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renato5129

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Tudo que renato5129 postou

  1. Estamos animadíssimos! Minha esposa e a do Adriano já concordaram com ideia. Só isso já é meio caminho. Entre julho e setembro. O planejamento é aquele mesmo que tínhamos discutido, ir sem agência e contratar guia e arrieros lá. E nós mesmos cozinharmos, acho que com nós mesmos preparando a comida, o risco de diarreia diminui consideravelmente. Se formos em 3 ou 4 pessoas, fica bem tranquilo. Levamos sua Mountain 25 e minha Thor 2, cabe os quatro numa boa. Temos que ver a acomodação pros contratados. Acho que pra 4 trekkers, 1 guia e 2 arrieros com 4 ou 5 animais (3 ou 4 mulas e 1 cavalo pra emergência) dá numa boa. A gente compra e prepara a comida. Além de termos uma higiene melhor, podemos decidir o que e quanto comer.
  2. rlciq, seu video ficou hilário, muito criativo e deu uma ótima perspectiva da trilha.
  3. Tá faltando tempo, meu grande amigo! Quero ver se arrumo uns dias pra poder passar pelo menos 1 semana aí. Troquei de chefe na Secretaria de Saúde mês passado e anda meio difícil enforcar 1 dia lá. Tenho 3 dias de folga, se juntar mais 2 no banco de horas fica legal, aí a gente tem a semana completa pra caminhar e fazer o deslocamento, que daqui dura quase 20 horas. Em maio, com a Alyne, só fiz a fumaça por cima. O resto foi visitar locais em que chegávamos de carro, mas foi bem legal. Abração!
  4. Seus relatos só instigam minha vontade de passar alguns dias nas trilhas da Chapada. Abraço!
  5. renato5129

    Torres del Paine

    Weisshaar, o Campamento Torres é gratuito e vc ganha meia hora de caminhada pra ver o nascer do sol na base das torres. O Campamento Chileno é pago, mas vc terá a comodidade de um bom banho quente. Há pouco mais de 1 ano quando acampei lá estava 8.000,00 pesos por pessoa, era o equivalente a pouco mais de R$ 40,00 reais. Se acampar no Chileno irá subir sem mochila pras Torres, o que torna a distância até o Campamento Torres praticamente insignificante. Não precisa comprar as passagens antecipadamente não. Quando estiver em Poerto Natales, vc compra o bilhete de ida e volta, com a volta em aberto, é super tranquilo pegar ônibus lá.
  6. Vidal, já comprei na Tatoo daqui do Brasil, mas nunca pedi pra entregar aqui. Já comprei na Rei e na Backountry, nos EUA, algumas vezes pra entregar aqui, e foi bem de boa. Como algumas vezes não há todos os produtos do site na loja física da Tatoo, comprei daqui do Brasil pra retirar na loja em Santiago. Agora mesmo comprei umas coisinhas e irei retirar pessoalmente na loja qdo estiver no Chile. Tenho certeza que vc não terá nenhum problema em comprar no site pra eles enviarem pro Brasil, o único contratempo é que vc será taxado em 60% de imposto, do valor total do produto mais o frete. Funciona mais ou menos assim: O produto custou R$ 500,00, o frete R$ 100,00, vc pagará R$ 600,00 pelo produto mais o frete e, a Receita Federal cobrará 60% de imposto de importação sobre esse valor. Assim que o produto chegar vc será notificado a comparecer aos Correios e pagar cerca de R$360,00 pra pegar a mercadoria. Então, vc acabará pagando R$ 960,00. Some-se a isso o IOF e normalmente a operadora cobra um custo pelo uso do cartão no exterior, sempre próximo a R$ 10,00. Já comprei coisas no exterior pra entregar aqui. Normalmente produtos que estavam com promoção incrível e que mesmo com o frete e o imposto ainda ficavam bem mais barato que aqui.
  7. Larrylima, tenho mochilas Deuter e Arcteryx e há bastante diferença entre elas. O tecido da Deuter é muito mais robusto, vc nota a diferença ao toque. A Arcteryx é bem mais leve e sem dúvida, a mochila mais confortável que já usei. A minha, acho que foi erro de projeto, acabou arrebentando a presilha onde fixa a tira peitoral, tive que trocar a fita e usá-la da maneira tradicional, dando a volta em torno das alças. A Deuter, parece feita pra carregar cargas pra cavalos, realmente é de uma resistência absurda. É uma mochila confortável, mas depois de usar a Arcteryx, meu padrão de conforto subiu bastante. Se vc for meio desleixado, vá de Deuter. Se for cuidadoso, vale a pena dar uma olhada na Arcteryx, é uma mochila que necessita de mais cuidado, pois tem algumas "frescurinhas", o encaixe da barrigueira é feito por uma articulação que se movimenta de acordo com o movimento do seu quadril, acho que não é bom ir terra e outros detritos ali. Eu sou muito desleixado e fora a tira peitoral ter rompido, nunca tive outros problemas com ela e, já cheguei a carregar mais de 25kg nela. Uma coisa que deve levar em consideração também é o preço e a acessibilidade. Acho que não encontra Arcteryx no Brasil. Deuter vc encontra em todo lugar. As mochilas da Arcteryx são bem caras. Se vc tiver alguém pra trazer de fora, vc pagará bem menos, inclusive na Deuter. Se vc tiver interesse, mês que vem irei pro Chile e posso até trazer algo pra vc. Vc encontra ambas as marcas em Santiago. Dá uma olha da nesses sites: http://www.lacumbreonline.cl/equipo-de-montana/mochilas-bolsos/desde-45-litros.html http://cl.tatoo.ws/catalog?id=207 http://www.andesgear.cl/index.php?route=product/category&path=1004_1158_1161 Abraço!
  8. Célio, sei que essa janelinha é pra observar as condições do tempo sem ter que sair da barraca, mas acho que isso não agrega nada, pois as únicas condições que ela realmente permite ver é se o dia está nublado ou ensolarado. Chuva ou neve, até de olhos fechados dentro do saco de dormir qualquer um consegue identificar. O que eu acho que não compensa, é a barraca ter um ponto de fragilidade, para um "benefício" tão fútil. Acho que em nenhum modelo o tecido da janela é costurado. Em todos que conheço ele é apenas colado. Você tem alguma barraca com janelinha? Se tiver, qual marca e modelo? Pq não conheço nenhum modelo que tenha costura nessa parte. Eu tenho uma barraca 4 estações e uma 3 estações com esta janelinha. Uma Marmot e uma Mountain Hardwear e, em nenhuma delas o tecido da janelinha é costurado, em ambos os modelos a janelinha é apenas selada. Abraço!
  9. Muitos modelos da Marmot e da Mountain Hardwear apresentam essa "janelinha", que nada mais é que um plástico colado no tecido do sobre-teto. Tenho um pé atrás com essa "janelinha". Pra mim acho que além de não agregar nada, pois não vejo utilidade nenhuma, ainda é um ponto fraco na barraca, pois com o tempo pode haver descolamento dessa parte. Alguém que tenha barraca com essa "janelinha" já teve algum problema com isso, como descolamento? Tenho duas barracas que apresentam essa janela, uma Mountain Hardwear Sprite 1 e uma Marmot Thor 2p. A MH é mais antiga, tem 4 anos que comprei, no local da colagem, nas bordas da janelinha houve escurecimento, mas ainda está intacto. A Marmot ainda não dá pra avaliar, pois é bem mais nova.
  10. Atualmente estou usando as seguintes: T&R Anaton 18 Deuter Guide 45+ T&R 60l Conquista Fitz Roy 75l + 15l
  11. Pra mim e minha esposa é suficiente. Como o Bull falou, se for pra trekking é suficiente sim, se for pra camping é apertada. É uma barraca pra trekking, então é de baixo peso e pouco volume. O que não couber dentro da barraca vc pode colocar no avanço, que tem um bom espaço tbm.
  12. Jéssica, sem alimentação os valores por pessoa foram os seguintes: 980,00 reais - Passagem aérea Brasília - Lima - Brasília (TAM) 25,00 dólares - Pernoite em Lima 136,00 nuevos soles - Passagem de ônibus Lima - Huaraz - Lima (Cruz Del Sur) 30,00 dólares por noite em Huaraz, ficamos 4 noites (La Casa de Zarela) 40,00 nuevos soles - Transporte ida e volta até o início da trilha para Laguna Churup 45,00 nuevos soles - Transporte ida e volta até o início da trilha para Laguna 69 (Mirador Tours) 180,00 dólares - Trekking Huayhuash (Mirador Tours) 200,00 nuevos soles de taxa de proteção Basicamente o valor gasto foi esse. Como não anoto nada não me lembro de quanto gastamos com alimentação, mas uma refeição vai variar de acordo com o restaurante de 15,00 a 40,00 nuevos soles.
  13. Anderson, a operadora do Sheler, é a Artizon, é uma das que cobram o maior valor entre as que entramos em contato, cerca de 700 dólares. Quando eu e Peter fizemos Huayhuash foi pela operadora Mirador Tours, operado pela Enjoy Huayhuash, pagamos o equivalente a 180 dólares. A taxa de proteção, um tipo de pedágio pago a parte aos moradores de Huayhuash não está incluido em nenhum pacote, deve ser pago à parte, fica em torno 200 soles. O contato da Mirador Tours é com o Wilder, o email é o seguinte: [email protected] O contato da Enjoy Huayhuash é o seguinte: [email protected] O site deles é esse: www.enjoyhuayhuash.com
  14. Leandro, tava dando uma olhada na backcountry e a Tadpole mudou bastante o modelo, inclusive a estrutura de varetas mudou completamente. O Bullseye falou do peso dela, é algo que deve ser observado, pois a minha veio com espeque comuns, de ferro, reduzi bastante o peso trocando os espeques por espeques de alumínio tipo Y, não sei se nesse modelo novo ainda vem espeques de ferro, mas se vier, vale a pena substituí-los. O modelo novo é esse: http://www.backcountry.com/the-north-face-tadpole-23-tent-2-person-3-season?ti=UExQIENhdDozLVNlYXNvbiBUZW50czoxOjIxOmJjc0NhdDcxMTAwMDQx http://www.rei.com/product/864014/the-north-face-tadpole-fl-tent A minha barraca é o modelo antigo, esse aqui: http://www.thenorthface.com.br/produto/BARRACA-TADPOLE-23-BX-70423?gclid=CPbsl5Ckk70CFcRi7AodsWsAIw Acho que no Brasil esse preço está bem razoável, provavelmente vc não encontrará um preço inferior.
  15. Anderson, por esse preço acho uma boa escolha. Se tiver alguém pra trazer ou vc mesmo comprar no exterior, compensa. Deve ser um modelo novo, por isso encontrou pouca informação sobre ela. Apesar de um pouquinho pesada, as TNF tem o acabamento muito bom. Pro nosso clima dá conta do recado sim.
  16. Leandro, onde vc vai comprar a barraca? Se for no exterior ou tiver alguém pra trazer pra vc, compraria a TNF. É bem mais telada que as outras, lá fora ela tem um preço bem menor e o peso também é bem inferior. Se vc trocar os espeques dela (qdo comprei eram espeques de ferro, troquei pelos de alumínio tipo Y) o peso de trilha fica em torno de 1,8 a 1,9kg. A estrutura dela e a da Discovery Mountain é a mesma, variando somente na área telada do "quarto". A DM pesa cerca de 3kg. A Trip é muito pesada pra carregar só, mais de 4kg. Se vc for comprar aqui no Brasil, o preço da TNF será um pouquinho maior em relação à DM, mas acho que ainda fica inferior à Trip. Tenho uma TNF Tadpole desde 01/2011 e os materiais são ótimos, bem superiores aos de marcas nacionais. Só tenho elogios à barraca. Comprei nos EUA por 200 dólares, na época foi 360 reais.
  17. A falta do banheiro é o que pega pra todas. Levei minha esposa pra Patagônia, e pegamos dois dias de chuva intensa e ininterrupta em El Chaltén, além de um frio danado. Olhava pra ela dentro da barraca e ela com aquela cara de "o que estou fazendo aqui", mas a reclamação foi só em relação a falta de banheiros. Em TDP foi bem mais tranquilo, pois além de termos pegos dias lindos, havia banheiros nos acampamentos. Acho que esse pequeno conforto aliviou bem a tensão dela. Isso tem um ano e ela nunca mais me acompanhou numa trilha.
  18. Otávio, estamos com os mesmos problemas pra praticar trekking, pouco dinheiro, pouco tempo e um trabalho danado pra conseguir a liberação da esposa!
  19. Otávio, tira um tempo pra umas pernadas aqui no sertão do Goiás.
  20. 14 de fevereiro de 2014, 03:30h da manhã, o despertador toca e, como por um milagre, eu acordo bem humorado mesmo tendo deitado depois de meia noite. Um trekking consegue até acabar com minha preguiça em acordar cedo, ainda mais que estava a caminho da Travessia Leste, já desejada há algum tempo. Como não tínhamos 4 dias livres, tivemos que tirar o trecho Alto Paraíso – Moinho do nosso roteiro e iríamos fazer Alto Paraíso – Zertão Zen – Vale do Macacão – Santuário das Pedras (Macaquinhos). Ao ir escovar os dentes tive certeza que São Pedro estava de sacanagem comigo, depois de 20 dias de sol intenso, o barulho da chuva que começou na tarde anterior mostrava que ela evoluiu pra uma tempestade. O caminho até Alto Paraíso foi tranqüilo, depois de uns 100km a chuva praticamente cessou e a parte não pavimentada estava em ótimas condições. Durante o trajeto fui premiado com a visão de duas raposas e há uns 30km de Colinas do Sul, para meu deleite, uma onça parda atravessou a estrada calmamente. Chequei em Alto Paraíso pouco antes das 07:00 horas, como meu amigo Adriano Durães ainda não tinha chegado, fui dar uma olhada no início da trilha. Depois de um café, dirigimo-nos ao Santuário das Pedras, onde deixamos o carro que seria nosso resgate. Na volta, um veado atravessou a estrada bem a nossa frente. Deixamos o carro no estacionamento de uma pousada e às 11:30 iniciamos a pernada. Uns 3km de ruas e estrada depois, chegamos ao início da trilha, basta seguir uma cerca de arame à esquerda da estrada. Logo no início há a subida da Serra Geral do Paranã, uma subidinha até íngreme, mas como estava nublado e garoando, o calor não nos castigava. Dali tínhamos um boa vista da cidade e do Vale do Moinho. Depois da subida entramos num campo florido e plano, a caminhada até o Sertão Zen foi um pulo. Pouco antes do Rio Ferreirinha a chuva despencou, acompanhada de muitos trovões. Seguimos o rio até a cachu do Sertão Zen, onde tomei um ótimo banho no poço acima da maior queda. O Rio Ferreirinha forma várias pequenas cachoeiras e felizmente quando chegamos lá a chuva deu uma trégua. Aproveitamos pra comer e pouco depois das 15:30 seguimos rumo ao Vale do Macacão. A navegação é fácil e a trilha super batida. Após alguns km alcançamos uma estrada que nos levou até bem próximo ao rio, que apesar de estar cheio por causa das chuvas, não deu muito trabalho pra atravessar, não chegando a molhar nem os joelhos. Como a hora estava avançada e já estávamos cansados pelos mais de 20km percorridos no dia, acabamos acampando ali mesmo na estrada que há após o rio Macacão. Não sabíamos, mas na manhã seguinte descobrimos que há um camping há uns 2 km do local em que dormimos. Logo depois desse camping, chegamos à Fazenda Macaco, onde há uma placa dizendo da necessidade de identificação. Identificamo-nos na primeira casa, onde o Sr. Zezinho nos cobrou R$ 20,00 por pessoa como taxa de visitação as cachoeiras. Ele toma conta de outro local onde há camping ou se preferir pode-se hospedar em um chalé. Dali da casa dele pudemos identificar a subida pro chapadão. No caminho pras cachoeiras, escondemos as mochilas no local onde iniciaríamos a subida pro chapadão. O caminho pras cachoeiras segue uma estrada sempre à direita e no final há uma trilha de 10 minutos até o rio Macacão. Há uma sequência com várias cachoeiras e paredões rochosos, um lugar muito interessante. O Adriano ficou num poço curtindo a sombra enquanto eu subi o rio pra conhecer as demais cachoeiras. Depois de algum tempo e banho de cachu, pegamos o caminho de volta. A subida do chapadão é um pouco íngreme, mas nada que assuste, a trilha começa ao lado de uma cabaninha de pedras, mas está meio apagada. Gastamos 1:40 pra subir e lá de cima tivemos uma linda visão da cachoeira do Sertão Zen e do vale do Macacão. No chapadão chegamos à parte mais alta do trekking, 1252msnm, de onde pudemos vislumbrar o Vão do Paranã. Ali também pudemos constatar a degradação da Chapada dos Veadeiros, com quilômetros de plantações de soja e eucalipto. O desafio era encontrar a trilha de descida pro vale do Macaquinho, algo não muito complicado, apesar da trilha se dividir algumas vezes, após um muro de pedras, segue um caminho único. Em algumas partes a inclinação deve chegar há uns 40º - 45º, mas nada que com certo cuidado fique até fácil. No final da descida uns 300 metros após a rede elétrica alcançamos a estrada que corta o Rio Macaquinho e nos levou ao Santuário das Pedras, a cerca de 52km do início da pernada. Decidimos ir pernoitar em Alto Paraíso e eu acabei voltando pra casa, pois ao ligar pra esposa, descobri que o avô dela estava internado na UTI e achei melhor ir ficar com ela, mas antes jantamos uma ótima massa em Alto Paraíso. Dei carona prum casal hilário até São Jorge. Chequei em casa depois das 02:00 da manhã, cansado pra caralho, mas super satisfeito pela empreitada. Infelizmente nosso grande amigo Peter Tofte não pode nos acompanhar nessa trilha, a qual tínhamos combinado de fazer ano passado, mas que por inúmeros fatores sempre foi adiada.
  21. Se tiver alguém afim de fazer a Travessia Leste nos dias 14, 15 e 16/02, iremos em dois veículos, um partindo de Uruaçu e outro de Brasília. Só avisar que podemos combinar.
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