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renato5129

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Tudo que renato5129 postou

  1. Otávio, depois de levar minha esposa pra fazer seu primeiro trekking na Patagônia, concordo plenamente com o rlciq, que Torres del Paine é perfeito pro primeiro trekking. Como nosso amigo já citou, é cativante e cômodo para um iniciante caminhar por 5, 6 horas e encontrar um refúgio que oferece banho quente, refeição quente, sobremesa, refrigerante, suco, cerveja, além do caminhante não precisar carregar tanto peso, pois há a opção de alugar os equipamentos nos refúgios ou hospedar-se nos mesmos. Outro fator importantíssimo é o parque oferecer trilhas de níveis e distâncias variadas. Em relação à beleza cênica, como são paisagens que não encontramos no Brasil, a maioria das pessoas ficam fascinadas com os lagos, montanhas e picos nevados, não há foto que traduza a real beleza daquela região. Minha esposa não é uma pessoa adepta há acampamentos selvagens, nunca me acompanhou aqui no Brasil. Fizemos Chaltén antes de TDP, achei que ela iria reclamar logo na primeira subida, os acampamentos de Chaltén não oferecem nenhuma estrutura, apenas latrinas. Pegamos 40 horas ininterruptas de chuva, vimos a Laguna de Los Três por no máximo alguns segundos, estava bem frio, caminhamos bastante, ficamos 4 dias sem tomar banho e no final ela disse que tinha adorado. As paisagens e a atmosfera da Patagônia encantam qualquer pessoa.
  2. Rapaz, o rio tá diferente demais de quando fizemos essa travessia em janeiro, principalmente as Sete Quedas, tá ótimo pro banho. Quando fomos, não tinha condições de nadar, o rio estava quase transbordando. Peter, quando fizemos a travessia, terminamos no Jardim de Maytrea, vc sabe porque o trajeto mudou? Abraço! Olha a diferença no volume de água:
  3. Divanei, vc é muito maluco! Algumas coisas chegam a soar com ar de irresponsabilidade. Tenho certeza que pouquíssimas pessoas fariam isso, passar a noite numa cova a uma altitude considerável sem ter certeza da capacidade do saco de dormir. Coisa de doido! Quase rolei de rir lendo seu relato! Sem dúvida, um dos mais prazerosos que já li! Ficou ótimo, muito divertido, parabéns pela conquista e pela coragem!
  4. Reativando o tópico: De 29/08/13 à 14/09/13, Peter Tofte e eu estaremos em Huaraz para fazer o trekking de Huayhuash. Se alguém estiver interessado em nos acompanhar nessa pernada, o convite está feito.
  5. Eduardo, a partir de 24/06 a trilha estará aberta. Não é mais obrigatório contratar guia para as trilhas do PARNA Veadeiros desde 10 de janeiro.
  6. Luciano, peguei vento mais forte só uma vez e além do sobreteto encostar na parede interna, o barulho da lona incomoda bastante. Tive que levantar e alinhar a barraca com o vento pra poder dormir. Mas acho que em todo modelo túnel acontece isso. Mas o vento estava muito forte. Fora essa vez, nunca tive problema. Eu gosto demais da barraca, acho que pro nosso clima é formidável. Leve, resistente a chuvas e o material é excelente. Essa questão do frio dá pra resolver numa boa com um bom saco de dormir.
  7. Cid, segue umas fotos dela: A barraquinha depois de 40 horas ininterruptas de chuva forte no acampamento Poincenot Nos sertões de Goiás ao lado de uma MH Sprite1
  8. Cid, tenho uma TNF Tadpole 23 há mais de dois anos e apenas elogios à barraquinha. Ela é toda telada por dentro. Fiquei 20 dias na patagônia com ela em fevereiro e março e chequei a pegar 40 horas de chuva forte sem parar. Não houve nenhum vazamento, como ela é bem ventilada, tbm não houve condensação, mesmo dormindo com minha esposa. Lá o vento castiga, mas a estrutura dela também é excelente. A temperatura mais baixa que pequei foi em TDP, 3 graus negativos, mas foi de boa. Como minha esposa ficou com o saco de dormir melhor, tive que dormir em um saco pra 8º, agasalhei-me com o fleece e foi de boa. Pela experiência que tenho com a barraca, acho uma excelente escolha. O único conselho é que caso vc compre a TNF Tadpole 23, compre uns espeques para substituir os originais, pois são aqueles de ferro comum. Eu troquei por espeques tipo Y de alumínio. Além de serem bem melhores, são muito mais leves. Abraço!
  9. Há dois meses um colega leu um relato de uma trilha aqui no forum e respondeu me convidando pra uma pernada. Pra minha surpresa, sou vizinho da mãe dele há mais de vinte anos e nenhum de nós sabíamos do interesse mútuo por esportes em contado com a natureza. O Adriano mora em Brasília e vem sempre à Uruaçu e num dia desses ele apareceu pra mazer uma visita. Conversamos sobre as possibilidades de trilhas por aqui e combinamos de uma pernada juntos. Num dado momento surgiu o assunto da canoagem e o Adriano disse que tinha feito uma descida de duck no Rio Corumbá e adorou, estava pensando em comprar um pra começar a descer os rios daqui, inclusive já tinha um projeto de uma descida de 86km pelo Rio dos Patos. Perguntou-me se eu tinha interesse e me animava a entrar nessa com ele. Topei de imediato e falei com ele que há pouco mais de dois anos comprei um caiaque inflável da Intex pra brincar no lago na chácara. Remei algumas vezes com ele em água parada, mas a "boinha" estava há quase um ano aposentada, pois ultimamente não tenho tido muito tempo pra brincar no lago. Fiquei de testar o caiaque e avisar pra ele se podíamos arriscar a descer rios com o mesmo. Na mesma semana lá estava eu descendo 15km do Rio Passa Três com minha “bóia”. O bichinho aquentou bem e liguei pro Adriano avisando que encararia a empreitada. O Adriano comprou um caiaque igual ao meu e veio na sexta feira da paixão experimentá-lo na mesma descida que eu tinha feito uma semana antes. Combinamos a descida pro dia 26/04 e começamos o planejamento. Por uma questão de logística, resolvemos descer da ponte do Rio Verde na BR 080 até o Povoado de Quebra Linha, às margens da BR 414, num total de 66km de rio, sendo 11km pelo Rio Verde e 55 pelo Rio Maranhão, um dos principais formadores do Rio Tocantins. E assim, no dia 26 às 17:00 horas, depois de pegar deixar um carro em Quebra Linha e outro em Assunção de Goiás e um táxi com o Augustinho até a ponte do Rio Verde na BR 080, lá estávamos nós iniciando a travessia ou “caiacada”, como queiram, com, como disse um amigo, nossos “caiaques de piscina”. O rio estava cheio e a água turva encobriu quase todas as pedras, deixando o rio rápido, mas infelizmente diminuindo as corredeiras. Remamos pouco mais de uma hora por um rio bonito, com matas vigorosas em suas margens e decidimos parar pra acampar. Como não havia bons locais devido ao grande volume de água, paramos na primeira clareira que encontramos. A subida pelo barranco foi meio tensa, atolamos até o joelho na lama. Apesar de ser um pouco inclinado, coube minha eterna companheira MH Sprite 1. O Adriano armou a rede dele e fomos jantar e conversar. O Adriano acabo se desequilibrando e caindo no rio, foi o momento risada. A lua nasceu cheia, linda e às 20:00 horas eu já estava roncando na barraca, segundo o Adriano, mas há controversas. Às 5:30 acordei e fiquei aguardando o nascer do sol. Após o café da manhã, às 07:30 caímos na água. Foi continuação do dia anterior, remada sem muitas corredeiras com mata preservada por todo lado. Próximo ao encontro com o Rio Maranhão, encontramos algumas redes de pesca e pescadores numa canoa. Assim que chegamos ao Rio Maranhão a intensidade de pescadores e redes de pesca aumentou absurdamente e o rio a toda hora formava cansativos remansos. E assim, após 10 horas de remada, com poucas paradas, incluindo uma pra almoço numa ilha repleta de rastros de capivaras e outra pra tentarmos ajudar um novilho atolado resolvemos parar pra acampar num local infinitamente melhor que o do dia anterior. Nessa noite conversamos até mais tarde. Pela manhã, fizemos tudo com mais preguiça, pois como tínhamos feito o trajeto conforme o planejado, estávamos com bastante tempo pra concluir nossa travessia. Caímos na água às 08:15 pro que seria o melhor e mais divertido dia da caiacada, com diversas corredeiras, inclusive duas cachoeirinhas de mais ou menos 1m de altura. Pouco depois das 11:30 do domingo, chegamos na ponte da BR 414 no povoado de Quebra Linha. De lá fomos pra Assunção de Goiás, onde almoçamos e já começamos a combinar a próxima “travessia aquática”.
  10. Marcos, foi uma pirca (totem) que fizemos pra guardar o livro e cume. Note que há uma caixinha metálica no interior da pirca, dentro dela está o livro de cume. Abraço!
  11. Luiza e Wilian, Também frequento o PNCV há algum tempo e fiz diversas trilhas por lá, tanto com guia como sem. Inclusive, quando frequento locais nos quais não me sinto seguro para caminhar só, sempre opto por esses serviços. Visitei diversos outros Parnas no Brasil e pude perceber sim, que cada parque tem suas peculiaridades e suas populações apresentam hábitos e culturas distintas. Mas acredito que isso não seja argumento para uma medida restritiva de direitos. "Os Parques Nacionais são áreas públicas com objetivo básico a preservação de ecossistemas naturais de grande relevância ecológica e beleza cênica, possibilitando a realização de pesquisas científicas e o desenvolvimento de atividades de educação e interpretação ambiental, de recreação em contato com a natureza e de turismo ecológico." Por se tratar de área pública, e vivermos em um estado democrático de direito, queremos apenas exercer nosso direito de escolha de entrar em "área pública" com ou sem guia. Tenho certeza que ninguém é contra a atuação dos guias. Acho louvável o trabalho desenvolvidos por eles, mas também usar isso como argumento para obrigar-nos a contratá-los é inconcebível. Ambos moram em BSB, certo? Imaginem se vocês fossem obrigados a contratar alguém para acompanhá-los numa visita à cidade para que vocês atravessassem a rua somente pela faixa de pedestres, não "furassem" o sinal vermelho, não jogassem lixo na rua ou não degradassem o patrimônio público. Isso seria correto? Portanto, a questão da degradação do meio ambiente faz parte de um contexto muito maior que se chama educação. Além de haver fiscalização e punições por parte dos órgãos competentes a preservação depende majoritariamente da educação e conscientização dos usuário dos Parnas.
  12. Peter, esse foi o trekking dos animais! As antas, a baleia e a foca! Vc se esqueceu de falar da sua própria companhia, sempre agradável, divertido e de bom humor. Mal cheguei e já estou com vontade de cair na trilha novamente!
  13. Continuando com a exploração das serras do norte goiano, aproveitamos o final de semana da Páscoa para conhecer a Serra da Bulcaina, descrita na carta do IBGE como Serra do Cafundó, próxima ao Povoado de Taveira. Marcamos de nos encontrar em Taveira na sexta-feira às 14:00 horas. Pra variar, cheguei uma hora atrasado. Depois de nos cumprimentarmos, rumamos em direção à serra. Fomos em seis pessoas, Fábio, Andrea, Laerte, Teófilo, Peter e mim. Ao chegarmos à base da serra, conhecemos o Sr. Bonifácio e sua família, a Sra. Valéria e seus filhos Marcos e Poliana. Todos foram muito simpáticos e disseram que poderíamos ficar à vontade para caminharmos pela região. Estacionamos os carros no quintal da propriedade e fomos observar a linda Serra da Bulcaina e tentar identificar o caminho a ser percorrido. A Andrea e o Laerte decidiram que faríamos a travessia no formato ferradura, subindo pelo maciço ao sul, percorrendo sua crista até o cume da Bulcaina e de lá seguir até o maciço _a oeste e descer por sua crista. Todos nós concordamos, mas eu e Peter ficamos um pouco ressabiados com a inclinação de um trecho final da crista até o alto, pois lá debaicho parecia que teria que ser feito com auxílio de cordas. Nós dois resolvemos que se não nos sentíssemos seguros, retornaríamos e alcançaríamos o cume por outra rota, onde reencontraríamos nossos companheiros. Para não incomodar nossos anfitriões e ficar mais próximos à serra, resolvemos acampar depois do rio, num local onde a pastagem estava mais baixa. Após montar as barracas fomos tirar umas fotos da serra, que estava linda com os raios de sol e, tomar um bom banho de rio. Ao voltar, percebi que minha mochila estava tomada por formigas cortadeiras e vi que tinha armado a barraca há uns 30cm do formigueiro. Com a ajuda do Peter mudei a barraca de lugar. Jantamos, colocamos a conversa em dia e fomos dormir. Acordei de madrugada duas vezes, primeiro com o barulho da chuva, que caiu por boa parte da noite, depois com o barulho de uma vaca que passou bem ao lado da barraca. Pela manhã despertamos com as vacas cruzando nosso acampamento em direção ao curral. A chuva tinha passado, mas a névoa tomava conta do vale, encobrindo a Bulcaina completamente. Começamos a subida e percebemos que a inclinação era bem maior do que aparentava lá de baixo e a névoa era nossa fiel escudeira. Devido a isso, estávamos "apelidando" a Bulcaina de "Serra do Mar Goiana", "Serra Fina Goiana", até que o Laerte surgiu com o apelido de "Machu Pichu Goiano". Por causa do forte calor e da umidade, eu transpirava demais, o que me fez beber água além do planejado. Pra nossa sorte, ou melhor, pra minha sorte e pra do Peter, as previsões não se concretizaram e alcançamos o alto da serra sem a necessidade de técnicas de escalada, em 2:40 horas. Houve apenas um pequeno trecho de escalaminhada, mas nada demais. A névoa estava espessa, a visibilidade não passava de uns 10 metros. Estávamos seguindo pela crista quando a chuva despencou. Após alguns minutos, o Fábio sugeriu que nos abrigássemos com a lona que o Teo carregava. Como eu também estava com uma lona e tinha uns 15 metros de cordeletes, armamos um abrigo improvisado, o que nos permitiu além de nos proteger da chuva, coletar alguns litros de água. Além de beber bastante, ainda pude encher minhas duas garrafas de dois litros cada. Depois de cerca de uma hora, a chuva passou e levou a névoa consigo, presenteamo-nos com uma fenomenal vista da região. Continuamos nosso trekking pela crista da Bulcaina, que em alguns lugares não passava de 2 metros de largura, até alcançar o cume, a 1220m de altitude, exatamente às 16:00 horas. Depois de um abraço de cume, fomos procurar local pra acampar. A névoa voltou a aparecer, o que nos impediu de ver um belo entardecer. Montamos as barracas e fomos bater papo e cozinhar. O tempo abriu, a noite estava linda, repleta de estrelas. Lá do alto conseguimos avistar as luzes de Taveira, Niquelândia, Uruaçu e da mineradora Anglo American. Após uma boa conversa fomos dormir. Acordei algumas vezes com o barulho do vento, que soprava forte. Às 5:40h, ouvi algumas vozes e resolvi levantar. O Peter também levantou e comprovamos o visual maravilhoso, de um lado da serra o sol raiava explendoroso, do outro, um manto de nuvens cobria todo o vale, simplesmente fantástico. Curtimos bastante aquele momento. Depois a Andrea preencheu o livro de cume e todos nós assinamos. Fizemos um totem onde guardamos o livro. Ali no cume o Fábio brincou dizendo estávamos fundando o Clube Expedicionário do Norte Goiano, formado por mim, goiano do norte, e pelos meus amigos do "Quadradinho de Goiás", também chamado de Distrito Federal. Fomos arrumar as coisas pra partir, e eu como sempre fui o último. A descida começou tranquila e a uns 500m do cume encontramos um ponto de água. No local onde deixaríamos a crista principal para descer por uma crista secundária, havia um declive abrupto, acentuado e com pedras soltas. Logo no início, pisei numa pedra solta, que rolou e acertou o tornozelo do Peter. Por sorte, resultou apena em uns arranhões. Mais abaixo, o Peter apoiou o bastão em uma grande pedra que desceu com muita velocidade, passando ao lado da Andrea e indo em direção ao Laerte, que se esquivou com muita agilidade saltando para trás. Infelizmente ele caiu e machucou o joelho e apoiou seu peso no braço engessado. Passado o susto, o resto do trajeto foi tranquilo. Encontramos uma trilha, a qual acreditando ser de gado, acabamos seguindo. A trilha seguia pela encosta, deixando a crista. Em determinado momento, a encosta começou a ficar mais íngreme e escorregadia. O Fábio, a Andrea e o Laerte resolveram subir para a crista, como o Peter, o Teo e eu estávamos bem mais abaixo, continuamos seguindo a precária trilha, que após algum tempo nos levou a uma grota profunda e repleta de taquari. Tínhamos a opção de voltar e alcançar a crista, que era a mais sensata; tentar atravessar a grota, o que achei uma tremenda idiotice; ou ainda descer até o fundo do vale e acompanhar o rio até próximo à casa do Sr. Bonifácio, algo que não tínhamos certeza se daria certo, afinal o barranco do rio poderia ser muito alto pra gente descer. Acabei tentando a terceira opção e o Peter e o Teo acabaram me seguindo por puro companheirismo, pois acho que não estavam afim de arriscar entrar numa rota que era uma incógnita. Para atravessar o taquari, tive que andar de cócoras e algumas vezes de gatão. Assim que passei pelo taquari, a encosta se tornou íngreme e lamacenta, o que transformou-se em uns 60m de esqui-bunda dentro de uma mata de galeria. Ou seria lama-bunda? No fundo do vale o rio corria cristalino, arranquei a roupa e saltei no póço pra ver se a coceira provocada pelo taquari diminuia. Gritei pra eles desceram também. O Teo desceu me excomungando. Na outra margem do rio havia uma mangueira que levava água até a casa do Sr. Bonifácio. Seguimos essa mangueira ora pela margem, ora por dentro do rio e assim, de maneira bem tranquila, alcançamos a casa no mesmo instante que o outro grupo também chegava. Brincamos com o Fábio, dizendo que dessa vez o caminho divertido foi o nosso. Conhecemos o outro filho do Sr. Bonifácio, o Paulo e sua esposa, a Vanessa e a linda filhinha deles, Maísa. Comemos um delicioso "mané pelado" oferecido pela Poliana. E assim nos despedimos já combinando uma próxima pernada, meus amigos em direção à Brasília e eu, de volta à minha Uruaçu.
  14. Bruneras, infelizmente essa trilha ainda não está aberta. Fizemos a travessia como experiência de implantação da mesma. Provavelmente será aberta em maio ou junho. Conheço os guias Dedé e Diogo, que é do albergue Casa da Sucupira. O telefone de lá é (62) 3455-1139
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