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Miguelito

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    Editor e pesquisador

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  1. Na região da Paulista recomendo esta: http://www.pizzarianovazi.com.br/ Massa grossa, bem recheada, no estilo que é mais frequente aqui em SP. Não é de rodízio (acho que nunca fui numa pizzaria de rodízio em SP). Outra que quebra bem o galho na região é a Pedaço da Pizza, na Augusta. http://www.opedacodapizza.com.br/ Não é tão boa quanto a anterior (e o número de sabores é pequeno), mas a pizza é bem decente. E é um lugar prático: vendem por pedaço, atendimento rápido.
  2. Atualizando este relato: a bota durou até julho/2015; descolou o solado (EVA esfarelando) durante uma trilha. Usei relativamente pouco nesse período, mas ela ficou bastante tempo parada (o que costuma ser problemático para a entressola de EVA). Considerando isso tudo, fiquei satisfeito com a durabilidade. Meu diagnóstico no post acima tava correto -- a impermeabilidade é boa, mas ela enxarca em condições muito pesadas; em compensação, era uma bota leve e bem transpirável, boa para trilhas leves / moderadas no nosso clima, ou pra caminhar e pedalar na cidade em dias de chuva. Outro ponto po
  3. Só vi agora... O local é um escritório (com placa de agência de turismo) que fica no 2o. andar de uma galeria comercial de pouco movimento. É um local discreto, e há visivelmente uma preocupação com segurança interna (interfones, mais de uma sala etc.), o que também me deixou mais tranquilo. Você faz um depósito antes, ou leva dinheiro em espécie, e eles entregam o dinheiro na mesma hora; tem uma máquina para contar as notas (eu contei manualmente). Pedi para trocar uma quantidade um pouco diferente do que havia agendado, e não houve problema. O funcionário pediu para organizar e guardar o
  4. MPossebon, estive em Buenos Aires no final de agosto, e as cotações que vi foram por volta dessas. A TDBR Transfer (foi onde troquei) posta as cotações deles no Facebook: https://www.facebook.com/tdbrtranfer Só estou desconfiado de que o dolarblue.net talvez não esteja mais sendo atualizado: faz pelo menos duas semanas que eles apresentam esses mesmos valores que você postou.
  5. Estive em Buenos Aires no final de agosto. No câmbio oficial, com R$1 você comprava cerca de 2,80-3,00 pesos; no paralelo, cerca de 3,50-4,25. Este site acompanhava as cotações (mas não sei se ainda funciona -- desde que viajei ele apresenta os mesmos valores): http://www.dolarblue.net/ No paralelo as melhores cotações surgem apenas no meio da semana (3a. a 5a.-feira), e é preciso de um certo sangue frio e garimpar (tem agências de câmbio na Florida e no Facebook). Troquei com a TDBR Transfer , que foi indicação de um amigo, e deu tudo certo. Tanto o real como o dólar são bem aceitos
  6. Uma região que têm vários outlets fica entre Palermo e Villa Crespo. Começa no 4200 da Av. Cordoba, vai até a altura da Calle Gurruchaga e segue nela (à esquerda, até pelo menos o no. 700). São outlets bem variados: marcas argentinas e internacionais, femininas e masculinas, esportivas, sociais etc. Vi coisas bem legais na Vete al Diablo (masculina) e na Kox Is (feminina), marcas argentinas com moda de rua moderna e relativamente barata.
  7. Neste fim-de-semana comprei a Forclaz 500 em promoção (na Raposo Tavares, SP), por R$120. Não ponho uma mega fé na durabilidade e no grau de impermeabilidade dessa bota, mas como não pretendo fazer trekking muito pesado nos próximos tempos, achei que seria uma pedida muito boa em termos de custo / benefício (ainda mais com a promoção). A bota parece muito similar a uma Salomon que tive vário anos atrás, e que tinha "membrana" Climadry. Até onde entendo, tanto esse antigo Climadry como o Novadry não são propriamente um tecido que fica no núcleo da peça (como seria o caso do Goretex), mas fi
  8. Jardim Botânico. Ótimo passeio para relaxar; uma delícia andar a toa pelas aléias, surpreendendo-se com uma árvore gigante ali, um arbusto de camelia sinensis (a planta do chá!) aqui, um pau-brasil mais adiante, uns sagüis ali em cima... a não perder: os belos bebedouros, e a vista do Cristo a partir do chafariz central. Entrada a R$5, sem meia. É fácil de chegar tomando o metrô até Botafogo, e dali o "metrô de superfície" até a parada Jardim Botânico; dali é só andar um pouquinho adiante, no mesmo caminho do ônibus. Para tomar o "metrô de superfície" (um ônibus), lembre de comprar a integraçã
  9. Miguelito

    Niterói

    Voltando pra compartilhar. Fiquei no Niterói Plaza mesmo. http://www.niteroiplazahotel.com.br/ R. General Andrade Neves 118 tel. 21 2620.8008 A tarifa de solteiro no balcão é R$120, mas eles anunciam "a partir de R$95" -- foi o que eu paguei; era o valor promocional por participar de um evento. Imagino que eles tenham outras promoções por esse valor. Pelo preço já se vê que não é lá muito esquema mochileiro, mas pode ser interessante para quem vai em mais de uma pessoa; e, como a hospedagem é mesmo muito cara no RJ (e em Niterói, pelo jeito), é uma alternativa a se considerar. O
  10. Miguelito

    Niterói

    Obrigado, Haole! Já descobri dois, o Niterói Plaza e o Niterói Palace. Acho que o primeiro é mais barato. Abraços, Miguel
  11. Miguelito

    Niterói

    Olá, pessoal, gostaria de saber se as trilhas que foram indicadas no tópico são maneiras de fazer para quem é de fora -- tanto em relação ao caminho (ou seja, se dá pra fazer sem se perder!) como em relação à segurança. Pelas fotos, parecem lindas, e fiquei bem no pique de fazer alguma. Além disso, queria saber também se vocês indicam algum hotel, pousada ou albergue no centro (preferencialmente -- mas pode ser em algum outro lugar, desde que dê para chegar no centro com transporte público, e que não seja longe demais). Sou de SP e vou para um evento em Niterói, na UFF (campus Gragoatá
  12. Não quero gastar muita tinta à toa, mas estou de acordo com quem defendeu a Venezuela como destino -- p.ex. o Thiago, na 1a. página. Caracas é perigosa (como São Paulo e Rio), a polícia é truculenta (como em São Paulo e Rio), e talvez não seja um destino turístico para qualquer um (como São Paulo e Rio), mas pode também ser bastante legal: caminhadas mil no Ávila, a um ônibus de distância; praia a 1h da cidade; bastante arquitetura interessante, à la Niemeyer/Lúcio Costa; ótimos museus de arte (concentrados a no máximo 10 min de caminhada entre si). Quanto à infra turística, a Venezuela realme
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