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  1. Bem aqui vai uma planilha com os principais custos dia a dia para fazer esta viagem de 12 dias no Canadá, Não vou considerar os presentinhos e quinquilharias pois é uma coisa muito pessoal e depende de cada um. O principio da viagem é usar sempre transporte público, ficar em hoteis padrão 2 estrelas em quarto individual e fazer 1 refeição decente por dia e um lanche a noite, mas nem sempre fiz isso. Na passagem aérea, como usei milhas considerei apenas as taxas de embarque. Vou fazer em dolar Canadense para os valores não se perderem no tempo. Primeiro dia Rio-Toronto Passagem aérea 25.000 pontos múltiplus + R$ 125,00 de taxa de embarque = 40,00 CAD 5 noites no Hotel Isabella Suites (2 estrelas) em Toronto com café da manhã = 389,00 CAD Citypass Toronto = 76,00 CAD 5 tokens para Transporte 14,00 CAD Lanche No Tim Hostoons (rede canadense de Fast Food) 8,00 CAD Segundo Dia: Almoço no Royal Ontario Museum (espaguete com almondegas e 1 refri) 26,00 CAD Pizza no Eaton Centre 12,00 CAD Passe de transporte para 1 Dia 12,00 CAD Terceiro dia Passe de transporte para 1 Dia 12,00 CAD Tour no Roger Centre 16,00 CAD Lanche Mac Donald 13,00 CAD Supermercado 15,00 CAD Quarto Dia 2 passagens de metro avulsas 6,50CAD Passagem ida-volta para Niagara Falls 72,00 CAD Almoço no Friday's em Niagara Falls 46,16 CAD Passeio no barco que vai perto das quedas 22,00 CAD Lanche Mac Donalds 11,00 CAD Quinto Dia Passe de transporte para 1 Dia 12,00 CAD Lanche no Tim Hourtons Harbour Square 7,00 CAD Ferry Boat para Toronto Island 7,00 CAD Jantar em Cantina Italiana (espaguete com 1 taça de vinho) 31,00 CAD Sexto dia: Passagem de Trem Toronto-Quebec na Via- Rail 179,00 CAD 3 noites no Au Petit Hotel sem café da manhã 284,00 CAD Lanche Mac Donald 11,00 CAD Almoço na Gare de Montreal (na troca de trem) (Lasagna + refri) 12,00 CAD Setimo Dia: Refeição no restaurante Au Cavour (Polo Parmegiana e 1 taça de vinho) 26,00 CAD Feery de Quebec a Levis 7,00 CAD Funicular 4,50 CAD Café da manhã (1 capuccino e 1 croissant) 5,50 CAD Puccini e 1 refri no Street Bar 9,50 CAD Oitavo dia Café da manhã (1 capuccino e 1 croissant) 5,50 CAD Passagem de ida e volta para o Parc Montmorency 7,00 CAD Puccini em Montmorency 10,00 CAD Pizza na Old Town com refri 18,00 CAD Teleférico Montmorency 13,75 CAD Nono Dia 3 Noites no Bed e Breckfast Le Chasseau 210,00 CAD Passagem de trem Quebec-Montreal 59,00 CAD Passe de transporte de 3 dias em Montreal 18,00 CAD Entrada na Notre Dame 5,00 CAD Lanche na Gare Central de Montreal (Tim Hortons) 7.00 CAD Jantar na Da Giovani (Cheese Raviole e 1 copão de cerveja) 21,00 CAD Decimo Dia Subida na Torre do Estádio Olimpico 23,00 CAD Almoço no Da Giovani (Cheese Ravioli e refri) 18,00 CAD Supermercado 8,00 CAD Decimo Primeiro Dia Passagem Montreal-Ottawa-Montreal na Grayhound 78,00 CAD Pizza + Refri no Byward Market em Ottawa 7,00 CAD Jantar no La Stacion des Sports (Filet com Fritas + 1 Cerveja Molson) 29,25 CAD Decimo Segundo Dia Passagem Aérea Montreal Miami na American Airlines 277,00 CAD Passagem onibus 747 - Downtown Aeroporto 10,00 CAD Almoço no Aeroporto de Montreal (HM Host) Filet com Fritas + refri 30,45 CAD Total = 2.241,00 CAD ou no cambio de hoje R$ 6.277,00
  2. Décimo Segundo dia - Viagem Montreal- Miami Este último dia em Montreal foi apenas para descansar pela manhã e a tarde seguir para o Aeroporto Pierre Trudeuapara meu voô até Miami onde vou fazer um pit stop de apenas 2 dias única e exclusivamente para compras. Farei um pequeno post na parte de EUA sobre estes 2 dias e se na sitaução atual ainda vale alguma coisa fazer compras nos EUA. O Aeroporto de Montreal é bem distante da cidade e não é servido por Metrô. A melhor opção de transporte público é o ônibus 747 que sai da Gare d'autobus de Montreal e deixa no Aeroporto. São aproximadamente 50 minutos e custa CAD10 a passagem. Os passes de 1 ou 3 dias podem ser utilizados neste ônibus se vc ainda os tiver dentro da validade. Impressões finais sobre Montreal. Cidade grande, com um centro financeiro forte sitada na Downtown, uma pequena "old town" mas muito bem conservada, um parque imenso e por mim considerado a coisa mais interassante da cidade (Mont Royal), um parque olimpico super bem estruturado, mas com pouca demanda, um sistema de transporte super eficiente (pra mim mais eficiente que Toronto) e um problema sério de usuários de drogas (pelo menos na região que fiquei, proximo a estação Berry/UAQM é notório), muitos "homeless" pedindo dinheiro na rua. Não foi uma cidade que me empolgou, mas tampouco decepcionou. É o tipo da ciade que encontrei exatamente o que eu esperava. Destes doze dias de Canadá resumo o seguinte: Toronto: É a cidade com mais coisas pra ver, mais locais turísticos, porém está longe de uma cidade canadanse como imaginamos aqui. Está mais para uma grande cidade americana. Achei muito parecida com Chicago, onde até o lago na beira delas é o mesmo. Montreal: Foi a cidade que ficou na média, nem agradou nem desagradou. Também não é o Canadá que a gente espera por aqui. Não é tão americanizada como Toronto e nem tão Europeia como Madri. Fica num meio termo entre uma cidade americana e uma cidade Européia. Quebec e Ottawa: Me surpreenderam positivamente, principalmente Ottawa por eu não esperar nada dela e sair com uma excelente impressão. Vi nessas duas cidades aquele Canadá com alto IDH, violencia proxima de zero e uma população simpática, que preserva sua cultura original e possui alto índice de escolaridade (em Ottawa mais da metade da população tem nível superior). Niágara Falls - Achei uma cidade pequena as super legal, um exemplo de exploração turística sustentável, que pode servir de exemplo para várias cidades do mundo. Bem, é isso aí, espero ter contribuído com mais esta experiência a futuros viajantes do Canadá. Estou consolidando os custos finais desta viagem e assim que o tiver, postarei para se ter uma ideia de custo para uma viagem da maneira que fiz. A princípio deu tudo certo e não tive nesses doze dias nenhum sobressalto ou nada que eu tenha planejado que tenha dado errado. Saiu tudo conforme planejado (foram pelo menos 6 meses de planejamento).
  3. Décimo Primeiro dia - Ottawa - Hoje foi o dia do bate e volta a Ottawa. Existem 2 maneiras de ir pra lá de transporte público. O trem da Via Rail, que tem o grande inconveniente da estação de Ottawa ser muito distante do centro (coisa de 10 minutos de taxi) e ser caro (estava em 100CAD ida e volta) ou o ônibus da Greyhound (aquele do cachorro galgo que aparece em todo filme que alguém vai pegar ônibus nos EUA). Pega-se na Gare d'Autobuses de Montreal, ao lado da estação de metrô Berry-UQAM e salta-se na Rodoviária de Ottawa que não é perto, mas dá pra ir a pé (aproximadamente 1.8km do Parlamento). Com um detalhe, na ida vc pode saltar no ponto da Av Sparks bem próximo ao Parlamento, que é o cartão postal de Ottawa. Ele sai de hora em hora aproximadamente e custa 35CAD cada trecho. Peguei o ônibus das 8:00 e 10:20 já estava no centro de Ottawa. Ottawa foi até agora a maior surpresa desta viagem. Realmente não esperava grandes coisas, e cogitei até em não ir, mas teria perdido uma cidade incrível. Uma cidade com 900.000 pessoas onde mais da metade tem nível superior, super limpa, bem sinalizada com avenidas na medida para seu tamanho e lugares bem interessantes para visitar. Comecei pelo principal que é o predio do Parlamento com o East Block, que é onde ficam os gabinetes dos parlamentares. Hoje não teve visita guiada por causa de um grande protesto que esta sendo esperado (não acredito que seja para depor o primeiro-ministro), então fiquei apenas nas "fotinhas". Ao lado do Parlamento tem o Rideau Canal, outro ponto turístico e patrimônio da UNESCO. No inverno serve para patinar e no verão é navegável. Agora não serve pra nada, só serve pra fotos. Seguindo-se adiante podemos descer a Sussex drive para conhecer a Basilica de Notre Dame de Ottawa e a Galeria de Arte do Canadá, fica uma em frente a outra. Na galeria tem uma escultura estranhíssima de uma aranha chamada Maman, cuja escultora também já fez outros trabalhos com aranhas similares pelo mundo, como não sou "entendedor" de arte, achei no mínimo esquisito.... Fiquei contente porque tive oportunidade de assistir um pouco de uma missa na basílica e com um detalhe, Entendi claramente o que o padre falava na missa...Acho que meu ingles está melhorando... Seguindo mais adiante vai encontrar a "Casa da Moeda do Canadá" e o Napean Point, que é o melhor ponto para se fotografar os 4 contos da cidade, inclusive o município vizinho de Gatineau. Feito isto, para completar o dia passemos do Byward Market para comprar as lembrancinhas de Ottawa e comer alguma coisa. Ali tem inúmeras opções gastronômicas. Retornei para Montreal no ônibus de 16:00, achei que Ottawa merece pelo menos mais um dia para dar tempo de ver um museu ou ir para o outro lado do Rio Ottawa. De qualquer maneira valeu muito este bate e volta, mas recomendo mesmo indo em um dia só sair mais cedo e voltar um pouco mais tarde pois Ottawa vale a pena e os ônibus tem muitos horários, mesmo a noite.
  4. Decimo dia - Mont Royal, Parque Olimpico e Vieux Montreal Começamos o dia indo para o Mont Royal que é um enorme parque, mas enorme mesmo, onde se tem uma vista privilegiada da cidade além de trilhas, circuito de bike e no inverno pistas para esquiar. Existem duas maneiras mais ou menos lógicas para se ir lá. A primeira é saltar na estação de metrô Peel e subir a escadaria da Rue Peel. A segunda que foi a que eu utilizei, é pegar o ônibus 11 na estação de metrô Mont Royal, mas cuidado porque ele passa nas duas direções. O ponto correto é o atrás da estação. Se pegar ele na frente da estação, vai pra outro lado. São 10 minutinhos até lá, mas atenção aos horários porque ele passa de meia em meia hora. Salte no ponto do Cemitério e siga as placas para o Chateau du Mont Royal ele fica a uns 600m do ponto do cemitério. No Chateau tem um Mirante e estrutura de restaurante, banheiros etc....O parque em geral é muito bem estruturado, bem sinalizado e seguro. Depois pegue as trilhas e vá conhecendo os outros pontos a serem visitados: Lago dos Castores, Croix du Mont Royal e Mirante Camilien-Houde, foram estes pontos que visitei em aproximadamente 3 horas e meia no parque. Depois optei por descer as escadarias da Rua Peel até o Moetrô. Tenho certeza da opção correta pelo ônibus para subir, Foram 30 minutos para descer, logo para subir, faz as contas.....Peguei a linha verde na direção Honoré-Beaugrand para ir ao parque Olímpico(salte na estação Viau), o grande elefante branco da cidade pós olímpiada de 1976. O parque é simplesmente fantástico, só não tem demanda. O estádio olímpico recebe um concerto de rock ali, um jogo mais importante acolá, mas fica nisso. Não há tour no momento, só apartir de Julho. Contente-se com fotos externas e subir na torre do estádio por 23CAD (achei muito caro, mas fui). Ali ainda tem o Biodome (mais voltado para crianças), o Jardim Botânico e o Planetário. Se tiver crianças (e dinheiro) pois todos estão na faixa de 23CAD, pode reservar 1 dia inteiro só ali. Levei aproximadamente 1:30 no parque, depois peguei o Metrô no sentido contrário, parei na estação Berry UQAM para almoçar, e segui na linha laranja para a estação Champ de Mars e encerrar o dia no Vieux Montreal, que é a parte mais antiga da cidade. Ali é andar pelas ruelas, entrar em lojinhas de Souvenir, e conhecer o porto e o Mercado Bonsecour. Amanhã vamos tentar um bate e volta até Ottawa.
  5. Peguei o trem de 7:45 ds manhã de Quebec City para Montreal. Viagem super tranquila, navegando na internet, quando vi já tinha chegado, por volta de 11:30 da manhã. Dei uma enrolada básica na estação da Gare de Montreal, que alias ao contrário da Union Station de Toronto, que está em obras e não tem nada, a de Montreal, é praticamente um shopping com várias lojinhas e boas opções para comer. A Gare em si não tem estação de metro, mas é ligada através do Undergraound, aquele conjunto de passagens subterrâneas que tem em Montreal e Toronto, as estações Square Victoria e Bonaventure. A mais perto é a Bonaventure e ali já comprei o passe de transporte para 3 dias com direito a metrô e ônibus (aqui não tem tram) por 18CAD, valor bem razoável dentro do que eu tenho visto por aqui. O metro aqui é bom, bem melhor que Toronto, mas não chega a impressionar como Singapura e Dubai, mesmo assim é bem abrangente e razoavelmente limpo. Reservei um B&B chamdo Le Chasseur no Booking.com por CAD 210 3 noites. Naquele estilo, que você toca a campainha pra vir alguem te atender, a portaria fecha as 20 hs e vc além da chave do quarto, fica também com a chave da porta da frente. Particularmente é a primeira vez que fico em Bed & Brackfast, mas até que estou achando razoável pois são bem mais em conta que os hoteis tradicionais e estão sendo uma boa opção para cidades muito caras como aqui no Canadá. Ele fica a 100 metros de uma das portas da estação Berry-UQAM, que é uma espécie de Hub do metro daqui com 3 linhas se cruzando nesta estação. Ela tem várias saídas e ainda não acertei a que fica perto do hotel, sempre saio pro outro lado, mas até quinta eu acerto... Feito isso fui conhecer o cartão postal numero 1 daqui, a Igreja Notre-Dame de Montreal. Salte na estação Place d'Armes, passe por dentro do Palais du Congress de Montreal e ela fica logo adiante numa pequena colina. Ela é bem parecida com a original de Paris, mas por dentro eu achei até mais bonita. Paga-se 5CAD para entrar e tem um tour em Ingles e Frances a cada 1 hora. A igreja fecha as 4:30 PM Na saída dei uma passadinha pela Chinatown de Montreal, que fica do lado oposto do Palais du Congress de Montreal, na continuação da rua St Laurent, particularmente achei a de Toronto bem mais interessante. Pra terminar um dia chuvoso nada como um passeio aleatório pelo Underground que aqui se chama RESO. Fui parar na Arena daqui que se chama Bell Centre e é casa dos Canadiens, time de Hockey no gelo, o esporte principal da cidade. Existe até uma estátua de alguns ídolos do esporte, na porta do Bell Centre. Não pude fazer o tour porque vai haver um show amanhã. A janta ficou no restaurante Da Giovani, experimentei a cerveja deles a Molson, mas achei muito forte pro meu gosto um Raviole Alfredo, com 1 copo de grande de cerveja 21CAD. O Ravioli estava muito bom. Amanhã a previsão é de tempo melhor, espero que estejam certos.
  6. Oitavo Dia - Parque de Montmorency e Cittadelle Hoje praticamente a maior parte do Domingo foi no Parc Montmorency, que fica nos limites do município de Quebec, inclusive uma parte do parque fica no outro município. O parque é um lugar de lazer para os Quebecois, com muita natureza, trilhas, e cuja principal atração é a Queda d'agua de Montmrency (Chute de Montmorency) . Para chegar lá deve-se pegar o õnibus 800 no sentido Beauport e saltar no ponto final que fica na entrada do parque. São 40 minutos de ônibus e a passagem custa 3,23CAD pago direto no "cofrinho" que tem ao lado do motorista. Não há troco, portanto ande com a conta certa em moedas para ir e voltar. Ele passa de 15 em 15 minutos, mesmo nos fins-de-semana. O Parque é fantástico. Impressiona pela beleza natural do lugar. É um dos top de Quebec no Tripadvisor com toda razão. Como o ônibus deixa na parte alta comecei pela ponte pensil que passa em cima da Queda e liga os 2 lados do parque. Assim atravessei para o lado do parque que fica no município de Boischatel. Deste lado do parque há uma imensa escadaria que permite chegar quase ao lado da queda d'agua, mas a descida estava bloqueada pelo gelo. Mesmo assim muita gente estava encarando, menos eu que não tenho intimidade com gelo e neve. tirei as fotos lá de cima mesmo. Ali tem uma tirolesa que funciona apenas na alta estação. Hoje estava fechada. Retornando para o outro lado do parque, tem também um mirante, mas muito próximo da queda, do modo que não rende grandes fotos. Decidi descer pelo Teleférico, que estava funcionando ao preço de 13,75CAD ida e volta. O melhor ponto de fotografia é realmente a parte de baixo, portanto de escada ou teleférico a parte de baixo é fundamental. Dali observei uma galera seguindo pelo gelo até bem próximo da queda. Resolvi acompanhar , indo bem na parte reta, mas quando começou a subir o morro de gelo, foram vários escorregões e tombos e depois de um pé torcido, foi o aviso que eu deveria me dar por satisfeito de ter chegado até ali....me dei por satisfeito para iniciar o caminho de volta para a cidade. Antes de pegar o ônibus, parei num barzinho que tem logo na entrada do parque no lado de Boischatel para finalmente encarar a gororoba Quebecois mais famosa,o Poutine. É uma bomba de colesterol que compreende batata-frita, queijo, bacon e outros ingredientes a gosto do freguês. Este da foto é o Poutine Italiano e quer saber...É bem gostoso. Vou repetir outra hora. Custa em média 6CAD dependendo do tamanho e ingredientes. Retornando a cidade acabei o dia visitando a Cittadele, que é o conjunto de fortificações da cidade que ainda permanece em pé, alias Quebec se não me engano é a unica cidade onde ainda existem os muros medievais, que são até de uma época mais recente... Para acabar o dia é legal ver o por do sol em um plateau atrás da Citadelle que dá de frente para o Chateau de Frontemac, nada mais relaxante. Impressões de Quebec: Aqui sim apareceu o Canadá que todos imaginamos, com super qualidade de vida, emprego razoavelmente fácil de conseguir, onde tudo funciona e as pessoas são educadas(recebi diversos Bonjour pelo meio da rua), além de fazerem questão de manter sua cultura e não se deixar influenciar pela massificação cosmopolita. Fora o frio é uma das top do mundo pra mim . Amanhã Montreal.
  7. Sétimo dia - Quebec Old Town - O sétimo dia foi totalmente dedicado a uma "andança" , mas andança mesmo, pelo centro antigo de Quebec ou Old Town. Basicamente o centro histórico se divide entre Cidade Alta e Cidade Baixa. Como meu hotel fica na parte alta, comecei por ela indo direto ao Cartão Postal de Quebec. O Chateau foi construído pela Companhia de trens do Canadá, Pacific Railway para alavancar o turismo. Hoje ainda é um hotel de milionários, com extensa lista de hospedes famosos. Em frente ao Chateau, temos o Terrasse Dufferin uma enoprme passarela de uns 500metros onde se tem uma vista privilegiada do Rio São Lourenço ele liga o Chateau de Frontenac a uma escadaria chamada Promenade des Governeurs, que é um caminho que leva a planície de Abrahan. A Planície de Abrahan é um imenso parque, muito bem cuidado, perfeito para levar cachorro passear. Hoje ele estava praticamente com todos os caminhos cobertos de gelo, mesmo assim encarei um circuito de uns 2km e vários tombos. Andar no gelo requer técnica e iniciantes fatalmente vão cair, como eu. Já pela hora do almoço parei em uma cantina italiana, comi alguma coisa por 26CAD, que é o preço médio de almoço em restaurante para 1 pessoa, sem extravagancia. e parti para a cidade baixa. Em frente ao Chateau tem um Funiculaire que leva a cidade baixa por 2,25CAD em 1 minuto. Ao lado tem a escadaria para quem quiser encarar. A cidade baixa é um conjunto enorme de ruelas com lojinhas diversas e bistrôs de todos os tipos, É andar, entrar nas lojinhas fuçar os produtos até achar alguma coisa interersssante pra se levar. Os artigos se repetem, custam praticamente a mesma coisa em todas as lojinhas, mas sempre aparece uma novidade. No final do Petit Champlain tem um mural muito interessante que vale a foto. Para encerar o dia fui fazer a travessia do São Lourenço para a cidade de Lévis. O Ferry sai de meia em meia hora, custa 3,55CAD cada "pernada" e leva 10 minutos. Em Lévis vale subir no Terrase de Levis (é uma outra escadaria infernal além de várias ruas "morro acima") para tirar as melhores fotos da Cidade de Quebec. Ali só vi isso, fiquei cerca de 1 hora tirei fotos de vários ângulos e retornei. Após isso fiquei andando aleatoriamente pelas ruelas, entrando em lojinhas, etc...o passeio em Old Town é isso, andar, entrar em lojas, tomar um cafe, andar mais um pouco e o dia passa
  8. Sexto dia - Viagem Toronto-Quebec Hoje o dia foi todo dentro do trem. O ideal é fazer este trajeto de avião, mas as passagens domésticas por aqui são bem caras. Na época não encontrei nada por menos de 350CAD. Então fui de trem mesmo por 179CAD comprado pela internet no site da Via Rail. O trem sai as 6:40 da Union Station e chega em Montreal as 12:00, troca-se para outro trem e este sai de Montreal as 13:00 e chega em Quebec as 16:30. O problema foi o horário em Toronto porque o metrô so começa as 6:00 da manhã, de maneira que chega-se em cima da hora e qualquer erro, perde o trem. Não foi cansativo porque o trem tem wi-fi durante todo o itinerário de modo que fui botando as coisas em dia. Outro ponto que tem de prestar atenção é o peso das malas. Na Europa isso não tem importância, mas aqui é feita uma pesagem na entrada e se tiver fora da tarifa que vc pagou paga mais 20CAD. Em Quebec reservei o hotel Au Le Petit hotel por 240CAD (3 noites) no Booking.com, O hotel é meio estilo albergue, com portaria fechando as 22hs, sem elevador,etc. mas o quarto é bonzinho, 2 estrelas como o outro. A internet até agora está excelente. O ruim é que é todo de madeira, então se ouve tudo do quarto ao lado. Mas nada é perfeito né...A grande vantagem é que ele é na cara do gol. Bem dentro da Haute Cité, dá pra andar tudo a pé. O ruim foi carregar uma mala 18kg citeé acima. A distancia da Estação era mais ou menos 1km, mas parece que foram 30. Bem amanhã continuamos.
  9. Quinto e último dia em Toronto - CN Tower, Harbour, Toronto Island e Destilary District Hoje neste último dia em Toronto, aproveitei o céu totalmente azul pela primeira vez desde que cheguei aqui no Domingo começando pela subida na CN Tower. Ótima opção ir logo de manhã, já que a visitação começa as 9hs. Pouco movimento e fácil de chegar no vidro e escolher as melhores posições para as fotos. O observatório tem 2 andares 1 com 360 graus e todo envidraçado e outro com possibilidade de chegar na "varanda", mas o vento frio é simplesmente insuportável. Pode-se também optar pelo restaurante com menu apartir de 55CAD. Tem também um observatório mais acima, só que paga um upgrade de 12CAD. Pra mim o do Citypass já foi suficiente. Dali fui a pé mesmo para visitar as marinas, é bem pertinho. Só atravessar o parque em frente a CN Tower passar por baixo de uma autopista e pronto. o Harbour Square estava vazio. Pouca gente e os principais passeios que saem dali, só funcionam apartir de maio. De maneira que aproveitei apenas para as fotos mesmo, mas tem muitos barzinhos que no verão devem "bombar". Aproveitei o tempo favorável para conhecer as ilhas de Toronto que ficam logo a frente do Harbour Square. É sem dúvida o melhor Skyline de Toronto. Com tempo bom não deixe de ir, com chuva o neblina, esqueça. O Ferry boat, bem caído por sinal sai do Terminal que tem uma parada de streetcar próxima (Queem Ferry). O passeio custa CAD7,25 ida e volta e leva 15 minutos até a Wards Island (fora da temporada só para esta ilha. Na alta temporada tem ferry para 3 pontos distintos das ilhas. Fiquei por lá 1:30 hora, com um vento cortante, maltratando meus ouvidos, mas valeu a pena. As fotos ficaram sensacionais. A ilha é muito bonita também. Mesmo no inverno tem bastante opção de horário. Retornando ao Harbour, pequei o Streetcar até a Union Station, o metro até a King Station e depois outro StreetCar (504, acho) até a Parliament Street para conhecer o Distilary District. Da Parliament St é só descer uns 3 quarteirões. O Distalary District é um daqueles locais revitalizados tipo Puerto Madero em Buenos Aires e espero que no Rio façam algo parecido...onde uma velha destilaria foi transformada em Galerias de Arte, misturadas com barzinhos e butiques da moda, em suma um "bairro Boutique" e logicamente caro. Se Toronto já não é barato, ali menos ainda. Mas não deixe de tomar um Cappucino no Balzaq Bar por 4,80CAD que vale a pena. Minhas impressões finais de Toronto: Mega cidade, com metrô antigo e sujo, mas de uma maneira geral todo sistema de transporte é eficiente. Cidade segura, com casas sem grade e varias vezes andando pelas transversais vi casas com a porta aberta. Mas está longe de ser aquela maravilha de cidade perfeita que todo mundo imagina que são as cidades canadenses, possui vários "guetos" e os subúrbios tem um aspecto desagradável. Transito muito civilizado e um clima impiedoso. A cidade tem 4 meses de uma temperatura agradável e 8 meses de frio. O povo muito simpático, sempre pronto a ajudar as pessoas, a dar informação, etc...Para nós brasileiros é uma cidade cara. Custos principais da minha passada por aqui Hotel Isabella Suites (5 noites) CAD 490 Passe de transporte para 1 dia inteiro: 12CAD Cappucino: em média 4CAD Lanche no Mcdonald (Angus Meal) 13CAD Refeição em Restaurante Médio: 30 a 40CAD, dependendo do prato. Garrafa de água mineral no mercado (500ml) 2,50CAD Citypass Toronto: CAD 76 Bem amanhã vou para Quebec de trem. Espero poder continuar postando
  10. Quarto dia - Niagara Falls Este quarto dia foi dedicado a um bate e volta a Niagara Falls. Optei por ir de trem. Comprei na véspera no guiche da Via Rail Canadá na Union Station por 72CAD ida e volta. A ida sai as 8:20 da manhã e chega em Niagara as 10:15 e volta as 17:45 chegando na Union Station as 19:30. Trem da Antrak excelente, porém sem Wi-Fi. O painel da Union Street indica o destino final dele que é Nova York. A estação de Niagara é um pouco distante. Muita gente pega taxi. Mas tem a opção do ônibus WeGo que faz um circuito turístico por Niagara Falls e custa 7CAD. Eu preferi ir a pé mesmo. São 25 minutos de uma caminhada super tranquila até o centro. O grande lance de Niagara Falls é que as Cataratas ficam literalmente na beira da rua. Não há taxa, basta ir andando e tirando as fotinhas. Existem 2 quedas basicamente. As americanas que é uma queda direta no rio e a queda Canadense que forma um "U" e é a mais bonita. Aconselho primeiramente a fazer todo circuito a pé. Deve-se seguir até uns 500 metros adiante do Welcome Center. Vai levar cerca de 1 hora e meia ou mais, sempre parando para tirar as fotinhas, com bastante calma, o passeio consiste exatamente nisso. Existem 2 passeios que são os mais procurados por quem vai lá. Ambos bem molhados. Um é o Behind the Falls que é um passeio por trás das quedas em um caminho que fica atrás das quedas d'agua. O outro, que foi o que eu fiz é o barquinho que vai até a "boca" das quedas, uma espécie de Macuco Safari, para quem já foi a Foz do Iguaçu. Este passeio é o mais indicado para quem tem tempo limitado. Leva 30 minutos e custa 24CAD. Um detalhe importante: Tudo aqui no Canadá tem o preço marcado e mais 13,5% de impostos. O passeio é bem menos radical que o de Foz, mas dá ótimos ponto para fotografia, que você não tem lá de cima. Vale a pena. De resto é aproveitar o resto do tempo para passear na cidadezinha, que parece uma mini Las Vegas, só que menos, beeeeem menos. Aí vem a pergunta, qual é a mais bonita Niagara ou Foz. Eu acho que as propostas são diferentes. Em Niagara transformaram a natureza num business como muito bem sabem fazer os americanos. Em Foz o foco é realmente a natureza, o parque, a floresta. Particularmente acho as 2 um espetáculo da natureza, que quem tiver oportunidade deve visitar. Não conheço que não tenha gostado.
  11. Terceiro dia - Ripley's Aquarium, Roger Centre, St Lawrence Marketing. Minha intenção hoje era fazer toda a área da CN Tower, mas o tempo ainda não está cem por cento portanto a Cn Tower vai ficar para o último dia, que a previsão é boa. Comecei pelo Ripley's Aquarium, que é imperdível para quem tem crianças. O Aquario tem toda uma intertividade para o público infantil, mas nem por isso deixa de ser legal. Salta-se na estação de Metrô Union Station e vai andando pelo underground até lá. Levei mais ou menos 2 horas lá dentro. Muitos tubarões e vc passeia por um tubo, debaixo do tanque. Basicamente são centenas de fotos dos peixes. Ele faz parte do Citypass. Em frente ao Aquario tem a cervejaria Steam Whistle Brewery. Não cheguei a fazer o tour, apenas tirei algumas fotos do lado de fora, com muito custo pois o vento hoje resolveu aparecer. Por volta de 1 da tarde comprei o tour pelo Roger Centre, que é a casa do Blue Jays, time de Baisebol local. O tour leva 1 hora e custa 16CAD. Valeu a pena. É uma super arena multi uso para cerca de 50.000 pessoas, super moderno com teto retrátil e uma serie de camarotes. O tour consiste numa explicação sobre a arena, visita ao local de mídia, os camarotes que são vendidos a 20.000CAD por temporada para cerca de 20 pessoas e pausa para fotos diversas. Terminei o dia no St Lawrence Market, que é um "mercado de peixe" mas com muito glamour. Quem é amante de seafood e queijo, ali é o lugar. Como não é minha praia, tirei as tradicionais fotinhas e fui adiante. Para se chegar lá a melhor opção é o streetcar que corta a King ST. salte próximo a Javri ST. Logo ao lado do St Lawrence tem o Flatiron Building, que é um predio com uma arquitetura bem diferente. Vale uma fotos. No final do dia passei na Union Station para comprar as passagens de trem para Niagara Falls.
  12. Segundo dia - Casa Loma, Royal Ontario Museum e Dundas Square Eu já havia comprado pela Internet o Citypass de Toronto. Em Chicago tinha usado e funcionou bem, pois os descontos são bem interessantes. Tempo frio e nevando hoje de manhã, portanto preparei um roteiro indoor. Primeira parada foi a Casa Loma, um castelinho que parece a casa do Drácula, foi construido em 1911 por um milionário local, que morou ali por 10 anos e depois teve que passar adiante porque faliu. A atração vale muito a pena. O acervo é bem conservado e não vi necessidade de Audiguide para entender a história. De metro, salte na estação Du Pont da linha amarela, suba a pé a Spadina St até uma escadaria. Suba a escadaria e já chegou. É muito interessante o local. O passeio com bastante calma leva hora e meia. A próxima parada é o ROM (Royal Ontario Museum). Pegue o metro na estação Du Pont e siga no sentido Sul e salte na estação St George (apenas 2 estações dali). O Museu é logo adiante na Yonge ST. É um Mega Museu nos Padrões do Metropolitan de NY e do Field Museun de Chicago, só um pouco menor. Mas gostei muito. Cada vez que visito um destes museus fica mais vidrado neles. A ala chinesa deste é um show. Tem a ala canadense, claro, egipcia,grega,romana e por aí vai. Superou minhas expectativas....Reserve umas 3 horas para ver com calma Saindo dali lá pelas 4 da tarde, fui terminar o dia na Dunda Square, que é o Times Squa.re deles, mas não chega nem perto. Ali tem o Eaton Centre, o maior shopping da cidade, mas é daqueles que se olha, olha e não compra nada. Os preços são proibitivos por ali. No máximo um Cappucino e um pedaço de pizza na praça de alimentação, que alias como toda Toronto é uma babel da melhor qualidade. Comida do mundo todo num só lugar. Por hoje foi isso aí. Amanhã o tempo vai dizer a minha direção.
  13. Estou iniciando hoje mais uma viagem de férias e como de costume vou postar on line dentro do possível, Iniciei ontem num voô da TAM saindo do Rio, escala em Nova York no JFK e depois mais 1:30 até Toronto. Ele chega as 7:30 da manha no JFK, tem aquela enorme burocracia americana que te consome umas 2 hrs, e cheguei em Toronto as 12:40 de domingo. A imigração canadense é super tranquila. Apenas as perguntas básicas e pronto. Reservei pelo booking.com o hotel Isabella Suites, afastado do centro mas bem próximo a estação Sherbourne do Metro. Ja neste primeiro dia percebo que Toronto é uma cidade cara. Este hotel 2 estrelas afastado do centro custou 489 CAD para 5 noites. É bonzinho, mas é 2 estrelas. O Aeroporto não tem metrô. Então as opções são o trem da UP que custa CAD 27 ou comprar o Token, que são umas moedinhas de transporte que valem para 1 viagem, com uma extensão de trem, metro ou Streetcar, que é o tram deles aqui. Tipo bilhete único custa 2,95CAD. No Aeroporto não achei agencia da TTC, que é o orgão de transporte local, mas comprei 5 moedinhas na casa de câmbio Trevellers que as vende por ali. Saia do terminal e procure o Õnibus 192 Airport Rocket para estação de Metrô Kippling. Leva 10 minutos. Chegando em Kippling temos acesso ao Metrô de Toronto e me perguntei? Estou no Canadá mesmo? Eta metrozinho safado. Sujo, com gente pedindo dentro da plataforma, sem indicação de nada...um lixo. Dos piores que já conheci. E pra comlpletar uma obra neste fim de semana interrompeu um trecho que passou a ser de ônibus. Aí eu chorei....com minhas 2 malas pesadas....subindo estação sem escada rolante....não consegui sentar e fiz todo o trecho em pé, Se soubesse pagava os 27 do trem....E o trecho do ônibus passava por cada gueto de assustar...mas depois de 1 hora cheguei no hotel...detalhe -4 graus celsius,,,Andar os 100 metros até a estação foi um suplício. Depois pra completar o dia peguei o metro até a Union Station e fui andar aleatoriamente....pelo undergraund que é uma serie de passarelas por baixo da cidade, que eles chamanPATH. Como era domingo, tava tudo fechado então resolvi meter a cara na rua e pagar um bondinho para ir a Chinatown cumprir a etapa das quinquilharias. Para ir lá pegue na estação Union Station o Street car SPADINA STREET, salte em um dos vários pontos na Chinatown e boas compras. Mas já adianto que para Chinatown é caro em relação a outras similares. Mesmo assim é ponto obrigatório na visita. Se pesquisar acha buginganga legal a preço bom. Depois começou a nevar então cheguei ao fim do dia...Não foi um começo dos melhores...mas estou esperançoso,,,amanhã comento mais....
  14. Esta viagem foi feita para aproveitar o Carnaval de 2016. Cheguei em Porto Alegre de avião, vindo do Rio, aproveitando uma promoção de 6.000 pontos multiplus cada trecho. Cheguei em Porto Alegre por volta das 16 horas, aluguei um carro e optei por ficar hospedado em Novo Hamburgo, para acessar tanto Gramado, quanto Bento Gonçalves em aproximadamente 1 hora de carro. A opção foi excelente, pois tanto em Gramado, quanto Bento Gonçalves os hotéis em Feriados são caros. Paguei R$ 150/dia no Ibis N.Hamburgo, bem na saída da BR 116. Neste final de primeiro dia fui apenas a Nova Petrópolis, uma pequena cidade no alto da Serra a 50km de N.Hamburgo. Ali tem apenas 1 praça toda decorada com flores, (que vale várias fotos) e o Parque do Imigrante, que já estava fechado. Segundo Dia - Gramado. De Novo Hamburgo para Gramado são aproximadamente 85km. A estrada principal que passa por Igrejinha e Três Coroas está bloqueada até Abril de 2016, portanto o melhor caminho é passando por Nova Petrópolis. A primeira parada foi no Snowland, o parque de neve indoor, com o mesmo conceito do Ski Dubai do Mall of Emirates. As diferenças acabam por aí, mas nem por isso deixa de ser divertido. O preço é de R$ 100,00 por pessoa e é bem razoável pelo nível de investimento que tem ali. A grande dica é: Chegue cedo, logo na abertura do Parque e siga direto para a Montanha de Neve, a parte interna onde se usa bota, roupa térmica, luvas, etc... No mínimo vinte minutos para pegar todo o material e se equipar. A pista é pequena, mas é uma diversão única no Brasil. Normalmente se aguenta ficar umas 2 horas na montanha, até o frio realmente começar a incomodar. Tempo suficiente para brincar nas atrações incluídas no passaporte (se quiser esquiar é pago a parte). Depois que sair de lá aproveite a Pista de patinação no gelo e o simulador 7D (também incluídos no passaporte). A comida é cara e vale levar pelo uma das fotos profissionais (R$ 15,00) pra marcar a sua presença em alguma das atrações. Cheguei as 9 horas e saí as 14:30. Deu pra ver quase tudo, mas depois de 12hs o parque começou a encher e o espaço tava ficando apertado e como o tempo era curto, resolvi partir. Próxima atração foi o Mini-Mundo, uma atração imperdível para quem tem criança (e para marmanjos também). No caminho uma paradinha para "fotinhas" no Pórtico da Cidade. O Mini Mundo é inspirado na Mini-Europa de Bruxelas. É um parque com várias atrações do mundo em miniaturas, mas não repete as da mini-europa. Muitas são Brasileiras, como o Museu do Ipiranga e a Igreja de S.Francisco de Assis. A entrada custa R$ 24,00 por pessoa e leva-se aproximadamente 1 hora para visitar e fotografar tudo com calma. Com chuva não vale a pena pois é ao ar livre. Após esta atração tomei o caminho de Canela, cidade que fica colada (10km de distancia) e neste caminho existem inúmeras atrações, como o Museu de Cera, o Super Carros, etc...Em um dia, impossível ver tudo portanto escolhi o Mundo a Vapor, um pequeno museu indoor, que conta a história das ferrovias gaúchas através de miniaturas. De destaque ali é o local para tirar fotos de época, com roupas antigas, cenário do início do Século,etc... As fotos variam de R$ 35 a R$100,00 dependendo do tamanho. A de R$ 100,00 vem com um porta-retrato antigo e vc ganha um CD com todas as fotos. Muito legal. Continuando em direção a Canela, para visitar a Catedral de Pedra, principal cartão postal da cidade. É parar o carro na praça principal e tirar várias fotos de dentro e de fora da igreja. A arquitetura é unica, toda construída em pedra. O interior é simples, como de toda igreja. Retornando a Gramado, paramos na loja de chocolate Florybal. Eles tem 2 lojas, cada uma em um lado da estrada que leva de Gramado a Canela. Também tem um parque temático (que não visitei), no caminho do Parque do Caracol. Os chocolates são caros, mas deliciosos. O layóut da loja também é lindo, com uma decoração de muito bom gosto. Impossível não tirar várias fotos. Para finalizar o dia, uma visita ao Lago Negro antes de retornar para Novo Hamburgo. O Lago Negro já foi o "top" de Gramado, antes da chegada dos Parques Temáticos. Hoje é apenas um lago bonito, com pedalinhos e uma passarela em volta para passeio. Se tiver pouco tempo pode ser dispensado. Segundo dia – Bento Gonçalves Bento Gonçalves fica a 90 km de Novo Hamburgo e o forte da cidade são as Vinícolas e o passeio de Maria Fumaça entre Carlos Barbosa e Bento Gonçalves. Normalmente as operadoras de turismo local, montam os pacotes do Passeio de Maria Fumaça com outras atrações locais. Contratei um tour na empresa Vale das vinhas turismo, que além do passeio de trem incluía uma visita ao Varejo da Tramontina, uma degustação de queijos na Fetina de Formaio e uma visita ao parque temático Epopeia italiana. O passeio custa R$ 150,00 por pessoa e a operadora foi perfeita. O passeio começa seguindo de carro até Carlos Barbosa para visita a Tramontina e a Queijaria. Na Queijaria é uma degustação rápida e na Tramontina é mais para quem gosta de apetrechos domésticos. Por volta das 10 horas segue-se para estação de trem de Carlos Barbosa para o passeio de Maria Fumaça até Bento Gonçalves. Leva aproximadamente 1:30 para percorrer os 23 kilometros, com uma parada em Garibaldi para tomar espumante. O passeio vale muito a pena, tem vários shows típicos na viagem. Chegando a Bento Gonçalves logo ao lado da estação tem o Parque Epopeia Italiana, que é um passeio indoor por cenários que contam a história dos imigrantes italianos que povoaram a região no começo do século passado. O teatro é bem legalzinho e leva cerca de 20 minutos cada apresentação . Depois do teatro seguimos para o Vale dos Vinhedos que fica do outro lado da cidade. Minha intenção era fazer o tour de degustação de vinho na Casa Valduga, mas quando chegamos os horários já estavam lotados. O tour custa R$ 40,00 por pessoa e não tem reserva, é por ordem de chegada em grupos de 30 pessoas. Restou o almoço no restaurante Casa Valduga na própria vinícola, um rodizio de comida italiana muito bom, num ambiente sofisticado. O preço é R$ 70,00 por pessoa fora bebidas. Depois restou um passeio aleatório pelas outra vinícolas menores que ficam na margem da Via Trento, que margeia o Vale dos Vinhedos, antes de retornar para Novo Hamburgo. A dica boa para quem vai em feriados ou alta temporada é agregar no pacote turístico da Maria Fumaça, a degustação de vinhos, que assim fica garantido. Terceiro dia – Outlets de Novo Hamburgo. O terceiro dia antes de devolver o carro no aeroporto e voltar para o Rio, fizemos um tour pelos outlets de calçados e roupas que ficam na Margem de BR-116 entre São Leopoldo e Novo Hamburgo. O melhor é o I outlet, que fica logo após o Hotel Íbis. É um Outlet nos padrões americanos, com estacionamento grátis e muitas lojas a ceú aberto com alamedas entre elas e uma praça de alimentação no fundo. Os preços não chegam a ser nehuma maravilha, mas se encontra roupas e sapatos de boa qualidade em fim de estoque com descontos de 20 a 30%. Procurando com calma achamos boas opções tanto de roupas como de calçados. Além dele visitamos também o Shopping Renata e o Cia do Sapato. Conclusão: A Serra Gaúcha é uma tremenda opção de turismo doméstico com bastante atrações, sem tumulto e com preços compatíveis. Tem muitas opções gastronômicas e valeu muito a pena. Reserve pelo menos mais um dia além do que eu fiz para conhecer melhor Gramado
  15. Galera, conclui um site compilando as mais de 70 cidades pelo mundo, que conheci desde que comecei a viajar em 2008. É site amador, sem grandes recursos, mas achei que tem dicas super legais. Abaixo o Link. Valeu Cidades do Mundo
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