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Mike Weiss

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Tudo que Mike Weiss postou

  1. Maria Emilia, Muito legal vc ter “ressuscitado” esse meu tópico... reli e viajei comigo mesmo novamente! Que saudades da Bolívia!!! Obrigado pelas palavras... também acho que o relato continua atual. Mesmo após esses anos, a Bolívia continua sendo um destino incrível! Rodrigo, Sem um carro 4x4 é muito arriscado (em alguns lugares, quase impossível de passar). As lagunas são mesmo imperdíveis, mas se você já está ali, não pode deixar de ir até o Salar de Uyuni, e aí sim é indispensável ter tração nas 4 rodas (ainda mais se for na época de chuvas). Sem contar que vc não vai querer colocar o seu carro na água do salar... Abração! Mike
  2. Em Damascus você conseguirá trocar dólares também... Mas prefira levar libras libanesas, a taxa de câmbio é melhor. Eu fiquei hospedado num daqueles hoteis baratos perto da praça Al Marje (na rua de trás da Av. An Nasr) A localização é excelente, e os preços lá são muito bons também.
  3. Tudo bem? Cara... desculpa pela demora da resposta! Eu conheço os agregadores estilo Bootsnall... eles tem propostas interessantes, mas leia as entrelinhas sempre. Muitas das propostas não são nada flexíveis... Eles oferecem menos vôos e geralmente o preço deles em relação as alianças aéreas não é tão melhor não. Para o teu roteiro pode fazer sentido comprar um bilhete promocional para Istambul (com uma parada na Europa)... e de Istambul você pode chegar no Cairo via Siria, Jordânia, Israel (que é uma região incrível e imperdível)! Do Cairo você consegue comprar uma ida para Dubai com uma low cost como a Air Arabia e o mesmo vale para Dubai - Mumbai... e de Mumbai para Bangkok você também achará umas pechinchas. O trecho Shangai - LAX pode ser mais caro que o Hong Kong - LAX... Vou te dizer que, por incrível que pareça, eu tirei um tempo para fazer essas simulações todas... vi o preço das RTW das Alianças Aéreas, vi o preço do meu itinerário estimado com as agregadoras e simulei trecho por trecho comprado em separado com as low fares e low costs. O meu resultado na época foi: O preço de voar com um bilhete RTW como o da Oneworld era tecnicamente o mesmo de comprar os trechos em separado com antecedência e os trechos das agregadoras ficou muito mais caro. Preferi comprar com a aliança porque afinal poderia mudar as datas da viagem (sem custo) e destinos (com custo baixo) quando quisesse... enquanto se tivesse decidido por comprar os bilhetes em separado, teria que fazê-lo com antecedência (para conseguir preços bons) e não teria muita flexibilidade. Planejar com antecedência não é um problema... desde que você controle a ansiedade! eheheh Quando falam em planejar viagem, eu tenho um arrepio... porque eu sei como é, e antes das minhas primeiras mochiladas na Am. Latina eu fazia planilhas com horário de bus/vôos, preços, possíveis hostels, lugares de interesse etc etc... era over! Acho muito mais importante INVESTIGAR do que planejar. Chegar num lugar sem a mínima noção é uma merda, e chegar num lugar depois de já ter visto fotos, vídeos, lido relatos detalhistas, devorado o Lonely Planet é uma merda pior ainda... porque você já não vê o lugar de uma forma inédita e com a mesma empolgação e surpresa (afinal você já esteve lá virtualmente por tantas horas). Sobre a compra do bilhete com antecedência: com as alianças aéreas como Oneworld, Star Alliance etc... você têm um ano a partir da data da compra para voar todos os trechos. O preço não varia de acordo com a data do seu primeiro vôo... varia de acordo com a cotação do dólar, do fuel surcharge e de outras taxas conforme o dia que você comprou.... você pode perfeitamente comprar o bilhete RTW hoje e voar amanhã pelo mesmo preço de um cara que comprou o bilhete há meses. A disponibilidade de assentos para os bilhetes RTW é interessante... as alianças "reservam" alguns assentos exclusivamente para quem tem este tipo de bilhete, ou seja... eles recomendam que você marque o seu vôo com pelo menos 48 horas de antecedência para não arriscar ter que ficar na lista de espera. Eu cheguei a mudar meus vôos com menos de 24 horas de antecedência e nunca tive problemas... nunca fiquei no chão! os bilhetes avulsos sim... se você comprar com antecedência e para voar fora da alta estação ficarão bem mais em conta do que se você comprar um bilhete no dia 05 de Julho para voar no dia 06 de Julho! Abraaaço!
  4. para alguns países vc consegue tirar fora do Brasil com relativa facilidade... para outros vc só pode tirar no país onde reside. Tem que pesquisar mesmo e ter pelo menos alguma noção por onde vc quer passar.
  5. Eu já tinha alguns carimbos de países árabes no meu passaporte... fiquei na fronteira por mais de cinco horas e quando finalmente me liberaram, pedi para que não carimbassem... foi tranquilo, ganhei um papelzinho. Mas atenção: os Iranianos e Sirios sabem desse truque... e se vc for de Eilat para o Sinai, por exemplo, terá o carimbo de entrada no Egito - Taba (ou seja, todos sabem que a fronteira de Taba é com Israel) e nessa brincadeira é a mesma coisa que ter o carimbo israelense... portanto não basta não ter o carimbo israelense, vc não pode ter o carimbo de nenhuma fronteira limítrofe com Israel!
  6. Tenho uma Traveller 60+10... usei ela na volta ao mundo e em outras viagens. Somando tudo, já usei ela por mais de 500 dias e ela continua inteira, sem NENHUM problema. Atenção na compra.... já vi muita Deuter fake por aí.
  7. Ahahahah, tô gostando dessa sessão do MA – Mochileiros Anônimos. Maya, vou contar um pouco da minha história e da minha volta ao mundo... talvez um pouco do que eu vivi te ajude a pensar no que vc quer. Em primeiro lugar a resposta: Sim, é possível. Eu vivo mochileiro há três anos. CALMA, eu não viajo 12 meses por ano... mas não acredito que seja necessário estar viajando todo o tempo para “viver mochileiro”! A máquina do tempo vai nos levar lá para 1988, quando eu tinha 4 anos... que é onde a minha memória alcança. Desde lá eu sou fascinado por viagens. Lembro de ir para a casa dos meus primos na serra do RS, lembro das idas para a praia... lembro de esperar o ano inteiro para a vigem das férias de julho e do final de ano. Achava injusto ter que esperar as férias. Achava injusto ter que estudar 5 dias da semana e ter só dois livres. Com 17 anos, no ano 2000... comecei a trabalhar e achava injusto ter que trabalhar o ano inteiro para ter 20 ou 30 dias de férias. Eu gostava de trabalhar, aprendia, crescia, sentia que era retribuído... juntava grana para as minhas mochiladas de final de ano, me ferrava para pagar a faculdade e as coisas que queria fazer, mas assim como vc, me sentia preso. Olhava ao meu redor e vinha aquela sensação do “I don’t belong here”. Acordava todos os dias de manhã e antes de levantar da cama eu me auto-motivava falando para mim mesmo: “mais um dia de trabalho, mais um dia pago da minha mochilada”... trabalhava, curtia a vida, crescia, aprendia, fiz um bom MBA, fiz algumas mochiladas pela América Latina... e assim passaram-se sete anos. Durante todo esse tempo eu procurava oportunidades... alguma maneira de “ir ao mundo”, de fugir da rotina de alguma forma. Concordo com vc, com a nossa idade é difícil encarar a rotina, a sensação de estar preso na gaiola... tanta coisa lá fora e vc ali, pseudo-presente em frente ao monitor, ouvindo as mesmas besteiras de sempre, das mesmas pessoas de sempre. Eu queria fugir, apesar de não estar insatisfeito... estava apenas AGONIADO. E fiz o meu plano de fuga. Ao contrário do que muitos dizem aqui (não pense demais, etc) eu achei que precisava pensar muito (hoje isso já mudou um pouco) e planejei, planejei como se estivesse jogando xadrez... imaginei possibilidades, imaginei o reflexo das possibilidades e várias jogadas futuras. Selecionei o que queria, o que não queria. O que poderia acontecer, o que eu não gostaria que acontecesse... plano de contingência e o escambau! Pensei em juntar grana e simplesmente ir, pensei em fazer um intercâmbio de inglês, pensei em ser garçon, pensei em trabalhar em navio, pensei em virar comerciante. Pensava em várias coisas, mas tinha medo de fracassar (assim como todos nós temos). A essa altura a sociedade já tinha lavado a minha cabeça e me convencido de que eu não queria um sub-emprego... não porque não valesse a pena (nunca julguei esses empregos, sempre achei que são um modo honesto de ganhar dinheiro para viajar... honesto, mas muito suado) e aí já começava a pensar no que os outros (família, amigos...) falariam disso (besteira, hoje penso que se não tivesse conseguido a bolsa, deveria ter encarado um sub-emprego de qualquer forma) pensava que não iria acrescer nada no curriculum com isso, pensava que teria que ouvir muita merda, ralar muito, passar frio... eu precisava não só de uma desculpa para a sociedade, eu precisava de algum jeito “cabeça” de ganhar dinheiro fácil... então pensei em tentar uma bolsa de mestrado na europa... e puft... consegui! Problema resolvido? Nada... Agora era sério. Eu tinha grandes chances de deixar tudo para trás... mas e aí, eu teria coragem? Eu tinha um emprego estável e estava crescendo, ganhava muito bem para a minha idade... o mestrado acabaria logo, e aí? Como seria a volta? Bom emprego no Brasil não é fácil... pensei na minha família e nas outras milhões de coisas e problemas pessoais que todos nós temos. Me imaginava voltando, sonho realizado e com o rabo entre as pernas: sem dinheiro e sem emprego. Dependente dos pais. Aqui vou fazer um parênteses: Cagão. É isso que eu era. Pensei demais, analisei demais e fiquei a um passo de desistir de tudo. Por isso hoje eu digo: analise, planeje... mas nunca demais. A vida é imprevisível e ponto. Considerei não ir. Um dia acordava decidido a ir... no outro o medo tomava conta, a vida boa e estável era muito confortável. Não queria arriscar jogar tudo para o alto. O lado aventureiro falou mais alto. O frio na barriga bateu e eu fui! Fazem três anos que eu vivo mochileiro. Frequentei o período obrigatório de aulas (só duas vezes por semana), passei dois anos voando com a Ryanair ou Easyjet toda semana para um lugar incrível. Fiz muito Hospitality Club / Couch Surfing, dormi em muita estação de trem e aeroporto... aprendi muito no mestrado (que em grande parte, fiz viajando) e ainda mais com as situações e as pessoas. As pessoas: gente incrível que está por essas estradas. Juntei a minha grana do Brasil, a grana economizada na Europa, arrisquei na bolsa e cheguei até a trabalhar no aeroporto de Lisboa! rs E realizei meu sonho da viagem de volta ao mundo. É impossível esquecer a sensação de acordar no meio da névoa do Nepal... sem compromisso nenhum, sem saber qual é o dia da semana (e até esquecer qual mês é) e deixar o dia acontecer. Liberdade. Essa é a verdadeira sensação de liberdade. E eu tenho paixão por ser livre. Fui a lugares que nunca imaginaria ter ido. Visitei países que não planejei visitar e conheci gente que me fez mudar... Absorvi o melhor que achei em cada lugar e em cada pessoa. Hoje acho que o Mike de três anos atrás era um merda... e espero pensar o mesmo daqui a três anos. Não tive problema com o desapego. Tudo compensava... abro mão de muita coisa para viajar... e viajar com muito conforto e isolado do mundo não é muito a minha praia. Fiquei muito tempo longe de qualquer “luxo” como um banheiro limpo, um bom chuveiro, uma cama sem cabelos no lençol, a privacidade... Nunca cansei da liberdade. Mas cansei de não parar de mudar de cidade a cada semana ou quinzena. Viajar pode se tornar uma rotina, por mais interessante e incrível que a viagem seja. E por isso digo: é possível ser mochileiro mesmo sem estar viajando. Depois de um tempo (acredito que cada um tenha o seu) passei a querer algum conforto. Passei a desejar algumas coisas que não tinha (claro, como humanos, sempre buscamos o que não temos)! Queria um Nescau no sofá assistindo Travel Channel, queria ver as mesmas pessoas durante alguns meses em seguida, e principalmente: queria mais dinheiro (pois o que eu tinha estava acabando, e não queria partir para a reserva sagrada, que faz jus ao nome... é uma reserva que não deve ser usada a não ser em casos sagrados) rs. O desfecho da história? Minha viagem de volta ao mundo (chamo de Ida ao Mundo – http://www.idaaomundo.blogspot.com ) acabou no ano passado. Ainda não consegui absorver tudo... muita coisa aconteceu. Ainda estou escrevendo sobre a viagem... por enquanto escrevo para mim, quem sabe um dia alguém venha a ler. O clichê: minha família, apesar de tudo está mais acostumada com a minha ausência física, minha cidade e meus amigos continuam exatamente iguais a três anos atrás. Perdi contato de muita gente, mas conheci milhares de outras mais. Os poucos e bons ficaram. Sobre a vida profissional e o $: eu tive a sorte de poder escolher o meu emprego... hoje trabalho na área de negócios e logística internacional de uma mineradora multinacional brasileira. Moro em Maputo, Moçambique... estou na fase “rotina” da minha vida: cama limpa com lençol de algodão, Nescau e Travel Channel, ar-condicionado, cineminha, restaurante e escapadas nos feriados e finais de semana. Quando essa fase vai passar, não sei... já não planejo tanto. A certeza que tenho hoje é que não podemos ser reféns dos nossos pensamentos. Siga a sua vontade e o seu coração. Só você sabe o que quer para você.
  8. Existem muitos turistas na Síria... eu não me senti acuado de nenhuma forma, existem ônibus organizados para os lugares mais turísticos... depois também existem os taxis coletivos. Há hotéis de todos os tipos, desde as espeluncas baratas para os mochileiros mais econômicos até hotéis 5 estrelas. Lembro de um fato engraçado: o taxi coletivo jordaniano não podia entrar no centro de Damascus... então tive que pegar um outro taxi dali até o centro. Eu não tinha nenhum guia, não tinha perguntado para ninguém sobre onde ficar... simplesmente não sabia NADA! Lembro de entrar no outro taxi e começar a usar as poucas palavras de árabe que já tinha aprendido: "salam... como vai, tudo bem etc e me leve para um hotel muuuito barato", e ficava repetindo "bem barato" hauaha. Ele me levou para o centro da cidade numa rua com uns hoteizinhos de terceira. EXCELENTE!
  9. Fala Evandro! Em primeiro lugar obrigado pela confiança. Fazer uma RTW não é tão complicado qto muita gente imagina... mas também não é moleza. Como vc já viu, a minha viagem de volta ao mundo foi bem planejada, mas não foi "over planned"... tudo que é planejado demais perde a graça. Esse é um dos pontos... até pq no meio da viagem vc vai mudar de cabeça, e essa mudança vai mudar as tuas idéias a respeito da viagem. Cara... fazer uma volta ao mundo incluindo a Europa é trabalho dobrado! A Europa ficou fora da minha viagem pq eu já conhecia (e morava lá), agora se o seu foco é Europa, vai de cabeça! Não me identifico (opinião pessoal) nem um pouco com a filosofia japonesa de visitar a Europa em um mês e dizer que conheceu o continente. Muito mais do que uns dias em cada capital, interessa muito as passeadas pelo interior... é aí q vc sente de verdade o espírito europeu. Agora vou começar a meter a mão na massa e dar pitaco no teu roteiro, afinal é para isso q vc mandou a msg, não é? 1) 3 dias em Lisboa (tenho muitas dicas, morei quase três anos lá), a visita em Fátima pode ser rápida... em duas horas tá feito, é caminho para o Porto. Um dia no Porto está ok... para as outras cidades, vai depender do teu espírito. Eu recomendo esticar legal em Barcelona (apesar da legião de turistas, não existe cidade no mundo com atmosfera mais legal), e se gostar de museus, ficar pelo menos uns três dias em Madrid. 2) Já que vc vai para a Escócia, faça um tour (ou alugue um carro) para dar uma passada pelas cidadezinhas no caminho para Inverness, passando pelo Ben Nevis e pelo famoso lago Ness (se der tempo, a incrível Ilha de Skye). 3) Cara... Estocolmo e a Suécia toda é demaaais. Vc pode fazer uma viagem barata de bus para Oslo e de lá, para os fjordes em Bergen. A cia de bus barata (se comprada com antecedencia pela net) chama-se Swebus. A Noruega é muito diferente da Suécia, em vários sentidos! Vale a experiência!!! 4 e 5) Frankfurt não tem nada demais... a não ser se for o seu hub para voar para Amsterdam. Considere passar por Rothenburg ob der Tauber, e pela Rota Romântica (em especial a região do Reno entre Mainz e Koblenz) Pesquise umas imagens de Rüdesheim am Rhein, Sankt Goar etc, e garanto q vc estará convencido de ir para lá. Deixar de ir para a Suíça (região de Interlaken, por exemplo) é um grande drawback do seu plano... pois encaixa perfeitamente entre Lucerna e Genebra (esta última, que não é tão interessante). Brugges na Bélgica é mais interessante que Bruxelas... Se puder esticar de Roma para Napoli, não deixe de fazer a costa amalfitana (Sorrento, Amalfi, Positano)... é certamente um dos lugares mais bonitos do mundo, e definitivamente a rodovia mais bonita onde um dia vc vai dirigir. 6) Caramba... vc vai estar no Cairo e não vai ter o prazer de fazer um cruzeiro de Felucca no Nilo? Ou de pelo meeeeenos dar uma passada em Petra na Jordânia, que está ali do lado? (Isso sem falar em Damascus e Beirute, que são indescritíveis de pirantes). Ok ok... o seu foco é Europa! 7) A China é muito barata... trem não é absurdo de caro e é muito mais confortável do que vcs possam imaginar. Uma viagem overnight de trem entre Beijing e Xian é feita na brincadeira!!! Considerem seriamente ir para Yangshuo (barco entre Guillin e Yangshuo é demais, e o show de luzes folclórico é imperdível tbem). O pior é que a China é mesmo grande e demanda tempo. Considere pular Shanghai para trocar por algo mais "chinês". 8 e 9) OK É isso, espero ter ajudado! Qualquer coisa estou por aqui... Um forte abraço, Mike, na bonita e praiana capital Moçambicana, Maputo!
  10. Mike Weiss

    Natal

    Obrigado Luciano! em breve voltarei com o feedback... um abração!
  11. o ideal é que alguém que tenha ido recentemente responda essa... eu fui em abril do ano passado, por isso pode ser q as infos nao estejam atualizadas. Sobre horário dos bus, é só ligar para a rodoviária... ou então passar lá para ja deixar o bilhete comprado. Lembro que na época segui os horários que o Lonely Planet indicou, não acredito que existam grandes mudanças. Na fronteira entre Eilat e Taba, caminhe... a estação de bus fica a mais ou menos 1km do posto de fronteira... não vale a pena pagar taxi etc (eles vão dizer que é longe).
  12. Ola! Existem voos do Cairo para TA e vice versa com a Egypt Air... o ônibus é muito fácil de pegar sim, vc sairá cedo de TA e chegará pelas 10 da noite no Cairo. Procure saber com outros mochileiros sobre os preço praticados... o ideal é mesmo pegar um bus até Eilat, de lá vc pega outro bus urbano até a fronteira... atravessa, e do outro lado pega o bus para o Cairo. Dahab, na minha opinião, vale mto mais a pena que Eilat... por ser mais barata, mais tranquila e mais bonita. É uma boa parada para descansar da viagem!!! Um abraço!
  13. Mike Weiss

    Natal

    Excelente dica, Luciano! Vou anotar o nr. dos bus, obrigado! Do que vcs mais gostam em Natal? Qual o seu canto preferido? Algum bar ou restaurante simples e excelente? O que não é turístico e é bom demais? Valeeeeeu! To vendo que o povo aqui é muito ativo... isso está me deixando curioso para ver a cidade, se vcs são reflexo da população em geral, Natal está muito bem!!! Abraços
  14. Mike Weiss

    Natal

    Olá Clebson e pessoal! Marquei de última hora (quase que literalmente) minha ida para Natal (com milhas)... vou eu e minha namorada. Chego no sábado 23 - 15:30 no aeroporto e volto no dia 27/01 quarta-feira. Fico hospedado no Hostel Lua Cheia na Ponta Negra, R$ 105 o quarto de casal. Perguntas: Sei que tenho pouco tempo, mas quero curtir, ver o que há de típico e imperdível (dispenso mergulhar e snorkelling). Somos viajantes sem nenhuma frescura, como fazemos os translados? Podem dar uma ajudinha com o número dos bus e pontos para pegar? Por ex: como ir do Aerop (trocando de bus) para a Ponta Negra... como ir de lá para Pipa, Genipabu, Forte dos Reis Magos, cajuzeiro... enfim pessoal, estou triste por não ter tempo nenhum de pesquisar mais sobre Natal, pois não moro mais no Brasil e as férias estão curtas... vcs me ajudam??? Um abraaaaço, obrigado desde ja!
  15. conheço esse hostel... é muito bom sim, bastante movimentado. Existem outros com localização melhor, mas este não está ruim... fica perto do Bairro Alto (o que é bom, pois não precisará pegar taxi de madrugada para voltar para "casa"), perto do Chiado etc... é um bom lugar. Aproveitando a pedida: o mirante do Adamastor (Rua de Santa Catarina, a mesma deste hostel) tem um bar chamado Noo Bai, bem no cantinho do mirante desça as escadas... toca muita bossa, jazz e música portuguesa... os preços são razoáveis e o ambiente excelente, com uma vista mais do que espetacular (agora no inverno, há aquecedor a gás e cobertores). É um dos meus cantos preferidos aqui em Lx! Abraaaaço
  16. Olá Pessoal! gostei do tópico... aprendi um pouco de árabe lá pelas arábias (conversação) e agora estou estudando a língua na Mesquita qualquer dúvida, dêem um grito. este curso online é legalzinho http://www.firdaous.com/en/?16-a e estes aqui também servem como apoio para quem quer aprender: http://www.shariahprogram.ca/Arabic-alphabet.shtml http://www.omniglot.com/writing/arabic.htm http://www.al-bab.com/arab/visual/calligraphy.htm http://www.funwitharabic.com/ http://www.youtube.com/watch?v=tBYPpmQSUUE&feature=related http://www.youtube.com/watch?v=GX057TnVzFA&feature=related http://www.youtube.com/watch?v=xRSVUQdISn4&feature=related http://www.youtube.com/watch?v=zvHnSUUY030&feature=related http://www.youtube.com/watch?v=JO04g3kCpUE&feature=related http://www.youtube.com/watch?v=M_H3MimizHk&feature=related http://www.youtube.com/watch?v=lRdPL4XDH4g&feature=related http://www.youtube.com/watch?v=gaFN2PZoBeQ&feature=related http://www.youtube.com/watch?v=s_0XMhluNxA&feature=related
  17. [align=justify][t3]Comunicação[/t3] É uma das coisas legais, que temperam a viagem! Nas cidadezinhas (às vezes até em cidades grandes) dos países em que não falamos a língua local, tudo fica mais difícil e mais engraçado... o que seria uma tarefa fácil, pode tornar-se um dever hercúleo! Imaginem um estrangeiro naquela cidade de interior do seu estado aparecendo com uma baita mochila... pode ser o acontecimento da semana! rs Nas cidadezinhas do interior da China ouvia as pessoas gritando "estrangeiro branco, estrangeiro branco" em mandarim! (isso pq eu aprendi com os locais, pq fiquei curioso de tanto ouvir o povo gritar isso quando eu passava). A comunicação é gestual. Aponta daqui, mira ali, dá outra risada lá... nos restaurantes eu ia para a cozinha escolher a comida ou apontava para o prato das pessoas, nas ruas tentava aprender alguma coisa com os locais (é imprescindível saber as palavras mágicas)... e às vezes dá um nó na cabeça e a gente acaba falando a língua de um país no outro! (principalmente pq acostuma-se a dizer obrigado numa língua, e de repente vc está em outro país... mas seu cérebro ainda não... foi nessa que eu soltei um Shukran (árabe) em Israel!) :-/ Foram inúmeros fatos... desde explicar uma diarréia persistente numa farmácia, até estar totalmente perdido numa madrugada fria em Kyoto! Taxistas que não entendem onde queremos ir, bilheterias que não conseguem vender um ticket porque também não nos compreendem... sinais estranhos com as mãos (que não são universais) enfim... é uma confusão doida! Mas existe alguns segredos que facilitam a vida: um deles é tentar aprender pelo menos o mais básico pelo youtube... muitas línguas tem cursos lá. Não deixe para usar os dicionários em papel... é difícil ler com a entonação correta, e uma palavra mal interpretada pode gerar horas ou $$$ de prejuízo! Ainda quero falar sobre os guias tipo Lonely Planet... acho que um guia pode tanto ajudar como arruinar uma viagem (tudo depende de como vc vai usá-lo) mas para essa parte de comunicação ele pode ser muito útil, principalmente porque o Lonely Planet tem o nome das atrações, endereços etc escritos com o alfabeto nativo e em inglês também. Assim fica bem mais fácil... eu mostrava no guia o templo/lugar/hostel/rua que queria ir, e como estava escrito na língua local também, todos conseguiam me ajudar! Infelizmente não é possível falar a língua de todos os locais... mas não deixe isso afetar a sua interação com o povo! Um dos episódios que mais me marcou, foi numa praia no norte do Vietnam... eu e uns amigos estávamos sentados na calçada observando o por-do-sol, quando começamos a gesticular com uns pescadores... em resumo: conversamos sobre o tempo, os peixes, nossos países, guerra... tudo sem falar uma palavra em vietnamita! Virou um piquenique... ganhamos squids fritas e compramos cerveja para todos. Indescritível![/align]
  18. ah... e não ache estranho se as pessoas começarem a comer do seu prato. Na Índia eu estava comendo, meu amigo terminou o prato dele e começou a comer do meu (sem pedir)... isso e normal e até acho legal. Não há hipocrisia, se ele ainda está com fome e é meu amigo, por que não repartir?
  19. Comida, utensílios e Diarréias [align=justify]O negócio é não querer inventar a roda do nada... seja gradual! rs Mesmo numa viagem no Brasil é preciso tomar cuidado... imaginem que lá fui eu, todo sabichão conversar com a baiana no pelourinho, papo vai e papo vem, eu convenço ela a me oferecer um acarajé. Ela, já afiada pergunta se eu quero como os sulistas e os gringos (pouca pimenta), eu digo que prefiro um igual ao dos baianos. Ahhhh, prá quê... mal consegui comer (de tão apimentado) e tive que sair de fininho. Resultado: meu organismo que não está acostumado reclamou, era o último dia de viagem, e o avião as comissárias da GOL já nem anunciavam que a aeronave tinha dois banheiros, porque um deles já era privativo para o Mike... rs Até aqui tudo bem... deixo a dica número um sobre comida: experimentou comida exótica = não viaje no mesmo dia. Parece exagero, mas depois do que eu passei, falo isso de coração. Na lista dos momentos mais desesperadores (e olha que não são poucos) da minha vida está uma viagem entre Ho Chi Minh e Nha Trang. No dia anterior reservei o bus no qual eu passaria umas 10 horas, típico ônibus vietnamita para mochileiros... busão com três filas de beliches onde você viaja totalmente deitado, uma maravilha (e ainda assim, muito barato). Pois bem, tinha comido alguns crustáceos no Delta do Mekong, depois experimentei carne de cobra (muito bom mesmo) e outras especiarias que nunca tinha visto na vida, para naquela noite pegar o bus e me despedir do sul do Vietnam. Graaaave erro! Entrei no ônibus já com aquela vontadezinha de ir no banheiro, mas pensei que estava tudo bem... afinal os ônibus lá páram em todo lugar e também numa emergência poderia usar o banheiro do bus. Vinte minutos depois da partida, nem tínhamos saído da cidade de Ho Chi Minh ainda e a minha barriga fazia barulhos estranhos, aumentava a pressão... quarenta minutos depois (todos já estavam dormindo) e eu ali, segurando tudo e com medo até de soltar aquele peidinho, porque sabia que qualquer força seria catastrófica, e não seria apenas ar. haahahahah Não, o bus não tinha banheiro (não vi nenhum bus no Vietnam com banheiro) e eu estava num estado desesperador, não conseguia fazer nada... nem ler, nem me concentrar em qualquer outra coisa. Com o cuidado de quem caminha sobre ovos, fui até o motorista e perguntei quando seria a próxima parada porque estava me sentindo muito mal, ele respondeu 30 minutos. Juro que estes estão entre os piores 30 minutos que já vivi! rs Aflição ao extremo, pois já estava considerando fazer tudo nas calças mesmo, eu não aguentava mais. Nos últimos minutos eu já estava lá na frente com o motorista, esperando para ser o primeiro a sair correndo do ônibus... e foi o que eu fiz. Aquela lanchonete meia-boca de beira de estrada parecia uma miragem! Cheguei ao banheiro, claro que era o famoso buraco no chão. A louça era muito encardida, toda molhada ao redor, fétido, as paredes estavam verdes de musgo, e a lâmpada piscava porque era alimentada por um gerador... mas este foi o melhor banheiro que já fui em toda minha vida! Acabei com dois rolos de papel higiênico que estavam na minha mochila. (nunca esqueça de carregar ph)! Momento médico: não tome nenhum remédio para conter a diarréia. Falo de remédios que contém loperamida. Esses remédios funcionam como uma rolha para o intestino, e impedirão o organismo de expulsar os vírus/toxinas que causam infecção. Não beba leite. Coma alimentos de fácil digestão, arroz e outras papinhas, evite saladas, ovos, peixes etc. Tome muito Gatorade (ajuda mesmo), na falta de Gatorade, ferva a água e deixe de molho no arroz por meia hora, depois beba essa água esbranquiçada e ainda soro caseiro (ajudam muito também) OK, você estado por mais de 4 dias e não tem como consultar um médico de confiança. Recomendo levar já do Brasil (eu precisei usar na Índia) Ciprofloxacin, conhecido por Cipro... é um remédio que trata infecções bactericidas, trata também sinusites agudas, infecções de juntas ósseas, febre tifóide e infecções urinárias (ou seja, muita coisa que afeta os mochileiros). Não tome este remédio se você tem deficiência renal! Mas o mais importante mesmo é procurar um médico, ele já conhece os viajantes e o que infecta os turistas daquela área... Pronto, passado o momento diarréia, vou falar dos utensílios. Salvo para alguns tipos de comida (pizza, coxa de frango etc), nosso estilo ocidental não permite usar as mãos para comer... é engraçado e para alguns um choque aprender a usar as mãos, mas acostuma! Em alguns países Árabes (para algumas comidas), no Paquistão, Índia, Nepal, Bangladesh e outros países daquela região, a mão direita é muito utilizada. Não tem segredo nenhum, deixe as unhas sempre bem curtas, lave bem as mãos (você sempre vai ver gringos lavando as mãos, escovando os dentes com água mineral... acho um exagero, afinal a comida não é feita com água mineral rs) e imite os locais. É muito fácil e passa até a ser prático com o tempo! O mesmo ocorre no sudeste asiático, China, Japão... comer com pauzinhos (hashi). Nos lugares turísticos você encontrará talheres (sinal de que você está pagando caro pela refeição), em outros lugares sequer terá a opção de pedir talheres (em cidades pequenas do interior, nem pensar)! Se você ainda não usa o hashi, já saia treinado de casa. Assim como comer com a mão, acostuma e até é prático para o tipo de comida deles.[/align]
  20. Neto, O vôo da Iberia é sempre mais barato que o da TAP... sim, a Ibéria perde mais malas que a TAP (até porque é conexão) e sim, o serviço de bordo da Ibéria é pior que o da TAP. Mas perder mala é exceção e para mim, o importante é chegar ao destino com uns € a mais no bolso... portanto, vá fundo. Geralmente o voo de SP chega no terminal 1 do Madrid Barajas e o voo para Lisboa sai do terminal 4 (o único terminal que não é conectado com os demais)... é necessário pegar um bus no t1 para o t4, leva uns 10 min. Se o vôo atrasar, ou a imigração demorar demais, você tem direito a embarcar no próximo voo para Lisboa (no meio da tarde, se não me engano), fique tranquilo!
  21. há onibus entre Shenzhen e Guilin... é muito tranquilo, bom, confortável e mais barato que o trem.... é facil comprar passagem para ambos sem antecipaçao. Sugiro MUITO a visita a Yangshuo (perto de Guilin). Um abraço!
  22. Passei o último Natal em Pequim... nada demais. Fora das áreas comerciais e dos hostels você mal sentirá que é Natal. Há festas caras organizadas para os ocidentais... fora isso, nada de diferente. Resumo: encontre ocidentais (se possível brasileiros) e façam o Natal de vocês (foi o que eu fiz).
  23. Não se esqueça que o Qatar não faz parte dos Emirados Árabes Unidos... Nos UAE o documento emitido pelas agências de turismo não exige que vc fique em nenhum hotel específico, talvez ocorra o mesmo no Qatar... se pretende mudar de hotel, talvez valha mais a pena emitir o visto antes com uma agência.
  24. gente ligada ao turismo entende algumas palavras em espanhol... e claro, um percentual muito pequeno da população desses países fala espanhol. Debatemos um tópico parecido sobre falar ingles ou nao e a diferença que isso faz nas suas viagens... acredito que seja possível sim viajar por esses países só falando o espanhol... ficará muito limitada no contato com as pessoas, pois a maioria tentará interagir (direções, explicações, explanações turísticas etc etc) em inglês... mas tudo é resolvido, seja na base da mímica ou do jeitinho. Não ser compreendido através da fala é sempre uma aventura que vale a pena e rende muitas histórias. Se quiser entrar no clima, procure uma mesquita (se tiver alguma na sua cidade) e converse com o Sheikh, muitas mesquitas oferecem cursos grátis de árabe iniciante...
  25. atenção com o horário de volta... 17:30 o trânsito na segunda-circular (que leva ao aeroporto, vindo de Belém) é todo paraaaado... você pode levar mais de uma hora de carro nesse horário vindo de Belém para o aeroporto. Mesmo assim Belém (que é um bairro de Lisboa, o mais afastado do aeroporto) vale muito a pena pelo Mosteiro, Torre, Padrão dos Descobrimentos e o Centro Cultural (além da famosa pastelaria rs). Com o tempo q vc tem, eu sugeriria dar uma passada no parque das nações (Expo) que fica perto do aeroporto e dar uma olhada na baixa (centro), e até subir para o Castelo de S. Jorge para ter uma panorâmica da cidade...
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