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    Brasil (alguns pedacinhos), Argentina (de passagem, rumo ao Chile) e Chile (Atacama)
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    Só Deus sabe... pensando na Argentina, esperando o dólar baixar de novo! :-)
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    Advogado e pretenso fotógrafo nas horas vagas, ando meio afastado do fórum justamente por falta de tempo.
  • Meu Blog
  1. Trekking W em TDP (Torres del Paine) - Patagônia - Chile

    Perrengue de leve, faz parte! Nós ficamos apenas nos campings, com nossas barracas (aí entra a vantagem de um grupo grande, levamos mais coisas mas pudemos dividir toda a comida e equipamento entre mais pessoas). abs!!!
  2. Usar Aviao LowCost ou TGV em mochilao? (ESP/AND/FRA/ENG)

    Estou com a mesma dúvida (TGV ou voo low cost de Paris para Barcelona), e no meu caso estou ponderando o seguinte: a passagem do TGV é mais cara, mas você pega o trem dentro de Paris e desce no meio de Barcelona; já os aeroportos (tanto de PAR qto BCN) são distantes do centro, sendo preciso gastar mais alguma grana até a cidade (táxi, mais rápido mas caro; ou trem; ou busão, mais barato e mais demorado). Assim, vale considerar o tempo que você precisa chegar antes no aeroporto e também o tempo para retirar bagagem e etc. No fim das contas o tempo e o valor gasto no TGV ou no "deslocamento até o aeroporto + tramites para embarque + voo + retirada de bagagem + deslocamento até o centro", acaba sendo mais ou menos o mesmo. ...ou não. Sei lá, se alguém tiver alguma experiencia sobre o assunto, compartilha ai!
  3. Trekking W em TDP (Torres del Paine) - Patagônia - Chile

    Buenas pessoal! Acabei de voltar de TDP, estou separando as fotos mas já rola um pequeno resumo do que rolou. Chegamos em Punta Arenas no dia 04/janeiro e ainda no aeroporto acabamos fechando um transfer até o Parque. Assim, a van acabou nos levando para trocar pesos e fazer as compras de comida que precisávamos no dia seguinte. No dia 05/01 saímos cedo e seguimos até Pudeto, mas perdemos o catamarã do meio dia (estávamos em 7 pessoas e isso às vezes dificultava as coisas, quase sempre demoravamos mais que o necessário para fazer qualquer coisa, como trocar dinheiro ou compras, o que fizemos pela manhã antes de seguir para o Parque), acabamos pegando o catamarã que saiu apenas às 16:30h. Subimos do Paine Grande até o acampamento Grey com as cargueiras (o plano era dormir depois do Grey, mas como perdemos o catamarã, acabamos chegando no Grey quase às 22h, e não rolou continuar... me parece também que não existe mais esse acampamento depois do Grey – se não me engano era o Los Guardas –, só o Paso, mais 5 horas de caminhada, já bem dentro do “O”). Pegamos muito vento (90km/h) e alguma chuva. A tocada levou cerca de 4 horas, mais que a média, paramos muito para fotografar ao longo do caminho. Detalhe importante: banho quente no Grey apenas até às 21h (se soubessemos disso não tinhamos parado tanto no caminho e teríamos apertado o passo para não perder a ducha quente depois de um dia de chuva e frio). Pagamos por uma estrutura que acabamos não utilizando muito (pelo menos deu para fazer nosso rango dentro da parte abrigada). No dia seguinte, a idéia inicial era pegar a trilha que passa ao lado do Glaciar, rumo ao Los Guardas, mas preferimos ir apenas até o Mirador próximo do Grey e curtir o Glaciar dali mesmo. O tempo estava muito fechado e achamos que não valeria a pena seguir na trilha sem ter um visual mais adiante. Depois de andar bastante pelas trilhas do mirador do Glaciar descemos até o Paine Grande debaixo de muita chuva e vento, fez bastante frio. Já que não rolou dormir depois do Grey como planejado e nem subir mais na trilha rumo à geleira, foi canseira ter subido e descido com as cargueiras, talvez fosse mais negócio ter feito a base no Paine Grande e subido leve. Paramos no Paine Grande, fizemos um lanche rápido e seguimos até o Italiano. Quando estávamos saindo o guardaparque perguntou para onde estávamos indo e já alertou: cuidado com os ventos... não deu outra, ventos de até 80km/h durante parte do caminho. O trajeto do Paine Grande até Italiano foi bem bacana, a chuva deu um tempo (o vento continuou) e o sol até quis aparecer, grande visual, nos deu novo animo. O Italiano é um acampamento básico, sem grande infra (ao contrário do Paine Grande / Los Cuernos / Chileno, que tem boa estrutura, como banheiros, ducha, água quente, etc). Ao menos o Italiano é gratuito. Sobre a preocupação que vi aqui no fórum, de deixar as coisas lá e fazer o Vale Francês, acho que é sussa... é só não deixar nada de bobeira (tipo dinheiro ou um passaporte serelepe exposto na porta da barraca), mas acho que é tranquilo deixar as coisas lá para fazer as trilhas. No dia 07 fomos para o Valle del Francés, rolê muito bacana, o tempo abriu, chegamos até o Mirador Britânico, a trilha depois dele estava fechada pois houve um desmoronamento e a trilha se perdeu. Alguns seguiram adiante mesmo sem trilha, subindo mais 30 minutos, o que eu particularmente não recomendo, pois os guardaparques ficam rodando pelas trilhas o tempo todo para fiscalizar. No caminho cairam até alguns poucos flocos de neve - pena, queriamos ter pego mais frio ali! =) e deu para ver algumas avalanches =D Voltamos para o Italiano e dormimos mais uma noite por lá (uma opção seria ter seguido até Los Cuernos, são só 2 horas e lá tem uma estrutura bem legal – paga, claro... como parte do nosso grupo seguiu a trilha que estava fechada depois do Britânico eles acabaram voltando mais tarde e por isso preferimos pernoitar no Italiano mesmo). No dia seguinte tocamos direto do Italiano até o Chileno, acho que foram 19km, com bastante sol a maior parte do tempo. Fomos pelo “atalho” pois não passamos no Las Torres e o caminho é muito bonito. Esse atalho está sinalizado na trilha e consta no mapa, não tem erro. A parte final, quase na chegada no Chileno, foi o ponto alto do dia... a trilha sobe pra caramba na sua parte final e depois tem um visual fabuloso para descer até o acampamento. Acampamento (pago) com boa infra, banheiros, ducha, área para refeições, coisa fina... tarde/noite de cerveja, vinho e um merecido banho quente!!! No dia seguinte (09) subimos até a base das Torres, a trilha é sussa, tem até bastante movimento (é engraçado ver a galera subindo de calça jeans, bolsa, tênis de passear no shopping, etc, ali tem muita gente que está no hotel Las Torres e vai fazer o rolê até a base... o dia estava lindão, muito sol, mas se o tempo virar, já era, metade se ferra bonito). Nossa idéia era ir também até o Valle Ascêncio/Acampamento Japonês, mas precisa de autorização especial e o guardaparque que estava nas Torres disse que não seria permitido (falei que os guardaparques ficam de rolê pelas trilhas) Voltamos das Torres, desmontamos acampamento e descemos para o Hotel Las Torres. Descida chata pra caramba (odeio descida). Chegamos por volta de 19h, a idéia seria acampar por lá, porém tinha um busão para Puerto Natales em 30 minutos, e no dia seguinte o ônibus seria apenas às 14:00h... se dormíssemos lá teriamos que ficar de bobeira até esse horário e por isso decidimos aproveitar o ônibus e seguir pra PN. Em Puerto Natales deu algum trabalho conseguir hostel para 7 pessoas sem reserva, já era quase 23h quando chegamos lá. Dica: se for ficar em PN uma noite, ao chegar na rodoviária vindo do Parque já compre a passagem para Punta Arenas para o dia seguinte, pois os ônibus lotam rapidinho... nossa idéia era sair de PN até a hora do almoço mas tivemos que esperar até às 17h, acabamos ficando um dia de bobeira por lá (sem muita coisa pra fazer, chovendo à beça) pois quando fomos comprar a passagem (no dia seguinte) o único horário ainda livre era esse. Ficamos um dia em Punta Arenas, rolezinho pelo centro e pela costanera (descobrimos uma cafeteriazinha show de bola lá, um lugar bem estiloso onde aluga bikes e servem uns cafés/chás super bacanas, rolando MPB!) , e no centro hípico ainda estava rolando um festival de cerveja (tipo uma quermesse gigante, com barraquinhas, etc) e deu para divertir um pouco. Rolou de deixar as mochilas o dia todo no hostel onde pernoitamos e a proprietária ainda liberou uma ducha quando fomos buscar as coisas antes de ir para o aeroporto, já à noite. Voamos para Santiago, e o resto é história... Assim que separar as fotos posto o link aqui! abs!!!
  4. Porto de Galinhas

    Dúvida: dá para ir no fim de setembro para Porto de Galinhas sem reserva e caçar pousada por lá, ou corro o risco de andar andar andar e não achar uma pousadinha boa e barata com vagas? Vamos dia 22, passo 2 pernoites e depois vamos pra Noronha, queria gastar pouco em Porto...
  5. Fernando de Noronha - Perguntas e Respostas

    Valeu Samuel pela dica...Cara consegui alterar para mais um dia minha estadia na ilha e ainda consegui um reembolso de R$110,00 que ficará para pagar a taxa de preservação. Pois é, eu tb vou ficar um dia a mais com essa economia. Ruim né!!!
  6. 5 lugares que quero conhecer antes de morrer...

    Noronha - vou o mês que vem Patagônia Japão NY Polinésia (ou qq daquelas ilhas horrorosas do Pacífico) Da minha lista de desejos, ja conheci o Atacama e o Jalapão.
  7. Fernando de Noronha - Perguntas e Respostas

    Salve galera!! Fica a dica: se ficar esperto dá pra economizar uma boa grana ao ir pra Noronha... consegui a passagem Recife x Noronha a R$179,00 (cada trecho) na Gol, o mesmo voo da Trip está R$399,00 / trecho.... só nessa eu e minha esposa economizamos 800 reais! Para ter uma idéia do custo das pousadas, recomendo o site da agência http://www.tripnoronha.com.br (nao tem nada a ver com a VoeTrip), tem como fazer uma cotação on-line de hospedagem, passeios, etc. abs!
  8. Bariloche Melou... Alguem recomenda algo???

    Ano passado fui pra BsAs com minha esposa, e esticamos pra Mendoza de bus... pegamos o onibus em Buenos Aires as 7 da noite e chegamos em Mendoza as 7 da manha, ou seja, foi um pernoite viajando. Passamos 3 dias lá, e retornamos no mesmo horario de onibus, viajando a noite toda. Depois passamos mais 3 dias em BsAs. Aproveitamos bastante, recomendo viajar a noite, assim vc nao "perde" o dia e "ganha" um pernoite.
  9. Aconcágua

    Aproveitando, uma boa indicação de página, inclusive com a descrição da temporada, que começaria em 15/novembro: http://www.aconcagua.altamontanha.com/ Estive em Mendoza ano passado e fiz o passeio "Alta Montanha" (outubro/2009), e ao menos nesse ano que passou nevou bem menos que o esperado, as trilhas estavam todas abertas, com muito pouca neve por lá. Refaço a pergunta, de um outro ângulo: Há como tirar o permisso para fazer o trekking antes do inicio da baixa temporada?
  10. Aconcágua

    Aproveitando, li (e estou lendo) muita coisa sobre o trekking, mas não achei nada definitivo sobre a melhor época... sei que a alta temporada é no final do ano, mas e em outubro/novembro, seria uma boa opção? Provavelmente vou ter disponíveis 15 dias no fim de outubro ou começo de novembro....
  11. Aconcágua

    Se td der certo, em alguma data do segundo semestre vou fazer o trekking até o acampamento base, e pelo visto, vou sozinho e por conta própria... Tirando uma ou outra coisinha que tenho, devo alugar tudo em Mendoza mesmo. Vamos ver o que vai rolar!!!
  12. Jalapão

    Eu acho que o problema aí não é o Jalapão, e sim, as pessoas que estão frequentando o lugar. Eu fui em dezembro/2006 pra lá, e embora não tenha visitado tudo (foi meio que um "bate-volta" de Palmas) achei o lugar maravilhoso, especialmente pq só tinha a gente por lá! abs!
  13. Quanto você gastou em sua última viagem ao exterior?

    US$ 3000 o casal, 15 dias de MG até o Atacama, de carro. Inclui tudo, hospedagem, alimentação, passeios, compras, diesel. 4 pessoas no nosso veículo (o que barateou o custo de combustível). Sem fazer muita conta quanto a restaurantes, almoçamos e jantamos BEM, com direito a cervezas e vinhos. Tentamos economizar, quando possível, na hospedagem, mas mesmo assim nos instalamos razoavelmente bem na maioria dos lugares. Uma média de 100 dólares/dia/pessoa, na época que o dólar estava abaixo de R$ 1,80. abs!
  14. É impressão ou tá pintando um clima? (brincadeirinha!!! rs)
  15. Barracas automotivas são alternativas para acampantes

    hehehe... o único problema é o precinho... A mais baratinha custa 2 paus.
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