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x-a-n-d-e

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Sobre x-a-n-d-e

  • Data de Nascimento 13-10-1983
  1. Infelizmente terminei deixando o relato meio abandonado e não pude tirar as dúvidas da colega há tempo, já que ela viajaria em novembro passado... Mas, como pode ser útil para outra pessoa no futuro: Em Kyoto fiquei no hotel sakura terrace e adorei. Para os padrões japoneses, o quarto é imenso. Além disso, a estação de metrô fica literalmente na frente. Levei dólares e troquei no aeroporto mesmo. Como falei no relato, a cotação é semelhante à encontrada em qualquer outro lugar. Quanto aos lugares que vendem o passe, nesse link tem a lista: http://www.japanrailpass.net/area_06.html Dando uma olhada, vi que, atualmente, só há agências paulistas, mas acho que dá pra entrar em contato com elas e resolver à distância mesmo. O meu eu comprei na h.i.s.
  2. Vou dia primeiro de Abril - mas não é mentira Como cortar só dois dias estava fácil Hehehe, resolvi arrumar mais sarna pra me coçar e estou querendo incluir chiang mai também, basicamente pra ir naquela pathara elephant farm. Vou comprar os trechos "internos" essa semana, e estou tendente a ficar 3 dias s em Bangkok, 2 em chiang mai, 2 em siem reap (só quero ver o principal mesmo), 3 em ao nang, 3 em phi phi e 2 em Singapura.
  3. Prometo que vou fazer o relato completo ainda, pessoal. É que minha vida andou meio agitada, pois fui transferido no trabalho, tive que me mudar pra outro estado - na verdade, voltar pra o meu de origem, entre outras coisas... Mas tentando dar algum andamento ao negócio... Quando estava procurando hospedagem em Kyoto,vi várias recomendações pra ficar em Gion (que eu só fui descobrir lá, depois de muito falar errado, que se pronuncia "Gui on"), que é a região mais tradicional da cidade, o famoso "bairro das gueixas". Pois contrariando todas essas recomendações, fiquei na parte nova da cidade, perto da estação central, e acho difícil que possa existir uma região mais conveniente para hospedagem. Ocorre que todas as indicações pra chegar em qualquer ponto turístico usam a tal estação como ponto de partida, então, estando ao lado dela, e podendo partir sempre da mesma, fica bem mais fácil. Ademais, qualquer passeio pelas redondezas, como Nara e Harashyama, ficam mais práticos de serem feitos quando você está ao lado do único local de onde saem os trens para estes destinos. Ainda em relação aos deslocamentos, a base do sistema de transportes de Kyoto não é o metrô, mas sim o ônibus. Quando li sobre isso, ainda antes de viajar,fiquei um pouco preocupado, pois não acho ônibus um sistema muito bom para quem não está familiarizado com a malha urbana de uma cidade. Mas o modo como os ônibus circulam na cidade é bem interessante. Tudo é feito como num metrô, com paradas com nomes, como se fossem as estações, mapas de circulação, " the next stop is...", enfim... É meio difícil explicar, mas MUITO fácil de usar. Uma coisa curiosa de Kyoto é que lá, assim como em Hiroshima, e bem diferente de Tokyo, é comum ver mulheres de quimono enquanto fazem suas atividades cotidianas. No primeiro dia, achei que estivesse havendo alguma espécie de festival, evento especial, enfim, mas com o passar do tempo constatei que é realmente é algo normal. Achei muito charmoso ver de crianças a vovós usando esse traje.
  4. Felipe, sei que vou soar repetitivo, mas teu relato tá show. Um dos melhores que já vi nesse site, e olha que frequento ele há bastante tempo. E como se não bastasse, essa tua disposição em continuar acompanhando o tópico pra ajudar todo mundo que tem dúvidas é impressionante. Parabéns mesmo! Mas chega de rasgação de seda e vamos ao que interessa... Kkkkkkkkk Vou ter 15 dias no sudeste asiático, contando o da chegada, ao meio dia, por bangkok, e o da saída, as 21:00 por Singapura. Inicialmente eu ia ficar só por Bangkok, Krabi com Phi Phi e Singapura, entretanto, depois que comprei a passagem, comecei a me interessar por outros lugares, e o tempo, que para o planejamento inicial estava folgado, agora apertou. Estou com várias opções pra dividir os dias, mas não consigo chegar a uma conclusão. Opção 1: 1- bangkok (como chego ao meio dia e vou ter que ir ao hotel, fazer check in, etc, só vou poder aproveitar mesmo lá pra umas duas ou três da tarde. 2-bangkok 3-bangkok 4-bangkok 5-voo pra sim reap 6-siem reap 7-siem reap 8-voo pra krabi com conexão em bangkok 9-krabi (railay) 10-ferry pra phi phi 11-phi phi 12-phi phi 13-phi phi 14-ferry pra krabi e vôo pra Singapura. 15-Singapura e vôo para o Brasil à noite Opção 2 Deixo siem reap para outra oportunidade e troco ela por chiang mai. Opção 3 Fico em bangkok apenas a metade do dia a da chegada e mais dois, fico outros 2 em siem reap e 2 em chiang mai e sigo para as praias. Opção 4 Igual ao anterior, mas cortando um dia de Phi phi pra colocar em bangkok, siem reap ou chiang mai Isso sem contar outras variações, do tipo: se forem 7 dias nas praias, seriam 3 em krabi e 4 em Phi phi. Porém, entretanto, todavia, se eu diminuir para 6, de modo a poder aumentar a permanência em bangkok, siem reap, ou chiang mais, como Dividiria? 3 em krabi (um pra chegada, outro pra railay e outro pra Hong island) e 3 pra Phi phi, ou 2 pra krabi (chegada e railay) e 4 pra Phi phi? ãã2::'>
  5. Olá, colega! Não vou poder te ajudar muito com experiência prática, pois desses países que tu listou eu só conheço o Japão. Porém, como tô de passagem comprada para o sudeste asiático e já programei uma viagem para a China - que foi adiada, vou dar meus pitacos neles também... Bom, já li que no Japão se deve deixar Tokyo para o final, quando já se estiver com mais prática no país, pois a capital seria complicada em termos de deslocamento. Quando fui, fiz isso, tanto por essa razão quanto por imaginar que ela seria o ponto alto da viagem, então, preferia deixar o melhor para o final. Não é que não tenha gostado de lá, pelo contrário, adorei, mas a cidade que mais curti foi Kyoto, além de ter achado Tokyo facílima de se locomover. Então,hoje, eu começaria por esta última mesmo. Até porque, depois de mais de um dia de viagem, o ideal seria não ter que pegar ainda um trem pra atravessar o país. Mas, se tu pretende iniciar por Hiroshima mesmo, não seria melhor descer em Osaka, que fica bem mais próxima? Quando fui, a Emirates cobrava a mesma coisa pela chegada em ambas. Em relação a Kyoto, eu acrescentaria um dia para ir para Harashyama. Apesar de não ter ido para lá, já que só tive duas semanas, eu faria um Day trip para Himeji, para ver o castelo, que é o maior do Japão. Também não fui lá, mas pelo que pesquisei e pela opinião de uma menina que morou no Japão, Osaka não tem nada demais, assim como Nagoya. Mas acho que isso seria preocupação para quem tem tempo limitado e precisa fazer cortes, o que imagino não seja um caso de quem vai passar um ano na estrada. Em relação à China, apesar de não ter ido, pretendia fazer ela junto com o Japão, então cheguei a montar roteiro e tal. Realmente, Hong Kong tá com tempo demais. Acho que as únicas cidades do mundo que merecem uma estadia tão grande São Nova York e, talvez, Londres. Eu dividiria esse tempo na China em 4 pra Hong Kong, 1 para Macau, 4 para Beijing e 3 para Xangai. Também acho que Kuala Lumpur tá com muitos dias. Não tem nada de muito interessante lá além das torres e de batu caves. Acho que é cidade para dois dias e olhe lá. Já em Cingapura eu cortaria está permanência pela metade e com os dias restantes dela e de Kuala Lumpur iria para krabi + phi phi. Bom, como disse, experiência prática mesmo eu só tenho de um dos países. O resto é só achismo baseado em pesquisas.
  6. E aê, pessoal! Bom, acompanho o site desde o planejamento para o meu primeiro mochilão, em 2009, quando passei um mês na Europa. Desde então, não parei mais de viajar e até fiz uma ou outra contribuição pontual aqui, mas sem nunca escrever um relato mais completo, o que vou - tentar - corrigir agora. Então vamos lá. A vontade de conhecer o Japão surgiu em 2007, quando passei um tempo estudando em Vancouver, que é praticamente um enclave asiático dentro do Canadá. Voltei de lá achando os nativos "ok", mas o que eu curti mesmo, em termo de povo, foram os japoneses com os quais tive a oportunidade de conviver. Todos absurdamente gentis, educados e tudo mais. Comecei a ler sobre o país, mas sempre faltava coragem para encarar a viagem de avião para o outro lado do mundo, além da grana, até que, este ano, decidi que havia chegado a hora e lá fomos nós, eu e minha namorada, encarar essa jornada. Ao contrário das minhas primeiras viagens, que eram mais num estilo mochileiro roots, com quartos em albergues fedidos com 30 pessoas, e refeições no fim da tarde, para servirem como almoço e jantar , essa para o Japão foi com mala (pequena) de rodinhas e hospedagem em hotéis, além de um orçamento mais folgado, que permitia fazer 3 refeições por dia, como uma pessoa normal. Pois bem, comprei a passagem pela Emirates chegando por Osaka e voltando por Tokyo, por recomendação do Ricardo Freire, do Viaje na Viagem, que sempre fala que é bom chegar na capital japonesa apenas quando já estiver mais ambientado ao país, pois os deslocamentos por lá seriam muito complicados. Sinceramente? Gostei da forma como a trip ficou distribuída, mas não tive nenhuma dificuldade para passear por Tokyo. Ao contrário, achei, não só ela como todo o Japão, o país mais fácil para viajar dentre todos nos quais já estive. Pois bem, cheguei em Osaka num final de tarde, mas não conheci nada da cidade além do aeroporto, pois já peguei um trem direto para Kyoto. Uma coisa curiosa do Japão é que a taxa de câmbio do aeroporto é igual - ou até melhor - do que aquela praticada nos demais lugares. Então, podem trocar o dinheiro aqui sem problemas. Quanto aos trens, simulei quanto ficaria para comprar todos os deslocamentos de modo avulso e comparei com o preço do Japan Rail Pass. No meu caso, o passe ainda ficaria um pouco mais caro, mas optei pelo mesmo pela comodidade, e olha, valeu demais! É muito prático chegar e pegar o trem, sem ter que ficar entrando em fila para comprar passagens. Também é ótimo não ter que se preocupar com horários. É chegar na estação e embarcar no próximo disponível. Tive recomendações para fazer reservas em alguns trechos - e até as fiz - mas foi totalmente desnecessário, pelo menos na época em que viajei - Outubro. De qualquer modo, vale a pena ter o site hyperdia.com, que disponibiliza o timetable do sistema de transportes do país, à mão, pois em algumas rotas a oferta não é tanta, assim você pode se programar para só chegar na estação na hora em que um trem estiver para sair, e evitar, assim, ter que ficar esperando muito pelo próximo. Quando foram fazer consultas no site, lembrem-se de desmarcarem a opção NOZOMI / MIZUHO /HAYABUSA, pois o passe não inclui eles. Então, como dizia, cheguei no aeroporto, fiz o câmbio dos dólares que havia levado, troquei o voucher do rail pass pelo passe em si num escritório localizado no próprio aeroporto e embarquei rumo à Kyoto, com uma baldeação em uma das duas estações de Osaka (tudo indicado pelo hyperdia). Depois de uma hora de viagem, mais ou menos, finalmente chegamos ao nosso primeiro destino, a antiga capital imperial japonesa. CONTINUA...
  7. Olá pessoal! Comprei meio que no impulso, por causa de uma promoção da Qatar, passagens pra o Sudeste Asiático e tô precisando de uma ajudinha com o tempo que devo passar em cada local. São 15 dias, incluindo o da chegada (em torno do meio dia, em Bangkok) e o da saída (9 e pouca da noite, por Singapura). Os lugares seriam Bangkok, Siem Reap, Krabi com Phi Phi e Singapura, e pretendo fazer os deslocamentos de avião. O ideal seria, pelas pesquisas que tô fazendo, 4 dias em Bangkok, 3 em Siem Reap, 3 em Railay (ou é melhor Ao Nang?), 4 em Phi Phi e 3 em Singapura. O problema é que essa soma aí dá 17... Então a questão é "simples"..., de que lugares tiro esses dois dias que me faltam? Muito obrigado, desde já, a quem puder dar uma força
  8. x-a-n-d-e

    [[Template core/front/global/prefix is throwing an error. This theme may be out of date. Run the support tool in the AdminCP to restore the default theme.]] Deserto de Atacama

    Lembrando que o ônibus da Turbus não sai do aeroporto, mas sim da rodoviária de Calama. Vai ter que pagar um taxi até a rodoviária da cidade, o que diminui a economia do ônibus.
  9. x-a-n-d-e

    [[Template core/front/global/prefix is throwing an error. This theme may be out of date. Run the support tool in the AdminCP to restore the default theme.]] Deserto de Atacama

    Por uma dessas coincidências da vida, no hostel de santiago fiquei no mesmo quarto de um cara super gente boa que era guia no Atacama. Perguntei sobre as agências do lugar, qual ele recomendava, coisa e tal. Ele afirmou que as duas melhores eram a Desert Adventures e outra que eu esqueci o nome. Questionei a respeito da Grado 10 e sobre como tinha ficado impressionado com o caminhão deles, mas ele fez algumas críticas ao profissionalismo da empresa, questões de segurança do veículo e conhecimento dos guias que lá trabalham. Como os comentários dele me pareceram bem embasados e imparciais - ele é guia de um dos hotéis de luxo da cidade, não trabalhalhando para nenhuma dessas agências - acatei a sugestão.
  10. x-a-n-d-e

    [[Template core/front/global/prefix is throwing an error. This theme may be out of date. Run the support tool in the AdminCP to restore the default theme.]] Deserto de Atacama

    Cheguei ontem de viagem. O esquema da compra no site chileno da Lan funcionou 100%. Nenhum questionamento sobre isso por parte de qualquer funcionário. Utilizei os serviços da Desert Adventures. Fiz dois passeios com o guia Danilo (Vale de la luna + Vale de la muerte e Salar de Atacama + Lagunas Altiplânicas). Sabem aquela pessoa que nasceu pra ser guia? É esse cara. O cidadão é fantástico. Recomendadíssimo. Se possível, procurem saber os passeios que ele vai está guiando e sincronizem com a sua agenda. Depois desta primeira experiência, o nível de exigência subiu muito, e achei o guia que nos levou para Tatio bem fraco. É um uruguaio chamado Emilio, que me passou a impressão de ter chegado de um velório, tamanho seu desânimo. Mas pode ser que ele tenha sido apenas "normal", eu é que fiquei mal acostumado depois do primeiro. Quanto a altitude, agora acho que jogador de futebol e jornalista esportivo é tudo muito fresco. Ninguém sentiu qualquer efeito no nosso grupo, e olha que tinham pessoas de idade. Já o frio é realmente de matar. Já tinha pego temperaturas negativas no Canadá, mas não me lembro de ser tão insuportável quanto aqui. Tirei a mão da luva por uns minutos para fazer uma filmagem e quando coloquei de volta meus dedos estavam doendo muito, e assim permaneceram por um tempo. Fiquei até meio preocupado. Esses passeios foram feitos numa grande van da Mercedes. Já a ultima excursão, para as lagunas do salar, foi feita numa Toyota Hilux igualzinha a essas vendidas atualmente no Brasil. Não me lembro do nome do guia, mas gostei dele. Era bem simpático e eficiente e tinha muito conhecimento da região, nos passando informações bem interessantes. Não tinha o estilo super animado do Danilo, mas era muito melhor que o Emilio, cuja voz mal dava para escutar. A refeição do passeio de dia inteiro foi feita num restaurante. O café da manhã do Tatio foi bom, dentro do possível. Nas lagunas do salar, serviram salgadinhos, biscoitos e pisco. Achei os 4 passeios imperdíveis. Vi algumas pessoas criticando o Vale de la luna, mas eu gostei bastante. Inclusive, eu nem ia fazer o passeio das Lagunas do salar, só mudei de idéia porque o dono do hostel em que fiquei o recomendou. E estava certo. O que achei totalmente dispensável foi a Quebrada de jerez e Toconao, que eles incluíram no passei do salar + lagunas altiplânicas. Por falar em hostel, gostei bastante do Campo Base. Os quartos são muitos bons. Meio frios, é verdade, mas bons. A localização é ótima, bem pertinho da Caracoles. Mas o destaque do lugar é seu proprietário, o Pancho. Muito eficiente e atencioso. Reclamamos do frio no quarto e ele prontamente providenciou um aquecedor portátil. Impressiona como ele ta sempre preocupado com o bem estar dos seus hóspedes. Se desejaram, ele faz a intermediação da negociação com as agências de San Pedro e com os transfers. Restaurantes. Achei o El Paso a grande barbada da cidade. Barato e boa comida. Nada de memorável, mas boa. Comi também no Casa de piedra, ao lado do Café Adobe. Achei a comida melhor que a do El paso, mas o preço também é maior. Ainda assim, nada de outro mundo. Vi todo mundo falando que San Pedro era absurdamente caro, mas comi mais barato lá que em Buenos Aires, que todo mundo dizia ser uma pechincha. Utilizei o transfer da Licancabur, reservando antes via internet. A van é confortável e cumpriram os horários. Bom, acho que é isso. Não deixem de fazer esta viagem, o lugar é Fantástico! A ida a Buenos Aires, após o Atacama, foi totalmente ofuscada pela passeio pelo deserto.
  11. x-a-n-d-e

    [[Template core/front/global/prefix is throwing an error. This theme may be out of date. Run the support tool in the AdminCP to restore the default theme.]] Deserto de Atacama

    1) 20 dias só em San Pedro? Sim, é muito tempo. 2)Estou indo daqui há duas semanas e calculei 25 dólares de hospedagem (albergue) por dia, cerca de 140 dólares para os principais passeios (menos salar de tara), e mais o gasto com alimentação, que é uma incógnita completa para mim. Pelo que li a cidade é bem carinha, espero que uns 20 dólares por dia (no mááááximo) sejam suficientes. 3) Compre o voo Santiago-Calama-Santiago no site chileno da Lan. Paguei 120 dólares, ida e volta. Segundo os diversos relatos que li, até agora ninguém foi barrado, apesar de o site informar que o preço é só para residentes no Chile. De qualquer forma, to olhando o ticket aqui e não faz nenhuma referência a essa restrição e, além do mais, pretendo fazer o checkin pela internet para zerar completamente qualquer risco de não embarcar. Outra possibilidade é usar a skyairlines, mas os horários, pelo menos para mim, eram péssimos. Uma vez em Calama, o modo mais prático de chegar em San Pedro e usando o transfer Licancabur. obs: aqui ensina como comprar os tickets na sky: http://www.matraqueando.com.br/passagens-aereas-baratas-dentro-do-chile-voe-sky-airline
  12. Vitor, to indo pra BAs daqui há 4 semanas e estou entre estes Terrazas Estoril/Estoril e o Suites Florida. Qual é o problema com o banheiro do lugar?
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