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Studart

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  1. http://kl.chagdud.org/como-chegar/ o mapa está aqui
  2. Studart

    Visto - Canadá

    legal, pelo que me lembro fiquei hospedado a uma quadra do shopping da segunda foto. O Canadá é fabuloso mesmo.
  3. Olá, Parabéns pelo novo relato, tão interessante quanto o primeiro. Um incentivo a mais para quem quer conhecer a região, como eu.
  4. Eu também gostei do relatos e das fotos. Estimulante. É de uma região que eu não conheço, ainda. Parabéns. Vou até pontuar.
  5. obrigado Rodrigo. Devo postar novamente mais tarde, colocando algumas fotografias
  6. X – CONSIDERAÇÕES FINAIS. Exceto Florianópolis, as demais cidades me satisfizeram, acho que fiquei o tempo certo. Floripa merecia mais e certamente voltarei lá, quando for para conhecer Urubici e São Joaquim. Os valores das entradas são inteiras. Em quase todas eram admitidas meia-entradas. Achei que em Blumenau deveriam existir mais empresas de receptivo para fazer passeios a preços justos. Me cobraram 150 reais para ir a Pomerode (30km) e 350 para ir a Nova Trento e Brusque (80km a mais distante). Aluguei o carro, paguei o seguro, a gasolina e ainda economizei centenas de reais. Faltou conhecer Timbó, por falta de tempo. Também não fui a outras praias da região, como Garopaba e Bombinhas. O custo não chegou a 1,5 mil, a parte de Santa Catarina. Mais 2 mil pra Foz e olhe que o aéreo não estava incluído, pois emiti passagens com o fidelidade TAM. Freqüento o fórum há anos e não vi este roteiro, especialmente relatos de viagem envolvendo Blumenau e adjacência e, como é um local que vale a pena ser conhecido, merece melhor divulgação. As fotos vou postando aos poucos. As dúvidas dos colegas internautas eu as tiro oportunamente . Um abraço.
  7. IX – FLORIANÓPOLIS Florianópolis ficou para o final. Pegamos o ônibus, cerca de trinta reais para duas pessoas, que demorou uma hora e fração e chegamos na rodoviária. Todos os trechos foram feitos pela Catarinense. O táxi custou apenas 7 reais para o Íbis Centro (há outro, São José, mais distante, fora da Ilha). Encontramos uma amiga da minha mulher, que é de lá, e nos mostrou as principais atrações e praias: Joaquina, Lagoa da Conceição, Santinho e Jurerê, onde afinal aportamos. O aluguel de cadeiras custa 4 reais e de guarda-sol também (pois é, bem diferente de Fortaleza). O mar é de uma beleza incrível, de verde esmeralda. Pena que a água seja gelada para os meus padrões. Mas quase não há ondas aqui, como podem ver nas fotos. O almoço foi em Santo Antônio de Lisboa, um núcleo preservado da colonização açoriana, num restaurante chamado Bate Ponto. Um camarão e uma moqueca deliciosos. À noite, jantar no Beira Mar Shopping, perto do hotel. O segundo e último dia (e aqui registro que Florianópolis merece bem mais) foi dedicado a repetir um passeio que fiz em novembro de 2000, a quase dez anos, portanto. Às 10h da manha sai uma escuna de um ponto próximo à Ponte Hercílio Luz. Custa 40 reais, salvo engano e o retorno se dá às 16h. O capitão da escuna veste figurino de pirata e anima o passeio inteiro. Depois te oferecem o vídeo a 50 reais (deixam no hotel). Há uma parada para mergulho (apenas uma pessoa mergulhou desta vez) e dois desembarques. Um para almoço numa praia já no município vizinho de Gov. Celso Ramos e um na Fortaleza, bem preservada e administrada pela UFSC, de Santa Cruz do Anhatomirim (5 reais a entrada).
  8. VIII – BALNEÁRIO CAMBORIÚ Após uma hora e meia de viagem chegamos a Balneário Camboriú (não confundir com a vizinha Camboriú). Se não for visitar Florianópolis, melhor comprar a passagem para Navegantes, cidade bem próxima, ao lado de Itajaí. A passagem custou cerca de 15 reais e da rodoviária gastamos mais 20 de táxi para o hotel. Liguei e consegui hospedagem de última hora no hotel San Remo. É um dos últimos da Avenida Atlântica, com preços honestos em seu restaurante, a 150 reais a diária. A dois passos da areia, foi bacana. O primeiro dia foi apenas para passear na praia central,que tem cerca de 6km de extensão. Pena que à tarde faça muita sombra, pois são muitos arranha-céus na avenida. Para se deslocar é melhor utilizar o ônibus turístico, chamado bondindinho (não confundir com o bondinho do Unipraias); O dia seguinte foi dedicada ao Parque Unipraias. Por 30 reais você sai da estação Barra Sul (complexo com restaurantes e lojas) e vai até as estações Mata Atlântica e Laranjeiras. Na primeira, num morro à beira-mar, também área de mata atlântica, obviamente, você pode passear de trenó e fazer algumas atividades, no parque de aventuras. Não deixe de ir à casa do chocolate. A outra é uma praia, diferente da primeira que visitei, muito bonita, com lojinhas de camisetas e artesanato. Mais informações no site deles: http://www.unipraias.com.br
  9. VII – NOVA TRENTO E BRUSQUE No outro dia seguinte fomos a Nova Trento, que se diferencia das demais cidades do Vale Europeu por ser de colonização italiana. Em face disso, a religião predominante não é a luterana, mas a católica. E foi em uma congregação de freiras católicas que morou a Madre Paulina, nascida na Itália, mas com uma obra que transcedeu as fronteiras nacionais e se transformou na primeira santa “brasileira”. Há dois santuários na cidade. O de Nossa Senhora do Bom Socorro, com mais de cem anos, que fica num morro ao lado da cidade, com mais de 500m de altitude, numa área de mata atlântica, cheia de pássaros e vegetação exuberante, e de onde, em dias claros, seria possível ver o mar. O segundo é bem mais novo, e dedicado a Santa Paulina. Suntuoso, lindo, de traços modernos. Próximos estão outras atrações, como um pequeno museu (não entrei), a igreja do bairro do Vígolo, e lojas de produtos religiosos. Na volta passamos em Brusque. Fomos apenas ao shopping Gracher e à FIP, uma espécie de shopping de atacado, onde se vendem roupas a preços realmente bons (melhores e mais baratas que Ciudad del Leste). Há outros shoppings como este, e as lojas lotam nos finais de semana. Vem gente de toda a região. Dica: No caminho de volta de Nova Trento, passe na Vô Luiz e compre um vinho ou suco de uva.
  10. VI – POMERODE. Percebendo que ficaria mais barato alugar um carro, fomos a uma empresa chamada My Way e alugamos um Celta, sem ar, por 65 reais (o seguro varia de 8 a 26 reais, depende da cobertura). Fomos conhecer Pomerode, onde a maioria dos habitantes descende de alemão. Apesar de não ser tão bonita como Gramado, cheia de prédios em enxaimel, é verdade que a colonização deixou marcas fortíssimas. Tire uma foto no pórtico de entrada e que fica ao lado de uma das atrações, a casa do escultor Erwin Curt Teichman, que fez diversos trabalhos pelo Brasil (até a porta da Basílica de Nazaré, em Belém – 5 reais a entrada). Visitamos o museu pomerano (2 reais), onde estão objetos e móveis de época, a casa do imigrante Carl Weeg (entrada gratuita), que fica um pouco afastada, mas fica num terreno bonito, com um laguinho e uma bela vista. Depois inicamos a rota do enxaimel, numa estrada de terra, na zona rural, onde estão algumas das casas antigas de Pomerode, no estilo, obviamente, enxaimel. Inclusive uma de taipa, que fotografei, com mais de cem anos. Se você alugar carro e seguir o roteiro saiba que, só nos primeiros quilômetros entre Blumenau e Gaspar eu contei 14 fotosensores. No mínimo eu tive 28 chances de ser multado, portanto e isso em plena rodovia, tendo que andar a 40km/h ou 50km/h. É mais lucrativo instalar um fotosensor que uma passarela. Devo registrar a mudança de hotel. O Íbis estava lotado e me hospedei no Hotel Glória. Lá é servido o melhor café colonial da cidade a 22 reais, com destaque para a torta alemã e apfelstrudel. Saiu incluído na nossa diária a 120 reais.
  11. V – FLORIANÓPOLIS – BLUMENAU Chegada em Florianópolis, cedo. O aeroporto é pequeno e fica ao sul da cidade. O custo do táxi é de cerca de trinta reais, para o centro, onde ficam muitos hotéis e a rodoviárias. A passagem para Blumenau custa 31,50 reais com a taxa de embarque. A viagem dura mais ou menos de 2h15min minutos. Após uns dez minutos já estávamos no Íbis Blumenau, a uma quadra da Rua XV de Novembro, a principal da cidade. A diária varia de 95 reais, nos finais de semana, a 115 reais, nos dias úteis. Ficamos duas noites lá. Vimos muita coisa, O Museu da Cerveja, onde se explica a razão da fama de Blumenau e de sua principal festa, a Oktoberfest, um novo Museu, de hábitos e costumes, com roupas, brinquedos, malas antigas e outras peças, recém inaugurado, um museu da família colonial, onde estão preservadas três casas com móveis de época, dentre elas a da sobrinha-neta do Dr. Blumenau, fundador da cidade, e que ficou famoso no Fantástico pelo cemitério de gatos, que ela criava e sepultava no quintal. Os museus são pequenos, visitáveis em uma hora no máximo e baratos, dois reais (o da cerveja é gratuito). Soube que há um museu do cristal, que também é fabricado na cidade e cuja produção vem declinando. Não fui porque deve ser parecido com algo que já vi em Gramado, a demonstração de fabricação dos cristais. A Catedral de São Paulo Apóstolo também chama a atenção pelo estilo, bem moderno. È bem grande e tem uma torre de 45 metros. Há o Neumarkt Shopping, com salas de cinema e um bom local para almoçar e jantar, sem gastar muito. Dá para ir em 10 minutos de caminhada, a partir de qualquer ponto do centro. Sem dúvida, outro ponto de interesse é a Vila Germânica, onde ocorre a festa propriamente dita (Oktoberfest). O táxi custa cerca de 15 reais. Há lá várias lojinhas de souvenires, restaurantes e tudo no estilo germânico, enxaimel. Almocei lá, também num buffet livre.
  12. IV – O QUARTO DIA – OUTRAS ATRAÇÕES DE FOZ Como viajaríamos na madrugada do dia seguinte, fizemos passeios mais leves e não voltamos às Cataratas. Há quem vá a um dos parques novamente, num eventual quarto dia. Nós visitamos uma mesquita muçulmana, um templo budista e o marco das três fronteiras. Algumas empresas fazem o passeio conjunto, pois táxi lá é muito caro. Uma das características de Foz do Iguaçu é a tolerância religiosa e a diversidade cultural. Ouvi que gente de 82 países ou etnias moram lá. Para uma cidade de 320 mil pessoas, é significativo.
  13. III – O TERCEIRO DIA - PARAGUAI Resolvemos conhecer Ciudad del Leste, como uma experiência antropológica. Não há muito o que contar, apenas relatar que há um comércio fervilhante, como todos já devem ter visto pela TV. Algumas lojas de vários andares surpreendem, como a Monalisa e os shoppings são semelhantes aos brasileiros. Fora isso, o comércio de rua atrapalha quem quer se deslocar, o assédio é intenso, o trânsito é louco e fico impressionado com o fato de eu ter ido e voltado sem que ninguém tivesse pedido, a mim e às outras trinta pessoas do ônibus, nem a carteira de identidade. Para não dizer que não há controle algum, os fiscais da Receita nos pararam, atrás de muamba. Para cobrar imposto, o Brasil é eficiente. Mas ninguém foi autuado. Até porque não creio que compraram muita coisa. Mais barato do que no Brasil com certeza é, mas vale a pena comprar algo que não tem garantia? E se tiver garantia você terá que voltar ao Paraguai para reclamar? Chama a atenção aceitarem só dólares e reais. Nem vi a moeda paraguaia. Até o preço das lanchonetes é em real. Mas valeu a pena saber que dificilmente eu voltarei a enfrentar na minha 2h30min de engarrafamento para entrar no vizinho.
  14. II – O SEGUNDO DIA – ITAIPU E PARQUE ARGENTINO Fomos a Itaipu, pela manhã, e fizemos uma visita panorâmica. É tudo bem organizado. Assistimos o vídeo de introdução e fizemos o tour interno, passando pelas turbinas, e vimos as comportas, que estavam fechadas. É mesmo uma obra de engenharia fantástica. Sob certos aspectos, continuará a maior do mundo mesmo após a inauguração da chinesa Três Gargantas (no que se refere a volume de água, por exemplo). Depois, pegamos um ônibus de excursão ao Parque Nacional Del Iguazu, na Argentina. Tivemos um problema com algumas crianças, que não tinham a autorização dos pais para sair do Brasil (no caso estava apenas a mãe ou apenas o pai). A Polícia Federal é muito rigorosa e não abre mão mesmo. Atrasamos o passeio em quase uma hora. O irônico é que no Paraguai, a poucos quilômetros dali, a fiscalização é zero. Pode passar criança, traficante, terrorista, e até carro roubado para o presidente vizinho. Mas volto ao tema mais tarde. O parque argentino tem mais passarelas que o brasileiro. Há dois circuitos, um mais próximo ao rio, inferior e um do nível de cima das cataratas, o superior. Fizemos apenas o superior. É preciso o dia todo para fazer ambos e mais o aventura náutica, semelhante ao nosso macuco safári. A visão do parque argentino é até melhor, na minha opinião, pois o final do circuito superior fica bem em frente à principal queda, o Garganta do Diabo. Há um trenzinho entre a estação inicial e o mirante Garganta do Diabo, com uma parada no início dos circuitos. Está incluso na entrada do parque e evita a longa caminhada.
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