista de cima da ilha já é muito privilegiada. Para subir até o topo da ilha, é possível por meio de alguns ienes ter acesso a uma escada rolante, mas muitos preferem subir as escadas de pedra mesmo, onde é possível presenciar a tênue linha entre o moderno e o antigo, o natural e o sintético todos em harmonia sobrepostas em um mesma paisagem. Em Enoshima também é possível desfrutar de praias, aquários, cavernas além de outras pequenas atrações. NIKKO Pequena cidade Nikko nas montanhas da província de Tochigi, atrai pela variedade de atrações. O belo lago Chuzenji, formado a partir da cratera inundada de um vulcão, dá origem a uma das maiores quedas d’água do Japão, a cachoeira Kegon. A vista da grande cascata, perto de sua base, é espetacular. Nikko foi reconhecido como Patrimônio Mundial da Humanidade, pela UNESCO, por toda a sua riqueza natural e cultural, mas principalmente por 3 monumentos: Futarasan Jinja, Rinnoji e o Toshogu. Os templos e santuários de Nikko possuem características diferentes dos demais encontrados na terra do sol nascente. Arquiteturas vistosas, com muitos detalhes em ouro, esculturas coloridas, o que lembra muito a cultura chinesa. Opções de trajeto: - Taiyuinbyo. Futarasan. Toshogu Shrine. Rinnoji. Shoyoen Garden, Shinkyo Bridge. - Rinnoji → Toshogu → Futarasan (um caminho à esquerda nos terrenos do Toshogu te leva ao Futarasan) → Taiyuin (no Futarasan há uma descida que te leva à “saída”, que na verdade é a entrada principal, e você chega bem no início do Taiyuin). FUNCIONAMENTO DOS TEMPLOS: Hours: 8:00 to 17:00 (until 16:00 from November through March) Admission closes 30 minutes before closing time. Closed: No closing days Almoce em um Namonaki Resutoran: é muito comum você encontrar restaurantes simples, caseiros, que não tem nada demais e nem nome na porta. São os Namonaki Resutoran, restaurantes sem nome e sem grandes atrativos, mas que normalmente oferecem uma deliciosa comida caseira por um preço bastante justo. COMO CHEGAR A partir de Tóquio, o melhor caminho até Nikko é pegar um trem da linha Tobu Nikko que sai de Asakusa. A viagem dura cerca de 2 horas e custa desde ¥1320. Note que há diversos tipos de serviços, sendo que os mais velozes são os tokkyu(chegam em menos de 2 horas) e os mais frequentes são os kaikoku (que fazem a viagem em até 2 horas e meia). Como chegar até o parque a partir da Nikko Station: A pé: são cerca de 30-40 minutos de caminhada através da avenida principal da cidade. Olhando de frente para à estação, siga para a direita até encontrar a avenida principal, vire à esquerda e vá caminhando até a entrada do parque. Táxi: há um ponto ao lado da estação. Até a entrada do parque são cerca de 10 minutos de carro. O taxista nos deixou em frente ao caminho arborizado que leva aos templos. Ônibus (duas linhas dão acesso aos templos e santuários): – Ônibus indo em direção ao Lago Chuzenji param nos pontos “Shinkyo” e “Nishisando”. A partir daí são 5-10 minutos de caminhada até os templos e santuários. – Ônibus do World Heritage Meguri circulam a cidade a 15 minutos, aproximadamente, e param um pouco mais perto dos templos e santuários. Desça no ponto “Omotesando” para ir ao Toshogu ou Rinnoji ou desça no ponto “Taiyuinbyo-Futarasanjinja-mae” para acessar o Taiyuinbyo e Futarasan Shrine. – Ônibus conectam a área central de Nikko à região de Okunikko, incluindo o Lago Chuzenji e o Yumoto Onsen, localizados no parque. A viagem de ida ao Lago Chuzenji leva cerca de 50 minutos e custa 1150 yen. Para Yumoto Onsen leva cerca de 80 minutos e custa 1700 yen. O passe de 2 dias (2000 yen) confere uso ilimitado dos ônibus que vão de Nikko ao Lago Chuzenji. Já o passe de 2 dias de uso ilimitado entre Nikko e Yumoto Onsen custa 3000 yen. Ambos podem ser adquiridos na estação Tobu Nikko. Veja aqui um mapa dos ônibus que circulam pelo parque. A dica esperta do dia é: procure pelo passe de ônibus na rodoviária que fica praticamente ao lado da estação de trem. O passe é um pouco mais caro que o normal, mas serve para os dois dias . Com ele dá pra chegar em todas as atrações escolhendo o passe certo. 0. Templo Rinnoji Rinnoji é o templo mais importante de Nikko. Foi fundado por Shodo Shonin, o monge budista que introduziu o budismo em Nikko no século VIII. O prédio principal do templo, o Sanbutsudo, abriga grandes estátuas de madeira, lacadas em ouro: Amida, Senju-Kannon (“Kannon com mil braços”) e Bato-Kannon (“Kannon com cabeça de cavalo”). The three deities are regarded as Buddhist manifestations of Nikko's three mountain deities which are enshrined at Futarasan Shrine. The Sanbutsudo Hall is currently undergoing major renovation works, which are scheduled to last until March 2019. During this period, the temple hall is covered by a huge scaffolding structure, but it remains open to tourists Opposite Sanbutsudo stands the temple's treasure house with Buddhist and Tokugawa related exhibits. Shoyoen, a small Japanese style garden, is located next behind the treasure house. The garden is a popular autumn leaf spot with its many maple trees standing photogenically around its central pond. Autumn colors peak here typically around the first half of November. No lado oposto de Sanbutsudo, encontra-se o Treasure House, uma espécie de museu com exposições budistas e de Tokugawa. No local também encontramos o Shoyoen, um pequeno jardim de estilo japonês com uma lagoa central, muito popular durante o outono (meados de novembro) por causa das muitas árvores de bordo que ficam ao redor da lagoa. Endereço: 2300 Yamauchi Nikko-shi Tochigi 321-1431, Japão [Mapa] Telefone: +81 288-54-0531 Preço: ¥ 400 (Sanbutsudo), ¥ 300 (Treasure House e Shoyoen Garden) Site: rinnoji.or.jp Access: Rinnoji stands just a few steps east of Toshogu, a 30-40 minute walk or 10 minute bus ride (310 yen one way, 500 yen day pass, covered by the free passes) from Tobu and JR Nikko Stations. 1. Nikko Toshogu: é um santuário dedicado a Tokugawa Ieyasu, o fundador e o primeiro xogun do Xogunato Tokugawa, a mais longeva da história japonesa, que se manteve no poder por mais de 250 anos, até 1868. Construído em 1617 por Tokugawa Ieyasu como um lugar de descanso, o santuário possui um longo caminho cercado por cedros que se estende por 37 quilômetros, sendo considerado a avenida arborizada mais longa do mundo. Uma das coisas que impressiona nesse santuário é a sua decoração, com muitos detalhes religiosos e filosóficos em ouro e prata. Mais de mil dragões, cada qual pintado a mão e com uma pose diferente, residem nos tetos, o que faz lembrar uma capela sistina japonesa. Ainda, pavões, fenix, leões, tigres, tartarugas e elefantes. O santuário levou dois anos para ser concluído e utilizou os esforços de 15 mil trabalhadores. A lenda diz que os homens construíram o templo de forma tão bela e perfeita que, para evitar a inveja e a ira dos deuses, deliberadamente colocaram invertida a última das colunas. Ali também está localizada a famosa escultura dos três macacos sábios que significa "não ouça nenhum mal, não veja nenhum mal, não fale o mal”.O santuário e suas imediações foram registrados como Patrimônio da Humanidade em 1999 e é uma parada obrigatória para quem visita Nikko. Quando estiver no Japão, você vai ver que em todos os templos há a possibilidade de comprar talismãs. Para quem acredita, eles servem para proteção e podem ter objetivos específicos. Among the many buildings at Toshogu, particularly notable ones include a pretty five story pagodain front of the main entrance gate. The main pillar of the pagoda hangs ten centimeters above ground - an interesting feature installed to combat the lengthening and shrinkage of the wood over time. The interior of the pagoda is only periodically open to visitors at a separate fee. The paid area starts at the entrance gate. Upon entering, visitors will first come across a group of ostentatiously built storehouses. Of the many colorful and elaborate wood carvings that decorate the storehouses, the most famous ones are those of the "see no evil, speak no evil and hear no evil" monkeys and the Sozonozo Elephants ("imagined elephants") that were carved by an artist who had never seen elephants. Past the storehouses stands the renowned Yomeimon Gate which is currently being renovated and covered up by scaffodling. It is perhaps Japan's most ornate structure, giving off a grand and imposing air with its intricate decorations and architectural features. A path to the left of Yomeimon leads to the Honjido Hall which features the "Crying Dragon". This is a large painting of a dragon on the ceiling of the hall, which is thus named because a bright ringing sound can be heard when two pieces of wood are clapped directly under its head due to the acoustics of the hall. The clapping of the wood is frequently performed to visitors by a priest. Beyond Yomeimon is the main shrine building, which consists of the praying hall (haiden) connected to the main hall (honden) behind. The halls are dedicated the spirits of Ieyasu and two other of Japan's most influential historical personalities, Toyotomi Hideyoshi and Minamoto Yoritomo. Visitors are allowed to enter the richly ornamented building but photographs are not allowed. To the right of the main shrine building is the Sakashitamon Gate, whose transom bears the famous carving of the Nemurineko (sleeping cat). Sakashitamon marks the start of a long flight of stairs that leads uphill through the woods to Tokugawa Ieyasu's mausoleum. The ascent takes about five minutes, after which visitors will meet the relatively subtle and austere, yet dignified mausoleum. Located outside the paid shrine area, the Nikko Toshogu Museum (Homotsukan) was opened in 2015 to commemorate the 400 year anniversary of Tokugawa Ieyasu's death. Inside this modern building is an impressive collection of the former shogun's personal effects from armor and swords to writing utensils and letters that he wrote. Toshogu and Nikko's other shrines and temples are located a 30-40 minute walk or 10 minute busride (310 yen one way, 500 yen day pass, covered by the free passes) from Tobu and JR Nikko Stations. Endereço: 2301 Sannai, Nikko, Tochigi 321-1431, Japão [Mapa] Telefone: 288-54-0560 Preço: ¥ 1,300 (santuário), ¥ 1,000 (museu), 2100 yen (shrine and museum) Hours Site: toshogu.jp 2. Kinu Tateiwa Otsuribashi: A Kinu Tateiwa Otsuribashi é uma ponte suspensa de 140 metros de extensão que foi construída em 2009. Ela fica em cima do rio Kinugawa, a 40 metros de altura e liga a cidade de Nikko a Kinugawa Onsen a uma formação rochosa gigante de 70 metros conhecida como Tateiwa (Rocha escudo), devido à sua semelhança com um escudo medieval. É possível fazer uma pequena trilha por essa pedra, mas se você não quiser se aventurar, pode somente atravessar a ponte e apreciar a linda vista que se tem do rio Kinugawa. Pra quem vencer o medo e tiver coragem de atravessar completamente a ponte, tem recompensas: do outro lado, há o famoso carimbo para “comprovar” a sua passagem pela ponte (Gratuitos, não pesam e uma lembrança ótima para se guardar dos lugares visitados). Por isso, não esqueça de levar o seu caderninho. Tem também um sino que você pode tocar para invocar boa sorte e um “Oni”, um tipo de demônio do bem que oferece proteção para aqueles que colocarem moedas na sua cabeça. Endereço: 1436 Kinugawaonsen Ohara, Nikko, Tochigi, 321-2522, Japão [Mapa] Telefone: +81 288-77-2052 Site: nikko-kankou.org 3. Templo Taiyuin: é o mausoléu do terceiro xogun Tokugawa Iemitsu, neto de Ieyasu. O mausoléu de Iemitsu assemelha-se ao Santuário Toshogu, mas sua arquitetura é um pouco mais modesta que Toshogu, devido ao profundo respeito de Iemitsu por seu avô. O nome Taiyuin está relacionado ao nome póstumo de Iemitsu. Assim como o Toshogu, Taiyuinbyo combina elementos budistas e xintoístas em sua arquitetura e decoração. Antigamente era comum os santuários possuírem elementos de ambas as religiões. Isso era comum até o período Meiji, quando o xintoísmo e o budismo passaram a ser distintas. Across the country, Buddhist elements were removed from shrines and vice versa, but at Taiyuinbyo the separation was not carried out completely. While Toshogu was officially made a shrine, the Taiyuinbyo became a subtemple of nearby Rinnoji Temple. A short walk west of Toshogu Shrine takes visitors to the vermillion Niomon Gate, the entrance to the Taiyuinbyo. Proceeding on leads to the more lavishly decorated Nitenmon Gate which is guarded by two heavenly kings, followed by two beautiful structures - a drum tower on the left and a belfry on the right. Arriving at the Karamon Gate which stands majestically in front of the praying hall (haiden), look out for the famous sculpture of a white dragon that embellishes the transom of the gate. Visitors are allowed to enter the haiden and see its lovely interior decor featuring precious ornaments, an elegant coffered ceiling, nice carvings and gold lacquered pillars and walls. The main hall (honden) is located just behind the haiden but can only be viewed from the outside. The two halls are connected by a short corridor and the structures combined have a slightly subtle yet grand-looking facade. Next to the halls at the innermost precincts is Tokugawa Iemitsu's mausoleum, which lends a composed and dignified charm to the temple. Access: Taiyuinbyo stands about 200 meters west of Toshogu, a 30-40 minute walk or 10 minute bus ride (310 yen one way, 500 yen day pass, covered by the free passes) from Tobu and JR Nikko Stations. Endereço: 2300 Sannai, Nikko, Tochigi, 321-1431, Japão [Mapa] Telefone: +81 288-54-1766 Preço: ¥ 550 Site: rinnoji.or.jp 4. Santuário Futarasan-jinja Santuário Futarasan fica ao lado do Toshogu, no centro de Nikko. Foi fundado em 782 por Shodo Shonin, o monge budista que introduziu o budismo em Nikko e que também fundou o Templo Rinnoji nas proximidades. O Santuário Futarasan é dedicado às divindades das três montanhas mais sagradas de Nikko: Monte Nantai, Monte Nyoho e Monte Taro. Futarasan is an alternate name of Mount Nantai, the most prominent of the three mountains. The shrine grounds are mostly free to enter except for a small paid area to the left of the offering hall (haiden). The paid area features a small forested garden with a couple more halls, a spring, old sacred trees and closer views onto the main hall (honden) that stands behind the offering hall. Located one kilometer from the shrine grounds, the Shinkyo Bridge also belongs to Futarasan Shrine. O templo possui duas espadas que são Tesouros Nacionais do Japão. Além disso, dezenas de construções e artefatos culturais estão listados como Ativos Culturais Importantes. Mais dois santuários Futarasan estão localizados nas proximidades de Okunikko: um está no topo do monte Nantai e o outro na margem norte do lago Chuzenji, na base da montanha. Endereço: 2307 Sannai, Nikkō-shi, Tochigi-ken 321-1431, Japão [Mapa] Futarasan Shrine stands about 200 meters west of Toshogu, a 30-40 minute walk or 10 minute bus ride (310 yen one way, 500 yen day pass, covered by the free passes) from Tobu and JR Nikko Stations. Telefone: +81 288-54-0535 Preço: ¥ 200 Site: futarasan.jp 5. Shinkyo (Ponte Sagrada) Essa icônica ponte vermelha, originalmente construída em 1636, é conhecida como uma das três pontes mais bonitas no Japão e é considerada o portão de entrada para a cidade de Nikko. A ponte foi registrada como patrimônio mundial em dezembro de 1999. O Shinkyo mede 28 metros de altura, 7,4 metros de largura e situa-se 10,6 metros acima do Rio Daiya. Segundo uma lenda, durante uma peregrinação pelo Monte Nantai, Shōdō não conseguiu atravessar o Rio Daiya por causa da forte correnteza. O monge orou e um deus de 3 metros de altura chamado Jinja-Daiou apareceu com duas cobras enroladas em volta de seu braço direito. Jinja-Daiou transformou as duas cobras em uma ponte parecida com arco-íris coberta com juncos. Assim, Shōdō e seus seguidores puderam atravessar o rio. Por este motivo a ponte também é chamada de Yamasugeno-jabashi (Ponte de Cobra de Junco). Há muito tempo, apenas um número limitado de pessoas poderia usar esta ponte para eventos relacionados ao santuário, mas desde 1973 ela foi aberta para o público geral e agora qualquer visitante pode usar essa ponte para sentir a atmosfera sagrada especial. Endereço: Kamihatsuishimachi, Nikko, Tochigi, 321-1401, Japão [Mapa] Telefone: +81 288-54-0535 Site: shinkyo.net Access: Shinkyo Bridge is located in central Nikko, along the way between the railway stations and Toshogu Shrine. It can be accessed from JR or Tobu Nikko Station by a bus which stops at Shinkyo bus stop (5 minutes, 200 yen one way) or in about 20-30 minutes on foot. Admission: 300 yen 6. Cataratas Kegon: possui quase 100 metros de altura e é considerada uma das três cachoeiras mais bonitas do Japão, juntamente com a Cachoeira Nachi, em Wakayama e Cachoeira Fukuroda, em Ibaraki. Kegon é a única saída para as águas do lago Chuzenji. Kegon pode ser visto a partir de uma plataforma de observação gratuita que é facilmente acessível a pé, bem como de uma plataforma paga na base da cachoeira, acessada através de um elevador de 100 metros de profundidade. Através do Observatório Akechidaira, alcançado por um teleférico, também é possível obter uma bela vista de Kegon e do Lago Chuzenji. Access Kegon Waterfall is a short walk from the Chuzenjiko Onsen bus terminal. The bus ride from JR or Tobu Nikko Station to Chuzenjiko Onsen takes about 50 minutes, costs 1150 yen and is covered by several Tobu free passes. A 2-day pass for unlimited bus rides between Nikko and Chuzenjiko Onsen is available for 2000 yen at Tobu Nikko Station. Endereço: Chugushi, Nikko, Tochigi, 321-1661, Japão [Mapa] Telefone: +81 288-55-0030 Preço: ¥ 550 (Plataforma de observação paga) Site: kegon.jp 7. Templo Chuzenji: é um templo localizado às margens do lago Chuzenjiko. Originalmente fundado em 784 por Shodo-Shonin, no sopé do Monte Nantai, o templo mais tarde foi transferido para Utaga-hama, um lugar sagrado em frente ao Lago Chuzenji. O principal objeto de adoração de Chuzenji é uma estátua de Juichimen-senju Kannon Boastsu de seis metros de altura, esculpida em uma árvore. Esta estátua kannon (deusa da misericórdia) com onze faces e mil mãos é designada como propriedade cultural nacional. The second story of the temple complex houses a rare assembly of all five Buddhist Deva Kings (Myo-o). The hall's ceiling sports a giant painting of a white dragon by the same artist who painted the "Crying Dragon" at Toshogu Shrine. The ceiling of the inner chamber is coffered and decorated with paintings of over a hundred flower varieties found around Nikko. From the veranda, visitors can enjoy beautiful views over Lake Chuzenjiko. On foot: Chuzenji Temple is a 20 minute walk from the Chuzenjiko Onsen bus terminal. By bus: From Chuzenjiko Onsen, take a bus to Tachikikannon-mae bus stop (立木観音前, 3 minutes, 150 yen one way) a few steps from Chuzenjiko Temple. From July to mid November, buses are bound for Hangetsuyama (半月山) and run about once per hour. There is no bus service from mid November to March. Endereço: 2578 Chūgūshi, Nikko, Tochigi 321-1661, Japão [Mapa] Telefone: +81 288-55-0013 Preço: ¥ 500 (adultos), ¥ 200 (estudantes) Site: rinnoji.or.jp 8. Nikko Tamozawa Imperial Villa Memorial Park: combina as arquiteturas do período Edo e arquitetura moderna do período Meiji. Construída em Tóquio em 1899, a estrutura foi movida para Nikko para ser usado como residência de verão da Família Imperial Japonesa. The villa was erected in Nikko in 1899, using parts of a residence that originally stood in Tokyo. Before being moved to Nikko, the building served initially as the Tokyo residence of a branch of the Tokugawa family and was later temporarily used as the Imperial Palace. In Nikko, it was enlarged into a summer residence and retreat for the Imperial Family, but suffered neglect after World War II. A vila foi aberta ao público no ano 2000, após extensas obras de renovação e agora funciona como um museu e um parque memorial. In addition to the building's long line of illustrious occupants, Tamozawa Imperial Villa is one of the largest remaining wooden buildings in Japan. The interior of the villa is a curious mix of Japanese and Western styles. Many floors are carpeted, and elaborate chandeliers hang from the ceilings. Yet the villa's Japanese elements, such as sliding paper doors and tatami flooring are prominent as well. Although still impressive in size and grandeur, Tamozawa Imperial Villa currently occupies only one third of its original area. It now functions as a museum and memorial park, and is well equipped with multilingual displays for visitors. The manicured Japanese style garden, that surrounds the villa, has several maple trees which offer autumn colors usually around late October and early November. Access From JR or Tobu Nikko Station, take a Tobu bus bound for Chuzenjiko Onsen or Yumoto Onsen and get off at the Tamozawa bus stop. The bus ride takes about 10 minutes and costs 310 yen one way. Tamozawa Imperial Villa can also be reached in about a 20 minute walk from Toshogu Shrine. Endereço: Honcho 8-27, Nikko, 321-1434, Tochigi, Japão [Mapa] Telefone: +81 288-53-6767 Preço: ¥ 510 (adultos), ¥ 250 (estudantes) Hours: 9:00 to 17:00 (until 16:30 from November through March) Admission ends at 16:00. Closed: Tuesdays (or following day if Tuesday is a national holiday)Site: park-tochigi.com 9. Cataratas Ryuzu: é uma das cachoeiras mais bonitas de Nikko, especialmente durante o outono. “Ryuzu” significa “cabeça de dragão” em japonês. O nome vem da forma das quedas, que se assemelha à cabeça de um dragão. A cachoeira está localizada no rio Yukawa, pouco antes do rio encontrar-se com o lago Chuzenji. Ryuzu Waterfall is flanked by many trees which turn yellow and red during the autumn leaf season, adding to the fall's fiery, dragon-like appearance. Probably because of its shadowy location, Ryuzu Waterfall is one of the first spots in Nikko to see autumn colors. Há uma loja de souvenires e um café perto da cachoeira, onde você pode apreciar a vista enquanto toma um chá e saboreia quitutes japoneses. Há uma trilha para caminhadas que segue o rio, com cerca de 300 metros, de onde é possível desfrutar de vistas impressionantes. Further beyond, the trail continues towards the Senjogahara Marshlands. Access From JR or Tobu Nikko Station, take a Tobu bus bound for Yumoto Onsen and get off at the Ryuzu no taki bus stop. The one way bus ride takes about one hour, costs 1400 yen and is covered by the All Nikko Pass. A 2-day pass for unlimited bus rides between Nikko and Senjogahara is available for 2650 yen at Tobu Nikko Station. Likewise, a 2-day pass for unlimited bus rides between Nikko and Yumoto Onsenis available for 3000 yen. Endereço: Chugushi, Nikko, Tochigi 321-1661, Japão [Mapa] Telefone: +81 288-22-1525 Site: nikko-kankou.org 10. Planalto de Senjougahara: está localizado a uma altitude de 1.400 metros. Mais de 350 espécies de plantas nativas e vários tipos de aves podem ser encontradas aqui. A melhor maneira de desfrutar Senjogahara é através de uma caminhada em um dia ensolarado. A trilha de caminhada oferece excelentes vistas do pântano e das montanhas circundantes, e leva cerca de 2,5 a 3 horas para ser concluída. O local é particularmente bonito durante o outono, quando a vegetação do pântano sofre mudanças na sua coloração. Endereço: Chugushi, Nikko, Tochigi 321-1661, Japão [Mapa] Site: nikko-kankou.org 11. Hangetsuyama: é uma montanha com cerca de 1.753 metros de altura, situada a sudeste do lago Chuzenji. Trilhas para caminhadas levam até o topo da montanha, onde há um deck de observação com ótimas vistas para o Lago Chuzenji e Monte Nantai. Leva-se cerca de 30 minutos de escalada até o deck de observação. O caminho até Hangetsuyama, conhecido como Chuzenjiko Skyline, é uma antiga estrada de pedágio que foi especialmente construída para o turismo local, mas que é gratuita hoje em dia. Access From Chuzenjiko Onsen, take a bus bound for Hangetsuyama (半月山) and get off at the final stop (20 minutes, 520 yen one way, about one bus/hour) from where the summit can be reached in about a 30 minute hike. For those not wishing to hike, get off one stop earlier at Chuzenji Tenbodai bus stop (中禅寺湖展望台) directly next to the Chuzenjiko Observation Deck. Endereço: Ashiomachi, Nikkō, Tochigi 321-1511, Japão [Mapa] Telefone: +81 288-54-2496 12. Nikko Yumoto Onsen Yumoto significa literalmente “origem da água quente”). É uma pequena cidade de águas termais ao lado do lago Yunoko. A cidade, situada dentro do Parque Nacional de Nikko, consiste principalmente em pousadas estilo ryokan que oferecem banhos termais. Ao norte da cidade, fica Onsenji, um templo budista com um pequeno onsen aberto ao público. A cidade tem o aroma de enxofre, devido às águas termais que borbulham do chão, especialmente ao longo da margem norte do lago Yunoko. Outros onsens muito procurados em Nikko, encontram-se ao longo do rio Kinugawa. Immediately south of Lake Yunoko, the lake's calm waters suddenly plunge down a steep, 70 meter high slope. The spectacular waterfall is called Yudaki (lit. "hot water waterfall"), but the water of neither the lake nor the waterfall are actually warm. From Yudaki starts the attractive Senjogahara Plateau Nature Trail, leading along Yukawa River (lit. "hot water river") through the woods and across the marshland of the Senjogahara Plateau to Ryuzu Waterfall at the shores of Lake Chuzenji. Access Yumoto Onsen is connected with central Nikko by Tobu bus. Buses leave from Tobu Nikko Station (many also serve JR Nikko Station) and are bound for Yumoto Onsen. There are one or two buses per hour. The one way trip from Tobu Nikko Station to Yumoto Onsen takes about 80 minutes, costs around 1700 yen and is covered by the All Nikko Pass. A 2-day pass for unlimited bus rides between Nikko and Yumoto Onsen is available for 3000 yen at Tobu Nikko Station. Endereço: 2559 Yumoto, Nikko, Tochigi 321-1662, Japão [Mapa] Telefone: +81 288-62-2351 Preço: ¥ 500 (não obrigatório) Site: rinnoji.or.jp 13. Nikko Botanical Garden: é um jardim botânico gerido pela Universidade de Tóquio. Possui 26 hectares em uma área repleta de córregos e lagoas a 647 metros acima do nível do mar. O jardim foi estabelecido em 1902 como um ramo do Koishikawa Botanical Garden, em Tóquio, para se especializar no estudo de plantas alpinas. Antigamente, era localizado perto do Santuário de Toshogu, mas em 1911 foi transferido para o local atual. Em 1950, a área foi ampliada para incluir parte do jardim Tamozawa Goyotei, uma casa de verão da família real japonesa. Hoje, o jardim contém cerca de 2.200 espécies, incluindo 10 espécies japonesas de Prunus e 80 espécies de rododendros. Access From JR or Tobu Nikko Station, take a Tobu bus bound for Chuzenjiko Onsen or Yumoto Onsen and get off at the Hanaishicho bus stop. The bus ride takes about 10 minutes and costs 310 yen one way. Nikko Botanical Garden can also be reached in about a 30 minute walk from Toshogu Shrine. Hours 9:00 to 16:30 (entry until 16:00) Closed Mondays (or following day if Monday is a national holiday) Endereço: 1842 Hanaishicho, Nikko, Tochigi, Japão [Mapa] Telefone: +81 288-54-0206 Preço: ¥ 400 Site: bg.s.u-tokyo.ac.jp 14. Irohazaka: são duas estradas sinuosas que ligam a parte mais baixa em torno do centro de Nikko, para as elevações mais altas de Oku-Nikko, localizado na parte noroeste de Nikko. Foram construídas, respectivamente, em 1954 e 1965 como uma das primeiras estradas com pedágio do Japão, mas hoje ambas podem ser percorridas gratuitamente. Contando com 48 curvas fechadas, Irohazaka é ainda um importante local da história japonesa, pois os monges budistas atravessavam este caminho para ir em peregrinação até o lago Chuzenji. “Iroha” são as primeiras três das 48 sílabas do antigo alfabeto japonês (que agora é conhecido como “aiueo”), e “zaka” significa “declive”. Cada curva é nomeada com um dos 48 caracteres desse alfabeto japonês. Apesar de as estradas terem sido modernizadas ao longo dos anos, o número de curvas se mantem como antigamente. A estrada de tráfego ascendente leva até o platô de Akechidaira, que oferece um deck de observação com vistas panorâmicas do Irohazaka e do lago Chuzenji e Kegon. From JR or Tobu Nikko Station, take a Tobu bus bound for Chuzenjiko Onsen or Yumoto Onsen and get off at the Akechidaira bus stop. The bus ride takes about 35 minutes and costs 1100 yen one way. Note that buses in the opposite direction do not stop at Akechidaira. Endereço: Nikko, Tochigi, Japão [Mapa] Telefone: +81 0288-54-2496 (Associação de Turismo de Nikko) Site: nikko-kankou.org 17. Ryuokyo Canyon: é um desfiladeiro com cerca de 4 Km criado a partir de uma erupção 22 milhões de anos atrás. É um lugar de beleza cênica repleto de cachoeiras e pântanos, que por sua vez está incluído no Top 100 melhores destinos turísticos do país. Está localizado entre a estação Ryuokyo e a estação Kawaji-onsen, na linha ferroviária Yagan. Há algumas trilhas ao longo do desfiladeiro. “Ryuokyo” significa “Vale do Rei Dragão”. É comum as pessoas fazerem trilhas por aqui, que podem levar de 1.5 a 3 horas de duração e passam pela ponte Musasabi, que oferece uma vista ainda mais panorâmica do vale. Endereço: Ryuokyo, Fujiwara Nikko-shi, 321-2521, Tochigi, Japão [Mapa] Kanmangafuchi Abyss Kanmangafuchi Abyss (憾満ヶ淵) was formed by an eruption of nearby Mount Nantai. This gorge near central Nikko is only a few hundred meters long and can be enjoyed from a pleasant riverside walking trail. Kanmangafuchi is also known for its row of about 70 stone statues of Jizo, a Bodhisattva who cares for the deceased. This particular group of Jizo statues is alternately called "Bake Jizo" (Ghost Jizo), "Narabi Jizo" (Jizo in a line) or "Hyaku Jizo" (100 Jizo). The statues look out over the river and across to the Nikko Botanical Garden, but the botanical garden cannot be entered from the abyss. Access From JR or Tobu Nikko Station, take a Tobu bus bound for Chuzenjiko Onsen or Yumoto Onsen and get off at the Tamozawa bus stop. The bus ride takes about 10 minutes and costs 310 yen one way. From the bus stop, the trail begins after a 10-15 minutes walk through a residential area. The Kanmangafuchi Abyss can also be reached in about a 30 minute walk from Toshogu Shrine. Kirifuri Waterfall Kirifuri Waterfall (霧降の滝, Kirifuri no taki) is an impressive, 75 meter high, two-tiered waterfall located below the Kirifuri Highlands, a few kilometers northeast of the temples and shrines of Nikko. The sight of the elegant falls cascading down the mountain provides a nice contrast to the surrounding foliage, which is lush and green in spring and summer and displays fiery shades of red, orange and gold in autumn. The name Kirifuri means "falling mist" after the fine mist that is created when the water crashes against the rocks at the bottom of the lower falls. The view may occasionally be obscured when mist or fog covers the valley. It used to be possible to hike down to the base of the waterfalls, but the trail down the mountain partially collapsed several years ago and has been closed ever since. Instead, the waterfall can be seen from a wooden observation deck built high up on the mountain across the valley from the falls. The observation deck is located a ten minute walk down a mostly paved trail from the parking lot and bus stop, where you will also find two restaurants and public toilets. Autumn colors in the area are usually best around late October to early November. Access From April to late November, Kirifuri Waterfall is connected by bus from JR Nikko and Tobu Nikko stations about once per hour. Take a bus in direction of Kirifuri Kogen (霧降高原) and get off at Kirifuri-no-taki bus stop (霧降の滝) from where it is a ten minute walk to the observation deck . The one way bus ride takes about ten minutes, costs 330 yen and is covered by the All Nikko Pass. Note that the buses do not stop near the temples and shrines of Nikko, and they do not run from late November through March. Lake Chuzenji (Chuzenjiko) Lake Chuzenji (中禅寺湖, Chūzenjiko) is a scenic lake in the mountains above the town of Nikko. It is located at the foot of Mount Nantai, Nikko's sacred volcano, whose eruption blocked the valley below, thereby creating Lake Chuzenji about 20,000 years ago. Chuzenjiko' shores are mostly undeveloped and forested except at the lake's eastern end where the small hot spring town of Chuzenjiko Onsen was built. The town is also the site of Kegon Waterfall, the most famous of several waterfalls in Nikko National Park. Another popular waterfall, Ryuzu Waterfall, is located at the northern shores of Lake Chuzenji where Yukawa River discharges into the lake. Chuzenjiko is especially beautiful in mid to late October, when the autumn colors reach their peak along the lake's shores and surrounding mountains. And during Japan's hot summers, the lake's high elevation (1269 meters above sea level) keeps the area cool and comfortable, which in the past has attracted foreign embassies to build recreation villas along its shores. It is possible to hike around the entire 25 kilometer circumference of Lake Chuzenji via hilly lakeside walking trails. Alternatively, the lake can be enjoyed from sightseeing boats that depart from Chuzenjiko Onsen. Panoramic views from above are possible from along the Chuzenjiko Skyline, an eight kilometer long former toll road which can now be used free of charge. Akechidaira Plateau Located at the top of the Irohazaka Winding Road, shortly before reaching Lake Chuzenji, the Akechidaira Plateau is a small parking lot with panoramic views over the winding road and the valley below. A ropeway lifts visitors in three minutes from the parking lot to an observation platform with views of Kegon Waterfall in combination with Lake Chuzenji. Chuzenjiko Onsen Chuzenjiko Onsen is a touristy hot spring resort town at the eastern shores of Lake Chuzenji and at the foot of Mount Nantai. The small town consists mainly of souvenir shops, hotels and ryokan, but also offers some sightseeing spots, including Chuzenji Temple, a Futarasan Shrine, a nature museum and, most of all, Kegon Waterfall. It is also the departure point of sightseeing cruises of the lake. Senjogahara Marshland At an altitude of 1400 meters above sea level, the Senjogahara Marshland (戦場ヶ原, Senjōgahara) covers the plateau between Lake Chuzenji and Yumoto Onsen. It offers some of the best hiking in the Nikko National Park and is particularly beautiful during the autumn leaf season in October when the marshland's grasses turn into a reddish yellow and the larch trees into a shiny gold. The Senjogahara Plateau Nature Trail follows Yukawa River during most of its course between Yumoto Onsen and Ryuzu Waterfall near the shores of Lake Chuzenji. The hiking trail offers excellent views of the marshland and surrounding mountains, and it takes around 2.5 to 3 hours to complete. Not far from Senjogahara lies Odashirogahara, a smaller but equally idyllic marshland, which is worth a detour or separate visit. During winter, the marshland is usually covered by several centimeters of snow typically between December and March, during which the hiking trails may not be passable. But when enough snow accumulates, visitors can see a different side of the marshland by walking along the hiking trails on snowshoes. There is also a course network for cross-country skiing north of the Sanbonmatsu parking lot. A couple of rest houses at the Sanbonmatsu parking lot offer snowshoe rentals for around 500 yen for two hours or 1000 yen per day. Cross-country ski rentals go for 1800 to 2000 yen per day. There are also guided half-day tours available, but advance reservations are required, and English instructions may be limited. Access Senjogahara is connected with central Nikko by Tobu bus. Buses leave from Tobu Nikko Station (many also serve JR Nikko Station) and are bound for Yumoto Onsen. There are one or two buses per hour. The one way trip from Tobu Nikko Station to Senjogahara takes about 70 minutes, costs around 1500 yen and is covered by the All Nikko Pass. A 2-day pass for unlimited bus rides between Nikko and Senjogahara (as far as Sanbonmatsu bus stop) is available for 2650 yen at Tobu Nikko Station, while a 2-day pass for unlimited bus rides between Nikko and Yumoto Onsen is available for 3000 yen. For walking the entire Senjogahara Plateau Nature Trail, get off at either Yumoto Onsen or Ryuzu no taki bus stop. The hiking trails can also be joined from Akanuma bus stop, while Sanbonmatsu bus stop offers a small observation deck with views over the marshland, but no access to the hiking trails. A separate bus travels between the parking lot near the Akanuma Shako bus stop at the southeastern end of Senjogahara Marshland and Senjugahama bus stop at the western bank of Lake Chuzenji, stopping at Odashirogahara Marshland and Lake Sainoko along the way. The entire one way trip takes approximately 30 minutes and costs 300 yen. Buses operate from late April through November about once per hour. More frequently on weekends and during busy seasons. Note that during the autumn leaf season in October, traffic between central Nikko and Senjogahara can be very heavy, and buses can incur heavy delays, especially on weekends. If possible, try to visit during the week and not on weekends. Akechidaira Plateau Akechidaira Plateau is located near the top of the ascending Irohazaka Winding Road. At the plateau, there is a parking lot with a free observation area that offers nice views onto the Irohazaka and the valley below. A rest house stands beside the parking lot, serving as a souvenir shop, cafeteria and the lower station of the Akechidaira Ropeway. In three minutes, the ropeway carries visitors to an observation platform further up the mountain for spectacular views over Kegon Waterfall and Lake Chuzenjiko. Outside of winter, it is also possible to reach this upper observation deck in about two hours (one way) via a hiking trail from Lake Chuzenjiko. The trail also connects to Mount Hangetsuyama. Access: From JR or Tobu Nikko Station, take a Tobu bus bound for Chuzenjiko Onsen or Yumoto Onsen and get off at the Akechidaira bus stop (35 minutes, 1100 yen one way, 3-4 buses per hour). Note that buses in the opposite direction do not stop at Akechidaira. Akechidaira Ropeway Hours 9:00 to 16:00 (longer hours during the autumn color season) Closed No closing days Admission 400 yen (one way), 730 yen (round trip) TOKYO – BAIRRO A BAIRRO 1. Shibuya Shibuya é provavelmente a área da Tóquio que melhor personifica a imagem preconcebida que temos da capital do Japão. Muita gente, muitos arranha-céus espelhados, néons por todo o lado, painéis vídeo com publicidade, tudo muito luminoso, consumista e pós-moderno. Além de muito bem servido em termos de transporte público, o bairro de Shibuya, localizado no distrito de mesmo nome, é também próximo a diversas atrações turísticas de Tóquio, como o bairro antigo de Shimokitazawa. Para completar, a região também é repleta de muitos cafés e restaurantes, permitindo que você encontre boas opções de alimentação nas proximidades, sem precisar se deslocar a cada refeição. Entretanto, os hotéis costumam apresentar preços mais elevados do que a média. O bairro é conhecido por iniciar modas, tem muitas lojas jovens e mais tantas outras lojas de departamentos. Em Shibuya existe uma grande concentração de “Love hotels” japoneses, que são equivalentes aos motéis brasileiros, e muitos clubes noturnos. Fora da área imediata da estação, o bairro tem ruas calmas residenciais. Shibuya Station: outra mega-estação de trem e metrô, cheia de lojas, restaurantes, e a 4a mais movimentada do Japão. SHIBUYA CROSSING: Do segundo andar você vê o cruzamento movimentado com o pessoal atravessando a rua e pode fotografar e filmar. Tem faixas de pedestres até nas diagonais, e é o cruzamento mais movimentado do mundo. Você pode tomar um café olhando o movimento no Cafe L'Occitane ou Starbucks Shibuya Tsutaya, que fica no prédio com o telão gigante na frente do cruzamento, do outro lado da rua, mas não pode fotografar e filmar lá dentro. Hachikō (Shibuya Station): é a estátua famosa do cachorrinho de mesmo nome, que segundo a história popular, esperou o seu dono todos os dias nesse local por anos e anos após a sua morte, como fazia todos os dias. Tokyu Hands (Shibuya Station): se você é adepto de trabalhos manuais, artes e decoração, vai ter um treco nessa loja, com 8 andares de materiais diversos. A Loft (ótima para conhecer algumas invenções japonesas que facilitam nossa vida). é outra loja parecida, que compete com a Tokyu Hands. Na região, estão presentes as maiores redes de lojas japonesas e as grandes lojas de departamento, ou "depato" como os próprios japoneses chamam. rua Koen e lojas como a Uniqlo, Center Gai (Shibuya Station): é uma rua de pedestres que fica perto da estação Shibuya, cheia de lojas, bares, restaurantes, o movimento no final do dia é forte, com muita gente começando a noitada por ali. tem muitas opções de comida boa e barata. 2. Harajuku Área entre Shibuya e Shinjuku famosa pela cultura e moda adolescente. Sabe aquele clichê dos adolescentes japoneses com cabelos coloridos e fazendo cosplay? Harajuku pode ser definida como uma área criativa, jovem e sem barreiras, capaz de aceitar pessoas de diferentes nacionalidades com todas as suas peculiaridades. No bairro fica também o Parque Yoyogi, onde jovens japoneses de todas as tribos se reúnem aos domingos para curtir a vida do seu jeito. Não por acaso, esse é considerado o bairro da moda, com um toque futurista, onde todos vão para ver e ser vistos. Harajuku Station: ao redor dessa estação você começa a ver os adolescentes japoneses vestindo as roupas mais loucas possíveis. Durante a semana eles estão na escola, e andam por ali em seus uniformes, então a graça é visitar Harajuku no domingo durante o dia pra ver a criatividade do pessoal. Se você pedir, a maioria deles deixa tirar fotos e faz pose. Omotesando (Harajuku Station ou Omotesando Station): é uma avenida que vai da estação de Harajuku até a Aoyama dori, onde fica a estação Omotesando. Essa rua é conhecida pelas suas lojas de grife famosas, uma atrás da outra: Prada, Louis Vuitton, Dior, Gucci, Missoni, a lista é grande. O shopping Omotesando Hills tem lojas mais “normais”, como Gap, Zara e marcas locais. Na Omotesando perto da estação Harajuku fica a loja de brinquedos Kiddyland, com 6 andares, inclusive um andar dedicado a Charlie Brown, Snoopy e sua turma, e um andar pra turma da Sanrio – Hello Kitty e seus amigos. Horário: Seg–Sáb: 11:00–23:30 Dom: 11:00–22:30 Yoyogi Park (Harajuku Station): um parque bem grande com muitos gramados e famílias brincando. Meiji-jingu (Harajuku Station ou Meiji-jingu-mae Station): Considerado um dos maiores santuários xintoístas de Tokyo, o Meiji Jingu é dedicado ao imperador Jingu e sua esposa. Sua construção foi concluída em 1920, mas o santuário foi destruído pela Segunda Guerra e reconstruído após. O santuário e seus edifícios ficam próximos da estação de Harajuku e estão localizados no meio do Parque Yoyogi. Por estar cercado por árvores, é um local relativamente pacato e (quase) ideal para relaxar. Milhares de pessoas passam pelo lugar todos os dias; por ser um dos mais populares do Japão, estima-se que mais de 3 milhões de pessoas passem por lá na virada do ano para fazer suas preces. O santuário é marcado pela presença de um torii gigante, com 12 metros de altura, feito com cipreste de mais de 1.500 anos. Logo na entrada, barris de sakê, uma das bebidas mais populares do país, enfeitam o caminho até o santuário. Para quem tem tempo disponível, pode valer a pena visitar o jardim do Gingu Gyoen, projetado pelo imperador que deu nome ao local. Vale especialmente a pena ao domingo. O motivo? É dia de casamentos. Com isso, toda a área em torno do templo ganha vida e cor. As noivas, vestidas de forma tradicional, a serem preparadas para o casamento. Cortejo de noivos e convidados a entrarem nas salas do templo. E muitas mulheres envergando belíssimos kimonos. Especialmente para quem gosta de fotografia, Meiji Jingu aos domingos é mesmo fascinante. E é um passeio perfeito para combinar com a passagem pela Rua Takeshita, no bairro Harajuku. Tem uma loja de souvenirs muito bonitinha no caminho para o templo, ao lado de uma lanchonete e banheiros. Site: http://www.meijijingu.or.jp Takeshita Dori (Harajuku Station): é a rua mais famosa de Harajuku, pequenininha (400m), mas cheia de lojas vendendo a última moda para os adolescentes japoneses. Está sempre cheia, e aos domingos você vê a molecada circulando com as suas roupas mais loucas. tem lojas que vendem desde roupas para fazer cosplay às famosas lojas de 100 ienes. Passear pela Takeshita-Dori, tirar uma foto do letreiro principal da rua e comer um crepe doce e super rechado são alguns dos programas que você pode fazer por lá. Em face de seu tamanho e do público constante que visita o lugar, a rua fica extremamente cheia nos fins de semana. É um local popular entre os jovens da cidade e entre os turistas que querem conhecer o fervor da cultura pop japonesa. Embora seja um lugar bem movimentado, o que pode provocar estranheza em algumas pessoas, é um passeio é interessante! Site: http://www.takeshita-street.com 3. Shinjuku Também muito bem localizada, a área de Shinjuku é ideal para os amantes de compras, pois o comércio nas proximidades é vibrante, repleto de lojas e shoppings. Além disso, o bairro, localizado no distrito homônimo, é reconhecido por sua agitada vida noturna, que atrai moradores de todas as regiões de Tóquio. Porém, assim como acontece em Shibuya, os preços das hospedagens para quem opta por essa região costumam ser bastante elevados. O bairro que é o centro administrativo e de negócios e de inúmeros arranha-céus da cidade tem também um distrito de entretenimento famoso (Kabukicho (red light district)) e a mais movimentada estação de trem do mundo, Shinjuku Station, que tem mais de 200 saídas, por onde circulam mais de 2 milhões de passageiros por DIA. Ao redor da estação muitas lojas de departamentos imensas, e ali pertinho: Shinjuku Gyoen (Shinjukugyoenmae Station ou JR Sendagaya Station ou Shinjuku Station): É um jardim fechado e pago, com 58.3 ha, tem várias regras do que pode e não pode fazer e levar lá pra dentro. Fizemos picnics por lá ambas as vezes, comprando nosso lanche pra levar no subsolo da Takashimaya e na Isetan, que são ali pertinho. A entrada custa 200 ienes. Horário: Ter–Dom: 9:00–16:30 Site: http://https://www.env.go.jp/garden/shinjukugyoen/ Isetan (Shinjuku Sanchome Station): Essa loja de departamentos de 10 andares tem de tudo, em várias faixas de preço. No subsolo muitos stands de comida (área de salgados e área de doces, incluindo a francesa Pierre Hermé) pra você comprar e levar, de preferência pra um picnic no Shinjuku Gyoen ou até mesmo pra comer no seu hotel se ficar hospedado ali por perto. Tem um stand do restaurante Maisen, considerado um dos melhores katsus de Tóquio. No 7o andar, onde ficam os restaurantes (esses com mesas pra você sentar e comer ali mesmo) tem uma área que vende kimonos e todos os acessórios, são lindíssimos e vale a pena dar uma olhada. Tem uma área de descanso para bebês, tipo um fraldário, no 6o andar. Takashimaya Times Square (Shinjuku Station): outra mega loja de departamentos, com 14 andares, vários de restaurantes e o subsolo cheio de stands de comida excelentes pra você comprar e levar. Tokyo Metropolitan Government Building: As torres gêmeas que abrigam a administração da cidade de Tokyo não passam despercebidas aos olhos dos turistas. Elas se destacam pela altura e oferecem, nas suas duas torres, observatórios panorâmicos GRATUITOS para admirar a vista de Tokyo. Como a área do Metropolitan Government Building está cercada por edifícios e escritórios, dá para acompanhar muita coisa interessante acontecendo ao redor. Com tempo bem aberto, dizem que grandes símbolos do Japão podem ser vistos dos observatórios, entre eles a Tokyo Tower, Tokyo Skytree e até o Monte Fuji. O observatório da torre sul tem uma vista muito bonita durante o dia, mas se você pretende visitar os edifícios durante a noite, vá ao observatório norte, que fica aberto até às 22h30 (o outro observatório fecha no fim da tarde). Ambos os observatórios possuem cafeteria/restaurante e lojinha de presentes. Site: http://www.metro.tokyo.jp Golden Gai: um dos raros lugares de Tóquio que não foi arrasado por bulldozers para ser modernizado. Permanece, por isso, uma espécie de gueto no coração de Tóquio, como se fosse um bairro de lata mais arranjado, transformado em local de culto da noite underground da capital. É um lugar excelente para sair e conhecer uma noite mais alternativa na capital japonesa. São mais de 200 bares minúsculos, porta-sim-porta-sim, espalhados por seis ou sete ruas contíguas no meio da hiper-moderna Shinjuku. Tenha só em atenção que alguns bares não aceitam estrangeiros. E, se está apreensivo sobre o custo da viagem ao Japão, saiba que quase todos cobram entrada. 4. Ginza Área chique e cheia de lojas de departamentos enormes, restaurantes, grifes famosas. O prédio cartão-postal de Ginza (foi construído pelo fundador da Seiko) fica bem na esquina da Chuo-dori com a Harumi-dori (dori = rua), o coração do bairro. Aos sábados das 14h as 17h e aos domingos de meio-dia as 17h a Chuo Dori que é a rua principal de lojas, fica fechada para o tráfego e os pedestres podem caminhar tranquilamente fazendo as suas comprinhas, o chamado “Paraíso de Pedestres”. Vale a pena um passeio mesmo que você não vá comprar nada. Aproveite e veja o anoitecer com as milhares de luzes acendendo na Chuo Dori, e jante em um dos andares repletos de restaurantes nas lojas de departamentos. Se você vai ao local durante a noite, recomendamos passar na área de Yarakucho, que tem vários restaurantes e izakayas (uma espécie de "barzinho" japonês). Chuo Dori (Ginza Station ou Ginza-Itchome Station): passeie por essa rua cheia de lojas interessantes, de papelaria as roupas baratas (Uniqlo, H+M) ou de luxo (Chanel, Prada e outras), as jóias (Mikimoto, Cartier, etc), maquiagem (Shiseido), brinquedos (Hakuhinkan Toy Park) e equipamentos musicais (a loja da Yamaha é imensa, como tudo aqui). A Chuo Dori à noite com suas milhares de placas iluminadas é impressionante. WAKO Main Building (Ginza Station): é o prédio-símbolo do bairro, com o relógio no topo. Você sai da estação Ginza entre a Chuo Dori e a Harumi Dori e dá de cara com ele. A loja de itens de luxo WAKO ocupa o prédio. Sony Building (Ginza Station, saída B9): o prédio da Sony tem um showroom bem grande, mostrando itens históricos e as novidades da empresa. Se você estiver na área pode matar a curiosidade rapidamente. Teatro Kabuki-za (Higachi-Ginza Station): o teatro onde as peças kabuki são apresentadas o ano inteiro, você pode comprar ingresso para assistir uma peça inteira ou só um ato. Tsukiji Market - Mercado de Peixe Tsukiji (Tsukijishijo Station): é tido como o maior mercado grossista de peixe do mundo. Fica no centro de Tóquio, junto ao exclusivo bairro de Ginza. estima-se que o lugar venda mais de 2.000 toneladas de animais marinhos todos os dias. O Mercado Tsukiji tem duas grandes áreas completamente distintas. Uma área interna, coberta, originalmente apenas dedicada aos negócios grossistas (incluindo o famoso leilão de atuns). E uma área exterior, composta por ruelas cheias de restaurantes especializados em sushi e “frutos do mar”; casas de chá verde; lojas com equipamento de cozinha; e um sem fim de pequenos negócios tendo a gastronomia e o mar como denominadores comuns. No local, acontece o leilão de atum por volta das 5h da manhã. Embora seja aberto aos visitantes de forma gratuita, os espaços são limitados permitindo somente a entrada de 120 pessoas por manhã. Portanto, recomendamos chegar o mais cedo possível para evitar decepções. A parte interna do mercado é de venda no atacado, mas a parte de fora e as ruas ao redor possível comprar no varejo, e pode ser uma opção se você estiver num apartamento e quiser cozinhar. Anexo ao mercado de peixes está o chamado Outside Market, um mercado com produtos mais variados, que também vende peixes e frutos do mar, porém em menor escala; além disso, oferece comidas prontas, frutas, verduras, flores e presentes. Ao longo do Outside Market estão vários restaurantes e um programa popular é ir ao lugar para tomar café da manhã — o café, é claro, é ao estilo japonês e inclui sushis e sashimis no cardápio. Entre os restaurantes que ficam muito movimentados durante a manhã estão o Sushi Dai e Shushi Zanmai. Hours & Fees Hours: Outer Market: varies by shop, typically 5:00 to 14:00 Wholesale Area: open to visitors after 11:00am Tuna Auction: open to visitors from 5:50am to 6:20am (restricted to 120 visitors/day) Closed: Sundays, national holidays and some Wednesdays (see "English Links" below). The tuna auction gets closed to tourists for a few weeks over New Year(December 1, 2017 to January 14, 2018) to ensure a smooth and accident free course of business during that busy time of the year. Admission: Free Site: http://www.tsukiji-market.or.jp Hama Rikyu Garden (Shiodome ou Shinbashi Station): esse jardim japonês tradicional com um lago e uma casa de chá bem no meio é lindo, e se mistura com a Tóquio moderna com seus prédios altos atrás. A entrada custa 300 ienes por pessoa. De dentro do jardim você pode sair pra um passeio de barco, fica bem pertinho do mercado Tsukiji e do mar. Tokyo Tower (Akabanebashi Station): fica entre Ginza e Roppongi. Aberta em 1958, a Torre de Tokyo é um dos maiores símbolos do Japão e a maior torre de metal do mundo. Durante muitos anos, ela foi a maior estrutura arquitetônica da cidade, mas em 2012 foi ultrapassada pela Tokyo Skytree. A torre abriga antenas de telecomunicação e observatórios abertos ao público. A torre tem 333 m de altura e tem observatórios com 150 e 250 metros de altura. O observatório principal, com 150 m, pode ser acessado através de elevador ou de escadas e já oferece uma boa visão de Tokyo. Do observatório mais alto, pode-se ver o Monte Fuji e Monte Stukuba quando o tempo está sem nuvens. Há uma cafeteria no andar mais baixo, então você pode tomar um café enquanto observa a paisagem panorâmica de Tokyo. Nossa sugestão é visitar o lugar no fim da tarde, dessa forma você pode ver a cidade com luz, admirar o pôr do sol e então acompanhar as luzes dos edifícios acendendo. Observatório principal (150 m): ¥900 Observatório especial (150 + 250 m): ¥2,800 Os observatórios funcionam entre 9 e 23h, o horário limite para subir até eles é 22h30. Site: http://www.tokyotower.co.jp 5. Asakusa Asakusa é um bairro histórico de Tokyo com atrações como o templo budista Senso-ji e a rua Nakamise. O bairro é simpático, tem várias ruas com boas lojas que vendem souvenir e construções mais antigas. A partir dali, você tem uma vista bonita para o Rio Sumida e pode até fazer um passeio de barco ao longo do rio, que possui muitas pontes. Durante a primavera, a orla ao longo do Rio Sumida fica muito bonita, cheia de cerejeiras floridas e pessoas fazendo piquenique sob as árvores. A orla do rio também oferece vista para a Tokyo Skytree e outros edifícios da região de Sumida. Templo Senso-ji (Asakusa Station): também conhecido por Asakusa Kannon Temple, é um complexo de templos budistas, o mais popular de Tóquio. Ele guarda a imagem de Kannon, deusa da misericórdia.Foi construído em 645, é o mais antigo da cidade. Você chega pela estação de metrô Asakusa saída 2 ou 3 e vai caminhando até o Kaminarimon, que é o pequeno portal de entrada do templo. A partir daí você caminha pela rua Nakamise, cheia de lojinhas de souvenirs e lanchonetes, até o Hozomon, que é o grande portal de entrada do complexo. Lá dentro tem o templo principal com o altar folheado a ouro, uma Pagoda de 5 andares, e vários templos menores dedicados a diferentes divindades. Ainda estão nos arredores do templo um caldeirão com incensos — que os japoneses acreditam trazerem boa saúde — e um jardim chamado Deboin Garden, onde fica um museu com arte japonesa. Asakusa e em especial a Nakamise Street são lugares bem legais para experimentar uma comida diferente ou fazer umas comprinhas, já que as lojas próximas do templo oferecem muitas opções de lembranças de viagem e artigos relacionados ao Japão. Hours & Fees Main hall: 6:00 to 17:00 (from 6:30 from October to March) Temple grounds: Always open Admission: Free Site: http://www.senso-ji.jp SUMIDA: Um bairro que acabou de ganhar destaque por causa da recém-inaugurada Tokyo Skytree, a maior torre do mundo. Outros locais de interesse para os turistas são o Museu Edo Tóquio e o Ryogoku Kokugikan, que é o Estádio Nacional de Sumô. Tokyo Skytree: Com 634 metros de altura, a Tokyo Skytree é a maior torre do mundo. Além da própria torre, construída com tecnologia japonesa para resistir a abalos sísmicos, o elevador também é um diferencial do lugar, pois tem capacidade para transportar 40 passageiros e atinge uma velocidade de 600 metros por minuto. A torre tem uma coloração branca e recebe uma iluminação bonita durante a noite. Ela funciona como uma torre de radiodifusão e tem observatórios panorâmicos que oferecem uma vista fenomenal de Tokyo. De seus mirantes, é possível observar toda a cidade e diversos pontos de interesse. Há dois mirantes diferentes, um deles a 350 m de altura (Tembo Deck) e outro a 450 m (Tembo Galleria). O mirante mais baixo possui 3 pisos, onde ficam cafeterias, lojas de presentes, um restaurante e um espaço com piso de vidro, onde você pode observar a estrutura da torre aos seus pés. O mirante do Tembo Deck (350 m) oferece uma vista suficiente para admirar toda a cidade e ver locais como o Templo Senso-ji, Tokyo Tower, as várias pontes ao longo do Rio Sumida e diversas montanhas e alpes japoneses — isso tudo, claro, quando o tempo está bem aberto e sem neblina. Nossa sugestão é subir ao lugar justamente em dia de sol para admirar melhor a paisagem, se o tempo não estiver muito aberto, é melhor não subir ao piso mais alto, porque poderá ser dinheiro jogado fora. A vista de ambos os observatórios não decepciona e é realmente surpreendente a altura da torre. Estão disponíveis no observatório principal (350 m) televisões touch screen que permitem conhecer melhor os pontos turísticos da cidade — a interatividade deixa o passeio ainda mais bacana. Há na base da torre um shopping com diversas lojas, restaurantes e lanchonetes. Há pisos do lugar dedicados apenas à comida que têm lanchonetes muito gostosas! Recomendamos muito que depois de subir à Tokyo Skytree você faça uma parada em seus andares inferiores para comer uma torta ou alguma guloseima japonesa. Diferentes ingressos com diferentes valores são vendidos para visitar a torre, há ingressos com horário e dia marcados, outros com apenas dia marcado, que você compra na hora, antes subir a torre. A diferença de ter um horário marcado para subir ao observatório é que você não terá que enfrentar filas para pegar o elevador e, acredite, elas podem ser longas. No ponto de venda de ingressos que fica na torre, você pode optar por comprar um ingresso "fura-fila" (mais caro) ou o ingresso "normal", cogite comprar o "fura-fila" apenas se houver muita gente esperando para pegar o elevador que vai ao observatório. Site: http://www.tokyo-skytree.jp Horário: Seg–Dom: 8:00–22:00\n Admission Fees Same-day Ticket Ticket type 18 years old and over 12 - 17 years old 6 - 11 years old 4 - 5 years old TOKYO SKYTREETEMBO DECKFloor350 ¥2,060(¥1,030) ¥1,540(¥770) ¥930(¥460) ¥620(¥310) TOKYO SKYTREETEMBO GALLERIAFloor450 ¥1,030(¥510) ¥820(¥410) ¥510(¥260) ¥310(¥150) Fast Skytree Ticket Ticket type 12 years old and over 4 - 11 years old Single ticketFloor350 ¥3,000 ¥1,500 Combo ticketFloor350+450 ¥4,000 ¥2,000 · Children aged 3 years or under are free. · Rates in ( ) parentheses are for visitors with disabilities. Please present a disability ID card or other ID for verification. · There are no disability discounts available for Fast Skytree Ticket. · Combo tickets are only available at the Fast Skytree Ticket counter. Edo-Tokyo Museum (Ryogoku Station, metrô ou trem): esse museu é muito interessante, mostra objetos, ambientes e estruturas preservadas da antiga Edo até a Tóquio moderna. Tem um teatro inteiro preservado dentro do museu, uma ponte de madeira, maquetes impressionantes super detalhadas, bem legal. Você vai conhecendo a história da cidade desde sua fundação, passando pelos terremotos, incêndios, bombardeios, até os dias de hoje. A lojinha de souvenirs e objetos de arte no térreo é ótima. 6. Akihabara Akihabara, ou apenas Akiba, é conhecida principalmente pelos mangas, animes e cultura otaku. Imagine uma longa avenida fechada para pedestres com centenas de lojas só disso. A região também possui estabelecimentos de pachinko, maid cafes (que são restaurantes nos quais as garçonetes se vestem como personagens de animes) e muita diversão para adultos. Também é o lugar ideal para encontrar produtos eletrônicos e novas tecnologias. Nesta área é possível encontrar invenções únicas que você não vê em nenhum outro lugar do mundo. Muitos dos produtos eletrônicos em exibição podem ser testados de graça. Para quem procura eletrônicos, Entre as principais lojas da região estão a Laox, Sofmap e a enorme Yodobashi Camera. Note que nas lojas que têm muitos andares pode ser difícil encontrar o que você procura, então saiba que cada andar costuma ser dedicado a um tipo de produto. Pachinko: Poucas coisas haverá tão estranhas como abrir as portas de uma pachinko e entrar. Do lado de fora, silêncio; assim que as portas se abrem, o inferno. Um barulho ensurdecedor saído de centenas de máquinas de jogo, alinhadas, frequentadas por homens de olhar alucinado e ar cansado. São espaços de alienação coletiva, difíceis de entender. Mas que é uma experiência única, disso não tenho dúvidas. Ueno Park: foi um dos primeiros parques públicos do Japão, estabelecido em 1973. Na área onde está localizado o parque, ficava o templo Toeizan Kaneiji, que foi desconstruído com batalhas entre os japoneses e convertido no belo parque que hoje é. O local conta com várias atrações, entre elas um zoológico, o Tokyo National Museum, o National Science Museum e o Tokyo Metropolitan Art Museum, que são bons passeios para quem procura uma atração cultural para visitar. Além disso, o parque é um dos endereços mais populares do Japão durante a primavera, quando acontece o Cherry Blossom Festival. é um passeio ideal para combinar com a ida ao Templo Sensoji, no vizinho bairro de Asakusa. Aos domingos, entre 10:00 e 15:00, também são oferecidos gratuitamente a locação de 250 bicicletas para pedalar ao longo do curso de ciclismo do Palácio. As ruas são fechadas para o tráfego motorizado, de modo que todos possam caminhar pelas cinco pistas. O Ueno Park possui 3 templos e um santuário em seu interior. O Kaneiji já foi um dos maiores e mais importantes templos do país, durante a era Edo. Destruído pelas guerras, hoje é pequeno e partes dele são templos independentes, como o Kiyomizu Kannon, inspirado no famoso Kiyomizudera, em Kyoto, que tem um grande balcão de madeira e é bastante popular entre as mulheres que querem engravidar. O Toshogu Shrine, que também já foi parte do Kaneiji, é mais uma das construções japonesas dedicadas ao Tokugawa Ieyasu, o fundador e primeiro xogum do Xogunato Tokugawa. O Bentendo fica em uma ilha no meio do lago Shinobazu e lota na época da florada das cerejeiras, quando ocorrem os festivais no parque. Imperial Palace: localizado próximo à Tokyo Station, é a residência oficial da família imperial japonesa. Ele foi construído sobre a base do Edo Castle (1457) e até hoje algumas de suas muralhas permanecem de pé. Sua construção se deu quando a capital japonesa foi transferida de Kyoto para Tokyo e embora o palácio tenha sido destruído durante a Segunda Guerra, ele foi reconstruído de acordo com o modelo original. O Palácio ocupa um grande espaço na região central de Tokyo e está cercado por um lago e por jardins conhecidos como Imperial Palace East Gardens, que podem ser visitados o ano todo (ficam fechados nas segundas-feiras). A parte inferior do palácio, onde vive a família imperial, não costuma estar aberta ao público. Ao visitar o Palácio e seus jardins, não deixe de admirar a ponte Nijubashi, um dos símbolos do lugar, as grandes muralhas das construções e o lago ao seu redor. Imperial Palace East Garden: são jardins adjacentes ao Palácio Imperal de Tokyo. O lugar tem muros remanescentes do Edo Castle e reúne jardins com cerejeiras e um bom espaço gramado para curtir ao ar livre. O ponto alto da atração são as antigas muralhas do castelo, construídas com pedras enormes, encaixadas umas sobre as outras. A fundação da torre do antigo castelo permanece de pé; para quem gosta de atrações históricas, pode ser um bom passeio. O jardim fica aberto praticamente o ano todo, mas não abre ao público às segundas-feiras. Entrada gratuita. O jardim Imperial fica bem no centro de Tóquio, uns 10-15 minutos a pé da Tokyo Station. Tokyo National Museum: Localizado no Ueno Park, o Museu Nacional de Tokyo é um dos mais importantes museus do Japão. O complexo do museu nacional abriga uma grande coleção de artefatos e oferece aos seus visitantes um pouco de aprendizado a respeito da cultura japonesa e da história do país. A Galeria Principal do museu reúne objetos como armas antigas, espadas, armaduras utilizadas em guerras, além de quimonos tradicionais e obras de arte. Já na Galeria do Tesouro estão reunidas muitas obras de arte sobre o Japão. O Museu Nacional de Tokyo tem exposições permanentes e temporárias e pode ser um bom passeio para quem procura um programa cultural da cidade ou para quem se interessa pela história do país. Muitos dos objetos do museu estão bem conservados e podem ensinar bastante sobre a cultura japonesa. Site: http://www.tnm.jp Horário: Ter–Dom: 9:30–17:00 University Students: 410 yen Hours 9:30 - 17:00 (last admission at 16:30) Kuroda Memorial Hall: trough the year 9:30 - 17:00 (last admission at 16:30) Research and Information Center: Monday-Friday, 9:30-17:00 · Open until 21:00 on Fridays and Saturdays. · Regular exhibitions will be open until 21:00 on October 31 and November 1, 2018. · Open until 18:00 on Sundays and National Holidays, April - September, 2018. · Open until 22:00 on September 21 and 22, 2018. *Last admission 30 minutes before closing. * Hours are subject to change. CHIYODA: É o coração de Tóquio, onde fica o Palácio Imperial e a sede de vários prédios do governo e embaixadas, além da estação de trem e metrô Tokyo Station. Também engloba a área de Akihabara. Chidorigafuchi (Kudanshita Station): é um parque na parte externa do Palácio Imperial, onde fica Chidorigafuchi, às margens do fosso e onde você pode alugar um barco a remo. É um dos melhores lugares para ver as cerejeiras em flor na cidade, realmente espetacular. Museu Shitamachi: um museu pequenininho mostrando ambientes e objetos de casas de pessoas comuns da antiga Edo. Simpático, mas se você vai ao Museu Edo Tóquio (muito maior, mostrando coisas parecidas) pode pular o Museu Shitamachi. Museu Nacional de Arte Ocidental: não é um museu muito grande e tem uma coleção bem bacana de pinturas e esculturas, a começar pela enorme escultura da Porta do Inferno, de Rodin, do lado de fora. Dentro do museu, você encontra muitos quadros de artistas importantes como Miró, Pollock, Monet, Renoir, Gauguin, Rubens, Tintoretto, entre outros. Templo Toshogu: esse lindo templo de 1616 sobreviveu a desastres naturais (terremotos, incêndios), as bombas da Segunda Guerra Mundial, e até hoje está lá no meio do Parque Ueno, com sua estrutura de madeira lindamente decorada com ouro e um caminho de lanternas de pedra até a entrada. Templo Bentendo: é um templo budista octogonal perto do lago Shinobazu. O original foi destruído por bombardeios na Segunda Guerra, e o templo atual é uma reconstrução de 1958. Em dias de festivais vários stands de comida formam uma ruazinha no caminho até o templo. Museu Nacional de Natureza e Ciência: é um museu de história natural e ciência, com direito a fósseis de dinossauros, astronomia, cinema 360 graus, geologia, parece bem interessante. 7. Roppongi Hills O bairro dos expatriados e estrangeiros de Tóquio, com muitas embaixadas e escritórios de empresas estrangeiras. A noite de Roppongi é famosa com muitos clubes noturnos, restaurantes, bares, a rua fica fervilhando de gente. Roppongi Hills é um complexo de edifícios localizado no distrito de Roppongi, bastante conhecido por sua vida noturna. No complexo, estão edifícios com escritórios, lojas, cafeterias, restaurantes, museu e um shopping com uma arquitetura super moderna. Um dos edifícios que fazem parte do complexo é o Mori Tower, o qual possui um observatório ao público que oferece uma linda vista da cidade, principalmente quando o tempo está aberto. Roppongi Hills é a prova de como os empreendimentos em Tokyo tomam uma proporção grande e são "autossuficientes", já que em um mesmo local você encontra diversas fontes de entretenimento, bons restaurantes e opções para compras. Roppongi Hills (Roppongi Station): é um complexo de shopping, restaurantes, galeria de arte, cinema, hotel (Grand Hyatt), museu de arte e o observatório Tokyo City View em Roppongi. Tem vários restaurantes bons, inclusive o L’Atelier de Joel Robuchon do chef francês estrelado. Tokyo City View, no alto da Mori Tower (Roppongi Station): um observatório no alto do prédio de 54 andares, tem uma vista bem bonita da cidade. Se você for a Tokyo Tower não precisa ir a Mori Tower e vice-versa, a vista é bem parecida. Tokyo Midtown (Roppongi ou Roppongi-itchome ou Nogizaka station): é um outro complexo de shopping, restaurantes, residências, hotel (Ritz-Carlton) e lazer como o Roppongi Hills. Tem ótimos restaurantes, como o sushi de esteira e um indiano que nós fomos, docerias e padarias francesas como Jean-Paul Hévin, Sadaharu, Maison Kaiser e até um novaiorquino Dean & Delucca Café. 8. ODAIBA Odaiba (Odaibakaihinkoen Station): é uma ilha artificial ligada a Tóquio pela Rainbow Bridge (Ponte Arco-Íris) conecta a área de Shibara com a ilha Odaiba. O lugar é uma concentração de shopping centers gigantescos, e tem lojas de todos os tipos para todos os bolsos. Dentro dos shoppings da ilha você encontra um Legoland Discovery Center e o Sony ExploraScience, que é um museu interativo de luz, som e movimento. Uma ilha artificial e futurística com inúmeras atrações, entre elas o prédio da Fuji TV, museus, roda-gigante, um boneco gigante do Gundam, praia, entre outros. Dica: vá de trem e na volta atravesse a Rainbow Bridge a pé. A vista de Tóquio e da Rainbow Bridge a partir de Odaiba já vale a visita. Você pode ir de barco ou de monorail (ou ir de um jeito e voltar de outro, como nós fizemos). Se você tem pouco tempo na cidade, não recomendo ir até lá, a não ser que seja pra dar uma olhada na vista (no final do dia, pegando o anoitecer) e pronto. À noite, essa ponte de 918 metros brilha intensamente nas cores do arco-íris. Fazer uma caminhada ao longo dela é uma bela experiência que não lhe custará nada. Além disso, você pode aproveitar para tomar sol em uma praia artificial e ver uma réplica de 11 metros da Estátua da Liberdade. Ameyoko é outro lugar que parece ter parado no tempo e vale conhecer. Uma rua comercial entre as estações Ueno e Okachimachi onde você vai encontrar comida, roupas e bugigangas no geral, tudo no estilo de comércio do Japão antigo. Não longe de lá fica o Ueno Park, que passagem obrigatória para quem vai para Tokyo. Tokyo Disneyland : é um dos parques da Disney no Japão. O parque temático baseado nas histórias de Walt Disney foi o primeiro da rede a ser aberto fora dos Estados Unidos, em 1983. O parque segue a mesma proposta de alguns outros parques da Disney e foi inspirado na Disneyland (Califórnia) e no Magic Kingdom (Flórida). É um dos parques temáticos mais visitados do mundo e possui sete áreas distintas e com temas diversos, entre elas: Tomorrowland, Fantasyland, Adventureland e Critter Country. Para mais informações e preços, consulte o site da Tokyo Disneyland. Site: http://www.tokyodisneyresort.jp/tdl/ Horário: Seg–Dom: 8:00–22:00\n Preço: 7400 ienes Yokohama Site: http://www.welcome.city.yokohama.jp/eng/travel/ População: 3.700.000 hab Distância de outras cidades: Tóquio 25 km, Kamakura 30 km A pequena vila de pescadores da Era Edo (1603 – 1867) abriu seus portos em 1859 e cresceu de forma expressiva. Hoje, Yokohama é a segunda maior cidade do Japão, atrás apenas de Tokyo e possui grande importância econômica para o país, por sediar o maior porto do Japão. Quando o centro do poder econômico e político migrou da antiga capital Kyoto para a Edo (atual Tóquio) do clã Tokugawa, Yokohama começou a prosperar. O empurrão seguinte, e mais significativo, foi a abertura dos portos japoneses ao comércio exterior, depois de mais de 200 anos de clausura. De repente, a cidade tornou-se a principal porta de entrada de produtos, vestuários, alimentos e ideias estrangeiras, tornando-se um destino cosmopolita e a plataforma de um Estado moderno, moldado, em grande parte, sobre conceitos ocidentais. Ao mesmo tempo que essa proximidade com a capital ajudou a catapultar seu desenvolvimento, ele também obscureceu sua identidade. Em parte, Yokohama, capital da província de Kanagawa, passou a ser uma espécide cidade-dormitório, quase um subúrbio da irmã maior. Tudo começou a mudar um pouco em meados do século 20, com o desenvolvimento de suas antigas docas e armazéns. Uma miríade de novos restaurantes, centros de lazer, hotéis e centros de convenções surgiram na região, tornando-a uma alternativa atraente e aprazível à Tóquio. Yokohama, inclusive, é um dos melhores lugares para fazer compras. Nos diversos shopping centers localizados na região de Sakuraguicho, você encontrará a Snoopy Store, o Pokemon Center, a Shonen Jump, Disney Store, Lego Store, Hello Kitty Store e uma Ikea na estação de Shin Yokohama. Se é do tipo que adora uma promoção, temos o Mitsui Outlet Park Yokohama Bayside. COMO CHEGAR São diversas opções para chegar em Yokohama, partindo de Tokyo. JR Tokaido Line, JR Keihin-Tohoku ou JR Yokosuka Line, saindo de Tokyo Station ou Shinagawa Station, ou JR Shonan Shinjuku Line, saindo da Shinjuku Station. Todas elas passam pela Yokohama Station. Também dá para pegar a JR Tokaido Shinkansen na Tokyo Station e ir até a Shin-Yokohama Station. Dentro da cidade, é possível utilizar a JR Yokohama Line para se locomover. Chegando na estação procure o balcão de informações e pegue um mapa. Tente não voltar entre 18h e 19h para TÓQUIO, que é o horário de pico. Com certeza os trens estarão abarrotados. Programe-se para voltar antes ou depois deste horário e a sua viagem de volta será tão tranquila quanto à de ida. COMO CIRCULAR Trem, ônibus e metrô são as melhores formas de se alcançar as principais atrações turísticas de Yokohama. As viagens são cobradas conforme a distância percorrida. Nós optamos por pegar um ônibus do tipo Hop on Hop off que passava pelos principais pontos turísticos da cidade. O bom é que você pode pagar cada trecho separadamente se quiser e foi isso que fizemos. Do ônibus nós fomos tendo uma visão geral de Yokohama e nossa primeira parada foi em Chinatown. O resto do percurso fizemos à pé pela região do Parque Yamashita e Minato Mirai 21. 1. O bairro de Minato Mirai 21 Significa “Porto do Futuro 21” e é o nome da zona urbana à beira-mar no centro de Yokohama. É um bairro com muitos prédios comerciais, shoppings, museus e restaurantes. - Cosmo World: Parque de diversões que contém o símbolo de Yokohama: a roda-gigante, inaugurada em 1997, que está entre as maiores do mundo, com uma altura de 112,5 metros, capacidade para 480 passageiros e volta que dura 15 minutos. Ela é um grande relógio digital. O passeio proporciona uma vista impressionante, além de ser agradável num dia ensolarado. Outra boa atração é a montanha russa que simula uma queda livre dentro de um lago. “mergulha” em um túnel subaquático dentro de uma piscina. A entrada no parque é gratuita e cada atração é paga separadamente. O ingresso para a roda gigante custou 800 ienes. Para ter aquela vista cartão postal de Yokohama, o melhor lugar é o deque do Terminal Internacional de Cruzeiros. O anoitecer é um momento bastante aguardado pelos fotógrafos de plantão. A mudança de cores do céu logo após o pôr-do-sol junto com as luzes da cidade que começam a acender formam o cenário perfeito para a fotografia. - Landmark Tower: já foi considerada a torre mais alta do Japão, com 296 metros. É claro que hoje existem outras torres mais altas no país, mas nem por isso a Landmark deixa de ser interessante. Ela fica bem pertinho da estação de trem e é legal ir no começo do dia para ter uma visão 360° de Yokohama. Com abertura às 10h, a entrada custa 1000 ienes e te dá acesso ao 69° andar, que é onde fica o observatório da torre, SKY GARDEN. Lá em cima, em um espaço todo envidraçado, você terá uma visão completa da cidade e se o dia estiver aberto, você conseguirá até ter uma excelente visão do Monte Fuji, que não fica muito longe dali. Além do observatório, o 69° andar conta com um café e lojinhas com souvenires de Yokohama. Se você não estiver a fim de comprar nada, uma boa lembrança da Landmark e também da cidade de Yokohama é o carimbo que eles disponibilizam por ali. Leve seu caderninho e carimbe com o prédio que é símbolo da cidade. Uma dica é deixar para subir a noite para ver toda a cidade iluminada e com o show de luzes e cores. 2. MUSEUS - Cupnoodles Museum: conta a história de Momofuku Ando, o criador do miojo instantâneo como conhecemos hoje e a evolução deste alimento através dos anos. Você poderá ver todas as embalagens que o miojo já teve, os sabores inusitados que ele tem no Japão, como ele é consumido nos diferentes países e como faz parte da cultura oriental. O museu em si é informativo, mas não tem tanta graça. A melhor parte dele é o terceiro andar, que é onde fica o My Cupnoodles Factory. Lá, você pode criar o seu próprio Cupnoodles pra levar pra casa. Funciona assim: você chega lá, paga 300 ienes por pessoa e recebe um copo vazio de Cupnoodles para personalizar da forma como quiser. Depois, você vai para um área onde escolhe quais serão os ingredientes do seu Cupnoodles. O macarrão é padrão, o mesmo para todo mundo, mas você pode escolher cinco ingredientes dentre 12 opções para colocar no seu copinho (carne de porco, frango, ovo, legumes…) e também qual caldo irá querer: apimentado, curry, legumes… Tem algumas opções de sabores que só são disponibilizados lá no museu, ou seja, será impossível você comer um Cupnoodles igual em outro lugar do mundo. Os funcionários fazem o seu Cupnoodles na hora, na sua frente. Depois a embalagem é fechada a vácuo e você ganha uma bolsinha para carregá-lo. No andar térreo, ao lado da bilheteria, tem uma lojinha ótima, com vários souvenires bonitinhos e com um preço bom. Aberto das 9:00 às 19:00. entrada a 500 ienes. - Shin Yokohama Ramen Museum - foi fundado em 1994 por Yoji Iwaoka e foi o primeiro museu sobre comida inaugurado no mundo. Está dividido em duas áreas: a primeira, uma réplica de uma vila de Tokyo no ano Showa 33, (1958), Shitamachi (cidade baixa), uma grande área de Tóquio, com fortes raízes na classe trabalhadora. convida os visitantes a experimentarem lámens de diversas regiões do Japão. No outro andar você encontra souvenires, a cultura e a história do lámen. Quanto? 310 yens. - Yokohama Doll Museum - O Yokohama Doll Museum convida seus visitantes a passearem pelo mundo das bonecas. O museu possui um acervo de 3500 bonecas de diversas regiões do Japão e bonecas folclóricas de mais de 141 países. Quanto? 400 yen Onde? Estação Ishikawacho. Mais informações aqui - Museu da Migração Japonesa ao Exterior – Você sabia que mais de 2,5 milhões de japoneses deixaram sua terra natal para começar a vida em outro lugar? Inaugurado em outubro de 2002, seu objetivo é promover um entendimento da história da migração japonesa, sendo dedicado àqueles que contribuíram na construção de novas civilizações nas Américas. Quanto? Grátis. Onde? 10 minutos à pé da estação Minato Mirai (linha Minato Mirai) ou Sakuragicho (linha JR). Mais informações aqui - Museu do Anpaman –Um dos desenhos infantis mais populares do Japão. O personagem principal, Anpanman, é na verdade um pão de anko (uma pasta doce feita de feijão vermelho ou azuki) feito pelo cozinheiro Jam, que luta contra as forças do mal. Quanto? 1,000 ienes. Onde? Estação Takashimacho da linha de metro municipal ou Estação Shin-Takashima da Linha Minatomirai. Mais informações aqui - Museu do Nippon Maru: É um antigo e importante navio-escola da Marinha que você pode conhecer por dentro. os cômodos são bem pequenos e apertados, um pouco mal iluminados, mas existem recursos simples pra aproveitar melhor a luz do sol. A entrada custa 600 ienes e dá direito de visitar também o Museu do Porto de Yokohama, que fica ao lado e tem um acervo bem completo. 3. Chinatown (Chukagai) Um dos maiores bairros chineses do Japão, ultrapassando os de Kobe e Nagasaki, da Ásia e até do mundo. Sua população de chineses não é muito grande, com cerca de 3000 a 4000 pessoas. Na entrada da Chinatown de Yokohama existem quatro portões chineses e um templo colorido conhecido como Kanteibyo, que foi construído em 1873. Em uma área de 500 metros quadrados, existem mais de 600 restaurantes e 500 comércios! A área é bem legal para passear, com diversas lojinhas vendendo produtos chineses, mas o melhor de Chukagai é ir lá para almoçar. A região é famosa pelos Tabehoudai, restaurantes chineses em que você paga um preço fixo e pode comer o quanto quiser. São diversos deles, todos muito parecidos e todos eles te deixarão com a impressão de que são “pega-turistas”. Mas não são. Tem muito turista, sim, mas a maior parte é de grupos de japoneses que vão lá para comer bem e relativamente barato. Comer o famoso Nikuman (prato típico chines, uma espécie de pão recheado com carne de porco – tradicional -, mas existem outros tipos de recheios). Eu recomendo o Kafuku, logo na entrada de Chukagai. Você paga cerca de 2000 ienes por pessoa e pode comer à vontade, o quanto quiser. São mais de 120 pratos de camarão, frutos do mar, carne, frango, porco, vegetarianos, tudo à sua escolha. Você olha no cardápio e pede para a garçonete o que quer. O legal é que são pratos pequenos, então dá pra provar de tudo. Eu comi excelentes pratos de camarão e pato e pra quem gosta de Dim Sum, lá é o lugar certo. Não deixe de pedir o pato com laranja e o camarão apimentado com maionese. Deixe um espacinho para a sobremesa, pois tem várias opções ótimas. O que eu mais gostei era um bolo bem fofinho cozido no vapor, parecendo um pão de ló. Além de tudo isso, ocorrem no bairro uma grande variedade de festivais e eventos realizados ao longo do ano. Os principais são durante a semana do Ano Novo Chinês. 4. Yamashita Park É um parque muito agradável localizado ao redor do Porto de Yokohama. Tem uma vista bem bonita dos prédios. A área do parque fica bem pertinho da Chinatown, dá pra ir andando. Esse parque é muito fotogênico. 5. Red Brick Warehouse (Akarenga) Esta área histórica abriu em 1911 e foi antigamente usada como alfândega portuária. Hoje os edifícios estão abertos a turistas e constituem um ponto de paragem atraente ao longo do porto. Hoje, em seu interior há muitas lojas e restaurantes exclusivos. Um antigo galpão transformado em galeria, super descolada e moderna, que lembra o Chelsea Market de Nova York em alguns pontos. O Akarenga possui três andares: o terceiro e último andar é dedicado a “Inspirar a sua Imaginação”, com bares e restaurantes que tem uma vista linda da cidade e do mar. Perfeito para tomar uns bons drinks antes do retorno a Tóquio. No segundo andar, o objetivo é “Expandir a sua Criatividade”, com diversas lojas de arte, design e decoração. Vai dar vontade de comprar tudo! O primeiro andar é chamado de “Espírito de Yokohama”, pois aqui estão as lojinhas que vendem produtos típicos da cidade, como biscoitos, chocolates e café. No primeiro andar também está localizada a praça de alimentação do Akarenga, se você quiser tomar um café ou suco antes de voltar para Tóquio. Aproveite o passeio, ao sair do prédio, vá caminhando pela beira do mar, deslumbre a paisagem e vá até o píer de Osanbashi. Uma dica: se você for do tipo que gosta de caminhar, vá andando até a estação de Sakuraguicho para admirar essa cidade tão linda. 6. Yokohama Internacional Stadium (Nissan Stadium) – Lendário estádio onde aconteceu a final entre Alemanha e Brasil pela Copa do Mundo FIFA em 30 de Junho de 2002. Sediou três jogos da primeira fase da Copa do Mundo. Logo na entrada tem a bandeira brasileira, os jogadores que disputaram a partida e uma pegada do Cafu?! 7. Hakkeijima Sea Paradise - Um dos maiores aquários do Japão, com mais de 500 tipos de peixes e 100 mil espécies marinhas. Para chegar ao segundo andar, é necessário subir por uma escada rolante que na verdade é um túnel de visão submarina! Quanto? 3,000 Yen Onde? Estação Shin-sugita. A entrada é grátis e os visitantes têm a opção de comprar um passe diário ou de pagar conforme usufruem. Aqui fica localizada a única exibição de tubarões-baleia do leste do Japão. 8. Kirin Beer Village – Uma das maiores companhias de cerveja do Japão realiza um tour de aproximadamente uma hora por sua fábrica. No final, é feita uma degustação de petiscos e cervejas. Quanto? Grátis mas se possível reservar com na antecedência. Onde? Estção Shinkoyasu da JR Keihin Tohoku Line ou Estação Namamugi da Keihin Kyuko Line. Mais informações aqui Apesar de não ser um ponto de interesse específico, Yokohama é famosa pelas suas fábricas e bares de cerveja artesanal. Yokohama tem uma rica tradição de cerveja e acolhe a primeira grande cervejaria comercial de todo o Japão (agora conhecida por cerveja Kirin). Consulte mapas de cerveja, bares e festivais de cerveja na página de turismo da cerveja. 9. Zoorasia - Inaugurado em 1999, o Zoorasia é um dos mais modernos, amplos e conservados zoológicos do Japão. Sob os temas de "Simbiose da Vida" e "Harmonia com a Natureza" é um espaço bem aconchegante e um conceito de zoo bem diferente do que estamos acostumados. Quanto? 600 ienes Onde: Pegue um trem de Yokohama até a Estação Tsurugamine (14 minutos, ¥ 190). Depois, pegue um ônibus com destino ao zoológico (15 minutos, ¥ 290, partidas a cada 20 minutos). Mais informações aqui 10. Porto de Yokohama O Porto de Yokohama fica na Baía de Tokyo, pertence à cidade de Yokohama e uma parte fica no distrito de Tsurumi. Ele foi inaugurado em 1859, como um porto internacional. Portanto, está completando 150 anos. Osanbashi Pier: Local onde os cruzeiros internacionais ancoram quando passam por Yokohama. O cais tem 400m de extensão com passarelas de madeira e um deck com vista para o Parque Yamashita e a Minato Mirai. Lá tem um ponto onde conseguimos avistar as três famosas torres de Yokohama (King, Jack e Queen) e a projeção no chão mostra a localização de cada uma delas. 11. Sankeien Garden – Estes jardins tradicionais abriram em 1906 e contêm muitas estruturas com grande significado histórico e propriedades culturais do Japão. O Sankeien ocupa mais de 175 mil metros quadrados e possui lagos, riachos, caminhos sinuosos e uma belíssima arquitetura. As entradas custam 500 ienes e os jardins estão abertos das 9:00 às 17:00. Onde? Estação Negishi da JR Keihin Tohoku Negishi Line. Confira o post sobre meu passeio por lá. 12. Yokohama Marine Tower - O Yokohama Marine Tower foi construído e inaugurado em comemoração do 100º aniversário da abertura do Porto de Yokohama. Quanto? ¥ 750. Onde? Estação Ishikawacho: Linha JR / Metrô Linha Municipal.
  6. Olá pessoal! O que irei compartilhar com vocês foi uma compilação bastante abrangente de informações sobre todos os pontos turísticos do Uruguai, que reuni para montar minha viagem em 2019. As informações foram extraídas aqui do site e também de muitos blogs. Aproveitem! ROTEIRO URUGUAI COLONIA DEL SACRAMENTO MAPAS E COMO CHEGAR À COLONIA: Colônia del Sacramento (cidade) upload/galeria/fotos/20120514213910.png Colônia del Sacramento (centro histórico) upload/galeria/fotos/20120514213936.png Mapa com pontos turísticos destacados. Colonia del Sacramento – Uruguai Para visitar Colônia Del Sacramento, deve-se ir até a rodoviária Tres Cruces (trescruces.com.uy). Ela é bastante moderna e não cobra tarifas para uso dos banheiros. Empresas possíveis de se utilizar: Copsa, Cot e Turil[1]. Há dois tipos de ônibus de viagem, um que vai direto para a cidade e outro que segue parando. A diferença de tempo de viagem é de cerca de 30 minutos, mais ou menos. A viagem dura em média 2:30 . São 180km. O preço da passagem é 403 pesos (veja horários e tarifas). É muito importante informar-se exatamente em qual ponto descer em Colonia[2]. Lá é possível pegar um mapa da cidade. Seria muito interessante alugar uma bicicleta. UM POUCO DE HISTÓRIA: Colonia foi a primeira cidade do que hoje é o Uruguai. Foi fundada em 1680 por Manuel Lobo, um português que governava o Rio de Janeiro. Em agosto do mesmo ano, a cidade foi tomada pelos espanhóis. Esta foi a primeira de sete trocas do poder, em que os portugueses e espanhóis se alternavam no comando da cidade, até que em 1778, finalmente, ela passou a se tornar da Espanha em definitivo. Por causa desta disputa foi apelidada de “A maça da discórdia”. Assim, portugueses e espanhóis travaram diversas batalhas pela conquista de Colonia Del Sacramento – brigas que hoje estão evidentes nas fachadas das casas, nos tipos de ruas e nas calçadas. Isso pode ser observado nas diferenças nos estilos de construção das casas portuguesas (com telhas e paredes que não iam até o teto, deixando um ambiente mais aberto) e espanholas (sem telhas, teto reto e paredes que fecham todo o ambiente). O jeito de fazer ruas também se difere. Enquanto os portugueses faziam em V para a água escorrer pelo centro, os espanhóis preferiam o escoamento pela lateral – e há de se lembrar de que naquela época não havia esgoto, sendo todos os dejetos lançados nas ruas. Em 1995, a cidade de Colonia del Sacramento recebeu o título de Patrimônio Cultural e Natural Mundial pela UNESCO. Quem visita a cidade tem a impressão de que ela parou no tempo, pois as ruas de pedra e os casarões ainda preservam o aspecto original. A maioria das casas tem portas e janelas fechadas e não dá para saber se alguém mora ali ou se elas ficam o tempo todo assim trancadas. A cidade é bem pequena – são 26 mil habitantes. Com uma caminhada de menos de quatro horas é possível percorrer todo o centro histórico. A parte histórica – e onde tudo começou – fica numa ponta, rodeada pelo Río de la Plata. Assim, a muralha foi construída na parte terrestre ligando um lado a outro para blindá-la. A muralha é alta e larga para proteger a cidade dos muitos ataques que Colonia sofreu ao longo dos anos de ocupação. Os combates não se davam pelo mar, porque os barcos atolavam nos bancos de areia que circundam a ponta. Por fim, a igreja. Como todas as ocupações portuguesas, em Colonia, não poderia faltar uma igreja, já que tradicionalmente os portugueses escolhem o local mais alto do lugar e lá constroem uma templo. A de Colonia data de 1705, mas a versão que vemos hoje não é original, uma vez que ela sofreu ataques. E sendo Manuel Lobo devoto do Santíssimo Sacramento, esta imagem é a única que existe na igreja. Já os espanhóis prezaram mais pelas praças – daí a Plaza Mayor ter tanto destaque. ROTEIRO: Basicamente, Colonia Del Sacramento se divide entre a parte antiga e a rua da orla da praia (Ramblas Costanera), onde ficam os hotéis mais modernos e as casas de veraneio dos argentinos. Para conhecer a região, não há um roteiro bem definido a seguir. O bacana é caminhar sem rumo, pelas ruas antigas de pedras, observando os casarões históricos e as ruínas da cidade. O ponto de partida pode ser o Portón de Campo, porta de entrada da antiga cidade, que ainda conserva restos da antiga muralha que existia em Colonia. Junto ao portão há um centro de informações turísticas, bom para pegar um mapa turístico do local, que apresenta a localização e explicações breves de cada atração. A maioria dos estabelecimentos abre perto das 11hrs. Uma das primeiras ruas que surge é a Calle de los Suspiros, a rua mais antiga de Colonia Del Sacramento, onde as chicas de vida fácil ficavam. Uma casa rosa mais ao fundo marca o primeiro prostíbulo do Uruguai, onde a prostituição é legalizada desde 1930. A rua tem um estilo tipicamente português e ainda conserva as pedras de seu pavimento original. As casas antigas pertencem à época do primeiro período colonial. A rua é fechada para carros, mas os pedestres podem circular à vontade por ela. Uma das paradas durante a caminhada foi no Farol da Cidade, finalizado em 1857 (ou 1695?), que está junto às ruínas do Convento de San Francisco, nos arredores da Plaza Mayor (principal praça da antiga colônia, construída assim que esta foi fundada, lotada de restaurantes). É possível subir nele, pagando apenas 15 pesos uruguaios (R$1,50). Lá do alto (118 degraus) é possível observar todo o centro histórico de Colonia e a cidade de Buenos Aires, assim como a movimentação dos barcos no rio. Em uma das extremidades da praça ficam as ruínas do Convento de São Francisco Antigamente, Colonia era considerada uma espécie de chave para os rios, pois com sua localização estratégica era possível controlar o acesso das embarcações aos rios Uruguai, Paraná e Paraguai. Desde que o navegador espanhol Solís navegou por esses mares em 1516, vários espanhóis, portugueses, ingleses e holandeses visitaram a região com suas embarcações. Há vários pequenos museus[3] no centro histórico de Colonia, a maioria deles ao redor da Plaza Mayor. Pagando para visitar um, você tem entrada franca em todos os outros. PREÇO: R$5,00. ELES FECHAM ÀS 16:45!! O Museo Portugués exibe réplicas de móveis e uniformes utilizados pelos portugueses. O Museo Municipal tem um acervo com objetos, artefatos e documentos de diferentes períodos da colônia. O Museo del Azulejo mostra diferentes tipos de azulejos de países como Portugal, Espanha e França, além dos primeiros utilizados no Uruguai. E o Museo Naval conta a história dos conflitos marítimos que fizeram parte da história da cidade. Depois caminhamos algumas quadras para uma área mais nova, onde as ruas são mais largas e as construções mais recentes, passando pela Avenida General Flores, a principal avenida do bairro, pelo Muelle 1866, de onde é possível ver toda a orla de Colonia, e pela Basílica del Santissimo Sacramento, uma igreja antiga que foi restaurada. Para se orientar na cidade e descobrir os pontos turísticos, a dica é ir à Intendencia Municipal (Avenida Gral Flores com Calle Alberto Mendez) ou ao Centro de Informações turísticas no Centro (Calle Angel Odriozola com Ituzaingo). Se preferir seguir sem rumo pelo centro, garanto que também não irá se arrepender. Seguimos de carro pela Avenida Costanera até a Plaza de Toros[4], que fica a uns 3 km do centro histórico. Não se pode entrar na praça porque corre risco de desabamento, e não há nenhuma explicação sobre o lugar do lado de fora. Esta é a única praça de touros do estilo mourisco espanhol no Uruguai, tendo sido inaugurada em 1910. Ali foram realizadas algumas poucas touradas, pois logo depois o governo proibiu esses eventos no país. Passamos também em frente ao Frontón Real de San Carlos, mas, como não havia informações sobre o local, achamos melhor voltar para o centro. Seguimos até o Museu dos naufragados, mas já estava fechado. No caminho de volta paramos num dos vários mirantes da Avenida Costanera, em frente à Playa Oreja de Negro, com vista para o Rio de Prata. Foi a melhor parte do passeio até a Plaza de Toros. O centrinho histórico tem um passeio à beira-rio murado, voltado para o poente, e que não inunda nunca, o Paseo San Gabriel. Os carros antigos estacionados pelo bairro histórico reforçam o clima retrô da cidade. Alguns até foram transformados em carros-jardim. ENCERRANDO - Outros pontos turísticos: Ruínas del Convento de San Francisco, Casa del Virrey (com o esqueleto de uma baleia azul), Fachada do Arquivo Regional e Resgate Arqueológico da Casa do Governador. Bastión de San Miguel e Bastión de San Pedro. Há também uma feirinha de artesanato. Na calle Ituzaingó, fora dos muros, a loja La Vaquita vende artesanato e comidinhas locais, como os tradicionais doces de leite e alfajores. Loja La Viñería (Calle de San José, 170) para comprar garrafas de tintos e brancos produzidos na região. A proprietária é muito simpática e contou a história de vários rótulos. Ela disse ainda que está programando degustações de vinhos nacionais, com exemplares da região de Carmelo. (Leia: Vinhos para trazer do Uruguai). CHÁ DAS CINCO EM COLONIA DEL SACRAMENTO: LENTAS MARAVILLAS. Funciona na casa dos donos: argentinos de origem inglesa. A entrada é bem discreta. Uma sala bem intimista com grandes janelas de vidro e um “jardim secreto” com vista para o Rio da Prata dão o tom do lugar. São pouquíssimas mesas. O difícil é decidir se você entre sentar na sala rodeada de livros ou embaixo de uma árvore às margens do rio. A dona é uma simpática senhora argentina. Experimentamos um sanduíche de camembert, tomate seco e manjericão (200 pesos cerca de R$ 18) e outro de jamón crudo, blue cheese e pepino (220 pesos cerca de R$ 220). Muito bons! Não resistimos aos doces e pedimos um redondo de dulce de leche (120 pesos cerca de R$ 11), uma espécie de bolinho de doce de leite, que havia acabado de ficar pronto. Lentas Maravillas, – End: Calle Santa Rita 61. Tel: 598 4522 – 0636 ANEXO 1 – MUSEUS: - Museo Portugués Enríquez de La Peña, 180-184, centro histórico Inaugurado em 1977, esse museu ocupa uma construção de 1720, com anexos de 1792. No seu acervo estão móveis, armas e uma importante coleção cartográfica. O museu não abre às quartas-feiras. - Museu Casa Nacarello Del Comercio, 67, centro histórico Inaugurado em 1994, o museu ocupa uma casa do meio do século 18. As paredes de pedra originais são conservadas até hoje. Fica fechado às terças-feiras. - Museu Municipal Del Comércio, 77, centro histórico Essa construção portuguesa de meados do século 18 abriu suas portas como museu em 1951. Diferentes salas temáticas (arqueológica, paleontológica, indígena, religiosa, entre outras) estão entre as atrações. Fica fechado às terças-feiras. - Museu Arquivo Regional Misiones de los Tapes, 115, centro histórico Mais uma bela casa portuguesa do século 18, o museu conserva parede, telhado e parte dos pisos originais. Conhecida também como Casa dos Palácios. No seu acervo estão importantes documentos sobre a história de Colonia del Sacramento e região. Há, ainda, antigos mapas, arquivos policiais de 1876 a 1898 e pinturas. Fica fechado às quartas-feiras. - Museu do Azulejo Misiones de los Tapes, 104, centro histórico Inaugurado em 1988, o Museu do Azulejo tem paredes e parte do piso originais. Exibe aos visitantes uma bela coleção de azulejos que pertenceu a Jorge Paéz Vilaró. A maioria das peças é francesa, mas há também azulejos espanhóis. Fica fechado às quintas-feiras. - Museu Indígena Del Colegio y General Flores, centro histórico O acervo é formado por materiais que foram encontrados na região habitada pelos índios Charruas. Fecha às quintas-feiras. - Aquário Cevallos, 236, centro histórico A gruta tem vários aquários encravados nas paredes, além de oferecer informações sobre os peixes e o meio ambiente. Fica fechado às terças-feiras. - Basílica do Santíssimo Sacramento Vasconcellos, 186 A visita guiada é um show de luz e som pela Basílica do Santíssimo Sacramento. A duração do passeio é de meia hora. O visitante caminha pelos pátios da basílica, além da sacristia e outros ambientes. ANEXO 2 - RESTAURANTES: A comida típica do Uruguai é um sanduiche chamado Chivito. Para beber, o médio médio também é bastante típico do país: trata-se da mistura de metade de vinho branco e metade de espumante. Experimente os vinhos locais elaborados principalmente com a uva símbolo do Uruguai, a Tannat. A região onde Colônia se encontra também é produtora de vinhos. A campeã e mais conhecida pelas bodegas é a cidade vizinha Carmelo. Saindo de Colonia del Sacramento, as vinícolas estão distantes cerca de 70 quilômetros. El Drugstore - de dia O centro histórico está coalhado de restaurantes. Os mais chiques são o Mesón de la Plaza e o La Florida. Fiquei com vontade de jantar no La Florida, mas estava fechado no dia em que fiquei na cidade. Acabei, como todo mundo que estava por lá, no El Drugstore, que normalmente é o mais animado. Achei a decoração divertida; a comida, porém, me decepcionou muito.Tem um fusca na frente, onde, inclusive, se podem fazer as refeições. O lugar era agradável e os alfajores, bem gostosos. Gibellini Me arrependi de não ter jantado num restaurante de massas fora do centro histórico, mas que leva todo jeito de ser ótimo, o Gibellini, que funciona num salão revestido de azulejos brancos; praticamente um botequim. Méson de la Plaza É tido como o melhor restaurante da cidade, com um cardápio com mais opções de pratos e uma carta de vinhos mais ampla. Tem música ao vivo (o cantor passou depois para vender o CD) e é o mais arrumadinho que vi. Experimentei uma sopa de abóbora que estava bem gostosa. Casa Grande Missione de los Tapes, 147. Os pratos custam de 239 a 399 pesos uruguaios e a carta de vinhos traz opções de meia garrafa (que eles vendem como 3/8). Localizado nos arredores da Plaza Mayor, com fachada de frente para o farol, o restaurante Casa Grande é um misto de café e bistrô. Foi o local que eu escolhi para tomar um café, já que cheguei bem cedo na cidade. O ambiente é bacana e tem wi-fi liberado. O cardápio do bistrô tem cinco opções de pratos, com preços entre 258 e 368 pesos uruguaios (aprox. R$25,00 e 36,00). Há também três tipos de massas, como o espagueti, que sai por 198 pesos (R$19,00), e pizzas individuais, que custam em média 110 pesos (R$11,00). Pulpería de los faroles Também na Plaza Mayor, é um dos – se não o – mais movimentado restaurante de Colonia. Uma pena que a comida não faz jus a toda “badalação”. Tem opções de vinhos locais em meia garrafa. Curiosidade: foi a segunda vez que comemos batatas cozidas no Uruguai e notamos que seu gosto é bem diferente das batatas que conhecemos no Brasil (batata inglesa, aipo e doce). Freddo Na Plaza Mayor, tem um Freddo bastante convidativo para uma pausa. O café vem acompanhado de uma bolinha de sorvete de doce de leite, muito gostoso! La Bodeguita É uma pizzaria-bar, aparentemente, frequentada por turistas e locais. Serve pizza (100 pesos uruguaios o pedaço), massas e carnes. O ambiente é bem descontraído e jovial. Eles servem um vinho da casa, elaborado pela Bernardi, cuja meia garrafa sai por 140 pesos uruguaios. É bem leve e aguado, enquanto na pizza, de massa grossa, sobressaia-se o gosto do molho. Enfim, é um lugar barato para uma refeição sem frescura em um ambiente mais descontraído. El buen suspiro Na calle del suspiro. É uma portinha de nada! É de especiarias locais, entenda-se queijo e vinho. Comi uma sopa de cebola divina, mais uma tábua pequena de queijo (3 variedades) e uma taça de vinho e água e me saiu a 34 reais. Praticamente dado, pois fora o vinho, é fácil de repartir as generosas porções deles com mais alguém. Restaurant y Pizzeria Mercosur Av. Gral Flores, 252. Lugar agradável, com comida boa. Milaneza com guarnição: 209 pesos, Patrícia 1L: 89 pesos. La Casa de Jorge Paez Vilaro – Art Gallery Restaurant Missione de los Tapes, 65. http://lacasadejorgepaez.blogspot.com.br/ Esse restaurante foi um achado, não tinha lido nada sobre ele, mas agora acabei de ver que ele é o #6 no site Trip Advisor. Por fora mal da para saber que é um restaurante, a placa é bem discreta. Ele funciona também como galeria de arte e há várias pinturas e objetos em exposição. Não podia tirar fotos lá dentro, mas acabei tirando uma pra mostrar aqui. A comida é uma delícia! O preço das massas é bem atrativo. São nove opções, que custam entre 220 e 2890 pesos uruguaios (aprox. R$22,00 e R$27,00). O cardápio tem ainda alguns pratos mais caros, com peixes ou carnes. El Buen Suspiro Calle de los Suspiros, 90. Esse é o #1 no Trip Advisor e eu tinha intenção de comer nele, mas depois percebi que é uma coisa mais “queijos e vinhos”, com várias opções de picadas (petiscos). Parece ser bom, mas não era bem o que eu estava procurando para almoçar. ANEXO 3 – CITY TOUR E EMPRESA BUS TURISTICO CITY TOUR: As caminhadas guiadas pelo centro histórico ocorrem diariamente às 11 e 15h, ao custo de $100 pesos por pessoa. As saídas são do Centro de Informação Turística do Bairro e têm duração de 1 hora (contato através do email [email protected] ou pelo sitehttp://asociacionguiascolonia.blogspot.com). MONTEVIDEO MAPA upload/galeria/fotos/20120514213827.png CHEGADA: AEROPORTO DE CARRASCO IMPORTANTE: na volta, deve-se pagar taxa de U$36,00 para poder embarcar! O Aeroporto de Carrasco, em Montevidéu, inaugurado em 2009 é um dos mais modernos da América da Sul e um dos mais bonitos do mundo, segundo a revista Travel and Leisure. Desenhado pelo arquiteto uruguaio Rafael Vinoly, tem um teto curvo que, além de moderno, otimiza a utilização da luz natural. A bela construção lembra o formato de um disco voador ou talvez de um olho. Independentemente da conclusão sobre as formas do aeroporto, certo é que a estrutura é moderna, está em ótimas condições, todos os espaços são amplos e o freeshop é tentador! Para ir até o centro, é possível escolher entre ônibus, táxi e shuttle. O táxi e o shuttle podem ser contratados no balcão dos Taxis Oficiales Aeropuerto, que fica logo na saída do desembarque. O pagamento é feito ali mesmo, em dinheiro (aceita-se real, dólar, euros, pesos uruguaios ou pesos argentinos) ou com cartão de crédito. 250 pesos por pessoa. O shuttle (van que leva vários passageiros com diferentes destinos) custa $200 pesos uruguaios por pessoa. O táxi tem valores fixos e diferenciados, a depender da área da Montevidéu que se pretende ir. Os preços são tabelados (em novembro de 2012 — táxi: Pocitos 890 pesos, Punta Carretas 1.000 pesos, 18 de Julio 1.100 pesos, Cidade Velha 1.200 pesos). Lista completa aqui. Em consulta ao site www.taxisaeropuerto.com/po/voucher.html, há a menção de um desconto de 30% para o retorno até o aeroporto (trajeto de volta), no caso de contratação de táxi para o trajeto de ida e volta. Vale a pena perguntar no balcão de informações da empresa como usufruir desse desconto. Com relação aos ônibus, há três empresas que realizam o trajeto até o centro de Montevidéu – C.O.P.S.A, COT e CUTSA. Os ônibus passam com certa frequência (em média, a cada 30 minutos) e o pagamento é feito somente com pesos uruguaios. Há um ônibus da Copsa logo em frente à entrada do aeroporto que sai em direção a Montevidéu, do lado direito, no final da calçada, há o guichê da COT. A passagem custou apenas 32 pesos. Por fim, uma última dica: o câmbio no aeroporto de Carrasco é péssimo. As melhores cotações que consegui foram casas de câmbio Matriz (Calle Juan Benito Blanco, 898, esquina com Calle Miguel Barreiro) e na Varliz (Calle José Martí 3407, esquina com Calle 26 de marzo), ambas no bairro de Pocitos. Conte em levar entre 25 e 45 minutos do aeroporto ao seu hotel, dependendo do local (Pocitos ou Centro) e do trânsito. Há um ônibus da Copsa logo em frente à entrada do aeroporto que sai em direção a Montevidéu. A passagem custou apenas 32 pesos. CURIOSIDADES: Uma das possíveis origens do nome Montevideo (que não quer dizer nada em espanhol ou em outra língua) vem das antigas cartas de navegação, onde o lugar em que fica a cidade era apontado como Monte VI De Este a Oeste, ou seja, o sexto monte navegando de leste a oeste pelo Rio da Prata a partir do Oceano. O Uruguai é um país de 3,4 milhões de habitantes. Montevidéu, mesmo com metade dessa população, pode ser considerada uma cidade pequena. A sua região central, por exemplo, pode ser visitada tranquilamente em meio/1 dia. As comidas típicas são: o Chivito, lanche abundantemente recheado de carne, presunto, queijo, saladas, geralmente acompanhado de fritas; o Medio y Medio, mistura de espumante e vinho branco seco, servido gelado; as Parrilladas, carnes de vários tipos e cortes na brasa; Gramajo, um ninho de batatas fritas meio molengas servidas com presunto, ovo, cebola e mais um monte de coisas. cerveja Patrícia. E, por fim, Alfajores e Dulce de Leche: mais pastoso e escuro que o argentino. As lojas costumam abrir após as 11 da manhã e quase nada abre aos domingos. A cidade fica meio deserta aos domingos, parecendo ser comum que as pessoas fiquem dentro de casa. Nos meses de inverno há muita neblina na cidade. Deve-se tomar bastante cuidado ao perambular pelo Centro e pela Ciudad Vieja, especialmente pela zona portuária, uma vez que ficam bastante vazias ao entardecer e aos finais de semana, sendo considerável o risco de assaltos. As faixas de pedestre são escassas e não respeitadas: deve-se tomar cuidado. O livro "Viven!" inspirou o filme Vivos. Um dos integrantes do time era Carlitos Páez, filho do artista Carlos Páez Villaró. Pode-se comprar este livro lá. Os ônibus são uma ótima maneira de passear por Montevidéu. Baratos (cerca de 18 pesos), limpos, frequentes, nada lotados! Na frente de cada um, um letreiro colorido indica o ponto final. ROTEIRO: (mapa de La Ciudad Vieja) ROTEIRO INTERESSANTE 9:00h – Parque Rodó[5] 10:30h – Visita guiada no Palácio Legislativo[6] 12:00h – Estádio Centenário e Museu do Futebol[7] 1 3:00h – Museu do Carnaval e Almoço no Mercado Del Puerto 14:00h – Plaza Independencia, Av. 18 de Julio, Mirante da Prefeitura e Fonte. 16:00h – Visita guiada no Teatro Solis[8] 17:00h – Plaza Constutición e Catedral 18:00h – Por do sol no Farol de Punta Carretas A Ciudad Vieja, hoje um bairro de Montevidéu, foi onde começou a cidade. Casarões antigos, belos edifícios do período colonial e os resquícios dos muros que cercavam a cidade ainda podem ser vistos pelas ruas. O ideal é se começar pela Praça da Independência, uma das principais praças da cidade. Mas não é obrigatório. A seguir um completo modelo de roteiro: A Plaza Independencia é a mais conhecida da cidade e fica no limite entre a Ciudad Vieja e o centro de Montevidéu. No centro da praça está a estátua em bronze do General José Gervasio Artigas montado em seu cavalo. Ele lutou pela independência do Uruguai e é considerado um herói nacional. Muitos atribuem a ele o mérito pela independência do país. No andar subterrâneo da praça está seu mausoléu. Para acessá-lo, basta descer as escadas ao lado da estátua. O ambiente é bem escuro e guardas em uniforme de gala guardam os restos mortais do general. Na esquina leste da praça, no final da movimentada Avenida 18 de Julio, está o lindo Palácio Salvo, um dos símbolos de Montevidéu (Plaza Independencia 846-48, Av. 18 de Julio e Andes). O prédio, construído em 1928 chegou a ser considerado o prédio mais alto da América do Sul na época da sua construção (105m). Possui uma arquitetura bastante particular, com influência gótica e clássica. Ainda hoje é o prédio mais alto de Montevidéu. Na esquina oposta encontra-se a Puerta de la Ciudadela, resquício da cidade murada de Montevidéu. Antigamente, por conta das frequentes invasões, a cidade foi sendo rodeada de muralhas durante a sua construção. Em frente à Puerta de la Ciudadela, inicia-se a Peatonal Sarandí, uma rua exclusivamente para pedestres. Por ali há várias livrarias, antiquários e prédios históricos. Por vezes, é possível até encontrar algumas feiras de artesanato nas calçadas. Caminhando-se um pouco à esquerda chega-se ao belo Teatro Solís[9]. De volta à Rua Sarandí, observe sem pressa o movimento e os detalhes arquitetônicos dos prédios. Siga até a Plaza Matriz, também chamada de Plaza de la Constitución. É a praça mais antiga da cidade e nela foi jurada a primeira Constituição, em 1812 (ou 1830?). É rodeada por alguns prédios públicos e pela Igreja Matriz, a Catedral Metropolitana de Montevidéu, (Calle Ituzaingó esquina com Sarandí), inaugurada em 1804 (ou 1722?) e aberta para visitação. A igreja não é muito grande, mas tem algumas estátuas e detalhes bem interessantes. Nesta Praça há uma feira que ocorre todo sábado à tarde. Continue até a Plaza Zabala (Circunvalación Durango) e termine o passeio no Mercado del Puerto (Rambla Del Puerto). O Mercado del Puerto, inaugurado em 1868, é na verdade um enorme galpão onde estão concentrados vários restaurantes. O relógio inglês instalado no mercado tem mais de 120 anos e revela o passado do lugar, que já funcionou como estação ferroviária. Recomenda-se experimentar o clássico medio y medio no restaurante Roldós O lugar funciona desde 1886 e o foi responsável pela criação da bebida, feita com a mistura de espumante moscatel e vinho branco seco. Prove também uma boa parrillada no restaurante El Palenque. A dica é sentar no balcão. O Mercado funciona das 11 às 18hrs. Ao lado do mercado está o Museu do Carnaval, que trata da história do carnaval no Uruguai, com a exibição de diversas fantasias, máscaras e outros objetos utilizados na data festiva. O museu funciona de terça à domingo, das 11h às 17h, e o ingresso para cidadãos do MERCOSUL custa 45 pesos uruguaios (aprox. R$4,50). Ao lado do museu há um centro de informações turísticas, bom para pegar mapas e tirar dúvidas com os atendentes. O passeio continua com uma caminhada pela Avenida 18 de Julio, um dos melhores locais para se comprar artesanato e lembrancinhas, que reúne várias lojas de comércio que faz parte do Centro de Montevidéu e é considerada a principal rua do comércio da cidade. Ao longo da avenida há várias lojas, galerias, centros comerciais, lanchonetes e hotéis. Há duas casas de câmbio bem próximas à Plaza Independencia com boas cotações. Na caminhada pela avenida, há duas importantes atrações. A primeira delas foi a Fonte dos Cadeados (Fuente de los Candados). A fonte tem inspiração na Ponte Milvio em Roma, onde os apaixonados colocam cadeados simbolizando o amor eterno. Reza a lenda que se você prender um cadeado com as iniciais de duas pessoas que se amam na grade de proteção da Fonte, elas se amarão para sempre... O segundo local visitado foi o Prédio da Intendencia de Montevideo (Prefeitura), que possui um mirante com vista panorâmica no 22º andar. O acesso ao mirante é gratuito, mas antes é preciso pegar um ticket no posto de informações turísticas localizado bem em frente ao prédio da prefeitura. Depois é só entrar no hall principal do edifício, caminhar até o fundo e descer uma escada para o subsolo, onde está a entrada do elevador panorâmico que leva direto ao 22º andar. O horário de visitação é de segunda à sexta, das 10:30h às 15:30h. O visual lá de cima é show. Procure subir pelo elevador panorâmico, que já antecipa a beleza da vista (End: Intendencia de Montevideo, Av. 18 de Julio 1360, tel: 598 2 1950). Nesta avenida acontece a Feria Tristán Narvaja, o footing oficial de Montevidéu nas manhãs de domingo. Antiguidades, quinquilharias, frutas, verduras, bichinhos de estimação — a feira tem de tudo, mas o mais engraçado é ver tanto uruguaio passeando com cuia de mate na mão e garrafa térmica debaixo do braço. Tome cuidado com ladrões: bolsos e mochilas. É possível ainda fazer algumas visitas a museus na região central de Montevidéu, como o Museu Histórico Nacional, o Museu de Arte Precolombino e Indígena (MAPI) e o Museu Torres García. Ciudad Vieja – Montevidéu – mapa. Ainda podem ser citados mais dois pontos de visitação: Mirador da ANTEL: fica no prédio da Antel na Rambla. Não é muito alto, tem um elevador panorâmico, mas é legal e a entrada é gratuita. ANEXO 2 - TEATRO SOLÍS O Teatro Solís é a principal e mais antiga casa de espetáculos do Uruguai, sendo o terceiro mais antigo teatro da América do Sul. Está situado num edifício imponente na Ciudad Vieja de Montevidéu, próximo à Plaza Independencia. A visita guiada no interior do teatro é um dos passeios mais procurados pelos turistas, imperdível mesmo para quem vai passar apenas um dia na cidade. A visita começa do lado de fora do teatro, onde a guia conta alguns detalhes da construção do edifício e um pouco da história do teatro. O Teatro Solís foi inaugurado em 1856 e é administrado pela Prefeitura de Montevidéu. Ao longo dos anos, sua estrutura já sofreu diversas reformas e ampliações. Sua fachada principal tem um estilo neoclássico e é muito parecida com a do Teatro Carlo Felice, em Gênova, na Itália. Na parte mais alta há um pequeno farol, que fica aceso em noites de espetáculo. Ao contrário do que muitos pensam, o nome do teatro não tem nada a ver com o sol, mesmo havendo uma imagem parecida com ele na fachada principal acima das letras. O nome Solís é uma homenagem ao espanhol Juan Díaz de Solís, o primeiro navegador a explorar as águas do Rio da Plata. Curiosamente, o teatro ainda conserva um farol que, no passado, informava às pessoas quando havia espetáculo, já que o edifício era o mais alto da cidade. Em 1998 um incêndio tomou conta do teatro, acarretando o seu fechamento. Após anos de reformas, em 2004 o teatro voltou a funcionar com a mesma pompa de antes. As opções de espetáculos em cartaz são bem vastas e abrangem desde Concertos da Filarmônica de Montevidéu a espetáculos de dança e música. Toda a programação pode ser consultada aqui. Em seguida o grupo foi levado para uma sala alternativa onde ocorrem pequenos espetáculos, shows, concertos e oficinas. Ela possui um formato de arena, com um quadrado ao centro, como palco, e plateias nas quatro laterais. Esta sala pode ser customizada conforme a necessidade, tornando-se uma grande caixa preta, com cortinas escondendo as pequenas arquibancadas. Outro ambiente visitado foi uma espécie de sala de recepção, onde a platéia pode descansar em espetáculos de longa duração, entre um ato e outro. É neste local também que autoridades recebem seus convidados em ocasiões especiais. A visita seguiu para o ambiente mais esperado por todos: a sala principal do teatro. Ela tem características típicas de teatros líricos, com platéia e quatro anéis. Possui uma capacidade para 1250 pessoas sentadas. Não foi possível visitar a platéia principal, muito menos chegar perto do palco. Depois da rápida passagem pela sala principal, o grupo foi levado ao subsolo do teatro onde há uma sala de exposições. Foi ali que a visita terminou. O complexo do Teatro Solís abriga também oficinas de teatro e dança, concertos, exposições, cursos, conferências e é a sede da Comédia Nacional e da Orquestra Filarmônica de Montevidéu. No local há ainda um café, que pareceu ser muito bom, e um ótimo restaurante chamado Rara Avis. Segue um mapa com a localização do teatro: Exibir mapa ampliado Teatro Solís Reconquista s/n esq. Bartolomé Mitre – Ciudad Vieja, Montevideo Horário da visita guiada – terças e quintas, às 16h; quartas, às 11h, 12h e 16h; sextas e domingos, às 11h, 12h e 16; sábados, às 11h, 12h, 13h e 16h. Não funciona nas segundas! A visita dura cerca de 1 hora. Ingresso – 90 pesos uruguaios Site: www.teatrosolis.org.uy ANEXO 3 – MUSEO DEL FÚTBOL E ESTÁDIO CENTENÁRIO. Os uruguaios são tão fanáticos por futebol quanto os brasileiros. O Uruguai pode ser um país pequeno, mas possui muita tradição no esporte. A seleção uruguaia já venceu duas Olimpíadas e duas Copas do Mundo e os dois times locais mais populares, Peñarol e Nacional, já conquistaram, somados, oito títulos da Libertadores da América e seis títulos mundiais. Em Montevidéu há um museu que conta a história do futebol no país, o Museo del Fútbol, localizado nas dependências do Estádio Centenário. O Museu do Futebol e o Estádio Centenário estão localizados no Parque Battle, rodeado pela Av. Dr. Ricaldoni, a 5 km da Plaza Independencia. O museu funciona de segunda à sexta e valor do ingresso é de 100 pesos. O museu foi o primeiro deste tipo no mundo e seu acervo contém objetos da Associação Uruguaia de Futebol, da Confederação Sul-Americana de Futebol e da FIFA, a federação internacional do esporte. A coleção possui itens como móveis, taças, medalhas, troféus, filmes, cartazes, bandeiras e muitos outros objetos relacionados ao futebol, como camisetas, chuteiras e publicações esportivas. Entre os temas abordados no Museu do Futebol há um grande destaque para a vitória do Uruguai sobre o Brasil por 2 a 1 na final da Copa do Mundo de 1950, em pleno estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro, numa partida que ficou conhecida como Maracanazo. O acervo também traz alguns objetos relacionados ao futebol brasileiro, como troféus e uma camisa antiga do Pelé. O ingresso permite acessar conhecer o interior do Estádio Centenário, através de um corredor na lateral do museu que dá acesso às arquibancadas. O Estádio foi construído em 1929 para comemorar o centenário da independência uruguaia e inaugurado em 1930, quando o Uruguai foi a sede da primeira Copa do Mundo de futebol, numa competição que reuniu 13 países. A seleção uruguaia também foi a campeã do torneio, vencendo a seleção da Argentina por 4 a 2, em uma partida disputada no estádio. Em 1983 o estádio foi declarado Monumento Histórico do Futebol pela FIFA. Atualmente abriga partidas da seleção do Uruguai, jogos como o clássico entre Peñarol e Nacional, além de grandes eventos. Capacidade: 65 mil espectadores. Pegamos bus na Calle Missiones com a Buenos Aires (continuação da rua onde fica o Solis) e chegamos ao local do Estádio. O museu funciona de segunda a sexta, das 10h às 17h. Av. Dr. Américo Ricaldoni, 11600 Montevideo, Departamento de Montevideo, Uruguai. Sempre acompanhados de um mapa, verificamos as localizações de certos locais e resolvemos seguir andando toda Boulevard Gral. Artigas até o Parque Rodó, o que foi bom, pois passamos por vários locais interessantes como o Obelisco e a Plaza José Pedro Varela. O Parque tem uma área bem grande e acabamos passeando apenas por uma parte dele. Caminhamos em direção à praia, passamos pela sede do parlamento do Mercosul e chegamos na Playa Ramirez. Exibir mapa ampliado. ANEXO 4 – PARQUE RODÓ E UM PASSEIO PELAS RAMBLAS. O Parque Rodó é um dos maiores e mais antigos parques urbanos de Montevidéu, com uma área de 85 hectares no bairro Punta Carretas, perto do centro da cidade. Seu nome é uma homenagem a um importante escritor uruguaio, José Enrique Rodó. Considerado uma das principais áreas de lazer da cidade, o parque possui uma grande área verde com vários monumentos, estátuas e fontes, além de um pequeno lago. Na sua área e nos arredores há diversas atrações de lazer e entretenimento, como um parque de diversões, um castelo, um anfiteatro, um campo de futebol, um campo de golfe, um complexo de bares e restaurantes e o Casino Municipal. Nas manhãs de domingo, uma feirinha de artesanato acontece na Av. Juio Herrera y Reissig, na região central do parque. O Parque Rodó está praticamente às margens do Rio de la Plata, ou do “mar”, como dizem os uruguaios. Por ali passa a Rambla Presidente Wilson, junto à PlayaRamírez. As Ramblas de Montevidéu são as avenidas litorâneas da capital uruguaia, com mais de 20 km de extensão às margens do Rio de la Plata. O termo se refere a todas as vias à beira-mar na costa do Uruguai. Cada uma possui uma denominação própria, mas no geral elas são conhecidas pelo nome do bairro que se encontram. Passear pelas Ramblas é um dos passeios mais agradáveis de Montevidéu, seja durante o dia ou à noite, de carro, de ônibus, de bicicleta ou a pé. Em cada bairro elas têm suas características próprias, algumas com prédios antigos, outras com construções novas e modernas, ramblas com ou sem praias, estacionamentos, praças e calçadões. Mas uma coisa todas tem em comum: uma bela paisagem da costa da capital uruguaia. A primeira parada foi na Plaza Daniel Muñoz, o final da Rambla de Punta Carretas. Logo depois veio a Rambla de Pocitos (Rambla Republica del Peru), um dos melhores bairros da cidade, com bons restaurantes, hotéis, lojas e um paredão de prédios à beira-mar. A próxima parada foi na Rambla de Buceo (Rambla Armenia), bairro que tem alguns dos prédios mais altos e modernos de Montevidéu. Na região também há uma grande marina e um píer extenso que avança sobre mar. Ainda parei na Rambla de Malvin, de onde era possível avistar a região central de Montevidéu à distância. O passeio continuou pelas Ramblas de Punta Gorda e Carrasco, antes de pegar a rodovia Interbalneária em direção a Punta del Este. ANEXO 5 – PALÁCIO LEGISLATIVO O Palácio Legislativo é a sede da Câmara dos Deputados e do Senado do Uruguai. É o prédio mais imponente de Montevidéu, chamando atenção pelo seu tamanho e pela sua arquitetura. Muitos turistas costumam visita-lo apenas por fora, de passagem, para tirar fotos na área externa do edifício. O que nem todos sabem é que é possível fazer uma visita guiada para conhecer o seu interior, rico em detalhes e histórias. Está localizado na Av. de Las Leyes, bairro Aguada, a 3 km da Plaza Independencia. A entrada para visitantes é pela parte de trás do edifício, que está virada de frente para a Av. General Flores. Quem vai de ônibus pode pegar algumas linhas na praça da Ciudad Vieja que passam por ele. A visita guiada no interior do Palácio acontece de segunda a sexta, às 10:30h e às 15:00h. O ingresso custa 110 pesos uruguaios ou então 3 dólares. Não é necessário fazer reserva com antecedência, basta apenas chegar alguns minutos antes para dar tempo de comprar o ingresso. Logo na entrada, junto ao detector de metais, há uma mesa de informações onde a atendente informa o local correto para a compra do bilhete. A visita começa no salão central do Palácio, que tem um pé direito muito alto e é rico em detalhes. Neste local foi contada a história do edifício e como ele está dividido. A construção ocorreu entre 1908 e 1925 e ficou a cargo de um arquiteto italiano, que o construiu com um estilo eclético, misturando vários tipos de pedras, granitos e basalto, com matéria-prima originada não só no Uruguai, mas também em outras partes do mundo. Neste ambiente, o chão, as paredes e as colunas estão cobertas com 52 cores diferentes, que representam todos os materiais utilizados na construção do Palácio. Na parte mais alta há dois belos mosaicos e dois vitrais, com desenhos que representam a justiça e o trabalho. Quase no centro do salão, dois guardas protegem uma urna, que contem as cinzas do herói uruguaio José Gervário Artigas, mais conhecido como General Artigas, um político e militar que defendeu o país em diversas batalhas. A urna sempre esteve armazenada num mausoléu localizado debaixo da estátua do herói, no centro da Plaza Independencia, na Ciudad Vieja. Mas atualmente a estátua está passando por um processo de restauração e o mausoléu está fechado, por isso as cinzas foram para o Palácio, conforme manda a Constituição do país. Esta foi a única vez que as cinzas foram movidas de lugar e no dia do transporte da praça ao Palácio, o país literalmente parou para acompanhar a grande cerimônia que aconteceu pela primeira vez na história. Em seguida, a visita segue para o plenário do Senado, que não estava tendo nenhuma sessão naquele dia. O Uruguai possui 30 senadores e quem os preside é o Vice-Presidente do país. Na mesa principal, sentam-se o presidente do Senado e seus dois secretários. Na parte superior está a galeria do público, onde os cidadãos uruguaios podem acompanhar as sessões, que costumam ocorrer do dia 1 ao dia 18 de cada mês, a partir das 9:30h. O Uruguai possui um mandato de 5 anos e o Presidente da República não pode concorrer à reeleição, ao contrário dos senadores e deputados, que podem se reeleger quantas vezes quiserem. O país possui apenas 4 partidos. O próximo ambiente visitado é a Câmara dos Deputados, que tem 164 assentos, duas galerias para o público, duas mesas para a imprensa e duas tribunas de honra para convidados especiais. A Câmara dos Deputados é composta por 90 deputados, que representam os 19 departamentos (estados) que compõem o Uruguai. Ela é presidida por um dos representantes, que é eleito como o presidente por um ano. O número de assentos da Câmara é maior do que o número de representantes porque lá também acontecem as reuniões da Assembléia Geral, que reúne todos os deputados e senadores. É neste local que, a cada cinco anos, o presidente eleito faz o juramento de honra. As sessões da Câmara também ocorrem do dia 1 ao dia 18, a partir das 16:00h. A visita também passa pelo hall da porta principal do Palácio, voltada para a Av. Brig. Gral. Juan Antônio Lavalleja, que fica sempre trancada e só é aberta em ocasiões muito especiais. Neste local está o livro da primeira Constituição Nacional, vigiada por guardiões e protegida por um pano para evitar a deterioração do material. A guia nos levou rapidamente para o salão de recepções, onde acontecem jantares e encontro com personalidades e políticos de outros países. O último ambiente visitado é a biblioteca do Palácio Legislativo, localizada no segundo andar. Ela é aberta ao público e possui um acervo de mais de 250 mil exemplares sobre todos os temas. No local há uma pequena estátua do General Artigas montado a cavalo, que serviu como referência para a construção do grande monumento no centro da Plaza Independencia que está sendo restaurado. A visita teve ao todo uma hora de duração. Mais detalhes aqui. Veja no mapa a localização do Palácio Legislativo. Exibir mapa ampliado. ANEXO 6 - Jardim Botânico, Museu Blanes, Jardim Japonês e o Rosedal. O bairro do Prado é uma das grandes áreas verdes da cidade. Lá estão o Jardim Botânico, o Jardim Japonês e o Rosedal. O Jardim Botânico (Calle 19 de Abril 1181) é belíssimo. Há visitas guiadas gratuitas de segunda a sexta das 9 às 11h e das 14 às 16h, e sábados e domingos das 10:30 às 14:30h. Mais informações pelo telefone 2336 40 05. Há poucas esculturas para admirar e o museu existente dentro do Jardim Botânico é por demais pequeno e precário. O Jardim Botânico fica no Prado, um dos bairros mais arborizados da cidade (dizem que em Montevideo há 3 árvores por habitante). Os casarões do século XIX e XX situados próximo à entrada do Jardim Botânico (Av. 19 de Abril) revelam que o bairro tem origem nobre. Era o reduto das famílias uruguaias mais ricas que preferiram ter uma casa de campo no Prado a uma casa de veraneio na costa. O jardim foi criado há mais de 100 anos e é curiosamente dividido pela “linha do equador”, que faz a divisão entre a flora do hemisfério norte e do hemisférico sul. Logo na entrada do jardim botânico está a parte mais antiga do parque e ao final de uma alameda de árvores se encontra uma casinha coberta por trepadeiras, que funciona como museu e centro de visitantes. Ali é possível agendar as visitas guiadas, que ocorrem de segunda a sexta de 9 às 11h e de 14 às 16h, e sábados e domingos de 10:30 às 14:30h. Para continuar o passeio pelo Prado, a dica é seguir caminhando até o Museu Blanes e o Jardim Japonês e depois ir de táxi ou ônibus até o Rosedal. O Museo Municipal de Bellas Artes Juan Manuel Blanes ocupa um belo casarão em estilo clássico na Avenida Millán. Diversas obras do artista uruguaio Juan Blanes, que retratou oficialmente as principais batalhas do Uruguai, encontram-se expostas no museu. Além de cenas militares, o artista em várias obras retrata o homem do campo, o gaúcho, em situações rotineiras. Aos fundos do museu, fica o único Jardim Japonês de Montevidéu. Dizem que é lindíssimo, mas em março, quando fui, o jardim estava fechado para reforma. Depois de visitar o museu, siga de táxi ou ônibus até o Rosedal. O lugar é belíssimo. Árvores enormes, fontes de água, caramanchões e muitos bancos para descansar. E, como o nome já diz, rosas não faltam por lá. Para a criação do parque, cerca de 12.000 rosas foram importadas da França. Endereços: Jardim Botânico – Avenida 19 de Abril 1181, Prado. Funcionamento: diariamente de 7 às 18h. A entrada e a visita guiada são gratuitas. Restaurante Malandrino – Millán 3686 esq. Reyes, Prado – Montevideo. Tel: 2336 1291. Museu Blanes – Avenida Millan 4015, Prado, Montevidéu. Horário de funcionamento: terça a domingo de 12h15 às 17h45. Entrada gratuita. Rosedal – Fica entre as Avenidas Agraciada, Lucas Obes, Joaquín Suárez, Luis Alberto ANEXO 1 – RESTAURANTES EM MONTEVIDEO Independentemente do lugar, é sempre bom fazer uma reserva com antecedência para garantir um lugar sem ter que ficar esperando. Alguns restaurantes são pequenos e lotam rapidamente. Os preços mostrados no cardápio já incluem o IVA, mas na hora da conta, o imposto é apresentado de forma separada. O serviço não vem incluído na conta e é opção do cliente, mas geralmente se paga 10%, assim como no Brasil. Os preços a seguir foram cobrados em pesos uruguaios, com o valor aproximado em reais. Os valores são referentes ao mês de junho de 2012. Uma grande ajuda na hora de buscar dicas de restaurantes é consultar o site SalirAComer, que divide as indicações por bairro e dá informações sobre preço, ambiente e culinária. Montecristo Restaurante Museo Francisco Vidal, 636 – Punta Caretas. www.montecristo.com.uy. Este foi o restaurante que eu mais gostei em Montevidéu. É também um pequeno museu, pois o edifício em que se encontra é um pequeno e antigo castelo, cheio de histórias. No intervalo das refeições, entre entrada e prato, ou entre o prato e a sobremesa, o gerente faz um tour com os clientes para conhecer todos os ambientes da casa, contando a história do castelo e de seu criador. O cardápio tem sete opções de entrada, que custam entre $120 e $250 pesos (aprox. R$12,00 e R$25,00), dez opções de pratos principais, com preços variando de $300 a $480 pesos (R$30,00 e R$48,00) e seis tipos de sobremesa, com valor médio de $180 pesos (R$18,00). Comi uma entrada de “vulcão de batatas” com molho de camarão que estava ótima e o prato principal foi um risoto de cordeiro excelente! Rara Avis Buenos Aires, 652 – Ciudad Vieja. www.raraavis.com.uy Outro restaurante ótimo, localizado em anexo ao Teatro Solís. É bem chique e muito bonito, decorado com cortinas vermelhas e obras de arte. O atendimento é de primeira, cronometrado. Uma pianista deixa o ambiente ainda mais interessante. O cardápio tem seis opções de massas e risotos, com preços entre $360 e $520 pesos (R$36,00 e R$52,00), várias opções de carne, com pratos a partir de $550 pesos (R$55,00) e sobremesas na faixa de $240 (R$24,00). A degustação de entradas é saborosa e pode servir até quatro pessoas, pois vem com três unidades de cada tipo de entrada. Como prato principal, pedi um nhoque recheado com salmão defumado, que estava muito bom. Panini’s 26 de Marzo, 3856 – Pocitos ou Bacacay, 1339 – Ciudad Vieja. www.paninis.com.uy Um dos restaurantes mais tradicionais da cidade, tem duas opções de endereço. Fui na unidade de Pocitos e cheguei sem reserva, por sorte tinha uma mesa disponível. Logo em seguida ficou lotado e tinha fila de espera. Possui uma boa carta de vinhos e um cardápio bem variado. As entradas podem ser individuais ou para compartir (compartilhar/dividir), com opções mais simples e outras que incluem até lagosta. Como prato principal, há onze tipos de massa, com preços entre $310 e $420 pesos (R$31,00 e R$42,00), quatro opções de risoto, que custam $470 pesos (R$47,00), além de pratos com carnes e peixes. Roldo’s Piedras, 237 – Mercado Del Puerto, Ciudad Vieja. www.roldos.com.uy Um dos restaurantes mais tradicionais do Mercado do Porto. Tem um bar com cadeiras no balcão, para refeições mais rápidas, e mesas num ambiente fechado, com aquecedores e onde não entra a fumaça que vem dos outros restaurantes. De entrada, como cortesia, é servida uma taça de Medio y Medio, um drink típico local, que mistura vinho branco com espumante. Os pratos são bem servidos, mas deixaram um pouco a desejar no sabor. Há várias opções de carne, com preços que variam $210 a $380 pesos (R$21,00 a R$38,00). Os acompanhamentos são pedidos à parte. El Palenque (Perez Castellano, 1579 – Mercado del Puerto, Ciudad Vieja.) É bom dizer que o restaurante cobra “cubiertos”. Na tradução literal, cubiertos seriam talheres. Na prática, é um valor cobrado simplesmente por sentar no restaurante, que não se confunde com o couvert. O valor é de $30 pesos por pessoa. Mesmo assim, o preço final ainda ficou interessante: R$ 63 por pessoa. www.elpalenque.com.uy Francis Luis de La Torre, 502 – Punta Carretas. www.francis.com.uy As recomendações deste foram as melhores possíveis e ele já foi eleito o “melhor restaurante de Montevidéu” por uma publicação local. Mamma Nostra Cnel. Mora, 451 – Punta Carretas. Restaurante italiano localizado a uma quadra do Francis. É bom, mas nada de especial. Os preços são mais baixos, se comparados aos outros restaurantes que eu fui. Há uma grande variedade de massas que variam de $290 a $370 pesos (R$29,00 a R$37,00) e ainda pratos com carnes e peixes e dez tipos de sobremesa. Cafe Bacacay Bacacay, 1306 – Ciudad Vieja. www.bacacay.com.uy Este café e restaurante está localizado bem em frente ao Teatro Solís, do outro lado da rua. Foi uma decepção, o café doble con leche custou 85 pesos (R$8,50) tinha gosto de pano velho, e a torta de chocolate, que tinha uma aparência boa, não estava tão boa assim. Dueto Bartolome Mitre, 1386 – Ciudad Vieja. Parece ser bom, pois é o #3 de Montevidéu nas avaliações do site Trip Advisor. 62 Bar Miguel Barreiro, 3301 – Pocitos. Cervecería Matriz Calle Sarandí, Ciudad Vieja. Pedimos um chivito de panceta (x-bacon) acompanhado de batatas fritas e refrigerante. Pão, alface, tomate, carne, bacon e ovo cozido (isso mesmo, o ovo não era frito) uma verdadeira delícia. De sobremesa comi um alfajor. Restaurant Bodega Bouza Camino de La Redención, 7658. A degustação de vinhos na minha visita à vinícola ocorreu no restaurante, que é um dos melhores de Montevideo. É bom reservar com antecedência, pois apesar de ser um pouco afastado da cidade, costuma lotar. Não tive a oportunidade de almoçar no local, porque minha visita ocorreu no último horário, no final da tarde. Há visitas que acontecem mais cedo, às 11h e às 13h, que são horários bons para combinar com a refeição antes ou depois do passeio. Veja no mapa a localização de todas as dicas. Restaurantes-montevideu. Para se deliciar em Pocitos No bairro de Pocitos, em Montevidéu, não faltam opções de cafés, confeitarias e afins. Todas charmosas e tentadoras. Com tanta variedade, dá até para fazer um tour gastronômico, só para apreciar as guloseimas. Com ou sem o famoso e excelente dulce de leche uruguaio, os docinhos são uma perdição! Cake’s A Cake’s (José Ellauri 1067) é uma casa de chá e confeitaria bem clássica e tradicional. A casa azul é inconfundível! As tortas são, sem dúvida, o carro-chefe. Escolha as clássicas, como a deliciosa torta de morangos ($ 115 pesos uruguaios, ou seja, pouco menos de R$ 10) e a Ramón Novarro, de chocolate com dulce de leche. La Cigale Para se refrescar do calor, nada melhor que um sorvete, de preferência odulce de leche granizado – doce de leite com pedaços de chocolate (1 bola, $40 pesos). O sorvete uruguaio não deixa a desejar frente ao clássico Freddo argentino. É fácil encontrar um loja da rede de sorveteria La Cigale pela cidade. Em Pocitos os endereços são: Roque Graseras 845 e F. Muñóz 3400. Marilyn Café É a cafeteria do Complexo de Cinema Hoyts Alfabeta. O café tem entrada separada do cinema, mas, se sobrar um tempinho, vale a pena ver um filme. Por ali, só filmes cult. O doce de chocolate com biscoito, que não anotei o nome, é uma tentação! Pan Caliente (J. Benito Blanco, 758, tel: 2711 8602). Não se deixe enganar pelo minúsculo tamanho da loja. A variedade de doces e salgados ali vendidos é enorme. E difícil é escolher o que provar. Não há mesas nem cadeiras para sentar. Peça para levar, sente-se na Praia de Pocitos e curta o visual e as delícias sem pressa. Se for na hora do pôr do sol e tiver uma garrafa de medio y medio (bebida uruguaia feita com vinho branco e espumante), melhor ainda. O piquenique será memorável! Oro del Rihn Se piquenique na praia não faz o seu estilo, sente-se na livraria Yenny e lá tome um café na Oro del Rihn, uma cafeteria que tem vista privilegiada da Rambla de Pocitos, onde também dá para curtir o pôr do sol (Br España 3000 esquina Rambla Pocitos, tel: 2711 9497). O milk shake de doce de leite ($95 pesos, cerca de R$8) é imperdível! E a torta de dulce de leche dispensa comentários. Basta ver a foto para entender… Roteiro de 4 dias em Montevidéu o mapa com a indicação dos lugares. Che (Rambla Ghandi esquina 21 de Setiembre, Pocitos). La Tienda del Té (Roque Grasera, 829, tel: 2719 1132). Chivitos Lo de Pepe (Roque Graseras y Blvr. España, tel: 2711 83 45). Freddo (Calle Sarandí). Fellini Ristobaretto: restaurante bom e barato em Pocitos O nome Fellini, em referência ao cineasta italiano Federico Fellini, já indica a especialidade da casa. A decoração colorida, com as cores da bandeira italiana, confirma que se trata de um restaurante italiano. E não há dúvida: as pastas são o destaque da casa. Localizado na esquina das ruas José Marti e Benito Blanco, a apenas uma quadra da Rambla de Pocitos, o pequeno restaurante tem ótimo atendimento e preços bem convidativos durante o almoço, quando há a opção de menu executivo ($250 pesos uruguaios, pouco menos de R$ 25) ou menu gourmet($360 pesos, cerca de R$30). Nos dois menus estão incluídos: entrada, prato principal e sobremesa, além de uma garrafa de vinho da casa, refrigerante ou água. A diferença fica por conta do prato principal, que, no caso do menu gourmet, há a opção de carne, enquanto no menu executivo há apenas opções de pastas. Escolhemos o menu executivo, que estava excelente! Começamos com uns pãezinhos com patê para abrir o apetite e seguimos logo para uma salada verde com tomate cereja e queijo parmesão. Depois foi a vez de experimentar o Pappardelle com molho Caruso, um molho branco com champignon e presunto. Para a sobremesa, mousse de limão com suspiro. Simples e delicioso! Pagamento somente em dinheiro. End: Rua Benito Blanco 3408 esquina Jose Marti. Telefone: 2706-9252. Fellini Ristobaretto. Cafe Facal (Av. 18 de Julio, 1249, Cidade Velha) Wine Bar My suites (Benito Blanco 674, esquina com 21 de Setiembre, Pocitos). Bar Fun Fun (Ciudadela 1229) Rocco bar (Rua 21 de Setiembre, 3098, esquina com F. Vidal). La Perdiz Tem ambiente bem informal como um pub, mas a comida é de restaurante. O ideal é fazer reserva, mas eu não fiz. Cheguei por volta das 21h e estava lotado, porém, esperei apenas uns 10 minutos no balcão, onde também havia várias pessoas comendo. Atendimento muito bom, atencioso e nos deram a sobremesa, uma entrada e Limoncello por invitación. Talvez porque pedimos uma das garrafas de vinho mais caras do cardápio (J. Carrau Pujol 1752 - Gran Tradición 2007)! O vinho combinou super com o bife ancho premium e pure de batatas que dividimos. Aliás, é bom dizer que os pratos de carnes servem bem duas meninas. El Refugio Descemos no terminal 3 Cruces e bem em frente tem um restaurantinho chamado com empanadas. Pedimos uma plancha p/ 1 e mesmo dividindo, sobrou um monte de carne. Com o suco e refri deu tudo 378P. Francis e El Viejo y Querido, nos bairros de Pocitos e Carrasco. A Mousse de Dulce de leche do Francis e o clericot (uma sangria feita com vinho branco) do El Viejo, foram, respectivamente, a melhor sobremesa e a melhor bebida experimentada nos últimos tempos. Bar La Escollera Bem lá no final da Ciudad Vieja, depois de ter atravessado todo o passeo, tem um lanchinho em frente ao campo de futebol, no, com uma hamburguesa deliciosa por 35P. O dono é um brasileiro do RS. Bares por Punta Carretas (e pela vizinha Pocitos) eu recomendo o Tranquilo Bar e o El Tigre. O primeiro era um bar mais society. Já o El Tigre eu descobri andando pelas ruas e vi que era um dos poucos bares que tinha movimento numa quinta-feira as 19h. Recomendo a parrilla de lá, especialmente o choripan, pão com a lingüiça da parrila. As garçonetes são extremamente simpáticas! E o preço é mais baixo do que no Tranqüilo. Depois descobri que o El Tigre é relativamente tradicional em Montevidéu e que o horário típico de jantar dos uruguaios é entre 22h e 23h. de Herrera e as Calles Castro y José María Reyes. Entrada gratuita. ANEXO 7 - MONTEVIDÉU À NOITE A melhor noite de Montevidéu está na orla, entre Pocitos e Buceo. Mas tem um programa noturno na Cidade Velha que acho imperdível: ir quinta, sexta ou sábado ao Baar Fun Fun. É que nesses dias, depois do tango, há uma sessão de candombe, a salsa uruguaia. O candombe só rola lá pelas duas da madrugada, então se você quiser ir depois do jantar, tá valendo (o público vai se renovando ao longo da noite e você logo terá mesa livre para sentar). Querendo um lugar charmoso para o primeiro jantar da sua estada, aí vão meus favoritos: o Tabaré e o 62 Bar. A lista completa das minhas indicações está aqui. Fomos ao FUNFUN (100P portaria com uma uvita grátis) ver um tango cantado as 23h e por volta da 1h começa um tipo de música chamado candobe. Tinha umas porções bem barato, pegamos uma com queijo, azeitona, salame, biscoitinhos e não lembro mais o que (120P). A uvita é uma delicia, tomei umas 5, mas custa caro (40P). Não aceitam cartões. Minha opinião: barzinho até que legal, mas com gente bem mais velha. Vazamos para a ruinha onde fica El Pony Pisador e aqui sim rola a balada. Essa é a rua de trás do FUNFUN, em frente ao teatro Solis. Não tem como não achar. Não paga portaria e estava rolando um rockzinho uruguaio. Cartão só passa acima de 200P e tem 10% que inclui o serviço e 'a passada do cartão'. Voltamos à pé pela 18 de Julio umas 3 e pouco da manhã e tinha muita gente na rua, e a avenida toda até a intendência estava super movimentada. Leia mais: Uma noite no Baar Fun Fun E Fica a dica: El Pony Pisador. VOLTANDO PARA O AEROPORTO: Desci a Rua Yagarón até a esquina com Paysandu, que é onde tem uma parada de bus que vai para o aeroporto (29P). Em 40 minutos eu estava no aeroporto. DICA: Nessa Yagarón, encontrei vários restaurantes com pratos de 90 até 160P, bem mais baratos do que nos lugares mais movimentados. Embarcamos para aeroporto, saindo do terminal suburbano. A passagem custa 29 pesos, servem 3 linhas, C1-C-3-C5, operadas pela CUTCSA http://cutcsa.com.uy/informacion/facRecorridos.php.Saídas a cada meia-hora, ou menos. PUNTA DEL ESTE MAPA E TRANSPORTE: Punta del Este upload/galeria/fotos/20120514214008.png Visualizar Punta del Este em um mapa maior. Três Cruces (http://www.trescruces.com.uy). Passagem pela COPSA a 325 pesos. COPSA, a única com horário às 01:30, e para no aeroporto. As outras companhias só têm ônibus até as 23:30h e depois só às 04:30h; e nosso voo era às 06:00h. Dica: a rodoviária de Punta Del Este possui guarda-volumes que funciona até 1:00 da manhã. Dica: Um jeito esperto de fazer o bate-volta, aproveitando muito e sem se cansar, é ir cedinho de ônibus pela COT, pegar um carro alugado ao chegar, zanzar por tudo, ver o pôr do sol, devolver o carro, jantar na Península e voltar no último ônibus (das 23h30), sem se preocupar com cansaço ou polícia rodoviária. Seria mais interessante ainda tentar alugar uma bicicleta para conhecer a cidade. A CIDADE: Punta del Este é o mais badalado dos balneários do Uruguai. Fica a 120 km de Montevidéu. Tempo aproximado de viagem é de 2:00. O nome significa “Ponta do Leste” e descreve a situação exata do lugar: na extremidade oriental do Uruguai. A pontinha da península marca a divisão entre o Oceano Atlântico (o mar aberto) e o Rio da Prata (a baía). Como é a praia? Os pontos mais positivos são a limpeza, a organização (algumas tem quiosques bem charmosos) e o verão relativamente seco, com sol até tardíssimo (não é incomum ir à praia às 17hrs para ficar até as nove da “tarde”). ROTEIRO: Pegar um mapa da cidade no balcão turístico pra começar. Há a possibilidade de se fazer um city tour pago, pelo valor de 25 dólares. Porém em poucas horas é possível rodar a cidade a pé até o ‘final’, onde tinha um dos últimos pontos de visitação do mapa. Se estiver de carro, na ida, em Maldonado, próximo à Casa Pueblo fica a Fazenda La Pataia, uma pequena fábrica de doce de leite. O passeio continuou pelas Rambla Cláudio Willman, a avenida litorânea que liga Punta Ballena ao centro de Punta del Este. Nela é possível perceber a contagem regressiva de paradas. A partir da península há 40 pontos de parada ao longo da Playa Mansa, em direção à Punta Ballena, e outros 40 ao longo da Playa Brava, em direção a La Barra. A placa com a numeração das paradas aparece a cada três postes de iluminação, mais ou menos, e elas servem como ponto de referência para localizar edifícios, restaurantes e outros estabelecimentos. Em seguida chegamos à península, que é considerada o centro da cidade. Antes de visitar suas ruas centrais, continuamos o passeio pela orla, para conhecer primeiro as praias e as atrações na beira do mar. A primeira delas foi o Puerto de Punta del Este, que é uma grande marina com vários restaurantes e lojas. É nesta área que desembarcam os passageiros de cruzeiros com escala em Punta. Os navios ancoram em alto mar e os visitantes são levados em pequenas embarcações até o porto. A próxima parada foi bem na extremidade da península, onde há um grande estacionamento, um heliporto, a bandeira do Uruguai e algumas esculturas nas pedras. Essa porção final da península é um bairro residencial, com ruas largas e dezenas de mansões. Na quadra central (seguindo pela Avenida Gorlero) há uma praça, onde se encontra o Farol de Punta del Este, que possui 44 metros de altura e foi construído em 1860. Em frente ao farol há uma igrejinha azul, a Iglesia de la Candelaria. No gramado da praça encontrei vários pássaros bonitos da cor verde. É possível ver leões-marinhos nos arredores do porto (os pescadores limpam os peixes ali e jogam restos para os leões-marinhos). Continuando o passeio pela orla, chegamos à Playa Brava e bem no início dela paramos para conhecer o ponto turístico mais famoso da cidade (em frente ao Terminal) o Monumento Los Dedos, também chamado de La Mano, Dedos de Punta del Este ou Monumento ao Ahogado (afogado). Ele foi feito em 1982, pelo artista chileno Mario Irrazabál, durante o Primeiro Encontro Internacional de Escultura Moderna ao Ar Livre de Punta del Este. Há várias interpretações para o seu significado, como a presença do homem na natureza, um homem surgindo para a vida ou a mão de um afogado. Conseguir tirar uma foto da mão sem ninguém no quadro não é uma tarefa muito fácil. A próxima atração visitada foi outro cartão postal da cidade, a Puente Leonel Vieira, também chamada de Puente de La Barra. São duas pontes gêmeas com pistas num formato ondulado, na entrada do balneário de La Barra. Passar por elas é muito divertido e chega a dar aquele frio na barriga, ainda mais se o veículo estiver numa velocidade mais alta. Um bom local para bater fotos da estrutura é num gramado que há ao lado direito da pista, antes de passar a ponte da volta (sentido Barra-Punta). Voltando para o a região central de Punta, fizemos um passeio pelo bairro Parque del Golf, para observar as mansões, de todos os tipos e tamanhos. As casas não possuem muro, apenas gramados e plantas, e cada uma possui um nome diferente, exibido em letreiros ou placas no jardim. No Centro de Punta tentamos conhecer o Mirador La Vista, um mirante giratório que se encontra junto a um restaurante no último andar do Edificio Torreon, com acesso por um elevador localizado na parte externa do edifício. O mirante estava fechado. Então aproveitamos para conhecer as ruas de compras, onde há lojas de grifes internacionais, com preços muito altos. A última atração visitada na cidade foi o famoso Casino do Hotel Conrad, o único cassino do Uruguai que não é administrado pelo governo. Ele foi inaugurado em 1996 e é considerado o cassino mais importante de América do Sul. Há centenas de máquinas caça-níqueis, mesas de carteado, roleta, máquinas de bingo e outros jogos de azar. O acesso é gratuito e permitido apenas para maiores de 18 anos. A entrada do cassino fica no saguão do hotel, próxima à recepção. As máquinas só aceitam notas de dólar. Para trocar de máquina ou terminar o jogo, elas emitem um recibo com código de barras e basta ir a um caixa automático para reverter o cupom em dinheiro. Infelizmente, não é permitido tirar fotos no interior do cassino. Acabei deixando de lado algumas atrações, como os museus da cidade. Como o Museo Ralli, que tem obras de artistas contemporâneos, como Salvador Dali. Os outros dois museus que não visitei são o Museo Azotea de Haedo e o Museo del Mar. Também não visitei o Faro de José Ignácio, um farol localizado a cerca de 40km da península e que dizem ser muito bacana. No centro de Punta, uma sugestão é visitar o Mirador La Vista, um mirante giratório localizado junto a um restaurante, no último andar do edifício Torreon. O Museu del Mar apresenta mais de 10 mil exemplares da vida marinha, incluindo ossadas gigantescas de baleias jubarte e cachalote. CASA PUEBLO Para visitar: (COT 42P) que pode ser pego no Terminal. O bus para na rodovia, e tem que caminhar 2km - 25min. A Casa fica no caminho de volta a Montevidéu e pode-se descer na parada de Portozuelo. De qualquer forma, deve-se falar com o motorista para decidir qual seria a parada mais próxima. Depois, para continuar a viagem até Montevideo, deve-se pegar o ônibus no mesmo ponto e pagar algo como 140 pesos para seguir viagem. A Casapueblo é uma grande construção branca com características únicas, fruto da imaginação e do empenho do pintor e escultor uruguaio Carlos Paez Vilaró, que reúne museu, galeria de arte, hotel e restaurante. Era sua antiga casa de veraneio. É muito visitada não só por causa das obras de arte, mas também devido ao belo visual panorâmico que se tem dos terraços, principalmente na hora do por do sol. A casa está localizada a aproximadamente 15 km da região central de Punta, na península de Punta Ballena, com acesso pela rodovia Interbalnearia. O acesso é muito fácil, há placas na entrada da Camino a la Ballena, também conhecida como Rambla Panoramica. A casa fica bem no final desta via e há uma grande parede branca com bandeiras indicando sua entrada. No inverno, há poucos turistas no local, dias muito frios e com ventos intensos. Para entrar na casa é preciso tocar uma campainha. A recepcionista que nos recebe é brasileira. Uma placa no balcão informava o horário de funcionamento, das 10:00h às 16:45h, mas acredito que no verão esse horário deve ser estendido até bem mais tarde. O ingresso custa 330 pesos[10]. Logo na entrada está o restaurante/café. Próximo a ele há uma sala com um telão, onde assistimos um pedaço de um documentário sobre a casa e a vida do artista Carlos Paez Vilaró. No local há algumas esculturas e pinturas. Este terraço é um dos melhores locais para observar em detalhes o formato da casa, cuja construção durou 36 anos e foi toda feita pelas mãos de Vilaró, como se fosse uma grande escultura, sem um projeto bem definido. Seu estilo lembra as construções do Mediterrâneo, como as casas da ilha grega de Santorini, mas o artista gosta de fazer referências às casas feitas por um pássaro chamado forneiro, que aqui no Brasil também conhecemos como joão-de-barro. No terraço há algumas cadeiras para os visitantes sentarem na cerimônia que acontece no fim da tarde, durante o por do sol, quando o espetáculo da natureza é acompanhado por uma gravação de um texto composto por Vilaró, em que ele agradece o sol pela sua existência e se depende de mais um dia. O artista mora na Casapueblo. O ateliê também fica na casa e suas obras estão espalhadas por todos os cantos. São várias pinturas, esculturas e objetos, em ambientes interligados por pequenas passagens que mais parece um grande labirinto. Junto ao museu há uma lojinha onde é possível comprar livros, gravuras e quadros de Vilaró. O acesso aos visitantes se dá apenas em alguns ambientes, mas a Casapueblo possui vários outros, porque também abriga o hotel. Do lado de fora da casa, perto da entrada, há um gramado de onde é possível ver melhor toda a extensão da casa. Vale a pena também caminhar até a rua principal para ver o visual do outro lado da península, onde está a Playa de las Grutas. No final da Rambla Panoramica, está o Mirador de Punta Ballena, um mirante com vista para os dois lados da península. Também é possível ver, bem ao fundo, os prédios de Punta del Este. Na Casa funcionam um hotel e um museu. Você pode entrar de duas formas, em ambas paga-se uma entrada; a parte ‘baixa’ dá acesso aos andares de baixo do hotel. Entrando pela outra porta, a parte ‘de cima’, você tem acesso ao museu e à parte alta do hotel. Recomenda-se a parte de cima: o museu. Quando o sol se põe, tudo fecha. O restaurante não servia mais nada e os funcionários delicadamente informavam que deveríamos nos retirar. “Chau Sol…! Gracias por provocarnos una lágrima, al pensar que iluminaste también la vida de nuestros abuelos, de nuestros padres y la de todos los seres queridos que ya no están junto a nosotros, pero que te siguen disfrutando desde otra altura.Adiós Sol…! Mañana te espero otra vez. Casapueblo es tu casa, por eso todos la llaman la casa del sol” - Carlos Vilaró Endereço: Punta Ballena, 20003. Tel: (00598) 42 – 578041 e (00598) 42 – 578982. Aberto diariamente de 9am até o pôr do sol. ANEXO 1 – PLAYAS DE PUNTA A PENÍNSULA + PLAYAS MANSA E BRAVA O centro da cidade fica na “ponta” propriamente dita. Começa no porto, onde se você trocasse os letreiros dos restaurantes poderia fingir que está em algum vilarejo menos famoso da Côte d’Azur. A rua principal do comércio, a Gorlero, vai pelo interior da península, paralela às duas margens. Muitos hotéis tradicionais (e básicos) ficam por ali. Da Península partem duas praias muito extensas. A Playa Mansa, de águas calmas, é banhada pelo rio da Prata. A Playa Brava, de ondas, está em mar aberto. Ambas têm quiosques e paradores. A Mansa é voltada para o oeste, então toda é apropriada para contemplar o pôr do sol. Dá para ver da areia ou na orla próxima ao porto. Querendo serviço de bordo, além do hotel Serena indica-se os bares Virazón e Guappa (na temporada, reserve). PUNTA BALLENA Continuando pela Mansa em direção a Montevidéu você chega à Punta Ballena. Nenhum turista passa por Punta sem dar um pulinho na Casa Pueblo. A região tem também um hotel chiquérrimo, o Cumbres. Vale a pena fazer uma reserva para o chá da tarde e ficar para o pôr do sol. LA BARRA Continuando pela Brava na direção oposta a Montevidéu você chega ao rio Maldonado. Do outro lado da ponte ondulada está La Barra. No verão, este é o playground da garotada em Punta. Por aqui ficam as praias mais escondidinhas (Playa de la Posta, por exemplo) e as mais fervidonas (Montoya, Bikini) — além das baladas mais descoladas. A ruazinha principal — engarrafada o verão inteiro — tem cafés, sorveterias, restaurantes (não perca o peruano Sipán). JOSÉ IGNACIO Continuando para além de La Barra, a 40 km para lá do centrinho de Punta del Este você chega a José Ignacio, que costumo definir como “a Trancoso de Punta”. Os hotéis aqui são discretos e com ares zen. A “Estrela d’Água” do pedaço é o Parador La Huella, um restaurante na entrada da praia onde os habituês batem ponto (em janeiro, nem apareça sem reservar). No verão também funciona outro parador, mais democrático Na direção do interior você chega a Laguna Garzón e Laguna Escondida. ILHA DOS LOBOS Distante 9,5 km da costa da península, um santuário de lobos-marinhos. O passeio custa 50 dólares por pessoa. Duração: 2 horas. ANEXO 2 – RESTAURANTES Las Tucumanitas. É pequeno e aconchegante. Comi uma empanada de presunto e queijo e outra de frango, por 40 pesos cada. La Marea. De entrada fui de mejillones a la provençal (mariscos a vapor com vinho branco, alho e ervas) e de prato principal fomos todos de paella. Apesar de simples, estava tudo muito bom. Les Delices (Calle 20 y 29 – Península). Comer a torta Rogel do Les Delices (deliciosa torta folhada com recheio de doce de leite e coberta de marshmallow) Los Negros Restaurante chique, do Cheff Francis Mallman. Illy Fica em frente ao mercadinho El Dorado – Filé de pescado a milanesa com salada russa (169P). é muito gostoso, chega a derretar na boca. Sem contar o atendimento super atencioso. La Trattoria de Antonio Fica quase no final da Avenida Gorlero, o dono é um italiano super simpático. Uma pizza grande, com massa feita no hora, deliciosa, saiu a 385 pesos a comida e bebida para 3 pessoas. Arlecchino Gelato Também fica na Gorlero. O sorvete da Freddo não chega nem perto deste aqui! É de comer rezando! El Secreto, Virazón , Guappa, Freddo, El Palenque. DICAS DE VIAGEM AO URUGUAY Minhas Impressões e Dica de Roteiro No aeroporto mesmo, pegue um para Punta del Este e se hospede no hostel da rede El Viajero (www.elviajerohostels.com), que fica há 2 quadras da rodoviária. De Punta siga para La Pedrera ou La Paloma e se hospede em um desses lugares (hospedado em um dá para conhecer o outro à pé se quiser, são 8km). De La Pedrera/La Paloma recomendo ir a Valizas, no Hostel Valizas ou alugar um chalé como fizemos. Daí dá para conhecer tanto Águas Dulces (6km) como Cabo Polônio (11km pela praia e 8km cortando pelas dunas). Suba depois para Punta del Diablo (o Unplugged me pareceu o mais bacana) e daqui volte direto para Montevideo para aproveitar os últimos dias e fazer um bate volta a Colônia, caso queira. Dicas para viajar ao Uruguai - Uma grata surpresa foi encontrar Wi-Fi aberto em muitos lugares, até na rua. A prática também vale para restaurantes, hotéis, cafés etc. - Os restaurantes não incluem o serviço na conta. É praxe dar 10%. Aliás, eles costumam colocar azeite à mesa; e no couvert vem sempre maionese. Alguns lugares não cobram o cubierto, mas a maioria sim. - Tomada: No Uruguai são três furos redondos, mas não é o padrão brasileiro. Então, leve um adaptador universal. Casas de Câmbio Montevidéu, Cambio Uruguay – calçadão na lateral do Mercado del Puerto Cambio Bacacay - 18 de Julio, 853 – quase na esquina com a rua Andes Cambio Aspen – 18 de Julio, esquina com a rua Andes Casa de Câmbio no Shopping Punta Carretas – piso 1 Casa de Câmbio no Aeroporto Internacional de Carrasco – desembarque Em Punta del Este, há dezenas de casas de câmbio, principalmente nas ruas de comércio da região do porto e da península. As cotações são bem similares umas às outras. A melhor que eu encontrei estava próxima ao Monumento Los Dedos, junto ao terminal de ônibus da cidade. Veja a seguir alguns valores que eu encontrei na cidade. Cambio Nelson – rua La Angotura – Terminal de Buses de Punta del Este Varlix Servicios Financeiros – Calle 22 / Av Gorlero Cambio 18 - Calle 22 / Av Gorlero Casa de Câmbio no Punta Shopping Já em Colonia del Sacramento, visitei apenas o bairro histórico e só encontrei uma casa de câmbio, junto à Plaza Mayor. A cotação estava péssima, foi a pior que eu encontrei no Uruguai, sem considerar a do Aeroporto de Carrasco. Varlix Servicios Financeiros - Plaza Mayor Especialidade local incrível é o doce de leite! O melhor de todos os tempos! A marca mais gostosa é a Conaprole (que inclusive tem um restaurante/confeitaria em Montevidéu). E se o doce de leite é bom, o alfajor é maravilhoso! Prove umas das 10 marcas locais, sendo a Punta Balena a mais famosa! Outros quitutes famosos são o chivito(uma espécie de X-tudo deles), o Pancho (um cachorro quente servido com um “molinho especial”) e a pizza de fainá (massa de grão de bico). Das bebidas, todos amam Cerveja! Peça sem medo as locais Zillateral (ou Zilla como eles chamam por lá) e Patrícia. Para variar um pouco, a sangria local Clericot (de vinho branco) e o medio y medio, são doces e super gostosos. Para fugir do álcool, o refrigerante Paso de los Toros (de grapefruit) só tem lá e é uma ótima pedida. >> DICA: O transporte público em Montevideo funciona bem mas tem algumas restrições. O busão CA1, que faz a linha central (C de central, os D são de diferencial), é mais barato (10P) e pára as 21h. Então consulte no sitewww.montevideobus.com as linhas alternativas ao seu percurso e se informe sobre os horários, porque apesar de ter busão 24h em MVD, alguns não circulam em determinados horários e dias, como os Centrais e os Diferenciais. >> DICA: Se o seu vôo atrasar ou mudar com intervalo de 2 horas, você tem direito ao voucher. Com 4 horas você já tem direito a hospedagem, então, se você não for atendido, procure o Juizado que fica no próprio aeroporto, ou os ficais da ANAC. Eles deveriam avisar que o passageiro tem direito ao voucher, porque só eu fui lá pedir, mas não avisam. Tenho certeza de que o resto do pessoal não sabia. CABO POLÔNIO Cabo Polônio é uma pequena reserva ecológica no Uruguai dividia por duas praias, escondida por grandes dunas de areia e protegida por um farol. E como se não bastasse, ainda é uma das maiores colônias de leões marinhos da América do Sul. Lá não tem energia elétrica e o que poderia ser sinônimo de precariedade, se transforma num ambiente alternativo com opções que hoje são quase raras de encontrar. SUGESTÃO DE HOSPEDAGEM: reservei um espaço para dois no Lobo Hostel Bar, que é talvez o mais famoso na região. Por obra do destino, quando cheguei eles disseram que se atrapalharam com minha reserva, já que cheguei muito tarde lá, por volta de 17 horas, e todos os quartos aviam sido reservados, contudo, como compensação, eles alugaram a cabana de uma senhora, o que foi MUUUITOOO melhor do que dormir num colcão no chão no sótão do hostel (o quarto para casal deles). Essa cabana tinha cama de casal, banheiro com água quente e uma mini cozinha: um hotel 5 estrelas para os padrões de Cabo Polônio hehe. A senhora era muito gente boa e não conhecia nada de internet, nem tinha celular, por isso a hospedagem dela não está em lugar algum. Peguei o contato do filho dela para quem quiser reservar. Vale muito a pena! O nome dela é Marta e o do filho é Javier: +598 99593028. UM DIA EM CABO POLÔNIO Fomos para passar o dia e mesmo com muita expectativas, nos surpreendemos. A beleza natural é fascinante, diferente do que se vê normalmente na costa Uruguaia. Os leões marinhos ficam nas pedras que encontram o mar, fáceis de serem observados de cima das pedras que rodeiam o farol, sem necessariamente subir nele. AS PRAIAS DE CABO POLÔNIO Em Cabo Polônio existem duas praias, a do norte e a do sul. A do sul, Playa Sur, é onde o caminhão vai costeado a reserva e todo mundo desembarca. A água é clara e clara, apesar de ser sempre fria. Já a praia norte, Playa Norte, tem rochas, água escura e mar agitado. Ali é onde estão os surfistas e onde tem o maior movimento. Não existem ruas na reserva, mas não é nada difícil de andar. De dia tudo é fácil de localizar por pequenas trilhas já marcadas na terra. Durante a noite é o farol que guia os caminhantes. O QUE COMER Tudo é bastante rústico em Cabo Polônio. Ali são servidos todos os tipos de comidas e lanches fáceis de preparar, como pizzas, massas, sanduiches e bolinhos fritos. Não espere muitas variedades, pratos elaborados ou culinária típica uruguaia. Leve dinheiro em espécie, pesos uruguaios, já que não tem caixa eletrônico na reserva. Os restaurantes fecham no horário da sesta, portanto leve o seu lanche se bater a fome durante a tarde ou se quiser economizar, já que os preços são mais altos, em média 200 pesos, mais caros do que o padrão do Uruguai, que já é caro. PASSAR A NOITE Como o clima é bem roots, sem energia elétrica, então aproveite para ver as estrelas, já que não existem outras interferências de luzes. Para ver o por do sol, vá para Playa Sur. E se você quer interagir numa clima descontraído, tem Luau com fogueira, música boa e gente interessante no Lobo Hostel Bar. Cabo Polônio é acessível apenas caminhando 7km pelas dunas de areias fofas ou chacoalhando dentro de uma caminhão 4x4, tipo pau-de-arara, durante 20 minutos. Apenas algumas pessoas são autorizadas a morar no parque que tem controle até mesmo para entrada de animais. Não há energia elétrica, apenas solar, e nem água encanada. Mas existem muitas opções de hostel e alguns restaurantes para aproveitar o clima roots de isolamento, principalmente se a ideia for desconectar do mundo por um período. Cabo Polônio nos surpreendeu e certamente entrou para a nossa lista de lugares que voltaríamos. ONDE FICAR E QUANTO TEMPO Cabo Polônio é uma reserva natural bem pequena e mais procurada para passar o dia ou quer desconectar. Se está apenas de passagem, um dia é suficiente. Nós fizemos day trip a partir de La Paloma e seguimos para Punta del Diablo, tudo de ônibus. · LOBO HOSTEL BAR: É good vibes, a galera alternativa, tem luau, tudo simples. Só o dormitório é bem pequeno. · GREEN HOUSE HOSTEL: Tem redes, terraço com vista, dormitórios e quarto para duas pessoas, tudo simples, tem energia solar. Só que fica a 500m do centrinho, o que acaba sendo mais afastado para andar a noite. · VIEJO LOBO: É o hostel mais fácil de identificar na Playa Sur, já que o telhado é pintado escrito hostel. É bem pequeno, mas aconchegante, bem decoradinho e as pessoas são gente boa. Só que no inverno é melhor levar uma cobertinha extra. · LA POSADA: Essa é uma pousada de “luxo” para os padrões locais. Quartos privados com varanda e rede, quartos para família, boa localização e chuveiro de água quente. Só que é caro. ESTRUTURA E DINHEIRO Não há energia elétrica, apenas energia solar e nem água encanada em Cabo Polônio, que é muito pequeno e bem roots. Mas ainda assim tem restaurantes e mercadinhos. Mas não tem ATM (caixa eletrônico), por isso leve pesos uruguaios suficiente para suas despesas de hospedagem e alimentação. Um prato barato sai por mais ou menos 200 pesos. Leve também uma lanterna. ENTRADA NO PARQUE NACIONAL CABO POLÔNIO O valor do caminhão é de 200 pesos (ida e volta) e o caminhão sai de hora em hora, mas na alta temporada se está muito lotado, eles saem com um intervalo menor. O pagamento é apenas em pesos e em dinheiro. Na entrada do parque existe um ATM (caixa eletrônico), um barzinho, o guichê da companhia de ônibus Rutas del Sol e um estacionamento de carros que custa 190 pesos a diária. COMO CHEGAR · CARRO: Cabo Polônio fica a 50km de La Paloma pela Ruta 10, 60k de Punta del Diablo pela Ruta 9 e 10 e 250km de Montevideu pela Ruta 9. A diária do estacionamento na entrada do parque é de 190 pesos uruguaios. Recomendo usar o app Maps.me para acompanhar off-line a rota. Não esqueça de fazer o Seguro Carta verde se entrar no Uruguai de carro. · ONIBUS: As companhias COT e Rutas del Sol tem algumas opções de horários e itinerários que variam conforme a estação do ano. VAI PARA ONDE · LA PALOMA e LA PEDRERA ficam a 50km. Dá para fazer bate e volta se sair cedo. · PUNTA DEL DIABLO fica a 60km com ônibus não tão frequentes, mas se sair cedinho, dá para fazer day trip. · MONTEVIDEU fica a 250km e tem ônibus não muito frequentes. La Pedrera Há muitos verões escutava meus amigos dizerem que iam para La Pedrera passar o carnaval, mas até então nunca tinha prestado a atenção em como essa praia tão pequena podia ser um destino tão badalado nessa época do ano. Dizem que milhares de pessoas fantasiadas se aglomeram nas poucas ruas desse pequeno balneário para aproveitar o carnaval. Mas não foi o carnaval que nos levou até La Pedrera, foi a curiosidade de conhecer essa praia tão pacata e com estilo roots. Como o nome já diz, La Pedrera se é repleta de formações rochosas que encontram o mar. La Pedrera é divida em 2 praia: EL BARCO, que é considerada a melhor praia para surfar no Uruguai. Sua formaçnao de ondas e o vento forte tornam essa praia a favorita de jovens, surfistas e quem pratica kitesurf. EL DESPLAYADO, com poucas ondas onde as famílias com crianças pequenas aproveitam o sol e mar mais calmo. Na rua principal, que liga a “rodoviária” até as praias, existem várias lojinhas de artesanato, alguns barzinhos decorados de uma forma bem interessante, muitas barraquinhas de churros e sorvetes e até banheiros químicos a disposição dos turistas. La Pedrera fica bastante movimentada a noite quando o pessoal se reúne nos bares e restaurantes deixando um clima descontraído no ar. Não são muitas as opções, mas todas são boas pelo que pudemos observar. Fomos apenas para passar o dia a partir de La Paloma e não nos arrependemos. La Pedrera é muito pequena e bem roots. Mas ainda assim tem restaurantes, bares, mercadinhos e até informações turísticas que também serve como “rodoviária”. Recomendo levar apenas pesos uruguaios. COMO CHEGAR CARRO: La Pedrera fica a 10km de La Paloma pela Ruta 10, 100k de Punta del Diablo pela Ruta 9 e 10, 140km do Chuí pela Ruta 9 e 230km de Montevideu pela Ruta 9. Recomendo usar o app Maps.me para acompanhar off-line a rota. Não esqueça de fazer o Seguro Carta verde se entrar no Uruguai de carro. VAI PARA ONDE LA PALOMA fica a 10km com ônibus frequentes. Dá para fazer bate e volta. CABO POLONIO fica a 39km com ônibus não tão frequentes, mas que dá para fazer um day trip bem tranquilo. PUNTA DEL DIABLO fica a 105km com ônibus nem tão frequentes, mas se sair cedinho, dá para fazer day trip. MONTEVIDEU fica a 290km e tem ônibus frequentes que vão para lá. CHUI fica a 140km com ônibus frequentes. La Paloma La Paloma é uma das praias queridinhas do Uruguai. É tranquila, mesmo na alta temporada ela permanece semi-deserta, tem uma boa estrutura, fica pertinho do Brasil e de Montevideu e está longe de ser tão badalada e chique como Punta del Este. É perfeita para relaxar! Também serve como base para visitar La Pedrera, Cabo Polônio e Punta del Diablo. Nossa passagem por La Paloma foi rápida, mas bastante agradável. Apesar do vento forte, o visual e água do mar compensaram bastante. O por do sol também foi espetacular, diga-se de passagem. Só perdemos de subir no farol por 25 pesos, pois nunca estávamos "disponíveis" no horário que ele estava aberto. Fizemos desse charmoso balneário nossa base para conhecer La Pedrera que fica apenas a 10km de distância. E já na chegada nos avisaram: o dia em La Paloma, a noite em La Pedrera. Isso porque La Paloma é mais família e La Pedrera tem um clima mais roots. La Paloma é pequena e bem organizada. Tem um centrinho, que na verdade é uma rua só, mas muito bonita e limpa. Tem uma estrutura boa de restaurantes, lojinhas, mercado, opções de hospedagem que vão de hotéis caros até camping. Só achamos os preços da comidas bem salgados. Uma milanesa ou chivito é quase o dobro de Montevideu ou Punta del Este. Ônibus passando por ali é o que não faltam! La Paloma é pequena e bem organizada. Ao longo da rua principal que é o centrinho, estão os restaurantes, bares, mercadinhos e lojas de artesanato. A maioria dos lugares aceita cartão, nos restaurantes tem 18% de desconto se pagar com cartão, e é melhor levar pesos uruguaios. COMO CHEGAR · CARRO: La Pedrera fica a 10km de La Paloma pela Ruta 10, 115k de Punta del Diablo pela Ruta 9 e 10, 150km do Chuí pela Ruta 9 e 230km de Montevideu pela Ruta 9. Recomendo usar o app Maps.me para acompanhar off-line a rota. Não esqueça de fazer o Seguro Carta verde se entrar no Uruguai de carro. VAI PARA ONDE · LA PEDRERA fica a a 10km com ônibus frequentes. Dá para fazer bate e volta. · CABO POLÔNIO fica a 50km com ônibus não tão frequentes, mas que dá para fazer um day trip bem tranquilo. · PUNTA DEL DIABLO fica a 115km com ônibus nem tão frequentes, mas se sair cedinho, dá para fazer day trip. · MONTEVIDEU fica a 230km e tem ônibus frequentes que vão para lá. [1] Dizem ser os ônibus daTuril os mais modernos. No entanto, os da Cot os que saem com mais freqüência. [2] Acredito que seja no terminal de Colonia. [3] Funciona assim: comprando o ingresso em qualquer museu, você ganha um folder explicativo de todos os museus (em esp, ing e BR). A cada museu visitado, seu ingresso é carimbado com o nome do museu. Para maiores informações sobre os museus, ler Anexo 1, ao final do roteiro. [4] Para esta visita, deve-se alugar um carrinho de golf ou utilizar táxi. Maiores informações sobre como proceder no Anexo 3. [5] Anexo QUATRO. [6] Anexo CINCO. [7] Anexo TRÊS. [8] Anexo DOIS. [9] Informações contidas no Anexo 2. [10] Estas informações precisam ser confirmadas.
  7. Olá pessoal! O que irei compartilhar com vocês foi uma compilação bastante abrangente de informações sobre todos os pontos turísticos das capitais escandinavas, que reuni para montar minha viagem quando estava morando em Portugal. As informações foram extraídas aqui do site e também de muitos blogs. Aproveitem! ROTEIRO ESCANDINÁVIA DIA SAÍDA CHEGADA HORA VÔO PREÇO HOSPEDAGEM PREÇO SEXTA – 10 PORTO COPENHAGEN 07:30 – 14:10 R$ 798 SÁB – 11 COPENHAGEN DOM – 12 COPENHAGEN HELSINQUE 17:00 -19:35 R$ 399 SEG – 13 HELSINQUE HELSINQUE - TALLIN - HELSINQUE TERÇA – 14 HELSINQUE ESTOCOLMO 15:55 – 15:55 R$ 288 79,60 euro QUAR – 15 ESTOCOLMO QUIN – 16 ESTOCOLMO OSLO 17:30 – 18:30 R$ 362 106,50 euros SEXTA – 17 OSLO SÁB - 18 OSLO PORTO 18:40 – 23:25 R$ 939 TOTAL R$ 2786 Copenhage Roteiro do 1º Dia Comece o seu roteiro em Copenhague no Nyhavn, um dos pontos turísticos mais populares e característicos da cidade. Nyhavn, na verdade, foi um porto bem movimentado, onde navios do mundo todo costumavam parar para descarregar a carga destinada a abastecer o país. Originalmente, esta área era a mais degradada da cidade, cheia de marinheiros, prostitutas e bares populares. Recentemente Nyhavn passou por um processo de revitalização e representa um dos pontos mais charmosos e sofisticados da cidade. Saindo de Nyhavn siga pelacharmosa orla denominada Larsen Plads, e depois entre no Kastellet, um complexo que antigamente foi uma vila e abrigou também um forte militar. Por lá você vai encontrar parques, igrejas, museus e até moinhos de vento. O passeio é extremamente agradável! Aproveite que está na área para visitar a tímida, mas icônica Pequena Sereia, ou Little Mermaid, uma escultura dedicada a Hans Christian Andersen’s, um escritor dinamarquês que escreveu o conto. Esta é uma atração muito polêmica e controversa. Muitos amam e outros odeiam. Seja qual for a sua opinião, acreditamos que vale a pena passar lá para verificar a obra de arte esculpida em bronze. De lá, siga para o complexo que engloba o Amalienborg Palace e o Frederiksstaden , com quatro edifícios idênticos, os quais já foram residência de muitos reis e onde você vai encontrar a guarda dinamarquesa organizada. Aliás, chegue lá em torno de 12 horas, pois é quando ocorre a troca de guardas, uma experiência fantástica e completamente diferente de todas as outras que você já viu. A cerimônia dura cerca de 15 minutos e é bem animada. É possível visitar o interior do Palácio Amalienborg. Para mais informações sobre ingresso ehorários clique aqui. Não deixe de visitar o jardim que fica em frente ao Palácio Amalienborg, de onde se pode admirar o moderníssimo prédio da Filarmônica de Copenhage. Depois siga para admirar a Igreja Marmokirken, com sua cúpula de mármore Norueguês e aparência impressionante. Sem dúvidas uma das igrejas mais lindas que já visitamos. Depois de explorar esta região siga para a praça principal, Kongens Nytorv, ou a Nova Praça do Rei. Ao redor da praça estão alguns dos mais importantes e icônicos edifícios da Dinamarca, como a Casa de Ópera, o “Hotel d’Angleterre” – que abriga famosos uma estátua equestre com a imagem de Christian V, um dos responsáveis pela revitalização da praça e da cidade no século 16 e também gigante Magasin du Nord, onde é possível encontrar produtos de alguns dos melhores designers da Dinamarca, Escandinávia e quem sabe do mundo. Você pode escolher uma boa opção de restaurante por lá para almoçar. Siga, então, para o Rosenborg Slot, um dos mais lindos e incríveis castelos que tivemos a oportunidade de visitar. É, sem dúvidas, uma sensação de estar em um conto de fadas. Este castelo de 400 anos, em pleno centro da capital dinamarquesa, representa a época de esplendor real e abriga diversos tesouros da monarquia – as jóias da coroa. Para visitar o interior, verificar informações sobre ingressos e horários clique aqui. Independente de sua visita ao interior do castelo, o que impressiona mesmo é o seu exterior, com lindos jardins, exposições artísticas e um edifício de tirar o fôlego! Passeie com calma e absorva todos os detalhes deste local incrível e inesquecível. Continue pela Rua Landemaerket até chegar na Rundetarn – a Torre Redonda, o mais antigo observatório europeu em atividade. Atualmente a torre é utilizada por astrônomos e também aberta aberta a visitação para os turistas. É interessante, pelo menos, visitar a atração para admirar a sua arquitetura completamente diferenciada. Para informações sobre ingressos e horários de funcionamento clique aqui. De lá, siga para a Vor Frelsers Kirke, uma igreja de 1680, que conta com uma das torres mais bonitas de Copenhague . A escadaria em espiral que vai até o alto tem 400 degraus, sendo 150 deles externos e do topo é possível ter uma visão incrível da cidade. Termine o dia na movimentada e super chique Avenida Stroget, que conta com muitas lojas, movimento, restaurantes e representa o coração pulsante de Copenhage. A Stroget é uma das mais largas avenidas destinadas a pedestres na Europa e merece uma visita com calma! Roteiro do 2º dia em Copenhage Comece o dia visitando o Christiansborg Palace, que além de ser sede do Parlamento dinamarquês divide sedia também a Suprema Corte Dinamarquesa, assim como os escritórios do Primeiro-Ministro e os Apartamentos Reais. É, sem dúvidas, uma atração imperdível na cidade. Você pode visitar o Great Hall, ou o Salão Real, onde ficam as tapecarias da rainha e outras obras de arte estão abertos a visitação. Este, contudo, é um espaço pago, mas existem outros aposentos do Palácio com entrada gratuita. Dica Imperdível: Se você estiver em Copenhage em um domingo pode chegar cedo para recolher os bilhetes gratuitos para a visita guiada que acontece neste dia. Clique aqui para verificar horários e valores de ingressos para visitar o Christiansborg Palace. Na saida, passe pela Ponte de Mármore, uma das principais pontes que liga a pequena ilha de Slotsholmen, onde fica o Parlamento, com o restante da cidade. Siga para o Museu Nacional, que fica bem próximo ao Palácio. Clique aqui para verificar informações sobre exposições e horários. A entrada do Museu é gratuita e a visita vale a pena, nem que seja muito rápida. Depois, visite a NY Carlsberg Glyptotek. Este museu tem a entrada paga, mas de qualquer forma, vale a pena visitar, pois a estrutura é super interessante. Clique aqui para verificar informações sobre preços e horários. De lá, siga para a Kobenhavns Radhus, a praça que abriga o prédio da prefeitura e é uma das áreas mais movimentadas da cidade. Aproveite para dar uma passeada pelos arredores da praça para depois conhecer o Tivoli Gardens. O Tivoli Gardens em Copenhagen é o segundo parque mais antigo do mundo e une modernidade com a tradição. Foi inaugurado em Agosto de 1843 e ainda conserva o charme retrô. Clique aqui para verificar o nosso post completo do Parque Tivoli. Engana-se quem pensa que o Tivoli Gardens é apenas mais um parque de diversões e não aproveita a viagem para Copenhagen para visitar o complexo. O Tivoli só abre na primavera e verão e no resto do ano apenas em dias específicos como o Halloween e no Natal. Se você visitar Copenhage na época certa, não pode deixar esta atração de fora do seu roteiro, pois ela é imperdível! Aproveite que está na cidade para conhecer comunidade Christiana, uma cidade alternativa e livre dentro de Copenhage. A área é mantida e dominada pelos habitantes que vivem um estilo de vida diferente. Muitos locais consideram Christiana perigosa, mas se você não invadir demais a área não terá problemas. Christiania (a Cidade Livre) foi fundada em 1971 a partir de um grupo de moradores do bairro Christianshaven. Os fundadores invadiram uma então área militar de 85 acres abandonada à beira do lago em busca de uma área verde e um parquinho para suas crianças. Depois da invasão, milhares de pessoas migraram para Christiania e criaram um mudo à parte da Dinamarca, mais especificamente, uma sociedade baseada nos ideais anarquista e que funciona a partir de suas próprias regras baseadas na liberdade e no senso de comunidade. Christiana é um local onde a liberdade impera e poucas coisas são proibidas, como, por exemplo, tirar fotografias e correr. É possível verificar o comércio de diversos itens por lá, inclusive drogas. Respeite as regras, não se assute e simplesmente aprecie a experiência cultural incrível que é visitar este espaço único no mundo. Para visualizar mais imagens de Christiana clique aqui. Para chegar lá, a estação de metrô mais próxima é a de Christianshavn. Depois,você pode visitar o moderníssimo Parque dos Museus de Copenhage, a mais nova atração da cidade.Clique aqui para saber mais detalhes. Se preferir, você pode voltar para o seu lugar predileto na cidade ou simplesmente andar sem rumo por Copenhage e se apaixonar ainda mais pela cidade! Roteiro do 3º Dia em Copenhagen (opcional) Visite o incrível Castelo Frederiksborg em seu terceiro dia de viagem. Dancedinedream O Castelo não está situado em Copenhague, mas em Hillerød, a norte da cidade. A maioria das pessoas limita-se a conhecer apenas a capital do país em suas viagens, contudo, se tiver disponibilidade, não deixe de ir além e conhecer jóias preciosas. Hillerød, assim como Roskilde, é uma cidade super pequena, com um pouco mais de 35 mil habitantes e a única atração da cidade é o Castelo de Frederiksborg. A visita ao castelo é uma atração imperdível e dura quase um dia todo. Aproveite e leve lanches para fazer pic nic nos jardins do castelo. Confira o post completo que encontramos no blog Contando as Horas, com muitas informações e fotos! Como chegar no castelo Frederiksborg Chegar no Castelo não tem erro. É possível pegar um S-tog (trem), que sai a cada 10 minutos da estação central de Copenhague até Hillerød. A viagem dura cerca de 40 minutos e você vai sair na estação central da cidade. Para consultar mais detalhes sobre valores e horários, consulte o site da DSB. Da estação central é só ir caminhando até a principal rua de comércio da cidade e lá, pedir informação de como chegar até o castelo. Trata-se de uma caminhada é curta de 15 minutos e rapidinho você estará no maior castelo da Dinamarca!! Ingressos e horário de funcionamento O Castelo abre de Segunda a Domingo e tem os seguintes horários de funcionamento: Janeiro a 17 de Março: De 11 a 15 horas 17 de Março a 31 de Outubro: De 10 a 17 horas 1 de Novembro a 31 de Dezembro: De 11 a 15 horas O ingresso custa: Adultos: 75 DKK, Crianças: (6-15 anos): 20 DKK, Estudantes: 60 DKK Para consultar informações atualizadas clique aqui. Qual a média de temperatura por lá? As temperaturas médias de verão costumam ser superiores a 21°C, principalmente em julho. Os meses com maior índice de chuva são os entre junho e dezembro. O mês mais frio é fevereiro, com mínima de -2°C, mas o bom é que é muito raro nevar por lá. 5. Quais os passeios são viáveis de se fazer em um dia para lugares próximos? – Malmo (Suécia) – 36 km; – Roskilde – 38 km; – Hillerod – 40 km; – Lousiania Museum of Modern Art – 40 km; – Helsingor (onde está o Castelo de Kronborg, o do Hamlet) – 47 km; – Helsimborg (Suécia) – 56 km; – Odense – 166 km; Como chegar ao Castelo de Hamlet, o príncipe da Dinamarca Postado por: Ana Catarina Portugal 15/09/2014em Curiosidades, Dinamarca Oficialmente ele é chamado de Castelo de Kronborg, mas ficou famoso por ser o cenário da história de Hamlet, um dos personagens mais famosos da obra teatral de William Shakespeare, por isso, todos os chamam de Castelo de Hamlet. É atualmente o castelo mais famoso da Dinamarca, recebendo em média 200 mil visitantes todos os anos. O Kronborg fica a 40 minutos de trem de Copenhagen, na pequena cidade portuária de Helsingør. É um passeio para uma manhã ou uma tarde, se você for visitar apenas o castelo, mas se quiser dar um passeio pela cidade ou, ainda, dar um “pulinho” na Suécia – que fica logo em frente – então, será preciso, ao menos, um dia inteiro. A origem da construção data de 1420, quando ainda era apenas um forte, o Forte Krogen. Apenas em 1585 ele ganhou o nome atual e se tornou de fato um castelo, pelas mãos do rei Frederico II. Ser ou não ser, eis a questão Até hoje é discutido se Shakespeare esteve ou não pessoalmente neste castelo, mas fato é que o escolheu para dar lugar a uma de suas mais famosas tragédias, que, segundo especialistas, foi a sua maior obra-prima. O texto foi escrito por volta de 1600 e entre os personagens da história, figuram nomes como Rosenkrantz e Guildenstern, que pertenciam a importantes famílias nobres dinamarquesas daquela época. Mas não se deixe ludibriar, pois apesar da história ter ficado tão famosa e por vezes ser creditada como real, Hamlet nunca existiu de fato, não passa de um riquíssimo personagem saído de uma mente brilhante. Como chegar ao Castelo de Hamlet? É muito fácil ir até lá! Na Estação Central de Copenhague pegue o trem em direção a Helsingør, a viagem dura cerca de 45 minutos e faz algumas paradas no caminho, mas a estação que você deverá descer é a última, então, não tem erro! Existem trens para lá o dia inteiro, portanto, não há qualquer necessidade de comprar passagem com antecedência, pois esse trem é usado diariamente por pessoas que moram fora da capital, mas precisam ir e vir para trabalhar. Ao chegar em Helsingør, assim que sair da estação verá diversas indicações marcadas no chão mostrando o caminho para o castelo, mas mesmo que não houvesse nada, não seria necessário, pois da frente da estação já é possível vê-lo. Você fará uma caminhada de uns 15 minutos até lá e um pouquinho antes de chegar nele, se quiser aproveitar, poderá visitar o recém inaugurado Museu Nacional Marítimo, uma construção moderna que fica ao lado da entrada do castelo. A visita Ao atravessar os primeiros muros do castelo você encontrará uma maquete da construção, que te ajudará a ter uma ideia do todo. Em seguida já encontrará as muralhas, o fosso e a ponte que te dará acesso ao pátio central do castelo. A entrada da visitação fica numa das portas de madeira que estão nesse pátio. Ali você compra o ingresso – e muitos souveniers – e começa a rodar lá por dentro. Lá dentro você não verá tudo, mas terá acesso a apartamentos reais, salões e a capela. Entre os destaques está o Salão de Baile, que era o maior da Europa, com cerca de 740 m². Mas, para mim, a parte mais interessante são os subterrâneos. É lá que está um dos principais símbolos do país, a estátua de Holger The Dane (Holger, o dinamarquês). Ele representa um herói legendário, que ali está dormindo, mas pronto para entrar em ação a qualquer momento, se for necessário defender o seu país. Diz a lenda que em caso de ameaça à Dinamarca, a estátua de pedra se transformará em carne e osso. Além do castelo… Como eu disse antes, você pode aproveitar a ida até Helsingør para fazer alguns outros passeios. Algumas opções são: – rodar pela própria Helsingør, pois ela é uma cidade pequena e encantadora, além de visitar o já mencionado Museu Nacional Marítimo; – dar um pulinho na Suécia e foi o que fizemos. No mesmo prédio onde fica a estação de trem você compra a passagem para a balsa que liga os dois países. A travessia do estreito de Øresund leva cerca de 20 minutos e logo você desembarcará em Helsingborg, cidade sueca que você pode conhecer basicamente a pé; – na volta para Copenhagem o trem passará por uma estação chamada Humlebæk. Descendo ali você poderá visitar o Lousiana Museum, que infelizmente não pude conhecer por causa da chuva, mas que é tido como lindíssimo, já que muitas de suas obras ficam num imenso jardim a beira d`água. Informações úteis: Castelo de Kronborg – Endereço: Kronborg 2C, 3000 – Helsingør – Funcionamento: de novembro a março de terça a domingo das 11 às 16h. Abril, maio, setembro e outubro diariamente das 11 às 16h. De Junho a agosto diariamente das 10h às 17:30h – Preço: DKK 40 (Small Castle) e DKK 80 (Large Castle) – Site: http://www.kronborg.dk/ HELSINQUE Helsinki (Finlândia) em um dia SOSViagem 03/09/2013 um dia escandinavia europa finlandia Helsinki: Monumento a Sibelius Helsinki, a capital da Finlândia, é uma cidade grande, mas a grande maioria de suas atrações está concentrada em uma mesma região. Logo, não é tão difícil assim ver todos os pontos principais em um dia. Pela manhã, para ganhar tempo, comece pelos pontos turísticos mais afastados do centro. Então é hora de visitar o Monumento Sibelius e a Igreja de Pedras. O Monumento Sibelius fica no meio de um parque de mesmo nome, ambos em homenagem ao músico Jean Sibelius. O monumento é um belíssimo exemplo de arte abstrata. Feito com 600 canos prateados que formam ondas, a idéia é capturar o estilo musical do compositor finlandês homenagiado. Se você der sorte, ainda pode encontrar um grupo de estudantes tocando obras de Sibelius. Igreja de Pedra Conhecida pelos finlandeses como Temppeliaukio Kirkko, a Igreja de Pedra é de origem luterana e sua construção em uma rocha atrai as atenções dos turistas. Escavada dentro de uma rocha de granito sólida, em 1969, com cobertura feita por um círculo côncavo de cobre, em seu interior a Igreja Luterana passa a impressão de que se está dentro de uma cratera. Com entrada gratuita diariamente, ao visitar a igreja você verá um interior com arquitetura moderna, com madeira, vidro e pedra misturados em meio aos raios de luz que entram pelo teto de vidro do monumento. Além disso, seu órgão imponente atrai os olhares de quem entra na igreja pela primeira vez. Quando não está sendo utilizada como local de apresentações musicais, principalmente concertos de música clássica, a igreja pode ser utilizada como um espaço para alguns minutos de tranquilidade e paz, sensações que sua atmosfera e energia transmitem a quem entra nesse local que é quase um templo. Com um charmoso contraste entre os materiais industrializados e aqueles oriundos da natureza, o local tem se tornado um destino cada vez mais visitado pelos turistas, que vão até a Igreja de Pedra conferir essa obra maravilhosa construída em meio a um bairro residencial de Helsinki. A Igreja das Pedras (Temppeliaukio Church) é totalmente diferente de qualquer igreja que você já visitou, porque, como o nome sugere, foi escavada em uma rocha enorme. Sim, todas as paredes são a rocha original. O teto é de madeira e tem várias aberturas para entrar luz natural. A acústica do lugar é excelente e, por isso, é comum fazerem concertos no local. Helsinki: Catedral Sua grandeza é visível tanto de fora quanto de dentro; o local possui espaço para até 1300 fiéis, que celebram seus encontros em meio a um altar construído em 1880, com belas estátuas de anjos, um órgão e púlpito. Suas belezas interior e exterior atraem grande número de turistas, sendo visitada anualmente por mais de 350 mil pessoas. Com uma restauração ocorrida entre 1980 e 1990, a Catedral tem sido utilizada para serviços litúrgicos, inclusive casamentos. De uma igreja para outra… agora é hora de visitar a belíssima Catedral. Um dos pontos turísticos mais reconhecíveis da Finlândia, a catedral tem uma cúpula verde maior no meio, e quatro outras ao redor. O design foi do arquiteto Carl Ludvig Engel, que foi contratado para projetar toda a Praça do Senado em conjunto, de modo que a catedral fosse o “ápice” do local. Acho que ele conseguiu. Se sua viagem ocorrer no verão, vai ver a escadaria na frente lotada de gente sentada aproveitando o sol! Há mais ou menos uma quadra de distância fica o Mercado Antigo (Old Market), que hoje em dia é mais voltado para turistas. Lá você vai encontrar vários tipos de souvenirs locais, algumas barracas de frutas e vários vendedores de comida, a grande maioria oferecendo peixes, especialmente salmão. Com certeza, fazer uma refeição na feira vai ser mais barato do que enfrentar um dos restaurantes caríssimos de Helsinki. Mas cuidado: se você for comer na feira, procure um lugar bastante protegido, pois as gaivotas não respeitam o prato de ninguém! No meio da praça, um obelisco e, no topo, uma águia de duas cabeças, considerado o símbolo da nação. Para terminar o dia, a pedida são dois museus. O primeiro é de graça e é o Museu da Cidade de Helsinki, que fica na área do Mercado Antigo. É legal para conhecer um pouquinho mais sobre a história e os moradores ilustres da cidade. No segundo andar, uma exposição com fotos antigas da cidade completa a experiência. Museu Nacional Outro ponto turístico em Helsinki é o Museu Nacional da Finlândia, que em seus seis complexos reúne diversas obras do país, desde a era pré-histórica, passando pela Idade Média, onde há exemplares de peças da sociedade finlandesa da época, a Era Pré-Industrial, onde o modo de vida rural destacava-se, chegando até os dias de hoje. Localizado em um edifício que lembra um castelo medieval neorromântico, o prédio por si só já é uma atração, mas vale a pena realizar o passeio completo, conhecendo um pouco da história do país. No Museu Nacional da Finlândia é possível conhecer um pouco da história do país O museu funciona às terças e quartas das 11h às 20h, de quinta a domingo das 11h às 18h e às terças a entrada é livre das 17h30 às 20h. Já o Museu do Design fica a algumas paradas de tram, mas, considerando que a Finlândia tem uma antiga história de grandes designs (a Ikea, a Nokia e o jogo Angry Birds, entre outros exemplos), o museu é mais uma forma de aprender um pouco sobre essa parte tão importante da cultura finlandesa. Dica do SOSViagem: A maioria das atrações nesse roteiro ficam na mesma linha de tram. E a gente tem ensina fazer um citytour em Helsinki usando o tram 2 e 3. City tour diferente no tram de Helsinki Helsinki conta com um ótimo sistema de transporte público formado por trams (ônibus elétricos) que te levam para todos os pontos da cidade. Mas o que a maioria dos turistas não sabem que é esse sistema tem um ótimo city tour disfarçado! As linhas 2 e 3 juntas (que na verdade são duas metades de um trajeto contínuo) formam um roteiro em formato de 8, e são uma ótima introdução à cidade de Helsinki. Tanto é que o Escritório de Informação ao Turista até organizou um panfleto com tudo que dá para ver em cada uma das paradas! O material (em inglês) pode ser baixado aqui. Vale observar que essas linhas mudaram de nome no mês de agosto/2013. Anteriormente eram chamadas 3B e 3T, e o panfleto ainda não foi atualizado. Mas não tem erro, já que a rota do tram não mudou. Mas, se você não quiser ler o panfleto em inglês, nós destacamos os 10 principais pontos do roteiro. Mapa das linhas de tram de Helsinki (ainda com os nomes antigos) 1. Parada: Kauppatori (linha 2) Sugere-se que o roteiro seja iniciado na parada mais próxima ao Old Market Square. Nós já comentamos tudo o que tem de mais importante perto do Mercado no nosso roteiro de Helsinki. 2. Parada: Senaatintori (linha 2) Essa é a parada para a Catedral e a Praça do Senado, que já mencionamos no nosso roteiro de Helsinki. 3. Parada: Aleksanterinkatu (linha 2) Aleksanterinkatu é uma das melhores ruas para compras da cidade. 4. Parada: Sammonkatu (linha 2) Essa é a parada para a Igreja das Rochas, que também já destacamos no nosso roteiro de Helsinki. 5. Parada: Ooppera (linha 2) Aqui é a parada para a Ópera Nacional da Finlândia e para o Estádio Olímpico. 6. Parada: Töölön halli (linha 2) A sua esquerda, o Museu do Tram. Essa também é a parada mais próxima para o Monumento a Sibelius. É só seguir a rua Humalistonkatu. 7. Parada: Kansaneläkelaitos (linha 2) A sua direita, a Arena de Gelo de Helsinki e o Estádio de Futebol. 8. Parada: Eiran sairaala (linha 3) Alguns dos melhores exemplos da arquitetura Art Nouveau de Helsinki estão nessa região. 9. Parada: Varsapuistikko (linha 3) À direita, o Jardim Botânico da Universidade. 10. Parada Fredrikinkatu (linha 3) Há várias lojinhas nessa região. Logo à direita da parada está o Café Ekberg, que é a cafeteria mais antiga de Helsinki. As linhas de tram 2 e 3 servem como um ótimo citytour a preços camaradas. Mas vale lembrar que não é grátis! Antes de embarcar em um dos trams, compre seu bilhete. Um bilhete para uma viagem única te dá direito de usar o transporte público por duas horas. Você também tem a opção de comprar um bilhete para o dia inteiro. Para otimizar o tempo, dividimos o nosso dia em dois momentos: 1. Manhã: conhecer a Fortaleza de Suomenlinna. 2. Tarde: conhecer os principais pontos turísticos de Helsinque. Fortaleza de Suomenlinna: Suomenlinna, patrimônio da Unesco, na Finlândia. Foto: CFR / Blog Pegadas na Estrada. A Fortaleza de Suomenlinna foi construída em 1747, pelo rei da Suécia, para proteger as províncias suecas na Finlândia dos avanços dos povos russos. Em 1772, a fortificação, chamada na época de Sveaborg, estava concluída: as seis ilhotas que compunham a região formavam um sistema defensivo articulado, envolvidas por uma cintura de proteção de muralhas de granito com 7,5 quilômetros de extensão. Essa defesa era complementada por uma série de torres de vigia, onde ficavam soldados suecos. Em 1802, no entanto, as tropas do czar cercaram a fortaleza, forçando os suecos a renunciar à posse de Sveaborg, bem como da Finlândia. A dominação russa na região durou mais de um século, até a Revolução de Outubro de 1917, na Rússia, quando os finlandeses finalmente conseguiram obter a sua independência. A fortaleza foi então rebatizada como Suomenlinna e aberta à visitação. Atualmente, Suomenllinaé uma das principais atrações da Finlândia e foi declarada Patrimônio da Humanidade pela Unescoem 1991. Para chegar à Suomenlinna, basta pegar o barco, operado pela Helsinki Region Transport Authority, na Praça do Mercado. Os bilhetes podem ser comprados em máquinas no próprio porto, não sendo possível comprá-los dentro do barco. Para consultar horários e tarifas, clique aqui. Observe, no entanto, que o ferry faz parte do sistema de transporte municipal e todos os tickets da Helsinki Region Transport Authority são válidos para o barco. Em resumo, se você tiver comprado o ticket de transporte de 24 horas da cidade de Helsinque, você não precisará comprar outro ticket para chegar a Suomenlinna. A viagem até a ilha é bem tranquila e rápida, cerca de 20 minutos. Assim que desembarcar no píer principal, você verá um centro de informações turísticas. Dê uma rápida passada lá e pegue o mapa gratuito com as rotas sugeridas. Nós fizemos a rota azul, que cobre a ilha de norte a sul. Passeamos pela ilha por cerca de 3 horas, tempo suficiente para conhecê-la. Se você tiver mais tempo, e for no verão, aproveite para curtir a natureza da ilha (tem até uma prainha) e experimentar um prato local em um dos seus vários restaurantes. Como fomos no outono, a ilha estava bem vazia e grande parte das lojas e restaurantes estavam fechados. Bate-volta para Tallinn, 1 dia na Estônia! Em meio à rota comercial que uniu a Rússia à Escandinávia, a pequena Tallinn, fundada em 1050, aos poucos ganhou o seu espaço na região, desenvolveu-se e chegou a fazer parte da Liga Hanseática, um poderoso grupo mercantil e militar formado pelos países do norte europeu. Para garantir a sua prosperidade, a cidade ergueu enormes muralhas ao seu redor, muralhasestas que podem ser vistas até hoje e dão um charme medieval à capital da Estônia. A Cidade Velha de Tallinn, listada como patrimônio cultural da humanidade pela Unesco, pode ser facilmente visitada em apenas 1 dia. É nessa região onde estão as principais atrações da cidade e excelentes restaurantes com pratos típicos da culinária estoniana. Em outubro de 2015, fizemos uma bate-volta de Helsinque para Tallinn. A seguir, descreveremos todos os detalhes que fizeram dessa viagem um dia tão especial. 1) Como chegar: O principal aeroporto do país é o Lennart Meri Tallinn, que oferece conexões principalmente para capitais do norte europeu, como Estocolmo, Copenhague, Londres e Moscou. A cidade também pode ser acessada por ferries, uma maneira super agradável de viajar. Existem ferries que chegam à capital da Estônia via Estocolmo (16h, viagem noturna) ou Helsinque (de 1h30 a 3h30). As companhias que fazem esses trajetos são Viking Line, a Tallink Silja, Linda Line eEckerö Line. Como estávamos em Helsinque, pegamos o ferry da Tallink Silja Line, às 7:30 da manhã e voltamos pela mesma empresa às 19:30. O nosso dia rendeu bastante e foi tempo suficiente para conhecer o centro histórico, almoçar em um restaurante típico, tomar uma cerveja local, comprar alguns souvenirs e claro, comprar bebidas alcoólicas baratas. 2) Viagem de Helsinque à Tallinn pela Tallink Silja Line A viagem de bate-volta de Helsinque para Tallinn foi bastante tranquila e agradável. Não precisamos passar por imigração, alfândega ou qualquer outro procedimento burocrático. A viagem demorou cerca de 2 horas. Por causa da proximidade e da facilidade de entrar e sair do país, diversos finlandeses vão à Estônia apenas para comprar bebidas alcoólicas. De fato, as bebidas lá são muiiiiiito mais baratas do que em outros países escandinavos e você encontra diversas lojas de bebidas bem próximas ao porto de chegada. O ferry da Tallink Silja Line é enorme, com lanchonetes, bares, restaurantes, lojas, playground e muitas máquinas de caça níquel. Um ponto negativo que achamos é que em seu interior não há poltronas para o viajante comum. É necessário se acomodar em alguma mesa em um dos seus espaços gastronômicos ou comprar a passagem em uma classe superior. Existem ainda algumas cabines individuais que nos pareceram confortáveis, mas não estavam disponíveis para essa viagem. Dica: embarque rápido e procure uma mesa, o ferry fica lotado. Se pretende tirar um cochilo durante o trajeto, evite o setor onde estão os caça-níqueis, o barulho ao longo da viagem chega a ser bastante incômodo. Atenção: existem dois terminais de ferry em Helsinque. Verifique com antecedência de qual terminal parte o seu navio. A Tallink Silja Line utiliza o terminal oeste (Lansiterminaali) em sua rota para a capital estoniana. 3) Roteiro na Cidade Velha de Tallinn: O centro medieval de Tallinn é bem próximo ao ponto de chegada do ferry (aproximadamente 1 km) e é composto por duas áreas principais: a parte alta Toompea e a cidade baixa. Seguimos à pé do porto até as muralhas da cidade velha, de onde começamos o nosso passeio pela parte baixa. O nosso roteiro ficou assim: Igreja de São Olavo (ou Oleviste) Construída no século XIII, a igreja chegou a medir 159 metros, por volta de 1500, mas teve o seu tamanho reduzido, ao longo dos anos, em virtude de vários incêndios. Atualmente a torre da igreja possui cerca de 124 metros de altura e está aberta à visitação. Praça Raekoja: Nessa praça estão diversos cafés, restaurantes, lojas, a prefeitura e a farmácia mais antiga da cidade (construída em 1422). Um ótimo local para tomar uma cervejinha e curtir o movimento. Avenida Vene: Localizada nas proximidades da praça Raekoja, a avenida Vene também é repleta de restaurantes e lojinhas. Entre a Vene e a Müürivahe, existe uma pequena passagem, chamada Katariina Kaik, onde estão diversos artesãos. Pikk jalg e Catedral de Alexandre Nevsky: Chegamos à parte alta da cidade através de uma pequena caminhada pela Pikk jalg, uma das ruelas mais bonitinhas da cidade. Assim que chegamos em Toompea, encontramos uma típica igreja ortodoxa russa, a Catedral de Alexandre Nevsky. Condenada por muitos estonianos e considerada um símbolo da dominação russa sobre o país, a catedral é hoje uma das principais atrações da cidade antiga de Tallinn, tendo sido declarada patrimônio da humanidade pela Unesco em 1997. Bem em frente à catedral, existe um jardim de onde se tem uma boa vista da cidade e o Parlamento da Estônia (antigo Castelo Toompea). IgrejaToomkirik( St Mary’s Cathedral) A igreja mais importante de Tallinn é a luterana Toomkirik, que representa o período de domínio alemão na região. A igreja, construída no século XV, abriga túmulos da nobreza da época e também está aberta à visitação. Terraço Kohtu De lá, seguimos para o Terraço Kohtu, de onde se tem uma ótima vista da Igreja de Santo Olavo e da cidade. Para achá-lo, basta seguir a rua Kohtu, que começa atrás da igreja, e segui-la até o final. O terraço estará a sua direita. Bem perto dali, existe outro mirante, o Patkuli, que fica localizado na rua RahuKohtu, de onde se tem a melhor vista da igreja e das muralhas da cidade. Igreja de São Nicolau (ou Niguliste) Construída no século XIII, a igreja foi dedicada a São Nicolau, padroeiro dos pescadores e marinheiros. Atualmente abriga uma filial do Museu de Arte da Estônia, concentrando-se principalmente na arte eclesiástica da Idade Média em diante. Resumo do dia: esses foram os principais pontos turísticos visitados, mas não é necessário seguir o roteiro à risca. O legal é passear com calma pela cidade antiga e se perder por suas ruelas. Aliás, a região é tão pequena, que é provável que você passe em frente às atrações várias vezes por dia, rs. Por isso, não se afobe para conhecer tudo, o tempo é suficiente, apenas curta! 4) Alimentação As refeições na Estônia são bem mais baratas do que as servidas na Finlândia ou em outros países escandinavos. Aliás, tudo lá é mais barato! Por isso, aproveite para provar muita comida local e exótica em restaurantes aconchegantes, que levam ao pé da letra a cultura medieval. Tivemos um almoço delícia em um restaurante bem típico (Talu Korts) na Rua Viru, nº 18. Pedi um peixe local e o Renato, carne de javali. Comida boa e preço justo! Apesar de pequenininho, o centro de Tallinn está cheio de pequenos restaurantes como esse. Um outro local que achamos bem interessante, com funcionários a caráter e comida medieval, foi o Olde Hansa. Não chegamos a conhecê-lo, mas pelo que vimos no cardápio e na internet, pareceu-nos muiiiito atraente. Mas prepare o bolso, ele é bem carinho para os padrões estonianos. 5) Compras Para quem gosta de experimentar comidas diferentes e bebidas alcoólicas, Tallinn é o paraíso. Não é à toa que os finlandeses voltam com várias malas carregadas de bebidas. Uma das lojas que mais gostamos foi a Eesti Esindus, localizada na rua Viru 3. A loja tem vários produtos locais, como mel de frutas vermelhas, embutidos, bebidas estonianas, chocolates, um pouco de tudo. E o mais legal é que a maioria deles está disponível para degustação. A vendedora que nos atendeu foi super simpática, explicou tudo com a maior boa vontade. Aliás, os estonianos são bem simpáticos. Daria até para fazer um post, se tivéssemos anotado, só sobre as histórias dela e da loja, rs. Na volta para o porto, ainda passamos em uma grande loja de bebidas e compramos cerveja, espumante, Akavit (um aguardente originário dos países escandinavos) e vodka, muita vodka, para a família inteira!!! 6) A volta Para completar a nossa jornada, pegamos o ferry às 19:30 e voltamos bebendo parte das nossas comprinhas! Importante: não tenha vergonha, os finlandeses também fazem isso!!! E assim finalizamos o nosso bate-volta para Tallinn, a cidade que nos encantou e deixou muita saudades! Um passeio por Tallinn tem começo certo. A entrada da cidade dá o tom do dia: uma coisa meio medieval, muito parecido com um conto de fadas. É quase como entrarna história da Bela Adormecida. Seguindo a rua, há muitos floristas, restaurantes e cafés, com garçonetes fetidas em trajes de época. E depois de poucos minutos de caminhada, se chega na praça principal, onde fica a prefeitura e uma feira de artesanato que ocupa a praça inteira todos os dias. Se for verão, uma boa pedida é sentar em um dos cafés (em uma das mesinhas do lado de fora, claro) e observar o vai-e-vem das pessoas na praça. Passagem de St Catarina (Tallinn) Uma parada no Museu da Cidade de Tallinn é uma boa idéia para entender um pouco melhor a história da cidade. Em uma casa do século 14, uma boa cronologia da história da cidade é apresentada. Ainda no centro da cidade, sugerimos que você dê uma volta pela Passagem de St Catarina, uma das ruas mais simpáticas e pitorescas da cidade. Aproveite para olhar um pouco mais do artesanato local, já que essa passagem é cheia de artistas. Com um pouco de sorte, dá até para assistir um deles trabalhando! Vista de Tallinn do alto do Kiek in de Kök A última parada obrigatória é o Kiek in de Kök, a torre onde fica um museu que conta um pouco sobre a muralha e o sistema de segurança da cidade medieval. De lá também sai um passeio muito indicado pelos túneis da cidade, mas que exige reserva de ingressos adiantados. De toda forma, a vista da torre já vale a entrada! Na mesma região ficam a Catedral Ortodoxa St Alexander Nevsky e a Catedral Católica da Virgem Maria. Se você ficou interessado na cidade, que tal conferir um pouco mais sobre o clima medieval de Tallinn? Estocolmo O que fazer em Estocolmo – Roteiro de 2 dias: primeiro dia Uma boa maneira de conhecer as principais atrações de Estocolmo é comprando o Stockholm Pass, um cartão que inclui a entrada em mais de 60 atrações e museus, além de passeios de barco e de ônibus, por períodos de 24, 48, 72 ou 120 horas. No nosso primeiro dia na capital, aproveitamos o bom tempo para conhecer as principais atrações a céu aberto da cidade. 1) Ericsson Globe (Sky View) O Ericsson Globe, também conhecido como Stockholm Globe Arena, é uma arena multi-esportiva, em formato esférico, localizada no distrito Johanneshov em Estocolmo. Com capacidade para 16.000 espectadores para shows e concertos, e 13.850 para partidas de hóquei no gelo, o edifício, juntamente com a Tele2 Arena, um shopping, hotéis e escritórios, forma uma região de entreterimento conhecida como Stockholm Globe City. O Ericsson Globe também oferece aos visitantes, a possibilidade de subir até o topo da esfera para ter uma vista da cidade. A atração, chamada de Sky View, é formada por duas gôndolas de vidro, com capacidade para 16 pessoas por vez, que parte a cada 10 minutos. Apesar da região ser bem moderna e interessante, a vista da Sky View não é das mais bonitas, já que o edifício é distante do centrinho histórico de Estocolmo. Como estava incluído no Stockholm Pass, acredito que valeu à pena. Porém, caso tivesse que pagar à parte, talvez eu não pagaria. 2) Skansen Saindo do Sky View, nos dirigimos para a ilha Djurgården, onde estão várias atrações de Estocolmo. A primeira que visitamos, e talvez a mais legal, foi o Skansen, um museu a céu aberto que retrata a evolução dos costumes e estilo de vida suecos, em diferentes partes do país. É possível ver casas típicas, fazendas com animais, trabalhadores, torres e igrejas, elementos da cultura Sami, enfim, um pouco de tudo da Suécia. Ainda no Skansen, bem próximo à entrada principal, existe um pequeno zoológico, pago à parte, com vários animais diferentes, entre eles alguns Lêmures, Babuíno e Mico Leão Dourado. É possível entrar no ambiente onde ficam os Lêmures e ficar bem próximo deles. Para quem tem o Stockholm Pass, a entrada nesse zoológico é gratuita. 3) Nordiska museet Bem em frente ao Skansen, está o Nordiska museet, um enorme museu que também retrata a cultura do povo sueco. Lá encontramos exposições sobre os vários aspectos da vida na Suécia como: artes, vestimentas, jóias, trabalhos, móveis e gastronomia. A parte que mais gostamos foi, não por acaso, a parte que mostra os alimentos servidos em cada refeição e ocasião no país. Deu para aprender muito sobre a culinária sueca, bem interessante! 4) Vasamuseet (Barco Vasa) Atrás do Nordiska museet, está o Vasamuseet, um museu construído em volta de um barco (Vasa) e que conta a sua história. O barco Vasa foi construído como uma joia da força naval sueca em 1628. No entanto, assim que saiu do porto (1,3 km adiante), o navio afundou, permanecendo no fundo do mar por mais de 300 anos. Em 1961 o navio foi recuperado, restaurado e, então, transformado em um museu. Além do navio, o museu também expõe informações sobre a sua construção, detalhes do seu resgate, simulação de como seria a vida no seu interior e apresenta uma ala dedicada às pessoas que estavam no barco. 5) Museu da bebida alcoólica (Museum of Spirits) Ainda na ilha Djurgården, visitamos o Museum of Spirits, um museu que nos ensina, por meio dos 5 sentidos, um pouco sobre as tradições e a cultura da bebida alcoólica na Suécia. Há um espaço para degustação de vinho, whisky, vodka e outras bebidas tipo aguardente. Antes de escurecer, nos despedimos da ilha e corremos para outro ponto da cidade, o Monteliusvagen, de onde é possível tirar belas fotos da cidade. 6) Monteliusvagen O Monteliusvagen fica a 1,4 km à pé da catedral de Estocolmo, em um bairro residencial. Para acessá-lo, basta subir a rua Bastugatan. 7) Museu da fotografia (Fotografiska) Com um horário de funcionamento bastante amplo (09:00 às 23:00), ainda pudemos visitar mais um museu incluído no Stockholm Pass , o Fotografiska. Aberto em 2010, o Fotografiska é um centro de fotos contemporâneas e conta também com um bistrô, sala de conferência, loja e espaço para eventos. 1 a 2 horas são suficiente para visitá-lo. Para aproveitar ao máximo a nossa curta estadia em Estocolmo, fomos caminhar e jantar na Gamla Stan! Encontramos um pequeno restaurante na rua Västerlånggatan, o Corner Bar, com uma excelente comida típica e com bom custo-benefício, recomendamos! O que fazer em Estocolmo – Roteiro de 2 dias: segundo dia No nosso segundo dia em Estocolmo, dedicamos boa parte tempo a Gamla Stan, uma região medieval da cidade, datada do século XIII, onde estão atrações importantes, como a Catedral de Estocolmo, o Palácio Real, o Museu Nobel e a Igreja Riddarholm. Acordamos bem cedo e fomos caminhar na região antes que as excursões começassem a chegar. 1) Praça Stortorget A Praça Stortorget é a praça mais famosa de Gamla Stan e é onde fica o Museu Nobel(Nobelmuseet), que conta a história do Prêmio Nobel e de seu criador, Alfred Nobel. A região é bem agradável e é cercada por bares e restaurantes, vale à pena visitá-la também à noite. 2) Catedral de Estocolmo (Sankt Nikolai kyrka) A Catedral de Estocolmo, exemplo da arquitetura gótica sueca, é a igreja mais antiga da cidade e está localizada bem ao lado do Palácio Real. Entre os seus tesouros mais famosos, estão a estátua de madeira de São Jorge e o Dragão, atribuída a Bernt Notke e o altar principal, conhecido como “Altar de Prata” – feito em madeira ebanizada, com relevos esculpidos em prata, representando a Última Ceia. Em cada lado do altar de prata existe uma escultura: de um lado, São Nicolau (o patrono da igreja) e, do outro, São Pedro. A entrada está incluída no StockholmPass. 3) Palácio Real O Palácio Real é a residência oficial da família real e o cenário para a maioria das recepções oficiais da Monarquia. Distribuído entre 7 andares, o edifício abriga escritórios dos membros da realeza, aposentos particulares, apartamentos para hóspedes, espaços para festividades e museus. Parte do palácio é aberto à visitação. É possível conhecer os Apartamentos Reais, que são quartos coletivamente usados para realização de eventos reais e recepções; o Tre Kronor Museum, um museu subterrâneo que conta a história da origem do palácio como um forte; o Tesouro, onde estão expostas diversas jóias e coroas da família real; o Museu de Antiguidades do Rei Gustav III, com várias obras adquiridas da Itália e de outros países europeus e a Capela Real. Todos os ambientes abertos à visitação estão incluídos no Stockholm Pass. 4) Royal Canal Tour Após a visita ao Palácio Real, embarcamos em um passeio, incluído no Stockholm Pass, de 50 minutos de barco pelos canais de Estocolmo. Um áudio-guia, disponível em 11 línguas, narra a história da cidade e dos pontos turísticos. Muito interessante! 5) Palácio Drottningholm Construído no século XVI sobre a ilha Lovön, em Ekerö (município do Condado de Estocolmo), o Palácio Drottningholm é a residência privada atual da família real sueca. Declarado patrimônio mundial pela Unesco, o palácio está super bem preservado e exibe claramente as características da arquitetura europeia do século XVI. A decoração do seu interior foi baseada no estilo francês dos séculos XVII e XVIII, em especial no Chateau de Versailles. Espere encontrar enormes aposentos, com muita talha dourada e quadros com retratos da realeza. A entrada é marcada por uma escadaria com 13 estátuas e bustos. É possível fazer uma visita a alguns de seu aposentos, além do maravilhoso jardim barroco do palácio, do Pavilhão Chinês e do teatro de ópera. Pode-se comprar os tickets separados ou um combinado. Para acessar os valores, clique aqui. Além disso, todas as atrações estão incluídas no Stockholm Pass. Infelizmente, quando fomos, o Pavilhão Chinês estava fechado. Esse pavilhão, conhecido como um dos mais bem preservados ambientes rococó do mundo com elementos chineses, é aberto à visitação apenas de 1º de maio a 30 de setembro. É possível chegar ao palácio de transporte público. Durante o verão, existe um barco que sai do Cais da Prefeitura (Stadshuskajen), logo atrás da estação central, e segue para o Palácio Drottiningholm. Além disso, durante todo o ano, é possível fazer um combinado de metro e ônibus. Pegue o metrô até a estação Brommaplan. Logo na saída da estação, há um terminal de ônibus onde você poderá pegar qualqueruma dentre as seguintes linhas de ônibus: 176, 177 ou 301-323. O terminal consiste em duas pistas com vários pontos de ônibus. Localize o ponto de qualquer uma das linhas mencionadas e embarque. Depois, basta descer na parada “Drottningholm”. Não tem como errar! Além disso, o Stockholm Pass oferece um passeio de barco, com duração de 60 minutos, pelo lago Mälaren, que leva o visitante até o Palácio Drottningholm. Observe que esse passeio funciona apenas de 1º de abril a 23 de outubro. E assim finalizamos o nosso roteiro de 2 dias pela capital da Suécia. Para quem dispõe de mais tempo, aconselhamos ficar mais um dia. Apesar de 2 dias terem sido suficientes para ver as principais atrações da cidade, acreditamos que em 3 dias é possível curtir melhor, e com mais calma, a atmosfera de Estocolmo e, quem sabe, até incluir mais alguma atração. Com certeza, opções de atividades não faltarão! OSLO Destino: Oslo, Noruega - roteiro de 2 dias - dia 01 Como falei nos posts anteriores, minha recomendação de permanência para os que visitam Oslo é a de, no mínimo, dois dias completos. Durante esse bíduo, juntamente com a compra de um Oslo Pass de mesma duração, é possível completar, com folga, o circuito básico de visita à cidade, disfrutando de seus mais interessantes museus e parques. DIA 01 - Centro e Bygdøy Procure sair do hotel por volta das 08:45 e caminhe (ou tome um transporte público - não esqueça de validar o Oslo Pass com o motorista) com destino à Prefeitura da cidade. 01. Rådhus (Prefeitura de Oslo) O magnífico prédio é o nosso ponto de partida para os passeios do dia. O edifício abre diariamente para visitação a partir das 09:00. Foi inaugurado em 1950 (em comemoração ao 950º aniversário da Noruega) e é onde se entrega anualmente o prêmio Nobel da Paz. O Hall principal é de tirar o fôlego com seus afrescos gigantes de Alf Rolfsen Mas muito além do hall principal, diversas outras alas do prédio, com seus salões elegantérrimos, podem ser visitadas. Não dá pra visitar o prédio em menos de 40 minutos. Há visitas guiadas (em inglês) diariamente às 10, 12 e 14 horas. Mais informações: http://www.oslo.kommune.no/the_city_of_oslo/ Concluída a visita, dirija-se ao Pier 3 para pegar o ferry público para Bygdøy. O local é bem sinalizado. A linha de ferry 91 funciona de abril a setembro e possui duas paradas: Dronningen e Bygdøynes. Desça na segunda. O percurso levará cerca de 20 minutos. Aproveite para ver Oslo pelo lado do mar. Em pouco tempo, você já verá a ponta da península de Bygdøy e a estrutura triangular do Museu Fram: 02. Museu Kon-Tiki A segunda parada do nosso passeio é um verdadeiro barato. Aberto diariamente (de junho a agosto no horário das 09:30 às 17:30), o Kon-Tiki é um museu de embarcações marítimas. Mas não é qualquer embarcaçãozinha não. Lá estão expostos os famosos barcos Kon-tiki (trajeto Peru-Polinésia) e Ra II (trajeto Marrocos-Caribe), utilizados pelo explorador Thor Heyerdahl em 1947 e 1970, respectivamente. A “viagem” do cara, literalmente, era provar que, com barcos feitos de papiro, era possível cruzar oceanos desde muito tempo atrás, o que explicaria a existência de elementos da cultura peruana pré-incaica na Polinésia. Além das embarcações, o museu apresenta, ainda, uma exposição sobre a Ilha da Páscoa, incluindo uma cópia de dez metros de altura de uma das conhecidas estátuas da ilha. Mariores informações: www.kon-tiki.no 03. Museu Fram O museu, de 1892, guarda, em seu interior, o navio Fram, utilizado pelos exploradores Fridtjof Nansen, Otto Sverdrup e Roald Amundsen em suas expedições aos pólos norte e sul do planeta no início do Século XX. O mais legal do museu, porém, é que o visitante não se limita a apenas receber informações sobre o navio e as expedições. Subindo as escadas, você pode ENTRAR no navio e vê-lo por dentro, totalmente restaurado aos seus moldes originais. O Fram abre diariamente em horários que variam de acordo com os meses do ano. De junho a agosto, as visitas são possíveis das 09:00 às 18:00. Maiores informações: www.fram.museum.no 04. Complexo Akershus O complexo Akershus está certamente entre as atrações mais populares de Oslo. O espaço, localizado bem no centro de Oslo e bem próximo à Prefeitura, é bastante visitado pela sua agradável atmosfera verde e compõe-se de Castelo, Museu da Resistência, Museu das Forças Armadas, Centro de Informações Turísticas, Sala de Concertos e Café. Existem três entradas para a fortaleza, que você pode identificar facilmente em seu mapa turístico: pela Kongengate, pela Kirkegata e pelo caminho que segue em frente a partir do Pier 1. Se você, seguindo o roteiro, tiver acabado de voltar de Bygdøy, siga em direção ao Pier 1 que você visualizará esse caminho facilmente. É bem provável que você dê de cara com algum imenso navio de cruzeiros ancorado no porto. Uma boa forma de começar a sua visita em Akershus é procurar o Centro de Visitantes dentro do complexo e identificar o local de onde saem as visitas guiadas gratuitas (em inglês, a pé, de 15 de junho a 29 de agosto, às 11:00, 12:00, 14:00, 15:00 e 16:00). Tive a oportunidade de fazer a visita sozinho com a guia Marie e ela foi uma simpatia, explicando muito sobre a história da Fortaleza, do Castelo e outras construções em Akershus. Dentre outras coisas, a visita guiada mostra como seu deu o processo histórico de construção e reformas do complexo, o que pode ser percebido em três estilos e cores diferentes das pedras utilizadas ao longo dos séculos. Se você não dispuser de muito tempo para visitar a área, dê preferência ao Castelo. É verdadeiramente uma viagem por 700 anos de história da Noruega. A visita ao pátio e à lojinha do castelo é gratuita. Para visitar o castelo por dentro, aí você deverá utilizar o Oslo Pass e, acredite: não se arrependerá. Havendo tempo e disposição, prossiga sua visita pelo Norges Hjemmefront Museum (Museu da Resistência Norueguesa). Nele, conta-se, com fotos, objetos e painéis, um pouco da história dos 5 anos desde a invasão até a expulsão dos alemães nazistas no país. Havendo tempo suficiente, recomendo, ainda, uma visita ao Forvarsmuseet(Museu das Forças Armadas), que conta a história das formações bélicas e instrumentos de guerra utilizados desde a pré-história norueguesa aos dias atuais 05. Den Norske Opera og Ballet (A Ópera e Balé da Noruega) A Ópera de Oslo é um maravilhoso exemplo de arquitetura moderna. O prédio é lindo. A construção reflete a idéia de algo monumental que surge da água para se transformar em símbolo do brilhantismo humano na música e no teatro. O prédio, por si só, pode ser percorrido interna e externamente. Mas o que eu achei muito legal foi ter feito a visita guiada (100 NOK, às 14:00 em inglês; outras visitas às 15:00 quando há grande demanda), onde pude ver de perto as três salas que compõem o local: o teatro principal (1369 lugares), o "Scene 2" (400 cadeiras) e o teatro de ensaios (200 lugares), além de palcos, camarins, salas de treino, e oficinas. A visita dura perto de uma hora e depois você nem percebe que tanto tempo se passou. ATENÇÃO: Se você não fala inglês ou realmente não se interessar por visitas guiadas, a minha sugestão é que deixe a Ópera para visitar por último. É que os pontos 06 e 07 (abaixo) ficam no caminho até a Ópera. Eu apenas inverti a ordem das coisas para que o visitante consiga chegar a tempo da visita guiada das 14:00. 06. Nasjonalmuseet - Arkitektur (Museu Nacional - Arquitetura) Apesar de pequeno, o Museu de Arquitetura de Oslo (visitação gratuita) é boa sugestão. Se for uma segunda-feira, porém, passe direto, pois o museu é fechado nessa data. No verão, fica aberto às terças, quartas e sextas, das 11 às 17.00; quintas, das 11 às 19;e sáb e dom, das 12 às 17:00. Maiores informações: http://www.nationalmuseum.no/ 07. Museet for Samtidskunst (Museu de Arte Contemporânea) Nossa última atração do dia fica por conta do Museu de Arte Contemporânea, para quem curte as manifestações artísticas do gênero. A visitação é gratuitae segue os mesmo horários e dias do Museu de Arquitetura. Após rodar o dia inteiro pela cidade, volte pro hotel e descanse. O segundo dia de visitas é ainda maior! Destino: Oslo - roteiro de 02 dias - Dia 02 01. Vikingskipshuset (Museu de Barcos Vikings) O Vikingskipshuset (pronuncia-se algo como vi-rrin-ship-hüsset) é o primeiro ponto do nosso passeio. O motivo? Simples. É a atração do dia que abre cerca uma hora antes de todas as outras. Para estar lá, por volta das 08:30h, você deverá pegar o ônibus 30 (em frente à estação de trem, na Prinsens Gate, na Stortingsgata, perto do Teatro Nacional ou ao lado do parque do Palácio Real) e descer na parada Vikingskipene pouco antes das 09:00, que é quando abre o museu. O caminho, em si, é uma atração à parte, dadas as belas imagens das ruas de Oslo. O museu de navios é pequeno. Pode ser percorrido em bem menos de uma hora, o que, porém, não retira em nada a grandiosidade do que lá está em exibição. No Museus de Navios, o visitante aprende o curioso fato de que as embarcações, à exceção do Oseberg (utilizado para navegação por um curto período), na verdade, eram utilizadas para cerimônias fúnebres, como sendo o "caixão" de pessoas importantes da época. Além dos navios, é possível ver toda uma série de objetos e obras de arte pertencentes ao acervo fúnebre. Mais detalhes sobre o museu, clique aqui. 02. Norsk Folkemuseum (Museu do Folclore Norueguês) Gosto é algo pessoal. Mas se eu puder escolher a atração turística mais interessante de Oslo, o meu voto provavelmente iria para o Museu de Folclore. O local, aberto em 1894, além de ser imenso, apresenta ao visitante séculos de história de vida do país, através de suas casas e seus costumes. São 155 prédios (casas restauradas, celeiros, oficinas), móveis, utensílios de época, além de uma escola, uma fazenda completa (com animais e tudo) e uma igreja toda de madeira, original, em funcionamento até hoje. O ideal é que você já esteja lá desde a hora em que abre (10h, de meados de maio a meados de setembro; 11h, no resto do ano), de modo a que possa dedicar, pelo menos, umas 3 horas pra percorrer toda sua extensão. O carro-chefe do museu é a Igreja de Madeira. Construída em torno de 1200 d.C., foi transportada para o museu por ordem do Rei Oscar II para lá receber melhores cuidados Além de extremamente bela por fora, o interior da igreja também revela detalhes impressionantes. O mais legal é que você realmente não acredita que ela é tão antiga, de tão preservada que está. Aos domingos, há cultos às 13:30h. De algumas casas, o visitante só vê o exterior. Em outras, é possível observar o interior devidamente mobiliado, conforme se vivia nas vilas rurais norueguesas. Mas o que há de mais legal nessa exposição é que, em algumas casas, há atividades no interior. Nelas, funcionários do museu, vestidos a caráter, representam diversos papéis do exercício de funções típicas do estilo de vida no interior da Noruega: Além do pão, há atividades em outras casas: Thorstein, funcionário do museu, ensina como se fazia café nos tempos de antigamente, em que não havia filtro de papel. Ao final, ele oferece um copinho do produto. O problema é que, na hora, o açúcar estava em falta. Ficou amargo (além de muito fraco pros nossos padrões brasileiros e portugueses)... Johanna explica aos visitantes como as mulheres norueguesas também se transformavam, nos longos meses de inverno, em verdadeiras tecelãs. Saindo da área rural, o Museu ainda dedica uma boa área à Noruega urbana, com réplicas de prédios e casas, devidamente mobiliados, de várias décadas do Séc. XIX. Passear pelo Norsk Folkemuseum é uma festa para todas as idades. É "a" programação imperdível de Oslo. Mais informações aqui. 03. Det Kongelige Slottet (O Palácio Real) O Palácio Real, de 173 cômodos, é o local de residência da realeza da Noruega. Foi construído entre 1824 e 1848 na parte mais alta do Parque do Castelo (Slottsparken). No verão, há visitas guiadas de aproximadamente uma hora de duração, em inglês, de segunda a quinta e sábado (às 12, 14 e 14:20), às sextas e domingos (às 14 e 14:20). Os bilhetes podem ser comprados em qualquer agência dos correios (há uma agência na estação central de trem e outra perto da Catedral de Oslo), na Narvesen, nas 7Eleven, pelo site billettservice.no ou pelo fone 47 81 53 31 33. Ocasionalmente, os ingressos que sobram são vendidos na porta de entrada da visitação, mas isso não costuma acontecer com frequência. Diariamente, às 13:30, ocorre a cerimônia da troca da guarda real. Se tiver que escolher entre ela e a visita das 14:00, fique com o Palácio. Nesse caso, como prêmio de consolação, fica aqui um videozinho do evento: Para mais informações sobre as duas programações, clique nos seguintes links: Família Real e visita guiada. 04. Nasjonalgalleriet (Galeria Nacional) Perto do Palácio Real (cerca de 500 metros), fica a Galeria Nacional. A galeria contém o maior acervo de arte norueguesa e escandinava do país. A exposição permanente é composta de pinturas e esculturas dos Séculos XIX e XX, sendo o quadro "O Grito", de Edvard Munch, a obra mais popular. Pouco menos de uma hora é tempo suficiente para percorrer a maior parte do museu. De lá, dirija-se de volta à rua de pedestres Karl Johans Gate em direção ao Teatro Nacional. Procure a estação de metrô e embarque em qualquer uma das linhas que vão para o LESTE. 05. Munch-Museet (Museu Munch) Ao descer na estação de metrô Tøyen, procure as placas indicativas ou peça que mostrem a você pra que lado fica o museu Munch. Uma caminhada de dez minutos fará com que você chegue lá. Estando lá, relaxe. É a última programação do dia que tem horário de encerramento cedo (de junho a agosto, diariamente, das 10 às 18; no resto do ano, 10 às 16 - terça a sexta - e 11 às 17 - sábado e domingo). Se você compreende inglês, recomendo que, antes de ver a exposição, vá assistir aos documentários sobre o artista exibidos na sala de projeção. São uma mão na roda pra que se compreenda melhor a história de vida do artista e sua relação com os temas retratados em tela. O museu, como o próprio nome indica, cuida da obra do pintor norueguês Edvard Munch (1863-1944). Nele estão expostos praticamente toda a vasta obra do artista (mais de 1000 quadros e 4500 gravuras), com destaque para a segunda cópia da obra "O Grito" (a primeira está na Galeria Nacional). Terminada a visita, nosso próximo ponto é o Parque Vigeland. Para chegar lá, pode-se fazer o percurso de volta até o metrô, mas o melhor, mesmo, é pegar o ônibus 20 (rota Galgeberg - Skøyen). Serão aproximadamente 20 minutos conhecendo os subúrbios de Oslo até a parada em frente ao Parque. Para mais informações sobre o Museu Munch, clique aqui. 06. Vigelandsparken (Parque Vigeland) O parque Vigeland deve seu nome por abrigar a obra do escultor norueguês Gustav Vigeland (1869-1943). São mais de 200 esculturas em bronze, granito e ferro fundido, algumas com um apelo bem forte aos olhos. O Parque Vigeland atrai mais de um milhão de visitantes ao ano. Na minha opinião, ele o Museu de Folclore competem pelo título da programação mais legal de Oslo. A obra que mais impacta o visitante é o "Monolito", um mosaico de seres humanos no velho formato fálico, bastante comum aos povos do mundo inteiro. O Parque é bastante grande. E se ainda tiver disposição (e o tempo permitir, claro), lá também estão localizados o Museu Vigeland (www.vigeland.museum.no) e o Museu da Cidade (Oslo Museu - Bymuseet). Terminado o longo passeio, volte para o portão de entrada e pegue o Bonde 12 para Akker Brygge. 07. Akker Brygge Akker Brygge é o nome da região de prédios modernos ao lado do porto. É uma espécie de Puerto Madero de Oslo. Nos dias de verão, quando o sol vai até altas horas, é o ponto de encontro mais agitado da cidade. Além de shoppings, o local é repleto de bares e restaurantes. Programa perfeito para um fim de dia tão cheio como o nosso, não?
  8. Olá pessoal! O que irei compartilhar com vocês foi uma compilação bastante abrangente de informações sobre todos os pontos turísticos de Luxemburgo, que reuni para montar minha viagem. As informações foram extraídas aqui do site e também de muitos blogs. Aproveitem! VIAGEM LUXEMBURGO O nome Luxemburgo tem origem ainda no ano 963. Conta-se que neste local existia um castelo com este nome, e teria sido ele a origem da cidade. Ao lado, uma vista da ponte Adolphe, que liga dois trechos da cidade sobre o rio Petrusse, o qual corre bem ao fundo. Aproveite para atravessar a pé esta ponte e conhecer também o lado sul da cidade, ao longo da bela Avenue de Liberté, e também visitar a Place des Martyrs e mais adiante a estação de trem da cidade, Gare Lëtzebuerg, em luxemburguês. Nesta parte da cidade situam-se diversos prédios de arquitetura muito bonita. parte antiga da cidade conhecida como a “Varanda mais bonita da Europa” (Chemin de la Corniche). Partindo do Boulevard Franklin Roosevelt a pé, chega-se tranquilamente na enorme praça Guillaume II, com diversos restaurantes e lojas ao seu redor. Aos sábados, esta praça é uma delícia (literalmente): barraquinhas de queijos fantásticos, verduras, frutas perfeitas e muitas, muitas flores atraem os visitantes. Não deixem de explorar a Place d’Armes, a linda Rue du Curé, com seu intenso comércio, restaurantes badalados e deliciosas confeitarias. Parada obrigatória. Experimentem os famosos Macaroons, bolachinhas parisienses em diversos sabores e cores. Um passeio pelo parque da Vila de la Petrusse é maravilhoso. Um colírio para os olhos ver tanta natureza. De um dos lados da praça fica o prédio da Câmara Municipal em estilo neoclássico, com dois leões em bronze. É nesse prédio que muitas decisões políticas importantes são tomadas, inclusive envolvendo toda a Europa. Pertinho, outras três praças chamam atenção pelo capricho e pela quantidade de pessoas circulando. A Place Jan Palach (nome dado em homenagem ao primeiro aniversário da invasão da Tchecoslováquia pelas tropas do Pacto de Varsóvia), a Place Clairefontaine (reformada nos anos 80, é onde fica a sede do governo) e a Place D'Armes, onde muitas pessoas ficam sentadas tomando sol depois do almoço. Na Place D'Armes fica o prédio chamado de Cercle Municipal. Esse prédio de aspecto tão tradicional é ligado por uma ponte super moderna ao prédio ao lado chamado de "Le Cité". Uma mistura bem interessante. Place Clairefontaine com a estátua em bronze da Grã Duquesa Charlotte. Ela reinou de 1919 a 1964 e foi uma das personalidades mais ilustres do século XX. Na base da obra está escrito "Mir hun lech gaër", que significa: "Te queremos bem". Andando mais um pouquinho - tudo é muito perto - chega-se ao Palácio dos Grão Duques - um importante monumento histórico e arquitetônico de Luxemburgo. A ala esquerda é mais antiga, data do século XVI. Mas, outras alas foram sendo feitas depois disso. Por isso, mistura os estilos barroco e renascentista. O prédio já serviu como residência da família real, Prefeitura, sede do governo de Luxemburgo e Câmara dos Deputados. Visitas guiadas podem ser feitas ao palácio. De vários pontos da cidade três torres agudas podem ser avistadas. São um dos símbolos mais notáveis de Luxemburgo e pertencem a atual catedral. Ela ocupa a antiga igreja do Colégio dos Jesuítas desde 1773 quando a Ordem dos Jesuítas foi desfeita. No interior da igreja há uma estátua da Virgem Maria que é a padroeira do país. Durante quinze dias, na época da Páscoa, há uma peregrinação nacional em devoção à santa. A cidade é muito bem cuidada. Ruas floridas, tudo limpíssimo e casas bem conservadas apesar de antigas. Muitos dos prédios foram construídos no século XVIII e têm detalhes interessantes como esse gárgula fixado na parede, o oratório com uma santa e a janela com a inscrição "Mir wölle bleiwe wat mir sin" (que significa: Queremos continuar como somos). Que a profecia, de continuar como são, se concretize para sempre! Ainda no centro, dois museus merecem uma visita: o Museu Nacional de História da Arte e o Museu da História da Cidade de Luxemburgo. O Museu da História da Cidade de Luxemburgo mostra o desenvolvimento da cidade em termos de arquitetura e urbanismo, desde que foi criada. Curiosamente, a cidade tem 95 pontes. Para onde quer que se olhe há uma ponte. E, elas não são pequenas. São imponentes. A ponte que liga a cidade alta com a estação ferroviária tem 380 metros de comprimento, 44 metros de altura e 25 arcos. A cidade é muito interessante. Uma estação de trem na parte baixa, o centro na parte alta e um vale (chamado de Grund) cercado por penhascos (cheios de passagens subterrâneas) onde corre um pequeno rio. Somado a isso, muito verde, muitas pontes e uma região mais moderna onde ficam os bancos, a Filarmônica de Luxemburgo, o Centro de Conferências, o Museu de Arte Moderna Grão Duque Jean (MUDAM), a moderna Place de L'Europe, o Centro Nacional Esportivo e Cultural, e o Parlamento Europeu. Mas, o mais interessante da cidade são as misteriosas casamatas de Bock e Pétrusse. Se elas pudessem falar contariam muitas histórias sobres as batalhas de Luxemburgo. As casamatas são passagens subterrâneas secretas interligadas aos centros militares de proteção da cidade - um super sistema de defesa. Elas somam mais de 23 quilômetros de extensão. Por isso, Luxemburgo tem o apelido de "Gibraltar do Norte". Durante a II Guerra Mundial, as casamatas foram usadas como abrigo para a população. Mais de 35 mil pessoas foram protegidas dos bombardeios graças a esses esconderijos. Em 1994, a UNESCO inscreveu Luxemburgo, merecidamente, como Patrimônio Mundial. As casamatas de Pétrusse foram construídas em 1644, por engenheiros espanhóis. As casamatas de Bock foram construídas em 1745, por engenheiros austríacos. A entrada das Casamatas de Pétrusse é em frente a catedral e das Casamatas de Bock, na Rua Sigefroi, no Monte Bock. E, para encerrar a visita é preciso ir até a Cidade Baixa - Grund - um complexo de casas do século XIV muito bem preservadas às margens do rio Alzete. Na Idade Média era ali que moravam os sapateiros, os homens que curtiam o couro e os que fabricavam cerveja. Ponto de início do roteiro: Willian Square Comece o passeio pela praça central da cidade, a William Square, onde estão: Escritório de turismo de Luxembrugo: ali você pode descolar um mapinha grátis que tem um roteiro bem parecido com esse e deixar sua mala guardada grátis enquanto passeia sem peso :o)) Escultura de William II: rei da Holanda e o grão duque de Luxemburgo. Foi ele que pela primeira vez criou uma constituição para o Ducado. A prefeitura da cidade | Hotel de Ville Fonte de água potável onde você pode encher sua garrafinha com água fresca. Chocolate House: parada obrigatória para um chocolate Exatamente na frente do palácio há uma chocolateria incrível chamada Chocolate House. Eles tem uns chocolates quentes de colher (basta escolher o seu sabor e jogar em um copo de leite quente) incríveis. Eu tomei o de Praliné Nougat e para acompanhar um bronwie com crocantes e cramberrys que estava divino. O pedaço do Brownie era tão gigante que acabei não conseguindo almoçar (quem estiver em mais de uma pessoa, peça algo para dividir) e tudo custou 8,80 euros. Também experimentei as trufas que eram muito gostosas. A Praça da constituição Depois de visitar a praça, volte um pouquinho e desça a rue Chimay. A rua termina na praça da constituição (também conhecida como praça da moça dourada) graças a linda escultura da deusa grega Nike que fica no topo de um obelisco, em homenagem aos mortos na primeira guerra mundial. Uma vista maravilhosa e duas opções de passeio. Essa praça tem uma vista MARAVILHOSA para o vale com as duas pontes (de costas para o obelisco a direita a Pont Adolphe, conhecida como ponte velha e do outro lado a direita Viaduc, conhecida como ponte nova, foi contruída para ligar a cidade a estação de trem) o lindo prédio do outro lado do parque é um banco (Banque d’Épargne de l’état). As Casamatas Pétrusse (Pétrusse Casemates) Canais subterrâneos de defesa. (Pelo que vi nas fotos parece bem bonito, infelizmente não consegui visitar porque os canais estavam inundados). Ah, vale lembrar que estes não são os únicos da cidade, há também as Casematas Bock, um dos lugares que mais amei na cidade e quem tem uma vista absolutamente fantástica. O Parque Pétrusse: Um parque é bem bonito, repleto de mirantes para a muralhas e casamatas e pequenas pontes. Gostei do passeio, mas só recomendo para quem está disposto a subir todas as escadas que desceu. A Catedral de Luxemburgo De volta ao roteiro, siga reto pela Bd. D. Roosevelt (atravesse a rua assim que der pois entraremos na Catedral). A Catedral de Notredame é linda e tem dois pedaços um pouco diferentes: a parte antiga decorada com lindas colunas com relevo, e ao lado do bonito órgão há detalhes bem interessantes. Já a parte onde está o altar é mais recente (estilo gótico). A escultura do centro do altar, uma pequena virgem Maria, tem dezenas de vestidos diferentes que são trocados de tempos em tempos. Corniche: a Varanda mais linda do mundo Aqui faremos uma caminhada um pouquinho mais longa, desceremos pelo chemin de la Corniche. Esse é um dos pedaços mais lindos do roteiro, com vários pontos legais para fotos. A nossa próxima parada é a Corniche, conhecida como a varanda mais linda do mundo. Você saberá que chegou lá De lá você consegue ver toda a cidade baixa* cortada pelo rio e com bonitas pontes. Repare na pequena horta ao lado do rio. Essa horta tem algumas vinhas que produzem 200 garrafas de vinho por ano e que são exclusivamente usadas pelo primeiro ministro em suas recepções. Repare nas fortificações com pequenas janelas, essas são as Bock Casemates e serão nossa próxima parada. Igreja de St. Michael Para fechar o passeio retorne passando em frente a igreja de St. Michael (quem quiser entrar, a igreja até que é bonitinha, mas nada perto da catedral) e ao lado da igreja, um dos cantinhos mais especiais da cidade, vielinhas onde funcionavam o antigo mercado de peixes com detalhes com direito a um belo arco romano. Aqui termina o passeio, bem pertinho de onde começamos já que em poucos metros você estará de volta a praça Willian (Willian Square) A cidade baixa –vista do alto das Casemates Para chegar lá, vá até o Cité Judiciaire, ali além de tirar fotos com os vasos bonitos e estilosos, você pode pegar um elevador para o St. Espirito (ou para quem como eu prefere caminhar – a caminhada é íngreme, mas as vistas belíssimas). Dali desça barranco abaixo seguindo o rio. Eu caminhei até a ponte medieval, babei um pouco na horta e na paisagem e tornei a subir para a cidade alta.
  9. Olá pessoal! O que irei compartilhar com vocês foi uma compilação bastante abrangente de informações sobre todos os pontos turísticos da cidade de Londres, que reuni para montar minha viagem. As informações foram extraídas aqui do site e também de muitos blogs. Aproveitem! ROTEIRO LONDRES Marble Arch: Construído em 1828, originalmente como entrada de Buckingham Palace. Fica perto de Hyde parque, no final oeste da rua Oxford Street. Admiralty Arch: Uma arcada magnificente localizada no final da alameda The Mall, que segue até ao palácio de Buckingham. Estação de Metrô: Charing Cross, Embankment. Se for até próximo a ele, note a presença de um nariz “perdido” na parede do arco onde passam os carros que vem em direção à Charing Cross. Não se sabe ao certo o significado, mas a teoria mais aceita é que seria uma “homenagem” ao Duque de Wellington, general britânico que ajudou a derrotar Napoleão Bonaparte na Batalha de Waterloo, e que tinha um nariz um tanto quanto avantajado... Greenwich: Localizado na marginal sul do rio Tâmisa, faz parte do sudeste de Londres, sendo famoso pelo meridiano de Greenwich que marca o grau de longitude 0°. As atrações turísticas incluem, o Observatório Astronômico Real, o observatório marítimo, o relógio 24 horas, o palácio real de Placentia, O2 Arena (cúpula do milênio), o colégio naval real e o centro de visitantes de Greenwich. Existem passeios de barco disponíveis através do rio Tâmisa até Greenwich, passando também pelo Big Ben. Greenwich é uma área bonita com uma vista panorâmica da cidade de Londres, onde pode-se também fazer caminhadas ao lado do rio Tâmisa e também pelo parque de Greenwich aonde se encontra uma das casas da rainha com vista para o parque, o palácio real de Placentia (Queen House). Estação de metrô: Greenwich. Saindo igualmente um pouco do centro de Londres mas bem mais perto e podendo usar transportes públicos de forma independente, poderá visitar Greenwich, zona considerada património mundial pela UNESCO por ser um símbolo da inovação artística e científica inglesa dos séculos XVII e XVIII. Greenwich é também o local entendido internacionalmente como a “casa do tempo”, o primeiro Meridiano do mundo. Os fusos horários são todos estabelecidos a partir de aqui. Alguns dos locais que poderá ver ou visitar são o National Maritime Museum, a Queen’s House, o Old Royal Naval College e Greenwich Market. As vistas para Londres desde o Royal Observatory do Greenwich Park são fantásticas. Para chegar a Greenwich tem muitas opções: barco, comboio/trem, teleférico ou mesmo o metro. É só escolher a sua preferida. Abbey Road: Rua famosa de Londres aonde os Beatles atravessaram a faixa de pedestre perto do estúdio aonde o álbum Abbey Road foi produzido. Estação de Metrô: St John’s Wood. Leia mais… Portobello Road Market: Mercado famoso de Londres que vende antiguidades raras, frutas, verduras e roupas, entre outros. Situado na rua de Portobello Road que é também famosa entre artistas brasileiros incluindo Caetano Veloso e Paulo Coelho. Estação de Metrô: Notting Hill Gate. Nesta rua ocorre uma feira ao ar livre, com barracas com antiguidades (aos sábados), artesanato, roupas, coisas vintage, todo tipo de bugiganga. Famoso bairro onde foi gravado o filme Um Lugar Chamado Notting Hill, aos domingos rola um mercado que vende antiguidades, fotografias, gravuras, quadros e livros. Para quem é leitor de carteirinha não perca esse mercado pois você encontrará livros muito bons a preços de bananas (a partir de 1 pound). Não se restrinja somente as banquinhas do mercado, as lojas ao redor também são sebos e contam com muitos títulos. Que tal começar com o café da manhã no Recipease, loja/café do Jamie Oliver? O café fica no segundo andar, mas aproveite para fuçar a loja no térreo, e tente resistir aos produtos que levam a assinatura do famoso chef. Aproveite a barraca de comidas mais pra frente pra fazer uma boquinha, ou então, caso a fome esteja mais avançada, uma boa pedida é comer um hamburguer no GBK (Gourmet Burger Kitchen) que tem por ali Hyde Park: O maior e mais famoso parque no centro de Londres. Cheio de atrações turísticas, incluindo passeio de barco e o memorial da Princesa Diana. Inclui também Kensington Gardens (Jardim de Kensington). Aberto ao público em 1635 pelo rei Charles I, o Hyde Park é uma área verde ampla no centro de Londres onde as pessoas descansam, andam, correm e tomam banho de sol no verão. Um parque ideal para relaxar e fazer piquenique. Estação de Metrô: Hyde Park St James Park / St James Palace: parque e palácio mais antigo de Londres, construído pelo rei Henry VIII, fica perto do palácio de Buckingham e Green park. Um parque real muito bonito, com um pequeno lago no centro, muito pitoresco. Estação de Metrô: St James Park. Green Park: Situado próximo ao palácio de Buckingham Palace, um local ideal para um piquenique e descanso durante seu passeio em Londres. Estação de Metrô: Green Park. Design Museum – Num antigo armazém de bananas, vai encontrar peças de design de produto, industrial, gráfico, moda e arquitetura. Temple Church: Esta igreja está escondida entre prédios de escritórios de advocacia e órgãos públicos ligados à Justiça conhecidos como Inns of Court. Parece um condomínio fechado, mas não se preocupe: entre pela porta que há na Fleet Street, um pouco depois da Temple Bar e siga as placas, até encontrar a igreja. Atribui-se a sua construção à Ordem dos Cavaleiros Templários (daí o termo “Temple”). Quem leu o livro “O Código da Vinci” de Dan Brown com certeza se lembrará dela. É uma igreja simples, mas que cativa a gente. Se é verdade ou não que os Cavaleiros estiveram ali e a construíram, não sei, mas com certeza há algo de especial nela. ROTEIRO DIA 1: sábado e noites - NATIONAL GALLERY (GRATUITO) - TRAFALGAR SQUARE - PICCADILLY CIRCUS - OXFORD STREET - SOHO Piccadilly: Uma das esquinas mais famosas de Londres, com outdoors de neon e a estátua de Eros. A praça de Piccadilly Circus conecta a rua Regent street com a rua de Piccadilly, uma das ruas de Londres onde se encontram vários shoppings e o Ritz Hotel. É uma rua famosa pelas lojas de boutique, fica entre o Hyde Park e o Piccadilly Circus. É a principal rua de compras em Londres, incluindo Fortnum & Mason, the Burlington Arcade. Estação de Metrô: Piccadilly Circus. é o cruzamento com a rua Regent St, uma das mais famosas da cidade. Possui uma estátua de Eros e é famoso por seus anúncios em neon, indicando a entrada do bairro de entretenimento da cidade. DICA: Não deixe de visitar, no entorno, as lojas Lillywhites (uma megastore de artigos esportivos, com preços competitivos) e a Cool Britania (uma loja gigante de souvenires, todos lindos e com preços bons, sendo uma ótima opção para comprar uma bela lembrança para alguém especial ou para você mesmo). Leicester Square: Praça badalada no West End de Londres. É uma área pedestrializada com um parque na parte central sendo rodeada por restaurantes, bares, cinemas e boates. Uma área bem visitada de Londres tanto de dia como à noite, onde as vezes acontece premieres de filmes com a participação dos artistas de Hollywood. Estação de Metrô: Leicester Square. DICA: Aproveite para comprar o ingresso para assistir a um dos musicais que estão em cartaz no West End de Londres. coração do bairro do entretenimento, onde tem salas de cinema, lojas, bilheterias dos musicais, muito movimentado e agitado. Siga em frente até Picaddily. Praça central em Londres, sempre com imenso movimento. O único edifício no centro (TKTS) é um ótimo sítio para comprar bilhetes para o teatro e musicais com descontos, mesmo no próprio dia. Bairro onde estão os principais teatros da cidade e consequentemente bons pubs e restaurantes, minha dica aqui vai para o pub The Sussex, boas cervejas e comida excelente. Aqui também está a loja da MMs. Soho: Área bem badalada com vários restaurantes e boates abertas durante toda a noite. Uma área de diversão bastante notória e atraente no West End de Londres, ideal para uma noite fora agitada, com várias boates, restaurantes e bares. Estação de Metrô: Oxford Circus. Trafalgar Square: Praça no centro de Londres com um dos espaços abertos mais vibrantes no coração de Londres onde fica a National Gallery, Galeria Nacional. Uma área cultural onde acontecem vários eventos artísticos. Possui a estátua de Nelson, que derrotou Napoleão na batalha de Trafalgar. Admiralty Arch – Edifício icónico de Londres. Se passar por baixo vai reparar na estrada vermelha (The Mall) que vai dar aos portões do Palácio de Buckingham. Estação de Metrô: Charing Cross. Regent Street: Rua famosa pelas lojas de boutique em Londres. Estação de Metrô: Piccadilly Circus. Hamleys Toy Shop: Uma das maiores lojas de brinquedo do mundo! A loja tem 7 andares e um total de 5.000 m2. Hamleys fica na rua Regent Street, no. 188-196, em Londres e recebe cerca de 5 milhões de visitante todos os anos, sendo uma das atrações turísticas mais conhecida de Londres. Estação de Metrô: Piccadilly Circus, Bond Street. Bond Street: Rua fina e elegante de Londres conhecida como fashion street, com várias lojas refinadas e de luxo. Estação de Metrô: Bond Street. Leia mais… Oxford Street: Uma rua central de Londres com vários tipos de lojas, sendo a maior rua para compras em Londres. Oxford Street é famosa pelas lojas de marcas mais conhecidas do mundo, ideal para fazer compras. Estação de Metrô: Oxford Circus. a rua mais famosa e principal rua com milhares de lojas de todos os tipos! Primark, Channel, Top Shop, H&M, Forever 21, são lojas que eu gosto e a Primark é super hiper mega barata mas lotada! Horários: Seg – Sex 9.30am -10pm/ Sab: 9am – 9pm/Dom: Sunday 12pm-6p. Enquanto passeia pela Oxford Street, você passará por 2 ruas transversais importantes: a Bond Street, com várias lojas de grifes, e a Regent Street, que é tão eclética quanto a Oxford. Destaques na Regent Street: a Hamley's, uma das maiores lojas de brinquedos do mundo (imperdível até pros adultos) e a Liberty, uma loja de departamentos chiquérrima, famosa pelos artigos com estampado típico. China Town – lojas coloridas e restaurantes. Na Gerrard St tem arcos com ornamentos orientais. Concentram-se moradores asiáticos e você pode fazer compras em supermercados chineses, barracas de rua e lojas. Não faltam restaurantes excelentes. Você vai querer voltar muitas vezes aqui, tenho certeza! Uma imensidão de restaurantes e mercados asiáticos e com comidas de altíssima qualidade. Anotem 3 nomes extremamente recomendados: Misato (restaurante japonês autêntico e fiel a culinária japa), Gold Dragon (restaurante chinês também fiel aos pratos do país e MUITO saboroso, prato da foto abaixo) & Wok to Walk (uma janelinha que faz Woks de sua escolha, nunca comi um Wok tão bom na minha vida, pedi o Egg Noodles com pato e molho de amendoim). ROTEIRO DIA 2: domingo MANHÃ: - MADAME TUSSAUDS MUSEUM (9:00) - CAMDEN TOWN - MUSEU BRITÂNICO (GRATUITO) - COVENT GARDEN TARDE: - HARRY POTTER The Making of Harry Potter – Estudio Warner Bros.: Passeio turístico no estúdio de cinema aonde os filmes de Harry Potter foram filmados. Localizado em Aerodrome Way, Leavesden, Watford, Hertfordshire. Horário de abertura de segunda a domingo entre as 10am–6:30pm. O estúdio fica em Watford, a estação de trêm mais próxima é Watford Junction à 32 kilometros de Londres. Os trens saem da estação de Euston em Londres. Chegando na estação de Watford Junction, existem ônibus executivos de 30 em 30 minutos que levam os passageiros até o estúdio. Planeje chegar na estação de Watford Junction pelo menos 45 minutos antes do horário do seu passeio. Estação de trem King’s Cross: não deixe de visitar a famosa estação do Harry Potter, a famosa Plataforma 9 ¾, que fica na. Ao lado dessa plataforma há uma lojinha que vende produtos do Harry Potter! Camden TOWN/Lock Market: É um mercado de rua tradicional de Londres, famoso pelos seus artesanatos locais. O mercado de Camden é uma atração turística famosa de Londres, com um estilo rústico e eclético. Estação de Metrô: Camden Town. Existem muitas opções para comer por ali – pubs (como o The Lock Tavern e The Hawley Arms), restaurantes e barracas de comida. No caminho você vai atravessar o Regent’s Canal, o canal mais famoso de Londres (é possível caminhar por ele desde a região de Maida Vale até King’s Cross, inclusive). é uma região super interessante e animada, também com feiras, roupas, artesanato, lojas, restaurantes que você encontra pessoas mais alternativas e do rock. Foi em Camden Town que muitos artistas mundialmente famosos atuaram, tais como Sid Vicious, The Clash, The Smiths, The Killers, Paul McCartney,… Mais acima, em Camden Lock Market, faça compras nas lojas dos punks e no mercado. Também há muitos lugares onde poderá almoçar. Mercado de ruas bem louco, antigamente era o local onde os hippies se aglomeravam e residência onde Amy Whinehouse viveu até seus últimos dias, lá você pode caminhar pelas ruas por onde ela cambaleava, passar em frente a casa dela que está sempre cheia de flores e inclusive tomar uma cerveja em seu pub predileto. As comidinhas do mercado também são bem saborosas, comi um Kebab e um pedaço de pizza bem italiana mesmo. Covent Garden: Praça atraente de Londres, com mercados de frutas e verduras, shopping, cafés e bares. Uma área pitoresca dominada por várias lojas é também um centro de diversões com artistas atuando na rua, sendo o portal de entrada para a Casa de Ópera Real (Royal Opera House). Estação de Metrô: Covent Garden. é uma das áreas mais agitadas da cidade, que eu adoro! Um local popular tanto entre londrinos quanto entre turistas. É a primeira praça planejada da cidade, com restaurantes, lojas e concertos ao ar livre. É uma delicia de lugar, dá para almoçar lá no restaurante do Jamie Oliver (Union) ou comer a famossa paella gigante. Esse bairro é um dos meus favoritos! Bem no centro de Covent Garden há um grande mercado chamado Apple Market com bancas de artesanatos em meio a restaurantes (inclusive um James Italian) e lojas. Em frente você tem uma praça na qual artistas de rua fazem performances de dança, músicas e outras artes. O bairro também tem boas livrarias e pubs além de um beco colorido lindo. Dicas: tem shake shack e bem’s cookies. Museu Britânico: O museu britânico de Londres fica situado no distrito de Holborn e contém mais de 7 milhões de objetos. O museu tem uma coleção impressionante, sendo um dos maiores e mais abrangentes do mundo, ilustrando e documentando a história e a cultura da humanidade em todos os continentes desde o começo da existência da espécie humana até os dias de hoje. O museu britânico foi criado no ano de 1753 e inclui antiguidades egípcias, romanas, gregas e do oriente médio, artefatos pré-históricos, entre outros. Estação de Metrô: Holborn. Ele possui uma arquitetura linda, com uma fachada lembrando um edifício greco-romano e um hall interno com um belo teto de vidro. Há muitas relíquias da antiguidade. Só pra citar os mais famosos: a Pedra de Roseta (que permitiu decifrar os hieróglifos egípcios) e os Mármores de Elgin (os famosos frisos do Parthenon de Atenas). 8 múmias do antigo Egito e máscaras mexicanas e esculturas astecas. Estátua da ilha de páscoa. Madame Tussaud’s: Localizado em Marylebone Road, perto da estação de metrô Baker Street, o museu foi criado em 1884 pela artista francesa Marie Tussaud que imigrou para a Inglaterra durante a revolução francesa. As esculturas de cera incluem estrelas de Hollywood tais quais Robert Pattinson, Morgan Freeman, Leonardo Dicaprio, Nicole Kidman, Brad Pitt, Angelina Jolie, Tara Palmer-Tompkinson, James Bond e muitos outros. Ao todo o museu tem 300 esculturas de cera! A família real britânica também está incluida na coleção de cera, assim como cantores famosos como Michael Jackson, Madonna, Beyonce, Britney Spears, Os Beatles, Justin Bieber entre outros artistas famosos. As réplicas de ceras são de excelente qualidade e parecem reais! Muito impressionante mesmo! Comprando o ingresso com antecedencia você evita a fila muito longa, pois se comprar o ingresso na porta você pode ficar até 3 horas na fila, durante a temporada de pique (época de verão e férias escolar, entre os meses de julho e agosto). Enquanto que se comprar com antecedência pode esperar na fila em torno de 1 hora. ROTEIRO DIA 3: segunda (London Pass) - THAMES RIVER BOAT CRUISE - LONDON EYE - BIG BEN - PALACE OF WESTMINSTER - CHURCHILL WAR ROOMS - ABADIA DE WESTMINSTER - PALÁCIO DE BUCKINGHAM - CATEDRAL DE WESTMINSTER - HARRODS - MUSEU DE HISTÓRIA NATURAL (GRATUITO) - KELSINGTON PALACE - PORTOBELLO MARKET Museu de Natural History: Um dos maiores museus de Londres com exibições de esqueletos de dinossauros e também espécimes coletados por Darwin. Estação de Metrô: South Kensington. Museu Imperial de Guerra: Contém coleção sobre as guerras ocorridas no século vinte e vinte um envolvendo a Grã-Betanha, incluindo a primeira e a segunda guerra mundial. Estação de Metrô: Waterloo Station. Churchill War Rooms - é o bunker de onde Churchill comandou as tropas britânicas durante a Segunda Guerra Mundial. Ele conta toda a história de como Churchill comandou os passos dados na segunda guerra mundial. O que achei muito legal é a interatividade do museu, quase que brincando você vai aprendendo a história toda. No centro do museu tem uma mesa gigante com uma timeline gigital e interativo onde você vai escolhendo determinadas datas e reações surpreendes acontecem na mesa toda atraindo a atenção de todos ali em volta, por exemplo: eu escolhi a data em que foram lançadas as bombas de Hiroshima e Nagasaki no Japão, em poucos segundos a mesa toda foi “bombardeada” e cinzas começaram a cair (tudo simulação nas telas que ficam sobre mesa). Big Ben: é o nome popular dado ao relógio na torre da Casa do Parlamento britânico, sendo um dos monumentos mais famosos e reconhecidos de Londres. Mas na verdade o nome Big Ben refere-se ao sino que fica dentro da torre do relógio. O nome oficial do sino é Great Bell (sino grandioso). Este sino pesa mais de 13 toneladas (13.760 kg) e também faz parte do relógio. Ao decorrer de toda hora o sino do relógio bate para marcar as horas.O número de badaladas coincide com o número de horas, marcando assim cada hora completa.Não se sabe exatamente porque o sino foi chamado de Big Ben, mas existem duas teorias a respeito. A primeira é que o sino foi nomeado em homenagem ao Senhor Benjamin Hall, que trabalhou com a instalação do sino. Benjamin Hall era um homem grande que era conhecido como Big Ben. A segunda teoria é que o sino foi nomeado em homenagem ao campeão de boxe peso pesado da época chamado Benjamin Caunt, que também era conhecido como Big Ben. A História do Big Bem: O palácio de Westminster foi destruído em um incêndio em 1834. No ano de 1844 foi decidido que a nova construção para a casa do parlamento deveria incluir uma torre e um relógio. O sino foi modelado em Whitechapel no ano de 1858 e o relógio terminou de ser construído no dia 10 de abril de 1858 e o sino Big Ben tocou pela primeira vez em Westminster no dia 31 de maio de 1859. O Big Ben é o terceiro relógio de torre mais alto do mundo e o maior relógio com quatro faces do mundo. Dois meses depois de instalado o sino Big Ben quebrou, quando obteve uma rachadura causada pela batida forte do martelo que faz o sino vibrar ao completar de uma hora. Então um martelo mais leve foi instalado e o sino foi roteado para que o lado intacto do sino seja usado para as batidas do martelo. O sino continua rachado até hoje. Características do Big Ben – O Relógio de Torre de Londres: O nome da torre do relógio Big Ben é Elizabeth Tower (Torre Elizabeth). O Big Ben fica deslumbrante durante a noite quando as quatro faces do relógio são iluminadas. Cada face do relógio mede 49.15 metros quadrados. O ponteiro do minuto mede 4.26 metros e as figuras na face do relógio medem 0.6 metros. A torre do relógio é de estilo Gótico, com 96.3 metros de altura e 334 degraus em uma escada espiral. Quando o Parlamento está com sessão em andamento, uma luz especial acima da face do relógio é iluminada, para que o público fique sabendo quando o parlamento está em funcionamento. A hora do Big Ben é regulada por uma pilha de moedas colocadas sobre um pêndulo. O relógio Big Ben raramente parou de funcionar. Até mesmo durante o bombardeamento de Londres e da Casa do Parlamento na segunda guerra mundial, a torre do relógio sobreviveu e o Big Ben continuou marcando as horas. As badaladas do sino Big Ben foram primeiramente mostrada na televisão no dia 31 de dezembro de 1923 e hoje em dia continuam sendo transmitidas. Visitando o Big Bem: A torre do relógio não está aberta ao público, mas os residentes do Reino Unido podem requerer uma visita através do seu representante parlamentar (entre aqui para achar o seu representante). As reservas podem ser feitas com até 6 meses de antecedência, pois as visitas são muito populares. O topo da torre do Big Ben tem uma vista espetacular de Londres. Dentro da torre pode-se também ver o mecanismo do relógio e ver também como o relógio funciona. Turistas não tem permissão para entrar dentro da torre do relógio Big Ben. Mas de qualquer forma o mais interessante é a vista do lado de fora. Mas, os turistas podem visitar o Palácio de Westminster Palácio de Westminster: (House of Parlament) é a sede do parlamento britânico em Londres e consiste de duas casas legislativas, a Casa dos Lordes e a Casa dos Comuns. O palácio fica localizado na margem norte do Rio Tâmisa (River Thames), no coração do distrito de Londres chamado City of Westminster, perto do mosteiro histórico de Westminster Abbey e os prédios do governo Whitehall e 10 Downing Street (residência oficial do Primeiro Ministro). O palácio de Westminster foi construído na idade média e foi quase todo destruído em um incêndio no ano de 1834. O palácio foi então reconstruído, mantendo as sua características originais e funcionando também como cerimonial para ocasiões reais. Originalmente o palácio de Westminster era a principal residência da família real britânica até que um incêndio anterior em 1512 destruiu o complexo real. Depois disso o palácio de Westminster virou sede do parlamento, que se reune neste palácio desde o século treze. Depois do último incêndio em 1834, o arquiteto Charles Barry reconstruiu o palácio em estilo gótico. Westminster tem 1.100 salas e dois pátios, parte do palácio onde se localizava a câmara legislativa foi destruída durante a segunda guerra mundial no ano de 1941. O palácio foi então reconstruído no final da guerra. A torre do relógio do palácio de Westminster é conhecida como Big Ben (apelido dado ao sino do relógio). O Big Ben é uma das maiores atrações turísticas de Londres. O palácio de Westminster faz parte do Patrimônio Mundial da UNESCO. Visitantes estrangeiros podem entrar no palácio para assistir a implementação de leis na câmara dos Lordes e dos comuns ao visitar a galeria pública quando o parlamento estiver em sessão. Visita ao Parlamento: Visitantes podem também assistir debates e sessões parlamentares que estejam acontecendo no dia e podem também acessar arquivos antigos sobre a história do parlamento de segunda a sexta-feira (é necessário mostrar um documento de identidade). Visitantes podem passear pela câmara do parlamento aos sábados e durante as férias de verão britânico quando o parlamento está de recesso. Horário de visita: Aos sábados entre as 9.15am até 4.30pm Ingressos: Bilhetes podem ser comprados na bilheteria ao lado da torre Jewel Tower perto de Abingdon Green.Alternativamente, você pode comprar o ingresso online. Chá das 5 no Parlamento – Além da visita você pode também tomar o chá inglês tradicional das 5 na casa do parlamento por £25. Este chá está disponível em dias variados. O chá acontece na câmara chamada Pugin com vista ao Rio Tamisa e inclui salmão, queijo, ovos, bolo, geleia, chá e café. London Eye: A roda gigante de Londres, é uma construção espetacular. A roda gigante é enorme e proporciona uma vista incrível da cidade de Londres. London Eye foi construída no ano de 1999 e tem 135 metros de altura, sendo a roda gigante mais alta da Europa e uma das atrações turísticas mais populares de Londres. A engenharia e arquitetura da London Eye são impressionantes, pois a roda gigante é sustentada por uma estrutura em forma de “A” somente por um lado, com tiras de aço semelhante a uma roda de bicicleta. A estrutura de aço completa da London Eye pesa 1.700 toneladas. London Eye é composta de 32 cabines, cada cabine pesa 10 toneladas e pode carregar até 25 pessoas. As cabines têm um formato oval e são ar-condicionadas. Os visitantes ficam em pé para apreciar a vista, mas todas as cabines têm um banco no centro para quem preferir sentar. London Eye gira 26cm por segundo, levando 30 minutos para fazer uma rotação completa. Proporcionando um passeio agradável e uma vista deslumbrante da capital Britânica. A roda mantém uma rotação constante e os passageiros entram e saem na cabine com a roda gigante girando, pois como a rotação é lenta da tempo suficiente para os passageiros sairem e entrarem. Local: London Eye fica localizada na margem do rio Tâmisa, em Jubilee Gardens, South Bank, perto do Palácio de Westminster e o Big Ben. As estações de metrô mais pertas são Waterloo, Embankment, Charing Cross e Westminster. Mosteiro de Westminster Abbey: é um mosteiro e igreja situado no distrito de Westminster em Londres. A Westminster Abbey tem uma architetura gótica e fica perto do Palácio de Westminster. Esta igreja é famosa por presidir enterros e sepultamentos de pessoas famosas e também quase todos casamentos da família real britânica. No dia 6 de setembro de 1997 o funeral da princesa Diana foi realizado na Westminster Abbey. A igreja de Westminster Abbey é um dos símbolos anglicanos da história da monarquia inglesa. Construída no ano de 624, no reinado de Mellitus, passou por várias restaurações e modificações. Sendo o local aonde o antigo e novo testamento foram traduzidos do latin para o inglês. A nova bíblia inglesa também foi composta na Westminster Abbey no século 20. No dia 17 de setembro de 2010, o Papa Benedict XVI foi o primeiro Papa católico a entrar na igreja anglicana de Westmisnter. Desde 1066 todas as coroações reais são realizadas na Westminster Abbey. Desde século 20 todos os casamentos da família real foram realizados em Westminster Abbey, com exceção do casamento de Príncipe Charles e Diana. Príncipe William e Kate também se casarão na igreja de Westminster no dia 29 abril de 2011. Entre as pessoas sepultadas na igreja de Westminster estão Isaac Newton em 1727 e Charles Darwin em 1882. Kensignton Palace / Gardens: foi o lar da princesa Diana. Os jardins reais! Um grande e belo parque onde estão localizados alguns pontos importantes da cidade: residência do príncipe Charles e Kate Middletown e um memorial a princesa Diana. Palácio de Buckingham: O Buckingham Palace em Londres é a residência oficial da Rainha da Inglaterra (Monarca do Reino Unido). O palácio fica localizado no centro de Westminster, sendo usado para eventos especiais de estado e também como hospitalidade real e banquetes. O palácio de Buckingham foi construído no ano de 1702 pelo Duque de Buckingham como sua casa em Londres. No ano de 1761 o duque vendeu a casa para o rei George III e em 1774 a casa foi nomeada Queen’s House (casa da rainha), quando a rainha Charlotte passou a morar lá. O palácio tem passado por muitas alterações e renovações, mas a frente do Palácio de Buckingham tem permanecida intacta como o original a mais de 300 anos atrás. A rainha Victoria foi a primeira monarca a fazer o palácio de Buckingham sua residência no ano de 1837. Hoje em dia o palácio é a residência da rainha Elizabeth II e o seu marido o Duque de Edinburgh. Quando o mastro da bandeira do palácio está levantada significa que a rainha está presente no palácio, quando a rainha está ausente a bandeira é abaixada. Se você entrar no palácio ficará impressionado com os móveis de antiquidade e com um dos maiores tesouros da família real, incluindo pinturas de Rembrandt, Rubens, Vermeer, Poussin, Canaletto e Claude. Também encontrará esculturas de Canova e Chantrey, porcelanas de Sevres e um dos móveis ingleses e franceses mais finos do mundo. O jardim de Buckingham Palace é o maior jardim particular de Londres. O palácio mede 108 metros por 120 metros e 24 metros de altura, com 77,000m2. O interior do palácio inclui uma sala de música, galeria de arte, a sala de guarda, a sala de trono e a ante- sala, que são usados para cerimônias reais e eventos oficiais. O palácio também tem a sala de café da manhã da rainha, com estilo chinês e a sala de entretenimento chamada Ballroom,que é a maior sala do palácio, aonde se realizam os eventos de banquetes e a cerimônia de nomeação e honra de cavalheiros. Residência oficial da monarquia britânica desde 1837 com 775 quartos, está aberto ao público de julho à setembro. Em exibição estão os tesouros reais, tal quais, pinturas de Rembrandt, esculturas de Canova, porcelanas de Sevres e um dos móveis mais finos do mundo. A Troca da Guarda é uma das atrações mais famosa de Londres – um ritual onde os soldados que protegem a rainha trocam de turno – começa diariamente às 11.30 da manhã de segunda à sábado e 10 da manhã aos domingos entre abril e julho (dias alternados entre agosto e março). Dura meia hora. Dica para assistir: Victoria memorial. Estação de Metrô: Victoria Station. Harrods: A maior loja de departamento da Europa. Situada em Knightsbridge um dos distritos mais sofisticados de Londres. Harrods é uma loja riquíssima com produtos de alta qualidade. Estação de Metrô: Knightsbridge. Ficou conhecida por ter sido comprada pelo pai do namorado da princesa Diana logo após seu falecimento, era um dos lugares favoritos dela. No subsolo há um memorial ao casal. Visitar todos seus andares é um evento, está cheia de mercadorias refinadíssimas com preços também extraordinários. Tem de tudo, desde móveis, cristais, piano, decoração, grifes, comida e muitas delícias. Não deixe de visitar as áreas de alimentação lindamente decoradas, com mais de 29 bares e restaurantes. A Harrods foi aberta em 1849 como uma pequena e impecável mercearia e em 1905 foi construído este monumento com mais de 300 departamentos. A loja é mais impressionante à noite, com mais de 11.500 luzes. Funcionamento: Segunda a Sabado das 10:00am – 9:00pm e aos domingos 11:30am* – 6:00pm Natural History Museum: abriga coleções relacionadas às ciências da vida e da Terra, tem mais de 70 milhões de espécies ou itens catalogados. Entre os destaques estão a área dedicada aos dinossauros, a bela coleção de mamíferos, a seção de biologia humana e a galeria dedicada aos terremotos, com direito a uma simulação real onde o chão treme. Science Museum: possui mais de 30 mil itens em seu acervo, com marcos da história industrial, conqusitas tecnológicas, obras de arte e objetos históricos, tais como a primeira lâmpada e o primeiro motor a vapor. Distribuidas por seis andares estão galerias que abordam assuntos como o espaço, atmosfera, agricultura, telecomunicações, computação, matemática e energia. O museu conta ainda com um cinema IMAX 3D em seu interior. Victoria e Albert Museum: considerado o museu nacional da Grã-Bretanha de arte e design, possuindo a melhor coleção de arte decorativa do mundo, com mais de 4,5 milhões de objetos espalhados em 13 km de galerias e corredores abordando 5 mil anos de história da arte. Museu de artes mais importante do mundo, conta com pinturas, esculturas e peças encontradas em escavações e pesquisas. Você pode estar se perguntando qual a diferença dele para o British Museum e National Gallery? Bom ele conta a história da arte apoiando-se nas diferentes civilizações e como a arte foi importante para nossa evolução. Já o BT conta muito mais do que isso, fala sobre o ser humano, como evoluímos, quais era as civilizações e como elas se formaram, a cultura e rituais de cada civilização em diferentes épocas, como surgiu a escrita e assim por diante, sempre apoiando-se na arte e objetos encontradas ao londo da história. A National Gallery é puramente pintura, representações reais e fictícias através das telas comandadas por pintores importantes da história, que mesmo com poucas ferramentas conseguiam reproduzir o cotidiano com uma riqueza de detalhes perfeita. Catedral de Westminster: é a maior igreja católica na Inglaterra, sendo a principal igreja da comunidade católica em Londres. A catedral se localiza em Victoria, no distrito de Westminster, Londres. O topo da torre da catedral fica à 64 metros de altura, tendo uma vista encantadora da cidade de Londres. A igreja de Westminster foi construída em 1895 com o estilo de arquitetura Bizantina. A decoração da igreja inclui mosaicos, mármores e esculturas. Os visitantes podem fazer um passeio pela igreja e também pela torre para apreciar uma vista panorâmica da cidade. ROTEIRO DIA 4: terça (London Pass) MANHÃ: - CASTELO DE WINDSOR TARDE: - LONDON TOWER (9:00) - TOWER BRIDGE EXHIBITION - THE LONDON BRIDGE EXPERIENCE - THE SHARD - SOTHWARK CATHEDRAL (GRATUITO) - BOROUGH MARKET - TATE MODERN (GRATUITO) - MILLENIUM BRIDGE - CATEDRAL DE SÃO PAULO - MUSEU DE LONDRES Windsor Castle: Castelo mais antigo do mundo. Diz a lenda que a rainha ainda passa diversos finais de semana por aqui. Eu diria que é o mais importante castelo da Inglaterra em virtude de seu acervo, conta detalhes da história do país e fez parte de todos esses fatos exibidos. Fato interessante: a Mary Queen construiu um quarto de bonecas em 1921 e está intacto até hoje, pode ser visitado normalmente. é preciso pegar um trem a partir da estação de Waterloo ou Paddingdon. A viagem dura cerca de uma hora. Galeria Tate Modern: Galeria de Arte Moderna em Londres com exibições de arte contemporânea, incluindo exposições de vários artistas famosos. A galeria Tate contém coleções de arte britânica desde 1500 até os dias atuais e também tem uma coleção moderna impressionante de artistas internacionais desde 1900 até hoje. O museu é em uma antiga usina elétrica com arte moderna. Tem bastante obra do Salvador Dali e Picasso. Entrada grátis. Estação de Metrô: Southwark ou London Bridge. Museu de Londres: Contem artefatos, fotos e objetos de arqueologia sobre a história de Londres e sua população. Ele conta a história da cidade desde os seus primórdios até os dias de hoje. Vemos maquetes e peças que nos mostram como era Londres na época pré-histórica, na época dos celtas e dos romanos, na época medieval, na época vitoriana, na época das grandes guerras... Tudo muito bem representado e ilustrado.Estação de Metrô: Barbican. A Torre de Londres: No começo do ano de 1080, William o conquistador começou a construir uma torre imensa de pedra no centro do seu forte em Londres, uma construção como nunca foi vista antes. A torre é uma complexa construção com vários cômodos entre quatro anéis concêntricos de defesa rodeado por água. A principal função da torre é de defesa, sendo também um palácio e prisão real onde a rainha Elisabeth I foi mantida em cativeiro durante a inquisição em 1554. A torre de Londres tem uma história macabra por ter sido usada como prisão e tortura de prisioneiros na Idade Média. Durante a segunda guerra mundial a torre foi usada mais uma vez para reter prisioneiros de guerra. Este castelo foi originalmente usado como residência da família real, mas desde 1100 foi usado como prisão para pessoas acusadas de infidels. Hoje em dia é uma das atrações turísticas mais populares de Londres. Estação de metrô: Tower Hill. A Torre de Londres na verdade é um palácio e forte real no lado norte da margem do rio Tâmisa no centro de Londres. O forte foi criado em 1066 depois da conquista normânica da Grã-Bretanha, por William, o conquistador. Contendo um total de 20 torres! Um forte poderoso em um local estratégico do rio Tâmisa contra ataques estrangeiros. O castelo foi usado como prisão desde 1100, antes disso era usado como residência real. A Torre de Londres desempenhou um papel proeminente na história da Inglaterra, tendo emprisionado pessoas relacionadas com a corôa real, incluindo dois príncipes, Anne Boleyn e Elisabeth I. A Torre de Londres ficou famosa e com uma reputação local de tortura e morte. A torre também foi usada como prisão durante a primeira e a segunda guerra mundial, sobrevivendo o bombardeio da guerra. Hoje em dia é uma das atrações turísticas mais famosas de Londres. O horário de abertura da torre é entre 9.00h às 17.30h de terça à sábado e 10.00h as 17.30h entre domingo e segunda. É aqui onde estão as jóias reais, você pode visitar uma sala onde as mais importantes jóias inglesas estão exibidas, incluindo a coroa da rainha (27,5 milhões de libras). Como a torre é bem grande você pode levar em torno de 2 ou 3 horas para ver tudo. Mais de 9 milhões de soldados e 7 milhões de civis morreram durante a guerra, que envolveu os países aliados Reino Unido, França, Russia, Japão, Estados Unidos e Italia contra Alemanha, Austria e Hungria, Bulgaria e Império Otomano (Turquia). Tower Bridge: A Ponte da Torre fica entre os distritos de Tower Hamlets e Southwark, ligando os dois lados da cidade de Londres através do rio Tâmisa. A ponte é móvel do tipo báscula e também suspensa. Como o nome diz a Ponte da Torre tem duas torres que são conectadas por duas passarelas horizontais na parte superior da torre. As partes de operação da báscula são situadas dentro das torres. A ponte começou a ser construída em 1886 e levou 8 anos para ser concluída, sendo inaugurada em 1894. A estrutura da Tower Bridge tem 224 metros de comprimento e 65 metros de altura. Tendo uma vista esplêndida e extraordinária da cidade de Londres, situada ao lado da Torre de Londres. Estação de metrô: Tower Hill. Shakespeare, The Globe: Um teatro rústico baseado na época de Shakespeare à beira do rio Tâmisa, que foi reconstruído com as mesmas características da casa de espetáculo construída em 1599, onde Shakespeare trabalhava e aonde ele escreveu várias peças. As sessões de teatro estão abertas de abril a outubro com produções dos trabalhos de Shakespeare e outros escritores da sua época assim como escritores atuais. A platéia assiste as peças de uma galeria com bancadas ou em pé na arena central, exatamente como se fazia a 400 anos atrás. Estação de Metrô: London Bridge ou Southwark. HMS Belfast – Navio de guerra da marinha Britânica que poderá visitar. The London Bridge Experience – Atração turística onde atores recriam alguns dos episódios mais assustadores da História da cidade como o Incêndio de Londres e Jack, o Estripador. Os adolescentes adoram este lugar. Alguns adultos, nem por isso. Southwark Cathedral – Catedral gótica de Southwark. Tire umas fotografias no exterior e espreite lá dentro. National Gallery: A famosa galeria de arte tem entrada franca e possui mais 2.300 pinturas, que vão desde a metade do século 13 até o século 20. Dentre elas a versão light da “Madona das Rochas” de Leonardo da Vinci e um dos quadros dos “Girassóis” de Van Gogh, entre muitas outras obras maravilhosas, incluindo artistas como Michelangelo, Manet, Monet. Se ainda não for muito tarde, há a opção de visitar o museu que fica atrás do National Gallery: o National Portrait Gallery. Ele expõe retratos pintados de personalidades inglesas famosas desde o século 14. Veja como eram as feições da Rainha Vitória, do Rei Henrique VIII e suas 6 esposas, de Isaac Newton, de William Shakespeare, entre muitos outros. Um passeio bem interessante. Millenium Bridge: foi inaugurada no ano 2000 para celebrar a passagem do milênio. A Ponte do Milênio na verdade é uma passarela sobre o rio Tâmisa que liga a Catedral de St Paul’s até a galeria Tate Modern e o teatro de Shakespeare. Esta ponte foi construída com aço e tem uma tecnologia inovadora que permite que seja suspensa por cabos laterais. A Catedral de St Paul’s fica perfeitamente enquadrada pelos suportes da ponte. O design da Ponte do Milênio tem 325 metros de comprimento com dois pilares no rio e oito cabos laterais de suspensão. Os cabos de suspensão são tencionados criando uma força de 2.000 toneladas contra os pilares em cada ponta da ponte. Força suficiente para aguentar 5.000 pessoas na ponte de uma vez. Se você estiver fazendo uma visita a catedra lde St Paul’s vale a pena atravessar a ponte e apreciar uma vista incrível de Londres. Local: a estação de metrô mais perto da ponte é Mansion House. Shad Thames – uma zona histórica de Londres correspondente a docas com armazéns antigos convertidos em edifícios modernos como, aliás, grande parte do South Bank. The Shard, o prédio mais alto de Londres que foi recentemente inaugurado. É possível subir e ter uma impressionante vista 360 graus da cidade. São dois níveis: primeiro você vê o andar 69 e então pode subir as escadas pro andar 72 que está a 244 metros do chão e é parcialmente descoberto. Tem um formato de pepino e a entrada é 25 libras. Catedral de St Paul’s: A catedral de St Paul’s é um dos pontos turísticos mais deslumbrantes e famosos de Londres. A construção atual é considerada como a quinta catedral construída no mesmo local desde do ano 604 AD e foi o prédio mais alto de Londres entre os anos de 1710 até 1962 com 111 metros de altura. A Catedral de St Paul’s está situada no centro da cidade de Londres, no topo da ladeira de Ludgate Hill, o ponto mais alto da cidade. A arquitetura de St Paul’s Cathedral é grandiosa e a construção atual foi construída no século 17 pelo arquiteto Sir Christopher Wren. A catedral de St Paul’s é uma das igrejas mais prestigiosas de Londres, aonde eventos religiosos importantes são realizados, incluindo o enterro de Lorde Nelson, Duque de Wellington e o Primeiro Ministro Winston Churchill, o jubileu da rainha Victoria, jubileu de ouro e 80th aniversário da rainha Elisabeth II e o casamento do Príncipe Charles com a Princesa Diana. St Paul’s Cathedral é uma igreja anglicana com arquitetura de estilo renascente, a igreja antiga foi destruída no grande fogo de Londres em 1666 e reconstruída com o atual design. O design atual foi baseado na Basílica de St Peter em Roma e a cúpula da igreja foi inspirada por Françoi Mansart’s Val-de-Grâce, durante uma visita de Wren à Paris em 1665. Visita a Catedral de St’ Paul: Turistas podem pagar uma taxa para entrar na igreja e subir 259 degraus até o topo da catedral aonde pode-se obter uma vista panorâmica fantástica de Londres. Horário de abertura – A catedral está aberta para visitas entre as 8.30 da manhã até as 4 da tarde. Ingressos – podem ser comprados online ou na entrada (o bilhete online é um pouco mais barato, custando £1.50 a menos). O ingresso de um adulto custa 16 libras na porta e 14.50 online. O ingresso de família (2 adultos e duas crianças) custa 39 libras na porta e 35.00 online. Chá em St Paul’s – Há também um restuarante na catedral aonde os visitantes podem tomar o famoso chá das 5. O chá é servido entre as 2.30h e 4.30h de segunda a sábado. Local – St Paul’s fica perto da estação de metro St Paul’s, na linha vermelha chamada central line. TRANSPORTE AEROPORTO – CIDADE [Heathrow – LHR] Heathrow Express – trem de alta velocidade, sem paradas, que liga o aeroporto à estação de trem e metrô Paddington, em Londres, em apenas 15 minutos. Atenção ao seu terminal na hora de fazer o trajeto Londres-aeroporto. Se seu Terminal for o 2 ou o 3, desembarque no Heathrow Terminal 2 and 3. Se estiver indo para o Terminal 5, continue a bordo após a parada no Terminal 2&3. Os trens continuam até o Terminal 5 (em mais 6 minutos de viagem). Agora se estiver indo para o Terminal 4, desembarque no Heathrow Terminal 2 & 3, e pegue um transfer grátis (trem), que sai a cada 15 minutos (apenas 4 minutos de viagem). Metrô – Piccadilly Line (azul) – Em alguns minutos de metrô é possível ir do aeroporto de Heathrow até a cidade, com paradas em todas as estações da Piccadilly Line (linha azul). Muito fácil fazer baldeação para qualquer outra linha. No trajeto cidade-aeroporto, atenção ao seu terminal. Alguns trens vão para os terminais 2, 3 & 4 e outros vão para os terminais 2, 3 & 5. Pegue o trem certo (e quando estiver esperando na estação, cheque no letreiro do TREM, pois às vezes o letreiro da estação está confuso/quebrado). O metrô chega praticamente dentro do aeroporto. [Gatwick – LGH] Gatwick Express – trem de alta velocidade, sem paradas, que liga o aeroporto de Gatwick à estação de trem/metrô no centro de Londres, Victoria Station, em apenas 30 minutos de viagem. [London City – LCY] Metrô – DLR Line (verde água) – O aeroporto London City é bem central e está ligado à cidade pela “tube” londrino. METRÔ & ÔNIBUS Para quem for ficar muito tempo em Londres, vale a pena comprar/fazer o Oyster Card (nas próprias máquinas dos metrôs). Assim as suas viagens, tanto de metrô como de ônibus, sairão muito mais baratas. É só ir recarregando nas máquinas conforme uso (só se recarrega no metrô – se entrar no ônibus sem créditos vai passar vergonha! rs). Vale lembrar que o ônibus custa MUITO mais barato do que o metrô (aliás, metrô é caríssimo em Londres, apesar de super eficiente). Gostei de andar de ônibus porque são aqueles de dois andares e é como um passeio turístico, mas há certo trânsito e pode demorar muito em alguns horários. Aí é melhor mesmo o metrô. Aqui nesse site você pode planejar as suas viagens e ver que ônibus e linhas de metrô precisa pegar para chegar ao destino desejado. Para quem for passar pouco tempo, recomendo comprar o ticket que vale por um dia inteiro, ilimitado (nas máquinas também). Antes de começar, não se esqueça de comprar seu cartão Oyster, para usar no transporte público. Compre o tipo travelcard de uma semana para zonas 1/2 e aí não terá nenhuma preocupação! Clique aqui para ler o post que explica tudo sobre tipos de tickets e tarifas. COMES E BEBES café da manhã inglês: tradicional prato com ovos, bacon, salsichas, feijão docinho e torradas com manteiga. O lugar ideal para provar um bom prato sem pagar tão caro é o Garfunkels. um pub antigo, cheio de história Bob Bob Ricard 1 Upper James Street, SOHO / Estação: Piccadilly Circus (ñ mto perto) Esse restaurante mistura a culinária britânica com a russa (adooooro! Saiba mais aqui), mas a visita vale mesmo pela atmosfera/decor (e pela sobremesa!!!). Possui dois ambientes, “the blue dining room” e “the red dining room”. Nós ficamos na blue (não dá para escolher na reserva) e o lugar é todo azul marinho e dourado (bem exagerado mesmo) e recria um vagão do trem Orient Express (tem até cortininha entre uma mesa e outra). O destaque fica para o botão “press for champagne” que existe em cada mesa. Achei o máximo!!!! Claro que perguntei como funcionava antes de apertar (se não, poderia ser aquele susto na conta!!!) e é o seguinte: ao apertar, o garçom vem imediatamente com o menu de champagnes/vinhos pra você escolher, e depooooois vem a garrafa. O prato imperdível é a sobremesa BBR Signature Chocolate Glory, que além de ser linda, é deliciosa. Precisa reservar (pelo site) e o dress code é elegante (sugestão de roupa: homens – calça social ou jeans, sapato e camisa, blazer opcional / mulheres – vestidinhos, calças, saias, salto, bolsinha… Um pouco menos do que a roupa que você iria para balada e um pouco mais do que um jantar normal). Artesian Bar 1C Portland Place, The Langham Hotel / Estação: Oxford Circus Esse bar foi eleito pela 4ª vez consecutiva O MELHOR BAR DO MUNDO! E é realmente fantástico. Fica no The Langham Hotel, na continuação da Regent Street, em um ambiente tradicional de bar (lindo). O destaque fica para os coquetéis surrealistas, que são surpreendentes, cheios de efeitos especiais (e ainda super deliciosos e diferentões! Combinações inusitadas que deram certo!). Há comida no horário do almoço, mas no fim da tarde/noite, apenas aperitivos. Fui sem reserva e sentei facilmente. Bubbledogs 70 Charlotte Street, FITZROVIA / Estação: Goodge Street Você imaginaria um restaurante que só vende cachorro quente e CHAMPAGNE?? Não, né?! Em Londres, esse lugar existe e é o maior sucesso! O Bubbledogs tem a maior pompa de restaurante, mas no cardápio, apenas hot dogs gourmets e uma lista bem grande de espumantes (por garrafa e por taça). Confesso que já comi hot dogs melhores, mas um lugar criativo desses merece sua visita. Bubbledogs LondonRestaurante de hot dogs e champagne | Bubbledogs London Chin Chin Labs Nitro Ice Cream 49 – 50 Camden Lock Place, CAMDEN / Estação: Camden Town Essa sorveteria no descolado bairro de Camden não poderia ser outra coisa que não descolada!! Todos os sorvetes são feitos de nitrogênio líquido, na frente do cliente. Você escolhe o sabor e lá vai o funcionário fazer um fumacê para o seu sorvete ficar pronto. O meu, de salt caramel, estava ótimo!!! Franco Manca Sourdough Pizza Há dezenas de unidades espalhadas por Londres – veja aqui Eu fui na de COVENT GARDEN: 39 Maiden Lane / Estação: Covent Garden A pizza sourdough tem uma massa feita com leveduras selvagens, mais ácidas/azedas, um pão de verdade, ancestral e, na minha opinião, delicioso. Um verdadeiro achado em Londres pois tem ambiente descontraído, pizzas gostosas e… PREÇO BOM!! A Franco Manca tem dezenas de unidades em Londres, mas fui na do Covent Garden e adorei. Radio Rooftop Bar | Hotel ME London by Melia 336 – 337 Strand, prox. Covent Garden / Estação: Temple ou Covent Garden Quando faz calor em Londres as pessoas correm todas para os rooftops da cidade!! E um dos que estão bombando é o Radio Rooftop Bar, no Hotel ME (vizinho ao hotel que me hospedei, Strand Palace). Recomendo ir no fim de tarde… Ambiente gostoso! Não fica muito no alto, mas mesmo assim a vista é linda! Não achei fácil conhecer esse lugar, pois é daqueles que barram na porta (não sei com base em que, mas disseram que é por lotação), portanto recomendo reservar (+44 845 601 8980), pois fui em uma terça-feira e estava lotado (fui sem reserva, mas era apenas eu, sozinha). DJ e povo animado. Duck and Waffle 110 Bishopsgate / Estação: Liverpool Street O nome engraçado desse restaurante não é por acaso: waffles com recheio de pato é o prato principal da casa (duck & waffle: crispy leg confit, fried duck egg, mustard maple syrup). O restaurante chama a atenção na cena gastronômica londrina por 3 motivos: 1. fica aberto dia e noite (em Londres, muita coisa fecha cedíssimo), 2. está em um andar MUITO alto (40º andar), oferecendo vistas maravilhosas dos skyscrapers da cidade, e 3. está no mesmo prédio de outro restaurante famoso chamado SushiSamba. Recomendo reservar com bastante antecedência pelo site, pois o lugar é mega concorrido, até mesmo de manhã, de madrugada e em dias de semana!! POLPO Há várias unidades espalhadas por Londres – veja aqui Eu fui na de: NOTTING HILL – 126-128 Notting Hill Gate e na de: COVENT GARDEN – 6 Maiden Lane O que achei legal desse restaurante é que ele é de TAPAS. Só que tapas ITALIANAS! Como tem Polpo em vários endereços de Londres, e normalmente fica aberto para almoço e jantar, pode ser uma ótima opção para uma refeição rápida, no meio de um dia de tour. As almôndegas são deliciosas. Ben’s Cookies Covent Garden – 13a The Piazza / Estação: Covent Garden (veja outras localidades aqui) Sério, é crocante por fora, molinho por dentro, quentinho… Hummmmm! Ainda bem (ou infelizmente) que tem lojas da Ben’s Cookies em vários endereços de Londres (veja aqui), eu fui várias vezes na de Covent Garden, que fica dentro da pracinha coberta. Ben’s Cookies – LondresO melhor cookie do mundo!!! Ben’s Cookies, Londres The Ivy Market Grill 1 Henrietta Street, COVENT GARDEN / Estação: Covent Garden O The Ivy Market Grill é a versão informal (e mais acessível) do tradicional restaurante The Ivy, aberto em 1917. O menu é composto por pratos “comfort food” da culinária britânica e outros internacionais. O lugar ideal para pedir um icônico fish and chips. De sobremesa, peça uma deliciosa bombe de chocolate. Jamie’s Unions Jack 5, North Hall – Covent Garden Piazza / Estação: Covent Garden Apesar do Chef Gordon Ramsay (aquele do programa Hell’s Kitchen) ser considerado o melhor chef britânico (e de fato é… Mega estrelado Michelin), eu gosto muito mais do Jamie Oliver! Há vários restaurantes diferentes que levam o nome do chef, espalhados pelos quatro cantos do mundo e claro, por Londres (veja todos aqui), mas gostei muito de conhecer o Jamie’s Union Jack, que fica no Covent Garden (dentro da “pracinha”). É bem informal e é de culinária britânica “nostálgica”, utilizando apenas ingredientes naturais/artesanais. Perfeito para um almoço rápido ou um jantar. Destaque para o prato de “free range chicken”. Para quem não sabe, o Jamie Oliver é um ativista que luta contra várias práticas da indústria alimentícia, entre elas, a forma como hoje frangos são “produzidos”. Defende e incentiva que os animais vivam livres e que sejam bem tratados (saiba mais aqui). Não sei se foi por causa disso ou não, mas realmente meu frango estava muito mais gostoso que a média, com sabor de fraaaango da fazenda, sabe?! PUB existem vários com o selo “Taylor Walker”, que é quem fornece a comida e faz os menus (ou seja, garantia de que é bom!). Veja aqui todos os pubs com selo Taylor Walker. Os pratos típicos dos pubs britânicos, além de cervejas, são: burgers, fish&chips e tortas salgadas. Fomos no The Glassblower, em Piccadilly (40-42 Glasshouse Street, Piccadilly – perto da Regent Street). Ah, não poderia me esquecer das milhares de lojas da Pret A Manger e EAT espalhadas por Londres. Chegam a ter às vezes mais de 4 no mesmo quarteirão!!! São de comidas prontas ou semi-prontas, geralmente mais naturebas, ideais para um almoço rápido. É febre entre os londrinos. Pelo que percebi, só almoçam assim agora!!
  10. Olá pessoal! O que irei compartilhar com vocês foi uma compilação bastante abrangente de informações sobre todos os pontos turísticos da cidade de Lima, que reuni para montar minha viagem (na verdade, tratou-se de uma escala de 17 horas que tive voltando de Cuba, em 2017). As informações foram extraídas aqui do site e também de muitos blogs. Aproveitem! Roteiro: 1 dia em Lima Táxi + caminhada: Essa é sem dúvida a opção mais eficiente de se transportar em Lima. Como não existe nem taxímetro e nem tabela, negocie o preço da corrida antes de entrar no táxi. Preço médio dos táxis em Lima: Dentro do centro: 5-7 Soles Do centro a Miraflores: 12 – 15 Soles Do centro a Barranco: 15- 18 Soles [Caso o taxista te peça mais que isso, negocie e se ele não quiser, pode dispensar]. Primeira parte - centro histórico de Lima Começaremos o nosso passeio pela Plaza das Armas, ou Plaza Mayor, o coração do centro histórico de Lima. Ali estão o Palácio do Governo, a sede da prefeitura de Lima, a Catedral de Lima, o palácio do arcebispo e outros edifícios históricos. Em seguida faremos uma pequena caminhada por igrejas e museus locais. Como temos apenas uma manhã para visitar o centro (o que está longe de ser o tempo ideal, vou focar apenas no meu pedaço preferido, entrando apenas nos lugares que realmente valem a pena. Plaza de Armas de Lima: Palácio do Governo: o palácio do Governo está aberto para visitar, desde que a reserva seja feita com 48 horas de antecedência (ou no próprio palácio ou por telefone). Todos os dias as 12:00 ocorre uma pequena troca da guarda. Se você tiver por lá, não perca! Palácio do arcebispo: Palácio antigo, bonito e bem decorado onde reside o bispo de Lima. Sede da prefeitura de Lima: a prefeitura está aberta para visitas guiadas. Catedral de Lima Considerada uma das catedrais mais bonitas da América Latina, a Catedral de Lima. A catedral é repleta de altares, esculturas e obras de arte fantásticas. O tour Guiado pela Catedral de Lima Como a catedral é super rica em detalhes, sugiro que você faça o tour guiado (que está incluso na entrada e é super explicativo). Caso você opte pelo tour, é esperado que você deixe alguma gorjeta para o Guia. Tempo de visita guiada: 1h Preço: 10 soles Alguns destaques do tour: O tour pela catedral conta um pouco da história de Lima, descreve personagens importantes, os santos da cidade e algumas das obras de arte mais interessantes em exibição na igreja, que é cheia de detalhes lindos. Isso sem falar nos altares maravilhosos, coro de madeira impressionante e coleção do museu. Tem muita coisa bacana. Casa de Literatura Peruana Nossa próxima parada oficial é o convento de São Francisco, um dos conventos mais interessantes que eu já visitei, mas antes de chegar lá, passaremos por dois prédios históricos e merecem, pelo menos, uma olhadinha rápida. Este museu literário funciona no prédio de uma antiga estação de trem. As instalações são lindas e merecem a visita. Pra quem se interessa pela lingua espanhola, o museu certamente merece uma atenção maior. Museu Bodega y Quadra Uma casa colonial que já passou por vários momentos históricos interessantes. Explore o segundo piso para saber mais sobre a casa, e o pátio externo para aprender sobre as origens do prédio em algumas escavações. Igreja e convento de São Francisco O convento de São Francisco, também conhecido como igreja das catacumbas foi fundado em 1672 pela ordem dos Franciscanos. O museu tem uma coleção de arte impressionantes (duas das obras são atribuídas ao pintor espanhol Francisco Zubarán), uma das bibliotecas mais lindas da América do sul e uma galeria de catacumbas surreal. São túneis e túneis repletos com mais de 25.000 ossos. A visita é guiada e super interessante. Tempo de visita: 1 hora Preço: 7 Soles Outros lugares que merecem uma parada se você tiver tempo | Opcional Igreja e convento de Santo Domingo: A igreja é linda por fora, super bonitinha por dentro, e eu ouvi maravilhas do convento. Só que quando passei por lá a igreja tinha acabado de fechar. Como eu adoraria ter visitado, deixo a dica. Palácio Torre Tagle: Um dos casarões coloniais mais lindos de Lima. A parte de baixo esta aberta para visitas e é realmente super bonito. Dica: Na frente desse palácio, há uma segunda construção super linda. A construção é privada e não está aberta para visitas, mas o pátio repleto de estátuas merece uma espiada por trás das grades. Museu del Banco Central de Reserva: Outro museu, que independentemente da exposição do momento, merece uma parada para visitar o prédio. Reparem nos ricos detalhes da porta e do prédio todo. Plaza San Martin: Passe nessa praça ou de táxi ou no seu caminho para o Metrô Bus. A praça é bonitinha e em 5 minutinhos dá para espiar tudo. Parte II: Miraflores Praça Kenedy Comece sua caminhada pela praça Kennedy, uma praça super florida e repleta de gatos. Aqui perto, tem um monte de restaurantes gostosos para almoçar. Como você tem pouco tempo, recomendo um sanduba rápido porém caprichado no La Lucha, acompanhado de um suco de frutas natural. De volta a praça, caminhe por dentro dela até chegar na igreja Virgen Milagrosa. Na saída do parque, não deixe de reparar na fonte. Igreja Matriz Virgen Milagrosa Caminhe por dentro do parque. Na saída, aproveite para visitar a igreja Virgen Milagrosa, que é super bonita e fica lá em frente. As praias de Miraflores vistas de cima Saindo da igreja caminhe reto pela Avenida do Larco (uma avenida comum sem grandes atrativos especiais), até chegar na costa onde esta o Lacomar Mall. Antes de entrar no shopping, aproveite e veja as lindas vistas da costa. Shopping Lacomar Mall Um dos principais shoppings da cidade, o Lacomar tem um monte de lojas bacanas e bons restaurantes. Mas como compras não é o foco do dia de hoje, simplesmente atravessaremos o shopping e aproveitando para olhar para o mar das duas diferentes pontas. Olhando para o mar, do lado esquerdo está a praia de Barranqueiros e do lado direito está a Pebble Beach. (Se alguém tem vontade de fazer aulas de Surt, é ali no Makaha Surf que os iniciantes aprendem a surfar. Ainda olhando para baixo, repare numa construção de madeira (tipo um pier) branco de telhadinho azul. Esse é um dos bons (porém caros) restaurantes de Lima. Não tive a chance de provar, mas meu amigo Peruano recomendou muito bem. Saindo do shopping começa a minha caminhada preferida da cidade, um passeio super gostoso pelo calçadão de Lima. Para isso siga contornando o mar (Melecón de la Reserva). Nesse caminho passaremos por vários pequenos parques floridos. Dois deles merecem um destaque especial: Parque del Amor Um parque fofíssimo, repleto de Mosaiscos a la Gaudí estampados com frases de amor e formas coloridas. No centro da praça há uma escultura tamanho família. Do parque do amor, você conseguirá avistar nossa próxima parada, o Farol Marina Náutica. Farol Marina Nautica Continuando caminhada pela Orla, nossa próxima parada é o farol Marina. O Farol pode ser visto desde a praça do amor, e conforme você se aproxima, a vista só melhora. Chegando a praça, då para tirar fotos lindas da frente do farol. 1) Tempo estimado para o roteiro em Lima: Chegamos no aeroporto de Lima às 10:45 da manhã e retornamos do passeio por volta das 22:00. 2) Onde guardar as malas no aeroporto: procure pelo “Left Luggage” na saída do desembarque doméstico, para guardar as malas. Atenção: o depósito de bagagem funciona 7 dias por semana, 24 horas por dia. Na época em que fomos, não foi possível pagá-lo com cartão de crédito, apenas com dinheiro em espécie. 3) Como se deslocar do aeroporto até o centro histórico de Lima: O Aeroporto Internacional Jorge Chávez está localizado na cidade vizinha de Callao e, infelizmente, não há transporte público de qualidade para chegar até o centro histórico deLima. Para quem, no entanto, vai direto para o bairro Miraflores, há a opção do Ebus, uma van que percorre 17 km entre o aeroporto e o hotel Casa Andina Private Collection Miraflores. De maneira geral, os táxis em Lima não costumam usar taxímetro. Esta é a parte chata da história e você precisa negociar o preço antes. Logo na área de desembarque, você verá guichês de táxi. Esses táxis costumam ser mais caros que os táxis disponíveis na área externa do aeroporto, porém, são mais seguros. 4) Roteiro de 1 dia e Lima: § Plaza de Armas Patrimônio da Unesco, a Plaza de Armas foi o centro político e cultural da antiga Lima colonial e abriga ainda hoje ícones arquitetônicos da capital peruana como a sua Catedral, o Palácio do Governo, a prefeitura e a residência do Arcebispo. Bem perto dali, cerca de 500 metros, você encontrará ainda a Igreja e o Convento de São Francisco, construções do século 17, cujas galerias subterrâneas serviram como cemitério. Após conhecer essa região, caminhe pela rua Jirón de la Unión até a Plaza San Martin (cerca de 900 metros da Plaza de Armas). Finalizado o roteiro no centro histórico, pegue um táxi para Huaca Pucllana. Lembre-se de sempre negociar o preço antes. § Huaca Pucllana Para quem gosta de sítios arqueológicos, esta é uma das atrações mais interessantes de Lima. Não deixe de visitá-la. Considerado um dos mais importantes centros cerimoniais da cultura de povos pré-hispânicos no país, entre os anos 200 e 700 d.C., o Huaca Pucllana abriga uma pirâmide de quase 25 metros de altura, um museu com peças encontradas durante as escavações, uma área com animais locais e um restaurante com comidas peruanas. Para visitar a atração, embarque em uma visita guiada, com duração de 40 a 60 minutos. Vale a pena! § El Parque del Amor De Huaca Pucllana, siga a pé cerca de 1,9 km até o parque El Parque del Amor. No caminho, beba uma Inca Kola, um refrigerante docinho e amarelo típico do Peru. Já no parque, curta a vista do alto da colina; veja as esculturas dedicadas aos apaixonados, entre elas a mais famosa El Beso (O Beijo); Passeie pela orla do Pacífico e caminhe até o shopping a céu aberto Larcomar. Se já estiver escurecendo, pegue um táxi (negocie o preço antes) até o Circuito Mágico das Águas. § Circuito Mágico das Águas Localizado dentro do Parque de La Reserva, o Circuito Mágico das Águas é uma combinação de fontes luminosas que literalmente dançam conforme a música. Tente visitá-lo no período da noite, quando fica mais bonito. Atenção: o parque funciona das 15:00 às 22:30 e não abre nas segundas-feiras. Quando visitamos o circuito, estava acontecendo uma feirinha de comidas típicas dentro do parque. Comemos um Mix de Ceviche e tomamos um Pisco Sour. Uma experiência bem peruana!
  11. Olá pessoal! O que irei compartilhar com vocês foi uma compilação bastante abrangente de informações sobre todos os pontos turísticos de Cuba, que reuni para montar minha viagem 2016-2017. As informações foram extraídas aqui do site e também de muitos blogs. Aproveitem! 29/12: São Paulo – Havana (18:40) 30/12: Havana 31/12: Havana 01/01: Havana - Cienfuegos 02/01: Cienfuegos - Trinidad 03/01: Trinidad 04/01: Trinidad 05/01: Trinidad - Remedios 06/01: Remedios 07/01: Remedios 08/01: Remedios – Santa Clara – Havana (domingo) 09/01: Havana - Viñales 10/01: Viñales - Havana 11/01: Havana 12/01: Havana - Lima (22:45) 13/01: Lima – São Paulo HAVANA - fuerte de El morro - Fortaleza de San Cristobal de La Cabana. museu da comandacia do Che - Havana Vieja – Calle Obispo: o centro histórico de Havana é bem bacana, vale gastar um dia inteiro percorrendo as ruas do bairro. A principal rua é a Obispo, onde se concentram vários bares, restaurantes e lojas de souvenirs. Nessa rua você encontra também várias livrarias, casa de câmbio (Cadeca) e centro de informações turísticas (o mapa não é de graça, custa 2 CUCs). A maioria das coisas ali são bem turísticas, mas tem também um mercado pra cubanos, onde tudo é barato e você paga em moeda nacional (Variedades Obispo) e um bar onde se paga em pesos também (La Luz). - Havana Vieja – Plaza de Armas e região: a Calle Obispo termina na Plaza de Armas, onde tem pontos turísticos interessantes, como o Palacio de los Capitanes Generales e o Templete (onde Havana foi fundada). Andando mais um pouco você chega no Malecón (antiga muralha de proteção da cidade, de frente pro mar do Caribe). Ali perto ficam também a Catedral (com vários restaurantes em volta) e a Bodeguita del Medio, bar famoso principalmente por seu cliente fiel e ilustre, Ernest Hemingway, que tomava mojitos ali. - Havana Vieja – Plaza Vieja: uma praça bacana na região é a Plaza Vieja, que foi completamente restaurada há uns cinco anos. Ali tem barzinhos legais (como a Factoria Plaza Vieja), o planetário e uma atração interessante: a Câmara Escura, onde você tem uma vista bem legal da cidade a partir de um periscópio desenvolvido por Leonardo da Vinci – parece um vídeo, mas é tudo ao vivo (entrada: 2 CUCs). Continuando o rolê por Havana Vieja você passa pela praça San Francisco, onde volta e meia acontecem concertos, e pelo Museu do Rum (que também é um bar do Havana Club, o rum mais conhecido de Cuba). - Museu da Revolução: esse é imperdível pra quem quer entender da história do socialismo cubano. Lá tem informações e materiais diversos sobre os períodos pré e pós revolução – não que o museu seja um espetáculo nem nada, mas é bem interessante pra saber mais sobre o tema. A entrada custa 6 CUCs, e se quiser tirar fotos, tem que pagar mais 2 (mas não tem muito o que fotografar, já que quase tudo são textos). Fica em Havana Vieja, e é bom chegar cedo pra fugir do movimento. - Malecón: é a antiga muralha de proteção do mar do Caribe, contra os diversos invasores. Hoje ela é aberta em vários pontos, é um lugar bacana para um passeio com vista para o mar e para o Forte (onde toda noite acontece o show Cañonazo, às 21h). Andando por ali você chega até o Vedado (uma pernadinha...). Ah, no Malecón ficam vários "jineteros", que são aquelas pessoas que querem aproveitar que você é de fora pra tirar uma grana, fique esperto. - Capitolio: em Centro Havana, pertinho de Havana Vieja, fica o Capitolio, uma réplica do americano, que já funcionou como parlamento, mas hoje é um museu. Ao lado do Capitolio fica o Parque Central, com vários carros antigos em volta (táxis coletivos) e vários grandes hoteis. - Hoteis para visitar: Havana tem grandes hoteis cheios de história, que já hospedaram nomes como Ernest Hemingway, Frank Sinatra e até mafiosos italianos. É claro que são caros pra se hospedar, mas dá pra entrar em vários pra conhecer. O Ambos Mundos (em Havana Vieja) tem uma vista bem legal no último andar. O Hotel Nacional (no Vedado) é enorme e tem uma vista show do Malecón e do mar do Caribe - dá pra aproveitar e descansar um pouco por lá. Ah, e você pode usar a internet nos hoteis também (média de 10 CUCs a hora – 20 reais). - Vedado: esse é um bom bairro pra se hospedar também, é uma região cheia de bares e de cinemas. A principal avenida é a 23, é onde fica a Sorveteria Coppelia (bem gostosa), o Centro Cultural Fresa y Chocolate e o Cine Yara. Alguns bares que ficam por ali são o La Gruta, Sofia (bar e restaurante) e La Zorra y el Cuervo (bar de jazz). Saindo de Centro Havana ou Havana Vieja você pode ir até o Vedado caminhando pelo Malecón (é uma pernada) ou pegar um táxi coletivo (custa só 10 pesos). Também tem alguns guaguas (ônibus) por 5 pesos. - Praça da Revolução: fica meio perto do bairro Vedado, é uma praça bacana onde fica o Monumento a José Martí (herói na independência cubana). O monumento é a construção mais alta de Havana, lá dentro é um museu. Nos prédios em frente à praça tem imagens gigantes do Che e de Camilo Cienfuegos, heróis na Revolução. conhecer um pouco a região do Vedado e Centro Havana (praça da revolução, hotel nacional, universidade de Havana, Malecon, etc...) CIENFUEGOS Cienfuegos tem um Malecon e a região de Punta Gorda que também é bastante bonita. Vale a visita ao teatro que é belíssimo e uma entrada em todos os pontos da praça central e do bulevar. Fui também no Cabaré TropSur e foi muito legal o show! Adorei e valeu muito a pena! É o típico programa pra turista, mas valeu a pena conferir... TRINIDAD - balada: La cueva - RESTAURANTE SOL Y SON - Centro Histórico: é onde ficam as principais atrações de Trinidad, e também onde está a maior concentração de pessoas pedindo ou oferecendo coisas. A Plaza Mayor é o centro de tudo, ali fica a Casa de la Música, a Casa de la Trova (ambas são barzinhos), restaurantes, lojas de souvenir e o Museu de História, de onde se tem uma vista 360 graus da cidade (o museu fecha aos domingos). Por ali também rola uma feirinha de artesanato. - Playa Ancón: praia linda que fica pertinho de Trinidad, a 13km. Água transparente e super tranquila, uma verdadeira piscina! Vale muito a pena passar um dia por lá. Dá pra usar os sombreros dos hoteis que tem na praia sem pagar nada, e as espreguiçadeiras custam 2 CUCs. O bom é que dá pra ficar bem susse, o pessoal do hotel não fica tentando fazer você consumir nada, e não tem ambulantes na areia. E os preços de comes e bebes no quiosque do hotel são bem razoáveis, comi um hamburgão por 3 CUCs. Pra ir pra lá você pode pegar o ônibus (van) que sai da Rua Antonio Maceo (em frente a HavanaTur), custa só 2 CUCs (ida e volta), as saídas são às 9h, 11h e 13h, e as voltas às 15h, 17h e 18h. No mesmo lugar tem vários táxis oferecendo cada trecho a 5 CUCs, é uma alternativa caso você perca o busão. - Área rural / Vale dos Engenhos: andando um pouco você sai do vuco-vuco do centro e chega à área rural de Trinidad – é o caminho que leva ao Vale dos Engenhos e à cachoeira. Ambos são longe e você pode ir a cavalo, fechando o passeio através de agências (como HavanaTur), através da casa onde estiver hospedado (eles sempre indicam alguém como guia, e ganham comissão em cima) ou então simplesmente andando por essa zona rural (com certeza vai aparecer alguém oferecendo o passeio – essa última é a opção mais em conta, pois você negocia direto com o guia). Também dá pra fazer o passeio de carroça, pra quem não curte ir montado a cavalo. - Cachoeira: tem uma cachoeira bacana a umas 2h de caminhada, mas a maioria das pessoas faz o passeio a cavalo (ou com carroças), que cansa bem menos. Dá pra fechar direto com o guia por 10 CUCs, como descrito aí em cima. Fiz andando, aí paguei 5 pro guia, mais a entrada do parque (6,5 CUCs). A cachoeira não é muito grande, mas é bonita e é uma delícia se refrescar por lá do calorão que faz em Trinidad! Normalmente o passeio também passa por olarias, que são engenhos desativados, e pela casa de um fazendeiro (onde você toma caldo de cana e ouve ele cantar... Não cobram nada por isso, mas é legal deixar pelo menos 1 CUC). - Casa de la Música: principal bar e ponto de encontro da galera à noite em Trinidad. É um bar aberto, não precisa pagar entrada, a galera fica sentada nas escadarias curtindo a música e alguns dançando salsa (não é exatamente um lugar pra dançar, a pista é pequena e de pedra). É um bar super turístico, quase só tem gringo, os cubanos que se vê por lá normalmente são os jineteros, em busca de algum turista endinheirado pra se dar bem... Mas é um lugar legal pra começar a night, lá pela 21h já tem bastante gente por lá. - Disco Ayala – balada na caverna: essa balada é irada porque é dentro de uma caverna de verdade, muito show! Toca de tudo, desde reggaeton, é bem turística, mas também tem cubanos por lá. O ambiente é muito legal, e a entrada é baratinha: 3 CUCs, e você ainda ganha um drink. Começa lá por meia noite, quando o esquema da Casa de la Música tá acabando. Vale ir nem que seja só pra conhecer! REMEDIOS - local perfeito pra quem deseja ir pros Cayos sem ter que ficar em um resort! Remédios é basicamente uma praça com alguns bares e restaurantes ao redor, 2 igrejas (1 de frente pra outra), e muitas casinhas coloniais charmosas. - Cayo las Brujas e Cayo Santa Maria CAYOS SANTA MARIA E LAS BRUJAS Perto de Remédios ficam dois Cayos, o Las Brujas e o Santa Maria (conhecidos como Cayerías del Norte). Tem vários cayos em Cuba, são pequenas ilhas com praias muito bonitas – para alguns é preciso ir de barco ou avião, para outros é possível ir por terra, como é o caso desses dois. Pra chegar lá não é preciso pegar barco, eles são ligados a Cuba por uma estrada de 50 km construída sobre o mar (é o Pedraplen, um trabalho de terraplenagem que foi até premiado internacionalmente). Só dá pra ir pra lá de táxi – se for pegar sozinho, prepare-se pra facada: 25 CUCs, no mínimo... Se conseguir juntar mais gente pra dividir, fica 10 pilas por cabeça. A trip leva 1h (são uns 50 km). - Cayo Santa Maria: no Cayo Santa Maria a praia é toda dos resorts que tem por lá – ou seja, se você não for se hospedar nos resorts, tem que pagar pra entrar na praia, uns 20 CUCs. Pra ficar nos resorts, o preço é meio salgado, varia conforme a época – fui em novembro, quando está começando a alta temporada, e o mais barato que pesquisei, para ficar sozinha, era 80 CUCs, com refeições incluídas. Tenho um amigo que foi pra lá em setembro e pagou 50 dólares, mas acho que ele dividiu o quarto. Se você for pra lá, ainda que seja caro, de repente pode valer a pena pagar uma diária e passar um dia de madame por lá! - Cayo Las Brujas: se você chegar ao Cayo Las Brujas pela entrada principal, que é onde fica o único hotel de lá, também precisa pagar pra entrar. O que os taxistas fazem é deixar os passageiros em uma outra entrada, onde você não paga, e aí tem que andar uns 20 min pela praia pra chegar próximo ao hotel – que é o único lugar da praia com estrutura, se você quiser comer ou beber alguma coisa. Lá não tem bares, restaurantes nem quiosques, é bem susse, só tem o hotel mesmo. É bom levar uns comes e bebes, para facilitar – o restaurante do hotel não é tão caro assim (dá pra almoçar por uns 12 CUCs), mas você economiza se levar as tuas coisas. Os passeios para o Cayo Las Brujas são apenas para passar o dia – o taxista combina o horário para te buscar, na entrada principal da praia (perto do hotel). Ah, não esqueça de levar bastante repelente, os mosquitos atacam as pessoas na praia! RANCHO QUERETE Esse é um passeio a 1h de Remédios que pouca gente conhece, mas é super bacana – é um rancho onde tem cachoeiras bem legais, ótimas pra se refrescar do calor, e uma caverna embaixo de outra cachoeira. Pra ir pra lá o esquema é fechar um táxi mesmo (se for mais gente junto, dá pra negociar – fechamos 30 CUCs para 4 pessoas). Além desse custo, você tem que pagar a entrada do rancho, que custa 5 CUCs. Tem um guia que faz o passeio com você, bem simpático, te leva pra conhecer as cachoeiras e a caverna, e explica várias coisas sobre as árvores e plantas da região. Tem até um salva-vidas que acompanha o passeio. As cachoeiras são bem legais, é uma delícia tomar um banho naquela água gelada, porque lá faz um calorão, e quando você tá na água foge dos mosquitos! Não esqueça de levar bastante repelente pra lá! Também é bom levar uma calça, porque as trilhas são pelo meio do mato, a mosquitarada ataca mesmo! SANTA CLARA - Memorial do Che - memorial do trem blindado - estatua de Che y niño Santa Clara é uma cidade grande, movimentada, com grande importância histórica por ser o local onde ocorreu a vitória de uma batalha fundamental na implantação da revolução, liderada pelo Che. O grande atrativo da cidade é o mausoléu onde fica o monumento e o museu do Che. Fora isso, não tem muito mais a se fazer por lá. Só passei o dia, mas na verdade é um destino que poderia ser facilmente pulado, não achei nada demais... - Monumento e Museu do Che: principal atração de Santa Clara, é sempre bem cheio de turistas. E fique esperto, não abre às segundas! O monumento fica mais ou menos perto do terminal da Via Azul, a uns 15 minutos andando. - Trem Blindado: esse fica perto do centro, é o trem blindado que foi tomado pelos guerrilheiros na emblemática batalha de Santa Clara. Foi montado um pequeno museu dentro dos vagões, a entrada custa 1 CUC. - Centro: dar um rolê pela praça central pode ser uma boa pedida, para observar o movimento e as construções históricas ao seu redor (igrejas, museu, cinema). Ali perto fica o Boulevard (Calle Independencia), uma rua com vários restaurantes e lojas. Pra pegar um táxi coletivo, o melhor é negociar com os taxistas no terminal de ônibus da Astro, que é o mais perto do centro - se for pegar um táxi normal o preço é 25 CUCs, mega caro pra uma viagem de 50 km. Dá pra negociar um coletivo por 10 CUCs (se o carro lotar, dá pra chegar em até 5!). Aí se você tiver deixado a mochila no da Via Azul, é só pedir pro táxi coletivo dar uma paradinha ali (é caminho). O melhor é pegar o táxi coletivo, que dá pra fechar por uns 5 CUCs. Esse você pega no Terminal Municipal (que fica perto do centro, dá pra ir andando, é o terminal de onde saem os ônibus da Astro, só para cubanos) – dá pra negociar direto com os taxistas que ficam por lá. VINALES - cidadezinha rural. - passeio a cavalo pelo vale - fabricação de tabaco, charuto - cavernas - cueva Del indio Agora há praças em toda ilha com wi-fi por 3cuc/hora e funciona bem Pegamos o ônibus P12 em frente ao “hospital-emergência” para o aeroporto. Taxi aeroporto. 15 cuc. Gustavo e o celular é 5296-6473 (chegando no aeroporto só pedir pra alguém ligar, e nas casas eles ligam também de boa...) Taxi para cienfuegos/havana: 15 cuc Havana/cienfuegos: 20 dolares (7hrs, 10:45, 17:55) 4:25 viagem Cienfuegos/Trinidad: 6 dolares (12:15, 14:40, 15:15, 18:40) ~1:30 viag Trinidad/remédios: 14 dolares (7:30) 4 hrs viagem Remédios/santa clara: 7 dolares Santa clara/havana: 18 dolares (04:40, 11:30, 16:25, 19:50) 4 hrs Havana/vinales: 24 dolares (ida e volta) ida: 08:40, 11:25, 14:00 Volta: 09:10, 14:00 (3 hrs viag)
  12. Olá pessoal! O que irei compartilhar com vocês foi uma compilação bastante abrangente de informações sobre todos os pontos turísticos da cidade de Dublin, que reuni para montar minha viagem. As informações foram extraídas aqui do site e também de muitos blogs. Aproveitem! VIAGEM Dublin Christchurch Cathedral em Dublin Essa é a Igreja da Santíssima Trindade, a mais antiga do país, fundada em 1028. Ela fica em uma posição privilegiada bem no centro da cidade, em um terreno de esquina não muito grande com um jardim de tulipas onde é possível fazer fotos bem legais colocando a Igreja em segundo plano. Pode ser encaixada no roteiro a caminho das atrações da Guinness ou Jameson. Fica ao lado de Dublinia, uma atração medieval que prefiro pular. Christchurch fica aberta para visitação e oferece tours guiados. Dublin Castle Pelo nome você pode imaginar uma construção medieval gigante, mas é um castelo bem discreto e urbano, escondidinho no meio da cidade. Sendo grande para os lados e pequeno na altura, Dublin Castle foi inaugurado em 1204 e se tornou um complexo de repartições públicas, mas até os anos 1920 era onde o governo britânico se reunia. Todo os espaços a céu aberto são livres para visitação, inclusive a capela real, os museus e a próxima atração da nossa lista, mas para visitar os cômodos internos é preciso contratar o tour. Pode ser encaixada no roteiro entre Trinity College e Christchurch. Construído originalmente no século 13, o Dublin Castle serviu de fortaleza, prisão, casa do tesouro e da justiça e sede da administração inglesa durante 700 anos. Reconstruído, o Castelo de Dublin hoje recebe eventos de estado e jantares presidenciais. Como visitar o Castelo de Dublin Onde: a 5 minutos de caminhada do Trinity College, depois da Dame St. Veja no mapa Ônibus: 54 (Burgh Quay), 50, 50A, 56A, 77, 77A, 77B (Aston Quay) Horários de visitação: Segunda a sábado, das 10h às 16h45; Domingo e feriados, das 12h às 164h45. Fechado de 24 a 28 de dezembro e nos dias 31 de dezembro e 1 de janeiro. Toda visitação ao Castelo é guiada. Para grandes grupos, recomenda-se o agendamento com antecedência: +353 1 645 8813 Duração: 45 minutos Ingressos: Adulto 4,50 euros / crianças 2 euros Tour pela história no Castelo de Dublin De sua inauguração, em 1204, até a independência da República da Irlanda, em 1922, o Castelo de Dublin pertenceu à Coroa Britânica. Depois disso, deu guarida à corte irlandesa até se estabelecer como local de recepções a chefes de estado e cerimoniais mais importantes do governo. Os State Apartments, que podem ser visitados durante o tour, são absolutamente deslumbrantes. Infelizmente, fotografias não são permitidas. Para quem não deseja fazer o tour pelo Castelo de Dublin, talvez seja uma boa ideia dar uma volta pelos jardins, abertos à visitação. Ao total, o terreno onde se localiza o Castelo mede 44 mil metros quadrados. A Capela Real pode ser acessada gratuitamente, e não há ninguém por lá para impedir suas fotos. Além dela, a biblioteca Chester Beatty e os museus estão à disposição do público, sem custo algum. Dubh Linn Gardens A antiga piscina escura, ou Dubh Linn em irlandês, é um lindo gramado celta logo em frente ao castelo, dá para andar livremente por ele. Tida como a atração mais escondida da cidade, os jardins ficam entre o castelo e a biblioteca – para achá-los entre pela Dame Street e passe pela fachada do castelo. Leinster House (National Museum of Ireland e National Library of Ireland) Leinster House é onde trabalha o parlamento irlandês, um complexo de prédios e salas das quais fazem parte o National Museum of Ireland e National Library of Ireland. Todos podem ser visitados, uns de forma gratuita e outros com contratação de tour. Podem ser encaixados no roteiro na saída de Trinity College em direção ao St Stephen’s Green, um parque incrível que não entrou na lista e deve ganhar um post próprio em breve. O’Connell Street Com 500 metros de cumprimento, O’Connell é a rua mais famosa de Dublin: ela começa na estátua de Daniel O’Connell, logo depois que a ponte de mesmo nome vira rua, e termina na Parnell Street, sendo que o ponto alto é no cruzamento com a Henry, onde essa foto foi tirada. Existem prédios históricos e algumas lojas. Pode ser encaixada no roteiro saindo de Temple Bar ou Trinity College. A The Spire é a maior escultura da Europa. Trata-se de uma lança metálica que pode ser avistada de muito, muito longe. Ela fica na O’Connel Street, uma rua que pode igualmente ser considerada atração da cidade. Além da Spire, por aqui você encontra uma estátua do James Joyce, a O’Connel Bridge, prédios históricos, pubs instigantes e muito mais. Catedral de St. Patrick A Catedral de St. Patrick é a maior igreja de Dublin e foi construída em 1192. Apesar da idade avançada, porém, ela é mais “jovem” do que a Catedral de Christ Church. Túmulo do autor de as viagens de gulliver, Jonathan Swift Saint Patrick’s Park Esse parque discreto e super silencioso quando comparado ao seu concorrente mais famoso, Saint Stephen’s Green, fica em frente a a catedral de mesmo nome, que é linda por dentro e orna muito bem com os jardins do parque que funcionam como abre-alas. O parque abre de domingo a domingo e está a uma curta caminhada do Paramount, minha dica de hospedagem em Dublin, um pouco antes das casas de chá. Trinity College Quem joga o que fazer em Dublin no Google irá cair primeiro em Trinity College, a escola mais tradicional da Irlanda. Fundada por Henrique VIII como um dos campus da Universidade de Cambridge, Trinity College está aberta para todos conhecerem o campus, os prédios principais, as bibliotecas e os jardins. A Trinity College é uma joia cultural de Dublin. Trata-se da mais antiga universidade da Irlanda, fundada em 1592. Ela abriga uma das mais famosas bibliotecas do mundo, a Old Library, que possui o Book of Kells, manuscrito do século 9. Fundada em 1592 pela Rainha Elizabeth I, a Trinity College de Dublin é a universidade mais antiga da Irlanda. Os prédios, que datam até do ano 1700, ainda dominam a paisagem da cidade. A famosa biblioteca guarda mais de 4,5 milhões de livros – o mais famoso é o Book of Kells, antigo manuscrito do século 9. Prepare-se para filas no verão. Tour pela Trinity College de Dublin O tour histórico pelo câmpus da Trinity College parte do arco frontal e dura aproximadamente 30 minutos. O visitante ganha um resumão guiado do que representa a universidade, da arquitetura dos edifícios, da importância de ex-alunos e acesso à sagrada biblioteca, que dá guarida a volumes importantes como o Book of Kells, manuscrito com os quatro evangelhos escrito em latim, datado do século 9. Visitação: da metade de maio ao fim de setembro, com início nos seguintes horários 10:15, 10:40, 11:05, 11:35, 12:10, 12:45, 14:15, 15:00, 15:40 (este com exceção do domingo) Ingresso: 10 euros (com direito à entrada na Old Library) Tour pela Old Library da Trinity College Se vier a Dublin em uma época sem tours guiados, você também pode visitar apenas a belíssima Old Library da Trinity College, ver um pouco de sua vasta coleção e conhecer o Book of Kells. Infelizmente, fotos não são permitidas. Ingresso: 9 euros (criança até 12 anos – gratuito) Horários: Segunda a sábado, das 9h30 às 17h. Domingo (de maio a setembro), das 9h30 às 17h. Domingo (de outubro a abril), das 12h às 16h30. Temple Bar A Temple Bar é uma área de Dublin situada na margem sul do rio Liffey. Pode ser considerada um ponto turístico, já que reúne dezenas de pubs muito bacanas. E não são quaisquer pubs. Basta entrar em um para perceber uma movimentação mais animada, uma música dançante e, antes que você se dê conta, gente cantando junto com a banda, entre um pint e outro de Guinness. A Temple Bar é uma região de Dublin que preserva o estilo medieval em suas ruas, estreitas e pavimentadas com pedras. É uma ótima opção para quem deseja encontrar pubs, danceterias e restaurantes bacanas na cidade, além de observar a arquitetura das casas e a movimentação dos frequentadores. O lugar também abriga diversos centros culturais, como o Photography Centre, o Irish Film Institute e o Projects Arts Centre. Como visitar a Temple Bar de Dublin Temple Bar situa-se na região central, com o Rio Liffey ao Norte, a Dame Street ao Sul, a Westmoreland Street ao Leste e a Fishamble Street ao Oeste. Veja no mapa Pubs de destaque na Temple Bar Estes a seguir são alguns dos principais pubs de Temple Bar. Fique atento para as fachadas: · The Porterhouse · Oliver St. John Gogarty · Turk’s Head · Temple Bar · The Foggy Dew. Se você já esteve em outros pubs na Europa, vai perceber a diferença: os pubs de Temple Bar são alguns dos mais animados do velho continente. É comum ver bandas tocando e os frequentadores entoando junto canções antigas dos celtas e músicas populares do rock atual. Peça uma Guinness ou um bom uísque e divirta-se. História da Temple Bar A primeira referência ao nome Temple Bar data de 1673. O nome deve-se à família Temple, que morou na região no século 17. Desde cedo, a área concentrou atividades culturais e apresentações de música e dança. Fábrica da Guinness A Fábrica da Guinness, a Guinness Storehouse, é um tour pelo processo de fabricação da melhor cerveja do planeta. Se você ainda não ama essa stout, pode ter certeza de que sairá dessa experiência apaixonado. Além de conhecer todos os detalhes da produção, você vai aprender como servir o chope da Guinness e ganhará uma pint de brinde ao fim do passeio. Para os amantes de cerveja, uma parada obrigatória em Dublin é a Fábrica da Guinness, estabelecida em 1759 em St. James’s Gate. Na verdade, você não poderá visitar a fábrica, e sim o grande depósito ao lado, a Guinness Storage House, que oferece um tour pelo processo de produção e pela história da melhor cerveja do planeta. Além de conhecer o processo de produção, você também vai descobrir diversas curiosidades – como a origem do Guinness Book e o arrendamento da área por 9 mil anos – aprender como servir adequadamente um pint da cerveja e depois ainda bebê-lo. Se sobrar tempo, dê uma passadinha no Gravity Bar, com visão panorâmica da cidade. O passeio pela fábrica da Guinness é imperdível. Abaixo você vai descobrir por quê. Dicas para o tour pela Fábrica da Guinness A fábrica da Guinness fica um pouco mais afastada do Centro da cidade. A caminhada dura aproximadamente 20 minutos. Também é possível pegar o ônibus 123 partindo de O’Connell Street ou o mesmo partindo de Dame Street, com duração de 10 minutos. Veja no mapa Ingressos: Adulto: a partir de 18 euros / Crianças de 11 a 17 anos, 13,50 euros / Crianças de até 10 anos entram de graça Compre com desconto online Horário: Diariamente, das 9h30 às 17h. Em julho e agosto, fecha apenas às 19h. Não abre nos dias 24 e 25 de dezembro. Duração: 1h30 Grafton Street A Grafton Street é mais do que um ponto turístico – é uma rua turística. Aqui você pode fazer compras em lojas de várias marcas, ver artistas de rua em performances inspiradas e escolher algum dos restaurantes e pubs para completar o passeio. Kilmainham Gaol Kilmainham Gaol é a maior e mais antiga prisão desocupada do mundo. Nela, você poderá fazer um tour macabro pela história dos principais crimes de Dublin. Construída em 1796, ela serviu de cenário para torturas, prisões de rebeldes e o enclausuramento de figuras notórias. Atualmente, configura-se como uma das maiores prisões desocupadas em toda a Europa. Até 1820, enforcamentos públicos eram realizados seguidamente em frente à prisão. A partir daí, esse tipo de execução tornou-se mais rara – ou menos pública. Em 1891, foi construída uma cela especial para enforcamentos. Não havia distinção entre prisioneiros. Independentemente do crime, mulheres, crianças e homens misturavam-se em celas de cinco pessoas. Como os prisioneiros recebiam, a cada duas semanas, apenas uma vela para iluminação e aquecimento, eles passavam frio boa parte do tempo. Operada alternadamente por ingleses e por nacionalistas irlandeses, a prisão de Dublin tem muita história para contar. Quem se encarrega da tarefa são os guias, que encarnam personagens e empolgam os visitantes com narrativas interessantes – algumas divertidas e algumas assustadoras. Endereço: Inchicore Road, Kilmainham, Dublin 8. Encontre no mapa (a 3,5km do Centro) Ônibus: No. 69, 79 de Aston Quay Dublin 2; No 13 e 40 de O’Connell St. Dublin 1 or College Green Dublin 2. Ingressos: Adulto 6 euros / criança 2 euros Horários de visitação: Abril a setembro: diariamente das 9h30 às 18h (última entrada às 17h) Outubro a março: Segunda a sábado, das 9h30 às 17h30 (última entrada às 16h30); domingo, das 10h às 18h (última entrada às 17h). Fechado nos dias 24, 25 e 26 de dezembro. Duração: 1h30 St. Stephen’s Green O St Stephen’s Green é um dos principais parques de Dublin, situado no coração da cidade. É adorado por moradores locais e por visitantes e serve como um belo cenário para um piquenique no fim da tarde. Mais famoso dos parques da Era Vitoriana na Irlanda, o St. Stephen’s Green de Dublin atrai visitantes que buscam: estátuas de ilustres moradores, shows que ocorrem ao meio-dia em diversas ocasiões durante o verão, o lago ornamentado com belas flores ao seu redor, o divertido playground para crianças ou todas as opções anteriores. O St. Stephen’s Green é uma das principais áreas verdes de Dublin e merece a sua visita. Onde: St. Stephen’s Green, Dublin 2 (uma extremidada da Grafton Street) Veja no mapa Ônibus: todos que vão para o Centro Horários: Segunda a sábado, abre às 7h30; Domingo e feriados, abre às 9h30. Fechamento com o pôr do sol. No dia 25 de dezembro, das 10h às 13h. Destaques do St. Stephen’s Green – Jardim para cegos, com plantas aromáticas, que podem ser manuseadas, e plaquinhas indicativas em braile – Busto de James Joyce mirando sua antiga universidade, Newman House Quer encontrar a estátua de Oscar Wilde recostado elegantemente em uma pedra? Vá para a Merrion Square, aqui pertinho. Difícil não se divertir em Dublin, a inebriante capital da Irlanda. Ainda mais se você for bom de copo. Alguns minutos em torno do balcão de um pub bastam para travar contato com gente bem-humorada, receptiva, sarcástica e, surpresa, calorosa. Curiosos, os irlandeses são mestres em tirar sarro, especialmente de ingleses e escoceses, e gastam horas conversando sobre qualquer assunto, de futebol a política econômica – exceção feita, obviamente, à religião e ao IRA, temas que ainda causam desconforto. Tudo, claro, mediante um bom trago. Um belo pint de stout ou uma reconfortante dose de whiskey (assim mesmo, com “ey” no final) dão o start para as 48 horas na capital do Eire, nome da Irlanda em gaélico, o outro idioma oficial do país, além do inglês. Dia 1 Dublin é uma cidade de porte médio, nem tão grande a ponto de assustar nem tão pequena a ponto de aborrecer. É fácil se localizar e se locomover nela. A capital da Irlanda conta com uma eficiente rede de transporte público. Há linhas de ônibus para toda parte, com pontos de parada bem sinalizados. Comece a visita pela Grafton Street, via de pedestres no coração da cidade. A estátua em homenagem a Molly Malone, personagem ícone de Dublin, fica ali e é ponto obrigatório de fotos. Contam os irlandeses, muito orgulhosos de sua história, que Molly Malone era uma linda mulher que circulava pelas ruas da cidade a vender seu peixe, nos tempos em que a fome assolou o país. O tema, aliás, rende assunto nos pubs: pergunte ao primeiro nativo que você encontrar e ele terá satisfação em lhe contar a história, ou ao menos sua própria versão sobre. Nessa região também se encontra a Brown Thomas, centenária loja de departamentos que reúne grifes famosas. Faça como quiser: mergulhe de cara nas compras ou volte ali quando lhe convier. Em um extremo da Grafton Street está o St. Stephen’s Green, uma ampla área verde em meio à urbe. No lado oposto da via de pedestres encontra-se o Trinity College, maior e mais antiga universidade do país, fundada em 1592 pela rainha Elizabeth I. No acervo da biblioteca (Long Room) do Trinity College, uma das mais vastas e belas da Europa, está o “Livro de Kells”, um evangelho manuscrito que data do século 9.º. A área externa é cercada por agradáveis jardins, ideias para retomar o fôlego. Depois do almoço, siga para o Castelo de Dublin, construção das mais antigas e interessantes do pedaço. Erguido entre 1208 e 1220, abriga uma rica biblioteca e espaços culturais, além de um bom café. Endereço certo para provar o Irish coffee, inspirada e alcoólica receita local. A entrada é franca, assim como a maioria das atividades oferecidas ali. Pertinho dali está a Christ Church Cathedral, principal templo católico do país ao lado da St. Patrick Cathedral, dedicada a São Patrício, padroeiro da Irlanda. Não por acaso o dia mais animado da ilha é justamente 17 de março, quando um carnaval toma as ruas em celebração ao santo. Reserve o fim do primeiro dia para o ritual de sempre na Irlanda: eleja um pub (há mais de um em cada esquina) e peça um pint de Guinness. Para muita gente, é a melhor cerveja stout do mundo. Mais um bom assunto para puxar papo com os locais. Mas fique esperto: se um irlandês lhe pagar uma rodada, o mínimo que você poderá fazer é retribuir-lhe a gentileza. Nem pense em sair de fininho! E tem mais: ao brindar, olhe nos olhos de seu interlocutor (isso rende muitos pontos positivos, além de ser um hábito a ser considerado para todas as ocasiões, esteja você onde estiver). Ao mesmo tempo, solte convicto um “Sláinte”, saudação que significa “saúde” na língua celta e se pronuncia “slôntcha”. Dia 2 Além do St. Patrick’s Day, outro feriado importante no pedaço repete-se a cada 16 de junho, quando os irlandeses celebram o Bloomsday. A data remete a “Ulisses”, obra-prima de James Joyce, que narra a odisseia de Leopold Bloom pelas ruas de Dublin. Há, inclusive, um roteiro demarcado por onde a personagem teria circulado na cidade. Placas indicam o trajeto, que pode ser seguido pelos turistas. A propósito, a vocação literária irlandesa é certamente outro grande atrativo do país dos duendes e do shamrock (trevo). Além do genial Joyce, a Irlanda ostenta quatro prêmios Nobel de literatura: George Bernard Shaw, William Butler Yeats, Samuel Beckett e Seamus Heaney. E seus quadros ainda contam com as obras de Oscar Wilde, Jonathan Swift e Bram Stoker, entre outros grandes autores. Por isso, não deixe de conhecer o Writers Museum, no número 18 do Parnell Square. Dali, retome o rumo do centro pela O’Connell Street, a mais importante artéria de Dublin. Algumas edificações históricas enfileiram-se pela via, caso do prédio dos Correios. Ao lado dela fica a Ha’Penny Bridge, a ponte mais antiga (de 1816) e famosa sobre o Rio Liffey, que corta a cidade de uma ponta a outra. Reserve um tempo para flanar pelas margens desse ícone dublinense. Lá estão alguns dos prédios emblemáticos do país, como a Custom House, uma das sedes do governo, e o Four Courts, casa do poder judiciário. À tarde, rume para a St. James Gate em busca da Guinness Storehouse. Na fábrica original da stout mais famosa do mundo você vai tomar um banho de cerveja. A visita é relativamente longa, mas compensa: vai desde a história dos fundadores da marca até o passo a passo do processo de fabricação da bebida. Culmina no Gravity Bar, espaço reservado para a apreciação do produto, no último andar do prédio, com vista de 360 graus da cidade. Bom de beber, bonito de se ver. Imperdível. Experiência semelhante ocorre na Old Jameson Distillery, no número 7 da Bow Street. Mudam bebida e processo de fabricação, e o resultado é uma aula de como se faz o whiskey irlandês – se você conseguir se manter sóbrio a essa altura do campeonato, talvez entenda a diferença entre ele e o whisky escocês. Depois dessa imersão nos barris culturais irlandeses, hora de pôr em prática as aulas do dia no Temple Bar. A região concentra as casas noturnas e os pubs mais badalados – e turísticos – de Dublin. Como em geral não se paga entrada, todo mundo migra de um a outro, sem parar. Provavelmente, sua noite vai começar ao som do folk irlandês do The Dubliners e do The Chieftains, passar por Van Morrison, U2, Cranberries… E por aí vai. E tome cerveja. Entre uma música e outra, você certamente escutará ressoar o brado “Sláinte”. Saúde!
  13. Olá pessoal! O que irei compartilhar com vocês foi uma compilação bastante abrangente de informações sobre todos os pontos turísticos da cidade do Porto, que reuni para montar minha viagem. As informações foram extraídas aqui do site e também de muitos blogs. Aproveitem! ROTEIRO PORTO Localizada ao norte de Portugal, às margens do Rio Douro, o Porto é uma das principais cidades do país, famosa pelo vinho de sabor único que leva seu nome. De longe, esta é a minha cidade preferida de Portugal. É muito bonita, com seus prédios em vários estilos: alguns barrocos, outros em estilo belle époque francês... E o que dizer das igrejas com fachadas de azulejos pintados? E as casas coloridas vistas da Ribeira? É imperdível. A cidade está situada numa colina, o que faz ter muitas ruas em ladeiras, algumas até bastante íngremes. Mas antes que alguém desanime, digo que passear pelo Porto é bastante agradável, e quase sempre o plano inclinado não atrapalha as andanças. Se mesmo assim rolar uma preguiça de subir uma ladeira (aconteceu comigo também), a cidade conta com um ótimo transporte público, com pontos de ônibus bem informativos e um metrô moderno e eficiente. Boas opções para quem quer fugir das subidas. É em sua vizinha Vila Nova de Gaia, situada do outro lado do Rio Douro, onde está uma das principais atrações locais: as caves (armazéns) do famoso vinho do Porto. Parada obrigatória para quem visita a região. Não deixe de apreciar também o pôr-do-sol no Porto. É um dos mais bonitos do mundo! DIA 1 – Av. dos Aliados, Ribeira, Vila Nova de Gaia e as Caves do Vinho do Porto Saindo da casa da minha amiga, que ficava na região de Matosinhos (a 6 km do Porto), pegamos o metrô que nos levou até nossa primeira parada: a Avenida dos Aliados. Uma das mais bonitas da cidade, ela parece um boulevard parisiense. Com uma praça no centro e o belíssimo prédio da Câmara Municipal ao fundo, esse é o local onde frequentemente ocorrem eventos, exposições e afins. Nesta avenida, um destaque inusitado: o Mc Donald's. Localizado no edifício de um antigo café que ali existia, tem belíssimos vitrais. Vale a pena dar uma entrada, nem que seja só para apreciar. Seguindo a pé por entre as ruas da cidade, apreciando as casas coloridas, chegamos a uma das regiões mais famosas do Porto: a Ribeira. Localizada margens do Rio Douro, tem muitos restaurantes e lojinhas e é um lugar ótimo para sentar e ver o vai-e-vem das pessoas. Da Ribeira, podemos ver o cartão postal da cidade: a Ponte Dom Luís I. Construída em 1886 por um discípulo de Gustave Eiffel (o criador da famosa torre parisiense), ela possui 2 andares: no de baixo há uma pista para carros e, na de cima, há trilhos para a passagem do metrô. Em ambos há passagem para pedestres. Seguindo pela parte baixa da ponte, fomos em direção a Vila Nova de Gaia (ou simplesmente Gaia, como é conhecida), a cidade que fica do outro lado do rio. O nosso objetivo era visitar os armazéns (chamado de caves) do vinho do Porto. Há várias delas por lá e muitas oferecem visitas com degustação de vinho, geralmente pagas e em horários pré-determinados. A que minha amiga me levou foi a Sandeman, que fica logo na beira do rio. Na entrada desta cave, a gente se depara com umas marcações na parede, com datas de várias épocas. Elas representam as incríveis cheias do Rio Douro. As marcas mostram a altura que o rio atingia nas paredes, naquela determinada data correspondente. A que ocorreu em 1909 chegou quase no teto! Enquanto aguardávamos a hora do início da visita, ficamos sentadas ali na beira do Rio Douro, apreciando a bela vista do Porto pelo ângulo de Gaia. Lindo, lindo. Em frente às caves, flutuando nas margens do rio, estão os chamados rabelos, que são barcos que transportam os barris de vinho do Porto, que vem das vinícolas localizadas mais a leste. Os que estão lá hoje são apenas ilustrativos. Chegada a hora da visita, nos dirigimos até a Sandeman. Eles te levam para um passeio guiado por seus armazéns, contando um pouco sobre o vinho do Porto e a história dele. O guia estava vestido como o logotipo da marca: uma longa capa negra e um chapéu. Ao final da visita, há uma degustação dos vinhos. Recomendo! Voltando para o Porto, atravessando pelo andar de baixo da Ponte Dom Luís I, pegamos um funicular (um bonde que sobe um plano inclinado) que há ali em frente e subimos. Lá em cima, seguimos em direção à parte alta da ponte e dali, não só tive uma vista maravilhosa do Porto, como também pude ver um pôr-do-dol espetacular. Imperdível. Mas atenção: no centro da pista passam os trilhos do metrô e a proteção para a parte dos pedestres é vazada. A pessoa entretida, tirando foto da paisagem, geralmente se esquece deste detalhe e pode acabar invadindo, sem querer, a área do metrô. Cuidado! À noite, minha amiga me levou num restaurante muito bom, na região de Matosinhos: o Lage do Senhor de Padrão. Lá, comi um delicioso bacalhau assado na brasa com batatas ao murro. Recomendo! Mesmo que você esteja hospedado(a) no Porto, é possível pegar um taxi facilmente até a região onde está o restaurante. DIA 2 – Jardins do Palácio de Cristal e a Baixa do Porto Eu e minha amiga começamos o dia por volta das 10 horas da manhã, passeando pelos Jardins do Palácio de Cristal. É um parque localizado à oeste do centro do Porto, onde até 1951 existia o Palácio de Cristal, inspirado no original que havia no Kensingtons Garden em Londres, no final do século XIX. No lugar foi construído o Pavilhão Rosa Mota, um grande ginásio esportivo. Neste parque, que está numa parte mais alta da cidade, temos uma bela panorâmica do Porto. Atenção para a vista mais a oeste, onde podemos ver a Ponte Arrábida e a foz do Rio Douro ao fundo. Saindo do parque, fomos caminhando até um dos restaurantes mais conhecidos do Porto: o Capa Negra. Lá comi um dos pratos mais famosos da cidade e uma das especialidades da casa: a Francesinha. É um sanduíche feito com pão de forma, recheado com linguiça, salsicha, presunto e carne, coberto com queijo derretido e mergulhado num molho que leva vários ingredientes, como tomate, vinho, pimenta, entre outros. E ainda vem acompanhado de uma porção de batatas fritas, mergulhadas no molho. A refeição é deliciosa! Mas aviso que é bem grande. A menos que você esteja com uma fome de leão, 2 pessoas comem 1 sanduíche desse facilmente. Não deixe também de experimentar o Panachê, uma cerveja misturada com soda de limão. Muito bom! Depois do almoço, pegamos um ônibus até a região central da cidade, conhecida como Baixa do Porto. Passeando por suas ruas, a primeira parada foi na bela Igreja do Carmo. Sua fachada é toda preenchida por azulejos pintados, típicos de Portugal e bastante recorrente em algumas fachadas da cidade, como você verá mais a frente. Continuando a caminhada, passamos por um dos estabelecimentos mais bonitos do Porto: a Livraria Lello. Fundada em 1906, em estilo neogótico, possui uma belíssima escadaria que leva até um café que fica no segundo andar. Atenção para o vitral do teto. Infelizmente não é permitido tirar fotos no interior, mas vale a pena dar uma entrada para apreciar. Em seguida, chegamos a um dos mirantes mais conhecidos da cidade: a Torre dos Clérigos. É o edifício mais alto do Porto, com 76 metros de altura, e corresponde a torre do sino da Igreja dos Clérigos. Para subir, é necessário encarar os 225 degraus até o topo. Dado o meu sedentarismo, nem me atrevi a subir, mas a vista de lá de cima, dizem, é de tirar o fôlego. Seguindo para o sul, a próxima parada foi o Palácio da Bolsa. Em estilo neoclássico, ele é belíssimo. A entrada é paga, sendo necessária uma visita guiada que ocorre a cada 30 minutos. O destaque é o Salão Árabe, todo talhado em ouro. Infelizmente não é permitido tirar fotos. De lá, seguimos caminhando até a próxima atração, a Catedral da Sé. Do pátio em frente, temos uma vista panorâmica da parte antiga do Porto. Continuando a caminhada pelas ruas da cidade, a próxima parada foi na Estação de São Bento. Não é exatamente uma atração turística, mas as paredes de azulejos pintados da estação ferroviária são tão bonitas que acabam atraindo a atenção de quem passa por ali. Logo a frente, está a Igreja dos Congregados, outro edifício com fachada de azulejos pintados. Seguindo pelas ruas em direção nordeste, fizemos uma pausa no belíssimo e estiloso Café Majestic, para um chá da tarde. Não deixe de dar uma passada por lá, pois é um dos mais famosos da cidade. Na saída, fomos em direção ao metrô para voltarmos pra casa da minha amiga em Matosinhos. Em frente a estação, outro edifício de azulejos pintados: a Igreja das Almas de Santa Catarina. À noite, voltamos à Baixa do Porto, onde bares, restaurantes e casas noturnas funcionam a todo vapor e oferecem uma ótima opção de diversão para quem está na cidade, principalmente aos finais de semana. Há muitos lugares legais por lá, mas sugiro não deixar de ir ao Bar Galeria de Paris, com uma decoração pra lá de pitoresca: a parede contém prateleiras lotadas de antiguidades, como aparelho de telefone velho, máquina de costura, ferro de passar antigo, brinquedos, dentre outras quinquilharias. Tem até um carro antigo pendurado na parede! Muito bem frequentado e com um ótimo repertório musical. Imperdível. 1) Estação de São Bento. É uma das estações mais bonitas do mundo. Começou a funcionar em 1986, mas apenas em 1916 foi inaugurada oficialmente. Há linhas de trem que te leva a Braga e Guimarães, estações de ônibus (autocarros) e metrô. Nela, há mais de 500 metros quadrados de azulejos nas paredes, que levaram mais de 11 anos para o artista Jorge Colaço concluir, representando cenas históricas como: a história dos transportes em Portugal e a entrada de Dom João I no Porto. 2) Mercado do Bolhão. É o mercado mais emblemático de Porto. Fica na freguesia de Santo Ildefonso, com sua singular arquitetura neoclássica. Há dois pisos, o primeiro conta com uma variedade de alimentos frescos, como: peixes, talhos, hortícolas e florais. Na parte exterior há tecidos, perfumes e vestuários. Na sua redondeza há mercearias tradicionalíssimas de Portugal. Não deixe de conhecer esse patrimônio português! 3) Casa da Música. Essa sala é o símbolo da modernidade de Porto. Está entre os principais pontos turísticos da cidade. Ela foi projetada pelo arquiteto holandês Rem Koolhaas, como parte do evento Porto Capital Europeia da Cultura em 2001. A construção ficou pronta apenas em 2005. É um dos centros referência no mundo devido a sua beleza e singularidade, vale a visita de todos! 4) Castelo do Queijo. Para quem busca algo mais histórico e tradicional, esse pode ser o local ideal. O Forte de São Francisco Xavier do Queijo fica bem próximo à Praça Gonçalves Zarco, na proximidade do Rio Douro. Ambiente maravilhoso para desfrutar um final de tarde. Ele foi construído no século XVII, em 1661, sobre uma rocha de granito arredondada. Suas muralhas de pedra, cúpulas e canhões históricos são impressionantes. 5) Igreja de São Francisco. Com estilo gótico, construída no século XIV, essa é um dos monumentos mais históricos da cidade. Fica bem no centro de Porto. Há um estilo barroco também, adicionado no século XVIII, que é o grande destaque desta maravilha. 6) Livraria Lello e Irmão. Referência no que tange a beleza. Esta já foi considerada entre as mais belas livrarias do mundo, eleita pelo The Guardian. A sua arquitetura impressiona, é gótica e tem certo contraste com os arcos gregos. Há vários bustos dos mais famosos letristas, como por exemplo: Eça de Queiroz. Este é um daqueles lugares imperdíveis para quem gosta de cultura! 7) Adegas do Vinho do Porto. Esse é um daqueles passeios imperdíveis. É praticamente impossível ir para Porto e não visitar as adegas produtoras. Elas ficam em uma das cidades vizinhas da segunda maior cidade populosa de Portugal, no entanto, sugere-se que visitem os sítios eletrônicos das adegas para que consigam reservar antecipadamente e não ocorrer nenhum imprevisto. Além disso, é possível comprar artigos e degustar bons vinhos! 1 – Rotunda da Boavista O meu ponto de partida é a praça Mouzinho de Albuquerque, carinhosamente conhecida como Rotunda da Boavista. É uma das praças mais famosas da cidade e abriga o monumento em homenagem aos heróis da Guerra Peninsular, que aconteceu entre 1808 e 1814. 2 – Jardins do Palácio de Cristal Um espaço perfeito para quem quer fazer um piquenique ou apenas ficar sentado na grama curtindo uma tarde de domingo. Nesse espaço acontecem diversos eventos culturais e esportivos, com direito a aproveitar os parques, bosques, lagos, jardins e o Museu Romântico, ou ainda, uma vista bem privilegiada do rio Douro. 3 – Igreja de São Francisco Já na Baixa do Porto, conheça a igreja que tem o seu interior todo revestido em ouro. Assim como os azulejos azuis, as talhas de ouro são bem populares em Portugal. Construída no século 14, no lugar antes existia um templo bem modesto. A visita à igreja e ao museu custa € 3,50 e lá dentro não é permitido filmar e nem fotografar. 4 – Rio Douro Da igreja, já é possível avistar o Rio Douro (pausa para um suspiro de lembrança), um dos principais pontos turísticos do Porto. A sua nascente do rio fica na Espanha e ele corta o Norte de Portugal. Ali, são bem comuns os passeios de barco, lotados de turistas, já que é a forma mais simples e convidativa de se conhecer a região e as seis pontes sobre o rio. 5 – Ribeira Se você entrar no Google e digitar “Porto – Portugal” é a Ribeira que irá te conquistar, logo à primeira vista. Um dos principais cartões postais, é super famosa por suas fachadas coloridas, bares e restaurantes lotados, barracas de artesanato e muita música, criando um clima que todo brasileiro gosta. 6 – Ponte Luiz I Esta é mais famosa entre as seis pontes que ficam sobre o Rio Douro. Na sua parte mais superior passa uma das linhas de metrô que vai e vem de Vila Nova de Gaia, saindo da Estação São Bento. Fazer esse passeio de metrô também é uma dica para poder contemplar a Ribeira e o Douro do alto. 7 – Sé do Porto No coração do Centro Histórico fica a Catedral Sé do Porto, um dos monumentos mais antigos do país. Em frente à catedral, existe uma pequena praça de onde é possível ver a parte baixa da cidade, os telhados alaranjados e também as torres das igrejas. Aliás, igreja é o que você mais vê no Porto. 8 – Estação São Bento Essa é a principal estação do Porto, por onde passam várias linhas de metrô e de trem. Por dentro, ela é lindamente decorada com painéis de azulejos de temática histórica. Durante a noite, fica toda iluminada em meio ao vai e vem constante de passageiros. 9 – Avenida dos Aliados Esta é uma das mais importantes e imponentes vias da cidade. Nela, fica a Praça da Liberdade e a estátua Dom Pedro IV. 10 – Torre dos Clérigos E o nosso roteiro chega ao fim na torre mais alta de Portugal. Até o topo são 225 degraus. Mas, garanto que cada um deles vai valer à pena, quando, lá do alto, puder ver toda a beleza da cidade do Porto. São dez lugares incríveis em um passeio de cerca de cinco quilômetros. Recomendo um dia inteiro para fazer o percurso com tranquilidade, poder conhecer e apreciar cada ponto turístico, almoçar na Ribeira e terminar o passeio em uma das agradáveis praças próximas à Torre dos Clérigos. Entre um e outro ponto turístico, garanto que você vai se surpreender com cada detalhe que só pode ser visto por quem se dispõe a fazer uma boa caminhada. 1. Senta-te numa esplanada na zona da Ribeira. Pede uma Super Bock e uns tremoços e simplesmente desfruta do momento… 2. Viaja em eléctrico desde o Infante, no centro da cidade, até ao Passeio Alegre, na Foz do Douro (linha 1). Aproveita para passear a pé por esta bonita zona onde o Rio Douro se encontra com o Oceano Atlântico. 3. Faz um pequeno cruzeiro pelas pontes do rio Douro num dos típicos “barcos rabelo” que no passado transportavam o vinho do Porto. 4. Reserva um dos almoços para comer uma francesinha, um dos pratos mais típicos do Porto. Trata-se de uma espécie de sandwich com várias carnes e com um molho picante cujo segredo não se pode revelar… 5. Mima-te com um delicioso lanche numa das muitas pastelarias da cidade. Impossível passar indiferente a alguma destas vitrinas… Irresistível! 6. Nada melhor que uma visita ao Mercado do Bolhão para conhecer a gente mais genuína desta cidade! Desfruta dos cheiros, cores e sons únicos deste lugar tão especial… 7. Visita o Museu de Arte Contemporânea da Fundação de Serralves e os seus inspiradores jardins. A entrada é gratuita nos Domingos pela manhã. 8. Aproveita para visitar as galerias de arte da Rua Miguel Bombarda. Cada dois meses organizam um sábado de inaugurações simultâneas, com música e animação de rua. Imperdível! 9. Prepara-te para entrar num espaço mágico, onde apetece ficar horas e horas… A Livraria Lello é um ponto de visita incontornável da cidade. É considerada uma das mais belas do mundo! 10. Visita o Palácio da Bolsa do Porto, considerado um dos mais belos edifícios do Porto e um dos mais ricos de Portugal. Aqui é onde se rende homenagem aos chefes de estado que visitam a cidade. 11. Cruza a Ponte Luis I em direcção à marginal de Vila Nova de Gaia. Aqui encontrarás todo o tipo de bares e restaurantes, com vistas panorâmicas sobre o Porto. Perfeito para uma comida romântica… 12. Programa uma visita às caves do vinho do Porto e aproveita para provar estes deliciosos vinhos. De certeza que vais querer voltar! 13. Assiste a um concerto na Casa da Música, uma fantástica obra arquitectónica desenhada pelo holandês Rem Koolhaas. 14. Assiste a uma obra de teatro no Teatro Nacional de São João, inaugurado por segunda vez em 1920 depois de ser totalmente destruído por um incêndio. 15. Visita as exposições gratuitas do Centro Português de Fotografia, localizado nas instalações de uma antiga prisão (Cadeia da Relação). Ainda se mantêm as portas originais… 16. Viaja à Belle Époque portuense tomando um chá no Café Majestic, fundado em 1921. É um dos locais com mais glamour da cidade… 17. Aproveita para fazer compras nas lojas mais tradicionais da Rua de Santa Catarina. Aqui encontrarás também todo o tipo de stands de artesanato e espectáculos de rua montados por artistas locais. 18. Relaxa-te com um passeio pelos jardins do Palácio de Cristal. Desde aqui poderás desfrutar de uma vista incrível sobre o rio Douro. 19. Respira a tranquilidade da cidade enquanto passeias a pé pela Avenida dos Aliados e admira a bela arquitectura dos edifícios que a rodeiam. 20. Visita o Estádio do Dragão e diverte-te nas bancadas com os adeptos do F.C.Porto enquanto assistes a um bom jogo de fútebol. 21. Sobe os 240 degraus da Torre dos Clérigos. De aqui poderás observar praticamente todos os pontos da cidade. 22. Senta-te numa das mesas do Café Piolho (Café Âncora d’Ouro) e deixa-te levar pelo seu ambiente boémio… Inaugurado em 1909, foi e continua a ser um dos mais importantes pontos de encontro dos estudantes e intelectuais da cidade. 23. Para conhecer o lado mais cosmopolita da vida nocturna da cidade, tens que passar pela zona da “Galeria de Paris” e pelas ruas paralelas. Aí encontrarás bares, restaurantes e muita gente simpática! 24. Não podes deixar de assistir a um espectáculo de fado ao vivo, para entender melhor o que é ser português e o significado da palavra “saudade”… 25.Pelo menos uma vez na vida, tens que celebrar o São João no Porto! Junta-te aos bailaricos espalhados pelos bairros da cidade, come sardinha assada, compra um manjerico e desfruta da noite mais divertida e mais longa do ano!
  14. Olá pessoal! O que irei compartilhar com vocês foi uma compilação bastante abrangente de informações sobre todos os pontos turísticos da cidade de Barcelona, que reuni para montar minha viagem. As informações foram extraídas aqui do site e também de muitos blogs. Aproveitem! VIAGEM BARCELONA Las Ramblas: da Plaça de Catalunya ao Porto Velho Esse conjunto de ruas largas que liga a Plaça de Catlunya – coração da cidade – ao antigo Porto é o ponto turístico mais visitado de Barcelona e um dos mais conhecidos do mundo. A sugestão é você começar pela Plaça Catalunya e seguir caminhado por Las Ramblas até encontrar o mar. O percurso não tem mais do que um quilômetro e meio e, caso você se perca, basta olhar para cima e tentar localizar o Monumento a Colombo. Embora seja um caminho relativamente curto, você pode gastar um dia inteiro (ou mais!) se for realmente aproveitar tudo o que se encontra entre o ponto inicial e o ponto final. Só para ficar nos mais famosos, temos: · Mercado de Sant Josep de la Boqueria: se você gosta de mercados públicos, encontra em La Boqueria um verdadeiro paraíso. Dá pra experimentar as famosas tapas e ainda levar para casa todo tipo de fruta, peixe, vinho, artesanato etc. · Museu d’Art Contemporani de Barcelona (MACBA): · Plaça Reial: uma pequena e charmosa praça paralela à avenida principal, que passa despercebida por muitos turistas. · Mirador de Colom: é o monumento em homenagem a Cristóvão Colombo, entre o final das Ramblas e o começo da área do Porto Velho. · Maremagnun e L’Aquàrium de Barcelona: Sagrada Família e as casas de Gaudí Hospital Saint Paul Pode parecer estranho, mas um hospital é um dos cartões-postais de Barcelona. O Saint Paul aparece em praticamente qualquer lista das maiores atrações turísticas da cidade. Por mais que seja um lugar tradicional para viajantes, está elencado em segundo lugar na nossa lista apenas por uma questão geográfica – ele fica perto da Sagrada Família, cerca de 15 minutos de caminhada. Construído a partir de 1901, esse antigo hospital é Patrimônio Mundial da Unesco e famoso em todo país por conta da arquitetura. O prédio funcionou como hospital até 2009, mas agora está sendo restaurado para virar um museu. Sagrada Família: 09:00 – 18:00h Antoni Placid Gaudí i Cornet (1852-1926) foi um importante arquiteto catalão, que teve como influência as formas, as cores, os materiais, e os arcos parabólicos (marcantes na arquitetura gótica). Templo Expiatório da Sagrada Família, mais conhecido como Sagrada Família, é considerado como uma obra-prima de Antoni Gaudí. assumiu sua construção em 1883 (a construção iniciou-se em 1882), e estima-se sua finalização apenas em 2026. Uma curiosidade que soubemos em Barcelona, foi que, questionado sobre a data de término da construção da Sagrada Família, Gaudí respondeu que seu Cliente não tinha pressa, pois Ele detém todo o tempo do mundo. Gaudí dedicou os últimos 40 anos de sua vida, sendo 15 deles de forma exclusiva, para o projeto da Sagrada Família. A catedral é linda e cheia de detalhes a serem observados. Quando você entra, no entanto, deve estar ciente que vai encontrar mais um canteiro de obras do que uma igreja pronta. As filas para subir em uma das torres geralmente é muito grande, e há outras vistas melhores da cidade. Na parte de dentro, há um pequeno porém interessante museu que conta a história da construção da Sagrada Família e um pouco da vida de Gaudí. Quando terminar a visita, você pode seguir andando pela Carrer de Provença até chegar à esquina com o Passeig de Gràcia (famosa rua de luxo de Barcelona). Nesta esquina está a Casa Milá, outra obra de Gaudí, mais conhecida como La Pedrera. Contruída para o ricaço Roger Segimon de Milà (daí o nome), a Pedreira é um prédio que não possui linhas retas. Quando você entra, parece que está em uma duna de areia. É curva para todo lado. Saindo da Casa Milá, siga caminhado pelo Passeig de Gràcia até chegar ao número 43, onde fica a Casa Batlló. A Casa Batlló é menor do que a Pedreira, mas não menos interessante. Nela dá para ver melhor como Gaudí usava elementos de plantas e animais para compor seus projetos. Cada andar da casa possui sua particularidade, e até mesmo a cobertura é repleta de detalhes. Em alguns momentos, parece que você está no fundo do mar. Praticamente vizinha à Casa Batlló, está a Casa Amatller. Esta basta você admirar a fachada e comparar com sua vizinha mais famosa. Depois, se quiser, você pode seguir pelo Passeig de Gràcia rumo à Plaça Catlunya, pois é nessa rua de compras que se encontram algumas das lojas das marcas mais famosas (e caras) do mundo. Casa Milà (La Pedrera): sábado, domingo e feriado (10h às 14h e 18h às 22h) Outra obra-prima de Gaudí, La Pedrera foi construída entre 1905 e 1910 para a família Milá. É um dos imaginativos projetos de casas na história da arquitetura, esta construção é mais do que uma escultura de um edifício. Anteriormente chamado de Casa Milà, também conhecida como La Pedrera (a pedreira), parece um prédio dos Flinstones, com formas orgânicas de pedra cinzenta, cheia de curvas. É possível visitar até o telhado! De tirar o fôlego; onde ressaltam potes gigantes como cavaleiros medievais. O ferro forjado também está presente nas formas de varandas imitando formas vegetais. Do telhado a vista espetacular de Barcelona, visite no pôr-do-sol, demais! Um piso abaixo do teto é um museu dedicado ao trabalho do Gaudí. O edifício foi reconhecido pela UNESCO como "Patrimônio Mundial", em 1984. ( Provença 261-265, mapa) Site Oficial Casa Battló: Segunda a domingo (9h às 21h). é uma deslumbrante criação de 1875 e tão inspiradora como La Pedrera. Os pisos mais baixos eram para o proprietário e os andares superiores para aluguel. A "casa" é uma jóia, com seus desenhos Art-Nouveau, e podemos visitar um apartamento decorado, chegando até o telhado também. Imperdível! O prédio leva esse nome por causa de José Batlló Casanovas, que no começo do século 20 contratou Antoni Gaudí para reformar a casa. Da fachada ao interior, tudo na Casa Battló é fotogênico. O preço de entrada é salgadíssimo – em torno de 20 euros. Mais caro que o ingresso de quase todos os grandes monumentos e lugares históricos europeus, incluindo o Palácio de Versalhes, na França. Caso tenha interesse, é possível garantir seu ingresso pela internet, evitando filas.Aberta todos os dias das 10 às 20h. (Passeig de Gracia, 43, mapa) Compre aqui ingressos sem filas Site Oficial Casa Amattler: Segunda a domingo (11h às 19h) Barceloneta e as praias A praia mais famosa atualmente é Barceloneta, por ter um acesso mais fácil para quem vem do centro da cidade. Atualmente um ponto famoso é o Hotel W, hospedagem de luxo em forma de vela que certamente você vai ver quando chegar por lá. Se estiver no verão, vale a pena colocar roupa de banho para ver como os locais e os turistas curtem a praia. Fique atento por que, mesmo com sol forte, a água do mar quase sempre é fria. Antigo bairro de marinheiros, Barceloneta é também o nome da mais famosa praia da cidade. Não espere nada muito deslumbrante – apesar de estar no litoral, Barcelona não é muito rica em praias. De qualquer forma, vale a experiência de passar uma tarde de sol no estilo Catalão e tomar um banho no Mar Mediterrâneo. Se isso não te convenceu, segura essa: Dom Quixote, herói nacional e símbolo da literatura latina, lutou uma batalha nas areias da Barceloneta. O nome da praia não é citado no livro, mas há quem garanta que foi ela a inspiração de Cervantes, que destinou acontecimentos importantes do segundo volume de Dom Quixote para Barcelona. Uma boa dica é você alugar uma bicicleta (há várias lojas ao longo da praia) e sair pedalando pela orla para conhecer as outras praias adjacentes: · Sant Sebastià: é a praia que fica para o lado do Hotel W. É ladeada por um imenso clube náutico e por isso se vê muita gente praticando esportes. Embora não seja uma praia de nudismo, vez ou outra você se depara com um peladão por lá. Aliás, a prática de topless é comum em todas as praias, não estranhe. · Nova Icària: no lado oposto ao do Hotel W, essa praia é menorzinha e mais tranquila, geralmente é frequentada por famílias e gente que quer apenas relaxas, não badalar. · Bogatell: é a praia de que menos gosto, pois geralmente é mais voltada para badalação, festas, boates etc. · Mar Bella: aqui você encontra muitos bares de tapas e bebidas, além de alguns peladões pelo meio do caminho. Os nudistas aproveitam as dunas da praia para ficarem um pouco mais à vontade. · Llevant: uma das últimas praias, estava repleta de obras quando fui pela última vez, incluindo uma área com “piscinas” para skatistas. Se você seguiu a minha dica e alugou uma bike, ou mesmo se estiver a pé, dá para ir de Barceloneta até um dos meus locais favoritos da cidade: o Parc de La Ciutadella. Parc de La Ciutadella Pertinho do centro e da praia de Barceloneta, o Parc de La Ciutadella foi construído nos antigos terrenos da fortaleza que protegia a cidade (daí o nome) e o projeto copia o famoso Jardim de Luxemburgo, em Paris. O parque é muito grande e, além das áreas verdes, fontes e espaços de lazer, você encontra dentro e na frente alguns monumentos importantes, como: · Arco do Triunfo: foi criado para a Exposición Universal de Barcelona de 1888 e, diferente de outros arcos do triunfo pela Europa, não tem caráter militar. · Mamute: uma grande estátua de um mamute fica dentro do parque e você sempre verá turistas tirando foto com o bicho. · Castillo de Tres Dragones: O prédio com dragões também foi criado para a Exposición Universal de Barcelona de 1888, para servir como restaurante. · Parlamento da Catalunha: a Catalunha possui um parlamento próprio, com 135 deputados eleitos na região. Isso porque a Catalunha oficialmente é uma comunidade autônoma da Espanha, com nacionalidade histórica. A questão do separatismo ainda é muito viva, embora a própria população local se divida entre a independência e a continuidade como região espanhola. A visita ao interior do Parlamento é muito interessante, se você gosta de política e de questões históricas, vale a pena entrar. Relativamente perto do Parc de La Ciutadella (mas não muito), estão o Palau de la Música Catalana (onde ocorrem diversos concertos) e o Museu Picasso (este fecha às segundas-feiras). Embora Pablo Picasso não seja de Barcelona, ele morou um tempo na cidade e muitas de suas obras continuam por lá. Só no Museu Picasso, a coleção é superior a quatro mil obras, sendo a mais famosa o quadro Las Meninas. Parc de La Ciutadella (Segunda a domingo: 8h às 18h no outono-inverno). Palau de la Música Catalana: Segunda a domingo (10h às 15h30; em julho 10h às 18h; em agosto 9h às 20h). O teatro maravilhoso, em estilo Art Nouveau ( 1908), que merece uma visita, mesmo durante o dia fora do horário de espetáculos! Projetado por Lluis Domènech i Montaner, um dos maiores representantes do modernismo da Cataluña.Os vitrais do teto, as colunas estampadas do terraço, os detalhes... são de perder o fôlego! Museu Picasso: Terça a domingo (9h às 19h). O museu apresenta inúmeras obras e é especialmente forte em sua fase Azul com lindas telas e cerâmicas a partir de 1890. O 2º andar apresenta obras de Barcelona e de Paris a partir de 1900-1904, com muitas obras de influencia impressionista. O famoso "Senyora Canals" (1905), também está em exibição. Entre as obras executadas em 1957 em Cannes, é uma técnica complexa da série (Las Meninas), que consiste na maior parte dos estudos sobre Diego Velázquez. Horários: Das 10 às 20h. Fecha às 2ªs feiras. Parc Güell O Parque Güel é outra criação de Gaudí, construído de 1885 a 1889, seria uma espécie de condomínio, em Barcelona. Como o empreendimento não teve sucesso, o Parque Güel tornou-se a residência de Gaudí, que é aberta ao público para visitação. O Parc Güell fica no alto do Monte Carmelo e o acesso não é tão fácil para quem tem dificuldade de locomoção, mesmo com as escadas rolantes que ajudam a subir o monte. Uma vez lá em cima, você consegue ter uma boa visão de Barcelona, principalmente se subir ainda mais, no local conhecido como El Calvario, onde há três cruzes de pedra. Mas o que há de mais bonito para se ver é mesmo a obra de Gaudí completamente integrada a um ambiente aberto. Já na entrada principal você vai encontrar muitas das obras características do arquiteto, como os dragões, as casas curvas e as cerâmicas coloridas. Ainda perto da entrada, não deixe de ir à Sala das Cem Colunas, onde sempre é possível encontrar músicos de rua de alta qualidade. O centro do parque é uma praça oval com bancos e esculturas de Gaudí. Quando eu morava lá, o acesso era gratuito, mas agora em 2015 estavam cobrando ingresso para essas partes do parque. E as filas eram imensas, mesmo não sendo verão. Dentro do parque existem algumas casas importantes, como a Casa-Museu de Gaudí e a Casa Trias. A parte mais interessante, na minha opinião, são os chamados Viadutos, uma espécie de túnel semi-aberto com colunas e paredes curvas em diferentes estilos (gótico, romano e barroco). Dependendo do tempo que você tiver disponível, dá para passar o dia inteiro no Parc Güell e é capaz de você não ver tudo o que há. Na saída, descobri uma novidade, um pequeno museu que possui um cinema 4D onde se passa um pequeno filme (20 minutos mais ou menos) em que você conhece toda a história de Gaudí e como a obra do arquiteto mudou para sempre a cara de Barcelona. Parc Güell: Segunda a domingo (8h30 às 18h na baixa temporada) Gaudí Experiencia: segunda a domingo (10h30 às 18h de outubro a março; 10h às 19h de abril a setembro) CASA MUSEU DE GAUDÍ: a casa-museu, com projeto de Francesc Berenguer, foi concluída em 1905 e em 1906 adquirida por Antonio Gaudí onde viveu até poucos meses antes de morrer. Em dezembro de 1926, foi vendida para financiar a construção da Sagrada Família e os novos proprietários a mantiveram, e a transformarem em museu em 1963. Além de memórias pessoais, há uma vasta coleção de mobiliário desenhado pelo arquiteto para diferentes casas, além de azulejos, nas paredes, nos ferros torcidos, etc. Para os apaixonados por Art Nouveau é imperdível! Horários: Out. à Março das 10 às 18h. Montjuïc Seu passeio deve começar pelo Castelo de Montjuïc, que fica no topo da colina. Nem tente ir a pé, pois a subida é longa e íngreme. O melhor a fazer é pegar um ônibus que te deixa na porta do Castelo. Depois de visitá-lo, pegue o teleférico que vai te levar até uma estação que fica no meio da subida. De lá, a dica é ir descendo a colina a pé mesmo, pois você encontrará pelo menos três grandes pontos turísticos: · Fundação Joan Miró: além de Gaudí, outro nome com o qual você vai se deparar bastante ao pesquisar sobre o que fazer em Barcelona é o do pintor catalão Joan Miró. Em Montjuïc, você encontra a Fundação que leva seu nome, criada pelo próprio Miró e mantida pela família. Só entre se você gosta de pinturas e esculturas contemporâneas, abstratas, até surreais. Eu entrei uma vez e achei interessante, mas entendo que não é para todo mundo. A fundação fecha às segundas-feiras. · Poble Espanyol: trata-se de um imenso museu arquitetônico a céu aberto com mais de 100 edifícios que reúnem um pouquinho de cada região da Espanha. Uma casa tem o estilo catalão, outra o madrilenho, outra o basco e assim vai. Embora seja interessante, a área de 42.000 quilômetros quadrados acaba deixando a visita um pouco cansativa. Só entre se estiver com tempo disponível. · Anel Olímpico: em 1992, Barcelona foi sede dos Jogos Olímpicos. Isso revitalizou boa parte da cidade. O principal local de competições, o Estádio Olímpico, fica justamente em Montjuïc, no meio do caminho ente a base e o topo da colina. A entrada no estádio onde ocorreu a abertura e o encerramento dos Jogos é gratuita. Ao lado, existe a Pira Olímpica, o Museu Olímpico e o Palau Sant Jordi, ginásio onde ocorreram as competições de vôlei, ginástica e handebol. Hoje ele é muito usado para shows. Se você curte esportes, vale a pena entrar no Museu Olímpico, que é pequeno e não toma muito tempo. JARDIM BOTÂNICO: Após uma mudança de local o Jardim Botânico foi reinaugurado no Parc Montjuic num projeto bem moderno e integrado à natureza. Com uma bela coleção de plantas do mundo todo, é um espaço onde experimentam novas plantas mediterrâneas para introduzi-las aos jardins de Barcelona. Aberto das 10 às 17h com tarifas a 3,50 €.Grátis último domingo de mês (Dr. Font i Quer, 2 ,Parc de Montjuïc, mapa) Site Oficial Castelo de Montjuïc: Segunda a domingo (10h às 18h de novembro a março; 10h às 20h de abril a outubro). Ônibus 150 ou Montjuïc Cable Car Museu Olímpico: terça a sábado (10h às 18h no inverno); domingos e feriados (10h às 14h); fecha às segundas. Montjuïc é uma colina situada na área central de Barcelona. Seu nome significa Monte Judeu no catalão antigo, pois nesse local existia um cemitério judaico. Na Idade Média, quando ainda não fazia parte da cidade, o morro era utilizado como pedreira, fornecendo matéria prima para as principais igrejas e obras da cidade. A grande mudança nesta região ocorreu com a Exposição Internacional de 1929, pois ali foram construídos os pavilhões que são utilizados até hoje nas feiras comerciais, o Palácio Nacional, o Estádio Olímpico, o Teatro Greco e o Pueblo Español. Além de todo o paisagismo que foi feito na época com a criação de parques e jardins recuperando os estragos da exploração da pedreira e criando umas das áreas mais verdes da cidade. A 2ª revitalização aconteceu em 1992 com a criação das instalações olímpicas. Este novo roteiro começa na Plaça d’Espanya, a somente 4 estações de metrô da Praça da Catalunha. Ao sair do metrô duas construções chamarão sua atenção: uma é a antiga Plaza de Toros, que hoje é um centro comercial, e a outra, em cima da montanha, é o Palácio Nacional, que abriga o Museu Nacional de Arte da Catalunha (MNAC), nossa primeira parada. Se você só de pensar em chegar lá em cima já está cansado, fique tranqüilo, pois existem escadas rolantes que facilitam a caminhada, principalmente nos dias quentes. Observe também que existem duas torres que talvez te recordem algo familiar. Essas torres são cópias do campanário que fica próximo a Praça São Marcos em Veneza. Seguindo pela Avenida Rainha Maria Cristina em direção ao MNAC perceba que tanto no lado direito como esquerdo estão os pavilhões do mais importante centro de convenções de Barcelona. Ao final dessa avenida está a Fonte Mágica, um dos pontos turísiticos mais procurados de Barcelona. Nos fins de semana, a fonte proporciona belas apresentações de água, música e luz para os turistas. Ao chegar à frente do MNAC aproveite para observar a bela paisagem da cidade com a montanha do Tidibidabo a sua frente. Ali estão algumas das obras mais importantes da Catalunha e este museu é considerado por muitos como o mais importante da cidade. O local é conhecido por seu conjunto de obras de arte românica dos séculos 11 e 12 sendo que as igrejas e mosteiros são as principais obras do período. O que eles fizeram aqui que é impressionante foi trasladar o interior de igrejas inteiras e reproduzi-las no interior do museu. Atrás do MNAC está o anel olímpico onde se encontram os principais estádios, ginásios, piscinas em que ocorreram os Jogos Olímpicos de 1992. Logo a sua frente aparecerá o estádio olímpico onde ocorreu a abertura e encerramento das olimpíadas. Diferente do que se imagina o estádio é pequeno, muito menor que um Estádio como o Pacaembú, mas ao ver de fora a pira olímpica utilizada nos jogos realmente emociona. A entrada no estádio é gratuita e vale a pena dar uma olhada. Atrás do estádio existe um grande ginásio, Palau Sant Jordi, onde o vôlei masculino do Brasil ganhou sua primeira medalha de ouro e a torre de Montjuic, ou de Calatrava seu criador, que é um dos símbolos da cidade e ficou famosa na época dos jogos. Voltando para o estádio olímpico na entrada próximo a pira olímpica e continuando reto encontra-se o Museu Olímpico, que cheguei a conhecê-lo gratuitamente numa das noites de Museu, mas só acho que vale a visita para os que realmente são aficcionados por esportes. Seguindo por essa rua, na sua esquerda começarão a aparecer diversos parques e jardins que foram feitos para a Exposição Mundial de 1929. Mais a frente uma construção moderna e muito bonita alberga o Museu Miró. No nosso caso que já gostávamos muito de suas obras, o consideramos o mais bonito da cidade. O museu sempre tem a exposição permanente de Miro, que é fantástica, e também uma exposição temporária de um ou mais artistas. Miró é um dos artistas símbolos da cidade de Barcelona e suas obras são encontradas principalmente neste museu, mas também em espaços públicos como num Mural no Aeroporto, num mosaico no chão das Ramblas frente ao Mercado da Boqueria e em uma grande escultura no Parque Joan Miró próximo a Praça Espanha. Continue caminhando até o Miramar que é um mirador onde você tem uma bela visão da cidade de Barcelona, principalmente do final das Ramblas, do local de desembarque dos cruzeiros e boa parte da costa da cidade. Além é claro da Sagrada Família e de outros grandes edifícios como as Torres Mapfre e a Torre Agbar que a noite fica toda iluminda. Essas são as principais atrações do Montjuic. Deste ponto você pode tomar um teleférico que desce a montanha e pára nas praias da cidade. Caso você tenha um pouco mais de tempo, ainda há algumas opções: visitar o Jardim Botânico ou o Castelo de Montjuic. Para ir ao castelo precisa-se pegar um teleférico que leva para a parte mais alta da montanha e que fica quase na frente do Museu Miró. No local onde se pega o teleférico para o Castelo também está o funicular de Montjuïc que leva a estação do metrô sem precisar descer tudo novamente. Mas a melhor opção mesmo, principalmente se for ao final da tarde, é voltar pelo mesmo caminho e assistir uma das mais belas atrações gratuitas da cidade: a Fonte Mágica. Plaça Espanya e as Fontes Mágicas A Plaça Espanya é a segunda praça mais famosa da cidade, atrás apenas da Plaça Cataluya. O lugar é rodeado pelo Museu Nacional de Arte da Catalunha (MNAC), por pavilhões de eventos e pela Arena de Touros (oficialmente chamado Centro Comercial Arenas de Barcelona). Mesmo que você não entre no MNAC, há duas razões para ir lá. A primeira é o próprio prédio do museu, conhecido como Palácio Nacional, que fica em uma região mais alta de Montjuïc. A segunda razão são as famosas Fontes Mágicas, um conjunto de fontes que se iluminam e dançam conforme músicas transmitidas para toda a área. Mas fique atento: as Fontes Mágicas só funcionam na primavera-verão de quinta a domingo e no outono-inverno de sexta a sábado, sempre à noite. Não se paga nada. Logo ao lado do MNAC, você encontra o Pavilhão Mies van der Rohe, ou Pavilhão Alemão de Arquitetura. Dizem que esse lugar é um importante marco para os arquitetos. Meu interesse maior estava logo atravessando a rua, na Caixa Fórum, uma galeria de arte vizinha ao apartamento onde eu morava e que abriga diversas exposições temporárias. Outro ponto a ser visitado nesta área é a Arena de Touros. O local, que abrigava as touradas quando elas eram permitidas na Catalunha, hoje em dia é um moderno shopping center. A dica é comer algumas tapas nos bares do subsolo ou, se você estiver querendo algo mais requintado, ir a um dos restaurantes que ficam na cobertura. De lá também dá para ver as Fontes Mágicas, mas o espetáculo é mais bonito visto de perto. Bairro Gótico e a Catedral de Barcelona Um dos núcleos mais antigos de Barcelona é o Bairro Gótico, ou simplesmente El Gòtic. Andando pelo bairro, você encontra muitas construções antigas e igrejas por todo lado. A mais importante delas é a Catedral de Barcelona, que leva o nome de Santa Eulália, a padroeira da cidade. Embora não seja gigantesca como a Sagrada Família, também é uma igreja que impressiona pelo visual. Outro lugar de destaque no bairro gótico é o Portal del Ángel, uma rua de pedestres dedicada quase que exclusivamente ao comércio. De lá, você pode ir caminhando até a Plaça Catalunya. Nem tudo é gótico no Bairro Gótico. Essa parte de Barcelona tem construções de várias épocas, incluindo algumas ruínas do Império Romano, como o Templo de Augusto. A Catedral da Cidade e a Igreja de Santa Maria del Pi são outras atrações desse bairro, que foi completamente reformulado antes de um grande evento que ocorreu em Barcelona e atraiu multidões de turistas para lá: Exposição Universal de 1929. Catedral de Barcelona A Catedral da Santa Cruz e da Santa Eulália foi erguida entre os séculos 13 e 15. Assim como a parisiense Notre Dame, essa igreja tem gárgulas, embora nenhum corcunda tenha sido visto por lá. Mas tem santa: Eulália, que foi padroeira da cidade. Segundo a tradição católica, por ser cristã a moça foi colocada num barril cheio de facas afiadas, que foi rolado ladeira abaixo. Depois, cortaram os seios e a cabeça dela, que obviamente morreu. Não sem antes virar santa, quando uma pomba saiu de dentro do pescoço (sem cabeça) de Eulália. A ladeira onde ocorreu o martírio dela fica perto da catedral. Turistas podem visitar o salão, a cripta da Eulália e o terraço da igreja. Na parte da manhã a entrada no templo é de graça (exceto domingos), mas durante a tarde é preciso pagar 6 euros, com direito a subida no terraço. Durante a manhã a entrada só do terraço custa 3 euros. O Templo de Augusto César favorito de muitos romanos, batizou construções em várias parte do Antigo Império. Não foi diferente em Barcelona, que também teve um Templo de César Augusto. Com o passar dos séculos a construção foi destruída e esquecida – as ruínas só apareceram de novo no século 19, durante obras na região. A visita ao templo é gratuita e pode ser feita de terça a domingo. As muralhas romanas Como era esperado de uma cidade romana, Barcelona tinha muralhas. O que não é esperado é encontrar elas lá até hoje, mais uma prova de que o Bairro Gótico passa longe de ser só medieval. A parte do muro que ainda está de pé fica na Plaça Ramón Berenguer el Gran e foi erguida no quarto século depois de Cristo. As antigas muralhas de Barcelona tinham 16 metros de altura e envolviam toda a cidade, numa circunferência de 1.300 metros. Mais tarde foi erguida por ali a capela (realmente) gótica de Santa Ágata. Nesse lugar é possível ver algumas das setenta e quatro torres originais da muralha que sobreviveram. Plaça del Rei Na mesma região e normalmente citada junto com a Igreja de Santa Ágata está a Plaça del Rei. Pois é, a Espanha foi unificada e virou um país em 1469, com os chamados Reis Católicos: Dona Isabel I e o Rei Dom Fernando II. Barcelona foi residência temporária da família real, o que justifica essa praça, além, é claro, de reis terem praças espalhadas por todo o país. O Palácio Real, a Igreja Real, torres e outras construções completam o centro histórico, onde também funcionou um Tribunal da Inquisição. Vale destacar o Museu de História de Barcelona, que tem ruas romanas escondidas no porão, além de dar acesso para as antigas muralhas. Mas sabe qual é a coisa mais legal dessa praça? Dizem que Cristóvão Colombo foi recebido pelos Reis da Espanha nesse lugar, quando voltou da viagem de descobrimento da América! Plaça de Sant Jaume Já chamada de Praça da Constituição, esse é o centro administrativo de Barcelona. É que as sedes da prefeitura da cidade e o governo da Catalunha ficam nesse lugar. O último funciona no Palau de la Generalitat, um prédio de origem medieval e com fachada renascentista que já abrigou 128 presidentes da Catalunha. Não é sem motivo que esse prédio é considerado por muitos um símbolo da democracia e da luta da Catalunha pela independência. Protestos e manifestações culturais são normais nessa praça, incluindo as famosas pirâmides humanas da Catalunha. Nós não vimos, mas quem sabe você não tem mais sorte que a gente. Uma passarela liga o Palau de la Generalitat e a Casa dels Canonges, passando por cima da rua del Bisbe. Não se esqueça de tirar uma foto quando passar por lá, afinal esse é um dos símbolos do Bairro Gótico. Outras atrações do Bairro Gótico Uma visita ao Bairro Gótico não acaba aí. Com luminárias feitas por Gaudí e cheia de restaurantes e palmeiras, a Plaça Reial é outro marco da região. Só não confunda essa praça com a do rei, de que já falamos acima. Também vale visitar a Igreja Santa Maria del Pi, do século 14. E ainda existem as atrações que ficam dentro da Cidade Velha, mas em outros bairros, como El Raval, La Ribeira e Born. Três exemplos são o Monumento a Cólon, que lembra o navegador Cristovão Colombo, a Igreja de Santa Maria do Mar e o Palácio de Música da Catalunha, inaugurado em 1908. Camp Nou e jogo do Barcelona
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