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lucas.santiago

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Sobre lucas.santiago

  • Data de Nascimento 30-11-1981

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    engenheiro

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  1. lucas.santiago

    Ushuaia

    Pessoal fui procurado pelo Fred aqui do fórum e vou responder aqui no tópico para ajudar mais pessoas. Lucas, tudo bemw > lendo os relatos aqui no mochileiros vi que você ficou no camping la pista > del andino! > Meu caro, você poderia me passar algumas informações sobre ele? vou para > acampar mesmo! > tem mais fotos do local,? valores de hospedagem? > quanto tempo do aeroporto? e valor do taxi? > > Pelo mapa vi que não é nada proximo do aeroporto, existe possibilidade de > ir a pé? > > no aguardo! > > att. > Fred. Olá Fred, Beleza. Eu fiquei neste camping sim. Vamos lá: Camping: lugar legal, bacana. Tem uma cozinha pra cozinhar, banheiros etc. Ele fica numa pista de ski desativada, fica num ponto muito alto com uma vista fenomenal. Preço, já faz 4 anos... faz muito tempo. Vou chutar aí uns 15 pesos, na época. O aeroporto é muito fora da cidade. Acho que tem que pegar um taxi cara....pega um taxi até o centro da cidade pelo menos, a pé não dá não. Onibus eu não lembro se tinha...Taxi deve ser uns 15 pesos. O camping fica um pouco afastado do centro da cidade, no alto dela, mas tem um ônibus que sai do centro e que passa lá. Talvez dá pra ir a pé pro camping, mas o ônibus é baratinho...compensa. Do camping dá para você ir para o Cerro Martial a pé, passando por uma trilha legal, saindo dentro do próprio camping, subindo o morro (subida forte). Esta trilha vai terminar lá na estrada, e você continua nela para ir até o Cerro martial. Qualquer coisa me manda email, eu entro pouco aqui no forum abraço Segue as fotos abaixo
  2. Pessoal, para quem estiver querendo fazer a trilha sem guia, curte um acampamento selvagem, eu sei de uns lugares muito massa para armar acampamento durante a trilha. Dicas de pegar taxi pra mollepata, arriero, transporte de Colcapampa para Santa teresa, santa teresa, etc... A trilha de Santa teresa até aguas calientes pela linha do trem é muito massa, vale a pena fazer. Qualquer coisa entrem em contato É um prazer ajudar, muitos aqui já me ajudaram Abraços [email protected]
  3. Fala marcelo, beleza? Já vou direcionando a mensagem a você, pois já vi que você é o rei do pedaço por aqui.... hahahaha Estou planejando uma visita à serra da canastra neste feriado em junho... Meu plano é fazer o percurso: SP (saindo madrugada)> Sacramento > parte de cima > são roque > parte de baixo > serra babilônia > serra branca > SJBGloria Como SP-Sacramento é bem longo, creio que é puxado ir até São Roque no primeiro dia, então planejo levar 2 dias até São Roque, pernoitando um dia na parte alta do parque. Com relação a hospedagem, você tem alguma coisa para indicar, alguma fazenda para os lados da cachoeira do Fundão talvez?? A tralha de acampamento vai junto, então uma possibilidade de camping selvagem também é sempre viável. Curto a aventura, mas como tem mulher junto e é inverno, prefiro uma pousada rural mesmo... O que recomenda?? Outra coisa... sobre a Serra Branca. Como está aquele pedaço? Pra subir ou pra descer. Vou de Vitara 4x4, mas não é desses jipões, equipados, levantados, pneus lameiros, etc... mas ele já é naturalmente mais alto. Terei problemas em algum trecho? Desde já, agradeço aí... Abraços.
  4. Ola pessoal, Estou precisando de uma informação a respeito de Tabuleiro... agradeço se alguém puder ajudar Fiz a travessia lapinha-tabuleiro a alguns 5 anos atrás, e acampei da Dona Ana, proximo ao topo da cachoeira. Estou querendo voltar lá na Dona Ana, mas entrando pela portaria do parque, vindo de carro por Tabuleiro. A minha dúvida é: os guardas liberam entrar no parque com mochila cargueira, dizendo que vai acampar lá em cima na Dona Ana ? não sei como as coisas andam ultimamente... com essa mania de parque brasileiro de ser tudo proibido ? abs..
  5. Pra quem está em Cuenca e vai até o Peru, recomendo pegar um ônibus que vai direto para Piura, e ficar em Máncora, no litoral. Fui a Ingapirca e não vi graça nenhuma (não é nada comparado às ruínas no Peru). Um lugar legal que fui na Calla Larga foi um bar de paquistaneses, desses que é fumódromo com Shisha, cerveja, ambiente enfumaçado, pessoal nativo, meio barulhento... bem legal, os donos são gente boa demais. Tinham umas equatorianas chapadaças lá...
  6. Dica de hospedagem no centro de Riobamba: Hotel Imperial, bem no centro. É um casarão bem antigo. 6 dólares, quarto privado, banheiro comunitário bem avacalhado, lençóis velhos mas limpos. Enfim, honesto para uma pessoa que chega a noite querendo dormir em qualquer lugar. Tem um restaurante a 1 quadras de lá (à direita) que parece caro, mas é preço honesto. Comi um camarão empanado lá que foi uma das melhores refeições de 37 dias de férias. O recepcionista do hotel me indicou um taxista gente fina pra caramba (Arnulfo) que era seu amigo, e às 5h da manhã saímos eu, Arnulfo e seu filho para subir ir até a base do Chimborazo. O caminho é muito bonito, principalmente se você for cedo, vendo o sol nascer. Paguei US$35, na volta ainda passamos na rua para comer o cuy, animal famoso de lá, no estilo "churrasquinho na rua", valeu o passeio. (não gosto de agências)
  7. Fiquei no hostel El Centro del Mundo, em Mariscal. US$6 com cafe da manha (cafe/suco/torrada/manteiga) Bem no meio do movimento de mariscal. É bem gringolândia mesmo, mas até que fiz algumas amizades. Fui com dois alemaes ao jogo da LDU, no estádio Casablanca. Um pouco longe (U$6, 1h), mas valeu conhecer a torcida dos "Cocodrilos". O lugar mais legal que visitei na cidade foi a Basílica. Pra fazer o Cotopaxi contratei a Gulliver, serviço bacana (downhill de bike no vulcão). Passeio de bike de mais dias de duração não rola todo dia. A rodoviária de Quito é meio longe (para quem vai para o Sul), o taxi para lá custou uns U$10, mas é bem longe, e passa por vários bairros mais humildes da cidade, vale o passeio.
  8. Aí vai uma dica para manter os pés quentes: levar uma bolsa de água quente e colocar ela dentro do saco de dormir. Jana, só gostaria de acrescentar uma coisa: Realmente existem vários pontos de água, mas por exemplo na subida final do salktay, que é a parte mais pesada, quando o altitude e o cansaço estão no pior momento, não tem água. Nesta parte eu recomendaria subir com um pouco mais de água. Eu sofri ali! A última abastecida pode ser na parte plana que fica 1h depois do acampamento Soraypampa. Depois do Passo, tem água a +- 1h30 depois. Abraços. Lucas.
  9. Ola rafagnomo, Tranquilo ? Vou responder a sua dúvida no próprio tópico, pois pode servir para mais pessoas, ok? Não tem que pagar taxa nenhuma não... Pegamos um taxi até Mollepata (60 soles, saindo da av. arcopata em cusco) e lá contratamos um arriero com 2 mulas (180 soles, 2 dias, até o passo salkantay) Tem alguns acampamentos no caminho, que tem uma mínima infra estrutura. Então é cordial dar uma propina a eles (quanto vc quiser: eu dava uns 10 soles..) Tivemos alguns problemas com um amigo que passou mal pela altitude (perdemos um dia no aeroporto e tivemos 1 dia a menos para aclimatar, então enfrentamos muita dificuldade com a altitude), e fizemos a trilha somente e Collpapampa. Sim, existe uma estrada entre Collpapampa até Santa Teresa, é nova. De lá pegamos uma van para Santa Teresa (60 soles). Em Santa Teresa ficamos num albergue a 10 soles quarto individual (bem perto da plaza civica), fomos nas aguas termais (de graça e bom DEMAIS) e no dia seguinte pegamos um taxi até a hidroeletrica (20 soles), e fomos até Aguas Caliente a pé (3h) Levamos um GPS. Se você for com o arriero até o passo, não é muito necessário, a trilha é bem demarcada. É bom ir com um arriero porque a subida final do Salkantay porque o bicho pega. A dica é ir mascando folha de coca até lá em cima. Leva uma garrafa térmica com um chá também. Vai tomando de tempos em tempos. Só na folha eu acho meio ruim porque o gosto enjoa. O chá já era mais gostoso! Bom, de dicas que eu lembrei agora algumas foram essas.... mais dúvidas, é só perguntar. Abraços.
  10. Pessoal, Fiz a trilha Salantay sem guia, e contratando um arriero em Mollepata. Para quem curte e tem experiência em acampamentos, e experiência em trilhas, recomendo totalmente ir sem guia. Pois existem lugares interessantíssimos para acampar, totalmente isolados, totalmente selvagem. Além disso, pode fazer a trilha com o tempo que quiser, podendo descansar mais e fazer o próprio ritmo. Qualquer dica quanto a fazer sem guia, é só perguntar. Segue abaixo foto de lugar que acampei: Abraços.
  11. Quanto à segurança eu não sei, mas as estradas da Bolívia são complicadas, extremamente perigosas. A pior que peguei foi entre Santa Cruz e Sucre, só penhasco! A estrada entre Cusco e Arequipa/Lima (não conheço), já ouvi muitos comentários dizendo o mesmo. Em 2008, um onibus da UFMG que ia para um fórum na Venezuela capotou perto de Arequipa e morreram 4 pessoas. Quando conversei com um peruano sobre este acidente ele simplesmente falou "Ah, ali é comum. Não tem como lembrar, são vários". Então é bom ter muito cuidado. Entre e Cusco e La Paz a estrada é boa. Ok. Se tudo der certo, pretendo fazer Cusco até P. Maldonado, e até Rio Branco. Mas na ida vou ficar no viarejo de Tinki, antes de P. Maldonado, pois vou fazer a trilha de Ausangate. De lá vou para P. Maldonado. Alguém conhece este trajeto, se há ônibus regulares Tinki-Puerto Maldonado? Valeu.
  12. Olá, Leo, Obrigado pela rápida resposta, e também pelas dicas. É "SEM" guia mesmo. Sobre os mapas e GPS, quanto a isso, está tudo ok. Já tenho a rota em GPS, vários mapas na internet, mas pretendo procurar algum mais técnico para comprar lá em Cusco também. Já caminhei em altitude e sei como é este infarto. Fui no altiplano boliviano e vi como é complicado, e sei da dificuldade. Por isso que estou indo confiando justamente em alugar 2 ou 3 burros para subir até Salkantay, e a descida vai tudo nas costas. Sobre o equipamento, já tenho experiência em trekking em montanha (abaixo dos 3000m), acampamentos, e já temos tudo. Esse é até um ponto importante que nos fizeram animar de subir sozinhos. Para quem sempre carregou tudo, pagar uma pessoa para cozinhar, arrumar nossas barracas nos deixa uma sensação de não ser uma aventura completa, já que para nós isso sempre fez parte. Se não fosse pela altitude, gostaríamos de subir com as mochilas mesmo, mas sabemos que não dá para desprezar de forma alguma. Vamos chegar alguns dias antes em Cusco e pretendemos combinar com algum taxista para nos levar a Mollepata bem cedo. Acredito que não haverá problemas. Então, pelo que entendi, não tem água na subida, somente neve ?? Se for assim, já calculo um cartucho de gás a mais para levar. Normalmente como se faz, leva água nos burros desde Mollepata e abastece nos vilarejos? Sei que deve-se tomar bastante água na altitude, estou preocupado. Não quero de forma alguma correr o risco de ficar sem água. Muito obrigado! Abraços.
  13. Pessoal, Boa noite, Gostaria de saber sobre a disponibilidade de água durante a trilha, principalmente durante a subida. Existem vários pontos...poucos...tem que fazer alguma logística...como é ? (Iremos subir em guia) Desde já agradeço a todos, valeu! Abraços.
  14. Alonso, tranquilo ? Sobre qual trilha vou pegar, devo resolver durante a trilha, pois vamos ver qual vai ser o ritmo meu e dos meus amigos, vamos ver qual vai ser a animação. Caso eu for for Llactapata, penso em passar a noite em Lucmabamba. Valeu pelo site. Eu já o tinha lido, foi inclusive através dele que eu achei a trilha em GPS para comprar (até postei o link do mapa). Esse casal cometeu um "vacilo" na saída de Mollepata, e eles acabaram demorando dois dias para chegar em Soray. É bom ficar atento na tal encruzilhada que eles falam. ---- Aproveitando sobre este site, fiquei com uma dúvida, que é o fato de que estão cobrando uma tal taxa de 122 soles no começo da trilha. Já foi perguntado sobre essa taxa neste tópico, e responderam que não, mas eu vi em vários sites sobre esta taxa, então ainda assim eu ainda não estou 100% confiante. Eu até vi o site de uma agência que fazia a trilha e que eles pararam de fazer pois acharam injusta essa taxa. Alguém poderia esclarecer isso melhor ? Neste site eles ensinam um caminho dentro da cidade que dá a volta e entra na trilha em um ponto que não "dá o pulo" na taxa. Eu até poderia fazer isso, mas eu tenho planos de alugar umas mulas na praça de Mollepata, o que me faria pegar a trilha e pagar a taxa. (Particularmente, acho esse valor abusivo, por nenhuma infraestrutura) E agora? Até o momento esta é a minha maior dúvida em relação à trilha. Outra pergunta que eu tenho é: como são os vilarejos de Colpapampa, Challuay e La Playa? Existem diversos lugares para acampar, quais são os mais "interessantes" (logística, visual, temperaturas,...) ? Li que La Playa parece um formigueiro de turistas, e que é mais sossegado ir até Lucmabamba. Pretendo fazer isso. Obrigado a todos, abraços.
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