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andreantunes

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  1. Posso lhe responder que após se "habituar", o ganho é no mínimo de 20%, pois sem bastão, você não usa a musculatura superior (braços, peitorais). E com os bastões você ganha mais impulso na subida (os braços passam a ajudar), e na descida, você protege mais os joelhos, reduz a chance de cair, desce com mais segurança. Por favor, LEIA e RELEIA atentamente o tópico longo que escrevi no início do post. Está bem detalhado, coloquei tudo que podia estar escrito ou falado. TODAS as dicas. São muitas.
  2. Nathan, bom dia. Abra a página dois, e leia. Tem tudo que vc precisa saber. Abç
  3. Grávida teoricamente não poderá tomar nada desconhecido. Pílulas e chás, esqueça, para segurança do bebê. Converse com seu obstreta, quais remédios ele/a indica para os SINTOMAS que você possa sentir. GENTE, NÃO EXISTE remédio para Mal da Montanha!! Estou aqui há anos, e parece que ninguém entende. Existe tantas informações LEIGAS que confundem. O único remédio para o GRANDE mal de montanha é descer... (em caso grave vai corticoide venoso, etc, mas o remédio que salva da morte é descer). Nos males MENORES é parar de subir, repouso, talvez descer, hidratar, etc. NO MAIS não há provas de "cortar a doença". Outro GRANDE REMÉDIO é a prevenção, ficar mais tempo num lugar ANTES de subir muito. (Está tudo explicadinho em muitos trechos deste fórum). Chá disso, chá daquilo são "sintomáticos"... PRUDÊNCIA PREVENINDO é o melhor remédio...
  4. Pode ser um Cardiologista, ou especialista em Medicina Esportiva. Mas como é um assunto pouco frequente, imagino que muitos não terão conhecimento profundo sobre o assunto. Pelo menos começa o seu Check-up básico. Se você tiver asma ou bronquite frequente, precisa de um Pneumologista principalmente.
  5. Maurício, a resposta me parece que é "não resolve nada". Explico: quando a gente é escoteiro, ou mesmo um "sem teto" que dorme no passeio, aprendemos que "papel" ou "jornal'' é isolante do frio do chão, que é bom dormir em cima dele, ou por a barraca em cima. O sombrite não isola nada. Outra função da lona ou footprint é não deixar passar a "pontinha cortante" de uma pedrinha, ou lasca de madeira, ou espinho, que furaria o fundo da barraca. O sombrite é mesmo que nada. Outra função da lona ou footprint é não deixar passar LAMA, que sujaria a barraca. O sombrite vai ficar uma meleca. Outra função é isolar a água, pois isolaria também o frio, e o sombrite é todo vazado. Então... Não protege !
  6. Felipe, Nunca fiz nada além de saída de um dia, ida e volta com a Jam 2 da Golite. Acho que 10 quilos seria o limite de um conforto. A barrigueira não é larga, e o tecido é simples, sem sustentação. O tecido é o mais resistente que existe (Dyneema), mais do que aço. É usado pelo exército americano. Na guerra do Iraque não havia estoque para civil comprar nos Estados Unidos. É excelente mochila, leve, hiper resistente. E com bom volume. A do Bullseye é a mesma mochila, já consertando as queixas da minha, que era o costado liso, que esquentava (colava, moldando nas costas, sem nenhuma ventilação). Esta era a única queixa quando você via a revisão dada por usuários americanos, mesmo com clima temperado, e eu moro em região muito quente. Dá prá levar, mas depois que vc vê que uma mochila um pouco mais pesada (Deuter) trás mais conforto com mais peso, deixei a Jam 2 para situações leves mesmo. E acredito que as mudanças do novo modelo favorece levar os 10 quilos com conforto estrutural do peso no quadril e o conforto térmico/ventilação... Fiz uma estrutura com hastes de alumínio (usada para soldar). Uni 2 soldas, e fiz um "U", e coloquei dentro da mochila, com as pontas de cima viradas (para não furar nada). E "olhando" este "U" lateralmente, fiz uma dobra na parte inferior apoiando no quadril cerca de 13 cm, e a parte superior reta, afastado um pouco das costas. Numa próxima trilha leve, vou me aventurar de sair com ela, e ver como ficou. (lembre que o modelo novo já vem melhorada).
  7. É isso mesmo. A ARC'TERYX é excelente marca, que consegue associar conforto (pela técnica de estrutura de sustentação, cortes, costura) e pouco peso, em relação à outras marcas. Depois de muita pesquisa, comprei uma cargueira Arc'teryx para meus filhos. Era a cargueira mais leve... Dei uma olhada na Nozone 55, e é interessante. Nessa hora vai ficando difícil ter muita diferença de peso. É um pouco mais leve que minha Deuter ACT Lite 40+10 (1500 gramas). Esta Deuter é muito confortável para 12 quilos, no máximo 15. Já viajei na Patagônia com 17 quilos, e já incomodava um pouco.
  8. Olá, as ponderações do Bullseye são corretas (acima). Eu tenho uma mochila Golite Jam 2, com 600 e poucas gramas. O tecido é Dyneema, ultra forte. Ela é boa para pouco peso. Se pesar, já incomoda, pois não tinha estrutura rígida, e também era queixa comum o "esquentamento" das costas, pois ela moldava no sujeito, e sem ventilação, vinha o calor e muito suor nas costas... Para resolver isto, comprei umas barras de alumínio bem finas, e fiz uma "estrutura" (dobrei e mandei soldar, grosseiramente), que diminuiu um pouco este moldamento da mochila nas costas, e jogando um pouco o peso para o quadril. A própria GoLite resolveu isto fazendo um acolchoado com ventilação no costado da mochila. Por isso que o peso dela subiu para 840 gramas. Com este tecido Ripstop, é meio mágico este peso da Conquista. Só se economizou em outras estruturas, como zíper, etc, com o design super limpo. De qualquer modo, este peso da mochila não é CONFORTO. Às vezes é melhor ter uma mochila de 1,5 quilos, prá carregar 15 ou mais quilos. Ou uma mochila de 2,5 quilo, prá carregar 20 ou mais quilos. Analise bem também o PESO total dos equipamentos que você pretende carregar. Acredito que o volume (50 litros?) seja suficiente para roupas e sacos leves, mas volumosos...
  9. Olá, são bem semelhantes, do mesmo nível. O seu é até 40 gramas mais leve. Você não irá provavelmente perceber melhor performance entre eles. abç. :'>
  10. Falha minha, é pagina 2. Acho que a 4ª mensagem. Um "Manual" grande e ilustrado que fiz, de como usar. Vale a pena ler, bem detalhado, com dicas novas. Pois nas primeiras vezes que usei os bastões, eu abusei (usei de modo errado, forcei os joelhos muito além do limite) e fiquei meses no estaleiro, recuperando de joelhos lesionados... Existe limitações, se forçar os joelhos, achando que os bastões seguram a barra, vai ter problema. Quanto a usar um ou dois, vai da prática e da necessidade. No início eu só usava um. Num trecking longo e com PESO (mochila), dois são melhores, pois você terá apoios bilateralmente, e terá os dois ombros e braços fazendo parte da propulsão e apoio. Agora, num final de semana, caminhada leve, levo um bastão. Dá pro gasto, uma mão solta, andando devagar, etc. Se for Trecking com Mochilão, levo dois, sempre. MAS demora um pouco pegar a prática... MAS PEGA.
  11. Olá Lúcio, o bastão não faz força, você que faz. Veja bem: A força que você usou, digamos que seus braços funcionaram só um pouquinho, tipo 10% do esforço de apoio e propulsão... Então ou suas pernas economizaram 10% do esforço ( prá fazer o mesmo trabalho de 100, ficou faltando 90%...) Ou se você manteve as pernas nos 100% de esforço, somado com mais 10% dos braços e ombros, somou 110% de rendimento. Dá pra aumentar facilmente em 25% do seu rendimento. Ou seja, economiza 25% das pernas, ou se manter as pernas no ritmo habitual, você pode encurtar o tempo que gastaria. E lógico, que se usa a força do tronco e braços, reduz o esforço em cima dos quadris, joelhos e pés. Sem mágica... Mas veja como COMO USAR BASTÃO DE CAMINHADA na página [t1]2[/t1]. Tem o jeito errado , e o certo... PS: pesquisei na internet, a trespass é marca escocesa, existe deste década de 30.
  12. Olá, pode ficar com o Quepardo. É bom, já tive um (tenho ainda). É o básico. Não conheço bastões de 4 estágios. Não é o habitual nas principais lojas do mundo. Não compraria... é desconhecido. Não fala a marca, etc, etc. As lojas fora do Brasil, como você olhou algumas que postei, ficaram mais caras, porque o Real desvalorizou muito. E com frequência existe no site, mas não tem na loja física. Quando fui ao Chile, fiz um email, e conversa pelo Skipe, conferindo o que tinha nas lojas... Melhor vc comprar aqui. Por cinquentinha não vai achar nada lá fora. abç, :'>
  13. Olá, Se olharmos só as altitudes, fica mais fácil. Como disse, não conheço a região para "roteirar" pensando em "atrações, hospedagem, distãncia, etc). Estou olhando só as Altitudes, usando as cidades que vc citou. Vamos ver: 1ª Sugestão: Seria dormir duas noites em Arequipa (2800 m). E depois se vocês vão para Chivay 3,635 m. Está melhor assim. 2ª Sugestão: A outra opção de Arequipa duas noite, (2800 m), depois Yanque ( 3417 metros) é interessante, depois Chivay (3.635 m). . Então seria Arequipa 2 noites, Yanque, depois Chivay... Daí você pode reduzir um dia em Cuzco, na parte final da viagem, onde estava previsto duas noites, porque já estarão aclimatados por vários dias antes de ir a Puno. PODE fazer diferença sim, e lógico, para melhor. Vocês vão subir 600 metros após duas pernoites em 2800 m. Está mais próximo dos 300 a 400 metros de ascenção por dia. E como disse, prefiro sempre prevenir que remediar. E remediar é ficar mais um dia na mesma altitude, ou, em situação pior, ter que descer. Aí acaba todo o roteiro... Acho a 2ª sugestão melhor: Arequipa 2x, Yanque 1x, Cusco 1x, Aguas Calientes 1x, Cusco 1x e Puno. Abç. :'>
  14. Olá, Vamos ao seu roteiro: -Arequipa: 2,335 m, chegada súbita (de avião) e pernoite. Razoável, diria que tem que chegar mesmo. Tem que ter o primeiro degrau para subir, e Arequipa é o primeiro degrau. -Dia seguinte, Chivay: 3,635 m, com pernoite. (não gostei: subiu mais de mil metros num dia !!). Não conheço a região, mas procuraria um lugar para dormir mais uma noite abaixo de 3000 mil metros, ou em torno desta altitude. Lembre-se que o IDEAL é subir mil metros em 2 ou 3 dias. Pernoitar uma noite a cada 300 a 400 metros da subida, e pernoitar duas noites quando chegar em 3 mil, 4 mil, 5 mil metros. -3ª noite desce para Arequipa (o que é bom). -Depois sobe "devagar" (onibus) para Cusco: 3,399 m (tudo bem, já pernoitou em 3.600 m duas noites antes...). -Dorme alto e desce para dormir baixo em Águas Calientes, 2,040 m (o que é bom). -Sobe para Cusco (3399 m) por duas noites (tranquilo, já havia dormido aí, e prepara para Puno com 3,830 m). NINGUÉM consegue prever mal de altitude. O super atleta passa mal, e o sedentário passa bem. Esta parte OLHANDO SÓ ALTITUDE, eu ficaria uma noite a mais em Arequipa, ou em algum lugar com altitude intermediária. Sou precavido. Não gosto de remediar. Quanto à ASMA, é outro capítulo: TEM que levar as bombinhas, etc, os medicamentos habituais, e HIDRATAR BEM, pois se perderá muita água, devido o AR MAIS SECO, seja no verão ou na neve. Só respirando normal, sem exercícios já perde. E este ar seco pode irritar as mucosas das vias aéreas. E se tiver com ar frio, pode irritar mais ainda. A hidratação ajuda a manter as mucosas mais úmidas. Tem pessoas que pioram a asma quando respiram muito rápido, como rindo demais, dando gargalhadas por minutos. Então tem que ser mais precavido ainda. E evitar esforços que farão ela respirar muito rapidamente!! (você e ela já estarão respirando mais rapidamente um pouco, como forma de adaptação). É conveniente ela visitar seu médico pneumologista, e pedir para fazer uma receita completa, em caso de piora. Para não falar só coisa ruim, nas montanhas, o ar mais puro geralmente tem menos alergenos (pós, etc), então alguns asmáticos até melhoram quando mudam para as altitudes elevadas. E toda essa conversa acima é se sua esposa tem asma controlada. SE tive Asma severa, de difícil controle, ela terá problema, pois aqui no Brasil, ela já estaria com baixa oxigenação, e lá nas montanhas, iria complicar. Os outros medicamentos (diamox, etc) são atenuantes dos sintomas do mal, não estão relacionados diretamente com a melhora da Asma. Espero ter ajudado! :'> boa viagem...
  15. Sovietzer, sempre é impossivel prever riscos. Geralmente não acontece nada quando a cada mil metros de mudança de altura (subindo), vc pernoitar, ou seja ficar 48 horas neste intervalo. Idealmente subindo em torno de 400 metros por dia. Geralmente o mal pode acontecer a partir de 3 mil metros. Voce ficará um bom tempo em torno de 2800 metros (vai ajudar), e depois pula para quase 4mil metros (3900 metros). Leia as recomendações do forum (hidratar, evitar muito movimentos no primeiro dia, etc). E vai.
  16. Gabriel, nunca tentei, mas acredito que ''FURAR'' o tecido aluminizado dos cobertores de Emergência é mais fácil. A resistência deve ser menor. Mas faça o teste em casa, com seu cobertor: tente furar um cantinho dele, prá ver se é fácil... Acredito que o material dos cobertores de emergência devem ser todos semelhantes, apesar das diversas marcas. Outra: se a lei da física fosse mantida, ou seja a mesma resistência do material aluminizado, comparado com os Footprint, o primeiros já teriam sido escolhidos pelos fabricantes, pelo menor peso... abç.
  17. Thiago, previsão é algo impossível na Patagônia. Os dois oceanos Atlântico e o enfezado Pacífico estão separados por faixa "estreita" de terra, e brigam entre si através dos ventos fortes, que mudam o tempo de modo imprevisível. Fui no começo de Janeiro de 2012. TEORICAmente é uma boa época, de menos chuva. Rezei tanto para que não chovesse, que deu uma seca brava, e pegou fogo no parque (2011 para 2012). Cheguei em 3 de janeiro/12 e o Parque fechado !! Tive que ir para El Chalten, Argentina, sem preparo logístico. Foi Maravilhoso lá. E não choveu. Só dois dias nublados. O resto foi ensolarado. Mas temos relatos aqui de chuva todos os dias... Mas o "sacrifício" vale a pena. Se prepare para Chuva de Vento! aprenda como montar barraca com chuva e vento forte (se já não sabe....). A capa de chuva para mochila, AMARRADA, para vento não levar a capa, e MESMO ASSIM entra água na maioria da mochila (o Vento empurra a água para dentro!! ). Daí vc tem que empacotar com plástico tudo dentro da mochila também, principalmente saco de dormir, e roupa quente de dormir dentro de sacos plásticos (pode ser um sacão de lixo para tudo junto). Fiz uma cordinha de naylon com um anel numa ponta e um clipe na outra, que laçava a mochila, e a outra ponta ficava amarrada num ilhós que prendi na capa. E fiz outros ilhós na capa, e a puxava para dentro, abraçando mais a mochila. Mas mesmo assim, em testes de treino aqui no Brasil, com chuva forte, sem vento, entrava água na minha Deuter. A calça impermeável e respirável, assim como o anorak respirável, senão você fica uma poça de suor dentro da roupa, molhado por dentro, molhado por fora. A luvas também é necessária ser impermeável. A chuva fria, com o vento, retira o calor das suas mãos com luvas molhadas, e o desconforto é muito ruim. Dói as mãos, ficam endurecidas, etc. Pelo seu avatar, vejo que vc já tem experiência. Aproveite bem... Abç,
  18. Pode ir. Se for de avião, chegará de uma vez à La Paze aí é só fazer as "mesmas recomendações de todo o tópico". Se for de ônibus, terá um adicional à mais de adaptação. TVP quer dizer "trombose venosa profunda"? Tenha os cuidados de sempre, para qualquer viagem, para qualquer lugar. Tem um tópico ótimo que a Samantha escreveu aqui. A pressão alta será o mesmo problema daqui do Brasil: "sal" da alimentação. Terá que ter o mesmo cuidado de evitar o sal, para a pressão arterial não subir. Este "Afrin" é um vício para as narinas. Se não parar de usar, sempre vai ficar dependente (as narinas entopem sempre que passa o efeito, chama-se de "rebote"). Para conseguir parar o Afrin, pode usar "Coristina D", comprimido, que não provoca vício. Consulte o otorrino...
  19. Tatiane, vc mesmo disse ser "super" preocupada. Não precisa exagerar ! desvio de septo, adenoide não são problemas relatados que provocam o MAl de Soroche. Em grande altitude o ar é mais SECO E MAIS FRIO, e dependendo da sua sensibilidade, pode piorar seus sintomas nasais. Hidratar vai ser super importante !! Você ( e todo mundo), precisa respirar um pouco mais rápido, para compensar a redução de oxigênio... Respirar mais rápido será feito de modo automático, Ficar prestando atenção na respiração incomoda muita gente...você pode desligar este pensamento. Com o exercício, fica-se mais ofegante, é natural. E isto não é Soroche. Sempre, Sempre será imprevisível quando ou se o mal ocorrerá ! (na maioria das vezes não ocorre !! para nossa sorte...) E sempre, sempre será mais prudente pecar pelo zelo de subir devagar... E fazer os outros cuidados ( leia o tópico direitinho: hidratação, etc...) Médico? preventivamente? talvez o otorrino, para você ir com os medicamentos que não vão deixar seu nariz "entupir"... (nada a ver com o Mal de Soroche...). Médico clínico geral, para um exame preventivo geral ( os cardiologistas e pneumologistas também são clínicos). Exame que todos devem fazer, para checar se tem alguma doença "escondida", etc. Nada que o médico fazer poderá ser a mágica para evitar o mal de Soroche, pois o mal pode acontecer em pessoas jovens, super sadias... Mas lembre-se: A maioria não sente o MAL. Todos podem sentir o cansaço, acima de 3 ou 4 mil metros... é normal, natural, esperado... Boa viagem !! :'> :'> :'>
  20. Nando, é questão pessoal mesmo ! Mas vou corrigir um ponto, que eu mesmo estava enganado: " Nâo gastamos 20% mais de caloria !! explico. Na natureza nada se cria, nada se perde. Então para fazer o mesmo trabalho, se uso 20% da força dos braços, para impulsionar e apoiar, eu poupo 20% mais das pernas, para a mesma função !!!! POR ISSO é que protege os joelhos e um pouco as articulações coxo-femoral e pés !! COM MOCHILA PESADA, é inquestionável o benefício na tração, no apoio! quando se está leve, sem mochila, também sinto que o bastão às vezes atrapalha na corrida. Mas "salva" nas horas de escorregadas não intencional, etc... beleza? :'> :'> :'>
  21. .... Esta é nova pra mim.. tu podes esclarecer mais? Sempre vi os bastões como 'universais', exceto os de esqui... Nas lojas de aventuras no Brasil e cone sul, todos que vi são para trekking. O "sapatinhos" típico da ponteira do bastão nórdico, é bem especializado para terreno liso, plano, e devem ser posicionados paralelos à trajetória da pessoa. A "caminhada nórdica" é uma atividade esportiva que se busca "gastar mais energia", de modo geral... E no trekking estamos buscando mais é poupar energia. É possível que em algum lugar tenham um bastão super especializado para caminhada nórdica, mas os que normalmente achamos são para trekking, e dá também para usar na caminhada nórdica, principalmente se comprar os "sapatinhos". De qualquer modo é preciso SABER USAR CORRETAMENTE OS BASTÕES . O mal uso pode ser até lesivo para os joelhos. Tem um "artigo" bem completo aqui nos mochileiros, como o detalhamento de todas as dicas, num só lugar: usar-bastoes-de-trekking-ou-nao-usar-t44124-15.html Vale a pena ler, especialmente num dia chuvoso, com folga, com calma, pois tem muitos detalhes... Fiquei dias fazendo esta coletânea de informações. Abç,
  22. mrcsmkt, que sorte a sua! Se você não estava com febre, com alguma outra doença, como sinusite, você provavelmente estava com edema cerebral. Difícil afirmar daqui. Mas o certo e correto era descer! Não precisa ser para o nível do mar. Descer 400 a 500 metros já faz uma diferença boa. Mil metros seria suficiente, teoricamente. Que bom que vc não virou "colega do alemão". E que irresponsabilidade do guia, saber que aquela situação sua era semelhante à do alemão. Aventuras são boas só se voltar vivo. Este ano, nos noticiários, vimos o brasileiro que morreu de frio, preso numa fenda de vulcão, (cadê o apito de segurança?) Tenho um de 120 decibéis. Pode ajudar... Outra brasileira caiu em penhasco, montada num burro ou cavalo... Outros não ficamos nem sabendo, aqui mesmo no Brasil. Depois que você melhora, pode a próxima experiência ser normal, como aconteceu após a sua volta à La Paz. Obrigado pelo seu relato. É bom compartilhar, pois alguns ainda acham que o risco de altitude é fantasia. Que bom que vc voltou ! :'>
  23. Acho que você já sabe . Bota você compra aqui, calçando meia fina (liner) junto com outra meia grossa. Amacie aqui, antes da viagem. Marca boa brasileira é Nômade, modelo Tryton, impermeável e respirável, leve, com super amortecimento (qualquer dúvida vá aos tópicos de bota). Voltando à este tópico, 220 páginas, tem MUITA informação aqui !! Desde Ogum777, o mestre, até os atuais, vários colegas prestativos e experts. Você tem que pegar lápis e papel, e ir anotando tudo, dicas, sites, etc... Na primeira viagem você vai levar coisa demais !! Por mais que você elimine ítens, na volta vai ter coisa não não usou, e na próxima viagem dá para tirar, ou reduzir. ab.
  24. Carla, que bom você tirou de letra. Com certeza cada vez que for será tudo como se fosse a primeira, do ponto de vista das adaptações. Mas com certeza, você fez um diferencial, em termos de atitude, de precaução, que sempre deverá se repetir. Obrigado por colocar seu relato. Abç,
  25. Olá Bruno, mas eu não iria não! A baixa de oxigênio realmente deforma mais ainda as suas hemácias. E o risco é quase certo de ter problema à partir de 3000 metros, podendo começar à partir de 1500 metros a necessidade de mais cuidados. Vou postar uma parte de um artigo médico: " 3.5- DOENÇA FALCIFORME E ALTITUDE: O portador de Anemia Falciforme tem que ter dois cuidados básicos em locais de altitude superiores à 5.000 pés (aproximadamente 1.500 metros): manter-se sempre bem hidratado impedindo assim que o plasma sangüíneo aumente sua viscosidade e, evitar situações de estresse e fadiga, como exercício físico principalmente o intenso, pois poderá levar o paciente a uma acidose e hipoxia. O portador do Traço Falciforme deve também seguir essa regra, pois são assintomáticos, e em altitude (superiores à 10.000 pés) pode vir à ter alguns sintomas. O sintoma mais comum e grave que o portador do Traço Falciforme pode vir à ter em altitude é o Enfarto Esplênico. "O Enfarto Esplênico associado ao portador de Anemia Falciforme foi documentado primeiramente entre homens e mulheres negros durante uma viajem para a Korea e o primeiro caso relatado sobre Enfarto Esplênico com o Traço Falciforme foi descrito por Sherman em 1940", FRANKLIN (1999). Os sintomas mais comuns do Enfarto Esplênico são dor abdominal, com migração para o quadrante superior esquerdo; febre; vômitos e irritação diafragmática, podendo causar insuficiência respiratória. DIGGS (1984), tem como hipótese que "o enfarto esplênico no portador do Traço Falciforme age20 como um sinal, antecedendo um enfarto cerebrovascular, uma embolia pulmonar e também crises dolorosas nos ossos". Você é normal !!! mas é baixa altitude !! Então vida normal nas trilhas baixas, nos morros e praias !! Saúde :'> :'> :'>
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