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otavio_aon

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Sobre otavio_aon

  • Data de Nascimento Janeiro 1

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  1. Foi mesmo fazer a Trilha do Corisco nesse fds. No sabado as 7h, estava com + 3 amigos no início da trilha, no bairro do Corisco (optamos por faze-la no sentido inverso ... saindo do Corsico e terminando na Casa da Farinha). De uma forma BEM RESUMIDA posso dizer que o relato do Soto (que inciou esse tópico) nao se aplica mais e por enquanto, o melhor relato é o do Augusto, mas msm esse está MUITO defasado e o tracklog, infelizmente, não está mais correto. O Parque Estadual interditou essa trilha! As inumeras arvores caidas interromperam o caminho e em muitos trechos a floresta se "recuperou" e o caminho nao existe mais. O trecho entre o Marco da Divisa de Estado e o Poço da Rasa é especialmente complicado, e se perder é quase uma certeza, pois é preciso cruzar os rios muitas vezes, e nem sempre é possivel encontrar a trilha na margem oposta. quando eu tiver terminado o relato detalhado, posto aqui p/ a galera ver... PS: nao consegui fazer um tracklog atualizado, pois levei 24h a mais que o previsto para terminar a trilha, e as baterias nao foram suficientes.
  2. Estou em vias de ir fazer essa trilha! Se eu não for agora, no dia 20/jul... devo ir no seguinte, em 27/jul vou fazer a trilha de ataque, em 1 dia (que é meu estilo favorito! rs) .... saindo cedinho do bairro do Corisco e terminando na Casa da farinha (em Picinguaba - Ubatuba) se alguem puder e quiser se juntar a nós, se manifeste! abs ... e assim que possivel posto aqui atualizações para quem quiser ir no futuro
  3. Vou refazer essa travessia em ago/2013 (data ainda nao definida). Se alguém quiser se juntar ao nosso grupo ... grite!! um esboço do planejamento aki: volta-na-ilhabela-em-ago-2013-t84519.html
  4. É bem chato sim! Fiscalização frequente durante o verão. Ja vi muita gente tendo todo o equipamento apreendido. Na maioria das vezes, sao os proprios moradores/caiçaras que fazem a denuncia à policia ambiente, que aparece de bote durante a noite ou logo pela manhã. Obviamente é totalmente permitido acampar em campings e/ou propriedades particulares. Só é proibido mesmo é acampar nas praias! abs ...e boa sorte
  5. To vendo de fazer a travessia em algum feirado proximo (talvez no 7/set ou 12/out). Alguem interessado em ir tb? Provavelmente vamos em um grupo de 5-6 pessoas ...e ainda estamos em fase inicial de planejamento. abs
  6. Gustavo, dá pra chegar até a Praia Grande por essa trilha? (começando na Enseada e terminando na Praia Grande)
  7. Divanei, dá pra chegar até a Praia Grande por essa trilha? (começando na Enseada e terminando na Praia Grande)
  8. Estou começando a me planejar para refazer a travessia da Ilhabela (ainda não tenho data definida). Algum interessado em se juntar ao grupo??
  9. Que bom que voce gostou! Acima de tudo, espero que o relato que esse relato seja util para quem vier a fazer esse caminho no futuro!
  10. Estou bastante interessado em fazer essa trilha ... Se alguem mais estiver pretendendo ir p/ lá, é só me falar ....Seja lá qdo for, eu dou um jeito de ir tb!
  11. (Estrada Real 2009) Conclusões e Referências Ao contrario da viagem pelo Caminho dos Diamantes (em 2008), onde eu tinha muitas incertezas e nenhuma pratica, eu estava confiante de que dessa vez o cronograma poderia ser cumprido sem grandes alterações de última hora. Quem leu todos os relatos percebeu que, mesmo havendo dificuldades, em nenhum dia deixamos de concluir o trecho planejado. No entanto, a maior diferença para a viagem anterior foi a pobreza encontrada, mesmo sendo certo que ela estaria em no caminho. A pobreza rural, quase ingênua, do Caminho dos Diamantes deu lugar à pobreza suburbana, por vezes intimidadora, da periferia da Região Metropolitana de BH. Mas felizmente não chegamos a ter nenhum problema real. Nem com com violência propriamente dita, tampouco com ferimentos ou água, e os gastos foram bem próximos do esperado. As decisões CERTAS que tomamos no planejamento foram: Ter levado roupas e equipamentos na medida certa. O checklist que fizemos (veja abaixo) foi exato para o tempo que permanecemos e para o clima que pegamos. Lavamos roupas apenas uma vez, o peso das mochilas estava confortável. Não sentimos falta de nada em nenhuma parte da viagem. Termos levamos uma mochila pequena, mesmo que improvisada (pois era para transportar o equipamento fotográfico do Rodrigo), onde pudemos colocar água, protetor solar, etc., nas ocasiões onde não precisaríamos levar as mochilas grandes. E as ERRADAS: Por estarmos na Região Metropolitana de BH, contávamos com encontrar hospedagem em todos os lugares por onde passaríamos. Devido ao excesso de certeza, não nos preocupamos em procurar, antecipadamente telefones de pousadas ou referencias. Por isso, mais de um vez, tivemos que dormir em outra cidade, o que aumentou os gastos e os contratempos. Ter confiado demais nas planilhas de navegação que obtivemos na internet. chegando mesmo a ignorando o fato de que os marcos da Estrada Real é que determinam o caminho correto. Não ter feito uma pesquisa mais detalhada sobre os lugares por onde passaríamos. Problemas como ausência de transporte, hospedagem e as condições do caminho poderiam ter sido facilmente contornados se tivéssemos mais informações. As DICAS abaixo são de grande valor: Quando pedir informação, pergunte sobre como achar o marco da Estrada Real mais próximo e não sobre como chegar ao destino. Isso teria evitado todo o problema do primeiro dia de caminhada, já que normalmente há vários caminho entre as diversos povoados. Embora a violência não tenha sido um problema real "a oportunidade faz o ladão". Lembre-se de não deixar equipamentos caros (como GPS ou câmeras) muito à vista, principalmente quando em cidades, pois em todo lugar do mundo turistas são sempre os alvos prediletos. ARQUIVOS E REFERÊNCIAS: Checklist para o Caminho do Sabarabuçu: Sabarabuçu-CHECKLIST.pdf Planilha de Gastos: Sabarabuçu-Gastos.pdf Plano de Viagem: Sabarabuçu-Planodeviagem.pdf SITES ÚTEIS Circuito do Ouro: http://www.circuitodoouro.tur.br/ Descubra Minas: http://www.descubraminas.com.br/ Roteiros Planilhados da Estrada Real: http://www.estradareal.tur.br/ [li=]Mais informações, fotos e relatos em: http://sobreviagens.blogspot.com/[/li]
  12. (Estrada Real 2009) Dia 09: Indo Embora Acordamos com o fim do sono! Enrolamos até às 10h30 e então fomos buscar as coisas que tínhamos deixado com a Isabela. Como já passava de 12h, fomos almoçar antes de tudo. Em seguida fomos na rodoviária para o Rodrigo comprar passagens de volta e, infelizmente, o ônibus para São Carlos sairia apenas às 21h15! Meu voo era apenas no final do dia, mas depois do tanto que havíamos caminhado, não estávamos animados para fazer muita coisa! Fomos então em uma lan house (descarregar e postar algumas fotos). Ficamos lá até 16h quando então fui para o aeroporto de confins. Meu voo sairia apenas 19h40, mas ter chegado com antecedência foi providencial! Embarquei pontualmente e cheguei em Guarulhos às 20h30, trocando os 32ºC de Minas pelos 17ºC de São Paulo! Sem dúvida estava em casa novamente! [li=]Mais relatos e fotos em: http://sobreviagens.blogspot.com/[/li]
  13. (Estrada Real 2009) Dia 08: Caraça Acordamos às 8h, tomamos um café da manhã exagerado, e às 9h estávamos com tudo pronto. Fomos então arrumar um jeito de chegar ao Parque do Caraça, que foi o motivo de virmos para Santa Bárbara e fica longe da cidade. Como não há nenhuma forma de transporte coletivo até lá, acabamos não tendo outra opção além de táxi, que sempre é a forma mais cara possível! Depois de muito pechinchar, achamos um taxista que nos levaria por R$80 e esperaria lá até a hora em que resolvêssemos voltar. Saímos então de Santa Bárbara às 10h e em 30min já estávamos na portaria do parque. O caminho até lá (em estrada de mão dupla, asfaltada e sem acostamento) é uma grane subidas, o que a torna inviável de ser feito a pé, mas por si só já é bastante impressionante. Pagamos a taxa de entrada (R$10/carro) e seguimos direto para a sede, onde chegamos 15min depois. Sem perder tempo, fomos ao Centro de Informações saber quais atrações iríamos visitar: optamos por deixar a igreja neogótica e os arredores (que é a parte com maior concentração de turistas) para o final, quando talvez estivesse mais vazia, e começamos pela Trilha da Capelinha. Trilha fácil, íngreme, curta (levamos apenas 30min) e muito bonita que leva até uma capela no alto do morro. Do alto tem-se uma esplendida vista de todo o santuário do caraça! O interior da capela é bem simples, o que torna as ruínas da senzala anexa (em ruínas) ainda mais curiosa. Da Capelinha, seguimos por outra trilha até a Gruta de Lurdes. Seguimos por 40min por entre subidas íngremes, sol forte e vegetação fechada, nessa trilha que é bem mais difícil que o trecho anterior. Por uma coincidência incrível encontramos o Ticiano, um antigo veterano da faculdade que eu não via há pelo menos cinco anos, no meio da trilha! Como a gruta (que é pequena) fica mais em local mais baixo que a Capelinha, não há belos mirantes nem outras peculiaridades; tornando a trilha em si o principal atrativo. Ficamos lá apenas o suficiente para recuperar o fôlego e voltamos à sede do parque (passando novamente pela Capelinha), onde chegamos às 13h20. Tínhamos a opção de almoçar mas, escolhemos usar todo o tempo disponível para conhecer outras coisas. Aproveitando que a maioria dos visitantes estavam almoçando, fomos conhecer o museu, que atualmente está na ala que pegou fogo em 1968. O acervo de obras e objetos do séc. XVI ao XIX é vasta e bem preservada. Na sequência fomos conhecer a fantástica Igreja Neogótico N. S. Mãe dos Homens, a primeira igreja neogótica do Brasil e que possui um legitimo órgão de fole do séc. XIX. Ficamos por 30min apreciando, sozinhos, o magnífico interior do santuário, com suas pinturas, vitrais, imagens e a majestosa arquitetura. Somente às 14h saímos para ver o jardim e a fachada principal, que não são menos impressionantes. Às 14h10 subidos o Morro do Calvário (que fica ao lado da igreja), um dos melhores ângulos fotográficos do local (foto). A subida é fácil, rápida e a vista é realmente única! Às 14h30 fomos encontrar o taxista para ir embora. Em menos de 30min estávamos de volta ao hotel para pegar nossas mochilas (deixamo-as guardadas lá) e fomos para a rodoviária: a viagem de volta começara. Tomamos o ônibus de 15h para Barão de Cocais e a viagem (de apenas 30min) foi tranquila. Ironicamente, antes de sair de casa estávamos todo empolgados com a possibilidade de fazer uma parte da viagem de trem. Tão animados que compramos as passagens com antecedência, já imaginando as belas paisagens do caminho, e nem atentamos que no horário da viagem (de 18h05 a 19h40) já estaria tudo escuro e não veríamos nada! Como a passagem já estava comprada, não havia do que reclamar agora. Esperamos 20min na rodoviária de Barão de Cocais até o ônibus circular para a Estação Dois Irmãos passar e, em 15min, estávamos na minúscula e lotada estação. Mas o trem só chegou às 19h, com 1h de atraso! Embarcamos tão logo o trem (que vinha lotado de Vitória-ES) chegou e, como prêmio por ter comprado passagem com antecedência, sentamos nas primeiras poltronas: bem em frente aos banheiros! Apesar do atraso e tudo mais, passar pelo complexo de Congo Soco foi novamente impressionante: mesmo à noite a atividade continua. Chegamos em Belo Horizonte depois de 1h40 de viagem (como não houveram mais paradas, o tempo de viagem foi o previsto) quase às 21h e nos hospedamos no Hotel F1 pela última noite nessa viagem. Tomamos um merecido banho e saímos para comemorar: a viagem chegara ao fim e, dentro do possível, tudo saiu como o planejado. Cerveja, churrasco e nada de horário para dormir ou acordar no dia seguinte foi nossa recompensa! Informações locais: Ao contrario de quando estivemos lá, atualmente paga-se R$5,00/pessoa para entrar na Parque do Caraça. Estudantes têm desconto, mas é preciso consultar as condições com antecedência. Os horário de funcionamento e muitas outras informações úteis podem ser encontrados no site oficial do Santuário do Caraça. Algumas informações estão meio "escondidas" mas estão lá. O Trem (atualmente administrado pela Vale do Rio doce) faz diariamente a viagem entre Belo Horizonte-MG e Vitória-ES em aproximadamente 13 horas. Há algumas informações úteis (além das existentes no site oficial) no Guia do Viajante. De Barão de Cocais para Santa Bárbara, há ônibus às 11h50, 13h40, 15h30 e 18h35 (Viação Pássaro Verde - R$2,60). DICAS Na trilha para a Gruta de Lurdes, fique atento às setas verdes pintadas no chão que indicam o caminho certo a seguir. O órgão de fole é tocado todo segundo final de semana de cada mês por um organista de Belo Horizonte durante o horário da missa apenas. [li=]Mais relatos e fotos em: http://sobreviagens.blogspot.com/[/li]
  14. (Estrada Real 2009) Dia 07: Caeté Acordei às 7h15 para tomar um café da manhã miserável e às 8h fomos conhecer Caeté! Visitamos primeiro na Igreja do Rosário (que é cercada por um cemitério - foto) e depois na riquíssima Igreja Matriz de N. Sra. Do Bom Sucesso e o Pelourinho do Poder (em frente a igreja). De lá fomos até a pequena Igreja de S. Francisco, cuja arquitetura lembra muito a igreja do Ó, em Sabará. Às 10h45 voltamos ao hotel, arrumamos as coisas e nos informamos sobre como ir para Santa Bárbara. Às 12h, almoçamos no Restaurante Marina, e fomos conhecer o Museu Regional, que é bastante simples. Às 13h já não tínhamos mais o que fazer (todas as outras atrações eram longe) e o ônibus para Barão de Cocais só sairia às 16h30. Fomos então em uma lan house descarregar as fotos e enrolar. Voltamos para a rodoviária e embarcamos. Curiosamente, a viagem de 1h passa por dentro do impressionante complexo de mineração de Congo Soco. Chegamos em Barão de Cocais (lugar que não me é desconhecido) às 18h mas nem saímos da rodoviária. Como o ônibus para Santa Bárbara (Viação Caraça, R$2,40) sairia às 18h30, resolvemos esperar lá mesmo. Embarcamos pontualmente e chegamos em apenas 30min de viagem. Nos hospedamos no Hotel Karaiba, que fica bem no centro da cidade. Tomamos banho e fomos jantar na Cantina da Mama, que é péssimo! Desanimados pelo jantar, mas ansiosos para conhecer o famoso Parque do Caraça no dia seguinte, fomos dormimos às 22h30. Informações locais: De Caeté para Barão de Cocais há ônibus somente às 9:00 e 16:00 (Viação Caraça - R$8,70). Restaurante Marina: R. Peixoto de Souza, 18, Centro - TEL: (31) 3651-3682 (R$11,90/Kg) Hotel Karaiba: Pç. Pio XII, 281, Centro - Tel: (31) 3832-1501 (apartamento duplo: R$40) [li=]Mais relatos e fotos em: http://sobreviagens.blogspot.com/[/li]
  15. (Estrada Real 2009) Dia 06: Morro Vermelho A contra gosto, acordamos às 7h30. Tomamos café da manhã e fomos resolver as últimas coisas em Sabará (banco e correio), mas enrolamos tanto que quase perdemos o ônibus de 10h10 para Caeté! Depois da uma viagem de 45min, chegamos a Caeté e rapidamente fomos procurar um lugar para nos hospedar. Ficamos no Hotel JM, próximo ao centro histórico (mas não nele). Como já era 11h30, almoçamos rapidamente em um restaurante perto do hotel e voltamos na rodoviária para pegar o ônibus de 12h30 para Morro Vermelho, distrito de Caeté Ao chegarmos em Moro Vermelho às 13h15 que, apesar de ter sido o palco da primeira guerra civil do Brasil, nos pareceu o lugar mais pacato e bucólico no Caminho do Sabarabuçu, onde está a 1º igreja de alvenaria do Brasil (foto). Visitamos a igreja, conversamos um pouco com os locais e começamos nossa caminhada retorno para Caeté. Os 9km até Caeté possuem sombra, subidas e descidas suaves e intenso trafego de veículos pesados de mineração. A bela paisagem e as construções da linha férrea fizeram desse trecho um dos mais prazerosos por onde caminhamos. Caminhando entre a bela vegetação do cerrado, veículos de manutenção da ferrovia e pontes gigantescas, chegamos em Caeté às 16h. Depois de passar por toda a periferia e caminhar às margens de estradas sem acostamento, retornamos ao centro de Caeté. Embora não estivéssemos realmente cansados, resolvemos ficar descansando no hotel, já que opções noturnas em uma segunda-feira simplesmente não existem! Dormimos à meia noite, depois de jantar pizza delivery por pura falta de opção. DICAS: Há ônibus para Morro Vermelho, saindo da rodoviária de Caeté, somente às 5h30, 12h30 e 17h30. Se desejar conhecer o interior da Igreja N. S. de Nazaré, pergunte aos moradores locais sobre quem guarda a chave da igreja. Informações locais: Hotel JM: R. do Rosário, 625, Centro - Tel: (31) 3651-2329 (apartamento duplo: R$40) [li=]Mais relatos e fotos em: http://sobreviagens.blogspot.com/[/li]
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