Ir para conteúdo

iderley

Membros
  • Total de itens

    280
  • Registro em

  • Última visita

Tudo que iderley postou

  1. Estive na Chapada entre os dias 18 e 22 de março. Gostaria de recomendar os serviços da Márcia ([email protected] - 65 92417582) para as trilhas em que a presença de guia é obrigatória. Ela é extremamente atenciosa e se assegura de que tudo corra bem durante as trilhas. Fabiano.
  2. Fala Leonardo, tudo ok? Se não me engano era próximo de USD 100 o dia, mas mande um e-mail perguntando quais serviços/passeios ele oferece que ele manda o preço numa boa. Daí é possível também customizar de acordo com o teu gosto e necessidade (transfers, passeios, etc.). Abs!
  3. Oi! Seguem as respostas: 1) No tópico em que fiz o relato após a viagem eu postei todos os gastos e quanto estava o câmbio na época, por aí vc consegue ter uma base: atacama-salar-de-uyuni-la-paz-lago-titicaca-cuzco-machu-picchu-lima-bogota-t69563-60.html#p723795 2) Tranquilamente! As mais conhecidas são a Colque e a Cordillera, mas tem outras menores também. 3) Sim, o trem parte de Uyuni para Oruro. Fique só de olho, no site do trem, pois não é todo dia que tem. http://www.fca.com.bo/contenido.php?seccion=2&subseccion=41 Inicialmente eu ia de trem, mas para economizar tempo (sacrificando o conforto) acabei indo de ônibus até La Paz. 4) Acho um pouco difícil pela quantidade de dias do seu passeio. R$ 1.500,00 daria uma média de aproximadamente R$ 100,00 por dia e nisso teria que estar incluso hospedagem, transporte, alimentação e passeios. Claro que o teu custo final vai depender bastante do seu estilo de viagem, mas acredito que acabe gastando mais. O Atacama é bastante caro e a Bolívia, em geral, bem barata. Quanto ao Visa Travel Money, possível é, mas nem sempre vai encontrar local para saque e às vezes quando encontrar pode não funcionar. Eu recomendaria sempre ter uns dólares à mão. Abs!
  4. Oi! Dá p/ fazer o roteiro da forma como vc falou sim. Copacabana não fica muito longe de La Paz e, voando por lá, normalmente é mais econômico mesmo. Sobre Puno, não vou afirmar pois não cheguei a fazer nenhum passeio por lá, só estive de passagem. Mas pelas minhas pesquisas não achei que fosse um local imperdível, até mesmo porque vc vai conhecer o Titicaca do lado boliviano. Não sei, se estiver com um dia sobrando de repente vale a pena ir, pois já vai estar por lá mesmo, do contrário poderia deixar que, acredito eu, não fará uma falta tão grande. Os tours que eu recomendo são os mais populares mesmo: Atacama: Vale da Lua / Vale da Morte, Lagunas Altiplanicas, Geysers del Tatio, Lagoa Cejar, Salar de Tara (este último é mais caro e leva praticamente um dia todo, mas acho que vale a pena) e Tour Astronômico (dependendo do seu interesse pelo assunto e $$$ "sobrando"). La Paz: Chacaltaya, Tiwanacu e Downhill (este último não fiz, seria mais se vc gosta de bike / aventura) Copacabana: Iha do Sol Salar de Uyuni: na minha opinião foram as melhores paisagens da viagem, o trajeto em si não é nada confortável, mas mesmo assim acredito que seja o "melhor" caminho do Atacama a La Paz (na verdade até Uyuni). Já as outras cidades que vc citou, só passei por Oruro, do mesmo jeito que Puno, apenas como uma rápida parada para o próximo destino. Acredito que não tenha nada realmente interessante em Oruto. Já Potosí e Sucre não posso opinar muito, mas Sucre me pareceu (novamente, com base nas pesquisas) como outras das cidades "grandes" da América do Sul. A minha preferência em viagens é ver natureza, mas se vc gosta de cidade, de repente vale a pena "esticar" até lá. Abs!
  5. Oi, Com certeza vai pegar um pouco mais de frio do que eu passei, mas acredito que nada "insuportável"... rs Um tópico que me ajudou bastante com dúvidas desse tipo foi esse abaixo: manual-basico-de-sobrevivencia-no-salar-do-uyuni-t44614.html Nas fotos usei uma Canon Rebel XTi, "velha de guerra"... rs Abs!
  6. Oi! Primeiro gostaria de pedir desculpas pela demora para responder. Se bobear já até fez ou está fazendo a viagem... rs O tempo para liberação não há como saber, dependeria do estrago causado. Agora, para chuvas "normais", não vejo motivo para bloquearem a subida. Só fiquei com uma dúvida, vc está se referindo simplesmente a ir para Machu Picchu ou à trilha? Já as outras ruínas, daria para visitar tranquilamente, mesmo com chuva. Abs!
  7. Oi, Primeiro gostaria de pedir desculpas pela demora para responder. Como comentei em outra resposta, não sei se tive sorte por lá, mas a impressão que tive é que a violência não chega nem perto do que é comentado por aqui. Para mim a cidade parece igual a qualquer outra capital da América do Sul. O que posso dizer, como já têm as passagens compradas, é para tomar o cuidado normal que teria no Brasil (São Paulo, Rio de Janeiro, etc.) que provavelmente não terá problemas. Abs!
  8. Oi, Sem dúvidas a mochila é mais prática, mas não acho inviável fazer o percurso com mala comum. Nada que uma dose de "boa vontade" não resolva... rs Abs!
  9. Oi M.Hoffman! Gastei cerca de R$ 2 mil, mas teria pagado bem menos se tivesse uma disponibilidade melhor de datas para a viagem. Principalmente se tivesse feito ida e volta pelo mesmo local. Abs!
  10. Oi Isis! Valeu pelo "mini relato". Mesmo após alguns anos é possível que haja alguma informação útil para outros mochileiros. Não fiz nenhum trekking até Machu Picchu, mas li alguns relatos antes de ir. Parece realmente uma experiência incrível. Quem sabe numa próxima viagem, com mais tempo disponível eu acabe fazendo. Ah! Também estou esperando pelo relato do Licancabur. Se ninguém postar até lá, volte aqui e conta pra gente como foi! Abs!
  11. Fala Willybuss! Foi mal pela demora na resposta. Os serviços que o Reynaldo oferece são os passeios por Caracas e Transfer de/para o aeroporto. O transfer vc combina com ele dia e horário em que chegará o seu vôo e ele ficará te esperando. Quando vc desembarcar, ele te leva de carro ao seu hotel. Na volta a mesma coisa, te pega no hotel, ou então no final do próprio passeio se vc já tiver feito checkout no hotel, e te deixa no aeroporto, com alguma antecedência do horário de partida do seu vôo. Já quanto aos passeios ele tem os seguintes pré-definidos: - Full Day City Tour Caracas I - Full Day City Tour Caracas II - Cable-Car Caracas Tour (Teleférico de Caracas) - 3 horas - Pueblo el Hatillo - 3 horas - Full Day Eco Tour Caracas - Full Day Colonia Tovar Tour - Full Day Art Tour - Arte Murano Tour - 3 horas Esses são os passeios que ele faria por padrão, mas se vc quiser alterar alguma coisa, é só falar com ele, pois ele é bem flexível. Não sei se é exatamente isso que vc gostaria de saber. Se não for, posta aí uma dúvida mais específica que eu respondo. Abs!
  12. Fala Luisquez! Nas palavras do próprio Reynaldo, é um trabalho de "formiguinha" para restabelecer a imagem da cidade. Apesar de muitos relatos denegrindo Caracas, o que vi na prática foi muito melhor do que eu esperava. Abs!
  13. Fala 1e2e3! Já estive mais ativo no fórum, mas ultimamente, por falta de tempo, ando respondendo apenas os tópicos que recebo notificação. Quanto aos alojamentos, acho que funciona bem a nossa expectativa, vá com a mais baixa possível, pois o que encontrar será "lucro"... rs Sobre a vacina da Febre Amarela, cheguei até a escrever sobre isso no relato. Pouco depois que cheguei ao Atacama percebi que havia esquecido o certificado internacional, ou seja, de nada adiantou ter providenciado tudo direitinho antes de sair do Brasil. Mas não tive problemas quanto a isso, em nenhum momento me pediram a carteirinha. Só que, teoricamente, poderiam ter pedido e até barrado minha entrada na Bolívia. O que eu te aconselharia a fazer é, se tiver tempo, providenciar tudo direitinho e levar, pra viajar mais tranquilo. Mas se não conseguir, aí conte com a probabilidade, afinal por tudo que já li por aqui é muito raro solicitarem a carteirinha. Aí vai da sua sorte (ou azar)... rs Abs!
  14. Fala 1e2e3! Banheiro privativo e quarto de casal em San Pedro vc vai até achar, só não deve ficar muito barato. A reserva vc pode fazer somente para as noites que ficará no Atacama, pois as outras vc passa em alojamento (no salar ou na cidade de Uyuni). Quem providencia a acomodação é a própria agência que vc escolher para a travessia do salar e a "diária" já está inclusa no preço do passeio. Não sei se vc já leu a respeito, mas normalmente são acomodações "trash"... rs O seu passeio pelo salar é de ida e retorno até o Atacama? Se for, provavelmente serão 3 noites em alojamento. Caso seja somente ida seriam 2 noites. Ah! E suas mochilas vão contigo no jipe. Abs!
  15. Oi Milena! Também estava curioso a respeito dessa escalada. Se o Sérgio não "aparecer", depois passa aí pra dizer como foi. Abs! Oi Sergio, Você escalou o Licancabur? Estou indo para Uyuni agora em outubro, e vou subir o licancabur. Tenho noção do frio local porque já fui algumas vezes a SPA, mas não sei nada sobre escalar vulcões e se necessito de uma roupa mais apropriada. To precisando de umas dicas...e também queria dicas sobre a escalada. Abraço
  16. Oi Nessy! Acho que Lima leva uma pequena vantagem em termos de atrações. Fiz uma passagem "relâmpago" por lá, mas nas pesquisas achei outros lugares que poderia ter visitado se tivesse mais tempo. Mas quantos dias vc pretende passar? Acho que depois de 3 dias já não teria mais nada muito interessante pra fazer em ambas capitais. Abs!
  17. Olá Mirian! O passeio do teleférico demora uns 15 minutos para subir e mais uns 15 minutos para descer. Lá em cima, vc pode ficar o tempo que quiser. Quanto às filas, também li a mesma coisa a respeito. Porém, quando fui, entrei na hora, não havia fila alguma, mas era uma quinta-feira mais ou menos próximo à hora do almoço. Acho que só há filas nos finais de semana, então vai depender do dia que vc pretente ir. Eu fiz um "plano B", com a ajuda do Google Maps, para o caso de não encontrar o Reynaldo, então dá pra opinar um pouco sobre fazer tudo de metrô: - Capitolio Nacional, Iglesia de San Francisco, Museo Sacro, Casa Natal, Plaza Bolívar, Catedral e Concejo Municipal dá pra fazer descendo na estação Capitolio ou El Silencio; próximo dali, se quiser daria para ir ao Panteón Nacional, mas fica a uns 1,5km (não tem estação de metrô por perto); - Galería de Arte Nacional, Museo de Ciencias Naturales, Plaza de Los Museos, Museo de Bellas Artes, Teatro Teresa Carrero e Parque los Caobos dá pra fazer descendo na estação Bellas Artes; - Plaza Venezuela dá pra fazer descendo na estação de mesmo nome, mas não achei tão interessante (passamos por ela de carro mas nem paramos); - Plaza Francia, fica na estação Altamira; - Parque del Este fica próximo à estação de mesmo nome, mas também não cheguei a ir; - Parque Los Chorros fica a mais ou menos 1,5km da estação Los dos Caminos, então teria que ir á pé ou de táxi; - Paseo de los Próceres também fica longe do metrô, aproximadamente 1,4km da estação La Bandera; - Shopping Sambil fica uns 700m da estação Chacao; - Teleférico, acho que a estação mais próxima seria a Colegio de Ingenieros, daria mais ou menos (aqui estou chutando... rs) uns 1,5 km, então também teria que ir de táxi ou a pé; - El Hatillo fica a uns 30min de carro e, se não me engano, não há metrô para lá, acho que o meio mais fácil seria ir de táxi. Se quiser eu envio por e-mail os roteiros/mapas que fiz no Google Maps. Acho que 2 dias e meio seriam suficientes pra fazer tudo sim, dependeria um pouco do quanto vc gostaria de ficar em cada local (eu, por exemplo, não aprecio muito museus... rs). Os valores para alimentação são todos para uma pessoa. No seu caso dependeria se gosta de snacks ou se prefere refeições mesmo. Se optar por snacks, ou mesmo as comidas típicas que eu citei, pode planejar um orçamento igual ao meu, talvez uns 20% mais. Já se prefere refeições em restaurantes, dobre os valores que eu acho que seria suficiente. Ah! E pode perguntar à vontade. Tudo que eu souber terei o maior prazer em passar adiante. Quando estava na fase de planejamento também tive dificuldade em encontrar informações sobre a Venezuela, principalmente Caracas... rs Abs!
  18. Considerações finais Ao contrário de praticamente tudo que li a respeito da violência em Caracas, não vi nenhum problema quanto a isto. Nada de diferente do que encontramos em São Paulo ou no Rio de Janeiro. Obviamente não fui atrás de conhecer nenhuma favela ou local perigoso, mas acredito que o cuidado "natural" de todo brasileiro é suficiente para se virar sem maiores problemas por lá. Apesar disso, recomendo bastante os serviços do Reynaldo, afinal o cara é extremamente profissional e, com o tempo que eu tinha, sem ele não teria conhecido metade das coisas que vi. Ao final, a sensação que tenho é que a Venezuela é um belo país, com belezas e problemas semelhantes aos vizinhos sul-americanos e sua capital merece, sim, ser visitada, apesar de também possuir destinos ainda melhores, como Los Roques ou Salto Angel.
  19. 4o dia 24/jul (sáb) – Brasil O vôo de volta bem que poderia atrasar um pouquinho, já que o primeiro ônibus do aeroporto para São José dos Campos só sairia às 8h. Mas correu tudo bem, melhor até que o programado. O vôo deveria chegar às 4h35 e acabou chegando pouco mais de 3h. Depois de pegar a mala e fazer a entrada no Brasil, passei pela Receita Federal, que nesse horário "nem existe" e fiquei esperando o tempo passar com alguma ajuda do Angry Birds, já que meu livro já tinha terminado na Venezuela. Tomei então o ônibus às 8h e, pouco depois das 9h já estava em casa, assistindo às primeiras medalhas do Brasil nas Olímpíadas... rs
  20. 3o dia 23/jul (sex/vie) – Caracas - Venezuela O dia seguinte começou da mesma forma, com um telefonema do Reynaldo pouco antes da saída, por volta de 7h45. Por sugestão do próprio Reynaldo começamos mais cedo, já que teríamos menos tempo disponível, afinal meu vôo seria no mesmo dia, à noite. Como o trânsito de Caracas é imprevisível, seria bom sairmos com bastante antecedência, após os passeios, de Caracas para Maiquetía, que é onde realmente fica o Aeropuerto Simón Bolívar. Desci então e fiz check-out, já levando a mala comigo para deixá-la no carro do Reynaldo e não perder tempo tendo que retornar ao hotel somente para apanhá-la. Aproveitei e pedi ao funcionário para trocar moedas, pois sempre levo algumas moedas e notas de pequeno valor dos países por onde passo para coleção. O cara foi bem simpático e me deu as moedas de presente, "a regalo", como ele mesmo disse. Inclusive duas delas eram de Bolívares, moeda que ainda era aceita, mas que veio antes dos Bolívares Fuertes, a moeda atual da Venezuela. Aguardei um pouco na recepção e logo chegou o Reynaldo, me levando para tomar o desayuno numa Arepería. Lá comi uma arepa de frango com abacate. Não sei descrever exatamente o que seria, mas imaginem um sanduíche com consistência entre uma tapioca e um pão sírio... rs O recheio também era muito bom, apesar da mistura diferente, para nós brasileiros. Para beber, uma Hit maçã verde, que é a versão deles da nossa Fanta, mas lá possui outros sabores. Depois de "abastecidos", saímos para o Paseo Los Próceres, local próximo a uma área militar onde ficam, em sequência, uma extensa rua com arquibancadas fixas onde são realizados os desfiles militares, um monumento aos "próceres" (heróis de guerra) com monólitos e estátuas, uma extensa faixa para passeio com fontes, árvores, etc. e, ao final, uma espécie de lago artificial e uma estátua a cavalo, representando povos indígenas. Nas proximidades também há alguns tanques de guerra antigos, com os quais é possível posar para fotos... rs Dali fomos ao Jardín Botánico, passando antes pela Universidad Central, onde paramos, a meu pedido, para provar uma chicha, espécie de bebida a base de arroz, lembrando muito o nosso arroz doce, porém lá os grãos são batidos e eles acrescentam, assim como nós, canela em pó. O Jardín Botánico já foi muito mais conservado do que atualmente, pois segundo o Reynaldo agora as verbas para o local estão escassas. Além das árvores pelo caminho, algumas endêmicas da Venezuela, há um lago no formato do mapa do país, onde também estão algumas plantas e flores representando cada região. Como ainda tínhamos tempo sobrando, fomos então para El Hatillo, povoado que fica a cerca de meia hora de Caracas, esse sim mais turístico que Caracas. Lá, o primeiro local em que paramos foi a "Iglesia Cristiana Ortodoxa Rumana", a qual foi construída sem pregos, apenas "encaixando" as peças de madeira. Após a igreja fomos ao centro de El Hatillo, a Plaza Bolívar. Lá, assim como na praça de mesmo nome de Caracas, há uma estátua de Simón Bolívar em seu centro e, ao redor, algumas casas e construções, como o Centro Cultural, a Iglesia del Hatillo, etc. Subindo a rua chegamos ao Centro Artesanal, onde há todo tipo de artesanato existente na Venezuela, separado por regiões. Lá acabei comprando uma pequena máscara de barro, mas com aparência de metal, que representa artesanato feito por antigos povos indígenas do país. Como já estávamos próximos da hora do almoço, partimos então para o aeroporto, para não correr qualquer risco de atraso e, obviamente, pegamos um trânsito bastante intenso no caminho. Chegando lá, por volta de 14h, me despedi do Reynaldo e fiquei aguardando o vôo, que sairia às 20h35. Como por lá não havia comida típica diferente do que eu já havia provado, resolvi me aventurar no Subway. Comecei montando o lanche falando os ingredientes que eu queria, mas como sempre a atendente me corrigia na pronúncia, terminei apenas apontando as coisas de que gostava... rs Na hora de pagar o caixa foi bastante honesto, pois pelas minhas contas daria algo em torno de 100 bolívares, mas ele me devolveu as notas excedentes e cobrou o correto, 63 bolívares pelo lanche Melt de 30cm já com o refrigerante incluso. Como ainda tinha alguns bolívares sobrando e havia lido que, por lá, não se faz o câmbio de bolívares por dólares, resolvi gastá-los com bobeiras para levar ao Brasil ou ir comendo por lá mesmo. Uma das coisas que não gostei foi de um refrigerante que a Coca-Cola faz por lá. Chama-se Frescolita e tem um gosto horrível. Já devia ter imaginado, com um nome desses... rs No mais, comprei coisas que eu já conhecia, como Mentos e chocolates (Milka, Toblerone, etc.) nas lojinhas ou máquinas de venda. Depois de feito o check-in, fiquei lendo e aguardando o horário de embarque. Levei um "pequeno" susto quando, de repente, o aeroporto inteiro começou a gritar e aplaudir... Eram os atletas da Venezuela aparecendo no telão que havia por lá, que estava exibindo a abertura das Olimpíadas de Londres. Depois de mais alguma (muita! rs) espera, embarquei no horário programado e tive um vôo tranquilo de volta ao Brasil. Gastos do dia: Café-da-manhã (arepa + refrigerante): 48 bolívares Chicha: 20 bolívares Souvenirs: 45 bolívares Subway (lanche + refrigerante): 63 bolívares Frescolita: 11 bolívares Mentos: 15 bolívares (3 unidades) Ice tea (sabor "parchita-mango"): 10 bolívares Chocolates: 90 bolívares [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20120813123555.JPG 333.333333333 500 Paseo Los Próceres]Paseo Los Próceres[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20120813123621.JPG 500 333.333333333 Paseo Los Próceres]Paseo Los Próceres[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20120813123647.JPG 500 333.333333333 Jardín Botánico]Jardín Botánico[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20120813123709.JPG 333.333333333 500 Iglesia Cristiana Ortodoxa Rumana]Iglesia Cristiana Ortodoxa Rumana[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20120813123732.JPG 333.333333333 500 Plaza Bolívar, El Hatillo]Plaza Bolívar, El Hatillo[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20120813123755.JPG 333.333333333 500 Iglesia del Hatillo]Iglesia del Hatillo[/picturethis]
  21. Olá Hoffman! Vc está se referindo ao site do governo Peruano? Se sim, o link é esse: http://www.machupicchu.gob.pe Mas recentemente li, no próprio site, que não estão mais aceitando pagamento com cartão de crédito Visa, então ficaria praticamente inviável, pra nós brasileiros comprarmos diretamente. Acredito que o jeito mais conveniente agora, seria comprar através de uma agência, ou então, dependendo da data da viagem, se não for uma data muito concorrida, comprar por lá mesmo, uns dias antes. Não estou acompanhando muito ultimamente, mas talvez nos tópicos abaixo tenha informação mais atualizada: precos-para-entrada-em-mp-caminho-inca-e-sitios-arqueologicos-t42481.html machu-picchu-perguntas-e-respostas-t29958.html Abs!
  22. Oi Mônica! Se realmente optar por cortar o Titicaca, sugiro então os passeios e meios de transporte mais comuns que tem por lá, inclusive na sequência que a maioria do pessoal faz: 3º dia: pela manhã, passeio por Cuzco, Plaza de Armas, etc.; pela tarde City Tour (Igreja Qorikancha e ruínas de Saqsayhuaman, Qenco, Puka Pukara, Tambomachay) 4º dia: passeio pelo Vale Sagrado (feirinha de Pisaq e ruínas de Pisaq, Ollantaytambo e Chinchero); nesse passeio o que a maioria do pessoal faz é pegar o trem para Águas Calientes (Machu Picchu) da estação de Ollantaytambo mesmo, após a visita às ruínas, ao invés de visitar Chinchero e voltar para Cuzco, pois assim economiza-se com o trem, que de lá é mais barato. Pernoitar em Águas Calientes. 5º dia: pela manhã, logo cedo, visitar ruínas de Machu Picchu; pela tarde, bem no final, voltar de trem para a estação de Ollanta e, de lá, um táxi coletivo até Cuzco, chegando bem tarde da noite. Os demais dias continuariam da forma que vc planejou. É apenas sugestão, ok? Abs!
  23. 2o dia 22/jul (qui/jue) – Caracas - Venezuela Cerca de 8h45, como combinado, estava o Reynaldo me ligando no hotel para que eu descesse. Saímos então e a primeira parada foi numa panadería, onde provei, por sugestão do próprio Reynaldo, um cachito, espécie de salgado recheado. Escolhi de queijo, que ao comer descobri que era cremoso, muito bom mesmo, mas há vários outros recheios também. A primeira parada foi no Mirador Santa Fé, de onde é possível ter uma boa visão de Caracas, com o Ávila ao fundo. Aliás, o Ávila é paisagem dominante por lá. Onde quer que se vá ele estará, imponente, emoldurando a cidade. Após uma breve explicação sobre a geografia de Caracas descemos e, antes, uma pequena parada no Monumento por la Paz. Seguimos então até o Parque Los Caobos, onde a principal atração é uma fonte com várias estátuas, cada uma representando uma parte do país: El Ávila, Los Andes, etc. Lá é deixado o carro e partimos a pé para pegar o metrô, passando pela praça dos museus e pelo Monumento da Bandeira. O metrô de lá não fica devendo em nada aos das outras capitais da América do Sul. Bem organizado e, em nenhum momento, me senti inseguro. Obviamente valem os mesmos cuidados recomendados em qualquer metrô do mundo, ou seja, ficar atento a batedores de carteiras. Descemos então no centro de Caracas e a primeira parada para fotos foi no Palacio de las Academias e Iglesia de San Francisco, que ficam colados um ao outro. A alguns metros fica o Museo Bolivariano. Os museus por lá têm entrada gratuita. Ainda bem, pois não sou muito fã de museus... rs Na mesma rua está a Casa Natal, onde nasceu Simón Bolívar, libertador da Venezuela. Lá é possível observar vários móveis, pinturas e objetos da época. Mais alguns metros e avista-se o "Muro de Bolívar", com uma frase do próprio Simón. Próximo dali paramos numa loja de artesanato, onde comprei alguns souvenirs. Não há muita opção, já que não se trata de um destino realmente turístico, mas dá pra encontrar algumas coisas que representem a Venezuela. Depois seguimos para a Plaza Bolívar, onde ficam a Catedral de Caracas, o Concejo Municipal e o Capitólio Nacional. No centro da praça há uma estátua e, segundo o Reynaldo, toda cidade da Venezuela teria que ter uma praça com esse mesmo nome, devido a uma lei, se não me engano, do Hugo Chávez. Voltamos então ao metrô, para retornar ao Parque Los Caobos, onde tinha ficado o carro. Antes disso uma parada na Galería de Arte Nacional, passando inclusive pelo seu interior e no Museo de Ciencias Naturales, onde observamos apenas a fachada. Partimos então para o ponto alto do dia, inclusive literalmente: El Teleférico Warairarepano. A cidade fica a uma altura de cerca de 900m, porém o teleférico está acima de 2.000m. A entrada é de 45 bolívares por pessoa e cabem cerca de 6 pessoas em cada um. A subida leva cerca de 15 minutos, parece que não acaba nunca... rs Mas de lá é possível avistar Caracas e uma imensidão de verde, algo difícil de encontrar em capitais. Chegando lá em cima é possível caminhar um pouco mais a pé, num pequeno trajeto que leva até o Hotel Humboldt, que infelizmente estava fechado. Nos dias cujo céu está mais limpo é possível avistar o litoral, mas não foi o caso, pois havia algumas nuvens. No percurso há várias barracas de comidas típicas. Paramos numa delas na volta e pedimos cachapas, tequeños e malta. A cachapa é uma espécie de panqueca com massa à base de milho. O recheio da minha era de queijo, algo muito próximo ao "queijo minas" que temos no Brasil. A malta é uma bebida muito comum por lá. De sabor doce, é produzida com a substância resultante da fabricação da cerveja. Na verdade é o "resto" da cerveja, mas aí fica muito pejorativo e não traduz o sabor da bebida... rs Já os tequeños são os mais difíceis de descrever, ao menos não me lembro da nada muito parecido daqui do Brasil. São pequenos salgados fritos, cujo sabor da massa lembra bastante o nosso pastel, mas com formato de croquete e recheio, no caso, de queijo também. Aliás, muito gostosos! rs De sobremesa provei a famosa Fresa com crema, que não é nada mais do que morango, em alguns casos acompanhado de pêssego, como, aliás, foi o que eu provei e chantilly. Há de vários tamanhos (e preços) e acabei comendo o meu enquanto assistia a um show de mágica para algumas crianças que estavam por lá em excursão. Descemos novamente de teleférico e de lá fomos ao Parque Los Chorros. Neste parque a principal atração é uma cachoeira, que era uma das minhas maiores expectativas em Caracas, dado meu gosto por natureza. Nesta cachoeira só podem entrar crianças e, como no teleférico, havia lá também uma excursão com elas... rs A penúltima parada do dia se deu na Plaza Francia, espaço batizado devido a um acordo com a França, onde eles também nomearam um espaço em seu território de Plaza Venezuela. A praça é bem cuidada bastante fotogênica, com um monumento na parte superior. Dali partimos para o Shopping Sambil, onde devo ter ficado pouco mais de 2 horas. O shopping é bem grande, com vários andares, mas nada de muito diferente. Aproveitei pra "jantar" num "McDonalds genérico" e, por volta de 18h, já anoitecendo, resolvi ir embora, pois não pretendia desbravar sozinho a noite venezuelana. Na saída do shopping há uma placa, no ponto de táxi, com os valores da corrida para os principais locais. Verifiquei na tal placa e o trajeto para o Hotel VistAvila custava 60 bolívares. Encarei então a fila do táxi, que devia ter umas 15 pessoas à minha frente e, quando chegou minha vez, como bom brasileiro, confirmei o valor com o taxista ao entrar. Neste horário, as avenidas e ruas já estavam cheias, creio que levamos uns 30 minutos até o hotel. Gastos do dia: Café-da-manhã (cachito + Ice tea): 30,50 bolívares Souvenirs: 30 bolívares Entrada do Teleférico: 90 bolívares (2 pessoas) Almoço (cachapa, tequeños e malta): 60 bolívares Fresa com crema: 25 bolívares Água: 8 bolívares (2 garrafinhas) Lanche (lanche, batata frita, refrigerante): 50 bolívares Táxi - Shopping Sambil / Hotel Vistavila Suites: 60,00 [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20120810122746.JPG 500 333.333333333 Mirador Santa Fé]Mirador Santa Fé[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20120810122825.JPG 500 333.333333333 Parque Los Caobos]Parque Los Caobos[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20120810122909.JPG 500 333.333333333 Palacio de las Academias]Palacio de las Academias[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20120810122933.JPG 333.333333333 500 Catedral]Catedral[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20120810122958.JPG 500 333.333333333 Capitólio Nacional]Capitólio Nacional[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20120810123021.JPG 500 333.333333333 Parque Nacional El Ávila]Parque Nacional El Ávila[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20120810123048.JPG 333.333333333 500 Parque Los Chorros]Parque Los Chorros[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20120810123110.JPG 500 333.333333333 Plaza Francia]Plaza Francia[/picturethis]
×
×
  • Criar Novo...