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rgoliveira

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  1. rgoliveira

    Gante

    Resolvi escrever minha opinião sobre Gent após ser surpreendida positivamente pela cidade e por não vê-la (ou ver muito pouco) em destaque nos guias de viagem e nos relatos de mochileiros que vem pra Europa! Na Bélgica, o pessoal costuma ir pra Bruxelas e Bruges e acaba deixando Gent de fora! Estou tendendo a concordar com o guia Lonely Planet que Ghent é a cidade mais subestimada da Europa! Bom, vamos por partes. Morei na Europa em 2009 e visitei 12 países e várias cidades, incluindo Bruxelas e Bruges – esta última sempre citada por viajantes quando se trata de roteiros pela Bélgica. Voltei pra Europa agora em 2017 pra estudar e desde então estou morando em Ghent. Antes de chegar aqui, imaginei que fosse encontrar mais uma cidade histórica com universidades, como várias outras que vi nas minhas viagens em 2009. Um grande engano! Ghent é uma cidade medieval muito autêntica, mas que ao mesmo tempo respira modernidade e cultura. As fachadas de todas as construções históricas estão conservadas, então caminhar pela cidade te faz sentir que você voltou no tempo! Além disso, a prefeitura de Gent fez um projeto de iluminação muito bacana e, todos os dias, as principais construções históricas da cidade são iluminadas ao anoitecer. Gent ganhou vários prêmios internacionais por conta desse projeto de iluminação. Ou seja, andar de dia ou à noite pela cidade são coisas completamente diferentes e uma atração à parte! Pra mim, Gent é a cidade mais viva da Bélgica: mais de 20% da população é universitária, o que faz com que não falte agitação durante o ano todo. São bares, restaurantes, festivais, shows, concertos e toda sorte de opção cultural que enriquece os dias e as noites da cidade, tornando-a viva e agitada, com opção para todos os gostos e bolsos. Opções gastronômicas são infindáveis e atende todos os budgets: cervejarias, bistrôs, restaurantes sofisticados e fast food belga, além das inúmeras opções vegetarianas. Pra mim, que sou vegetariana há muitos anos, aqui é um paraíso. Quando cheguei aqui, descobri que Gent é considerada a cidade com maior número de restaurantes vegetarianos/veganos da Europa – é chamada de capital veggie da Europa! Sensacional! Além de todas as atrações turísticas, como moradora posso afirmar que a cidade é muito organizada e muito fácil de se locomover – seja de bike ou transporte público. O ambiente multicultural também é muito presente: os belgas estão acostumados com um clima internacional por aqui e recebem gente de fora muito bem. E é fácil de chegar de qualquer lugar da Europa de trem. A Bélgica fica no coração da Europa, isso facilita o acesso! Então, pra quem estiver lendo esse relato, considere adicionar Gent no roteiro se estiver vindo pra Bélgica ou viajando entre França e Holanda! Bom, pessoalmente eu preferi Ghent muito mais que Bruges. Se tiver tempo, coloque as duas no roteiro! Se não, eu ficaria com Gent! Ah, uma sugestão de lugar pra ficar: esqueça todos os hotéis que achar na net. Esse é o melhor lugar que você vai achar. Chama Bed in Gent. É um Bed and Breakfast super em conta mas com cara de hotel! Fiquei aqui por 19 dias quando cheguei na Bélgica porque meu flat ainda não estava disponível. O Tom é o proprietário, são dois quartos apenas mas muito bem mobiliados, espaçosos e confortáveis, com cama de casal e banheiro com banheira. Café da manhã muito gostoso e localização excelente: fica perto da estação de trem, poucos minutos de caminhada dos principais pontos turísticos e em uma vizinhança tranquila e silenciosa. O Tom é um belga sensacional, que me ajudou com tudo que precisei durante minha estadia. Tivemos boas conversas sempre ao som de bossa nova – que ele curte muito! Pesquisei bastante antes de vir e o custo-benefício de ficar no Bed in Gent é infinitamente melhor. Vou deixar o link e o email dele: [email protected] – www.bedingent.be Bom, é isso! Me senti na obrigação de compartilhar um outro ponto de vista sobre a Bélgica. Muitas vezes quem planeja uma viagem com um roteiro apertado – muitos lugares e poucos dias – pode acabar deixando de fora esses bons destinos que não são tão citados!
  2. Olá armorines Paguei R$300 por dia por pessoa. Nesse valor estão inclusos todos os custos - hospedagem, alimentação - todas refeições, incluindo lanche para o passeio, passeios e transporte de tefé até a pousada. Abraços Raquel
  3. Visitei o Amazonas em Junho/2015 depois de muitos anos esperando a melhor oportunidade para viajar pra lá, tentando combinar férias com a melhor época do ano. Acabou dando certo. Pesquisei bastante na internet e aqui no Mochileiros porque eu queria que essa viagem fosse especial, por ser o grande sonho da minha vida conhecer a Amazônia. Eu estava fugindo daqueles pacotes turísticos padrões que não te permitem viver uma experiência original nos lugar. O que eu achei na net foram hotéis de selva caríssimos, luxuosos, com pacotes padrões ou agencias mais em conta que levavam os turistas para locais próximo à Manaus mas que deixavam muito a desejar visto os diversos depoimentos que li por aí. Pesquisei bastante e acabei descobrindo a Reserva de Desenvolvimento Sustentável de Mamirauá aqui mesmo no mochileiros – uma menina postou um relato dizendo que tinha visto uma reportagem sobre o lugar e acabou procurando mais pra visitar. Eu só tenho a agradecer essa pessoa que não sei nem mais onde está o relato dela aqui no fórum – mas se ela ler esse meu post, queria dizer muito obrigada! Foi a melhor experiência de viagem que tive na minha vida (e olha que já viajei bastante por aí!). Bom, então vamos lá. Chegamos em Manaus, ficamos dois dias. Deu pra conhecer o centro histórico, mercado municipal, alguns museus e o encontro das águas. Dois dias são suficientes em Manaus. O tempo restante que você tiver invista em passar mais tempo na floresta. Depois disso, pegamos um voo regional da azul para Tefé que fica a 500km de avião de Manaus, em direção à fronteira com a Colombia, bem no meio da Amazonia. De lá, pega-se um taxi até o porto de Tefé e um voadeira (barco pequeno) até a Reserva – dá mais ou menos 40 minutos até a Pousada Casa do Caboclo que foi onde ficamos. A Pousada fica numa comunidade na beira do rio Japurá dentro da Reserva de Desenvolvimento Sustentável de Mamirauá. É uma pousada gerida pelo casal Ruth e Choca. A comunidade é bem pequena e familiar – quase todos lá são da mesma família. Nessa reserva, há muitas pesquisas sendo realizadas pelos pesquisadores do Instituto Mamirauá, vem muito pesquisador de fora estudar a fauna e flora, muitas espécies são endêmicas na região. A Pousada é simples mas muuuuuito aconchegante. Dormimos em um quarto sem paredes, apenas com telas. E o mais legal disso tudo é que, como a pousada fica na beira da mata, dá pra ouvir todos os sons da floresta durante a noite, uma experiência muito legal! A Ruth é quem cozinha e prepara as refeições pra gente. Tudo fresco e muito gostoso, me senti sendo cuidada pela minha mãe. Inclusive, no primeiro dia cheguei lá passando mal porque tinha comido um sanduiche com maionese estragada no dia anterior. Tive uma intoxicação alimentar brava e ela fez chá, sopas, me deu remédio, cuidou de mim igual filha. Sou muito grata a ela porque fiquei muito preocupada em perder um dia na floresta porque estava passando mal, mas acabou dando tudo certo e melhorei bem rápido! O Choca é quem levou a gente para os passeios. É incrível como eles conhecem aquele lugar. Fizemos muitos passeios nos 4 dias que ficamos lá. Como fomos na época da cheia, a maioria deles fizemos de canoa. Passeamos por dentro da floresta, vimos muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuita fauna silvestre, muuuuuuuuuuitos macacos, de várias espécies, inclusive o macaco uacari, uma espécie endêmica de lá e difícil de ver. Vimos araras ameaçadas de extinção que não se vê mais em lugar nenhum, bicho preguiça, tamanduá, muitas espécies de aves, muitas árvores amazônicas, e muuuuuuitos botos soltos, livres, silvestres de verdade (diferente dos relatos que li no Mochileiros da visita aos botos próximo à Manaus, uma verdadeira judiação com os animais…). Em um dos dias fomos fazer a focagem de jacaré noturna e foi muito legal também, só a gente, a lua e o rio. E alguns jacarés! hahah Também fomos assistir o nascer e o pôr do sol, e em um dos dias acordamos de madrugada para ver o céu e as estrelas. Engraçado, mas a gente não presta atenção nessas coisas no dia a dia. E como ver o sol, o céu e as estrelas pode ser tão especial! Na Amazônia foi mais fantástico ainda. O Choca foi nosso guia, nos levou pra ver tudo, parando pacientemente para tirarmos fotos, respondia todas nossas perguntas, ele conhece tudo por lá. E o legal é que foi uma viagem ‘vip’, só eu e meu marido nos passeios guiados por ele. Inclusive, ele nos levou em duas plataformas de observação construídas por uma TV japonesa que tinha ido lá algumas semanas antes da nossa visita fazer um documentário sobre a Amazônia. Foi muito legal subir na plataforma e ver a copa das árvores de lá. Eu voltei de lá com uma sensação de pertencimento muito grande em relação ao meu país, de orgulho por ter o privilégio de ter a Amazônia no meu país e com a sensação de querer compartilhar a experiência com todos. Eu acho que se todos os brasileiros visitassem a Amazônia, conseguiríamos aumentar a consciência e a preservação desse importante bioma. A minha viagem só foi especial por que eu conheci a Amazônia de verdade, investi um pouco mais de tempo pra ir em uma reserva sustentável longe de Manaus, onde há conservação, utilização de recursos naturais de forma consciente, uma comunidade engajada em crescer sustentavelmente, preservando e defendendo o local onde vive. E mais do que isso, a Ruth e o Choca são pessoas muito especiais e tornaram a nossa experiência única. Eu tenho muito a agradecer a eles. Quem quiser conhecer a Amazônia de verdade, eu recomendo fortemente que vocês visitem Mamirauá. Um dos principais guias de viagem do planeta (Lonely Planet) elegeu Mamirauá como o melhor lugar para se conhecer a Amazonia e eu concordo. Eu e meu marido ficamos 4 dias inteiros na pousada com a Ruth e o Choca e gastamos um dia pra ir e mais um dia pra voltar (1 hora de voo, mas só tem voo no meio do dia). O site da pousada é www.pousadacasadocaboclo.com Os preços incluem todas as despesas desde a chegada em Tefé até o retorno para o aeroporto – hospedagem, transfers, alimentação e passeois. Pretendo voltar em breve para conhecer a Amazônia na época de seca!
  4. rgoliveira

    4 dias pelo Jalapão

    Olá Pessoal Fui ao Jalapão no final de dezembro com meu marido e alguns mochileiros que conheci aqui no fórum! Gostaria de deixar registrado nossa viagem e algumas dicas para aqueles que pretendem ir, retribuindo a ajuda que o fórum sempre me prestou no planejamento de todas as nossas viagens! Fizemos uma viagem de 4 dias pelo Jalapão que incluiu: Dia 1: Chegada em Ponte Alta do Tocantins, Cachoeira e Rio Soninho, Cachoeira da Fumaça e Pedra Furada Dia 2: Canion Sussuapara, Rio Novo, Pôr do sol nas Dunas Dia 3: Fervedouros, Cachoeira da Formiga, Comunidade Mumbuca, Encontro do Rios Formiga e Soninho Dia 4: Nascer do sol na Serra do Espírito Santo, Cachoeira da Velha, Prainha Pesquisei muito sobre agencias, guias, aluguel de carros porque achei absurdamente tudo muito caro! A solução que encontrei foi aqui no Mochileiros, o Márcio tem um jipe e estava à disposição para fazer essa aventura com a gente e com mais dois meninos que também encontrei pelo mochileiros. Fechamos a troller e fizemos todo esse percurso sozinhos. Achamos tranquilamente todos os lugares, com o mapa, curtimos na nossa velocidade, sem concorrer espaço nos locais com nenhum outro turista além de ter ficado mais em conta do que contratar agências. Ele ainda está por lá fazendo passeios com outros grupos. Quem quiser o telefone dele, anota aí: 63 8496 0630 (tel)/ 71 8646 0000 (whatsup) / [email protected] /https://www.facebook.com/marcio.rios.52?fref=ts Boa aventura! Raquel Algumas fotos da nossa viagem:
  5. Olá Pessoal Vou ao Jalapão com meu marido no final do ano e pretendemos fechar com o Belêco um carro para 4 dias. O preço do carro, com guia e combustivel fica em R$2000 total independente do número de pessoas. Por enquanto estamos somente eu e meu marido. Quem quiser se juntar à nós para fazer uma viagem mais barata, me envie um email: [email protected] Chegaremos em Palmas no dia 25/12 e a ideia é que a expedição comece no dia 26/12 e termine no dia 29/12. Mas podemos flexibilizar a data. Abç Raquel
  6. rgoliveira

    Jalapão

    Olá Pessoal Vou ao Jalapão com meu marido no final do ano e pretendemos fechar com o Belêco um carro para 4 dias. O preço do carro, com guia e combustivel fica em R$2000 total independente do número de pessoas. Por enquanto estamos somente eu e meu marido. Quem quiser se juntar à nós para fazer uma viagem mais barata, me envie um email: [email protected] Chegaremos em Palmas no dia 25/12 e a ideia é que a expedição comece no dia 26/12 e termine no dia 29/12. Mas podemos flexibilizar a data. Abç Raquel
  7. Olá Pessoal Acabo de divulgar no nosso blog um post sobre a Chapada Diamantina. Quem estiver de viagem marcada pra lá, dá uma passada no blog! Segue link: http://www.ourworldinaportrait.com/chapada-diamantina-conheca-o-principal-destino-de-ecoturismo-do-brasil/ Abç Raquel
  8. Olá Pessoal! Que bom que voces gostaram e que acharam úteis as dicas! Boas mochiladas para todos nós!
  9. Oi vidalpesca! Concordo com você! Quando compramos algo nas viagens, é realmente o que precisamos. Amamos fotografia e comprar no Brasil equipamentos fotográficos é inviável, os preços são absurdos. Então, nas viagens no exterior aproveitamos para comprar lentes e acessórios pra câmera, sai MUITO mais barato! No post, quis dizer NÃO COMPRAR em relação à compras desnecessárias, como voce menciona. Tenho amigos que viajam para o exterior para comprar eletrônicos e roupas. Passam a maior parte do tempo nos shoppings e voltam com a mala empanturrada de objetos! No final das contas, só gastou e nao aproveitou o lugar! Abraço Raquel
  10. Olá Pessoal Temos um blog e escrevemos algumas dicas de viagens para mochileiros! Publiquei hoje um post com dicas sobre como viajar barato! Dá uma olhada! Acredite: você não precisa ser rico para viajar pelo mundo! Muitas pessoas ainda acreditam que, para viajar pelo mundo, é preciso ter um ótimo emprego que pague altos salários ou ser um ganhador da loteria. Ainda escuto alguns amigos comentarem que eu fiquei milionária, por isso viajo tanto. Tudo errado! Bom, já adiantando: não, não somos ricos, não temos família rica e não somos sócios de agência de turismo. Temos várias contas pra pagar todo mês e uma casa pra manter. Mas nada disso significa que não podemos realizar os nossos sonhos. Tudo na vida é questão de prioridade. Se viajar é sua prioridade, você vai conseguir viajar quantas vezes quiser e pra onde quiser. Se você gosta de usar roupas de marca, trocar de carro todo ano e frequentar baladas caras, você também vai poder fazer isso com uma certa frequência se for sua prioridade. Milagre não existe: se você não ganhou na loteria e não é milionário, vai ter que fazer escolhas e priorizar, não dá pra ter tudo! Para viajar para vários lugares, a nossa escolha foi planejar bem as finanças e otimizar o uso do dinheiro. Isso significa gastar de forma consciente e fazer uma poupança. Muitas vezes, fazer pequenos “sacrifícios” no dia a dia (ou deixar de ter certos luxos) pode te render uma boa graninha no final do mês, que vira uma “granona” no final do ano. Além disso, para viajar muito, é necessário viajar barato e, para isso, você vai ter que arregaçar as mangas para pesquisar formas criativas de fazer isso! Trouxemos algumas dicas de como viajar barato para compartilhar com nossos leitores e mostrar que conhecer o mundo está ao alcance do todos! 1. Faça você mesmo A dica de ouro é: planeje e faça você mesmo. Para os menos experientes em viagens independentes, usar intermediários (agências de viagem) é a primeira opção. Pra mim, é um atentado terrorista às suas férias. Existem milhares de sites e blogs na internet que tem relatos de viajantes que visitaram zilhares de destinos. Use-os para planejar a sua viagem, encontrar novas opções de lugares fantásticos para conhecer (fora dos roteiros das agências) e personalize a sua viagem! Fique mais dias e gaste menos! Parque Nacional Huerquehue, Chile. Se não fosse pela internet e fóruns de viajantes independentes, jamais teríamos visitado esse parque que é uma das maravilhas na região dos lagos chilena. Fizemos 8 horas de trekking e investimos $2000 pesos chilenos (R$9,00) por pessoa (entrada no parque). 2. Sinta-se em casa e conheça pessoas do mundo inteiro Porque viajar e ficar em hotéis caros se você pode se hospedar em hostels e albergues baratos, sem grandes luxos mas que oferecem o mesmo conforto da sua casa, e ainda te proporciona experiências culturais (e amizades pra toda a vida) com gente do mundo inteiro? Utilize o Hostelworld.com ou recomendações de outros viajantes na internet e vá saltar de bungee jump, escalar um vulcão e voar de paragliding com o dinheiro economizado nos hotéis caros. Hostel que mais parece um hotel em Santiago. USD 22 por pessoa/noite (R$45,00). Jantar em Huacachina/Peru com a turma do hostel – Austrália, Inglaterra, Alemanha, EUA, Peru, Holanda, Canadá, Irlanda e Brasil. 12 soles (R$10,00) por pessoa – Prato muito bem servido com bebida! 3. Transporte pode ser sempre mais barato Quem disse que andar de avião no Brasil ou viajar de trem na Europa tem que ser caro? E quem disse que transporte público na América do Sul é ruim? Quebre seus paradigmas e viaje mais. Viaje de graça no Brasil: Existem diversos programas de milhagem de cias áreas brasileiras que te permitem acumular milhas através de vôos, cartão de crédito, programa de fidelidade do posto de gasolina, etc. Converta tudo em pontos de um programa só e viaje de graça. Europa para mochileiros: antes de ir pra Europa, pesquise os tickets para estudantes ou viajantes. Não compre nada com agências de viagem. As diversas cias de trens europeus oferecem diferentes categorias de tarifas de acordo com o seu perfil. Existem passes para estudante, que te permitem viajar por vários países pagando um valor fixo. Outra opção é fuçar os sites das cias de trem e achar tickets com desconto – dependendo do dia da semana ou horário da viagem, pode sair até 50% mais barato. Além disso, as conhecidas cias aéreas low cost (Ryanair e Easy Jet) ajudam a viabilizar a viagem de muitos mochileiros. Pesquise com antecedência. Transporte público na América do Sul pode ser fantástico e MUITO barato: Argentina, Chile e até o Peru oferecem transporte interestadual super barato com cara de 1ª classe – os 1000km percorridos em 1 noite de sono está longe de ser sofrido como é no Brasil. Além disso, andar de metrô, ônibus, trem nas grandes cidades é uma ótima forma de economizar e é a melhor maneira de conhecer uma cidade e sua cultura! Experimente! Estação de Trem em Berlim. Ticket de trem época do réveillon – trecho Dinamarca – Berlim: 23 euros (na época: R$60,00) 4. Conheça seu destino do ponto de vista de quem vive lá – e sem pagar (quase) nada! Esqueça os city tour em ônibus de turismo, caros e desinteressantes. Na Europa, 90% das capitais oferecem o famoso Free Walking Tour, outras cidades na América do Sul copiaram a ideia e também já estão oferecendo. É um tour onde você percorre a pé os pontos turísticos conhecidos e também lugares fora dos roteiros turistão, que só os nativos conhecem, ou seja, é uma oportunidade para você conhecer a cidade do ponto de vista de quem vive lá. Alguns tours também oferecem experiências gastronômicas e te levam pra conhecer duas ou três opções de pratos típicos da cidade. E o melhor: é tudo de graça (ou você pode dar gorjetas, no valor que quiser, não obrigatório). É organizado de forma muito profissional por grupos de estudantes e artistas. Fomos em vários na Europa e América do Sul e tornamos um must see nas outras cidades que visitamos por ser, além de barato, MUITO interessante! Confira porque essa opção é interessante no link a seguir: Free walking tours – Viaje Aqui – Editora Abril Free Walking tour em Amsterdam. Aprendemos um monte de coisas interessantes sobre como os holandeses enxergam o consumo de drogas – muito diferente da visão que o mundo passa, valeu a pena pelo aprendizado! Investimento: demos 3 euros de gorjeta (R$9 reais), não me chamem de pão dura, a média é 5 euros! 5. Coma bem e barato Visitar um país e não conhecer a gastronomia local é como ir à praia e não entrar no mar. Mas quem disse que conhecer a gastronomia local significa ir em restaurantes caríssimos de chefs renomados está enganado. Em viagens muito longas, fica quase impossível comer em restaurantes todos os dias. Uma opção barata e interessante é visitar mercados populares: você prova frutas locais, bebidas e comidas típicas gastando muito pouco e aumenta seu repertório de gostos e temperos do mundo! Noite de aniversário na Hungria. Esse restaurante foi um achado. Recomendação do mochileiros.com. 5600 forint (R$60,00) pra duas pessoas: carne de carneiro e um prato vegetariano de nome impronunciável muito bem servido com bebida! Mercado Popular em Valdívia/Chile – 500 gramas de frutas típicas: 1000 pesos chilenos (R$4,50) 6. Viaje leve Leve pouca bagagem. Você vai gastar pouco, especialmente quando usar cias. aéreas low cost, que cobram pra despachar bagagem. Além disso, reflita se realmente precisa comprar lembracinha para a irmã do cunhado da vizinha e eletrônicos/roupas ou quinquilharias de que você não precisa. A vontade de gastar é grande, especialmente fora do Brasil, onde tudo parece ser mais barato. Mas se você não precisa e não vai usar, economize uma bagagem extra e dinheiro que pode ser usado para prolongar em uma semana ou mais a sua viagem! Há anos parei de comprar souvenirs: além de gastar dinheiro, depois de um tempo, eles deixavam de combinar com a decoração da minha sala e acabavam parando numa caixa no fundo do guarda roupa. Outro motivo: a maioria dessas lembracinhas que compramos em aeroportos, barraquinha de rua, são fabricadas no mesmo lugar: China, ou seja, de típico do lugar não tem nada. Deixei de ver sentido em trazer isso pra casa. Passei a levar dos lugares por onde passamos apenas experiências e fotografias, o suficiente para lembrar dos momentos vividos em cada destino! Mykonos, Grécia: para chegar nessa belíssima ilha grega, foi necessário pegar ônibus, táxi, avião, ferryboat, van… se tivéssemos carregando uma mala grande, iria causar no mínimo um transtorno na nossa viagem! 7. Tudo – Repito, tudo tem desconto Existem várias formas de conseguir desconto nas atrações de uma cidade. Uma delas são os cartões turísticos oferecidos na cidade (muito comum na Europa). É possível comprar um cartão turístico por um valor fixo e frequentar diversas atrações que, se compradas separadamente, sairiam muito mais caras. Use sempre essa opção, custo benefício comprovadamente melhor. Nos países da América do Sul, diversas atrações podem sair bem mais baratas se você for residente de um país sulamericano. Só que ninguém te avisa até você questionar, esse tipo de desconto é MUITO comum. Além disso, a grande maioria dos locais aceita carteirinha de estudante ou cobram menos para jovens abaixo de 26 anos, pergunte sempre. E em muitos países, pechinchar se torna obrigação: nunca aceite a primeira oferta, você pode fazer seu dinheiro render duas viagens se fizer boas negociações! Então, não tenha medo de pechinchar, negociar ou mesmo perguntar. Quem trabalha com turismo acaba aproveitando para abusar nos preços e faturar em cima dos turistas que estão de férias e suscetíveis a gastar mais! Museu do Louvre, França Jovens de 18-25 anos residentes na Europa não pagam pra entrar. Mas só descobrimos conversando com uma portuguesa que nos atendeu no guichê! O valor pra turista hoje é 16 euros (ou R$50). Na época, morávamos na Dinamarca e, por isso, entramos no Louvre de graça! Staatsoper em Viena, Áustria. Pra quem não sabe, pra assistir um concerto nessa famosa e histórica casa de ópera em Viena, por onde muitos maestros famosos já passaram, não nos custou mais do que 2 euros (R$6,00) por pessoa, meia com carteirinha de estudante! E ainda conseguimos ficar em uma posição privilegiada no 3º andar que deu pra ver muito bem o palco! Pesquise sempre! Gostou do post? Se quiser compartilhar com amigos ou ver outras postagens, acesse nosso blog ou deixe uma mensagem! http://www.ourworldinaportrait.com/acredite-voce-nao-precisa-ser-rico-para-viajar-pelo-mundo/ E não deixe de seguir a gente no Facebook: https://www.facebook.com/ourworldinaportrait Se tiver alguma dúvida, ficarei feliz em ajudar! Abraços Raquel
  11. Olá Pessoal Fizemos uma viagem para o Peru durante 15 dias em setembro desse ano. Em breve, postarei dicas e o relato completo por aqui. Por enquanto, terminamos de selecionar as melhores fotos e publicamos uma galeria de fotos dos principais locais visitados durante essa viagem! Acesse nosso blog pra ver as fotos! http://www.ourworldinaportrait.com/galeria-peru/ Abraço Raquel
  12. Olá Pessoal Escrevi um post para o meu blog sobre lugares inspiradores para se visitar em 2014 e gostaria de compartilhar com quem está pensando em dar a volta ao mundo. Acho que vale a pena incluir os 7 lugares no roteiro de vocês! Os 7 destinos mais inspiradores para conhecer em 2014! Por Raquel Oliveira 7º lugar San Gimignano, Itália O que uma cidade de 7 mil habitantes no interior da Itália tem de especial? San Gimignano é um vilarejo medieval, na região da Toscana, cheio de charme e história. Hoje é muito turística, mas vale a visita pela arquitetura: você se sente de volta à Idade Média! 6º lugar Que tal visitar uma ilha grega em 2014? Mykonos é uma das ilhas mais famosas da Grécia. As casinhas brancas, os moinhos de vento e as belíssimas praias dão um ar especial à essa ilha. A vista estonteante do mar Egeu de um dos pontos mais altos da ilha é de tirar o fôlego. 5º lugar San Rafael, Argentina Ao sul de Mendonza, San Rafael revela belas surpresas: lagos navegáveis, cañons e caminhos sinuosos. O Cañon del Atuel proporciona uma vista impressionante dos lagos da região: parece uma pintura feita pela natureza. 4º lugar Skagen - Dinamarca Se você suportar o frio e as rajadas de vento gélidas do norte da Europa, vai se impressionar com a paisagem da última cidade da Dinamarca e o encontro do mar do Norte e o mar Báltico. Emocionante! 3º lugar Cinque Terre – Itália Um vilarejo formado por cinco pequenas vilas (por isso o nome Cinque Terre) é o charme da costa da Ligúria. Você pode percorrer as cinco vilas a pé ou de trem. Na foto, a via Dell’Amore que liga Riomaggiore à Manarola e o mar mediterrâneo ao lado. 2º Lugar Pucón, Chile Pouco visitada por brasileiros, essa cidadezinha foi um achado na região dos lagos. Possui diversas atrações pra quem gosta de exercitar rodeado pela natureza, a começar pelo Vulcão Villarica, que te exige fôlego e coragem pra subir seus 2800 metros. Esse, com certeza, foi um dos melhores passeios que fizemos até hoje. Vale a pena! 1º lugar Machu Picchu Demorei a visitar o Peru porque nunca fui fã de lugares muito “pops”. Hoje entendo o motivo de tanta popularidade e arrependo por ter demorado tanto a visitar esse país. Cheio de mistérios, surpresas e boas energias, nos proporcionou a melhor viagem da nossa vida. Machu Picchu me surpreendeu pela beleza da cidade inca. Construída no alto das montanhas, num lugar remoto, impossível de ser encontrada, deve ser o primeiro da lista de todos que pretendem viajar em 2014! Espero que tenham gostado! Abraços Raquel
  13. Olá Pessoal Somos um casal amante de fotografias e viagens. Criamos uma fanpage e blog para compartilhar nossas fotos, roteiros, planejamentos de viagens e dicas de destinos interessantes! Uma vontade antiga realizada! Vai lá e confere, já está no ar! E conte pra gente o que você achou! =) Abraço Raquel http://www.ourworldinaportrait.com/
  14. Obrigada, Victor! Se tiver a oportunidade, vai sim! Vale super à pena, mesmo com todo o frio! Abraço!
  15. Reveillon em Berlin A festa de réveillon mais fria e mais animada das nossas vidas! Dezembro de 2009 foi um dos nossos últimos meses na Dinamarca. Nosso retorno para o Brasil estava marcado para fevereiro de 2010. E depois de um ano na Europa e muitas viagens, essa seria a nossa última oportunidade de viajar antes da partida. Com o coração na mão e a nostalgia antecipada de deixar o velho continente pra trás, estávamos decididos: escolheríamos um novo destino, inédito nessa temporada na Europa, e iríamos fazer dessa a melhor viagem e o melhor réveillon da nossa vida! Meta estabelecida, comecei a busca na internet. Os únicos países que ainda não tínhamos visitado mas ainda constavam na nossa wishlist eram da Escandinávia. Ok, então, vamos passar o réveillon na Escandinávia. Beleza pura! O único problema é que esses países simplesmente não tinham réveillon de rua. Suécia, Noruega, Finlândia e nem mesmo a Dinamarca... A Escandinávia tem um jeito peculiar de comemorar a virada do ano: jantares íntimos na casa de amigos ou familiares e, depois, cama, ou festas caras, impagáveis por nossos bolsos mochileiros. Duas justificativas para isso: cultural e, óbvio, o frio. Quem, por cargas d’água, vai pra rua, no dia 31 de dezembro à meia noite, na escuridão do inverno do norte da Europa, nevando, tomar rajada de vento congelante na cara? Só nós, brasileiros bobos, buscando novidade! Bom, cancelamos a virada do ano na Escandinávia e fomos googlar outros destinos! Eis que o mago Google nos traz uma solução incrível: Reveillon em Berlim, na lista dos TOP 10 melhores réveillons do mundo. Uma festa de rua para dois milhões de pessoas, com queima de fogos em um dos principais pontos turísticos da cidade, o Portão de Brandenburgo. E o melhor, um destino novo (conhecíamos a Alemanha, mas não tínhamos ido a Berlim ainda), e há 5 horas de trem da nossa casa. Nem precisaríamos concorrer pelas passagens aéreas nessa época do ano. Destino definido, hora dos preparativos. Reserva dos tickets no site do trem alemão DB (http://www.bahn.de): tickets esgotados para as datas que queríamos. Oh my goodness! E agora? Por sorte, depois de horas a fio no site do DB, fiz várias combinações e tentativas, mudei a cidade de partida, a estação de chegada, o horário e o tipo de tarifa e conseguimos! Uhul! Reserva de hostel: todos esgotados. A cidade estaria lotada por causa do réveillon. Também, depois de váaarias horas de busca e combinações arranjei um hostel por noite (ficamos 3). Eu sei que é pauleira, mas em nome da virada do ano no Portão de Brandenburgo, valeria a pena a loucurinha! Chegamos em Berlin no dia 31/12/2009. A cidade estava cheia, muito movimento, muita animação, todos empolgados (do jeito alemão de ser empolgado, claro) para a virada! Dava gosto de andar por lá, principalmente porque tínhamos saído da pacata Dinamarca para essa festa. Berlim é uma cidade incrível, cheia de opções para todos os gostos, como uma boa capital europeia, porém, extremamente organizada: museus, baladas, festas, festivais de rua e muita, muita gente do mundo inteiro! Nos alocamos no hostel e fomos passear pela cidade. Todas as atrações turísticas ficam abertas. Então, foi uma boa oportunidade para conhecer bem Berlim. A Festa de Réveillon: Os alemães realmente sabem como celebrar Sylvester – como eles chamam o evento. Eles vão pra rua cedo e a festa só acaba na manhã seguinte. Fomos pra rua no início da noite, descemos próximo ao parlamento alemão e já avistamos a imponência do edifício e muitas, muitas pessoas indo em direção ao Portão de Brandenburgo, todos com sua garrafa de champagne, preparados para a virada. A festa no Portão tinha como opção enfrentar a fila da roda gigante pra tentar entrar no brinquedo na hora da virada (e ver os fogos de cima – o que deve ser o máximo) ou ir para o meio da galera curtir o show com muita música eletrônica e alguns artistas pops europeus. Ficamos muito surpresos com a animação dos alemães e com o tanto de álcool que eles bebem nessa época do ano (talvez é o que justifica toda essa animação?). Apesar dos milhares, milhões na rua, não teve empurra empurra e, mesmo bêbados, não vimos briga nem confusão, só muito alemão barulhento e animadinho! Próximo da meia noite, contagem regressiva e um show de 30 minutos de fogos de artifício no céu. É realmente uma festa belíssima, pra curtir e celebrar a virada do ano de uma maneira especial! Uma amiga alemã que conhecemos no Peru esse ano, nos disse que essa festa de réveillon é tradicional na Alemanha e todos assistem pela TV. Muitos vêm de longe só pra ir pra rua pra ver o show da virada! Me lembrou a nossa tradicional virada em Copacabanda, que também está na mesma listinha dos TOP 10 melhores réveillons do mundo. Se gostou e quer ir, dicas importantes: 1. Decida com antecedência: não faça como nós. Assim, você não terá problemas para achar passagens de trem e quartos de hotel/hostel disponíveis. 2. A festa é de rua: vá com coração aberto para entrar no clima da muvuca. Os alemães são festeiros (os mais festeiros que vimos na Europa), bebem muito, fazem muito barulho (acredite!) e na volta para o hotel, tenha paciência. Os trens ficam lotados, você vai ter que esperar por um vagão vazio, com frio, com sono e cansado! 3. Proteja-se do frio: não é a Escandinávia, mas faz frio pra caramba. Vá bem agasalhado e com o pé protegido. Depois de muitas horas no frio, meu pé ficou duro, congelado! Tive que derretê-lo na água quente quando cheguei no hostel (rsrsrs)! 4. Aproveite: uma das festas de virada de ano mais bonitas do planeta tem quer ser aproveitada na sua plenitude. Não é todo ano que você terá essa chance! Quando voltar, não deixe de contar como foi a sua virada. Feliz 2014! Raquel
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