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Marcelo Lopes

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Tudo que Marcelo Lopes postou

  1. Pretendo fazer não um relato, mas uma breve descrição que possa auxiliar casais com crianças que queiram visitar o melhor parque temático do Brasil, o Beto Carrero World. Nossa idéia inicial era ficar em Penha (cidade onde está o parque) e aproveitar os dias que iríamos ao Beto Carrero para curtir também as praias da região. Assim, chegaríamos um dia antes, conheceríamos Penha e Balneário Piçarras e depois passaríamos dois dias inteiros no parque. Porém os preços de estadia estavam extorsivos. Além dos preços, o que mais me incomodava era que, pelas fotos e referências, os hotéis não eram lá essas coisas. Assim, começamos a buscar opções pela região. Descobrimos que a rede Ibis – que eu até então não conhecia, apenas outros hotéis da rede Accor, como o Mercure – possui hotel em Itajaí (Ibis Navegantes Itajaí). Essa opção se mostrou muito boa. Só que o Ibis não aceita mais de uma criança por quarto, assim quem tem duas crianças precisa reservas dois quartos. Ainda assim, a reserva de dois quartos saiu pela metade do preço dos hotéis de Penha e arredores (R$298,00/dia por dois quartos). O Ibis Itajaí fica a uns 20 minutos do Complexo Beto Carrero. Em frente ao hotel, um Mc Donald´ e um Subway. Ao lado, um grande supermercado. Há cinco minutos, a avenida Beira Mar, local de restaurantes e bares. O trajeto do hotel ao parque é muito fácil e bem sinalizado – ele está localizado próximo da rodovia. É só seguir pela BR-101, sentido Joinville/Curitiba, e entrar na placa que indica Beto Carrero. Antes de entrar em Penha você passa pelo parque. O Beto Carrero fica às margens da rodovia que liga a BR-101 a Penha. O estacionamento custa R$27,00 (jan/2013). Porém há diversos estacionamentos do outro lado da rodovia, por menos da metade do preço. O mais próximo – atrás de um hotel – custa R$15,00, e quanto mais se caminha para dentro de Penha o preço cai para R$10,00. Não estacione a beira da rodovia, pois muito provavelmente você será multado e terá seu carro rebocado. Outra dica importante: equipe-se antes de entrar no parque com água e biscoitos. Tudo lá dentro é bem caro: água a R$3,50, refrigerante a R$4,00, coco a R$6,50, pipoca a R$6,50. Não há bebedouros. O almoço é tabelado – os restaurantes oferecem Buffet livre a R$32,00. Você tem a possibilidade de sair do parque para almoçar, devendo passar pelo guichê de saída temporária. Há almoço com Buffet livre a R$15,00 do outro lado da rodovia. Apesar do alto custo, achei tudo extremamente bem organizado, os funcionários e o público em geral bem educados (ao contrário do parque de Campinas, o Hopi Hari). Sobre as atrações: é possível, desde que não esteja com crianças muito pequenas, visitar o parque todo em um dia. Fomos num fim de semana de janeiro, com sol – ou seja, em tese a pior época possível. Não enfrentamos filas demoradas, com exceção de uma, que levou cerca de 1hr. De resto, as outras filas tinham um tempo de espera médio de 20-30 minutos. Procuramos nos concentrar nas atrações mais radicais. Elas estão estrategicamente próximas umas das outras. São elas: as duas montanhas russas, Star Mountain e Fire Whip, esta última a atração mais radical do parque – uma montanha russa cujos carrinhos são presos por cima, e não por baixo, de modo que as pernas ficam soltas. Além das montanhas russas, há os dois elevadores em queda: o Free Fall e a Big Tower, sendo esta última uma torre onde se despenca de 100 metros de altura, a 120km/h. Esses quatro brinquedos são as atrações radicais do parque. Além deles, há também outros interessantes, como o Barco Pirata e o Tchibum, sendo que este último é um trenó que desce em meio a uma piscina e faz você se molhar todo. Antes de entrar no brinquedo, porém, as pessoas costumam tirar sapatos, tênis e roupas. O resto são brinquedos temáticos, mais voltados para um público mais infantil. Destaco o trem que percorre toda a área de floresta do parque, com áudio explicativo e encenações envolvendo a figura de Beto Carrero; o teleférico que cruza todo o parque; e Raskapuska, um passeio de barco temático. Teoricamente essas atrações são possíveis de serem visitadas num único dia, com repetição. Porém, o Beto Carrero oferece alguns shows temáticos grátis bastante interessantes, com horário marcado e limite de público. Para mim, dois são muito bons: o Extreme Show, muito legal para quem curte carros e velocidade; e o Sonho do Cowboy, um musical bastante interessante. Além dele, vimos também o Aquashow, que não achei tão legal, e pagamos pelo almoço Excalibur, em que se acompanha a conhecida história do Rei Artur e os duelos de cavaleiros medievais. Resumindo: em função dos shows, 2 dias são ideais para o parque. No primeiro, conjugue as atrações preferidas com os shows; no segundo, repita as que mais gostou. De resto, para os adultos que querem aproveitar um pouco desta viagem, gostei bastante de duas cidades próximas de Penha e que se pode visitar em um dia – as distâncias são curtas, cerca de 60km. Uma delas é Blumenau, que recomendo, fora da época do Oktoberfest, uma visita as cervejarias locais, entre elas a Eisenbahn. A outra é Pomerode, que fica a uns 25 minutos de Blumenau. É conhecida como a cidade mais germânica do Brasil, tem roteiros para quem quiser conhecer as casas e ruas pitorescas, mas o que mais me chamou a atenção foi, em Janeiro, a Festa Pomerana. Uma grande festa local com comidas e música típica da Alemanha.
  2. Amigo, estive recentemente em Santa Catarina e tive a oportunidade de conhecer duas fábricas: em Blumenau, a fábrica da Eisenbahn (que já é mais comercial, né...). Muito interessante, ótima estrutura, muitos produtos a venda e cervejas engarrafadas. Não acho essa cerveja tão boa, mas o ambiente é muito legal. O outro lugar, que eu deveria ter explorado mais, é a cidade de Pomerode, cerca de 30-40 minutos de Blumenau. Fui no bar da Schornstein, uma microcervejaria local, e apesar de ter sido muito mal atendido, me pareceu uma ótima cerveja - na verdade, chopp. Fui na ocasião da Festa Pomerana, de tradições alemães e que acontece todo mês de janeiro, e lá dentro do pavilhão onde rolava a festa tinha muitas cervejas locais sendo servidas. Pra quem gosta, é ótimo programa. Abs
  3. Oi Diego, mandei a planilha pro seu email particular. Cara, fica atento só à quantidade de dias da sua viagem e sua intenção de colocar Madrid/Barcelona no roteiro. Além dessas 2 cidades serem distantes, vc incluir um 5º país pode deixar sua viagem bastante corrida. Abs Marcelo
  4. Bastante dificil escolher entre Amsterdã e Paris, hein!! Eu tentaria fazer as duas. Mas confesso que fiquei com melhor impressão de Amsterdã, talvez por ainda estar em início de viagem. Paris é gigante e muito cansativo, foi um erro estratégico meu colocá-la no final. vou mandar oro seu email pessoa. abs
  5. Olá!! Te enviei a planilha inteira no email pessoal. Como vc vai perceber, Paris não foi mais caro que Amsterdã, mas acho que o fato de ser final de viagem (restrição orçamentária...) foi determinante. Com relação ao hotel, indicaria sim. Achei o preço bastante razoável entre as opção de Paris, que é conhecida por ter hotéis caros e com pouca estrutura. No caso do Tourisme, algumas coisas pesaram para minha boa avaliação: - localizado em frente ao metrô; nesse caso, peguei um quarto com proteção acústica, o que recomendo, pois o metrô passa em baixo do hotel. Não ouvi nada - localizado bem próximo ao Invalides, museu do exército e Torre Eiffel; - Mc Donald´s, Starbucks e supermercado num raio de 100 metros; - boas opções de comida, com cafés e resutarantes ttradicionais. - bom preço Sobre o Paris Museum Passa, acho que vale muito a pena. Sugiro que vc estabeleça uma meta de museus no seu roteiro e faça as contas. o fato de furar fila também deve ser considerado (muito considerado, na mnha opinião). abs
  6. Olá Seu vôo de volta para a Cidade do México sai de Sevilha ou de Madrid? Em geral, com um tempo curto assim, a maior parte das pessoas opta por Madrid ou Barcelona, já que são cidades muito grandes e colocá-las numa viagem só acaba tornando as coisas muito corridas e não dando tempo de conhecer a fundo cada uma delas. Eu não conheço Barcelona, mas conheço Madrid e te digo que 2 dias é muito pouco para ela. Só ao redor de Madrid tem jóias como Toledo e Segóvia que demandariam um dia inteiro para cada uma. No seu roteiro, apenas sugeriria que vc escolhesse uma das duas. De resto, tiraria Cádiz e acrescentaria um dia a Granada, que não é só Alhambra, ou colocaria um dia para conhecer mais alguns pueblos blancos próximos de Sevilha, como Ronda. Abs
  7. Oi Thais Vou te enviar pelo email pessoal a planilha de gastos. Sobre a compra, fiz direto pelo site da KLM, sim. Inclusive lá foi que peguei a informação sobre os stopovers. Tenta dar uma ligada pra central de atendimento deles (lembro que tem em português) e se informe se os stopovers ainda estão permitidos. Mas tenho dado uma passada lá nas últimas semanas e não tenho visto grandes promoções não. Fique atenta aos sites especializados que às vezes surge alguma coisa. Abs
  8. Chegamos em Aracaju no voo da Gol as 14:20, vindos do Rio de Janeiro. Havíamos reservado um carro da Hertz por R$110,00 para duas diárias, de modo que fomos direto procurar o representante, que deveria estar nos esperando. Não estava. Buscamos o balcão de informações e a funcionária rapidamente faz contato com a Hertz. Em 15 minutos a van apareceu para nos pegar, pois a loja não é no aeroporto, mas perto dali (uns 5 minutos). Na hora de retirar o carro, a tiazinha nos convenceu a fazer um upgrade por R$40,00. Dali saímos direto em direção ao nosso hotel. Se por um lado hospedar-se na AABB Aracaju é mais em conta, por outro praticamente te força a alugar um carro. Tinha a impressão de que o táxi em Aracaju é barato, pois tinha utilizado em visita a cidade a trabalho. Mas a mobilidade que o carro dá, em Aracaju, eu achei fundamental. O aeroporto é muito próximo da orla de Atalaia. Em questão de minutos você consegue chegar lá. Da orla de Atalaia, na altura da Passarela do Caranguejo, até a AABB Aracaju leva uns 10-15 minutos de carro, a depender do trânsito, que em geral é tranquilo. Pegamos o primeiro chalé – me parece que há uns 15 chalés, todos eles do mesmo tamanho e mesma disposição: uma sala/cozinha com pia, pratos, copos, geladeira e televisão; e um quarto com banheiro, que comporta uma cama de casal e um beliche – ideal para uma família de 4 pessoas. Com ar condicionado. O preço ficou em R$105,00 a diária, sem café da manhã. AABB Aracaju Chegamos mortos de fome e, para nossa sorte, o melhor restaurante de Aracaju ficava ao lado da AABB: o Sollo, que tem um preço um pouco salgado, mas vale muito a pena. Eu já tinha dado uma palestra no local para investidores, de modo que já conhecia a casa e o sabor dos pratos. Pedi um filé ao molho de ervas simplesmente espetacular, o melhor da minha vida, acompanhado de arroz com brócolis. No almoço executivo, o preço do prato individual é mais em conta, em torno de R$30,00. À noite, o preço sobe pra casa dos R$50,00. Fantástico prato do Sollo: a carne mais saborosa que já comi na vida O restaurante é anexo do hotel Aruanã, uma espécie de eco resort, de frente pra praia de mesmo nome. O hotel parece ser muito aconchegante, mas as diárias sobem pra casa dos R$300,00. Pra quem preferir uma refeição mais em conta, na praia há diversos bares, entre eles o conhecido Paraíso do Baixinho, de frente pra AABB. Demos uma rápida caminhada pela praia de Aruanã, rápido o suficiente pra se surpreender com a água quente da região. Praia Aruanã Como já estava por volta das 17hr e o pôr do sol prometia ser muito bonito, rumamos para o bairro do Mosqueiro, que fica a uns 20 minutos da AABB. No caminho, uma boa estrada que passa por grandes condomínios fechados a beira mar, e areia vasta, inabitada e com o mar cor amarronzado. Chegamos ao Mosqueiro e procuramos a orla Pôr do Sol, um pedaço de orla na beira de um dos braços do rio Vaza-Barris, que foi recentemente reconstruída pelo governo local. É dali que partem os barcos para os passeios à Crôa do Goré, uma ilha no meio do rio. Há uma escuna que sai duas vezes por dia, por volta das 9hr e das 14hr. Segundo as informações que obtivemos com locais da região, o passeio dura umas 3hr e meia e custa uns R$50,00 por pessoa (só o transporte). Dali acompanhamos calmamente o pôr do sol, realmente belo. Pôr do Sol no Mosqueiro A noite fomos dar uma passeada pela Passarela do Caranguejo, como não poderia deixar de ser. Para quem gosta de caranguejo, não há melhor pedida. Agora, não vá achando que as coisas são muito baratas na orla toda. O bar mais famoso da passarela é o Cariri. Do Cariri até o bar da Amanda, os preços são mais puxados – por exemplo, um caranguejo sai a R$5,50, acompanhado de vinagrete. Uma casquinha de caranguejo, incríveis R$15,00. Após o bar da Amanda, os preços são mais em conta, e no caso do caranguejo, o sabor é o mesmo: no bar ao lado da Amanda, dois caranguejos saem por R$6,50. Uma coisa boa: os bares da região aceitam que os ambulantes vendam seus produtos nos bares livremente. E tem tradições de Aracaju que não devem ser deixadas de lado, como por exemplo o amendoim dentro da casca (uma delícia!!) cozido no sal. Além disso, vendem também queijos e acarajés. Caranguejo e amendoim, delícias de Aracaju Acordamos cedo no sábado, dia que seria dedicado quase que inteiramente a Mangue Seco. Logo pela manhã, percebemos uma diferença marcante de tradições em Sergipe: não conseguimos encontrar um local que vendesse café. Há muito custo paramos em uma “padaria” bem acanhada na estrada, que vendia café solúvel, pedimos para a dona esquentar a água e compramos o pacote inteiro do pó de café para bebermos. A estrada de Aracaju até Porto do Mato é muito boa. Quem sai da orla de atalaia deve pegar a Rodovia José Sarney em direção ao Mosqueiro. Depois seguir em direção a nova ponte Jornalista José Silveira, recentemente construída, que aparentemente fez com que os turistas economizassem bastante tempo para cruzar em direção as praias da região sul de Sergipe, pois antes a travessia era feita em balsas. Segue-se então em direção a Praia do Saco, e num determinado ponto vira em direção a Porto do Mato. Levamos em torno de 1h para chegarmos até essa pequena localidade, e as placas nos indicaram o lugar onde pegaríamos a lancha que nos deixaria em Mangue Seco. O pequeno deck tem estacionamento ao custo de R$10,00. Não ficou claro para nós se aquele era o único local para tomarmos a embarcação em direção a Mangue Seco. Na verdade a estrada continua, e mais a frente me parece que há outro ponto de embarque, porém através de escunas que cobram mais caro a travessia. Em Porto do Mato, a lancha sai por R$80,00 e consegue levar até 5 pessoas. A dica é ir em grupo. No nosso caso, não conseguimos achar outro casal para dividir a lancha (esperamos cerca de 30min e só chegavam grupos de 4 ou 5). Pagamento somente em dinheiro. O trajeto até Mangue Seco é muito bonito, atravessando o rio Real, passando pela praia do Sossego e, ao longe, Praia da Saco (acessíveis de carro). Ainda em Porto do Mato, percebemos que íamos ter problema com a grana, pois não tínhamos levado tanto dinheiro assim em espécie. A responsável pelas embarcações contatou via rádio um pessoal em Mangue Seco, de modo que já saímos de Porto do Mato com o esquema de bugre e almoço meio arrumado, com a promessa que poderíamos pagar no cartão de crédito. Não nos pareceu que fomos penali$$$ados por isso. Pagamos R$80,00 no bugre, que poderia comportar até 4 pessoas. O passeio durou cerca de 30 minutos pelas dunas de Mangue Seco, uma pequena vila já do lado baiano. Tiramos fotos muito bonitas, inclusive da famosa dupla de coqueiros (Romeu e Julieta) de Tieta. Ao final, o bugre nos deixou na praia – linda demais – onde arrumamos uma rede e aproveitamos uma tarde sensacional de muita paz e descanso. Na praia pode-se petiscar ou comer uma refeição, evidentemente pagando-se um preço não tão barato. Deve-se marcar com o bugreiro o horário do retorno. Não estava muito cheio, mas conversamos com um casal de espanhóis que estavam hospedados na vila de Mangue Seco, e a reclamação deles era de que, a noite, o lugar fica sem nada para se fazer. Tivemos essa mesma impressão. Praia de Mangue Seco Voltamos por volta das 15hr, quando o bugre foi nos pegar. O dono da lancha já estava nos esperando para nos levar de volta a Porto do Mato. Antes, fizemos uma rápida parada na Praia do Sossego. Sossego da praia do Sossego A noite, optamos por fugir um pouco da Passarela e fomos conhecer o resto da orla de Atalaia. Era dia de show de Ivete Sangalo, então o trânsito estava lembrando um pouco o do Rio de Janeiro. Comemos umas tapiocas deliciosas na orla, além da tradicional carne de sol com macaxeira. A idéia era tentarmos ir a Crôa do Goré na manhã do domingo, mas resolvemos aproveitar a praia por ali mesmo. Resolvemos ir ao famoso bar de praia Paraty, que fica a uns 10 minutos do hotel. Realmente a estrutura deste bar é fantástica. Muito aconchegante, com música ambiente e boas opções de comida e bebida. O preço é um pouco acima da média. Bar Paraty Visto da praia Passamos boa parte da manhã por ali, e depois fomos conhecer o outro bar famoso da praia, o Paraíso do Baixinho. A estrutura é bem mais modesta, com maior confusão, já que fica num trecho lotado de bares. Fomos bem atendidos e os preços não são tão diferentes do Paraty. Achei melhor o Paraty, mas bem em frente ao Paraíso do Baixinho comemos uma generosa porção de mini acarajés a R$10,00 de dar água na boca. Antes de voltarmos ao Rio de Janeiro no voo da tarde, almoçamos uma bela carne de sol em um dos muito restaurantes da orla. De um modo geral, achamos ótima nossa estadia em Aracaju. A opção por um hotel mais afastado acho que foi acertada, pois com o aluguel do carro – que teríamos que fazer de qualquer jeito para ir a Mangue Seco – ficamos com uma ótima mobilidade. Muito boas as praias da região, apesar da água mais turva que o normal. Para quem quer passear com criança, julgo ser uma ótima cidade: a orla de Atalaia é disparado uma das melhores infra-estruturas do Nordeste, com opções de diversão aos montes para crianças.
  9. Fala amigo, posso contribuir com umas dicas pra Mangue Seco. Sugiro que vcs aluguem dois carros (cinco em cada). A diária por lá pro carro básico ta saindo em torno de R$50-60 na Hertz. Mangue Seco fica a cerca de 1h de estrada boa. Moleza chegar, só ir em direção ao Mosqueiro, cruzar a nova ponte, seguir em direção a praia do Saco e Ponta do Mato (acho que é esse o nome). Nesse cidade há uma lancha que te leva a Mangue Seco: R$80,00, dá pra 5 em cada lanche, sai menos de R$20 pra cada. Chegando em Mangue Seco, aluga um bugre (R$80,00) e passa o dia na praia. Show de bola. Vai sair bem mais barato que via agência - que cobra R$85,00/pessoa sem transporte e bugre. Sobre a noite, fui com minha esposa, então talvez não possa te ajudar muito sobre baladas. Mas se quer comer um bom caranguejo, a passarela e as praias são o point. na passarela tem muitos bares com música ao vivo tb. abs
  10. Marcelo Lopes

    Aracaju

    Da praia do saco é um pulo pra ir a mangue seco, só continuar na estrada e tomar uma lancha. achei imperdível.
  11. Hahahaha!!! Carla parabéns pelo relato e pela coragem, que por sinal eu não tive, a minha ficou no Brasil. A foto dela com a torre eiffel ao fundo está sensacional!! parabéns!!
  12. Assino embaixo o que disse o Goiano. Sugestão: se Roma sair do roteiro, vc pode dar a sorte de conseguir comprar todas as passagens de avião via Airfrance/KLM caso a promoção de stopover grátis ainda esteja disponível. Vc compraria Brasil - Madrid, com parada em Amsterdã na ida e Paris na volta, ou vice versa, com direito a estadia grátis nestas cidades. Dá uma pesquisada nos sites AF e KLM pa saber se há essa possibilidade. Roma saindo, vc distribui melhor os dias. Sugiro Paris - 5; Madrid - 3; Amsterdã - 3; Barcelona - 3; 1 de sobra pra colocar onde vc quiser. abs
  13. Fala Daniel!! Cara, não conheço Bruxelas, mas a maioria dos relatos que vejo não sugerem que seja uma cidade que mereça: i) menos dias que Amsterdã; ii) tantos dias quanto Paris. Amsterdã eu te diria que você não iria se arrepender de colocasse pelo menos mais um dia. Já Paris, eu fiquei 4 noites e saí com a impressão de não ter conseguido ver nada!! De modo que sugiro mais alguns dias para Paris. abs
  14. joão, não fiquei no casco antiguo, acho que se soubesse de antemão a disposição da cidade teria preferido ficar por lá. é onde quase tudo rola. Eu fiquei próximo da estação de trem, não é nenhum transtorno, mas te força a pegar um ônibus ou dar uma caminhada boa. abs
  15. Oi, eu gastei, sem considerar as compras, R$9.700,00 para o casal. Fiquei em hotéis muito bons. Vou te enviar no email particular a planilha. abs
  16. Cara, concordo plenamente com vc, realmente o ideal é fazermos umas escolhas, mesmo que elas nos partam o coração rs.... Córdoba foi um exemplo, eu não fui, preferi me dedicar a Sevilha, fiquei alguns dias a mais por lá e não me arrependi. Gostei basicamente da disposição da cidade em si, do charme dos bares, do clima mais jovem noturno, da beira do rio tomando um mojito... com algumas horas eu me dedicaria ao centro histórico, na região ao redor da catedral e do real alcázar. tem uns monumentos, praças e paisagens muito bonitos por ali. abs
  17. joão, com relação ao tempo é possível que vc esteja certo, pois nem todos os trens são de alta velocidade - nesses dois trechos que fiz entre sevilha e granada e granada e madrid eles não eram d alta velocidade, apenas uma pequena parte do percurso foi de AVE. uma pena que vc só dará uma volta em Sevilha. Foi uma das cidades mais interessantes da minha viagem. Também fiquei na dúvida entre incluir Córdoba ou gastar mais tempo em Sevilha, e não me arrependo em nada de ter optado por Sevilha. É um lugar sensacional!! Abs
  18. Fala João O trecho Sevilla - Granada custou 30 euros. Já o trecho granada - Madrid custou 25 euros. Acho que em geral os trens são melhores, principalmente por causa dos horários que são efetivamente cumpridos. No trecho Granada - Madrid, não queria correr o risco de um ônibus quebrar no meio do caminho e eu perder o trecho seguinte - naquele caso, de avião. Isso já ocorreu comigo na Bolívia e desde então sempre evito ônibus nessas situações de horário apertado. Além disso, em ambos os trechos que mencionei o preço da compra antecipada no site da Renfe não era diferente da compra em cima da hora. Como meu roteiro não estava totalmente fechado, isso foi fundamental, pois em geral há trechos que se você comprar em cima da hora (trens de alta velocidade) paga o triplo do preço (p.e., Madrid - Sevilla). Abs
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