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Fernando Paiotti

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Posts postados por Fernando Paiotti

  1. Em 27/09/2020 em 00:51, waldney disse:

    Amigo, muito bom o texto. Estou pensando em ir em fevereiro de 2021 para o Uruguai, só ficarei poucos dias, talvez uns 4 ou 5. Quero conhecer Cabo Polônio, mas nas agencias de ônibus não encontro o nome de cabo polônio nos etinerários. Sabe me explicar por quê?

    Fala man!
    Não sei te dizer... eu fui pra lá de carro alugado e deixei num estacionamento. Confesso que não sei como chegar de ônibus, mas acredito que vc encontra facilmente em relatos aqui ou em blogs. abs!

  2. 5 horas atrás, Andrea Roissmann disse:

    Bom dia Fernando, vc tem anotado o melhor transporte que utilizou entre as cidades(paises)?

    Olá, Andrea. Como eu não tinha muito tempo a perder nessa viagem, eu viajei de um país a outro de avião, usando empresas lowcost, gastando, em média, 100 reais por voo. nada mal na época, lembrando que foi em 2017.

  3. 51685629_2096541650657223_5038149637827985408_o.jpg.8334636423631fcf1be2a5f9eb3dd6a2.jpg

    PRÓLOGO
    A expressão "THE LUCK OF THE IRISH", que pode ser traduzida como "a sorte dos irlandeses", surgiu nos EUA (e não na Irlanda) na segunda metade do século XIX, no contexto da "corrida do ouro", como uma referência aos menosprezados irlandeses que foram bem sucedidos, de alguma forma, na empreitada. A frase também foi largamente utilizada em sentido irônico, haja vista que os irlandeses, na verdade, eram vistos como um povo sem sorte, sobretudo pelo seu passado, dado que a população do país diminuiu em 25% durante o período da Grande Fome (1845-1849): morrendo pela falta de alimentos e/ou de doenças ou emigrando para a América.

    Contudo, apesar dos pesares, a sorte, concebida como força invencível a que se atribuem o rumo e os diversos acontecimentos da vida, será utilizada em tom positivo neste texto, fazendo jus ao alegre e otimista espírito irlandês e, sobretudo, a minha estadia na cidade de Dublin - recheada de surpresas boas!

    O CHAPÉU DA SORTE E OS PUBS IRLANDESES
    Ainda nem me ambientara à rotina na saudosa cidade do Porto, onde iniciara meu intercâmbio havia apenas 3 dias, e já estava mochilando em Dublin, capital da Irlanda, o país conhecido pelos Leprechaun, potes de ouro, pubs, pints de Guiness, pessoas ruivas e, principalmente, pelo famigerado trevo de 4 folhas: o raríssimo trevo que traz boa sorte.

    Como sou um grande colecionador de souvenires de viagem, logo após deixar minhas coisas no hostel Avalon House, entrei na primeira loja que encontrei. Depois de vasculhar algumas prateleiras, eis que ele surge: o chapéu irlandês (espécie de boina) cinza que estou usando no canto superior esquerdo da foto que ilustra esse post. Coloquei-o na cabeça para experimentar e ele entrou como se tivesse sido feito sob medida para mim: foi amor à primeira prova! Senti-me o Bilbo Baggins do livro O Hobbit encontrando o Um Anel na caverna do Gollum.

    Mal sabia eu, quando o comprei, que se tratava de um autêntico chapéu da sorte, haja vista que, depois de adquiri-lo, eu definitivamente fui contemplado pela "luck of the irish" durante toda minha estadia...

    Depois de passear um bocado pela cidade, como já era tarde, resolvi entrar de vez no clima irlandês e curtir uma noitada num pub, sendo a melhor região àquela conhecida por Temple Bar, composta por alguns poucos quarteirões infestados de pubs famosos, dentre eles, o principal, que leva o nome do local e que está escancarado na foto desta crônica.

    Antes de continuarmos, vale a curiosidade: na Irlanda, os pubs não têm nada a ver com o que estamos habituados aqui no Brasil. Nada! E repito para quem ainda não se ligou: NADA!! Primeiramente, você não paga para entrar, podendo chegar e sair a hora que quiser, sendo o mais comum beber em diversos locais numa mesma noite. Além disso, você pode usar o banheiro numa boa, mesmo sem consumir e vai poder beber copos enormes de cerveja a preços baixos e camaradas, especialmente pensando no custo de vida local e na realidade da Europa como um todo. Por fim, é muitíssimo comum que tenha música ao vivo, quase sempre rock, entoada fervorosamente pelos frequentadores do local, chacoalhando seus canecos. Sendo assim, a leitura do pub irlandês raiz que faço é a de um estabelecimento para ir extravasar depois do trabalho, cantar, gritar, conhecer gente, beber e sorrir, sem ser explorado...

    Voltando, com alguns minutos de Temple Bar eu já estava me sentindo ambientado. Se somarmos isto ao fato de eu estar usando um chapéu típico e ter uma barba enorme rajada de ruivo, eu poderia ser considerado um irlandês nato!

    Nota: em nenhum lugar do mundo me senti mais “normal” com uma grande barba do que na Irlanda. Digo mais: em nenhum lugar do mundo ela foi tão reconhecida e valorizada. Que saudades desse povo maravilhoso!

    Bom, mas retornando à narração, pouco tempo depois que eu entrara no templo das pints, fui abordado e, hummm deixa eu escolher a palavra com cuidado aqui... fui abordado e assediado por uma das ruivas mais lindas que vi na vida. Chapéu? Sorte? Excepcionalmente neste caso, gosto de acreditar que não tem nada a ver com isso e que foi meu sex appeal, porém, infelizmente, aposto que agora o leitor começou a acreditar na história da Luck of The Irish, né?! Pra merda todo mundo que pensou isso!!! E já que é assim, o desfecho dessa história também não será revelado, afinal, como diz o famigerado ditado, o que acontece em Dublin, fica... em Dublin...???

    E vejam só, pra não deixar dúvida alguma de que foi sex appeal, na noite seguinte, logo ao sair de um pub, uma irlandesa morena, do nada!, veio pedir para passar a mão na minha barba e começou a puxar conversa... (Tá bom, tá bom, eu estava usando o chapéu da sorte sim e, como se não bastasse, um trevo, que eu pegara num passeio numa cidade litorânea próxima chamada Howth, no bolso...)

    O MOTORISTA DE TÁXI E A PRISÃO KILMAINHAM GAOL
    No meu terceiro dia em Dublin, eu ainda tinha vários locais para visitar, porém, tinha hora marcada em alguns e estava meio engessado no roteiro. A primeira parada foi a fábrica da Guiness, onde eu planejara fazer o tour e secar alguns canecos, e depois me dirigir à prisão de Kilmainham Gaol, atualmente desativada e famosa pelas atrocidades cometidas contra os presos no passado.

    O grande problema aqui é que os ingressos já estavam esgotados há semanas no site. Como ouvi falar que eles vendiam alguns no dia, resolvi dar um pulo lá e arriscar. O grande problema é que eu tinha menos de uma hora para chegar ao local, partindo da Guiness, e estava mais perdido que filho da puta em dia dos pais...

    Desnorteado, depois de alguns pints da stout nacional, e sem conseguir usar meu mapa, comecei a andar às cegas, pois a rua estava deserta e não havia a quem perguntar. Depois de uns 2 quarteirões, por sorte consegui parar um senhor que estava saindo de uma loja de conveniências e perguntei a direção da Prisão de Kilmaihaim Gaol.

    Muito gentil ele me explicou e, ao perceber que a quantidade de informações que ele me dera era enorme e o caminho meio longo, decidiu por pegar o carro e me levar até lá! Tentei recusar, sobretudo por medo, afinal, sou brasileiro, logo, desconfiado com pessoas “bem intencionadas”, porém, ele educadamente insistiu e me explicou que era taxista. “AAAHHH cuzão, por isso a gentileza! Então você quer me forçar a pagar uma corrida né?!?!”, eu pensara. Contudo, após mencionar sua profissão, ele logo acrescentou, para que as coisas ficassem às claras: “Estou de folga hoje, vou assistir a uma partida de futebol e só parei aqui pra comprar bebida. Pode vir que a prisão fica meio que no caminho, vou te deixar lá e não precisa me pagar!”. Puta que pariu, e eu esculachando o cara...

    Pois bem, topei e, ao subir no carro, por conta dos hábitos de toda uma vida, entrei no que para nós seria o banco do passageiro, ao que ele, achando que era sério, me disse: opa, você vem aqui, eu que vou dirigindo! (a direção e as mãos das ruas são trocadas no Reino Unido e na Irlanda). E lá fomos nós, rumo à prisão, levando mão boba, ops, dando risada o caminho todo: os irlandeses são muito divertidos e fáceis de fazer amizade.

    Alguns minutos depois, chegamos à prisão. Por educação, ofereci de pagar a corrida, mas ele prontamente recusou, sendo assim, deixei um chocolate no console e desci. Subi o zíper da calça, digo, ajeitei meu chapéu e entrei no saguão com a bilheteria: graças ao taxista de folga, cheguei a tempo de comprar um dos últimos (4) ingressos para visitação naquele dia, que selou a minha despedida do país...

    Como eu ainda tinha muitas horas até o meu tour, andei alguns quilômetros para ir visitar a prefeitura, fui confundido duas vezes com um local, ao me pedirem localizações (bendita barba), visitei a famosa Igreja de Saint Patrick e me perdi. Caí num beco nada a ver e, por sorte, descobri um restaurante francês, très petit, onde resolvi almoçar e comi os melhores ovos benedict da minha vida, com salmão defumado! Depois disso consegui achar o caminho da prisão, fiz um tour animal, voltei para o hostel, já meio tarde, jantei uma costela perto do Temple Bar e fechei minha última noite percorrendo os pubs.

    EPÍLOGO – ESQUECERAM DE MIM EM DUBLIN
    Na madruga seguinte, por volta das 4 da manhã da segunda-feira, acordei, organizei minha coisas e fui para a recepção aguardar um transfer super barato que me ofereceram quando cheguei. O horário combinado era o das 5 em ponto, porém, já eram 5:05 e nada. 5:10, 5:12, ... adrenalina já a mil, meu cu fechado que não passava nem wifi. Conversei na recepção do hostel e o atendente, preocupado, resolveu ligar pro motorista – recebi a saborosa informação de que minha reserva na van não havia sido feita, por erro de uma pessoa! Filha da puta! Como eu tinha um voucher de pagamento, o cara pediu pra van mudar o caminho e vir me buscar. Até às 5:20, momento em que o motorista chegou, o relógio passou em câmera lenta, porém, não tive mais medo, pois me lembrei de que estava usando o chapéu!

    Cheguei com horário apertado, porém, o suficiente para fazer tudo com razoável calma e embarcar e voltar com segurança para começar minha segunda semana de intercâmbio no Laboratório de Biomecânica da Universidade do Porto.

    Será que tudo isso foi coincidência? Alucinação de quem vos escreve? Terá o chapéu poderes mágicos? Não sei, mas, sinceramente, gosto de acreditar que eu estava blindado pela luck of the irish no país.

    Antes que me perguntem, infelizmente, por conta da distância em relação a sua terra natal, creio eu, o chapéu da sorte meio que perdeu boa parte de seus poderes, tendo, nos dias de hoje, influência mais tímida e restrita, porém, ele ainda é vivo e tem seu charme.

    Obrigado a todos que leram até aqui! Até a próxima crônica e... Boa sorte!

    FERNANDO PAIOTTI

    • Gostei! 1
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    E de repente, soou o alarme. Eram SEIS horas da manhã do dia 20... Uma segunda-feira pós "TERCEIRO DOMINGO DO MÊS DE FEVEREIRO". Minha quinta semana de intercâmbio na Universidade do Porto acabara de começar e eu estava em Barcelona.

    Enquanto me trocava, em silêncio e no escuro, para não acordar nenhum dos cinco companheiros que dividiram um quarto do Hostel Fabrizzios Terrace comigo, eu era assaltado por toda sorte de lembranças e sensações dos meus três dias mochilando pela cidade, sobretudo pela belíssima visão do Park Güell (imagem da foto que ilustra a crônica deste post) e das obras de Gaudí, que me atraíram como um ímã até Barcelona, desde Dressrosa, anos atrás.

    Tomei meu desayuno sin prisa (pero sin pausa), pois queria saborear meus últimos momentos na capital catalã. Vesti minha jaqueta. Coloquei minha bombeta. Lancei a rodada mochila nas costas. Saí. Não sem antes olhar para trás, para dar uma última espiadela no querido amigo Rafael Hughes, perdido em sua tradicional meditação na varanda.

    Parti rumo à Plaza de la Catalunya, muy cerca del hostel, donde eu pegaria um autobús até o aeroporto: eu continuava absorto em pensamentos, dessa vez, sobre a aventura da noite anterior, no Camp Nou, onde Messi marcara dois gols numa mirrada vitória contra Léganes.

    Eu ainda conseguia ouvir a torcida gritando GOL e entoando canções,mas, de repente, tudo ficou mudo: pensei ter vislumbrado um número oito no lugar das horas da passagem do ticket de ônibus que eu acabara de comprar, porém, aquilo não fazia o menor sentido, afinal, eu acordara as SEIS e em hipótese alguma teria gastado duas horas para desayunar e chegar na Plaza.

    Pois bem, segundos depois o autobús encostou. Subi. Sentei. Deletei da minha cabeça o lance das horas. Ignorei o fato de que podia estar ficando louco. Voltei a minha viagem interior revivendo um sonho psicodélico com as luzes das obras de Gaudí, La Sagrada Familia, Casa Batlò... Mas... tudo ficou mudo... De novo... E... Escuro:

    ERAM 8:20 DA MANHÃ...

    - PORRA?!?! MEU VÔO SAI AS 9:10!!!! VOU PERDER O AVIÃO! COMO EU VOU VOLTAR PRO PORTO?! E MEU ESTÁGIO NO LABORATÓRIO?!! COMO EU CONSEGUI PERDER A HORA?!

    Nada mais fazia sentido em minha cabeça: eu planejara acordar as seis, tomar café e já ir ao aeroporto, pois o trajeto demoraria cerca de 45 minutos...

    Mas... por algum motivo indeterminado, eu havia perdido a hora e, com sorte, chegaria 5 minutos antes de o avião sair... PORRA O QUE ACONTECEU?!?!! CALMA, FERNANDO, calma... ainda pode dar certo. "Só não desiste quem... O pior covarde é aquele... A pior... " Como era o ditado mesmo?! ... FODA-SE! VOU PERDER O VOOOOOO...

    - CALMA! O VOO! CALMA! VOU PERDER! CALMA!

    Eis que tive a brilhante ideia: "fodido por fodido vou tentar alcançar a MIERDA da sala de embarque em cinco minutos vou adiantar tudo que dá pra adiantar pra não ser pego no detector de metais vou tirar o cinto vou tirar a jaqueta vou afrouxar a bota vou desligar o celular e colocar na mochila vou correr até a puta que pariu que nem um louco e espero não ser confundido com um terrorista igual esse bando de filho da puta no Brasil gosta de comentar por conta da porra da minha barba pensando que está fazendo uma piada original". UFA!

    E lá fui eu, colocar o plano em ação! Mas... deu tudo errado!!! : sem o cinto, minha calça logo começou a cair. Na mesma hora, não pude deixar de lembrar do saudoso Seu Madruga do Chaves. Sendo assim, tive de correr segurando as calças, com a bunda meio de fora em alguns momentos. Para piorar, minhas companheiras botas de mochileiro, pau-para-toda-obra, pesam meio quilo cada e estavam mais frouxas, então, corria feito um pato, que ainda tinha de segurar as calças, parecendo um pato-que-cagou-nas-calças.

    Sem ar e quase vomitando, fiz um tempo digno de Usain Bolt até a inspeção de bagagem. A Lei de Murphy me brindou com a fila mais longa. Pedi para passar à frente mas a policial disse que não havia necessidade.

    Depois de toda aquela história de sempre, peguei tudo e corri pra sala de embarque, no exato instante em que a aeromoça pedia que formassem a fila para embarcar. Eram 9:15.

    Já sem dignidade alguma, vesti adequadamente minhas calças, arrumei minha Roupa. Jaqueta. Bota. Chapéu.
    Entrei na fila.
    Embarquei.
    Sentei em minha poltrona.
    A ficha caiu.

    - meu iPod, que eu usava como despertador na época, ainda estava com o fuso horário do Brasil. Tudo que eu fizera quando chegara "nas europas", por preguiça, fora aumentar 4 horas e um abraço! Afinal, que diferença faria?! Contudo, o que seu caro amigo Fernando Barba não esperava é que isto quase lhe custaria muito caro, haja vista que:

    - DECRETO Nº 6.558, DE 8 DE SETEMBRO DE 2008.
    "Art. 1º Fica instituída a hora de verão, a partir de zero hora do primeiro domingo do mês de novembro de cada ano, até zero hora do terceiro domingo do mês de fevereiro do ano subsequente, em parte do território nacional, adiantada em sessenta minutos em relação à hora legal."

    Moral da história: cuidado para seu despertador, ainda com fuso horário do Brasil, não atrasar uma hora quando você estiver fora do país, no terceiro domingo do mês de fevereiro, na véspera de um vôo matutino...

    FERNANDO PAIOTTI

    • Gostei! 1
  5. São Paulo, dia primeiro de julho de 2018.
    Por um bom tempo, este seria meu último dia em solo brasileiro, haja vista que eu estava me preparando para a viagem mais long... não, viagem não faz jus à experiência vivida... jornada? Simples...

    Já sei: Por um bom tempo, este seria meu último dia em solo brasileiro, haja vista que eu estava me preparando para a minha saga em continente asiático, mais precisamente, no Japão, a terra do sol nascente, dos samurais, gueixas, templos, sake, One Piece e peixe cru.

    Por mais que você leia sobre o que são 30 horas de viagem, só quem realmente a fez foi capaz de sentir como é perder quase 2 dias de sua vida sentado, olhando, com agonia, a peculiar e heterogênea paisagem da poltrona de sua frente... Parece exagero? Vejamos na prática como foi.

    Saí de São Paulo rumo a Washington DC num voo noturno, com duração de cerca de 10 horas. Sinceramente, as coisas até aqui transcorreram bem, dormi bastante e ainda estava ansioso e animado. No dia seguinte, lá estava eu em solo norte-americano, com 6 horas de escala para aguardar, que seriam amenizadas pela partida Brasil X México pela Copa do Mundo de 2018, onde vencemos por 2 a 0, se não me engano. Além disso, contava com a companhia do meu amigo Hebrão para jogar conversa fora.

    Passada esta etapa, lá fomos nós rumo a Tóquio, com mais 12 horas de voo pela frente, sem uma gota sequer de sono, duramente superadas através de 3 mijadas, 3 refeições modestas, 4 filmes e muito desespero.

    28 horas depois, lá estava eu em Tóquio: enjoado, meio surdo, com tontura, coriza, hálito podre, suado, há 2 dias sem banho, com tudo que era dor articular no corpo, com olheiras que me fizeram redimensionar meu conceito de olheiras, desnorteado, enfim, um verdadeiro príncipe encantado, um menino pra casar...

    Para quem pensou "ufa, mas pelo menos a viagem acabou! que bacana", ledo engano, caro leitor, haja vista que ainda havia muito que ser feito: milhares de pessoas chegaram todas no mesmo horário e o saguão de desembarque virou o maior labirinto de filas que vi na vida, acrescentando mais 2 horas no saldo do querido mochileiro que vos escreve.

    Findo mais este capítulo, chegou o momento de pegar um trem do aeroporto até Tóquio propriamente dita, fato que somou mais 1 hora de duração. Posto isto, peguei um shinkansen, o famigerado trem bala, que me levaria a Kyoto, sendo este, na verdade, o destino final de minha saga: some mais 4 horas na conta, por favor (e quase 800km de trilhos)!!!

    Ah, acabei me esquecendo de um detalhe: ouvi tudo que foi tipo de recomendação de quem fez uma saga rumo ao Japão e a maioria esmagadora das pessoas recomenda, vividamente, que, uma vez na terra dos pokemon, eu deveria respeitar o fuso horário e não dormir fora dele.

    Pois bem, durante a viagem do shinkansen, pesquei tudo que foi peixe do Japão, bati no meu rosto, joguei água na cara, fiz o diabo, mas não dormi. Meu amigo Hebrão, por outro lado, dormia como um anjo... Tsc tsc... Coitado! Tá fodido!

    36 horas depois, lá estávamos nós no "quarto" que pegamos no Airbnb... ai se arrependimento matasse: para entrar no clima da viagem, o herói desta epopeia asiática escolhera um local raiz, sem luxos, com futon e tudo. Futon... Ha! Futon de cu é rola! Foi quase como se eu tivesse que dormir em cima de uma toalha no chão! e o travesseiro então?!?! Se eu enrolasse minha cueca, acho que meu pescoço ficaria mais alto... TNC

    Bom, para encurtar a história, evitando que o leitor encerre a leitura antes do clímax, vamos logo a ele!

    Chegamos, tomamos banho, comemos sashimi e takoyaki raiz, e fomos dormir, afinal, já eram 11 da noite.

    Estendi minha toalha, vulgo futon, e deitei no chão: finalmente eu iria dormir! Depois de quase 40 horas! Ihuuulll! Mas... meu deus, que calor! Pois é, para quem não sabe, o verão japonês é bem mais quente que o brasileiro, tendo a média da temporada que peguei sido de 37 graus.

    Ok, vamos abrir a janela e... agora vou dormir! Alguns minutos depois, comecei a sentir uma tremenda coceira pelo corpo e começaram zumbidos na minha orelha! Caralho, no Japão é lotado de pernilongos! Cadê esses filhos da puta?! Acreditem se quiserem: os cornos são o dobro dos daqui em tamanho!

    (Num geral, as coisas no Japão são famosas por serem pequenas, exceto pelos insetos, pois lá são gigantes!)

    Comecei a ficar desesperado. Matei quem consegui. Fechei a porra da janela. Dei boa noite pro Hebrão. 2 minutos depois eu já estava desesperado pela falta de sono. Bom, o Hebrão, vacilão que só, deve estar na mesma que eu ou pior, afinal, o mané dormiu no trem. Hebrão, tá com sono? Silêncio. Hebrão?! O cuzão já estava roncando!!!!!

    Ainda tive a brilhante ideia de tomar um Dramin para enjoo da viagem, com o efeito colateral, mais que desejado, de dar sono, acompanhado de um polaramine, anti-alérgico para as malditas picadas de mosquito, que estavam do tamanho de maçãs já. Ah, também com o efeito colateral de dar sono.

    Ledo engano: que vá tomar no meio do centro do olho do cu o filho da puta que escreveu na bula que essas porras dão sono! Só se for no Brasil, pois no Japão, não!

    Bom, mais uma vez, para encurtar a história e em respeito ao amigo leitor que aguentou firme até aqui, sem dormir, na minha primeira noite de sono no Japão eu consegui dormir incríveis 30 minutos!!!!! E não falo isso em tom de brincadeira, para me fazer de coitado ou dar maior comicidade ao texto: realmente só dormi 30 minutos segundo o relógio do meu celular.

    Na manhã seguinte, nada revigorado, partiria eu para o meu primeiro dia de mochilão em Kyoto! Mal sabia que aquele era apenas o primeiro de sete dias que eu não conseguiria dormir, mas isto será assunto de outra crônica. Ficamos por aqui e obrigado a todos que leram!

    Em anexo, segue uma foto do seu querido Barba, o mochileiro que carinhosamente vos escreve, tomando, animadamente, um saboroso desjejum para desbravar a terra do sol nascente!51298887_2092883334356388_8666041094657540096_o.jpg.9b8cfd66fa324eda28215d602a7a7315.jpg

    Arigato gosaimasu

    • Gostei! 2
  6. Olá pessoal! O que irei compartilhar com vocês foi uma compilação bastante abrangente de informações sobre todos os pontos turísticos da cidade de Toronto, que reuni para montar minha viagem. As informações foram extraídas aqui do site e também de muitos blogs. Aproveitem!

    TORONTO

     

    Principais pontos turísticos:

    CN Tower

    Casa Loma

    Yonge Dundas Square

    Queen Street

    Royal Ontario Museum

    Art Gallery of Ontario

    Queen’s Park

    High Park

    Universidade de Toronto

    Toronto Islands

    Distillery District

    Old City Hall & Nathan Phillips Square

    Scotiabank Arena

    St. Lawrence Market

    China Town

    Niagara Falls

     

    CN Tower

    O observatório abre às 9h e dá para conhecê-lo em 1-2h. Com 553 metros de altura, é o edifício mais alto do Canadá e propõe uma vista incrível da cidade e dos arredores. O mirante principal fica a 342m. Chega-se lá pelo elevador panorâmico, que sobe numa velocidade de 22 km/h. A vista do Observation Deck, 360º, abrange o Lago Ontário, o centro financeiro, o estádio Rogers Centre, as ilhas e outros pontos.

    ·         Preço do ingresso para o mirante principal: 38 CAD adultos, 34 CAD idosos e 28 CAD crianças até 12 anos. Entenda os tipos de ingressos e compre pelo site oficial.

    ·         Todos os detalhes sobre a visita, atividades possíveis nas minhas dicas sobre a CN Tower.

    ·         O passeio pode ser feito de 3 formas: LookOutSkyPod e EdgeWalk. O primeiro é o ticket básico, que te dá direito a subir até o andar de janelas de vidro, aos 346m de altura. Se você quer explorar alturas mais extremas, a segunda opção é o ideal, que permite a visita a 100m acima, por uma taxa extra. E se você busca mesmo aventura, você pode fazer o EdgeWalk, que é a visita no nível mais alto da torre, mas do lado de fora! Se você tem coragem de fazer a última opção, é necessário verificar disponibilidade on-line antes (no inverno não é oferecida). 
     

    Casa Loma

    A Casa Loma (termo espanhol que significa Casa na Colina), antiga residência do financista Sir Henry Mill Pellatte, construída entre 1911-14, é um castelo, em estilo medieval, com 98 cômodos e  20 mil m² de jardins, tendo sido considerada a maior residência da América do Norte, entretanto, ela nunca foi terminada, pois o ricaço entrou em falência, tendo todos os seus bens foram confiscados, incluindo o castelo. O local hoje é um museu onde estão expostas relíquias de época, como móveis, aparelhos eletrônicos antigos, louças, tapeçaria e objetos de decoração.

    ·         Preço do ingresso: 32 CAD para adultos, 27 CAD para idosos e adolescentes e 22 CAD para crianças (site oficial).

    ·         Tempo estimado: 1 hora e meia.

    ·         A atração fecha às 17h.

     

    Yonge-Dundas Square

    A Yonge-Dundas Square é práticamente a Times Square de Toronto. Além de ser um ótimo centro de compras, é onde está localizado o Toronto Eaton Centre, o principal shopping da cidade.

    Queen Street

    A Queen St Wé uma das ruas mais agitadas de Toronto e muito próxima da Yonge-Dundas Square. Ela é muito extensa, então cabe a você medir o quanto você deseja andar e o quão longe quer explorar. A rua tem muitas lojas legais, galerias de arte e paredes grafitadas, então aproveite para fazer compras, passear e tirar fotos sem pressa. Lá, você encontra fast fashions, como ZaraH&M e Urban Outfitters, assim como marcas locais e brechós. Uma opção é jantar no restaurante  Richmond Station, que é próximo, pois fica localizado na 1 Richmond St W, e ir para uma balada depois, como a Cube, na Queen St. Também há outras opções de restaurantes e baladas para encerrar o dia, clique aqui e aqui para conferir. É nesta rua que está o Graffiti Alley, um beco colorido cheio de arte de rua.

    ·         Restaurantes: As opções são inúmeras e incluem o The Burger Priest (considerada uma das melhores hamburgerias de Toronto), o Alo Restaurant (bistrô francês que possui ótimos reviews), Cacao 70 (se o que você quer é chocolate) ou Bistro Jules (outro francês que está fazendo sucesso).

     

    Royal Ontario Museum (ROM)

    O maior museu de culturas mundiais e história natural do Canadá e um dos dez maiores do mundo. Com mais de 100 anos de idade e um misto de arquitetura clássica e futurista, por si só esse museu já é uma atração turística. Não é um museu apenas de arte. Lá estão mais de 6 mil objetos relacionados a temas como cultura universal e história natural. Entre meteoritos, esqueletos e réplicas de dinossauros, é possível passar horas a fio admirando seu acervo.

    ·         Preço do ingresso: 23 CAD para adultos, 18 para estudantes (site oficial)

    ·         Aberto diariamente 10 às 17:30h, exceto às segundas-feiras.

    ·         Dica esperta: o ingresso fura fila é o mesmo preço pelo site GetYourGuide

     

    Art Gallery of Ontario (AGO)

    A mais antiga galeria de arte do Canadá, e uma das maiores da América do Norte, possui mais de 90 mil obras de arte e 40 mil fotografias em exposição de nomes como MonetPicassoAndy Warhol e muitos outros gênios.

    Dependendo do dia, o museu funciona até às 21h (quarta e sexta-feira), já nas terças e quintas-feiras somente até às 17h, ao finais de semana até às 17:30h e nas segundas-feiras o museu não abre.

    ·         Preço do ingresso: 25 CAD para adultos, 18 para estudantes (site oficial). Gratuito às quartas-feiras.

    ·         Funcionamento: terças e quintas-feiras das 10 às 17h; quartas e sextas-feiras das 10:30 às 21h; sábados e domingos das 10:30 às 17h. Fecha às segundas-feiras.

    ·         Localizado na 317 Dundas St W.


    Queen’s Park e arredores

    Ainda na região, é bacana conhecer o Queen’s Park e suas atrações ao redor, como uma das construções mais bonitas da cidade, que é o Ontario’s Legislative Building (onde é possível fazer um tour gratuito). Não deixe de conferir a Bloor St, principalmente quando ela se encontra com a Yonge St, que é um ponto bem bacana (e bem caro) para compras.

    High Park

    No High Park dá para fazer trilhas, andar de bicicleta, praticar esportes ou simplesmente relaxar em um dos lugares mais bonitos da cidade. Ainda em clima de natureza, você pode voltar para estação Spadina do metrô e almoçar em um restaurante super banaca da cidade, que é o Harvest Kitchen, localizado dois quarteirões da Spadina, na 124 Harbord St.

    Universidade de Toronto

     Os prédios distribuídos ao longo do campus apresentam uma arquitetura histórica e impecavelmente conservada. É possível encontrar alguns food trucks ao longo da sua caminhada e aproveitar para almoçar no local.

    Ilhas de Toronto

    A cerca de 20 minutos de balsa do centro de Toronto, o pequeno arquipélago de Toronto Islands tem diferentes atrações: é possível fazer caminhadas, exercícios físicos, ou simplesmente explorar a ilha que também proporciona uma vista incrível da cidade. É possível levar um lanche e fazer um piquinique no almoço ou também comprar algo e fazer a refeição por lá. Lá estão o parque de diversões Centreville Amusement Park, o histórico e mal-assombrado Farol de Gibraltar, algumas praias, jardins e uma loja de aluguel de bicicletas. E um dos jeitos mais legais de explorar o máximo das ilhas, é justamente pedalando. Sem falar que de lá se tem a melhor vista de Toronto.

    ·         Preço da passagem: para chegar lá, o jeito mais barato é pegar a balsa no  Jack Layton Ferry Terminal, por 8 CAD ida e volta.

    ·         Cruzeiro rápido: é possível fazer um passeio de barco com apenas 1 hora de duração, com guia explicando o básico sobre a região.

    ·         São três ilhas: a CentreHanlan’s e Ward’s Island. O barco para na ilha principal, Centre, e de lá, é possível andar para as outras duas ilhas em um agradável passeio. Não há uma estimativa exata de quanto tempo você deve passar no arquipélago.

    ·         A primeira embarcação sai às 6:35 da manhã e demora, em média, 15 minutos para chegar lá link.

     

    Distillery District

    Uma antiga destilaria de 1823. Depois de 153 anos produzindo bebidas alcoólicas (entre as quais uísque e rum), o empreendimento deixou de funcionar. Ele ocupava o maior conjunto de edifícios em estilo vitoriano na América do Norte e deu lugar a uma das mais interessantes áreas comerciais e gastronômicas de Toronto. O local concentra lojas, cervejarias, cafés e restaurantes. Caminhe pelo local com calma, bata muitas fotos e jante por lá. Entre os locais eu tenho posts aqui no blog dos que já visitei estão El CatrinArcheoBalzac’s Coffee e Cacao 70. Fica a menos de 3 km de distância do centro.

    Old City Hall  e a Praça Nathan Phillips Square

    Essa clássica torre da foto, que lembra o Big Ben de Londres, está no prédio da antiga prefeitura de Toronto. Está ali desde 1899 e atualmente abriga o poder judiciário local. Em frente a ele está a praça com o letreiro de Toronto, na Nathan Phillips Square. No prédio vizinho, fica o Osgoode Hall escondido por uma cerca e muitas árvores, vale uma passadinha para ver a fachada e se conseguir entrar para ver a biblioteca “Law Library of Osgoode Hall“, eu recomendo! Ela é linda, mas não pode tirar foto

    Scotiabank Arena - Estádio de Hóquei

    Assistir a um jogo de hóquei em Toronto é uma das coisas mais legais por lá. Um programa totalmente diferente do que estamos acostumados. Por si só, o estádio não é um ponto turístico, por isso recomendo checar a agenda de jogos e incluir uma partida na sua viagem. Fica ao lado da Union Station, principal estação de metrô de Toronto, então é muito fácil chegar lá. O preço do ingresso varia de acordo com o jogo. O meu foi 30 CAD.

     

    St Lawrence Market

    Pra quem gosta de comer bem e sem gastar muito, não há lugar melhor para visitar em Toronto. O St Lawrence Market é o mais turístico dos mercados públicos da cidade e guarda relíquias da culinária canadense. Fica em localização estratégica no centro e combina com vários outros atrativos pelo caminho. Recomendo comer o Peamel Bacon, uma das melhores comidas típicas do Canadá, na lanchonete Carousel Bakery. Preço: 6,45 CAD. É possível tomar café da manhã neste mercado, podendo começar o roteiro por aqui, dada a proximidade da estação de trem do aeroporto.

     

    A região ao redor do mercado é linda e super antiga e não deixe de visitar a nova fonte dos cachorros do Berczy Park, atrás do Flatiron Building de Toronto. Ali pertinho também fica a Union Station (estação central da cidade), o Hockey Hall of Fame (museu do Hockey) e o Brookfield Place (lindo edifício). E vale falar que embaixo da maior parte desta região fica o The Path, a parte subterrânea da cidade (que merece uma visita mesmo no verão). Obs: o mercado está fechado nas segundas-feiras. 

     

    Chinatown

    Região ótima para comprar bugigangas e coisas baratas.

     

    Cataratas do Niágara

    ·         Está a 130 km de distância de Toronto

    ·         É a queda d’água mais volumosa da América do Norte, na divisa entre Estados Unidos e Canadá

    ·         Voo de helicóptero nas cataratas

    ·         Roda gigante das cataratas

    ·         Passeio de barco nas cataratas

    ·         Apesar de a viagem de carro ou ônibus ser teoricamente mais rápida, com cerca de 1h30 de duração em horários de menor fluxo de veículos, recomendo ir de trem para evitar o trânsito pesado e garantir que chegará lá em menos de 3 horas.

    ·         Fazer umas comprinhas no Outlet Collection at Niagara

    ·         As opções de passeio na catarata são muitas, dentre elas: Journey Behind the Falls e o passeio de barco Hornblower, que te deixam muito próximo das quedas d’água.

     

    Locais interessantes para comer:

    Nom Nom Nom Poutine

    Blaze Pizza

    Steam Whistle Brewing

    Tim Hortons

    Old School Toronto (panquecas)

     

    Tim Hortons

    O café é muito famoso no Canadá, sendo o maior estabelecimento que oferece comidas rápidas do país. Na Yonge-Dundas Square tem pelo menos um. O destaque e o verdadeiro vício de seus clientes é o Timbits, um bolinho super molhadinho de vários sabores, que deixa qualquer um com vontade de comer mais. O cardápio também conta com donuts, muffins, cookies, além de sanduíches quente e frios, e muitas outras opções. 

    Blaze Pizza

    Pizzaria onde você escolhe os ingredientes na fila, tipo um subway. Muito boa e com preço abaixo da média da cidade.

     

    Pubs!

    A apenas 500m do Ripley’s Aquarium of Canada está localizado o Real Sports Bar & Grill, um pub super famoso em Toronto em um ambiente bem descontraído. A apenas 650m do aquário está localizado o OverDraught Irish Pub, que conta com uma ótima variedade de cervejas. Esses são alguns exemplos que recomendamos. Além disso, vale andar pelo bairro para conhecer o Entertainment district. Mills Street: um dos melhores pubs para beber cerveja em Toronto. Madison: na 14 Madison Ave, está um dos pubs mais famosos de Toronto. Ele é super bacana (o dia mais cheio é às quintas-feiras, porque a cerveja é mais barata) e, ao anoitecer abrem a pista para a balada.

     

    Poutini’s House of Poutine

    lanchonete simples de comida pesada, o tradicional Poutine Canadense, uma espécie de batata frita com tudo em cima. Porção de poutine para duas pessoas. Preço: 12,70 CAD

    Graffiti Alley, um beco todo grafitado.

     

     

    COMPRAS: Dollarama

    Loja que vende tudo por até 4CAD. São várias unidades na cidade e sempre vale dar uma espiadinha, pois os produtos podem ser diferentes. Leia: Dollarama | A loja que vende tudo por até 4 dólares no Canadá.

     

     

    SAINDO DO AEROPORTO E CHEGANDO EM TORONTO

    1. QUANTO TEMPO DEMORA O TRÂMITE DE IMIGRAÇÃO EM TORONTO

    Se tudo correr sem problemas, geralmente esse trâmite demora cerca de 45 – 60 minutos. Há alguns fatores a serem levados em conta ao decidir se você terá tempo suficiente para deixar o aeroporto durante uma conexão.

    A decisão de sair ou não do aeroporto, precisa ser pesquisada antes mesmo de sair do Brasil, verifique:

    • com a companhia aérea se o seu bilhete permite que você saia da área de trânsito do aeroporto.
    • se sua bagagem vai direto para o destino final ou se você precisa recolher na esteira ao desembarcar em Toronto.
      • Se tiver que pegar as malas na esteira, verifique se você já poderá despachá-las logo depois que passar a alfândega ou se terá que permanecer com as malas e refazer o check-in em Toronto.
      • Se tiver que ficar com as malas, no Pearson Airport tem lugar para guarda-las na area de check-in nos dois terminais (T1 e T3) – veja aqui as instruções de como proceder para guardas as malas no aeroporto.

    2. VALE A PENA SAIR DO AEROPORTO?

    • Você vai demorar cerca de 20-30 minutos para guardar a mala e/ou refazer o check-in.
    • O trem que liga o aeroporto ao centro de Toronto (UP Express) demora 25 minutos, e ele sai a cada 15 minutos (tanto saindo do aeroporto para cidade e vice-versa). Dessa forma são 10 minutos para chegar do lobby do aeroporto a estação do trem + 15 minutos de espera entre um trem e outro + 25 minutos de trajeto de trem = 50 minutos (pensando nisso ida e volta são praticamente 2 horas “perdidas” de transfer).
    •  Reserve um tempo extra para se perder e para não entrar em pânico por causa disso (se você já conhece Toronto e todo esse procedimento do trem, desconsidere essa parte).
    • Se você precisar fazer câmbio para pegar alguns dolares canadenses, reserve um tempo para isso também (tem casa de câmbio nos dois terminais na aérea de retirada de bagagem dos voos internacionais e na área do lobby de desembarque (T1 e T3).
      • Terminal 1: International Currency Exchange (ICE) – Ph: +1 (416) 776-1311
        Terminal 3: ICE services – Ph: +1 (416) 776-2497

     

    Saindo da imigração e sabendo o que fazer com as malas (despachar direto após a alfândega, guardar na bagagem no maleiro do aeroporto ou já refazer o check-in), aí sim, do tempo que sobra eu reservaria 4 horas para os trâmites de transfer e check-in (2 horas de trânsito, 1 hora para ir a Toronto e outra para retornar ao aeroporto, mais 2 horas do check-in e trâmites do aeroporto) e o resto será o quanto você terá para passear em Toronto. Total: 6 horas.

    3. Como ir do aeroporto até o centro de Toronto?

    Para começo de conversa, é preciso saber que Toronto tem 2 aeroportos, mas os que recebem os voos internacionais de longa distância, como os que chegam do Brasil, é o Toronto Pearson International Airport. Uma vez lá, você pode chegar à região central da cidade de:

    ·         Táxi – é a maneira mais rápida e em média custa entre C$65 a C$75, mas ao valor final deve se acrescentar uma gorjeta de 10% a 15%.

    ·         Ônibus – nos terminais 1 e 3 passa o ônibus 192, que te deixará na estação Kipling do metrô (linha verde). De lá, você continua no sentido Kennedy até a estação que for melhor no seu caso. Custo de C$3,25, válido para ônibus+metrô. O valor será pago ao motorista (atenção, ele não dá troco!).

    ·         UP Express (trem de superfície)

    4. COMO CHEGAR EM TORONTO COM O UP EXPRESS

    O trem de superfície que liga o aeroporto de Toronto (Pearson Airport) a Union Station (estação central) é chamado de UP Express e sai do T1. Quem desembarcar no T3, basta pegar o Link Train (gratuito) até o T1 e logo ao lado fica a estação do UP Express.

    O trem demora apenas 25 minutos para percorrer o trajeto do aeroporto a cidade (e vice-versa). Além do ponto final, há também duas paradas extras para atender principalmente aos residentes, são elas: Weston e Bloor.

     

    O que você precisa saber antes de embarcar:

    • Horário de Funcionamento: 7 dias por semana das 5h30 a 1h.
    • A cada 15 minutos um trem sai em direção a cidade e vice-versa.
    • Preços para adultos (há descontos para crianças e terceira idade, ver aqui😞
      • $12,35 (ida) / $24,40 (retorno)
      • Se usar o ticket de retorno em menos de 7 horas, só precisa comprar o ticket chamado Long Layover Return, que custa somente o preço de uma jornada, $12,35
    • Os tickets podem ser comprados onlinesmart phone, máquinas de vendas ou atendentes nas estações do UP Express. É possível comprar a passagem diretamente no trem somente com cartão de crédito e há um acréscimo de $2 pelo serviço. 

    5. Como se locomover pela cidade e quanto custa o transporte urbano?

    Toronto é uma cidade basicamente plana e que convida para longas caminhadas, o que, para a gente, é a melhor maneira de conhecer qualquer lugar. Mas, claro, tem horas que usar o transporte público é necessário.

    No caso de Toronto, além de táxi ou Uber (usamos muito), você poderá usar metrô, ônibus ou bonde (streetcar), e, nesse caso, uma boa opção é comprar o Metropass, que serve para usar nos três. O Day Pass, para uso ilimitado durante um dia, custa C$ 12, por exemplo. Já uma passagem individual custa C$ 3,25. Faça as contas para saber o que será mais vantajoso para você.  Bilhete de 48H para o Ônibus Hop-On Hop-Off.

  7. 20 horas atrás, karinerribeiro disse:

    INCRIVEL seu resumão.

    senti falta de preços, que é sempre bom botar uma média.

    No geral, incrivel, parabens.

    Obrigado Karine! Essa viagem tem 2 anos e na época não tomei notas. Lembro que gastava na faixa de 8-12 pounds para almoço/jantar e uns 4 pro desjejum.

    19 horas atrás, Juliana Champi disse:

    As descrições são bem bacanas, mas o roteiro tá bem cheião né? Vc já o colocou em prática? Dá tempo de fazer tudo isso não, rs! :)

    Não dá pra ir num museu como o de história natural ou o british mais outra atração num mesmo período, a não ser que seja só passar na frente... 

    oi juliana. é que eu faço roteiros não muito engessados,  pensando nos locais que estarei no dia. Não necessariamente irei visitá-los, mas acabo reunindo informações de tudo para poder escolher o que fazer (discutir com a pessoa que está comigo, oferecendo opções).

    Partindo do seu exemplo, o museu de história natural não fui. Visitei apenas o british e o fiz em meia tarde, vendo coisas que eu tinha muito interesse. 

  8. @karinerribeiro Obrigado Karine! Essa viagem tem 2 anos e na época não tomei notas. Lembro que gastava na faixa de 8-12 pounds para almoço/jantar e uns 4 pro desjejum.

     

    @Juliana Champi oi juliana. é que eu faço roteiros não muito engessados,  pensando nos locais que estarei no dia. Não necessariamente irei visitá-los, mas acabo reunindo informações de tudo para poder escolher o que fazer (discutir com a pessoa que está comigo, oferecendo opções).

    Partindo do seu exemplo, o museu de história natural não fui. Visitei apenas o british e o fiz em meia tarde, vendo coisas que eu tinha muito interesse. 

     

    • Obrigad@! 1
  9. Olá pessoal! O que irei compartilhar com vocês foi uma compilação bastante abrangente de informações sobre todos os pontos turísticos das cidades que visitei no Chile . As informações foram extraídas aqui do site e também de muitos blogs. Aproveitem!

    GUIA SANTIAGO

     

    PODEMOS COMEÇAR POR AQUI: subindo ao Cerro San Cristóbal, de onde se tem a vista mais bonita para a parte moderna de Santiago (com as montanhas ao fundo) e o rio Mapocho. O funicular funciona de 3ª a domingo das 10h às 20h; 2ª das 13h às 20h. Pegue o funicular para chegar até a Terraza Bellavista, 1600 pesos (US$ 3,20). Onde todos os ciclistas que subiram o morro pela estrada se reúnem para desfrutar do visual em 360º de Santiago e tomar um mote con huesillos, custam 1 dollar – 600 pesos. (Se você for com crianças, desça uma estação antes do funicular para o Zoológico, simplesinho, mas que agrada os pequenos).

    Tenho dúvidas de como acessar a casa do Neruda caso façamos isto:

    Fique ali curtindo o astral dessa tribo esportista, e depois suba a pé um curto caminho até o Santuario Inmaculada Concepción, bem no topo da colina, onde está a estátua da santa e uma capela concorrida. Desça pelo outro lado do monte com o teleférico e depois a pé, passando pelo Jardin Botánico Mapulemu e o Jardin Japonés, até a saída pela rua Pedro de Valdívia Norte, já em Providencia (a caminhada é longuinha; vá de tênis).

    OU POR AQUI: Na descida visitaria La Chascona, “A DESCABELADA”, uma das três casas-museu do poeta Pablo Neruda. Abre de 3ª a domingo das 10h às 18h; fecha 2ª. É imperativo fazer reserva: [email protected]. Entrada 3500 pesos, 1500 pesos estudante. Metrô: Baquedano, linha 1-vermelha ou 5-verde. Parada Turistik: Parque Metropolitano.

    De lá continuaria ao centro antigo; passaria no incontornável Mercado Central, senão para almoçar, pelo menos para testemunhar o inacreditável assédio dos garçons (a minha tática: entrar no primeiro restaurantinho que não vier te caçar no corredor). Tomar cuidado com o GRANDE ASSÉDIO dos garçons. É desagradável. Os frutos do mar são excepcionais; mas não espere pagar barato pela centolla (caranguejo chileno gigante). Abre de segunda a domingo, das 7h às 15h. Metrô: Puente Cal y Canto, linha 2-amarela. Parada Turistik: Mercado Central.

    _____________________________________________________________________________

    Do Mercado dá para ir a pé até o coração da cidade velha, a Plaza de Armas, (o marco zero onde Santiago del Nuevo Extremo foi fundada em 1541 pelo espanhol Pedro de Valdívia e sua trupe.). Onde está o elegante prédio dos correios, a Catedral Metropolitana e o Museu Histórico Nacional (o museu abre de 3ª a domingo das 10h às 17h30 e custa 600 pesos ou 1,50 dollar, grátis aos domingos). Uma quadra a leste fica a Casa Colorada, a residência particular colonial mais preservada da cidade.

    A continuação natural do passeio seria o museu mais imperdível da cidade, o Museu de Arte Pré-Colombiana — mas infelizmente o prédio está em reformas e só reabre no final de 2013. (na saída desse museu, fica o tal café com piernas). O jeito é prosseguir, sempre a pé. Dobre à direita na rua La Moneda, passe pelo charmoso prédio da Bolsa de Valores até chegar ao:

    Palacio de la Moneda, sede da presidência chilena, que foi bombardeado em 1973 pelas forças golpistas de Pinochet. Para mim o grande apelo da praça está na estátua ao presidente deposto Salvador Allende, bem ali, ao lado do palácio em que se suicidou. Mas para os guias o tchans do lugar é a troca da guarda, que ocorre dia sim, dia não, às 10h da manhã — ou seja, impossível para os passageiros desse meu tour. (Se você faz questão de ver, anote aí: a troca acontece nos dias pares nos meses de janeiro, abril, maio, agosto, novembro e dezembro; e nos dias ímpares nos meses de fevereiro, março, junho, julho, setembro e outubro.) Se não for dia dela, entre pela porta da frente de uma das poucas sedes de governo no mundo abertas à visitação pública, e aprecie os pátios internos enquanto lembra dos dramáticos bombardeios de 1973, quando Augusto Pinochet deu o golpe militar que levou ao suicídio o presidente socialista Salvador Allende.

    Na saída pelo lado oposto, não perca o novo Centro Cultural La Moneda, no subsolo do palácio. Tem exposições super bem cuidadas, um público bacana, um café e uma loja lindona da Fundación de Artesanías do Chile (dá ótimas compras).

    Volte à superfície e caminhe algumas quadras pela principal avenida que corta Santiago de leste a oeste, a Libertador Bernardo O’Higgins, muito mais conhecida por Alameda.

    No sentido leste, tarda pouco até aparecer a construção mais antiga da cidade, a Iglesia de San Francisco, de 1586. Do lado tem o Museo de San Francisco, bem bonitinho – mas não obrigatório. No sábado, fim da tarde, é possível ver hermosas noivas aproveitando aquele cenário insólito em uma das maiores metrópoles da América Latina. Metrô: Universidad de Chile.

     Há um importante museu de arte sacra ao lado. Atrás deles fica o fofo Barrio Paris-Londres, um pedaço da Europa no meio de Santiago, com ruas de paralelepípedos e mansões dos anos 1920 — hoje região de albergues e mochileiros.

    (Do palácio descemos até o “barrio” Paris-Londres. Pelo que entendi, “barrio” tem um significado diferente em chileno; estaria mais para “vila” em brazuquês. O Paris-Londres são apenas duas ruas (a Londres e a Paris) que se cruzam; os paralelepípedos são lindos, e há alguns hotéis antigos que se tornaram albergues).

    Santiaguinos não almoçam cedo, portanto, agüente um pouco mais a fome. Caminhando pela Alameda mais duas quadras chega-se ao imponente prédio da Universidad de Chile, à direita, e pouco mais à frente, ao da Biblioteca Nacional, à esquerda.

    Ao lado da biblioteca fica o Cerro Santa Lucia, a menor das duas colinas isoladas que despontam no meio da cidade e que viraram parques. Suba pela pomposa Escalinata Monumental, passe a fonte de Netuno e continue escalando caminhos tortuosos e degraus de pedra até o topo do pequeno castelo. Do cume tem-se uma idéia de como Santiago fica cercada de montanhas por quase todos os lados, e da distribuição dos bairros em relação ao centro.  Cerro Santa Lucía, um parque de onde se tem uma visão complementar da cidade (mas não tão alta quanto a do San Cristóbal). O Cerro Santa Lucía, um morrinho baixo que se tornou um pequeno parque no coração da cidade. Infelizmente, a escadaria e o mirante estão interditados ao público, por “daños” (efeitos do terremoto). Por enquanto, só dá para passear pelos jardins externos; o portão está trancado. VERIFICAR SE AINDA ESTA´!!!

    Desça do Santa Lucia por trás, na saída norte, e você já está na porta do bairro Lastarria y Bellas Artes, um naco do centro que concentra os museus e o público ligado à arte, os cafés mais bacanas e lojas de estilistas alternativos.

    Dica no bairro: Celtika, um bar irlandes com excelente culinária e mais de 50 espécies de cerveja;
    Aos sábados, vários dos restaurantes dali só abrem de noite, mas o Patagônia Resto Bar serve desde o brunch da manhã: sente-se nas mesas da calçada de esquina, se for verão, ou no salão entre paredes inteiras forradas de vinhos, se estiver frio, e mande pra dentro uma parrillada de carnes de caça.

    O TRECHO A SEGUIR DEVE SER SEGUIDO COM CUIDADO POIS PESQUISEI EM VÁRIAS FONTES E NÃO SEI A ORDEM CORRETA A SE SEGUIR:

    “Aproveite que você está ao lado do bairro Florestal/Bellas Artes, visite o Museu Nacional de Belas Artes (aberto de 3ª a domingo das 10h às 18h50), Entrada a 1000 pesos (US$ 2,00), grátis aos domingos. Metrô: Bellas Artes ou Universidad Católica.

    e/ou o Centro Cultural Gabriela Mistral (salas de exposição abertas de 3ª a sábado das 10h às 20h, domingo das 11h às 20h). Depois, passe em revista a calle Lastarria para escolher um restaurante para jantar em alguma noite da sua estada. De 5ª a sábado há uma feirinha de antigüidades das 10h às 20h.

    Depois caminhe até a Plaza Mulato Gil de Castro, o coração do bairro, e dê uma olhada na tradicional feirinha de antigüidades e livros, bem pequenina, em frente ao pátio do Museo de Artes Visuales, o MAVI. Então entre para ver o acervo de arte contemporânea lindamente organizado no prédio de arquitetura moderna: passeio rápido e muito bom.

    Depois vá conferir as lojas bacanas em frente ao museu e as da Calle Merced  – são vários endereços que concentram roupas e acessórios dos novos estilistas do país, ainda sem lojas próprias. Na ONA fica uma das melhores seleções de artesanato de todo o Chile, a preços acessíveis. Não perca o aconchegante ONA Café, quase na esquina da Rosal com a V. Subercauseaux.

    Finalize o passeio tomando os sorvetes do Emporio La Rosa, com sabores que combinam, por exemplo, chocolate com manjericão. De preferência, tome-o caminhando pelo Parque Forestal, em frente, um dos mais queridos da cidade e onde se pode descansar à sombra das árvores, em bancos ou mesmo esparramando-se aos pés dos troncos.

    FIM DO TRECHO.

    Se você está fazendo o circuito da Turistik, continue o passeio subindo na parada Santa Lucía em direção ao lado mais moderno da cidade; o tour completo vai lhe dar uma ótima noção da cidade e proporcionar oportunidades de compras. Paradas que valem a pena:  Providencia (comércio de rua); El Golf – Isadora Goyenechea (a “Paulista” de Santiago); Parque Arauco (shopping mais tradicional) e Alonso de Córdova (a “Oscar Freire” de Santiago).

    NOITES – opções de passeios:

    Há três programações possíveis. Quem estiver viajando a dois e quiser entrar com tudo no romantismo, rume para o bairro Concha Y Toro, um cantinho de casarões históricos e totalmente europeus do Barrio Brasil. Ali fica o restaurante Zully (Conha Y Toro, 34, 56-2-696-3999). Pétalas de rosas forram as escadarias de entrada e pode-se sentar em salinhas privativas ou com vista para a praça mais charmosa da cidade.

    Para esticar a noite na agitada vizinhança — e tomar os primeiros pisco sours do fim de semana — o bar Boulevard Lavaud dá um banho de autenticidade: divide uma mansão de esquina com a Peluqueria Francesa, uma barbearia que tem mais de cem anos, e usa como decoração pias de cabeleireiro e demais móveis de salão de beleza em meio a peças de antigüidade que estão à venda.

    Já quem veio com os amigos e quer entrar de cabeça no bairro boêmio por excelência, Bellavista é o destino. Entre os novos restaurantes bacanas, o Santería tem decoração retrô e com interessante cardápio fusion de culinárias latino americanas — peça o primeiro dos vários ceviches que te esperam.

    Quem está na chuva é pra se molhar, então, continue a noitada no Ky, o resto-bar mais cool de Bellavista, na ambientação e nos freqüentadores, ou ouça o melhor do jazz e do blues nos shows do pequeno El Perseguidor — se der sorte pode ouvir o ótimo Angel Parra Trio, banda do neto de Violeta Parra, a compositora mais querida do Chile.

    (Se for um aficionado por jazz, confira antes a programação do Club de Jazz – no bairro de Ñuñoa, o templo do ritmo na cidade.) Programación

    VALORES:

    Corporación Cultural de La Reina:
    Entrada General $3.000
    Tercera Edad y Estudiantes $2.000

    *: Corporación cultural de La Reina está ubicado en Santa Rita 1153 esquina Echeñique.

    Sábado é quando os santiaguinos jantam mais tarde, mas em alguns restaurantes mais elegantes é bom não exagerar no horário (e reservar sempre). Um dos melhores cardápios da cidade fica em Providencia, no peruano fusion Astrid y Gastón. Os peixes, massas e carnes têm receitas inovadoras e são preparados impecavelmente, assim como as delicadas sobremesas que precisam ser pedidas junto com os pratos — são feitas na hora.

    Se quiser gastar um pouco menos, o bistrô Del Cocinero é a pedida: despretensioso e delicioso. Depois dele estique a noite no bar mais imperdível da cidade, ali perto, o Ligúria, na avenida Providencia, perto do metrô Manuel Montt, com decoração irreverente, gente de todo tipo e carta de vinhos e drinques imensa.

    Não abre mão de um programa de alto nível e quer conferir as novidades dos bairros classe A? Então comece a noite em Vitacura, o playground da elite. O jantar mais quente do momento é o do Mestizo (ao menos, era, no início de 2008), onde a moçada produzida se senta nas mesas ou no balcão para comer, beber e curtir o visual do Parque Bicentenario, em frente, todo iluminado.

    Ali pode-se esticar até tarde ou fazer escala em um bar antes de realmente sair para dançar: o pub Dublin é o lugar para quem curte música dos anos 80 e cerveja; o Esquina é um dos bares xodó da galera de 20 e poucos anos.

    Casais e grupos mais exigentes com relação à comida fazem bem em jantar no Nolita, um dos melhores italianos da cidade, no meio da elegante avenida Isidora Goyenechea, em Las Condes. E esticar no sexy Lamu Lounge, bar do complexo gastronômico de Vitacura Borderío.

    Quem gosta mesmo é de uma noite bem democrática e nem um pingo menos fervida pode jantar em Bellavista, no Etniko, que tem comida japonesa e asiática e DJs mandando um chil-lout.

    Mas se seu ideal de sábado à noite é economizar no rango para torrar tudo em bebida mais tarde, o Galindo é o restaurante-boteco mais amado de Bellavista — peça um pastel de choclo, umas empanadas ou qualquer prato típico com uma cerveja Kunstmann enquanto espera o horário de cair na farra — a lotação ali vai até alta madrugada, não se preocupe.

    Duas da manhã é horário para chegar em qualquer bom carrete (balada) da cidade. Quem ficou por Vitacura pode conferir o Las Urracas, boate imensa com duas pistas, house, tecno e reggaeton, que enche de mauricinhos e de todo o tipo de gente – eu achei breguíssima, mas de fato estava bombando.

    Em Bellavista, o Club La Feria é o templo da música eletrônica e do energético, e as salsotecas são onde se pode dançar música latina a dois.

    Quem gosta de hip hop, soul, funk, música dos anos 70 e algo dos 80, e dispensa ambiente e público arrumadinho, o El Tunel, em Bellas Artes, é o lugar: impossível não dançar a noite inteira.

    VALPARAÍSO

    Foi declarada Patrimônio da Humanidade pela Unesco, em 2003, graças à sua arquitetura, um labirinto gigante de ruas e escadas, que mistura as famosas casas coloridas de fachadas de zinco a mansões.

    Ônibus da TurBus e da Pullman saem a cada 10 ou 15 minutos do Terminal Alameda (em frente à estação Universidad de Santiago do metrô, linha 1-vermelha) para Valparaíso e Viña. A ida e volta custa desde 4.000 pesos (menos de 9 dólares). A viagem leva 1h30.

    Os 10 quilômetros entre os centros de Valparaíso e Viña podem ser percorridos pelo Merval, o metrô de superfície que vai pela orla e funciona até as 22h.

    A 140 km do centro de Santiago (120 km do aeroporto), estas duas cidades geminadas não poderiam ser mais diferentes entre si. Valparaíso é o porto pitoresco e boêmio; Viña del Mar, o balneário clássico. Valparaíso está para Santiago assim como o bairro de La Boca está para Buenos Aires — a diferença é que continua um lugar descolado; pense no Cerro Alegre como uma Santa Teresa/Olinda chilena. Já Viña del Mar é como um Guarujá dos bons tempos, ou uma Punta del Este menos badalada e mais família.

    Comece por Valparaíso. Suba de funicular ao Cerro Concepción e admire a arquitetura pitoresca das casas de zinco colorido (um Caminito habitado!). Não deixe de visitar La Sebastiana, a casa-museu de Pablo Neruda na cidade (aberta de 3ª a domingo das 10h10 às 18h; é recomendável reservar — use este formulário). Almoce num dos restaurantes do Cerro Alegre (leia mais aqui).

    Pertinho, tem o MUSEO A CIELO ABIERTO, com 20 painéis de rua, pintados por artistas plásticos chilenos.

    Aliás, a arte marca presença nos muros de toda a cidade, com pinturas, grafites e poesias de Neruda.

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    Valparaíso é uma cidade linda, admire o porto, as construções em geral, o monumento aos que lutaram na Guerra do Pacífico e não deixe de visitar também o mirante de Valparaíso, que venta bastante e tem uma visão de abrir os olhos do Oceano Pacífico.

    A cidade tem personalidade própria e seus habitantes se chamam porteños, como em Buenos Aires. Que era um pólo gastronômico importante, berço de chefs em ascensão. Que estava experimentando uma espécie de renascimento, com uma vida noturna movimentada nos fins de semana.

    O trânsito de pedestres entre a cidade baixa (”El Plan”) e os morros se dá por elevadores (”ascensores”). O mais antigo é o Ascensor Concepción, que liga a calle Esmeralda, coração financeiro da cidade, ao Paseo Gervasoni, o mais elegante dos terraços dos morros.

    Descemos até El Plan, demos uma voltinha, mas subimos correndo de volta. Valeu para ver a arquitetura, que lembra a rua XV de Novembro do centrão de São Paulo, mas lá em cima é bem mais tranqüilo, bonito e gostoso.

    Lá em cima dá pra fazer tudo a pé. Tirando uma ou outra quadra com aclive mais acentuado, as ladeiras são facilmente encaráveis. Muitos dos restaurantes, cafés e galerias ficam na calle Almirante Montt (que é Almirante Alexandrino/Rua do Amparo do Cerro Alegre).

    COMIDAS:

    Café Vinilo estava aberto. O lugar é um charme, e totalmente multiuso: você pode passar lá para tomar um café, um trago, comer um sanduba. De entrada, pedimos um pebre (vinagrete com coentro e alga, servido com tortilhas) e uma ’salada chilena’ (tomate assado com recheio de legumes). Pratos principais: um enrolado de porco divino com purê, e uma carne de panela com risoto de quinoa. (A sobremesa é que foi assim-assim: um sorvete de abacate que o Rochinha faz melhor.)

    Filou de Montpellier, instalado por ali desde antes do renascimento do bairro. Sopa de cebola, quiche, couscous — tudo muito francês, muito bom e bem barato no almoço (12 dólares o menu completo, sem bebidas).

    Da próxima vez vou reservar um jantar no Pasta & Vino, da chef Verónica Alfageme, que recentemente abriu uma filial num hotel-boutique de Bellavista, em Santiago (ao pé do cerro San Cristóbal), o The Aubrey.

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    A vida noturna porteña é agitada, cheia de bares históricos com música latina ao vivo e muita dança.  Um dia desses, consegui conhecer um deles, o charmoso LA PIEDRA FELIZ.

    O legal é pegar um dos quinze ASCENSORES antigos (bondinhos) e subir os morros. Os melhores são: Cerro Alegre e concepcion.

    É difícil sugerir um roteiro, pois, estranhamente, tudo fica meio espalhado, mas arrisco algumas dicas:

    - Os PASEOS: com linda vista da baía e barraquinhas de artesãos locais.
    Tem o
    GERVASONI, no Cerro Concepción, onde chega o ascensor mais antigo, e onde tem também a casa mirador do cartunista  Lukas, com seus divertidos personagens na porta.

     O Paseo  ATKINSON, também no Concepción, onde fica o lindo hotel Atkinson, e o YUGOSLAVO, no Cerro Alegre (ascensor El Peral), com o  Museo de Bellas Artes.

    - As lojinhas imperdíveis no Cerro Concepción:

    BAZAR LA PASIÓN tem moda alternativa bem bacana, em ambiente lindo demais! 

    KIPU oferece artesanato de alto estilo: tapetes, cerâmica e roupinhas de tricô e crochê para crianças lindas (confira aqui).

    TRIO DISEÑO, cheia de coisinhas bacanas de feltro, bijuterias, lindos colares de malha e fofas roupinhas para bebês 'alternativos'.

    COMO CHEGAR

    LA SEBASTIANA, CASA PABLO NERUDA Ferrari, 692 - Cerro Florida
    BAZAR LA PASIÓN Almirante Jorge Montt, 1 - Cerro Concepción

    TRIO DISEÑO Calle Papudo, 514 -  Cerro Concepción

    KIPU Paseo Gervasoni, 408 - Cerro Concepción

     

    VINÃ DEL MAR

    As maiores atrações de Viña del Mar estão interditadas: seus famosos palacetes-museus ficaram bastante danificados pelo terremoto de 2010 e ainda estão sendo restaurados.

    As cidades litorâneas guardam sem dúvida um charme que alia sua beleza ao grandioso Oceano Pacífico. Em viña del mar não deixe de visitar o Museo Fonck, onde existe uma das três estátuas genuínas retiradas da ilha de páscoa, além de uma obra de Augusto Rodin...

    Após, ainda em Viña del Mar, siga para a playa Reñaca, passando pelo Balneário las Salinas. Pare na orla e admire os dois flancos da praia, sua excelente estrutura, as construções a beira-mar, molhe seus pés nas águas do Oceano Pacífico e almoce em um belo restaurante. Opte por frutos do mar, que fazem parte da especialidade chilena.

    Depois de ter degustado um belo prato de frutos do mar, ou não, retorne pela orla de Viña del Mar que é explendida, admirando-a no sentido de Valparaíso, passando ainda, pelo Hotel Sheraton Viña de Mar que é muito bonito, e ainda, pelo Relogio de Viña de Mar, que foi construído para a Copa do Mundo realizada no Chile em 1962.

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    Comece com um PASSEIO DE CHARRETE ou victória, por aqui. É uma boa oportunidade de ter uma visão geral da cidade, ver os lindos jardins floridos da Ciudad Jardín e passar pelos principais pontos turísticos. As meninas se sentem as próprias Cinderelas, aliás,  Cenicienta, em espanhol.
    O passeio dura cerca meia hora e pode sair da Plaza Colombia (em frente à praia), do lado Cassino Municipal ou da Plaza Jose Francisco Vergara (Centro). Este não é barato, custa
    $20.000 pesos (cerca de R$80), mas vale muito a pena!
    Termine o passeio na PLAZA COLOMBIA, ao lado do Cassino, onde o lindo parquinho colorido, carrinhos, quadriciclos e pôneis garantem a diversão.

    Legal também é visitar o relógio das flores, cartão postal da cidade, que fica em frente à Praia de Caleta Abarca. Dizem que se vc tirar um foto em frente a ele, vc voltará acidade.

    Caminhando em frente, pela orla, tem mais diversão: a  própria PRAIA (tem barraquinhas que vendem baldinhos e pás, se for preciso), os PARQUINHOS, TEATRO DE MARIONETES DE RUA, a CIUDADELA INFANTIL e a FEIRINHA DE ARTESANATO, na altura da rua 14 Norte.  PÔR-DO-SOL COM SORVETE  Bravíssimo: se vocês gostam de caminhar, continuem subindo pela orla e vão tropeçar em outros parquinhos coloridos, o museu de canhões a céu aberto, e a sorveteria Bravíssimo. A Bravíssimo também é uma opção para almoço: saladas, hamburguer, sanduíches e pratos básicos a um bom preço, com uma linda vista!

    Outra opção divertida para seguir este roteiro é alugar um quadriciclo na Plaza Colombia.

     

    PASSEIO POR UMA VINÍCOLA

    Não é preciso ir longe para visitar vinícolas. Três delas estão nos arredores da cidade e podem ser visitadas em passeios de uma manhã ou uma tarde.

    - A Concha y Toro oferece visitas guiadas todos os dias, exceto feriados, das 10h às 17h. O tour standard custa 8.000 pesos (17 dólares); o tour com degustação conduzida por sommelier custa 17.000 pesos (36 dólares). Para garantir horário e idioma do tour, é recomendável reservar (use este formulário). Para ir por conta própria, vá de metrô (linha 4-azul) até a estação Las Mercedes; lá tome o ônibus MB 72 ou um táxi (10 minutos). Estando de carro, siga estas instruções. Conte em levar 1h30 de transporte público ou 1h de carro desde o centro Santiago.

    - Na Cousiño Macul há visitas guiadas de 2ª a 6ª às 11h, 12h, 15h e 16h; sábados às 11h e 12h; não abre em domingos nem feriados. Custa 8.000 pesos (17 dólares) por pessoa, com direito a uma taça na degustação. Faça sua reserva por este formulário. Para ir por conta própria, vá de metrô (linha 4 – azul) até a estação Quilín; de lá tome um táxi. Conte em levar uma hora no transporte público.

    CURIOSIDADES E INFORMAÇÕES

    1. Cerro Santa Lucía

    A colina onde Santiago foi fundada abriga uma fonte em estilo neoclássico

    Você não precisa escalar as Cordilheiras dos Andes para ver Santiago lá de cima. Do alto das colinas, se tem uma vista panorâmica da cidade. Para chegar ao topo é preciso encarar quase 300 degraus. Mas o esforço compensa: as gigantescas montanhas parecem estar bem pertinho. Do alto se vê os antigos prédios históricos disputando espaço com arranha-céus espelhados.

    Pelo caminho, estátuas, chafarizes e canhões, já que foi aqui que o conquistador espanhol Pedro de Valdivia fundou Santiago, em 1541. Não deixe de fazer um pedido e jogar uma moedinha na fonte em estilo neoclássico, que lembra a romana Fontana di Trevi.

    Cerro Santa Lucia
    Endereço: Avenida Bernardo O'Higgins 499
    Telefone: 56-02-6644220
    Horário: Diariamente, das 9 às 19h
    Entrada: gratuita 

    2. Palácio La Moneda

    Troca de guardas em frente ao Palácio de La Moneda

    Com bela arquitetura neoclássica, o palácio é parada obrigatória aos turistas. Mas a melhor hora para visita-lo é às 10 horas da manhã, onde dia sim, dia não, ocorre a troca dos guardas na Plaza de la Constitución, em frente à porta principal do palácio. Durante meia hora, uma banda militar acompanha os movimentos rígidos e passadas largas dos “carabineros”, elegantemente vestidos.

    O palácio começou a ser construído em 1786 para abrigar a fábrica de moedas do país, daí o nome. Em 1846, se tornou a sede do governo chileno. O prédio ainda guarda resquícios do golpe militar de 1973, que causou a morte do presidente Salvador Allende. Nos seus subterrâneos abriga um centro cultural que merece uma visita.

    3. La Chascona

    Terceira casa do escritor Pablo Neruda abriga fotos, anotações e o Nobel de Literatura

    O escritor Pablo Neruda era apaixonado pelo mar, embora morresse de medo das águas salgadas. Com muita criatividade, ele construiu uma casa que lembra um barco, mas em terra firme. Aqui viveu com sua terceira esposa, Matilde Urriaga. Os cômodos arredondados, de teto baixo e grandes janelas, foram decorados com móveis de antigos navios. O lugar é cheio de passagens secretas por onde Neruda gostava de surpreender seus convidados. Nos jardins corria até um pequeno riacho, que hoje é canalizado.

    A casa foi saqueada durante a ditadura militar, mas se transformou em um museu com um rico acervo. Há livros e anotações do poeta, além de fotos com escritores brasileiros como Jorge Amado e Vinícius de Moraes. No quadro do artista mexicano Diego Rivera, repare no perfil do poeta, inscrito nos cabelos revoltos de Matilde. O maior tesouro, porém, é o prêmio Nobel de Literatura, recebido em 1971 e em exposição permanente na casa.

    La Chascona
    Endereço: Fernando Márquez de la Plata 192, Bellavista
    Telefone: 56-02-777-8741
    Horário: terça a domingo, das 10 às 19h
    Entrada: 2.500 pesos para visitas guiadas em espanhol (cerca de R$ 8,50)

    4. Mercado Central

    Nos restaurantes, prove o congrio, peixe do Oceano Pacífico

    O Mercado Central pode ser um bom ponto de partida para provar a culinária chilena – e também fazer algumas comprinhas. Nas barracas de frutas, o colorido de cerejas, uvas e pomelos. Mas o forte são os peixes e frutos do mar. E a variedade é imensa: salmões, ostras, machas, ouriços, mexilhões e centollas, um gigantesco caranguejo das águas geladas Pacífico.

    Enquanto caminha pelos corredores, com certeza você será abordado por algum garçom dos restaurantes, que vai querer puxar papo em português e insistentemente levá-lo até uma mesa. Um dos mais tradicionais é o Donde Augusto. Peça o congrio, típico peixe chileno, servido frito ou grelhado.

    Mercado Central
    Endereço: San Pablo, 967
    Telefone: 56-02-696-8327
    Horário: Diariamente, das 8 às 19h

    5. Cerro San Cristóbal

    Do alto dos mirantes, vistas panorâmicas de Santiago

    Depois de uma subida bem inclinada no velho funicular, se tem a vista panorâmica mais espetacular de Santiago. Ou melhor, vistas, porque o topo abriga dez mirantes. Fique ali contemplando a cidade, com as Cordilheiras ao fundo. Por causa da poluição, às vezes se vê apenas a silhueta das imponentes montanhas.

    Mais alguns degraus acima e uma enorme estátua da Virgem da Imaculada Conceição, de 14 metros de altura, lembrando o nosso Cristo Redentor. A área pertence ao Parque Metropolitano de Santiago, o maior da cidade, e abriga piscinas, parque infantil, zoológico, centro cultural, jardim japonês e espaços para piqueniques.

    Parque Metropolitano de Santiago
    Endereço: Calle Pio Nono, 450, Bellavista
    Horário: segunda, das 13 às 20h; terça a domingo, incluindo feriados, das 10 às 20h
    Telefone: 56-02-730-1300
    Preço: O ticket de ida e volta custa 1.800 (R$ 6,20) pesos chilenos para adultos e 1.100 (R$ 3,80) para crianças até 13 anos

     

    6. Mote con huesillos

    A bebida com graõs de trigo e pêssego é tomada gelada e com colher

    Diz um ditado que não existe nada mais chileno que o mote con huesillos. A refrescante bebida é um tipo de chá com grãos de trigo cozidos (mote), pêssegos desidratados (mote) e um aroma de canela . É servida gelada e com uma colher – para comer o trigo e os pêssegos.

    No verão, as ruas de Santiago ficam lotadas de carrinhos que se intitulam “El rey del mote”. E como nenhuma viagem é completa sem experimentar as típicas comidinhas de rua, vale a pena pedir um copo. Ainda mais no calorão.

    7. Museu de Arte Precolombino

    Acervo reúne mais de três mil peças arqueológicas

    Bem antes dos colonizadores desembarcarem nestas bandas, os povos do continente americano eram exímios artistas na escultura. O rico acervo reúne mais de três mil peças arqueológicas de um período histórico que compreende cerca de 10 mil anos.

    São máscaras, vasos e até instrumentos musicais de sopro e percussão de povos maias, astecas e mapuches, entre outros. Estátuas da deusa terra Pachamama eram enterradas no solo para garantir a fertilidade das lavouras. Os espanhóis ficaram de boca aberta com a tapeçaria inca, usada até como uma espécie de censo, para quantificar a população.

    Museu de Arte Precolombino
    Endereço: Bandera 361
    Telefone: 56-02-688-7348
    Entrada: 3 mil pesos (R$ 10,40). Visitas guiadas são gratuitas
    Horário: terça a domingo, das 10 às 18h

     

    8. Café con piernas

    Moças bonitonas usando vestidos e minissaias servem os clientes

    Uma atração única em Santiago são os “cafés com piernas”. São cafeterias elegantes onde as garçonetes, jovens e bonitas, usam vestidos curtíssimos e bem justos, ou minissaias. Em alguns, o expresso vem com um agrado: um beijinho no rosto do cliente, ao receber o café.

    Os balcões são abertos, justamente para permitir aquele olhar mais voyeur. Além disso, elas geralmente ficam em cima de tablados, o que alonga as pernas. E é claro que a maioria da clientela é masculina. Há dezenas de cafés com piernas no centro da cidade, como a rede Haiti, uma das mais tradicionais. 

    9. Concha y Toro

    O tour na maior vinícola chilena inclui visita às adegas e degustações de vinho

    Vale a pena dar uma esticadinha até Pirque, a uma hora e meia do centro de Santiago, para conhecer a mais famosa vinícola chilena. No tour guiado, o visitante percorre a imensa propriedade, com o belo casarão amarelo onde viveu Don Melchor Concha y Toro, fundador da empresa em 1883, cercado por belos lagos. Os vinhedos se esparramam a perder de vista, até a base da Cordilheira dos Andes.

    Depois, hora de conhecer as adegas, onde o vinho descansa em barris de carvalho por meses, na quase total escuridão. A adega mais curiosa é a Casillero del Diablo, onde Don Melchor armazenava as melhores garrafas. Percebendo que elas desapareciam misteriosamente, o astuto proprietário inventou a história de que um diabo morava ali para assustar os funcionários. O tour inclui duas degustações e o visitante leva sua taça de lembrança.

    Concha y Toro
    Endereço: Avenida Virginia Subercaseaux, 210, Pirque
    Telefone: 56-02-476-5269
    Entrada: 7 mil pesos chilenos (cerca de R$ 24). É necessário fazer a reserva da visita no site.
    Horário: Diariamente, das 10 às 17h

     10. Viña del Mar

    Conhecida como Cidade Jardim, as flores estão por todos os cantinhos do balneário. Até o relógio, feito de florzinhas coloridas, se tornou o cartão postal da encantadora cidadezinha. A 120 quilômetros da capital chilena, Viña del Mar é o principal destino de verão dos santiaguinos. A extensa praia de Reñaca, point de gente bonita e bronzeada, é a mais conhecida. Repare nos prédios modernos na orla, em forma de escadas.

    Em alguns dias, a temperatura pode chegar perto dos 30°C, o que pede um mergulho no mar, certo? Mas se prepare, porque as ondas são fortes e as águas do Pacífico, geladíssimas. À noite, a pedida é apostar alguns pesos nas roletas do elegante cassino. Na última semana de fevereiro, a cidade fica apinhada de gente por conta do seu festival internacional de música. 

    11. Valparaíso

    As charmosas casinhas coloridas dão um toque ainda mais especial à Valparaíso, considerada patrimônio da humanidade pela Unesco. Espremida por 45 morros, os chamados cerros, a dica é pegar um elevador para conferir o visual lá de cima. Pegue um funicular para subir até o Cerro Concepción, que abriga antigas casas e igrejas construídas por imigrantes ingleses e alemães. Lá de cima se tem uma espetacular vista da baía.

    E dá para entender por que nem o poeta Pablo Neruda resistiu aos encantos de Valpo, como é carinhosamente chamada. Foi na casa tridimensional de cinco andares, com amplas janelas para a baía, que ele viveu com sua segunda esposa, Delia del Carril. Tudo em La Sebastiana lembra sua paixão pelos mares: mapas, estátuas e piratas. A casa também foi saqueada na ditadura, mas depois de restaurada, se transformou em um imperdível museu.

    La Sebastiana
    Endereço: Ferrari, 692, Cerro Florida
    Telefone: 56-32-225-6606
    Horário: Em fevereiro, de terça a domingo das 10h30 às 18h50
    3 mil pesos (R$ 10,40)

    PASEO AHUMADA E PASEO ESTADO


    A feirinha de domingo é uma delícia para um passeio sem compromisso. (Foto: Raul Mattar)

    O Paseo Ahumada é um calçadão comercial, onde você vai encontrar de tudo, desde casas de câmbio, supermercados, os tradicionais cafés com piernas (garçonetes usam microvestidos) e grandes lojas de departamentos como a
    Falabela – o El Corte Inglés deles. No domingo, o Paseo Estado (uma rua paralela ao Paseo Ahumada)   tem uma feirinha que começa lá pelas 11h da manhã e vai até às 20h. Vai ser o melhor (e mais barato) lugar para comprar souvenirs e artesanato típico. Metrô: Universidad de Chile ou Plaza de Armas.


    BARRIO BRASIL

    O que eu li por aí: está cheio de mansões, com fachadas que vão do neoclássico à art dèco. Ruas de paralelepípedos e um casario antigo iluminado por arandelas de luz amarela. No quarteirão Concha y Toro, aqui no Barrio Brasil, viveu o irmão de Don Melchor, o fundador da famosa vinícola. Para passear sem rumo. Metrô: La República.

     

    Que moeda eu levo para o Chile?

    Vale a pena comprar pesos chilenos no Brasil?

    Não é comum haver pesos chilenos à venda no Brasil, mas as maiores corretoras podem arranjar para você. É difícil, porém, que a cotação seja vantajosa. Informe-se sobre o câmbio usado e compare com a cotação informada em sites como Oanda.

    Vale a pena levar reais para o Chile?

    Nas casas de câmbio do Centro e de bairros importantes de Santiago você consegue uma boa cotação pelos seus reais. Note que normalmente o câmbio fica menos vantajoso fora do horário bancário e nos fins de semana. A principal rede de casas de câmbio do Chile é a Afex. Algumas sucursais que abrem todos os dias: na calle Catedral 1063, Centro (2a. a 6a. das 9h às 19h; sábado, domingo e feriados das 10h às 19h); na Estação Central (2a. a 6a. das 9h às 20h, sábado das 10h às 19h, domingo e feriados das 11h às 18h) e no shopping Parque Arauco (2a. a sábado das 10h às 20h30; domingo e feriados das 11h às 20h30). Na zona hoteleira de Providencia há a sucursal da Pedro de Valdivia 012 (2a. a sexta das 9h às 18h; sábado das 10h às 14h; fechada domingo e feriados).

    Eu pessoalmente acho que o uso de casas de câmbio é coisa do século passado, antes da automação bancária. Carregar dinheiro vivo traz insegurança, e ter que procurar uma casa de câmbio interfere na sua viagem. Leia mais abaixo como fazer saques em moeda local com o cartão do seu banco e cartão de débito internacional.

    Vale a pena levar dólares para o Chile?

    Se você já tem os dólares na mão e quer gastar na viagem, leve. Dólares garantem boa cotação em casas de câmbio de todo o país (menos nos aeroportos, onde a cotação sempre é baixa). Além disso, podem ser usados para pagar conta de hospedagem — no Chile, quando o estrangeiro paga hotel em moeda forte (dólar, euro ou cartão de crédito/débito internacional) ganha isenção do IVA, o ICMS local.

    Leia no tópico acima sobre as casas de câmbio que abrem todos os dias. Mas aceita um conselho? Se você junta dólares para viajar, considere começar a acumular essas reservas num cartão de débito internacional para reduzir a insegurança de viajar com dinheiro vivo e os perrengues de precisar achar uma casa de câmbio aberta.

    Vale a pena comprar dólares para levar para o Chile?

    Não. Como os reais encontram boa cotação nas casas de câmbio, é bobagem fazer duas operações de câmbio — uma no Brasil, para comprar dólares, e outra no Chile, para vender as verdinhas. A cada câmbio você perde um pouco na forma de comissão.

    Só valeria a pena comprar dólares com o objetivo específico de pagar hospedagem, já que estrangeiros conseguem isenção do IVA (o ICMS local) quando pagam com moeda forte. Mas é mais seguro usar cartão de crédito ou cartão de débito internacional.

    Vale a pena fazer saques em moeda local nos caixas eletrônicos?

    Esta é a minha recomendação para conseguir o dinheiro para os gastos do dia a dia.

    A primeira alternativa para fazer isso é habilitar o seu cartão de banco para saques internacionais. Não é preciso que haja um caixa do seu banco para realizar os saques; normalmente todos os cartões funcionam em todos os caixas. A cotação costuma ser boa, o IOF é de apenas 0,38% e se você fizer retiradas do equivalente a 200 dólares (no Chile, algo como 100.000 pesos), as taxas fixas não assustam.

    Outra possibilidade de saque em moeda local é usando um cartão de débito internacional (tipo Visa Travel Money, MasterCard Cash Passport ou American Express Global Travel card). A cotação de venda é a mesma de papel-moeda (dólar turismo), o IOF é de apenas 0,38% e você pode fazer recargas à distância (normalmente, de segunda a sexta; o dinheiro entra na conta no dia útil seguinte à transferência bancária). Este tipo de cartão é, no mínimo, um plano B perfeito para o caso de haver problemas com o seu cartão de banco.

    O melhor de sacar dinheiro em caixa eletrônico é que sempre existem caixas no seu caminho, abertos 24 horas por dia, 7 dias por semana, oferecendo a mesma cotação em todos os horários.

    Vale a pena fazer gastos com cartão de débito no Chile?

    Vale muito a pena, porque o IOF é de apenas 0,38% para esse tipo de operação. Você pode usar o seu cartão de banco (desde que esteja habilitado para isso; verifique também o seu limite diário/semanal/mensal) ou um cartão de débito internacional tipo Visa Travel Money, MasterCard Cash Passport ou American Express Global Travel Card.

     

     

    TRANSPORTE

    CHEGANDO NO AEROPORTO

    Não há por que se estressar. Ao desembarcar, você naturalmente vai passar pelo guichê do Táxi Oficial, que por 15.000 pesos (mais ou menos US$ 30) te deixa no hotel em Santiago. Não precisa dinheiro: eles aceitam cartão de crédito. (Mas se você quiser já tirar dinheiro, é só passar no caixa automático e fazer um saque em moeda local.)

    Quer gastar menos? Pois não. As vans da Transvip levam ao centro de Santiago por 5.500 pesos (US$ 11), a Providencia por 6.000 (US$ 12) e a Las Condes por 6.700 (US$ 13).

    Quer gastar ainda menos? Então pegue o ônibus da Tur-Bus (1.700 pesos, US$ 3,50) ou da Centropuerto (1.400 pesos, US$ 2,80, menos confortáveis que os da TurBus) e continue  de metrô (desça em Pajaritos, linha 1) ou faça o trechinho final de táxi (desça no fim de linha).

    Táxis e vans estão disponíveis 24 horas. O primeiro ônibus da Tur-Bus sai às 6h15; o último, à meia-noite.

    TÁXI

    Os táxis não são abundantes como em Buenos Aires, mas são tão baratos quanto. Funcionam pelo taxímetro. Espere pagar menos do equivalente a R$ 10 por corridas entre Bellavista-Providencia-El Golf, e cerca de R$ 15 até a área de shoppings de Las Condes.

    Os hotéis costumam ter táxis especiais, não-marcados, fazendo ponto. Esses não usam o taxímetro e custam um pouco mais caro do que os táxis comuns. Pergunte sempre o preço da corrida antes.

    Existem muitas companhias de radiotáxi. Quando sair à noite para jantar, ao pedir a conta, peça também para charamarem um táxi.

    Você também vai ver nas ruas um táxi que é peculiar ao Chile: o táxi colectivo, táxi aparentemente comum que funciona como lotação, cumprindo rotas fixas. Custa baratinho (desde 500 pesos, US$ 1) e sempre traz a rota resumida  no luminoso.

    METRÔ

    É o meio mais conveniente para se locomover no eixo Centro – Lastarria – Bellavista – Providencia – El Golf. Fora do centrão, as estações costumam ser espaçadas — você sempre vai ter que caminhar um pouco. O horário de funcionamento é das 6h às 23h30 (as bilheterias fecham às 23h). O preço do bilhete varia conforme o horário — pode ser “punta”, “valle” ou “bajo” — e vai de 480 a 580 pesos (cerca de US$ 1). Os santiaguinos andam sempre com cartões magnéticos pré-carregados, então as bilheterias nunca têm fila grande.

    Você vai usar sobretudo a linha 1, vermelha. Estações-chave: Universidad de Santiago (rodoviária para Valparaíso e Viña del Mar), Universidad Católica (noite do barrio Lastarria), Baquedano (noite de Bellavista), Manuel Montt e Pedro de Valdivia (Providencia), El Golf (noite da av. Isidora Goyenechea) e Los Dominicos (feirinha de artesanato permanente). Para turistar no centro, faça baldeação em Baquedano para a linha 5, verde, e desça na estação Plaza de Armas. Veja o mapa aqui. Use o simulador de itinerário aqui.

    Não há metrô para a zona chique de restaurantes de Vitacura ou a zona de shoppings de Las Condes. Para os shoppings você pode descer na estação Escuela Militar (também na linha 1) e com o mesmo bilhete continuar com os ônibus C11 ou C20 ao Parque Arauco, ou com o C15 ao Alto Las Condes.

    ÔNIBUS

    Há poucos anos o sistema de ônibus de Santiago foi inteiramente reformulado à maneira de Curitiba, com linhas-tronco que trafegam por corredores desimpedidos e linhas alimentadoras até estações de transbordo. Não cheguei a usar, mas não deve ser difícil de entender não. É preciso subir no ônibus com a passagem já comprada (seja o bilhete-integração do metrô, seja um cartão recarregável). Saiba mais aqui.

    CARRO ALUGADO

    O trânsito em Santiago é bem complicado, e vem com pegadinhas: avenidas que invertem o sentido de acordo com o horário, vias expressas com pedágio… Os estacionamentos costumam ser pagos (a maioria funciona em subterrâneos; outros são controlados por flanelinhas oficiais com maquininhas). Se for dirigir, alugue (ou leve) um GPS!

    A VALPARAÍSO E VIÑA DEL MAR

    Há ônibus das empresas Tur-Bus e Pullman que saem a cada 10 ou 15 minutos do Terminal Alameda, uma rodoviária que fica pegada à estação Universidad de Santiago do metrô. A passagem de ida custa entre 2.500 e 4.000 pesos (US$ 5 a US$ 8). Entre Valparaíso e Viña existe um metrô de superfície, o Merval, que funciona até às 10 da noite.

    Quando fui, aluguei um carro no aeroporto (que já está no caminho do litoral), mas para o tipo de viagem que fiz (uma noite em Valparaíso, com um passeiozinho por Viña antes de voltar) não valeu a pena, não. Demorei horrores pra achar o meu hotel no Cerro Alegre (se viesse de táxi direto da rodoviária de Valpo não teria passado perrengue) e então ele ficou parado até a minha saída (no alto do morro você faz tudo a pé, dá uma descidinha de teleférico, e pronto).

    Recomendo carro só para quem quer se estender pelo litoral — indo pros lados Reñaca, ao norte (mas te pergunto: você faz mesmo questão de ir à praia no Chile???) ou até Isla Negra, ao sul (onde fica a terceira casa-museu de Neruda).

    Quanto ao vale de Casablanca, como em todo tour de degustação de vinhos, o melhor é pegar um passeio organizado ou fretar um carro com motorista para o dia.

    A VALLE NEVADO E FARELLONES

    Para que arriscar com as curvas e, na temporada, com o gelo, se não falta quem leve à montanha?

    Você tem duas opções: pegar um passeio guiado, como os da TurisTour, a 29.000 pesos/58 dólares por pessoa (veja relato aqui), ou contratar apenas o transporte com empresas como a Skitotal, a 10.000 pesos/20 dólares por pessoa, saindo do shopping Omni na av. Apoquindo, ou 20.000 pesos/40 dólares por pessoa, saindo do seu hotel.

    A PORTILLO

    O caracol final até o topo dos Andes é um deslumbre, mas tem certeza de que você precisa fazer ida e volta dirigindo? Novamente, há passeios organizados (o da TurisTour custa 59.000 pesos/118 dólares por pessoa) e também trânsfers ida/volta (o da SkiTotal sai 20.000 pesos/40 dólares por pessoa, saindo do shopping Omni na av. Apoquindo às quartas e sábados na temporada). Querendo um serviço mais exclusivo, parando pelo caminho quando e onde você decidir, então negocie um passeio com operadores de trânsfer como a Transvip.

     

     

     

    • Obrigad@! 1
  10. Olá pessoal! O que irei compartilhar com vocês foi uma compilação bastante abrangente de informações sobre todos os pontos turísticos das cidades que visitei no Japão em pouco mais de 2 semanas: Hiroshima, Miyajima, Himeji, Kyoto, Nara, Osaka, Kamakura, Enoshima, Tokyo, Nikko, Yokohama . As informações foram extraídas aqui do site e também de muitos blogs. Aproveitem!

     

    Hiroshima

     

    Como chegar a Hiroshima de trem Bala?

    Tempo de viagem (trem do tipo Hikari):Tóquio – Hiroshima: 5 horas (com troca de trem em Shin-Osaka). Chegando na estação de Hiroshima, pegue seu mapinha grátis no centro de informações ao turista.

    Como chegar ao memorial da paz?

    De bondinho elétrico “Dentetsu” /Hiroden (sentido MiyajimaGuchi ou Eba ) desça em Genbakudomu-mae.

    ·         Passagem: 260 yens

    ·         Frequência dos trens: 9 minutos

    ·         Duração da viagem: 22 minutos

    O que fazer em Hiroshima:

    Visitar o Parque da Paz: Construído sobre as ruínas do antigo centro comercial e político de Hiroshima, o parque da paz é uma área verde bem gostosa repleta de monumentos cheios de significado. A dica é dar uma volta  despretensiosa pelo parque e em seguida visitar o museu. Aí vão algumas das principais paradas:

    GenbakuDomu: O GenbakuDomu ou atomicBomb Dome, a sede da antiga prefeitura de Hiroshima, um dos poucos edifícios que sobreviveram a explosão da bomba e foi a única estrutura preservada em memória do ocorrido. O domo cinzento destoa bastante do verde ao seu redor e  se tornou um dos cartões postais da cidade. Para os curiosos de plantão: O GenbakuDomu está a 160 metros do epicentro da explosão.

    The BombCenotaph: O parque da Paz de Hiroshima tem alguns monumentos em homenagem as vítimas bomba atômica, um desses monumentos é o Mausoléu (The BombCenotaph), uma bonita escultura de formas arredondadas, lá estão os nomes de cada uma das pessoas que faleceram durante a tragédia.

    Chamas da Paz e Memorial das crianças: Ali pertinho estão as Chamas da paz, uma tocha que permanecerá acessa até que todas as armas nucleares do planeta sejam destruídas, e o Memorial das crianças uma homenagem aos pequenos que foram mobilizados para destruir as casas de madeira e assim reduzir a propagação dos incêndios. Muitas dessas crianças acabaram mortas durante os bombardeios.

     

    Sino da Paz: O Parque da Paz de Hiroshima tem 3 sinos, o mais conhecido deles fica pertinho do monumento as crianças e tem o desenho de um mapa mundo com o símbolo atômico no meio. Os visitantes são incentivados a tocar esse sino – que pode ser ouvido de bem, longe – e assim propagar a lição de paz.

    Childrens Peace Memorial (Memorial da paz infantil): inspirado na triste história da menina Sadako, que foi exposta a radiação nuclear da bomba quando tinha apenas dois anos de idade, e desenvolveu leucemia aos 10 ano.Sadako acreditava que se dobrasse 1000 passarinhos japoneses – os Tsurus – que são símbolo da felicidade e longevidade, ela ficaria curada. Pouco tempo depois e cerca de 600 passarinhos dobrados, a criança faleceu. Seus amigos de classe continuaram a dobrar os passarinhos e comoveram diversas escolas ao redor do Japão e de mais 9 países a doar fundos para a construção de um memorial em homenagem a Sadako e a todas as crianças que faleceram por causa da bomba. O monumento tem três crianças, uma no topo segurando um enorme tsuru e ao lado um menino e uma menina parecem dançar em volta da cápsula: lindo, triste e tocante.E como o costume de dobrar Tsurus pela paz mundial pegou, ao lado do monumento há uma espécie de exposição com milhares de passarinhos de origami que são trazidos ou enviados a Hiroshima por crianças e adultos do mundo todo. Quem quiser pode levar a sua doação de passarinhos dobrados deixando seu nome, país e quantidade de passarinhos dobrados.

     

    Visitar o Museu da Bomba Atômica ( Hiroshima Peace Memorial Museum): Depois de passear pelo parque da paz, prepare-se para uma parte mais profunda do passeio: a visita ao Museu e memorial da paz de Hiroshima (Hiroshima Peace Memorial Museum) que é imperdível.A entrada dá direito a um áudio guia em português e a narração é excelente. A visita conta Tim tim por tim tim a história de Hiroshima antes durante e depois da bomba deixando um bonita mensagem de paz mundial no final. Uma visita bem tocante e que vai sem dúvida nenhuma mexer com seus sentimentos. O museu não tem tantas cenas fortes, pois o único fotografo contratado para fotografar os desastres ficou tão impressionado com o que viu que só conseguiu bater três fotos, porém tem muitos objetos que sobreviveram a explosão e que estão ali a mostrando um pouquinho do impacto da bomba.O museu também traça um panorama de onde estão as armas nucleares existentes no mundo e quais os perigos dessas armas. É uma visita densa, mas muito real e que te faz parar e pensar muito na vida, nas pessoas e nas guerras. Recomendo muito.

    ·         Horários de funcionamento: todos os dias 8:30 às 18:00. Bilheteria fecha 30 minutos antes

    ·         Passeio audio guiado em português

    ·         Ingresso: 200 Yens

    Conhecer o Castelo de Hiroshima: é uma réplica do Castelo destruído pela bomba atômica, ele se diferencia de outros castelos do Japão por estar construído no plano e não no alto de uma montanha. O castelo de 5 andares e vistas lindas da cidade.fica há 15 minutos de caminhada do parque da Paz. O Caminho é super gostoso e passa por esculturas interessantes.Se você já visitou outros castelos japoneses como Himeji ou Hikone, eu diria que não. Achei as vistas interessantes, mas o interior é bem sem graça. Agora se é sua única chance de visitar um castelo no Japão, talvez valha a pena sim.

    ·         Horários de funcionamento:

    o    9:00to 18:00 de março a novembro

    ·         Ingresso: 370 Yens (a entrada da parte exterior do castelo é grátis)

    Passear pelos jardins dos Shukkeien Garden: Para quem curte jardins japoneses, uma parada bacana é o Shukkeingarden, um jardim japonês bem tradicional com canteiros que representam montanhas, vales e florestas. O Jardim original data de 1620, mas o atual é uma reconstrução pós bomba atômica.

    ·         Horários de funcionamento:

    o    9:00to 18:00 de abril a setembro

    ·         Ingresso: 260 Yens (a entrada da parte exterior do castelo é grátis)

    O Museu da Mazda: foi fundada em Hiroshima em 1920, e a sede da companhia conta com um museu (aberto para visitas apenas com reservas antecipadas) bem interessante para quem curte carros e que mostra a história da marca, componentes de um carro, detalhes de uma linha de montagem e uma exibição com alguns dos carros mais legais da companhia. Os tour em inglês começam às 10:00am e duram uma hora.

    O que comer em Hiroshima

    Okonomiyaki: é uma espécie de uma panqueca bem recheada. O okonomiyake  de Hiroshima geralmente vem com porções generosas de repolho e noodles por cima dos recheios que podem ser carne de porco, lula e até mesmo ostras ,cobertos por uma cama de vegetais, molho agridoce e lascas de bonito. Você pode provar um Okonomiyaki local nos restaurantes da estação de trem de Hiroshima no bairro de Okomimura (centro da cidade).

    Tsukemen: Noodles gelados com molho bem apimentado (você geralmente pode escolher a pimenta do nível 1-5). Os noodles são servidos com carne fatiada, ovos, alho poró e repolho.

     

    Miyajima

     

    Há pouco menos de 1 hora de Hiroshima, a ilha de Miyajima tem um dos templos mais lindos e mais fotografados do Japão (o ItsukushimaShrine), bambis que circulam livremente pela ilha, um distrito histórico repleto de lojinhas charmosas e restaurantes e o monte Misen com vistas lindas de toda a região.

    Mas para ver a ilha no auge da sua beleza a dica é ir durante a maré alta. Na noite anterior ao passeio vale consultar no google ou neste site o regime das marés e programar seu dia em função dee.

    Como chegar emMiyajima: Saindo da estação central de Hiroshima há duas maneiras de chegar em Miyajima:

    A) Bondinho (Dendetsu, chamado de Hiroden): 

    Pegue um bonde  da estação central de Hiroshima até o terminal de ferrys Miyajimaguchi (sentido MiyajimaGuchi )

    ·         Passagem: 260 yens

    ·         Duração da viagem: 69 minutos

    ·         Frequência dos trens: 9 minutos

    b) Trem da linha JR: Ideal para quem tem o JR pass

    Pegue o trem JR – Linha: Sanyo Line sentido Iwakuni até a estação Miyajimaguchi . Para quem tem o JapanRailPass o JR vale mais a pena, pois além de ser mais rápido é grátis, a desvantagem é ter apenas um ou dois trens por hora :(.

    ·         Passagem: 410 yens | grátis com o JR Pass

    ·         Duração da viagem: 27 minutos

    ·         Frequência dos trens: 2 ou 3 por hora: dica – ao reservar seu lugar no trem bala para Hiroshima consulte e já case os horários com o JR.

    Chegando no terminal MiyajimaGuchi

    Chegando emMiyajimaGuchi há duas ou três empresas diferentes que operam serviços de Ferry entre Hiroshima e a ilha de Miyamija, uma dessas empresas faz parte do grupo JR e essa é grátis para quem tem o JR Pass.

    ·         Passagem: 180 yens | Crianças 90 Yens | Grátis com o JR Pass

    ·         Duração da viagem: 10 minutos

    ·         Frequência dos Ferrys: 10 minutos

    O que fazer em Miyajima – sugestão de roteiro

    Tirar fotos ainda do ferry: O passeio começa no Ferry quando o lindo tori flutuante vermelho é avistado. Começa então o festival de fotos.

    Interagir e fotografar os veados: Chegando na ilha, mais uma grata surpresa bambis e mais bambis livres, leves e soltos complementam o cenário. Um show!

    Visitar Itsuku-shimaJinja: A primeira parada do dia é o Itsuku-shimaJinja, o templo que deu nome a ilha. Construído no ano de 1168 e é uma espécie de um deck que passa mais de metade do ano cercado por água formando um bonito contraste entre água, templo e a floresta nos fundos.A primeira parte da visita é feita por terra firme e conta com a companhia de muitas lindas lanternas de pedra, a segunda parte é a visita interna. o templo é todo vermelho e decorado com bonitas lanternas. Um belo convite aos fotógrafos de plantão.Caminhando pelo deck, você chegará ao local com a melhor vista do grande portal que você já avistou do mar, um verdadeiro charme.

    Passear pelas ruas estreitas e lojinhas fofas do centrinho de Miyajima: Saindo do templo, é hora de caminhar pelas ruazinhas estreitas e visitar as mil lojinhas fofas que vendem lembrancinhas, comidinhas e enfim… Aproveitar um pouco o clima super especial do lugar.De uma volta pela ilha passando por outros templos como o Senjo-Kaku, facilmente reconhecido por sua enorme torre vermelha a Goju – no – topagoda construída em 1407 em uma mistura de arquitetura chinesa e Japonesa.

    Para quem quer interagir um pouco com os bambis, há um tipo de sembei (biscoito) especial para bambi que é vendido por lá. Os bambis são meio gulosos e reconhecem o biscoito de longe, portanto a dica é não se apavorar e evitar aqueles de chifre grande. E caso você tenha papeis ou mapas na mão, deixe isso bem longe do Bambi ou ele também comerá.Para quem tem mais tempo, um passeio ao monte Misen, um prato cheio para quem gosta de andar e ser recompensado com um bela vista no final. E para os que compartilham da teoria que subida é duro, mas descida todo santo ajuda, suba de teleférico e volte a pé.Quem tiver a chance de subir além de mais bambis encontrará alguns macacos e em um templo lá no alto, umas das relíquias do budismo: O pote gigante, usado pelo  santo Budista Kobo-Daishi entre 774 AC e 835 AC.

     

    HIMEJI

    Himeji é uma pacata cidade ao sul do Japão que poderia passar em branco se não fosse o imponente Castelo de Himeji. Ele é formado por um complexo de 82 prédios de madeira maravilhosamente pintados de branco que se destacam no alto de uma colina. Sua beleza é indescritível e sua importância histórica maior ainda. Considerado como um Tesouro Nacional do Japão, ele é o castelo mais visitado do país. Foi classificado pela UNESCO, em 1993, como Patrimônio Mundial da Humanidade.

    O castelo foi construído em 1333, durante a Era Nanboku-cho do Período Muromachi com uma arquitetura com características de defesa. Ao longo de séculos foi sendo modificado, conforme mudava de mãos. Em 1580, ToyotomiHideyoshi passou a controlar o castelo que estava quase abandonado. Em 1601, passou para as mãos de Ikeda Terumasa. Ele iniciou um projeto de expansão que deu ao castelo as formas que apresenta atualmente. Tem 21 portões, altas fundações de pedra, muralhas de proteção, janelas muito estreitas, passagens labirínticas até a entrada principal do castelo e buracos nas paredes para posicionar armas. Em 1868, o governo do Japão sob as ordens dos descendentes de Ikeda Teramusa expulsou os ocupantes e tomou posse. Mas, alguns anos depois o complexo foi abandonado. Durante a Segunda Guerra Mundial quando a cidade foi bombardeada, o castelo milagrosamente sobreviveu sem grandes danos e logo começou a ser restaurado. Sorte a nossa que agora podemos visitar essa obra histórica tão bem preservada.

    O castelo é belíssimo. Já serviu como cenário para James Bond no filme protagonizado por Sean Connery “Você só vive duas vezes”; em dois filmes de Akira Kurosawa, “Ran” e “Kagemusha” e mais recentemente em “O último Samurai” protagonizado por Tom Cruise.De trem-bala Shinkansen, de Hiroshima até Himeji se chega em pouco mais de uma hora. Das outras cidades, a distância é menor. De Osaka ou Kobe são apenas 30 minutos. De Kyoto são 50 minutos.

    Quando o trem para na pequenina cidade, basta dar alguns passos até a alameda principal que é pontilhada por pequenas estátuas e lá no fundo, o castelo pode ser avistado. Dá para ir andando em 15 minutos.Ao lado da estação de trem fica o Shopping Piole. Ele tem um Starbucks com janelões de vidro no 3o andar  que dão um super visual da alameda principal com o castelo ao fundo. 

    O castelo pode ser visitado em duas ou três horas, depois vá até o jardim Koko-en que fica ao lado e aproveite para almoçar nas redondezas. O ingresso combinado castelo + jardim custa 1.040 iens. Só castelo custa 1.000 iens.

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

    Kyoto

    ·         Dia 1: FushiminiInari + Higashiyama (Kyomizudera e arredores)

    ·         Dia 2: De Shijo ao Ginkakuji

    ·         Dia 3: Norte de Kyoto: Kinkakuji (templo de ouro) e Arashiyama 

    ·         Dia 4: Nara e Osaka

    Chegada em Kioto:Estação de Quioto: a moderna estação da cidade é onde chegam os shinkansens (trens bala), trens locais, metrô, é o ponto de partida de diversas linhas de ônibus, tem muitas opções de restaurantes e lojas (uma Isetan imensa ocupa vários andares) piso dos restaurantes, conhecer o incrível supermercado japonês (que fica dentro da loja de departamento Isetan) e percorrer a skywalk. Ao redor, muitos hotéis, pousadas, mais comércio. Ainda na estação, vale a pena passar pelo centro de informações turísticas e pegar um mapinha da cidade e um jornalzinho – em inglês – que indica os principais eventos e acontecimentos do período.

     

    Dia 1Kyomizu dera e arredores | Explorando Higashiyama

    ·         Fushimi-Inari

    ·         Kyomizu Dera

    ·         Templos e vielinhas de Higashiyama

    ·         Jardins Maruyama

    ·         Templo Yasaka

    ·         Chio-in

    ·         Shoren-in

    ·         Noite no Gyon

    FushimiInari: um mundo de toris vermelhos: (JR InariStation)Começaremos o dia no templo Fushimi- Inari, um conjunto de mais de 2000 Toris vermelhos que sobe as montanhas de Fushimi. A volta ao templo completo leva cerca de 2 horas mas com uns 30 minutos de caminhada já dá para ter uma visão bem interessante. O FushimiInari é um templo dedicado ao Deus Inari, o Deus Shintoista do arroz, e as raposas que você verá no passeio são as mensageiras desse Deus. Quem se animar, pode subir até o topo ou somente até a intersecção Yotsutsuji para ver uma vista do skyline de Quioto, Cuidado: a parte alta do templo é um loop, se você não prestar atenção, passará horas caminhando em círculo.

    temploKyomizu Dera: Terminado o passeio, pegue a linha de trem Keihan e desça na estação KiomizuGojo. Pra quem estiver perto da Estação Kyoto, os ônibus 100 ou 206 também são boas alternativas.De lá, caminhe ladeira acima rumo ao templo Kiomizu Dera (aberto das 6:00 às 18:00 | Entrada 300 Yens). Existem duas possibilidades de caminho: seguir pela rua principal experimentando docinhos tradicionais (pouco doces para o paladar Brasileiro, mas bem diferentes) e visitando as lojinhas fofas repletas de lembrancinhas típicas, ou brincar de se perder pelas ruas paralelas (bem mais vazias). Numa dessas paralelas, há templos menores, e um grande cemitério. Ambos os caminhos são interessantes e bem bonitos. Terminada a subida, repare nos dois leões sorridentes na entrada do templo, que depois dessa última escadaria, é tudo reto!

    REFORMA: Atualmente a entrada principal e alguns prédios laterais do Kyomizu estão em reforma, prejudica um pouco a visita!

    O Kyomizu Dera é uma estrutura de mais de 400 anos de idade, construída sem usar um único prego. O templo ganhou esse nome em homenagem a cachoeira que corria nesse local. E falando em água sagrada, você ainda pode beber um golinho dela direto da fonte do templo que fica na parte de baixo. A pequena cachoeira Otowa tem três tipos de água e cada uma te dá um benefício diferente: Vida longa, Sucesso na escola ou trabalho e uma vida amorosa de sucesso. Atenção, só não vale beber das três águas porque o efeito pode ser revesso. Os japoneses bebem uma ou no máximo duas águas diferentes. Para beber a água, fique na fila e pegue emprestado um pauzinho com caneca de metal (devidamente esterilizada após cada uso) ou compre uma das carequinhas de plástico com o nome do templo vendidas no local.

    De volta ao templo principal, O Kyomizu combina uma estrutura de madeira MUITO linda com algumas vistas super especiais de Kyoto. O templo é bonito o ano todo, mas fica ainda mais especial na primavera, decorado pelas flores de cerejeira, e no Outono, quando as árvores ganham tons vermelhos e amarelados e tudo fica muito especial. No inverno, prepare-se para um frio do cão e árvores peladas, e no verão leve seu leque para disfarçar o calor e a umidade. As árvores estarão verdinhas.

    JishuShrine: o templo do amor: Outro pedacinho do Kyomizu que faz mais sucesso é o JishuShrine, um templo dedicado a divindade do amor. O templo é bem fofo e tem duas pedras no chão, a graça é percorrer o caminho entre as duas de olhos vendados dizem que quem consegue realizar essa façanha encontrará o amor da sua vida em breve!

    Arredores do Kyomizu Dera: Terminada a visita ao templo, desça pela entrada principal e um pouquinho antes da bifurcação, vire numa pequena escadinha, a Sannenzaka, de costas para o templo, do lado direito (essa escadinha tem uma vista para a torre de madeira de um templo menorzinho).Esse é um pedacinho SUPER especial de Kyoto, e a graça é se perder pelas pequenas vielas, descobrir jardins escondidos, pequenos templos, lojas fofísimas – e se o budget permitir, faça um passeio de Risha (que é super tradicional e bem especial). Não farei um roteiro para esse pedaço, porque a graça é exatamente não saber bem por onde ir, mas te deixo alguns dicas especiais:

    Visite o RyōzenKannon, um memorial de guerra que tem o formato de um grande Buda sentado, um lugar super bonito e que rende fotos bem especiais.

    Outro templo que vale a parada é o Kodai-ji um templo super lindo que tem desenhos em pedrinhas impressionantes e um pequeno bosque de Bamboo super fotogênico. O Kodai-ji não é tão famoso entre os estrangeiros e por isso é mais vazio que os templos principais de Kioto.

    O Templo Yasaka e os Jardins Maruyama: Depois de visitar os templos e passear pelas ruas lindas de um dos pedaços mais interessantes de Kyoto, siga até o Maruyama Park, esse parque marca a divisa entre Higashiyama (o bairro que você acabou de visitar) e o Gyon (bairro bôemio de Kyoto, e famoso por suas Gueishas e Maikos) o parque é um dos lugares mais lindos para ver a floração das cerejeiras. A maior árvore de todas, uma cerejeira gigante conhecida como (shidarezakura) fica no centro do parque e ganha iluminação especial durante a floração das cerejeiras.Adjacente ao Maruyama Park, há um templo chamado de Yasaka Jinga, é aqui que as Gueishas do Gyon vem fazer suas orações. O Yasaka fica particularmente cheio em meados de julho quando sedia o maior e mais famoso festival de Kyoto: O GyonMatsuri. [A caminhada total é de 2 Km]

    - Parque Maruyama(ônibus 100 ou 206 até a parada Gion): é o parque mais popular de Quioto (leia-se mais cheio) para ver as cerejeiras em flor, fica cheio de stands de comida e gente fazendo os picnics embaixo das árvores floridas (hanami). A árvore símbolo do parque é essa da foto, uma cerejeira-chorona, que fica iluminada a noite. É bonito, mas realmente estava superlotado. Grátis. O parque Maruyama fica lindo (e cheio!) na época da floração das cerejeiras

    - Templo Yasaka(ônibus 100 ou 206 até a parada Gion): também conhecido como templo Gion, é um dos mais visitados da cidade e tem o festival (matsuri) mais conhecido do país, em julho (tem atividades durante o mês inteiro, mas no dia 17 de julho tem a procissão mais importante, veja mais informações sobre o festival aqui). Foi fundado em 656, e no Ano Novo milhares de pessoas vem até o templo pedir saúde no ano que se inicia. Bem no meio do complexo fica um palco cheio de lanternas onde acontecem apresentações de dança e música (nós assistimos a algumas). Grátis.tem apresentações de música e dança em certos dias (fomos num domingo)

    Saindo do Kiyomizu-dera, o objetivo é chegar no Santuário Yasaka-jinja, e para isso, recomendo ir bem devagar e aproveitando cada pedacinho da ruazinha San-nen-zaka e suas adjacentes. Não busque por um roteiro estático, siga sem rumo, indo e voltando, conforme o instinto mandar, pra mim, esse caminho foi um dos pontos altos de Quioto… há vários templos, casas tradicionais (restaurantes), restaurantes e lojinhas nessa parte do passeio.

    Chio-in: o templo do filme ” O último Samurai”: Cruze o parque todo, visite o YasakaJinja, e saia pelo outro lado. Você estará na frente do templo Chio-in foi nessa escadaria linda que um trechinho do filme “O último Samurai foi filmado. O templo é super bonito, mas como o principal prédio está completamente fechado para reforma até 2019, não recomendo a visita. Mas, fica seu critério. Lá em cima há um conjunto de jardins bonitos (entrada paga), um sino gigantesco e alguns prédios interessantes. esse é o principal templo do Budismo Jodo, que é um dos mais populares no Japão.

    Shoren-in: um dos jardins mais lindos de Kyoto: Ao lado do Chio-in há um templo pequenino, porém muito especial, o Shoren-in (entrada 500 yens). Esse templo faz parte de um tipo de budismo chamado Tendai, e é um dos poucos monzekis de Kyoto, ou seja, templos cujo celebrante principal é membro da família real. A entrada modesta do templo, esconde um dos jardins mais bonitos de Kyoto, e que poderá ser admirado do próprio templo quando as portas de papel estiverem abertas. A graça porém, é percorrer cada cantinho do jardim, do lago ao pequeno bosque de bambu. Tudo muito lindo.

    Noite no Gion: sua chance de ver uma gueixa de verdade: Termine o dia explorando as vielinhas do Gion, um dos bairros mais tradicionais de Kyoto, e que merece ser visitado tanto de dia quanto de noite. De dia, a graça é caminhar pelas vielinhas e fotografar prédios históricos. A noite, o bairro fica todo iluminado e sua chance de encontrar gueixas caminhando entre uma casa de chá e outra, é bem grande. Os lugares mais fofos do Gyon são o canal Shirakawa e as ruas Hanami-koji. Com sorte você encontrará uma gueixa passeando com um cliente ou andando entre uma casa de chá e outra. Jante por ali mesmo, ou vá para a deliciosa Pontocho-dori, a antiga “rua da luz vermelha em Quioto” e que hoje, está cheia de restaurantes e bares para o deleite dos turistas.

    Gion (ônibus 46, 201, 203 ou 207 para Gion): entre o rio Kamo e Higahiyama, é o distrito das gueixas de Quioto, cheio de casas de chá, pousadas, restaurantes, teatro, karaokê, a maioria muito chique e privada, onde os turistas não tem vez. Na área nordeste de Gion estão os bares e karaokês mais turísticos e baratos. Vale a pena andar por Gion, principalmente lá pelas 18h, quando as gueixas estão chegando para trabalhar nas ochayas (que são as casas de chá exclusivas, onde só se entra por indicação e os clientes tem contas mensais).

     

    Dia 2: Mercado Nishiki, HeianJingu, Nanzenji e região do Ginkaku-ji: 

    ·         Mercado Nishiki

    ·         Ponte de Sanjo

    ·         HeianJingu

    ·         NanzenJi

    ·         Caminho do Filósofo

    ·         Ginkaku-Ji

    ·         Noite em Pontocho

    Mercado Nishiki: Começaremos o nosso dia no mercado Nishiki, a estação de Keihan mais próxima é a “Gion-Shijo”. Comece cruzando o rio Kamo, um rio de águas rasas e transparentes que é um dos símbolos da cidade. O Kamokawa já foi eternizado em vários romances e canções e é um dos queridinhos dos habitantes de Kioto. A ponte de Shijo é a quarta ponte do rio, não tão famosa quanto a “Sanjo” que cruzaremos na saída do mercado, mas rende belas fotos.

    Aqui você verá várias lojinhas de vegetais, peixes e até comidinhas prontas como sushis. Algumas bancas vão te dar amostras das comidas para provar. O mercado é colorido, apertado e bem legal para fotografar.

    Paralelo ao mercado de comida há uma série de outras ruas cobertas – os japoneses chamam essas ruas de “shopping street” – que vendem produtos diversos, lembrancinhas, produtos típicos e muito mais. Vale a pena brincar de ser perder um pouco pela região seguindo na direção de Sanjo.

    Passadinha rápida por Pontocho: outro distrito de gueixas: Cruzando a ponte você verá uma rua bem estreita, essa é Pontocho, o segundo distrito de Gueixas mais famoso de Kioto, um lugar com vários restaurantes e barzinhos especialmente gostosos durante o verão, minha dica é reservar lugar em uma dessas varandas com vista para o rio e passar a noite ali. Se quiser dê uma voltinha por Pontocho (que rende fotos interessantes) mas volte para a rua principal.

    A ponte de Sanjo e o teatro de Kabuki: Das pontes do Rio Kamo, Sanjo é a mais famosa, ela conecta os dois distritos de gueixas mais famosos de KiotoGion e Pontocho. Ao cruzar a ponte você provavelmente verá uma movimentação interessante de estudantes com uniformes, monges rezando e muita gente jovem. Do outro lado do rio está o teatro de Kabuki de Kioto, e caso seja temporada, ele estará enfeitado e coberto de plaquinhas de madeira. (Note que a rua Sanjo termina no templo Yanaka, que visitamos no roteiro de ontem)

    HeianJingu: Templo Heian (ônibus 5 ou 100 para Kyoto KaikanBijutsukan-mae): Siga caminhando pelas margens do Rio Kamo até a próxima ponte “Nijo”, vire a direita e siga caminhando até o Tori gigante que marca a entrada do HeianJingu. Este é o maior “portal” (ou Tori) de Kyoto e rende fotos lindas. Note que nesta região está o centro de Crafts de Kioto (uma loja legal para comprar coisa típicas, porém cara)

    Um dos templos mais novos da cidade, tendo sido construído em 1895, na ocasião do 1100o aniversário de Quioto. O jardim na parte de trás do templo é lindo: tem cerejeiras choronas muito bonitas, lagos com caminhos de pedra por dentro d’água e uma ponte coberta chinesa. Na entrada do templo, o rio tem as suas margens tomadas por cerejeiras dos dois lados. A entrada no templo é grátis, mas o jardim é pago, custa 600 ienes por pessoa. O Templo ShintoistaHeiané uma homenagem ao primeiro e ao último imperador que reinaram o Japão desde a cidade de Kioto, o imperador Kammu (737-806) e o Imperador Komei (1831-1867). Heian é o antigo nome de Kioto e o templo é uma miniatura – em escala reduzida – do que um dia foi o palácio imperial de Kioto.Diferente da maior parte dos templos da cidade, o HeianJingu é um templo colorido, com detalhes vermelho intenso e telhadinhos fotogênicos verdes. A entrada no templo é grátis mas o jardim é pago. O Heian tem um pátio enorme com duas fontes que eu adoro, uma em formato de tigre e outra em formato de dragão.O jardim tem uma espécie de cerejeira que costuma florescer um pouco depois das cerejeiras de Kioto, ou seja, pra quem chegar na cidade atrasado, taí a chance de ver algo florido (lembre-se que o auge da floração dura pouco mais de uma semana). Além das cerejeiras o jardim tem muitas flores bonitas e um lago japonês.

    Nanzenji: Dali caminharemos até o complexo de templos Nanzenji, o espaço é lindo e por mais que você já esteja um pouco cansado de templos vale passear por lá.O Nanzenji foi construído pelo imperador Kameyama para ser uma vila de aposentadoria e anos depois foi convertido em escola de budismo e um dos templos Zen mais importantes do Japão. Esse é um lugar legal para embarcar num passeio de Richshaw (carrinho típico japonês – o passeio de 30 minutos custa por volta de 40 dólares por pessoa e é uma experiência que eu amo e recomendo, tanto pelas fotos quanto pela experiência de andar num treco hiper tradicional. Repare como os motoristas puxam os carrinhos correndo!) e para passear pelos jardins (repare que lindo o aqueduto que antigamente trazia águas do Biwako em Shiga até Kyoto).Caso você queira entrar nos templos, tenho duas recomendações:

    A) Sanmon Gate: o principal portão do templo está aberto a visitas e a graça aqui é poder subir (coisa rara nesses portões antigões) e ter uma visão panorâmica de todo o complexo.

    ·         Aberto das 8:40to 17:00

    ·         Entrada: 500 Yens

    B) Hojo: Principal edifício do complexo. Tem paredes de papel com pinturas antigas lindas de tigre e um jardim de pedras HIPER fotogênico. (Reza a lenda que as pedras tem um formato que lembra um tigre mãe com seus filhotes. Eu não consegui achar nem tigre e nem filhotes.) Vale falar que este jardim tem o MESMO estilo do Ryoanji no norte de Kioto só que é bem menos popular, e portanto menos lotado. Ótima alternativa para a alta temporada.

    ·         Aberto das 8:40to 17:00

    ·         Entrada: 500 Yens

    Caminho do Filósofo: (Tetsugaku-no-michi) (do templo Ginkaku-ji até o templo Eikando): um caminho de pedra às margens de um rio, margeado por centenas de cerejeiras, lojas, cafés e restaurantes, e entradas para templos menores. O caminho completo tem 2km. Eu andaria só um trecho e pegaria algum outro transporte até o templo Heian, ou então, até o Parque Maruyama. Esse caminho fica absolutamente MARAVILHOSO durante a floração das cerejeiras, mas durante o resto do ano, é apenas outro trechinho fofo de Kioto.Reza a lenda que o caminho ganhou este nome por inspirar um grupo de pensadores que ganhou um prêmio Nobel. São cerca de 2 Km de caminhada pelo canal até a entrada o Gikaku-ji, também conhecido como pavilhão de prata. No caminho você passará por lojinhas, restaurantes e alguns outros templos, o mais famoso deles é o Eikando, um dos melhores lugares de Quioto para ver as cores do outono.

    começando pelo templo Nanzen-ji. Se resolver chegar a pé, prefira fugir das ruas principais e siga pela rua jingu-michi, passando ao lado dos templos Chi on-in e Shore-in, por exemplo… do contrário, é possível chegar de metro pela linha Tozai, parada Kaege. E o caminho termina no aconchegante Templo Ginkaku-ji, Não esqueça que o horário de visita termina 17hs, dessa forma se programe para chegar lá antes disso.

    Dica: A Quioto que queremos encontrar, geralmente está nas ruas pequenas, paralelas e bem longe das avenidas principais que perderam caracter.

    Templo Chion-in (ônibus 206 até Chionin-mae): é o templo-sede de um dos sectos de Budismo mais populares do Japão, e tem o maior portal de madeira do país, com 50 metros de comprimento e 24 metros de altura. Foi construído nos idos de 1600. Grátis. Tem um jardim tradicional e a casa do religioso que você pode visitar por 500 ienes. O templo Chion-in, o mais importante templo Budista japonês de Quioto, fica perto do parque Maruyama

     

    Ginkaku-Ji

    Templo Ginkaku-ji (ônibus 5, 17 ou 100 para Ginkakuji-mae): o templo Zen Budista que teria uma cobetura de prata, similar a cobertura de ouro do Kinkaku-ji, ficou inacabado por conta de uma guerra, mas ganhou esse nome por nas noites de lua cheia ganhar tonalidades prateadas.. O templo é famoso pelos seus jardins (incluindo um jardim de areia e um jardim de musgo), e também pelo papel que teve no desenvolvimento da cerimônia do chá, arranjos florais, caligrafia e teatro Noh. A entrada custa 500 ienes por pessoa.

    O templo tem um jardim de areias impecável e hiper diferente, e uma coleção de musgos diversos. Não deixe de subir até a parte mais alta do jardim para ter uma visão completa do espaço.Apesar de hiper turístico – esse é um dos 5 templos mais visitados da cidade.

    ·         Horários de abertura: 8:30 – 17:00

    ·         Entrada: 500 Yens

    Distrito Higashiyama(ônibus 100 ou 206 na direção do templo Kiyomizudera): um distrito histórico de ruazinhas estreitas que vai do templo Yasaka até os arredores do templo Kyomizu-dera, cheio de lojas, restaurantes e cafés.

    O distrito Higashiyama e a pagodaYasaka, no caminho para o templo Kyomizu-dera

    Templo Kiyomizu-dera (ônibus 100 ou 206 para Kiyomizu-michi): é o templo mais importante e famoso de Quioto, de pé por mais de mil anos, e atrai gente de todas as religiões que bebem a água da sua fonte sagrada (o nome significa Templo da Água Pura). A varanda do templo principal (e alguns dos templos menores adjacentes) é toda de madeira usando apenas encaixes, sem pregos. O complexo tem ainda outros templos menores, pagodas, e é um ótimo lugar para ver cerejeiras em flor e as cores de outono. Imperdível. Se você só tem 1 dia em Quioto, veja os templos Kyomizu-dera e o Kinkaku-ji. A entrada custa 300 ienes por pessoa.

    Comece o dia cedinho e siga para o templo Kiyomizu-dera, mas prefira o caminho alternativo, que passa pelo cemitério, que além da vista da cidade e da montanha, ela é mais tranquila e sem tumulto.Dentro da parte paga do templo, além da caminhada para ver a vista de Quioto, para aqueles que curtem uma historinha de amor, não deixe de visitar o Santuário Jishu, dedicado ao deus Ōkuninushi, o tal “cupido japones”. O “ritual das pedras” foi o mais engraçado e funciona assim, é preciso andar de uma pedra a outra com os olhos vendados (mais ou menos 50 metros), objetivo: garantir um amor!

    Noite em Pontocho: Minha sugestão para a noite de hoje é retornar para Shijo (ou Sanjo) e curtir a noite num dos restaurantes de frente para o rio Kamo em Pontocho. Ao caminhar pelas ruazinhas pode ser que você encontre uma gueixa trocando de casa de chá.

    Uma coisa engraçada de Pontocho é que algumas ruas adiante há um Red Light District(a prostituição é regulamentada e bem descarada no Japão), não é uma região perigosa, mas os homens serão abordados e convidados a entrar nos “bares” de forma pouco delicada. Acho que vale a pena dar um volta no distrito e ver de longe um pouquinho desse lado “menos belo do Japão. (Tóquio, Osaka e outras cidades maiores tem distritos de prostituição maiores que Kioto).


    Dia 3: Palácio Imperial & Norte de Kyoto

    ·         Palácio Imperial de Kyoto

    ·         Kinkaku-ji: o templo de ouro

    ·         Ryoanji: o jardim das pedras

    ·         Ninnaji: um dos meus templos preferidos

    ·         Arashiayama

    Palácio Imperial de Kyoto(Gosho): Para chegar lá pegue a linha de metrô Karasuma e desça na estação: Imadegawa.

    Atenção: Os tours no Palácio são controlados pela agência da casa imperial do Japão. Para visitá-lo, você precisa se inscrever com até três meses de antecedência nesse site (em inglês) – Quanto antes, maiores as suas chances de conseguir uma data bacana. Também dá para tentar na hora, no escritório de turismo pertinho do Palácio, mas é mais difícil. Os tours acontecem de segunda à sábado e são guiados em inglês ou japonês.A parte interna do Palácio é aberta ao público apenas 5 dias por ano. Nesses dias, não precisa de reserva é só aparecer.

    O palácio imperial e Kyoto é bonitinho e bem cuidado por fora, mas o legal mesmo é caminhar pela parte interna. Os jardins são lindos e os aposentos imperiais que até 1868 era usados pelos imperadores do Japão são bem especiais. O tour dura uma hora, e dá uma boa passada pela parte de fora dos prédios, o que já vale BEM a pena.Se você não teve tempo/ não conseguiu reservar, siga direto para o Norte de Kyoto. A parte de fora do jardim imperial de Kioto é bem menos interessante que Tóquio e sem o tour, eu não perderia meu precioso tempo na cidade alí não.

    Rumo ao norte de Kyoto

    Para chegar ao templo de ouro, nossa próxima parada do dia, você precisa pegar o ônibus 59 (veja direitinho aqui no mapa). Pros Kamikazes de plantão, dá para fazer o trecho a pé. É uma pernada boa de 4 Km.

    Sugiro que você veja esses 4 primeiros templos no mesmo dia, porque são relativamente perto uns dos outros (na ordem: Daitoku-ji, Kinkaku-ji, Ryoan-ji e Ninna-ji):

    Templo Daitoku-ji (ônibus 101, 205 ou 206, parando em Daitokuji-mae): um complexo de templos Zen Budistas bem grande, fundado em 1325, que ficou famoso pelas suas cerimônias do chá e jardins de pedra. 4 dos subtemplos tem jardins de pedra celebrados: o Daisen-in (que nós visitamos), o Koto-in, o Zuiho-in e o Ryogen-in. Vocês já devem ter visto aqueles jardins de pedra (ou areia) de mesa, que você fica criando desenhos e ondulações com um ancinho? São as mini-versões desses jardins em tamanho real. Achei bonitos os jardins de pedra do Daisen-in, são 4 jardins diferentes ao redor do templo. A entrada para o Daisen-in custa 400 ienes por pessoa. Pra cada um dos subtemplos você paga um preço separado.

    O complexo de templos Zen BudistasDaitoku-ji fica bem perto do Kinkaku-ji

    Templo Kinkaku-ji (o templo de ouro) (ônibus 101 ou 205, parando em Kinkaku-ji-michi): é um dos templos mais famosos de Quioto, até hoje me lembro da primeira vez que vi uma foto dele, em 1995, quando um conhecido voltou de uma viagem ao Japão e trouxe um postal com a foto do Kinkaku-ji. Achei maravilhoso o templo e o lugar, então quando estávamos planejando a nossa primeira viagem pro Japão ele era o primeiro templo da minha lista. É realmente lindo, o jardim ao redor idem, imperdível. Provei um tradicional matcha na casa de chá do jardim do templo, mas não gostei não (e olha que eu adoro chá verde). A entrada custa 400 ienes por pessoa.

     

    Kinkaku-ji: o templo de ouro(entrada 500 Yens), também conhecido como pavilhão dourado, ou templo de ouro, é um dos templos mais famosos de Kyoto. Ele serviu de vila para a aposentadoria do ShogunAshikaga Yoshimitsu, até 1408, e depois disso tornou-se um templo zen do tipo de Budismo Rinzai, e para nós turistas, é um dos principais pontos de Quioto. Os locais não são muito chegados ao Kinkaku-ji, eles acham o templo cheio de mais, mas assim que a primeira neve do ano caí, todo mundo voa para lá para tirar fotos caprichados do templo dourado (a parte de cima é toda coberta por folhas de ouro). A visita (sem pressa) pelo Kinkaku-ji e seus jardins leva em torno de 1:30 – 2:00. Se a fome apertar, procure um lugar na parte de fora do templo.

    Ryoan-ji: um dos jardins de pedra mais lindos do Japão(ônibus 59, parando em Ryoan-ji-mae ou JRBus, pra quem tem o JRPass): Nossa próxima parada é o Ryoan-ji, um dos jardins de pedra mais lindos do Japão (antes de visitá-lo dê uma olhadinha nas fotos e veja o que acha, então para não se frustrar, pesquisar). Antes de virar templo o Ryoan-ji era a Villa particular de algum cidadão rico, e desde 1450 passou a ser um templo do Budismo Rinzai.A entrada custa 500 ienes por pessoa.O jardim consiste de 15 pedras espalhadas, e da maneira que foi desenhada, permite que de qualquer ponto, o admirador consiga ver somente 14 pedras delas, diz a lenda, que somente os iluminadosconseguem ver as 15… Duas coisas que intrigam japoneses e visitantes há muitos anos são: Não se sabe ao certo quem e nem quando o jardim foi construído. Também pouco se sabe sob o que é o jardim de verdade, enquanto uns dizem que as pedras representam pequenas ilhas no oceano, outros acham que é um conceito abstrato ou o tradicional tigre carregando o filhote (algo bem comum no Japão). Enfim, deixo para você observar as 13 pedras do jardim (separem que a cada ângulos as pedras se escondem ou ganham um novo formato) e tirar sua própria conclusão.

    Ninna-ji: templo lindo e jardim perfeitinho (para chegar lá é preciso caminhar cerca de dez minutos ou pegar o ônibus 59) um templo que combina um jardim japa impecável, com uma pagoda de madeira linda com prédios interconectados – construídos no estilo colonial – e decorados com portas de papel pintadas super bonitas. Isso sem falar na sensação de paz. (OmuroStation ou uma caminhada de 10 minutos a partir do templo Ryoan-ki): um complexo de templos budistas primeiramente construído em 888 mas nenhuma das construções daquela época está de pé, as mais antigas atualmente são de 1600. O Goten, que era a residência do religioso em comando é a maior atração, e tem lindos jardins, incluindo um jardim de pedras e um lago. As cerejeiras nesse jardim são de uma variedade que floresce depois de todas as outras, então se você estiver visitando no final da época da floração, é um bom lugar pra ver as flores. Custa 500 ienes por pessoa para entrar nos templos, os jardins são gratuitos exceto na temporada das cerejeiras, quando a entrada nos jardins custa 500 ienes.

    Templo Shimogamo e Kamigamo (ônibus 46 ou 47 para Kamigano-jinga-mae e ônibus 4 ou 205 para Shimogano-jinga-mae): dois dos templos xintoístas mais antigos e importantes de Quioto, os templos Kamo foram fundados antes mesmo da cidade. A corte imperial usava os templos durante os muitos séculos em que Quioto foi a capital. No dia 15 de maio todos os anos acontece o AoiMatsuri, que é um festival com procissão que vai do Palácio Imperial até os templos, e tem ainda corridas de cavalo e competições de arco-e-flecha. Atenção: a distância entre os dois templos é de 3.5km! A entrada é gratuita.

    Templo Kozan-ji (JRBus para Takao, parando em Toganoo ou ônibus 8, parando em Takao): este templo na cidade de Takao, 50 minutos de ônibus de Quioto, foi construído pela primeira vez em 774 e tem o que é considerado o primeiro mangá japonês, uma sátira a vida dos nobres na corte do período Heian. É também o primeiro lugar onde foram cultivadas folhas de chá no Japão, e o local da plantação foi recentemente restaurado para visitação. É considerado um ótimo local para ver as folhas mudando de cor no outono. Pra visitar os jardins do templo, a entrada é grátis a não ser no outono, que custa 500 ienes por pessoa. Para ver o primeiro mangá, eles cobram 600 ienes por pessoa. O ônibus JR está incluído pra quem tem o JRPass. O ônibus 8 custa 500 ienes (cada trecho, ou seja, ida e volta: 1000 ienes).

    O caminho sugerido: começando pelo Ginkaku-ji, Caminho do Filósofo, templo Heian, Chion-in, parque Maruyama, templo Yasaka, caminhar pelo Higashiyama até o templo Kyomizu-dera. Se tiver tempo, faça os três primeiros em um dia, e comece pelo Chion-in e vá até o Kyomizu no dia seguinte.

    Para chegar emArashiyama pegue o trem “Kifuko Dentsu” na estação Omuro-NinnajiStation. Cerca de 7 minutos de caminhada até a estacão.

    Arashiyama: é uma cidade pequenina ao norte de Kyoto, um destino turístico particularmente popular durante a floração das cerejeiras e durante a mudança de cores do outono. A cidade é cortada pelo Rio Hozugawa e atravessa pela ponte de madeira Togetsukyo (um dos cartões postais de Kioto). A rua principal de Arashiyama está repleta de lojinhas fofas, cafés, e pequenos restaurantes.

    Em Arashiyama, vale a pena visitar o templo Tenryu-ji (8:30 – 17:00 | 500 Yens), a floresta de Bambus (que é hiper fotogênica), o parque do macacos Monkey Park Iwatayama” (cerca de 10 minutos de caminhada da ponte, vistas bonitas da cidade | 9:00 – 17:00 | 550 Yens) e se quiser ir um pouco mais longe para ver uma rua antiga bem típica, rua “Saga-Toriimoto” é uma boa pedida.

    Descemos na estação JR de Arashiyama e seguimos andando até o Tempo Tenryuji, o mais importante da região, datado de 1339 e atualmente protegido pela UNESCO. Apesar do templo em si ter sido destruído várias vezes por fogo e guerras, o jardim continua o mesmo há mais de séculos quando foi desenhado por MusoSoseki.
    Saindo pelo lado norte do templo, você praticamente cairá no caminho dos bambuzais, apesar de não estar lotado, é quase impossível ter esse lugar só pra você. Nos perdendo um pouco pelo bairro, caimos nas margens do rio Hozu e ao longe vimos a famosa Ponte Togetsukyo, as montanhas e os barcos de pescadores, um tanto quanto bucólico o cenário. Foi nesse lugar que tive a melhor interação com locais da viagem, um grupo de crianças estavam dispostos a conversar e nos mostrar todo conhecimento de inglês que eles tinham; nos divertindo perguntando o nome de cada um, ouvindo nossos nomes sei lá quantas vezes e falando “how are you?”para pelo menos 30 estudantes (risos), todos eles entre 7 ou 8 anos…Você pode jantar em Arashiyama mesmo, ou se ainda não conheceu a estação de Kyoto, jantar por lá.

    Jantar na estação de Kyoto

    Se você ainda não conheceu a estação de Kyoto , tai a oportunidade de andar pelos prédios modernos, subir até o topo e ver a vista da cidade (que é bem pior que a da torre que fica em frente a estação, mas já tá valendo, não?!) e passear pelo Sky Walk, passarelas de vidro que cortam toda a estação.

    Para comer você poderá escolher entre os restaurantes mais pops que ficam no sétimo andar da loja de departamentos Isetan. Tem uma casa de Tempuras feitos na hora maravilhosos e uma casa de sushi caprichados para quem quiser provar algo diferente. Os restaurantes com melhor custo benefício ficam no subsolo da estação (tem MUITA coisa gostosa e bem acessível, e é só olhar para os pratinhos de mentira do lado de fora da vitrine para escolher algo que você goste), e para quem quer algo BEM barato e bem gostoso, minha dica é a praça de alimentação que fica no segundo (ou no terceiro subsolo) da Isetan. (Aproveite que você já está lá para visitar o supermercado japonês.


    Dicas para quem tem mais dias em Quioto e quer fugir do comum

    Castelo Nijo (ônibus 9, 50 ou 101): o castelo Nijo foi construído em 1603 como residência do shogunTokugawaIeyasu, e tem pinturas e trabalhos em madeira e ouro que não eram comuns aos castelos japoneses. O piso de madeira do castelo é chamado de “piso rouxinol”, e foi especialmente construído pra fazer barulho como se fosse um pássaro quando alguém caminha por ele, para assegurar a segurança do shogun (nada de assassinos andando silenciosamente pelo castelo!). São dos prédios principais, Ninomaru e Honmaru, e o Ninomaru é o que está sempre aberto para tours. O castelo é todo circundado por muralhas e fossos, os jardins ao redor do prédio são muito bonitos, tradicionais com lagos, pedras, e muitas cerejeiras, claro. Na época da floração eles abrem à noite com uma iluminação especial, espetacular. Não deixe de visitar o castelo em qualquer época. A entrada custa 600 ienes e tem audio-tours em inglês por mais 500 ienes. Pra ver o castelo a noite, você tem que sair quando ele fecha no horário diurno e pagar novamente a entrada quando ele reabrir no horário noturno.

    Visitamos o Castelo Nijo de dia e de noite, para ver as cerejeiras iluminadas, espetacular

    Templos Hongan-ji (Caminhada de 10-15 minutos a partir da Estação de Quioto): NishiHonganji e Higashi Honganji são dois templos budistas japoneses enormes perto do centro. NishiHoganji foi construído em 1591 e é atualmente Patrimônio da Humanidade por sua importância arquitetônica, objetos históricos, muitos trabalhos intrincados em madeira, um pavilhão de chá, um portal chinês decorado, entre outros pontos de interesse. Entrada grátis.

    Restaurantes em Quioto

    Fica aqui 4 sugestões de restaurantes testados e aprovados em Quioto; dois na região mais bacaninha para passear a noite, Pontocho, um na Kiyamachi Dori que durante o dia é muito linda e a noite vira o centro das boates (paralela a Pontocho) e um restaurante bem tradicional próximo ao Palácio Imperial.

    Ponto-choKappa Sushi 先斗町 [SUSHI]

    Ambiente moderno e com preço razoável (quando se leva em consideração a localização), tem opção de serviço a la carte (geralmente com menu fixo) na varanda a beira o rio Kamo ou no sushi bar. Nós preferimos o ambiente mais descontraído dos balcões, para ter a liberdade de pedir o que quiséssemos e termos a oportunidade de ver nosso chef fazendo tudo na nossa frente. O Kiko até arriscou um “chef surprise” e acabou pela primeira vez comendo camarão cru, quase mechendo (risos), pois o sushiman pescou no aquario e ali mesmo preparou o prato… eu não arrisquei, pois era muito fresco  !
    Foi bem bacana e tinha menu em inglês! Não tem taxa de serviço como é comum em alguns restaurantes no Japão, porém eles podem servir entradinhas com “taxa extra” e você pode recusar se preferir

    [PONTOCHO] 160 Matsumotocho, Nakagyo-ku, Kyoto, Kyoto Prefecture 604-0982, Japan | Aberto somente para jantar | Localizado bem no meio do Ponto-cho, se estiver caminhando para o norte, fica antes da pracinha. | Fone +81 075-213-4777

    HonkeOwariya[SOBA & UDON – MACARRAO JAPONES]

    Quando descobri que existia um restaurante com mais de 530 anos de história e que vários imperadores já se deliciaram com ele, não consegui resistir! Sei que parece um tanto quanto turístico, mas decidimos experimentar. Como adoro as sopas de macarrão japones com camarão e vegetais de tempura, não foi nenhum sacrificio e o almoço foi aprovadíssimo. Meu tipo favorito de macarrão (noodle) é o Udon, feito com farinha branca e de consistência mais molinha que o spaguetti, e a outra opção é o Soba, feito de trigo-sarraceno (não me pergunte o que é isso, ok? Em inglês chama-se buckwheatflour). Lembre-se que os noodles podem ser quentes ou frios, dessa forma leia direitinho qual você vai pedir… e não deixe de comer as bolachinhas que eles servem de entrada, são deliciosas e se quiser pode comprar mais na saida pra levar de souvenir.
    Há três restaurantes na cidade, mas tem que ir no original para entrar no clima, não é mesmo? Você pode sentar nas mesas tradicionais no primeiro andar, ou pedir mesas com cadeiras não menos charmosas, porém mais confortáveis para nossas bundinhas ocidentais.

    [Estação KARASUMA-OIKE] 322 Kurumayacho-Nijyo, Nakagyo-ku, Kyoto, 604-0841 (5 minutos andando ao sul do palácio imperial, siga o mapa do website para não se perder e encontrar o restaurante facilmente; “mainrestaurant” – clique aqui) | Fone +81 075-231-3446 | Aberto até as 19h

       

    IssianPontocho[ISHIYAKI]: Eles servem Ishiyaki, carnes e legumes feitos na chapa de pedra, e no caso desse restaurante, o cozimento acontece na sua própria mesa. Esse restaurante está no topo da lista de recomendações do tripadvisor e diante disso, nós resolvemos experimentar. A comida é gostosa e de qualidade, o ambiente é aconchegante (apesar dos fumantes infernais), os garçons e o chef falam bem inglês e o preço é bem apimentado (risos). O grande diferencial, é o atendimento, que será igual e melhor daquilo que estamos acostumados nos EUA/Camadá e exatamente por esse motivo, deixa de ser autêntico e passa a ser um lugar confortável, sem stress com a lingua e fácil de gostar para os padrões ocidentais de viajante. Depois de alguns dias no Japão nos divertindo com a comunicação nos restaurantes, confesso que não reclamei e a experiência foi muito positiva (especialmente depois de alguns copos de sake), mas para quem tiver somente uma noite em Quioto, eu aconselho algo mais com cara de Japão. Nós não conseguimos sentar no balcão em frente ao chef Ken, mas as mesas individuais também foram bacanas.

    [PONTOCHO] 178-3-1 zaimokucho, nakagyo-ku,, Kyoto-shi, Kyoto, Japan 604-8017 | Ph: +81 75-254-8568 | Website | Quando fomos, o endereço que aparece no google estava errado, para te ajudar, o restaurante fica numa das ruelas ao norte da Pontocho, um pouco pra cima do parquinho – guarde esse símbolo ao lado para lembrar do logo do restaurante)
     

    Chiba NikuNabe: não tenho a menor ideia do nome desse restaurante que paramos na nossa primeira noite em Kyoto – Graças ao nosso amigo Fernando, residente de Toquio, conseguimos o nome do restaurante que nos atraiu pela foto da vaquinha com coração  (veja a foto da entrada do restaurante abaixo). Praticamente não tem menu e nem garçon que fala inglês, a gente tentou se comunicar e no final, olhando o prato dos outros decidimos o nosso (risos). E foi assim que pedimos um pote com uma especie de sopa temperada (como uma sopa miso ou um sukiyaki) e depois cozinhamos lá dentro vários tipos de carne e legumes (que também escolhemos). Pelo que entendi esse é o prato principal do restaurante e nós gostamos bastante!

    [KIYAMACHI DORI] A localização é em uma das esquinas da Kiyamachidori, a rua do canal paralela a Pontocho. O nome do bairro é o Zaimoku-cho, ali do lado dos outros restaurantes que citei acima na Pontocho. A ruela que ele dá esquina, não tem nome do google

    Nara

    Comece sua visita pelo templo KasugaTaishaque fica no parque de Nara (Nara Koen). Caso seja primavera você será recebido pelo rosa das cerejeiras, no outono o show fica por conta do vermelho das folhas de mapple (momiji) e do amarelo do Icho. No inverno e no verão os milhares de bambis espalhados pelo parque farão com que a visita seja no minimo curiosa ou divertida.

    KasugaTaisha é um templo shintoista, cujo Deus é um Deus protetor dos Bambis e por isso eles estão espalhados por todo o parque de Nara onde são cuidados e protegidos. O templo data do ano 768 e é um show. Um templo vermelho e imponente decorado com laternas – uma diferente da outra e uma mais linda que a outra – ornamentado com um Cedro Milenar. Caso você tenha um pouco de sorte, poderá acompanhar uma cerimonia de casamento Shintoista, algo muito diferente do que estamos acostumados e muito especial.Não deixe de visitar a parte de trás do templo onde muitas lanternas ficam acesas em um quartinho escuro. Perca alguns minutos para descobrir os diferentes desenhos das laternas.E na saída, não deixe de observar as plaquinhas de coração: centenas de Japonesas vão até ali pedir por um amor…Saindo do templo, caminhe por dentro do parque, uma trilha muito bem sinalizada e muito bonita de aproximadamente 1 km te levará ao templo mais famoso de Nara, o Todaiji.Mas no caminho um pequeno santuario dos bambis, e muita, mais muita cor…

    Ao ser aproximar do templo, o verde do parque dará um pouco de espaço a uma vila antiga transformada em lojinhas de doces e presentes, muitos turistas e muitos Bambis também vão estar por ali. Caso queira interagir com os Bambis, compre um pacotinho deSembei(biscoitinho de Bambi).Os bichos são espertos, tão espertos que assim que a vendedora te entregar o pacote, muitos deles virão até você com uma velocidade um pouco maior do que você gostaria e farão de tudo para que você entregue rapidamente a maior quantidade de biscoitos no menor tempo possível. Pode até ser que você tome uma mini mordida de algum Bambi mais guloso, mas relaxa que dá mais medo do que dói. O truque é manter a calma e fazer com que os Bambis levantem e abaixem a cabeça pedindo o biscoito educadamente e aí sim entregar o prêmio.A experiência de acompanhar outras pessoas dando biscoito para o Bambi é mega divertida, muitas risadas estão garantidas!

    Quando cansar da brincadeira, é hora de entrar no templo. Repare que tudo ali dentro é gigantesco, desde as portas externas as colunas. O templo é a maior estrutura de madeira do planeta.Lá dentro você terá a chance de conhecer o maior Buda do Japão, enorme, feito de bronze e sentado numa flor de Lotus. O Buda Vairocana tem 14.98m de altura com olhos de um metro de largura. Ao lado dele há mais dois budas grandes, um de cada lado e dois guardiões que pisam nos monstros inimigos.

    Para os mais magrinhos, há um furo em uma das colunas (atras do Buda), dizem que dá muita sorte passar por ali, por isso provavelmente haverá uma fila de gente tentando e muita gente tirando fotos. Saindo de lá, dê uma xeretada nas lojinhas ao redor. Artigos em formato de Bambi são divertidos e numerosos.

    Depois disso, quem quer visitar mais um templo na mesma área pode conhecer o Kofuku-ji, que fica ali pertinho ainda dentro do parque de Nara. O Kofuku-ji tem uma pagoda (torre) de madeira bem bonita.  Para quem curte história e gosta de apreciar objetos antigos, o museu de Nara é outra boa pedida. Agora, minha opção preferida fica um pouco mais longe, e se chama Yakushi-ji. Um templo colorido que os Japoneses visitam em busca de cura de doenças ou cura espiritual.O templo tem dois grandes pavilhões e duas torres de madeira. A mais antiga das torres (a que não é colorida) foi a única parte que restou de um incêndio que devastou o templo do ano 698, o resto foi todo reconstruído e é relativamente novo para os padrões orientais. A torre está sendo restaurada, a restauração deve levar mais 7 anos.Gosto muito das cores do Yakushi-ji e da doçura dos Budas expostos no pavilhão. Para quem quer fechar o dia com um jantar mais caprichado, o restaurante do Yakushiji é excelente e tem comida para todos os gostos, de carne a lagosta.

    Localize-se: KasugaTaisha das 09:00 as 16:30

    Todai-ji Das 08:00 as 16:30 | Entrada: 500 Yens

    Yakushi-ji das 08:30 as 17:00 | Ingresso : 600 Yens

    OSAKA

    Templo NambaYasakaShrine, com sua curiosa arquitetura em forma de dragão. O templo é simples, “pequeno” e em uma ruazinha escondida, mas fiquei apaixonada por aquela cabeça de dragão super bem feita!De lá, fui andando até o Dotombori, a rua de compras e restaurantes super famosa em Osaka. Ela nem estava no meu roteiro de 2 dias em Osaka inicialmente, mas como vi que era tão pertinho decidi dar uma passada, e comprei várias coisas. 

     

    Observatório Flutuante do prédio Umeda Sky Building: fica no terraço, e depois de subir em um elevador mega rápido, o último andar você vai nas escadas rolantes com vista panorâmica.Outra coisa que curti muito à noite foi a fonte colorida que fica na frente do prédio. 

     

    Andar na Rua Dotonbori:  É um lugar extremamente turístico, com vários restaurantes, algumas lojas convencionais e muitas outras que vendem lembranças e coisinhas típicas! Se Osaka fosse como o corpo humano, para mim lá estaria o coração 

    Observar os neons: uma das coisas mais famosas na cidade é o neon da Glico, que se tornou praticamente um cartão postal e provavelmente é o cenário mais utilizado para fotos em Osaka… Todo mundo que vai pra lá tira uma fotinho com o Glico-man de fundo. Existem muitos neons nessa região mais central de Namba! aproveitar o anoitecer para passear por lá e curtir o lugar, só observando todas as luzes ao redor. 

     

    Comer takoyakis:  Osaka é a capital mundial dos takoyakis! Na verdade Osaka é a capital da comida em geral e existe até uma expressão em japonês que define a região da Dotonbori e seus muitos restaurantes incríveis como um lugar para se esbaldar,

     

    Conhecer o castelo:  muito lindo por fora, com um museu interessante (e moderno) por dentro, sendo que tudo isso fica em um jardim muito grande e muito bonito! Na ocasião eu me decepcionei um pouco com o interior do castelo, mas depois de ir em alguns outros, hoje dou mais valor à esse primeiro que fui, porque ele é mais bonito que a maioria e o museu é realmente maneiro. 600 yens. Abre as 9:00.

     

    Comer no DotonboriNikuGekijou:  (de preferência às 16h pra não pegar fila). O endereço é meio confuso como todos do JP,

    Passear pela estação central:  Tem muitos shoppings e lojas maneiras anexas ao prédio da estação e de lá saem trens para muitos lugares, então é um lugar legal para tirar fotos e observar o Japão sendo Japão. Foi a primeira estação realmente grande que conheci por lá e tenho um carinho muito grande por aquele lugar, que tem a escada rolante mais louca que eu já vi na vida.

     

    Ir ao Pokémon Center

     

    Desbravar Namba:  bairro é incrível e cheio das coisas mais legais da cidade, mas ao mesmo tempo suas ruas principais são bem lotadas e isso pode cansar algumas pessoas. Então a dica é andar pelas ruas que ninguém anda e ir conhecendo as coisas que ninguém conhece, a não ser as pessoas que moram por lá. São dois planetas bem distintos e ambos são muito legais!

    Comprar no Shinsaibashi-suji: não dá pra fazer uma lista inteira sem inserir algumas comprinhas, né?? E pra quem procura um pouco de tudo esse shopping que parece uma galeria é muito legal, já que lá tem muitas lojas japonesas que eu amo, mas também várias marcas internacionais que todo mundo adora! Outra dica de compra que não é nessa galeria, mas é perto e indispensável é a Flying Tiger que fica pertinho da Apple Store.

    Kamakura

     

    Site: http://www.city.kamakura.kanagawa.jp/

    População: 170.000 hab

    Distância de outras cidades: Tóquio 50 km, Yokohama 20 km

     

    Kamakura localiza-se na área sudeste do município de Kanagawa. É conhecido como o local de nascimento do Xogunado Kamakura onde, pela primeira vez no Japão, os samurais derrubaram o poder político da área. Localizada a pouco menos de uma hora de Tóquio, Kamakura é uma cidade tradicional do Japão, na província de Kanagawa, cheia de templos budistas e xintoístas centenários. Carrega muita história e edifícios históricos fascinantes.

    As principais atrações de Kamakura estão concentradas em três regiões: ao redor da Kita-Kamakura Station, da Kamakura Station e da Hase Station. Por ser relativamente pequena, quem tiver tempo suficiente pode explorar toda a cidade à pé ou alugando bicicletas.

    Com a subida ao poder do temido clã Minamoto, Kamakura foi a capital de fato do Japão de 1185 até 1333. Isso explica em grande parte a quantidade de templos budistas (65 templos) e santuários xintoístas (19 ao todo) lá existentes. Cercada por montanhas e pelo mar, a cidade era facilmente defendida contra os muitos inimigos da primeira família de xoguns, que detinham o poder político e militar real sobre o país, usando os imperadores de Kyoto apenas como símbolos. Neste período de florescimento cultural e econômico, a cidade expandiu-se e ergueu templos budistas e santuários xintoístas de grande importância cultural e histórica. A cidade espalha-se por uma vasta área e os principais templos não estão muito próximos uns dos outros.

     

    COMO CHEGAR

    De Tóquio ou Yokohama, pegue a linha ferroviária JR Yokosuka (pouco menos de uma hora de Tóquio, meia hora de Yokohama). A cidade é servida por duas estações, Kita Kamakura, ao norte, ideal para explorar templos zen como Engakuji e Kechoji e o santuário Tsurugaoka Hachimangu, e Kamakura, onde se concentra o comércio. Daqui também partem ônibus e a linha de trem Eno-den, que vão até Hase, onde está o Grande Buda. Se possível, evite os fins de semana, a não ser que você não se assuste com multidões.

    – Na estação Shinjuku nós pegamos um trem da linha JR Shonan Shinjuku até a estação de Kamakura. Apenas trens em direção à  Zushi (cerca de duas partidas por hora), fazem conexão direta para a Kamakura Station. Caso contrário, uma transferência de trens é necessária na estação Ofuna. A viagem de ida, sem transferência de trem, dura cerca de uma hora.

    – Se você estiver próximo à Tokyo Station pode pegar um trem da linha JR Yokosuka que vai direto à estação de Kamakura. A viagem de ida leva pouco menos de uma hora. Ao longo do caminho, o trem também para em Shinagawa Station, Yokohama Station, Kita-Kamakura Station, entre outros.

    – A maneira mais barata de visitar Kamakura é comprando o  Enoshima Kamakura Free Pass da empresa Odakyu Railways, que inclui a viagem de ida e volta de Shinjuku até Fujisawa e uso ilimitado do trem Enoden (Enoshima Electric Railway). Porém, utilizando este passe, a viagem para Kamakura leva pelo menos 90 minutos, versus cerca de uma hora por JR. Veja mais detalhes do passe aqui.

    – Se você tiver o JR Pass pode comprar o Kamakura Enoshima Pass, que fornece o uso gratuito de trens JR em torno de Kamakura, da Enoden Line e do Shonan Monorail, válido para um dia. O transporte de/para Tóquio não está incluso, já que você utilizará o JR Pass. Este passe só vale a pena se você visitar mais do que apenas a Kamakura central, por exemplo, se você visitar a ilha Enoshima também. Uma desvantagem deste passe é que ele não pode ser comprado em Tóquio, o que significa que os usuários têm que descer na estação Ofuna para comprá-lo e aproveitar ao máximo. Ele também é vendido nas estações seguintes: Kita-Kamakura e Kamakura.

     

    COMO CIRCULAR

    A linha Eno-den é muito agradável para explorar o litoral até a super turística ilhota de Enoshima e apreciar as paisagens junto ao mar. É também o modo mais prático para ir do centro da cidade até a estátua do Daibutsu. Alternativamente, há algumas linhas de ônibus que fazem a ligação da estação JR Kamakura a alguns templos mais distantes. Se tiver tempo e bom preparo físico, a melhor forma mesmo para circular pela região é alugando uma bicicleta e se perder pelas ruas e montes da região.

    As principais atrações de Kamakura estão concentradas em três áreas:

    – Em torno da estação Kita-Kamakura: encontram-se o Engaku-ji e Kencho-ji, os principais templos Zen da cidade.

    – Estação Kamakura: Santuário Hachimangu.

    – Estação Hase na Linha Enoden: Grande Buda no Templo Kotoku-in e Templo Hasedera.

    O eléctrico Enoshima viaja ao longo da costa, de Kamakura a Fujisawa, e o monocarril Shonan vai de Ofuna a Enoshima. O acesso a Kamakura é conveniente de comboio. Situa-se a 30 minutos de comboio da estação de Yokohama no centro do município de Kanagawa.

    ROTEIRO

    1.WAKAMIYA OJI STREET

    É outra dica interessante ao turista, pois dali chega-se até a praia de Yuigahama.

    2. TEMPLO HASEDERA

    Fundado em 736, o templo Hasedera, da seita budista Jodo, é uma preciosidade que fica no meio de uma colina super arborizada. Seus jardins lindos e bem cuidados são a porta de entrada para os visitantes. Poucos degraus acima encontramos a famosa estátua de Kannon, a deusa da misericórdia, uma das maiores esculturas de madeira do Japão, com 9,18 metros de altura. A estátua fica no prédio principal do templo, o Kannon-do Hall, e não pode ser fotografada!

    Segundo a lenda, em 721 d.C. o monge Tokudo Shonin descobriu uma grande árvore de cânfora nas florestas próximo à aldeia de Hase, na região de Nara. Ele notou que o tronco da árvore era tão grande que forneceria material suficiente para esculpir duas estátuas de Kannon. A estátua que ele encomendou para ser esculpida na parte inferior do tronco foi consagrada no Templo Hasedera, perto de Nara, e lá se encontra até hoje. Já a estátua da metade superior do tronco foi lançada no mar com uma oração que ela reapareceria para salvar o povo. Quinze anos mais tarde, na noite de 18 de junho, ela apareceu na praia de Nagai, não muito longe de Kamakura, emitindo raios de luz. A estátua foi então levada à Kamakura e um templo foi construído em sua homenagem.

    Algo muito impressionante são as centenas de estátuas do bodhisattva Jizo, guardião dos viajantes, das crianças e da maternidade. Essas estátuas são colocadas no templo por pais de pequeninos que já se foram, para que Jizo ajude suas almas a encontrarem o paraíso. Além dos belíssimos jardins,  templos e centenas de estátuas de Jizo, o Hasedera brinda seus visitantes com uma pacata vista para a praia de Kamakura. A orla pode ser vista da área de descanso do mirante ou de um ponto um pouco mais alto, acessível por uma pequena trilha de escadas. Depois de subir, é hora de descer e visitar a pequena caverna do templo, também superpovoada por estatuas de todos os tipos e tamanhos, onde precisamos andar abaixados por alguns trechos.

    Ao lado, encontra-se o Amida-do Hall que guarda a estátua de Yakuyoke, que protege contra os maus espíritos. Este é o Shoro Belfry, o campanário que abriga um grande sino de bronze. Seguindo a tradição budista, o sino é tocado 108 vezes começando próximo à meia noite de 31 de dezembro (a última badalada é à zero hora do Ano Novo). Estas 108 badaladas representam os 108 pecados ou desejos mundanos do homem. O sino é tocado para afastar estes desejos, para que possamos entrar purificados no ano que se inicia. O ritual é chamado joya no kane. Museu (Homotsu-kan). O pequeno museu exibe alguns artefatos arqueológicos encontrados na época da reconstrução do templo, além de estátuas budistas e outros artigos relacionados.

    Nos terrenos do templo também visitamos a pequena Caverna Benten-kutsu, em homenagem a Benzaiten. Ela é a deusa do mar e das águas e a única mulher entre os Sete Deuses da Sorte do Japão. Seus templos e santuários estão sempre localizados próximos à água (mar, rios ou lagos). Ela é a padroeira das gueixas, dançarinos e músicos. Próximo à caverna encontramos o Shoin Hall, um local para realizar o Shakyo, que significa “copiar o Sutra”. Este ato é considerado um mérito no budismo, pois o esforço é uma expressão de piedade e reconhecido como uma prática devocional, uma vez que compreende o culto, a literatura e a caligrafia.

    • Horários: 8:00 às 17:30. Entrada permitida até 30 minutos antes de fechar.
    • Aberto todos os dias
    • Taxa de entrada: 300 yen

    Kannon Museum (Homotsu-kan)

    • Horários: 9:00 às 16:30 (entrada até às 16:00)
    • Geralmente está aberto todos os dias, são raros os dias fechados.
    • Taxa de entrada: 300 yen

    3. TEMPLO KOTOKU-IN E O BUDA GIGANTE

    A atração principal do templo Kotoku-in é o Daibutsu (Grande Buda), uma imponente estátua de bronze do Buda Amida, no templo Kotoku. O Buda foi construído em 1252 e levou 10 anos para concluir a obra. Foi destruído duas vezes pelo vento e reconstruído em 1334 e 1369. Possui 13m de altura. Antes ele ficava dentro de um templo, que foi destruído em terremoto. Hoje só há a estátua, na qual se pode entrar pagando 20 yens. A entrada no templo custa 200 yens. Depois de contemplá-la por fora, experimente visitar essa gigantesca imagem através de uma pequena escada em seu interior que o leva até a altura do ombro da imagem. Na saída, se quiser levar um suvenir do local, há uma barraca vendendo os mais variados tipos de artigos: de mini-estátuas do Buda, a chaveiros e até amuletos.

    O ímpeto para esta grande obra remonta aos primeiros anos do século XIII, quando a dama de corte Inadano-Tsubone (uma assistente do Shogun Yoritomo) desejou ter uma imagem de Buda como expressão de sua fé e devoção. Quando Yoritomo morreu, ela passou seus anos restantes procurando fundos para tal projeto. Sua busca ganhou o apoio do grande sacerdote Joko, um nativo da província de Totomi, que a ajudou viajando por todo o país em busca de fundos. Ele conseguiram uma quantidade suficiente para que, em 1238, o trabalho pudesse começar.
    A primeira imagem de Buda levou cinco anos para ser concluída, era de madeira e de dimensões desconhecidas, provavelmente algo comparável à imagem atual. Um enorme salão de madeira foi construído em torno dele em 1243. Cinco anos depois, uma tempestade danificou a imagem, então Idanono-Tsubone e Joko propuseram fazê-la em bronze. Embora isso fosse mais caro, ambos conseguiram levantar os fundos necessários.

    4. TEMPLO ENGAKU-JI

    Este é o maior templo Zen de Kamakura. visitar o seu interior é permitido somente no Ano Novo.

    5. TEMPLO KENCHO-JI

    Este é o mais antigo mosteiro de instrução Zen do Japão. O caminho está devidamente sinalizado por placas. Entre a estação do comboio e este templo existem mais cinco templos.

    Fundado pelo governante regente Hojo Tokiyori em 1253 durante a Era Kencho, parcialmente destruído pelo fogo em 1415, consiste em um grande número de edifícios que se estende até as colinas cobertas de florestas. Após passar pelo portão principal de Sanmon, os visitantes podem ver o sino (Bonsho), designado um tesouro nacional; o primeiro salão (Butsuden – Salão do Buda) que exibe uma estátua do Bodhisattva Jizo; e o Hatto (Dharma Hall), o maior prédio de templo de madeira no leste do Japão, que abriga uma estátua de Kannon e tem um dragão pintado no teto. Já o salão principal de Kenchoji é o Hojo, que originalmente serviu como residência do sacerdote principal, com um lindo jardim ao fundo, projetado pelo mestre Zen Muso Kokushi.

     

    6. TEMPLO TSURUGAOKA HASHMANGU

    Na praça principal está o templo, o mais antigo e importante da região, fundado em 1063 por Minamoto Yoriyoshi, primeiro shogun do governo Kamakura. O santuário é dedicado a Hachiman, o deus patrono da família Minamoto e dos samurais em geral. Os santuários Hachiman normalmente cultuam três divindades: Imperador Ojin, que foi identificado como Hachiman, sua mãe, a Imperatriz Jingo, e a deusa Hime-gami.

    Tsurugaoka Hachiman incorporou tanto crenças budistas como xintoístas e, até a Restauração Meiji, era conhecido como Santuário e Templo Tsurugaoka Hachiman.

    O salão principal (Hongu ou Jogu) está localizado em um terraço no alto de uma escadaria. Nele encontra-se um pequeno museu, que exibe vários tesouros de propriedade do santuário, como espadas, máscaras e documentos.

    Na encontram-se duas lagoas, criados em 1182 sob a ordem da esposa de Yoritomo. A lagoa Genji, à direita, possui lótus de flores brancas, em homenagem ao clã Minamoto, enquanto a lagoa Heike, à esquerda, possui lótus de flores vermelhas, a cor do clã Taira. Os clãs Minamoto e Taira eram rivais e travaram algumas batalhas (chamadas Guerras Genpei) que tiveram como resultado a vitória do clã Minamoto. A melhor época para vê-las neste santuário compreende os meses de julho e agosto, quando estão em plena floração.

    A lagoa Genji tem três ilhas que representam a prosperidade, enquanto a lagoa Heike tem quatro ilhas que representam a morte e a destruição.

    Próximo à lagoa Genji, encontra-se o santuário abaixo, conhecido como Hata-age Benzaiten. “Hata-age” significa “levantar a bandeira”. Foi construído em comemoração ao dia em que Yorimoto levantou a bandeira branca de seu clã quando declarou guerra ao clã de Taira.

    Toda a cidade se desenvolveu partindo de seu entorno e é por lá onde acontecem todos os principais eventos culturais e tradicionais de Kamakura. Na sua entrada observamos um Temizuya, onde se realiza um ritual típico do xintoísmo: o temizu, um ato de purificação da alma e da mente, que consiste em lavar a mão esquerda, depois a direita e, em seguida, com a mão direita, lavar a boca. Na parte de dentro do templo, várias plaquinhas dos deuses locais são vendidas por 100 yens. As pessoas compram, escrevem um pedido atrás e as penduram no templo para que se seus desejos sejam atendidos. O mesmo acontece com os papeizinhos da sorte que são escolhidos em uma urna e depois amarrados em locais específicos do templo.

    Tsurugaoka Hachimangu pode ser acessado a partir da estação Kamakura através da movimentada rua comercial Komachi-dori ou por um caminho para pedestres chamado Dankazura, no centro da Wakamiya Oji Street, o qual possui centenas de cerejeiras ao redor. Via qualquer rota, a caminhada da estação de Kamakura para o santuário leva cerca de 10-15 minutos.

    • Horários: 5:00 às 21:00. Entrada até 30 minutos antes de fechar.
    • Aberto todos os dias
    • Taxa de entrada: gratuito | museu: 200 yen

    7. TEMPLO HOKOKUJI

    O templo Hokokuji, construído em 1334, é bem pequeno, mas super bonito e conservado. Sua principal atração é uma pequena – e belíssima – floresta de bambu e uma charmosa casa de chá com varanda de frente para a floresta onde, mediante uma taxa, você pode sentar e desfrutar de uma xícara de matcha (um tipo de chá verde forte e amargo), enquanto aprecia a vista para o bosque de bambu.. O acesso ao templo é gratuito, mas para entrar na floresta de bambu é preciso pagar 200 yens.

    Bamboo Garden do Templo Hokokuji (li que não é permitido entrar no templo)

    • Horários: 9:00 às 16:00
    • Taxa de entrada: 200 yen (o serviço de chá custa 500 yen)
    • Como chegar: na estação de Kamakura pegar um ônibus número  23, 24 ou 36 e descer na parada Jomyoji (a viagem leva cerca de 12 min). Do ponto de ônibus até o templo é uma curta caminhada. À pé da estação de Kamakura leva-se em torno de 30 a 40 minutos.

    8. KOMACHI STREET

    A Komachi Street é uma rua de pedestres muito frequentada por turistas. A via concentra várias lojas, restaurantes e pessoas vendendo as ótimas cervejas locais ao ar livre. Elas nunca estão muito geladas, tampouco baratas, mas são excelentes! As comidas de rua também são o forte da Komachi. Caminhamos até a estação de Kamakura e de lá pegamos o trem elétrico Enoshima Line até a estação Hase, que fica a poucos minutos a pé dos templos Kotoku-in e Hasedera.

    Pelo caminho, explore as lojas de artesanato local e gastronomia. É o local ideal para almoçar e fazer compras, especialmente na parte pedonal. Pode explorar também as ruelas que divergem da rua principal pois encontrará locais excelentes para comer.

    Há muitos restaurantes e lojas pela rua e os visitantes podem experimentar as taças de arroz de marisco, pelas quais a área é famosa. Ao sair da rua Komachi vê-se o santuário Tsuruoka Hachimangu. Se tiver sorte pode conseguir ver um casamento tradicional japonês a decorrer.

    CENTRO DE KAMAKURA

    Onde se concentram as principais atrações da cidade. Na entrada da praça principal há um grande Torii vermelho, sinalizando que há um templo xintoísta bem próximo. Logo após a entrada está uma ponte de jardim japonês, com uma arvorezinha debruçada sobre ela.

     

     

     

    ENOSHIMA

    linha de trem Enoden saindo da estação de Fujisawa (você pode entrar e sair do trem em qualquer uma das estações onde ele para com o ticket de desconto, na qual você paga 580ienes/adultos, 290ienes/crianças) para tanto na estação Enoshima quanto na Kamakura. Então você pode também escolher em qual ir primeiro. Esse trem passa pelas ruas e entre as casas e dá para ver as paisagens da praia de Enoshima.


    Pitoresca, ela se estende por quatro quilômetros de circunferência e sua principal atração é o Santuário que leva o próprio nome da ilhota. Nos tempos antigos, pescadores costumavam rezar e pedir proteção aos deuses para que prosseguissem com segurança suas viagens. O pequeno porto de Enoshima vale uma boa paisagem para fotos devido à presença de vários iates.

    Nas ruas indo até esses templos você encontrará muitas lojinhas vendendo desde croquetes de batata-doce roxa até uma espécie de papel de polvo ou água viva, que é prensada na sua frente, por 300 ienes. Se perder a oportunidade de comprá-los em Kamakura, não se preocupe, Enoshima também oferecerá essa opção. Muitos vão até essa ilha procurando comer o famoso Shirasudon, uma espécie de arroz com pequenos peixes crus em cima.

    Enoshima é conectada com a praia por uma ponte, e por ser consideravelmente alta também fornece para seus visitantes a vista do Monte Fuji, além de uma visão muito bonita do pôr do sol.


    Subindo ao topo da ilha existe uma torre onde por alguns ienes você pode desfrutar de uma visão ainda mais incrível, porém mesmo não a subindo a vista de cima da ilha já é muito privilegiada. Para subir até o topo da ilha, é possível por meio de alguns ienes ter acesso a uma escada rolante, mas muitos preferem subir as escadas de pedra mesmo, onde é possível presenciar a tênue linha entre o moderno e o antigo, o natural e o sintético todos em harmonia sobrepostas em um mesma paisagem. Em Enoshima também é possível desfrutar de praias, aquários, cavernas além de outras pequenas atrações.

     

     

    NIKKO

    Pequena cidade Nikko nas montanhas da província de Tochigi, atrai pela variedade de atrações. O belo lago Chuzenji, formado a partir da cratera inundada de um vulcão, dá origem a uma das maiores quedas d’água do Japão, a cachoeira Kegon. A vista da grande cascata, perto de sua base, é espetacular.

    Nikko foi reconhecido como Patrimônio Mundial da Humanidade, pela UNESCO, por toda a sua riqueza natural e cultural, mas principalmente por 3 monumentos: Futarasan Jinja, Rinnoji e o Toshogu.

    Os templos e santuários de Nikko possuem características diferentes dos demais encontrados na terra do sol nascente.  Arquiteturas vistosas, com muitos detalhes em ouro, esculturas coloridas, o que lembra muito a cultura chinesa.

     

    Opções de trajeto:

    - Taiyuinbyo. Futarasan. Toshogu Shrine. Rinnoji. Shoyoen Garden, Shinkyo Bridge.

    - Rinnoji → Toshogu → Futarasan (um caminho à esquerda nos terrenos do Toshogu te leva ao Futarasan) → Taiyuin (no Futarasan há uma descida que te leva à “saída”, que na verdade é a entrada principal, e você chega bem no início do Taiyuin).

     

    FUNCIONAMENTO DOS TEMPLOS:

    Hours: 8:00 to 17:00 (until 16:00 from November through March)
    Admission closes 30 minutes before closing time.

    Closed: No closing days

     

    Almoce em um Namonaki Resutoran: é muito comum você encontrar restaurantes simples, caseiros, que não tem nada demais e nem nome na porta. São os Namonaki Resutoran, restaurantes sem nome e sem grandes atrativos, mas que normalmente oferecem uma deliciosa comida caseira por um preço bastante justo.

     

    COMO CHEGAR

    A partir de Tóquio, o melhor caminho até Nikko é pegar um trem da linha Tobu Nikko que sai de Asakusa. A viagem dura cerca de 2 horas e custa desde ¥1320. Note que há diversos tipos de serviços, sendo que os mais velozes são os tokkyu(chegam em menos de 2 horas) e os mais frequentes são os kaikoku (que fazem a viagem em até 2 horas e meia).

    Como chegar até o parque a partir da Nikko Station:

    • A pé: são cerca de 30-40 minutos de caminhada através da avenida principal da cidade. Olhando de frente para à estação, siga para a direita até encontrar a avenida principal, vire à esquerda e vá caminhando até a entrada do parque.
    • Táxi: há um ponto ao lado da estação. Até a entrada do parque são cerca de 10 minutos de carro. O taxista nos deixou em frente ao caminho arborizado que leva aos templos.
    • Ônibus (duas linhas dão acesso aos templos e santuários):

    – Ônibus indo em direção ao Lago Chuzenji param nos pontos “Shinkyo” e “Nishisando”. A partir daí são 5-10 minutos de caminhada até os templos e santuários.

    – Ônibus do World Heritage Meguri circulam a cidade a 15 minutos, aproximadamente, e param um pouco mais perto dos templos e santuários. Desça no ponto “Omotesando” para ir ao Toshogu ou Rinnoji ou desça no ponto “Taiyuinbyo-Futarasanjinja-mae” para acessar o Taiyuinbyo e Futarasan Shrine.

    – Ônibus conectam a área central de Nikko à região de Okunikko, incluindo o Lago Chuzenji e o Yumoto Onsen, localizados no parque. A viagem de ida ao Lago Chuzenji leva cerca de 50 minutos e custa 1150 yen. Para Yumoto Onsen leva cerca de 80 minutos e custa 1700 yen. O passe de 2 dias (2000 yen) confere uso ilimitado dos ônibus que vão de Nikko ao Lago Chuzenji. Já o passe de 2 dias de uso ilimitado entre Nikko e Yumoto Onsen custa 3000 yen. Ambos podem ser adquiridos na estação Tobu Nikko. Veja aqui um mapa dos ônibus que circulam pelo parque.

    A dica esperta do dia é:  procure pelo passe de ônibus na rodoviária que fica praticamente ao lado da estação de trem. O passe é um pouco mais caro que o normal, mas serve para os dois dias . Com ele dá pra chegar em todas as atrações escolhendo o passe certo.

     

     

    0. Templo Rinnoji

    Rinnoji é o templo mais importante de Nikko. Foi fundado por Shodo Shonin, o monge budista que introduziu o budismo em Nikko no século VIII. O prédio principal do templo, o Sanbutsudo, abriga grandes estátuas de madeira, lacadas em ouro: Amida, Senju-Kannon (“Kannon com mil braços”) e Bato-Kannon (“Kannon com cabeça de cavalo”). The three deities are regarded as Buddhist manifestations of Nikko's three mountain deities which are enshrined at Futarasan Shrine. The Sanbutsudo Hall is currently undergoing major renovation works, which are scheduled to last until March 2019. During this period, the temple hall is covered by a huge scaffolding structure, but it remains open to tourists

    Opposite Sanbutsudo stands the temple's treasure house with Buddhist and Tokugawa related exhibits. Shoyoen, a small Japanese style garden, is located next behind the treasure house. The garden is a popular autumn leaf spot with its many maple trees standing photogenically around its central pond. Autumn colors peak here typically around the first half of November.

    No lado oposto de Sanbutsudo, encontra-se o Treasure House, uma espécie de museu com exposições budistas e de Tokugawa. No local também encontramos o Shoyoen, um pequeno jardim de estilo japonês com uma lagoa central, muito popular durante o outono (meados de novembro) por causa das muitas árvores de bordo que ficam ao redor da lagoa.

    Endereço: 2300 Yamauchi Nikko-shi Tochigi 321-1431, Japão [Mapa]
    Telefone: +81 288-54-0531
    Preço: ¥ 400 (Sanbutsudo), ¥ 300 (Treasure House e Shoyoen Garden)
    Site: 
    rinnoji.or.jp

    Access: Rinnoji stands just a few steps east of Toshogu, a 30-40 minute walk or 10 minute bus ride (310 yen one way, 500 yen day pass, covered by the free passes) from Tobu and JR Nikko Stations.

     

    1. Nikko Toshogu: é um santuário dedicado a Tokugawa Ieyasu, o fundador e o primeiro xogun do Xogunato Tokugawa, a mais longeva da história japonesa, que se manteve no poder por mais de 250 anos, até 1868. Construído em 1617 por Tokugawa Ieyasu como um lugar de descanso, o santuário possui um longo caminho cercado por cedros que se estende por 37 quilômetros, sendo considerado a avenida arborizada mais longa do mundo.

    Uma das coisas que impressiona nesse santuário é a sua decoração, com muitos detalhes religiosos e filosóficos em ouro e prata. Mais de mil dragões, cada qual pintado a mão e com uma pose diferente, residem nos tetos, o que faz lembrar uma capela sistina japonesa. Ainda, pavões, fenix, leões, tigres, tartarugas e elefantes.

    O santuário levou dois anos para ser concluído e utilizou os esforços de 15 mil trabalhadores. A lenda diz que os homens construíram o templo de forma tão bela e perfeita que, para evitar a inveja e a ira dos deuses, deliberadamente colocaram invertida a última das colunas. Ali também está localizada a famosa escultura dos três macacos sábios que significa "não ouça nenhum mal, não veja nenhum mal, não fale o mal”.O santuário e suas imediações foram registrados como Patrimônio da Humanidade em 1999 e é uma parada obrigatória para quem visita Nikko.

    Quando estiver no Japão, você vai ver que em todos os templos há a possibilidade de comprar talismãs. Para quem acredita, eles servem para proteção e podem ter objetivos específicos.

    Among the many buildings at Toshogu, particularly notable ones include a pretty five story pagodain front of the main entrance gate. The main pillar of the pagoda hangs ten centimeters above ground - an interesting feature installed to combat the lengthening and shrinkage of the wood over time. The interior of the pagoda is only periodically open to visitors at a separate fee.

    The paid area starts at the entrance gate. Upon entering, visitors will first come across a group of ostentatiously built storehouses. Of the many colorful and elaborate wood carvings that decorate the storehouses, the most famous ones are those of the "see no evil, speak no evil and hear no evil" monkeys and the Sozonozo Elephants ("imagined elephants") that were carved by an artist who had never seen elephants.

    Past the storehouses stands the renowned Yomeimon Gate which is currently being renovated and covered up by scaffodling. It is perhaps Japan's most ornate structure, giving off a grand and imposing air with its intricate decorations and architectural features.

    A path to the left of Yomeimon leads to the Honjido Hall which features the "Crying Dragon". This is a large painting of a dragon on the ceiling of the hall, which is thus named because a bright ringing sound can be heard when two pieces of wood are clapped directly under its head due to the acoustics of the hall. The clapping of the wood is frequently performed to visitors by a priest.

    Beyond Yomeimon is the main shrine building, which consists of the praying hall (haiden) connected to the main hall (honden) behind. The halls are dedicated the spirits of Ieyasu and two other of Japan's most influential historical personalities, Toyotomi Hideyoshi and Minamoto Yoritomo. Visitors are allowed to enter the richly ornamented building but photographs are not allowed.

    To the right of the main shrine building is the Sakashitamon Gate, whose transom bears the famous carving of the Nemurineko (sleeping cat). Sakashitamon marks the start of a long flight of stairs that leads uphill through the woods to Tokugawa Ieyasu's mausoleum. The ascent takes about five minutes, after which visitors will meet the relatively subtle and austere, yet dignified mausoleum.

    Located outside the paid shrine area, the Nikko Toshogu Museum (Homotsukan) was opened in 2015 to commemorate the 400 year anniversary of Tokugawa Ieyasu's death. Inside this modern building is an impressive collection of the former shogun's personal effects from armor and swords to writing utensils and letters that he wrote.

     

    Toshogu and Nikko's other shrines and temples are located a 30-40 minute walk or 10 minute busride (310 yen one way, 500 yen day pass, covered by the free passes) from Tobu and JR Nikko Stations.

     

    Endereço: 2301 Sannai, Nikko, Tochigi 321-1431, Japão [Mapa]
    Telefone: 288-54-0560
    Preço: ¥ 1,300 (santuário), ¥ 1,000 (museu), 2100 yen (shrine and museum)
    Hours

    Site: toshogu.jp

     

    2. Kinu Tateiwa Otsuribashi: A Kinu Tateiwa Otsuribashi é uma ponte suspensa de 140 metros de extensão que foi construída em 2009. Ela fica em cima do rio Kinugawa, a 40 metros de altura e liga a cidade de Nikko a Kinugawa Onsen a uma formação rochosa gigante de 70 metros conhecida como Tateiwa (Rocha escudo), devido à sua semelhança com um escudo medieval.

    É possível fazer uma pequena trilha por essa pedra, mas se você não quiser se aventurar, pode somente atravessar a ponte e apreciar a linda vista que se tem do rio Kinugawa.

    Pra quem vencer o medo e tiver coragem de atravessar completamente a ponte, tem recompensas: do outro lado, há o famoso carimbo para “comprovar” a sua passagem pela ponte (Gratuitos, não pesam e uma lembrança ótima para se guardar dos lugares visitados). Por isso, não esqueça de levar o seu caderninho.
    Tem também um sino que você pode tocar para invocar boa sorte e um “Oni”, um tipo de demônio do bem que oferece proteção para aqueles que colocarem moedas na sua cabeça.

    Endereço: 1436 Kinugawaonsen Ohara, Nikko, Tochigi, 321-2522, Japão [Mapa]
    Telefone: +81 288-77-2052
    Site: 
    nikko-kankou.org

     

     

    3. Templo Taiyuin: é o mausoléu do terceiro xogun Tokugawa Iemitsu, neto de Ieyasu. O mausoléu de Iemitsu assemelha-se ao Santuário Toshogu, mas sua arquitetura é um pouco mais modesta que Toshogu, devido ao profundo respeito de Iemitsu por seu avô. O nome Taiyuin está relacionado ao nome póstumo de Iemitsu. Assim como o Toshogu, Taiyuinbyo combina elementos budistas e xintoístas em sua arquitetura e decoração. Antigamente era comum os santuários possuírem elementos de ambas as religiões. Isso era comum até o período Meiji, quando o xintoísmo e o budismo passaram a ser distintas.

    Across the country, Buddhist elements were removed from shrines and vice versa, but at Taiyuinbyo the separation was not carried out completely. While Toshogu was officially made a shrine, the Taiyuinbyo became a subtemple of nearby Rinnoji Temple.

    A short walk west of Toshogu Shrine takes visitors to the vermillion Niomon Gate, the entrance to the Taiyuinbyo. Proceeding on leads to the more lavishly decorated Nitenmon Gate which is guarded by two heavenly kings, followed by two beautiful structures - a drum tower on the left and a belfry on the right.

    Arriving at the Karamon Gate which stands majestically in front of the praying hall (haiden), look out for the famous sculpture of a white dragon that embellishes the transom of the gate. Visitors are allowed to enter the haiden and see its lovely interior decor featuring precious ornaments, an elegant coffered ceiling, nice carvings and gold lacquered pillars and walls.

    The main hall (honden) is located just behind the haiden but can only be viewed from the outside. The two halls are connected by a short corridor and the structures combined have a slightly subtle yet grand-looking facade. Next to the halls at the innermost precincts is Tokugawa Iemitsu's mausoleum, which lends a composed and dignified charm to the temple.

    Access: Taiyuinbyo stands about 200 meters west of Toshogu, a 30-40 minute walk or 10 minute bus ride (310 yen one way, 500 yen day pass, covered by the free passes) from Tobu and JR Nikko Stations.

    Endereço: 2300 Sannai, Nikko, Tochigi, 321-1431, Japão [Mapa]
    Telefone: +81 288-54-1766
    Preço: ¥ 550
    Site: rinnoji.or.jp

     

     

    4. Santuário Futarasan-jinja

    Santuário Futarasan fica ao lado do Toshogu, no centro de Nikko. Foi fundado em 782 por Shodo Shonin, o monge budista que introduziu o budismo em Nikko e que também fundou o Templo Rinnoji nas proximidades. O Santuário Futarasan é dedicado às divindades das três montanhas mais sagradas de Nikko: Monte Nantai, Monte Nyoho e Monte Taro. Futarasan is an alternate name of Mount Nantai, the most prominent of the three mountains.

    The shrine grounds are mostly free to enter except for a small paid area to the left of the offering hall (haiden). The paid area features a small forested garden with a couple more halls, a spring, old sacred trees and closer views onto the main hall (honden) that stands behind the offering hall. Located one kilometer from the shrine grounds, the Shinkyo Bridge also belongs to Futarasan Shrine.

    O templo possui duas espadas que são Tesouros Nacionais do Japão. Além disso, dezenas de construções e artefatos culturais estão listados como Ativos Culturais Importantes. Mais dois santuários Futarasan estão localizados nas proximidades de Okunikko: um está no topo do monte Nantai e o outro na margem norte do lago Chuzenji, na base da montanha.

    Endereço: 2307 Sannai, Nikkō-shi, Tochigi-ken 321-1431, Japão [Mapa] Futarasan Shrine stands about 200 meters west of Toshogu, a 30-40 minute walk or 10 minute bus ride (310 yen one way, 500 yen day pass, covered by the free passes) from Tobu and JR Nikko Stations.
    Telefone: +81 288-54-0535
    Preço: ¥ 200
    Site: 
    futarasan.jp

     

    5. Shinkyo (Ponte Sagrada)

    Essa icônica ponte vermelha, originalmente construída em 1636, é conhecida como uma das três pontes mais bonitas no Japão e é considerada o portão de entrada para a cidade de Nikko. A ponte foi registrada como patrimônio mundial em dezembro de 1999. O Shinkyo mede 28 metros de altura, 7,4 metros de largura e situa-se 10,6 metros acima do Rio Daiya.

    Segundo uma lenda, durante uma peregrinação pelo Monte Nantai, Shōdō não conseguiu atravessar o Rio Daiya por causa da forte correnteza. O monge orou e um deus de 3 metros de altura chamado Jinja-Daiou apareceu com duas cobras enroladas em volta de seu braço direito.

    Jinja-Daiou transformou as duas cobras em uma ponte parecida com arco-íris coberta com juncos. Assim, Shōdō e seus seguidores puderam atravessar o rio. Por este motivo a ponte também é chamada de Yamasugeno-jabashi (Ponte de Cobra de Junco).

    Há muito tempo, apenas um número limitado de pessoas poderia usar esta ponte para eventos relacionados ao santuário, mas desde 1973 ela foi aberta para o público geral e agora qualquer visitante pode usar essa ponte para sentir a atmosfera sagrada especial.

    Endereço: Kamihatsuishimachi, Nikko, Tochigi, 321-1401, Japão [Mapa]
    Telefone: +81 288-54-0535
    Site: 
    shinkyo.net

    Access: Shinkyo Bridge is located in central Nikko, along the way between the railway stations and Toshogu Shrine. It can be accessed from JR or Tobu Nikko Station by a bus which stops at Shinkyo bus stop (5 minutes, 200 yen one way) or in about 20-30 minutes on foot.
    Admission: 300 yen

     

    6. Cataratas Kegon: possui quase 100 metros de altura e é considerada uma das três cachoeiras mais bonitas do Japão, juntamente com a Cachoeira Nachi, em Wakayama e Cachoeira Fukuroda, em Ibaraki. Kegon é a única saída para as águas do lago Chuzenji.

    Kegon pode ser visto a partir de uma plataforma de observação gratuita que é facilmente acessível a pé, bem como de uma plataforma paga na base da cachoeira, acessada através de um elevador de 100 metros de profundidade. Através do Observatório Akechidaira, alcançado por um teleférico, também é possível obter uma bela vista de Kegon e do Lago Chuzenji.

    Access

    Kegon Waterfall is a short walk from the Chuzenjiko Onsen bus terminal. The bus ride from JR or Tobu Nikko Station to Chuzenjiko Onsen takes about 50 minutes, costs 1150 yen and is covered by several Tobu free passes. A 2-day pass for unlimited bus rides between Nikko and Chuzenjiko Onsen is available for 2000 yen at Tobu Nikko Station.

    Endereço: Chugushi, Nikko, Tochigi, 321-1661, Japão [Mapa]
    Telefone: +81 288-55-0030
    Preço: ¥ 550 (Plataforma de observação paga)
    Site: 
    kegon.jp

     

    7. Templo Chuzenji: é um templo localizado às margens do lago Chuzenjiko. Originalmente fundado em 784 por Shodo-Shonin, no sopé do Monte Nantai, o templo mais tarde foi transferido para Utaga-hama, um lugar sagrado em frente ao Lago Chuzenji.

    O principal objeto de adoração de Chuzenji é uma estátua de Juichimen-senju Kannon Boastsu de seis metros de altura, esculpida em uma árvore. Esta estátua kannon (deusa da misericórdia) com onze faces e mil mãos é designada como propriedade cultural nacional.

    The second story of the temple complex houses a rare assembly of all five Buddhist Deva Kings (Myo-o). The hall's ceiling sports a giant painting of a white dragon by the same artist who painted the "Crying Dragon" at Toshogu Shrine. The ceiling of the inner chamber is coffered and decorated with paintings of over a hundred flower varieties found around Nikko. From the veranda, visitors can enjoy beautiful views over Lake Chuzenjiko.

    On foot: Chuzenji Temple is a 20 minute walk from the Chuzenjiko Onsen bus terminal.

    By bus: From Chuzenjiko Onsen, take a bus to Tachikikannon-mae bus stop (立木観音前, 3 minutes, 150 yen one way) a few steps from Chuzenjiko Temple. From July to mid November, buses are bound for Hangetsuyama (半月山) and run about once per hour. There is no bus service from mid November to March.

    Endereço: 2578 Chūgūshi, Nikko, Tochigi 321-1661, Japão [Mapa]
    Telefone: +81 288-55-0013
    Preço: ¥ 500 (adultos), ¥ 200 (estudantes)
    Site: 
    rinnoji.or.jp

     

    8. Nikko Tamozawa Imperial Villa Memorial Park: combina as arquiteturas do período Edo e arquitetura moderna do período Meiji. Construída em Tóquio em 1899, a estrutura foi movida para Nikko para ser usado como residência de verão da Família Imperial Japonesa. The villa was erected in Nikko in 1899, using parts of a residence that originally stood in Tokyo.

    Before being moved to Nikko, the building served initially as the Tokyo residence of a branch of the Tokugawa family and was later temporarily used as the Imperial Palace. In Nikko, it was enlarged into a summer residence and retreat for the Imperial Family, but suffered neglect after World War II. A vila foi aberta ao público no ano 2000, após extensas obras de renovação e agora funciona como um museu e um parque memorial.

    In addition to the building's long line of illustrious occupants, Tamozawa Imperial Villa is one of the largest remaining wooden buildings in Japan. The interior of the villa is a curious mix of Japanese and Western styles. Many floors are carpeted, and elaborate chandeliers hang from the ceilings. Yet the villa's Japanese elements, such as sliding paper doors and tatami flooring are prominent as well.

    Although still impressive in size and grandeur, Tamozawa Imperial Villa currently occupies only one third of its original area. It now functions as a museum and memorial park, and is well equipped with multilingual displays for visitors. The manicured Japanese style garden, that surrounds the villa, has several maple trees which offer autumn colors usually around late October and early November.

    Access

    From JR or Tobu Nikko Station, take a Tobu bus bound for Chuzenjiko Onsen or Yumoto Onsen and get off at the Tamozawa bus stop. The bus ride takes about 10 minutes and costs 310 yen one way. Tamozawa Imperial Villa can also be reached in about a 20 minute walk from Toshogu Shrine.

    Endereço: Honcho 8-27, Nikko, 321-1434, Tochigi, Japão [Mapa]
    Telefone: +81 288-53-6767
    Preço: ¥ 510 (adultos), ¥ 250 (estudantes)
    Hours: 9:00 to 17:00 (until 16:30 from November through March)
    Admission ends at 16:00.

    Closed: Tuesdays (or following day if Tuesday is a national holiday)Site: park-tochigi.com

     

    9. Cataratas Ryuzu: é uma das cachoeiras mais bonitas de Nikko, especialmente durante o outono. “Ryuzu” significa “cabeça de dragão” em japonês. O nome vem da forma das quedas, que se assemelha à cabeça de um dragão. A cachoeira está localizada no rio Yukawa, pouco antes do rio encontrar-se com o lago Chuzenji.

    Ryuzu Waterfall is flanked by many trees which turn yellow and red during the autumn leaf season, adding to the fall's fiery, dragon-like appearance. Probably because of its shadowy location, Ryuzu Waterfall is one of the first spots in Nikko to see autumn colors.

    Há uma loja de souvenires e um café perto da cachoeira, onde você pode apreciar a vista enquanto toma um chá e saboreia quitutes japoneses. Há uma trilha para caminhadas que segue o rio, com cerca de 300 metros, de onde é possível desfrutar de vistas impressionantes. Further beyond, the trail continues towards the Senjogahara Marshlands.

    Access

    From JR or Tobu Nikko Station, take a Tobu bus bound for Yumoto Onsen and get off at the Ryuzu no taki bus stop. The one way bus ride takes about one hour, costs 1400 yen and is covered by the All Nikko Pass.

    A 2-day pass for unlimited bus rides between Nikko and Senjogahara is available for 2650 yen at Tobu Nikko Station. Likewise, a 2-day pass for unlimited bus rides between Nikko and Yumoto Onsenis available for 3000 yen.

    Endereço: Chugushi, Nikko, Tochigi 321-1661, Japão [Mapa]
    Telefone: +81 288-22-1525
    Site: 
    nikko-kankou.org

     

    10. Planalto de Senjougahara: está localizado a uma altitude de 1.400 metros. Mais de 350 espécies de plantas nativas e vários tipos de aves podem ser encontradas aqui. A melhor maneira de desfrutar Senjogahara é através de uma caminhada em um dia ensolarado. A trilha de caminhada oferece excelentes vistas do pântano e das montanhas circundantes, e leva cerca de 2,5 a 3 horas para ser concluída. O local é particularmente bonito durante o outono, quando a vegetação do pântano sofre mudanças na sua coloração.

    Endereço: Chugushi, Nikko, Tochigi 321-1661, Japão [Mapa]
    Site: 
    nikko-kankou.org

    11. Hangetsuyama: é uma montanha com cerca de 1.753 metros de altura, situada a sudeste do lago Chuzenji. Trilhas para caminhadas levam até o topo da montanha, onde há um deck de observação com ótimas vistas para o Lago Chuzenji e Monte Nantai. Leva-se cerca de 30 minutos de escalada até o deck de observação. O caminho até Hangetsuyama, conhecido como Chuzenjiko Skyline, é uma antiga estrada de pedágio que foi especialmente construída para o turismo local, mas que é gratuita hoje em dia.

    Access

    From Chuzenjiko Onsen, take a bus bound for Hangetsuyama (半月山) and get off at the final stop (20 minutes, 520 yen one way, about one bus/hour) from where the summit can be reached in about a 30 minute hike. For those not wishing to hike, get off one stop earlier at Chuzenji Tenbodai bus stop (中禅寺湖展望台) directly next to the Chuzenjiko Observation Deck.

    Endereço: Ashiomachi, Nikkō, Tochigi 321-1511, Japão [Mapa]
    Telefone: +81 288-54-2496

     

     

    12. Nikko Yumoto Onsen

    Yumoto significa literalmente “origem da água quente”). É uma pequena cidade de águas termais ao lado do lago Yunoko. A cidade, situada dentro do Parque Nacional de Nikko, consiste principalmente em pousadas estilo ryokan que oferecem banhos termais. Ao norte da cidade, fica Onsenji, um templo budista com um pequeno onsen aberto ao público. A cidade tem o aroma de enxofre, devido às águas termais que borbulham do chão, especialmente ao longo da margem norte do lago Yunoko. Outros onsens muito procurados em Nikko, encontram-se ao longo do rio Kinugawa.

    Immediately south of Lake Yunoko, the lake's calm waters suddenly plunge down a steep, 70 meter high slope. The spectacular waterfall is called Yudaki (lit. "hot water waterfall"), but the water of neither the lake nor the waterfall are actually warm.

    From Yudaki starts the attractive Senjogahara Plateau Nature Trail, leading along Yukawa River (lit. "hot water river") through the woods and across the marshland of the Senjogahara Plateau to Ryuzu Waterfall at the shores of Lake Chuzenji.

    Access

    Yumoto Onsen is connected with central Nikko by Tobu bus. Buses leave from Tobu Nikko Station (many also serve JR Nikko Station) and are bound for Yumoto Onsen. There are one or two buses per hour. The one way trip from Tobu Nikko Station to Yumoto Onsen takes about 80 minutes, costs around 1700 yen and is covered by the All Nikko Pass. A 2-day pass for unlimited bus rides between Nikko and Yumoto Onsen is available for 3000 yen at Tobu Nikko Station.

    Endereço: 2559 Yumoto, Nikko, Tochigi 321-1662, Japão [Mapa]
    Telefone: +81 288-62-2351
    Preço: ¥ 500 (não obrigatório)
    Site: 
    rinnoji.or.jp

     

    13. Nikko Botanical Garden: é um jardim botânico gerido pela Universidade de Tóquio. Possui 26 hectares em uma área repleta de córregos e lagoas a 647 metros acima do nível do mar. O jardim foi estabelecido em 1902 como um ramo do Koishikawa Botanical Garden, em Tóquio, para se especializar no estudo de plantas alpinas.

    Antigamente, era localizado perto do Santuário de Toshogu, mas em 1911 foi transferido para o local atual. Em 1950, a área foi ampliada para incluir parte do jardim Tamozawa Goyotei, uma casa de verão da família real japonesa. Hoje, o jardim contém cerca de 2.200 espécies, incluindo 10 espécies japonesas de Prunus e 80 espécies de rododendros.

    Access

    From JR or Tobu Nikko Station, take a Tobu bus bound for Chuzenjiko Onsen or Yumoto Onsen and get off at the Hanaishicho bus stop. The bus ride takes about 10 minutes and costs 310 yen one way. Nikko Botanical Garden can also be reached in about a 30 minute walk from Toshogu Shrine.

    Hours 9:00 to 16:30 (entry until 16:00)

    Closed Mondays (or following day if Monday is a national holiday)

    Endereço: 1842 Hanaishicho, Nikko, Tochigi, Japão [Mapa]
    Telefone: +81 288-54-0206
    Preço: ¥ 400
    Site: 
    bg.s.u-tokyo.ac.jp

     

    14. Irohazaka: são duas estradas sinuosas que ligam a parte mais baixa em torno do centro de Nikko, para as elevações mais altas de Oku-Nikko, localizado na parte noroeste de Nikko. Foram construídas, respectivamente, em 1954 e 1965 como uma das primeiras estradas com pedágio do Japão, mas hoje ambas podem ser percorridas gratuitamente.

    Contando com 48 curvas fechadas, Irohazaka é ainda um importante local da história japonesa, pois os monges budistas atravessavam este caminho para ir em peregrinação até o lago Chuzenji. “Iroha” são as primeiras três das 48 sílabas do antigo alfabeto japonês (que agora é conhecido como “aiueo”), e “zaka” significa “declive”.

    Cada curva é nomeada com um dos 48 caracteres desse alfabeto japonês. Apesar de as estradas terem sido modernizadas ao longo dos anos, o número de curvas se mantem como antigamente. A estrada de tráfego ascendente leva até o platô de Akechidaira, que oferece um deck de observação com vistas panorâmicas do Irohazaka e do lago Chuzenji e Kegon.

    From JR or Tobu Nikko Station, take a Tobu bus bound for Chuzenjiko Onsen or Yumoto Onsen and get off at the Akechidaira bus stop. The bus ride takes about 35 minutes and costs 1100 yen one way. Note that buses in the opposite direction do not stop at Akechidaira.

    Endereço: Nikko, Tochigi, Japão [Mapa]
    Telefone: +81 0288-54-2496 (Associação de Turismo de Nikko)
    Site: 
    nikko-kankou.org

     

    17. Ryuokyo Canyon: é um desfiladeiro com cerca de 4 Km criado a partir de uma erupção 22 milhões de anos atrás. É um lugar de beleza cênica repleto de cachoeiras e pântanos, que por sua vez está incluído no Top 100 melhores destinos turísticos do país. Está localizado entre a estação Ryuokyo e a estação Kawaji-onsen, na linha ferroviária Yagan. Há algumas trilhas ao longo do desfiladeiro. “Ryuokyo” significa “Vale do Rei Dragão”. É comum as pessoas fazerem trilhas por aqui, que podem levar de 1.5 a 3 horas de duração e passam pela ponte Musasabi, que oferece uma vista ainda mais panorâmica do vale.

    Endereço: Ryuokyo, Fujiwara Nikko-shi, 321-2521, Tochigi, Japão [Mapa]

     

    Kanmangafuchi Abyss

    Kanmangafuchi Abyss (憾満ヶ淵) was formed by an eruption of nearby Mount Nantai. This gorge near central Nikko is only a few hundred meters long and can be enjoyed from a pleasant riverside walking trail.

    Kanmangafuchi is also known for its row of about 70 stone statues of Jizo, a Bodhisattva who cares for the deceased. This particular group of Jizo statues is alternately called "Bake Jizo" (Ghost Jizo), "Narabi Jizo" (Jizo in a line) or "Hyaku Jizo" (100 Jizo). The statues look out over the river and across to the Nikko Botanical Garden, but the botanical garden cannot be entered from the abyss.

    Access

    From JR or Tobu Nikko Station, take a Tobu bus bound for Chuzenjiko Onsen or Yumoto Onsen and get off at the Tamozawa bus stop. The bus ride takes about 10 minutes and costs 310 yen one way. From the bus stop, the trail begins after a 10-15 minutes walk through a residential area. The Kanmangafuchi Abyss can also be reached in about a 30 minute walk from Toshogu Shrine.

     

    Kirifuri Waterfall

    Kirifuri Waterfall (霧降の滝, Kirifuri no taki) is an impressive, 75 meter high, two-tiered waterfall located below the Kirifuri Highlands, a few kilometers northeast of the temples and shrines of Nikko. The sight of the elegant falls cascading down the mountain provides a nice contrast to the surrounding foliage, which is lush and green in spring and summer and displays fiery shades of red, orange and gold in autumn.

    The name Kirifuri means "falling mist" after the fine mist that is created when the water crashes against the rocks at the bottom of the lower falls. The view may occasionally be obscured when mist or fog covers the valley. It used to be possible to hike down to the base of the waterfalls, but the trail down the mountain partially collapsed several years ago and has been closed ever since.

    Instead, the waterfall can be seen from a wooden observation deck built high up on the mountain across the valley from the falls. The observation deck is located a ten minute walk down a mostly paved trail from the parking lot and bus stop, where you will also find two restaurants and public toilets. Autumn colors in the area are usually best around late October to early November.

    Access

    From April to late November, Kirifuri Waterfall is connected by bus from JR Nikko and Tobu Nikko stations about once per hour. Take a bus in direction of Kirifuri Kogen (霧降高原) and get off at Kirifuri-no-taki bus stop (霧降の滝) from where it is a ten minute walk to the observation deck . The one way bus ride takes about ten minutes, costs 330 yen and is covered by the All Nikko Pass. Note that the buses do not stop near the temples and shrines of Nikko, and they do not run from late November through March.

     

    Lake Chuzenji (Chuzenjiko)

    Lake Chuzenji (中禅寺湖, Chūzenjiko) is a scenic lake in the mountains above the town of Nikko. It is located at the foot of Mount Nantai, Nikko's sacred volcano, whose eruption blocked the valley below, thereby creating Lake Chuzenji about 20,000 years ago.

    Chuzenjiko' shores are mostly undeveloped and forested except at the lake's eastern end where the small hot spring town of Chuzenjiko Onsen was built. The town is also the site of Kegon Waterfall, the most famous of several waterfalls in Nikko National Park. Another popular waterfall, Ryuzu Waterfall, is located at the northern shores of Lake Chuzenji where Yukawa River discharges into the lake.

    Chuzenjiko is especially beautiful in mid to late October, when the autumn colors reach their peak along the lake's shores and surrounding mountains. And during Japan's hot summers, the lake's high elevation (1269 meters above sea level) keeps the area cool and comfortable, which in the past has attracted foreign embassies to build recreation villas along its shores.

    It is possible to hike around the entire 25 kilometer circumference of Lake Chuzenji via hilly lakeside walking trails. Alternatively, the lake can be enjoyed from sightseeing boats that depart from Chuzenjiko Onsen. Panoramic views from above are possible from along the Chuzenjiko Skyline, an eight kilometer long former toll road which can now be used free of charge.

     

    Akechidaira Plateau

    Located at the top of the Irohazaka Winding Road, shortly before reaching Lake Chuzenji, the Akechidaira Plateau is a small parking lot with panoramic views over the winding road and the valley below. A ropeway lifts visitors in three minutes from the parking lot to an observation platform with views of Kegon Waterfall in combination with Lake Chuzenji.

    Chuzenjiko Onsen

    Chuzenjiko Onsen is a touristy hot spring resort town at the eastern shores of Lake Chuzenji and at the foot of Mount Nantai. The small town consists mainly of souvenir shops, hotels and ryokan, but also offers some sightseeing spots, including Chuzenji Temple, a Futarasan Shrine, a nature museum and, most of all, Kegon Waterfall. It is also the departure point of sightseeing cruises of the lake.

     

    Senjogahara Marshland

    At an altitude of 1400 meters above sea level, the Senjogahara Marshland (戦場ヶ原, Senjōgahara) covers the plateau between Lake Chuzenji and Yumoto Onsen. It offers some of the best hiking in the Nikko National Park and is particularly beautiful during the autumn leaf season in October when the marshland's grasses turn into a reddish yellow and the larch trees into a shiny gold.

    The Senjogahara Plateau Nature Trail follows Yukawa River during most of its course between Yumoto Onsen and Ryuzu Waterfall near the shores of Lake Chuzenji. The hiking trail offers excellent views of the marshland and surrounding mountains, and it takes around 2.5 to 3 hours to complete. Not far from Senjogahara lies Odashirogahara, a smaller but equally idyllic marshland, which is worth a detour or separate visit.

    During winter, the marshland is usually covered by several centimeters of snow typically between December and March, during which the hiking trails may not be passable. But when enough snow accumulates, visitors can see a different side of the marshland by walking along the hiking trails on snowshoes. There is also a course network for cross-country skiing north of the Sanbonmatsu parking lot.

    A couple of rest houses at the Sanbonmatsu parking lot offer snowshoe rentals for around 500 yen for two hours or 1000 yen per day. Cross-country ski rentals go for 1800 to 2000 yen per day. There are also guided half-day tours available, but advance reservations are required, and English instructions may be limited.

    Access

    Senjogahara is connected with central Nikko by Tobu bus. Buses leave from Tobu Nikko Station (many also serve JR Nikko Station) and are bound for Yumoto Onsen. There are one or two buses per hour. The one way trip from Tobu Nikko Station to Senjogahara takes about 70 minutes, costs around 1500 yen and is covered by the All Nikko Pass.

    A 2-day pass for unlimited bus rides between Nikko and Senjogahara (as far as Sanbonmatsu bus stop) is available for 2650 yen at Tobu Nikko Station, while a 2-day pass for unlimited bus rides between Nikko and Yumoto Onsen is available for 3000 yen.

    For walking the entire Senjogahara Plateau Nature Trail, get off at either Yumoto Onsen or Ryuzu no taki bus stop. The hiking trails can also be joined from Akanuma bus stop, while Sanbonmatsu bus stop offers a small observation deck with views over the marshland, but no access to the hiking trails.

    A separate bus travels between the parking lot near the Akanuma Shako bus stop at the southeastern end of Senjogahara Marshland and Senjugahama bus stop at the western bank of Lake Chuzenji, stopping at Odashirogahara Marshland and Lake Sainoko along the way. The entire one way trip takes approximately 30 minutes and costs 300 yen. Buses operate from late April through November about once per hour. More frequently on weekends and during busy seasons.

    Note that during the autumn leaf season in October, traffic between central Nikko and Senjogahara can be very heavy, and buses can incur heavy delays, especially on weekends. If possible, try to visit during the week and not on weekends.

    Akechidaira Plateau

    Akechidaira Plateau is located near the top of the ascending Irohazaka Winding Road. At the plateau, there is a parking lot with a free observation area that offers nice views onto the Irohazaka and the valley below.

    A rest house stands beside the parking lot, serving as a souvenir shop, cafeteria and the lower station of the Akechidaira Ropeway. In three minutes, the ropeway carries visitors to an observation platform further up the mountain for spectacular views over Kegon Waterfall and Lake Chuzenjiko. Outside of winter, it is also possible to reach this upper observation deck in about two hours (one way) via a hiking trail from Lake Chuzenjiko. The trail also connects to Mount Hangetsuyama.

    Access: From JR or Tobu Nikko Station, take a Tobu bus bound for Chuzenjiko Onsen or Yumoto Onsen and get off at the Akechidaira bus stop (35 minutes, 1100 yen one way, 3-4 buses per hour). Note that buses in the opposite direction do not stop at Akechidaira.

    Akechidaira Ropeway

    Hours 9:00 to 16:00 (longer hours during the autumn color season)

    Closed No closing days

    Admission 400 yen (one way), 730 yen (round trip)

     

    TOKYO – BAIRRO A BAIRRO

     

    1. Shibuya

    Shibuya é provavelmente a área da Tóquio que melhor personifica a imagem preconcebida que temos da capital do Japão. Muita gente, muitos arranha-céus espelhados, néons por todo o lado, painéis vídeo com publicidade, tudo muito luminoso, consumista e pós-moderno.

    Além de muito bem servido em termos de transporte público, o bairro de Shibuya, localizado no distrito de mesmo nome, é também próximo a diversas atrações turísticas de Tóquio, como o bairro antigo de Shimokitazawa. Para completar, a região também é repleta de muitos cafés e restaurantes, permitindo que você encontre boas opções de alimentação nas proximidades, sem precisar se deslocar a cada refeição. Entretanto, os hotéis costumam apresentar preços mais elevados do que a média.

    O bairro é conhecido por iniciar modas, tem muitas lojas jovens e mais tantas outras lojas de departamentos. Em Shibuya existe uma grande concentração de “Love hotels” japoneses, que são equivalentes aos motéis brasileiros, e muitos clubes noturnos. Fora da área imediata da estação, o bairro tem ruas calmas residenciais.

    Shibuya Station: outra mega-estação de trem e metrô, cheia de lojas, restaurantes, e a 4a mais movimentada do Japão. SHIBUYA CROSSING: Do segundo andar você vê o cruzamento movimentado com o pessoal atravessando a rua e pode fotografar e filmar. Tem faixas de pedestres até nas diagonais, e é o cruzamento mais movimentado do mundo. Você pode tomar um café olhando o movimento no Cafe L'Occitane ou Starbucks Shibuya Tsutaya, que fica no prédio com o telão gigante na frente do cruzamento, do outro lado da rua, mas não pode fotografar e filmar lá dentro.

    Hachikō (Shibuya Station): é a estátua famosa do cachorrinho de mesmo nome, que segundo a história popular, esperou o seu dono todos os dias nesse local por anos e anos após a sua morte, como fazia todos os dias.

    Tokyu Hands (Shibuya Station): se você é adepto de trabalhos manuais, artes e decoração, vai ter um treco nessa loja, com 8 andares de materiais diversos. A Loft (ótima para conhecer algumas invenções japonesas que facilitam nossa vida). é outra loja parecida, que compete com a Tokyu Hands. Na região, estão presentes as maiores redes de lojas japonesas e as grandes lojas de departamento, ou "depato" como os próprios japoneses chamam. rua Koen e lojas como a Uniqlo,

    Center Gai (Shibuya Station): é uma rua de pedestres que fica perto da estação Shibuya, cheia de lojas, bares, restaurantes, o movimento no final do dia é forte, com muita gente começando a noitada por ali. tem muitas opções de comida boa e barata.

     

    2. Harajuku

    Área entre Shibuya e Shinjuku famosa pela cultura e moda adolescente. Sabe aquele clichê dos adolescentes japoneses com cabelos coloridos e fazendo cosplay? Harajuku pode ser definida como uma área criativa, jovem e sem barreiras, capaz de aceitar pessoas de diferentes nacionalidades com todas as suas peculiaridades. No bairro fica também o Parque Yoyogi, onde jovens japoneses de todas as tribos se reúnem aos domingos para curtir a vida do seu jeito. Não por acaso, esse é considerado o bairro da moda, com um toque futurista, onde todos vão para ver e ser vistos. 

    Harajuku Station: ao redor dessa estação você começa a ver os adolescentes japoneses vestindo as roupas mais loucas possíveis. Durante a semana eles estão na escola, e andam por ali em seus uniformes, então a graça é visitar Harajuku no domingo durante o dia pra ver a criatividade do pessoal. Se você pedir, a maioria deles deixa tirar fotos e faz pose.

    Omotesando (Harajuku Station ou Omotesando Station): é uma avenida que vai da estação de Harajuku até a Aoyama dori, onde fica a estação Omotesando. Essa rua é conhecida pelas suas lojas de grife famosas, uma atrás da outra: Prada, Louis Vuitton, Dior, Gucci, Missoni, a lista é grande. O shopping Omotesando Hills tem lojas mais “normais”, como Gap, Zara e marcas locais. Na Omotesando perto da estação Harajuku fica a loja de brinquedos Kiddyland, com 6 andares, inclusive um andar dedicado a Charlie Brown, Snoopy e sua turma, e um andar pra turma da Sanrio – Hello Kitty e seus amigos. Horário: Seg–Sáb: 11:00–23:30 Dom: 11:00–22:30

    Yoyogi Park (Harajuku Station): um parque bem grande com muitos gramados e famílias brincando.

    Meiji-jingu (Harajuku Station ou Meiji-jingu-mae Station): Considerado um dos maiores santuários xintoístas de Tokyo, o Meiji Jingu é dedicado ao imperador Jingu e sua esposa. Sua construção foi concluída em 1920, mas o santuário foi destruído pela Segunda Guerra e reconstruído após. 

    O santuário e seus edifícios ficam próximos da estação de Harajuku e estão localizados no meio do Parque Yoyogi. Por estar cercado por árvores, é um local relativamente pacato e (quase) ideal para relaxar. Milhares de pessoas passam pelo lugar todos os dias; por ser um dos mais populares do Japão, estima-se que mais de 3 milhões de pessoas passem por lá na virada do ano para fazer suas preces. O santuário é marcado pela presença de um torii gigante, com 12 metros de altura, feito com cipreste de mais de 1.500 anos. Logo na entrada, barris de sakê, uma das bebidas mais populares do país, enfeitam o caminho até o santuário. 

    Para quem tem tempo disponível, pode valer a pena visitar o jardim do Gingu Gyoen, projetado pelo imperador que deu nome ao local. Vale especialmente a pena ao domingo. O motivo? É dia de casamentos. Com isso, toda a área em torno do templo ganha vida e cor. As noivas, vestidas de forma tradicional, a serem preparadas para o casamento. Cortejo de noivos e convidados a entrarem nas salas do templo. E muitas mulheres envergando belíssimos kimonos. Especialmente para quem gosta de fotografia, Meiji Jingu aos domingos é mesmo fascinante. E é um passeio perfeito para combinar com a passagem pela Rua Takeshita, no bairro Harajuku. Tem uma loja de souvenirs muito bonitinha no caminho para o templo, ao lado de uma lanchonete e banheiros. Site: http://www.meijijingu.or.jp

     

    Takeshita Dori (Harajuku Station): é a rua mais famosa de Harajuku, pequenininha (400m), mas cheia de lojas vendendo a última moda para os adolescentes japoneses. Está sempre cheia, e aos domingos você vê a molecada circulando com as suas roupas mais loucas. tem lojas que vendem desde roupas para fazer cosplay às famosas lojas de 100 ienes. Passear pela Takeshita-Dori, tirar uma foto do letreiro principal da rua e comer um crepe doce e super rechado são alguns dos programas que você pode fazer por lá. Em face de seu tamanho e do público constante que visita o lugar, a rua fica extremamente cheia nos fins de semana.  É um local popular entre os jovens da cidade e entre os turistas que querem conhecer o fervor da cultura pop japonesa. Embora seja um lugar bem movimentado, o que pode provocar estranheza em algumas pessoas, é um passeio é interessante!
    Site: 
    http://www.takeshita-street.com

     

    3. Shinjuku

    Também muito bem localizada, a área de Shinjuku é ideal para os amantes de compras, pois o comércio nas proximidades é vibrante, repleto de lojas e shoppings. Além disso, o bairro, localizado no distrito homônimo, é reconhecido por sua agitada vida noturna, que atrai moradores de todas as regiões de Tóquio. Porém, assim como acontece em Shibuya, os preços das hospedagens para quem opta por essa região costumam ser bastante elevados.

    O bairro que é o centro administrativo e de negócios e de inúmeros arranha-céus da cidade tem também um distrito de entretenimento famoso (Kabukicho (red light district)) e a mais movimentada estação de trem do mundo, Shinjuku Station, que tem mais de 200 saídas, por onde circulam mais de 2 milhões de passageiros por DIA. Ao redor da estação muitas lojas de departamentos imensas, e ali pertinho:

    Shinjuku Gyoen (Shinjukugyoenmae Station ou JR Sendagaya Station ou Shinjuku Station): É um jardim fechado e pago, com 58.3 ha, tem várias regras do que pode e não pode fazer e levar lá pra dentro. Fizemos picnics por lá ambas as vezes, comprando nosso lanche pra levar no subsolo da Takashimaya e na Isetan, que são ali pertinho. A entrada custa 200 ienes. Horário: Ter–Dom: 9:00–16:30 Site: http://https://www.env.go.jp/garden/shinjukugyoen/ 

    Isetan (Shinjuku Sanchome Station): Essa loja de departamentos de 10 andares tem de tudo, em várias faixas de preço. No subsolo muitos stands de comida (área de salgados e área de doces, incluindo a francesa Pierre Hermé) pra você comprar e levar, de preferência pra um picnic no Shinjuku Gyoen ou até mesmo pra comer no seu hotel se ficar hospedado ali por perto. Tem um stand do restaurante Maisen, considerado um dos melhores katsus de Tóquio. No 7o andar, onde ficam os restaurantes (esses com mesas pra você sentar e comer ali mesmo) tem uma área que vende kimonos e todos os acessórios, são lindíssimos e vale a pena dar uma olhada. Tem uma área de descanso para bebês, tipo um fraldário, no 6o andar.

    Takashimaya Times Square (Shinjuku Station): outra mega loja de departamentos, com 14 andares, vários de restaurantes e o subsolo cheio de stands de comida excelentes pra você comprar e levar.

    Tokyo Metropolitan Government Building: As torres gêmeas que abrigam a administração da cidade de Tokyo não passam despercebidas aos olhos dos turistas. Elas se destacam pela altura e oferecem, nas suas duas torres, observatórios panorâmicos GRATUITOS para admirar a vista de Tokyo. Como a área do Metropolitan Government Building está cercada por edifícios e escritórios, dá para acompanhar muita coisa interessante acontecendo ao redor.

    Com tempo bem aberto, dizem que grandes símbolos do Japão podem ser vistos dos observatórios, entre eles a Tokyo Tower, Tokyo Skytree e até o Monte Fuji. O observatório da torre sul tem uma vista muito bonita durante o dia, mas se você pretende visitar os edifícios durante a noite, vá ao observatório norte, que fica aberto até às 22h30 (o outro observatório fecha no fim da tarde). Ambos os observatórios possuem cafeteria/restaurante e lojinha de presentes.  Site: http://www.metro.tokyo.jp

    Golden Gai: um dos raros lugares de Tóquio que não foi arrasado por bulldozers para ser modernizado. Permanece, por isso, uma espécie de gueto no coração de Tóquio, como se fosse um bairro de lata mais arranjado, transformado em local de culto da noite underground da capital. É um lugar excelente para sair e conhecer uma noite mais alternativa na capital japonesa. São mais de 200 bares minúsculos, porta-sim-porta-sim, espalhados por seis ou sete ruas contíguas no meio da hiper-moderna Shinjuku. Tenha só em atenção que alguns bares não aceitam estrangeiros. E, se está apreensivo sobre o custo da viagem ao Japão, saiba que quase todos cobram entrada.

     

     

    4. Ginza

    Área chique e cheia de lojas de departamentos enormes, restaurantes, grifes famosas. O prédio cartão-postal de Ginza (foi construído pelo fundador da Seiko) fica bem na esquina da Chuo-dori com a Harumi-dori (dori = rua), o coração do bairro. Aos sábados das 14h as 17h e aos domingos de meio-dia as 17h a Chuo Dori que é a rua principal de lojas, fica fechada para o tráfego e os pedestres podem caminhar tranquilamente fazendo as suas comprinhas, o chamado “Paraíso de Pedestres”. Vale a pena um passeio mesmo que você não vá comprar nada. Aproveite e veja o anoitecer com as milhares de luzes acendendo na Chuo Dori, e jante em um dos andares repletos de restaurantes nas lojas de departamentos. Se você vai ao local durante a noite, recomendamos passar na área de Yarakucho, que tem vários restaurantes e izakayas (uma espécie de "barzinho" japonês). 

    Chuo Dori (Ginza Station ou Ginza-Itchome Station): passeie por essa rua cheia de lojas interessantes, de papelaria as roupas baratas (Uniqlo, H+M) ou de luxo (Chanel, Prada e outras), as jóias (Mikimoto, Cartier, etc), maquiagem (Shiseido), brinquedos (Hakuhinkan Toy Park) e equipamentos musicais (a loja da Yamaha é imensa, como tudo aqui). A Chuo Dori à noite com suas milhares de placas iluminadas é impressionante.

    WAKO Main Building (Ginza Station): é o prédio-símbolo do bairro, com o relógio no topo. Você sai da estação Ginza entre a Chuo Dori e a Harumi Dori e dá de cara com ele. A loja de itens de luxo WAKO ocupa o prédio.

    Sony Building (Ginza Station, saída B9): o prédio da Sony tem um showroom bem grande, mostrando itens históricos e as novidades da empresa. Se você estiver na área pode matar a curiosidade rapidamente.

    Teatro Kabuki-za (Higachi-Ginza Station): o teatro onde as peças kabuki são apresentadas o ano inteiro, você pode comprar ingresso para assistir uma peça inteira ou só um ato.

    Tsukiji Market - Mercado de Peixe Tsukiji (Tsukijishijo Station): é tido como o maior mercado grossista de peixe do mundo. Fica no centro de Tóquio, junto ao exclusivo bairro de Ginza. estima-se que o lugar venda mais de 2.000 toneladas de animais marinhos todos os dias. O Mercado Tsukiji tem duas grandes áreas completamente distintas. Uma área interna, coberta, originalmente apenas dedicada aos negócios grossistas (incluindo o famoso leilão de atuns). E uma área exterior, composta por ruelas cheias de restaurantes especializados em sushi e “frutos do mar”; casas de chá verde; lojas com equipamento de cozinha; e um sem fim de pequenos negócios tendo a gastronomia e o mar como denominadores comuns.

    No local, acontece o leilão de atum por volta das 5h da manhã. Embora seja aberto aos visitantes de forma gratuita, os espaços são limitados permitindo somente a entrada de 120 pessoas por manhã. Portanto, recomendamos  chegar o mais cedo possível para evitar decepções.

    A parte interna do mercado é de venda no atacado, mas a parte de fora e as ruas ao redor possível comprar no varejo, e pode ser uma opção se você estiver num apartamento e quiser cozinhar. Anexo ao mercado de peixes está o chamado Outside Market, um mercado com produtos mais variados, que também vende peixes e frutos do mar, porém em menor escala; além disso, oferece comidas prontas, frutas, verduras, flores e presentes. Ao longo do Outside Market estão vários restaurantes e um programa popular é ir ao lugar para tomar café da manhã — o café, é claro, é ao estilo japonês e inclui sushis e sashimis no cardápio. Entre os restaurantes que ficam muito movimentados durante a manhã estão o Sushi Dai e Shushi Zanmai. 

    Hours & Fees

    Hours: Outer Market: varies by shop, typically 5:00 to 14:00 
    Wholesale Area: open to visitors after 11:00am 
    Tuna Auction: open to visitors from 5:50am to 6:20am (restricted to 120 visitors/day)

    Closed: Sundays, national holidays and some Wednesdays (see "English Links" below). 
    The tuna auction gets closed to tourists for a few weeks over New Year(December 1, 2017 to January 14, 2018) to ensure a smooth and accident free course of business during that busy time of the year.

    Admission: Free

    Site: http://www.tsukiji-market.or.jp

    Hama Rikyu Garden (Shiodome ou Shinbashi Station): esse jardim japonês tradicional com um lago e uma casa de chá bem no meio é lindo, e se mistura com a Tóquio moderna com seus prédios altos atrás. A entrada custa 300 ienes por pessoa. De dentro do jardim você pode sair pra um passeio de barco, fica bem pertinho do mercado Tsukiji e do mar.

    Tokyo Tower (Akabanebashi Station): fica entre Ginza e Roppongi. Aberta em 1958, a Torre de Tokyo é um dos maiores símbolos do Japão e a maior torre de metal do mundo. Durante muitos anos, ela foi a maior estrutura arquitetônica da cidade, mas em 2012 foi ultrapassada pela Tokyo Skytree. A torre abriga antenas de telecomunicação e observatórios abertos ao público. 

    A torre tem 333 m de altura e tem observatórios com 150 e 250 metros de altura. O observatório principal, com 150 m, pode ser acessado através de elevador ou de escadas e já oferece uma boa visão de Tokyo. Do observatório mais alto, pode-se ver o Monte Fuji e Monte Stukuba quando o tempo está sem nuvens. Há uma cafeteria no andar mais baixo, então você pode tomar um café enquanto observa a paisagem panorâmica de Tokyo. 

    Nossa sugestão é visitar o lugar no fim da tarde, dessa forma você pode ver a cidade com luz, admirar o pôr do sol e então acompanhar as luzes dos edifícios acendendo. 

    Observatório principal (150 m): ¥900 
    Observatório especial (150 + 250 m): ¥2,800

    Os observatórios funcionam entre 9 e 23h, o horário limite para subir até eles é 22h30.
    Site: 
    http://www.tokyotower.co.jp 
     

     

    5. Asakusa

    Asakusa é um bairro histórico de Tokyo com atrações como o templo budista Senso-ji e a rua Nakamise. O bairro é simpático, tem várias ruas com boas lojas que vendem souvenir e construções mais antigas. A partir dali, você tem uma vista bonita para o Rio Sumida e pode até fazer um passeio de barco ao longo do rio, que possui muitas pontes. Durante a primavera, a orla ao longo do Rio Sumida fica muito bonita, cheia de cerejeiras floridas e pessoas fazendo piquenique sob as árvores. A orla do rio também oferece vista para a Tokyo Skytree e outros edifícios da região de Sumida. 

     

    Templo Senso-ji (Asakusa Station): também conhecido por Asakusa Kannon Temple, é um complexo de templos budistas, o mais popular de Tóquio. Ele guarda a imagem de Kannon, deusa da misericórdia.Foi construído em 645, é o mais antigo da cidade. Você chega pela estação de metrô Asakusa saída 2 ou 3 e vai caminhando até o Kaminarimon, que é o pequeno portal de entrada do templo. A partir daí você caminha pela rua Nakamise, cheia de lojinhas de souvenirs e lanchonetes, até o Hozomon, que é o grande portal de entrada do complexo. Lá dentro tem o templo principal com o altar folheado a ouro, uma Pagoda de 5 andares, e vários templos menores dedicados a diferentes divindades.

    Ainda estão nos arredores do templo um caldeirão com incensos — que os japoneses acreditam trazerem boa saúde — e um jardim chamado Deboin Garden, onde fica um museu com arte japonesa. Asakusa e em especial a Nakamise Street são lugares bem legais para experimentar uma comida diferente ou fazer umas comprinhas, já que as lojas próximas do templo oferecem muitas opções de lembranças de viagem e artigos relacionados ao Japão.

    Hours & Fees

    Main hall: 6:00 to 17:00 (from 6:30 from October to March)
    Temple grounds: Always open

    Admission: Free

     Site: http://www.senso-ji.jp

     

    SUMIDA: Um bairro que acabou de ganhar destaque por causa da recém-inaugurada Tokyo Skytree, a maior torre do mundo. Outros locais de interesse para os turistas são o Museu Edo Tóquio e o Ryogoku Kokugikan, que é o Estádio Nacional de Sumô.

    Tokyo Skytree: Com 634 metros de altura, a Tokyo Skytree é a maior torre do mundo. Além da própria torre, construída com tecnologia japonesa para resistir a abalos sísmicos, o elevador também é um diferencial do lugar, pois tem capacidade para transportar 40 passageiros e atinge uma velocidade de 600 metros por minuto. 

    A torre tem uma coloração branca e recebe uma iluminação bonita durante a noite. Ela funciona como uma torre de radiodifusão e tem observatórios panorâmicos que oferecem uma vista fenomenal de Tokyo. De seus mirantes, é possível observar toda a cidade e diversos pontos de interesse. 

    Há dois mirantes diferentes, um deles a 350 m de altura (Tembo Deck) e outro a 450 m (Tembo Galleria). O mirante mais baixo possui 3 pisos, onde ficam cafeterias, lojas de presentes, um restaurante e um espaço com piso de vidro, onde você pode observar a estrutura da torre aos seus pés. O mirante do Tembo Deck (350 m) oferece uma vista suficiente para admirar toda a cidade e ver locais como o Templo Senso-ji, Tokyo Tower, as várias pontes ao longo do Rio Sumida e diversas montanhas e alpes japoneses — isso tudo, claro, quando o tempo está bem aberto e sem neblina.

    Nossa sugestão é subir ao lugar justamente em dia de sol para admirar melhor a paisagem, se o tempo não estiver muito aberto, é melhor não subir ao piso mais alto, porque poderá ser dinheiro jogado fora. A vista de ambos os observatórios não decepciona e é realmente surpreendente a altura da torre. Estão disponíveis no observatório principal (350 m) televisões touch screen que permitem conhecer melhor os pontos turísticos da cidade — a interatividade deixa o passeio ainda mais bacana. 

    Há na base da torre um shopping com diversas lojas, restaurantes e lanchonetes. Há pisos do lugar dedicados apenas à comida que têm lanchonetes muito gostosas! Recomendamos muito que depois de subir à Tokyo Skytree você faça uma parada em seus andares inferiores para comer uma torta ou alguma guloseima japonesa. 

    Diferentes ingressos com diferentes valores são vendidos para visitar a torre, há ingressos com horário e dia marcados, outros com apenas dia marcado, que você compra na hora, antes subir a torre. A diferença de ter um horário marcado para subir ao observatório é que você não terá que enfrentar filas para pegar o elevador e, acredite, elas podem ser longas. No ponto de venda de ingressos que fica na torre, você pode optar por comprar um ingresso "fura-fila" (mais caro) ou o ingresso "normal", cogite comprar o "fura-fila" apenas se houver muita gente esperando para pegar o elevador que vai ao observatório. 
    Site: 
    http://www.tokyo-skytree.jp 
    Horário: Seg–Dom: 8:00–22:00\n

    Admission Fees

     

    Same-day Ticket

    Ticket type

    18 years old and over

    12 - 17 years old

    6 - 11 years old

    4 - 5 years old

    TOKYO SKYTREETEMBO DECKFloor350

    ¥2,060(¥1,030)

    ¥1,540(¥770)

    ¥930(¥460)

    ¥620(¥310)

    TOKYO SKYTREETEMBO GALLERIAFloor450

    ¥1,030(¥510)

    ¥820(¥410)

    ¥510(¥260)

    ¥310(¥150)

     

    Fast Skytree Ticket

    Ticket type

    12 years old and over

    4 - 11 years old

    Single ticketFloor350

    ¥3,000

    ¥1,500

    Combo ticketFloor350+450

    ¥4,000

    ¥2,000

    ·         Children aged 3 years or under are free.

    ·         Rates in ( ) parentheses are for visitors with disabilities. Please present a disability ID card or other ID for verification.

    ·         There are no disability discounts available for Fast Skytree Ticket.

    ·         Combo tickets are only available at the Fast Skytree Ticket counter.

     

    Edo-Tokyo Museum (Ryogoku Station, metrô ou trem): esse museu é muito interessante, mostra objetos, ambientes e estruturas preservadas da antiga Edo até a Tóquio moderna. Tem um teatro inteiro preservado dentro do museu, uma ponte de madeira, maquetes impressionantes super detalhadas, bem legal. Você vai conhecendo a história da cidade desde sua fundação, passando pelos terremotos, incêndios, bombardeios, até os dias de hoje. A lojinha de souvenirs e objetos de arte no térreo é ótima.

     

    6. Akihabara

    Akihabara, ou apenas Akiba, é conhecida principalmente pelos mangas, animes e cultura otaku. Imagine uma longa avenida fechada para pedestres com centenas de lojas só disso. A região também possui estabelecimentos de pachinkomaid cafes (que são restaurantes nos quais as garçonetes se vestem como personagens de animes) e muita diversão para adultos.

    Também é o lugar ideal para encontrar produtos eletrônicos e novas tecnologias. Nesta área é possível encontrar invenções únicas que você não vê em nenhum outro lugar do mundo. Muitos dos produtos eletrônicos em exibição podem ser testados de graça. Para quem procura eletrônicos, Entre as principais lojas da região estão a Laox, Sofmap e a enorme Yodobashi Camera. Note que nas lojas que têm muitos andares pode ser difícil encontrar o que você procura, então saiba que cada andar costuma ser dedicado a um tipo de produto. 

    Pachinko: Poucas coisas haverá tão estranhas como abrir as portas de uma pachinko e entrar. Do lado de fora, silêncio; assim que as portas se abrem, o inferno. Um barulho ensurdecedor saído de centenas de máquinas de jogo, alinhadas, frequentadas por homens de olhar alucinado e ar cansado. São espaços de alienação coletiva, difíceis de entender. Mas que é uma experiência única, disso não tenho dúvidas.

    Ueno Park: foi um dos primeiros parques públicos do Japão, estabelecido em 1973. Na área onde está localizado o parque, ficava o templo Toeizan Kaneiji, que foi desconstruído com batalhas entre os japoneses e convertido no belo parque que hoje é. O local conta com várias atrações, entre elas um zoológico, o Tokyo National Museum, o National Science Museum e o Tokyo Metropolitan Art Museum, que são bons passeios para quem procura uma atração cultural para visitar. Além disso, o parque é um dos endereços mais populares do Japão durante a primavera, quando acontece o Cherry Blossom Festival. é um passeio ideal para combinar com a ida ao Templo Sensoji, no vizinho bairro de Asakusa.

    Aos domingos, entre 10:00 e 15:00, também são oferecidos gratuitamente a locação de 250 bicicletas para pedalar ao longo do curso de ciclismo do Palácio. As ruas são fechadas para o tráfego motorizado, de modo que todos possam caminhar pelas cinco pistas.

    O Ueno Park possui 3 templos e um santuário em seu interior. O Kaneiji já foi um dos maiores e mais importantes templos do país, durante a era Edo. Destruído pelas guerras, hoje é pequeno e partes dele são templos independentes, como o Kiyomizu Kannon, inspirado no famoso Kiyomizudera, em Kyoto, que tem um grande balcão de madeira e é bastante popular entre as mulheres que querem engravidar. O Toshogu Shrine, que também já foi parte do Kaneiji, é mais uma das construções japonesas dedicadas ao Tokugawa Ieyasu, o fundador e primeiro xogum do Xogunato Tokugawa. O Bentendo fica em uma ilha no meio do lago Shinobazu e lota na época da florada das cerejeiras, quando ocorrem os festivais no parque.

     

    Imperial Palace: localizado próximo à Tokyo Station, é a residência oficial da família imperial japonesa. Ele foi construído sobre a base do Edo Castle (1457) e até hoje algumas de suas muralhas permanecem de pé. Sua construção se deu quando a capital japonesa foi transferida de Kyoto para Tokyo e embora o palácio tenha sido destruído durante a Segunda Guerra, ele foi reconstruído de acordo com o modelo original. O Palácio ocupa um grande espaço na região central de Tokyo e está cercado por um lago e por jardins conhecidos como Imperial Palace East Gardens, que podem ser visitados o ano todo (ficam fechados nas segundas-feiras). A parte inferior do palácio, onde vive a família imperial, não costuma estar aberta ao público. Ao visitar o Palácio e seus jardins, não deixe de admirar a ponte Nijubashi, um dos símbolos do lugar, as grandes muralhas das construções e o lago ao seu redor. 

     

    Imperial Palace East Garden: são jardins adjacentes ao Palácio Imperal de Tokyo. O lugar tem muros remanescentes do Edo Castle e reúne jardins com cerejeiras e um bom espaço gramado para curtir ao ar livre. O ponto alto da atração são as antigas muralhas do castelo, construídas com pedras enormes, encaixadas umas sobre as outras. A fundação da torre do antigo castelo permanece de pé; para quem gosta de atrações históricas, pode ser um bom passeio. O jardim fica aberto praticamente o ano todo, mas não abre ao público às segundas-feiras. Entrada gratuita. O jardim Imperial fica bem no centro de Tóquio, uns 10-15 minutos a pé da Tokyo Station.

     

    Tokyo National Museum: Localizado no Ueno Park, o Museu Nacional de Tokyo é um dos mais importantes museus do Japão. O complexo do museu nacional abriga uma grande coleção de artefatos e oferece aos seus visitantes um pouco de aprendizado a respeito da cultura japonesa e da história do país. A Galeria Principal do museu reúne objetos como armas antigas, espadas, armaduras utilizadas em guerras, além de quimonos tradicionais e obras de arte. Já na Galeria do Tesouro estão reunidas muitas obras de arte sobre o Japão. O Museu Nacional de Tokyo tem exposições permanentes e temporárias e pode ser um bom passeio para quem procura um programa cultural da cidade ou para quem se interessa pela história do país. Muitos dos objetos do museu estão bem conservados e podem ensinar bastante sobre a cultura japonesa. 
    Site: 
    http://www.tnm.jp  Horário: Ter–Dom: 9:30–17:00

    University Students: 410 yen

    Hours

    9:30 - 17:00 (last admission at 16:30)
    Kuroda Memorial Hall: trough the year 9:30 - 17:00 (last admission at 16:30)
    Research and Information Center: Monday-Friday, 9:30-17:00

    ·         Open until 21:00 on Fridays and Saturdays.

    ·         Regular exhibitions will be open until 21:00 on October 31 and November 1, 2018.

    ·         Open until 18:00 on Sundays and National Holidays, April - September, 2018.

    ·         Open until 22:00 on September 21 and 22, 2018.


    *Last admission 30 minutes before closing. 
    * Hours are subject to change.

     

     

    CHIYODA: É o coração de Tóquio, onde fica o Palácio Imperial e a sede de vários prédios do governo e embaixadas, além da estação de trem e metrô Tokyo Station. Também engloba a área de Akihabara.

    Chidorigafuchi (Kudanshita Station): é um parque na parte externa do Palácio Imperial, onde fica Chidorigafuchi, às margens do fosso e onde você pode alugar um barco a remo. É um dos melhores lugares para ver as cerejeiras em flor na cidade, realmente espetacular.

    Museu Shitamachi: um museu pequenininho mostrando ambientes e objetos de casas de pessoas comuns da antiga Edo. Simpático, mas se você vai ao Museu Edo Tóquio (muito maior, mostrando coisas parecidas) pode pular o Museu Shitamachi.

    Museu Nacional de Arte Ocidental: não é um museu muito grande e tem uma coleção bem bacana de pinturas e esculturas, a começar pela enorme escultura da Porta do Inferno, de Rodin, do lado de fora. Dentro do museu, você encontra muitos quadros de artistas importantes como Miró, Pollock, Monet, Renoir, Gauguin, Rubens, Tintoretto, entre outros.

    Templo Toshogu: esse lindo templo de 1616 sobreviveu a desastres naturais (terremotos, incêndios), as bombas da Segunda Guerra Mundial, e até hoje está lá no meio do Parque Ueno, com sua estrutura de madeira lindamente decorada com ouro e um caminho de lanternas de pedra até a entrada.

    Templo Bentendo: é um templo budista octogonal perto do lago Shinobazu. O original foi destruído por bombardeios na Segunda Guerra, e o templo atual é uma reconstrução de 1958. Em dias de festivais vários stands de comida formam uma ruazinha no caminho até o templo.

    Museu Nacional de Natureza e Ciência: é um museu de história natural e ciência, com direito a fósseis de dinossauros, astronomia, cinema 360 graus, geologia, parece bem interessante.

    7. Roppongi Hills

    O bairro dos expatriados e estrangeiros de Tóquio, com muitas embaixadas e escritórios de empresas estrangeiras. A noite de Roppongi é famosa com muitos clubes noturnos, restaurantes, bares, a rua fica fervilhando de gente. Roppongi Hills é um complexo de edifícios localizado no distrito de Roppongi, bastante conhecido por sua vida noturna. No complexo, estão edifícios com escritórios, lojas, cafeterias, restaurantes, museu e um shopping com uma arquitetura super moderna. Um dos edifícios que fazem parte do complexo é o Mori Tower, o qual possui um observatório ao público que oferece uma linda vista da cidade, principalmente quando o tempo está aberto. Roppongi Hills é a prova de como os empreendimentos em Tokyo tomam uma proporção grande e são "autossuficientes", já que em um mesmo local você encontra diversas fontes de entretenimento, bons restaurantes e opções para compras. 

    Roppongi Hills (Roppongi Station): é um complexo de shopping, restaurantes, galeria de arte, cinema, hotel (Grand Hyatt), museu de arte e o observatório Tokyo City View em Roppongi. Tem vários restaurantes bons, inclusive o L’Atelier de Joel Robuchon do chef francês estrelado.

    Tokyo City View, no alto da Mori Tower (Roppongi Station): um observatório no alto do prédio de 54 andares, tem uma vista bem bonita da cidade. Se você for a Tokyo Tower não precisa ir a Mori Tower e vice-versa, a vista é bem parecida.

    Tokyo Midtown (Roppongi ou Roppongi-itchome ou Nogizaka station): é um outro complexo de shopping, restaurantes, residências, hotel (Ritz-Carlton) e lazer como o Roppongi Hills. Tem ótimos restaurantes, como o sushi de esteira e um indiano que nós fomos, docerias e padarias francesas como Jean-Paul Hévin, Sadaharu, Maison Kaiser e até um novaiorquino Dean & Delucca Café.

     

    8. ODAIBA

    Odaiba (Odaibakaihinkoen Station): é uma ilha artificial ligada a Tóquio pela Rainbow Bridge (Ponte Arco-Íris) conecta a área de Shibara com a ilha Odaiba. O lugar é uma concentração de shopping centers gigantescos, e tem lojas de todos os tipos para todos os bolsos. Dentro dos shoppings da ilha você encontra um Legoland Discovery Center e o Sony ExploraScience, que é um museu interativo de luz, som e movimento. Uma ilha artificial e futurística com inúmeras atrações, entre elas o prédio da Fuji TV, museus, roda-gigante, um boneco gigante do Gundam, praia, entre outros. Dica: vá de trem e na volta atravesse a Rainbow Bridge a pé. A vista de Tóquio e da Rainbow Bridge a partir de Odaiba já vale a visita. Você pode ir de barco ou de monorail (ou ir de um jeito e voltar de outro, como nós fizemos). Se você tem pouco tempo na cidade, não recomendo ir até lá, a não ser que seja pra dar uma olhada na vista (no final do dia, pegando o anoitecer) e pronto. À noite, essa ponte de 918 metros brilha intensamente nas cores do arco-íris. Fazer uma caminhada ao longo dela é uma bela experiência que não lhe custará nada. Além disso, você pode aproveitar para tomar sol em uma praia artificial e ver uma réplica de 11 metros da Estátua da Liberdade.

    Ameyoko é outro lugar que parece ter parado no tempo e vale conhecer. Uma rua comercial entre as estações Ueno e Okachimachi onde você vai encontrar comida, roupas e bugigangas no geral, tudo no estilo de comércio do Japão antigo. Não longe de lá fica o Ueno Park, que passagem obrigatória para quem vai para Tokyo.

    Tokyo Disneyland : é um dos parques da Disney no Japão. O parque temático baseado nas histórias de Walt Disney foi o primeiro da rede a ser aberto fora dos Estados Unidos, em 1983. O parque segue a mesma proposta de alguns outros parques da Disney e foi inspirado na Disneyland (Califórnia) e no Magic Kingdom (Flórida). É um dos parques temáticos mais visitados do mundo e possui sete áreas distintas e com temas diversos, entre elas: Tomorrowland, Fantasyland, Adventureland e Critter Country. Para mais informações e preços, consulte o site da Tokyo Disneyland
    Site: http://www.tokyodisneyresort.jp/tdl/ 
    Horário: Seg–Dom: 8:00–22:00\n
    Preço: 7400 ienes

     

    Yokohama

    Site: http://www.welcome.city.yokohama.jp/eng/travel/

    População: 3.700.000 hab

    Distância de outras cidades: Tóquio 25 km, Kamakura 30 km

    A pequena vila de pescadores da Era Edo (1603 – 1867) abriu seus portos em 1859 e cresceu de forma expressiva. Hoje, Yokohama é a segunda maior cidade do Japão, atrás apenas de Tokyo e possui grande importância econômica para o país, por sediar o maior porto do Japão. Quando o centro do poder econômico e político migrou da antiga capital Kyoto para a Edo (atual Tóquio) do clã Tokugawa, Yokohama começou a prosperar. O empurrão seguinte, e mais significativo, foi a abertura dos portos japoneses ao comércio exterior, depois de mais de 200 anos de clausura. De repente, a cidade tornou-se a principal porta de entrada de produtos, vestuários, alimentos e ideias estrangeiras, tornando-se um destino cosmopolita e a plataforma de um Estado moderno, moldado, em grande parte, sobre conceitos ocidentais.

    Ao mesmo tempo que essa proximidade com a capital ajudou a catapultar seu desenvolvimento, ele também obscureceu sua identidade. Em parte, Yokohama, capital da província de Kanagawa, passou a ser uma espécide cidade-dormitório, quase um subúrbio da irmã maior. Tudo começou a mudar um pouco em meados do século 20, com o desenvolvimento de suas antigas docas e armazéns. Uma miríade de novos restaurantes, centros de lazer, hotéis e centros de convenções surgiram na região, tornando-a uma alternativa atraente e aprazível à Tóquio.  Yokohama, inclusive, é um dos melhores lugares para fazer compras. Nos diversos shopping centers localizados na região de Sakuraguicho, você encontrará a Snoopy Store, o Pokemon Center, a Shonen Jump, Disney Store, Lego Store, Hello Kitty Store e uma Ikea na estação de Shin Yokohama. Se é do tipo que adora uma promoção, temos o Mitsui Outlet Park Yokohama Bayside. 

     

    COMO CHEGAR

    São diversas opções para chegar em Yokohama, partindo de Tokyo. JR Tokaido Line, JR Keihin-Tohoku ou JR Yokosuka Line, saindo de Tokyo Station ou Shinagawa Station, ou JR Shonan Shinjuku Line, saindo da Shinjuku Station. Todas elas passam pela Yokohama Station. Também dá para pegar a JR Tokaido Shinkansen na Tokyo Station e ir até a Shin-Yokohama Station. Dentro da cidade, é possível utilizar a JR Yokohama Line para se locomover. Chegando na estação procure o balcão de informações e pegue um mapa. Tente não voltar entre 18h e 19h para TÓQUIO, que é o horário de pico. Com certeza os trens estarão abarrotados. Programe-se para voltar antes ou depois deste horário e a sua viagem de volta será tão tranquila quanto à de ida.

    COMO CIRCULAR

    Trem, ônibus e metrô são as melhores formas de se alcançar as principais atrações turísticas de Yokohama. As viagens são cobradas conforme a distância percorrida. Nós optamos por pegar um ônibus do tipo Hop on Hop off que passava pelos principais pontos turísticos da cidade. O bom é que você pode pagar cada trecho separadamente se quiser e foi isso que fizemos. Do ônibus nós fomos tendo uma visão geral de Yokohama e nossa primeira parada foi em Chinatown. O resto do percurso fizemos à pé pela região do Parque Yamashita e Minato Mirai 21.

     

     

    1. O bairro de Minato Mirai 21

    Significa “Porto do Futuro 21” e é o nome da zona urbana à beira-mar no centro de Yokohama. É um bairro com muitos prédios comerciais, shoppings, museus e restaurantes.

     

    - Cosmo World: Parque de diversões que contém o símbolo de Yokohama: a roda-gigante, inaugurada em 1997, que está entre as maiores do mundo, com uma altura de 112,5 metros, capacidade para 480 passageiros e volta que dura 15 minutos. Ela é um grande relógio digital. O passeio proporciona uma vista impressionante, além de ser agradável num dia ensolarado. Outra boa atração é a montanha russa que simula uma queda livre dentro de um lago.  “mergulha” em um túnel subaquático dentro de uma piscina.  A entrada no parque é gratuita e cada atração é paga separadamente. O ingresso para a roda gigante custou 800 ienes.

     

    Para ter aquela vista cartão postal de Yokohama, o melhor lugar é o deque do Terminal Internacional de Cruzeiros. O anoitecer é um momento bastante aguardado pelos fotógrafos de plantão. A mudança de cores do céu logo após o pôr-do-sol junto com as luzes da cidade que começam a acender formam o cenário perfeito para a fotografia.

     

    - Landmark Tower: já foi considerada a torre mais alta do Japão, com 296 metros. É claro que hoje existem outras torres mais altas no país, mas nem por isso a Landmark deixa de ser interessante. Ela fica bem pertinho da estação de trem e é legal ir no começo do dia para ter uma visão 360° de Yokohama. Com abertura às 10h, a entrada custa 1000 ienes e te dá acesso ao 69° andar, que é onde fica o observatório da torre, SKY GARDEN. Lá em cima, em um espaço todo envidraçado, você terá uma visão completa da cidade e se o dia estiver aberto, você conseguirá até ter uma excelente visão do Monte Fuji, que não fica muito longe dali. Além do observatório, o 69° andar conta com um café e lojinhas com souvenires de Yokohama. Se você não estiver a fim de comprar nada, uma boa lembrança da Landmark e também da cidade de Yokohama é o carimbo que eles disponibilizam por ali. Leve seu caderninho e carimbe com o prédio que é símbolo da cidade. Uma dica é deixar para subir a noite para ver toda a cidade iluminada e com o show de luzes e cores.

     

     

    2. MUSEUS

     

    - Cupnoodles Museum: conta a história de Momofuku Ando, o criador do miojo instantâneo como conhecemos hoje e a evolução deste alimento através dos anos. Você poderá ver todas as embalagens que o miojo já teve, os sabores inusitados que ele tem no Japão, como ele é consumido nos diferentes países e como faz parte da cultura oriental. O museu em si é informativo, mas não tem tanta graça. A melhor parte dele é o terceiro andar, que é onde fica o My Cupnoodles Factory. Lá, você pode criar o seu próprio Cupnoodles pra levar pra casa.

    Funciona assim: você chega lá, paga 300 ienes por pessoa e recebe um copo vazio de Cupnoodles para personalizar da forma como quiser. Depois, você vai para um área onde escolhe quais serão os ingredientes do seu Cupnoodles.
    O macarrão é padrão, o mesmo para todo mundo, mas você pode escolher cinco ingredientes dentre 12 opções para colocar no seu copinho (carne de porco, frango, ovo, legumes…) e também qual caldo irá querer: apimentado, curry, legumes…
    Tem algumas opções de sabores que só são disponibilizados lá no museu, ou seja, será impossível você comer um Cupnoodles igual em outro lugar do mundo.
    Os funcionários fazem o seu Cupnoodles na hora, na sua frente. Depois a embalagem é fechada a vácuo e você ganha uma bolsinha para carregá-lo. No andar térreo, ao lado da bilheteria, tem uma lojinha ótima, com vários souvenires bonitinhos e com um preço bom.
    Aberto das 9:00 às 19:00. entrada a 500 ienes.

    - Shin Yokohama Ramen Museum - foi fundado em 1994 por Yoji Iwaoka e foi o primeiro museu sobre comida inaugurado no mundo. Está dividido em duas áreas: a primeira, uma réplica de uma vila de Tokyo no ano Showa 33, (1958), Shitamachi (cidade baixa), uma grande área de Tóquio, com fortes raízes na classe trabalhadora. convida os visitantes a experimentarem lámens de diversas regiões do Japão. No outro andar você encontra souvenires, a cultura e a história do lámen. Quanto? 310 yens.

    - Yokohama Doll Museum - O Yokohama Doll Museum convida seus visitantes a passearem pelo mundo das bonecas. O museu possui um acervo de 3500 bonecas de diversas regiões do Japão e bonecas folclóricas de mais de 141 países. Quanto? 400 yen Onde? Estação Ishikawacho. Mais informações aqui 

    - Museu da Migração Japonesa ao Exterior – Você sabia que mais de 2,5 milhões de japoneses deixaram sua terra natal para começar a vida em outro lugar? Inaugurado em outubro de 2002, seu objetivo é promover um entendimento da história da migração japonesa, sendo dedicado àqueles que contribuíram na construção de novas civilizações nas Américas. Quanto? Grátis. Onde? 10 minutos à pé da estação Minato Mirai (linha Minato Mirai) ou Sakuragicho (linha JR). Mais informações aqui 

    -  Museu do Anpaman –Um dos desenhos infantis mais populares do Japão. O personagem principal, Anpanman, é na verdade um pão de anko (uma pasta doce feita de feijão vermelho ou azuki) feito pelo cozinheiro Jam, que luta contra as forças do mal. Quanto? 1,000 ienes. Onde? Estação Takashimacho da linha de metro municipal ou Estação Shin-Takashima da Linha Minatomirai. Mais informações aqui 

    - Museu do Nippon Maru: É um antigo e importante navio-escola da Marinha que você pode conhecer por dentro. os cômodos são bem pequenos e apertados, um pouco mal iluminados, mas existem recursos simples pra aproveitar melhor a luz do sol. A entrada custa 600 ienes e dá direito de visitar também o Museu do Porto de Yokohama, que fica ao lado e tem um acervo bem completo.

     

    3. Chinatown (Chukagai)

    Um dos maiores bairros chineses do Japão, ultrapassando os de Kobe e Nagasaki, da Ásia e até do mundo. Sua população de chineses não é muito grande, com cerca de 3000 a 4000 pessoas. Na entrada da Chinatown de Yokohama existem quatro portões chineses e um templo colorido conhecido como Kanteibyo, que foi construído em 1873. Em uma área de 500 metros quadrados, existem mais de 600 restaurantes e 500 comércios! A área é bem legal para passear, com diversas lojinhas vendendo produtos chineses, mas o melhor de Chukagai é ir lá para almoçar.
    A região é famosa pelos Tabehoudai, restaurantes chineses em que você paga um preço fixo e pode comer o quanto quiser.
    São diversos deles, todos muito parecidos e todos eles te deixarão com a impressão de que são “pega-turistas”. Mas não são. Tem muito turista, sim, mas a maior parte é de grupos de japoneses que vão lá para comer bem e relativamente barato. Comer o famoso Nikuman (prato típico chines, uma espécie de pão recheado com carne de porco – tradicional -, mas existem outros tipos de recheios).

    Eu recomendo o Kafuku, logo na entrada de Chukagai.
    Você paga cerca de 2000 ienes por pessoa e pode comer à vontade, o quanto quiser.
    São mais de 120 pratos de camarão, frutos do mar, carne, frango, porco, vegetarianos, tudo à sua escolha. Você olha no cardápio e pede para a garçonete o que quer. O legal é que são pratos pequenos, então dá pra provar de tudo. Eu comi excelentes pratos de camarão e pato e pra quem gosta de Dim Sum, lá é o lugar certo. Não deixe de pedir o pato com laranja e o camarão apimentado com maionese. Deixe um espacinho para a sobremesa, pois tem várias opções ótimas. O que eu mais gostei era um bolo bem fofinho cozido no vapor, parecendo um pão de ló. Além de tudo isso, ocorrem no bairro uma grande variedade de festivais e eventos realizados ao longo do ano. Os principais são durante a semana do Ano Novo Chinês.

    4. Yamashita Park

    É um parque muito agradável localizado ao redor do Porto de Yokohama. Tem uma vista bem bonita dos prédios. A área do parque fica bem pertinho da Chinatown, dá pra ir andando. Esse parque é muito fotogênico.

     

    5. Red Brick Warehouse (Akarenga)

    Esta área histórica abriu em 1911 e foi antigamente usada como alfândega portuária. Hoje os edifícios estão abertos a turistas e constituem um ponto de paragem atraente ao longo do porto. Hoje, em seu interior há muitas lojas e restaurantes exclusivos. Um antigo galpão transformado em galeria, super descolada e moderna, que lembra o Chelsea Market de Nova York em alguns pontos. O Akarenga possui três andares: o terceiro e último andar é dedicado a “Inspirar a sua Imaginação”, com bares e restaurantes que tem uma vista linda da cidade e do mar. Perfeito para tomar uns bons drinks antes do retorno a Tóquio.
    No segundo andar, o objetivo é “Expandir a sua Criatividade”, com diversas lojas de arte, design e decoração. Vai dar vontade de comprar tudo!
    O primeiro andar é chamado de “Espírito de Yokohama”, pois aqui estão as lojinhas que vendem produtos típicos da cidade, como biscoitos, chocolates e café.

    No primeiro andar também está localizada a praça de alimentação do Akarenga, se você quiser tomar um café ou suco antes de voltar para Tóquio. Aproveite o passeio, ao sair do prédio, vá caminhando pela beira do mar, deslumbre a paisagem e vá até o píer de Osanbashi. Uma dica: se você for do tipo que gosta de caminhar, vá andando até a estação de Sakuraguicho para admirar essa cidade tão linda.

     

    6. Yokohama Internacional Stadium (Nissan Stadium) – Lendário estádio onde aconteceu a final entre Alemanha e Brasil pela Copa do Mundo FIFA em 30 de Junho de 2002. Sediou três jogos da primeira fase da Copa do Mundo. Logo na entrada tem a bandeira brasileira, os jogadores que disputaram a partida e uma pegada do Cafu?!

     

    7.    Hakkeijima Sea Paradise - Um dos maiores aquários do Japão, com mais de 500 tipos de peixes e 100 mil espécies marinhas. Para chegar ao segundo andar, é necessário subir por uma escada rolante que na verdade é um túnel de visão submarina! Quanto? 3,000 Yen Onde? Estação Shin-sugita. A entrada é grátis e os visitantes têm a opção de comprar um passe diário ou de pagar conforme usufruem. Aqui fica localizada a única exibição de tubarões-baleia do leste do Japão.

     

    8.    Kirin Beer Village – Uma das maiores companhias de cerveja do Japão realiza um tour de aproximadamente uma hora por sua fábrica. No final, é feita uma degustação de petiscos e cervejas. Quanto? Grátis mas se possível reservar com na antecedência. Onde? Estção Shinkoyasu da JR Keihin Tohoku Line ou Estação Namamugi da Keihin Kyuko Line. Mais informações aqui  

    Apesar de não ser um ponto de interesse específico, Yokohama é famosa pelas suas fábricas e bares de cerveja artesanal. Yokohama tem uma rica tradição de cerveja e acolhe a primeira grande cervejaria comercial de todo o Japão (agora conhecida por cerveja Kirin). Consulte mapas de cerveja, bares e festivais de cerveja na página de turismo da cerveja.

     

    9.  Zoorasia - Inaugurado em 1999, o Zoorasia é um dos mais modernos, amplos e conservados zoológicos do Japão. Sob os temas de "Simbiose da Vida" e "Harmonia com a Natureza" é um espaço bem aconchegante e um conceito de zoo bem diferente do que estamos acostumados. Quanto? 600 ienes Onde: Pegue um trem de Yokohama até a Estação Tsurugamine (14 minutos, ¥ 190). Depois, pegue um ônibus com destino ao zoológico (15 minutos, ¥ 290, partidas a cada 20 minutos). Mais informações aqui  

     

    10. Porto de Yokohama

    O Porto de Yokohama fica na Baía de Tokyo, pertence à cidade de Yokohama e uma parte fica no distrito de Tsurumi. Ele foi inaugurado em 1859, como um porto internacional. Portanto, está completando 150 anos.

    Osanbashi Pier: Local onde os cruzeiros internacionais ancoram quando passam por Yokohama. O cais tem 400m de extensão com passarelas de madeira e um deck com vista para o Parque Yamashita e a Minato Mirai.  Lá tem um ponto onde conseguimos avistar as três famosas torres de Yokohama (King, Jack e Queen) e a projeção no chão mostra a localização de cada uma delas.

    11. Sankeien Garden – Estes jardins tradicionais abriram em 1906 e contêm muitas estruturas com grande significado histórico e propriedades culturais do Japão. O Sankeien ocupa mais de 175 mil metros quadrados e possui lagos, riachos, caminhos sinuosos e uma belíssima arquitetura. As entradas custam 500 ienes e os jardins estão abertos das 9:00 às 17:00. Onde? Estação Negishi da JR Keihin Tohoku Negishi Line. Confira o post sobre meu passeio por lá.

     

    12. Yokohama Marine TowerO Yokohama Marine Tower foi construído e inaugurado em comemoração do 100º aniversário da abertura do Porto de Yokohama. Quanto? ¥ 750. Onde? Estação Ishikawacho: Linha JR / Metrô Linha Municipal.

     

    • Gostei! 4
  11. Olá pessoal! O que irei compartilhar com vocês foi uma compilação bastante abrangente de informações sobre todos os pontos turísticos das capitais escandinavas, que reuni para montar minha viagem quando estava morando em Portugal. As informações foram extraídas aqui do site e também de muitos blogs. Aproveitem!

     

    ROTEIRO ESCANDINÁVIA

     

    DIA

    SAÍDA

    CHEGADA

    HORA VÔO

    PREÇO

    HOSPEDAGEM

    PREÇO

    SEXTA – 10

    PORTO

    COPENHAGEN

    07:30 – 14:10

    R$ 798

     

     

    SÁB – 11

    COPENHAGEN

     

     

     

     

     

    DOM – 12

    COPENHAGEN

    HELSINQUE

    17:00 -19:35

    R$ 399

     

     

    SEG – 13

    HELSINQUE

    HELSINQUE - TALLIN - HELSINQUE

     

     

     

     

    TERÇA – 14

    HELSINQUE

    ESTOCOLMO

    15:55 – 15:55

    R$ 288

    79,60 euro

     

    QUAR – 15

    ESTOCOLMO

     

     

     

     

     

    QUIN – 16

    ESTOCOLMO

    OSLO

    17:30 – 18:30

    R$ 362

    106,50 euros

     

    SEXTA – 17

    OSLO

     

     

     

     

     

    SÁB - 18

    OSLO

    PORTO

    18:40 – 23:25

    R$ 939

     

     

    TOTAL

     

     

     

    R$ 2786

     

     

     

     

     

    Copenhage

     

    Roteiro do 1º Dia

    Comece o seu roteiro em Copenhague no Nyhavn, um dos pontos turísticos mais populares e característicos da cidade.

    Nyhavn, na verdade, foi um porto bem movimentado, onde navios do mundo todo costumavam parar para descarregar a carga destinada a abastecer o país. Originalmente, esta área era a mais degradada da cidade, cheia de marinheiros, prostitutas e bares populares.

     

    Recentemente Nyhavn passou por um processo de revitalização e representa um dos pontos mais charmosos e sofisticados da cidade.

    Saindo de Nyhavn siga pelacharmosa orla denominada Larsen Plads, e depois entre no Kastellet, um complexo que antigamente foi uma vila e abrigou também um forte militar. Por lá você vai encontrar parques, igrejas, museus e até moinhos de vento. O passeio é extremamente agradável!

    Aproveite que está na área para visitar a tímida, mas icônica Pequena Sereia, ou Little Mermaid, uma escultura dedicada a Hans Christian Andersen’s, um escritor dinamarquês que escreveu o conto.

     

    Esta é uma atração muito polêmica e controversa. Muitos amam e outros odeiam. Seja qual for a sua opinião, acreditamos que vale a pena passar lá para verificar a obra de arte esculpida em bronze.

    De lá, siga para o complexo que engloba o Amalienborg Palace e o Frederiksstaden , com quatro edifícios idênticos, os quais já foram residência de muitos reis e onde você vai encontrar a guarda dinamarquesa organizada.

     

    Aliás, chegue lá em torno de 12 horas, pois é quando ocorre a troca de guardas, uma experiência fantástica e completamente diferente de todas as outras que você já viu. A cerimônia dura cerca de 15 minutos e é bem animada.

    É possível visitar o interior do Palácio Amalienborg. Para mais informações sobre ingresso ehorários clique aqui.

    Não deixe de visitar o jardim que fica em frente ao Palácio Amalienborg, de onde se pode admirar o moderníssimo prédio da Filarmônica de Copenhage.

    Depois siga para admirar a Igreja Marmokirken, com sua cúpula de mármore Norueguês e aparência impressionante. Sem dúvidas uma das igrejas mais lindas que já visitamos.

     

    Depois de explorar esta região siga para a praça principal, Kongens Nytorv, ou a Nova Praça do Rei.

    Ao redor da praça estão alguns dos mais importantes e icônicos edifícios da Dinamarca, como a Casa de Ópera, o “Hotel d’Angleterre” – que abriga famosos uma estátua equestre com a imagem de Christian V, um dos responsáveis pela revitalização da praça e da cidade no século 16 e também gigante Magasin du Nord, onde é possível encontrar produtos de alguns dos melhores designers da Dinamarca, Escandinávia e quem sabe do mundo.

    Você pode escolher uma boa opção de restaurante por lá para almoçar.

    Siga, então, para o Rosenborg Slot, um dos mais lindos e incríveis castelos que tivemos a oportunidade de visitar. É, sem dúvidas, uma sensação de estar em um conto de fadas.

     

    Este castelo de 400 anos, em pleno centro da capital dinamarquesa, representa a época de esplendor real e abriga diversos tesouros da monarquia – as jóias da coroa. Para visitar o interior, verificar informações sobre ingressos e horários clique aqui.

    Independente de sua visita ao interior do castelo, o que impressiona mesmo é o seu exterior, com lindos jardins, exposições artísticas e um edifício de tirar o fôlego! Passeie com calma e absorva todos os detalhes deste local incrível e inesquecível.

    Continue pela Rua  Landemaerket até chegar na Rundetarn – a Torre Redonda, o mais antigo observatório europeu em atividade.

    Atualmente a torre é utilizada por astrônomos e também aberta aberta a visitação para os turistas. É interessante, pelo menos, visitar a atração para admirar a sua arquitetura completamente diferenciada. Para informações sobre ingressos e horários de funcionamento clique aqui.

    De lá, siga para a Vor Frelsers Kirke, uma  igreja de 1680, que conta com uma das torres mais bonitas de Copenhague . A escadaria em espiral que vai até o alto tem 400 degraus, sendo 150 deles externos e do topo é possível ter uma visão incrível da cidade.

    Termine o dia na movimentada e super chique Avenida Stroget, que conta com muitas lojas, movimento, restaurantes e representa o coração pulsante de Copenhage.

     

    A Stroget é uma das mais largas avenidas destinadas a pedestres na Europa e merece uma visita com calma!

    Roteiro do 2º dia em Copenhage

    Comece o dia visitando o Christiansborg Palace, que além de ser sede do Parlamento dinamarquês divide sedia também a Suprema Corte Dinamarquesa, assim como os escritórios do Primeiro-Ministro e os Apartamentos Reais.

     

    É, sem dúvidas, uma atração imperdível na cidade.

    Você pode visitar o Great Hall, ou o Salão Real, onde ficam as tapecarias da rainha e outras obras de arte estão abertos a visitação. Este, contudo, é um espaço pago, mas existem outros aposentos do Palácio com entrada gratuita.

    Dica Imperdível: Se você estiver em Copenhage em um domingo pode chegar cedo para recolher os bilhetes gratuitos para a visita guiada que acontece neste dia.

     

    Clique aqui para verificar horários e valores de ingressos para visitar o  Christiansborg Palace.

    Na saida, passe pela Ponte de Mármore, uma das principais pontes que liga a pequena ilha de Slotsholmen, onde fica o Parlamento, com o restante da cidade.

    Siga para o Museu Nacional, que fica bem próximo ao Palácio. Clique aqui para verificar informações sobre exposições e horáriosA entrada do Museu é gratuita e a visita vale a pena, nem que seja muito rápida.

    Depois, visite a NY Carlsberg Glyptotek. Este museu tem a entrada paga, mas de qualquer forma, vale a pena visitar, pois a estrutura é super interessante. Clique aqui para verificar informações sobre preços e horários.

    De lá, siga para a Kobenhavns Radhus, a praça que abriga o prédio da prefeitura e é uma das áreas mais movimentadas da cidade. Aproveite para dar uma passeada pelos arredores da praça para depois conhecer o Tivoli Gardens.

    O Tivoli Gardens em Copenhagen é o segundo parque mais antigo do mundo e une modernidade com a tradição. Foi inaugurado em Agosto de 1843 e ainda conserva o charme retrô.

    Clique aqui para verificar o nosso post completo do Parque Tivoli.

    Engana-se quem pensa que o Tivoli Gardens é apenas mais um parque de diversões e não aproveita a viagem para Copenhagen para visitar o complexo.

     

    O Tivoli só abre na primavera e verão e no resto do ano apenas em dias específicos como o Halloween e no Natal. Se você visitar Copenhage na época certa, não pode deixar esta atração de fora do seu roteiro, pois ela é imperdível!

    Aproveite que está na cidade para conhecer comunidade Christiana, uma cidade alternativa e livre dentro de Copenhage.

    A área é mantida e dominada pelos habitantes que vivem um estilo de vida diferente. Muitos locais consideram Christiana perigosa, mas se você não invadir demais a área não terá problemas.

    Christiania (a Cidade Livre) foi fundada em 1971 a partir de um grupo de moradores do bairro Christianshaven. Os fundadores invadiram uma então área militar de 85 acres abandonada à beira do lago em busca de uma área verde e um parquinho para suas crianças.

    Depois da invasão, milhares de pessoas migraram para Christiania e criaram um mudo à parte da Dinamarca, mais especificamente, uma sociedade baseada nos ideais anarquista e que funciona a partir de suas próprias regras baseadas na liberdade e no senso de comunidade.

    Christiana é um local onde a liberdade impera e poucas coisas são proibidas, como, por exemplo, tirar fotografias e correr. É possível verificar o comércio de diversos itens por lá, inclusive drogas. Respeite as regras, não se assute e simplesmente aprecie a experiência cultural incrível que é visitar este espaço único no mundo. Para visualizar mais imagens de Christiana clique aqui.

    Para chegar lá, a estação de metrô mais próxima é a de Christianshavn.

    Depois,você pode visitar o moderníssimo Parque dos Museus de Copenhage, a mais nova atração da cidade.Clique aqui para saber mais detalhes. 

    Se preferir, você pode voltar para o seu lugar predileto na cidade ou simplesmente andar sem rumo por Copenhage e se apaixonar ainda mais pela cidade!

     

    Roteiro do 3º Dia em Copenhagen (opcional)

    Visite o incrível Castelo Frederiksborg em seu terceiro dia de viagem.

    Dancedinedream

    O Castelo não está situado em Copenhague, mas em Hillerød, a norte da cidade. A maioria das pessoas limita-se a conhecer apenas a capital do país em suas viagens, contudo, se tiver disponibilidade, não deixe de ir além e conhecer jóias preciosas.

    Hillerød, assim como Roskilde, é uma cidade super pequena, com um pouco mais de 35 mil habitantes e a única atração da cidade é o Castelo de Frederiksborg.

    A visita ao castelo é uma atração imperdível e dura quase um dia todo. Aproveite e leve lanches para fazer pic nic nos jardins do castelo.

    Confira o post completo que encontramos no blog Contando as Horas, com muitas informações e fotos!

     

    Como chegar no castelo Frederiksborg

    Chegar no Castelo não tem erro.

    É possível pegar um S-tog (trem), que sai a cada 10 minutos da estação central de Copenhague até  Hillerød.

    A viagem dura cerca de 40 minutos e você vai sair na estação central da cidade. Para consultar mais detalhes sobre valores e horários, consulte o site da DSB.

    Da estação central é só ir caminhando até a principal rua de comércio da cidade e lá, pedir informação de como chegar até o castelo.

    Trata-se de uma caminhada é curta de 15 minutos e rapidinho você estará no maior castelo da Dinamarca!!

     

    Ingressos e horário de funcionamento

    O Castelo abre de Segunda a Domingo e tem os seguintes horários de funcionamento:

    Janeiro a 17 de Março: De 11 a 15 horas

    17 de Março a 31 de Outubro: De 10 a 17 horas

    1 de Novembro a 31 de Dezembro: De 11 a 15 horas

    O ingresso custa:

    Adultos: 75 DKK, Crianças: (6-15 anos): 20 DKK, Estudantes: 60 DKK

    Para consultar informações atualizadas clique aqui.

     

     

    Qual a média de temperatura por lá?

    As temperaturas médias de verão costumam ser superiores a 21°C, principalmente em julho. Os meses com maior índice de chuva são os entre junho e dezembro. O mês mais frio é fevereiro, com mínima de -2°C, mas o bom é que é muito raro nevar por lá.

     

     

    5. Quais os passeios são viáveis de se fazer em um dia para lugares próximos?

    – Malmo (Suécia) – 36 km;
    – Roskilde – 38 km;
    – Hillerod – 40 km;
    – Lousiania Museum of Modern Art – 40 km;
    – Helsingor (onde está o Castelo de Kronborg, o do Hamlet) – 47 km;


    – Helsimborg (Suécia) – 56 km;
    – Odense – 166 km;

     

     

     

    Como chegar ao Castelo de Hamlet, o príncipe da Dinamarca

    Postado por: Ana Catarina Portugal 15/09/2014em Curiosidades, Dinamarca

    Oficialmente ele é chamado de Castelo de Kronborg, mas ficou famoso por ser o cenário da história de Hamlet, um dos personagens mais famosos da obra teatral de William Shakespeare, por isso, todos os chamam de Castelo de Hamlet. É atualmente o castelo mais famoso da Dinamarca, recebendo em média 200 mil visitantes todos os anos.

    O Kronborg fica a 40 minutos de trem de Copenhagen, na pequena cidade portuária de Helsingør. É um passeio para uma manhã ou uma tarde, se você for visitar apenas o castelo, mas se quiser dar um passeio pela cidade ou, ainda, dar um “pulinho” na Suécia – que fica logo em frente – então, será preciso, ao menos, um dia inteiro.

    A origem da construção data de 1420, quando ainda era apenas um forte, o Forte Krogen. Apenas em 1585 ele ganhou o nome atual e se tornou de fato um castelo, pelas mãos do rei Frederico II.

    Ser ou não ser, eis a questão

    Até hoje é discutido se Shakespeare esteve ou não pessoalmente neste castelo, mas fato é que o escolheu para dar lugar a uma de suas mais famosas tragédias, que, segundo especialistas, foi a sua maior obra-prima. O texto foi escrito por volta de 1600 e entre os personagens da história, figuram nomes como Rosenkrantz e Guildenstern, que pertenciam a importantes famílias nobres dinamarquesas daquela época. 

    Mas não se deixe ludibriar, pois apesar da história ter ficado tão famosa e por vezes ser creditada como real, Hamlet nunca existiu de fato, não passa de um riquíssimo personagem saído de uma mente brilhante.

    Como chegar ao Castelo de Hamlet?

    É muito fácil ir até lá! Na Estação Central de Copenhague pegue o trem em direção a Helsingør, a viagem dura cerca de 45 minutos e faz algumas paradas no caminho, mas a estação que você deverá descer é a última, então, não tem erro!

    Existem trens para lá o dia inteiro, portanto, não há qualquer necessidade de comprar passagem com antecedência, pois esse trem é usado diariamente por pessoas que moram fora da capital, mas precisam ir e vir para trabalhar.

     

    Ao chegar em Helsingør, assim que sair da estação verá diversas indicações marcadas no chão mostrando o caminho para o castelo, mas mesmo que não houvesse nada, não seria necessário, pois da frente da estação já é possível vê-lo.

     

     

    Você fará uma caminhada de uns 15 minutos até lá e um pouquinho antes de chegar nele, se quiser aproveitar, poderá visitar o recém inaugurado Museu Nacional Marítimo, uma construção moderna que fica ao lado da entrada do castelo.

    A visita

    Ao atravessar os primeiros muros do castelo você encontrará uma maquete da construção, que te ajudará a ter uma ideia do todo.

     

    Em seguida já encontrará as muralhas, o fosso e a ponte que te dará acesso ao pátio central do castelo. A entrada da visitação fica numa das portas de madeira que estão nesse pátio. Ali você compra o ingresso – e muitos souveniers – e começa a rodar lá por dentro.

     

     

     

    Lá dentro você não verá tudo, mas terá acesso a apartamentos reais, salões e a capela. Entre os destaques está o Salão de Baile, que era o maior da Europa, com cerca de 740 m².

    Mas, para mim, a parte mais interessante são os subterrâneos. É lá que está um dos principais símbolos do país, a estátua de Holger The Dane (Holger, o dinamarquês). Ele representa um herói legendário, que ali está dormindo, mas pronto para entrar em ação a qualquer momento, se for necessário defender o seu país. Diz a lenda que em caso de ameaça à Dinamarca, a estátua de pedra se transformará em carne e osso.

     

     

    Além do castelo…

    Como eu disse antes, você pode aproveitar a ida até Helsingør para fazer alguns outros passeios. Algumas opções são:

    – rodar pela própria Helsingør, pois ela é uma cidade pequena e encantadora, além de visitar o já mencionado Museu Nacional Marítimo;

     

     

    – dar um pulinho na Suécia e foi o que fizemos. No mesmo prédio onde fica a estação de trem você compra a passagem para a balsa que liga os dois países. A travessia do estreito de Øresund leva cerca de 20 minutos e logo você desembarcará em Helsingborg, cidade sueca que você pode conhecer basicamente a pé;

     

    – na volta para Copenhagem o trem passará por uma estação chamada Humlebæk. Descendo ali você poderá visitar o Lousiana Museum, que infelizmente não pude conhecer por causa da chuva, mas que é tido como lindíssimo, já que muitas de suas obras ficam num imenso jardim a beira d`água.

    Informações úteis:

    Castelo de Kronborg
    – Endereço: Kronborg 2C, 3000 – Helsingør
    – Funcionamento: de novembro a março de terça a domingo das 11 às 16h. Abril, maio, setembro e outubro diariamente das 11 às 16h. De Junho a agosto diariamente das 10h às 17:30h
    – Preço: DKK 40 (Small Castle) e DKK 80 (Large Castle)
    – Site: http://www.kronborg.dk/

     

     

     

     

     

     

    HELSINQUE

     

    Helsinki (Finlândia) em um dia

    SOSViagem 03/09/2013 um dia escandinavia europa finlandia

     

    Helsinki: Monumento a Sibelius

    Helsinki, a capital da Finlândia, é uma cidade grande, mas a grande maioria de suas atrações está concentrada em uma mesma região. Logo, não é tão difícil assim ver todos os pontos principais em um dia.

    Pela manhã, para ganhar tempo, comece pelos pontos turísticos mais afastados do centro. Então é hora de visitar o Monumento Sibelius e a Igreja de Pedras.

    O Monumento Sibelius fica no meio de um parque de mesmo nome, ambos em homenagem ao músico Jean Sibelius. O monumento é um belíssimo exemplo de arte abstrata. Feito com 600 canos prateados que formam ondas, a idéia é capturar o estilo musical do compositor finlandês homenagiado. Se você der sorte, ainda pode encontrar um grupo de estudantes tocando obras de Sibelius.

     

    Igreja de Pedra

    Conhecida pelos finlandeses como Temppeliaukio Kirkko, a Igreja de Pedra é de origem luterana e sua construção em uma rocha atrai as atenções dos turistas.

    Escavada dentro de uma rocha de granito sólida, em 1969, com cobertura feita por um círculo côncavo de cobre, em seu interior a Igreja Luterana passa a impressão de que se está dentro de uma cratera.

    Com entrada gratuita diariamente, ao visitar a igreja você verá um interior com arquitetura moderna, com madeira, vidro e pedra misturados em meio aos raios de luz que entram pelo teto de vidro do monumento. Além disso, seu órgão imponente atrai os olhares de quem entra na igreja pela primeira vez.

    Quando não está sendo utilizada como local de apresentações musicais, principalmente concertos de música clássica, a igreja pode ser utilizada como um espaço para alguns minutos de tranquilidade e paz, sensações que sua atmosfera e energia transmitem a quem entra nesse local que é quase um templo.

    Com um charmoso contraste entre os materiais industrializados e aqueles oriundos da natureza, o local tem se tornado um destino cada vez mais visitado pelos turistas, que vão até a Igreja de Pedra conferir essa obra maravilhosa construída em meio a um bairro residencial de Helsinki.

     

    A Igreja das Pedras (Temppeliaukio Church) é totalmente diferente de qualquer igreja que você já visitou, porque, como o nome sugere, foi escavada em uma rocha enorme. Sim, todas as paredes são a rocha original. O teto é de madeira e tem várias aberturas para entrar luz natural. A acústica do lugar é excelente e, por isso, é comum fazerem concertos no local.

     



    Helsinki: Catedral

    Sua grandeza é visível tanto de fora quanto de dentro; o local possui espaço para até 1300 fiéis, que celebram seus encontros em meio a um altar construído em 1880, com belas estátuas de anjos, um órgão e púlpito.

    Suas belezas interior e exterior atraem grande número de turistas, sendo visitada anualmente por mais de 350 mil pessoas. Com uma restauração ocorrida entre 1980 e 1990, a Catedral tem sido utilizada para serviços litúrgicos, inclusive casamentos.

    De uma igreja para outra… agora é hora de visitar a belíssima Catedral. Um dos pontos turísticos mais reconhecíveis da Finlândia, a catedral tem uma cúpula verde maior no meio, e quatro outras ao redor. O design foi do arquiteto Carl Ludvig Engel, que foi contratado para projetar toda a Praça do Senado em conjunto, de modo que a catedral fosse o “ápice” do local. Acho que ele conseguiu. Se sua viagem ocorrer no verão, vai ver a escadaria na frente lotada de gente sentada aproveitando o sol!

    Há mais ou menos uma quadra de distância fica o Mercado Antigo (Old Market), que hoje em dia é mais voltado para turistas. Lá você vai encontrar vários tipos de souvenirs locais, algumas barracas de frutas e vários vendedores de comida, a grande maioria oferecendo peixes, especialmente salmão. Com certeza, fazer uma refeição na feira vai ser mais barato do que enfrentar um dos restaurantes caríssimos de Helsinki. Mas cuidado: se você for comer na feira, procure um lugar bastante protegido, pois as gaivotas não respeitam o prato de ninguém! No meio da praça, um obelisco e, no topo, uma águia de duas cabeças, considerado o símbolo da nação.

    Para terminar o dia, a pedida são dois museus. O primeiro é de graça e é o Museu da Cidade de Helsinki, que fica na área do Mercado Antigo. É legal para conhecer um pouquinho mais sobre a história e os moradores ilustres da cidade. No segundo andar, uma exposição com fotos antigas da cidade completa a experiência.

    Museu Nacional

    Outro ponto turístico em Helsinki é o Museu Nacional da Finlândia, que em seus seis complexos reúne diversas obras do país, desde a era pré-histórica, passando pela Idade Média, onde há exemplares de peças da sociedade finlandesa da época, a Era Pré-Industrial, onde o modo de vida rural destacava-se, chegando até os dias de hoje.

    Localizado em um edifício que lembra um castelo medieval neorromântico, o prédio por si só já é uma atração, mas vale a pena realizar o passeio completo, conhecendo um pouco da história do país.

     

    No Museu Nacional da Finlândia é possível conhecer um pouco da história do país

    O museu funciona às terças e quartas das 11h às 20h, de quinta a domingo das 11h às 18h e às terças a entrada é livre das 17h30 às 20h.

     Já o Museu do Design fica a algumas paradas de tram, mas, considerando que a Finlândia tem uma antiga história de grandes designs (a Ikea, a Nokia e o jogo Angry Birds, entre outros exemplos), o museu é mais uma forma de aprender um pouco sobre essa parte tão importante da cultura finlandesa.

    Dica do SOSViagem: A maioria das atrações nesse roteiro ficam na mesma linha de tram. E a gente tem ensina fazer um citytour em Helsinki usando o tram 2 e 3.

     

    City tour diferente no tram de Helsinki

    Helsinki conta com um ótimo sistema de transporte público formado por trams (ônibus elétricos) que te levam para todos os pontos da cidade. Mas o que a maioria dos turistas não sabem que é esse sistema tem um ótimo city tour disfarçado!

    As linhas 2 e 3 juntas (que na verdade são duas metades de um trajeto contínuo) formam um roteiro em formato de 8, e são uma ótima introdução à cidade de Helsinki. Tanto é que o Escritório de Informação ao Turista até organizou um panfleto com tudo que dá para ver em cada uma das paradas! O material (em inglês) pode ser baixado aqui. Vale observar que essas linhas mudaram de nome no mês de agosto/2013. Anteriormente eram chamadas 3B e 3T, e o panfleto ainda não foi atualizado. Mas não tem erro, já que a rota do tram não mudou.

    Mas, se você não quiser ler o panfleto em inglês, nós destacamos os 10 principais pontos do roteiro.

    Mapa das linhas de tram de Helsinki (ainda com os nomes antigos)

    1. Parada: Kauppatori (linha 2)
    Sugere-se que o roteiro seja iniciado na parada mais próxima ao Old Market Square. Nós já comentamos tudo o que tem de mais importante perto do Mercado no nosso roteiro de Helsinki.

    2. Parada: Senaatintori (linha 2)
    Essa é a parada para a Catedral e a Praça do Senado, que já mencionamos no nosso roteiro de Helsinki.

    3. Parada: Aleksanterinkatu (linha 2)
    Aleksanterinkatu é uma das melhores ruas para compras da cidade.

    4. Parada: Sammonkatu (linha 2)
    Essa é a parada para a Igreja das Rochas, que também já destacamos no nosso roteiro de Helsinki.

    5. Parada: Ooppera (linha 2)
    Aqui é a parada para a Ópera Nacional da Finlândia e para o Estádio Olímpico.

    6. Parada: Töölön halli (linha 2)
    A sua esquerda, o Museu do Tram. Essa também é a parada mais próxima para o Monumento a Sibelius. É só seguir a rua Humalistonkatu.

    7. Parada: Kansaneläkelaitos (linha 2)
    A sua direita, a Arena de Gelo de Helsinki e o Estádio de Futebol.

    8. Parada: Eiran sairaala (linha 3)
    Alguns dos melhores exemplos da arquitetura Art Nouveau de Helsinki estão nessa região.

    9. Parada: Varsapuistikko (linha 3)
    À direita, o Jardim Botânico da Universidade.

    10. Parada Fredrikinkatu (linha 3)
    Há várias lojinhas nessa região. Logo à direita da parada está o Café Ekberg, que é a cafeteria mais antiga de Helsinki.

    As linhas de tram 2 e 3 servem como um ótimo citytour a preços camaradas. Mas vale lembrar que não é grátis! Antes de embarcar em um dos trams, compre seu bilhete. Um bilhete para uma viagem única te dá direito de usar o transporte público por duas horas. Você também tem a opção de comprar um bilhete para o dia inteiro.

     

    Para otimizar o tempo, dividimos o nosso dia em dois momentos:

    1.       Manhã: conhecer a Fortaleza de Suomenlinna.

    2.       Tarde: conhecer os principais pontos turísticos de Helsinque.

    Fortaleza de Suomenlinna:

     

    Suomenlinna, patrimônio da Unesco, na Finlândia. Foto: CFR / Blog Pegadas na Estrada.

    A Fortaleza de Suomenlinna foi construída em 1747, pelo rei da Suécia, para proteger as províncias suecas na Finlândia dos avanços dos povos russos.

    Em 1772, a fortificação, chamada na época de Sveaborg, estava concluída: as seis ilhotas que compunham a região formavam um sistema defensivo articulado, envolvidas por uma cintura de proteção de muralhas de granito com 7,5 quilômetros de extensão. Essa defesa era complementada por uma série de torres de vigia, onde ficavam soldados suecos.

     

    Em 1802, no entanto, as tropas do czar cercaram a fortaleza, forçando os suecos a renunciar à posse de Sveaborg, bem como da Finlândia. A dominação russa na região durou mais de um século, até a Revolução de Outubro de 1917, na Rússia, quando os finlandeses finalmente conseguiram obter a sua independência.

    A fortaleza foi então rebatizada como Suomenlinna e aberta à visitação. Atualmente, Suomenllinaé uma das principais atrações da Finlândia e foi declarada Patrimônio da Humanidade pela Unescoem 1991.

     

    Para chegar à Suomenlinna, basta pegar o barco, operado pela Helsinki Region Transport Authority, na Praça do Mercado. Os bilhetes podem ser comprados em máquinas no próprio porto, não sendo possível comprá-los dentro do barco. Para consultar horários e tarifas, clique aqui. Observe, no entanto, que o ferry faz parte do sistema de transporte municipal e todos os tickets da Helsinki Region Transport Authority são válidos para o barco. Em resumo, se você tiver comprado o ticket de transporte de 24 horas da cidade de Helsinque, você não precisará comprar outro ticket para chegar a Suomenlinna.

    A viagem até a ilha é bem tranquila e rápida, cerca de 20 minutos. Assim que desembarcar no píer principal, você verá um centro de informações turísticas. Dê uma rápida passada lá e pegue o mapa gratuito com as rotas sugeridas. Nós fizemos a rota azul, que cobre a ilha de norte a sul.

    Passeamos pela ilha por cerca de 3 horas, tempo suficiente para conhecê-la. Se você tiver mais tempo, e for no verão, aproveite para curtir a natureza da ilha (tem até uma prainha) e experimentar um prato local em um dos seus vários restaurantes.

    Como fomos no outono, a ilha estava bem vazia e grande parte das lojas e restaurantes estavam fechados.

     

     

    Bate-volta para Tallinn, 1 dia na Estônia!

     

    Em meio à rota comercial que uniu a Rússia à Escandinávia, a pequena Tallinn, fundada em 1050, aos poucos ganhou o seu espaço na região, desenvolveu-se e chegou a fazer parte da Liga Hanseática, um poderoso grupo mercantil e militar formado pelos países do norte europeu.

    Para garantir a sua prosperidade, a cidade ergueu enormes muralhas ao seu redor, muralhasestas que podem ser vistas até hoje e dão um charme medieval à capital da Estônia.

     

    A Cidade Velha de Tallinn, listada como patrimônio cultural da humanidade pela Unesco, pode ser facilmente visitada em apenas 1 dia. É nessa região onde estão as principais atrações da cidade e excelentes restaurantes com pratos típicos da culinária estoniana.

    Em outubro de 2015, fizemos uma bate-volta de Helsinque para Tallinn. A seguir, descreveremos todos os detalhes que fizeram dessa viagem um dia tão especial.

    1) Como chegar:

    O principal aeroporto do país é o Lennart Meri Tallinn, que oferece conexões principalmente para capitais do norte europeu, como Estocolmo, Copenhague, Londres e Moscou.

    A cidade também pode ser acessada por ferries, uma maneira