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Cristiane Gellert

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5 Neutra

Sobre Cristiane Gellert

  • Data de Nascimento 11-02-1983

Bio

  • Ocupação
    Fotógrafa amadora! ;)

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  1. Sim, está tudo absurdamente caro! Por isso que levei boa parte das comidas daqui do Brasil. Levei até feijão de caixinha hahaha (foi um sucesso com os amigos brasileiros que fiz lá...kkkk) Nesse hostel paguei 300 pesos por dia. Me indicaram um, no final da rua que leva a trilha para a Laguna de Los Tres: é o ultimo hostel dessa rua. Uma casinha de madeira. Falaram que o preço lá é bom. Foi em dezembro. O tempo lá estava bastante instável, teve bastante neve uns dias antes.
  2. Galera, acabei de voltar de El Chalten, e tenho algumas dicas: as coisas estão MUITO caras por lá - se possivel levem comida daqui, porque é realmente tudo muito caro por lá; fiquei hospedada no hostel Los Viajeros - é bom, não o melhor, mas atende bem; se forem acampar, tem vários lugares para aluguel de equipamentos - paguei 150 pesos/dia num bom (e limpo) saco de dormir. Bastões de caminhada estão por volta de 100 pesos/dia; para acampar, existem três lugares gratuitos, sem estrutura (apenas latrina): Laguna Capri, Camping Poicenot (antes da subidona para a Laguna de Los Tres) e Camping Agostini (proximo a Laguna Torre); está chovendo bastante esse ano por lá - fiquem atentos a isso (na ultima vez que fui o tempo estava muito bom, dessa vez não estava tanto); aconselho usar bastões de caminhada para subir - e principalmente descer (os joelhos agradecem) para a Laguna de Los Três. É uma subidinha forte, mas vale MUITO a pena. O lugar é incrível! Segue algumas fotos da viagem
  3. Acabei de voltar de El Chalten, e não fui cobrada para acampar no parque. Mas eu não passei pelo Perito Moreno, fui de Calafate diretamente para El Chalten.
  4. Quando fui não precisei reservar nada não. Acampei no Poicenot e na Laguna Capri. Dessa vez, faço a Laguna Capri, o Poicenot e o Agostini. Não tem estrutura nenhuma mesmo, no máximo uma latrina (que é tipo a porta do inferno, hahaha, melhor fazer as necessidades no mato mesmo). Mas são bons lugares para acampar, protegidos do vento. Não sei se mudou algo desde 2015, eu não avisei nada não, só fui. Quando vai?
  5. Ah, só se foi isso... quando fui para El Chaltén, havia passado pelo Perito Moreno. Agora não me lembro se eu usei o ticket de lá. Tô confusa agora... Mas aí só existe a cobrança uma vez, certo? Ainda bem que passei por aqui, estou voltando lá em dezembro, e não vou passar pelo Perito Moreno, vou direto para Chaltén.
  6. 1) Até onde sei, não se paga para entrar no parque - houve alguma mudança? Onde se pagava era para entrar no Perito Moreno em Calafate. 2) São campings rusticos - lugar para acampar e uma latrina, que dependendo da situação, vale mais a pena fazer as necessidades mo mato e enterrar; 3) Estou achando esquisito isso de pagar! Alguem pode me informar se mudou alguma coisa? Em 2015 não pagava nada para entrar lá...
  7. Não deu não Cris. Ignorância é felicidade, falta de bom senso é coragem! Eu confesso que já tive cagaço de puma, sem nem mesmo ter certeza que ele tava por perto...rs Eu "sentia" algo me observando, numa trilha em El Chalten. É engraçado que a gente sente. É instinto, sei lá... Só que eu não sei o que era. Podia ser só um pica-pau. Mas a louca aqui foi logo pensando no puma! Valeu pelas dicas. No fim, fechei com um guia, por um preço legal. Vou fazer o trekking ao glaciar La Paloma, em três dias. Sim, sei que dá pra fazer em dois dias, mas eu pedi mais tempo pra poder fotografar tranquilamente. Minha idéia não era pegar guia, sei me virar sozinha, mas com ele minha logística vai ficar BEM mais otimizada (principalmente em relação a transporte) para o pouco tempo que tenho. Eu achei o serviço dele barato, 55000 pesos por 3 dias de trekking com transporte, guia, entradas e alimentação inclusos. Barraca eu levo a minha. Pra quem quiser o contato, é esse cara aqui: http://www.ecotrekkingchile.com/ Tenho planos de retornar a Santiago no futuro, e quero sim, incluir a travessia Provincia - San Ramon no roteiro.
  8. Sensacional seu relato! E que fotos! Muito bonitas MESMO! Agora fala pra mim: não deu um certo cagaço quando viu a pegada de puma não? Perguntinha: você tem o contato de algum desses taxistas que saem da Plaza San Enrique para Yerba Loca? Uma amiga me passou um contato de táxi em Santiago, e ele me cobrou $70.000 (mais de R$ 300,00) para subir até la! Estou indo em janeiro para o Parque, e pretendo ficar uns 3 dias acampando por lá e fotografando. Outra pergunta: tem local para compra de alimentos por lá? Estarei levando de Santiago, claro, pergunto mais por que vai que invento de ficar mais tempo que o previsto...
  9. Taxi para o Embalse você vai até achar, mas será uma fortuna descomunal. Sairá mais barato alugar um carro com GPS para uns 2 dias do que pegar o taxi. Você pode ir de excursão, ou se preferir, eu sugiro que você alugue um carro e fique hospedada em algum camping no Cajon del Maipo. No google você acha vários lugares ao longo do Cajon del Maipo que oferecem hospedagem e até passeios. São as "haciendas" Hum, entendi. Será que rola de eu pegar van de excursão num dia e voltar no passeio do outro? (não faço idéia de como seja o fluxo diário de passeios lá) Pensei até em alugar um cavalo, hahaha (mas daria uma merda sem tamanho, não sei guiar esse bicho). Para dirigir no Chile a CNH brasileira não vale né?
  10. Pessoal, Penso em ir para Cajon del Maipo em janeiro. Quero fotografar, portanto, o ideal é que eu acampe próximo dos locais escolhidos, para pegar o melhor horário de luz. Alguém pode informar se existem taxis (ou algum outro tipo de transporte) para os locais abaixo? Alguma idéia de preços? San Jose de Maipo - Embalse el Yeso Embalse el Yeso - Monumento Natural El Morado Sobre campings, existe alguma estrutura? Ou é na raça mesmo? Quanto a uma mulher acampar sozinha... rola? Pergunto isso porque estou acostumada a viajar sozinha, mas é sempre bom verificar se não é algum lugar com algum tipo de risco..
  11. Pessoal, Em janeiro estivemos, eu e meu pai, na cidade de El Chalten, com o objetivo de passear e fotografar. Deixo abaixo meu relato, espero que gostem e que eu possa de certa forma ajudar alguém! 13/01/2015 – El Calafate Após um longo tempo de vôo + conexões, chegamos em El Calafate por volta das 15h. Nesse dia, apenas demos uma volta no centro, compramos alguma comida, fizemos o câmbio e descansamos. Nos hospedamos no Hostel El Ovejero. Não recomendo, não é ruim mas não gostei nada do atendimento. Ô povo mau humorado! 14/01/2015 – El Calafate Acordamos umas 8h e fomos atrás do passeio para o Perito Moreno. Os ônibus da manhã já tinham partido, portanto fizemos o passeio na parte da tarde (13:00h). Compramos a passagem do ônibus regular no próprio hostel, por $ 300,00. Aproveitamos a parte da manhã para dar umas voltas pela cidade. Saímos sem rumo, seguidos pelo nosso novo amigo, um cachorrão amarelo muito simpático. Nosso amigo canino e um filhote que encontramos no caminho Acabamos chegando na Laguna Nimez, um lugar bonito conhecido por ser um ponto bacana de observação de aves. Lá se paga para entrar no local, que é parte cercado, e estava fechado. Mas nosso amigo canino saiu na nossa frente e entrou numa trilhazinha a uns 800m do local, já fora dos limites da cerca. Ele começou a latir, veio e voltou correndo várias vezes, parecia nos chamar! Pois bem, não é que nosso “guia” nos levou para uma parte da laguna cheia de flamingos? Eu queria fotografar, mas o cachorro foi um tanto estabanado e espantou todos eles. Mas tá bom, valeu o momento e o registro! "Ops, foi mal ae, véi!" A tarde pegamos o ônibus para conhecer o Perito Moreno. Ao entrar no Parque, é necessário pagar a taxa de entrada ($ 150 para brasileiros). É um belo passeio, vale a pena. Não tenho foto do Glaciar agora, apenas um registro do gelo que vimos lá. Uma coisa que não gostei no passeio é o looongo intervalo entre a ida e a volta (ida: 13h / volta: 19:30h) . Chega uma hora que não se tem mais po**a nenhuma para se fazer lá e começa a ficar chato. Comprei uma cerveja e uns salgadinhos e ficamos lá de bobeira esperando. Voltamos ao hostel, fiz janta e descansamos. Nos primeiros dias estranhamos muito o horário: no verão o sol se põe por volta das 22:30, é bem esquisito. 15/01/2015 – Ida para El Chaltén Partimos para El Chaltén de manhã. A viagem leva umas 3, 4 horas, não lembro bem. Ao chegar na cidade, paramos no centro de visitantes e recebemos instruções sobre o parque. Falaram dos huemules (uma espécie de veado nativa da Patagônia e seriamente ameaçado de extinção), sobre o que fazer ao encontrar um puma (algo raro de acontecer), sobre a responsabilidade ao usar fogo, etc etc. Gostei muito dessa organização, coisa que raramente vemos nos parques nacionais brasileiros, infelizmente. Fomos até o hostel Rancho Grande (recomendadíssimo!), guardamos nossas coisas e conhecemos nossos companheiros de quarto: Rodrigo, um rapaz muito gente boa de Buenos Aires, e Dean, um fotógrafo americano. Aproveitamos o fim da tarde para conhecer o Chorrillo del Salto (a uns 3,5 km de lá). No caminho, tivemos uma amostra dos ventos patagônicos, que quase nos derrubavam! O caminho é muito bonito, temos vistas muito lindas do Rio de Las Vueltas. Meu pai apreciando a vista - sentado, para o vento não o derrubar! Confesso que fiquei um pouco decepcionada com a cachoeira. Já havia visto fotos lindas de lá, mas hoje o lugar está bem desgastado. É uma bela cachoeira, mas não me animei a fotografar, ainda mais com um monte de gente lá. Na volta para o hostel, o nosso amigo argentino nos mostrou algumas fotos muito bonitas da Laguna de Los Três, que nos deixou animados! 16/01/2015 – Laguna Torre Acordamos beem cedo, para poder pegar o melhor horário de fotografar. Minha meta era a Laguna Capri, inicialmente, mas errei o caminho (foi o sono, juro) e acabamos subindo por uma das entradas para a Laguna Torre. Aproveitei o sol nascendo para fazer algumas fotos: Estavamos em mais da metade do caminho quando descobrimos que o caminho não era aquele, mas beleza, já que estávamos lá, resolvemos ir até o final. A paisagem é sensacional nessa trilha, principalmente na última etapa, onde passamos ao lado de um bonito rio. Ao chegar na laguna, não conseguimos ver nada por conta da nebulosidade. Ficamos lá um tempo, e nada. Fazer o que? Bora voltar! E não é que quando estávamos voltando, o sol resolveu aparecer e a nebulosidade foi embora? Consegui uma foto, ao menos. Enfiei o pé no brejo e passei em um monte de carrapichos, mas valeu a pena! Voltamos ao hostel, bem cansados, afinal era nossa primeira “pernada”. Ao chegar lá, nossos companheiros de quarto nos disseram que fizeram a trilha da Laguna de Los Três (o argentino fez pela segunda vez). Tentamos comprar a passagem do translado para a Hosteria El Pilar, mas não havia mais vagas. O jeito foi comprar para o dia seguinte. 17/01/2015 – Mirador de Los Condores / Mirador de Las Aguilas O dia amanheceu bem nublado. Decidimos fazer algo mais light nesse dia e fomos até os miradores de Los Condores e de Las Aguilas. O tempo não ajudou muito, e começou a chuviscar. Voltamos ao hostel e aproveitamos para preparar as coisas para o dia seguinte, afinal iríamos acampar! O nosso amigo americano estava passando muito mal, deve ter comido algo que não prestou e estava bem mal. Deixei uns remédios para ele (afinal tinha remédio para tudo no meu super kit, hahaha). 18/01/2015 – Da Hosteria El Pilar até o Camping Poicenot Acordamos cedo, pegamos o translado e fomos até a hosteria El Pilar. Para se chegar a Laguna de Los Três, há duas opções: a trilha oficial, com bastante subida, e essa trilha que pegamos, que tem a mesma distância, porém com menos desnível. Paga-se $ 100 no transporte. De lá começamos nossa jornada. As costas ainda não estavam acostumadas com peso, portanto foram horas um tanto penosas. Eu e meu pai andamos mais devagar que a média, e eu ainda paro algumas vezes para fotografar. Chegamos umas 14h no camping Poicenot. Armamos a barraca, descansamos um pouco e fomos xeretar os arredores. Eu queria uma foto da laguna de Los Três ao amanhecer, por isso não subimos no mesmo dia. A tarde, a luz não é boa para fotografia em nenhum ponto de el Cháltén. Aproveitei para reconhecer a área, e procurei o lugar onde eu faria minha foto. Encontramos um riacho a uns 20min de lá e decidi que era lá que eu voltaria no outro dia, antes do sol nascer! Nessa noite passamos um pouco de frio, o saco de dormir de 5 graus não dava conta do recado. Mas nada que colocar um monte de blusa não resolvesse. 19/01/2015 – Laguna de Los Três Acordei as 5h da manhã, pulei da “cama”, catei a lanterna e o equipamento e fui em direção ao local escolhido para a foto. Apesar de animada com o lugar, confesso que fiquei meio “cabreira” em andar sozinha naquele lugar escuro. Comecei a pensar “e se uma po**a de puma aparecer agora? “. Cheguei ao rio, preparei o equipamento e fiquei sentadinha esperando a “hora mágica”. É incrível a sensação de estar assim, num lugar como esse. Silêncio total, apenas o barulho da água, o frio. Todos os nossos sentidos ficam aguçados, é algo mágico que só quem entra em contato com a natureza sabe explicar. No fim consegui a foto que eu queria, gostei do resultado! Voltei para a barraca, meu pai já estava esperando. Tomamos café, guardamos as coisas na barraca e partimos para a Laguna de Los Três. É uma BAITA subida. Você sobe, sobe, sobe... e quando acha que acabou, sobe um pouco mais! Hahaha! Ao chegar no local... bom, não tem como explicar a sensação de estar num lugar desses. É muito, muito, muito lindo. Dá vontade de chorar de emoção, com tanta beleza! Ficamos um bom tempo curtindo o local... Cenário espetacular! Meu primeiro boneco de neve. Tinha pouco mais de um palmo... estiloso, não? Voltamos (a descida é sofrida também, ainda mais quando se tem joelhos fodidos), passamos no Poincenot, pegamos as coisas e partimos para o camping da Laguna Capri. Ao chegarmos lá, vimos que muita gente sobe pela trilha convencional e acampa lá. Achei a idéia boa, é mais tranquilo que o caminho que fizemos: acampa-se lá e sobe para a Laguna de Los Três leve, sem a mochila. Ou então, acampa no segundo dia no Camping Rio Blanco, um pouco mais acima do Poincenot, ficando mais perto do Fitz Roy. Vai da necessidade de cada um, há quem faça um bate-volta no mesmo dia... eu recomendo acampar uns dias para curtir o lugar, vale a pena! 20/01/2015 – Laguna Capri e volta para El Chaltén Acordei de madrugada novamente, para fotografar. Dessa vez havia muitas nuvens ao leste, que não permitiu o mesmo efeito da luz do sol nas torres. Mas ainda assim consegui uma boa luz, e pude brincar bastante de foto! Aconteceu algo engraçado nesse dia. Minha câmera parou de funcionar do nada... eu ainda tinha meia carga de bateria, poxa! Como assim? Parei, respirei... “calma Cris...”. Foi tenso. Juro que escutei um passarinho cantando “666, the number of the beast” nesse momento. Ai resolvi trocar de bateria e vi que o problema não era a câmera e sim a bateria. Ufa!!! Segue o resultado da brincadeira: Ao terminar a sessão de fotos, voltamos para El Chalten. O caminho é muito bonito, passamos por várias pontes, há muita água, muito verde, e o imponente Fitz Roy atrás da gente. Chegamos no hostel. Nossos companheiros haviam ido embora, só tinha um senhor muito quieto no quarto... não rolou nova amizade não, rs 21/01/2015 – Loma del Pliegue Tumblado Esse foi nosso último passeio. Estava calor em El Chalten, mais de 20 graus. O dia estava lindo, mas tem um caral**o de mosca gigante naquela região (tábanos) que é o bicho mais insuportável do mundo. Se Deus criou a mosca, o capeta ficou com inveja e criou os tábanos. Haviam milhares dessas moscas nessa trilha. A trilha é linda, linda. Apesar de ser só subida, subida e mais subida, o visual é realmente bonito. Ao final dela, pegamos um trecho de pedra onde encontramos o raio da mosca. Era muita, mas muita mosca mesmo... esse foi um teste de resistência física e psicológica. Quando a gente acha que subiu tudo... tem mais uma subidona pra fechar a tortura com chave de ouro! Hahahaha! Mas vale muito, muito a pena MESMO. É lindo demais lá em cima! Na volta, meu pai me chamou a atenção: “sua perna está vermelha, Cris.” Esse foi o único dia que usei bermuda. E esqueci de passar protetor solar nas pernas! Já imaginam, né? Branquela que nunca tomo sol que sou, cheguei com as pernas cozidas no hostel, depois de 22km de caminhada naquele sol escaldante. Em El Chalten fui direto pra farmácia e comprei pós sol e pomada de queimadura, pq já sabia que o bicho ia pegar. 23/01/2015 – Descanso e dor Tiramos o dia para descansar, afinal no próximo dia íamos ao Chile. Passei o dia com as pernas para o ar, e passando remédio pra amenizar a dor, hahaha! Vai, bestaaa! Agora tenho um belo bronzeado: coxas brancas, pernas bronzeadas e pés brancos. Parece que estou de meia, hahahaha! Descansamos bastante nesse dia, tomamos uma cervejinha, e relaxamos bastante. Ambos satisfeitos com o passeio sensacional que havíamos tido! 23/01/2015 – Partindo para o Chile Pegamos o ônibus que iria até El Calfate as 2h da manhã. Ao chegar lá, pegamos o ônibus para Puerto Natales. Compramos com antecedência as passagens, já com a conexão, para facilitar a nossa vida. E partimos para o Chile, numa outra aventura que postarei em outro momento aqui no fórum! OBS: a perna ardeu mais uns 3 dias... rsrsrsrs
  12. Pessoal, tá valendo muito a pena comprar equipamentos em Puerto Natales. Comprei um isolante térmico a $ 3990 (cerca de 16 reais) e bastões de caminhada a $ 6990 cada (cerca de 30 reais). Muito mais barato que no Brasil! Amanhã começo o Circuito W. Mando notícias assim que puder!
  13. Cara, vc é legal pra caramba e ajuda com muita informação (isso é fato), mas as vezes seu lado "mala sem alça" aflora com gosto. Num fórum, a quantidade de informação é gigantesca, e é normal as pessoas se perderem no meio de tanta coisa. Concordo que as pessoas deveriam usar a pesquisa, mas calma lá: se te incomoda tanto assim responder, deixe que outras pessoas o façam. Um fórum é um lugar bacana onde há chances de criação de amizades, troca de informações bacanas e tudo mais. Se você não está nesse clima, não entendo o motivo de se dar ao trabalho de responder. Se for pra responder e logo depois dar um coice na galera... Sou moderadora de outro fórum e sei que perguntas repetitivas dão no saco de quem é mais experiente. Entendo sua posição! Mas vamos lá, sei que vc é gente boa pra caramba: tenha um pouco mais de paciência, please!
  14. Olha... o tempo lá varia demais. Peguei dias bem quentes por lá. Levei sacos de dormir de 5 graus. Passei um pouco de frio no camping Poceinot (mesmo com muita roupa, meus pés gelaram... ). No camping da Laguna Capri passei até calor. Em abril chove mais, então é mais frio. Eu levaria saco de dormir para pelo menos -1°C ou até mesmo -5°C! Não se pode acampar fora dos campings oficiais. Ah, prepare-se pra conhecer os banheiros mais nojentos do mundo: as latrinas. Aquilo é a porta do inferno, kkkkkkkk
  15. Pessoal, acabo de sair de El Chalten. Segue minhas dicas: 1) pra quem tem tempo, vale a pena acampar na região do Fitz Roy. Eu fiquei dois dias lá, um no Poicenot e outro na Laguna Capri. Vale a pena MESMO. 2) Laguna Torre é realmente tranquilo de se chegar. No dia que fui o tempo estava encoberto e abriu quando eu ja estava indo embora... rsrsrs... Mas valeu a pena, é uma trilha muito linda! 3) Lomo del Pliegue Tumblado é sensacional. Meio punk, quase desistimos da última subida, mas no fim conseguimos! O que mais gostei: acampar por lá e fotografar o nascer do sol iluminando o Fitz Roy O que menos gostei: o Chorrillo del Salto está bem capenga, cheio de gente e meio desmatado. Sei lá, apesar de amar cachoeira, achei lá meio "caído". Sobre comida: realmente lá é caro, e faltam coisas nos mercados. Melhor comprar em El Calafate, ou melhor ainda, levar do Brasil. O tempo que não acampei, dormi no hostel Rancho Grande. Recomendo! Bom pra caramba! É isso. Com tempo coloco mais dicas, estou em Puerto Natales me preparando para o Circuito W. Até mais, pessoal!
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