Ir para conteúdo

Luca Pedreira

Membros
  • Total de itens

    1
  • Registro em

  • Última visita

Reputação

0 Neutra

Outras informações

  1. Em setembro de 2007 fui com minha namorada para o Panamá e anotei estas peculiaridades para compartilhar com este fórum já que antes de ir achei poucas informações a respeito deste país. • HISTÓRIA – Mal chegando tivemos problemas com o taxista do aeroporto pois havia dois preços (US$ 25 por um carro particular onde poderíamos ir os dois ou US$ 11 cada um de nós para irmos numa van com mais gente). Além disso havia dois caminhos, um sem passar pela estrada boa e conseqüentemente sem passar pelo pedágio e a outra que passava pela estrada boa e conseqüentemente pelo pedágio e que era cerca de US$ 2 mais cara. Fizemos a opção de ir pela estrada sem pedágio e num carro particular e o primeiro motorista da fila possuía uma van e o mesmo ficou putíssimo com a gente pois se tivéssemos escolhido a opção de US$ 11 cada poderia ir mais gente e assim ele ganharia mais $. Fizemos a opção não para sacanear ele mas porque achamos que era a mais cômoda. Aí quando ele arrancou eu só confirmei o preço com ele e ele começou a reclamar dizendo que os turistas sempre que chegam já começam a barganhar e que aquilo irritava ele. Falou em tom alto e ríspido e eu disse a ele que se ele não estava contente poderia nos deixar ali mesmo que pegaríamos outro táxi. Ele fingiu que não ouviu e eu repeti ao que ele respondeu brabo que nos levaria. Foi puto e correndo muito até chegar no hotel e depois arrancou correndo de forma grosseira... • Os panamenhos adoram beisebol. Há campos públicos em algumas partes. • No dia 03/09/2007 presenciamos a explosão simbólica que deu início às obras de ampliação do Canal após aprovação em plebiscito popular. Estavam presentes Jimmy Carter, o presidente Torrijos do Panamá e mais dois presidentes sul americanos. • O Canal tem diversas peculiaridades tais como preços que podem a chegar a US$ 300 mil por travessia para navios cargueiros; durações das travessias entre 8 e 12 horas; o canal já chegou a responder por 15% do PIB panamenho mas hoje responde por cerca de 6%. O preço médio da travessia é de cerca de US$ 30 mil mas varia muito.....as travessias são feitas por turno sendo que na parte da manhã ocorrem as idas de um oceano a outro e na parte da tarde ocorre o contrário. Os portões das eclusas são originais de 1914. • As cervejas locais, Atlas, Balboa, Panamá e Soberana são boas sendo que tanto no meu gosto quanto no gosto da Marina a Soberana é melhor. • Há no shopping Multiplaza um restaurante chamado Tony Romas que é muito semelhante ao T.G.I Fridays e ao Outback. Muito semelhante mesmo, até os comentários nos cardápios... • Não fomos a Zona Livre de Colón por isso fica difícil dar palpite mas dizem que vale muito a pena para quem vai fazer compras no atacado. Dizem que é muito perigoso nos arredores da Zona Livre mas mais uma vez não presenciei para poder confirmar o fato. • DICA: Passeio de teleférico pela mata no Gamboa Resort (dispensa-se as visitas ao orquideário, ao borboletário e ao aquário). É meio caro mas legal. (US$ 42 por pessoa) • Em 2007 os aparelhos eletrônicos custavam a metade ou até menos do que no Brasil. • No Panamá é muito mais comum ouvir músicas em inglês do que na Colômbia mas ainda assim as músicas em espanhol dominam com ampla folga. • A gasolina no Brasil é cerca de 70% mais cara do que no Panamá. • Por este motivo os táxis por lá são muito baratos. No Panamá não há taxímetro. As corridas estão sujeitas a livre negociação. • No Panamá os carros são muito baratos. Dizem que são os carros mais baratos de toda a América Latina. • Há uma proporção enorme de camionetes (SUV’s) em relação aos demais tipos de carros. Uma proporção descomunal se comparado com o Brasil por exemplo. • DICA: Isla Drake em Portobello no Departamento de Colón (nos arredores do forte de Portobello). Muito linda! Só havia eu a Marina e mais um casal de americanos na ocasião. Um táxi para lá custou US$ 90 ida e volta. A distância é um pouco superior a 100 Km. • Em 2007 a Ciudad Vieja estava sendo restaurada. • A moeda local, o Balboa, só existe em moedas. De resto, só o dólar americano mesmo. • O Panamá se parece muito com os EUA. • Ótimo lugar para comprar. • Há diversos cassinos. • Um dos shoppings, o Albrook Mall é simplesmente gigantesco. Para quem quer comprar um dia não é suficiente para conhecer este shopping todo. • Salários maiores que no Brasil. Em setembro de 2007, salários mínimos: Brasil: US$ 180/mês – Panamá: US$ 300/mês. • No Panamá ainda não há uma cultura generalizada de TIP’s/gorjetas/propina que nem nos EUA. • Os táxis rodam com mais de um passageiro indo a diferentes destinos ao mesmo tempo. • Num dos táxis havia uma panamenha que falava dos ex-presidentes americanos como se fossem presidentes panamenhos ou como se ela fosse americana. Frase da dita senhora: “Para mim depois do Lincoln e do Kennedy o Carter foi o melhor presidente” ou “nós adoramos o Carter, aqui é a casa dele...”. • DICA: comer no restaurante do Canal do Panamá vendo os navios passarem pode ser uma boa pedida. Os preços não estavam tão caros mas a qualidade da comida estava bem fraca. Vale pela vista mesmo. • A impressão que tivemos é que o Panamá é um país sem muita identidade. Um país com pouquíssimo passado, até porque a independência da Colômbia só foi conseguida no início do século XX.
×
×
  • Criar Novo...