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rafaelpalma

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Sobre rafaelpalma

  • Data de Nascimento 14-09-1988

Bio

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    Desenvolvedor Web
  1. Relato minha viagem a Porto Alegre e Serras Gaúchas como uma retribuição aos outros tópicos que li que foram muito úteis para uma viagem de sucesso nestes locais. Espero que eu possa ajudar a outras pessoas que pensam em fazer roteiros parecidos com o que fiz. A viagem foi programada de ultima hora, até por que não sabia se teria emenda de feriado. Quando fiquei sabendo, já não havia mais hostels disponíveis em Gramado e Canela, somente o Hostel Bom Pastor, que fica entre Nova Petrópolis e Gramado, na beira de uma rodovia. Imaginei, que pelo valor da diária, R$ 25, seria um local ruim, porém, nos surpreendemos. Café da manhã maravilhoso, ótimo atendimento, chuveiro e torneira quentes, roupas de camas limpas. Sinceramente, parecia que estávamos em um quarto de luxo em muitos hotéis por aí. Voamos Ocean Air, saindo bem cedo na quinta feira. O Vôo saiu do aeroporto de Guarulhos. Encontramos nosso amigo na rodoviária, e seguimos viagem a Nova Petrópolis. Neste meio tempo, o olho já pesava. Tínhamos acordado 03h30. Chegamos em Nova Petrópolis, andamos um pouco na redondeza para conhecer o que nos aguardava, fomos ao Hostel, deixamos as malas e voltamos para almoçar, 19h00!. Almoçamos no Rei do Pastel, que fica em uma galeria comercial em Nova Petrópolis, no andar superior. Estava uma delícia! Vale pedir o A LA MINUTA, que é o “Comercial” deles, que vai Arroz, Feijão, Ovo, Bife e salada, em grande quantidade. Voltamos ao Hostel, e dormimos cedo, umas 20h30. Passamos muito frio, afinal, não estávamos prevenidos o suficiente. Acordamos no dia seguinte loucos para conhecer os encantos de Gramado. Vale ressaltar que o local que ficamos é bastante distante das cidades, ou seja, tínhamos obrigatoriamente que irmos de ônibus ou táxi. Como a primeira opção é mais barata, passamos apuros, pois, os horários são bastante reduzidos e terminam muito cedo. Se for ficar no Hostel Bom Pastor, sugerimos que aluguem um carro. (Nós não conseguimos pela falta de disponibilidade em todas as operadoras). Tomamos o delicioso café colonial que havia no hostel. Fomos extremamente bem atendidos lá pela dona Gleci, que foi solícita na hora que precisamos, nos atendia sempre com cordialidade e familiaridade. Pegamos o ônibus à Gramado, antes tomando um refrigerante em um barzinho na frente do hostel, na beira de estrada. Fomos à gramado, andamos pela Av Borges de Medeiros, a principal, fizemos um city tour através de um pequeno ônibus vermelho circular, que nos custou uns R$ 10. O guia falava tão arrastado, que metade do passeio passamos prestando atenção em seu jeito de falar. A "Maria Fumaça" Fomos ao Lago Negro, vimos as mansões maravilhosas que existem na região e conhecemos os arredores de Gramado. Saindo do passeio, fomos ao Mini Mundo. Mini Mundo Voltamos ao centro de Gramado e almoçamos. Voltamos para Gramado, passeamos mais um pouco e por fim, pegamos um táxi para Canela. Arquitetura Charmosa em Gramado Esta parte do passeio foi uma grande aventura. O parque do Caracol fechava as 17h00 e tínhamos vinte minutos para chegar lá. Chegamos, entramos e vimos um mirante. Não tivemos interesse em pegar para subir alguns metros e apreciar a vista. Fomos próximos da escada que dava acesso à Cachoeira do Caracol. Eram mais de 700 degraus só na descida. O último ônibus passaria às 18h00. Por fim, chegamos lá embaixo, tiramos bonitas fotos e respiramos fundo. Para subir mais de 700 degraus em menos de 25 minutos. Cachoeira do Caracol Chegamos lá em cima e corremos para o ponto e um minuto depois o ônibus passou. Nem tínhamos percebido que neste minuto, não passou nenhum carro, ônibus, táxi ou nada naquela estrada. Se tivéssemos perdido aquele ônibus teríamos problemas para retornar para a cidade. Voltamos para Gramado, jantamos em um restaurante simples e aconchegante e passeamos um pouco mais. Tomamos um delicioso chocolate quente e voltamos de táxi para nosso hostel. Pagamos mais de R$ 80 por esta viagem. Mais uma noite de muito frio. Acordamos cedo, tomamos mais uma vez o delicioso café da manha que nos aguardava. Fomos à Nova Petrópolis e conhecemos o Museu do Imigrante, realmente muito interessante. Lá, a tradição era alemã, haviam bandas de música e comidas tradicionais. Haviam apetrechos trazidos pelos alemães, roupas típicas, onde o cenário em que estávamos envoltos nos remetia à uma atmosfera nostálgica. Durante todo o trajeto meus amigos diziam: “Olha seu irmão aí”, “Olha, aquela deve ser seu parente!” Tradição alemã no Museu do Imigrante Enfim, chegou o momento mais triste desta fantástica viagem, que foi o retorno. A Serra Gaúcha é maravilhosa. Lugares bonitos e a sorte foi viajar com grandes amigos. Tudo ocorreu melhor que o imaginado. Voltamos de ônibus até Porto Alegre, almoçamos na rodoviária e fomos ao Hotel Coral Tower Express, que foi bastante agradável. Deixamos as malas no hotel e fomos conhecer o que Porto Alegre nos reservava. Depois, fomos ao Shopping Praia de Belas, jantamos uma comida requentada e voltamos ao hotel. No dia seguinte, acordamos bem cedo para pegar o city tour que deveria ser agendado com antecedência, mas, as vagas já tinham sido esgotadas. Fomos fazer nosso city tour por conta própria mesmo. Margens do Guaíba Fomos ao Parque da Redenção e à feirinha. Passeamos pelo Guaíba, fomos àquela ponte que têm um vão livre e vimos o passeio de barco pelo Guaíba. Lembramos que deveríamos fazer o check-out no hotel e nos prepararmos para pegar o avião de volta. Almoçamos na rua dos bares em um restaurante simples, o Beverly Hills. Voltamos para o hotel e fizemos nossa viagem regressa.
  2. Olá Otávio, Fico contente que tenha gostado do meu relato. O Parque Tanguá realmente ficou faltando. Nós também não conseguimos visitá-lo pela falta de tempo, incluiremos no próximo roteiro. Em relação aos restaurantes, íamos com tanta pressa e fome que não conseguiamos nem arriscar, ficávamos mesmo no velho conhecido Giraffas, rs Forte abraço!
  3. Relato minha viagem a Curitiba e Morretes como uma retribuição aos outros tópicos que li que foram muito úteis para uma viagem de sucesso nestes locais. Espero que eu possa ajudar a outras pessoas que pensam em fazer roteiros parecidos com o que fiz. A viagem foi programada de ultima hora, até por que não sabia se teria emenda de feriado. Quando fiquei sabendo, já não havia mais nenhum hostel disponível em Curitiba, então ficamos no Curitiba Maph Hotel, onde fomos muito bem recebidos pelo André. O hotel fica em um local centralizado na cidade e é estratégico para pegar a jardineira (ônibus turístico) e ir aos diversos outros locais da cidade. Nossa saída foi no dia 18 de abril, saímos de SP de Carro de madrugada e fomos chegar lá no fim da tarde. Pegamos um pouco de transito ainda em São Paulo, paramos no “O Fazendeiro” e tomamos um café reforçado para prosseguir viagem. No sábado a noite, fomos ao passeio publico e voltamos ao hotel e jantamos no Shopping Mueller. No dia 19, acordamos bem cedo para pegar o trem turístico de Curitiba a Morretes. Pegamos um táxi, que custou R$ 8,70, tomamos um café bem reforçado na rodoviária. Vale lembrar que para comprar na hora o valor é R$ 20, mas você pode chegar na hora e não ter vaga, por isso, fomos com as reservas já feitas pela internet, no http://www.serraverdeexpress.com.br e pagamos R$ 58,00 por pessoa. As paisagens são maravilhosas, há cânions, paradas desativadas, arquiteturas em ruínas, represas, tudo aquilo que mereceria um livro para descrever, por isso, vale a pena você conferir pessoalmente. Chegamos em Morretes, a principio queríamos ir até Paranaguá, mas, pelas informações do guia estava tudo fechado. Resolvemos então descer em Morretes. Não deixe de provar o barreado, prato típico desta região. Vale provar também o aimpim chips, a banana chips e o sorvete de gengibre, realmente bem gostoso. Fomos à Rodoviária para pegar o ônibus logo e ir embora. O ônibus que nos trouxe a Curitiba estava realmente quente. O transporte público de Curitiba é bem eficiente. Há alguns "tubos", que são locais de embarques que possibilitam integração de ônibus. Na Segunda Feira, acordamos um pouco mais tarde, tomamos café lá perto mesmo do hotel e fomos fazer os city tours. É muito interessante que, ao pagar o ônibus turístico (R$ 20) Você recebe 4 papeizinhos, que possibilita você descer em quatro lugares, e cabe a você escolher quais serão. Na minha opinião vale: Jardim Botânico, Ópera de Arame, Observatório Panorâmico e Bosque Alemão. Se informe antes de ir pois esta opinião é bem pessoal. Paramos no Jardim Botânico, um exemplo de parque bem cuidado, bem podado, bem limpo e planejado. Fomos depois a Ópera de Arame. São estruturas metálicas de arame que têm o seu charme. Comprei uma cuia e um pacote de erva, pois ver as pessoas tomando isso me deixou com vontade de prová-la. Pegamos um ônibus de linha e descemos no centro, almoçamos e pegamos o city tour novamente, desta vez fazendo o trajeto completo (de ponta a ponta) . Não parece, mas, são duas horas e meia de viagem. Chegamos, fomos a Lan House distrair um pouco e voltamos ao hotel. Na terça, saímos bem cedo, as 08h30. Chegamos as 17h30 em São Paulo com apenas uma parada no Grall para almoçar.
  4. Relato meu roteiro por Buenos Aires, Montevideu e Punta Del Este como uma retribuição aos outros tópicos que li que foram muito úteis para uma viagem de sucesso nestes destinos. Espero que eu possa ajudar a outras pessoas que pensam em fazer roteiros parecidos com o que fiz. Posso te garantir: Vale a pena! Ambos os países são relativamente seguros, bastante parecidos com o Brasil (Dizendo assim há de supor que somos exemplos na segurança). É claro que estar sempre atento e ter sempre cuidados faz parte de qualquer viagem de sucesso. Por isso, informe-se, prepare-se e coloque os pés na estrada, com sabedoria! Este foi meu primeiro mochilão. Talvez, mais que qualquer tipo de roteiro, foi uma experiência divisora de águas. Foi nisto que pude perceber o que é a essência da vida: Um caminho com pouca bagagem, alguns desafios e a presença somente de si próprio. É no trajeto, que você vence as adversidades, reconhece seus amigos e partilha as melhores coisas da vida. Voei de Guarulhos a Ezeiza no dia 17/01/09 pela Lan. Em Buenos Aires há dois aeroportos - Ezeiza e Aeroparque - Este último, desde 2010 recebe voos provenientes do Brasil. Decidi ficar apenas dois dias do meu roteiro em Buenos Aires, porém, no hostel que fiquei, quem ficasse acima de 3 dias ganhava um traslado do aeroporto até o local de hospedagem, ou seja, eram mais de 40 km que me custariam 110 pesos argentinos (mais ou menos 80 reais). Por isso, expandi em mais um dia a minha estadia nesta cidade. Ao chegar no aeroporto de EZEIZA fui localizar o tal do traslado que havia recebido através do hostel. Perguntei em todos os locais e ninguém sabia do que se tratava. Cheguei até a ligar no número que estava na reserva, mas ninguém atendia. Era um telefone celular. Me pareceu que esta foi uma jogada de marketing apenas para ficar um dia a mais no hostel. Decidi que iria de ônibus para economizar, afinal, a corrida eram 110 pesos argentinos. Fui buscando informações até que me informaram que deveria pegar o ônibus de numero 86 para chegar até o hostel, mas que este só aceitava moeda. Fui para o hostel de ônibus, o tal 86 (Creio que hoje, em 2018 o nome possa ter mudado). Um passageiro, muito gentil, ajudou-me com o mapa e a indicação de onde deveria descer. #ficaadica: Pegue um mapa da cidade que você acaba de chegar no aeroporto e/ou rodoviária - Principalmente em quiosques de informações turísticas, revistarias etc. Geralmente é grátis e será muito útil nas horas mais necessárias. Lembre-se que não é sempre que você tem wi-fi e celular com bateria para consultá-lo, quando necessário. A noite conheci a Calle Florida e jantei na Galeria Pacifico. São lugares bastante charmosos. Cheguei muito tarde e as lojas estavam fechadas, mas a praça de alimentação estava a todo vapor. Têm restaurantes de todo o tipo por lá e não achei muito caro. Comi em um restaurante mexicano e gastei uns 32 pesos argentinos. Voltei ao hostel e descansei demasiado, o que me fez acordar no um pouco tarde do que havia planejado. Perdi o café da manha no hostel e conheci um grupo de brasileiros. Tomei café no MC café, na Calle Corrientes e fui com eles dar uma volta e conhecer o que nos esperava em Buenos Aires. Na rua ao lado da Corrientes estava tendo a filmagem de algum filme gringo, estava cheio de gruas e muita gente. Aquele era um cenário muito utilizado para diversos filmes. Conhecemos a praça da Casa Rosada e as inúmeras pombas que ficam no local aguardando os turistas jogar milho. Depois fomos para a feirinha de San Telmo. Uma parte do grupo se separou, uns foram ao Rio Tigre e outros foram a Plaza Itália, passando pelo meio de uma apresentação do Rally Dakar que estava tendo por lá. Passamos direto e fomos almoçar no Mc Donalds. Em nossa caminhada pelo bairro La Boca, percebemos a sua beleza peculiar: As cores das casas, que são pintadas em diferentes e alegres cores. Esta prática, segundo é dito por aí, é herança das sobras de tintas dos navios, que eram utilizadas nestas casas, em sua maioria propriedade de imigrantes italiano, em sua maioria genoveses. O Bairro tem a sua atmosfera própria: Nos restaurantes, dançarinos de tango dividem espaço com uma grande quantidade de turistas. Não deixaria de deixar de alertar para tomar cuidados redobrados em sua passagem por este local - Mesmo com todo o charme deste local, é bastante perigoso. Evite caminhar desacompanhado por suas ruas e tenha cuidado com golpes. Andamos bastante a tarde pela cidade, voltamos ao hostel e saímos novamente a noite jantar. A cidade é bonita a noite. A Av 9 de Julio é um "cartão postal", principalmente na região do Obelisco. No dia seguinte, fomos conhecer o Puerto Madero. Há algumas embarcações estacionadas e uma ponte pênsil que abre caminho para a passagem destas, virando-se para uma das extremidades. De lá fomos a secretaria da comunicação, um prédio muito bonito e voltamos ao albergue. Encontramos um brasileiro e fomos almoçar em um restaurante sem nome na Calle Paraguai. Enfim, fomos novamente a Plaza Itália e demos uma volta por Palermo. O metrô é antigo mas é uma opção para se locomover pela cidade. Chegou o dia para ir ao Uruguai. Saí bem cedo e fui ao aeroparque de metro, até Palermo e caminhei um pouco e peguei um táxi até lá, que me custaram 30 pesos. Cheguei ao aeroporto de Punta Del Este, que é bem pequeno e com poucos voos. Dirigi-me ao hostel que ficava no centro de Punta. Punta Del este é um lugar maravilhoso. O pessoal do hostel deu várias dicas legais, porém, meu tempo foi reduzido nesta cidade. Se tivesse ficado mais tempo teria conhecido muitas outras coisas. A Oeste da península tem a Casa Pueblo, com o seu senhor por do sol, Punta Ballena, tem as praias mais reservadas (Chiuaua por exemplo, inclusive você pode praticar o naturismo) e a leste tem a ponte de Maldonado, as praias mais freqüentadas e badaladas. Em Punta há uma avenida principal que chama Av Gorlero, lá tem muitos bares e restaurantes bons. Eu apostei em um Chivito no almoço, que gostei muito. É um tipo de um x-tudo com presunto, queijo, batata frita e salada. Custou uns 440 pesos uruguaios. A tarde caminhei pelas ramblas, fiquei um tempo na praia e a noite dei uma volta pela Gorleiro. Vale a pena alugar uma bike e ir de um lado a outro conhecendo as ramblas e seus atrativos. Tem o porto, do lado agitado, tem a estátua da mão que sai da areia. Ah, as praias enchem a partir das seis horas da tarde. A tarde fui para Montevidéu em um ônibus da COT. Peguei ele no terminal de ônibus que fica próximo do final da Av Gorlero, a leste. Ônibus com ar condicionado. Desci no terminal Três Cruces e peguei um ônibus para Ciudad Vieja. Uma dica é levar um cartão que chama VISA TRAVEL MONEY. Você carrega um valor em dólar e saca em moeda local nestes caixas eletrônicos. Quebra um galhão e alguém aqui do Brasil pode te depositar o dinheiro via procuração (Não esqueça de deixa-la assinada antes de viajar). Vá a alguma casa de cambio e se informe direitinho. Fui a ACTION CAMBIO, http://www.actioncambio.com.br Lembre-se que os hostels só aceitam dinheiro e recomendo pagar na moeda do país, por que eles jogam a cotação lá embaixo. Leve dinheiro, cartão de credito e o Visa Travel Money. Em Montevideo, fui ao Mc café quando cheguei para matar a fome que estava insuportável. Caminhei nas Ramblas e voltei ao hostel a noite. Na manha seguinte, solicitei ao hostel um city tour, que me custou 30 dólares americanos. Conhecemos os principais pontos turísticos, que até esqueci o nome pois são muitos. O que lembro de interessante é que Montevideo é o nome que vinha escrito nas cartas de navegações, MONTE VI DE L A O, ou seja, o sexto monte de leste a oeste. O Uruguai me pareceu um lugar bonito e tranqüilo para se morar. O hostel que fiquei foi o CHE LAGARTO, na Plaza da Independência. No Uruguay, é impossível não ir no Mercado Del Puerto. Coma uma deliciosa Parillada. Você vai gastar mais ou menos uns 275 pesos uruguaios. Deixe para comprar o souvenirs na 18 de Julio, que é muito mais barato. Pesquise bem antes de comprar, afinal, os preços variam bastante e você tem a opção de negociar. Recomendo também o restaurante EL FACAL (indicação da Georgina, a recepcionista do hostel). Gastei uns 300 pesos uruguaios. Vá também ao Estádio Penarol, na praia Pocitos, uma deliciosa praia e o Shopping Punta Carretas, um shopping normal, sem muitos diferenciais, mas que dá para passar algumas horas em um local bastante agradável. Enfim, estas são minhas dicas para uma visita ao Uruguai. Da próxima vez quero conhecer Colônia Del sacramento, que não pude ir desta vez.
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