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Mike Weiss

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Tudo que Mike Weiss postou

  1. Cairo tem muito mais a oferecer além das Pirâmides - Eu e amigos em qualquer ruela do Cairo Islâmico "If you wish to travel far and fast, travel light. Take off all your envies, jealousies, unforgiveness, selfishness and fears." - Glenn Clark É preciso aprender a viajar Muitos devem estar pensando algo como “quem é esse cara... que pretensioso querer ensinar a viajar”! Calma pessoal, não quero dar nenhuma lição aqui, afinal cada um viaja como melhor lhe convém! Mas confesso: não consigo ver gente subaproveitando as viagens (como eu já mal aproveitei algumas), é por isso que escrevo sobre esse tópico. Como diria Allain de Botton, “as viagens expressam como poderia ser a vida fora das restrições do trabalho e da busca pela sobrevivência”. Viajar é uma arte! Portanto há arte e estilos de viajar para todos os gostos. Generalizações nunca refletem 100% da realidade, mas é engraçado constatar que: japoneses viajam para ver os lugares através do monitor das câmeras; australianos viajam para beber com outros australianos em lugares estranhos; americanos viajam para experimentar resorts iguais em lugares diferentes... enfim, são incontáveis os estereótipos de turistas, mas nenhum rótulo me deixa mais indignado que a falta de contato com as pessoas. A indiferença. O turismo dos dias de hoje é indiferente! E indiferença é sinônimo de falta de paixão. Uma decolagem aqui, um pouso lá, um teto diferente, ruas, prédios, lojas e placas diferentes, muita caminhada e uma foto do estilo “eu e a torre Eiffel” para provar que esteve em Paris (e colocar numa rede de relacionamento para deixar o amigo com inveja). Se esta é a sua arte de viajar, ok... eu respeito, mas não deixarei de mostrar que viajar pode ser muito mais do que isso. Antes de viajar, esvazie a sua cabeça. Deixe em casa seus preconceitos, medos, invejas e egoísmos. Viajar com a cabeça cheia é tão difícil quanto procurar um hostel com a mochila excessivamente pesada. Não se esqueça: você pode ser quem você quiser! Fale, pergunte, discuta... seja curioso! Puxe papo com o vendedor da feira, faça couch surfing, converse com a garçonete... conheça as pessoas, seus problemas e seus pontos de vista. Essas pessoas te apresentarão um mundo novo! Porque viajar é ter coragem para abandonar o que já não serve mais. Viajar é exercitar o desapego... Não esqueça que além de absorver, é preciso ensinar. Exponha as suas ideias com diplomacia, afinal você é o representante do seu país. Tenha responsabilidade: 200 milhões de brasileiros são espelhados em você. Não explore as pessoas, respeite-as! Não tenha pena, ajude-as. Ajudar não é difícil: apenas um olhar ou um sorriso podem fazer toda a diferença. Aliás, o sorriso tem um poder inacreditável – utilize-o com sinceridade... é muito desagradável ver alguém mostrando os dentes para tirar uma foto e logo depois fechando a cara até chegar ao próximo monumento. É nesse sentido que o tempo torna-se um fator primordial. Quando dizia nos primeiros posts que é complicado viajar com pouco tempo, estava a referir a essa falta de contato, a falta de profundidade das viagens rápidas. Os viajantes pobres de tempo querem ver suas expectativas preenchidas e viram escravos das mesmas. Essas pessoas conseguem ver muitos lugares interessantes, paisagens inesquecíveis, mas infelizmente ficam limitados a relações superficiais e raramente têm contato com a população local e poucas vezes aprendem algo além do banal. O ápice da viagem dessas pessoas é o sentimento de “uau, cheguei até aqui” ou “que lugar incrível”! É como se pudessem enxergar apenas uma dimensão! Saiba explorar todas as dimensões e aprenda a reconhecer a sua dimensão favorita. Cuidado ao limitar as dimensões... não planeje demais. Eu disse não-planeje-demais! Seja flexível e permita o inesperado acontecer. Foi o inesperado que mais me ensinou que não existe aprendizado excepcional sem riscos. Um bom viajante sabe medir e assumir riscos. Enfim... aprenda que viajar é uma arte. Viajar é conhecer lugares, pessoas, ideias e principalmente a você mesmo! Viajar é aprender e ensinar.
  2. Fala Fabio, É possível ir da Jordania para o Egito sim, via Aqaba... de ferry. Eu mesmo, na volta tinha que fazer o caminho contrário, ou seja... Dahab - Amman. Só que por vários motivos preferi não pegar o ferry, explico o porque: O ferry tem um preço salgado... e pode demorar, pode ser cancelado por motivos climáticos etc etc Na época conversei com bastante gente e todo mundo disse que não valia muito a pena (vale só para quem tem passaporte de país árabe e não pode entrar em Israel)... a jornada pode levar até 14 horas (e olha que o ferry é supostamente só uma hora) veja esse link:http://www.travelpod.com/travel-blog-entries/a.sinanoglou/2/1214857500/tpod.html Portanto, a maneira mais barata (e as vezes até mais rápida) é ir até Aqaba, da rodoviária de Aqaba há bus local para a fronteira com Israel... se estiver com o horário apertado, pegue um táxi... não é longe. No lado israelense há ônibus, mas não exatamente na fronteira e vc ainda tem q trocar duas vezes... eu acabei rachando um taxi com um israelense doido, vai te poupar muito tempo! Chegando na fronteira Eilat - Taba é tranquilo... a rodoviária egípcia fica a menos de 1km do posto de imigração (não precisa de carregador). Fique esperto com o seu horário de chegada em Taba, porque se não me engano o último ônibus Taba - Dahab sai antes do meio-dia... depois disso só há vans e os caras vão te explorar!
  3. Grande Fabio, Bem... se o seu pastor foi enquadrado no nível 5, eu provavelmente fui enquadrado no nível 5+ Possível terrorista. rs rs Como já disse em outro forum, passei lá longas 7 horas... tudo porque tenho cara de árabe, um passaporte verde brasileiro todo carimbado em vários países árabes, tinha uma hatta na mochila e pedi para carimbarem num papel separado... enfim, a história é longa, mas tenho certeza de que não precisas ter nenhum receio e cancelar a viagem para a Jordania ou Egito por causa disso. Chegar via aeroporto em Tel Aviv será tranquilo... eles provavelmente perguntarão o motivo da visita e onde vai ficar, não muito mais do que isso. Não precisa de outra resposta a não ser turismo! Seja sempre sincero. Não tenha receio de não poder voltar para Israel por ter visitado o Egito ou a Jordânia (veja que eu estive no Líbano e Síria que são "inimigos reais" de Israel e eles me deixaram entrar)! Na verdade eu entrei duas vezes. A primeira, vindo da Jordânia (depois de ter visitado os Emirados Árabes, Líbano, Síria, Marrocos e Indonésia, todos países muçulmanos) que foi a entrada mais chata, pois fui muuuuito pressionado (qqr hora te conto a história completa) e a segunda quando estava voltando do Egito para a Jordânia e cruzei a fronteira entre Taba e Eilat. Na segunda vez eu entrei sem maior demora, esperei por uns quinze minutos só... Por isso eu digo: vc entrará em Israel pela primeira vez sem o carimbo de nenhum país muçulmano... será tranquilo, a segunda vez pode ser mais trabalhosa porque vc foi ao Sinai, mas não será motivo de grande preocupação pq vc já esteve em Israel antes e pode mostrar que pegará o vôo de volta em TA Fica tranquilo e aproveita para visitar todos os lugares que tiver vontade e tempo para ir! Eu diria que o único risco real de ser barrado na fronteira é se houver um grande conflito na época e eles fecharem... aí sim! Mas isso é caso extremo, eu fui para Israel enquanto a guerra ainda estava muito quente e mesmo assim consegui. Use da paciência e da sinceridade que tudo dá certo!
  4. Bom dia!!! Gleison e Excalibur, O trem é muito bom... dêem uma olhada nesse vídeo: a classe turística não deixa a desejar... a cabine é dividida com quatro pessoas, se não me engano. Sobre a localização das estações, eu sempre recomendo Santa Apolonia para os mochileiros por estar mais perto dos hostels (há só um hostel no Oriente, os hoteis por lá tem preço um pouco salgado em comparação com os demais... gosto mto da zona da Expo, mas para um mochileiro acho que não vale a pena ficar no Oriente, eu preferiria ficar na baixa). Um abraço, Mike, direto de Lisboa
  5. Ola Gleison! Ha trem de lisboa para Madrid... por sinal, que eu saiba ha somente um trem noturno. consulte o http://www.cp.pt, la podera simular a estacao de Santa Apolonia fica mais perto do centro historico ha bus para Madrid tambem... da alsa.es e outras que eu nao lembro o nome, mas o custo beneficio dos bus nao vale a pena. voar eh o jeito mais barato de chegar em Madrid. ha muita concorrencia... cheque: http://www.vueling.com http://www.easyjet.com http://www.aireuropa.com http://www.iberia.es Um abraço, espero ter ajudado Mike
  6. Sim... só declara se for mais de 500 usd. Tudo depende muito. Tenho amigos que levaram mais de 3000 usd em eletronicos para o Brasil e passaram pelo nada a declarar e não havia fiscalização... (ainda existe pouca fiscalização nos aeroportos, principalmente em Guarulhos... mas com o dolar baixo assim acredito que vão apertar o cerco). E tenho amigos q levaram pouca coisa e pediram para abrir as malas... digo que ajuda, mas não soluciona colocar arquivos no notebook, além disso vc vai ter q se livrar de todo o resto... caixa, cd de instalação, cupom fiscal etc etc etc
  7. Vc não pode dar o valor que quiser aos produtos! rs eles pedirão a NF... (supostamente vc terá, pois quer a garantia) se não tiver e eles verificarem q o note é novo, existe uma tabela com o valor aprox. dos produtos (em resumo: vc pode até ficar no prejuízo pq na tabela pode estar mais caro do q vc comprou).
  8. concordo... a animação UP tem tudo a ver mesmo. Gostei da mistura de drama e aventura... tudo passado de uma forma muito despretenciosa! DEMAIS
  9. [align=justify][t3]COMO LIDAR COM O DINHEIRO[/t3] Hoje temos infinitas possibilidades... de trocar dinheiro no mercado negro até as modernas wire transfers. Eu não sou adepto do Visa Travel Money (uma moda entre os viajantes, na minha opinião) em primeiro lugar porque o câmbio oferecido ao carregar o cartão é um verdadeiro ABUSO. Pronto, a razão é essa. A conversão regra geral é realmente MUITO ruim, ou seja: pior que a conversão cobrada pelas casas de câmbio mais caras, pior a taxa de conversão para transferir através da Western Union e pior que a taxa de conversão cobrada por cartões de crédito/débito. Para que o Visa Travel Money é bom então? É bom para guardar dinheiro em moeda estrangeira quando o real está perdendo valor (o que ainda não ocorreu este ano, pelo contrário... o real valorizou 35% este ano) ou seja, quem carregou o Visa Travel Money em janeiro desse ano e vai viajar agora, além de ter perdido com as taxas de conversão péssimas, perdeu 35% do seu poder de compra atual! Carregar dólares é uma opção um tanto inviável... esconder alguns em lugares estratégicos para emergencias é imprescindível (é incrível como 20 dolares podem fazer a diferença em várias situações). Mas é impossível carregar todo o dinheiro de uma viagem de volta ao mundo... até pq muitos países limitam, taxam ou impossibilitam a entrada de dólares! O que eu costumava fazer? Sacava moeda local com um cartão de débito no máximo duas vezes por mês... é seguro, pois não é preciso andar com muito dinheiro por aí; não corre-se o risco de fazer câmbio no mercado negro e ser enganado; não perde-se o tempo procurando uma casa de câmbio e enfrentando filas em bancos etc... enfim, vejo o saque como uma das melhores possibilidades porque a taxa de conversão é razoável (muito parecida com a praticada pelas casas de câmbio) e a taxa por processo pode ser relativamente baixa, como 2 dólares e um percentual de 3% do valor do saque e IOF que é ínfima... :'> Usava o cartão de crédito apenas para compras maiores ou atividades como bungee jump na NZ, aquele vôo interno não incluído no ticket RTW, a passagem de Shinkansen do Japão etc. Agora vale mesmo ter mais de um cartão de débito, para não estar enrascado se perder... tenha no mínimo dois, guardados em lugares diferentes, vale o mesmo para cartões de crédito (costumo dizer que hoje tudo q precisamos é de um cartão de crédito e passaporte, o resto pode ser "perdível").[/align]
  10. aí a história muda... mas provavelmente eles perguntarão sobre a tua relação/laços com essa pessoa (o q faz ela pagar a sua viagem) e então vc vai ter que explicar... Repito: isso tudo é suposição! não tem como adivinhar o q vão te perguntar, quais docs vão pedir (se é que pedirão algum).
  11. confie na Heka... as dicas dela estão excelentes! um programão... mas te garanto, é corrido e vc vai ter vontade de ficar mais tempo em todos os lugares
  12. Oi Sefora, O único problema de fazer os três é que você passará relativamente pouco tempo em cada um e perderá dias preciosos das suas férias só em deslocamento... mas cada um tem o seu jeito de viajar, é possível fazer isso q vc falou... se vc acha que é o melhor para vc, vai fundo Eu tenho fotos sim, mas não estão online
  13. Tem como fazer até os três! só vai depender do teu estilo de viajar... Eu recomendaria aproveitar bem aproveitado um país só, ou no máaaximo conhecer o Vietnam e depois dar um pulo em Angkor Wat no Camboja Podes iniciar pelo norte do Vietnam e ir até o Delta, de Ho Chi Minh existem ônibus para Siem Reap via Phnom Penh
  14. [align=justify][t3]O QUE LEVAR PARA A VIAGEM[/t3] Eu fico um pouco irritado com essas questões "o que levar"... já vi europeus viajando com o equipamento mais caro possível, já vi japoneses viajando com uma mochila escolar rasgada. Tudo depende do teu perfil, e acreditem: tem de tudo! Eu procuro um meio-termo, nem relaxadão... nem o bam-bam-bam, porque não tenho $$$ para isso. Equipamento bom faz a diferença, sem dúvidas... mas fazer uma viagem de volta ao mundo não requer muita coisa que já não utilizes no teu dia-a-dia. A questão inicial é o tamanho da mochila. Não tenha dúvidas de q vc vai ter vontade de comprar muuuitas coisas na viagem... carregar tudo durante a viagem toda é bem complicado. Depois de um tempo vale a pena despachar algumas coisas para casa por correio, não sai tão caro assim! E deixar de comprar coisas porque não cabe na mochila é besteira... (eu caí nessa, deixei de comprar muita coisa... hoje me arrependo)! Um erro que muita gente comete é comprar uma mochila enorme, geralmente motivado por status! Conversei com alguns mochileiros que estavam viajando de volta ao mundo, e isso era um padrão... muita gente comprou mochilas grandes demais e se arrependeu MUITO. Porque quanto maior a mochila menor a sua mobilidade, maior o seu cansaço, mais você vai atrapalhar as pessoas (e se atrapalhar) nos onibus etc... e principalmente: deixará de economizar ao caminhar, pois preferirá pegar mais táxis etc. Nem sempre os hostels ficam perto das estações de trem, rodoviárias etc... é te garanto que é muito bom estar com uma mochila leve nessa fase em que acaba de chegar cansado, numa cidade nova, ainda meio perdido Não esqueça: comprar uma mochila grande é sinônimo de andar com muito peso, porque na maioria das vezes não é possível resistir a tentação de comprar coisas, não despachar nada e passar a viagem toda com a mochila cheia e pesada. Outro erro é querer levar tudo de casa. Gente que está embarcando para a austrália no verão e já tem na mochila o casaco para o inverno que vai passar na Europa. Besteeeeira! O Brasil provou-se para mim um dos lugares onde as roupas são mais caras e infelizmente (sem generalizar) tem a pior qualidade! Deixe para comprar aquele casaco de inverno quando o inverno chegar... seja na China, seja no Nepal... o que não vale a pena é ficar carregando por meeeses um negócio pesado q vc nao vai usar. (claro, se vc tiver fleeces e outros casacos já leves e bons, aí vale levar... rs) Aí vai a minha lista: (saliento, essa é a lista do que eu achei necessário, cada um tem as suas necessidades... uns mais, uns menos... por isso, no stress) NA MOCHILA CARGUEIRA: uma mochila Deuter Traveller 60 (com daypack acoplada) seis camisetas (fui comprando outras no caminho, e doando as velhas) três bermudas um par de havaianas (muuuito usadas, foram roubadas... susbtituídas, e depois substituídas devido ao uso extremo novamente) seis cuecas seis pares de meia (pode-se levar muito menos se vc lavar tudo com mais frequencia) dois pares de meia de ski (para temperaturas extremas) uma ceroula duas blusas de manga longa duas calças cargueiro uma calça jeans (sei que é pesada, demora secar etc... mas gosto mesmo assim e foi legal, usava como roupa para sair a noite tbem) duas camisas legais para a balada Um casaco para frio, impermeável, com fleece destacável (comprado na China, primeiro local que precisei de roupas de inverno) Um par de luvas (comprado na China) um casaco compacto para frio que levei do Brasil (foi doado no Nepal) um tênis estilo sapato (nos países frios não tem como usar o mêsmo tênis todos os dias, e é legal ter um mais social) um tênis com cano longo (meio bota) de goretex da Adidas (esse foi o principal calçado fechado da trip, resistiu bravamente) um par de tampões de ouvido e tapa-olhos (depois de viajar nos ônibus/trens do Nepal e Índia saberá a razão dessa indicação) duas toalhas de banho normais (substituídas durante a viagem) uma toalha estilo tec towel (daquelas que secam rápido) um sarong para sentar no chão, utilizar como cortina e diversas outras utilidades incríveis um rolo de fita isolante (fita isolante serve para tudo... confie)! dois metros de fio de varal (as vezes é necessário para secar a roupa ou para amarrar a sua mochila no teto de um onibus etc) uma lanterna pequena (útil no Nepal e países com energia oscilante ou inexistente) carregador da câmera, celular e cabos um saco zipbag para colocar a roupa limpa e outro para colocar a roupa suja (estragaram, no final colocava em sacolas plásticas sem problemas) Um saco de dormir simples, para usar naqueles albergues com camas cheias de pingos de sangue e cabelos de todas as cores e formatos uma calça impermeável e um casaco de chuva impermeável daqueles baratos mesmo (usei muito pouco, mas era leve... então sem problema) 50 dólares bem escondidos Um cartão de débito bem escondido Na mochila de ataque: Uma Câmera fotográfica com um cartão de 4Gb e um backup de 1Gb Alguns DVDs graváveis (assim que enchia o cartão 4Gb gravava tudo num DVD que mandava para casa e transferia para o HD externo, assim tenho dois backups) Um HD externo (muito bom para fazer backup das fotos e copiar as mp3 e filmes dos amigos) (decidi não levar um notebook... mas se fosse hoje, acho que levaria o meu NETbook baratinho... acho ruim ter q ficar carregando equipamento caro e consequentemente estar preocupado) É incrível como muuuuitos lugares já tem wifi (ou seja, é muito mais difícil encontrar um cybercafé do que um ponto de wifi). Um caderno e caneta 20 dólares bem escondidos Um cartão de crédito bem escondido Um Telefone celular antigo que funciona como despertador e rádio Um Mp3 player Uma carteira bem pequena estilo porta-cartões para dinheiro do dia, cartão de estudante e cartão de crédito sem validade (explico melhor o pq em outro tópico) Um cantil (perdi em algum canto da Indonésia) depois reenchia (ou em outros países me obrigava a comprar ) garrafas d'água descartáveis. NO MONEYBELT O passaporte Cartões de crédito e débito Dinheiro sacado para os próximos 15 dias[/align]
  15. Vinícius, Tua dúvida é pertinente... porque vi muitos brasileiros preocupados com isso. Em geral brasileiro e europeu reserva tudo com antecedência e paga caro por esse conforto (ou as vezes, furada). Não é preciso fazer reservas em Koh Tao ou Phi Phi... muito menos em Bangkok ou CM. Existe muuuita oferta! Fevereiro é tranquilo... Quanto melhor o lugar (vc diz legalzinho) mais fácil é encontrar disponibilidade... Por incrível que pareça, no sudeste asiático é muitas vezes mais barato fechar as passagens lá, com as agências do que comprar com antecedência pela internet... algo que eu ainda não entendi. Mas pela questão disponibilidade, eu não gosto de arriscar ficar sem bilhete em cima da hora... prefiro comprar com pelo menos duas semanas de antecipacao. Snorkeling em Phi Phi é incrível... talvez até melhor que em Ko Tao, onde realmente vale mais a pena o scuba. Krabi tem lugares interessantes, Ko Phangam é muito legal também (se curte festa, não vai deixar a Full Moon Party de lado). enfim... a Tailandia tem muta coisa interessante para ver... em 20 dias é melhor ficar no básico do básico mesmo.
  16. fui para o Japão como turista... emiti o visto normalmente, apresentando os documentos solicitados. Eles são extremamente rigorosos e ao ver o hotel (albergue) que reservei, riram do valor (por ser muito barato)... o que importa é que consegui eheheh
  17. em duas semanas acredito que seja melhor ficar focada num país específico... pq nao conseguirá aproveitar o camboja, laos e Vietnam. Aconselho Hanoi, Halong Bai, trekking em Sapa, uma passada em Hoi An ou pelo interior do Vietnam... o delta é incrível... enfim, o que não podes fazer é querer visitar os tres países em duas semanas.
  18. claro, Mauro... bem lembrado. Cada cartão é um cartão, e cada seguro tem um seguro... Tenho um amigo que veio para cá (tinha um Platinum do Bradesco), caiu num show (bebado rs) e se machucou... ligou para a central do cartão e eles agendaram tudo, consulta médica paga, remédios etc etc tudo pago pelo seguro. Mas cá entre nós, a maioria dos mochileiros não têm acesso aos cartões Platinum e pensam que o seguro do cartão normal cobre tudo... cuidado com isso! O ideal mesmo é ler muito bem todas as cláusulas do seguro, seja qual for... Eu não consigo ter um cartão platinum (se conseguisse acho que ficaria com o seguro do cartão mesmo, pois parece funcionar muito bem) então tenho q contratar seguro separado mesmo, eu deixo como dica o site da worldnomads.com pq tive uma boa experiências com eles
  19. o fiscal é treinado para reconhecer essa situação... se existir fiscalização, provavelmente será questionado se mora no Brasil ou não, e quando retornará para a Itália. Lembre-se: seu passaporte italiano declara que és brasileiro. se o notebook estiver novinho na caixa e não tiveres nenhum comprovante de que mora na Italia ou de q "volta" para a Italia em breve, acho difícil ele engolir a desculpa e deixar de cobrar os impostos.
  20. Infelizmente acho que será difícil conseguir o visto. Toda pessoa que solicita o visto dos EUA é tratado como um possível imigrante, e é tua tarefa provar o contrário! Já vi muita gente com dinheiro mais do que o suficiente para visitar os EUA ser rejeitado... e acho isso injusto, pois na maioria das vezes são apenas pessoas que querem visitar o país. (não esqueça que para eles é difícil distinguir vc e o brasileiro que está indo para lá como turista, mas q ficará trabalhando de forma ilegal). Acho que mesmo quem ganha apenas um salário mínimo (como é o teu caso) e junta dinheiro a duras penas, deveria ter o direito de poder ter o visto... mas eles não pensam assim... pois tem a certeza de q vc pode cair em tentação e decidir ficar por lá. Outra razão implícita que os leva a negar o visto das pessoas com renda baixa é que o turismo é uma indústria, e essas pessoas provavelmente não vão levar tanto dinheiro, ou seja: vão consumir pouco, e para eles não interessa gente que consuma pouco. Peço desculpas pela sinceridade... mas essa é apenas a minha opinião. Apesar de eu ter um visto de turista americano, sou extremamente contra o metodo de analise para a concessão dos vistos e a política americana de controle de imigração.
  21. Xalibão é fera... falou muito bem, acho que quem não fala inglês perde a socialização. Perde demais, afinal AS PESSOAS são um dos principais motivos da viagem. Deixando isso de fora, eu não desistiria NUNCA! Na Europa o inglês é uma baita mão na roda... mas aqui tudo é organizado, placas etc, vejo pessoas com o básico do básico do básico do ingles viajando muito bem, porque muita coisa funciona de forma institiva na Europa, muitas coisas são lógicas! Da mesma forma que não diria para ninguém desistir de visitar o interior do Camboja, da China, do Vietnam ou Nepal (países que eu visitei sem falar absolutamente nenhuma palavra)! Os guias escritos ajudam um pouco, mímica ajuda demais... nessas cidadezinhas o inglês é inútil e tudo fica bem mais difícil porque nada é organizado... mas Rosi, te garanto uma coisa: ter a comunicação impossibilitada através da língua pode até ser divertido. Certamente vc aprenderá muito com isso e dará boas risadas. Olha só um exemplo: eu, no sul da China com diarréia (há dias) numa cidade pequenininha... chego numa farmácia e claro, a atendente não entende uma palavra de inglês e eu não falo um fonema do dialeto derivado do cantonês deles... rs Falei a palavra diarrhoea em diversas velocidades e entonações (hauahuahau, isso é engraçado... a gente acha que falando devagar e alto fará a pessoa entender... rs, ilusão né)! Resultado: tive que fazer mímica e os sons... a farmácia estava lotada e acabou todo mundo na risada, inclusive eu (que não esqueci que diarréia por lá chama-se algo como "ladutzi").
  22. Ótimo tópico. Poucas pessoas têm essa dúvida e acham que o seguro do cartão vai cobrir tudo... mera ilusão! veja esse link: http://ultimainstancia.uol.com.br/noticia/50102.shtml O cartão cobre somente o trecho de viagem comprado com o cartão, ou seja... como já disseram aqui: saiu do avião e teve um ataque cardíaco, já era... o cartão não vai te ajudar. Existem alguns seguros de viagem que cobrem estadia e são baratos, vide seguro Ourovida do Banco do Brasil... mas em viagens internacionais cobre por apenas três meses e tem várias limitações (não cobrem os 30.000 euros que a UE exige), mas inclui repatriação de corpos etc etc ou seja: melhor do que nada! Não podemos esquecer mesmo que o atendimento médico no exterior não é gratuito, nem o público (pelo contrário, é caaaaaaaaaaaro demais)! Sem contar que os hospitais públicos também são bem ruinzinhos... O Brasil tem convênio do sistema de saúde com Portugal, Espanha e Itália. Portanto, se vc mudar para esses países e já recolheu INSS alguma vez, vale a pena passar no INSS da sua cidade e pegar a certidão PB4 (no caso de Portugal) para trazer para a Europa e ter direito a um registro no sistema de saúde daqui. Para finalizar: vale a pena fazer um seguro de viagem, mas tem q pesquisar... os preços andam absurdos e as variações de preço são absurdas também!
  23. dentro da Europa paga deslocamento sim... a minha operadora cobra € 0,26 por minuto recebido fora do meu país, a maioria das operadoras cobra o mesmo, mas existem planos mais caros e pós pagos que não cobram deslocamento. Obviamente sai muito mais barato ter um chip europeu para receber ligações na Europa do que levar o celular do Brasil. se vale a pena, depende de cada um e do quanto vai falar... rs um chip aqui custa entre 10 e 20 euros no máximo.
  24. Olá Carlos! Depende do teu perfil e do q vc procura... pelo q li na sua msg, parece que procuras animação... bem, festa boa de reveillon tem em todo lugar! Paris fica extremamente cara para o reveillon (já é normalmente) e não há muita festa pelas ruas... aqui na Europa, em várias capitais existe uma tradição idiota de após beber a garrafa de champagne, arremessa-la no meio da praça (ou do lugar onde está comemorando) isso acontece muito em Paris e afugenta as pessoas. 00:30 as pessoas já estão indo embora! Eu fui para Eurodisney em Paris (nao durante o reveillon, por isso não posso dar maiores detalhes) mas acredito que a festa seja meio enlatada (como o conceito Disney é), provavelmente com muitos fogos atrás do castelo e algo do tipo... vai do gosto de cada um, mas reveillon na Disney não é para mim. Essa é opinião pessoal, pois realmente não sei como é o negócio lá... só imagino mesmo. rs Restou Barcelona! Acredito que além de Edinburgh, Barcelona seja um dos melhores destinos para reveillon... muita gente quer festar, muitos turistas, o povo catalão já é festeiro por natureza... muita gente fica pelas ramblas ou em Barceloneta, mas não vá esperando um festão como ocorre nas festas de praias brasileiras (eu sou suspeito para falar, sempre que tocam no assunto reveillon eu acho o Brasil imbatível).
  25. é quase sempre temporada na Tailandia... Os preços tendem a aumentar durante o pico do verão europeu (julho/agosto). Se as coisas são caras? Depende do teu poder de negociação e das tuas escolhas... em geral, para os mochileiros a Tailandia é um país barato.
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