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mioto

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Tudo que mioto postou

  1. Só para reativar o tópico. A tão festejada Portaria 85 de 2012 está suspensa. Ou seja, o Parna volta a uma situação pior que a anterior, pois nem os guias/condutores estão autorizados a entrar. Abraços, Mioto.
  2. Carí[email protected], Acabei de fazer o tour de quatro dias (San Pedro - Uyuni - San Pedro) com a Cordillera entre 04 e 07 de janeiro. Paguei 220 dólares. Comida, carros, motoristas e hospedagens de tirar o chapéu. Tudo exatamente como prometido. Contratei o tour em San Pedro. Em breve, ainda estou em viagem, posto o relato. Obs. Parece que o Ministério do Turismo fechou a travessia do Salar até o final de março em razão das águas. Me informaram que meu grupo cruzou o Salar no último dia permitido (06). Os tours continuam saindo, mas apenas entram nas bordas do Salar. A conferir. Abraços, Mioto.
  3. Caríssimos, Viajei 55 dias por AR, Chile e Uruguai. Fui parado BEM menos do que imaginei. Nunca me pediram nada. Só em uma aduana chilena que me pediram a carta verde. Como havia dito, cheguei a comprar o cambão, mas por um erro do vendedor não consegui pegá-lo em tempo. Resultado: fui sem. A informação na Argentina é recorrente: não é obrigatório. Se alguém possuir novidades, não deixe de postar. Abçs. Mioto.
  4. Poxa, Camila, Eu e minha esposa sairemos de Floripa, de carro, rumo a Salta, em 20/12. Quase foi possível te dar uma carona...só gastaria a passagem Joinville - Floripa pela Catarinense...rss... Bem, estive pelo Chile e pela Argentina no final do ano passado/início deste e o dólar estava muito vantajoso. Outra opção que usei muito - e que se mostrou bem vantajosa - foi sacar no débito. Sou cliente Santander. Real eu nem levei. Boa viagem. Mioto.
  5. Só para atualizar. Ao contrário do pessoal que pegou muita chuva (caso do Adam), estou na Carretera desde o dia 21/01. Vim de Los Antiguos, passei por Chile Chico e fiz o fantástico trajeto que margeia o Lago Buenos Aires/General Carrera e parando em Puerto Río Tranquilo. Fiz duas trips lá: (a) Capillas De Mármol (paguei 35.000 pesos o casal, mas fui no barco só com a esposa em um passeio de 1 hora, saindo de muito perto das Capillas, não do "centro" de Río Tranquilo). O local fica a 4 km antes de Tranquilo (sentido sul - norte) e está indicado por uma placa; e (b) trekking no Glaciar Los Exploradores (35.000 pesos por pessoas - e você pode dar a sorte de ir só com mais um), uma caminhada de mais de 8 km, com uma bela vista do Cerro San Valentín (ponto culminante da Patagônia) e bem mais radical que o do Perito Moreno (o Perito Moreno em si bate qualquer glaciar, mas o trekking sou mais este que acabo de relatar. E olha que fiz Perito Moreno há 10 dias). De Puerto Río Tranquilo parti para Coyhaique (onde estou hoje). Amanhã sigo para El Bolsón via Futaleufú. Queria apenas deixar um recado para quem pensa em vir de carro baixo (o meu é um Clio). Eu já li guia que falava em dois estepes, nos riscos, etc. etc. Olha, pra mim, a Carretera é muito mais tranquila e segura que muita estrada que se diz pavimentada no Brasil. Fiquei impressionado. O rípio, pelo menos nos trechos que já fiz, é muito compactado, permitindo média tranquila de 50 km/h, com retas que te permitem ir a 70 ou até 80 km. Outra coisa também me impressionou, mas esta os guias já tinham avisado corretamente: o visual é de cair o queixo. Vale a pena! Abraços, Mioto.
  6. Saudações, Estive na Península dia 26 e as últimas Orcas haviam sido avistadas dia 23, e eram apenas 3. As Francas, então, já partiram faz um tempinho. O calendário faunístico que eles divulgam é um pouco otimista. Por ele, em dezembro se vê tudo, mas na verdade só se vê pinguins e lobos marinhos. Bem, mas que estiver indo para a Península, vá sem medo, o lugar, em si, é surpreendente. Mas que até lá for, tem que ter um motivo gritante para não ir a Punta Tombo e conhecer a colônia de pinguins, um lugar absolutamente surpreendente. Vale muito a pena! Abraços, Mioto.
  7. mioto

    Ushuaia

    Pessoal, Teclo de Ushuaia e deixo algumas dicas para quem está para chegar: 1) Tem lugar aceitando real em cotação favorável (1 real: 2,5 pesos), mas eu tenho sacado dinheiro no débito (1000 pesos por R$ 435,00 já com as taxas) ou pago no débito, mas cuidado com com cartões duplos (débito e crédito), pois eles não entendem muito nosso sistema e vira-e-mexe passam no crédito; melhor é usar o só de débito e pedir para passar no "debito en cuenta corrente", porque senão eles usam outra função e dá erro; 2) ingresso no parque nacional tierra del fuego para residentes no Mercosul, 60,00 pesos; se você for acampar, pode ficar duas noites e três dias: eu acampei uma noite; se o tempo estiver bom vale a pena; 3) ingresso no museu do presídio: 90,00 pesos (caro, mas vale à pena, conta a história da cidade, do presídio, da tierra del fuego e das adjacências); 4) para compras tem coisas caras e baratas; por exemplo, camiseta com o nome da cidade por absurdos 150 pesos e botas Asolo por camaradas 1000 pesos. O segredo é andar a San Martin e transversais e pesquisar; 5) os dias aqui rendem muito, pois amanhece as 04h30 e escurece quase 23h, e olha que nem é um escurece de respeito; 6) quem tiver disposição, vale à pena fazer, no Parque N T F, a trilha do Cerro Guanaco (4 horas pra ir, puxado, muito aclive, e 3 para voltar); vista sensacional. Espero ter ajudado. Abraços, Mioto.
  8. Vejam só! Direto do "site" da policia caminera de Cordoba: http://www.policiacaminera.cba.gov.ar/requisitos.html Já comprei o cambão, mas também já imprimi a página. Abraços, Mioto.
  9. Mario, Sei disso tudo (dificuldades com os policias e com seguradoras). Como farei uma longa viagem por terras hermanas, estou tentando me informar o máximo acerca das exigências "legais" do País vizinho. Eu vou levar um cambão. Se me pararem e perguntarem sobre, mostrarei, mas já aproveitarei a oportunidade (e também me informarei em outros locais) e perguntarei sobre o "fundamento legal" da exigência. Beier, Eu vi esse artigo. Evidente que ele "autoriza" o uso do cambão. Mas daí a exigí-lo vai uma enorme diferença. De todo modo, obviamente minha intenção aqui não é polemizar. Eu quero uma correta informação, só isso. Em muitos sites - inclusive aqui - a gente lê que lençol branco para cobrir corpos é lenda, mas cambão é obrigatório. Ora, parece que não é assim. Tanto o lençol, quanto o cambão não são obrigatórios. Apesar de que o cambão tem uma utilidade e é citado (permitido) no Código de Trânsito. Mas o fundamento da obrigatoriedade ainda não achei. Vamos conversando. A partir da semana que vem mando notícias atualizadas sobre a exigência de cambão diretamente de terras argentinas. Abraços, Mioto.
  10. Marioluc, A Argentina segue a mesma disciplina brasileira: as regras de trânsito são federais. Não existe "legislação provinciana". Existem "policiais provincianos", pelo que tenho lido aqui. Reforçando a argumentação sobre o cambão: http://www.vialidad.gov.ar/archivos_index/Documentaci%C3%B3n%20Obligatoria.pdf Trata-se de site governamental que lista os equipamentos obrigatórios. Vejam que até mesmo o kit de primeiros socorros é apenas recomendado, pois igualmente a legislação de trânsito não o exige. Com relação a uma eventual necessidade de cambão, deixo isso com a Allianz Seguros (rss). Brincadeiras a parte, minha discussão é sobre a "obrigatoriedade". Podemos até levar por precaução ou para reduzir as possibilidades corruptivas da polícia. Mas é o que li em um fórum argentino: "quando querem te extorquir, podem inventar até a obrigatoriedade de circular com a certidão de nascimento de sua avó". Minha conclusão momentânea: não há Lei argentina que exija o cambão. Vamos conversando. Abraços, Mioto.
  11. Mioto Não é lenda não, a informação do cambão ou cabo para reboque consta inclusive da lista de documento/acessórios que o consulado argentino fornece para quem pretende viajar de carro àquele país. Neste post tem a imagem da relação fornecida pelo consulado problemas-com-a-policia-caminera-argentina-t23271-45.html#p334626 Beier, Pesquisei em vários sites argentinos, li o Código de Trânsito deles (Ley 24.449) e as mais recentes alterações (Ley 26.363, de 2008) e os únicos equipamentos obrigatórios nos veículos são: o extintor e dois triângulos. Vou ligar no Consulado e ver se eles reafirmam (e sob qual fundamento) a validade das informações prestadas naquele documento de 2007. Fica, para os interessados, alguns sites: http://www.lacaja.com.ar/lacaja/ART/files/content/EspacioARTDigital2/Espacio-Febrero-10/espacio_art_22/nota_02.html http://www.mininterior.gov.ar/ansv/preguntas/requisitosAuto.php?idName=segVial&idNameSubMenuDerPrincipal=segVialPreguntas&idNameSubMenuDerNivel2=segVialPreguntasRequisitosAuto http://www.cesvi.com.ar/revistas/r38/circulemos38.pdf Valeu. Abraços, Mioto.
  12. Melchi, Que programa estás usando? O jeito mais fácil e rápido de ter imagens GE no GPS Garmin é ter o BaseCamp e pagar a licença de 30 dólares/ano para baixar as imagens. Abraços, Mioto.
  13. Fiz uma pesquisa em alguns "sites" argentinos (governamentais) e em nenhum deles há menção ao tal do cambão. Não sei se em outros tempos foi obrigatório, mas me parece que o cambão tem a mesma origem do lençol para cobrir mortos... Abraços, Mioto.
  14. Sobre a Quest, um comentário: neste feriado li o livro No Easy Day: The Firsthand Account of the Mission That Killed Osama Bin Laden e o autor fez um merchandising muito grande dos equipamentos das tropas especiais que operavam com ele. A maior propaganda foi pra Gerber, com sua Gerber Tool considerada indispensável por eles. Em roupas, a favorita foi a Carhart e as botas que ele usava em operações era a Salomon Quest. Essas operações incluiam além das descidas de helicópteros por corda no local da ação, o salto de paraquedas com todo o equipamento e as caminhadas longas no escuro pelo campo/deserto/montanha até o local da ação, uma possível indicação que esse modelo dá uma estabilidade muito grande para quem carregam um monte de equipamentos na mochila, mais armas e granadas e conforto durante as caminhadas de ida e volta. Não uso Salomon mas achei interessante a marca ser citada (mesmo com alta dose de merchandising). Provei a Quest em uma Loja de Curitiba. Nunca havia provado uma combinação robustez - conforto tão perfeita. Estou para comprar uma. Meu único empecilho (tem o preço também que incomoda...) é que como é uma bota muito cara e os vendedores dizem que se der problema eles mandam para o representante Salomon e tudo mais, gostaria de comprá-la aqui na região de Floripa. Mas nada feito. Ninguém aqui vende. Aqui eu encontrei a Cosmic 4d GTX. Provei e no quesito robustez parece bem equivalente à Quest, mas perde no quesito conforto. Acho que amacia, mas perde feio de saída. A dúvida, então é, Quest ou Cosmic 4D GTX? Há uma diferença mais substancial ou é mais uma questão de preferência, adaptação? Se alguém puder palpitar, agradeço. Abraços, Mioto.
  15. mioto

    Barracas AZTEQ

    Só um relato: na madrugada de 23 para 24 de julho último, eu e um amigo (eu de Nepal, ele de MiniPack) acampamos em 27.50.909'S 49.18.453'O, a 1650m, no Campo dos Padres, em um platô totalmente desprotegido. Sabe aquele acampamento montado no final do dia, já escurecendo, e no meio da cerração? Pois é. Quando acordamos que vimos o quanto estávamos expostos. Bem, durante a noite ventou MUITO. Tenho os dados da estação do INMET no Morro da Igreja, que é mais alto, eu sei, mas acho um bom referencial. Pois bem, as rajadas no MI chegaram a 113,4 km/h. Vejam, vou falar pela NEPAL, que é a minha: tranquilo!!! O vento parecia chutar a barraca. Nós ainda improvisamos uma cozinha com uma maldita lona preta que fez barulho a noite inteira e dificultou MUITO o sono, mas em termos de confiabilidade, sustentação, foi como acampar na praia em uma agradável noite de verão. Posso estar sendo muito otimista, mas não acho que ventos (até mesmo os patagônicos) sejam problema para a NEPAL. A bichinha, mesmo "desabrigada", mostrou-se muito valente. Abraços, Mioto.
  16. Belo relato, Rodrigo. Atual e ricos em detalhes. As fotos do blog são a cereja do bolo. Show de bola! Estarei na região no final do ano e gostaria muito de fazer Navarino. Torres del Paine e El Chaltén são estão programados. Meu receio é que estaremos somente a esposa e eu, e ela não tem experiência em trekkings mais técnicos. E pelo que vi do teu relato e de alguns outros, Navarino pode ser um trekking um pouco mais complicado que a média, digamos assim. Mas vejamos... Mais uma vez, parabéns pelo relato. Abraço, Mioto.
  17. Luis, infelizmente a imagem na tua cidade é horrível. Não dá pra identificar nada. É a mesma, até um pouco pior, que a do GE. Abraços, Mioto.
  18. Caríssimos, Excelentes relatos e boas dicas! Em dezembro cruzarei o Paso de Jama com um Clio 1.0 16V hi-Flex 2009. Em fevereiro, no retorno, review completo da empreitada. Mioto.
  19. Caríssimos, Criei um tópico exclusivo para debater a Portaria: parque-nacional-sao-joaquim-parna-sj-t71954.html Mioto.
  20. Segue a Portaria n. 85/21, do ICMBio, que "Estabelece normas para o ordenamento da visitação no Parque Nacional de São Joaquim até a publicação do seu Plano de Manejo". Ao debate!!! Mioto. INSTITUTO CHICO MENDES DE CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE PORTARIA N.º 85, DE 25 DE JULHO DE 2012 Estabelece normas para o ordenamento da visitação no Parque Nacional de São Joaquim até a publicação do seu Plano de Manejo. O PRESIDENTE DO INSTITUTO CHICO MENDES DE CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE - INSTITUTO CHICO MENDES, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 21, inciso I, do Anexo I, da Estrutura Regimental aprovada pelo Decreto nº 7.515, de 08 de julho de 2011, publicado no Diário Oficial da União do dia subsequente e pela Portaria nº 304, de 28 de março de 2012, da Ministra de Estado Chefe da Casa Civil da Presidência da República, publicada no Diário Oficial da União de 29 de março de 2012, considerando o disposto na Lei nº 9.985, de 18 de junho de 2000, que instituiu o Sistema Nacional de Unidades de Conservação - SNUC, e que estabelece em seu artigo 11º que os Parques Nacionais têm entre seus objetivos a recreação em contato com a natureza e o turismo ecológico; considerando o documento "Diretrizes para visitação em Unidades de Conservação," aprovado pela Portaria do Ministério do Meio Ambiente nº 120, de 12 de abril de 2006; considerando que o Parque Nacional de São Joaquim não possui Plano de Manejo; considerando a vulnerabilidade da Unidade de Conservação e a necessidade de fortalecer as ações de controle, monitoramento e proteção ambiental; considerando que o Parque Nacional de São Joaquim sofre forte pressão de visitação consolidada e em processo de expansão; considerando a Instrução Normativa ICMBio nº 08, de 18 de setembro de 2008 que regulamenta a condução de visitantes; considerando as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT, números: 15.285 - Turismo de Aventura - Condutores e Competência Pessoal; 15.398 - Turismo de Aventura - Condutores de Caminhada Longo Curso e Competência Pessoal; 15.505-1 e 15.505-2 - Turismo com Atividades de Caminhada; considerando a necessidade de normatizar e estabelecer os procedimentos necessários para a prestação de serviços de condução de visitantes no Parque Nacional de São Joaquim - PARNA São Joaquim; resolve: CAPÍTULO I - DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º - Estabelecer normas para o ordenamento da visitação no Parque Nacional de São Joaquim até a publicação do seu Plano de Manejo. Art. 2º - Permitir as seguintes atividades, conforme as normas estabelecidas nos capítulos III a VI: I - contemplação; II - caminhada; III - ciclismo; IV - cavalgada (Utilização de Animais de Montaria); V - voo livre. § 1º Outras atividades de visitação ou aventura que ocorrem no Parque, mas não têm normas específicas nesta Portaria, tais como escalada, canionismo, cachoeirismo e visita a cavernas, poderão ser autorizadas pela chefia da UC, mediante consulta prévia pelo interessado, com antecedência de 15 (quinze) dias. § 2º Antes de iniciar qualquer atividade, o visitante deve ter conhecimento dos riscos inerentes às atividades em ambientes naturais e analisar as condições de risco que as atividades apresentam, certificando-se de estar apto fisicamente para a atividade e utilizando roupas e equipamentos apropriados para a atividade que pretender realizar. Art. 3º - Estabelecer normas e procedimentos para o cadastramento e a autorização para exercício da atividade comercial de condução de visitantes no Parque Nacional de São Joaquim. § 1º Para fins do disposto nesta Portaria, entende-se por autorização o ato administrativo unilateral, precário, manejado noexercício da competência discricionária do ICMBio e que tenha por objeto atividades ou serviços de baixa complexidade, cuja outorga não possa, por impossibilidade ou inviabilidade material, ser precedida de licitação. § 2º A contratação de condutores de visitantes é uma opção oferecida aos visitantes, não sendo obrigatória em nenhuma atividade no Parque Nacional de São Joaquim, desde que atendidas as normas e critérios estabelecidos nesta Portaria. § 3º Todos os visitantes estão sujeitos a cobrança de ingresso no Parque, a partir do momento que esta for regulamentada. CAPÍTULO II - DAS NORMAS E PROCEDIMENTOS GERAIS Art. 4° - A visitação na área do Morro da Igreja (mirante em frente ao portão do DTCEA-MDI - CINDACTA II), assim como nas estradas rurais dentro da área do Parque Nacional de São Joaquim, não depende de autorização prévia, devendo o visitante se registrar nas guaritas de acesso. § 1º Até que sejam desenvolvidos estudos específicos sobre a capacidade de suporte, o número máximo de veículos circulando na estrada geral que dá acesso ao Morro da Igreja será de 200 (duzentos) veículos por dia, distribuídos no horário de funcionamento do Parque. § 2º A administração do Parque poderá adotar estratégias de ordenamento do tráfego e da visitação na estrada de acesso ao Morro da Igreja, tais como determinar e limitar o número máximo de veículos concomitantemente, autorizar o acesso de veículos de transporte coletivo, como vans ou ônibus de turismo, de modo a viabilizar o acesso dos visitantes em dias de grande fluxo, ou determinar tempo máximo de visitação, visando distribuir uniformemente os visitantes pelo tempo de funcionamento do Parque e garantir a qualidade da experiência do visitante. Art. 5° - A circulação de veículos motorizados, tais como carros, motos, ônibus, vans, caminhões ou outros veículos a combustão ou elétricos, é livre na estrada de acesso ao mirante do Morro da Igreja e nas estradas rurais que tenham trânsito aberto (sem porteira de delimitação de propriedade). Art. 6° - O horário de visitação para os atrativos autorizados fica definido como sendo das 08h às 17h, nos meses de horário normal, e das 08h às 18h, nos meses com horário de verão. Parágrafo único. A administração do PARNA São Joaquim poderá alterar o horário de funcionamento, visando a conveniência, conforto e segurança dos visitantes. Art. 7° - Todo lixo ou dejeto gerado nas atividades deverá ser acondicionado e levado para locais definidos para sua deposição. Art. 8° - A coleta ou captura de qualquer recurso natural é proibida, podendo o pessoal a serviço do Parque solicitar revista dos equipamentos dos visitantes e operadores turísticos na área da Unidade. Art. 9° - É proibido o uso de fogo no interior do Parque, incluindo fogueiras, churrasqueiras e fogos de artifício, entre outros. Para preparo de alimentos deve ser utilizado fogareiro. Art. 10º - Não é permitido o uso de equipamentos sonoros coletivos que perturbem a fauna e outros visitantes. Art. 11 - Não é permitido o acesso ao Parque Nacional de São Joaquim portando armas de qualquer natureza; Art. 12 - Não é permitido o acesso de animais domésticos, exceção feita aos animais de montaria nas condições estabelecidas no capítulo VI. Art. 13 - É proibida a utilização das estradas internas da Unidade para a prática de ralis, trilhas de 4x4 ou motocross, ou similares. Art. 14 - Os proprietários de áreas dentro do Parque, não desapropriadas, podem utilizar as estradas internas da Unidade exclusivamente para acesso a suas propriedades, sem fins comerciais (turísticos). Art. 15 - Os visitantes e/ou condutores que forem utilizar percursos que passem por propriedades privadas ainda não regularizadas dentro da área do Parque Nacional devem solicitar permissão para a passagem ou permanência diretamente ao proprietário da área. Art. 16 - A administração do Parque definirá a capacidade de suporte para os atrativos de acordo com o "Roteiro Metodológico para Manejo da Visitação com enfoque na Experiência do Visitante e na Proteção dos Recursos Naturais e Culturais" do ICMBio. CAPÍTULO III - NORMAS ESPECÍFICAS PARA CAMINHADA E MONTANHISMO Art. 17 - É permitida a visitação para caminhada nas seguintes trilhas, mediante prévia autorização da administração do Parque: I - trilha da Pedra Furada; II - travessia Urubici ? Bom Jardim da Serra ou vice-versa; III - trilha "Nascentes do Rio Pelotas"; IV - trilha do Rio do Bispo; V - travessia Urubici ? Orleans ou vice-versa. § 1º Entende-se por trilhas de caminhada todos os percursos executados exclusivamente a "pé". § 2º Os visitantes deverão solicitar autorização à administração do Parque com antecedência de 15 (quinze) dias, apresentando o Termo de Conhecimento de Riscos assinado, informando a atividade que se pretende realizar, roteiro a ser percorrido, duração da atividade, local de pernoite (se houver), relação de pessoas e dados pessoais (conforme Modelo do Anexo II). § 3º Visitantes acompanhados de condutores autorizados não necessitam de autorização prévia. O condutor responsável deverá apresentar o Termo de Conhecimento de Riscos à administração do Parque antes da atividade, como também a relação dos visitantes (Anexo III). § 4º O acesso a outras trilhas não previstas nesta Portaria poderá ser autorizado excepcionalmente pela chefia da UC, mediante consulta prévia pelo interessado e avaliação técnica da equipe da UC, que verificará a segurança e o impacto do trajeto, número de visitantes no período, entre outros atores. Art. 18 - Até que sejam desenvolvidos estudos específicos sobre a capacidade de suporte, os grupos de visitantes não devem exceder o número de dez pessoas, sejam acompanhados por condutores ou desacompanhados. Excepcionalmente serão permitidos grupos maiores, mediante autorização da administração do Parque. Art. 19 - É obrigatória a utilização dos seguintes equipamentos de segurança: I - agasalho para frio e chuva; II - lanterna e baterias reservas; III - água e comida; IV - kit de primeiros socorros; V - barraca (em caso de pernoite); VI - "shit tube", pá ou similar (em caso de pernoite). CAPÍTULO IV - NORMAS ESPECÍFICAS PARA CICLISMO Art. 20 - As atividades de ciclismo serão permitidas nas seguintes estradas: I - estrada Geral da Santa Bárbara; II - estrada Geral do Morro da Igreja. Art. 21 - O visitante praticante de ciclismo deverá se registrar nas guaritas de acesso ou informar previamente na administração. Art. 22 - O acesso de ciclistas a outros roteiros não previstos nesta Portaria, ou em número de ciclistas superior a dez praticantes, que possa comprometer o tráfego nas estradas citadas no artigo 20º, poderá ser autorizado excepcionalmente pela chefia da UC, mediante consulta prévia pelo interessado e avaliação técnica da equipe da UC, que verificará segurança e impacto do trajeto, número de visitantes no período, entre outros fatores. Art. 23 - É obrigatória a utilização dos seguintes equipamentos de segurança: I - capacete; II - agasalho para frio e chuva; III - lanterna e baterias reservas; IV - água e comida; V - kit de primeiros socorros. Parágrafo único:.O visitante ciclista que for pernoitar no Parque ou intercalar com alguma outra atividade, como, por exemplo, caminhada, deverá atender as regras estabelecidas também para aquela atividade. CAPÍTULO V - NORMAS ESPECÍFICAS PARA VOO LIVRE Art. 24 - Nas atividades de vôo livre é proibida a alteração de ambientes para facilitar a decolagem ou pouso. § 1° Entende-se por vôo livre a prática de vôo desprovido de equipamentos motorizados, como asa delta e parapente. § 2º Excepcionalmente admite-se a prática de Paramotor como atividade de vôo livre. Art. 25 - As atividades de vôo livre deverão ser previamente autorizadas pela administração do Parque. § 1º Os praticantes deverão solicitar autorização à administração do Parque com antecedência de 15 (quinze) dias, apresentando Termo de Conhecimento de Risco assinado, informando a atividade que se pretende realizar, roteiro a ser percorrido, duração da atividade e dados pessoais (conforme Modelo do Anexo II). § 2º Os praticantes deverão apresentar carteira de identificação emitida e válida das entidades ABVL - Associação Brasileira de Vôo Livre ou ABP - Associação Brasileira de Parapente, e utilizar todos os equipamentos de segurança. CAPÍTULO VI - NORMAS ESPECÍFICAS PARA CAVALGADA (UTILIZAÇÃO DE ANIMAIS DE MONTARIA) Art. 26 - Até que o Plano de Manejo da UC delibere sobre a viabilidade da atividade de cavalgada, esta será permitida nos seguintes roteiros e locais: I - travessia Urubici - Bom Jardim da Serra e vice versa; II - trilha do Rio do Bispo; III - travessia Bom Jardim da Serra - Orleans e vice-versa. § 1º Entende-se por cavalgada a utilização de animais de montaria exclusivamente para fins recreacionais (passeio), não se permitindo portanto quaisquer outras atividades, procurando-se preservar a cultura tradicional (tropeirismo). § 2º O acesso a outros roteiros não previstos nesta Portaria poderá ser autorizado excepcionalmente pela chefia da UC, mediante consulta prévia pelo interessado e avaliação técnica da equipe da UC, que verificará segurança e impacto do trajeto, número de visitantes no período, entre outros fatores. Art. 27 - Até que sejam desenvolvidos estudos específicos sobre a capacidade de suporte, considera-se para definição do tamanho da cavalgada, incluindo os animais da organização do evento: I - cavalgada de pequeno porte aquela com até 20 (vinte) animais; II - cavalgada de médio porte aquela entre 21 (vinte e um) e 50 (cinquenta) animais; III - cavalgada de grande porte aquela acima de 51 (cinquenta e um) animais. Art. 28 - Os animais (asininos e equinos) deverão estar com boa saúde, sem representar risco a fauna silvestre ou aos outros animais que participarão da atividade. Art. 29 - As atividades de cavalgada deverão ser previamente autorizadas pela administração do Parque. § 1º Os visitantes deverão solicitar autorização à administração do Parque com antecedência de quinze dias, apresentando Termo de Conhecimento de Risco assinado, informando a atividade que se pretende realizar, roteiro a ser percorrido, duração da atividade, local de pernoite (se houver), relação de pessoas e dados pessoais (conforme Modelos nos Anexos II e III). § 2º Visitantes acompanhados de condutores de visitantes autorizados não necessitam de autorização prévia. O condutor responsável deverá apresentar o Termo de Conhecimento de Risco à administração do Parque no dia do evento, para as cavalgadas de pequeno e médio porte. § 3° Cavalgadas de grande porte só serão autorizadas mediante aprovação do Conselho Consultivo do Parque, portanto, a solicitação para sua realização deverá ser feita em tempo hábil para a inclusão da pauta na reunião ordinária do mesmo. § 4° A soma dos participantes de todas as cavalgadas no mês, a partir do dia primeiro até o último dia deste, não deve ultrapassar 100 (cem) participantes. Exceção feita se houver autorização do conselho, conforme §3°. § 5º Nas hipóteses dos § 3º e 4º , ainda que autorizadas pelo Conselho Consultivo, poderá o chefe da Unidade de Conservação proibir a realização da cavalgada de grande porte ou restringir o limite mensal de participantes, motivadamente. CAPÍTULO VII - DA CONDUÇÃO DE VISITANTES - DO CREDENCIAMENTO E DA AUTORIZAÇÃO Art. 30 - Os condutores de visitantes que desejarem operar comercialmente no interior do PARNA São Joaquim deverão apresentar os seguintes documentos e condições: I - ficha de identificação, conforme Anexo I; II - cópia do RG e CPF; III - comprovação de maioridade (18 anos); IV - estar em boas condições físicas; V - comprovante de aprovação em curso de formação de condutor reconhecido pelo PARNA São Joaquim; VI - termo de Conhecimento e Cumprimento das normas de visitação do Parque Nacional São Joaquim (anexo IV). § 1º O Conselho Consultivo do PARNA São Joaquim, ou sua Câmara Técnica de Turismo, pode ser utilizado como instância de reconhecimento dos cursos definidos neste Artigo. § 2º As instituições reconhecidas para ministrarem os cursos de formação de condutores serão cadastradas pelo PARNA São Joaquim. § 3º O conteúdo mínimo dos cursos de formação de condutores é o descrito na IN Nº 08 do ICMBio, acrescido de 16 (dezesseis) horas aula sobre as características do PARNA São Joaquim, podendo serem estas divididas em aulas teóricas e práticas. § 4° O participante do curso de formação de condutores de visitantes deverá ter presença mínima de 85% (oitenta e cinco por cento) da carga horária prevista e nota superior ou igual a 7 (sete) nas avaliações previstas neste. § 5º Guias credenciados pelo Ministério do Turismo que desejem compor o cadastro de condutores do PARNA São Joaquim ficam dispensados do curso de formação, mas deverão cursar o Módulo Específico sobre o PARNA São Joaquim. Art. 31 - Fica delegada competência ao Chefe do Parque Nacional de São Joaquim para assinar a carteira de identificação dos condutores de visitantes autorizados a operarem na Unidade de Conservação. Art. 32 - A autorização terá validade de dois anos a partir de sua assinatura, podendo ser renovada ao final do seu período de vigência, desde que atendidos todos os critérios pelo condutor. Parágrafo único. Se antes do término do prazo de validade da carteira de identificação o condutor de visitantes não tiver mais interesse na continuidade do exercício da atividade no interior do PARNA São Joaquim, deve comunicar por escrito ao chefe da UC, quando será recolhida sua identificação e será feita a sua exclusão da lista de condutores autorizados. Art. 33 - Os condutores autorizados a operar no interior do PARNA São Joaquim usufruirão os seguintes benefícios: I - gratuidade no acesso ao PARNA São Joaquim quando estiverem conduzindo visitantes; II - gratuidade no acesso ao PARNA São Joaquim, duas vezes por ano, por um período de até três dias seguidos em cada acesso, para análise de roteiros e/ou outras atividades de planejamento; III - divulgação gratuita pelo PARNA São Joaquim dos contatos como condutores autorizados a conduzir na unidade. Art. 34 - O cadastro de condutores autorizados divulgará minimamente as seguintes informações: I - nome, telefone, endereço eletrônico e página na internet, se houver; II - domínio de línguas estrangeiras; III - formações diferenciadas, como observador de fauna, observador de flora, condutor de escaladas, formação superior, entre outras. Parágrafo único. A comprovação dos itens descritos nos incisos II e III deverá ser feita pela apresentação de documentação correspondente, podendo a Administração do PARNA São Joaquim, excepcionalmente, estabelecer outros procedimentos de reconhecimento de especialização no caso de ausência de documentação. Art. 35 - Para renovação da autorização de condução (carteira), o condutor deverá apresentar no mínimo mais um curso de reciclagem/aperfeiçoamento realizado no período de dois anos e reconhecido pelo PARNA São Joaquim, tais como: I - atualização; II - busca e resgate; III - observação de fauna; IV - curso de interpretação ambiental. Art. 36 - Para obter a renovação da autorização o condutor deverá, ainda, comprovar dedicação de, no mínimo, cinco dias por ano a atividades de manejo do PARNA São Joaquim, de acordo com a orientação da administração da unidade, tais como: I - mutirões de limpeza e manutenção de trilhas; II - condução de pesquisadores; III - condução de grupos em atividades promovidas pelo Parque. Art. 37 - O PARNA São Joaquim buscará oferecer anualmente, ou sempre que houver demanda que o justifique, curso sobre atrativos e normas da unidade. CAPÍTULO VIII - DA CONDUÇÃO DE VISITANTES - DAS OBRIGAÇÕES DOS CONDUTORES Art. 38 - São obrigações dos condutores de visitantes autorizados: I - acompanhar e conduzir os seus clientes durante toda a visita, mantendo-se nas trilhas autorizadas e respeitando o número de pessoas por trilha (capacidade de carga), quando houver determinação; II - praticar e promover um excursionismo consciente e regras de mínimo impacto, bem como obedecer todos os regulamentos do PARNA São Joaquim; III - informar ao visitante, no início da visita, os riscos inerentes à realização de atividades em uma área natural; IV - fornecer aos visitantes as informações preliminares sobre as condições da visita, os aspectos de segurança, duração prevista da atividade, os procedimentos durante a viagem e as recomendações para o conforto e bem estar dos mesmos, procedimento a ser realizado por meio de uma abordagem introdutória, antes da saída do local de origem, após a devida acomodação dos passageiros. V - zelar por sua segurança e dos visitantes, estando devidamente equipados, de acordo com a atividade a ser desenvolvida, com, no mínimo, os seguintes materiais: 1 - abrigo impermeável; 2 - suprimento de água potável; 3 - lanterna; 4 - ração de alimento; 5 - estojo de Primeiros Socorros; 6 - lista de telefones de emergência (atendimento de acidentes por animais peçonhentos, bombeiros e plantão do PARNA São Joaquim). VI - fornecer ao visitante informações gerais sobre o Parque, assim como sobre sua geografia, fauna, flora e histórias de interesse dos visitantes; VII - trazer todo o seu lixo de volta e certificar-se de que seus clientes farão o mesmo; assim como impedir barulho em excesso e retirada de plantas ou qualquer outro material do local visitado; VIII - informar à administração do PARNA São Joaquim, a cada excursão realizada, o número de clientes atendidos, datas das atividades realizadas e os serviços prestados. IX - Avisar imediatamente à administração do Parque sobre qualquer irregularidade observada na trilha, seja de segurança para o visitante ou contra a proteção da Unidade. Art. 39 - O condutor de visitantes deverá estar atento aos seguintes princípios: I - não agir de má-fé com a empresa para a qual trabalha, com o público em geral ou com os seus companheiros de profissão; II - praticar a amizade e colaborar com os colegas, proteger os interesses deles como se fossem seus; III - apresentar-se sempre como um profissional sério e eficiente; IV - não fazer comentários político-partidários, nem emitir qualquer comentário desfavorável sobre pessoas ou locais, nem fazer qualquer tipo de discriminação de raça, credo, religião, sexo e costumes; V - respeitar o meio ambiente e o patrimônio cultural, colaborando com a sua conservação; VI - manter uma postura correta e um vocabulário adequado ao exercício da profissão de condutor de visitante; VII - não ingerir bebidas alcoólicas, cigarros ou qualquer outro produto tóxico antes e durante o acompanhamento do turista; VIII - não ter atitudes vulgares ou intimidades com os clientes; IX - apresentar-se sempre de forma asseada, com uniforme de condutor sempre em boas condições. CAPÍTULO IX - DA CONDUÇÃO DE VISITANTES - DAS PENALIDADES Art. 40 - Independentemente da data de validade da carteira de condutor, os condutores poderão ter sua autorização suspensa ou cassada, com recolhimento da sua carteira de identificação, no caso do cometimento de infrações. Art. 41 - As infrações cometidas pelos condutores de visitantes autorizados para a atividade turística no Parque serão analisadas e julgadas pelo Chefe do PARNA São Joaquim, sendo punidas com as seguintes penalidades: I - advertência; II - suspensão da autorização por 30 (trinta) dias; III - cassação definitiva da autorização. § 1º Considerando a gravidade da infração, as penalidades devem ser aplicadas de forma gradativa. § 2º Infrações mais sérias, como conduta antiética, desrespeito às normas da unidade de conservação ou desrespeito aos visitantes podem ser punidas diretamente com suspensão ou cassação da autorização. § 3º Infrações ambientais ou contra o patrimônio da unidade serão punidas com a cassação da autorização e exclusão imediata do cadastro, sem prejuízo das demais sanções administrativas aplicáveis. § 4º O Chefe do PARNA São Joaquim poderá, a seu critério, instituir comissão consultiva para a apuração das infrações previstas no caput. § 5º A aplicação das sanções deverá ser precedida da oportunidade de manifestação do interessado, no prazo de 5 (cinco) dias, garantidos a ampla defesa e o contraditório. CAPÍTULO X - DAS DISPOSIÇÕES FINAIS Art. 42 - A critério da administração e mediante justificativa, as atividades previstas nesta Portaria poderão ser suspensas provisoriamente. Art. 43 - Os casos omissos ou exceções serão resolvidos pela Administração do Parque Nacional de São Joaquim, com a devida observância à legislação vigente. Art. 44 - Os anexos citados nesta Portaria, serão disponibilizados no sitio do Instituto Chico Mendes na Internet: http://www.icmbio.gov.br. Art. 45 - Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação. ROBERTO RICARDO VIZENTIN O documento, em formato .pdf, pode ser acessado em:
  21. Excelente post, Getúlio! Essa questão da roupa do manequim, teríamos que ver com ele... Com relação à temperatura extrema do SD, deixo aqui um relato. Acampei com o Lafuma Trek1000 na Serra da Anta Gorda (Urubici, SC) em agosto de 2011 e, no amanhecer do dia 21, peguei algo próximo de - 8,0 na relva. Não morri, por isso estou postando aqui (!), mas dormi mal. Domi, é verdade, mas acordei algumas vezes com MUITO frio, sobretudo nos pés (a dificuldade para gerar calor e tudo...). Mas vejam, passei frio tendo comido 500gr de feijoada antes de dormir (!) e ultra agasalhado (até luvas, gorro e cachecol). Esse -11C sei não se não mata...fácil... Abraços, Mioto.
  22. Galera, vejam nas infos que o Daniel postou aqui: TEMPERATURA: +8° +3° -11°, ou seja conforto feminino é 8º, masculino 3º e limite (quando não morre mas não dorme) -11º. Isso é muito importante, sempre a primeira temp. é o conforto feminino, a segunda conforto masculino e limite é... limite mesmo. Acampei com o Lafuma Trek1000 na Serra da Anta Gorda (Urubici, SC) em agosto de 2011 e, no amanhecer do dia 21, peguei algo próximo de - 8,0 na relva. Não morri, por isso estou postando aqui ( ), mas dormi mal. Domi, é verdade, mas acordei algumas vezes com MUITO frio, sobretudo nos pés (a dificuldade para gerar calor e tudo...). Mas vejam, passei frio tendo comido 500gr de feijoada antes de dormir ( ) e ultra agasalhado (até luvas, gorro e cachecol). Esse -11C sei não se não mata...fácil... Abraços, Mioto.
  23. Elvis, Bela contribuição. Eu, por exemplo, nunca havia tentado essa opção de servidor de Mapas. Fiz alguns rápidos testes e, em alguns lugares, é MUITO melhor que o BE, ainda que geralmente um pouco menos atual. Porém, só para exemplificar, boa parte da Serra Geral em SC não possui os mapas disponíveis. Não sei se é a lógica, mas parece que o foco para aquisição dos mapas é o povoamento. Vamos fuçando... Abraços, Mioto.
  24. Caríssimos, Já tenho boa parte de SC (litoral e serra) mapeada com o BE. De fato há trechos em que a coisa fica revoltante. É o caso, por exemplo, da região da Serra do Panelão, antes de Urubici (para quem vai de Floripa). A imagem sequer pode ser chamada de imagem, é um lixo. Também notei que o georreferenciamento das imagens, em alguns casos, deixa a desejar. Ex. na BR-282, proximo a Floripa, você trafega por uma pista e o cursor (seta) do GPS te mostra em outra (e não me digam que é exagero , porque com as imagens do MOBAC a precisão era incrível). Porém, tive uma GRATA SURPRESA com o BE. Uma região, uma só, tem imagens melhor que a do GE (mais definidas/atualizadas). E é justamente uma região que me interessa bastante: a região da borda da serra geral entre o canyon do espraiado e a BR-282. Os Morros Boa Vista, Campo dos Padres, Jesuítas, do 50 e outros estão com melhor definição que no GE. Por enquanto é isso. Minha opinião sobre o BE: pelo preço e pelo que propicia acho que vale a pena. Mas por enquanto, na falta de algo melhor. Essas outras opções que estamos discutindo aqui podem, muito facilmente, desbancar o serviço da GARMIN, se é que já não desbancaram. Abraços, Mioto.
  25. Muito bacana isso colega. Mas nesse aparelho cabe quanto de um mapa do google? Por exemplo em termos de riqueza de detalhes em maxima aproximacao. E no caso de um percurso longo mas sem detalhes de riqueza sera que da pra percorrer uns 500kilometros e arquivar todas as fotos nesse aparelho? Esse negocio de funcionar sem internet eh uma boa, pois muitos lugares a internet via celular nao funciona principalmente no meio do mato. Atualmente, em meu Colorado 400t estou utilizando um cartão micro SD de 8GB. Tenho, para que tenhas uma ideia, uma parte interessante de SC: a área de 25 cartas topográficas, sendo que cada carta topográfica abarca uma área aproximada de 650 km2. Uma área absurda se considerar o uso em trekking e esportes afins. Abraços, Mioto.
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