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StinkFoot

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5 Neutra
  1. O drama com a mochila nao e' diferente de quem viaja com mala, exceto pelo fato que a mochila nao e' exatamente um volume compacto por conta das correiras, barrigueira e fechos. Durante alguns anos usei um saco feito de pano de guarda-chuva, com um fecho de ilhoses com cordao. Pra completar travava o cordame com aquelas bracedeiras para cabos de computador. O saco era otimo porque depois cabia em um bolso da mochila, o tormento era estourar as bracadeiras sem uma faca ou alicate. Depois de muito mico em aeroporto, pedindo faca ou canivete emprestado (sim passei por terrorista mais de uma vez), acabei descolando uma caneta com um prendedor de metal que depois de afiado dava conta de arrebentar os lacres e livrar a mochila. Com o tempo acabei desencanando do saco e usando so' os lacres mesmo, apenas amarrando todas as alcas e fechos de modo que a mochila vira-se um volume sem "abas". No fundo a grande sacada e simplesmente nao despachar nada que te possa fazer falta. Essas coisas por mais incomodas e pesadas, tem que ser carregadas na bagagem de mao mesmo... ...e reze para nao ter que passar por Heathrow.
  2. Tonial, No site de viagens do submarino voce pode selecionar o aeroporto de Katmandu sim, basta usar a sigla KTM. A cotacao deles mais barata foi de R$ 5.868 (+/- 2300 USD). Esse com um trecho GRU-Frankfurt-Delhi-Katmandu. No Decolar.com, os valores nao diferem muito: 2270USD pela SWISS GRU-Zurich-Bangkok-Katmandu. Se voce realmente encontrar uma tarifa mais barata que a do Decolar, pode inclusive pedir a diferenca para eles (serio, promocao do site!). Nada impede que voce consiga uma tarifa especial diretamente com uma agencia, mas acho pouco provavel que seja muito diferente disso. De qualquer forma vai posicionando as tuas descobertas por aqui! Um abraco, Vinicius
  3. Tonial, Da' uma checada nesse valor que voce passou via Frankfurt, estou com a impressao de que e' so' ida! Sei que existem boas barganhas se voces negociarem bem, mas em media de Sao Paulo ate' la' (e voltar - logico...), nao sai por menos de duas mil doletas. No mais estou a disposicao para ajudar. Por sinal se algum de voces tiver contato com alguma empresa interessada em fazer um investimento em marketing cultural, podendo reverter totalmente este valor em isencao do I.R., eu terei imenso prazer de apresentar o meu projeto editorial baseado nessa viagem (Sobre as Pedras - Uma jornada pelo Nepal). Esta pronto e ha' uma grande editora disposta a produzir, bastando apenas esse patrocinio para a coisa deslanchar.... Se quiserem uma palinha da coisa, busquem o topico "Escrever um livro - A terceira Viagem" na sessao Papo Mochileiro. Deixe uns *.PDFs e fotos por la'. Caso nao encontrem fico a disposicao para enviar por e-mail. Abracao. Vinicius
  4. Vareja, Trilha do Everest, EBC ou Campo Base, e' o circuito mais "popular" dentre as trilhas nepalesas, junto com outro circuito chamado Annapurna. Nao se trata de uma empreitada exclusiva para alpinistas, ja' que muita gente faz oque eu fiz, vai so' ate' a base da montanha. Por ser uma trilha tradicional conta com uma infra-estrutura diferente do que a maioria das pessoas estao acostumadas. Nao faz muito sentido por exemplo levar barraca, ja' que por todo o caminho ha' a opcao de pernoitar nas casas de cha' . Veja a descricao do Hendrik sobre a viagem que e' bem detalhada (ate' por que a publicacao do meu livro ja' virou uma novela a parte). Se quiser um bom ponto de partida para checar as trilhas do pais compre o Lonely Planet Trekking in Nepal Himalaya. La' todas as principais trilhas sao descritas com um sem-fim de informacoes interessantes. Abraco, Vinicius
  5. Tonial, Bom saber que seu projeto continua em andamento. O ingles e' uma otima ferramenta, ja' que talvez metade da viagem acontece com o saudavel choque cultural. Mas se ele estiver meia-boca, nao arregue nao. Vi muito alemao se virando sozinho por la', sem falhar lhufas do idioma saxao e menos ainda do nepali. Abraco, Vinicius
  6. Constante, Nao cruzei a fronteira de onibus, mas em geral oque mais vejo sao relatos de onibus de Varanasi(India) para Katmandu(Nepal). Tem uma infinidade deles na net. Quanto a epoca do ano, depende do que voce almeja por la' . As principais rotas de trekking costumam ser realizadas em Abril-Maio e Outubro-Novembro. Caso esse nao seja seu objetivo da' para aproveitar o pais o ano todo, talvez exceto pelo periodo de moncoes, com chuvas homericas, que vai de Julho ate' o meio de Setembro. Descreve ai o que voce tem em mente, quem sabe nao posso ajudar mais. Abraco, Vinicius
  7. Tonial, o Nepal é realmente barato. Nas montanhas então é até difícil gastar dinheiro. Claro você tem a opção de mudar a sua dieta para uma epopéia de Toblerones e Twixs vencidos, além de cerveja San Miguel – a concessão ocidental padrão - mas seu estômago vai cobrar um preço. Mesmo que você tome banho todo dia, coma quantidades industriais dos pratos mais caros e se presenteie com chocolates e outras iguarias, é muito difícil que você gaste mais de dez dólares por dia. O único lugar onde isso fica um pouco mais fácil é Namche, por conta do cibercafé e telefone, além das quinquilharias tibetanas que você vai querer comprar para limpar a barra em casa. Mesmo assim é melhor deixar essa etapa de souvenires pra Katmandu, onde as mesmas coisas podem ser adquiridas por preços ainda mais baixos no Thamel e na Durbar Square. Botas, botas... ...quando você fala que vai pro Himalaia o olho do vendedor até brilha né? Aquele modelo que só falta falar com hectolitros de Goretex, costuras triplas, cabedal especial e farol de milha soa imprescindível... ...mas não é. Para você ter uma noção, os sherpas usam tênis. Um “conga camuflado” pra ser mais exato. Isso quando não estão de chinelos, como praticamente em todo o percurso de Jiri à Namche. Tudo bem, seu pé pode não parecer um casco – mas acredite, vai ficar na volta – e você não precisa levar o nepali way of life ao pé da letra. Mas seja racional se precisar comprar uma. O que você vai querer é: - algo que de sustentação para o seu calcanhar, afinal é muita, mas muita pedra solta e sem dúvida torcer o tornozelo pode ser um pesadelo. - algo que tenha um solado que te ajude a não escorregar. - sobretudo, algo que seja confortável, e que esteja amaciado antes dos seus primeiros passos por lá. Eu usei a mesma bota com a qual rodei todas as minhas trilhas nos últimos três anos e ela se comportou direitinho. Se quiser dar uma olhada no site é www.butcher.com.br, no meio dos modelos disponíveis tem uma bege clara, o modelo é hidro alguma coisa. Usei do começo ao fim, e só senti frio nos pés de madrugada escalando o Kala Pattar para ver o sol nascer. Mas até ai minhas mãos também ficaram dormentes assim como o meu nariz e as bochechas. A boa dica é usar duas meias, uma fina e uma grossa, para puxar o suor do pé e evitar bolhas. Se você baixar o arquivo no tópico A terceira Viagem – Escrever um livro (tá lá no Papo Mochileiro), tem até uma foto dela no alto do KP. Para ir ao EBC, KP e voltar não me faz falta alguma crampons ou botas de neve, até por que não peguei neve nesses trechos. O que você vê no livro do Tramontina é uma travessia realizada ou no final de Outubro-Novembro ou provavelmente na temporada de Abril-Maio. O único lugar onde você poderia usar crampons, seria sobre o glaciar, quando você visitar o EBC, mesmo assim não seria imprescindíveis e dá pra se equilibrar sobre o gelo sem maiores dramas com a bota mesmo. O Hendrik cruzou o Cho La Pass, onde há neve, então ele pode te relatar a experiência de cruzar neve fofa só com as botas. Fiz isso a uns dois anos com as mesmas botas em uma montanha no Chile e não tive dor de cabeça alguma – o couro das minhas é impermeável e eu estava com aquelas polainas pra evitar que cai neve dentro da bota. Dê uma boa olhada no que você usou para o Caminho de Santiago, talvez você já tenha a sua companheira de viagem em casa. Quanto ao saco de dormir - alugue. Voce vai gastar uma grana preta pra arranjar um saco de dormir decente por aqui, e dificilmente voce vai encontrar algo quente (que te deixe dormir sem bater o queixo a -10oC). Se quiser ser mais higienico, compre um linel, tecido bem fino costurado no formato do saco que funciona como um lencol. Se quiser pode pegar um lencol de casal e "fechar" da' na mesma, nao usei mas conheci um pessoal que fez isso e disse que funcionava bem. Bastoes - Ajudam e muito. Quem falar que nao e' por que nao experimentou. No thamel tem varios chineses baratos que da' ate' pra descartar no final da trilha se voce detona-los. Os meus eu levei daqui, mas dei de presente pro Babu, o meu guia.
  8. Tonial, Eu dei uma referencia de custos um pouco acima. E' por isso mesmo, por volta de cinco doletas pro porter ao dia e uns dez-doze pro guia. Tem extremos para cima e para baixo mas essa e' uma boa media. No www.trekinfo.com voce acha o custo medio atualizado, com quem esta acabando de fazer. Com oitocentos dolares como o Hendrik falou, voce fecha no Thamel um belo pacote com tudo:hotel em Katmandu, passagem de volta de Lukla, onibus pra Jiri, hospedagem ao longo da trilha, comida tres vezes por dia - tudo que voce puder jogar pra dentro nas refeicoes, alem de guia e porter claro. Como o Hendrik alertou. Fechar o pacote com uma operadora daqui implica em um gasto bem mais alto. Esse mesmo pacote vai parar na casa dos dois mil e cacetada (doletas). Geralmente envolve um grupo, um guia daqui que vai junto e talz. Mas no fim e' isso mesmo, chegando la' uma outra operadora e' quem vai tocar as coisas. Mesmo com um ingles tosco, voce consegue negociar daqui com as agencias de la'. Abraco, Vinicius
  9. Tonial, Experimente contatar esse cara: Ram Pahari www.alpinejourney.com [email protected] [email protected] Ele e' o dono de uma agencia de trekking no Thamel e pode te ajudar a arranjar tudo, independente do roteiro que voce planejar ou do estilo de trekking que voce optar. Passagens pra ou de Lukla, porters, guias, aluguel de equipamentos...etc. Da uma olhada no site dele, da pra ver outros roteiros alem do EBC-Gokyo. Pode falar no meu nome (Vinicius Matarazzo) que ele vai lembrar. No minimo da' para voce ter uma ideia do custo real de um "pacote". Tudo que ele pode arranjar, voce pode descolar mais barato e por conta propria, mas a diferenca em geral e' pequena e as vezes compensa. Sobre a questao maoista. Depois do arranca-rabo que rolou no inicio do ano, as coisas melhoraram substancialmente. A um acordo de paz em andamento, ja' que o partido maoista devera ter uma representacao formal no novo governo. Isso deve se refletir nas montanhas. De qualquer forma voce tera duas temporadas para ver se isso procede. Cheque no www.trekinfo.com as informacoes mais atualizadas quanto a existencia de pedagios na trilha. Uma dica e' se fazer passar por russo ou cubano. Eles nao cobram dos "kamaradas". Abracos Vinicius
  10. Se tem uma coisa barata nessa viagem vai ser o seu periodo nas montanhas. 1 R$ equivale a 35 Rupias Nepalesas na contacao de hoje: http://www.oanda.com/convert/classic Um dolar equivale a aproximadamente 76 Rupias Nepalesas. Com isso voce pode comecar a fazer as contas em cima dos valores que o Hendrik mencionou. Eu usava o index Coca-Cola, que sobe astronomicamente de acordo com a altitude. Em Jiri comecava em 30-40 R, ja' em Gorak Shep haviam garrafas de 600ml sendo vendidas por mais de 250 Rupias. E e' assim com todo o resto. A verdade que os precos realmente sobem a partir de Lukla. Quanto aos custos de guia e carregador. Os valores variam muito de acordo com a sua negociacao. Espere por pagar algo entre quatro e cinco dolares por dia para o porter e uns 8-10 para o guia. Tem gente que paga menos e tem gente que paga muito mais - se o guia falar espanhol por exemplo, uma raridade. Nesse ultimo caso vi um espanhol pagar astronomicos 30 dolares por dia. Quanto a economizar nao iniciando a trilha em Lukla, mas sim em Jiri. Grana nao foi o ponto. Minha opcao era percorrer a trilha na sua extensao completa. Eu sabia que a partir de Lukla as coisas ficariam um pouco mais estruturadas, ja' que a grande maioria das pessoas opta por essa alternativa. Em 2005 com a ameaca maoista mais pungente que nos anos anteriores, a trilha ade Jiri a Lukla tambem ficou bem mais deserta, oque me deu a chance de ver a vida nepali com uma interferencia menor do turismo. Por fim, esse trecho aumenta a caminhada em uma semana mais ou menos, mas te da' um condicionamento fisico excepcional para o trecho em alta-montanha. Depois tem o gostinho todo especial de cruzar com aquele povo cheiroso, descendo do aviao de barba feita, e ser confundido com um yak. O ar rarefeito ja' nao e' um misterio para voce entao. Mas imagine ele afinando quando voce pretende caminhar por uma tarde toda morro acima. Eu nao tive grandes problemas para dormir como muita gente relata. As noites que nao dormi bem e' por que na verdade havia dormido demais, caindo na cama muito cedo. Mas nao tem jeito, se tem um fantasma pra todo mundo fazendo a trilha e' a tal da A.M.S.. Eu vi pelo menos uma pessoa que chegou na beira de um resgate. Ate' alucinacoes auditivas ela teve... ...mas conseguiu descer a tempo.
  11. Tonial, Oque todo mundo diz e' verdade. Compra-se tudo em Katmandu. TUDO mesmo. A unica excessao sao as botas naturalmente, ja' que voce tera que amacia-las... ...mas se voce quiser, da' pra comprar tambem. Mesmo os bastoes de trilha, encontrei material melhor e mais barato que a media daqui aos montes no Thamel. E nao pense em um ou duas lojas em especial... ...em todo rua tem dezenas delas com tudo que voce pode imaginar. Eu sei o quao dificil e' se preparar para uma viagem destas e nao ceder a tentacao de se preparar e comprar hectolitros de materiais. Principalmente se for sua primeira jornada a pe' - e nao e' ja' que voce fez o Caminho de Santiago pelo que entendi. Claro que ambas as viagens diferem completamente de perfil, mas uma maxima permanece, voce nao vai querer carregar muita coisa - veja o porque nos relatos do Hendrik...rsrs. Eu - podem me xingar os puristas - optei por contratar um guia e carregador. Coisa de fresco ne'? Acontece que a minha ideia era fotografar. Dos meus quinze quilos de bagagem, cinco eram material fotografico e era oque eu carregava, ficando os outros dez com o Bikash, meu porter que ainda levava mais um tanto de bagagem do Babu, meu guia. Nao me arrependo em nada disso, por dois motivos: se tivesse feito tudo so' como quis originalmente nao teria aprendido um decimo do que aprendi na companhia de alguem que vive por ali. O segundo motivo e' que nao teria conseguido fotografar nem a metade do que consegui. Tudo que levei daqui foram: - Uma calca vagabunda de TacTel que sempre usei em outros trekkings - e praticamente ganhou sua aposentadoria depois desse - com varios rasgos. - Uns quatro pares de camiseta igualmente podres, dessas sinteticas falsetas mas que quebram um galho, que eu ja' usava para correr. - Dois moletons tambem de material sintetico - da Solo, que se mostraram perfeitos para a maior parte do trekking depois de Namche - mas que eu poderia ter comprado mais barato e com mais variedade no Thamel. Confortaveis e quentes. - Meias. Uns oito pares delas. Daquelas termicas mesmo. Coisa de vinte reais o par (um absurdo), mas se ha' uma prioridade nessa viagem sao seus pes, cuide deles como se fossem de cristal. Levei tambem uns dois pares de meias finas dessas sociais que usava como primeira camada. Funciona divinamente para evitar bolhas, e mantem o pe ainda mais seco - acredite isso e' tudo que voce quer. - Um calca reforcada nos fundilhos e no joelho. La' voce compra uma North Face falseta muito barata com essas caracteristicas. Nao pense que e' por causa do Gore-Tex ou coisa do genero (que nao existe nas falsas), mas e' por que voce vai degringolar sua calca sentando em pedras e se ajoelhando pra pedir a Deus que abra o registro do ar quando estiver acima dos 4000m. - Cuecas e Minhocao. Esse ultimo realmente vale a pena levar. - um Cachecol - Me quebrou um galho. - Um gorro, daqueles bem toscos e quentes. Lanterna (um head-lamp e' muito bem vindo), Bastoes de trekking, Luvas, tudo isso vale a pena comprar por la' caso voce nao tenha. E nao esquece que muita coisa pode ser simplesmente alugada. Foi o que fiz com o saco de dormir (para -15oC enquanto o meu aqui serve para 5oC.), uma parca termica - que usei durante dois dias e depois foi pro fundo da mochila, e o tal do down jacket, que eu nao usei. O mais importante, e que sem duvida vai fazer a diferenca entre ceu e inferno e o seu preparo fisico. Quanto mais voce puder investir em condicionamento, mais voce aproveita a viagem. Isso por dois motivos: O primeiro e' obvio, voce vai cansar menos e podera ao menos conversar nas noites pelo lodges. Vi gente que parecia que ia morrer, principalmente no trecho de Lukla ate' o EBC. O segundo e' que ao se exercitar voce vai conhecer (ou reconhecer) melhor o seu corpo. Isso faz toda a diferenca quando voce comeca a entrar no ar rarefeito. Voce reconhece os limites mais confortaveis para a sua passada, sabe de antemao oque vai doer quando encontrar uma pirambeira sem fim para subir em Sete por exemplo, enfim ganha um auto-conhecimento precioso... ...e' quase como amaciar as botas, mas pro corpo todo. Nao estou dizendo que voce precisa de porte de tri-atleta.Bem longe disso. Mas nao custa investir em voce, afinal voce tem um bom tempo ate' la' e acredite sera um investimento que voce vai lembrar a cada passo. Depois, se voce nao se emendar por aqui, a trilha vai te moldar de qualquer jeito... ...eu sai de la' com dez quilos a menos. Abracao e pode perguntar o que quiser. Da' uma olhada nesse topico tambem, onde estou discutindo a publicacao do meu livro sobre a trilha: http://www.mochileiros.com/viewtopic.php?t=21923 Vinicius
  12. Posso indicar dois em San Francisco: Americania (Best Western). Britton. Ficam um de frente pro outro preco padrao, 89-110USD. Estao na Mission St, com a 7th, perto da Market Street, e umas cinco quadras da Union Square. Se nao quiser andar, ambos tem um van que faz o trajeto Hotel-Union Square para os hospedes. Quebra um galho e adianta a sua caminhada ate' o coracao da cidade. Hospedagem em Sanfa e' cara mesmo, dificil achar algo muito melhor. Sei que existem hostels por la' mas nao faca a minima ideia da localizacao. A Cidade e' tranquilissima pra rodar sem carro. De onibus e bonde voce corre o basicao da cidade sem sofrer. Quanto a Sausalito, faco uma sugestao para os que tem mais pernas. Aluguem uma bike no Fisherman's Wharf e cruzem a Golden Gate pedalando. Da' mais ou menos uns treze quilometros ate' Sausalito. De la' a maioria das operadoras te arranja um ticket de ferry boat pra te trazer de volta para o Pier. E um role pra fazer em tres, quatro horas, tranquilo, parando... vale muito a pena. Da pra comer em Sausalito (um pouco mais caro que a media de Sanfa) como premio e voltar cruzando a bahia com vistas fabulosas da G.G., Alcatraz e do skyline de cidade. E nao custa tao caro. O dia todo sai por 28 USD. (pela Blazing Saddles).
  13. Parabens pela tua iniciativa! Tenho certeza de que vai ser uma experiencia sui generis na sua vida. De primeira te dou um conselho, vai bem no final de Setembro, comeco de Outubro. O tempo costuma ser otimo - ja acabaram as moncoes - e as vistas ficam espetaculares - na maior parte do tempo, afinal e' montanha e o tempo muda a cada momento... ...tudo isso com uma vantagem. A maior parte dos trekkers ainda nao chegou. Ou seja nao tem pilhas de merda em toda latrina e todo aquele horror medieval que vira e mexe alguem lembra ao falar da trilha para o EBC. Se municie de info atraves dos livros e sites citados nos topicos por aqui. Eu mesmo estou com um livro pronto sobre a minha travessia de Jiri ao EBC, agora esta sendo uma batalha atras de editora. O Hendrik fez um otimo e extenso relato, dia-a-dia mesmo, ta' la' na sessao de relatos de viagem. Ja' escolheu o seu roteiro?
  14. StinkFoot

    Nepal 2005

    Fala Hendrik! Fiquei sem checar o forum depois do ultimo piripaque e confesso que fiquei muito feliz de reencontra-lo cheio dos teus relatos! Abracao Vinicius
  15. Ja' paguei esse mico mas com um final feliz. Durante um mergulho na Laje de Santos, devo ter narcosado e acabei deixando a minha MX-5 vagaba de guerra com a alca solta. Quando pensei em fotografar uma garoupa enorme, cade a maquina? Passei quase meia hora procurando e nem passou pela cabeca que a maquina era positiva. A sorte e' que subiu do lado do barco, e o piloto conseguiu pesca-la antes d'eu subir... Melhor sorte com a tua proxima camera! Abracos, Vinicius
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