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Marcelo Lopes

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Tudo que Marcelo Lopes postou

  1. Muito legal seu relato. Estarei indo no fim do mês para Aracaju, chegando sexta-feira a tarde, e a princípio me decidi por conhecer Mangue Seco ao invés do Cânion. Talvez me arrependa... rss
  2. tavita, vc basicamente tem 2 opções, bastante fáceis: metrô ou ônibus. Eu achei o ônibus a mais prática. Assim q vc sair de área de desembarque em Barajas, procure um balcão de informações e peça ajuda para te indicarem onde fica o ponto do ônibus que vai ao centro de madrid. Ele é frequente e baratinho (2 euros). Tem três estações de descida pré definidas no centro da cidade. O nome do serviço é Línea Expres Aeropuerto. Joga no google que vc acha o site, é bem informativo e com mapas. Suerte!!
  3. 16/04 – Paris O final da viagem estava chegando e batia a sensação de que eu estava ali em Paris há semanas e não havia conseguido ver nada. Acho que essa é uma sensação bem própria de Paris e do viajante que carrega consigo toda ânsia de querer ver tudo de uma vez só. Santa ignorância. Só ao final da viagem pude perceber que, além de não dá pra ver tudo em tão pouco tempo, perde-se o melhor: a possibilidade de andar calmamente pelas suas ruas e apreciar (o termo é esse mesmo) a vida passar. Mas nesse dia a angústia de querer cumprir um roteiro pré-planejado bateu forte, e resolvi sair correndo por uma série de lugares que, tenho certeza, acabei não aproveitando bem. Um deles foi o Louvre. Descemos na estação que fica nos jardins de Tuilleries, para conhecer o local antes de ir em direção ao museu. Entramos pela famosa pirâmide, mais uma vez furando a fila por ter o Paris Museum Pass (ótima aquisição!!). Museu do Louvre e a entrada das pirâmides Fomos diretamente nas sessões que mais nos interessavam, dessa vez sem áudio guia. Me decepcionei um pouco com a Monalisa, em primeiro lugar por não poder chegar nem perto, dada a quantidade impressionante de japoneses amontoados com suas máquinas mega-ultra-modernas na minha frente. E depois pelo próprio tamanho da peça – pensei que fosse gigante como Guernica, de Picasso, mas é bem pequena, menor que um quadro de parede. Vimos bastante a parte de pinturas italianas e depois das antiguidades egípcias, além das famosas esculturas do Louvre. Levamos cerca de 2hr dentro do museu, e depois saímos dali em direção ao Quartier Latin, para percorrer as ruas dessa parte boêmia da cidade. Almoçamos uma bela salada de salmão e uma carne com batatas. Depois seguimos para um dos mais espetaculares museus que já visitei na vida: o Museu de l´armeé. Para os que se interessam por história, dá pra ficar uma semana seguida ali dentro. Museu do Exército: histórias, peças e documentos fantásticos O museu conta a história militar francesa desde os primórdios, mas o foco principal está no período posterior a primeira guerra mundial. Além disso, nesse museu estão enterrados grandes heróis franceses, entre eles Napoleão Bonaparte. Tumba com os restos mortais de Napoleão Bonaparte Depois de ficarmos grande parte da tarde no museu de l´armeé, seguimos para o Arco do Triunfo, no qual também tínhamos acesso pelo Paris Museum Pass. Antes disso, uma cena insólita no metrô de Paris: um grupo de adolescentes (quatro meninas) roubou a bolsa de uma mulher e, em questão de segundos, surgiram do nada três agentes de segurança do metrô, à paisana, agarrando as delinquentes, algemando e carregando para fora do metrô. Uma multidão de curiosos – alguns filmavam mas foram rapidamente censurados por outros agentes – perseguiu a cena cinematográfica, que se prolongou pelas escadarias até a rua, com a chegada da polícia. Detalhe: em nenhum momento houve agressão por parte dos agentes, que, ao contrário, recebiam todo tipo de socos, chutes e cuspes por parte das ferozes meninas, que pareciam estar alucinadas. Saltamos na estação que fica em frente ao Arco do Triunfo, e lá estava acontecendo uma cerimônia a qual não pudemos entender muito bem. Mas eram pessoas bem idosas, com uniformes militares, muitas insígnias e aparentemente prestando homenagem a alguém que havia falecido, de modo que deduzimos tratar-se de algum funeral militar. Subimos no Arco e lá em cima o grande destaque é novamente a bela vista que se tem de boa parte da cidade, além de toda Champs-Elysée. Torre Eiffel desde o Arco do Triunfo Champs Elysée
  4. 15/04 – Paris O dia anterior cobrou o seu preço. Estávamos bem cansados, não só da correria, como também de tantos dias de viagem. Realmente não deveríamos ter deixado Paris por último, pois a quantidade de coisas para se ver e fazer nessa cidade são infinitas. Enfim, mais um ensinamento para os próximos planejamentos. Entretanto, acordamos bem cedo, dispostos e ansiosos, pois era dia de realizar um antigo sonho: conhecer o Palácio de Versailles. Me lembrava da época de ensino médio, nas aulas de história, da professora falando sobre a Revolução Francesa e, evidentemente, toda opulência do Antigo Regime tendo como seu maior símbolo o grande palácio do Rei Sol, que estava prestes a conhecer!! Paramos numa padaria e nos abastecemos com dois sanduíches antes de irmos. Para se chegar ao Palácio deve-se tomar o RER C. Na estação de trem, arranhei ao máximo meu francês, tentei ser bem simpático, e funcionou: o atendente saiu da sua cabine e apertou todas as teclas necessárias na máquina de venda de bilhetes pra mim. Imprimiu na hora os dois bilhetes ida e volta para o castelo (€6,40). Na plataforma, é preciso acompanhar o trem cuja direção seja “Versailles RG Chateau” (RG = rive gauche). Chegamos lá cerca de 30 minutos depois de entrar no trem. O frio era extremo, com certeza o vento gélido levava naquele dia a sensação térmica para próximo de zero (fez 4 graus esse dia). Mas a suntuosidade do lugar é algo absurdo. Bota qualquer coisa construída que você já viu no chinelo. Entrada do Palácio de Versailles e um mundo de gente visitando O Paris Museum Pass permitiu furar a fila, que era grande. O áudio guia é grátis – também uma filinha bem grande pra pegar um. Tem em português (de Portugal). Lá dentro, visitamos quase todos os aposentos do palácio. Destaque para o espetacular salão dos espelhos e os aposentos do rei e da rainha, além da capela logo na entrada. A Capela Sala dos Espelhos Infelizmente, o passe não dava direito a visitar os jardins (€8,50). Pensamos em comprar, mas o frio era tão grande que provavelmente não conseguiríamos ficar muito tempo por ali. Na saída do palácio, resolvemos comprar dos ambulantes os famosos chaveiros da Torre Eiffel (5 por €1). Jardins de Versailles Na volta, descemos na Île de La Cité. Fomos direto conhecer a Catedral de Notre Damme. A entrada na igreja é grátis, mas com o Paris Museum Pass pudemos fazer o que me pareceu mais legal: subir lá no alto das torres da Notre Damme. Para quem tem problemas com claustrofobia, se prepare, porque as escadarias para hegar lá em cima são bem apertadas. O visual de Paris lá do alto é bem legal, e você fica lado a lado dos animais voadores e estátuas que aparecem no filme ‘Corcunda de Notre Damme”. Reconhece de algum lugar? Depois da catedral, fomos a Saint Chapelle. Outro espetáculo de visita. Os vitrais da igreja são coisa de cinema. Ela está em restauração, mas mesmo assim e muito interessante ver as histórias religiosas que são contadas minuciosamente através da arte dos vitrais. Vitrais de Saint Chapelle O dia já estava chegando ao fim, e na volta ao hotel resolvemos parar numa pequena confeitaria nas imediações, na própria avenue de La Motte Piquet. Estávamos impressionados com o preço das bebidas em Paris – enquanto na Espanha e em Amsterdã dificilmente pagamos mais de €3 num chopp, em Paris o mais barato que encontramos foi €5 – e na promoção de happy hour!! Nesse confeitaria, entretanto, encontramos garrafas de vinho a bons preços expostas, e resolvemos comprar uma (saiu €11,50 um Bordeaux tinto) e nos sentamos numa mesa na calçada, saboreando uma deliciosa quiche de salmão (€5,00), pra ver os parisienses subindo e descendo num fim de tarde com suas indefectíveis baguettes na mão. Esperamos dar as 21h, horário em que a Torre Eiffel liga suas luzes e fica mais bela ainda. Tiramos ótimas fotos da Dama de Ferro desde o Trocadéro, que dizem ser o melhor local para fotos. A torre iluminada desde Trocadéro Alguns gastos do dia: Café: €2,65 Baguettes + Croissant: €10,00 Transporte Paris – Versailles (ida e volta): €6,40
  5. Excelente relato, Fernando!! Como me arrependo de não ter ido à Plaza España em Sevilla!! Fotos lindas do lugar. Parabéns, estou ansioso pela sequência. abs
  6. 14/04 – Paris Se dormi 20 minutos foi muito. Confesso que a idéia de passar uma noite no aeroporto, se no Brasil me parecia atrativa – pois economizaria uma diária e, afinal, para pegar um voo marcado para as 7:00h da manhã em Madrid, teria que sair do hotel lá pelas 4:00h – ao vivo e a cores me pareceu um tanto temerosa. Mas aos poucos você vai se acostumando às peças raras que você encontra neste tipo de situação: desde muçulmanos estendendo o tapete no chão no meio da madrugada e virando-se em direção a Meca para orar, até mochileiros maltrapilhos e com cara de morto-vivo passando pelos corredores de Barajas, lembrando muito o personagem de Tom Hanks em “O Terminal”. Minha grande preocupação era com as malas e as potenciais problemas que uma distração poderia causar – desde serem roubadas até colocarem algo dentro. Olhando para trás, acho que realmente foi muita paranóia. Juliana evidentemente desmaiou e dormiu como um anjo no primeiro banco mais “confortável” de concreto que viu – que aliás eram bastante disputados pelos raros passageiros que circulavam a essa hora por um dos maiores aeroportos do mundo. Uma longa noite em Barajas... Mas o amanhecer foi revigorante. Afinal, em poucas horas, estaríamos em Paris. Num piscar de olhos a fila de embarque – que começou às 5h – agigantou-se. A vantagem dessa peregrinação por Barajas ao longo da madrugada foi que nem percebi passar o vôoMadrid – Paris. Desmaiei. Quando acordei já estava no Charles de Gaulle. O primeiro balcão de informações turísticas que avistamos logo assim que saímos da área de recolhimento de bagagens nos informou que seria mais barato e rápido ir de trem para Paris – o famoso RER B. Minha idéia anterior era pegar o tal do Roissy Bus, que por €10 nos deixaria no centro da cidade, e evitaria uma série de “complicações” com os bilhetes do RER e do metrô que eu ainda não havia entendido muito bem. Acabou que fomos de trem. Pode ter sido mais barato (centavos), mas definitivamente não foi mais fácil. Primeiro, logo assim que saímos da área do aeroporto e entramos na estação do RER, avistamos um mundo de gente procurando informação. Muita gente MESMO, filas e filas de um lado pro outro. Tudo em francês. Até conseguir se ambientar, leva um tempo. Depois, até descobrir qual bilhete comprar, onde, validar, etc... Enfim, acho que compensa pagar um pouco mais. Fora que o trem em si não é lá muito convidativo. Tomamos o RER B que nos custou €9,25 cada. Me pareceu que ele cruzou toda periferia de Paris. A sorte é que descemos numa estação que ficava na porta do hotel, depois de fazer uma baldeação para o metrô. Aliás, uma baldeação trabalhosa, cheia de escadas, na estação Denfert-Roquecheau. Descemos por fim na estação Le Motte Piquet. O Tourisme Hotel fica bem na porta da estação. Achei ótimo. Boa vizinhança, quarto pequeno mas limpo – soube que os quartos de Paris são quase todos minúsculos, mas no caso do Tourisme é pequeno mas atende bem a necessidade de quem vai ficar quase o dia todo fora. Quando fiz a reserva, optei por um quarto com proteção acústica (que ficou uns €10 mais caro por dia) porque de fato o hotel é bem em cima de uma estação de metro. Não tivemos problema com o barulho. Tudo muito perto: mercado (monoprix), fast-food, starbucks, padarias, metrô etc. Tourisme Hotel: quartos pequenos mas muito confortáveis Banheiros bons e limpos Obviamente, depois da jornada em Barajas por toda madrugada, estávamos exaustos, ao meio dia. Isso foi um erro de planejamento, pois teríamos potencialmente um dia perdido. Mas mesmo assim tomamos um banho rápido e quente pra tentar recuperar as forças e saímos em direção a Torre Eiffel, que ficava a uns 4-5 quarteirões do hotel. Apenas paramos para um almoço antes, e aqui vai um grande achado: a rue de Cler. Essa rua tem ótimos cafés, restaurantes bem transados, confeitarias e padarias de rua que expõe pratos deliciosos – vendido a quilo – assim como, claro, pães, pães e mais pães. Assim como em todas nossas opções de refeições, nossa comida tinha uma qualidade excelente: paramos no Le Café Du Marché, Juliana pediu um tartare de carne e eu um pato frito. Acompanhado de uma jarra de vinho tinto da casa, pagamos €30 na refeição. Vizinhança muito agradável ao hotel Depois seguimos em direção a Torre Eiffel, cruzando todo Champs de Mars. A sensação de estar ali é realmente algo indescritível. Tive a exata noção do que os turistas sentem ao chegar no Rio e visitar o Cristo. Pagamos €5 para subir as escadas da torre até o 2o andar. Fotos maravilhosas de toda cidade. Champs de Mars e Torre Eiffel ao fundo Depois dali descemos e caminhamos pela margem do Rio Sena até encontrar um local de aluguel de bicicletas. Um sistema realmente fantástico e totalmente desburocratizado. Chama-se Vélib e voce precisa informar o numero de um cartão de crédito válido. Peça o vale de um dia, ou de uma semana se você for ficar mais tempo. Ao final do processo, é impresso um cartão com um código, que será o seu código durante aquele dia. Na hora do aluguel, a máquina pede esse código e se ele ainda estiver válido, libera a bicicleta que você escolher (na máquina, deve-se colocar o número da bicicleta, então antes de iniciar o processo é bom dar uma conferida na sua bicicleta pra ver se esta tudo em ordem com pneus, corrente etc.). Paga-se €1,70 pelo cadastro. Se você entregar a bicicleta antes de meia hora de uso em algum local de retirada/devolução, não paga nada além. Dá pra ir fazendo isso direto e se deslocar pela cidade só com €1,70. Caso passe dos 30min, acho que paga €1 a mais. Rodamos por toda região do 7e arrondisement, incluindo o Hotel dês Invalides, Ponte Alexandre III (muito bonita, com detalhes dourados nas pontes, ótimas fotos!!), Champs-Elysées (gigantesca), Plaza de La concorde (nada de mais), Petis/Grand Palais. Na volta, estávamos bem cansados, já passava das 20h da noite. Demos uma voltinha para ver as pirâmides do Louvre iluminadas e não conseguimos correr atrás de outra coisa senão um sanduíche no Mc´Donalds mesmo... Ponte Alexandre III e Hotel des Invalides ao fundo Alguns gastos do dia: CDG – Paris: €9,25 (cada) 2 day Paris Museum Pass: €39 Torre Eiffel: €5 Almoço: €30 Doce: €3,20 Água: €2,00 Bicicleta: €1,70 Mc Donalds: €9,60
  7. 12/04 – Granada Acordamos por volta das 10h. fomos ao mercado próximo do hotel e compramos iogurte, croissants, salame e morangos para um desayuno no quarto. Era dia de ir a Alhambra, o mundialmente famoso complexo da época do domínimo árabe sobre a península ibérica, e decidimos tomar café em casa e ir caminhando em direção a Plaza Nueva, de onde saem os onibus para lá. Percorremos as ruas que margeiam o Albaicín, visitamos os as ruínas dos baños árabes (nada de mais, entrada gratuita) e depois tomamos o bus 30 em direção a Alhambra, não sem antes nos abastecer numa confeitaria em Granada com alimentos para comer durante o percurso – evidentemente as coisas dentro da Alhambra são mais cara$$. A grandeza do local impressiona logo na chegada, potencializada pela multidão que se forma para entrar na Alhmabra. Optamos por comprar as entradas com muita antecedência através do site do Servicaixa. No momento da compra é preciso marcar a hora de entrada no Palácio Nazaríes, que é o único lugar do complexo que se visita com hora marcada. A dica é marcar um horário cerca de 1 ou 2h depois do horário que você pretende chegar na Alhambra, pois o caminho a percorrer até os palácios é longo. Começamos a visita pelo Generalife, uma espécie de jardim de inverno deste complexo. Muito bonito. Pra nosso azar, nesse momento começou a cair uma chuvinha fina. Jardins do Generalife Percorremos então o caminho que liga o Generalife a Alcazaba, que também é imperdível. De lá se tem uma visão fantástica de toda a cidade de Granada. A Alcazaba é uma fortaleza localizada ao final da Alhambra Desde lá, os solados da Dinastia Nasrida tinham visão estratégica da cidade de Granada Levamos cerca de 2h30min para percorrer esses dois locais com calma, até chegarmos a entrada do Palácio Nazaríes. Aqui atenção: pudemos presenciar turistas que se atrasaram uns 10-15 minutos do horário marcado e não puderam entrar. Aparentemente os caras são bem rigorosos com a questão do horário. Como chegamos com uma meia hora de antecedência, pudemos dar uma visitada rápida no Palácio Carlox V, ao lado do Nazaríes, que abriga alguns museus com exposições temporárias. Não é lá grandes coisas. O Palácio Nazaríes sim, com uma riqueza de detalhes nas construções impressionantes. Um belo exemplar de beleza da arte islâmica. O mais impressionante é a riqueza de detalhes nas construções O grande número de turistas por vezes atrapalha, mas realmente o Palácio Nazaríes é de grande beleza Saímos da Alhambra próximo de escurecer. Foi o tempo de irmos ao hotel, tomarmos um banho e sairmos para provar ótimas tapas, entre elas llomo al allí olli, hamburguesa e serranito. Alguns gastos do dia: Mercado: €6,00 Ônibus: €1,20 Café da manhã: €2,50 Batatas Ruffles e Croissant: €3,00 Audioguia Alhambra: €6,00 Cappuccino: €1,00 13/04 – Granada O dia foi todo dedicado a compra de souvenirs em Granada. Rodamos pelo centro histórico e na altura da catedral resolvemos dar uma parada numa barraca enorme de parrillada argentina que servia diversas opções de churrasco deliciosas. Optamos por um belo choripán (nosso pão francês com uma lingüiça argentina, cheia de molo chumichumi, a €4,00) e uma media racion de costilla (costela de boi, numa porção bem generosa, com pão, a €9,00). Tudo acompanhado de um ótimo chopp tirado na hora. Próximo a Catedral, várias lojas com produtos típicos Espetacular barraca de rua com parrillada argentina Tentamos chegar de ônibus a estação de trem de Granada, mas não deu certo. Possivelmente porque aquela parte da cidade estava em obras, com ruas fechadas para o trânsito, o que fez o ônibus desviar em algumas rotas. Senão, era fácil (pelo menos olhando pelo mapa dos pontos de ônibus). Atrasamos um pouco mas conseguimos chegar. O trem que nos levou a Madrid era visivelmente pior do que os outros. Por azar (ou sorte, no caso) ficamos no único banco do vagão com quatro assentos, virados um para o outro. Por sorte não sentou ninguém na nossa frente, senão não saberia onde colocaria a perna (sem exagero: evitem esse tipo de banco no site da Renfe). Acabou que foi bom, pois pudemos dispor de quatro bancos a nossa disposição. Mas mesmo assim a viagem pareceu interminável. Chegamos na estação do metro madrileño Puerta de Atocha às 22:45h. Minha idéia era pegar o ônibus em direção ao aeroporto – o mesmo que tomamos quando chegamos em Madrid – mas deve-se ter atenção: ele só circula até as 23:30h. A outra opção seria seguir ao aeroporto pelo metrô. Conseguimos pegar o Linea Exprés das 23:10h. Foram cerca de 20 minutos até Barajas, e encontramos esse gigante e temido aeroporto completamente vazio. Aos poucos uns gatos pingados começaram a chegar e, como nós, procuravam uns bancos um pouco mais largos para deitar e descansar a noite, que prometia ser longa. Alguns gastos do dia: Café da manhã: €4,00 Souvenirs: €11,00 Mercado: €4,00 Almoço: €19,00 Ônibus: €1,20 Coca cola: €2,20 Ônibus para o aeroporto (Madrid): €2,00 Água no aeroporto: €1,60 Café no aeroporto: €6,10
  8. estive na espanha, frança e holanda em abril e gastei em média 100 euros, sem contar os hotéis (gasto para o casal)
  9. Patricia, estou tendo anexar arquivo mas não estou conseguindo - na verdade não sei como anexo um arquivo .xls nas MP do Mochileiros. Alguém sabe? Em todo caso, me passa por MP seu email pessoal que te envio. Abs
  10. Obrigado Bibi!!!! O tempo esta bem curto mas eu chego la!!! Tao curto que eu entrei aqui hoje so para dizer que a KLM ta com uma otima promocao esse fim de semana: passagens a USD699 ida e volta pra Europa, com stopovers na ida e na volta para Amsterda!!! Tem data ate o fim do ano. Quem puder, aproveite, porque o esquema da parada gratis na ida e na volta eh uma otima opcao. Abs
  11. 11/04 – Granada Chegamos em Granada pela manhã após mais de 3h no trem da Renfe. A estação de trens de Granada não possui centro turístico e ela fica um pouco fora do centro histórico, de modo que é aconselhável programar-se antes (tampouco há wifi na estação). Não tivemos outra opção que não tomar um táxi em direção ao hotel Las Almenas, que nos custou €7,50. O Las Almenas fica na calle Acera del Darro, uma das principais avenidas do Centro da cidade, próximo a Plaza Nueva, de onde saem os ônibus que vão em direção a Alhambra. Chegamos numa época em que as montanhas ao redor de Granada ainda estão nevadas, de modo que a paisagem estava muito bonita. Nos informamos como chegar aos principais pontos da cidade no próprio hotel, com um dos donos, o Sr. José que, ao lado de sua esposa, cuidam meticulosamente desde confortável e aconchegante hotel. O prédio possui paredes internas e a fachada que mantém a tradicional arquitetura moura, com um elevador moderno, quartos amplos, com sacada e banheiro bem limpo. O único porém é que não possui minibar. Pela relação custo benefício (€60 a diária sem café) achei uma ótima opção – o hotel, inclusive, é um dos mais bem colocados no tripadvisor. Las Almenas: ótimo hotel, com quartos bastante confortáveis Nossa primeira visita foi em direção ao Albaicín, o bairro árabe de Granada, cidade que possui ainda um bairro cristão, outro judeu (Realejo) e, nas colinas acima do Albaicín, um bairro cigano (Sacromonte). Tomamos o ônibus 7 em direção ao mirador San Cristóbal (passagem a €1,20). O mirador fica bem no meio do Albaicín, um bairro cheio de ruas estreitas e apertadas, e, mais importante, cheio de ladeiras. A melhor estratégia me pareceu tomar um ônibus até o alto do bairro e conhecer descendo através de suas ladeiras estreitas. No mirador San Cristóbal, é possível tirar ótimas fotos da Alhambra e as cadeias montanhosas que ficam por trás do complexo. O problema é que o local é lotado de gente. Ótimas fotos da Alhambra desde o Mirador San Cristóbal Após andar um pouco pelo bairro, descemos e fomos em direção a Catedral de Granada, que possui ao seu redor a Capilla Real (onde estão enterrados os restos mortais de um rei espanhol, se não me engano Fellipe III) e diversas lojas de venda de artesanatos, louças, tapeçarias e roupas. Almoçamos num restaurante acanhado mas bom próximo na rua do hotel, com menu do dia a €10. A noite, fomos assistir o clássico madrileño Atlético x Real na calle Navas, uma rua próxima do hotel e lotada de bares de tapas. Enfim, num desses bares, pudemos de fato apreciar o tapeo, e conversamos com um simpático casal espanhol que conhecia bem o país e nos revelou uma impressão já levávamos: o tapeo é uma tradição em extinção na Espanha, com exceção daquela região da Andaluzia, mais especificamente Granada. Alguns gastos do dia: Táxi Renfe – Hotel: €7,5 Café da manhã: €4,30 Almoço: €23,00 Água: €1,50 Ônibus urbano: €1,20 Tapas a noite: €18,00
  12. 09/04 – Sevilha Como todo bom carioca, ansiava por esse momento: pela primeira vez na viagem, enfim, pude usar bermuda e chinelo. Um autêntico carioca realmente sente falta de sua vestimenta favorita, mas o tempo não estava permitindo. Em Sevilha o termômetro chegou a bater na casa dos 32 graus – ao contrário dos 2 graus de Segóvia alguns dias antes e a média de 8 graus de Madrid – e o calor chegou a incomodar. Voltei novamente na estação Santa Justa em busca de aluguel de carros e percebi que, fora da estação, havia algumas agências. Inclusive uma dentro do pátio de estacionamento dos carros, que é um local onde em geral não há agência, apenas balcão de retirada do veículo. E foi lá que consegui um aluguel mais em conta: na Sixty, peguei um VW Pólo com direção por €44, com seguros e quilometragem livre, para o dia seguinte. Em Sevilha, na região que estávamos – em frente a estação Santa Justa – os ônibus que servem ao centro histórico são o C1 e o C2. Nas paradas de ônibus há mapas com as indicações de rotas de todas as linhas (algo que achei fantástico e acontce em toda Europa que visitei). Os ônibus não entram no centro histórico, apenas margeiam a região e seguem em geral em direção ao bairro de Triana, que fica do outro lado do rio Guadalquivir, que corta a cidade. Tomamos o ônibus e saltamos próximo ao Real Alcázar, um castelo que data de séculos atrás. Fizemos um tour fantástico pelo Alcázar (€8,50). Muito bem conservado e com aposentos ricamente adornados, com traços cristãos e muçulmanos bem marcantes. O áudio guia também é rico de informações – pode ser alugado por €3,60 e dividido pelo casal. Os guias cobravam €5,00 para acompanhar os turistas. Visita-se todo o interior do palácio e os jardins. Com calma, ouvindo o contexto de todos os aposentos, leva-se em torno de 2hr a visita. Vale muito a pena a visita ao Real Alcázar de Sevilha O castelo é rico em adornos e detalhes impressionantes da arquitetura Almoçamos novamente no mesmo Horno de San Buenaventura, tomamos sorvete de Dulce de leche (delicioso) e seguimos para a Plaza de Toros. As visitas guiadas saem de 20 em 20 minutos e realmente valem a pena os €6,50. A Plaza – local onde ocorrem as touradas – é lindíssima e as explicações dadas sobre o espetáculo pela guia do local são ótimas. Há também um museu taurino lá dentro. De fato é um evento bem mercante da cultura espanhola e com traços bem característicos. A Plaza de Toros de Sevilha é uma das mais importantes (e maiores) da Espanha Eu não sabia, por exexmplo, que o touro sempre morre. Conversei com um casal de espanhóis posteriormente e eles me disseram que sim, há uma espécie de “batalha” entre touro e toureiro, mas no tour a guia preferiu dar um enfoque diferente: é um espetáculo onde o toureiro deve mostrar suas habilidades. O toureiro almeja receber o troféu ao final da tourada, de acordo com o seu desempenho. Quem decide se ele leva ou não é o presidente da tourada, que ouve a platéia e analisa de acordo com seu julgamento. O troféu maior – símbolo de grande habilidade do toureiro – é representado pelo rabo do touro; antes dele, há a possibilidade de o troféu ser uma orelha, ou duas. O touro sempre morre, mas há chance de o toureiro não sair vivo também – isso é raro, mas acontece. Após dois tours seguidos, estávamos exaustos e fomos para o hotel por volta das 20hr. Antes passamos no mercado, compramos vinho, petiscos e comemos no hotel. Alguns gastos do dia: Água: €2,00 Almoço: €14,00 Real Alcázar: €8,50 Vinho no mercado: €3,50 10/04 – Sevilha e Ronda Havia reservado o carro para as 7:30h. Chegamos lá na hora marcada. Alguns contratempos logo no início: primeiro tive dificuldade em descobrir que o carro só liga se você estiver pisando na embreagem; depois, foram uns 20 minutos procurando a saída da cidade, que só fui descobrir depois da ajuda de um frentista e um guarda de rua. Quando enfim encontramos a autopista 374, pé no acelerador e toca pra Ronda!! Pueblos Blancos ao lomgo do percurso A paisagem em direção à região dos pueblos blancos começa a ficar especial depois de uns 30 minutos de viagem. Vastos campos cultivados e bem cuidados em meio a pequenos pueblos cheios de casas brancas, em geral ao pé de montanhas. Resolvemos parar em Algodonales, pequena cidadezinha ao pé de uma montanha, muito arrumadinha, com a tradicional igreja no centro em meio à casas brancas e tetos cor nde telha, e diversas fontes de água pura onde os moradores coletam sua bebida e onde antigamente eram utilizadas para lavar roupa. Para tirar boas fotos, é necessário subir até uma elevação montanhosa e tentar capturar a cidade de cima. À beira da estrada, na altura em que corta Algodonales em direção à Ronda (Algodonales fica a 1,5km da estrada) há um posto de gasolina e uma parada aconchegante para um café ou uma refeição. Vale uma rápida parada na pitoresca Algodonales De lá saímos após cerca de 1h na cidade,e continuamos nosso caminho até Ronda. De forma surpreendente para mim, Ronda tem o estilo de uma cidade de médio porte, com centro comercial bem desenvolvido e um grande estacionamento rotativo (não ser pode estacionar no casco antiguo, tem que deixar o carro no centro novo). Nossa visita à cidade durou umas 3h, e o estacionamento nos saiu por €4,00. Anda-se somente uns 10 minutos para chegar a Plaza de Toros, de onde se tira as primeiras fotos da vasta planície que se abre aos pés da cidade. Ronda se situa aos pés de um desfiladeiro, pendurada diante de uma vasta planície Mas é caminhando em direção ao Parador de Ronda (hotel) que se chega a Puente Nuevo, a famosa ponte de onde se tem as fotos mais deslumbrantes do vilarejo. As paisagens são incríveis. E, como disse José Saramago, “o que mais há na terra é paisagens”, perde-se uma boa hora contemplando aquele lugar especial. A famosa ponte de Ronda O grande atrativo de Ronda são as belas vistas que se tem dela mesma As melhores fotos se tiram ao redor da ponte Almoçamos num pequeno restaurante próximo da ponte, chamado Santa Maria, na calle Arminán, com menu del dia a €7,00 – entrada de paella, prato principal eu optei por rabos de toro (na verdade, a nossa rabada), Juliana optou por uma chuleta de ternera e uma sobremesa. Apesar do menu custar €7,00, você necessariamente precisa pedir uma bebida (!!), que custa €3,00. Após comprar um belo vestido numa lojinha de Ronda, voltamos para Sevilha por volta das 15h. Como o carro alugado tinha a diária vencendo somente no dia seguinte, resolvemos dar um rolé em Sevilha de carro, e fomos para o outro lado da cidade, que é cortada pelo rio Guadalquivir. Fomos ao bairro de Triana, tido como um bairro mais popular. Acabou se mostrando uma ótima escolha: a rua mais movimentada do bairro me pareceu a calle Betis, à beira do rio. O local tem um clima ótimo, de beira mar (na verdade, beira rio), e sentamos numa espécie de bar ao ar livre: o La Zapata coloca alguns sofás e almofadas na beira do rio, e ali mesmo serve cerveja e outros drinks, sugiro a especialidade deles: um delicioso mojito a €5,00, canecão de cerveja a €3,00. Após entregar o carro – o percurso de ida e volta a Ronda consumiu quase metade do tanque, cerca de 20 litros de combustível ou €33 – voltamos para o hotel e só saímos por volta das 22h para ver o jogo do Barcelona no bar Puentes, a base de boas tapas que nos custaram €10. Bar La Zapata, em Triana: ótima pedida para um drink ao fim da tarde Alguns gastos do dia: Almoço em Ronda - €20 Vestido em Ronda - €19 Estacionamento - €4 Aluguel do carro - €46 Combustível - €33 Mojitos e Cervejas no La Zapata - €13 Tapas no bar Fuentes - €10
  13. diogo, acho que o roteiro está bem acelerado sim. algumas cidades - não conheço as da itália - demandariam mais tempo, como por exemplo Paris e Madrid. Já pensou em optar por Madrid ou Barcelona? Eu tive que fazer essa opção na minha viagem (em detrimento de Barcelona) e não me arrependi. E Milão? Será que vale a pena UM dia nessa cidade? De resto, o transporte Madrid - Aeroporto mais prático eu acho o ônibus. Busca no google Línea Express, é um serviço da municipalidade de Madrid que deixa em três pontos da capital. No site tem os horários e pontos de parada. Custa 2 euros. Achei bem mais prático que o metrô. Sobre segurança, é tranquilo, peguei ele 23h com duas malas e foi muito tranquilo. Abs
  14. lericetto andei pesquisando essa questõa de valores exigidos na Europa e não cheguei a uma conclusão definitiva. Muitos citam o valor de 60 euros por dia, então tinha isso na cabeça. Mas acho que a questão não é definida em alguns países, tornando-se algo subjetivo. Não esqueça de levar a reserva dos hotéis com você, apesar de na minha experiência na Europa não ter precisado mostrar NADA (foi em Amsterdã). Sobre os dias, posso dizer sobre o local que já passei e você passará: colocaria um dia a mais em Madrid, fundamentalmente para fazer um bate e volta em outra cidade além de Toledo - talvez Segóvia ou Ávila. Sobre a doleira: não achei necessário na Europa. Me senti bastante seguro em qualquer lugar a qualquer hora do dia. Abs
  15. Fernando, que bom que vc está gostando. Seus relatos foram muito importantes para a montagem do meu roteiro. Também vou ficar no aguardo das suas impressões sobre essa linda parte da Europa. Abs
  16. 08/04 – Sevilha Acordamos às 6h, fizemos o check out no hotel e partimos para o metrô em direção à estação Puerta de Atocha-Renfe. Andamos até a estação Gran Via do metrô e, ao longo do caminho, cruzamos com muitos madrileños bêbados voltando da night, prostitutas e jovens de diversas tribos. Enfim, uma fauna bem excêntrica e heterogênea. O metrô deixa praticamente dentro da estação da Renfe. Chegamos por volta de 7h e um pouco depois fomos chamados para entrar no trem. Dica: caso você esteja com muita mala, tente chegar cedo e garantir que você será um dos primeiros a entrar no trem. Dependendo do tamanho da mala, há pouco espaço disponível nos vagões, de modo que você pode encontrar complicação onde transportá-la. Interior do trem AVE que liga Madrid a Sevilla O trajeto levou 2:30h. Este trem AVE possui serviço de bar, entretenimento em áudio e vídeo e fonte de energia para laptop. Chegamos a Sevilha por volta das 10hr. Na estação Santa Justa fizemos uma rápida pesquisa pelas agências de aluguel de carros, pois dali a uns dias pretendíamos ir a Ronda de carro. Nas duas que pesquisamos o preço no balcão giravam em torno de €70 a diária com limitação de quilometragem, bem mais caro que na internet. Nosso hotel ficava de frente para a estação da Renfe e chegamos bem antes do horário de check in. Tivemos que esperar cerca de 1:30h. O Ayre Hotel Sevilla foi muito bom: quarto bem grande, com carpete sem cheiro, banheiro belíssimo e limpo, com banheira. Acredito que tenha sido o melhor da viagem. Pagamos uma média de €80,00 nas 3 diárias, mas poderia ter pago bem menos: a diária do primeiro dia foi na faixa de €65, mas a dos outros dois dias foi bem mais cara,pois era o período da Feria de Abril, bem concorrida em Sevilha. Inicialmente não tivemos uma boa impressão da cidade, pois a localização do hotel a princípio não nos favorecia. Para piorar, a atendente do hotel nos deu uma indicação completamente equivocada sobre onde passava o ônibus para o centro – só mais tarde fomos descobrir que passava EM FRENTE ao hotel! Fomos então caminhando, mas quando enfim chegamos ao centro histórico nosso ânimo se renovou... As ruas apertadas, as casas pitorescas, a belíssima catedral e a Giralda, o real alcázar, os prédios históricos, o caminho a beira mar... realmente uma cidade muito especial, grande e arrumada, que mantém as tradições. Estávamos, enfim, na Andaluzia!!!! Região que sempre me despertou muito interesse desde pequeno, pois adoro história e a riqueza desta região que mescla a cultura árabe e cristã ao longo dos séculos é fenomenal!! Porém, surpreendentemente mais cara que Madrid: por exemplo, o boneco de souvenir lindíssimo chamado Sevilhana (uma dançarina de flamenco) estava quase €10 mais caro que na capital. Ruas apertadas e casarões antigos no centro histórico Catedral de Sevilla Todo centro histórico de Sevilla é marcado por belas construções Rio Guadalquivir, que margeia o centro histórico e divide a cidade em duas Almoçamos numa espetacular descoberta da Juliana: uma espécie de padaria com tapeos (pagos) localizado na esquina calle García de Vinuesa com Av. de La Constitución, de frente para a Catedral. Almoçamos ótimas tapas: salada de batata com atum, paella, lomo al tomate, salada de camarão, etc. Ótima opção de almoço, com deliciosas tapas da Andaluzia A noite, uma ótima surpresa também. Estávamos procurando algum lugar que tivesse flamenco, e estávamos decididos a ir no Museu do Flamenco (custa €20 a apresentação, que nos foi bem recomendada). Um nativo nos sugeriu o bar La Carbonería, na calle Levies 18, onde, ademais, era de graça o show. Uma ótima pedida, lotado de locais e turistas, com boa bebidae ótimas tapas a partir de €3,00 (cerveja e vinho da casa a €2,00, mojito a €5,00). O show em si nos agradou. Não conhecemos a fundo o estilo, então não tem como falar sobre a qualidade da apresentação. Mas para quem quer ouvir pela primeira vez um ritmo novo e tomar umas, a noite foi espetacular. La Carboneria recebe nativos e turistas quase todas as noites Os shows começam por volta das 22:30h. Chegue um pouco antes para conseguir um bom lugar Alguns gastos do dia: Café da manhã - €6,00 Almoço - €14,00 Ônibus - €1,30
  17. Dia 07/04 – Madrid Acordamos cedo novamente, desta vez para ir a Segóvia. O ônibus que leva a cidade é da empresa Sepulvedana, e sai da estação do metrô Príncipe Pío – também tem trem da Renfe, mas é mais caro. Pagamos €13 pela ida e volta cada um. A viagem durou 1h15m, e, para nossa satisfação, fomos surpreendidos pele neve no meio do caminho, que deixou a paisagem lindíssima. Segóvia fica a 87km de Madrid numa região de serra, parecido com a disposição geográfica entre Rio de Janeiro e Petrópolis, por exemplo. Chegamos na cidade com uma temperatura de 2 graus e com neve fina caindo. A neve nos pegou de surpresa no meio do caminho Ao contrário de Toledo, onde o ônibus deixa os viajantes fora da cidade, em Segóvia ficamos muito próximo do casco antiguo. Desde a estação de ônibus pode-se ir caminhando até o aqueduto, que é o ponto principal do passeio. O tamanho e a imponência da construção impressionam. Em frente ao aqueduto, há o centro de informação turística, onde compramos o áudio guia que nos acompanhou ao longo de toda cidade (este áudio guía é interessante porque vai contando a história de pontos da cidade inteira). Aqueduto de Segóvia, principal atrativo da cidade Mas para nosso azar, a neve fina e a chuva nos pegaram de surpresa – nesse dia, saímos de casa mal agasalhados, por nós fazíamos idéia que poderíamos encontrar isso pelo caminho. Caminhamos de uma ponta da cidade até a outra – do aqueduto ao alcázar, passando pela catedral. O alcázar é muito bonito, e paga-se €2 para subir até o alto de sua torre – vale a pena, pois as fotos são bem legais – e €4,5 para conhecer o castelo por dentro. Pagamos, mas se pudesse voltar atrás não pagaria para entrar, apenas para subir na torre, pois as partes inferiores me pareceram um pouco mal cuidadas e com poucas informações úteis. Alcázar de Segóvia: vale a pena pagar apenas pra subir nas torres Lindo vitral dentro do castelo Depois de cruzar toda cidade, fizemos o caminho de volta, e paramos na praça principal próxima a catedral para comer a especialidade da região – o cochinillo asado (leitão). Foi uma das refeições mais caras que fiz na Espanha e realmente não fiquei satisfeito – o prato até era saboroso, apesar de muito gorduroso, mas pequeno. Optamos pelo menú del día, que além do cochinillo asado (que vem com batatas fritas) inclui uma sopa de entrada, uma bebida e sobremesa. O menu saiu a €24. na volta, uma surpresa ruim: perdi no caminho o ticket do ônibus e tivemos que comprar outra volta (quando compra a ida e volta, a volta deixa o horário em aberto. Você pode voltar a qualquer momento. Sua única comprovação da compra é o ticket, daí o motivo da perda implicar que você tenha que pagar de novo). Chegamos ao fim do dia em Madrid, ainda a tempo de, no nosso último dia na cidade, aproveitar a visitação gratuita ao museu Reina Sofia (era um sábado). Esse foi o museu que eu mais gostei eu toda Europa. Fiquei especialmente impressionado nas alas do surrealismo, Salvador Dali e Picasso. É nesse museu que também está Guernica, o famoso quadro que retrata o sofrimento da cidade durante a Guerra Civil Espanhola. Aliás, tem uma ala inteira do museu dedicada a história da guerra civil da década de 30. Vale muitíssimo a pena. Se não tivesse a possibilidade de ir gratuitamente - acho que no sábado a gratuidade é o dia inteiro - eu pagaria para visitar. Alguns gastos do dia: Ônibus para Segóvia: €27,00 (para dois, ida e volta) Café da manhã em Segóvia: €6,00 Guarda Chuvas: €3,00 Alcázar: €6,50 (torre mais interior) Audioguia da cidade: €5,00 Almoço: €39,00
  18. gabriel, até meados de março diversas companhias estavam com promoções muito boas de passagens aéreas. na minha opinião, o principal atrativo era a possiblidade de fazer stopovers tanto na ida quanto na volta - a airfrance e a klm ofereceram essa opção. e as passagens ida e volta estavam na faixa de 1500-1600, o que eu julgo ser ótimos preços. sugiro que vc se cadastre em algum site que anuncie essas promoções - tem vários - ou fique olhando no site das companhias. o momento AGORA não está favorável para a compra de passagens.
  19. 05.04 – Madrid Acordamos bem tarde, afinal isso também é férias, e férias significam descanso também – principalmente para um casal com três filhos. A chuva persistia, e saímos em busca de um bom café com croissants. Aliás, como são bons os croissants por essas bandas!! Muito diferente do Brasil, fundamentalmente por causa da massa fina. Encontramos um nas proximidades da Puerta del Sol – nos custou €5 dois cafés e dois croissants. Caminhamos dessa vez no sentido oposto do dia anterior: rumo a Plaza Cibeles e Puerta de Alcalá, dois pontos bem conhecidos de Madrid. Descobrimos ali em Cibeles o Palácio Cibeles, um centro de informações e cultura, com um belo mirador da região: sobe-se de graça e se tira ótimas fotos. Visão desde o Palácio Cibeles. Boa vista e free Depois tomamos o metrô e seguimos em direção a estação Moncloa para ver uma exposição permanente do Museu da América, sobre a história da colonização espanhola no continente – vale a pena e é barato (€3). Voltamos para almoçar na Plaza Mayor, e descobrimos que sentar nas mesas é MUITO mais caro que comer na barra, ou balcão: um chopp, por exemplo, que pode sair a €1 na barra, custa quase €3 nas mesas. Depois disso já era quase 17h e fomos aproveitar o período grátis do Museu do Prado. Uma dica: para quem não é aficcionado, me parece uma ótima estratégia economizar os €12 de entrada do Prado e aproveitar as 2hr gratuitas (que acho que são diárias). Vale também pagar os €3,50 do áudio guia, que deixa a visita menos maçante. Leve um fone de ouvido que o áudio pode ser dividido pelo casal. O Prado é grande, com diversas obras de diversos autores, e para os não aficcionados sugiro pegar o papel de informações do museu, que tem uma seleção das obras mais importantes e conhecidas (até quem não curte muito reconhece várias delas) e a indicação das salas onde estão. Acho que tem umas 30-35 obras indicadas. Eu só não deixaria de visitar, é bem interessante. Mas se eu tivesse que optar por um deles, optaria pelo Reina Sofía. Na saída do Prado, a chuva ainda era incessante. Caminhamos em direção ao hotel e paramos para comer churros com chocolate – uma ótima pedida em Madrid. Aliás, o churro não é doce como em sua maior parte no Brasil. À noite, fomos curtir uma outra região boêmia de Madrid, a Plaza Santa Ana. Pareceram mais interessantes as ruas em seu entorno do que especificamente a Plaza. Aliás, foi ali que comemos a única tortilla realmente boa da viagem – aliás patatas bravas, um misto de ovos com batatas recheados com um molho picante. Só não lembro do nome do bar... Alguns gastos do dia: Água e sabão sólido no mercado - €4 Almoço - €15 Chocolate com churros - €5,00 Água com gás - €1,50 06/04 – Madrid Acordamos bem cedo – era escuro ainda – e saímos para pegar o ônibus em direção a Toledo. Optamos por ir de ônibus, mais barato e que sai da estação de metrô Plaza Elíptica, pela empresa Alsa (€8 ida e volta). Levamos 45 minutos para chegar em Toledo (acho que de trem leva 30min). A rodoviária fica ao pé da cidade, e para chegar lá pode-se ir a pé pelas ladeiras ou de ônibus – deve-se tomar o ônibus 5 e descer na praça Zocodover. Dica: não compre mapas que se vendem na estação de ônibus. Eles são distribuídos de forma gratuita no centro de informação da cidade velha. Outra dica: quase nada em Toledo abre antes das 10h, aí incluso o centro de informação. Por menor que seja o lugar, eu não consigo conhecer uma cidade sem um mapa na mão (sou viciado neles). Então, não programe-se para chegar muuuuuito antes de 10h. A cidade velha é pequena, o que faz com que o percurso possa ser feito de forma rápida. O que dificulta mais são as constantes subidas e descidas. Vista da cidade velha de Toledo desde a rodoviária Cidade murada Várias visitas guiadas pela cidade são oferecidas em Toledo, a maior parte girando em torno de €10-20. Seguimos sem guia inicialmente pelo Alcázar, imponente e gigante ao pé de uma colina. Ali ao lado há um ponto de ônibus turístico, que roda por Toledo e o turista pode saltar e entrar a qualquer momento. Custa €8. Não me parece uma boa, pois o melhor de lá é caminhar pelas ruazinhas apertadas do entorno, que obviamente não são acessíveis de ônibus. Toledo ainda mantém quase toda a cidade antiga envolta em muralhas, o que deixa as paisagens ainda mais belas. Depois seguimos em direção a Catedral (que estava fechada por ser Semana Santa) e a Sinagoga de El Tránsito, no antigo bairro judeu de Toledo. Resolvemos entrar para conhecer um pouco da história dos judeus em Toledo (€3). Descobri, filando um guia que falava para uns gringos, que a convivência dos judeus sob o domínio árabe da região foi bem pacífica, inclusive com eles se estabelecendo numa área privilegiada (bem protegida) da cidade, ao contrário dos cristãos, que se estabeleceram numa área mais exposta aos ataques. Depois seguimos para uma das muitas portas das muralhas (Puerta del Cabrón) e empreendemos o caminho de volta, não sem antes almoçar na bodega Wamba, da calle comercio 1, a €9, um delicioso filé com fritas. Antes de ir embora, encontrei uma pechincha em Toledo: um terno super 100 de dois botões muito bonito com taxfree a €99, e algumas camisas sociais a €18. Catedral de Toledo Traços característicos da arquitetura de Toledo e de toda Andaluzia - Sinagoga El Transito À noite, resolvemos experimentar um outro clássico madrileño: a Cervecería 100Montaditos. Ao contrário dos bocadillos – que em geral são sanduíches grandes feitos com pão francês – os montaditos são menores e muitas vezes são servidos como tapas em bares. Nesse bar escolhem-se os montaditos pelo número – são 100 opções, em diversos tamanhos e mesclas de números, paga-se e espera que chamem pelo nome. A comida é simples mas ótima para quem não quer uma refeição inteira, apenas petiscar com uma cerveja ou vinho. Os montaditos variam de €1 a €2. Depois, fomos tomar churros com chocolate na famosa Chocolatería San Ginés. O chocolate de lá é especial e vem muito bem servido a um ótimo preço – ou seja, vale a pena esperar a fila gigantesca que se forma por lá a qualquer hora da noite. O local também é bem típico. A especialidade é o chocolate com churros, sendo que esses são servidos em porções de seis, ou em porra de churros, que são dois churros bem grossos. Custam €3,70 e vem acompanhado de uma caneca grande de chocolate. Alguns gastos do dia: Cafezinho - €2,00 Almoço Toledo - €9 (menu do dia) Ônibus urbano Toledo - €1,40 Chocolate com churros em Toledo - €2,80
  20. muito legal o relato, as fotos estão ótimas, deu vontade de conhecer essa parte do mundo!! abs
  21. Versailles é espetacular. Difícil não sair de lá de queixo caído. No caso de vocês, acho que será de muita utilizade o paris museum pass, pra furar a fila na frente de todo mundo na maior parte das atrações. abs
  22. 04/04 – Madrid Levantamos as 4h. Aqui, um erro estratégico: ao desenhar os vôos, tentei colocar a chegada o mais cedo possível na cidade de destino para poder aproveitar o dia restante. Mas me esqueci de levar em conta o deslocamento dentro da cidade de saída, que me forçaria a acordar quase 3h antes do vôo marcado. Havia escolhido sair de Amsterdã as 07:10h. A KLM remarcou o vôo para as 6:50h. Resultado: fui forçado a acordar beeeeeem cedo. Às 4h, o frio era forte e não havia trams rodando em Amsterdã ainda. Já havia verificado antes e o táxi até Schiphol sairia em torno de €35. Minha idéia era pedir um táxi até CS (nas minhas contas, uns €15 no máximo) e então pegar o trem (mais uns €8 para duas pessoas). Mas, àquela hora, fui convencido pelo carinha do hotel a chamar o táxi a €35, o que me pouparia tempo e, segundo ele, não sairia tão mais caro assim (na argumentação , ele inflacionou o trecho hotel – CS para pelo menos €20). Aceitei. Teve o lado bom e o lado ruim. O bom: andamos numa Mercedes-Benz última geração, alto luxo, com banco de couro, GPS, DVD, teto solar e mais o que se puder imaginar de novidade, e o cara colocou 180km/h na estrada – o que, aliás, é imperceptível para quem não olha para o velocímetro. Chegamos em Schiphol em 15min. O ruim foi que dei uma de mané e não perguntei o preço antes pro camarada. Ao contrário do que o cara do hotel falou, o percurso nos custou €40. Uma rodada por Schiphol confirmou uma impressão que eu já levava comigo: realmente estamos há anos-luz em infraestrutura aeroportuária (e muitas outras) dos europeus. As instalações são gigantescas, moderníssimas e com alta eficiência; a limpeza é extrema; recolhimento automático de bagagem: você mesmo coloca para pesagem, etiqueta e despacha em uma espécie de máquina recolhedora. A agilidade que se ganha com isso é imensa. Tivemos nossas malas de mão revistadas duas vezes no raio-x, e depois seguimos para as diversas lojas do free-shop – conseguimos dois perfumes ótimos (Lacoste e Hugo Boss) a €49 os dois. O vôo foi bom. Mas confesso que dessa vez o serviço de bordo me fez sentir saudade da TAM rssssss.... O café com leite era praticamente gelado e a comidinha bem ruim para meu paladar (doce). Chegamos em Barajas – outra monstruosidade de aeroporto – em meio a uma chuva fina e, após uma olhada nas lojas, seguimos para procurar transporte para a cidade. Já sabia que poderíamos ir de duas formas: de trem ou por um novo serviço de ônibus da municipalidade de Madrid, o Línea Exprés. No balcão de informações, me pareceu que as atendentes estavam orientadas a sugerir o ônibus. E realmente ele é muito mais prático: custa €2 e pára em três lugares: estação O´Donnell, Plaza Cibeles e estação Atocha-Renfe. Outra coisa boa: tem wi-fi grátis. Descemos em Cibeles, bem próximo do centro nevrálgico de Madrid (Puerta Del Sol). Como minha esposa estava num daqueles dias de humor beeeeeeem agradável, as malas estavam pesadas e havia caído uma chuvinha fina, entramos num metrô (estação Banco de España, na Plaza Cibeles) para nos poupar de uma caminhada de dez minutos e saímos na estação Sol, bem próximo do hotel Negresco. A primeira impressão do hotel, reconheço, é estranha. Tinha sido o hotel mais barato da viagem – a diária foi €43, o que, com impostos, fez nossa estadia de 4 noites custar €180. O quarto é bem apertadinho e no que fiquei, a janela é virada pra dentro. E a vista é péssima – é virada para outros apartamentos, devassado, com vista do interior das casas em meio ao monte de roupas estendidas nos varais. Enfim, horrível. Mas como estava frio e ela ficou fechada o tempo todo, acabou que virou um problema menor. De bom (muito bom, aliás): banheiro bem limpo, quarto impecavelmente arrumado diariamente, frigobar, boa TV, boa cama e, principalmente, ótima localização. A rigor, não precisaríamos tomar o metrô para quase nenhum lugar se o objetivo fosse ficar apenas no centro histórico da capital. Com uma chuva fina caindo, resolvemos fazer um rápido reconhecimento de alguns pontos ao redor, para o lado do Palácio Real: Puerta Del Sol, Plaza Mayor (com bastantes torcedores do Apoel, do Chipre, que naquele dia jogaria com o Real Madrid), Mercado San Miguel, Palácio Real, Catedral de Almudeña. Palácio Real, nas proximidades da Plaza Mayor Mas o que nesse dia realmente nos encantou foi o Museo del Jamón: não sei se já comentei, mas a comida para nós é um dos principais atrativos de um lugar. Ela não precisa ser luxuosa, mas deve ser pitoresca e numa quantidade e preços justos. Lá me parece que encontramos isso: foi um dos únicos lugares que realmente serviram tapas a moda antiga fora da Andaluzia – pedimos dois chopps no balcão e levamos uma boa paella de tapas – e nos deliciamos com bocadillo de calamares, ou sanduíche de lula frita. Museo del Jamón: comida simples; prefira sempre o balcão (preços mais baratos, chopp a €1). Na foto, sangria e bocadillo de calamares Sobre as tapas: poucos foram os lugares em que encontramos bares onde as tapas eram servidas conforme consta no nosso imaginário: senta, pede uma bebida e vem a tapa junto. A única exceção foi Granada. Em geral, as tapas custam pouco: €2 a €3, mas é um prato pequeno – em alguns lugares mais cheio, outros menos. Numa bodega de Madrid, pedimos bebida, pedimos uma tapa de tortilla (paga) e só então nos foi servida a tradicional tapa de graça. Em outros, ficamos a ver navios. Não sei se o fato de sermos reconhecidamente turistas foi determinante para isso. Mas o ir de tapas parece que vem sendo substituído, pelo menos em Madrid, pelas tapas a preços baixos e pelos pinchos – pequenas porções também a preços baratos. Além das tapas e pinchos, há as raciones e media raciones, que são pratos maiores e mais cheios, parecidos com os petiscos que estamos acostumados a comer nos botequins e bares do Brasil. Mercado San Miguel, ao lado da Plaza Mayor Talvez o melhor local de pinchos que encontramos foi o Mercado San Miguel. Realmente é um lugar muito agradável e altamente convidativo para quem gosta tanto de comida como nós. É uma espécie de mercado público que foi transformado num centro gastronômico, como muitos que temos espalhado pelo Brasil. Diversos boxes bem charmosos vendem pinchos aos turistas e nativos, cada um com sua especialidade. Exemplo de pinchos no mercado San Miguel A maior quantidade é de mariscos e frutos do mar, mas tem de tudo (paella, salgados, sopas, jamónes, bocadillos etc.). O mais interessante me pareceu comprar uma taça ou uma garrafa de vinho e ficar circulando pelo mercado, que possui alguns balcões e mesas espalhados no centro e extremidades. Compre uma taça de vinho e circule pelos boxes do mercado, que servem pinchos deliciosos!! Exemplo de pincho. Esse não foi no mercado San Miguel, mas numa pintxeria próximo da Plaza Santa Ana Alguns gastos do dia: Táxi Amsterdã – Schiphol: €40 Ônibus Línea Exprés Aeroporto – Madrid: €2,00 Metro Madrid: €1,5 10 tickets do metro Madrid (não é pessoal, pode ser dividido com outra pessoa): €9,30 Ônibus ida e volta para Toledo: €9 Almoço para 2 pessoas no Museu Del Jamón: €14 Chopp no Museu del Jamón: €1 Chopp em outros locais: entre €1-€2 Taça de vinho no mercado San Miguel (vinho da casa): €3 Ración de lula frita nas proximidades da Plaza Mayor - €8,5
  23. Finalizei a contabilização dos gastos com a trip. No total, foram R$9.720,00 para o casal, sem contar compras de roupas, perfumes, cremes etc. e incluindo souvenirs. A média de gasto diário por país: Espanha, R$153,00; Holanda, R$190,00; e França, R$168,00. Quem quiser a planilha em excel com mais detalhes, pode me solicitar. Daqui a pouco começo a enviar os relatos da Espanha. Abs Marcelo
  24. Juliana Em Amsterdam, indico a Anne frank caso vc tenha gostado do livro e se encantado pela historia. O museu do sexo eu nao recomendo. Ao inves do Heineken experience, procure uma cervejaria chamada Broweri' j. Fica um pouco fora do centrao dee ams mas da pra chegar facil de tram. As Cervejas Sao delicisosas, bem melhor do que a Heineken e nos fins de semana eles fazem tour na producao. Procure tb a biblioteca publica da cidade, no ultimo andar tem um restaurante otimo e a vista da cidade eh linda!!!! De resto, beba muita cerveja, caminhe pelos canals e curta esse lugar especial. Paris: acredito que a cidade toda eh recomendavel, mas achei muito interssante o museu de l'armee no les invalides - pra quem gosta de historia eh espectacular. Coisa de ficar o dia interior por la. Os vitrais de saint chapelle tb sao lindos. Estou escrevendo um relato la na parte de relates de viagem, pode pegar mais dicas la. Abs Marcelo
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