Ir para conteúdo

Luci Felix

Membros
  • Total de itens

    17
  • Registro em

  • Última visita

Reputação

0 Neutra

Bio

  • Ocupação
    Bancário
  1. Olá Ellen, muito obrigada. Engraçado...quando uma pessoa posta algum comentário a respeito, corro no relato e leio mais uma vez. Não quero esquecer nada dos dias que vivi por lá. Eu comprei a trilha de Salkantay da Marisol, a qual o Nicolas presta serviço de guia. Como ele não tem vínculos empregaticios com a empresa ele monta os próprios grupos. E cá prá nós quem entende mesmo do negócio são os guias, cozinheiros e assistentes. Àlias, penso que as mulas entendem mais de Salkantay que a agência que contratei. Tenho mantido contato com ele, é super boa gente, séria e uma vez compromissado com v
  2. Então não é ? A gente vai voltar Fe. Michel providenciando...rs. E se não for de um jeito vamos os tres de outra maneira...quem sabe carregamos juntos outros sonhadores ! Não sumi não, tô trabalhando muito. Paraty e região foi ótimo, apesar de oito dias de viagem, sete dias de chuva. Fizemos as trilhas e os passeios de capa e guarda chuva, tudo de bom. Algumas situações só servem prá rir mais, rsrsrs. Beijão Fe
  3. Obrigada Maria Emilia. como disse a Miziara...prepare-se para a saudade que vai chegar depois. Com todos os perrengues, quando lembro dos colegas dos dias de Salkantay, das crianças em Chinchero, em Cusco, no Titicaca, da hospitalidade do povo...as ruinas de MP, a delicia e a paz de Águas Calientes, o povo que circula de todas as partes do planeta, não há como não chorar. Se nunca for, é uma coisa bem diferente do que ir. Ir é querer voltar, porque parece que um pedaço da nossa alma ficou por lá. Talvez para pessoas como nós isso ocorre, quando vamos de coração aberto, curiosos, respeitosos
  4. Olá Elaine, pois então...como disse, (acho que não disse), a gente faz besteira também. Em Cacoal comprei um tapete de couro de vaca e mandei para Floripa, onde moro, pelo correio...contando que a grana ia dar prá tudo o que eu quisesse fazer e ver dentro do bom senso. Não contava que na volta do Salkantay por causa dos extremos das temperaturas, seria obrigada a chamar médico particular no hotel, mais medicação e a grana do Salar Uyuni, Sucre e Potosi ficaram aí. Por isso vim determinadissima a voltar tão logo possa. E desta vez não perder o trem da morte ! A gente conversa. Beijão, obrigada
  5. Acho que não há um vivente que indo ao Perú não queira voltar. Tem um amigo aqui neste fórum que já está traçando planos de ir novamente, mas começando pela Terra do Fogo...espero estar dentro ! Vi que foi a Ibitipoca, fui lá ano passado, coisa maravilhosa. Quero voltar ...como em tudo o que foi lindo se quer reviver. Álias, uma vida é pouco prá conhecer a América Latina...e dim dim também. Vamos em quatro amigas dia 04.10 para Paraty, Trindade, Maringá, Bocaina, Cachadaço...sei lá, por ali. Esta vai ser do perú também. Me cadastre Dimitri...show suas fotos. [email protected]
  6. Obrigada Dimitri, voce falou com palavras carinhosas o que alguns captam como exposição das particularidades em vez de simplesmente narrar os fatos. Em qualquer situação importa o que eu sinta ou viva. Deve ser por isso que detesto shopping. Vi sua página, que coisa, que vidinha mais ou menos não ? é de pessoas como voce que quero seguir os rastros. Um abração
  7. Olá amiga, obrigada por ter tido a paciência de ler...porque realmente tá comprido ! As dificuldades ficam mais fáceis de lidar com elas se partimos do princípio que, se aquelas pessoas que vivem ou passam por ali sobrevivem...a nossa chance de sair ilesos é excelente! Apesar de ter ficado doente...o médico era bonito e simpático, rs ! Tive que comprar algumas coisas, como anorak, bastão para salkantay, paguei caro aqui se comparar com o que se pode comprar no Perú um de madeira que substitue perfeitamente, snack, lanterna, mochila, este material todo usarei nas próximas, com certeza. Entã
  8. Este frio na barriga de sair para o desconhecido acho que é de todos Vania. O interessante é vencer os medos. Queria ir, mas não foi possível por 30 anos, nem era a questão de grana, mas de objetivos de duas pessoas que vivem juntas, quando não pensava mais que seria possível...resolvi ir no susto, sem planejar praticamente nada. Não gastei muito, levei $ 1.000 dólares e cheguei em casa com $ 80 de troco, sem cartão internacional. Vá na boa visitar seu filho, quando se está bem e para o bem a gente atrai o mesmo para perto de nós. Vamos manter contato...quem sabe um dia nos encontramos no
  9. Olá, pois então, já viajei outras vezes sózinha. Viagens mais curtas claro, mas nunca me senti só. Depende muito da nossa disposição em "especular", de saber "de onde voce vem", "prá onde voce vai", "voce poderia me ajudar", "voce poderia tirar uma foto prá mim", e estabelecer um dialógo. Se der de cara e isso é plenamente possível, de encontrar alguém com a mesma disposição de compartilhar...saber de ti, da suas experiências e sua vida, jamais estará só. Uma vez fiz uma viagem que só fiz amizade com crianças, foi o melhor da viagem. Vá fundo, de braços abertos, solta e em paz. E principalm
  10. rs Sou novata aqui, quero deixar o relato que fiz da viagem que eu e minha amiga Gleydy fizemos em outubro do ano passado para Conceição de Ibitipoca - MG. Inesquecível e não paramos de rir até agora com o que fizemos e vivemos lá. É muito lindo, o povo mineiro é o que há ! Valeu e vale uma volta. A estrada não é uma brastemp, é boa e sinalizada. Também tranquilo para comer, abastecer e dormir se for o caso. Quando voltar terá a impressão que está na Europa !! Abração
  11. Olá amigo, Até Assis Brasil a estrada está tranquilissima, exceto pela distância que a torna cansativa para quem dirige em intermináveis retas. Não sei precisar quantos km fizemos de taxi, por asfalto de Iñapari a Maldonado, acho que uns 40 dos 230. Fiz em época de seca, nã é ? então a estrada é boa...mas o poeirão é de matar. Nada que um ar condicionado não resolva também. Já há muitas obras iniciadas, pontes, pontilhões. Penso que mesmo com chuva se vai lega. Agora de Maldonado a Cuzco, tres amigos que estavam comigo no trecho entre Rio Branco - Maldonado, tiveram que fazer até Cuzco
  12. . . Pois então Fe...nem vou cobrar, já me considero dentro da Changarela. Se fui sózinha, imagina se não iria com meus mentores ??? Tudo é um sonho, mãos a obra com os tijolinhos. Isso se voce dois não resolverem casar, serem pais de uma meia dúzia até lá. O povo que entrar neste tópico vai pensar que aqui é a casa dos bolinha e da luluzinha. Não é não...é aberto as pessoas que como nós, estão sempre com o pé que é um leque, prontos prá voar. Em tempo...teve algumas vezes, na descida do Salkantay, onde meu joelho doeu mais, que eu parava, olhava aquela natureza, abria os braços pedi
  13. Rsrsrs...Fernando, voce e o Michel foram meus anjos de guarda nesta deliciosa loucura. Digamos que não segui todas as recomendações, porque aquilo que se tem como manual torna-se obsoleto diante do inusitado e imprevisível. Mas fica o principal que é a boa vontade, os braços abertos prá curtir, lembrar depois e rir muito. Agora parece engraçadissimo eu em cima da mula em disparada ladeira abaixo. Na hora não foi...mas sobrevivi ao despenhadeiro e ao susto. Tudo no esquema, certim certim, não seria tão bom, como foi. Dia 4 de outubro tô na estrada novamente, só a mulherada...até Paraty, Mau
  14. Olá Oseas... Amigo, antes da minha viagem li seus relatos algumas vezes. Foi com eles que tive impulsos de coragem de ir mesmo sózinha. Hoje posso dizer que não tenho medo de absolutamente nada...muito ao contrário, a graça é justamente essa, de vencer os meus medos, cruzar as barreiras, ver o que tem do outro lado do muro. Na primeira semana depois que cheguei, pensei que ia pirar...até agora não consigo definir o que senti e ainda sinto. A impressão é que não vivi isso, dei o nome de "choque", pensava que até aquele momento estava dando importância a tantas coisas insignificantes quando
  15. Bem, isso é um relato, não vai importar a quem ler saber o nome das pessoas e os lugares, portanto poupei-me. Machu Picchu sempre foi um sonho, planejado, adiado, esquecido...até o dia 24 de junho de 2008. Resolvi ir a Cacoal-RO, para o aniversário do meu vô Arcelino. Mas caramba, quem vai a Cacoal, pode muito bem ir a Rio Branco ver minha queridissima amiga Cléia. Comprei passagem de busão para Cacoal. A noite quem disse que eu dormia ? cabeça a mil, porque a idéia "quem vai a Rio Branco pode muito bem ir de uma vez ao Perú" era muito simples prá eu não botar o pé na estrada e finalmente
×
×
  • Criar Novo...