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sheecko

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  1. Escolher as fotos que vou colocar no meio do relato leva tempo e não rende tão bem, então vou mudar a estratégia e colocar o link pras fotos. Segue o link para as fotos de Sigulda e Riga: https://1drv.ms/a/s!AjZqomb_J8N_gZo0RMvs61TE8nXw5w
  2. Provável que vá com minha mulher por Israel, Jordânia e Egito em março de 2019, depois do carnaval, se interessar... aí vc iria antes ou depois pro Marrocos se quiser ir conosco.
  3. Letônia O início da viagem foi muito bacana, ficamos de CouchSurfing na casa de um amigo que hospedei 4 anos atrás e aqui visitamos duas cidades: Riga, a capital, e Sigulda, a menos de 55km da capital. Sempre que viajo, levo pouco dinheiro e procuro fazer saques durante o caminho, evitando andar com grandes montantes e também por julgar que vale a pena (as taxas de conversão no débito em geral são melhores que as taxas das casas de câmbio brazucas) e em Riga levamos um susto, pois o primeiro caixa não funcionou, mas no segundo tudo deu certo no ATM do Swedbank no segundo andar do aeroporto de Riga. Nem tanta gente fala inglês, mas todos tem boa vontade em ajudar, se você fala russo, ajuda bastante. Os ônibus para o centro da cidade são o 22 e o 322, custando 2 euros. Riga Um detalhe do povo letão que chamou muito a atenção é o quão silenciosos eles são, mesmo em lugares com aglomerações, como é o Mercado de Riga, as pessoas falam em um tom bem abaixo do que estamos acostumados por aqui. O ponto alto do passeio em Riga foi a visita ao museu da KGB, onde foi possível ter uma ideia da crueldade com que foram tratados os cidadãos dos países bálticos durante o domínio soviético, com assassinatos e deportações para a Sibéria por motivos torpes, como estudar literatura francesa, por exemplo. A última foto é da sala de execuções, sendo cada ponto amarelo o vestígio de uma bala. O free walking tour (FWT) pela cidade velha é uma ótima pedida, o guia fala de vários detalhes da história desde a idade média, passando pelas invasões Suecas, Alemães e Soviéticas, mostrando detalhes como os impactos na arquitetura com a invasão sueca ou mais tarde com a conversão ao protestantismo. O último ponto do FWT é o local que registra onde passou a corrente humana em nome da liberdade, que uniu os três países bálticos e da qual participaram por volta de 2 milhões de pessoas (a população somada dos países era em torno de 6 milhões de pessoas à época) que se uniram pela liberdade des seus países na Cadeia Báltica, em 23 de agosto de 1989, pelo fim do domínio soviético na região. A cadeia teve em torno de 600km e uniu Estônia, Letônia e Lituânia, de Tallin a Vilnius, passando por Riga. Sigulda Em Sigulda a primeira parada foi no Museu/Castelo de Turaida, no qual fomos deixados por meu amigo. Lá na cafeteria do museu já é possível ver uma coleção de sinos bem bacana, que começou com o presente recebido pelo prefeito em uma visita à Alemanha em 1990. O castelo, construído em 1214, é bem bonito e tem uma série de exposições de como eram as tradições no tempo da idade média. Em Sigulda, as distâncias não são grandes, então fizemos todo o trajeto a pé mesmo por uns 5km até a estação de trem, por onde voltaríamos a Riga. A próxima parada foi na maior gruta dos países bálticos, com incríveis (ou não) 12 metros de altura!! O turismo no local tem suas marcas e a mais antiga inscrição nas paredes é de 1664. Em seguida passamos numa pracinha com estas bengalinhas, que são o símbolo da cidade. E finalmente no castelo de Sigulda, de 1207, ao lado do qual acabaram de abrir uma bar da ótima cervejaria Valmiermuiza, provamos umas 5 ou 6 e todas muito boas!!
  4. O itinerário está disponível foi feito no google maps (ver no link) e segue abaixo só a imagem:
  5. Depois de muito beber aqui na fonte, vou contribuir um pouco para a comunidade também! A viagem tinha como principal foco viver a atmosfera da Copa do Mundo de 2018 na Rússia, mas também teve boas passagens nos demais países, a maior parte do tempo com minha mulher. Vou contar aos poucos, país a país (na Rússia, vou separar Moscou e São Petersburgo), passando algumas dicas de cada lugar. A viagem teve de tudo um pouco, museus, comidas diferentes, circo, opera, translados de avião, ônibus, trem e barco, casamento pagão e muita cerveja.
  6. Fiz o mesmo roteiro que você, mas no sentido inverso (coloquei o monte Roraima antes de começar pelas Guianas). Foi uma viagem incrível e bem interessante pela diferença que há entre as guianas e os demais países da américa do sul. Depois vou atualizar/complementar informações que você deixou, para ajudar a galera curiosa por esses destinos, sobre os quais temos tão poucas informações. Abraço
  7. Ótimo relato! Estava temeroso em relação à Guiana (Inglesa) por ter lido que lá era muito perigoso a noite, mas pelo seu relato não parece ser uma ótima cidade para visitar.. Já estive em Lethem quando visitei Boa Vista pela primeira vez. Agora quero começar por Boa Vista, ir ao Monte Roraima, Salto Angel e pegar um voo para Georgetown de Ciudad Guayana e fazer o caminho inverso até Macapá. Abraço
  8. Eu sou meio 'preconceituoso' com essa história de volta ao mundo em 90 dias... cara, minhas viagens de 23 dias (uma para Chile e Peru, e outro para EUA) não foram suficientes para 2 ou três países, imagina 90 dias para uma volta ao mundo. Volta ao mundo pra mim tem que ser algo que a pessoa conheça muitos pontos em volta do mundo, não um 'pinga pinga' em que se visita 10 cidades e se diz que deu a volta ao mundo... Isso posto, estou planejando a minha que terá pelo menos 500 dias e será realizada em 2016, após as olimpíadas, tenho uma planilha bem maneira, com uma pesquisa que fiz em 2012 (na época a viagem estava planejada para 2014, mas tive que mudar os planos) com pesquisas aqui e em diversos blogs (devia ter mantido as fontes, mas falhei nesse ponto) https://docs.google.com/spreadsheet/ccc?key=0At3oN5hzNYpndGVQUWJYQ2RSeGt0S0JMbmY3MzEtWlE&usp=drive_web#gid=0
  9. Eu pesquisei bastante no começo do ano passado e montei uma planilha pra minha RTW, que seria ano que vem, mas que adiei pra 2016... quero ir sem trabalhar e ter uma segurança na volta, então pretendo manter meu emprego público. Se quiser a planilha, mande email [email protected] Se forem do RJ ou de SP podemos marcar uma dia para conversar também, tomar uma gelada... Abraços
  10. pode começar na áfrica e ir bem devagar pra pegar o sudeste asiático por janeiro/fevereiro.... Jaumz tb pegou a promoção da ilha de pásoca? lugar sensacional!
  11. Cara, eu recomendo ir pros mais pobres primeiro, porque aí você deixa seu dinheiro rendendo enquanto está nos países pobres, sobrando um pouco mais pros ricos... a questão de conhecer os europeus na viagem não tava na minha ideia, mas faz sentido também. Pense em evitar o frio e principalmente evitar a monções dependendo do país que você vai na Ásia. Abraço
  12. sheecko

    EXCLUÍDA!

    Concordo que o melhor vem de graça, mas 30 euros é exagero para mim... não curto a ideia de esperar que me doem bebida e comida.. mas são estilos diferentes
  13. Follow the sun é viajar procurando sempre estar no verão ou primavera... subindo e descendo a linha do equador Exemplo: passar de setembro a fevereiro na américa do sul e de março a agosto na américa do norte.... aí de setembro a fevereiro na áfrica, de março a agosto na europa e assím vai
  14. Fiz um roteiro de um ano e oito meses que pretendo iniciar em 2014 ou 2016 (tenho pendências por aqui e não posso fazer isso antes) e gostei do seu... vc já tirou os vistos (Canadá, EUA, China, Japão, Índia e Austrália tem que tirar do Brasil, o restante você consegue fazer pela viagem)? Segue algumas considerações: Um mês para os EUA é muito pouco!!!!!!! Você poderia aproveitar mais o pacífico também, passando pelo Havaí e, pelo menos, por Fiji! Eu colocaria o Butão em Fevereiro (você chega na Índia por Calcutá e vai subindo até o Butão), porque lá é bem carinho e em fevereiro é mais barato que março (veja http://www.tourism.gov.bt/plan-your-trip/travel-requirements). Outro questionamento é sobre Indonésia e Mongólia em Julho.. pois estão muito distantes! porque não a indonésia entre Austrália e Nova Zelândia? Você demonstrou preocupação com a chuva em Israel x Jordânia, mas deve ser algo bem pouco significativo. Acho que você tinha que se preocupar com a travessia do Mar Vermelho, lá tem muito lance de pirataria. Considerações feitas, agora quero saber se você tem um planejamento escrito disso tudo, se comprou passagens já, que tipo de hospedagem pensa usar e quanto estima que vai ser gasto nessa 'brincadeira'. Você vai trabalhar no trajeto? É isso.. se vier algo mais em mente, volto aqui e falo. Rodrigo
  15. Estimar o custo de uma viagem é algo muito complexo, pois envolve o tipo de conforto que você pensa em ter (fazer mais ou menos trechos de avião, pegar empresas 'low cost' ou não, o tipo de hospedagem - couch surfing, albergue, pousada, hotel (3, 4, 5 estrelas), resorts, etc). O que posso te dizer é que seu roteiro não é propício a um custo baixo, porque vai exigir longos trechos de avião e sem passar pelos 'hubs' http://pt.wikipedia.org/wiki/Hub_(avia%C3%A7%C3%A3o_comercial), o que encarece muito a viagem (pra ser mais claro, não há voô direto de Havana para Rabat... na real você vai ter que fazer uns 4 conexões para chegar lá). Talvez algumas mudanças simples possam ajudar a baratear esses custos, como incluir Aruba ou Guiana Francesa depois de Havana, de onde vocês poderiam pegar um voo para holanda ou frança respectivamente.. se quiser conversar mande um email um modo de entrarmos em contato (FB, telefone, etc..) [email protected] Rodrigo
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