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Miguelito

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  1. Na região da Paulista recomendo esta: http://www.pizzarianovazi.com.br/ Massa grossa, bem recheada, no estilo que é mais frequente aqui em SP. Não é de rodízio (acho que nunca fui numa pizzaria de rodízio em SP). Outra que quebra bem o galho na região é a Pedaço da Pizza, na Augusta. http://www.opedacodapizza.com.br/ Não é tão boa quanto a anterior (e o número de sabores é pequeno), mas a pizza é bem decente. E é um lugar prático: vendem por pedaço, atendimento rápido.
  2. Atualizando este relato: a bota durou até julho/2015; descolou o solado (EVA esfarelando) durante uma trilha. Usei relativamente pouco nesse período, mas ela ficou bastante tempo parada (o que costuma ser problemático para a entressola de EVA). Considerando isso tudo, fiquei satisfeito com a durabilidade. Meu diagnóstico no post acima tava correto -- a impermeabilidade é boa, mas ela enxarca em condições muito pesadas; em compensação, era uma bota leve e bem transpirável, boa para trilhas leves / moderadas no nosso clima, ou pra caminhar e pedalar na cidade em dias de chuva. Outro ponto positivo foi que calçou perfeitamente desde a primeira semana de uso (sem precisar amaciar). O lado ruim foi ela ter me deixado fortemente na mão no meio da trilha (ambos os solados descolaram totalmente num intervalo de uma hora). Talvez sejam os ossos do ofício desses equipamentos de bom custo-benefício; se eu fizesse trilhas muito pesadas ou técnicas, acho que compensaria investir em uma gama mais cara. Mas vale destacar: a Forclaz 500 à venda hoje é diferente dessa que eu tinha; hoje só há no site a "Forclaz 500 Warm Novadry", que é um pouco mais cara e pra climas mais frios (tem um revestimento de plush por dentro). O modelo disponível hoje e que é mais parecido com essa que eu tinha é o "Arpenaz 100 Novadry". Cano médio, Novadry; leve, solado básico. Em suma, muito parecida com a anterior; comprei uma mês passado (por R$200), e vou relatando minha experiência.
  3. Só vi agora... O local é um escritório (com placa de agência de turismo) que fica no 2o. andar de uma galeria comercial de pouco movimento. É um local discreto, e há visivelmente uma preocupação com segurança interna (interfones, mais de uma sala etc.), o que também me deixou mais tranquilo. Você faz um depósito antes, ou leva dinheiro em espécie, e eles entregam o dinheiro na mesma hora; tem uma máquina para contar as notas (eu contei manualmente). Pedi para trocar uma quantidade um pouco diferente do que havia agendado, e não houve problema. O funcionário pediu para organizar e guardar o dinheiro lá dentro do escritório, para não dar bandeira na saída. Aparentemente as cédulas eram todas legítimas (usei em vários locais sem nenhum problema). Depois que fiz o câmbio, minha sensação foi de que os riscos ali eram razoavelmente os mesmos que eu encararia ao trocar dinheiro numa casa de câmbio oficial. Eles pedem para agendar a troca pelo Facebook, não sei se no mesmo dia ou na véspera (lembro de ter mandado uma mensagem perguntando algo, e eles avisarem que naquele dia não era mais possível agendar -- devem ter no escritório só a quantidade de dinheiro que esperam trocar no dia).
  4. MPossebon, estive em Buenos Aires no final de agosto, e as cotações que vi foram por volta dessas. A TDBR Transfer (foi onde troquei) posta as cotações deles no Facebook: https://www.facebook.com/tdbrtranfer Só estou desconfiado de que o dolarblue.net talvez não esteja mais sendo atualizado: faz pelo menos duas semanas que eles apresentam esses mesmos valores que você postou.
  5. Estive em Buenos Aires no final de agosto. No câmbio oficial, com R$1 você comprava cerca de 2,80-3,00 pesos; no paralelo, cerca de 3,50-4,25. Este site acompanhava as cotações (mas não sei se ainda funciona -- desde que viajei ele apresenta os mesmos valores): http://www.dolarblue.net/ No paralelo as melhores cotações surgem apenas no meio da semana (3a. a 5a.-feira), e é preciso de um certo sangue frio e garimpar (tem agências de câmbio na Florida e no Facebook). Troquei com a TDBR Transfer , que foi indicação de um amigo, e deu tudo certo. Tanto o real como o dólar são bem aceitos para câmbio (embora alguns lugares só troquem notas de $50 ou mais altas), e para compras em lojas e restaurantes de regiões mais turísticas (normalmente, pela taxa oficial ou um pouco melhor -- ou seja, sai mais caro do que se você trocar no paralelo). A diferença entre levar reais ou dólares não era muito significativa. Se você trocar pesos no paralelo e sobrar no final da viagem, não dá pra trocar de volta nas agências de câmbio oficial (elas exigem um comprovante da operação original pelo câmbio oficial). Mas é um bom negócio usá-los no free shop, pois são aceitos ali por uma cotação bem próxima à oficial; e se não der tempo de ir a uma agência paralela por lá, ainda dá para trocá-los em casas de câmbio aqui no Brasil (por uma taxa próxima à do paralelo na Argentina).
  6. Uma região que têm vários outlets fica entre Palermo e Villa Crespo. Começa no 4200 da Av. Cordoba, vai até a altura da Calle Gurruchaga e segue nela (à esquerda, até pelo menos o no. 700). São outlets bem variados: marcas argentinas e internacionais, femininas e masculinas, esportivas, sociais etc. Vi coisas bem legais na Vete al Diablo (masculina) e na Kox Is (feminina), marcas argentinas com moda de rua moderna e relativamente barata.
  7. Neste fim-de-semana comprei a Forclaz 500 em promoção (na Raposo Tavares, SP), por R$120. Não ponho uma mega fé na durabilidade e no grau de impermeabilidade dessa bota, mas como não pretendo fazer trekking muito pesado nos próximos tempos, achei que seria uma pedida muito boa em termos de custo / benefício (ainda mais com a promoção). A bota parece muito similar a uma Salomon que tive vário anos atrás, e que tinha "membrana" Climadry. Até onde entendo, tanto esse antigo Climadry como o Novadry não são propriamente um tecido que fica no núcleo da peça (como seria o caso do Goretex), mas filmes químicos aplicados por dentro e por fora; assim, são menos duráveis e encharcam mais rápido, mas podem ser bastante bons de respirabilidade. A bota é leve, sola aparentemente bem desenhada, língua inteiriça -- deve dar conta de um bocado de chuva. (Mas: eu ficaria com certo pé atrás em usá-la para alguma caminhada de muitos dias -- o mesmo que sentia em relação a essa Salomon --, e não a usaria para caminhadas com gelo, não é adequada a isso.)
  8. Jardim Botânico. Ótimo passeio para relaxar; uma delícia andar a toa pelas aléias, surpreendendo-se com uma árvore gigante ali, um arbusto de camelia sinensis (a planta do chá!) aqui, um pau-brasil mais adiante, uns sagüis ali em cima... a não perder: os belos bebedouros, e a vista do Cristo a partir do chafariz central. Entrada a R$5, sem meia. É fácil de chegar tomando o metrô até Botafogo, e dali o "metrô de superfície" até a parada Jardim Botânico; dali é só andar um pouquinho adiante, no mesmo caminho do ônibus. Para tomar o "metrô de superfície" (um ônibus), lembre de comprar a integração correspondente antes de entrar no metrô (com um só bilhete você usa o metrô e o ônibus). Café da manhã no Parque Lage. É um parque próximo ao Jardim Botânico, com um casarão onde há um café/restaurante que serve comidinhas agradáveis. A melhor parte é comer no casarão, com aquela mata em volta -- clima muito legal. O café custa R$18, mas quase dá para dois (pedindo mais uma porção de ovos mexidos -- R$6 -- acho que já dá para dividir numa boa). Durante a semana é mais barato. A entrada ao parque é gratuita, e ele também tem algumas caminhadinhas legais (para quem for, suba no castelinho e tente falar bem no meio da torre). Para chegar lá dá para tomar o mesmo caminho indicado acima, mas a caminhada será mais longa (não sei qual é a parada mais próxima: a do Jardim Botânico ou a anterior). Parece que há várias outras opções indo só de ônibus, e que levam tanto ao Parque como ao Jardim -- eu tomei o 158, que passa na Praça Tiradentes (centro) e na orla (Flamengo e Botafogo). (Não sou do RJ, mas fiz esses passeios em minha última viagem para lá e gostei bastante.)
  9. Miguelito

    Niterói

    Voltando pra compartilhar. Fiquei no Niterói Plaza mesmo. http://www.niteroiplazahotel.com.br/ R. General Andrade Neves 118 tel. 21 2620.8008 A tarifa de solteiro no balcão é R$120, mas eles anunciam "a partir de R$95" -- foi o que eu paguei; era o valor promocional por participar de um evento. Imagino que eles tenham outras promoções por esse valor. Pelo preço já se vê que não é lá muito esquema mochileiro, mas pode ser interessante para quem vai em mais de uma pessoa; e, como a hospedagem é mesmo muito cara no RJ (e em Niterói, pelo jeito), é uma alternativa a se considerar. O hotel é limpo, bom atendimento, tudo certinho. Quarto simples, mas razoavelmente novo e bem cuidado (tv, ar, frigobar). Café incluso (bufê com pão, frutas, algo de cereais). Internet sem fio também, de graça (e de boa qualidade). É bem no centro; fica atrás de um shopping (suponho que seja o Plaza, que o Haole mencionou), e a 5 min a pé das barcas que levam ao Rio. Infelizmente não consegui fazer as trilhas... fica para uma próxima.
  10. Miguelito

    Niterói

    Obrigado, Haole! Já descobri dois, o Niterói Plaza e o Niterói Palace. Acho que o primeiro é mais barato. Abraços, Miguel
  11. Miguelito

    Niterói

    Olá, pessoal, gostaria de saber se as trilhas que foram indicadas no tópico são maneiras de fazer para quem é de fora -- tanto em relação ao caminho (ou seja, se dá pra fazer sem se perder!) como em relação à segurança. Pelas fotos, parecem lindas, e fiquei bem no pique de fazer alguma. Além disso, queria saber também se vocês indicam algum hotel, pousada ou albergue no centro (preferencialmente -- mas pode ser em algum outro lugar, desde que dê para chegar no centro com transporte público, e que não seja longe demais). Sou de SP e vou para um evento em Niterói, na UFF (campus Gragoatá -- me disseram que é no centro...). Obrigado de antemão a todos. Abraços! Miguel
  12. Não quero gastar muita tinta à toa, mas estou de acordo com quem defendeu a Venezuela como destino -- p.ex. o Thiago, na 1a. página. Caracas é perigosa (como São Paulo e Rio), a polícia é truculenta (como em São Paulo e Rio), e talvez não seja um destino turístico para qualquer um (como São Paulo e Rio), mas pode também ser bastante legal: caminhadas mil no Ávila, a um ônibus de distância; praia a 1h da cidade; bastante arquitetura interessante, à la Niemeyer/Lúcio Costa; ótimos museus de arte (concentrados a no máximo 10 min de caminhada entre si). Quanto à infra turística, a Venezuela realmente pode melhorar (poucos albergues, pouca informação turística organizada), mas está em nível similar a outros lugares da América do Sul que visitei, dadas as diferenças de pobreza de cada país. Algo aqui que é melhor do que em todos os países que já visitei é o serviço rodoviário estatal: os ônibus são bons e baratíssimos (uma viagem de 13h, para Mérida, custa US$10...). O mais engraçado nas mensagens de quem está metendo o pau é ver que a culpa toda é do Chávez. As pessoas são mal-educadas na rua... culpa do Chávez! A polícia é corrupta... culpa do Chávez! (Como se ela não fosse antes do Chávez, e como se ela não fosse aqui no BR, p.ex.) Ressalto, também, que a minha impressão geral *não foi* de que as pessoas sejam especialmente mal-educadas -- em relação a isso, acho o nível de Caracas melhor que o de SP.
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