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marcomorais

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Sobre marcomorais

  • Data de Nascimento 12-06-1979
  1. Acabei de fazer a transferência. Acho que ele só receberá amanhã. Aguardando os tickets. Realmente, ele está trabalhando com carros particulares all-inclusive (pedágio, estacionamento, etc). Ofereceu um carro para Fatehpur Sikri e Vrindavan. Deixei para decidir por lá mesmo. Os tickets de trem são mais importantes agora.
  2. Se o caos da Índia for menor que o do Egito, onde estive no ano passado, já está de bom tamanho... rs Assim. Estou incluindo o dia a chegada e da saída sim, mas chego lá bem cedo (8:00) e saio bem tarde (20:00). Pesquisei horários de trens "mais rápidos" e com histórico médio de atrasos mínimos, trens que têm apenas assentos e não camas. Tem um site deles com essa informação. Aí montei algo mais factível usando vagões AC Chair. Aí já reservaria adiantado com o conhecido Raj. Vi que nesse contexto o melhor seria fazer o caminho inverso. Delhi - Jaipur - Agra - Delhi. Chego 8:00 e a idéia seria passar os dois primeiros dias em Delhi pegando um trem no fim do segundo dia (18:00 + ou - ) que vai para Jaipur. Mais dois dias em Jaipur com outro trem no fim do quarto dia (depois das 17:00) em direção a Agra. Fatehpur Sikri sim eu devo cortar pq vi que a logística é bem complicada sem um transfer particular. Passo o quinto dia em Agra para as principais atrações de lá. No sexto dia bem cedo eu parto para Mathura Junction (tipo 5:30/6:00 da manhã) de trem ou ônibus e pego um táxi para Vrindavan, indo para Delhi no fim do dia. O sétimo e último dia eu passo em Delhi mesmo e vou para o aeroporto no fim do dia. Vou tentar largar a mala principal no hotel em Delhi durante 4 dias e ficar só com a mochila. Ou se não rolar esse esquema, tem guarda-volume que dá para deixar na estação em Mathura, único "gargalo" nesse sentido de bagagem. Sou o tipo que acorda cedo para aproveitar bem o dia. Os horários dos trens são exatamente no fim do dia para não consumir o tempo útil para passeios. Já pesquisei boas hospedagens bem próximas às estações também. Usando as informações encontradas, planejei tudo para economizar tempo nos deslocamentos e não necessariamente dinheiro. Se funcionar... rs Só acho que para garantir esse roteiro redondo talvez seja melhor comprar tudo (trens) com antecedência, não? E onde se consegue bom câmbio em Delhi? Alguma dica?
  3. Boa noite a todos. Não sei se estou muito atrasado mas... Vou à Índia no início de novembro. Não ficarei muito tempo, apenas uma semana. Pretendo fazer a seguinte sequência: 2 dias em Delhi , 2 dias em Agra (com Vrindavan e Fatehpur Sikri em bate-e-volta), 2 dias em Jaipur, mais 1 em Delhi. Acredito que são trechos com maior disponibilidade de horários. Mesmo assim é recomendado reservar com antecedência? E nesses trechos curtos de bate-volta, é possível comprar na hora? Delhi-Agra é feito em menos de 3 horas, Agra-Jaipur e Jaipur-Delhi são feitos em 5 horas mais ou menos. Agra-Vrindavan deve dar quase 2 horas por trecho e Agra-Fatehpur 1 hora. Eu entendi bem? O Raj cobra o preço normal das pasagens com um ágio de somente 23 rúpias? Obrigado.
  4. Bom dia mochileiros, Estou vendo que é bem complicado circular pelo Egito. Queria entender esse sistema louco de transporte do país porque pretendo passar 8 dias por lá e gosto de fazer passeios por conta própria. Pretendo ficar 2 dias no Cairo para tentar conhecer o essencial, principalmente as pirâmides. Ir até Aswan de avião para economizar tempo. Mais 2 dias em Aswan, um para a cidade e outro para Abu Simbel. 2 dias em Luxor para conhecer os templos mais centrais e o vale dos reis, e ir até Hurghada. Os últimos 2 dias seriam para ir de Hurghada até a fronteira com Israel (usando a rota de barco até Sharm-el-Sheik), ficando um dia em uma das cidades de mergulho no caminho. Chegando no Cairo e se locomovendo por lá... até o hotel o melhor é contratar um transfer? O melhor é fazer tudo por lá de táxi mesmo? Como conseguir táxis confiáveis? Pelo hotel mesmo? Nas cidades de Aswan e Luxor, como consigo para fazer os passeios? Táxi também? Agências? De Luxor a Aswan, vou de trem? De Luxor a Hurghada, como faço? Tem alguma dica do ferry que atravessa de Hurghada a Sharm-el-Sheik? Sei que são várias questôes mas em vários relatos de viagens ao Egito vejo a falta dessas informações e muito foco no Cairo. Obrigado pela atenção desde já. Abraços.
  5. Comprei tudo na hora. Não tentei pelo site. Aliás, não sei como está o site após 4 anos. No shopping eu comprei o trem para Águas Calientes somente. A passagem de ônibus era direto na rodoviária. Abraços.
  6. Principe185, Por motivos de força maior, acabei me enrolando com alguns problemas particulares e adiando esta viagem. Só consegui sair de férias no final de novembro, viajando ao Peru. Já até enviei o relato da viagem ao site. Mas no ano que vem, se nada der errado novamente, estarei realizando o roteiro planejado em agosto/setembro. De repente até arrumo alguns dias a mais para fazer uma parada em San Pedro do Atacama/Uyuni. Abçs.
  7. Lojudice, Procura na Cruz del Sur e na Oltursa, que considerei as principais linhas de bus de lá. Abçs. Leocaetano, Valeu pela força. Só que foi um pouco atrasada rs Fiz mais uso de seus relatos antigos. Viajei do dia 30/11 ao dia 10/12. Mas já postei o relato de viagem para todos consultarem. Abçs.
  8. Tentarei ser o mais breve possível, porque é uma viagem que muitos já fizeram. Vale mais pelas atualizações de valores e dicas específicas. Não consegui vôos pela TAM que saíssem por volta de 16h30m para chegar às 22H30m em Lima. Apenas consegui o vôo noturno que sai do Rio de Janeiro para São Paulo às 21h45, passando a noite no aeroporto de Guarulhos para pegar o vôo de 8:15 com destino à Lima, onde se chega às 10:30 (horário local). Para referência, 10:30 em Lima corresponde a 13:30 no horário de Brasília. Primeiro Dia - Lima Chegando em Lima, peguei o taxi da TaxiGreen com duas brasileiras que conheci no vôo rumo ao bairro de Miraflores onde ficavam nossos hotéis. O taxi para Miraflores custa 45 soles, mas como eram hotéis diferentes, os caras não quiseram nos deixar em destinos diferentes sem que pagássemos 10 soles a mais. Portanto, 55 soles neste caso específico. Fiquei no hostal Killari, um meio termo entre um albergue e um hotel. Por duas noites, o preço foi de 75 dolares. Este hotel eu reservei pelo site do booking mesmo porque não queria chegar em Lima sem hotel. O melhor é pagar em dolares mesmo, porque o cambio é bem desfavorável para pagar em soles. Pode-se pagar no cartão também se desejar. Após arrumar as coisas no hotel, saí para dar uma volta por Miraflores e pela orla do bairro. Miraflores é um luxo só comparado ao restante de Lima, é onde ficam os melhores restaurantes, nights (baladas para os paulistas), cassinos e tudo mais. É um belo e relaxante passeio para um início de viagem após horas de vôo e uma noite mal dormida no aeroporto. Resolvi algumas pendências também nesse primeiro dia. Reservei a trilha Inca no site com Huayna Picchu às 10:00 por 152 soles. Pedi ajuda no hostal para impressão da reserva e do boleto, e paguei no Banco de La Nacion próximo ao Parque Kennedy. Depois fui ao Shopping Larcomar no stand da PeruRail e comprei os trens de ida e volta (Ollantaytambo - Machu Picchu - Ollantaytambo por 89 dolares), ambos no penúltimo horário, que são baratos (um pouco menos que o último horário). Mais adiante explico o porquê. Voltei ao hotel e me preparei para sair com uma amiga peruana que conheci numa viagem a Patagônia em 2010. Saí rapidinho e voltei para descansar e acordar cedo no dia seguinte e aproveitar um pouco mais de Lima. Segundo Dia - Lima No segundo dia, peguei o Metropolitano de Lima até o Centro da cidade, uma espécie de corredor expresso de ônibus nos moldes dos que temos nas grandes cidades por aqui. Foi tão rápido quanto um taxi e custou 2,5 soles em cada sentido. Não comprei o cartão, que tem que ter um mínimo de carga de 10 soles salvo engano, pedindo para uma peruana passar o cartão pra mim e pagando-lhe em seguida. É mais rápido e prático. No Centro histórico, fiz os passeios tradicionais, passando pela Plaza de Armas, Igreja de São Francisco (7 soles de entrada, onde ficam as catacumbas), vi a troca de guardas mais cedo (geralmente 12h mas 17h de vez em quando), almocei, vi algumas lojinhas, até me cansar e voltar. O grande pecado foi ter esquecido o Museo de Oro. Uma pena. Mas enfim... Retornei direto ao hotel, saí para comer algo rápido e dormi cedo para poder despertar 2:45. Terceiro Dia - Paracas/Huacachina Madruguei, arrumei as coisas e parti às 3:00 de taxi (12 soles) rumo à rodoviária da Cruz del Sur. Sim, cada companhia tem sua estação própria em Lima. Chegando lá comprei minha passagem para Paracas saindo 3:45. Paguei 22 soles pela tarifa insuperable. Não estranhe, é que a Cruz del Sur oferece algo como 5 lugares no segundo andar de todos os ônibus com tarifas superpromocionais quando se compra com antecedência. Nesse caso, dei sorte de ter na hora. Logo que chegamos, em Paracas, já podemos contratar os passeios das Islas Ballestas e da reserva de Paracas. Pelo horário apertado, comprei somente o passeio das ilhas por 35 soles. Há ainda uma entrada na área de proteção ambiental que tem que ser paga (15) soles. Fiz o passeio e na volta, o sistema da Cruz del Sur deu pau e quase fiquei sem passagem para Ica. Os caras deram um jeito mas me cobraram a tarifa normal (25 soles), porque não sabiam as disponibilidades exatas. Chegando em Ica, peguei um taxi ao Oasis Huacachina de taxi (6 soles). Se arrependimento matasse! Que lugarzinho fedido e nojento, pura perda de tempo na viagem. O que salvou minha passagem por ali foi um passeio de bugre com sandboard por 35 soles. Antes tivesse ficado em Paracas, feito o passeio da reserva e partido diretamente para Arequipa saindo de Paracas e não de Ica. Ao final da tarde, voltei para a rodoviária de Ica e comprei minhas passagens para Arequipa às 20h porque o horário de 19h já estava lotado. Sim, dei mole porque esqueci de comprar logo que cheguei à Ica, perdendo a "tarifa insuperable" (59 soles) e pagando 101 soles. Aproveitando que já estava ali, comprei minha passagem Arequipa-Cusco para 3 dias adiante, conseguindo a "tarifa insuperable" de 49 soles. Aguardei 1 hora e embarquei no ônibus rumo à Arequipa. Quarto Dia - Arequipa Chegando em Arequipa, peguei o táxi (8 soles) para o hostal Home Sweet Home indicado pelo leocaetano em outro tópico. Negociei no hostal e consegui a hospedagem em quarto individual por 30 soles. Maravilha, já que me permitiram tomar o café da manhã logo que cheguei e tinha o suficiente para arrumar minhas coisas, carregar baterias, tomar um bom banho e descansar. Ali mesmo comprei o trekking de 2 dias no Canyon, também como sugerido pelo leocaetano, e consegui um precinho bom de 110 soles. Em todos os lugares turísticos do Peru se cobra entrada a parte do passeio. Na entrada do Canyon cobram 40 soles de latinos e 70 dos demais estrangeiros. Dei uma volta pelo centro histórico de Arequipa, almocei a comida típica peruana bem apimentada no mercado de lá (coragem! rs), fui ao Museu da universidade (Juanita) e ao Monastério de Santa Catalina. O que não falta é lugar para se comer bem e pagando pouco em Arequipa. Para compras de artesanato, Arequipa também tem lojas muito baratas. Duas dicas: Juanita é perda de tempo e dinheiro (20 soles!), melhor ler a história dela pela internet mesmo. Santa Catalina é caro para entrar (35 soles), mas vale o que se paga. Depois de passear, voltei ao hotel para um banho, saí para jantar e fui descansar cedo para sair na madrugada (3:15) para o passeio do trekking de 2 dias. Quinto e Sexto Dias - Canyon del Colca No caminho de van para o passeio, chegamos a passar por pontos nevados e congelados (5000m de altitude), parando para o café da manhã em Chivay. Depois seguimos adiante para a área do Mirador Cruz del Condor. De lá, após não ver um condor sequer pelo frio que estava fazendo, seguimos para a entrada da trilha. Não achei o trekking tão corrido quanto falam, até porque o tempo e o frio que estavam fazendo não tornaram tão convidativo o banho de piscina no "oasis" (onde ficava o hotel acampamento) ao final do primeiro dia. Mesmo que tivesse chegado mais cedo, o sol não durou muito, só no início da caminhada, e nos outros dias choveu. No "hotel acampamento" jantamos, dormimos cedo e acordamos 5:00 para iniciar a caminhada rumo ao topo. Aqui é que está o perrengue do trekking. Fazendo o trekking de 2 ou 3 dias, no último dia a subida é a mesma, sm paradas. Fiz a caminhada em 2h30m, e posso dizer que é extremamente cansativa. Afinal, sobe-se numa encosta íngreme do Vale (2100m de altitude mais ou menos) até chegar em Cabanaconde (com algo em torno de 3600m de altitude). Muitos sobem em 4h, alguns sobem de mula, outros nem chegam. Não é algo tão simples de se fazer. Quem não tem um mínimo de preparo, ou não faz alguma atividade física frequentemente, não deve fazer. Depois do perrengue, o café da manhã em Cabanaconde, paradas em alguns pontos para fotos, parada nas termas para o banho nas águas vulcânicas por 1 hora (o relaxamento vale os 15 soles!), almoço num restaurante turístico (aqui é a única refeição não incluída no pacote e não recomendo por ser cara e ruim) e volta à Arequipa. Passei no hostal para pegar minha bolsa que tinha deixado por lá durante o passeio. Arrumei as coisas, jantei e peguei um táxi (6 soles) direto para a rodoviária, de onde sairia meu ônibus com destino a Cusco às 20:30. Sétimo Dia - Cusco Cheguei cedo em Cusco e peguei um táxi (8 soles) para o hotel IncaWasi. Aqui foi a confusão, porque me falaram 30 soles e no dia seguinte, na saída, queriam me cobrar 30 dolares. Depois de discutir, acabei pagando 40 soles, por um motivo somente: ter feito o check-in mais cedo e ter tomado um café-da-manhã a mais no primeiro dia. O hotel vale os 30 dolares sim, é muito bom, foram super atenciosos comigo, mas não vou pagar o que não foi combinado. Primeira coisa que fiz foi comprar o boleto turístico de 130 soles na Municipalidad de Cusco, que dá direito a entrada em vários pontos turísticos, como monumentos, ruínas e museus. É preciso tê-lo para acessar as ruínas nos passeios. Fui na agência Puma's Trek e comprei o City Tour (15 soles) e o passeio pelo Vale Sagrado (25 soles) para o dia seguinte. Negociei e comprei os dois por 35 soles. O City Tour não vale muito fazer por agência, porque as ruínas dos sítios arqueológicos ficam próximas à cidade e pode-se fazer por conta própria. Além do que, o guia desse dia era um mala e fazia tudo correndo. Ao final, passamos em uma loja de artesanato. Aliás, em Cusco, sempre tenha alguma graninha reserva para os artesanatos, que são baratos e valem a pena. Mas sempre negocie os valores. Chegando na cidade, jantei e voltei ao hotel para descansar para o dia seguinte. Oitavo Dia - Cusco/Águas Calientes Acordei para o passeio do Vale Sagrado. Foi quando se deu a confusão do hotel querendo me cobrar mais caro pela hospedagem. Resolvida a situação, levei minha bolsa (o que não estava previsto), que eu iria largar na sala de "guarda de equipaje" da PeruRail a noite. Fiz o passeio do Vale Sagrado durante o dia todo. Só não fiz Chinchero, ficando em Ollantaytambo direto para pegar o trem. Não se perde muito porque se chega lá quase anoitecendo. Dicas: não pague o restaurante adiantado (25 soles), porque na hora vc acaba conseguindo o buffet por 15 soles; o trem da PeruRail só não deixa vc levar as malas se forem enormes, uma bolsa de viagem e uma mochila passam. Peguei o trem para Águas Calientes (estação Machu Picchu) às 19h, chegando lá por volta de 21h. Fiquei no Pirwa Hostel num quarto individual pagando 70 soles. Não peguei o último trem porque sairia às 21h e chegaria muito tarde, o que me impediria de descansar para Machu Picchu no dia seguinte. Nono Dia - Machu Picchu Acordei bem cedo (5:30), fiz check-out, tomei café da manhã reforçado, fui ao ponto de ônibus pegar o bus (9 dolares na subida) para Machu Picchu aproveitando que o tempo estava bom, sem chuva. Passei o dia em Machu Picchu, subi o Huayna Picchu, fui caminhando até a Porta do Sol e ao final do dia voltei para a cidade pela trilha, sem pegar o mesmo ônibus na volta (teria sido 17 dolares se fosse ida e volta). Fui ao hostel, peguei minha bolsa, arrumei algumas coisas, comi algo e fui para a estação de trem novamente. O trem saiu por volta de 18:45, chegando em Ollanta às 20:30. Dali peguei uma van por 10 soles para Cusco, onde cheguei 22:30. Por este motivo é que peguei o penúltimo trem. O último trem teria feito eu chegar em Cusco 00:30. Nesse horário, muito provavelmente teria ficado sem hotel para dormir na volta à cidade. Em Cusco, já sem o hotel inicial como opção, fiquei num hostel bem econômico chamado Mirador, onde fiquei num quarto individual sem café da manhã por 20 soles a diária. Nada demais, mas foram super atenciosos comigo. Décimo Dia - Cusco Dormi bem para me recuperar dos dias anteriores e fiz um passeio pela cidade, passando por vários pontos turísticos do boleto turístico que faltavam ser visitados, e fiz algumas compras. Vale chamar a atenção para o Centro de Artesania de Cusco, onde se vende de tudo. Ao final do dia, descansei para pegar o vôo de volta para o Brasil no dia seguinte às 8:15(Cusco-Lima-SP-RJ pela LAN e TAM). Décimo Primeiro Dia - Retorno Peguei um táxi (10 soles) às 6:00 da manhã rumo ao aeroporto. Meu vôo saiu com pequeno atraso às 8:30. Dicas Extras: - Compre um chip de celular da Claro por 15 soles, carregue com 10 soles, e cadastre no site um numero frequente para falar com o Brasil. Sai algo em torno de 0,40 soles/min. E pacotes de dados, quando precisar, são úteis também. Tem uma tabela com preços razoáveis no site da Claro Peru para esses pacotes. - Compre sempre com antecedência as passagens da Cruz del Sur para garantir as "tarifas insuperables". Se possível, compre todos os itinerários de uma vez só se já tiver uma viagem bem planejada, com os intervalos adequados. Quando não houver essas tarifas, eu recomendaria até tentar a opção da companhia chamada Oltursa, que é excelente também e dependendo, possui preços até melhores que a Cruz del Sur com o mesmo conforto. - A região de Miraflores, principalmente do Shopping Larcomar, tem muitos restaurantes e bares, até lanchonetes, de qualidade. - Só não fiz o passeio de parapente porque ventou muito nos dois dias que estive em Lima, mas parece interessante e acho que sai por uns 135 soles. - Não fiz Nazca, mas para quem fizer, um gringo me recomendou negociar com algum taxista local e não fazer o vôo. Parece que ele deu uma volta boa, viu vários desenhos (das linhas de Nazca) e custou algo em torno de 20 soles. Melhor que 120 dolares, né? - Em Cusco, eu recomendaria o restaurante pizzaria Don Marcelo e um restaurante indiano numa galeria. - Na hora de sacar dinheiro, saque em dólares e não em soles, porque vc perde bem menos. Eu fiz os dois e a diferença é grande. Assim, vc consegue negociar melhor, pagando em dólares onde te dão uma cotação vantajosa, e trocando na casa de cambio quando necessitar de soles. - Tem um mercadinho bom chamado Market em Cusco, onde se encontra tudo para um bom café-da-manhã improvisado, além de guloseimas para levar nas trilhas e passeios. Em Arequipa e em Lima existem vários mercadinhos também, mas não é a mesma coisa, porque não se consegue encontrar de tudo. - Reserve uma grana para artesanatos em Cusco e Arequipa, e para artigos em prata quando passar pela lojinha no início do passeio do Valle Sagrado. - E o principal... Negocie tudo no Peru. Vc sempre conseguirá descontos pechinchando. Quando eles ficam irredutíveis, é só virar e fingir que vai embora que logo falam "Quiero vender, amigo!"... quase sempre aceitam o que vc oferece. Comentários Finais: A viagem foi realizada de 30/11/12 a 10/12/2012. Em Lima e Paracas o tempo estava bom todo o tempo, com alguns poucos períodos de névoa. Em Arequipa e Cusco choveu todos os dias. Dei sorte de pegar uma manhã de sol com poucas nuvens em Machu Picchu. Mas na parte da tarde o tempo já ficou mais instável, chovendo pouco e parando sempre. Ao final da tarde, quando fiz a trilha de Machu Picchu para a cidade, choveu muito, e sem parar. A própria funcionária do hotel falou da minha sorte ao ter pego sol naquela manhã porque vinha chovendo há 3 dias sem parar em Águas Calientes. É isso... Época de chuva naquela região é desse jeito, sem escapatória. Um ou outro período de sol é algo para se comemorar, principalmente no dia principal, que é o da visita à Machu Picchu. É isso... se lembrar de mais alguma coisa, coloco aqui... Abçs a todos.
  9. Leocaetano, Vou fazer um roteiro parecido com o seu, mas sem Trilha Inca... Primeiro e segundo dias - Lima Terceiro dia - saída de Lima para Paracas/Baslestas Quarto dia - Oasis de Huacachina (Ica) Quinto dia - Arequipa Sexto e Sétimo dias - Canyon del Colca Oitavo Dia - Valle Sagrado Cusco Nono dia - Machu Picchu / Huayna Picchu 10:00 (agora é comprado o ingresso único para os dois) Décimo dia - Sítios Arqueológicos Décimo-primeiro dia - Vôo de volta ao Rio Perguntas: - Será que consigo fazer o Oásis no mesmo dia de Paracas? E ainda sair direto para Arequipa a noite? - Quando vc vez o trekking de 2 dias pelo Canyon, foi com o mochilão nas costas ou deixou no albergue? Em Cusco fez o mesmo quando fez a trilha Inca de 2 dias? - Será que dá tempo de fazer um City Tour "meia boca" no mesmo dia do passeio do Valle Sagrado ou no dos Sítios Arqueológicos? Se a primeira resposta for positiva, eu ganharia um dia. O que vc me recomendaria para esse dia: um dia a mais em Lima, trocar trekking de 2 por 3 dias no Canyon, trocar visita de Machu Picchu simples pela trilha de 2 dias, ou fazer um City Tour decente em Cusco? Abçs.
  10. Fala Príncipe, Por enquanto, a TAM continua com os trechos promocionais de 4mil pontos para Santiago. Acabei de comprar a ida para o dia 17/8. Agora é aguardar o início de junho para definir a data da volta em setembro... E aguardar que o dólar colabore e recue um pouco, ou que esteja se valorizando em relação ao peso também.
  11. Pelo visto é só em Valle Nevado mesmo... lá tem desconto para quem tem carteira ISIC, celular da Movistar, e até cartão de crédito do Itaú (em alguns hotéis e quando aluga-se os equipamentos pela SkiTotal em Santiago)... enfim... pena que não há desconto no Cerro Catedral. Abçs.
  12. Valeu Príncipe pelo apoio e ajuda para montar esse roteiro. Obrigado aos demais pela colaboração também. Sobre o ISIC, nem todos os descontos são listados. Existem relatos, por exemplo, de que em Valle Nevado aceitam a carteira ISIC. Tem um site sobre Bariloche que tem preços de passes para o Cerro Catedral com tarifas de estudante (não vem o nome n cabeça agora pq acessei qd ainda estava no trabalho). Não sei se as tarifas só são válidas para estudantes argentinos ou se valem para estudantes estrangeiros tambëm. Abraços.
  13. Já tomei a decisão... Abandonei junho/julho e viajarei saindo em 13/8 ou 22/8 e voltando no dia 09/9. Se conseguir passagem com milhas, faço o roteiro previsto aqui no forum, um pouco mais ou um pouco menos, talvez até com 1 semana de ski e/ou snow em Bariloche. Uma outra observação: ouvi dizer que em Cerro Catedral se vc apresentar a carteira de estudante internacional ISIC, consegue desconto de 10% no passe de 5 ou 7 dias. Procede essa informação?
  14. Isabella vs, Por mim até deixo a viagem para agosto/setembro como sugeriu o Príncipe185, mas minha vontade de tirar férias e e viajar logo é tanta que fico tentado a ir logo em junho/julho... Como vantagens de agosto/setembro estão o clima menos frio, os lugares mais vazios e mais baratos, além de com certeza encontrar todas as estações de esqui abertas. No período de junho/julho já é alta temporada, os lugares ficam cheios, os hotéis ficam mais caros e os passeios também provavelmente, é uma época mais fria... enfim... 0s hostels da rede oficial (hihostels), independente do local, parece que mantêm o preço sempre. O Hotel 7 Lagos de Bariloche idem. Os demais aumentam o preço absurdamente em julho. Em relação aos passeios, não tenho idéia da variação. As estações de esqui variam, mas Pucón parece ser baixa temporada até 06/7 mais ou menos, Chillán é baixa de 2a a 4a feira independente de data, Bariloche só ao final de agosto,... Em Villarrica eu quero fazer o trekking do vulcão, esquiar só em último caso. Sobre o Parque Huerquehue, onde precisaria do dia todo, me sugeriram o Lago somente, mas não sei se precisaria entrar no parque propriamente dito para tal. Vou considerar sua sugestão do trekking pelo parque. Essa opção das cabañas perto da Termas de Chillán parece ser interessante também, sem o preço absurdo dos resorts. Não comprei ainda as passagens... Na verdade, eu tenho a ida emitida para o dia 13/6 somente mas é quase certo alterá-la. Como opções de data para esse período de junho/julho tenho: - ida 13/6 e volta no dia 01/7 - faço tudo normalmente com Bariloche no meio ou Chillán ao final; - ida 17/6 com volta em 07/7 - faço o roteiro previsto e postado; - ida 24/6 com volta no dia 13/7 - posso ir direto a Chillán e fazer o resto do roteiro depois. (Particularmente esta data me agrada mais apesar de adentrar julho) Para agosto/setembro eu teria que aguardar até o fim de maio e verificar disponibilidade da TAM com milhas (pelos 3 meses de antecedência).
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