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Ingrid Ferreira

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Tudo que Ingrid Ferreira postou

  1. Callu, A viagem de ônibus foi confortável sim, porém demorei 3 horas para chegar em Porto. Tem uma parada de 15 minutos entre os destinos, para ir ao banheiro e tomar algo. Em relação ao conforto, o ônibus não perde para o trem. Os bancos do trem não reclinam (bilhete turistico), mas o do ônibus sim. A diferença é que o trem é mais rápido. Escolha o que você achar melhor para o momento da viagem, economizar 12 euros não faz tanta diferença no contexto geral.
  2. Vini. Tenho este mesmo cartão, fiz uma viagem em Maio e como não fiz a compra das passagens por este cartão, não foi fornecido o seguro. Se há controversias, a melhor opção é que a pessoa ligue na central de atendimento. Fiz isso duas vezes e o seguro não foi disponibilizado.
  3. Já foi postada sim, mas vamos lá. A administradora do cartão de crédito só disponibiliza o seguro viagem caso a passagem aérea tenha sido comprada através do cartão, caso contrário, não é disponibilizado. Se for o seu caso, é só ligar na central de atendimento do cartão e solicitar.
  4. Trata-se de outro ticket, os tickets são vendidos por zonas. Para ir até Versailles você compra o bilhete que é válido para zona 4 (onde está Versailles). É fácil comprá-lo nas máquinas disponíveis nas estações.
  5. Aqui tem o passo a passo de como chegar em Versailles: http://www.artdeviv.com/como-ir-paris-castelo-versailles-trem-instrucoes/ Um dica importante: Quando chegar na estação final em Versailles, já compre o ticket de volta nas máquinas em frente as catracas de saída/entrada da estação. Eu não comprei e peguei uma fila quilometrica pra comprar na volta. Outra coisa importante, tenha moedas em mãos ou então vai ter que comprar com cartão de crédito, as máquinas não aceitavam notas.
  6. alerau80, Eu acho que pegar taxi é bobagem! Nem sei o preço de taxi em Paris, porque quando estive lá usei metro/trem pra tudo. A rede de metrô de Paris é uma (se não) das melhores do mundo. O RER de Charles de Gaulle até o metrô custa 8 euros e a viagem demora aproximadamente 30/40 minutos, e como o Deco disse, tem lugar para acomodar as malas e é relativamente tranquilo viajar. O transferer que ele sugeriu tem opção de te deixar no Arco do Triunfo, é mais confortável e você pode sair de lá para o metrô mais próximo do seu hotel. Quando ao deslocamento na cidade e até a estação de trem, dê uma olhada no mapa do metrô, é complexo, mas você vai precisar dele durante toda a sua viagem.
  7. Ingrid Ferreira

    Madri

    Alessandro, Acho que dá tempo sim. Do terminal 4 para o terminal 1 tem um metrô bem rápido que vai pra lá, no deslocamento não terá problemas. A não ser que você tenha problemas em pegar as malas ou na imigração, o que eu não acredito que aconteça, o aeroporto é bem organizado.
  8. Alessandro, A compra de passagem de ônibus é igual aqui, vai no guichê da companhia e compra na hora. Ir de trem é mais rápido. Tanto o trem como o ônibus saem da Estação Oriente em Lisboa. No final da viagem eu precisei fazer Porto x Lisboa para pegar o vôo para São Paulo, então comprei passagem de trem pelo site do Combois de Portugal (http://www.cp.pt), paguei 30€ (quase o dobro do ônibus). Optei em receber o bilhete por sms, nem precisei imprimir nada, só mostrei meu passaporte para o funcionário que conferiu na relação dele e pronto.
  9. [align=justify][t3]Dia 3: Ora pois, e os velhinhos?[/t3] Meu último dia em Lisboa reservei para conhecer o Mosteiro dos Jerônimos e também a Torre de Belém. Acordei tarde por causa da balada do dia anterior e segui para a estação Santa Apolônia e peguei o Elétrico (não lembro o número) para o Mosteiro. O meu cartão Viva Viagem tinha validade para o metrô e elétrico, então não peguei mais nada por isso. Comprei um bilhete conjunto para o mosteiro e a torre de belém por 10€ e comecei a visita pela capela do mosteiro. Linda, pena que não consegui tirar uma foto descente da capela, principalmente porque não podia usar o flash! Quase não consegui fazer a visita direito, havia muitos grupos de turistas com guias, eles dominam o ambiente e quando você chega perto deles, olham feio achando que estávamos ouvindo as informações que eles pagaram uma fortuna. O Mosteiro é lindo por dentro, o jardim é bem amplo e bem cuidado. Havia um grupo escolar de crianças acompanhadas pelos professores, achei isso muito legal e foi um ponto que observei muito durante toda a viagem, as crianças começam a estudar história e arte diretamente nos locais, no Louvre e no Museu L’Orangerie em Paris também haviam muitos grupos de estudantes, mas disso falo mais pra frente. Velhinho nº 2 : Antes de seguir para a Torre de Belém sentei em um banco do jardim à frente do Mosteiro de São Jerônimos para dar uma olhada no mapa da cidade, um minuto depois um velhinho de aproximadamente 80 anos se aproximou e perguntou se eu estava descansando (Ãh????), respondi que não até um pouco mal educada e continuei olhando o mapa (me lembrei do velho taxista). O velhinho, aparentemente simpático, pediu para sentar ao meu lado, eu não respondi e ele sentou mesmo assim. Em questão de segundos ele também estava olhando para o meu mapa, dando opinião e (#nojo) colocou (#juro) a mão na minha perna! Dei um pulo de 3 metros e totalmente chocada saí dali e segui em frente. Juro, o velho não conseguia nem andar direito! E eu não consegui nem pensar em dar chute na canela naquele velho nojento. Desculpa, mas o que foi aquilo gente? O jardim tinha vários turistas que estavam atravessando do Mosteiro para a Torre, porque logo comigo????? Depois disso passei a trocar até de calçada quando passava perto de algum velho. Hahahahahaha Depois de me recuperar do choque e da vontade de dar uma voadora no velho, fui ao monumento do Padrão do Descobrimento, mas só tirei foto por fora, não entrei na exposição. Depois segui para a Torre de Belém. Estava tudo tão lotado de turistas que estava terrível para conseguir bater uma foto descente. A torre é bonita, mas não tem nada de mais, achei bem mais interessante ver de fora do que por dentro. Segui para a antiga confeitaria de Belém onde vende os tradicionais pasteizinhos de Belém, coisa boa, comida dos deuses! É realmente uma delícia, não consegui comer só um, comprei um pacote com 6 pasteizinhos para viagem! Voltei para casa do meu host e arrumei a bagagem, meu ônibus para Porto estava marcado para as 19h. Infelizmente meu host de Lisboa não teve muito tempo para interação, ele estava com um projeto de trabalho que estava atrasado, mas estava me esperando para se despedir, levei pra ele um par de havaianas que deixei de presente. Meu ônibus saiu da Estação Oriente e fui pela companhia Renex (http://www.renex.pt/), a passagem custou 18€. A viagem foi bem tranqüila e cheguei ao Porto às 22h, optei em ir de ônibus porque meu host de lá trabalharia até este horário, e como o ponto final de ônibus era ao lado do trabalho dele, ficou mais fácil. Despesas do dia: 10€: Bilhete Conjunto (Mosteiro + Torre de Belém) 5,60€: Pasteizinhos de Belém (6 unidades): 18€: Renex (Lisboa x Porto) [/align]
  10. [align=justify][t3]Dia 2: O Brasil é logo ali.[/t3] Sai de casa as 09h30 e segui para a Praça do Comércio, minha intenção era ir pra Sintra passar o dia por lá. Mas não queria ir por conta própria e sozinha, então resolvi pegar um passeio guiado que é vendido no posto de informações turísticas. Como saí um pouco tarde de casa, acabei perdendo o primeiro passeio guiado que saia as 09h00. Resolvi esperar até as 13h e então fui dar mais um passeio no bairro de Baixa Chiado, dei uma passada no Mercado do Ribeira que fica no Cais do Sodré, comprei alguns suvenirs nas lojinhas perto de lá e voltei para a Praça do Comércio e sentei perto do cais pra descansar um pouco. Logo um artista de rua montou seu “palco” no cais e começou a tocar clássicos do rock muito bem, fiquei por lá curtindo o sol (e o vento) e ouvindo o show até o horário do tour sair. Comprei o Pena Palace & Sintra Tour da empresa Yellow Bus (http://www.yellowbustours.com) que inclui: Palácio da Pena, Vila de Sintra, Cabo da Roca, Guincho, Boca do Inferno e Cascais (esses últimos três é uma passada muito rápida), o valor foi de 42€ por 5h de passeio. Achei caro, mas comprei mesmo assim e no final do passeio não me arrependi. Uma van bem confortável te pega na Praça do Comércio e te leva até Sintra, que fica a 40 minutos de Lisboa. A visita ao Palácio é totalmente guiada e por si só já vale a pena, passar pelos cômodos e receber todas as informações históricas em português e bem explicadinho faz a diferença, pra mim foi melhor ainda, no tour estava um rapaz francês e eu, e como ele não falava inglês a guia fez o tour em francês e português. O interior do Palácio é lindo e o acervo de móveis e obras lembra muito o Museu Imperial de Petrópolis no Rio de Janeiro. O Castelo foi construído na época do romantismo do século XIX e é um lugar extremamente lindo. Foi o primeiro castelo real que visitei na minha viagem à Europa e tenho que dizer que fiquei emocionada. Foi como entrar em um túnel do tempo da nossa história. Passamos uma hora e meia no palácio e depois seguimos para a Vila de Sintra. Lugar lindo e romântico, cheio de cafés e lojinhas de artesanatos típicos da região. Impossível passar por pela cidade sem provar os típicos travesseiros e queijadinhas de Sintra, só de lembrar me dá água na boca! Parei em uma confeitaria em uma vielinha próxima ao Museu do Brinquedo, chamada Panisintra e comprei um travesseiro e uma queijadinha por 2€, vale a pena levar um pacotinho com 6 queijadinhas por 5€! A atendente me indicou uma adega próxima onde vende a famosa Ginjinha de Óbidos. A ginjinha é um licor servido em um copinho de chocolate, que você toma a metade da bebida e depois come o copinho, uma delícia! Depois da Vila de Sintra seguimos para o Cabo da Roca, lugar lindo, maravilhoso. Como a maioria deve saber é o mesmo lugar que Camões descreveu como “Onde a terra se acaba e o mar começa” no livro Os Lusíadas. O restante do tour não vale a pena ser relatado, não teve muita graça na verdade. Retornando para Lisboa, marquei de encontrar o pessoal do Couchsurfing no Largo Camões, que fica no Bairro Alto para irmos ao Fado Vadio, que rola no bar chamado Tasca do Chico (Rua do Diário de Notícias). Uma experiência e tanto! O Fado Vadio funciona assim, os músicos tocam o fado e quem quiser e conhecer, pode cantar. Muito engraçado, vale a pena conferir. O mais inusitado foi que andando pelas ruas do bairro, eu só ouvi músicas brasileiras em todas as baladas, parei em vários bares e todos estavam tocando música pop, samba, axé e forró brasileiro, muito engraçado, por isso o título do post. Velhinho nº 1 : Na volta pra casa peguei um taxi porque o não tinha mais metrô naquele horário, o motorista era um velhinho falador de uns 70 anos, começou com um papo criticando os jovens que estavam na rua naquela hora e blá blá blá, eu só escutava, até porque metade do que ele falava eu não entendia hahahaha. Em um determinado ponto do monólogo, o velhinho começou a falar de mulheres, e fala e fala, e eu entendendo a metade, mas já ficando desesperada, mas teve uma frase que eu entendi muito bem: “Mulheres magras são melhores na hora de fazer sexo” (O quê?????? Socorroooooooo!), olhei pela janela e vi que estávamos no quarteirão do prédio do meu host, comecei a procurar a chave na bolsa e nem ouvia mais o que ele falava, quando ele parou eu paguei a corrida e nem esperei o troco, corri para o prédio e abri a porta na velocidade da luz! E ele ainda me mandou um tchauzinho! Despesas do dia: 42€: Sintra City Tour 2,80€: Travesseiro+Queijadinha+Coca-cola 2€: Ginjinha de Óbidos 2€: Tasca do Chico (uma sangria) OBS: A entrada no Palácio Nacional da Pena custa 12€, mas já estava incluso no valor do tour.[/align]
  11. [align=justify][t1]Portugal[/t1] [t1]Lisboa[/t1] [googlemap]http://maps.google.com.br/maps/ms?ie=UTF8&hl=pt-BR&msa=0&msid=205949875367738071448.0004a14eb0c6ab6c315af&ll=38.711869,-9.133716&spn=0.011888,0.027595&z=15[/googlemap] [t3]Dia 1: Boas vindas da terra mãe.[/t3] Cheguei a Lisboa as 09h do dia 03 de maio, combinei com meu host (anfitrião do couchsurfing) de ele me encontrar no aeroporto. A chegada foi tranqüila e optei por comprar um chip da Vodafone para me comunicar com meus contatos durante a viagem, o chip custou 15€ e veio com 10€ de crédito para efetuar ligações e mandar torpedos. A decisão de comprar o chip foi à melhor que tive, esses 10€ duraram os 19 dias, pois basicamente me comunicava por torpedo, até com pessoas aqui no Brasil. Foi a minha primeira experiência com o CouchSurfing fora do Brasil, por isso não conhecia meu host pessoalmente, mas já tinha visto fotos dele, então foi fácil encontrá-lo no aeroporto. O nome dele é Manuel Paes, um lisboeta muito simpático e muito ativo no couchsurfing da cidade. Fiquei hospedada muito próxima ao metrô Bela Vista, então ficou fácil andar pela cidade. Cheguei à casa do meu host, tomei um banho, arrumei minhas coisas e segui para conhecer a cidade, ele não pôde me acompanhar porque iria trabalhar, mas me emprestou um pequeno guia da cidade e do metrô. Segui para o metrô, comprei o cartão Viva Viagem (0,50€) e uma passagem com validade de 24h, que integra metrô, ônibus e elétrico por 3,95€. A validade é de 24h mesmo e não de 1 dia. Comecei pela região do Chiado, desci na estação Rossío e segui andando pela Rua Augusta, ponto obrigatório pra quem vai à Lisboa! Aqui tem tudo, lojas de departamentos, restaurante típicos, lanchonetes, cafés e muitos (mas muitos) artistas de ruas de diversas nacionalidades, andando por lá pude ouvir artistas tocando música flamenca, outro cantando e tocando clássicos do rock’n’roll e também um brasileiro dando um de Carlinhos de Jesus e dançando samba com os turistas. Peguei um mapa da cidade no Turist Information que fica próximo ao arco de entrada da Rua Augusta, já bem perto da Praça do Comércio. Segui pela Praça do Comércio até o Cais da Colina e sentei um pouco para decidir por onde começar. Como já estava um pouco tarde, decidi andar pelas ruas do bairro do Baixa Chiado e comer alguma coisa. Você se perde por lá, as ruas são todas iguais, cheias de restaurantes típicos e bares, além de vielas e escadarias. A melhor forma de conhecer a região antiga da cidade é andando. O interessante é ver que praticamente tudo que é típico em Lisboa, não são dos portugueses! Tinha uma rua lotada de restaurante típicos com cardápios oferecendo bacalhau e vinho do Porto, mas todos os restaurantes daquele lugar eram de indianos e seus descendentes! Almocei em um desses restaurantes (que me esqueci de pegar o nome) e pedi um prato de bacalhau com batatas e uma jarra de vinho do Porto, tudo ficou por 12€. [li=Importante]As gorjetas aqui são bem vindas e praticamente obrigatória, moedas de valores muito baixo não são bem vistas. Então deixe moedas acima de 0,20€ ou 0,50€.[/li] Segui serpenteando pelas ruas do bairro meio sem rumo, dei uma olhada no mapa e vi que eu estava pertinho do Castelo de São Jorge, então segui pra lá. Durante o caminho não tive pressa, fui observando as ruas e vielas do bairro. Me apaixonei por tudo, desde as roupas penduradas pela janela, os azulejos das fachadas, as flores nos bem cuidadas nos seus vasinhos, o clima de sossego, etc. O Castelo de São Jorge fica no alto do bairro, então prepare-se pra subir pelas ruelas. Cansa um pouco, mas não precisa de pressa. Há um centro de informações turísticas na entrada, peguei o mapa do local e comprei o ticket de entrada, que custou 7€. O Castelo de São Jorge foi construído pelos muçulmanos no século XI e foi conquistado pelos Portugueses em 1.147. É um lugar lindo, vale muito a visita. Lá de cima dá pra te uma visão maravilhosa da cidade de Lisboa. Andar pelo castelo te leva a histórias antigas de reis, rainhas e lutas por conquistas. Acho que fiquei 1h30 por lá e depois segui pelas ruas do bairro Alfama, parei em algumas lojinhas de suvenirs e em uma lanchonete pra tomar um refrigerante. Segui para conhecer a Sé Catedral que fica um pouco abaixo do Castelo de São Jorge. Aproveitei que estava na catedral e acendi uma vela e fiz uma prece pedindo uma ótima viagem e que tudo desse certo nos próximos 20 dias. Já estava bem cansada de andar e então resolvi voltar pra casa, antes parei em um supermercado que fica logo abaixo do prédio do meu host e comprei algumas cervejas, pães e suco. Cheguei em casa e meu host ainda estava trabalhando, aproveitei para descansar um pouco. Depois de descansar acessei o site do Couchsurfing e vi que estava rolando um meeting em um bar chamado Casa dos Lafões no bairro de Alfama, entrei em contato com o organizador do evento e segui pra lá. Foi bem legal, era uma noite de chorinho e forró brasileiro, descobri que os lisboetas são apaixonados pelas músicas brasileiras e são ótimos dançarinos. Tive a oportunidade de conhecer outros lisboetas e alguns estrangeiros que estavam no evento. Aproveitei e já marquei de ir ao show de Fado no dia seguinte com um português, uma húngara, uma romena e uma austríaca. Primeiro dia acabou aqui, um dia cheio e agitado. Mas um ótimo início de viagem! Despesas do dia: 15€: Chip da Vodafone: Cartão 4,45€: Viva Viagem + passagem para 24h 12€: Almoço 7€: Entrada no Castelo de São Jorge 6,00€: Casa dos Lafões[/align]
  12. [align=justify][t1]Mochilão Bienvenue: Portugal, França e Espanha (19 dias)[/t1] Essa foi a minha primeira viagem para a Europa, por isso escolhi o título “Mochilão Bienvenue”, a palavra bienvenue significa "bem vindo" ou “boas vindas” em francês. Quando cheguei ao meu primeiro destino, senti as boas vindas do velho continente, senti isso através das pessoas que me receberam, das pessoas que conheci ou das que eu já conhecia. O clima estava ótimo e os lugares muito lindos, com isso entendi que tudo estava conspirando para uma viagem maravilhosa. Por que escolhi o francês? Eu tinha uma grande expectativa em conhecer Paris, a cidade luz, a cidade da boemia européia e também conhecida como uma das cidades mais românticas da Europa. Pois é, deve ter sido pela grande expectativa que foi lá que tive uma das decepções da viagem. Sobre isso, vou falar durante o relato. [t3]Características da Viagem:[/t3] Foram 19 dias de viagem, começando em 03 de maio e terminando em 22 de maio; Planejei uma viagem solo, mas em algumas cidades tive companhia de amigos, alguns brasileiros e outros estrangeiros que conheci em outras viagens; Minhas hospedagens foram através do CouchSurfing em praticamente todos os lugares que eu passei; Não fiquei somando e nem guardando notinhas do que eu consumi no final do dia, por isso no final de cada post vou informar somente os custos mais importantes, como passeios, transporte e eventualmente alimentação. [li=IMPORTANTE]Quem quiser tirar alguma dúvida ou questionar algo, fique a vontade, ficarei satisfeita em responder. Não vou responder dúvidas enviadas por e-mail, somente as postadas aqui, pois a sua dúvida pode ser a mesma de outro membro e a troca de informações devem ser feitas através do fórum.[/li] [t3]Hospedagem pelo CouchSurfing:[/t3] Sei que a maioria das pessoas tem um pouco de receio em relação ao Projeto do CouchSurfing (http://www.couchsurfing.org) e se você não tem “mente aberta” sugiro que nem tente, mas se você realmente é um viajante independente ou mochileiro, tenho certeza que vai se adaptar com a filosofia do projeto. Nem tudo são rosas e diversão, conheço pessoas que tiveram perrengues ao se hospedar pelo couchsurfing. Por isso é importante que se você resolver optar por este tipo de hospedagem, escolha muito bem pra quem vai pedir um “couch”, leia o perfil da pessoa e procure pessoas que tenham afinidades com você, e pra isso, leva tempo. E o mais importante, esteja preparado financeiramente para ir para um hostel caso a hospedagem não dê certo. Demande tempo para pesquisar, ler e reler os perfis e mande os “couchrequest” personalizados para pessoa. Tenha um perfil completo e com algumas fotos que dê pra ter uma idéia de quem você é. Separe um tempo da viagem para sair, jantar ou interagir com seu host (antitrião), não pega bem usar a casa dos outros como hostel! Tenho certeza que você não gostaria que fizessem isso com você. Eu não tive perrengue, todas minhas hospedagens foram ótimas e eu fui bem recebida. Só usei hostel em Barcelona (por opção). Resultado: As hospedagens em couchsurfing me fez aumentar minha rede de amigos e com o bônus de poupar um pouco dinheiro durante a viagem. [t3]É difícil viajar sozinha na Europa?:[/t3] Acho que essa é a primeira pergunta que a gente se faz na hora de decidir viajar sozinha, e a minha resposta é um grande e sonoro: NÃO! Acredite, com tudo planejado direitinho é mais que moleza viajar pela Europa sozinha! Lembre-se que lá tudo funciona, não é igual aqui no Brasil. Metrô, ônibus, trem, avião, camelo, cavalo, tapete voador... todos os transportes funcionam perfeitamente por todas as cidades na qual eu passei, então não há razões para ter medo. As cidades são relativamente seguras (se você ficar dando bobeira em locais muito turístico, obviamente vai ser assaltado como em qualquer lugar do mundo), muitos pontos de informações turísticas com atendentes bilíngues, supermercado e Mc Donald's pra ninguém passar forme por não saber falar a língua local, dentre outras coisas.[/align] [t3]Planilha de Custo da Viagem:[/t3] Sei que tem gente que adora dar uma espiada na nossa planilha de custo da viagem! A minha está aqui pra quem quiser dar uma olhada! Planejamento de Viagem Europa 2011 (FINAL).xls
  13. Não vai no D'Orsay????? É um museu maravilhoso e possui as melhores obras impressionistas. Eu não deixaria de visitar. Acho que 2h é um bom tempo pra passar por lá, se você conseguir encaixar esse tempo, sugiro que não deixe de ir lá. É bem pertinho do Louvre. Quanto ao arco do triunfo, você tem razão, se for subir na Torre não precisa subir lá.
  14. Ingrid Ferreira

    Madri

    przcareca, Infelizmente são duas opiniões diferente. Você tem que colocar na balança e ver o que é mais interessante pra você. Particularmente, eu me recuso a ficar 9h esperando em um aeroporto que fica a 30 minutos de metrô para o centro da cidade. A decisão é sua, veja o seu ritmo de viagem e vai fundo.
  15. Em Paris? Na minha opinião é que isso é praticamente impossível. Você não consegue comer no almoço e jantar por 10€. Pra mim, o esquema hard pensando em almoço e jantar é de 30€ em Paris. Uma garrafa de água custa em média 1,80€ e já vi por 2,90€, comprando em mercado você consegue comprar por 1€ . Eu pensaria em 80€ por dia, foi o que levei e não passei perrengue.
  16. Ingrid Ferreira

    Madri

    Sim, tem metro direto do aeroporto. Adianta muito e não precisa usar taxi pra ir pra lá, a não ser que você esteja lotado de bagagem.
  17. Ingrid Ferreira

    Madri

    Há controvérsias. Vamos lá: Semana passada meu vôo vinha de Lisboa para São Paulo, com conexão de 9h em Madri. Cheguei em Madri as 15h no horário local, saí de Lisboa já com cartão de embarque do vôo de Madri para SP e minha bagagem foi despachada direto pra cá. Levei 30 minutos de metrô até o centro de Madri, fui ao Jardim Botânico e ao Passeo del Prado com um amigo e passei um pedação de tempo de bobeira deitada no parque apreciando a paisagem, depois fui em uma rua perto da Puerta del Sol e fiz umas comprinhas, resumindo, peguei o metrô as 19h30 para o aeroporto novamente. Meu vôo era 00h para SP, ainda cheguei a tempo de passar por todas as burocracias do aeroporto, passear pelo Free Shop, comer alguma besteira e assistir metade de um filme no meu notebook. Peguei o vôo tranquilamente e já estou trabalhando igual uma louca denovo! Viu como dá??! Lembrando que meu vôo era uma conexão.
  18. Ingrid Ferreira

    Madri

    Dá sim! Desde que você volte para o aeroporto no máximo as 20h, porque realmente tem uma certa burocracia e também ele é enorme, uma vez lá dentro, você pode demorar até 20minutos andando pra chegar no seu portão de embarque... mas é tudo bem sinalizado e não dá pra se perder. Só acho que neste caso, descarte a visita no Museo del Prado.
  19. Ingrid Ferreira

    Madri

    Correndo mesmo! Porque o aeroporto de Madri é imenso! Acredite no que eu estou falando! Eu demorei quase 1 hora pra conseguir passar por todos os sistemas de segurança deles e chegar no meu portão de embarque, isso quando meu vôo era para o Brasil. Se quiser, pode ir também no Museo del Prado, fiquei uma tarde lá, não deu pra ver tudo porque lá é muito grande, mas as obras de lá são maravilhosas. Ou então dê uma volta no Jardim Botânico e no Passeo del Prado, é bem bonito, principalmente agora na primavera onde o jardim de rosas está bem florido!
  20. Ingrid Ferreira

    Madri

    Alessandro, Vou começar a preparar o relato no final de semana Assim que tiver tudo organizado, começo a colocar as dicas aqui.
  21. Ingrid Ferreira

    Madri

    Liilamelo, Estive em Madri, Barcelona e Segóvia agora em Maio. Minha sugestão é que deixe Barcelona para uma próxima viagem e vá para Segóvia para passar um dia. É próxima de Madri (acho que levei mais ou menos 1 hora de carro) e é bem bonitinha. Barcelona merece mais tempo, particularmente eu amei a cidade! Vale a pena passar pelo menos 3 dias por lá.
  22. É bem simples. O CDAM é uma Assistência Médica no Exterior, como o proprio nome diz, não trata-se de um Seguro. O Seguro Internacional de Viagem, exigido para entrada nos países que fazem parte do Tratado de Schengen deve englobar uma assistência a viagens com valor mínimo de € 30.000 para garantir assistência médica por doença ou acidente.
  23. Sandro, Se você observar no meu primeiro post, tem um quadro deixando bem claro a informação de que o CDAM não substituí o seguro viagem exigido pelo espaço Schengen.
  24. Estou em Madri agora e fui conferir a dica de uma amiga. Fiz um Free Guide Tour do SANDEMANs New Europe e valeu muito a pena! Recomendo! :'> :'> :'> É um ótimo ponto de partida para conhecer o centro da cidade e decidir o que vai ver primeiro. No final do tour, você pode colaborar deixando alguns euros para o guia. Mas não é obrigatório. Vale conferir. OBS: Este Free Tour existe em outras cidades da Europa, eu fiz o mesmo em Paris e fez toda a diferença na minha viagem.
  25. Desculpa, mas é cada absurdo que a gente vê por aqui! Isso é algum tipo de concurso para record mundial, ou coisa do tipo?
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