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Ingrid Ferreira

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Tudo que Ingrid Ferreira postou

  1. [align=justify][t3]Dia 13: Bye bye Paris.[/t3] Meu último dia em Paris. Resolvi curtir em câmera lenta e “tirar o dia de folga”. Levantei da cama às 11h e arrumei a mochila, pois o próximo destino seria Barcelona e me despediria dos meus companheiros de viagem e seguiria o restante da viagem sozinha. Toca passear na Champs Elisée e região! Andei bastante neste dia, fui até o Jardim de Touliere e fiquei um pouco curtindo o movimento de pessoas. Almoço em outro restaurante italiano bem popular por lá: o Pastapapá da rue Jean Mermoz. Mais andanças e depois uma pausa em um café próximo ao Arco do Triunfo, fiquei por lá até a hora de seguir para o aeroporto. Resolvi usar os ônibus executivos que levam até o aeroporto, primeiro porque eu estava cansada de andar e depois porque o aeroporto do meu vôo era o Orly. O ônibus demorou 40 minutos para chegar até o aeroporto e o ticket pode ser comprado diretamente com o motorista.[/align] Despesas do dia: Pastapapá: 22€ Café: 13,50€ Ônibus para aeroporto: 12€
  2. [align=justify][t3]Dia 12: Montmartre day.[/t3] Acordei atrasada e deixei minha amiga esperando na fila imensa da Torre Eiffel (coitadinha). Cheguei quase 10h00 e ela já estava esperando na fila a quase 1h. Compramos o ticket para subir de elevador, e posso dizer uma coisa: É muuuuuito alto! A visita é legal, mas lá em cima é super lotado e mal dá pra arrumar um espacinho pra tirar uma boa foto. Para ser bem sincera eu gostei mesmo da visão do alto do Arco do Triunfo e quando dizem que a melhor visão de Paris é da Sacré Cœur, não estão mentindo. Mas valeu a visita, porque se eu não subisse realmente eu ficaria arrependida. Depois de muito enrolar por lá, descemos e fomos almoçar em um restaurante / bar que fica bem próximo da Torre Eiffel, chamado Le Champ de Mars e fica na Avenue de La Bourdonnais. Havia um lugar que eu queria muito visitar, pois sou simplesmente apaixonada: O Museu de Augustine Rodin! Quem curte esculturas não deve deixar de passar por lá. Obras maravilhosas! Eu amei passar um pedacinho da minha tarde no museu e depois nos jardins. De lá seguimos para a Sacré Cœur, pois eu ainda não tinha ido à Montmartre. Minha primeira impressão do bairro não foi muito boa, as ladeirinhas que dão acesso à Sacré Cœur são estranhas e cheia de comércio de imigrantes e cabeleireiros especializados em cabelos em cabelos afros. O legal foi ver a diversidade de pessoas que andam por lá. Sem dúvida a Sacré Cœur foi um dos monumentos mais lindos que visitei durante toda a trip, o interior da catedral é uma coisa inacreditavelmente linda! Os afrescos e as capelinhas dedicadas são de ficar de boca aberta. No final da tarde paramos em um café, ali mesmo em Montmartre e deixamos a hora passar um pouco. Os dias em Paris foram muito cansativos e eu estava realmente cansada e eu desisti de passar pelo Moulin Rouge, mas ainda parei nas lojinhas da região para comprar alguns suvenires. Encerrei a noite em um restaurante italiano na região da Champs Elisée chamado Samesa e fica na Rue Bray, uma travessa Avenue Wagram. Nunca comi tanto em toda minha vida (juro!), o prato que eu pedi servia umas três pessoas! Acho que demorei quase uma hora pra comer meio prato! Saí do restaurante e não conseguia nem andar! O frio estava imenso para uma brasileira do sudeste (10º) e minha roupa não era suficientemente quente. Bora voltar para casa! Despesas do dia: Almoço no Le Champ de Mars: 18€ Ticket Torre Eiffel: 13,40€ Jantar no Samesa: 20€ Suvenir: $$$$[/align]
  3. [align=justify][t3]Dia 11: O encanto dos jardins.[/t3] Acorda cedo, prepara mochila de ataque, prepara lanchinho e bebidas para um dia inteiro fora e corre pra estação do metrô! Nossa sexta-feira foi reservada completamente para Versailles que fica região de Paris. Fomos até uma estação de metrô que dava acesso ao RER C, compramos um novo ticket para Zona 4 (onde está localizado Versailles). O trem correto é o RER C com destino a Gauche (Versailles-Rive Gauche), é só entrar e descer na última estação. Simples e fácil. A viagem dura em média 40 minutos. [li=DICA]Antes de sair da estação, compre seu bilhete de volta em alguma das máquinas disponíveis. As máquinas aceitam cartão de crédito ou moedas.[/li] Siga o fluxo de pessoas que você chega ao palácio, que fica á 5 minutos de caminhada da estação de trem. “Thanks God, por eu ter comprado o Paris Museum Pass!” A fila estava quilométrica para comprar o ticket de entrada! Com o passe você passa direto e pega só a fila de acesso ao castelo mesmo. Bom, apesar de ter visitado todo o palácio, eu achei um porre ficar andando entre os grupos de turistas asiáticos e suas comitivas! Eu não conseguia ver praticamente nada, obstrução total! Preferi sair do castelo e ir para os Jardins. O Jardim é incrivelmente maravilhoso e vale a pena uma visita tranqüila, pra andar e se perder nos labirintos de lá. Existe o mini-train que te leva até o Petit Trianon e o Grand Trianon, paga-se por este transporte (o valor eu não lembro), mas eu preferi andar pelo jardim e ir até os outros locais andando mesmo. Além de um local maravilhoso, valeu muito a pena conhecer o Petit Hameau, que fica perto do Petit Trianon. Se você não observar bem no mapa, você vai deixar passar este local despercebido, porque eu cheguei lá por acaso, nem cheguei a olhar no mapa. É uma quinta projetada por pelo arquiteto Richard Miqué e foi construída entre 1783 e 1786 a mando da Rainha Maria Antonieta, lugar lindo demais! É só ver as fotos. [li=DICA]Se você não quiser gastar muito comendo nos restaurantes lotados do Palácio, leve um lanchinho do supermercado e faça um pic-nic. Só preste bastante atenção no mapa, porque é proibido fazer pic-nic nos jardins. Existem locais específicos pra isso e estão sinalizados no mapa.[/li] Na hora do jantar eu resolvi chutar um pouco o pau da barraca. Fui encontrar um amigo próximo ao Arco do Triunfo e fomos jantar em um restaurante chamado L’Ecluse na Rue d’Armaillé. Ótimo atendimento, ótima comida e ótimo vinho! Despesas do dia: Almoço (lanche preparado em casa): 9,5€ Ticket de trem (ida e volta) para Versailles: 5,90€ Jantar no L’Ecluse: 28€[/align]
  4. [align=justify][t3]Dia 10: A experiência com Monet.[/t3] De todos os dias anteriores em Paris, este foi o dia mais tranqüilo pra nós. O dia estava lindo, com sol, céu lindamente azul e então fomos até a Champs de Mars (a foto do meu perfil foi tirada neste dia! ). Pensamos em começar o dia na pela visita da Torre Eiffel, porém desistimos em cima da hora e resolvemos deixar para o sábado, já que mais um companheiro de viagem chegaria no dia seguinte. Depois seguimos para o Arco do Triunfo, realmente adorei aquele lugar! O Arco é o centro de todas aquelas avenidas enormes e cheias de carros e pessoas circulando a pé. Do alto, pode-se ter a visão 360º da cidade de Paris, é realmente bonito (gostei mais dessa visão do que da Torre Eiffel). A subida é um cansaço a parte! Dá tontura de subir pelas escadas circulares e minúsculas daquele lugar! Saímos do Arco, pegamos o metrô até a estação Tulieres e fomos em direção ao Musée L’Orangerie. Eu estava bem ansiosa para visitar este museu, já que algumas obras impressionantes de Claude Monet estão expostas lá. Impressionante é entrar nas salas onde as obras de Monet estão expostas! São salas em 360º com obras magníficas, gigantescas e tão impressionantes que parece que você está dentro dos jardins pintados por Monet! É uma sensação tão maravilhosa, que eu não consigo descrever, só mesmo visitando as salas pra conseguir sentir. Tentamos almoçar em um restaurante que ficava atrás do Museu das Armas, mas não conseguimos, porque estava tendo manifestação (pacífica) de estudantes e trabalhadores do setor de saúde, não conseguimos descobrir o motivo, mas a rua do restaurante estava interditada e então comemos em um restaurante qualquer que tinha um menu de frango ao curry com batatas fritas e saladas, gostoso por sinal. Seguimos para o Museu das Armas, visitamos a exposição permanente que é bem interessante, mas se você não se liga em artefatos de guerra, deixe esse museu pra lá! Não conseguimos visitar o túmulo do Napoleão, porque já havia passado do horário de abertura. Finalizamos o dia depois deste museu, e resolvemos fazer uma social com nosso host. Voltamos pra casa e ficamos por lá o restante da noite. Despesas do dia: Almoço: 11,50€ Supermercado: 9,40€[/align]
  5. Que bom que o relato está sendo útil pra vocês! Logo posto a continuação de Paris. Estou realmente atrasada! Abraços.
  6. Olá Karla! Que bom que você está gostando do relato! Fico muito feliz por isso! Claro que vou continuar escrevendo! Só estou sem tempo de continuar na velocidade que eu gostaria. Os gastos principais eu relatei no final de cada post, quando eu terminar o relato, vou postar a planilha de custo, pois preciso atualizá-la. Realmente não gastei muito com hospedagem, só em Barcelona. Como eu falei no começo, me hospedei em couchsurfing. Logo vou atualizar o relato!
  7. Oi Kaliude, Que bom que você está gostando do relato! Eu ganhei um diário de viagem da minha irmã, é bem legal, mas tenho que admitir que anotei somente nos 5 primeiros dias! Depois abandonei porque não dava tempo. Não fui à Évora, porque ficava um pouco contramão do meu roteiro e meus dias estavam apertados também. Eu adorei a cidade do Porto! Sou suspeita pra falar, mas a cidade é realmente muito agradável e tem ótimos lugares pra visitar.
  8. [align=justify][t3]Dia 9: Stamps of Korea.[/t3] Segundo dia efetivo em Paris foi dedicado ao Louvre! As quartas-feiras o museus fica aberto das 09h as 22h. Descemos na estação Palais Royal Musée Du Louvre e compramos o Paris Museum Pass (4 dias) na livraria que fica no acesso pela galeria comercial, achei super tranqüilo entrar por este acesso e o Museus Pass é realmente prático. No dia anterior eu havia passado pelo Louvre com guide tour, já havia ficado maravilhada quando dei de cara com a pirâmide de vidro e o Jardim de Tuileries. Até este ponto da viagem a minha grande expectativa era o Louvre. Foi um dos pontos altos da minha viagem, simplesmente amei esse lugar, infelizmente eu fique somente um dia no museu e não deu para visitar calmamente todos os pontos que eu desejava, até hoje sinto muita vontade de voltar lá e passar pelo menos mais dois dias passeando pelos corredores. [li=DICA]Primeira coisa a fazer é pegar um mapa do museu que fica no centro de informação central, ainda no piso térreo logo à frente da pirâmide invertida. Garimpe e pegue um mapa em português (os mapas em português tem o cabeçário verde), mas tem em inglês ou espanhol para quem preferir. Pra tiver um dinheirinho sobrando e quiser alugar o audioguia eu acho uma boa. Eu não aluguei, mas quando eu voltar vou alugar.[/li] É maravilhoso andar pelos corredores e ver outros artistas reproduzindo, ao vivo, as obras expostas no museu, há diversos deles em várias partes! Outra coisa que me chamou muita atenção são as turmas escolares, geralmente de crianças até 10 anos acompanhadas pelos professores. É uma aula de história da arte, praticamente da fonte! O primeiro pitstop foi para ver a Monalisa, já sabíamos que a sala era super lotada e então decidimos ir primeiro e aproveitar o restante do museu depois, acho que não foi uma boa idéia, era praticamente impossível chegar um pouco perto pra ver a pintura que mais parecia um retrato 3x4 de tão pequena! Hahahaha, mesmo assim vale a pena se espremer um pouco pra conseguir ver mais de perto. Passamos o período da manhã vendo as pinturas e esculturas italianas e francesas na ala Denon. Quando paramos para almoçar na Mac Donald’s perto do Museu (travessa da Rue de Rivoli), ao nosso lado estavam um casal de sul coreanos que nos observavam com interesse, logo puxou conversa conosco e ao final da conversa em um inglês sofrível, eles nos deram um suvenir de seu país. Como o rapaz trabalhava nos correios, ele nos presenteou com um selo coreano! =D Bem legal. [li=DICA]Pare para comprar suvenirs na Rue de Rivoli, há várias lojinhas que vendem gravuras lindas, chaveiros, imãs de geladeira, chapéus, lenços e outras quinquilharias que geralmente gostamos de comprar para dar de presente. Neste local não são tão caras como em lojas dentro de pontos turísticos.[/li] Na parte da tarde ficamos pela ala Richelieu do Museu e também procuramos as obras que gostaríamos de ver antes de ir embora. Andamos bastante e o dia foi bem cansativo, não duvide quando alguém disser que o Louvre é enorme! No final da tarde saímos para uma volta no Jardim de Tulieres, sentamos no gramado do jardim para tomar um sol (às 19h!) e descansamos os pés cansados! O nosso host parisiense nos convidou para um picnic na Champs de Mars antes de anoitecer, então passamos no supermercado, compramos alguns lanchinhos e seguimos direto pra lá. Chegamos antes de anoitecer (na primavera começa anoitecer as 21h30) e conseguimos apreciar a vista da Torre Eiffel ficando iluminada gradativamente, até o momento que começou a piscar como um enfeite natalino! Muito lindo e realmente inesquecível! Despesas do dia: Paris Museum Pass: 50€ Almoço: 6€ Suvenirs: €€€€[/align]
  9. [t3]CURIOSIDADE: Pont dês Arts: A ponte do amor![/t3] Paris é muito romântica mesmo! [muitos suspiros]. A Pont des Arts é uma ponte de pedestres que liga o Institute de France ao Louvre, aqui os casais fazem suas promessas de amor, prendem os cadeados na ponte e depois jogam a chave no Rio Sena. Segundo o que a lenda diz, estarão unidos para sempre. Infelizmente não foi dessa vez que eu fiz juras de amor e prendi o meu cadeado! Até levei um em forma de coração (precaução), vai saber, e se eu encontrasse o amor da minha vida lá... quem sabe!
  10. [align=justify][t3]Dia 8: Comédie Française![/t3] Ficamos hospedadas próximo ao metrô Plaisance, então infelizmente teríamos que usá-lo todos os dias para locomoção, uma vez que fica no 14º arrondissement, um pouco afastado dos pontos turísticos. Francês mal educado [parte 2]: Resolvemos comprar o Cartão Navigo Découverte (para turistas) para facilitar a locomoção, pois ficaríamos até domingo em Paris e o cartão tem validade de segunda a domingo. [li=IMPORTANTE]O cartão Navigo Découverte tem validade de segunda a domingo, ou seja, se você comprá-lo na quinta-feira, só poderá utilizá-lo até domingo. O preço é fechado, compra-se para uma semana, não dá pra comprar passagens fracionadas. É importante destacar que é vendido por Zona, e cada uma tem um preço diferente. Eu comprei somente para locomoção dentro da Paris e Île-de-France (Zona 1 e 2), ou seja, não tinha validade até Versailles. Maiores informações: Paris - Guia de Informações: Passes para você economizar em Paris[/li] Tudo parece fácil, mas o perrengue foi conseguir comprar este bendito cartão no guichê de informações do metrô Plaisance! O atendente (que teoricamente deveria falar inglês) nos atendeu com o maior mau humor da face da terra quando percebeu que éramos turistas. Tentamos falar em francês, não conseguimos uma boa comunicação. Então tentamos em inglês e nada, ele se recusava a falar em inglês! Nós perguntávamos em inglês e ele respondia em francês! Nos passou informações truncadas, percebemos que ele não queria nos vender o cartão. Depois de mais de 20 minutos e quando estávamos desistindo de comprar, ele resolveu voltar atrás, nos deu o cartão e nos ensinou a fazer a carga na máquina. Já estávamos estressadas e muito atrasadas para o tour que queríamos fazer, deu muita raiva daquele idiota! Aproveitamos o primeiro dia efetivo em Paris para conferir a dica de uma amiga. Fomos conferir o free guide tour do News Europe,, que tem saídas todos os dias às 11h e às 13h da Place St. Mitchel. O tour pode ser feito em espanhol e inglês e é gratuito, se você gostar, paga o quanto achar justo no final. O tour dura aproximadamente 3 horas e quem tiver interesse em saber o itinerário é só acessar o link que eu coloquei neste post. Particularmente eu acho que valeu muito a pena, deu pra ter uma idéia da cidade e principalmente de localização, fez a diferença para mapearmos nosso itinerário para os próximos dias. Ao final do tour o guia nos sugeriu um pequeno restaurante típico onde pudemos comer uma torta muito boa (que esqueci o nome) e crème brûlée de sobremesa, pagamos barato por causa da indicação do guia. Peço desculpas, anotei o nome do restaurante porque era realmente uma ótima dica para os mochileiros, porém não consigo achar nas minhas anotações! Com o fim de tour e de barriga cheia resolvemos ir ao Musée D’Orsay para aproveitar o restinho de tarde que tínhamos. Sem sombra de dúvida um dos melhores museus que já visitei! Sem palavras, só estando lá pra sentir o ambiente maravilhoso. Durante o free tour passamos em frente ao Salle Richelieu, um dos teatros mais famosos do mundo, construído em 1791. O guia nos informou que uma hora antes de cada espetáculo os ingressos eram vendidos por 6€ para lugares na galeria. Minha amiga ficou eufórica com a idéia de assistirmos um espetáculo neste teatro, não fui muito a favor, pois era todo em francês e eu não entendo nada! Depois de muitas discussões e argumentos, ela me convenceu a aceitar. O teatro é simplesmente maravilhoso! Particularmente eu nunca tinha entrado em uma sala de espetáculo parecida com aquilo, nem no municipal de São Paulo! Ficamos até o primeiro ato da peça, que durou 2h! Eu não agüentava mais, o contexto da história até parecia interessante, mas eu queria mesmo era matar a minha amiga! Despesas do dia: Cartão Navigo Découverte: 5€ Passagens para uma semana: 18,50€ Almoço: 9,30€ Entrada Musée D’Orsay: 5,50€ (mais barato porque entramos faltando duas horas para fechar). Salle Richelieu: 6€ [/align]
  11. [align=justify][t1]França[/t1] [t1]Paris[/t1] [googlemap]http://maps.google.com.br/maps/ms?msid=205949875367738071448.0004a14f58035911381bd&msa=0&ll=48.858842,2.343864&spn=0.107743,0.33474[/googlemap] [t3]Dia 7: Enfin est la bienvenue![/t3] Passei a maior parte deste dia descansando, arrumando a mochila (que ganhou ao menos 1kg a mais depois da passagem por Portugal) e me preparando para seguir de Porto para Paris. Optei por pegar um taxi da casa do meu host até o aeroporto do Porto. Cheguei ao aeroporto Charles de Gaulle às 19h no horário local e logo de cara tive a felicidade de ver a minha amiga do outro lado do vidro que separa as esteiras de bagagem do desembarque! Essa amiga é de São Paulo e também estava de mochilão pela Europa, combinamos de conhecer Paris juntas. Ela vinha de Frankfurt e eu de Porto. Recebi um sms do meu host parisiense pedindo para nos encontrarmos com ele em um pub chamado Lion Bar no bairro de Montmartre, ao invés de seguirmos para a casa dele, estava rolando um “CouchSurfing Meeting”. Munidas de mapa da cidade e do metrô, seguimos para região de Île-de-France. Á primeira vista é tudo muito complicado, nos atrapalhamos para comprar o bilhete do RER, fomos e voltamos ao centro de informações turísticas duas vezes, mas deu tudo certo. É tudo muito bem sinalizado. Aqui começou a primeira decepção da viagem, mesmo que eu tenha ido preparada pra isso, mesmo assim nos deixou com uma primeira má impressão da cidade. Descemos na estação Gare du Nord e tínhamos que pegar o metrô, linha 4 em direção à estação Sebastopol, com a mapinha do metrô na mão conseguimos nos achar, o problema foi achar onde era a plataforma correta, isso só aconteceu porque não estávamos muito familiarizada com o sistema do metrô de lá. Francês mal educado [parte 1]: Decidimos pedir informação, minha amiga fala um francês básico e tentou pedir informação para uma senhora, já que não tinha ninguém do metrô por perto. A senhora simplesmente ignorou minha amiga, porque percebeu que ela não falava francês direito. Neste momento passou uma moça, de aparência latina, e nos perguntou em espanhol se precisávamos de alguma informação (ela tinha nos visto falar em português), foi a nossa salvação e muita gentileza por parte da moça. Seguimos para o metrô que ficava na parte de cima da estação, depois de umas 50 escadas rolantes (brincadeira!). Depois disso foi bem fácil chegar até Montmartre. Francês bem educado [parte “quase” única]: Descemos na estação Bourse e ficamos perdidas em qual direção seguir, o bar era próximo da estação, mas estávamos com mochilão e já eram 23h. Fomos a uma direção e não era, voltamos para perto da estação e vimos um rapaz andando rapidamente próximo da gente, minha amiga jogou um “excusez-moi” e perguntou se ele sabia onde era a rua que precisávamos ir, incrivelmente o rapaz tirou um guia de ruas da mochila, procurou o nome da rua e nos deu a direção correta! Agradecemos com um “merci” e ele nos desejou “Bienvenue à Paris”!  Encontrei meu host e curtimos o restinho de noite no pub. Uma das delícias da noite foram alguns shots de “Vodka Caramel”, especialidade do barman! Despesas do dia: Taxi até o aeroporto do Porto: 15€ Mc Donald’s no Aeroporto: 5,30€ Bilhete do RER para Île-de-France: 8,50€ Vodka Caramel: 2€ o shot[/align]
  12. Adorei! Tenho que admirar a sua coragem, pelo fato de ter encarado um "passeio" no meio da muvucada colorida! Ler seu relato me valeu boas risadas! :'>
  13. Eba! Ainda bem que você está gostando! Não divulguei porque ainda estou escrevendo, mas vou postar no Facebook para o pessoal acompanhar! Não tomei muitas cervejas em Portugal (preferi os vinhos do Porto ). Eu tomei a Sagres, que tem a versão mini de 250 ml que custa 1€ na balada, mas no supermercado custa 5€ um pack com 10 cervejas. Pra ser sincera não achei muuuuuito boa não e acredito que deva ter cervejas melhores por lá, mas eu preferi tomar vinho ou sangría.
  14. Eu concordo! Fiquei 7 dias em Paris e falou visitar alguns lugares que eu gostaria de ter ido, o lance é criar as suas prioridades. Vou voltar à Paris em outra oportunidade porque a cidade oferece muitas opções de lugares para visitação.
  15. Vai de cabeça aberta, porque no Louvre não é diferente. E em Versailles então, eu desisti de visitar os cômodos do palácio e fui para o jardim. É mais tranquilo se conseguir comprar pela internet, eu comprei na hora e demorei uns 30 minutos na fila. Era um sábado de manhã, estava cheio mas a fila andou relativamente rápido.
  16. Quanto a trens e avião acredito que você não terá problema. Os trens possuem aquecedores sim, pode ficar tranquila.
  17. [align=justify][t3]O que eu aprendi em Portugal:[/t3] É um país lindo e encantador! Muitos brasileiros têm preconceitos em relação a Portugal e acham que visitar este país não é estar na Europa. Bobagem total! O povo é acolhedor e educado, estar em Portugal é como entrar em um livro da nossa história. A cultura brasileira influencia o povo português mais do que imaginamos. Nossa música, nossa culinária, nossa cultura de forma geral, andar pela noite em Alfama em Lisboa é como estar no Brasil, músicas brasileiras por todos os cantos. Ainda existem portugueses que falam do Brasil como uma colônia portuguesa, mas isso é exceção. Lisboa é uma cidade de idosos! Há clínicas oftalmológicas e de aparelhos auditivos em cada esquina do centro lisboeta! Senti vergonha de não conhecer tão bem a história do meu país, assim como os portugueses conhecem a deles. Qualquer português pode facilmente ser um guia turístico, contando com detalhes a história dos monumentos e construções, como se estivem lendo páginas de um livro de história. Os homens portugueses são machistas sim, mesmo os mais jovens. Há uma rixa muito grande entre lisboetas e portuenses, não somente pelo futebol do Porto e do Benfica, mas também por questões políticas. O nosso sorvete Kibon se chama Olá! [/align]
  18. fmichelan, Achei a distribuição dos dias adequado. Se eu fosse você não tiraria nenhum dia de Lisboa, porque tem que considerar o deslocamento entre as cidades, onde se perde algumas horas do dia. Dois dias inteiros em Lisboa é razoável, menos que isso você não vai conseguir curtir a cidade. Não esqueça de considerar os deslocamentos, principalmente para os trechos que você fará de trem, deixe sempre uma folga razoável para algum imprevisto. Essa época que você vai será inverno, então acho que tudo será feito em um ritmo mais lento.
  19. Criskeune, Acho que não influencia muito não, eu fui em uma quarta-feira do mês de maio e estava muuuuito lotado. Longe de mim ser preconceituosa, mas realmente os asiáticos tumultuam demais! Estão sempre em bandos e os guias se acham donos dos museus.
  20. [align=justify][t3]Dia 6: Portugal: Suas vilas e castelos.[/t3] Hoje o dia foi para conhecer algumas cidades na região de Porto. Primeira parada foi na cidade de Viana do Castelo que fica a 75 Km do Porto, uma cidadezinha de 36 mil habitantes, como uma vila aconchegante e cheia de lojinhas de roupas e artesanatos. Infelizmente as lojas estavam todas fechadas porque era domingo. Uma curiosidade legal desta cidade é que foi onde nasceu o navegador Diogo Álvares, que em 1.510 naufragou próximo ao rio Vermelho em Salvador/BA, foi morar com os índios Tupinambás e recebeu o nome de Caramuru. Casou-se com a índia Paraguaçú e toda essa história inspirou o filme “Caramuru: A invenção do Brasil” lançado em 2001. No alto da cidade tem o Templo do Sagrado Coração de Jesus, que foi inspirada pela original Basílica de Sacré-Cœur de Paris. A segunda parada foi em uma cidade ao norte de Portugal e divisa com a Espanha, aproximadamente 115 Km de Porto, chamada Valença do Minho. A vila que fica às margens do Rio Minho é rodeada de muralhas formando uma fortaleza. É uma vila da idade média que agora é um centro comercial, onde se vende principalmente roupas de cama, mesa e banho. É uma vila encantadora, com suas muralhas e fortes que foi utilizada para proteção da cidade evitando uma possível invasão espanhola. Passei o restante da tarde em Valença e depois segui para o Porto, neste dia aconteceu o jogo do final do campeonato português entre Porto e Paços Ferreira, meu host conseguiu ingressos para o jogo e claro que eu não iria perder a oportunidade de assistir um jogo no mega estádio do Porto! Despesas do dia: Almoço em Viana do Castelo: 12€ Café em Valença do Minho: 4,50€ Metrô (para o Estádio): 2,00€ (ida e volta) Ingresso para o jogo: Free [/align]
  21. [align=justify][t3]Dia 5: E o couchsurfing fazendo a diferença na minha viagem.[/t3] Reservei o dia para fazer um city tour organizado pelo pessoal do CouchSurfing de Porto. O ponto de partida foi as 09h30 em frente da Igreja de São Martinho de Cedofeita, considerada a igreja mais antiga de Porto, não se sabe exatamente quando a construção original foi erguida, uns dizem que é de 450 e outro de 560. Passou por algumas transformações para se manter em pé até os dias de hoje. O dia foi bem cheio e o roteiro foi o seguinte: Igreja de São Martinho de Cedofeita (Largo do Priorado) Bar Galeria de Paris (Rua Galeria de Paris, 56) Livraria Lello (Rua das Carmelitas, 144) Igreja do Carmo e Igreja dos Carmelitas (Rua do Carmo) Café Piolho ou Âncora D’Ouro (Praça Carlos Alberto). Torre dos Clérigos (Rua S. Filipe Nery) Igreja Nossa Senhora da Silva (Rua Caldeireiros, 104) Estação São Bento. Sé Catedral (Terreiro da Sé, 573) Jardim do Morro (Vila Nova de Gaia) Croft – Cave do Vinho do Porto (Rua Barao de Forrester, 412, Vila Nova de Gaia) O tour é totalmente realizado em inglês e o mais legal de tudo é que o roteiro inteiro é de graça, alguns monumentos são pagos, mas fica a critério de cada um entrar ou não, mas a idéia principal é mostrar a cidade e seus monumentos de forma geral e depois quem quiser conhecer internamente volta depois. O couchsurfing é assim, o pessoal abraça o projeto e se dedica de coração. Este mesmo tour é realizado toda semana, principalmente aos finais de semana, mas dependendo da quantidade de turistas podem ser feitos durante a semana, como uma espécie de “tour extraordinário”. Final da noite eu fui jantar com um grupo de amigos do meu host e depois seguimos para uma baladinha chamada “Festa da Gigi” em uma boate chamada Triplex (http://www.triplex.com.pt/). Despesas do dia: Cartão Andante (metrô): 2,50€ (ida e volta + cartão) CouchSurfing PortoGaiaCityTour: Free Croft Cave de Vinho: Free Festa da Gigi: 15€ [/align]
  22. [align=justify][t3]Dia 4: E nas margens do Rio D’Ouro...[/t3] Acordei lá pelas 10h da manhã depois de uma noite de farra na Queima das fitas e fui bater perna no bairro onde fiquei hospedada, era relativamente perto da praia dos Ingleses, então fui andando até lá. Quem está acostumado às praias brasileiras vai estranhar bastante, fiquei por lá andando nas margens da praia e curtindo o ambiente, ali tem várias lojas, restaurantes e cafés para quem curte fazer compras. Eu preferi aproveitar um café e curtir a vista, que, aliás, é bem bonita. Na hora do almoço meu host me pegou na praia dos Ingleses e seguimos para a parte antiga de Porto, antes de ir almoçar em Vila Nova de Gaia. A parte antiga da cidade é simplesmente linda, rústica, cheia de construções do século XVII, XVIII e XIX, com suas ruas estreitas. Eu realmente amei esta cidade! Fomos comer as tradicionais francesinhas portuguesas. Às margens do Rio D’Ouro tem um restaurante chamado “Caves da Cerveja” (http://www.cavesdacerveja.pt/), famoso por suas francesinhas. A francesinha é uma espécie de sanduíche com carne, rosbife, lingüiça, alguns molhos especiais, com ovo frito e mal passado por cima. É bem gostoso, vale a pena experimentar! Depois do almoço fomos dar uma voltinha nas margens do Rio D’Ouro, ainda do lado de Vila Nova de Gaia que é onde ficam as famosas caves de vinho do Porto. Há várias delas e quem for pra lá pode escolher a vontade qual visitar, mas eu optei em fazer esta visita só no dia seguinte. Voltamos ao Porto e resolvi conhecer o Palácio da Bolsa, que é sede da Associação Comercial do Porto. É um edifício construído no século XIX e só é permitido fazer visitas guiadas, pois o prédio ainda é utilizado como escritório. A visita pode ser feita em inglês, francês e português. [li=IMPORTANTE]A visita guiada no Palácio da Bolsa acontece a cada 30 minutos, quem for o primeiro a chegar e marcar cada sessão tem o direito de escolher o idioma da visita, ou seja, se você comprar o ingresso para o tour das 14h e alguém já tiver comprado primeiro e escolher a visita em francês, ou você acompanha o tour em francês ou marca para o próximo horário e escolhe o idioma.[/li] Ao lado do Palácio da Bolsa fica a igreja de São Francisco. É uma construção do século XIV onde fica também o museu de arte sacra e as catacumbas onde eram guardados os restos mortais dos moradores da cidade, isso antes de ser proibido e da criação dos cemitérios da cidade. Na igreja de São Francisco tem uma incrível escultura da Árvore de Jessé, que trata-se da árvore genealógica de Cristo, pra quem gosta de arte sacra é um prato cheio! Uma escultura impressionante e no mínimo uma teoria interessante da descendência de Cristo. Despesas do dia: Francesinha na Cave da Cerveja: 10€ Entrada na Bolsa do Comércio: 7€ Entrada combinada na Igreja S. Francisco + Museu de Arte Sacra + Catacumbas: 7€ [/align]
  23. [align=justify][t1]Portugal[/t1] [t1]Porto[/t1] [googlemap]http://maps.google.com.br/maps/ms?msid=205949875367738071448.0004a14f1866ce809e609&msa=0&ll=41.15381,-8.614054&spn=0.011471,0.027595[/googlemap] [t3]Dia 3 [Adendo]: Queima das Fitas[/t3] Na noite que eu cheguei no Porto estava acontecendo uma festa muito tradicional por lá, chama-se “Queima das Fitas”, é uma festa tipicamente universitária e envolve uma tradição de anos, que resumidamente trata-se de passagem de ano (que eles chamam de pastas) dos quartanistas e quintanistas. Meu host me convidou para ir e assistir ao show de uma banda de rock portuguesa, chamada Xutos e Pontapés, foi muito legal e eu realmente curti a música desta banda! É uma festa interessante, os estudantes vestem-se com roupas típicas e cartolas, cada curso tem uma cor diferente e você diferencia os estudantes pelas cartolas, além disso, cada curso monta a sua barraca onde são vendidas bebidas e onde ficam os DJ’s depois do show principal, cada barraca com um DJ e com uma música diferente. Uma bagunça, porque as barracas ficam uma ao lado da outra, então a música de uma “invade” a música da outra... hahahaha. Segue aqui um vídeo da banda pra quem tiver interesse em conhecer. É um tanto estranho o sotaque português, mas a música é legal! Despesas do dia: Ingresso para a Queima das Fitas: 13€[/align]
  24. Nandacoite, O site da Mondial é https://www.mondialtravel.com.br/ O televendas é 55 11 4331-5121 Eu já comprei o seguro da Mondial, mas não precisei utilizar (ainda bem!). Seguro é tudo igual, se não conseguir aqui no fórum tem indicação de outros é só jogar na pesquisar. Boa sorte.
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