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Taciano Bahia

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  1. Alguém foi na Transfagarasan? Se sim, como, quanto e por quanto tempo?
  2. O Parque Mirador é de fácil acesso por ônibus. A ponte fica próximo ao parque, mas ela é apenas uma réplica da ponte histórica que existia nas proximidades. Quanto a segurança: o parque é tranquilo, é movimentado e tem vigilância. Já na área da ponte... o México é parecido com o Brasil, portanto, todos os lugares tem algum risco de violência. Quanto mais isolado maior o risco. Na região de Guadalajara tem o lago Chapala. Pesquise sobre ele e sobre as cidades que o cercam, por exemplo, Chapala, Ajijic e Jocotepec para saber se lhe interessa. Talvez um pôr do sol Obs: mesmo que tenh
  3. Tem razão, Fabiano, realmente Piranhas é contramão para a roteiro que ela quer. Eu não fiz esse passeio que você citou, mas gostei da cidade.
  4. Sim, se depender dos "inferiores" a situação não vai melhorar nunca. Infelizmente. Eu nem tenho expectativa. Nem sei de onde tirei o humor Sobre as ilhas, se uma já é frequentada pela população, com certeza tem barcos que fazem a travessia. O problema (pra você) é que é quase certo que vai ter o que não gosta... "muito barulho, música alta" . Então, se puder, talvez seja melhor ir na semana. Aqui em Juazeiro tem a ilha do Rodeadouro, que parece ser similar a ilha Rarrá. Pode visitar a barragem de Sobradinho também. E a zona rural se não mudar de idéia. Não conheço esse sítios a
  5. Primeira coisa: quais ilhas são essas que você quer conhecer? Tem várias pelos rio. Algumas tem moradores, algumas são "balneários" para lazer e encher a cara, outras são usadas para agricultura e algumas para a plantação de maconha (que também é agricultura ). Então, só quando estiver em cada cidade para saber o que fazer nas ilhas da região. Há algumas confusões no tópico. É verdade que o rio passou vários anos seco (nível baixo), inclusive dificultando a navegação de barcos maiores, mas está muito cheio atualmente. Senhor do Bonfim não é vizinha de Paulo Afonso e não faz parte da regiã
  6. Sim, é possível tranquilamente fazer esse trajeto como deseja. Entre as cidades e delas para os povoados na zona rural sempre tem linhas de vans. Dependendo do lugar, são associações organizadas... com horários de saída e as porra Mas, vou convocar um mala que fez esse trecho... chega aí @Juliano Franco
  7. Ficou faltando um item muito importante para quem quer economizar em Cuba. O transporte de/para o aeroporto José Martí. Só nessa brincadeira é possível economizar uns 30 CUC em cada trecho. O que, com a cotação de hoje, dá quase 180 reais e mais de R$350,00 no total. É o seguinte, existem linhas que ligam bairros próximos ao aeroporto ao centro de Havana. Esses ônibus custam apenas 1 CUP, a moeda nacional. Resumindo, é de graça . O que você tem a fazer é sair do aeroporto e chegar na avenida Rancho Boyeros. Pode caminhar ou esperar um ônibus interno que liga os terminais. A linha P12
  8. Olá, Júlia, lendo mais uma vez esse incrível relato sobre a incrível Bósnia e Herzegovina Tenho algumas perguntas, um interrogatório rsrs... lembra por qual lado do túnel da esperança vocês foram, o da casa museu? A excursão "louca" durou apenas um período e passou por várias atrações, né, achou que o tempo foi suficiente? Chegou a ir em Blagaj? E, quantos dias a mais ficaria em Mostar? Lembra qual empresa e horário foi pra Dubrovnik, e se passa em Medjugorje e Capljina? Ahh, se me permite, uma correção, a olimpíada de Saraievo foi em 1984 e não em 2016
  9. Não acho interessante atravessar metade da Europa em pouco tempo. Eu passaria pelos países mais próximos. Se vai pra Rússia, incluiria Moscou, Helsinque. Mas tudo depende do interesse de cada um e, se está mesmo inclinado a fazer esse roteiro, poderia trocar as "pontas", ficando 4 noites em São Petersburgo e 2 em Zagreb. A Eslováquia é a parte mais fácil, pois, Bratislava fica a menos de 70 km de Viena. (Obs: por favor, não "curtam", "gostem", nem deem pontos de reputação )
  10. Deu duro? Tome um Dreher. Desce macio e reanima.
  11. @Forestes Isso aí! Inglês facilita, sem dúvida, mas não impede. Problema mesmo é querer viajar e não conseguir. Abraços
  12. Isso mesmo, @Nani84 , é complicado querer ensinar uma forma perfeita de viajar. O nome da página é "Mochileiros". Então, resolvi procurar a definição... Segundo o Priberam, mochileiro é: viajante de poucos recursos, cuja bagagem se reduz geralmente a uma mochila, e que recorre a serviços baratos de alojamento, alimentação e transporte. (https://dicionario.priberam.org/mochileiro) Segundo o Infopédia: pessoa que viaja com pouca bagagem e que procura reduzir ao máximo as suas despesas com transporte, alimentação, estadia, etc. (https://www.infopedia.pt/dicionarios/lingua-portugu
  13. Fiquei impressionado! Como pessoas deste fórum ainda não entenderam que cada cabeça é um mundo, que cada viajante tem um jeito de viajar e que as pessoas são diferentes? Simples. Acreditem, é simples entender isso! Quer dizer, parece simples mas tô vendo que é muito complicado pra algumas pessoas perceberem a "essa altura do campeonato". Cada um deve buscar a própria felicidade. Se alguém acha que será feliz viajando sem dinheiro, vivendo como hippie ou qualquer coisa parecida, que tente. Mesmo que precise fazer algo ilegal, como viver clandestino em algum país (desde que as consequências
  14. É Fabiano, tem esse problema mesmo. Algumas padarias e "comércios" só podem fornecer para cubanos com a caderneta do governo. Eu mesmo levei uma sobrada da porra em Baracoa, esperei um tempão pro pão ficar pronto, depois enfrentei a "fila cubana", e no final era uma padaria só de distribuição para os cubanos . Aprendi a perguntar antes se podiam vender. Em Bayamo o problema foi outro. A padaria podia vender, mas não conseguia suprir a demanda. E foi juntando gente na famosa "fila cubana", um amontoado de pessoas onde quem chega pergunta quem é o último e o penúltimo da fila e fica "vigia
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