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Almeida D. Avid

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Sobre Almeida D. Avid

  • Data de Nascimento 28-07-2001

Bio

  • Ocupação
    Vendedor ambulante. Estudo para concurso público.

Informações de Viajante

  • Próximo Destino
    Eu não sei.

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Conquistas de Almeida D. Avid

Iniciado

Iniciado (3/14)

  • Dedicado
  • Colaborador
  • Primeiro Post
  • Incentivador
  • Uma semana de Mochileiros.com

Distintivos Recentes

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Reputação

  1. Compartilho da sua visão! Quero viajar cada país e escrever um relato do povo de cada um deles. A ideia é publicar um livro que conte em detalhes como é cada país e seu respectivo povo, deixando claras as semelhanças entre pessoas de lugares completamente diferentes do mundo. Pois não existem raças, apenas seres humanos, creio eu.
  2. Uau! Era exatamente esse tipo de relato que eu queria ler. Muito obrigado!
  3. Sobre o mundo, a vida, as pessoas ou o que vc julgar relevante.
  4. Quero ser um escritor itinerante. A ideia é ir para um Estado, me fixar num hostel (por exemplo) e viajar por todo o território escrevendo minhas experiências e aprendizados sobre o local: pessoas, folclore, lendas urbanas, culinária, sotaques, peculiaridades, causos e percalços. Tudo compilado num livrão muito bem escrito e diagramado repleto de fotografias coloridas somente sobre aquele Estado. Então, sigo para o próximo e faço o mesmo por lá até "zerar" o Brasil. Se tudo der certo, quero escrever nesse método sobre cada país do mundo. Meu objetivo é ter uma saga publicada: Volume 1: Brasil, Volume 2: Guiana Francesa, e por aí vai até haver escrito sobre todos os países. Depois, quero publicar um ensaio acadêmico da ótica de um mochileiro (e não de um cientificista pomposo, esnobe e rebuscado) sobre cada continente. Em seguida, uma duologia para as metades do mundo: Volume 1: Ocidente e Volume 2: Oriente. Para finalizar, a minha obra-prima: um livro sobre a humanidade como um todo. Existem por aí mapas-múndi, mapas estelares, mapas disso e daquilo e sabe-se lá mais o quê. Mas não uma obra que verse sobre as pessoas como um organismo vivo e vibrante em constante adaptação, transformação e, consequentemente, evolução (seja ela em qual sentido for). Concluindo: eu quero provar que a humanidade é uma só. Não existem raças. Somos todos seres humanos seja lá em qual parte do mundo for.
  5. Dê mais detalhes sobre a viagem que quer fazer. Isso pode gerar mais respostas aqui no seu post e, talvez, os(as) interessados(as) se manifestem.
  6. Minha vontade é viajar cada Estado de cada país (com exceção de alguns países mais... hardcore. Ex: Coreia do Norte) escrevendo minhas vivências e publicando um livro sobre cada país. Depois, um novo livro sobre cada continente e, pra fechar a trilogia, um ensaio sobre a humanidade. Sem câmeras, sem nomadismo digital, sem essas tecnologias todas de hoje em dia. À moda antiga, igual fizeram Marco Polo e Kozuki Oden.
  7. O que eu mais prezo: 1) Cores discretas 2) Praticidade 3) Custo X Benefício
  8. Vou levar um mochilão de 40L só com o essencial. Irei partir de Aracaju e pretendo cobrir todo o país.
  9. Quero sair num mochilão roots partindo da minha cidade e percorrendo todo o Brasil, enquanto registro minhas andanças e aprendizados num caderno. 1)O que levo na mochila? 2)Preciso comprar um automóvel?
  10. Em dois anos, perdi tudo o que um dia já tive. Não sou ninguém. Não tenho nada. Nunca antes estive tão fundo no poço. Minha avó morreu. Meu avô morreu. Meu pai cortou contato comigo pq não é mais obrigado a pagar pensão (sou maior de idade) e minha meia-irmã mais nova me odeia por mentiras da mãe dela. A única garota que já amei ficou farta de mim e me trocou pelo meu amigo negão. Ex-amigo, devo dizer. Fui demitido duas vezes. Meu óculos quebrou. Estou perdendo a visão do olho esquerdo e a cirurgia custa no mínimo cinco mil reais. Tenho mais de 1,80m de altura e "peso" 50kg. Eu não tenho amigos. Eu não sei o que fazer. Não importa o que eu faça ou o quanto me esforce nada parece surtir resultado! Já fui o aluno mais destacado durante anos consecutivos em escola particular. Fui aprovado em faculdades na Europa e nos EUA mas não pude ir por falta de dinheiro. Recebi várias propostas de universidades aqui no Brasil mas o mesmo aconteceu. Tentei empreender e fracassei. Sozinho não consegui multiplicar dinheiro e evoluir meu negócio. Sou vendedor ambulante de guloseimas. Sou a decepção da minha mãe. Nossa casa não tem energia elétrica, estando atrasado o pagamento há vários anos. Cortaram nossa luz. Temos de pagar mais de oito mil reais para religarem. Todos os dias, meu padrasto conecta a rede da casa a uma bateria de carro. Quando descarrega ao anoitecer ele recarrega na oficina de um amigo. As vezes, a mesma bateria dura dois dias. Guardamos nossa comida numa caixa de isopor que meu padrasto enche de gelo comprado numa fábrica aqui do bairro. Moramos no bairro mais periférico, na casa mais antiga e decadente da rua. Sou grato a Deus por zelar por mim e pela minha família nesta pandemia. E, também, pela garota que amo. A última vez em que a vi ela parecia feliz. Estava bem. Estava saudável. Estava entrando na sala do cinema com o negão. Estou estudando para entrar na Escola de Sargentos das Armas e tentar subir na vida. Quero retribuir tudo que minha mãe já fez e já passou por mim. Quero dar um sítio a ela. O tratamento das varizes. O tratamento dos olhos. O tratamento de obesidade da minha avó. A dieta com restrição à lactose do meu irmãozinho. Eu não sei o que fazer. Sacrifiquei tudo: vida social, relacionamento, CLT (sendo ambulante, faço dinheiro todos os dias), amigos, bens materiais, lazer, vaidade. E não adianta. Sou um inútil. Não consigo fazer nada pela minha família quando eles mais precisam de mim. No fundo, eu só quero colocar minha mochila velha nas costas e sumir no mundo. Viajar. Abstrair. Me desintoxicar do mundo. Viver é diferente de estar vivo.
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