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Raulz!to

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  1. @Érica Martins , faria a gentileza de me passar também? Gostei da ideia de fazer também a Flona do Amapá... @Érica Martins , pode mandar pra mim também, por favor? Curti muito sua ideia da Flona do Amapá. Pretendo fazer o mesmo roteiro! Bom fim de semana a todos .
  2. Galera, indo ao divisor na última semana de julho/2019, por hora em duas pessoas. Quem quiser se juntar ao grupo, pode mandar mensagem no privado.
  3. Voltando aqui só para complementar, também não consegui visitar a Ilha do Cajual. Poucos fazem o passeio por lá. Endosso o relato do Glauber sobre Alcântara, que está preservada na praça mais central, com as ruínas iluminadas e alguns restaurantes e pousadas, mas havia pouco movimento por lá em junho/2018. Valeu o bate-e-volta, no entanto. Gostei de caminhar, fotografar, jogar conversa fora e comer bem por ali. Acho que vale o passeio!
  4. Ótimo relato, lindas fotos, belo texto.
  5. Galera, acabei usando como base o Hotel e Restaurante Chão Nativo (reservei pelo Booking). Hotel simples, porém com camas confortáveis, ar condicionado e café da manhã adequado, mantido por uma família super gente boa. O preço é um dos melhores da região e fica bem perto de furnas, no entanto mais longe de Capitólio. É ideal para quem quer conhecer as atrações, pois fica muito mais perto delas, porém mais longe da cidade. Para quem quer economizar ainda mais, tem um restaurante no local, com comida por quilo num preço ótimo também. Recomendo.
  6. Galera, alguém indo pra lá em setembro/2018? Devo estar chegando depois do feriado de 07/09. Procuro alguém pra rachar aluguel de carro/rolês diversos. Ideia é percorrer por conta a maior parte dos passeios, deixando apenas para contratar guia quando imprescindível. Qualquer coisa, entrem em contato. :-)
  7. Amigos, alguém aqui já foi para a Ilha do Cajual ? Sabem se há roteiros ou guias especializados para ver os sítios arqueológicos? Alguém já fez esse esquema?
  8. Olá Rôs, como vai? Eae, como foi a trip? Pretendo fazer um roteiro parecido com o de vocês, mas também estou esbarrando em alguns preços extorsivos. Conseguiram contatos/dicas?
  9. Salve Rodrigo. Morro cresceu muito na última década e a primeira e segunda praias são o centro do agito. Mercadinhos, mercearias, bares, barracas, quiosques, sorveterias, pizzarias. Tem de tudo. Vá tranquilo.
  10. Raulz!to

    Serra da Capivara

    É caro mesmo, pessoal, mas vale a pena. Minha recomendação é que procurem um guia instruído, como o Waltércio por exemplo (posso passar o telefone em pvt, se quiserem). O cara tem muitos conhecimentos em fauna e flora da região, manja muito de arqueologia e arte rupestre, conhece as escolas agreste, planalto, nordeste, são francisco etc. Esses conhecimentos são fundamentais para compreender o que se vê e tornam as trilhas do parque fascinantes. Conhecer esse Parna é um rolê completíssimo, com muita caminhada, paisagens lindas, fauna e flora super diferentes do que a galera do sul (como eu) está acostumada. Nunca vou esquecer essa trip e recomendo a qualquer um que se interesse por história e cultura guardar uma graninha e gastar por lá. Primeiro porque estará ajudando a preservar o local, contribuindo com o trabalho maravilhoso que a Dra. Niede Guidón realizou (e ainda inspira) na região, ajudando a tímida economia local e de quebra levando uma bagagem cultural riquíssima por toda a vida. Infelizmente ainda não pude escrever um relato completo porque estou com outras trips na frente, mas estou à disposição para tirar todas as dúvidas.
  11. Raulz!to

    Serra da Capivara

    Nnaomi, estive lá na segunda quinzena de setembro. Vou escrever um relato e postar aqui. O parque sofre mesmo com a falta de estrutura e está sem segurança nas guaritas, além de ter atividades suspensas na área de pesquisa e conservação, mas turisticamente funciona plenamente, porque os guias autorizados sobrevivem disso e trabalham em conjunto com a FUNDHAM. Podem ir sem medo. Obs: vou tentar escrever o relato até o fim da semana e postar. Estou devendo mesmo.
  12. Raulz!to

    Serra da Capivara

    Galera, acabei não voltando aqui para relatar, mas só deixando um recado: o parque está funcionando normalmente, é incrivelmente bem organizado e seu patrimônio é um tesouro inestimável para o país e para a humanidade. Não pense: vá, contrate um bom guia e curta muito aquela riqueza. É um investimento caro, mas que vale para a vida toda. Piauí, valeu pela força. Fiquei uma semana inteira por lá e mais um dia lá nas Confusões. Viagem inesquecível.
  13. Mari, o acesso ao PETER é feito pela estadual GO-108, uma via em bom estado de conservação no geral, mas com alguns problemas sérios em alguns trechos, como a famose ponte caída que te obriga a passar por dentro de um riacho cujo nível da água varia entre tornozelos e joelho, ou seja, carros baixos passam no limite e dependem de habilidade de motorista além de sorte, já que durante chuvas a montante é impossível passar a não ser por um contorno não sinalizado, também já falado pelos colegas aí. Esse fato aliado a baixa densidade demográfica da região diminui muito o fluxo de carros na estadual, o que deixa sua carona mais complicada mas não impossível, já que locais usam a estrada na boa. As cavernas estão distribuídas entre São Domingos e Guarani de Goiás e com exceção da Terra Ronca, na rodovia não existe nenhuma sinalização indicativa de distância ou de acesso as cavernas do parque. Friso, como os colegas já falaram lá pra trás, que as cavernas são imensas, várias delas originadas de desmoronamentos e é muito perigoso, não tendo experiência, adentrar algumas delas sem guia e equipamento adequado. O próprio Ramiro me confidenciou que se perdeu algumas vezes e passou várias e várias horas sem mantimentos e instrumentos lá dentro. Acidentes fatais já ocorreram inclusive com pesquisadores acompanhados. Há ainda a questão do acesso, porque apesar de estarem situadas próximas a GO- 108, com exceção da Terra Ronca e da Angélica, é necessário seguir estradas de chão até que tranquilas, mas com acesso mais difícil por não terem sem sinalização. Um bom conselho seria você parar lá no Ramiro, explicar sua situação e pedir para acompanhar algum grupo com um bom desconto ou trocando sua guiada por algum trabalho, como fez um argentino muito gente boa que já ficou acampado e me acompanhou na Caverna São Bernardo. É claro que devido a situação de calamidade que áreas de preservação sofrem no nosso país, a fiscalização é ridícula e provavelmente não haverá qualquer entrave a você visitar qualquer uma das cavernas sem guia, mas é sim proibido e muito perigoso seguir muito adiante. E vamos lá, só entrar, dar uma olhadinha e não seguir em frente não vale o rolê até lá. Vai por mim. Fale com o Ramiro.
  14. Valeu! Acabei rodeando a região, indo a Aiuruoca, voltando a Ibitipoca... mas SRJ acabei pulando. Agora quem sabe chegou a hora? Carnaval taí. rs
  15. Galera, como vão? Alguém retornou à região para refazer o trajeto?
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